Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05601


This item is only available as the following downloads:


Full Text


N.9 S4S

jmm d 1310.

DIARIO OB FBRWAMBIJCO
'do
Sabbado II db Dezembho. #. Bamazo F.

Preatnmr a 1 hora 13 romao* a tarde


Fwkam.itco. Na T,,o.,um bo D,ARl0) RA j^ N ^ m#




c
RIO de JANEIRO.

/Onsta de vario. Peridicos, da voz
publica, que veio de Londres por conta do
nosao governo armamento para 10 mil pra-
S8, na importancia de maia de 500 canto
ce rtlt, Ag folhas minitterjaea, o aquellas
qua.ee dirigidas pelo Gabinst. secreto nao
dciment.rao essa noticia, que tcm tedos oa
carateres da verdadeira. Na5 entreremo.
a vaste campo d*9 conjeturas eanaliic
os ministros a faxerem seraelhante eucom-
mendapara Inglatera; obvias sao a* sus-
paita qj daqui resultan, muito maia se
comparado a8 mandadas vir pelo ministerio do Sr. Jvxe
Clemente Pereire, Ja gloriosa memoria, e
se coubermos que ns depsitos da Coucci ?
cao e Arsenal it(!m arinai part l3ou
JO mil homens, forea tras os quatro retel
rnmor do que a existente no Rio de Janaire.
Jis oleando este negocio pelo lado das
mateas, que bremos breves refleioes. Ca*
ma.se que a Camera dos Dcpatados nao d
remedio ao mal que nesta parte aefremos, e
dixeai os levnndijes de palacio c os seus e-
cnoe, qoo seha5-da prorofar as Cmaras
ata Marco, ou Abril do aneo futuro, a ver
se da providencias ao recio circulante ;
que elGoverno tea. feito o que lhe compre,
etc. No atento a Cmara tem declarado,
en antea o rastao meama o declara, que e
primcro remedio sa5 as economas que po-
tha5 a despeta ordienria a baixe do nivel
da receita, para se poderem applicar fundos
a amortizaac dan notas e do cobre O que
faz poreiu e Governo ? Sem necessidade
dispendc agora 600 tontos em armamento:
para se mandar a Europa a serenissima du.
queza de Guiases, gasta no fabrico de huma
fragata 100 contos de reh ordena que da
Calla de Londres se entreguen! ao Mr-
quez de Barbaren* para os gastos do casa-
ment de SS. MM, II. ae 200 mil libras
esterlina (boje tnais de 5 milhoes de aila-
dos) e que para esaeefeito se fenece as a*
plices cus ser, nao obstente oapreiviio.
que pos. ao rexultar deate arbitrio" Cor-
rendo a. coma, nssim que beneBcio podem
faser as Camar.s ? Fallen el.ro, c W
seque qu.rem tributos para eccorrer to.
do. este, desperdmios. Sobre a. armas que
ah chegnrad. O Snr. Clemente Pereir.
ouqaem querque a. mandn rir, nao foi
autlioruado por le., para faxar eemelhante
despena ; foi portento como individuo par-
tieiiler que firmn esta traosanao com a ce*
zade"Vounf:Vnaoheellero8qUetaa5::
ve tomar sobre si o pagameato dola, se ac.
cazo ,a (UO fo, feito de antema custa do
loenonro publico? Os extraaros qws
commerejao com o nosso Governo, devU
conhecer as le.s que receta o pniz, n*m ele
les ignora que o Ministro de Uro Governo
constitucional nao pode pactar hem cruan-
do, sem ser para isao habilitedn (pelea oro-
tentes em A*semblea geral '
O exaMinistro do Tnexenno. o Sr L,.
boa, rguido a cerca d. compra da bapi-
nha da cebre moatrou em publica ae..a
por icu orneo de viute e tanto, do ZC
os cofre, do E.tado cem o fundo Z9cU
ma, vaaies, e sern real : comtudo iiwaem
imagine que easc. que nos ^overnaA, da
mittae a neeeaaidade de prompta reforma
dcabracarcm a le do pai, : jul^uU
vez que o emprestlmo forcado e illeral d
cunho do cobre, os pode ir SSC
bem como por lonjfo tempo es manteee a
emissao de Notas do Banco. Porem esfle
triste recurso com que flagallaO o Bra *i
faltarlhes.h.tambemhumdia. ACaix 1'
Londres fo.exha.rida com a. bella. tre!
saccoe. de Portagal, cro qae 8# dz LJJJ
nossos Afentcs tinhao a final ordena s.Crft8
tas para sacrifiearem a Carta," com tan?*
que a Sra. D. JVfarie II. cntrtS9e n^ ooj^
de seus e,reites ; o Thesouro do Rio fS0
neiro sotre hom dficit enorme ql!*
veio do systema seguido de disaipeJ
de prod.gnlid.de. e pecnlnto. qH.^"-
nsto sempre observarse aqi ^^



