Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05610


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Full Text
Anno de 1880.
DIARIO DE PEKNAMBCO
Quinta Feiba 23 de Dezembro. S. Victoria V.
Preamar o 9 horas e 18 minuto t da tarde.

*Q^^^r>^^ ,fj M
Itaunm N. TV,.,,. M D R. m lm
A
Tolerancia.
M&terdao kc ompoilo do rabulho
de todasai naC5e.. Ali seichao mais aven*
tureiros, e armheiro.s do que tm parte kU
fuma; estes sao o* man brutaes, e indisei.
jilinado.de todos oshomens; aquelles os
mu velh.ero, intrigante., e ,erigosos:
|i *e professaS mais de 30 relig.e.
diversas; o. numero* proselytos dsssas
cita* emulas humas das outras, seguem,
* pregao quasi nos mtsmos lugares es
dogmas, e ritos da sua arenca Qut
eentelnas capases de produzir os maioret
oendio! Entretanto esea Ciade he
^habitualmente a mais tranquilla da.
grande* Cidades da Europa, sem cartas
brancas, sem eommandantes, e morce*
gos de polica, e toda essa raca de denun*
ciantes, que in fe*ta5 outras Capitaes, e
laxan, tremen Cidadaos nos seus azilos
domsticos ;sero prizoes arbitrarias, sem
castigos extrajudiciarios, e tudo mais
cjuauto costu mao fazer os res absolutos.
Nenhum Cidadao pode ser prezo
em sua caza, aioda pelo crime mais
atroz, sem que todo o corpo da magistra
tura ali va, e assim ateste solemnemente,
que a aecusaca he real, e que o aecusado
sera' legalmente absolvido, oti condem.
nado. Por que encantamento pode-se
produzir effeitos Uo marivihasos ? So
eom o soccorro das leis, com a sua exe-
cucao constante, rgida, e inflexivel.
JSenhuma seita ali prevalece, nemhurn
sectario ousa fezer-se celebre ; porque o
poder civil a todos tracta com a mesma
imparciahdade; e longe de fomentar
odios, e auctorizar a perseguicao, as leis
oppe-se a isto com todo o seu vigor, ja
reprimindo o proselytismo, e castigando
toda a accao, o,ue perturb* sociedade,
tejaqualfnra Relig do delnqueme,
ja cerniendo os preg.dores em .eus iosU
limite.. O poder temporal ali domina
absulutamente sobre o espiritual, econser-
?a nesNt Povos com infatigavel cautela
a nera.;ca preciosa da tolerancia, que
i Pas pagaras com o seu sangu..
Seus Padres nao sao perseguidores; por
quenistonad tem nteresse, e priucipaN
mente porque nao o padem ser : elles nao
se e*f ,rcao por goverpar a trra ; porque
nao tem pertence. a isso.
Algn, anda temem pronunciar a
palavra sagrada de tolerancia ; mas ella
Ule no ccracaO de todos o. hornero de
be.n. Felizmente os homen. vao se il.
lustrando de dia em da, a razao se aner*
fecoa, e tempe v,rtt\ em que as na^oes
se eavergonharao |de ter sido intolerante,
Bayle no seculo passado eomecuu a abrir
os olhos da Europa sobre a neees.idade
deadmittir oos Estados a palavra ea
cousa, Bem eoohecido he o sen comen,
tao filosofo sebr'esta ezpressao- Con*
pelle intrar* ~ (obriga*o. a entrar), .|e.
goria do Evangelha, que produzio huma
multidaodeassassinios; porquero fana*
ticos nao perseguem, se nao em virtude
de alegoras Ao mesmo lempo Locke,
eg.slador da Carolina, escrevia sobre a
tolerancia: o seu Ensaio neste genero
he hum modelo de discrosao ; algn.
I nelogos desejanao responder he, co.
mo a Corte de Roma respondeo a Trapas
olo, isto he; com huma punhalada.
O que sao esses homens perosos
que oroao fazer da tolerancia hum crime
dejesa^magestade Divina, e humana?
Sao certos Padres, que se enfurecem de
ver romper as barreiras, que elle, tem
posto por diante ao entendimento; que
e inordem perqu tudo, que os rojea
a.G


