Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05589


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Full Text
mo de 1845.
Terca) feira 17


.,,__. ... ... iTnmrnriwitr SSBSBSamBBMSSSSSOBSB
i! .V/.i/.'/O publica-so lodosos das que
, eforciti do guarda: o pirco da asslgna-
.,ira lie de 4/rs. por <]u;uU 1 payos mliaiilmloi.
Os annuncins dos assignantcs sao Inseraos
, ,;,/;) do 0 rispor linha, 40 rs. fin tyjio
.'hucrente, o as repet,,,,-s pola :
d, que mo forem assignantos pagao >urs.
t,ui- liuha, c 1(50 oni typo dlffereBie.
PH ASES DA LA NO ME7. DE Ua 10.
I ovaaGas7h. c 33 mim da manila.
t.Tesccute a Mas 11 hor. o 49 mi a. da man.
l.ua chola a2l as 3 hor. c 46 mu. da man.
Mingoante a 28 as 4 hor. o 0 iniu. da man.
PARTIDAS DOS CpRREIOS.
Coi,una Parahyba, o Rid Grande do Kurlc
Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Seriuliacm, llio I-'ornioso, Porto Cal-
vo, o Macey, no Io, 11 o 21 de cada mcz.
Garauhuns e l'onito a 10 o 24.
loa-Vista o Floros a 13 c 2S.
Victoria Quintas feiras.
Cunda todos os dias.
PI1EAMARDEHOJK.
Primciraas 10 h. ciiiln. da manhiia.
Segunda as 10 h. c 30 minutos da tarde
de Halo. Auno XXI X. US.
DAS DA SEMANA.
M! SO Segunda S. Fillppc Ner aud. do J.
^r> D.da 2. v., c do J. M. da 2. v.
'- 27 Terca *. Haiiufo, aud. do J. do I) da I
E- J.dos Poilos.
rta S. Germano, aud. do J.
Un da 3. vara.
29 Quinta S. Maximino aud. do Juia
1). da 2. vara, o do J.M. da I. e 2. v
30 Sexta ** SS. Corceo di
Fernando.
31 Sabbado S. Pctronilla, aud,
Direitoda2. vara.
1 Domingo S. Firmo.
Jo/ii,
do J.
CAMBIOS NO DI ioDE MAIO.
Cambio sobro Londres. .
Parix 372 res po
,) Lisboa 120 por 100
Desc. de let. de boas Armas I '/i I
Ouro- Oncas irspanholas 3I#400
UocdadeUfiUO vel. I" iDO
. de/400nov. 17/JOO
de i.'nim i 0
'mu Patacdes ....
Pesos Columiiaros. I980
Diios Mexicanos l.sli-W
Moodas do 2 patac. 1.^280
acedes da C.a do Bcberlbe 5v*0OU
25 '/,.
r franco.
de prnii.
',',. P ..
a 31 Vi
., r ,\; ni
a 17/300
,1 '.< IW0
a I/9S0
a -2*lMlo
a 1K>0
a 1/300
pern r,ib so.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SISsXo em 8 de mmii ni: 1845.
PmioVnels As II limas da maiihiiao Sr. piiineiio secretario faz a
chamado e verifica estarcm presentes SOSra. deputados.
I) Si: presidente declara aborta a SCSSO.
O Sr. 2" teeretario lo a acta da sossao anterior, que he
approvada.
O Sr. Io secrelaiiu menciona o sogumtc
EXPEDIENTE.
UlU parecer da ooiuiuissao de orcamonlo, indeferin-
doo requerimentode Estanislao Percira deOllveira, em
que pedia, so llie mandasso nagar a porcontagom, que
Iho cabo polo lancaniente da dcima do bairro do Red-
re, om que servio do escrivo nos anuos do 18J o 1HJ/.
Approvado.
ORDEH DO DI.
Contina a segunda dUcufo do artigo 30 to pro/trio iih-
miro 4doorca*>enloproviiieia.
O Sr FiguitreiotSt presidente, trata-se do semina-
rlo episcopal de Olinda : a regular-iue pelaphyslooouila
da discussao de boiitem i cerca da mulla omonda, crcio,
que uo soroi temerario om presagiar mal dola: devo
contar j coin a sua queda, e mesmo coiu o son enterro;
mas oiiiliiu seroi fiel aos meus psiuclpios; aionipanhal-
a-hei a sepultura, e lancar-lbc-hcl alguinas lloros aluda
que murenas(ruadas).
O nobre deputado, que liontem falln om ultima lu-
gar, tema grannlsslma vantagein de encontrar o animo
da assembla dlsposto a acompanhal-o no son pensamen-
to; esta fellcidadc inmensa, Sr. presidente, nao podo
caber a miiii, triste o solado '.nombro da assombla pro-
vincial; e tamban nao pido caber ao pobre s miliario
enllocado l nos dosortos do Olinda... Estando cu, pois,
persuadido do que acabo de dUer, talvcx me couvlesse
tomar o partido de oalar-mo; mas devo urna resposia ao
nobre deputado, que hoiiteni falln (o Sr. Maclel Mou-
telro), que infelizmente boje nao velo : ello tratou-me
coin tanta boudado. quo nao posso doixnr do diterduas
palanas, nao om sustentaciio di mulla emenda, porque
cstou coiu o li! lo desesperado de la/el a p ogroilir; mas
em abono da verdade: Sr. presidente, ouobrc diputa-
do, que hontom f.illou om deslavo,- di niinha emenda,
disso que o systema observado pela cnuimissao na con-
feceSo da Ici do oixaineiit', foia do corlar por todas as
despenas, que ella enleudco devoroin lloara cargo do lil-
simo i'oral.a in do aliviar o cofre provincial,do enorme
lioso coin que so achara gravado; mas, qu este yslema
havla soIDldo algunia inodificacao a respeito do alguiis
empregados, que, pola sua calhegoria, pola recouliocl-
da ulilidade, quo proslavao a provincia, nao devi.io li-
tar sem pao; ontrrtaiilo que o seminarlo, nao judindo-
se nosta cathegoiia, naoapretcnt'iiido esta utilidado tan
iinnil'osla j provincia, entenda a cointuissao, quede-
via supprlinir-lhc a quota mmii graves Inconvenientes :
mas, Sr. presidente, en supponlio, que o seminario nuu
presta monos utilidado .i provincia do que, por CXClil-
plo, a cathedral eos parodias; poique os couegos, c os
narochos devem ser tirados do seminario episcopal; o
seminario devo sor o vivelro ccol. siastioo; o seminario
heo nico cslabclooiineiito do uslrueco f eclesistica,
que lomos na provincia o no bispado; o souiinailo lie
una instiluioao iililissima. un nionuiiienlo do gloria do
iini dos mais dignos prelados, quo legciao esta dioceso,
. que devo merecer as eyupaihlM, e as coinmeinoiacoos
dostaassonibla, c dos l'ornainbucanos lodos (mmlw iKiiarfui): s esto consldcracfto, s oslo titulo sena bstan-
le, para que n assenibb'a mi desainparasso o soiuiiiarii),
.inda quando niio fosse elle, como be, un aniiexo a so;
lio preciso attondoi-so boin, que o seminario lio un ad-
miniculo da s; e so aassemblc.i provincial enlendoo,
que devio iiiarcaf nina quota para a s, em rasa da sua
ulilidade, devo tambera marcar ouira para sustentar o
seminario, a favor de quetn intitulo os mesmos princi-
pios de justija c de equidad, que levou a nobre oom-
missao a niacal-a para a calhedial.
Sr. presidente, o nobre deputado, que lalloil hontom
em ultimo lugar, couheceo tanto a utilidado c vanta-
uens que resullodo seminarlo, que elle ato tos fervorosos
votos para que all se cslabolocosso, para o luluro, un
curso de materias theologleasf mas, Sr. presidente, por
una f.ilalldadoiiiconccbivel,heo mesmo nobre deputa-
do, que, sem o querer, acaba do concorrer para que se
destrua | pequea baso, sobre quo so devo mu da ele
var o grande edificio, .jilo fai o objecto Jos s. us arden-
tes dselos, do son i/i-.ic/itiIiii.... Estoil persuadido, Sr.
presidente, que se nao for marcada a quoli do seminario,
elle delxar do existir; eso continuar a existir, sera de
una maiieira lao miseravel,queufio apios.ntai.i sean
o lainontavel contraste da sua anliga piosperidadc, cun
que tanto se devo iifanar o anligo Peinainbuoo.
Sr. presidente, o nobre deputado apiesontou un i
ouira ra/ao em desabono da emenda; ello dissr que a
assembla provincial nao podia do modo alguui ingerir-
se no rgimen do seminarlo; e quo por couseguiute nao
podia taiiibcm niarcar-lhe quota; porque elle, nao en-
tenda, como marcar-so quota para mil estabeleciinenlo
qiialquor. so.n se poder tor Ingerencia no seu rgimen.
Mas, Sr. presidente, esta obse. vaoao nao me paree.
coiicludoiite; ella est mesmo em coniradiccocomo sys-
tema constaoteinente observado pola assembla; por
quontoesta assembla acaba agora mesmo do niarca
piolas para os eslabolociiuontos sobre que nao lem In-
ferencia alguma; marcoil por exetnplo,quota para a so,
e nao pudo a assoiuhl.a introinettoi-so no son rgimen;
ni iroou paraos vigarios, e nao podo a assembla cuvol-
ver-so no rgimen parochial; marcou para o vicario ge-
ral para o provisor, para os captichinhos em lim; e n.-
davtaniopode ella ngcrlr-sc no Ireglmen do laes em-
pregados
Pos:Issoheparaacothcehese.
O Orador:Ou cathechese, ou nao, a assembla mar-
ca una quota paraos capuchiiilios, o nao tenido Mies lar
aliiuma regra de conducta : ou soja por equidade, ou
sa pela proteccAo, que o poder temporal leve prestar
amchese, o caso lie, que Ihe* tcm marcado consla-
nacSo; mi velo, por tanto, rigor lgico nesse "funicu-
to CU dlSUgUO limito o pudor, c jurisdiciio J I piotl c-
, .,, que o estado presta groja : essa proteccao de ma-
neira alguma Ihe da direiu.de lngerir-se no seu i.g.iuen
eclesistico por modo dcjurlsd ocio. Se tic verdad, iro
o principio aprosonlado pelo nobie deputado, ,i aa dl-
rel qucaassiemblageral nao|H>de marcar quota, ou
oideiiadq ao blspo, vUlO que nao p ,do onlon.ler con. o
rgimen episcopal, como na verdade nao pode, o a. gu-
enlo, pois, do iiobre deputado carece le vigor.
Dissemals o nobre deputado, que, sendo o seminar o
gctualmeute episcopal, eoo cu mesmo liaba entendi-
do, he do suppr, que o prolado o quena intelranMBte
livre; que talves estime niuito, inca assembla retire-
Ihc a mola marcada; porque assiiil tambem retirara te-
da cqualquer pretencao do ingerirse no rgimen do
mesmo seminario
Mas, Sr. presidente, en cntendo, que o nobre ae-
putado quer fazer coiu quo o prelado iague muito caro
o favor, quo elle supp.io prest ir-Iho : nao quer ter in-
gerencia no seminario; mas quer iicgar-lhe a quota; i.o
Re, quer entregar o seminario ao exclusivo regiiuen ao
piolado; mas un. seminario sem vida, sem aOfSO; mu
seminario ilefunlo : ha>cste um mo modo de favorecer,
qne de corto ufio so compadece oom a gonoroiidade do
nobre dopulailo....
Yii-.cs : O seminario toin loteras.
O Orada:- Mas sso nao chega senao para susten-
tacffo dos seminaristas pobres; desse producto das lote-
ras, punco, ouquasi nada o seminarlo teas economisa-
do, e Ido pouoo lem ocouoinisado, que agora, que elle
so acha em reformas, mo lem o seu rcilor coiu que re-
paro as ruinas lo edificio, apozar dos seus esforcos. Mas
disso o uol.ro deputado, que o bispado tulla bastantes
icndiueuios, com iue podia man ter o seminario; lem-
brou-se at dacaixa-pia; mas lio n.-oossario observar,
que os reiidiiiienlos do bispado, alcm de nao seren o
avanlajailos como so suppoem, do mais a mus leeiu slUU
empregados em utilidado da provincia ; mis sabemos,
que o piolado tcm consumido una grande soturna de
contos do rs., na reparacSo lo paf o episcopal; (
ficto, que outr'ra apresentra o aspecto dcumedliieio
destruido, carminado por urna porcitodevaudaiosque
KllientrrSo.hojcapreseuta una pbysionomia uobrcee-
lecante, digna da provIncladePernaiiibuco.Sabemos.quc
0 prelado, wasdiversas visilas.que te.n folio ao miellor O
bispado lem gasto soinmas cousiderayeis tcm nuo
desposas alcm daquellas, que neccssita raier. es-
lando em s.-u palacio. E, Sr. presidente, depois de tai.
til appllcaciio los rditos da mitra, devora esta assem-
bla dosgostar o prelada, retirando a imita perle.ieeiilo
ao seminario? Parccc-me, que semelhante proccdlmen-
to nao he mili conformo coin procedentes dcsta assem
bien; parece-me mesmo lujuslo. Fallou-se emcsiuo-
1 is do montepo ; mas notcill beni os llalles dcpUtaUOS,
iiio osses dillheiros da oai.vi-pia leein un.a applicacau
especial, uaopdeiu ser distrabidos arbitrariamente pe-
lo prelado; lies coiistitueiu o patrimonio dapoDrexa,
da indigencia da provincia. he assas publico, que o
actual prelado icni.com iiioslargas.dislrlbuido csmolas
por todos quontosdcllas ueccssltao ; ello nao tein ciilbe-
sourado os diulieiros pios : somos obngailos j laier jii-
tiva ao ooraoa. esmolcr do Exm. prelado ( aooiailoi ao
podemos, porianio, appellar paran caixa-pia.
Sr. Presidente, leulio ponderar por ultimo, qui
nao pense algucm, nuc a assscniblda provincial, ou gc-
.al, fa/. um grande favor, consignando una quola para
o seminario, para os conegos, c os parochos ; nao, ,c
nhores; ns sabemos, que os dlsimos eccIcsiasUcos sao
cobrados polo estado, c, quaudo este consigna quotas
para as dospozas do culto o para estos estabeleciinenlo.,
eclesisticos, nao faz mais do que un. pequea resll-
tuicao; digo pequea reslllulcao, porque o estao an-
da llca couiuma grande parte dos dlsimos, paraoccor-j
rcr desiu'xas de outra ordein.
Sr presidente, eu lindare! aqu o meu desallnhavado
discurso: tal he o desatento de que me acho possuido
a respeito da luiuha emenda, que cu nao rallaroi mais ;
nao iiupoilunarei mais os ouvi.los dos notares deputa-
dos, queja eslar.iii inladados do me OUVU....
Yoxu Nao, nao.
O Orador:- Sr. presidente, nao proseguir!, por
que ser dobaldo : enilini......
Cesse ludo oque amiga musa aula
One OUtro valor mais alio se levanta ...
Caa o seminarlo.... c suba o ilieatio..... rempera mu-
lan'oS:Lopf, llama : Sr. presidente, eu vou dar alr
gum animo ao lllustrc deputado ; e aluda que ^o se-
ia o meu a.mio, ou lll'o VOU dar lodo: elle esta d sa-
mado, ceu.iuernda.-ll.eani.no; qUCro la.-ll.e algiiiu
conforto; inoro aiudal-o na sua empreza. Sr. prtsi- j
le .lo cu ja sperava esta celeuma ; desde O OlinO pus
do que en a esperava. ou por ^.^XIm
aqui aventar a id.-ia deque o seminario de OUotam
ineramcnte episcopal, espere! isto mesmo. br. presi-
m o renonau.lo-n.e a origen, leste seminario, nao
posso dei.ar de dizor que elle sempro lo. recoubecld".
COIUO IlliXtO, parto episcopal, parle civil; ueste semiua
rio" desde que foi creado a! boje, lodosos profesares
rao prvidos pelo gove.no civil de rdocomotaispo
eu no serv no seminarlo, asstin m. prvido; dcsd
e o seminario he seminario sempic isto ..su., O; mal
.arree, que so quii supp6r que este ,ra osen iluario
de que falla o coiisilio de Trono; nao he del. S. aptsar
de lile uaopiujioden.ous collogas ja boje h. liquido
me'o seminarlo be pura, e meramente ep.s."i>al, en
anda que rcspelte multo as declsoes dcsta tasa.ainua
assem. que o seminarlo he mixto, c que o gov.-ruo ciy.i
tein lirciio do intervir na uomeacao dos prolssores,
desdo a sua creavo, que sso se enlendoo assilii, C 10
he episcopal o seminario lo consllto de rrento. que nao
carece da nomnelo regia: no ha um su exon,|do de
, hispo que livesse o sen seminario, M,,|,'llf.'"'i '
o podo regio Iho dsse um titulo qne ll.o he dado p. lo
Zisilio le Tremo; mas isto nao lo... .ido assiin, IBIOM
ti.lu blspo director, ..orneado polo poder regio; con. lu-
do. rol Isto posto de parte, tes-se abenegacao. como
que... .su. paVa ......r.r, edlsse-se-Iste nao he nosso, a
principio tildo era nosso, depois nada be BOMO--M to-
eo nada disto, ludo isto licou para o canlo, I mo s
concede, ao Sr. hispo; era, pols, cousequeuc... ......
c bou. obvia, que. inai.do so chegasse a esl. altivo,
qu.ndo sccliegsse ao caso do dar aiohciro. algu.u. se
te"antas.c e dissesse;- nada .pura o seminario, porque ,
seminario he episcopal, o Sr. hispo que Ihe |ugu '
forma do consilio Iridontiuo, porque.. COnsiliO <1 H n-
to dls a forma, porque o hispo ha de sal.slazcr essa dcs-
pexa do seu seminario.... ,...... i
USr. Figueiredo: O consilio contacom os duimos.
O Orador: .Nao falla dos luimos, falla na caixa-pia,
as prebendas e al na mesa episcopal; mas ol nao en-
tro mais nesta queseo, eu nao quero recalcitrar a uto
respeitaveis opiniOcs; cu nao quero ir contra o votoqua-
si unnime desta assembla; elle estaba cima de muii,
como sol a cima de um grao de aria; cuquero cha-
mar a questaoao seu verdadeiro ponto de vista, entao
direl que.reconhecldoque s.ja, que o seinluario he me-
ramente episeopal, IIS nao devenios esta quola le jus-
lioa. nitodeveiliosporcerto; agora se me pergiinlao, so
, devenios dar essa quota, eu digo qne sliu; que nos
dcvcinos dar por caridad?, por equidade; vote por e
1 .____..........,.,,.. i I lllOIl lili, i y| I i!..
uicnle que o faca; porque, se delxarmos o pagn meu o
dosprolessarcs a cargo do bisj.ado, ha mullos hieonw
uientos, tacs como a diminuir.. io nosordenados, po ...
licando riles a cargo do bispado, o nao PoafeMtocaU com
Lo grandes despozas, ha do diminuir os ordenados, sto
a hon.rns que toeill um titulo vllal.o.o; mas MKBdUda
mitra i.aochcgao, por necessidade os ordenados se bao
de diminuir; e mi chogao por corto, porqu oi nos,o
dioccesauo ion. gasto ludo quanto o bispado u. .
,om gasto sto con, a pobreza: o IIOSSO l"***0*' ,nU"
esmoler, limito caritativo, aca-ae-lhc ju-t... i.
como obrigar-se a que elle Uro dinliciro at la sua pro
nria congrua, para pagar aos profrssorcs? NaohcjusUK
E nulo oque fazer ? deixarmos o ;>:"'.-,,;,h'"_
dono? Niiocoiivm: tanto mais quando nos temosjw
thedral, o aos parochos, con. quinto ^co"U^'"^^
que nos nflo perfuciao; o so demos polo principio mera
,!,onte dc.,,..dado, segundo crelo.pelo mesmo devemos
dar ao seminario, porque .0 0 nao lizennoso,mo
res (Icario redil losa ...h.goa; visto que **?*?
Ihespode pagar.equando lhes pague he l>cu*"a*S
sa.quo nao have... proftssor que la l.qno: "-''',''."'.
vo.'porq.ie ouvolo. visto que cada Ulll pud "<
,;,,0 mais raioS.OU antes por estado qu. P I"
razio- a ra.,,0 que me convence he a de eqn da. c^ a i.
mi deixarmos em abandono um estaholocim. u o ti
utH, es.abel.cin.oiiio ,,,.o heo prinwirt^do urasll.
f0| son.pre o p.in.oiro, elle acabara. SO SC '-..'
- hispo; porque, nao Iho podeudo pagar, supprllllll
as adobas, Isso nao convem, iiein pode r. Aqo
eslaa raifio, pirque eu. con. liuanlo nao pa.tilha". ,
dla" do notare autor da ciiirnua.voto pela ponslguaao
s,-. presidente, fraco memoro desia assomble;.. I. a..
norestes nrineiplos, presto inSo de soccorro dob.l ao
Imbrc Rutado, auioi da emenda, o por isso voto,.,..
'1%S,: Vimira ttarnlo :-Pcdl a palana. Sr. presi-
dente, para respouder a alguinas observaedes, que nou-
to. se Uerdo na casa. Vsseverou-se, quo esta s m-
hi.. mi,, devia estaholeeer quota. na MI ''
para osemlnarioepUcop.il de Olinda. '"^'".'.''."
Sr. /.spo, aquem.coiiipetlia Rweressadespesa. asse-
varou-s,. laiiibom. que o seminarlo deveria sniub -
lado polo monlo-pio, porque, nina vez pie ixistla a tai-
va-pia. dovoria ser empregada em obras pas, c que
,..,!, das grandes obras de piedade. que inals dtei a
merecer a eonsbloracaa do Bxm diocesano, lie, s, ui
duvida.esl eswbelccimeiiw Iliterario, truccodas pessoas, que proeurao e.unagr.ii-' .m -
lado ecclesiasiico ; c quc.por tanto.dcveria essa dotacao
correr por conta no Exm. prelado. ........
Sr, uosidento, eu oslo,, naconvlccao de que o bxm.
nreiaun Mo pode dispar dos diubelros da caixa-p a a
favor do seminario lo Olinda, repartindo cssos uiuii. i-
ros com os que houvcrem lo entrar para aquello m. -
belflcliuenlo. Slin, euestou na Intima cp"1^;1 u,"
O montc-piohe de urna grande anllguldadc o .n.ui-
to-pio he resultado das multas, que se eosiuuio im-
p,,.' polas dispensas, pie so dan para os .smenlos. .
Islas mullas l,a. impostas ... sino a bornlioio da so, u-
Jado. Era preciso, que os bomens de tml is as uasi i
se fral.-ruis.isse.ii ; que as familias se uulssen est -
tente ornas ou. as oulras, e iienhumn cousa poda
haver mais noeess irla, para esl. intil i hg nao, do que
s biisorcios; mas.conio alguiuas lamillas pareciao nao
querer ligar-so com as outras.c s procuravao essasi ai
llantas nos da sua casa, nos da mesmo familia, est-
bcleceo-sc urna dllliculdadc pan essa Hgacao,. com
0 ,m ,|e popul irisar os liomens, dcrrautal-os em socie-
dades dointeresse commun Pfa todos .ceitabuece
rao-so as dispensas matrlmoiiiaes. HonverSo umitas
mttras razdes,' que en o.nltte agora : ***:
.1,,,-i, noniue he a une ven mais ao aso. M is.i orno
os Srs. bispoi .o podlao ulitlsar-sc dos MhM.des-
sas multas e iiem lmala convertel-oi en cousas do
euiis,, porque semilla, que ellos vend;... as graj ,
espirltuaos, ; que trafieavao con. essas H^>
[., empunlio essea en.b iraSos Partea. Praaug-
,.,. anibiclosamente os seus rditos, d.;i ... o ..,
. udinhelro de semclUaiites multas .iss.d.sp .-
, i,lo lulos prelados CU! obras de ...era piedad, -
partido, j.i com as igrejas, desprevenidas ^
,i, o arruinadas, e ja com inaior csmUaUdade
cl pobresa desamparada las dlocescs. Poi tanto n
accumulacodas mullas chamou-sc "''P'0- ...
Do monte-pio nao podem, c non. devt-n "^ .'
os Srs. bispos para si, n.-.u cmpicgal-o eiil cousas dlt-
Wemos ,i!-s,.sns, para que esse estabeleclmento ra
creado. Elle pertence aos iu.ser.ivo. >""; (;
desvalidos, s orphaas, s viuvas do bispado. con
UariodUto seria Sin abuso escandaloso, abuso c.o.-
"''ompr, l nde-se p.r.V,a,,,o,o, que, girando o inoii-
ta-pio no circulo das I, as, une expend, elle tcm,11111
lini, c nina opplicaco parUcalar: c.....p.l. '' I
fei.amonle, que nao podo 0 Sr. hispo di.... .. l s Ui
nhPiros, consagrado, a aliviar os sueros da Indum.u,
gastando-os em lavor lo lemlnario, ou do,,, ...... -
K- Sf se all...... que O Sr. hispo de l'ornan.hu, O ,i I. ni
fe o fdeve tamben, allega,-,,- que Ote... frito po
sua.i.....a bondad.-. Vendo, |..e o w....... ^_
en. soccorroi ; que nina grande parte dessa moc
Sacie lie pobre c procura eonsagrar-se aoa esludos .
soeeoi-a": presS-lhes, c d-lhes, o .,..,.. Imagino .
''i',o*;'l/:;:^o'.i:;::!7"A:.a:;Kao,.on,unte-,ioi.od,,
^OOradoJ^K creacao do monte-pio be anUquls.1;
,,,., soja, ou nao, do consilio do Tiento, pomo ,,.,,.,.-
ta A ua origen,, o seu cstabol.-cin.cnlo, os seus flus,
30 os que acabo de apona.-. Ora, *****
hispo diocesano ..servado o ...oulc-pio para a i .a
deswllda, ......pode fuer applicaejio para awtedtaro.
es.udos do seminario ; porque esto ooll.-g o ... o esta na
ordo,., da pobreza desvalida. Nao dcvc, poi unto.1
leceraideia, que aqu se fes correr, ;;;""
l.outem. de que, ex stlndo o monte-pm, nevera
te mente'o seminario cargo do Exm.^aM
oara iuc Ihe distr.l.na as esmolas com os colleglaes.
.'mi!, mesmo essa idcla, que se .pontn, as* con-
sV-uada no consilio lo Tiento, co.no SC quU a lasl, i pa
rTcwo imalsoSr. hispo ^'^^^"deixnudo"
.sn.olas da caixa-pia com sse...... arls .-, d a.loa
el,,., porco, ,. esmalte da mina de mu blspo, a po-
breta, n orror as nulos da fou.e. Peto contrario he este
s7u ponto lixo de ca Idade. Os pota, es, os pebres, sao
"S rs','"p,vsdo.o. .ipozar de que o seminario d- Olinda
seja ^.pVeop:. emsuaorig.,..1. porque o cons ... de
Tre..l..lete,.,.ina, que os hispas os ,-S
,t'S,
broa do prolado. So se pondera, que as rotulas do bis-
pado nao s;io i:io extraordinarias, como se suppoem se
sooonhce-, que essas mesniai rondas nao podem ter
nina appllcacSo (o ampia, par, ludo oque se quer; li.is
devenios faz.-'r, da uossa parte, o que esliver ao nosso al-
ineo o mi gravarmos Inteiramenlc < prelado, ijovo-
rrinos leuibrar-nos de tantos cldadiios illiisirados, que
toeiu sabido desso colleglo; basta ver. como ja se I.sse,
,,,. I,.- ,, o linlCO osialieleeimento leste genero, quo
existo )io brasil : lie mu estabelociinento aoqual se
,i,-ve aluda boje urna pulo los bous parochos, c dos
l.ons eeilesiasiieos, que nos tomos.
VoSCI V utiliu ule nao so contesta....
0 Orador: Meinor, nirlhor. So so nao contesta a
Utilidado, nao se .leve buscar loslruir. como indirecta-
mente so as, esta mesina ulilidade. Be Ulll? Pola cu-
ino siisientoni, o soccorrao, que he un.
Toni-se tambem aqui fallado un* duimos; oaiu te-
moi nos outra! Pois se o oslado tomn ns dizlmos, <>
ou. ,-u niio soi so poderla fiwer, mas. o Rielo lie, quo OS
lomon o por esta raio os bispos uSo os Wcni, quando
i, s dizimoi Mus perteucem, e lhes pcrtencein lo n-
rrln divino; so se deter.ninou, que esses dlnteiros
rosseni looebidos polo estado, e por esta delibei&cSo, .
e por este lacio, licrflo privados os bispos deslc recur-
10, p ua p.ov.-rem as nrcessldades das suas hooeosos ;
na.ece.pols, que os que participa*, e consoinrm osUl-
liiims.L.os'.iue.sta,,..,. obligaran de sal., ..z.-r os
lius destinados aos dizimos: a sen cargo devia licor a
pobreza, ,- os seminarios. Mas, unta re que se priwlo
s hispas leste nielo, protejamos nos o fcxni. prelauo
ueste iiarllcular. Senil.....imelos, porque nao ha os
dUiuios, elle na p I por si fazer o que se -xigod. II._.
Poi i inte o Importante argumentodoi rditos do bispado
ao procede, nao podo ir avante de man,ara al -una.
Ou leste modo, como bao de ser pagos os pin.. SSO-
,,s.' Isto nao tcm lo.,.a. e nao tcm cabimento. 1 or ou-
lio lado, se o seminario tanto nos interessa ; so,_segundo
querem, nii......episcopal,enuto he da ,..nv,ne,a: se le
,1, provnola, ella que pague, porque hoscu. A quota
,1,-v- ser esl.'.ieloeid.i, niio Ih .1 .levemos ni.,,....
I) Sr. Imbu tama: Se lio episcopal, he eom justlca,
''"'(Mblnr^'-'s.- he provincial, he comJusliSa. queso
I!,,- pa-a He mala o ir. diputado diz: que se Ihe lo
or candado; rmtaa.nos. v carldade lie una v.rtude,
,, vinud nunca so dos,,.-, z... Eu cntendo com tu-
,1o que so nao procede con. USlia Vis sabeinos. que
o minarlo fraco. como ello val, solliendo seus des-
,u" polos lempos, ou por outrai causas, assim
O le'bistai.loiiionle ..til, -, apozar das suas mas
"rCm,taucas.aludal.j.o Uen.....i apiovo, a b-u-
,,.,., casa derducacno. para os que v Jo en.....a ligloso; he una habitaran, aoildc eii-
contnio asyl" uosss conipatrioias; aonde a.-lmo as> lo
mocos de Siento, pessoas de genio he o nico oslabo-
;.',,, en renos, .leste genero. Por todasestaa ra-
, 1 o. d .. que so dcvc marear, o conserva, a quota
d -si.- da para 'o s.-ininui... C so o nao hzerinos (perin.t-
,: -se.,n,.i.a.N|i.e,,ao) se o niio fi.er.llOS. ...,S ...ai.cha-
remoa nesta parte a nossa aciuul legislatura.
jlcada a materia discutida, heoartlgo supprlmldo,
e approvada a emenda do Sr. Figuelrcdo.
Passa a discutir seoart. 31. .
s,- /.,., ama i -Sr. pr. sidente, tenho ouvido d-
,er lurisconsullos, reli-anenle estol, no meio de un,
poue.s, que o testamento he le; orco que passa por
o, i i nCOilCUSSO, que Ulll lestan.oi.to 1.0 .....a lo. 1.0
', l '.a volitado, o, SOgU.ldo as lelS. .. ultima von.adc
, ,unen, lei : dis, porm.csu artigo o leguiute: (Uo).
Dselo pos que co.umisso doorcainente ...ecxpll-
i.o o no sao estas albergailas, se ellas esiao.-suu.-l..-
c ,,s -.. vlrtude de lestanienta ; porque so II,., sao
r- .id de verbas lestinentarlas, eu tenho que votar
contra o artigo, porque vamos conlrartar a uluma von-
Hh dos l -siadores : como, pori... ignoro o que sao os-
. e I. i.uen.os, peVo a illusiro co,u,usaa que me
se ,, iseurespelto.se laes estbetecliuentos leeiu a
seu favor verbal lestanientarlas, .... nao. poique, so as
s?sasrrtasae.as:
'.Vil', ar -l-ivi, por.mulla .nono, laes o laes bous a
,,! do Sor quo a a,l,..i..isi.-..,.ao estoja a cargo de
ettOsrFra\coMo: Sr. presidente, WP"
.... s.iisi.ze. u, nobre dopuudo; porque, leudo iidoem
, i a n ... as mes,,,as 'luvidas, que ello nutro agora,
a este resn.-to, tive, por minliaparte, occasUo do apio-
rovo uue pd couslderar-sc : o governo nos mandoa
.'.,-,! nonios, qne nao eran sulf.cie...,,;; po.q.u-. a-
i i, v-.o uno cxiSfio na ra da I.aiaiige.,.i, o
''mc.t.tr. t j" n.....o me nao record. Sua. al-
m outra ni j cmtal estado, que au podan
!' '""'md,' i., i" I' ""li'; MoIe8aas; j
ja pi.-e.u lli i O In. I >CM.
&"E?S* stces'sidX.: nao padiao'm-llas ,-,,-
e -,', u !. rstavao en. ni estado, nuo a polica con-
.v .' ais sse, lugares, como val,..-Oto de uial-
v l,s e como I- alvoigue. pois juil.-s erao allos
re-nados apenas para a pralicade lodos OSCrunC
nbSdades.V^y'-P^^^
brp^^^ta^
L mesmo tempe conforme ao. ******* umaul_
tal. um jjylo ^KSS^i^'" rft
qcP^8^P^w'^1natriinoutodosestebelecl-
, ,s casas sojao meo po I. > x. I acharO, nao s.
Syrcon.ri^
MUTILADO
-
=&
-"


que uo havia caso, cm que podcsse f.ucr-ac excepcao
olguma ao (ini, por que olgucm determina n sua ultima
VI ll lili".