'
(5412)
respeito ; o papel, e o cobre estaS tem re-
dito, o que pode fcilmente -retare pelo
agio do oiro, e da prata ; e de todos 6a
nossos dispendios e grandioso emprego de
capitaes o que nos resta ? Artilheria yelha,
e armamento nos arsenaes. fragatas inuti-
lizadas, que comtudo anda nos empenha
ein despetas de 200 contos de res e hu-
ma Corte que corn o seu esplendor insulta
a miseria publica, que nes das de beija
mal, ou de festevidade, no Palacio, ou no
Theatro, serve sa para mostrar o f asi de
todas s nossas causas, a fatuidade, a cor
rupcao, que tem presidido aos negocios do
Brazil. Os eitrangeiros admiraO a pompa
apparato dessa Corte, porem nao a in-
vejao ; escarnecen) da marcha da nossa Ad-
ministros a, e se espanta de que n'am ro*
remo repiezentado se veja phenomanos so
proprios do despotismo oriental a o(mi
lencia e luxo dos gorernsntee a par do es*
peiinhamento e desonzo dos intresses vi-
taos da populacho governada. Porem nos
na estamos na Asia ; isto a qui nao ausenta
aobre a base inamovivel das diatineces de
castas, dasupersticareligioza; turto est
fundado na rea, sobre a vaidade, que
ae modifica por mil modos, e assim, nao
pode durar muito tempo. He precizo qus
a reforma renha, que os cortezaos, os pa-
rasitaa a toleres, feita pelos meioa legaes
que sao sempre os maia brando*, e len-
tos : stna ella vira* tambera, mas com toda
a impetuosidade que da a compressaO de-
morada aobre bum corpo que tende a -
nhar elaateno. A reforma he inevitayel :
essas 10 mil armas que ae fizeraO rir de
Inglaterra, aabe Dos para que fias, liad
chegad anda para ae manter a continuj-
c& doa abusos que tem affligide e Brazil,
e contra oa quaes at hoje intilmente se
tem erguido a ro dos Depufados e escrip-
tore livroa. A gente de palacio lomba dae
nossas tristes vizOes : olhe nao ae engae,
e veja que esta' anda as suaB mas desvi*
ar todos os malea que antevemos, eedendo
a lei da necessidade, reeonhecendo qual he
a ventado da Naca, e aeguiudo-a.
quer madida, de que a Commissao lanfssie
mao, de novos sacrificios da parte da Naca,
ede huma fiel execucao da parte do Gover*
no; e observando por outro lado, que os
factoa recentemente apparecidoB, da com-
pra de chapinhaa de cobre para cunhar moe-
da, q^ando em geral tanto s chinara con-
tra esta medida, e esta Augusta Cmara ja'
tirina eliminado a sua receita, e despsza na
Lei do Ornamento, do Armamento viudo de
Londres, quando a Nacas deican9ava no
regayo da paz ; do E nprestmo de 400.000
. st. para fias ill^gae ; da Conservaca5 d*
alguna Cmpregadoa, e despachos d'cutros
couhecidamente inimgos do Systema Cons-
titucional jurado; sobre tudo a desconfi*
anc, i geral da asistencia da bum Ministerio
secreto alem do ostensivo, e Constitucional,
te o despertado, robremanera, a desconfi-
anza doa Povos sobre o acte I Ministerio;
lia nao ae anima a propor medida alguina,
as etuaes circurastansias, tendente a exi-
gir novos sacrificios da Ncad, com o receto
de que elles sejaS por ma lirecca desvia*
dos dos seos verdadeiros fin, ou convert*
dos em damuo dos meimos Povos, e de bu*
as garautiaa. Se os factos nao justificas este
recelo, a Cormssaft ae persuade, que pelo
roenoi nunca sera* laxada de ter concomido
directa, ou indirectamente para sobrecarre-
g ir os seus constituintes de impostos, que
alm de atacarein a aua subsistencia, baja
de nutrir as dissipnces do Governo, ou pos*
aa coive.ter-ae cm damno de auaa liberda-
des.
Paco da Cmara dos Deputadoa de
Novembro de 1830. G. P. Ferreira
VaaconcellosM, N. Castro e Silva D. D.
Sifta, (Da Aurora).
s
CORRESPONDENCIA.