(34
nao tem os sejus olhoe, c a tum mesma al-
ma, sacrificando sobre o altarda religiao
-victima?, ojilles realmente so immola*
rao ao seufcrgiho. Sao res absolutos,
que cuidao expiar os seus atentados con-
tra a ociedade fazendose aligadores de
hum Dos, que elle3 desconhecem ; he
hum Constantino, que se fez persegui-
dor para expiar seus parricidios ; he hum
MuleyIsmael, que ensaiao c utello so-
bre as caberas dos infieis, a fim de que o
Dos de Mahomet Itie perdoe o tello tan-
tas yezes embregado em degolar os Mu-
enltenos. Os sombros enemigas da con
corda universal sao esses essriptores ce-
barlos de lodo, e opprobrio, que tem
passado a vida em adular os tyrannos di
espirito humano, e descompor os filso-
fos ; e que odiosos a sua patria, bus^ao
lazer tolerar os seos crimes, ostentando
de apostlos da intolerancia.
Os h imens perseguidores por systs-
ma sao tanto mais perigosos en hum E*
tado, quanto pslotheor de vida tem mu-
er crdito ni espirito dos Povos, Hum
cenobita amarello, que diz, que traz ci-
licios, que anda porco, e de*preziyel a
titulo de psnitencia; hs hum dos maio-
res fligelios de seus concidadaos, quan-
do tem alma atroz. Ha recursos contra
hum tribunal, que proserere sectarios;
mas na os ha contre hum beato, que
preega a intolerancia.
Dsejara saber em que principios se
estriba o homem, que prega o horriyel
dogma da intolerancia. A le prohibe a
qualquer cidadao o dispor dos bens de
hum estranho: como permittira*, que
hum Padre disponha do meu pensamsnto?
A minha alma he menos minha, do que a
minha bolsa, os meus vestidos, o meu
patrimonio ? Locke bem disse, que os
Povos nao de rao a seus Principes o direi-
to de captivar-lhes a consciencia; e quan-
do o fizessem, tal concessao seria illuso-
ra; porque huma sociedade nao tem roa-
is poder para pret crever o que os homens
bao de pensar d'ahi a cem anuos, do que
para fazer escraya a sua posteridade. As
Jis nao marehao sem o aparato das penas;
coque he, quefaiem as penas, quando
pertendem convencer o meu espirito?
A masmorra le Gallileo provou-lhe, que
a trra esteva em repouso .? As fugue i -
ras de Roma obrigarao a rectratar-se a
Descartes, > ao auctordas Provincjaes?.
He dcioteresse do. genero humano
rancia : c cm verdade para que sao cases
odios nacionaes ? Se o mar por exemplo
separa os Brazileiros dos Portuguexes, a
benevolencia os deve reunir: o homem,
que cobre a cabeca oom hum chapeo, he
irmao d'aquelle, que a cinge com hum
turbante: o Mataco, quejejua para go-
zar de maior numero de Huriz, he cole-
ga do Cartucho, que se mortifica a fin de
ser incluido no martyrologio. Se a per-
seguicao fosse de direito divino; este
globo nao seria mais, do que hum vasto
theatro de camagem. O Musulmana da
seita de Ali deveria assasnnar o Musul-
mano da seita de Ornar : este empalara o
Jadeo ; o Judeo pizaria em al mofarte os
Reis idolatras d' frica, e todos juntos
exterminariao os chrstaos para os punir
de seus {bellos contra os polytheistas, de
suas cruzadas, e de seus autos de fe*.
Quando hum Eatado tem a fortuna
de ser firmado sobre o theismo, deve con
servar, como seu palladio, esse culto pa-
cifico la natureza, e da rasao ; e se del le
se aparta, deve para sua seguranea tole*
rar ta las as Religoes, Te n se observa-
do, que huma seita so* pode ser contida
por outra ; porque do equilibrio das for*
fas depende o repouso, assini. em moral,
como em fizica. He digna do filosofo a
auetoridade de todas as naces, que boje
com tao feliz successo tem adoptado 9
doutrina da tolerancia. Pode se obser-
var que a China, onde todos os cultos sai
tolerados, excepto os que sai intoleran-
tes, conserva a milhares.de secuto* as mes-
mtsleis, uso, c costumei. A Zsnobia
de Petersburgo, colocando sobre o Thro
no a hum mida de, e tolerancia, civilisou
mais os Russianos em poucos anuos, do
que o tinhao feito quatro sculos de fina
tii.no, en que elles riao em Dos, na pa-
lavra do seu Czar, c do seu Patriarca de
Mosco w.
Comparemos. a Holanda, quando
escrava dos inquizidorea da Espanha com
a mesma, de que a cima fallamos, de
pois que quebrou os ferros da escravida5
,c oonstituiose em Estado livre, c tole-
rapte. A Inglaterra sob Reis theologos,
e perseguidores, nao leve torcas, se nao
para despedazar as proprias cntranhasj
mas a Inglaterra, tornaudo-se o asylo
dos pensadores da Europa, formou hum
dos noel llores governos, conquistou meta*
de de hura continente, e impoi respeito a'
outra.. A tolerancia aiada he uiais ad.ni-

m


V
ligar (odas a naeoe.s psl dogma da tale*
ravel no Nov-o Mnado, do que na An*.
tiro. O que erad esses vastos dezertos,
que os Espanhoes regiao com indulgen*
cas, e punhaes em comparacao da Caro*
lina, que teve por Legislador o sabio
Loske, e a Pensilvania, hoja quasi igual
a' antiga Metropole ?
En toda parte, que o Governos
i* tolerante!, as Artes aperfecoaose,
augmentao se ai luzes, e os homens sao
felices. Quena comparara a fradesca Ma-
drid coas Londres, Litboa com a Phila-
delj>hia ? Mil gracas sejao dadas a aua
tabia Constituicao. Fazendo da Reli
giao de nessos pais a Rsligiao do Inot-
rio, ella tollera todas as uiais ; por es-
te Mieio tao justo, come politico breos
seus partos a' industria, ao saber, as
riquezas das outras Nacoas, que nao pro*
curaria certamente hum paiz, onda vis*
se carrancudo inquisidores, armados de
punliaes, e hum Governo fantico, prem-
io a coadjurar 01 seus procedimentos ini*
quos.
Para ser mas tolerantes basta, que
nos lembremos, que os hemens, nascidos,
e creados as suas Religioes estao to
convencidos da sua veracidad, e efi ;a<
cia, orno nos da nossa que injustica
nae he querer, que esies individuos, ab-
jurando huma crenca, verdad eir, ou
falsa, que receberao com o leite, pensem
do mesmo moda que nos, e t)inem*se hy-
pocritas; porque nao poden taobem perse-
guir ? A tolerancia f o carcter distincti*
vodo Homem Dees. Jess Chrsto perdoou
ate a' mulher adultera, e todas a suas pala*
vras, e acqoes nsanifestao hum coraca,
onde resida a tolerancia em toda sua pu-
reza. Deixemos por huma vez espirito
da perseguido ; se os nossos semelhantes
vivem no erro; anudemos de os Ilustrar ;
mas nao qeuiramos tyrannisar os seus
pensamentos ; odio ao vicio, amor ao ge-
nero humano.
Pede te nos a mblicaqao do teguinte
Snr. Sonambulo.
A
. Poicos das ouvi huma pequea
conversacao relativamente a Vm,, even*
do que o increpavao de se ter calado,, res?
pondi em sua defeca, que os Diarios mos-
trara o contraro, e ate* era notado, por
Vm. este dito mentiros;) i ^ que nM#r lponderao he verdade que o Sonambu*
o escreve, mas de que maneira ? ate' a*
gora advinhava cousas, que quase sem*
pre se realisava, e do que resultara mili-
ta utilidabe, dava algumas noticias do es-
tado do Rio de Janeiro, e tnesmo tratara
do Governo d'esta Provincia, porem nao
hs isto o que acontece presentemente, sa*
bsmos que algumas notisias ha' do Rio
na quae-t elle nao falla, e nem ao menos
conta n j* a rasao porque donnem as Tro*
pas aquarteladas, e embaladas, e para
que te;n sabido cartuxames do Trem
c. a isto, Snr. Sonambulo nao me
foi possivel responder, e he a rasa5 por*
que me dirijo a Vm. para que responda,
como costuma, em termos claros, e inteU
ligiveis. &c.
^J Qui ha de mais notavel as notici-
as do Rio de Janeiro copiamos da Auro
ra, a cujas relexoes pouco tara' que au-
gmentar o Somnmbulo ; e o que dizem
os Peridicos, ou as noticias do Rio de
Janeiro ? Que o Governo segu se.npre
a sua marcha de pre ya-i caca o, que sem
estabilidade nos seas p rojee tos de recol-
nisacao, ou de escravidao, ora afecta ze
lo (fraco zelo) pelo rgimen Constitucin
nal, ora trahe-se offerecendo fictos, que
be ai pro va o sua ma' fe ; que todos esta*
vao attentos a espera do resultado da
questao da fusao das duas Cmaras, que
compoe a Assemblea Legislativa, para se
discutir a le do orcamento, sem a qual os
Brazileiros nao devino, e na5 devem pres
tar as contribuicoes, com que o Governo
lhe faz a guerra : isto ja esta' dito, e se*.
ria airoso somnambulisar sobre cousas tao
sizudas, que se passao no centro da Ca
pital do Imperio, esobre o que nada ha
de informacao ulterior, que nao seja sem
fundamento, e ate sem huma so carta
que lhe de hum ar de probabilidad? ?
Quererao, que todos os das se repita a
mesina cousa, para nao esquecer, a mi*
neira de pertendente importuno com os
Ministros d' Estado, como se os Pernam*
bucanos fossem os mais lerdos dos ho<
mens ? Parece, que se faz a vontade a
esses Snrs. da parte de quem poe as Tro-
pas em attitude de atacar, ou deffender
se; nao he assim ? E que se pode tarn*
' bem so m na m bu I izar sobre este facto ?
Aqu nao ha inimigo a vista, t nem se
espera ; nem ao menos o Roma esta' ah
*.vA


I
nos A fr grafio a juntando gente para faaer
huma REPBLICA; na5tesaba, que
a Columna queira agora dar seu berro de
absolutismo, (e quem sabe disso, que a
aceuse : ) tudo esta' tranquillo : que ha
pois a temer ? Para que sao essas caute-
las essas cartuxames, esses aquartela*
mentos? He porque quem os ordena
penaa como esses, que o nosso correspon-
dente ouvio: cuida, que daqui de Per-
nambuco por via de armas, como aquel*
les cuidao, que por va de escriptos te ha
de influir sobre o estado actual do Rio de
Janeiro: quante a nos tudo isto nao pan-
sa de pataratas, Mas o Povo sabe ja do
que se passa ; que querem, que se le di
ga mais
O Editor.

p
Correio.


Ela Aaministracao do Correio Ge-
ral desta Provincia se partieipa, que se
acha creado mais fium postdhao, que par*
tira' todas as segundas feiras ao meio dia
desta Ci dade em direitura para a da Pa*
ranina do Norte, deixando as Agencias
intcrmidiarias da Villa de Goiaua, A*
lbandra, e do Conde, as corresponden*
cas que a ellas pertencer, obrando o
aesmo no regresso, que tera principio
no dia 5 de Janeiro prximo vindouro.
Este mesmo Correio eondux as correspon*
ciencias para as villas do interior da Pro*
vincia da Paraiba a saber-* de Maman*
guape, de Itabaiana, d Pilar, Real do
Rrejo de Areia, da Rainha, Real de S.
J a, do Pocubal, e de Souxa ; e na sua
retrogada viagem deve aqui chrg -r ne>
Domingo ; oeste ultimo dia pore-n de
madrugada parte da Cidade da Paraiba
em direitura latineas a esta Cidade, outro
Postilbao que deve chegar as terca* e
sabir as quartas ao meio dia. Estes Cor*
reios saoindependentcs daquelles que des*
taCidade partem nos ias 7 e 22 de cada
mex aomeio da, cem as mallas paraa Ca-
pital do Rio Grande do Norte, Cear,, e
Maranhao, tocando as Agencias de Geia*
nmha, e S. Josse de Mipib, cenduziade
simultaniameate as correspondencias pa
ra a Villa da Princesa, do Rio Grande e
para as do interior do Ceara a saberdo
Ai acal i do Ico, da Impera tris, do Sobral,
deCam pa Maior, da Granja, de S. Ber-
nardo, da Paraiba, Caninci, Monte Mor
Novo, Riacho do sangue, Aquiraes.e Cas*
hvhI. E para cbrgar a noticia de todas
se es p ib! c pelos nidios uzuae*.
Bruno Antonio de Serpa Brandoo.
Administrador,
Vende-se.
BTxas frescas, com a condicao de se
receberem as que nao pegaren, e vi*
nbo engarrafado do Porto de 6 atines a
320 rs. a garrafa : na venda de i portas
da ra do Vigario N-. 22 que volla para
Forte do matto.
*m Boa far.uha deCaravellas em mai-
or ou menor porcao : a b >rdj du tingue
Rio na praia do Colejo.
*-* Bixas grande, e boas chegadas uU
ti mmente do Porto na Galera Feliz Vcu*
tura, de 80, a 560 rs,: ne Forte de Mat-
to venda N. 12.
-i 200 a 50 j alqueires de sal de muito
boa qualidade abordo do Brigue A raes ti
llegada do Ass a pouoos das : na ra
do Rosario defronte da Praca da Uuiae
N. 147, l. andar.
nh Hum cavallo laaao caxito, muito
novo, carnudo, carregador, e por preco
cmodo : na Tipografa des te Diario se
Hie dir* quem o tem.
AHuga-sr.
HUma canoa de carreira ; quem a
ti ver falle com Manuel Antero dos
Res no Porto das canoas, ou anuncie
por esta felba.
Viagens.
-
PAra Santos e Rio de Janeiro o Br
gue Aracali psra onde parte sem a
menor demora, quem ueile quieer hir de
passagetu (potf para is*o ten expelientes
cmodos) dirija-se a Capita abordo,
ou na ra do Rosario defronte da Praca
daniaoN.o 147, 1. o andar.
AmasdeLeit.
PRbciza-b de huma ; na ra do Ro%
ario, que vae para o Carino, sobra*
do de Joaquina Aurelio 1. andar, ou a
nuneie*ee j>or este Diario.
PERN AMBCO ka TYP. o DIARIO, Re a Dimita Nf SM. 1830.