Sr presidente, os legisladores sao os verdadeiros e
grandes tutorra >la soclcdade, [oudevem serhteeni o su-
'ino direito de faaer convergir toda essas liitcncfies
I mi o lim ni lis mil que liles pairea ; e lie, usando (lisie
i-ito,quc iins unios dar destino a bena de corporaedes
hijo mora, que cahciu cm desuso, OU sin suppi mi-
das; he assiiu que mis damos destinos aos bens dos fra-
dca que teem acabado; embora bsscm drixados cm tes-
tamentos, o govej-no,usando do supremo poder, di dest-
1 i i pasas bens que se achavao onceados coni essas
londicea; mas, no caso presente, mis mi temos de
it nada disto, nao filiemos mais do que cumplir eoni
rdadeira intmelo do testador. Agora, uo sei se o
valida, sendo o destino que llie dava (ambempio, nao
eontrariava as intenres do doador se, pois, o nobre
uieiiibrose levanta para impugnar isto, parecc-mequ
a vi
nobre deputado descubri os amigos proprlrtarlos des-
tas tasas: eu nao son juz de capillas, son apenas juz
de orpbSos; li/. algumas diligencia particulares a ver
e poda descubrir; infelizmente lorio baldados todos
os meiis esforros, de maucira que eu, pelo testeiminho
dos presentes, sube que estas cas.is fiao constituidas
albergaras para os pobres, porque me parece que ttu-
los nunca foro apresentados....
O Sr. Lopes (iuma: l'ois sso nao he jiuilo amigo?
O Orador: Nao he pela autlguidode; fie porque me
partee quealguem lentouuiua emprcia, orrastou com-
sigo ttulos de muita consideracao...
O .Sr. Lopes Gama: K o reglstodos testamentos?
( Orador:Nao entro cm uialorea cxplicaccs; li-
en insto,
<>Sr. Loptl (iuma : Sr. presidente, o nobre deputa-
do que acaba de fallar mi me escl neceo, perdoc-IUP p|.
I' ; rntrou na questo, cntrou lia materia, mas mo me
iiciii as llovidas, lalve porque eu n.io as expozesse bem
cu quera saber, se taca casasou albergarlas, que sao
particulares) sito consequeiicia de verbas testamentarias.
o Sr. Frmtcheo Joio : Com pcrmissAo do Sr. nreai-
denle e do Sr. diputado, cu don urna explicaran, e vem
a ser : que estas casas nunca cslivcrio debaixo de ad-
luinistraco particular, e sim de administraran publica.
(' Orador : Knl;io direl, que, se o caso he como 0-
pont i o Sr. depulado, a culpa lie do Sr.jlliz das capellas,
que he a quem, pela ordenarlo do reino, Incumbe vi-
giar, se se euniprein ou nao osas verbas testamentarias;
lugo, a enlp i lie do Sr. jui/; rqiicm acecila o ser juil ele-
ve cuiuprir o BOU dever, e este era examinar a quem
compela administrar essas albergarlas, couheccr ae el-
las ero resultado de verba testamentaria, ele ; e agora
me occorre, que na ra das I. uangehas, ou Triucheiras,
liayla urna dessas albi rgarias, que foi administr ida por
folio do llego Falcilo, o que lio he miiilo autigo eu
.era minino, e o eonhcci, c d'abl passou a scus prenles
prximos, em virlude do (pie un sobriulio do nipsmo
uoiiie o aduiiuistrou Bcinprc, e mi sei se aiuda adinliiis'
lia, o islo por virlude de testamento : islo uiivi eu dizer
sempre ; nao vi o testamento.
i i i, supponha-se que islo est i m estado miseravel,
concedo inesmo que est i mas por culpa de quem .' Por
culpa do jui/ii de capellas, a quem a lei Incumbe vigiar
Sobre SBO, mas que nunca le/, easo disso ; a ordenaran
poz-lhe sta obligaran, mas ella nunca l'oi ciiinprida,
| i lo que se v ; e lano as ultimas voulades sin leis, que
me record, que, (piando o Si .marque/, do liedle reque-
ren a administradlo do hospital do l'arnizo, un dos argu-
mentos que mais prevalecen fui deque, mi so patri-
monio, mas I anllelo a adniiiiMi a ;ao lile prrlenci i, por-
que assim o determinava a verba testamentaria, c que
iilngiiem llm poda contestar esse ilirelto : ora. se he es-
ta (huilln i cuino crlenle respelo do Sr. marques do.
Jlrcife, pareee-me que ella deve niilitar a rcspcfio de ou-
Iro qualquer que esteja as mesmas circunistancias ; pe-
y, pois, cxplicacca, para poder rotar pelo artigo,
o Sr. Francisco Joo :Sr, presidente, beiu mcap-
percebi (ii que nao conseguirla convencer :io nobre dc-
putado, apresentando-llie todas as explicacucs, quclia-
via eolhido da participaran olliei.il 1 qlie,ha pinico.me
refer, e que,chegando-mc agora as nios, pero licciica
paraldr, \lfo).
(ISr. l.o.es Gama ili un aparte que nao ou vimos.
ti Oratlor:Ora.Srs. quer o nobre deputado, que eu
filfa |ill o papel de adrugado ricjusli' i a favor de Joo
(lo Reg Cabio, ou de nutra pesso.1. .N.io teulioescla-
reeiuicutos alguna; o nobre diputado mesuio nao nos
empresta neuliums, que possiio tornar lirme esegu
ra a materia ; se por ventura algum desses lierdeiroa
i 'in ilireito a essea predios nos nao lli'o vamos tirar, ell a
apparrecr; mas.se na verdade sao exactas estas iu-
Inrmaees pie nos vieran asnillos: se lie verdad lia a
informal ao de (pie estas casas eslo em abaudouo i lim-
pelo; se ellas deixo de prcem lier o liui para que fd-
lao destinadas; se apenas ellas pdem servir de asjlo
. malvados; eulo bein acert ni i lie a medida da assem-
i. que la/ desapparecer indo- essi males e con vi i ti
i>sas casas cm utilidade da estabeleciincnioa de ca 1-
d ule, de uin eslabcleciineiilo que he des lina do para re-
lier os iiiieli/.es r cural-os lias suas cufcriuidadcs.
: i. o deslino nao pode ser mais conforme s vistas
i. iquelles que IWero essas doaccs.
.i nobre deputado res quasi una aci usarlo ao jui/. ib
i ella.; eu, Sr. presdeme, nao son jlllz de capellas
mis me pcrmitlira V. r.xc, que eu faca nina pequea
nbse varo em abono deste rmpregado : se o nobre de-
putado cliegasse a pmvar, quecau negocio linlia chega-
ilo 11 conlu cinienio do jui/n, c que i He o liuli.i di apre-
ndo, entilo alguiua raiao liulia na iucrepacilo; elle li
obrlgado a proteger as albergarlas, tein laso as.u cui-
i' ido; ni.is iptal l'oi o documento, ou argumento para
I ro ir,que imha cliegado ao coiiheeiiiieulu do nobre
jui, que lauta cousa tein a seu cuidado), que ellas es-
i ivan desprexadaa Nos vemos os jui 'es, ( ontra lalve* as
vistas da nossa coiisUtuico, rm contradanza continua,
podendodeniorar-se u'um lugar lauto lempo como un
b ;ja-iioi; elles nao leein lempo se quer de examinaros
ca torios, que Ibes sao coiiiuiettidos: por tanto, qucre
responsabllisar-se umjuix por ludo, quauto ihcitio os
antigs |uiiesde fura, ouvidores, r toda essa gente, nao
me parece de razio; milito mala, como dase, ipiamlo o
jniz anda cm conli.tdaiira. e que nao tein lem, o lieiu
para lirniar pe: querer ijue um homein tiestas eircums-
uncas respouda por ludo, accusal-o deler dcixadu di
cumprirobrlgajes, que rstavao asen cargo; que he
ileslcixado, etc.; he um pouco Injusto : oa juues de ca-
pellas dcsta cidade so iodos jui/i s multo Irahalliado-
res.c niiiiloprobos, e dignos de toda a consideraran e
estima, como hniuciis honestos, como jultes illuslrados:
n caso lie de nalureza tal, que lie 111 inesmo OS curiosos
jioderi descobrir cousa alguina; mas sealgui tu podes-
se ser respnnsivel, nao i ra por cello o aemal juu, por-
que DO he elle, (ue lem deis ido del i/.er seguir o des-
tino divido.
(Sr. .Vari,I MonUiro:Sr. presdeme, drsejo dar
ilu ; palavras cerca do artigo que se discute ; eu per-
suadla-uic que este arligo be de lauta ulilidade, e de
utilidade tio manifesta que nao poda sollrer impugna-
, a alguma, e realmente o nobre orador que parece ter
impiigiiado o artigo nao tratoudc averiguar a uaturea
i i medida; queauonou fra deaaa espbera; trouxe ver-
t is lestameiil.il as, milita coiua que pode sel milito lis
miosa, mas IIIC |ra o caso prsenle Hilo lem applica-
eo rigorosa; o que he mullo notavel he,pie cxistein
iesla cid tde algumaa casas em que se rrcolliem a uou-
! e un sn.o de da, un; malvados que nao pi li cida-
de o que tendo-se l'cilo nolavcl a polica, da lem mais
de'unia vez ahi penetrado, para ai ranear criminosos da
lu- ieir i ordem ; alm diaao.cssas cas i- na i ..tan sub-
ieitas a adminisiracu alguma, teem as portas abortos,
' iii'iu doa criminosos que ah se albergan, nina poreo
de lioineiis mnioracs, e mulberea ah tanibem s.
asvlio c dio a esta cidade um aspecto de immoralida-
detuo brbaro que realmente fai um escndalo publico;
011 llieaillO tive occasio de visitar essas, casas (piando
cm cena poca me achei encarregado bell ciinelitos de caridade; ah peiiclre. licsse recinto
do ciiiue, e da iiuinoraldade, e desde eiit.iu conceb
a deiade.uelhorar. dar nova directo a estas casas, ,
inuilo csliniei que os meiis collegas concoidassein ues-
te ponto : nao tendo estas casas administracHoalguma,
ufo luido regulameiilo, neiii orden.; qualquer que |om-
SCIU as lisias de quein dcixou essas CSSas.COIIIO as vistas
erao pas, a lsMsji era favorecer a buuiaudaUc dcs-
quer que estas casas estejao no estado em que se
achilo.
O St, Lopes Gama :~Nao quero, nao.. .
O Urailor :~0 nobre de|>ulado nao quer isto, entao
quoqer? O nobre deputado propoe alguma cousa a
respeilo do julio ? Nao ; entao o que pretende? A sua
P alivia nio obliga ; cuino en, conhecendo que tacs
asas sao lliealros de grandes criines.voto pelo artigo, c
espero que s o Sr. depulado votar contra.
lulgada a materia discutida ; lie o arligo posto vo-
t n an. eapprovado.
O Sr. Lopes Gama:Olhc que nao fui cuso, mais
alguein volou coulra.
/\rt. 32Approvado.
Entra cm dlscuasSo o art. 33.
O Femira llarrelo :~Vejo una cousa ueste arligo,
que me embaraca. Hizo arligo, (leo)
Islo colloca o director em nao poneos embalaros .'
Como be.qun pode o director ntervir ueste arrendainen-
lo de casas Isto lie posaivel! He necessario, que o
director entre no fundo de todo este negocio, rile lew
de ver, lem de examinar esse predio. Isto he urna
cousa, que est fra do alcance, c das altribuirocs rio
director, est lora da sua inspeceo verdaderanientc
Iliteraria, O director, quando achar urna aula mal col-
locada, r vr, que ella nao tein as coniuiodid.ides pre-
cisas, pode recorrer a autordade legitima, advertir o
prol ssor, para que lome o edllieio, que couveui; le-
eorii r a iiiloi iilaile, se por ventura o profesor nao inil-
dar ib-1 >i i|>. leecuieiilo; porm iiitimnelterse em ar-
rciidaineiiios de predios, andar tiestas inil.igarrs. isto,
Sr. presidente, be absolutamente aOastado das funo-
fdes, que exerce, e (pie deve exercer o director. Islo
lie de mais a mais um ponto de Intriga, de que o direc-
tor se deve contar a salvo ; porque pessoas, que loreni
mal Intencionadas dlrfiu (porque em lim a poca est
para ludo) que elle aluga as casas por um tanto, e que
as da aos profesoores por mais, do que as alugou. To-
das estas cousas, eoulrasigns s, aeuUemde emprega-
dos pblicos. I.evanlao-se calumnias, ipie nao leinlirao
ao dialio. Islo, Sr. presidente, esl lora da Insprccoo
Iliteraria, que he a nica, que pertence aos.directores.
Secoill ell'elo Um meii nobre collega nao me fu o ob-
sequio de advertir, pelo que ihe licocm reconlicclinen-
tu,talvei cm um momento de distraeclo votasse por se-
iiiiiliame demonio, que se melteo boje na casa. I n
reclamo aalleneao da asseinbla, pero-lhe, que se lem-
bre, que seinelhante arbitrio nao esl de aecrdo coni
os deveres, COIU as obrgacocs do director ; que se re-
cord, ipie esta medida o vai por cm apuro, e rogo,
que isto se suppriina j voto contra sciuelhaiite pro-
posta.
O Sr. Maeiel Uonleito: Sr. presidente, a coniinisso
seguramente oilo lite pareceo, quo, apprrsentando este
artigo assenibla, havia, por assim dzer, sultado um
demonio na casa ; eslava persuadida, que lluha apprc-
sentado urna medida de utilidade ; o nobre inembro ,
(pie acaba de senlar-se, me parece nao ter relleclido
COIU toda a razao a cerca deste artigo; porque as olijec-
Voes (pie apprcscntnii, ao Indas particulares e lian
questlonou sobre asna utilidade: os prolssoiea teem
nina quilla marcado para casas; mas ve o illustic di-
rector, que, se por ventura uo liouver mu poder qual-
quer que inspeccione as proporres e o ajiistaniento
das casas s fuilCCOes, ipie leein de servir, pode beiu
succeder, que os 200/ ra. aejao applieados pira una casa
de recrcio e nao para coiiiinodiilade dos alinuiios ; is-
to al nao he novo e tendo-SC antes seguido o uietliu-
do de dar dluheiro aos professorea para alugiiel das ca-
sas tocio lanos os abusos que se pralicar.in da parle
dclles alllgando casas improprias para aula e so pro-
prias para o sen recrcio ipie o poder legislativo, ri-
se na neceasidade de alterar osa medida c dar um i
pequea cousiguaeo auxiliar do ordenado para este
lim di terminado; islo posto, quer-sc hoje, que os pro-
leasores,quc usa leein bstanle dluheiro para alugar es-
sas casas, leilho un BOCCOrro, ou auxilio para essa des-
pe/a : ora, parece, assim a priineira vista, (pie o alu-
giiel de nina casa nada lem coni o inelliodo de ensi-
llo, nada lem coma organisaeaodosestudos; mas quem
rellecllr bem em lodTis as eonsequencias ucessarias
do ensillo, vna que a cas i llu he cousa indill'ercnte ;
porque mi be indilleienie que a casa tenha moa
sala propria rejada e coiu luz bstanle e que .
podeudo admillir 4o ou ju alumnos admita ape-
llas 20 ou 80 : ora, perguntoeu, se sto he verda-
de se he verdade inconleslavcl, como de ficto he ,
pial a pessoa propt a para entender nessa questo ? Ku
pcrglllllo, sera o di li gado :' o prcMiliMe da provincia.'
o secri tai lo o chefe de polica .' n promotor publico ?
Seiihuiu (lestes; entilo quem? Creio, que o director ; l'oi
esta a ideia da coiuiiiissao : Clllcildco : lia, que o direc-
tor devia 1er esse arbitrio, de niaiieira que lio lsse li-
cito ao professor alugar casa, sein pivia audiencia do
director do lycco : ora, isi >, Sr. presidente, que acabo
de diier, proi a a iieccssidade C ulilidade da medida; mas
a conimissn, alm dessas raides de utilidade publica,
leve de mais a mala de eatrlbar-ac no relaioria da pro-
pria directora; lie a directora, quo aconselba rsscine-
Ihorainciito, que estabece, como de nreessidade, essa
medida ; e he deploravel, que a coiniuisso do orea-
iiieiito, em retribuicao da deferencia, que sempre tein
lido pela directora do lycco, receba depois urna espe-
cie de eiil'.id.menlo, de azediinie, da parle da direcloria:
a assembla lembrar-si -ha do facto aconlecidu por ou-
ira occaslao; agora suecede o inesmo: a comuiissao nio
fez mais, do que ciligir-Se oplllillo da directora. Olan-
lo s calumnias, quaiilu lis opiniues, mais OUIlICnosfa-
voravels, que se possiio faier, isso nao he bastante pa-
ra embargar o curso de Ulna medida, que se declara.
en.no un ; porque so deiluiidas, nao da ulilidade pu-
blica mis da ulilidade privado ; nas a coniniisso
entended que essas mesinas raides mo teem po-
der, in ni iiirr.i; porque o director do luco est ci-
ma de toda a especie de censura ; o director do li-
ceo inspira tal couilanea aludos oshomens, que nao
pude ser lachad", ueiu de parcial, iiein de cousa alguma,
que o possa deshonrar. Se, pnis, por un lado a medida
de mil, se ella foi recoulieeida assim pela direcloria;
se por oulro lado o arbitrio mo pode dcivir de ser exe-
culadu si nao em beneficio publico; se de mais a mais
lino pude haver coiiiprouieliineutu porque o director
esl cima de toda a especie de censura ; porque havia
a eoiiiinissai. icen ir de propio a medida .' NIO o poda
la/.er, e nao sei cuino se ebama a esta medida una es-
pecie de demonio sollo na casa.