c,
Chamamos a attencao dos noBBoa leitorea
obre o Parecer, que abaixo ee tranaereve.
A 1.- e S. Commissao de Fazenda, a
quem foca preaentea os diversos projeetoe
obre melhoramento das moedas circulan*
tes, efferecidos per alguns des Srs. Deputs-
dos, a fim de apreaentar depois d'elles re*
fundido!, hum, que correspondesse s expe-
ctaca publica, e aos patriticos ecntimen*
tea d'eata Auguata Cmara, tem a franque-
za de declarar, que com quanto nao consi-
dera irremediavsl, em the/e, o mal, que
afflieaNacaO. todavia depeudeudo queK

jNa. Editor Protestando chamar
perante o Tribunal do Jury ao Uoutor
Pedro Autran da Malta e Albuquerque,
nica resposta satisfatoria que posso dar
a;s insultos, calumpias, atrozes injuriai
vomitadas eontra mina, eomeuonrado
AmigooSnr. Deuter Porto, chegando a
habelidade deaae mem a fazer persundir
ao inexperto Estucante Henrique Falla
de Uaeia para que depuzesse em Juizo
contra mim sobre urna proposta vergo*
nhoia, aquem perante o Jury pretende*
convencer de falso, en me limito nesta
correspondencia a pedir ao Respeitavel
Publico asuspensaedo seu Juica sobre ae
falsas acuiaeocns que me fas o meu ad-
versario ate' que cliegue este da para
mim tai desojado, em que talando era
),