O
DIARIO m PRNAMBCO N. 554.
PERNAMBCO NA TIPOGRAFA oo DIARIO 1830.
8
RIO DE JANEIRO.
, Abe^e sentir j mat na5 se pode terda*
fleirariiente exprimir a capacidade moral do
Povo Fluminense; o amor da liberdade que
em todos reina; o espirito de ordem de que
a dotado i e o entusiasmo, aquelle ver*
dadelro entusiasma que dere arrebatara
u.n poro livre quando ve a Urania umilba*
da, quando ?e a Cottstituica do seu paix
observada. Fluminenses! eu vos saudo!
E' assim somente que Ureis conhecer sos
tirranos, qua sois uoi povd livre, e que la-
mis sofrereis as petadas aljerfias que outr'
ora nos prendiam, e cujas marcas inrta as
sax se axam impresas em nosslN pulsos.
Os das 17, 18, 19, e *0de Novembro
saft dias de pocas na nossa istoria. N'es-
tes quatro das teve o Brasil Assemblea
Geral, e ai se enunsiaram verdades uteis
para a NassaS, e terriveis para os trado
res: obedeceu se ao artigo 61.
O Poo, como o mais interessado no
triunfo da Constituissa, exuberantemente
prvoo que tem disposissaS bastante para a
faxer triunfar, e redusir a po o monstro que
nqaizermanxar. Em numeroso concurso
postado a porta do passo do Senado em alas
isperarara nos dois primeiroa das os R*pre-
sentantes da Naesa, e lanzndoles flore*
d6ramVivas Constituissa a e Assem*
blea Geral, ao Imperador Constitucional e
aos Deputados e Senadores Livres, e nestes
Deputados Limpo, Lino, e V*sC3nelos ;
porque o Povo os olhava como os seos De-
tensores, assim como os Nobres Membros
da Assemblea Geral Martin, Fransa, Ver-
ffueiro, Costa Carvalho, Paula Sonsa Er-
nesto, Souto, Amaral, Borjes, Castro Alva-
res, Carneiro da Cunha, e outios.
No da 19, da mesma maneira dispos-
tos, om insiJiUe veio causar algum des-
contenta ment, a exaliar os nimos que
te ali trasbordaran! de praxer. Ao depon
de estar tudo inflamado pelo enerjico Di-
curso do Cccro Brasileiro, e Venerando
Anis Martin Francisco, que avia arreba-
tdo^s animo., o r*. Gabriel Jaiulio, en-
verenhado-t.lves por ter eni quinto e ulti-
mo lu e ser rnico que votou pelo ordenado do*
Co.ia*heir<*, em speras osaa jjHUfa
.me.suodo a uto** V&* g&SPiS?
mo A M Recinto a fte presenta^ Na-
cional, talfzpara ver se assim melhoraU
canea a presidencia de Mato Grosso; visto
que j eetava perdida a speransa de conce-
Ihero da Fazenda, que duem se ihe pro-
meter, o que cauzou o descontentamente
indicado. Mais una outro seivisso pelo
qual a*-de-ser recompensado pela Paraiba.
Nao obstante esa inesperado insidente, tor*
nou o Povo a p3star-se em ala no mesmo
lugar, e a repetir o mesmo que avia feito no
dia antecedente,
Nada porem como no da sbado 30 da
Novembro, dia em que a Cmara dos D*-
putados acabou de alcansar o triunfo, so-
liendo a penas I. a coutinuassaS do or-
" denado do Desembar^ador do Passo apa-
" acatado, e Procurador da Corda : 2 os
" dos rticos aditivos a saber: Com os
" quatro Deputados da extinta bula da cru-
" sada, desempregados, e que te:n titulo
* vitalicio 1 +>0i5 rs., e cm a caxi perten*
"s-uite a Mitra d'este Bispalo, que p r
contrito foi cedida para acrecimo da Ca-
" deia desta sidade H00.$ rs : 3. a declaras-
"sao de 2 144 OtlSUO, valor dis sobras
" que se devem aplicar ao rebate da notas
do Bvico : porque o a*tg> da Lel li-
z'u As sobras da lieceita serao an'icadas.
c ^.n especihear a quantia d'essassi*
bras : 4. M os direitos da cada urna das Ca-
" maras iusiitnir comisso^s de exames da
coritas : 5. a si prensa 1 da terseira colana.
qa obrigav* vir nos balaQ9s da dispe*
tn mmm -> vensimento anual ou presso
medio das coisas que e compraram,
A favor d% emea 1* que da va mais nnta
contos ao miaisterio dos extranjeiros. vota-
m.n os Srs. Manques de Parauajrua, Visaon*
de de Cairu, JeUilio, e Carneiro de Cam-
pos, Pela que dava as Impenaes galeOtaa
13'34UO00 rs. os meamos quatro cima, e
maisosSnrs, "Marques de Inhambupe, e
Almeida Torres. Pelo ordenado de qua-
tro conselheiros ltimamente craidos, que
T-S100 rs. somente w o Snr. Jetu-
Ho E foi sancionado por votassao unni-
me da Asseo.blea Jeral o prinsipio de se nao
pagarem impostos que aaO forem decretados
na forma da Constituissa
Quando nada tivessmos tido de bom
feito pela Casara dos Demtados, o triunfo
d'ette prinsipio era bastante fiara merecar
dos ttraaVlekos aaclamasnes*gratis que no
da 20 ourersm e as**'* desnroWKfo era o
esthtiwasmo do Pqvo Flumiuense.




1*A

;i-.>+A
"*^r.