O Si. Itirtiiit liarreto : ,\io devenios lomar como
olleusivos as palavras solas na casa, ixo calor da diacua-
Art. 35. Approvado. .
11 m li a em discussio o artigo 36.
0 Sr. I'iijueircdo'Sr. presidente, eu ped a palavra
para oppor-me ao artigo em diseusso, quedevolve as
causas da fasenda provincial para o foro commum; ar-
rancando-as do juizo privativo. He cora elleito bem for-
te a telina : u'eata casa j se tein por diversas veics aprc-
aentado esta medida, e sempre tein ella rnconrVado op-
posii io, e todava anda reapparece. Km o annapassado
mosirou-se evidentemente, que esta assembla Juo po-
da tocar as atlribuiees dosjuizrs dos feltos a fazru-
da; porque, assim como ella nao poda marcar Vs atlri-
buiees de tacs juizrs, tambe ni I li'as nao podia enarelar.
que urna tal medida, importando de um lado o cercea-
menlo da jiirsdicco dos juizes dos fcitos, inipoi lava por
outro lado o accrescimo de jursdiccao dos juizes do ci-
vel, pois que actualmente elles nao se julgio competen
les parajulgar causas da f.i/enda : jior tanto vamos en
trar em materias de jurisdieco de empregadns, que es-
lio no caso do artigo.... da intcrprelacio do acto addi-
cional.
A nobre commiasao, apresentando esta medida, deo
as suas razes no rrlalorio do projrcto; disse que a ex-
periencia havia mostrado a inutilidade. dos juizes dos
leltos respeilo dos lugares anude nio pndio elles ehe-
gar. Mas a conclusao, que desle principiu lira a nobre
coimnissio me parece illogica; he mais ampia do ipie o
perniille o principio. A conclusao, parecc-nie, devia ser
oulra; isto he, n de retirar do jui/o dos fcitos as causas
agitadas nos lugares, onde o juz nao poileSSC chegar;
mas nio todas us causas da l'azeuda provincial, inesiiio
as que hoiivereni de ser processados nos lugares prxi-
mos i sua silc. O juz dos fcilos nio se pude transportar
i lodosos lugares da sua comarca; ergo, tircin-se-lhc as
causas da lazenda provincial... Nio pens assim, tanto
mais, quanto sabemos lodos, que ha remedio na legisla-
cao para oecorrerao inconveniente da longltudc : o juz
dos fcitos lem mu remedio multo prompto, para accele-
rar as causas da fasenda provincial, anda nos lugares
longinquos,evem a ser, expedirordens,eprecatoriaa aos
juizes icrritoriaes, que sao obligados iimnedialanienle
a cunipril-as, como he expresso lias ordena de.... e do
al vara de 23 de agosto de 1753, e do de 20 de mareo de
l/i, osquaes, tratando dos juizea dos feltos, di/.ein, que
elles poderlo expedir precatorias, que devem ser logo
cumplidas nos lugares anude se aeliareiu os devedores
Depois, Sr. presidente, he de notar que multa vailtagem
resulla ao liseo de seren as suas causas tratadas pe-
anle o jui/. dos fcitos, e nao peraute os juizes lerrilo-
riiies; porque aqticllc nao se acha, como estes, ligado
cousider.ir.6es de localidades, (pie militas ve/es os ohri-
goa ser Tronos,ou coudcsccudculcs; inulto pdciu Influir
na mente de um juz territorial as relceles de amizade,
principalmente nos altos SerlOrs, onde os poteuiado:
melli ni nido a gente; lioui he,pois, que sejio elles cha-
mados corle, onde licao mais bizoiihos tal he a grande
razio da lei, que haramos despiezado s com o desejo
de reformar ludo. Disse mais a comiuissio leo).
Tambeui uo me parece concludente este motivo:
elle apenas seria razo paradar-se ios juizes dosfeltoa
mais olliciaes dejustir.a, e niu para cassar-sc-llirs aju-
risdiceo. Disse em lim a comiuissio, quc.havcndo a lei
esl ibeleeido os juizes dos fcilos para as causas da lazen-
da nacional, nio cuinpreheudco as causas da fazenda
provincial. Isto me parece apenas nina argucia; por-
que nos sabemos que a rxpressao fazemla naefoaai com-
prcliende tainbeui a fazenda provincial, porque a fazen-
da provincial he una parle que se eonipreliendc no
todo, eeill materias de jurisdico de enipregados crea-
dos por lei geracs para objerlos sobre que nao pdem
legislar as asseinblas proviuciaes, devenios entender a
lei de nina maucira, que seeslcnda lodo o imperio.
Mas (/u ./mi/..//, oque me parece irrespondivcl, he o
Seguntc argumento: ou os juizes dos fritos da fazenda
tCi iii.oii iilo.leciu a allribuieio de julgar as causas da fa-
zenda provincial. Se leein,nos nio Ib'a podemis lrarjse a
nio leein, nio Ih'a podemos dar; os juizes sao OS que
devem recoiihecer a sua competencia, c uo he esta as-
seinbla, que nio pode legislar cerca de malcra de
jursdicyio. Anda observan!, que, se com (licito pas-
sar a undida, leudo ;b causas da fazenda provincial de
seren tratadas no loro C0UIU1UUI, acontecer que, ou
ellas sera processadas por lodos os cscrvics que seril-
reiu pcranlc o juizo do fiiro coiiiiiiuin, c cutio Icreuios
destruidas as vaulageus, ipie o decrelo di* II de nbveill-
bro de IS.'Mjulgou conseguir reunindo as causas da fa-
zenda em un su cartorio ; OU coiiliuuaro a ser n'occs-
sadas pelo escrivo privativo, e enlio ser inqiossivel
que elle accilda i tantos juizes. A visla do que Idilio ex-
pendido, creio (pie a medida na > deve passar, c por isso
me animo a mandar a mesa una emenda de supprcssio
do arligo, c espero que OSta assembla lome cm consi-
deraran o (pie lenlio exposto, c que a nobre coinmissSo
acceile a emenda.
l.-se a emenda, cheapoiada. ,
O Sr. Alcanforado: Sr. presidente, eu fui prevenido
pelo nobre depulado, que liatn da malcra nielbor
do (pie cu poderla tratal-a; nada obstante, em ramo do
emprego, que exereo, sou obligado a expender a iiiinha
opiniio acerca do artigo ipu- se discute. I'arece-ine
que nao deve passar a medida proposla pela coiumissao;
nio s pela manifesta incompetencia dcsta assembla
mas, laiubein pelas dcsvantagrns, que no mcu enten-
der della lesullao.
O nobre depulado que Calln em primeiro lugar
moslrou salisl'icioriineulc nina e oulra cousa, c por isso
apenas farei .ligninas observaroes, que por ventura lli
escapario. Salanos olhos de todos (pie iimjuiz priva-
tivo, e por isto incumbido de julgar certas c deter-
minadas causas, nao sii pude mullo mcllior esluda
a legislaro respectiva, c eouslituir-sc una impor-
tan li. especialidade nesle ramo, mas como tambem
despachar com niais promptldSo c brevidade as causas;
liscallsar mais llllnuciosaniente o juizo, do que aquclle
que lem a seu cargo inaiur numero de causas, e de di-
versas e COinplicadTssilliaa especies ; alm dslo, o pro-
curador-iiscal, leudo Bulliente de dirigir-se a UUI ctcrl-
vao, pode,com mais pronipiido, oblcr lodos os esclare-
cimentoa uecessarios para o deseinpcubo dos scua de-
veres, adiantar as causas, e activar oa emprrgados, do
que leudo de dirigr-SC a diversos escrivies, que n.io
esli debaixo da sua immediata inspecrao e que piideiu
allegar uniros l raba Mos, c dilliculdades rcaes, para
que deein os eselarccun?iitos com brevidade, copossi-
vel andamento is causas; o que sein duvida deve-se ter
em luiiila consideraciio. Hutas vaotagens resultan do
juizo dos lejos, bem como o poder deinandar-se lodo, r
qualquer devedor na capital: V. Ex. nao ignora os em-
balaros que ha para citar 0 lioiuem que mora no inte-
rior; a piiiurira dilliculdailc consiste em haver mu juz
que queira mandul-o citar, (piando elle he poderoso
tou; e eu accrescentarei nutras, que reputo milito va-
liosas, que nao pdem deixar de ser attendidas ne|
casa. Quando eu toinei conla da procuradoria-fiacal
aehei todas as causas demoradas, em consequencla d
exigencia, que se la/ia.na reparlicio competente,do |m.
posto da dizinia; olliciei ao administrador da provin-
cia, dizendo-lhe, que devlad ser remediado essesemba-
rajos, fra de toda a razio; visto que a fazenda nocio-
nal coniprehendia, nao s a geral, como a provincial
o presidente assim O entendeo, cesta resolucio lo api
provada pelo ministro da fazenda, o Sr. Vlscondede
branles;: sabe a casa, que, pelas leis do sello, as le|.
tras negociadas com a thesouraria da fazenda sao Isen-
tas daquclle imposto; esta mesnia excepfio se cS.
leuden thesouraria provincial; porque se entendeo,
que na expressao -fazenda nacional- aecomprehendl
una c oulra fazenda : se a fazenda provincial lie di.
versa da geral, nio deve Rosar dos meamos privilegios
mas como os gosa, certo que esl couiprcheiidida na
expresso -fazenda nacional-, ecoiiseguiutcineiite o jui.
zo dos fcitos coinprehende, nao s as causas da lasca-
da geral. como da provincial, e nada se pode innovar a
este respeilo: por estas raides voto contra o artigo, epeh)
emenda do nieu nobre amigo.
lulgada a materia discutida, he o artigo suppriuil.
do, por ser approvada a emenda do Sr. Figueircdo,
Entra Clll discussio o art. 37.
USr. Alcanforado prope a suppresso deste artigo,
.lulgada a materia disentida, he o OrtigoSUppriinidu,
por ter sido approvada a emenda supprcssiva proposta
pelo Sr. Alcanforado.
Sao seguidamente approvados,scin dscussio.osani-
gos.'W, 39, 40, e II.
Entra em discussio o art. 42.
O Sr. Lope Gama oppdo-se ao artigo com o funda-
ment de (pie os cofres proviuciaes, pelo seu estado do
penuria, nio coinpai lavao a medida ni lie exarada, alias
lioa, e adoptavel no estado normal; islo he, quando a
receila anda a par da despez, e por conscqiicucia nao
ha atrasos nos pagamentos dos empregodos; mas, nao
sucediendo na actualidade islo.e podeudo os ordenados
dos servenluarios do estado licarein atrasados (i, ou S
meses no liindoauuo, seguia-se que ellos, para cobra-
rem.liuliio de solicitar verba da assembla, o que dar
lo;: ir a graves inconvenientes.
I.c-se a scgiiinle emenda :
(i Depois da palavra Irspczaacrcsccnte-sc,e que
nao seja com a frca policial, e pagamento dos ordena-
dos dos enipregados ; o mais como no arligo.l'edro
A Ic.randriiio.
Apoiada entra em discussio,
Depois de limito breves icllcxcs he o arligo regrita-
do, e a emenda a elle propsla.
II art. 43 foi approvado; assim como lodo o projeelo
em a segunda discussao, com BSemendas vencidas.
0 Sr. 'residale d para ordem do dio da sessio se-
guinle a inesina de hoje, e levanta a sessio. (Era mais
de i lloras.)
C 0 H II K 1 O .
COBItr.SPONOKNCIA D eilMln: K PROVINCIA.
Decididamente os tuborOes esto cm relacfio com a
praia, e teem, como ella, o nslincto de sangue: pois o
sailgUC do pobre preto nio leni alraliido oslubaroes.'
pois lem, si ni Sis. honteni ("2;")) andarn a brincar pela
ponte do lleciCc una tres ou quatio de coiiciiinilanria
coiu aqiicllcs esgares, que todos euiilieeeui a esses espo-
letas da praia. lie, sein tirar iiem por, um praieiro mu
tu baiao.
0 rapazio da praia andn hoje em grande alvoi'050
com as salvas (pie houve, e j.i haviio parabens, i|liando
derlo noticia que os tiros ero devidoa 1 cliegado de um
brigue de guerra ingles, que nutra pcrsonageni nao Ira-
zia seuio o cnsul ingle/.
Alfandegfa.
ilcndimento do dia _'ii.....
DeicurregaO 'aoje 27.
II ligueFelizinercadorias.
lia rea'casamento Felizidein.
.1:020/511
Mu Timen lo rio torio.
Aarios saliidos no dia 21.
Santa Catarina ; patacho nacional l.irramenlo, capillo
Antonio Doiiiingues Aires, carga dillereutea gneros.
Buenos Ayres; patacho sueco Erperimtnl, capitoReu-
tecrona com a niesina carga que Iroiive.
Marauliio e Para ; brigue ingles Calcdonia, capillo Tilo-
mas Irvine, carga lastro.
Nucios sahidot 110 rfa 25.
Rio de Janeiro ; brigue nacional S, AJanocl Augusto, ca-
pillo Mauoel Siindca carga diversos gneros.
Barcelona por Porto Hieo ; brigue liespanli.l Edurijes,
capillo Rafael Sllelos, carga algodao.
S. Mailn us, sumaca nacional Layarlo, capillo F, t. Car-
duzo Garana, carga lastro.
Kaviot entrados no dia 2.
Cotingulba ; G dias, liiale nacional especulador, de 88
toneladas, capillo Jos .Mauricio da Silva, carga cou-
ros ; ao capillo.
Falmoiith ; 34 dias, brigue de guerra ingles Gruan,
coiniiiiiiidanle Moiilgoincry. Velo pela illia da Ma-
deira : passageiro o cnsul ingles II. Coivpcr.
Editaes.
ano, para pie a cada instante nao leudamos de dar satis-1 mesilla que o nao seja, basta que tenha amigos, 011 te-
1.01 ede cutral na intrlligciicia de yncahulos,nio bcmlnha relacAes, porque os juizes nada l'azeiu. fogeui i
euipregados, as ve/es por mero descuido. Lenibremo-nos I comprmettiinentoa ; entretanto que, sendo as causas
que escapan iuiiiiineraveis cousas que se nio querem di-ltratadoa na capital, se icinovciu estes cnibaracos, por-
zei, e focamos um contrata tcito fpor assim dizer) de
nos au ollciidernios com expressoes que, eiu realidade,
nao le ni asna 01 igi 111 na malevolencia, De uiiiiha par-
le, tributo vencrarao ao illuslre deputado, e por estes
principios nao posso ter o lim de o niagoar. lie preciso
di/cr que, uuviudo fallar no director do Ijcco, iinaginei
que ju tilihainoB por ah alguma oulra cousa, c agora he
que i o arligo, e relllcto que rile me parece justo, lul-
guei que se me quera consliluir o arbitro das casas c de
M'UBalugUeiS para as aulas. Vejo agora que he iiuica-
uieute com a audieucia do director que se quer que se
Carao os airendaucnlos, para que a, aulas se tnineni
aullicieutes c coiuiuodas aos alumuoB.
\a ilispeccdo, a que proced, das aulas, nessa revisla
pie liz. achei que alguniaa aulas ot mo erao decentes
que ojulz estabclccido na capital leih mais indepen-
dencia; esl fra de cerlas relaroes c attences; ci-
tado o devedor por edilaes de dez dias, como per-
mitic a lei, progride o prucesso, al que seja cou-
demnado, c depois mandase promover a execurao; o
que he mais fcil, c nio pude ofl'ereccr as grandes de-
iuoras,que appareceiu desde o comeco da causa, at que
a parte seja condeinuada : se islo se acerescentar, que
a aceito do procurador-fiscal he mais (inmediata, e
prompta, parecc-inc ini ontest ivel, que a imidain'a ser
em deaproveito da fazenda : o nobre deputado lainbeiu
Calln multo bem, cerca de incompetencia, todava
accrescentarei duaa observaroes; urna 1 cerca da intel-
ligcncia, que se quiz dar a palavra -fazenda nacional-;
oulra, acerca do que tein acontecido com iguacs tcn-
D.iudo-se um qtiantilalivn sullicieiile para o alugucl de Ilativas.
una, asa sullici. ule, aula havia, que mais pareca Ulna i Diversas asseinblcas proviuciaes leein querido legis-
e>pi luiicii do que oulra cousa. Islo ni, sino se allcgou no I lar a este respeilo e leen, con, cllcit 1 promulgado lis
i.latorio feudo, por, i,,, o a.ligo ligeuan.eiiie, scnl.-i.l cerca do juizo dos fcilos, como a de Sergipe, e Pa-
ine turbado, conlesso-o; e escapou-mc o que cu nao que-, rali iba ; mas a assembla geral lem constantemente
na, cuse, uc expressoes. pie eu uics.no reprovo, erogo revocado estas leis proviuciaes; nao s porque cir-
io M; 1.1.h.grapho que naocscreva l.i scuiclhanlc demo- te.idlo como urna le geral, como porque davao altri-
i. oque Ibes nio he pcrinitldo. I boatlo, oreadas IUI qiiauthi "de 3:32oV(uu'rs.,"sob'iis'cla-
ud.i nacional coinprehende tgual-lsulas especiaes aba.vo transcriptas.
rovilicial; C sto nio se pode coiiles-l Os licitantes, devidainciile habililados, dever conl-
oes, que o nobre deputado apreacu-jparecer 110 dia, liora c lugar indicados, munidos das
nio (hilariladeyrralj
Julgada a materia disentida, he o artigo po-.to a vota
i, m. 1 approvado.
Art. 34. Approvado.
buicOea aos juizes,
A rspressio -- fazei
mente a fazenda pr
tar em vista das razes,
5=0 Illni.Sr. inspector da thesouraria da fazenda dcs-
ta provincia, aeliandn-se autorisado pelo tribunal do
thesouro publico nacional, para continuar a promover
na inesuia o corte do pao-brasil, na forma dos arllgos
do reglame!, lo de II de Janeiro de 1842, abaixo trans-
criptos; convida aos propriclarios dos terrenos, que
produsem este genero, c beiu como as pessoas, que qui-
zerem encarregar-se do corte nos terrenos dcnilutos,
para que al o lili, do crrenle auno venhlo api escotar
na uiesina thesouraria suas propostas. Secretaria da
thesouraria de t'eruombuco, 17 de malo de 184.. o oi-
llciai niaior Interino, guaci dos Santos da Fnnscca.
Artigas do rigulamcnto Art. I-" O corle do plo-brasil as provincias, cu. que
fr perinillido pelo goveruo, ser nicamente frito pe-
los propriclarios dos terrenos, quo o produzem, confor-
me as exig lulas das lliesourarias.
Art. 2." .No caso porm de que o proprieta, io n cuse
enearrrgar-se do corte, sendo euuvid.ido pela thesoura-
ria, a que o faca ; esta, depois de n ceber dclle i'( sposla
negativa, ou uenhuina dentro de um prazo razoavel, que
llie ser marcado, pnder (iicar.i gar o inesmo crie a
lueui se propozer a fazcl-o com mais vailtagem cm favor
da fasenda publica.
Art 3." .Nos terrenos devolulos, he per.uiltido o cor-
te a quaesipur pessoas, que lreni para isso dcvidaiuc:.-
le aiitorisadas pelas Ihesonrari.is respectivas.
Art. 4." O tribunal do thesouro sobre propostas, e
inforinaces das Ihesoiirarias, poder elevar o prren ac-
tual do corle do po-brasil al 0 mximo marcado na lei.
Art. 5. As pessoas, que se proposcrcm ao corle, as-
signar lerino por si, OU sen procurador, cm que se
dever declarar o prr(0 de cada quintal, e a quanlidade
que se obrig.io a corlar, subjeilando-se a nao Ira/.ereui
para o deposito scno po-brasil de superior qualida-
ile ; pena de llie ser regeilada, e qiieiiuail.i a porfilO,
que Cor qualilicada como Inferior. K prestaro, aii'.u
(lisio, fiauca idnea, salvo se frciu proprll tarios dos
terrenos. (j(j
2 U Illm. Sr. inspector da thesouraria das rendas
proviuciaes manda lazer publico, que, em cumprimenlo
d'ordcm do Exiu. Sr. presidente da provincia de 20 do
corrrulc, ir piara, no dia 20 de j.iiiho prximo Colu-
ro, a empieza das obras da matriz de Santo Amaro de Ja-




competentes propostas, conforinc o regulamento de 11
dejulhode 1813.
Secretarla da lliesourarla las rendas provinclaes de
Pcrnambuco, 23 de- malo de 1845. O icoretai io Interi-
no. Jo'w Valenllm Filela.
CUDIDUi ESPF.CIAES DA AIUVEM.VTAO.aO.
Ait. 1." Ai obias de reparo da inatrl da villa de S.
Amaro de Jaboatao far-se-nito conforme ao orenmento e
planos approvadus pelo Exm. Sr. presidente em 17 de
malo di- IS5, c pelo proco de trcscoiilos inventos e vin-
te mil iris. (3::!ll/0U rs.)
Art. 2 As obras principiarao no prazo de dous luc-
ios, c sern concluidas ni le dozc metes, ambos os pla-
zos cornados em oonforiiildado do art. 10 do rcgulainen-
io das arremata cues.
Art. .1." O pagamento far-se-lia conrorme ao art. 15
do precitado regulamento, sendo de 12 metes o prato de
responso bilidade
Art. 1" l'ara ludo o inais que nao est determinado
lias presentes clausulas especiaos, soguir-sc-lia inteira-
incnte o que dispe o precitado regulamento de II de
junhodc 1843.
ItrparticSo das obras publicas, 19 de maio do ISij.
(l engenbeirO cm chCfe, Yaulhicr.
O lllin. Sr. inspector da tlicsouraria das rendas pro-
viuciars manda lser publico, cm cumplimento da or-
deiu do Ksm. Sr. presidente da provincia de 2u do cr-
lenle, que nos di as 20, 23o 25 do prximo futuro inei de
junlio se lia de arrematar em basta publica, por lempo
de mu anuo, na forma da le, a laxa das barroiras das
pontea do Casanga o Wujary, sendo a prlmelra pelaquan-
tia .le dous cont* de rcis, c a segunda pela de uin cont
e quiulieiitos mil rcis.
As pessoas que se propo/.crein a osla arrcmalacfio
compareci na saladas sessiio da mesiiia thesoiiraria nos
dial cima indicados, competentemente habilitadas. I.
para constar se mandn allixar o prsenle, o publical-o
j>( io pelo.
Secretarla da thcsonrarla das rendas provinclaes di
Pcriiambiico, 23 de malo do 1845. O secretarlo interi-
no, Joo Valentim Villela.
Nao tendo coucorrido hontem licitantes para a ar-
rematando do acabamento das obras da capclia-mr di
atril da villa do Bonito, oreadas em dous coutos de
veis, o lllui. Sr. inspector tiesta lliosoinai ia manda l.wei
publico, que ir novainenle a praca dita empresa no dia
iii do jniilio prximo futuro ao nielo da. I. para constar
se mandn allixar o peseme, o publicar pelo pulo.
Secretarla da thesouraria da* nudas prnviuciaes de
Pcrnambuco, 21 de malo de 1845. t) secretario interi-
no, Jado Valmtlm Villela,
A cmara municipal data riil.uk dulterife, e leu termo, ele.
Fui saber, que pelo lixill. presidente da provincia,
oni olliciu de 21 do crlente. Ibe frao rciucltidas as sc-
guintes posturas addicionaes decretadas pela assenibla
legislativa provincial, das quacs a prime ira lera logo
vigor da data diste cm diante, e a segunda depois, qu-
lar marcado o prazo de' que trata o ai ligo 2.
A aueiMia legislativa provincial de Permmbuco, sobre pra-
pollada cmara municipal da ctdade do llecife, decreta a se-
y a iii le ios tara.
Art. I." lie prohibido, dentro do cidade cpovoacO
o Higo de roqueas, bombas, logeles busca-pcs c do
ar. As pessoas, que d'i lies luc cm uso, solfrero seis
mil rcis de mulla o tres ilias de cadeia, o o duplo lia
Incidencia.
Art. 2. Pleito revogadas as mais disposicdrs das pos-
turas approvadas pela presidencia cm viute c oilo de ju-
dio do 1841.
Paca la assomblca legislativa provincial de Pernain-
bii'-o, 17 de maio de 1815 Francisco di Paula Caval-
eanli deAtbuquerque Laeerda, vico-presidente. Franeis-
cn Xavier l'aes Hrrelo, I." secretario. -- irnardo HaMh
da Silva Vtrtira, i." secretario.
A asiemba legislativa provincial de Pcrnambueo, sobre pro-
poita da Matara nuntelpaJ da cidade do tteclfe, decreta as
leguintei posturas addlctonaei.
Art. I." Os que lio tiraren! liecnca da (amara muni-
cipal, liacoiilbrinidadc do artigo desonovo paragiaplio
quinto da le numero ceuto e viute, o artigo desenove
paragrapbo nuarto da lei numero ecutoe trinla c cinco,
sern multados em cinco a iriuta mil rcis.
Ait. 2. Acamara marcara por editaos o fallas pu-
blicas a poca enique scdevem tirar ditas licencas, nao
podendo O praso exceder trilita dias, contados doda
publicacSo.
l'acodaasseinbla legislativa provincial de lYinam-
buco, 17 de maio de 184. Franciico da Paula Cqcjilcanti
de Albuqaerque hienda, vico-presidente. Franciico. Xa
vierl'aet Hundo, 1." secretario. Bernardo Rabillo da Sil
va Percha, 2. secretario.
E para que cheguc ao conhecltnento de iodos mandn
a cmara l'azer o prcsi ule o publical-o pela Imprcnsa.
Paco da cmara municipal da cidade do Reclfc, em
2( d.-lkiaio de 1845, l.ni: Francisca de Millo Cavalian-
II, pro-prcsidcule. Joio Jos Ferrara de Aguiar, Se-
cretario.
em qiialquor administradlo, conforme a determinacao
dos arts, 23 e 24 do citado rogulaiiienlo.
Cidade de Olinda, 20 de maio do 1845. O cscrivao
Joto oncalvcs Rodrigues Franca. (20
Lista geral das cartas entradas no correiv em todo o mez
de abril de 1845.
AndrezaRodrigues da Silva, Anglica Faiislina de Si-
quoira, Auna Joaquina de Jess, Antonia Francisca da
ConcelcSo, Alexandre Manool Pendra M., AlbiuoJ'acbe-
C0 Fcrrcira, Aquille Lacoinbe, Andr Mariins, Angelo
de barros, Antonio Ananias barbosa, Asitouio Augusto
Pereira rilo, Anlonio .Velmiro Perrira de M., A.: ote-
llio Ponlinha, A. Coelbo de Alineida 11., A. Corroa M.,
Antonio da Costa Glllmares, A. Das Guimaraes, \
Ferroira llamos, Antonio F. Teixeira, Antonio Francisco
de Atrvedo, Antonio F. Cartollas, Antonio F. Moreira,
Antonio Pereira Vtiucs, Antonio Gomes Costinlial, An-
tonio Gomes da Cunda e Silva, Antonio Joaquim Antu-
nes, Amonio Joaquim Fiuza, Antonio Joaquim Ferrelrt
II., Antonio Joaquim de Freitas Guimaraes, Antonio Joa-
quim da Silva Maia, Antonio Joaquim Vianna Gagoiro,
Anlonio Joo liento de Sou/.a, Antonio Jos Antuncs Pe-
reira, Antonio Jos Duario, Anlonio .fos Mariins Harrei-
ros, Antonio Jos de Santa Anua, Antonio Jos S., Auto-
ino Jos Vianna, Antonio Luis da Costa, Antonio Lupes
Pereira /(asios, Antonio Marccliino Ayres, Antonio Mo-
reira Vinba, Antonio Monleiro Correia d'O., Antonio Pe-
ri'ira Burgos Jnior, Antonio Pereira Lima, Antonio Piu-
lo remandes T., Antonio da Ponte, Antonio Piulo da
Silva, Antonio Itodrigiies da Silva, Antonio Rodrigues
Vianna, AutouioSebastlao dos Santos, Antonio deSouta
< irno I.iina, Antonio dos Santos Moreira, Antonio'lava-
ros da Silva Caslel-BraiiCO, Antonio Victorino .Monlei-
ro P.
Ilernai nina llosa d'O. fiaduom, /'arbara do Rosario,
/.'.n ihoiomec) Colrinba, Bernardina Dias FcrrelraGrilo,
/i. los da Cimba, 1. Jos da Costa, ii. Pinto, Venanlo
Jos Esleves i.'oiinbra, //. de S Pereira da Fonsrca, //cu-
to Francisco Gomes, b. Jos Pereira.
Custodio Jo> Fernandos, C. Jos dos Santos, Candi-
do Jos Corle Vieira, ( arlos Fernando llibeiro. -
Dailiaiio da Assunipco Piros. I), liaptista Ribeiro,
Daniel Jos gos l'ei reir Maia, Domingos Francisco da Silva, Domin-
gos llenrlques Gomes, Duiuingos Jos deCarvalho, Do-
mingos Mariins, Domingos Pililo Fcrrcira, Domingos
Rodriguei da i.osla.
Evaristo Flix da Cosa.
Florencio da Silva i orgcs, Fernando Jos da Silva,
Francisco Pereira do Castro Jnior, Florentino Vellosa
da Silva M., Francisco Antonio nozerra do M,, F. Anlonio
lloullota daC, Francisco Anlonio da Rocha, I'. Cordoi-
ro, F. Correia Vieira, F. daC. Podro/o, F. Doillillguesda
Silva, Fianciseo Joo de Azcvedo, F. Jos de Alinda, F.
Jos AlllUIIOS, F. Jos Alfonso Nogueira, F. Jos Alvaros
Guimaraes, F Jos de Freitas, F. Jos, Gomes Jnior, F.
Jos da Silva lares, F. Machado, F. Machado o Cunta, F.
Pereira da Cosa, F. Pereira Piulo de II., F. Pereira da
Silva, F. Pinto de Monotes, F. Ribeiro Vianna, F. Vieira
da Silva, F. Xavier .Mondes.
(i>iil 2 O escriviio e administrador da mesa de rendas
internas proviuciaos desta cidade fas publico, para eo
nheciiiiento de todos os proprictarios de predios urba-
nos das 4 freguozias dosla cidade o Alegados, que no I."
de junlio prximo vindouro se principian a contar OS30
dias marcados por lei para a cobranra, bocea do cofre,
lia respectiva dcima do semestre decorrido de Janeiro a
juulio do correilte anuo, o,lindo csse prazo, iiicorrciu na
mulla de 3 por ceulo lodos os llovedores, contra DSUUaes
se proceder oxeculivanienle pelo principal, imilla c
cusas.
E para que cingue noticia de lodos mandn allixar
prsenle, o putilieal-o pela iuiprensa. llecife, 24 de
diodos de bronze de Oferentes qualidadcs, divans de
almofadas, esleirs, tapetes, casticacs eoin mangas, can-
delabro de bronze le 7 linos coui mangas, difieren tes
galanteras, mesa cninea, jogos de roltarelc o de ga-
iniio, lindos vasos do pona lana do Scvrea coni Boros r-
tilieiaes, c oulrossem ellas, canias de varias qualidadcs,
Iri'iuijs, gnarda-roupas, commodas, secretarias, lollle-
les, ospellios, escolas de cama, cabidos, lavatorios cotu-
ploliis, loucadores, mesas de cabiceira, ditas de jamar
elsticas, aparador, cadenas americanas, un louceiro
rijiiissimo o grande, porcelana tina, crystaes, loma dr
mesa lina, a|iparolbos para eli.i e cal do melbor gosto.
quadru dos inelliores^iulores, jogo de baga tolla, per-
lonees de oscri|itorio como sejao carleiras, mesas &c, o
inuilos objrctos uteis, assim romo un cari inbo de duas
rodas com os perlencos, cavallos c arrcios: boje
27 do crreme, as 10 horas da maiilnia, na casa da resi-
dencia do dito llliu. Sr., ra do Apollo. (20
' 1 O corrotor Ulivrira far leilao de un grande sor-
limonio de fazondas, do todas as qualidadcs, de calcado
inglez, laniancos portugueses, chapeos, ludias, o diver-
sas iniudeas, que ludo so vender por qualquer prero,
para liquidaran : quilla foira 28 do crrenlo, s 10 ho-
ras da manliaa, no primen o andar da sua casa, na ra
da Cadeia do llecife. '.
h. visos diversos.
maio de 1845
/,UJ Francisco de Mello Caraleanti,
fl4
CMI'AMIIA ITALIANA.
T II K I III O P III I.O-I) I1.IIUTICO.
Extraordinario i brilhante espectculo para boje
27 do eorrenf*.
Ultima represoularo da brllissiina o inleressaule pro-
lucro do llolliui
N O II M A.
O Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha, jais de orpboi c
a lienlll da dude di S. Anlonio do llecife e scu termo, iro-
riiuia de 'crnamhtirn, por S. M. 1. e C, que Heos guar-
de, etc.
Faco saber, que por este JdUo foi julgado Joo Ma-
no. I Casimiro de .Meuezes fura do oslado de reger sua
pessoa, e administrar teas bous, sendo sen curador ad
bona Joo Filgueira de Mcuesca, e por litse la/, publico,
pelo prsenle, para uiuguem com elle contratar sobre
seus bous, pena de nullidade ; o esle se passou por bem
de minhasentenca, proferidanos icspectivosautos,que
se cumplir. Iloeife, 21 de maio de 1845. FrailCilpO
Joaquim Pereira de Carvalho, escrivo, o escrevl.
Francisco Jo !o Ca ni iro da Cunha.
De laraces.
7 0 administrador da mesa de rrccbi doria do ron-
das geraes Internas faz saber aqiiein convier que u
mes de Juilho prximo futuro he o marcado para se
proceder: nova matricula do esclavos,coulorinc deter-
mina o artigo 7." do regulamento de II de abril de
1842, o por isso todas as pessoas moradoras nos tres
bairros desta ciliado o na povoaco dos Afogados que
possueiu escravos devorad em dito praso apresentar
duas relaces por ellas assiguadas, conteudo a ra, nu-
luero de rasa, nonios, id.ulrs, naturalidades, qualida-
dcs oceupaedes dos escravos, sob pena de lo a 30/rs.
por cada un, que deixarem de matricular, un queoc-
cullnrem aquellas cireiimslaneias exigidas, e ua multa
de 30/ rs por cada escravoque perteucer pessoa mo-
radora fora daquelle limite o que estivn ni al ligados
ou cm adininislrac.au nesla cidade, como declaran os
artigos 23 o 24 do citado regulamento.
I',< eebedoi a 15 do maio do 1815.Francisco Xavier
Cavatcanlldc Atbuquerque. H'J
I__o collcctor da dcima e mais impastos da cidade
de Olinda tai publico a qliem ronvii r, que no dia I." dr
jiiulio prximo futuro priueipiao acornarse os 30 dias
uteis, mareados por lei para a cobranca, a bocea do eo-
lio, na casa da cmara daquclla cidade, do 2." semestre
do correntc anuo lluanceiroda de. lina urbaua.e de todas
as mais llllpoSlcCS a sen cargo, r que, lindo i Sle piasu,
proceder execulivanieute contra os devedores, polo
principal r mulla de 3por cenio. Oulro siiu, fas saber,
que o inesilio mi'/ dejuuho vindouro be o mareado para
Be proerder nova matricula dos escravos, coulorinc a
lettra do art 7." do regulamento de II de abril de 1842 ;
o por isso todas as pessoas moradoras nesla cidade, r
mais limites manados para a dcima da mesilla collcc-
loria, que possuirem escravos, devenid apresentar suas
relacoes, por ellas assiguadas, coutendu a ra, ou ostra-
da, da inoradla, nomes dos rscravos, qualidado, idade,
naturalidad)* c oceupaeo, sob pona de 10/f a 30/000 rs.
de inulta por cada mu que deixarem de matricular, cu
que oerultareiu algunias das na de 300(I0 i s por os que pi rlolici reni lis pi SSoai IIIO-
iadoras jora dos dilos limites, e que cstivcioiu alligados
Penonageni.
Pollione, procnsul romano lias
Gallias
Orobcxo, cliefe dos Druidas
Momia, Druideza, lilba de Oro-
bezo
Mario, amigo de Pollione
cbefo dos guerroirosdruidas
.leoifi.
Carlas llicco.
Luigi GuitlOlli,
Margarida Lomos.
GiuscppcGalletti.
Anlonio Maximianoda
Costa.
(oros e coinparsos. Druidas, bardos, cubages, guer-
reiros o soldados gaulo/cs.
Seguir-se-lta o beillssiino c engracado ducto Vedi tu
questo pngnalc da opera
l'liiara de lloseinbcrij,
polos Sis. Luigi GuillOlli eGluscppc Gallelli. msica do
colobr' incitre lticci
Fiudar o divi rliinenlo com o inleressanlo e milito
applaudido 3." (inadro da opera
LUCRECIA ilORGIA,
uiiisica de Donitclti.
-. w argumento disto iuteressanle quadro ji fui exposto
ao publico por osle Diario, c portan lo lio intil fazer o-
ra recommeiidaco urna peca lo digna dos amadores
d'arle.
'Pinonageni. Adores.
Lucrecia i-orgia Margarida Lemas
Duque de Ferrara Luigi Guiztoni.
Gcuuaro Carlos llicco.
Presos de entrada, como de costunie. Os billieus
vendem-se na ra do llozario n. 30, priiuciro andar,
no dia, notlioatio. ____________ _________^^_
Avisos iminlimus.
2Para o Aracaly seguir inprolerivelniontc no dia
28 do prseme o bi'ale tiova-OUnda, e so recebe passa-
geiios, e alguuias iniudeas: Irala-se com Antonio Ro-
drigues Lima na Praca do Coniniercicio, ou na rua di
Cadi'i.i-Velha n. I, primeiru andar. (i
2 l'ara o Porto segu ini|irelerivelinenlo,uo dia 4 de
jiinlio futuro, o biigue N.S.da lloa-viuijcm, capitn An-
tonio Fcrrcira .\uncs : para 0 pequeo resto de sua car-
ga o passageiros, Irata-se com Francisco A!vrs da Cu-
nha, na rua do Vigario u. II ou com o capilo na
Prava. (0
.1 l'ara Lisboa sai no dia 4 juilho vindouro o brigui
portUgUCl Trium/diantc, capilao Silvorio Mauoei doslleis:
ipii ni niliser earregarou ir depassageiii,euleinla-si- com
os consignalarios .Menilos Sz Uliveira, rua da Cruz II. 0,
ou COIll o referido capilo. (J
3=Para o Rio Grande do Sul seguir breve obligue
Cuido l., por lerpaito do sen earregainonto : queill
no iiiesnio quixer carregar, pode entondor-se com Anio-
lim huaos, rua da Cadeia n. 45. (4
3 Para o llio do Janeiro seguir breve o brigue Prin-
cipe Augusto, por ler parte de SCU carrcganiento ; quem
no iiicsiuo quier carregar, pude tratar com Aluoriui ir-
mosua rua da Cadeia u.45. (4
* Para o Ass, com escala pelos Touros est a sa-
bir o brigue-escuna llenrigutia : quem qalzer car;e-
nar, ou ir depasiagenV, unqa-s uo tdpitai) ou a
Novaos \ Companbis ua rua do Trapiche o. 34, fe-
glinilo .oiiiir. S
1 Freta-ac urna barcaca para o Rio Grande do .Nor-
te : a tratar ua rua do Crespo II. II. 2
Le; loes.
4 t) llliu. Sr. cnsul do :i. M. F., leudo de retirar-
le temporariamente para Portugal,far leilao, por nter-
vrncao do corrector Uliveira, da mais esplendida mobi-
li.i, que esle asseviia ler vendido no decurso de minios
anuos n'esla cidade, cousisliudo em cadeii ,is de augico,
de jalaran la e de lUOgllQ com asseuto estufado o sein el-
le, >ofis estufados, mesa- de meio de sala com podra,
cadenas de balauco c de bracos, consolos, canaps, cau-
O CLAMOR PUi.I.ICO.
I.i saldo luz n n. 14, o se aelia venda na praca da
ludcpendoucia lis. o 8.
Roga-so ao amor do annuneio do Diario u 114 com
as letlras I. I. < I.., declare, pela niesiua folba, se se i u-
lende cun Joaquim Jos da (.osla Leilao.
= Deolara-se que o auiiuucio das Icltras J. J. da C I..
nao se oulcndo com o Sr. Jos Joaquim da Costa l.oilo.
= Quem tur seulior de mu niolrcpie Cassange, que
diz perlenccr ao Sr. Jos Ignacio, lenga, o cbainar-se Folisbei lo, dirija-so povoaco do
Poro da Panilla, fallar Joo da Silva.
1 ATTF.NCAO !
Troco-so bilhelcs da I." parte da 3." lotera do lloza-
rio por outros da lotera do Guadelupe : quem os quizei
trocar, diiija-se ao Iloeife, casa de cambio do \ ieira. (3
1 Na rua d'Agoas-Vcrdes n. 40 lia pessoa gil que
se rncarrrga do tirar passaportes para dentro c lora do
imperio, o o faz por menor preco que i-ni nutra qualquer
parto, o bem assim para despachos de escravos; taiuboiu
se encarrega de cobrar qualquer divida dentro da praca,
e d idneo Dador ludo, fazeudn ludo com a maior
proiunlidSo. (7
Os abaixo assignados, Paulo Jos de Alineidae llir
nardo Rodrigues Gramo Cosa, liieio una sociodadi
em nina venda no aterro da lloa-vlsla u 88, sondo todas
as transaccoes fcitas para a mesina debalso da urina so-
cial de Alnieida o Coila, lieando encarregado de lodo o
giro de negocio, lauto de compras como de vendas, o
socio (osla, c o socio Alenla so responsabilisa por to-
dos os dbitos contrllalos por elle al esta dala.
Alnieida S Cosa.
I llout...... 2(J do crreme, pelas (i lunas da ma-
nlia, chegaudo-sc ao porlo do abaixo assignado una
inullirr de llm.io e saia prcta, lile fiirlou do pi scoi o d
nina sua lilha uieiior Iros vollas de confio de ouro com
nina iuiagem da i onceieiio do niesmo, cuja inulher fol
Vista pela visiiilianea, C pelos signis que do, o abaixo
assignadn, ponen mais ou menos, sabe quem foi; po-
rni est cm diligencia de verilicar a cortesa do fac
paia a poder perseguir rom o rigor da lei, sendo na
queira entregar sein essa foruialidade: roga-sc qual-
quer pessoa, a quem lr ollerocido oobjoclo, de tomar i
avisar ao abaixo assignado, Pili l'ua-d, -Piulas n, !l(i.
Joaquim Lupes de Almeida. (13
I ts Francisco lavares lanicia embarca para O Rio
de Janeiro o su eseravo l.ui/., erioulo. [2
3 Precisa-se alugar uma preta forra, ou captiva
para comprar lia rui o vender doce c bolillbos, dndo-
se o sustento e 320 rs. por cada dia; na rua da Man i/, da
lloa vista ii. (iS. ,4
LOTERA DI. N. S. DOLIVRAMKNTO.
3=Pago-se os bilhotespreiulados da segunda parte
da segunda nova lotera do Livrainento nos dias 23 o 24
do oorroule mez, na rila dos Mari) i ios sobrado II. ti,
priineiro andar, das !l as 2 da tarde; o contina o paga-
meulo as qii.ulas o sabbados na rua do Livr.uuenlo
botica n. 22
13M. S. Miwson, cirurgio dentista, lia quatro au-
nse meiu eslibolocido nesla cidade, COllliuua a pros-
lar-se rom desvelo a lodas as oporaedes de sua arle, e
de novo se olierece ao respeitavel publico com uin boiu
sorlimriito de denles do ultimo gosto ; as pessoas que
desejo iitilisar-se de sen presumo pdem procural-o
em sua residencia rua Nova n. 2, segundo andar.
1 No dia 24 do enrenlo mez, das 3 para as 4 horas
da larde, drsappan eco mu cavallo ala/o, com a lenle
aberla. una lislra branca lia testa al o bcieo, Iros pos
(airados, a sarnelli i tarjada com lacela, dinas gran-
des, O cabo com pido, OS jolbos rilados ; com Ulna Cali'
g illia 3 libras de baealbao, amarrada na dita canga-
llo!: quem o adiar, dirija-se rua Diroila, n. 53, t|U
ser graliticado, pois lie de mu pobre boiiicm do
mallo.
3 Precisa-so do un caixeiro, que enlenda do fer-
ragens, e que soja hbil para balco: quem estiver ties-
tas circumsiancias, dirija-so rua da Cadeia, U. 50, a
tratar com Jos Dias da Silva. 4
sOS ., quo por engao Ilrou uma csrta d eor-
reio. linda do Sal pelo vapor/mpera/ris i pata Anto-
nio Julio do M'driros queira fa/er o lavor de entre-
gala mesmo que teja abeita na prava da boa-vis-
ta i. U 5
2 Precisa so da quantia de 1:500* rs. a premio,
de cuja quanlia se lypolOea un pridio do valor de
7:00l#der* livre edesumbaracado : quem ti vern
nuncio pata le procurad.). '
o na/.aiu:no N. mu.
Estar a VOllda ao meio dia nos lugares do cosliinie.
1 Rafael Fernandos d'Abrantes, subdito Portugus,
relira-se para i.isbia : e se alguoin se adiar sen credor,
app.uera na rua da Cruz, luja, II. 35, uo praso de tres
dias; o vende-so dina niaiqiic/.a, lucia duzia de callej-
ea s, o nina iiiesinba, por pceo coniinodo, e por se re-
tirar o dito cima. b
I Precisa-se de uin hoiuein nacional, ou estran-
goiro, que soja livre do familia, e de liador asuacon-
ducli, para l'eilor, o que soja porfolio em ludo quaillo
portrucc ao servico de otaria, para porto da piara : quem
rstivrr nostas ciremustancias, dirija-se rua larga do
Rosario, junio ao quartel do polica, padaria u. 18. (i
1__Precisa-se de un boiiicm, que tcnlia perfeito co-
ubei inieulo de padeiio: quem esliver neslas circuuis-
I niei is, dando fiador a su i conduela, dirija-so a rua lar-
ga do Rosario, junio ao quartel de polica, padaria nu
ero 18. 5
1 Tondo desapparecido do sitio de Manool Antonio
de Je/iis. em 27 le abril prximo passado, d >us eng.i
ados, Francisco de Vivnos, o Joao l'olioiro, fallando
nesla mesilla ocoasio, dous quart ios do servico do idCS-
11ii, sitio ; anmineiou-se a fuga de mis, e folla dos am-
acontoceo, pois, que osles engajados nao esca-
ilancla v olivldade do llliu. subdi legada de
Sanio Anillo, o viudo estes reiliottidos ao lilil, chrfe do
polica desta < dado, e por este recomidos a cadeia d'al-
li, frao chamados a coneiliajo, para cumprircui o
Bontrato, on Indcinnlsarem no abaixo aisignadn; e pe-
anlo o llliu. juiz de paz dissro, que tinho sido se,lu-
idos, o que csiavo prouipios ,i cuinprirom o contrato,
e indeiuiiisaeao ilo lempo, que eslivro alsenles, do
que se lavrou termo, cm virludo da anal, li'no sollos;
indo para o sitio do abaixo assignado, ua mandila do
da 20 do COI icnle, acunleceo evadir-so uin dos dilos
engajados, por nonio Joo /olieiro, com os signaos se-
guidles: bstanle claro, rosto couquido. sein pona de
barba, representa tor 18 a 20annos de Idade, cabello
corrido, c pelo; e pelo que se tem podido collior dos
ouiros, foi este o eoiisuniidor dos qu.uians, que ja us
bavia vendido, (piando d:t prlmelra VCS foi pegado. Ko-
ga-sc todas as autoridades polica, ijucni o conbe-
olmenlo do dito engajado possa ebegar, o inaudom cap-
turar, e preso que Scja, 0 reuiellao a secretaria da poli-
cia desta cidade, para all apresentar os motivos da se-
gunda inga. Manuel Antonio de Jczits 28
1 Jos Amonio de Azrvedo Sanios declara polo
prsenle, que nao le responsabilisa por cnilsa alguina,
que fin' pedida, ou lomada em leu nonio, sein que se
Ibe aprsenlo billiete, ou assignatura do son proprio
punlio ; visto consiar-lhe, que pessoas ha, que se teein
servido do sen crdito, para coutrallir dividas cm son
nomo. 0
'.i iiiiu precisar de nina ama para casa, para co-
zinhar, lavar, e comprar, pode procurar na rua do Fu-
go u. 18.
&
^Cauteihis contra as lalsi-r-
icacocs.
S? Constando a mxdron & o. qno em ri-
^ giimas lojns tiesta ridnile BO vciulo un rap
^ rom :i falsa ileiioiiiiiiacao de RAP REA
B PRETA o com astuciosa imitacjio, nlo so
Sj dos bolos, rtulos, c sellos de sua fabrica ,
=g como lio proprio nuinc ilns iiiiiiuiirittnlrs la- ^
j$i rom soiiMite aos seus freguezes e ao pu- ?.-.
^ blico, que, cm resguardo de sua piopiieilade ^
-< c dos seus di re tos todos os lilos e meios >^'
botes de setl Pap levan por extenso a tirina &'
annunoianlcs midboji ao, e rogQo a $.
seus freguezes nSu confundAo sua lirnia com
& os nonios de Mmiro e /.', Mulbom g. 0.0. aventados para Iludir no publico por *
^ esle meio, digno do seus anclotes. Por tan- B
i5- dos
.,-< lo qualquer oulro rapo que so aprsenle de- ps
* baixo da denominado de II APF.AItlvV PRKTA S
^ lio una falsiliraoo dos protluotos ta fabrica ^*
S de meuiion
' proprictarios
i% PRKTA tanto
niaos
passrn a vi
pri
i c. inventores, o unios ^.
das rubricas de RvPfi AR.V @
no liio to Janeiro, oonio na >*
'^ Haba, o nesla Provincia, o rogffa aos Sis. K
^compradores, o com ospooinlidndc os don
R interior i/a Prorincia para ondo consta aos ><
j annunciuntcs terem-so l'cilo grandes remes- >'
sus se acnilolloni ooiilra a fraudo, pois"
H mo irooo, e iii'in se responsabilisno pe
& qualidade dos botes que uflo lenh
"<^ firma : o proco he de I^OOO rois a libra, e ^
S uo se vende menos ile > libras. ;$v
iso pela '^i'.
lio i sua te
ill^IJItON & C. 1
0<5
UUITO IMPORTARTE I Al', A 0 POVO DE PERNAMIiUCO
18lie espantoso o numero tos nossos semelhantes,
que cada anuo sin i limbo a molestias que. se fusiona
trilladas siuiplcsuicuic sorio iiiutla vivos. F.ulro mis
oslas molestias sm gcraluieuto a phtbvsiva catharros .
Indigeslao dvspepsia apoptexiu fobres de toda a
especie assim como iuleriiiilleules, bilis, ese tilatiua,
goda molestia to ligado ploiircsi iullaminaries ,
paralisla, hydropesia, bochlgas, sarampo, lombrlga <,
dvientorfn, er^'iipelas, Incbassos de pos c pernas,
liemnrrboiilas. tura as molestias desenlilas.
Mudas destas molestias sao radicalmente curadas o
Indas aliviadas COIll aquella celebre medicina popular
to Dr. Snoll e as pilulas vogolaes do Dr. Brandreth.
Itoooimnoudamos a lodosos doentos pois nao re-
qlier resguardo alguiu. Na Inglaterra o nos Estados
Cuidos estas pilulas lem sido o uuico remedio de nie-
las familias por longo lempo, liraudo senqire o tU'soja-
do filll, re.siabeleeentlo a salido.
Na corle o as provincias tciu uma exlraceiioenorme,
o sao reccitadas por mullos dos mdicos mais habis do
brasil.
Acaba de cliegar uma nova porro tiestas invaiua-
veis pilulas, aos unieus agentes para Pernanibueo J.
Kellor ttlu o vendein-Ho nicamente por autoriacio dos
ditos agentes, ua botica fiancesa dos Srs. Saissol hiC.
na rua ta Cruz II, 22, ao proco de hRjOO rs. cada caisillha
de ambas as qualitladoi
is mu
IIO SCI
dos nico
L
ao publico tpio
dverlindo-se
is veril iibii as pilulas vegetal I sao enilii lidiadas
reeoitiiario, feehado com o iodo em lacre prcto
,i
nies pi lo Brasil no Itio de Janeiro.
ueilinn Hoza l'essoa de Sicuiei-
ra Cavalcanti firito, temi ie proceder
inventario, pelo carlorio tic orphSoa
tl'csta cidade, cscriv&o l'eieira, dos bens
ipie l'uiao tic sen casal, por fallecitncn-
lo do su marido, Anlonio Joiupum ( or-
ea de liiito, convida os credores d'cslc
tistifcarcn suas dividas por aquella
inesmo carlorio.
2 Precisa-se de un bom cozinboiro para bordo de
mu navio, que breve segu para Portugal; aiuiun-
i le. (,\
3 Aluga-se a sol da frente do priineiro andar do
labrado da imo.-a das Cruzes n. 14; a tratar no tnes-
tliu l>r..ii>. 3
13 Alugu-se uma escellente casa na rua do Sevo
I i perto do Colleglo 3. Antonio, aonde se acuo
as chaves ; a tratar na rua Isigado Rosarlo n. 48. (S
3 Na rua da Cruz, n. 0, eilsteni duas cartas para
os Sis. Jos Rento Altea dos Sanios e Silva, e Jooda
Cunba Naves, viudas pelo PeiifMrn FW da cidade do
Porl. -i
3 Da esa do ahaxn assignBilo desappareceo um
i.dio de n i i eJol Antonio nodiu 20 do correntc ,
o q>. al Ihe Inri reun mo ultimaint nte d Mara'dio o
tem multo saliente um dos denles do lado esquerdo :
lueiu o encontrar, a o lor aotregar na casa do Hospi-
cio n. 14, lera uma boa recompensa. Jeronymo Mar-
Uniano Figueira de Mello 7
t o prufeasor publico de primelrai lettrns de I'ra-
le-Porlas precisa alngHr uma tasa terrea ou um
primeiru anJar.qua toaba sala sufllelaate para monlar
auin: a quem convier, cuten ia se com o mesmo ou
annuncie. 5
- A pellos,que nodia 21 do do correntc procurou o
inspector do Arr.iial na sua casa e nao auiz dizer
o negocio quelidn, iiem diier quem era sim di ijns morsvs yurj as partes do Su!; ni 1 so ignora quem
soja; por isso pode iiiaiuiar busciirs respaila do inga- '
ci que foi ver pela pesaos que l o inandou, qun
orompla .' i*r dada. 7
Porfirio Pereira Vianna remelle pan o Rio Oran-
do Sul os negros Tilomas, Francisco e Mara, entre-
gar a scu irnlior Porlirio ferroira tainos. >
Irronda-se, ou traspassa-se por loro, mu torre-
110 no lupar ta 'forre, com -VO palmos tle frente c 1200
fundos, ja t-eroatlo c limpo; na rua .Nova, aiina/.ein
57. (4
NOVA FABRICA Di: MACHINAS.
1) oslab locinicnto dos engenbeiros e inaebiuislas Me.
Calluin iit:., na ruado nrumu lieS, acha-secompeten-
teniente lliOUlado a moderna pina o concert tle niacbi-
111- de vapor, modulas de calina o qualquer oulro ma-
cbinismo. No niesmo fabricJo-se i.imbeui, com .1 maior
peifeirao. inoiiilios o pii ns.is de mandioca, aguilbes e
cliuinacolrai de rodas de agua, vcios c outras pecas para
serrarlas, paraftisos de iodos ostamanhos, c qualquer
specie de obra de ferrero ou machinista, (10
l i


-- -
*?
4
Po-fe 300,000 s. a juros sobro hypolheca cm
algumi cscrava quesaiba cosiuhar, cii^uininar o co-
ser, flcand) 01 servidos da dita escrava polos juros,
ruada Cooceifioda Boa-vista n. 9,
Alugs-se o prlmeiro andar do sobrado n. 15 da
na de Ap iii no Recite, oom tuilicientcs commodos
pora ama lamilia u costilla fra ; o quol ho milito
rejado por pceo mallo commodo; a tratar na ra da
Palma sobrado da esquina logo ao sabir do becco
do Pocinhe.
!! ;. 87 do correte, as 3 horas da tordo na pra-
C do l)r. JuU do Civol da pricneira ara na ra Nova,
*e haO de arrematar" esclavos 5 pequeos de 10 a
12 ancos.
Alu:a-so urna casa do lado da sombra muito
fresca comsalas, 3 quartos quintal grande e ca-
cimba sita na ra do S. (oncalo da liua vista ; a tra-
tartar na ra da Alegra n 34
= Joanna de S. Lourcnco Juslinianna i'inbarca para
o Uto do Janeiro oscu cscravo pardo, do nomo Anto-
nio.
1 Quem quizer dar um cont do ruis sobre urna
hypoth ca em urna casa litro e desembarcada annuo-
clo por esta folha. 3
i Joaquim Jos Altee M< Dleiro re lira-so para Por-
tugal, a tratar de toa taode. 2
1ii-sc liinhciro a juros com prnhoros de ouro e
prala metmo cm pequeas quentias; na ra da Praia
n. 22.
iA D M. Itcdet vai Babia.
1-- Alupoo-sec-cravos posaantei, proprloi para o
trauco de urna padaria ; no Atierro da i'.oa-vita 0. 6,
prirnciro andar. 3
2 Por constar a abaiio assignada nibadopri-
meiro matrimonio do capitao Pedro Jorgu du Sousa ,
quo sua madrasta c lilhos desla estao tendendo a pro-
prledade de Agoa-Frfa, quesea dito pal deixou em
testameolo a sua sobredita madrasta com a enndicao ,
do, so ella passasse us secundas numpcias, ou (alleeesse,
passaria a referida p.'opriedade nos herrietroi delta tes-
tador ; por isso a annunclanle como fillia do testador,
e por tinto tamboril herdeira, faz publico, que sua ma-
drasta c seus (Uros rao psto cutonsados para ven-
derem a parte da sobredita propriedade quo pertence
a anunciante ; e por tanto, quem quizer comprar a
supradlta parte cntenda-se com a annunclante ni tra-
vesa do Lobato n. 12. por detraz da ra do S. Tho-
resa. Auna Marta de miza. !
2 Aloga-se urna rasa terrea na ra dj Conceffao
da Boa-vista rectificada o pintada de doto cosinba lo-
ra cacimbao qmutal multo grandi o murado, por
preco coimnodo ; a tratar na ra do Hospicio n. 21. 't
2 AlUglS-IO duas casas na Solodade da pait" da
sombia rom duas salas .1 quartos collona fra ,
quintal murado ; os pretendentes diriJSo so ao seu
dono, o N'i.irj un caa do cambio nu liedlo OU na
Soledad?, nacasado mesmo Viera. 5
2 A senliora Mara Jos do Sacramento queira \ir
a venda da la da Cadola dj Rcclf D. 23, a negocio de
ICJ interesso 3-
2 No dia 7 do corrento mez so ha de arrematar
nin cscravo velbo do lervlcu de campo a puila dx l)r.
Juii do Civol da prfmelra vara, Silva Nons na ru
Nova ; quem o pretender compaa por ser a ultima
pra(a.
2 Aluga-sca luja da casa da ra do Noguelra n. !6,
cora quintal e cacimba com muilo baa sgoa ; na ra da
Cruz n. 0, piiuieiru andar. 3
'i Aluga-so o prlmeiro andar da caa da ra do
Queimado n. t'i ; qoam o pretender diiija-sc ao se-
gundo andar du metm. casa. 3
i Procisa-ae alujar urna preta para o si rvlco de
caiaerua; na ra do Oucimado n. t'i, segundo un
dar.
2 Aluga se o segundo andar de u-n sobrado na
ra larga do Ilusorio, com toto e bastantes tommodo ;
r unta casa terrea na ra da Conceicao com cacimba
toda prompta de novo e tem muito bous commodos;
u tratar no Atierro da Itoa-vista n. 1 5
2 Um mero asss habilitado para < nslnor primeiras
ledras, p.iis tcm > preparatorios, latlm, (reiicoz o geo
metrla, ulTereeo-ae a algum senlior oe cogcnlio qu<
quolra oais commudamento enginar seus Olbos; a ilu-
tar na ra Dimitan. 18, segundo andar.
i-- Precisa-se de um calxelro que entend de ven-
da o il fiador a sua conducta; quem esliver uestes
etrcumstaaciaa, annunoie. j'
8-OSr. J. J, C. L. techa a bondade de pagar aquel-
los I0j2i0 rs. que nao Ignora ese o nao litar oestes
3 dias veril o seu no/ne por extenso fiesta fullia. 3
2= Prccisa-se de um moco Porlugurz que saiba
traballiar era padaria e tomar canta de urna lieguczia
de tender p5o aqu mesmo na piafa ; as Cinco-Pon-
tas n. 32.
2 J. J. Paglls retira-se para o AraealT.
2 precisa-tedeum oaiseiro Portugus de idado
de It a t ti annos para urna venda nova, o que da
misma ten lia prallca e i' fiador a sua conducta ; na
ra da Aurora n. '.S, ou nu ra Fumosa n. i. 4
No bule iiim da rtta das CfUZCS n.
33 faite m-se jactares e almocos pata
fra com lodo asseio e nromnltiAo por
preco limito commodo. 5
Compras.
3Couipro-se effectltamenlc para fra da provin-
cia cscravos do 14 a 0 annos sendo de bonitas figu-
ras pagSo-ao bem : na ruada Cadeia de S. Antonio ,
sobrado do um andar de varanda de pao n. 20. 4
2Compra-se (ffcitivamei.le papel de diario o di
outro para cmbrullio a 3200 rs. a arriba o a lbu
rs. a libra ; no la Nova venda n. (j. 3
. 2Cumpia-se um iito Liviu em meio uso ; na ra
estrella do ltosaiio leja de cera n 3 2
2Comprase um sellim usado mas que esteja
prompto com os msis pertenec ; na ra ua Ctutci
n. 38, se dir quem precisa. 3
I Compra-se papel de diarios e de outro qualquer ,
que sirva para embrulliu a 3200 rs. a arroba ; no de-
posito de dasucar defiuute do boceo da Caoba. 3
Vendas.
MU INTBRB8SANTB AVISO
principalmente a c/-se dos Sr$. latradores.
4Vendu-se ua toja de J l'.arduso Ajres, nu la da
Cadeia do Itecile urna obra publicada no Kio de Ja-
neiro cm 1643, intitulada Iticcionario de Medicina
Popular em que se dcscrevem nu. llogoagen accom-
inodada o intelligencia das pessoas o Iranbas a arte de
curar; os signaos, as causas, eo Iralamenlo do todas
as molestias tanto das que afleclo aos braucos, como
das que so ac.'mmeltem os pretos ; os soccorros que
se deveo prestar nos accidentes grava o sbito, cu
ico eos afogados, as phyxiados luimiuadus de raios,
Se. &c. ; o meio de descobrlr a lalsiflcacao do vinho,
o dos alimentos ; a preparaejio dos remedios casciros ;
as plau'.as uteis e venenosas, 'c. ; polo Dr. Cberno-
s. Dous v.liunes cm quarto, contendo 910 paginas ;
preco tO.fOOOrs. em brochora, o 12^000 rs. encardena-
dot, lo
11 ATTENgAO!
Vende se a 140 o lo rs. o covado de chita di-
lus finas oscuras o 220 rs. u covado chila a I&0 rs. o
e ivado madapolo a to o 180 rs a vara, ditos Q-
noi a 200, 220 e lio ra. pannos finos pretos e azues a
-olio rs. o covado de urna linda vista, servindo o pil-
meiro para pannos de prelas o o segundo para farda-
mento du pagem molos chales de cissa de quadros a
" rs, do 15 covados algodao trancado azul mesclado a
'40 rs. o covado zuarte azul do vara do largura a 260
rs. o covado muito boa la/enda para pretos, lencos de
csssa pintada a iCO rs. algodfio liso do muito boa
qualidade a 160 rs. a vara dito americano largo a 220
rs. a vara muito enenrpado casimiras de quadros de
bom gosto para calcas a 1200 rs. o covado castores ,
ou riscados trancados de quadros a ato rs. o covado de
muito bom gusto para calvas pecas do bretanha de
rulo a 1800 rs. ditas de madapolo a 800 e 3400 rs.,
ditos Anos a 4/, 6200 e 'ilion rs. apeca, madrasta lino a
S/o 5400 a peca, ditas de cbilas a 5'00, SaOO e 0/ rs. ,
oscuras bretanha lina de puro Iinto a 040 rs. a va-
ra esgui.ioda mt-lhor qualidade du vordadeiro llnbo
fino a 1500 rs. a vara c ssa de quadros para babados
a 3^ rs. a peca cortes do vestidos du seda cem flores a
,'I0, is. o corte mu rica fa inulto encurpada a 3O e ou rs. o covado, cambraias
lisas muito linas, de vara e tanto de larguia a C00 e
SOilrs a vara riscadiuhns trancados a 200 rs. o cova-
do ; adverlindo'aos compradores que todas estas la
sendas sao lunpas e de muito boas qualidades alm
de cutas mullas fsandes por barato proco ; na ra du
Collegio u. 1, loja de Antonio du Azcvedo Villarouco t
Irmio. 30
b Vendem-so lindos cortes de chal do melhor gos-
to a ;(i.; rs. o corte, com listras de seda cambraias
de listras adamascadas a 520 is. a vara chitas france-
sas muito linas de vara do largura e de bonitos pa-
lios a 40 rs. o Covado( escocezde algodao para ves-
tido a 300 rs. o covado brim trancado de superiur
qualidadu, muito encornado sendo do puro liuho, a
10 rs. a vara ; na ra do Collegio n. i, loja de Anto-
nio de Aievedo Villarouco # liino. 0
2Vendem-S0 as Aventuras du Ito'.tinsoii Cruso; or-
phaa inglesa; o is Viagens de Anlenur, ludo em por-
luguei; na iua estrella do Kosario n. 3. 3
1\ ende-su um suitiiiiento du toaihas de linho ,
linas e adamascadas para mesa em largura de duas
varas u em cumplimento uo duas varas e (ineia at 5
ditas, as ultimas com 2'l guardaiiadus bein grandes ;
panno de hubo em petas du 18 varas ; velas da esper-
inac tu em caital de .."> libras de u ti em libra ; em
casa du II .Mehrtens, na ra da Cruz n. 40 prlmeiro
andar. 7
2 V'pi.dcmse riscaros franceses, de quadros, pan
vestidos e Jaqueles o 40 rs. o covado, riscados tian-
{jdusde quadiun para caifa a 20, 360, 400 e 440 rs
o covado castor escuro a 200 rs. u covado fustao
pintado a <>20 is. o covado Lu m oscuro liso du linho,
a '.'80 rs. u muito lino a 400 e 410 rs. a vara dito
liaucado escuro do algoduo a 400 rs. a vara, ditutian-
fedu oscuro de listras do puro linho a C00 rs a vara ,
bretanha de linho fina a 4(0 e 040 rs. a vaia Casta
lisa a 280 rs a vara e em pegas a 2700 rs. suspen-
sorios do meia de laa a 10o rs. o par, chapeos do mas-
a finos a k560 o 3// rs. ec ni aba estrella a l/rs., chv
peoa du sol de seda superiores a 8S0 rs. e outra-
mullas lastimas por prego commodo ; na ra do Qnei-
madu lujan. 8, de Caelano Jos da Silva. 13
'- us Ailuiiili. d'.s vendein-se llaves de 60 pal-
mos em quadro du llj palmos em quadro ,e palmo o
i coito, de O e 34, de palmo em quadro e palmo e coito,
e DOTe pollegada*, e do 25 palmse coito; encbams
de 20, 4, 25, 30, 'Mi e 40 palmos; DIOi travossas e coi-
(imiosduaO; ceibru d.' ^ a 30 palmes; estacas de
luibciiba uulrai saadeirat proprias paia agoa do "
a 30 palmos o do 2 a .> o meio de grossuia i acceltio-
:e eucumiiienUas de maduiias a voutadu do compra-
dor. 8
'2 Vende-sc urna lica armagao de amarello toda
entldrafada feitu com tuda delicadeza e muilo foitu,
piopria paia qualquer eslabelcclmeuto do faenda ,
miudesas alfaiatu y. por prego mullo commodo;
uo Atierro da boa-visla I brlca de licores n. ,26 5
2 Vende-so urna casa terrea na ra da tiloria da
Boa-ti la n. 20, com slo. cosiulia lora, quintal mu
r do, cacimba, e duis meia-agoat no funudo para a
ra da Campia ; a tratar nu Atierro da boa-vista., loja
de qucnquillieiias u. 44. 6
3 Vende-se urna prelado aacfio Angola com al-
gumas habilidades ; na la laira do Kosaiio indo pa-
ra os quaitrii u. 21. 3
3 Vendem se 3 teilcnus na ra da Palma cada
um com 30 palmos de frente, o 100 u tantas de iundo,
um delles j Um melago no oitao da casa junto; ua
la da Concordia n. lo. 4
3 Vendo si urna porcao de 20 e tontas duzias de
luuru. de assualho j Bill senauo, ha 10 mezes por
i'ici'o commodo st'odo todo junto ; ua lUa da Concer-
na ii. 15. 4
3Vende-se um prclo pega da Costa ; as Cinco-
Ponlas u. 54. 2
3Vendem-se 3 uigiinhas de 12 a 15 annos com
habilidades e de bonitas lisuras ; 3 pelas de iO BDDul,
b as luvadeiias c quilandeiras ; dous putos du -i an-
uos piopnos paiu padaria urna pela du meia ida-
de por 300/rs, cotiobelri u quilaueira ; na ra da
Florean. 91. 6
3Vende-te um cano de 4 ludas e 4 assentos, pe
eoinniodo piego ; v-se nu ra das Flores n, 33, e Ira-
la-, na la do Ciespo n. )7. 3
3 Vende-se uu>a cui a uuva de amarello bem
construJu a truco do lijlo de alvenana a qual pe-
ga cm soo lijlos pula cima du caiga ; na la da
Concordia n. l. u
4 Vcijoc-seum molcquo de idade de 14 a ib annos,
com principios do tapaleiro por prego coiumodo; na
ra .Aova n i'. 3
4 Vende-se una cscrava muito boa Uvadeia e se-
bo vender na ra ; au comprador so dii o motivuda
venda ; as Cinco-Pon tal n. 33. 3
5 \ende se polas.-a russiana do supeiior qualida-
de em barns pequeos ; na iua da Cadeia do Bacila,
uruiasem do assucar o. i.
4V eiide.ii-se lindos cuites de la e seda pe barato
pitgo ciu KoUO rs. lindos corles de cambala de listias
de coi a 4500 rs. cuites de tailatana de ultimo gusto
a 4800 it. curtos de cassachitasa ('iiois corles do.
cbltat Uoltsimai com 13 covados pelo barato prego do|
0 rs. ditos de dita a 1700 rs. ; pegas do bretauha'
de rolo a 1600 rs liscado Irangado azul muito en-
corpado a 300 is. o covado chitas a 140 e 160 o cova-
do decores linas e outias muitas lasendas por ba-
rato piogo ; na iua u Crespa loja n. 8, de Campos _S
Maya. 10
4_Vende-te urna negrlnha erloulo de 12 a 13 annos,
de bonita figura com algumas habilidades e sem vi-
cios, cuja conduela se ailanca ao comprador; na ra
eslreita do Rosario n. 10, lercciro andar. 4
\a grande fabrica de licores do Atierro da /?oo-
n'sa n. 20.
17Acha-se sempre grande sortimento de todas as
qualidades de licores icsde o mais fino at o ordina-
rio de 160 rs. a garrafa, assevera-se que os licores li-
lao perleitaniente aquelles que Teem de Fronga ; tam-
bem existe grande 60rtimento de genebra .tanto em
botijas orno em caadas, ago'ardente do reino e de
Franca dita de aniz espirito de 36 graos cbaropes
de todas as qualidades para refrescos, dito feito da ver-
dadera resina de angico, excellente para todas as pos-
soas, quo padecem do pcito ; na mesma labrica se en-
carrega do qualquer cncommenda de charapes, licores
e agoaardentos, tanto para a provincia, como para et-
porlagio; as amostras seachao sempro francas aos com-
pradores eos procos sio por menos do queem outra
qualquer fabrica. ('
Vcadem-se queijos flameiigos, no-
vos, e muito frescaes, chegado agora
ltimamente, a 1440 rs., ditos a 1200 is. ditos irau-
ceses inteirus, a 160 rs. a libra o a retalbo a 280 rs.
a libra muito superior e fino doce de golaba em cal-
ios de 10 libras i ICC'O rs ditos COOi 7 libras a 1/
rs. ditos com 0 ditas a 800 rs cauiihas com doce
de freir du Lisboa com duas libias a 1600 3/, e
:'.00 rs. presuntos para fiambre muito noves a 320
rs. sendo em quartos e a retalho a 3' 0 rs. a libra ;
na venda da csquxi.-a defronlo do Hosano por baixo
do sobrado de 3 andaies n, 30. 10
5 -Vende-se um terreno na ruada Aurura com fieu-
te para a ra Capibaribe e lundos para a ma dobevo,
entre as casas do Sr. Francisco Antonio de (Uncir e a
quo est edificando o Sr. Elias Baptista da Silva cun
100 palmus de fente, o 240 de Iundo; outro leireoo
com trente para o becco do Marllns, e fundos para a
ra projetada que divide com terrenos dus Sis. Fran-
cisco Antonio de Uliveira e Elias baptista da Silva ,
com 100 palmos de Irento e 300 de Iundo vende-se lu-
do junto, ou em partes, que se possa edificar uuia casa;
no Itecifo largo do Corpo Sanio casa o. 13 acharad
com quem tratar. Jo
IVonde-se urna porgao de palhado coqueiro, mui-
to baa a \ff rs. o cento ; oa liba do Nogueira. 2
I Vende-se um litio en S Amaro com mai de
mil palmos delruute e 300 de fundo, casa de vi venda,
a excedentes fiuleiras boa axoa e capaiidade sulli-
cientc pata dar pasto a 8 vuccas de leite ; na ra do
Crespo n 17. 6
1 Vendu-se urna cscrava de nagao Angola de bo-
nita figura de 2ii annos cosinba o diario do urna ca-
sa lava de sabio, o lio ptima quitandeira ; 3 ditas de
nagao, muilo mogas e de bonitas figuras, para todo o
lerrifO ; um escravo do nago do 40 annos, ptimo
para o servigo de campo, por -Ym< rs ; um dito de '20
annos de boa figura uplimo canoeiro ; um moleco-
tedu nagao, do 18 annos, de boa figura para todo o
lerdeo ; na ra das Cruzes n. 41, segundo andar. (8
1 Vendem-se duas proles du meia idade por "220^
rs. cada urna, eottoliSo, lavaoroupa e vendem na ra;
urna cscrava de 20 anuos recolhida, cosa engoinma o
cosinba ; 3 ditas que cosinhao eugoiiimao e lavo
roupa ; dous escravos bous para todo o trabalho ; um
ni i quedo 12 anuos muito latino ; na ra doCies-
po a. 10, prlmeiro andar. 6
IVende-se um preto mogo bom trabalhador de
enidl tirador de lelto e trata bem do um sillo, por
prego commoJo ; na la de Agoat-Verdes n. 70. 3
I Vende-se urna canoa nova bom construida e
aneja 700 lijlos ; na ra da Praia depotito de agoa
n. 17, de Sin i Cardial. 3
1 Vendo-su urna casa de um andar, :oui grande
quintal o cacimba cm chaos proprios si a na ra
das Ttiuthcias ; duas casas tencas ua ra do Pudre
Floiianno com cacimba mcieira ; um palanquim aca-
bado de novo quu aimia oiu servio ; no ra ua Cadeia
do liedle n. 25. 6
\ Vonde-se urna casa terrea na Iravcssa do Mar-
tins com duas salas 4 quailos cosinba fra, quin-
tal murado e cacimba ; a Intar no Atierro da Boa-Til-
la n. 8. 4
1Vendem-so casacas de panno fino a 26/ rs, 10-
bre-casacas de superior merino a 20/rs. jaquetas de
panno lino a 10/rs. ; collctes de seiim preto e gorgu-
rao a 6000 rs. ; no Atierro da Boa-vista loja deallaia-
te, na esquina do becco n. 40. '*
IVende-se um piano ingles em muilo bom este-
lado e cum b.-as vozes ; na pracinha do Livramcnlo ,
loja do fazendas n 40. 3
t Vendem-se vinhos do Pollo pailicular, dito vo-
Ibo Caicavellos brunco e tinte oval bi ano mus-
calel de Selubal engairalado o ancoretas du oito cana-
nas Madeira secca Huidlas, Malvasia, Bordeaux em
caixas, queijos lundririo e de pinha inglezos presun-
tos pura Hambre conservas inglesas elrancesasde sar-
diulias e homilas, ditas inglesas de frutas para pudiiu,
ligos da comadre ameixas em Jalas do 4 e 5 em libras,
lodo por pre;ocommodo ; na ra da Cadeia do Kecile ,
venda n. 2, du Jos tiongalves da F'onte. S
Vende-se um mulocote de usgao de 18 annos,
de bonita figura ptimo para tud ; o tervigo tem de-
leito ueiii achaques ; na travessa da rus da Cruz o. 4.
Vene-so urna com muda de amarello de bom
gosto pin pngo couimtdo; no pateo de S. Pedro
n 20
Vendem-se, ou sluged-se duas canoas, sendo urna
abeita de carga de 100 l'jolof de alvenaiia e a outia
pivaem lOpessoas, ambas novas e bem construidas;
na ra Nova urmasein n. 67.
Vende-so em porgao ou a iclalho pelbas de co-
queiro, a 1280 is. o ceulo ; nos Cuelhus, aonde se ven-
de agoa.
vVendem-so na luja do baraleiro oculos de armaiao
dergo, ditos du inelclilor de ludas as graduages bl-
e.-s ostreitos e largos filas licas lavrrdas rendas de
difidentes larguras ludo com as competentes amos-
tras eseus pregos collccgdes dosl'assos. eoulias mul-
las estampas de Santus, quadros para sala espellios
de ludos os lmannos pata sula papel dourado upra-
leado, liso o lavrado agulhas liancesas um caixas.
Hiles du lerio pea armagao ligas do burracba u
IDO is. o par luvas cuitas e conipildas de sede para
jcnhora meia prelas do sca puiu dita muas de al-
godao ditas de algodao cr para hume.n abutuadu-
ias finas amarellas ditas du duraquu carteiras oom
mola e sem ella papel de peso a 00o e 2600 rs. di-
to aliur.go a 2800 o 3500 rs., luvas de pellica paia lio
mein a looii rs. lita piia volta do padre a otiO is. a
vara, voltas prelas para pelongo do difidentes pa-
dies, puntes de tartaruga paia muirafus a I20O rs. ,
ditos de baleia para alisar escovas para denles ditos
para cabello e falo, galo ordinario, dito entro-Uno,
cartasfrancezas mu linas acordaos grandes com 18
vozes por 4O110 rs. bnelas pintadas para doce d
lodos us tamaito medidas para all'aialu o carpiua,
rap de da se lino meio grosso e grosso u outias
muitas galanteras por barato prego; oa ra do Cabu-
g, loja de Francisco Joaquim Uuaite, junio ao euri-
Hoje acho-so a venda bons quaitus na ra do
Hongo! n. 42.
Vendem-so duas escravas rccolhidas do 20 a 52
annos sendo ptimas engommadeiros cosinhelras ,
e coslureiras; 3 ditas para todo o trrico, por com-
modo prego ; um escravo do boa conducta oITlcial do
carpina ; dous pordos bons carreiros de idude do 20
a 22 taos ; urna parda para fra da provincia boa
engommadeira ; na ra do Aguas-Vi rdes n 46.
x Vendem-se sapatos docouro de lustro para senlin
ra a 2100 rs. ditos para meninas a 1410 rs ditos pa-
ra meninoi a 720 e 2# rs.. ditos de ni8rroquim para
meninos a 560 rs. ditos para luobora a 1280 rs. di"
tolde letim a if rs., borzeguins para enhora a t/rs.,
ditoi para homem a 6400 e 7500 luvas do pellica para
dito a 1 i ii-, ditai para tenbora a 1280 rs., ditivs oom.
pridas a -y rs. ditas com enfeites a 3600 rs. ditas
curtas do soda a 560. 640 e 1000 rs. ditas comprfdas a
1600 rs. ditas de algodao de fio da Escoda para ho-
mem a 640 n. ditas do oulras qualidades para ho-
mem e senliora loques du soda prateados e duurados a
3000, 3200 o S500 n. ditos de papel pintados a 480,
1000 e 3600 rs., enrtoiras do marroquim para algibei-
ra muitoiuperiurea 320, 400. 480 o 800 rs. cha-
peos de ililTerenles cores para senhora a 1500. 6000 ,
5t00 e 6000 rs. caixus de floret para ditos o para 1
caboga fitas do seda lisas e com laviores do todas as
qualidades, bons de palhinha pintados a 200 rs.. ditos
de panno para homem a J60 rs. ditos do cOres a
1280 rs., ditos para moni osa 1000, 1200 o 1410 rs. ,
botes da nsso grandes para sobre-casacas a 2100 rs. a
grosa ,*rlnlia do carretel branca a 2'i0 rs. a duzia pen-
tes de tartaruga para 1n.n1, i a 1200 is. ditos de pren-
der o cabello, de (odas as qjalidades, tap Imperial
a ii rs a libra dito do Meuron Companbiaa ID'iO
rs., caixas de baleia para rap a 320, 400 480 e 6'i0
rs. curnaiitilhas prelas de ir.issaiua a 6e 1000 rs. ,
ditas de lilagraaa lio rs. escuTas para falo cabello
e para dcntei, Iranja do relroz o de algodao, marro-
quins e bezerro de lustro agulhas Irancczai cm car-
toiras e cuixinhas a Z'iO, 360 e 400 rs. camisa e cumu-
las de meia loncos de seda preta para g-avata a 2500,
5000 o 7500 rs. ditos do cores a 'i5J0 e ff rs. e um
cmplelosorlimentu de perfumaras o miudesas do to-
das as qualidades e pur progo mais biuato do que 1111
outra qualquer parle ; na ra do Queimado lojas do
miudesas junto a ra du HanKcl ns. 53 e 67.
Yeiidein- se exfolenles queijos do Alcntejo, vinho
branco superior em I ans de quinto e cngairuladu ,
o o novo jornal a islraccdo Instructiva ; nu,rua da Ca-
deia 11. 21, prlmeiro andar.
Vende-se um lindo molequedv 9 annos de bo-
nita figura ; urna parda du 17 anuos do linda ligara ,
com todas as liabiiidados ; na ra das Flores 11. 21.
Vendu-se vinegrc branco du superior qualidado ,
em pipas e quai lulas, por prego cummudo ; na ra da
Gloria fabrica de vinagre n. 9.
Vende-se urna eserava de bonito figurs de idado
de jo anuos, de nagao Angola ; na ra uas Trinche-i-
ras n. 10.
Vende-se urna casa terrea com bons commoilos o
quintal, na ra du Palacio do liispo n 3; a tratar na
esquina da ra do Cadu.a junto a botica do Sur. Joo
Moreira.
Vendc-SL' 011 lioca-se por Otilio
silio 011 ropiiedade nos arrcbjldes desla
cidade, como srja no Mondego, Soiedade,
&c., cVc., 11111 silio com casa da vivenda c
solao, cerca de limao e poi lao, boas ar-
voies de filelo, limito boa tena para to-
da c qnal(|iicr pa 11 laca o e boa agoa de
beber, na estrada (pie vai pira Ulinda, nos
rptalro Cintos fronteito ao do Lxcclletf
tissimo Visconde de Goianna : quem o
pretender dirija-se rita do Collegio so-
brado 11. 10. primen o andar.
Vende-sc faielu, pelo mdico pc-
eo de 3ooo c 5ooo rs ; na rtia da ben-
zalla-Velb. n i38. 4
Vendem-se caixas com velas de ce-
ra do Itio de Janeiro, com o melhor sor-
timento possivel, c por mais cominodo
preco do (pie em outra qualquer parle :
na ra t!a Aladre de Dos 11 5, 1 an-
dar, em casa de Manuel Jos Machado
Malhciros.
Vende-se milho muilo novo, de-
sembarcado boje 23, em saceos de (luis
e meio anpieitcs, a js(oo rcis a 88cea ;
no ar.11 /.! 111 de Bacillar o caes d'All.Mi-
dega defronlc da csradinba.
1 Vende-se 011 trucase 11111 per-
feito Menino Dos ; na rita de >. Fran-
cisco 11. c, primeiro andar. (4
A o bom e bci ralo.
^3. O bem conliccido, c acreditado HAPF.S
0* REA PRETA da fabrica de .Meubon : eg
2g issini como o bello o macio Rap imperialSf
w da mesma fabrica Imitlando 10 de Lisboa :jSp
0 rende-so na loja dos Sis. Gomca c> Carva-P
wi) llio, ra do Crespo, canto dada Cadeia, 00111
QP mdico interesso, e troca-se qualquer libra ("J
i3i) 'l'ie por easualiilaile nao agrade ao rreguez.
Lscraios
B'tmidos
1=5 Fuglo no dia 90 is Oboras da luanbia, mu m
era de nagao Oagangc, por uoinc Luia, Idade 10 annos,
buui.i guia c estatura regular, levou um vellido de
rscadii cnuaruado e dous brancos, nao tem de coitonic
andar na ma, porque tem lempre estado euiprcgada
lie.ulo.
PERN. J NA TYP DE K> 1'. OEFAMIA tb-'p.


Full Text
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