(3415)
a cira com elle, com os ieof igneminio-
aos impressos na mao esquerda, com a
Le e a minha defeza na mao direita, fa-
re vomitar suai grosseiras, e contradi te
ra assereracoens, interrogare! eeonfun*
direi as suaa testemunhas (aluciadas que
sejao.....) farei produair os seus docu-
mentoa e reduzinde a poeira todoa as auai
inaquiuacoena e tramas mcetratrarei que
e* nm calumniador atroz 0* digno da e-
xeera<;ao e odie de todoa.
Eu seu Sor. Editor
< Seu Venerador e Amigo
Jeo Jos de Mour Magalhet.
Arfeo.
FEla latendeacia da Marinha se ari
ka atodat ai eessoas, que tenhao
raadide genero a neaeienada Intenden-
cia, hajae de comparecer oom aeoa docu*
meatoa, para te Ihes faaer seu derido pa-
gamento. Intendencia da Marinha 9 de
Deaeaibro de 830*
Avizo* Particulares,
OS abaixo essignados em nome dos
maia eredorea do Snr. Alraro For
tanato Jordae, em cuja loja, na nauta de
domingo para aegunda feira^ (6* gara 7 do
eorrente), forao roubadoi oa papis o*
brigacoei e Hf roa pertencentea a* meama.
Offereoem a qaem Ihes dr indicio
certos, de todoa 011 algn daquelles que
tem eommetido temelliante orime, urna
gratifieas;ao de 4000000 em cobre ; sen*
do que ae lhe traga o livrc, dcrao 600g
1:000^000 se e Ihes remette o lirros,
papis, e ebrgacoes.
. O meamos derem prevenir a todoa
a devedore do snbredito, na6 lhefaco
d'hora em diante nenhifn paga me Oto dsr
que lhe derem, em consequencia do ent*
bargo que judicialmente requere :- tb-
pena de ser aoasiderado como doloso
qualquer pagamento que fizerera.
Igualmente regao a todoa oa amigos
e fregueee dos msmos, e a aeus prc-
prios, tenhao a bondade, em quanso nao
appareaem os lirros de sobredito, de lhea
dar a?iso de qualquer pesaoa que conhe-
oerem ser deredora do dito JordaS, de
que lhe fieara particularmente obrigadea.
Pernambueo 10 de Deaembro de 1S30.
N. O. Bieber C.
Jonea A Wjrnae.
Eatl. Kieuu A Boilleau.
H* Wrmine Jse Felis da Rea, f*
seicnteaerespeitafol publico que no da
29 do mee paseado entregando hum eai-
xaocna relias de aebo com marca P a uai
preto para o lerar na ra de Manoel Co-
co na renda de Francisco Dutra Macedc
este de aparecer com o dito oaixao, c
por isso roga a qaem e dito preto o ten lia
entregada baja de anunciar, quando nao
fijara* em todo tempo que ae souber su
geito as penas da Lei.
ni Precia, se d hum rapas de 10 12
annos, para eaixeire de huma Yenda ;
quem estirer neatas circunstancias dirija
ae ao entrar da ra do Rangel loje de ce*
ra D. 37.
hh Quem pereizar de hum Padrepa
ra as Musas de Festa em algum Engenfd
ou Capaila nao muito longe da Prac, 1 : i
rja-se a Cidde de linda, junto de S.
Pedro noro.
Vende-se.
BIxab fresca, com a condicao de se
receberem as que nao pegarem. e vi
nho engarrafado do Porto d orminos a
320 rs. a gnrrafa : na yenda de i portal
da ra do Vigario N. 22 que rolta para
Forte do malte.
+k Dous escraros ladinos com officio
de canoeiro: fale com o destribuidor des
lo Diario do Bairro do Recife.
hh Bixas grandes, e boas chegadas l-
timamente do Porto na Galera Palia Ven-
tura, de 80, a 160 r,: no Forte do Mal-
to renda N. 12.
nh Huma canoa de earreira : na ra
de Manoel Coco D, 19.
m Barra de aabao mole a 20 rs. li-
bra : no Armasem de Agostinho Eduardo
.Pinna jento ao Arco da Cuneeic^o da
ponte.
*+ Huma* morada de casas terrias, por
detrs de S. Rita com a frente para o mar
D, 24 : na ra do Rangel D, 41.
- Hum escraro oom principio de ser-
rador, e bom capinheiro: na meama caza
cima.
-" Alem dosalnsocoa ja anunciado,
mao de raea noa Domtngos; no Botequim
c caza de pasto noramentc aberta na ra
do Fogo, eaquina do baco da Bomba.
m Bixa grande e pequea de 80 a
320 r.: na ra Dirtita renda D. 29.
tm Rolrora fina da Fabrica N.icioaal
do Pi de Janeiro, em Bairz de 2 arro
baa, descmbara9ada c acompanhada da
1