N'tiw da o Sr. Cairy aprenden a casa
% Opinia Publica, parante a qual se tem
prostrado, e u a le proal rar neeessaria e
infaveliaentc tronos, res," e tudo.
Pediuse ao Exm. Jeneral e Ccraman
dame das Armas urna muzica uiaraial, so
que S, E, coaio Patriota e vcrdadeiro Cona
tiiucional que e' prontamente se preatou.
Fes-ee nos q&tro dita urna lijeira subira*
sao con a qual se eomprou, mu i tas bombas
e jirandolas, que se poieram mtricamen-
te a frente do Paeso da Cmara ; e mais de
duas mil pessoas que se axavam munidas de
flores, parte em urna grande ala, e p-*rte
por fora esperavam todos xeios de praaer,
que aaiasem os Onrados Meunbros da As-
aemblea Jeral para os aaudarem.
Um do Povo foi poor a S. E," o Snr.
Bispo Capela Mor que 6asse pela porta
prinaipal, e nao pela secretaria como eos*
tuina, ao que S. E accedeu e ja Ihe estova
preparada urna corda de folhas e dores ver*
des e ama relia.
Dada a ora dees o Escm. Presidente
<* \saemblea Jeral, e os Onrador Memtrjs,
t. ..a porta foi coroado, S E. deu vivas
ao Brazil, e ao Povo Flumii tas que sabe
sustentar e defsuder a Liberdade.
Depois dVsse majestoso ato, tocn a
inuzica o lno Con titucional, e t d > o Pove
em presen&a do seu Prelado trasbordara em
praSer, p. aaer que era compensado com o
prazer 4e que se axava n torados o Pr ai-
dente e Otradas Me inferna da AasembUa
Jcr*l. depois de findo o toque recita*
ramee Tanas poezias anloga* ao assunto,
ali rnesiito feitas, e ta satistatorias eram,
que o Snr. Biepo inflamado dava vivas, e o
Venerando Ansiad, o nunca esaas lourado,
o Respeiiabilissimo Fransa tambem infa-
mado ibes dava potados, Ese Deputa lo
respeta ve I pela a.iid&o de con heci me ni os
que posse, a por seu espirito verdad eir*
mente americano se tem tomado o dolo do
Poto Fluminense, e do Brasil'todo.
Viudo o recilamento das poezias, con
duziu-ae para a sua seje aS.fi. Sur. Bis*
po, eesse Liberal Pastor asaaa satiafeito
cora a sua corda ; foi c o en ella ornado te' a
casa ao depois de ter receido i mensos vi
vas. Seutiu-se o Reepeitabilissimo Martin,
nao star para entre vivas e aplacaos ser
c Jberto de florea; porque o Povo olha para
esse respeitavcl Sidada, como para o autor
da sua Independeusia e Liberdade ; porque
e' inegavel que a elle tal vea somonte e ao
Patriarca Jos Bonifacio de vamos a nossa
liberdade, o ser Poltico, que a mil traba*
Ih.s agora principiamos a saber saborear.
Seguiu se o Lino, e mais Vasaoncelos, e
raais Li'iipo coi o mesmo aplauso, e entre
os meamos vivas, bem como Costa Carralbo,
Castro Alvares Amara!, Carneico 4a Cu
B>r
olha o
. v
nba, Soito, Panla-jSc-uss, Vergueiro,
jes, Evaristo &e. &o. aosquaea'o
Povo como arrimo, o apoio da liberdade,
E ltimamente saiu o Virtuozo Fransa eona
o seu amavel, ilustrado, e librrimo Fjlho,
ao qual nao contente o Povo em o festejar
como aos mais, o carregou te9 ao meio do
Campo, e o acompanbou te' a grande dis-
tancia.
Os Deputados e Senadores s quem a
conaiencia gravemente acusa se envergo
nharam de sair coni os seus companhe-ros.
ese retiraram pela porta travessa Tal e*
0 P* 9ue crine causa a qum inda nao
eata* identificado com re.
Em todos esses dias reinou inteira paa,
eo Povo Fluminense mostrou que est mili-
to ilustrado, e que e;n va" o gabinete se-
creto, e essaa negr?gadas colanas se es
foraara por nos lanaar em aljemas : tre
man os traidoras! esse povo se? p-e pa-
cifico, >e npre prudente e* asas fort t va*
lente nara esmigal ar tiranos "
Djixaram o Pa so do Senado, e e gui<*
aram a residen a do mortal Mart;n. e la
com a muzica rertftiram o mesmo 1 ef-jo,
que ntes aviam feito aosoutros Def nao ea
d Ltberdeda, e o Sur, Sil rio Joae de AU
meida recitou o seguinte
SONETO.



Voana tena fritos immort.l Kibeiro,
Dap rundo a NasseVa, de clima ra clima
Para t* oa eclipaar ero t/h a* anima
Da mizerrima inve]u o pnxnne inteiro.
Oa largos marea eecara primeiro,
Que teu nome perdendo a vaata estima
Pm* insidias de man, por sea eniomia,
Dix* de ser lemlirado -ho Oraziiviro.
Olha, como eubro'iMo dobra p col,
E=.ae que bronz**, f iros, pedrea guata,
Heapeitando, Martin, tea Patrio Solo.
Sempre tria memoria lem' vasta ,
Ja teu nome [mortal aircunda o Polo I
Ea jueto, ea grande, ea Braaileiro, e baat.
'
'

A noite ouve grande adjunto no *afro,
recitaramse os tesmes versos, eS M- a**
aas satisfeito pela triuuf) da opi .ia5 publi-
ca, ao dar ta livres qiia caloro* s v vea
os repeta con grande entbusisMmov e ac-
nava com o seu imperial lenso '* dando
asaim tad excelentes demonstrasso ;s des u
amor pela repblica. Grabas a naso !.
vre que possue um Xefe que s sabe ac^sao
dar aa sircunstansiss, sader a opina pjbli
oa, e unir se com a maasa dos seas ndito*
para salvar a repblica dos orrores da aara
quia ow do despotismo !
T****' ^nvolfimento do espirito
publico do Rio de Janeiro T.l e* are
compensa que o Povo da* aos seus defenso*
res. E qoem pode dar tanto t e que db
naenmor s? para deiejarr Osar Ue^re*
< .
i
t .



*
(*>
*
Unte de um tal Povo, do Paro BrezL
lwo, a gloria, a onra maior que pode
ter oonm l/re E se.npre a recompensa
o Poto foi a era superior a dos res, que
o tem fita. e ttulos a dar, sempre prosti-
tmdos, porque sao deatribuidos indevida-
monte com quem, pela maior parte, os nao
merece
As vezes fax o Poro iojustissas, ditero,
guantas reses pegunto eu, nao as faze.n
os rea ? Si o Poro injusto alguma ves.
istona nos mastra que ele cura lo*o de
reparar a lujustissa : e os Res ? Essss u-
ma vez obstinados, ama vea tiranos, sao
tpntes jncxgotaveis de males, que duram
muito aleni da sua morte. O primeiro si o.
m j Porlandade, por irreflessa';
Begundo e por premeditassao.
(/) Wtpublico).
PERNAMBUCO.
23 de Dtxembro.
\J Facto verdaderamente estreido,
que teve lugar na noite de hontem he hu.n
acontecment muito muis grare e i np ir.
tantedoque a primeira vita parece, es.
pecialmento quando c<*ra circu^peccao
ue refleete sobre suas circunstancias con.
memorativas e quando com seriedade se
calcula a extencao e graridade de suas
ponsequeneas provaveis. Na verdade,
fluer* em Pernambuco ao facto dos boa-
tos, que ja con tanta consistencia circu
Javao entre nos, deixara' de tomar o alar-
ma da reenda noite como a mais cabal,
einteira confirmado dos meamos boatos,
e o insignificante incendio, que teve lu-
gar na mesma occaxiao como o mais fri-
volo pretexto de introducir nesta pacifica
r idade o susto e a perturbado, e por
hum effeito consequente incutir raedo, e
terrer nos tranquillos, mas bravos hab-
tantes d este Reeife ? que quer diaer,
com effeito, tocar arrebate, reunir toda a
tropa, postar patrulhas, guarnecer pontes,
attestarartilharia, interceptar a commu.
nicacao dos bairros, rccnmmedar vigi-
lancia, e cuidado, expedir ordens, an.
mar os Soldados, e finalmente offerecar
eos habitantes d'esta inalteravel Cidade o
mais acabado painel de hum roaipimento
militar, de huma commcao violenta, em
huma palavra de hum ataque terrivel e
formidavel ? Intendera' por ventura o i.
nexperto Coronel, que hoja commanda
nossas torcas, que nos inspirando assim
torrar, sufocara* a voz publica, que nao
cessa de o denunciar como hum inimigo
mp'acavel das nossas instctuicoes, cow.o
nun robusto ponto de apaio da Columna,
como a egida fimleiente dos cou-pirado*
jes absolutistas (e entre no's naS ha <>u<
tros) d'esta tao heroica como malf.daU
Provincia? Nao o prezumimos ; por i**
oque elle deve e4ar persuadido, qut a
distancia, qu; o separa do cel-bre Lua
do Kego he tao gran le como a que sepa-
ra a epoaa de 1318 da de 1830 nao s rea-
tifamente ao estado do na so Governo co-
mo a cerca da opiniao publica. Mas a
nao ser esta a verdadtira causa de hum
fecle, que tanto tem inquietado eetaC
dade. que razao p deria eompellir o
Commaudante das armas a ofrecer-nos
o bellico apparato, qe a certc* respeitos
taz lembrar a terrivel cnnjunctura, em
que o General Barra., dirigida pelo jo-
ven Bonaparte, tez correr em Paria o
wngue precioxo de hum Povo, tao cioxo
de sua iberdade quao fcil em derrama!,
o por ella? Nos nos abitemos de escrU.
Ur: mas qualquer qqe ella sejs, o Sur.
l^emenha deve estar persuad do de que se
o Governo eometteu a sua direceao e
xercicio eenromando das nossas Tropas
foi para respeitar, e n5 perturbar a paz
* tranquillidade d'esta Cidade, para 7Z
fender e nao hostilizar nossas instituicSe*,
para pr.t^trena3 atacar ce seus pacifi-
cosCmpatriotas. que por assim dizero
elevarao ao pjsto eminente, em q ue hoja
se aona, e que se env*rg mh iriao de ver
n elle a triste e odioz* miniatura de hum
Bourmont. Mister he pois que 0 Snr.
Cammandonte das armas, convencido da
mmensa infl lencia, que exerce em os
Governjjs Constitucional a opinia m,.
bhca; influenoia, de que se nao lib/rla
omesmo Gaverno, queeom ella tem tren-
Bigido mais dt hu na vez, costume-se a
respeital;a, e sobre tudo nao stigmatizaU
a, principalmente m huma quadra, en
que a Liberdade acaba de obter entre r*
o mais brilhante triunfo com a uzao das
duas Cmaras; triunfo, que parece con-
solidar para sempre o sagradj raonumeon
to da notta regeneracao.
o
Avizos Particulares.
Abaixo asaignado, aviza ao reipei.
Ufel publico que nao contratem negocio


'.


gfgullt com ttu geft.rd Jao-Mbl
Pereifa d'Abreu, lobr huma morada d
casas ttfrria cita* na PovocaS do* Affb*
gados confront a Igreja da Paz ; por
qahlo sendo o anunciante o legitimo
Proptietarid por ser quem a fabricou ha
50 anrioS poucri mais ou menos na suas
trras, que as tete por heranca de seus
Paii, nao tm por qualquer titulo que se-
ja perdido o dirito a dita caza.
Joao d Freaa Barbosa.
<-t Qualquer pessoa, que se queira apli-
car a arte d piloto, dirija-se ao beco do
azeite de peixe N.5 19 no Reetfe, que
al i encontrara quem se propoem a ensi-
llar |ior prec,o mdico.
A 16 de Janeiro de 1831, abre-se
liuma aula de meninas na ra do rosario
feo 2. andar do sobrado D. 7 ; aonde se
entina 1er, escrevef, contar, grammatioa
portugueza, assim como toda qualidade
de costura. Os pais da familia que se
quizerera servir para educado de suas
filhas podem dirijir-se a dita caza para
tractarem do ajuste. A Sra. queanso
se propoem desdeja afianza todo o seu
disvello pata o augmento de suas discipa-
- Ninguem empreste dinheirofe, e
nem compre bens de qualquer aatreza
que seja a Candida Roza Bandeirade
Mello por ser cazada com Joaquim Her*
culano Pereira Caldas, que existe netta
Cidade, e se acha na Fortaleza do Brum,
viito a dita nao se achar authoriada por
1 <
*Se* mais cbital d feropi, h6Urn$l
chcgada, Londres 1830 ...
Estas obras sao rtcomendaveia por
suas interessantes materias, e pelo etme*
ro com que seu Author as leven a lu d
evidencia.
Ellas servem de ornamento as mellio*
res Livrarias, de grande auxilio aos ou-
tos, e de toda instruya*' aos curiozos, e
sao uteis principal mente aos que seguem
a nobre Profissao do Commercio.
jm Na ra da Cadea f el ha loje N.
44* em Portugus
A Historia Ecclesiaitiea pelo Abbade Dd*
cieux 11 volnmes
Vida de Joao de Castro, por Jacinto
\ Freir d' Andrade
jLicoes de Direita Publico Constitucional,
por Ramn Salas,
n-i I).ce de calda em frascos a saber
de Ginja, de Pera, e de Jalea
Marmelada em bocetas de 4 libras
Dita em de 2 "
Dita em de 1 w
Ditas em bocetas pequeas
taboleiros grandes e pequeos d mes*
ma, tudo de superior qualidade, e por
prcc, os. cmodos
Noarmazem N. 11 da ra da Ca*
deia defronte do beco largo.
4 Excellente itabo braneo superior,
e Champagne: em caza de Heroz &
Companliia ra Nova D, 29.

Alluga-se.
le" para ase fim,~ sendo hullo tud que a ^U vende-se, huma canoa de carrei,
dita tenha feito, haj de fazer. V/: de Ma noel Coco caza
D. 19.
-< Huma caza terria no Bairro de S.
Antonio nao sendo em beco ; quem a ti*
ver anuncie por esta folha.
j Perdeu-se.
HUma p4sa de clarineta da ra de S.
jize atheo patio do Carmo, a ti ver
adiado podera' entregal*a na tr*vec,a da
S. Joze D. 5.
Achou-se.
Vende-se.
POtac,a de prmeiVa qualidade muito
nova, e caixas vazias para assucar:
na rUa da Cruz armasem N 5.
ii Em caza d? Antonio Joze de Anio-
rim na ra da Cruz N. 22 as seguintes
obras de Joze Ferreira Borges, prego
3240 rs. ei
Commentarios sobre a Legislabas Portu-
guesa a cerca de averias
Synoptis Jurdica do Contrato de Cam-
bio martimo vulgarmente denominado
Contrato de Risco
Jurisprudencia do Contrato mercantil de
Socitdade, sogundo a Legislecao e a*
reotos doa Cdigos e Tribunaes das Na*
HU par de esporas de prata ; quem
pt-rdeo dirije-se a ra das Trinchei
ras D. 21, em caza de Jos Elisbao Fer*
reir que dando os siguaes certos liie er
entregue.

i
-
i ....
JTEUN AMBUCO ma TYP. do DIARIO, Ra Disiita N. 26/\ 1830.
/
1
jL


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