M4141
competente guia, c per preco cmodo :
no Armazem de Madure Foneeca e Silra
ao pe' do Corpa Santo.
H4 Hura aiaravo saptteiro, que ao*
einha sofrivclmente o diario da huma ea
za : na Tipografa darte Diario I he t)i
xa* quem tam.
mi Patacaa ora da primeira tarte che*
gada esta tamaa da Philadelphia : em
aza da Lua Gome i Farraira II ansft
Id.
<-h Dom garrotes em grac milita pre-
prioi para criacao de vacas, e par preco
cmodo: no Aterro da Affbgado caza
D.33.
- Hum ascrara offieial de sapateiro
de teda a obra, e huma negra, para fora
da trra: na ilharga da Panha ao pe' do
cabrado novo D. 17.
Potaca muito nova e da primeira
qualidade: na ra da Cruz armaaem
N. 5.
Hum aegro bam ofteial de Tao-
ciro : a ra do Rozario na esquina que
vi*a para a ra da Larangeira D 2f.
Huma armacae de I je eom caxi*
lhos, c vidracas na ra de Mauoel Coco
D. 8,
Na Tyoografia Fidedigna, ra das
Flores, caza n. 9 18 os seguintes Im
prestos.
iei do Contrete sobre servidos p*isoa-
, es 80
Dita das Collectas dos Predios Ur-
banos 10
a dos abusos da Libardada da m-
prensa 500
O Administrador da mencionada Ti-
pografa, raga ao9 Snrs. queja compra-
ras dita Lei da Liberdade da Iniprensa
na meseta Tipografa queiraa IcraUa pa-
ra em troca reeeberem a tnesma maie
bem correla, que a ja publicada nesta
Cidade do Recife.
las 10 horas do dia a praca do Carpe
Santo a onde sera' arrematada.
Alluga-se.
HUm eserave caneeiro: na ra Nova
eaaaD. 99.
** Hum pretc; quem o ti ver dirijasc
ao Boteauim da ra do Fcge, esquina do
bece da Bomba.
Escravos Aprehendidos.^
HUma raoleea de Augola nacao cas*
sange ainda de menor idade (apesar
da sua estatura) nao fra, a pariendo
ser por amistada, e molesta da murada,
c que sendo ladina riega a sua casa, e Sa
nhorio, tem a cor ordinaria nao muito
preta, e tem os beicos gruesas, e a ver
mslhados, tem diverstos signase, e mar
ca, c huma bem clara, a inteligi val letra
no braca esqtierde no lado de fora, c
quem aprenhendeo depositaba em lu
gar seguro porque eoaheecu que o lugar
onde ella esteva era faeil de ser conduaida
para fora, e pediu que se nao aparecerse
no Diario o anuncio de tal, que pascados
alguns dias a pezesse coin cautella nao
declarande tudo, esim es principies l-
mente apentados para oseu legitime Sar.
ou Senhora aaunciar palo mesino Diario
a sua mofadia para ser procurada decas
randa a letra, e goces, e a paga que
gratifica a quem cuidadosamente a Uia
segura, e livre de todo perigo, e ja
boa.
:
Kotica Mar i ti mas.
Jintradaa.
.

Arrematadlo.
VEndi-s em prae,a publica per preco
cmodo no dia 15 do presente a Es
cena S. Antonio Poliopa bem canstruida
caparelhada de nevo de letc de 98 caxas
fundiada defrontc do porta do Trem;
quem na mesnsa quizar lancar podera'
comparecer nc dia asima mencicnado pe-
D.
Ia 6 do corren te. Porto de Gal!*
nhas ; 18 horas; S. N. S. de ilazarto, M.
Jernimo Moreira, equip. 9, carga eaizas,
a Joze Antonio Falcao. Rio de Janeiro;
84 dias; G. Port. Danubio, Cap. Fran-
cisco Augusto de Salle*, equip. 51, carga
cafe, e sola, a Joze Antoaio Ge mes Juni*
or, passageiros Pedro de Alcntara, e Jo
ae Luis Ferreira Valle Jnior. Buenos
Ayres, por Baha; 45 dias ; trazendo do
nltimo porto 8, Pat. Sardo S, Jos, M.
Sima o Sarde, eqnip. 7, carga carne, ao
messao M,
I
PEBNAMBUCO. na TIP. ay DIARIO, Ra Diriita N. 317 182.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYFUI2IPJ_5V73LZ INGEST_TIME 2013-04-13T02:58:47Z PACKAGE AA00011611_05601
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES