Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05588


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Full Text
y
Anno ilc I84i>^
0 DIARIO publica-se todos os das que
nSalbrcui de guarda: o prego da assigna-
tura lio do-i /rs. por quarlelpni/ns adiantadot.
Os aanunclos dos aasignaotes sao inseridos
:i raiao de 20 ris por linlia, 40 rs. eiu typo
dlllferentc, < as repeticoes pela metade.
Os que uo forem assignantes pago 80 rs.
por linha, c Ki cm typo differentc.
PIIASKS DA LA SO MEZ DE MAIO.
Xua nova a ( as 7 h. e .'(3 min. da manila.
Crescente a 14 as II hor. o 40 min. da man.
J.ua chela a "1 as .'< lior. e 4(j mili, da man.
Bllngoaate a 88 as 4 iior. o 5 min. da man.

de Maio.
Anno XXI IV. 114.
Haiamiiiiii' mnnMiH'ai'niin ananm;.-? .-,...-v-. i nam-tir*
DAS da semana.
-.i Segunda S. Fllippc Neri, and. do .1. de
I). da2. V .' do J. M. da 2. v.
27 Terya llaiiu(b, aud. doJ da I), da I. v.
Cdo 1. des Fritos.
28 Quarta S. Germano,-aud. do J. 1
llircilo da 3. vara.
29 Quinta S. Maximino and. do .Inl/. de
l"). da 2. vara. o do J. Ai. da I. e i. v.
.'kl Sexta >3<>> SS. Coiarao de Je/u-:, S.
Fernando.
.'!l Sabbado S. Pctronilla, and. do J. de
Direito da i. vara.
I Domingo S. Firmo.
CAMBIOSHO DA M DE MAIO.
Cambio sobro Londres.....2."> '/..
u Paria 372 ris por franco.
>i Lisboa l por 100 'le preuj.
Dosc. de let. de boas firmas I V '.'-_ P
Ouro Oncas hespanholas
i) Mocdadcu
i. di- U 10 i nov
i) n de 000
Pidla Palacdcs ....
Pesos Columnarcs
.. Ditos Mexicanos
Mocdas de 2 patac,
si ._ i ,i :)i^aoo
17.-.VH) a rW0
r-M!) a 17,0500
a
a
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o.:, m
I/00
i lito
liMO
i.. JS.I
IccOesda C." dn Beberibc 50
!I/6(X)
1/080
>UQq
/wb
1/300
......
PABT GFFIC3AL
Governo da Provincia.
Expediente do din 19 do correnle.
OllicioAo director do lycc, ordenando, que man-
de por a concurso a cadeira de primen as ledas do bair-
io de Santo Antonio desta cidade, que se acha vaga pela
juliilaco do respectivo professor, Manocl Antonio Mon-
teirodc a inl i Tle.
DitoAo delegado do termo do Riu-Fornioso, deter-
minando, que receba do commaiidante da fortaleza de
Tamandar, e mande para esta capital, escoltado por i
piafas do destacamento policial, que all se aclia, o In-
dio salteador Jos Alves, rcinettido pelo coronel Joa-
Iiiiin Jos I.uiz de .-uu/a.Ofliciou-se respeito ao coiu-
jh.iikI.iiiti- das armas.
dem do da 20.
OflicioAo presidente da cmara municipal de Igua-
rassii.Fol presente este governo o ollicio de Vmc. cm
data de 2 do corrente, om o qual representa sobre o es-
tado de perturbado de Iguarass, que din acbar-sc ex-
posto as violencias e persegun-nu armada do delegado
supplentc, o bacharel Joiio Antonio Cavalcanti, e ser es-
te o motivo de se nao liaver reunido a cmara munici-
pal desde o mez de fevereiro para dar execucao as ordens
emanadas desta presidencia: cumpre observar-lhe eiu
resposta, que nao pdeui ser acceitas, como capases de
relevara cmara de scinelliantcdesleixo,c negligcuciaiio
deseinpenlio de suas deveres, as raides de medo e terror,
ucutido pelo genio turbulento erixoso do dito bacbarel,
j como delegado supplentc, e j como vereador da mes-
illa cmara; porquanto iienlinma reprcsoulaco foi por
ella enderezada este governo tal respeito, no decurso
de qu.itro n,e/es passados, nciii Vine, faz ver, que, Da
qualidadc de presidente, a tivesse convocado opportu-
naincnte, como llic incumbe a lei do scu regiment. Nao
pudendo, pois, un tal procedimeuto estar salvo de res-
ponsabilidade pela omisso e desleixo, que se confes-
sa liaver existido, limito menos o podar ser de futu-
ro, atientas as providencias, que acaban de ser dadas, o
vein ser a substitu;So daqueile delegado supplentc, e
;. remessa de mu destacamento de Hopa regular para l'.i-
xer a polica da villa; a qual se acha tranquilla, segundo
me foi participado pelo desembargado!' chele de polica
interino, que all 1'iira conliecer di, aciintecinieuto occor-
jido na nuil i < de 17 do mes, prximamente lindo.
DitosAo presidente di rclacooao inspector da the-
souraria da rascada, scientiOcaudo-os de liaver S. SI. o
Imperador concedido seis me/es de liccuca ao desem-
bargader Domingos Nunes liamos Ferrelra, com vencl-
inenlo de ordenado, ainda que v para fura do imperio.
Dito Ao cugeiiheiro em clicl'e das obras publicas,
ordenando, quo se dirija ao arsenal de guerra, e de iu-
telllgencia com o respectivo director levante a planta do
liicsmo arsenal com indicarn dos Hielos, por que se po-
di i.i augmentar o terreno para construcAo de novas ac-
luiiiinudaces, ollieinas, urina/cus, e inellioraiuento dos
existentes; e que remella tudo secretaria da presiden-
cia, acouipanliado dos competentesorcaillOlllOS -- Com-
niuiiieini-se ao director do arsenal de guerra.
DitoAo inspector da tliesouraria das rendas provin-
ciaes, determinando, que de conformidade com as clau-
sulas especiaos, que llie euvia, mande por em piara os
reparos da capclla-llir da matriz di liegiiozia de Santo
Amaro de Jaboatfio I'urlicipoii-se ao Kxui. bispo dio-
cesano, ao engcuhciro em chele, c ao inspcctor-Iiscal das
obras publicas,
DitoA' adminlstracuo dos estabelccimentos de cari-
dado, ordenando, laya receber e tratar no respectivo
grande hospital a Antonio Joiio de Dos, que, scguudo
informa o inspector do arsenal de marinha, onde elle
servio como feitor, acha-se gravemente enfermo, e nao
tem ineios para eurar-se. CoinuiuniCotl-SC no inspector
do arsenal de marinha.
DitoAo inspector da thesouraria das rendas provln-
ciaes, ordenando, que mande por cm praea as laxas das
ponteado Caxanga c flujary, soba base uc dous coutos
de res para a 1", c de un cont de ris para a 2."
que, na rcalidade, parece-me multo felo, e milito dcsai-
roso, que se facao leis, para nao lereiii completa execn-
cao; parece-me, repito, isto dcsairosn; nao me pareo
boni; ora, que esle ^ 5o do artigo i'i he eseuro.nao ha du-
vida, nao precisa ser multo esinerilhado, basta prestar-
me altcuco; que he desigual, eu o provaiei da maneiri
seguate: para o rico criadorquepor auno colhe 2uo be-
zeii ros, e que por coiisegiiinle llnlia de darao di/illlo20,
que importavao em 100/rs., ganhou multo com esse lin-
]>osto de 2/500 rs que suhstiiuio o dizlmo;pori|Ue, eon-
sumindo 30 e puncas cabecas, pelas quaes tem de pagar
70 e tantos mil ris, nao resta duvida, que esta lei para
este he menos onerosa, e por cerlo antes querer, e com
milito gosto pagar seinelhaiileeonli ibiiii.io.do quedar
os seus 20 bezerros : quanlo ao pobre criador, vein OIIO-
ral o inais; pori|iie,uo apauhaiido elle SCIllo de 90 a 100
bezerros, tendo de pagar o diziuio, que equivaleria a25
ou 50/rs., e veudo-se na necessidade de consumir ti hi-
ta c tantas retes, claro lica, que longe de receber o fa-
vor, que adquiri o criador rico, mais pesada Ihc he a
conlribuicao dos 2/500 rs. ; e assiiu demonstrado lica,
que a lei lio desigual : e lliais desigual ainda lie para o
pobre lavrador, para os olliciaes mchameos c para a
pobreta cm geralf porque estes, nao leudo de que pagar o
dizimo,e vendo-se na dura precisan de comprar urna ros
para sustent.ir-se e a sua lamilla, sobre ellcs una con-
tribuyan injusta, 'por ser especial! veio opprimil-os: por
eoiisegiiinte minorou-sc a ti lis a COIItribuicilO, que j.i
pagavo, augmeiitou-se a d'outros, e crcrao-SC novas
contribuifoes para a classe pobre. v
Sr. presidente, isto tem dado causa a nio executar-se
a lei com igualdade; por tanto, se baveiUOS de Icr leis
para se nio executareni.nielliorser que a nao lenhainos;
por sso he conveniente que se approve a miiiha cinenda;
lano inals, quanlo ella nao oUeudc as rendas da pro-
vincia. Este Imposto onde rende inais he aqui pela pr.i-
ca, e oni derredor della; no Serlao ponen rende, i vista
do que rendiao os dilimos. Disse-s-,, que j se linha dado
utnparecer, csclareccndo esta lei, eque por couseguln-
le nao careca de rcl'inina algiiuia, eque j nio Si: poda
f.i/.er essa reforma sein prejuizo dos arrematantes; mas,
se a lei he duvidosa, como j se uolou ( dando lugar
a diilerenies Inlerprctacdes), parecc-me, que uenlium
mal ira/.a reforma; c mais me |arece, que ella faz hon-
ra as decisoes desla casa; porque isso suceede seiupre.
Se, pois, podemos revogar una lei, creando oulra, que
ra/ao ha para nos inhibir de logislarmos contra o senti-
do de un parecer di: coinniisso, que, todas as vezesque
se oll'crece a considera^.io da casa, solfrc iiiiueiisns de-
bates, c recebe urna nova forma ? O nobre depulado, que
se nssenla daqueile lado, cilou u lei, que estabeleeeo o
imposto de -2 rs. porcaiieea de gado coiisuniido, dizen-
do, une se pagava de todo o consumo; esta engaado ;
esta lei referc-se a urna lei do anuo de 1800, que mandou
pagar 5 rs. por cada arratcl de carne Jo coiisiiino publi-
co; o uaipielle lempo, quaudo se poz cm execucao a-
ipiella lei de 1800, appareci-ro Huillas duvidis, as quaes
foro decididas no sentido, de que su devinn pagar os
que lilhavao nos lalhos pblicos : foi assiiu decidido
militas vetes, e at hoiivero demandas, que obtiverao
sentencas uesse sentido: eu me record mullo disso,
Esta iiilerpi-elacii dada sobre o consiiiiio parlicul.ir ain-
da est em controversia, inestno entre alguus arrema-
tantes. I'us cslo na duvida se devciu cobrar, eoutios
nada teein cobrado, e suppein nao ter tal direilo.
Sr. presidente, quaudo apresontei a iiiiuha emeuda
o quo Uve em vista foi esclarecer a loi; cnteildo, que
ella nao he clara, uo lie justa e nao pode ser cxcqulvol;
i asseiublca resolver O que Uielhor lie parecer : cu vo
lo pela emenda que oflcrcci.
0 A'r. Alcunforado'.- Sr. presidente, as observaedes, i^uc
honlein foro foitas pelo nobre iiicmbro da coniniiss.io,
nao me levan a volar pela emenda do nobre depulado;
ainda contino a jlllgar, que a emenda nao pndi

do individuo: enlendo, que o caso he perl'eilainoiile o
inesiuo, oque asimile ICIll lodo o e.ibimeulii:aipiellequ.'
inora em sua casa, nao percebe renda al-iima, satisfaz
nina necessidade, militas VCCS nao tOUt oillnis lucios;
ni.is, nciii por isso, deixa de ser obrigado esle imposto
assiiu, esle lioineiu he oll'endido cm sua condico, sofl're
por igual llill grvame, qttC se da cm lodo c qualquet
Imposto, que paga o pobre.
t) nobre depulado, autor da emenda, disse, e proeu-
rou demonstrar, que esta linposicao eraimil gravosn
para aquellos hoinons, quo nSo tinno icno o necossa-
rio pira comprar una re para malar, o aceudir ,i^ su as
precisos, e nue por neuliuin modo podiao pagaraim-
posieao fura de su is li'ir, as ; que islo era lima crueldad.-;
exigir un inipossivel; que importara una perseguiciio:
(levo ponderal, que est consideraco. lomada nos seus
llovidos tormos, o com applicaeo livpolhese, lie gro-
tuita: o individuo, que est as oircumstancias Hgura-
das pelo nobre depulado, nao compra, mo pode com-
prar una re/; procura, c salislaz-se com outro alimen-
to, como lie gi rablenle sabido; aliiiienla-se com o ear-
ueiro, com a cabra, comeara, com os legumes; pois que
(S stias cireiiinsl.uicias Ihc nao periuilleiii outra cousa;
e por naiores, que sejo os desojos, nao compra una
re/, para sen allinento, para consumo de sua familia.
Quaudo se trata de averiguar o vesania qucresulta
de una le; quaudo se trata de avallar os elidios, que
II.i pode prodii/ir; cumpre indagar as relaeoes, que
pddomabraugerasclasses.qtin pdoiii comprenender as
suas peculiares cireiinislaiieias, para cuino se conliecer
le esle vexanic SUppostO lie, ou nao real; se a le vai
oiupi elicndcr clBSSCS, (|iie nao piidem SUpportar o OIIUS,
pie impoc : ora, a experiencia, o o eslado da condn ao,
lucios de viver da nossa gi ule pobre do .Serlao ilcnious-
ir.i,
ni. que esta loi nao pido oiinipreheiidi I-a, nao pode ._, ,, ,sl) j ,j|lv
produzir o grvame, que scligura, como acabel de i. -(,;,, ,,,. ao usc0
inonstral-0 ; 0 pobre nao osla as i ircunistaiic.is de ................ ...
comprar nina re; nao est nos seus hbitos, uas suas
possos o f.izel-o: lie, pois, una hvpollicsc gratuita, o
ipiasi irrclisavel esse grvame, com que argunieii-
t.i o nobre depulado, o por couscguiile nao pude dalll
dedii/.ir argumento contrario loi: divo arguinontar-se
com o que est nos costunics, nos hbitos do povo, com
O que oralmente acontece, e nao COUI O que lie gra-
tuito, o nao autorisado polos fictos, etc., etc.: disse
ainda o nobre depulado, que pode acontecer, que o im
posto recaa sobre o pobre, qiieapanlia 40, ou 00 bezer-
ros ; ponderare! ao nobre depulado, que o liomcm que
iba 40, ou 50 bezerros, mata o gado na proporcao
uu suas posses ; o criador, que tem osla ponan de ga-
jo, mala una, ou oulra vez nina re, C desla lie, qtn
tem do pagar o imposto, que por corlo nao he oneroso,
neni excedo as suas lineas,
Sr. Presidente, no Serlao nao lia esse consumo extra
ordinario; porque iiiesmoaquellos, que apauuao|
de soinmn de bezerros, sao parcos nocousumo,
inalaogado freqiientetucnte, e tem nistoaniali
noiuia; su matiio uui bol, quaudo nao pudem dispen-
sal-o tambem reeorrem outros alimentos ; ora, se is-
io acontece com aquellos, que colhcui mais de 100 be-
zerros, o (pie nao sucediera COIll o que apauha .10, ou 40.
Bsle su mala un boi no ultimo extremo. Parece-inc, pois,
que o imposto tem someute de recaliir sobro a propric-
lario abastado, que tem posslbilidadc para consumir
grandeporcSo de retes; eparece-me, que este iiiiigueui
dir quesllie grvame, ou sobre o marchante que o
vende ,i rctalho nos acougues pblicos. Mas dissoio
nobre depulado, que seria mais fac! de arrecadara di-
limo.
Seiilinros, he principio gcral.ipie o imposto, para sor
jUSIO, (levo ser igual para lodos; lie insto, que consiste
Clll parle a bondade do imposto ; mas o noble depulado
ipier o contrario ; porque quer, que o fazendclro que
enlln r un no. de 1011 bozolins, pague o di/.iino, e qiM
r.iu-
nao
a niaior eco-
uloplada, scni graves dcsvaiilagoiis, o prociiraroi (losen-1 imc collier inai>, pague os 2500: da-so,pois, idilio renca 110
P
ASSEMLEA PROVINCIAL.
CONTINt'\i:.\0 DA SICSSAO DR 7 UK .MAIO DE 1845.
O Sr. NegueSra Pnz. l'.n nada mais deveria iliter em
abono da iiiinha emenda; porque o nobre depulado, que
80 assenta ueste bailen, excellcuienicnle a siisleutou, por
felicidade miuba : mas, como ella foi forlomeule com-
batida por alguus olidos Sis. diputados, devo dizer al-
gmiia cousa em sen abono, enipcnhando quanto podc-
rCUI IllinhaS debis forras.
Pareceme, Sr. presidente, que nos devenios fazer leis
igliaes, leis exequiveis, < leis claras, para que so nao
de I.ma amplido ao poder oxeculivo para Ibes dar dif-
forentesinterprelaedes; devenios fazer leis claras, pira
que a sua applicaeo nao soja Injusta o iiiexequivol; por-
>
FOLI1ETOI.
CAROLINA NA SICILIA. (*)
/ii sanijuiu fwdus
DIVISA DA (lilil si he s. IAIIIIAB10,
PBIMEIRA PAUTE.
XIV.
SEX.XNONTE.
A vellia cldade de Seliuoiite, cojo nomo lomos j
pronunciado algiimas vetea, C cujas podreiras ja visita-
mos, eleva-so junto a praia, a poucas inillias de llonce-
viuo. Quaudoeporquem foi olla fundada.' Diz Diodora
que pelos l'henicios, Tlinov (lides que pilos Ucgariinos;
a .pial dos dous dar crdito ploblenia lio cuja solio [o,'
parreendo-uos impossivel, abandonamos ao nosso ami-
ga baro Schiuina. Quanlo ao noine, nao deixaria elle
(le di/er-iins, (jue Ibe provi'-m da grainle ubundancia de
aijio, ciu grego nclinon, que resela e anda boje orescc
no scu territorio ; essa planta heroica, cantada por Pin-
daro, servia de coroa aos vencedores olynipicos.
(*; Vidc Wario n." 112.
volver o nieii poiisaiuento COUI a clareza, que llic liir
possivel. O nobre nienibio da coiiiiuisso, queaccei-
touaideia, ou emenda, entre outras cousas, pouderoii,
que osle imposto nao poda ser adoptado, porque trazla
mullo grvame; quo, sondo levo, o de pequea COllsi-
deraco para O rico, era oneroso para o pobre, eaggra-
vava a sua condicao; o dahi concluio, que devo ser abo-
lido; parcco-iiio, que, se a argunicntaco do nobre db-
putadu prova algiima cousa, prova de mais; eu n.io eo-
nheco linposico algutna, que nao soja mais gravosa pa-
ra o pobre, do que para o rico ; recala sobre ipieni rc-
cahir, tem necessariainciite de ser inais gravosa para o
pobre, que para o rico; c se osle inconveniente se da om
Indas as COIltribuicdeS, seguo-se, que se (leve abolir
loda, o qualqiier imposifo, ou ciicuiuscrcvcl-as sii-
iiienle ao rico; mas seinolhaiito doutriua nao se pode
ratoavelmentc adoptar, e mo ha remedio, senao car-
regar com as consequencias, queestao ligadas com a
uatureta das cousas.
t) nobro uioiiibro da commissao, rcspoud(-ndo ao ar-
gumento, tirado do propriotario, que pagava dcima da
casa, om que morava, disse que nao provava cous.i al-
guma; porque este imposto reca sobre a nuda en-
tretanto, qua aquella ia recabir sobre as ncccssidadcs
'^TT BMrT**"*-ffltllim* '*.'- JS"- .
Como quer que sejo noine e fundadores de Selinoii-
te, o que he cerlissiino, lie qUC a sua visinhanca do fri-
ca Ihc foi em lodos os lempos funesta: saqueada e arrui-
nada por Aiinibal, que loinoii o brbaro pra/ei de man-
dar pisar os vencidos em piloes do forro, foi de todo des-
truida inultos seoulos depols pelos Sarracenos, igual-
mente Viudos da frica, como o verdugo cu iliagincz
Tiuha a cldade a forma de forradura, o eslava a bor-
do do mar; o porto lieava-lho no centro. Dclle nada ros-
ta, que o enlulhio as aroias inteiraiuento, da cidade
ponco iliais existe: pedacos informes do uniros, de pa-
redes, de abobadas, de oseadas, podras mutiladas, li-
jlos pulverisados, he pouco inais ou menos o inventa-
rio della. Algumas vetes depols das tempestades, quau-
do as ondas tem revolvido e revirado as movedizas aroias
do porto, enxerga-se debaixo d'agua columnas deroca-
das ealguna vestiglos doanllgo caes; *dlaeininestuo
que aiiula se descobroni os arganeos do forro, onde
as galeras amarravao. Nasce-ac para a uiorte, ediiiea-
so para a destruico.
Desappareccrao os aposentos do hoinein, mas ainda
hevisivol odosdeotes. Sobre una deserta colliua que
domina a cldade e o mar, se descobrem tres templos, ou
ao menos as suas ruinas, porque todos tres esta des-
truidos. PcrgUUtai aos genios da solido a que divinda-
de foro ellos cm outro lempo consagrados, que s a-
quelles poderd reponder-vos. O maior dos tros, cuja
inagcstade c sobernas dimciises impde o respeito, que-
reiu (|iie tonha sido dedicado ao culto de Jpiter oljm-
pio: o rol dos deozos loria alii com elleito una morada
digna dellc. Esse templo gigantesco nao tiuha menos de
inipnsin d-SC un imposto, nao csl.iln lecijo com igual
dade, mas segundo a posslbilldade das pessoas, e ani-
da nlsto ou onxorgoinultadifficuldade: pergunto, qual
lie o im-io, que o arrematante do imposto tem de saber
quem apanha lOObetcrros? He dillicil estaoperaeo;
mas ainda enxorgo outra diOiculdade ua enionda, o
vem a ser, que, adoptada ella, nao ha quem pague os
2,500 rs pelo consumo dogado: cu o vou demonstrar.
Diz a oineiida (leo VO-so, puis, que smente duas chu-
sca leein de pagar o Imposto (los 2,500 rs. ; em prhneiro
lugar os que lallio nos acougues pubiieos; Clll segun-
do lugar, os criadores, que apanlino inais de 100 bezer-
ros; adoptada esta emenda, neuhum Sertanejo val to-
ldar nos acougues pblicos, tulla na sua easa, procu-
ra piiiueiio quem compre a carne ; o como pola emen-
da do Sr. depulado, so paga o imposto aquello, que ia-
llia nos acougues pblicos, segue-so, que quem lalhar
em sua casa, nada pagara. U nobre depulado sabe mili-
ta bein, que multa gente que nao cria gado,
le iralico ; costuma comprar retes para malar; nas, lo-
go que smenle tem de pagar o Imposto dos 2,500 ris
aquello, que l.ilii.u no aeoiiguc publico, ellos lalhar
ua sua casa, a vondor a seus vislnhos, o dirao, (n-
fula para consumo particular, e que nao csto comprc-
quarenta e cinco tuilpsquadrados; cont e dexasseis
columnas dispostas em ditas Qleiras ladeavao o sanctua-
rio, oueilla, o osto boje dcitadas ccobertas de mato;
urna sii se conserva em p, formada de qiiatro enormes
podaros de marmore tirados das pedroiras de tusa o
postas uns sobre-os outros som cimento, tem de/, ps de
dimetro sobre quarenta a cinco de altura; o aluda osla
truncada. Os capllcls e bases sito naincsma proporcao,
Dlssereis nina torre, vendo-a ao longe. So litaos podiao
levantar esses eolossos do podra, e para derriba-Ios ou-
tros Titiics erSo nocessarios; e por isso o liislincto poeti-
tico/a povo os bapliSOU com o noine de Pilares dos Gi-
gantes, l'ileri i/ei itjanti.
Construidos parallelaniente e a dez passos de distan-
cia, os outros dous templos pouco eodeni ao prmeiro
em grandeza e niagestado ; mas uin dellc eslto com-
pletamente arruinado que cusa a reconhecer sua es-
tructura primitiva; s una pilastra interior resta om p.
O outro pelo contrario, un pouco menos estragado, tem
conservado intactos os fustes detriuta a cela columnas
estriadas, que susleniavao o prtico exterior. A mancha
uniforme equaslsymetrica, porque todas essas pedias
foro derribadas delta cre", que nao fui a mo dos ho-
lens, mas sim um terremoto, como se diz, oautordes
sa horrorosa doslruiao. bem vos dizia ou que erio OS
rities! {Sepultados porJupltef snb o Etna, vlngrSo-
se da derrota deitando-lhc por Ierra os templos.
Disscreis aovci esses inmensos cntulhos, maloriacs
preparados para a oonstriicco de una iiiinensa cidade.
Kjscrvirao ellos para aponte visiuha do liclici. Que
hendidos na le: o nobre depulado sabe, que isto he o
que ordinariamente acontece ; a re nao he levad i ao
ai migue ; o l.illi.iilor proCIIIM priiin ii.imenl as pessoas,
que qiierem comprar e segundo a porcao de genio que
tem para comprar, he que mata : este he o costuuie es-
tabeecido no Serlao; mas o nobre depulado aluda a-
presentou urna consideraco, n i qual me parece, que
elle est engaitado; disse o nobre depulado, que o Im-
posto do di/iiuii reiidi.i mais, do que O actual imposto
rende: quando se fulla no imposto, couipreheude-sc o
sen resultado o Imposto actual renda, quaudo exiga 2
mil rs. por cihec.i, 81 contos, o diziiuo renda 15a is
eolitos : o que apenas chegava, nu pouco exceda de lilHI
contos de rs., pela nova imposlco rende 130 ionios.
\qu est, pois. um accreseimo de30contos; domis, os
prazos il'.ii a cinit n;ao do dizimo san dodous, ou inais
anuos: (I iqui resiilt i, que a thesouraria se \ na ucees-
sid ule de rohater esso> leliras ; por consequeucia veiu a
dar mu producto menor, do que aquello que represen-
ta; vamos, pois, abolir um imposto, que est arreigado
nos li.iliims (i i popularn, pira o substituir por outro,
que nao produz o inesnio rcsullado ; parecc-ine, que is-
lo nao he conveniente. .
Agora, Sr. presidente, eu procurarel defender a the-
souraria do reparo (|iie fez um nobre depulado, queso
assenta daqueile lado: o nobre depulado disse, que a
thesouraria tiuha interpretada mal a le, cutendendo-a
como se tem dito; parece-me, que o nobre depulado
linha O devor de proval-o ; o ou posso alliriuar, que a
thesouraria nao poda interpretar a lei do outra maneira.
Sr. Presidente, a thesouraria en tendeo, que 0 impos-
to enuipri liendia todo e qualqiier consumo, visla a CX-
presso genrica de que se servia; maso Sr. deputadu
d-sse, que a ilii-snurai ia nao dovia la/.el-o assim; porque,
duvida,devia attender ao contribuiute mais,
porque ora principio geral, que, indas
is vetes que apparecessem duvidas, essas duvldas de-
vio ser decididas a favor do coiilribiiinlc, e coulr.i o
Asco ; mas o que se segu daqul ? Sigiiir-se-ha grande
desfalque lias rondas; porque raro be o conli ilminto
que lian pe duvida, o onlio. segundo o principio geral,
a thesouraria tiuha n deuidir a favor do contribuiute.
U Sr. ilaeiel ilonleira : Quaudo a duvida estlver na
le.
(i Orador;- I'.u tlrei a consequcncla dos principios que
o Sr. depulado apresonloii. Sr. presidente, a loi inipii/.
itril rs. por cabera de gado consumido; quandoalei
nao distingue, nos nao podemos distinguir; a lei di-
ra consumo, u".-v'rt/i.i -''Ijco, cntendeo-se no senti-
do gen-rico,, oi oulra COm, imdia lazer : logo, a
thesouraria procedeo em regia, befruar a uterprc
i.-ieao lgica, o lllteral, que resullava daspa.wras, e
n.io una iiilolllgonoia, que, sendo suscitada pelos con-
irilmintos, nao se ooaduii .va, iieui com a lettra, neni
com o espirito da le, e nao linha fundamento usare-
gris de iuleiprelaeo ; a sua lulolligonoia foi a que
cerlamente foi regulada por esta asscinblca portanto
foi Inmerecido o reparo, Voto contra a emenda.
O Sr, Bettrra :Levanlo-me tmente paradiser que,
se a lei he injusta, esla assembla foi que a adoptou, e
mandou por em execucao, o nao llic pode fater altera-
cao ueste trlenuio;porquo j contrntou: com ludo oque
fie corlo hr que olla he igual,quer soja para o que apa-
bilo 100 quer para o que apamie III; mas em hu poda
ser que soja injusta, porm estes 3 anuos nao pode al-
terar-sc, c por sso votocontraa emenda.
" Sr. Atacltl Uonteiro;Sr. presideute, hontem,
quando so pos cm discusso a emenda do nobre mem-
oro da cas.i, eu ti/ algumas consideraedes ; mas a casa
devia conliecer periciameiilc, que essas cuiisideracnes
nao partan de ideias multo liruies sobro o que so ira-
Irava, porque baslava saber-se que era a discusso so-
bro um assumplu d que cu uo lelilin coulicciliicnlo
ilguin, inni pratica, e segurailientc nao eslava cu no
caso do explicar inulto a qucsLio ; foi por isto (po nao
lii seuo dar a opiuiao, que eu linha a respeito da ma-
teria ; mas,como o d< bate progrodisse, e como algumas
otiji-eenes fosseui leilas, aluda que cm apartes, cu cu-
lendl que devia apreseutar a esses apartes, ou a essas
oiijeei ni s aquellas cousidcracdi s que no uicu espirito
se apreseulavao, o fall i aeoiilenlaliiioule na thesoura-
ria, na iulorpretaco que ella India dado a lei ; eu di.sS(r
(pie nao sabia qual era o sculuuculo da lliesouraria a
respeito da lei do (pie se tratara ; mas,levado mu pouco
inaisadiaule, disse eu (pie me pareca que a thesoura-
ria devia ter por norma,(piando se iralasse de executar
a lei, ou de f.i/er executar una lei lisc.il, o principio
que,lia punco,foi oslabelocido na casa, o foi citado polo
nobre memoro d.i lliesouraria, que he nosso collega ;
miiilias idoias, uiiiihas oplules a respeito da thesoura-
ria lian passru d'ahi : mas boje vejo que o nobre lis
nector se levaiitou para robaler as censuras que
da ai.-- "Tnii i fiim.i thesouraria; d'ahi a pouco apreseutou-
uui ouiru nobre membro da casa, defendendo a the-
souraria, quebrando lamas por ella, Isto (piando eu
nao live o proposito t\c oiii-uder a thesouraria ; o pare-
ce-le que ua oas.i ha inesmo alguiua falta de nidem,
quando se trata de coutbater as opinides de um outro
txt y. oi


prol.inaro! que iuipiodade! A pedia sagrada dos dco-
ics calcada aos ps polos viandantes!
O sitio de Selinontc ha deserto a melanclico. Ali-
gucira, arnmeira, anuira, uiithjiualo, tudos osar-
bustos da Sicilia alii i-rescoui em liboidade, o oolironi a
triste nudes das columnas deque oslo estjuncado,
com scu agreste ornato, t) ar est Impregnado dos seus
alomas, lniiiinicravcis coelbos vivem o morrein em paz
uessas ruinas; c lo completa he a sua segranos, (pie
mal fogCIII sob os passos do viajante. I.ssa plaga inli.i-
bilada e inhahilavel naoslaeo calinosa, soliie, como os
almorgeaes romanos, o nagelto pestilencial da nal'an'a.
A agua estaguada o limosa do riacho Modruui, ouu'ora
Sehlioii, que se encharca junio amiga cid ido por en-
tre eannlcoS e golfos, contribu- para a iiisalubridade
da alliinosphora; e por isso por aquellos arredores nem
habltagiVs nem habitantes scachso, salvas duas x-.p-
coos: a priiucira he una torre do guarda, torra dos For-
tes, Torre dei t'urli, construida na IOS do no, o Cuja po-
bre guamil.-;o allionta alebr e a inulto por ollicio; a
segunda boa fazenda do gado da Mal im lia. ao lado dos
templos, o CUJOS pastores zomho do llagello por indif-
l'erenca ou por habito. Pica entendido que lorie e Ludi-
da foro folias com despojos da n iba cidade; extraordi-
naria vicissitude das cousas limiianas! Scnipre seine-
Ihante a si nicsmo e iminutavol om sua eterna mobilida-
do, o mar banha essas desoladas praias, como as banlia-
va no tempo de seus esplendores.
Tal cea o lugar cscolhido por Castron para a parada
geral das bandas calabrcias, que havlfio aconipauhado.
MUTILADO


mcrabro: ordlnarinariauente o doiso espirito, levado
pelas lucias polticas, e pelo choque dos partidos, quan-
do se trata de materia* que uo sita politicn, entende-
r que quem Pai algumas considera.,es, quero fas al-
gumas rcilc.xc.es pin sentido oppsto, cntciidc-se,repito,
que quem di isso se levanta cunta a opiulao contraria ;
mas isto no be assim, o menos quanto a inliii; porque
eu n.-. fit senao produiir alguuias consideraces, <
mu que disse cerca da thesouraria empri
2
tnetubro da cominlssSo, sou obligado a dizer, eni poucas
palavras, as raides ein que ella se estribou parapropdr
essa suppressao. Sis., a counnissAo tova de examinar)
comoja nlgumas veses se tem dito, a receita, c despew
da provincia, e rio com efi'elto que da coinparacSo da
I receita com a despcia resultara mu dficit; entendi,
I pols, que devia supprltuir todas as despeas que nao los-
i sem de absoluta neccssldade, por raso mesiuo que o (irli-
i^M^nMlS^1L^Si,f,," '"''"'"'""'" fr ""'Ui matar, se alguna ramos den-cita nao
>.-,. .Ivnon^aZ''mumincntccoatuinoeinpresarireudcrcm oque se calculou: a cominiMo, pols, nilo
priw^MS^^J^J^^S5ivuu, sl' ,N-<,u"^""" espesa seuao absolutamente necesarias,
! quef^ro^a 2a"ffl^".^iSrS?S ^-*** W"-**"'- <"> thesouro ge-
que ein mu se cheguc a um accordo, uo quer entrar
cinltela, neiuquebrar lamas....
", n1"' "'""/'"<"'<> Quem quebrou lamas ?
Orador :o nobie Inspector, quebrou laucas, dis-
ta defender a thesouraria; mas eu que lulo tire
: sito de censurar a thesouraria, Uve motivo para
i l mu sentlinento proruudo pelo mudo, por que CStCS
diputados me tratarn
ral a despeta (bita coiu os parochos, a despeta feila
com n cabido,ctc.;nias eutendeo que esses difl'erentes em-
pregadosda igreja, tinlian tanto direito prolccco da
asscmbla, que realmente nao podan car sem congruas
sem que dahl rcsultassc um grande mal; portento, es-
sa pane, a conunissao eutendeo que devia algUU) tanto
fazer una cxccpcio aos principios que tlnha estallido
ido; que devia cui liiu saltar por cima das regias, e
Pausando d'aht ques- collocar osparoohos, econegos naexccpcao; i
lu's i, ,.; l''?'''"11' '!'"' '" "':'1'" "'." "' :' dM,eia 1ue :la *"PPmne, nao vio' a cominis a., as
.,, .1 ,' tt|g"us motivos llavera da parte de qual-1 inesmas causas
eral, essa vei ba de reo
limito uiais importante
la se-
ria
geueralisada, l'o
iia muito ni.iis rendo
larveiotriplo ; porque qualqucr vii que a iinpusi.au
uo ..KMirs eiu cada re cxposia ao consumo, dando ei
sultado apeuas 100 contos deis., he cousa neiihuma
ora, quem lucr esta recxao, nao pode dispensar-sc de
ponderar nos lucios de me Inorar essa ai i c idm fio .1"
a tornar mais lucrativa para o estado > quaud, pois, se
oiga alguma cousa a este respelto, mismo uao d
]IOSI(0, '
liiPieei
nulo o
i-ra-
111-
e a
. --- -- -.........- po
lia un motivo nimio valioso pira isso, e cnto
algtima desculpa ; eu live ein visia, ou sobre
que me le impressao, l'oi a pequea quaua
uessa imposirao; lo i ver que a mposi. o de 2,500 rs. lau-
cada sobre as rexesque se consoiuein, rende apenas
IZO contos ; por lauto quem presentar alli algum peu-
imeiito que seja reduiido a le, tendente a un Mimar
uessa parle a reccila publica, ter lelii.....i cousid
vcl serv, o ao estado por isso nao estraulie a asse
"lea que apparero opiuirs de iodo o |aei sobr
malcra que se discute, porque liltiiuaiiieiilc oquese
procura he o nielo de tirar para o lisco aquillu que real-
mente llie compete, t) uolire depulado, lilembro da
thesouraria que orn rui ultimo lugar, me parece que
nuo lu exacto a crea do modo por que eutendeo que se
devia iuteprrtara le; elle eslabeleceo principios, e ti-
ioii COUClusPS dos que cu liavia expoSto, as quacs me
pareceiu estar alguma cousa eiu deshormoiiia com I neravel prelada
esses principios l-.u disse liuufi..... crepito boje, que,
todas as ve/es que hoilvcr duvid.is na legislaco fiscal
essas duvldas hode serresolvldas pela ihesouraria em
Pavor dos couiribuintes; mas o uobre orador, pira com-
ba ler quem istodisse, observou que uenhuiu c.....rl-
buiutequer pagar, ou pelo menos por duvldas, e ciitilo
seguia-se,pelos inens priucipios, que ulngueiii pagarla;
por quanlo, deveudo n thesouraria, em cuso de duvida,
resolver a favor dos rontribuintes, pondo piles lodoa
dlividas, a consequencia era ueuliuin payar. Ollobre
d pul ido concordara COinniigo, Pili que assuas rcllcxes
nao leeill applicaco ao que eu disse; porque eu loe re-
fer s duvldas da legislarlo, duvldas que a thesouraria
seiltP, C apalpa; duvldas que a lliesourari a conliecc:
por tanto as conclusdes que tirn, os incovcnicntes que
pareceo euxergar no principio oppsto, sao ideias,
nao teein realidade algtima...
OSr. Alcanforada :Depois da explicacao, apoiado.
O Orador :Kxpl cacao, nao; a explicacao cune pa-
rrillas COIII o principio: eu disse que, todas as viles que
se apresenl isseui duvidas na Jegsiacttl duvida devia'
ser decedida a favor do P*>lribuinte ; mas entendi o
uobre Miembro, ., ip a le ico ollerecia duvida algum i
mas esta he a quesillo: nao iusistirei milito na uiiulia
opiliiO, e su dire que a exeeurao de una le fiscal
i ta subordinada ti certas regias, a cirios principios,
que os executores das leis devem ler ein vista; en en-
I ncio que no secuto, Clll (pie vivemos, segundo a lilicr.
i! ule de todas as medidas lisiis, que esta consignada
.. nossa legislaco, se aeli.ua baiudo iniciranu ule esse
i pirilo de fiscaliduile que eousrrvava a legislaco lls-
. d anliga isio era gucria abena entre os contribuidos
. os coiitribuiutes; em lim linda um lano de iuquisi-
toii.il. Sr. prcsiilenle, a palavra roifsunio, quaud em-
pareceo-lli que nao |
iudos para un estabelicciiueuio, ou Instituto para o
qual nao nao tem direito de legislar, ou regular; poique,
s 'guildo as regias do goveruo representalivo, compel
aos carpos legislativos crear empregos, marcar-ibes ur-
denados, c urgauisar os cslabelecimentos; e se aas-
s.inbl a nao lie eompetentp para alterar a orgauisacao
do seminario, preserever as regias para as doutrinas
que alli se prolesso, l:iuibem lino h a inais propria
para marear ordenados, e mandar pagar a esses indi-
viduos : laminan faz alguma colisa .i denouiiiiaco do
esl.ibi leciiucnlii; cieio que aqu He de que se trata se
Chama seminario episcopal, e mo provincial: ora, a cx-
pressno tem sentido determinado, parece-mu que o se-
minario nao tem nada COIII a pruvineia, nao lie esta-
beleclmrnlo proviucial, lio rstabelccimrntq episco-
pal ; se elle pcrlcnce diocese vai milito aliu
iii provincia, eslende-se a Indas as provincias al a-
Olldc se csleude a diocese do hispo de l'eriiainbui o ,
de. i ni, pois, todas coucorrer para esse estabelcciiuento:
eu particularmente eslava convencido de que o mesuro
diocesano disejaria que a asscmblca deniiltissede si lu-
da a ..nao sobre o seminario, para que o podesseorga-
llisar a sen salvo, alterar, UlOUtar, c remover ; que ile-
sejarla em lim que a asscmblca nao tomasse coiiheci-
iiienlo del le, e mesiuo me parece que algum documen-
to existe na casa assignado pelo diocesano,- por esse ve-
do qual resulta iiiin"diatanientc este
peusamcuto; au se meilaocom a igreja, que lambem
me nao melteici cun a asseniblia -: logo, a asscmblca
nao pude tomar a sen cargo :i despe/.a du seminario e-
piscopal; visto que aquillo que he episcopal, nao he
provincial: se o filustre diocesano quer que aassem-
ble.i i'uniiiiiie a Jiagar aos professores desse estabelcii-
UlClllo, COUVeni que nos lecoiibei a o direito de o urgaui-
sar COIIIO eiileiilennos eoiivcnieiili ; mas, nao li ndu a
asscmbla este direito, a comuiUsau eutendeo que Paila
o sen dever. propondo essa suppressao, que he de I ton-
tos c lanos mil ris : a asscmblca resolver como
entender de juslifa ; a coiuuiissotporeut, entende que
a suppressao que propiie deve ser cxeciit.ula, e he milis
peusavel; porque de mais a mais vio que os rendinien-
lus dobispado de Pernambuco eran alguma cousa cres-
cidos, que cases rendimentos erSo ampios; inesiuo cons-
ta que n diocesano, movido do espirito de caridade que
lauto o distingue, fas csmolas consideraveis, despende
milito diubeiro dos rciidimenlos do bispado; se isto he
assun, se us rciidiinciiios sao crescidos, que sobeiftp
muiii para fazer csmolas, taiubeui eutondo /pie po-
de li^ar a carga da caixa pa; essa despeta que sao .'I
coulos e tantos; taires seja isso muito conveniente, ate
uiesuio porque, com o andar do lempo,piule muito bem
o i.il seminario ler mu desciivolvimcnio lal qual o re-
clama a ulilidade publica; pode ser que o diocesano es-
l.ibelei.io sen seminario de maneira que lodos aquel -
les.que houvereiu lie sabir to sen scio,seo eeclcsasti-
cos muilo illustrados, cuino ndsliavemos mysler. r.
presidenle, considerado, como j l'oi, o seminario pelo
ludir autor da emenda como episcopal, ICgue-S que a
despeza nao pode ser provincial, islo be sem duvida:
logo, a suppressao deve ser adiuiltida, c a emenda rp-
gi-itada; p do menos, cu concilio, volando contra a c-
iiieiid.i,
USr. prct'ulenle d.i pira ordcni dodia da scsso se-
guiute a inesma de boje, p ,'!.J disciissao das posturas
do Louioi'iro; e levanta a sesso. (Era inais de i llo-
ras;.
I i gada n'uma le, no piule ser entendida, senao por
lino publico, le alguma pode marcar o pu. car-
. viulio, arrselc, que > consumo em miulia casa.
i, vista disto, j ve o uobre membro que algiiem
duvidar; eu nutro estas duvidas, c, como pelas
. presentadas nao lorao ellas destruidas, cu vo-
la parte da ciueudn que substiluc o dilimo pelo i COI;
OSlO; porque nacho lualsjuslo, ...ais igual. COsaRSPONDEUCl! ... CIDADE K paoviNCM
USr. Nogutira Vas :~fcu nao direi mus nada paral Parccoquead.....ria da praia vai estendctido-se al
ilicar a iiiiuha emenda, e so observare! andm-Iaospcixcs;a voracidade desses animaes tem muita ana
que nie causa ver me, sendo esto isposto dos I logia com a da praia, alcm das rclacoes de visinhauca .
malclannual. fui elle arremab-1 bem diiella, que os seis cscriptos corrcn por toda a
ente, |parle, e como para pai le neiibiiuia col reni mais du
do iririinalmenle V. d'esta maneira, Sr
esta arrematado parece ter prendido esta ssembl
isto b, linpccco-a dcaltcrar, ou modificar a Ici nesta
p.utijogo que descobrissesua inconveniencia^ que nao
aillo milito justo : por i Hilo a asscmbla, por sua dig-
nidade.dcve reliu nial- i, lauto por sua Inconveniencia,
gr raimen te Pallando, qtinulo por duvidosa : nao deve,
i ,;..,,-MSIir semelii inl" I:. e.\ utaudo |ior niinha eluci-
da, nada mais direi.
OSr. Reg Horros combate de novo a emenda, expll-
i indo a sua priuiltliva ideia, a cena do punto emqites-
tao.
Julga-s,- a materia disentida, e heapnrovado o arti-
to com todos os seul& ; sendo regeilada a emenda do
Sr. eioguciru Paz au ^ ,*", e bem assiui a dos Srs. Uaciel
Monteiro, c Taques ao 18", e approrado o additiro
do Sr. Lopes (lama.
Kntra em discussu o arl. 30.
OSr. I'iijuciinln manila a mesa a seguinte emenda:
Siip|.rima-se o artigo,U, p couslitne-se para o i ini-
n.nl o rpiSCSjpal de ((linda a quautl i de ": l.'il i >.
He apoi.uia. centra em diseussSo
USr.Kaeiet Monteiro;Sr. presidenle, trala-sc de
nina suppressao de despeza, c parece-mc que eu, como
."SRsm^Ka>. ariWwa i
pu-
pa ra n mar. pelo uso conlinuo a que serveni, natural-
mente os peixes lerao engolillo com ellcs as lerriveisli-
res, que aellas se coiiipcui. \o tonicmVincs. a cousa
por gracejo, entre os assassilios, que tecill inundado es-
ta eid.ule, velo um luli.ir.io pairar as agoas do rio, que
baillia, e houteiu () Ifcz nina das de praieiro.
I ni pobre preto uietleo-se ll'agoa para toiuai um ba-
ldo, junto s cscadiiibas ila all'andega, e ii'iini Pechar d
olbos lenm-lbe o tllanlo nina peina: acudirao-lli
iiumi dlataniente, poriu aampuiaipao do monslro liavia
sido ln superior, que o puto morreo ]iuiicjs uioinentoa
depois.
/'enmmMico, se salisfai de presentar ao publicoi para que
Ihr Paca a devida justica, e para que fique cero, que elle
vira nicamente o quadro em quesillo, depois de publi-
cado ; e que jamis Paitara ncnliunia reuniao dos pro-
fessores ; e. que no ly:o nao houve nunca dircrttir inte-
rino, senn depois que o actual estove na asscmbla
provincial.
Para dar inais vigor a este leu prnsainento, o niesinn
Sr. professor de desenlio transcreve mu ollicio da presi-
dencia., datado de 5 de malo deste anno.qiie o atllorisa
para exercer o empresa do director, durante o meu
Impedimento na assemblda. Direi, o que existe no ne-
gocio.
Km nina das sessoes da asscmbla provincial tratou-
sc de abolir a cadeira de latiin de I'ajalu'i de Flores, por-
que se jubilara o professor, e por inais .-ligninas raides,
que se expendeio. Opput-IUC essa medida, e ponde-
rci, que islo era aniesquinbar a InstrUCcSo publica e
que,se essa cadeira, a nica daquelle lugar, tiiesse, lia
mais lempo,sitio abolida, nao terio actualmente OS de
Pajah alguns sacerdotes, nascldos alli, que muito Ibes
devem aprovellar no pasto espiritual. Mas mu nobrr
depulado julgou, que eu me conlradiia, pois que, pe-
diudo o relatorio presidencia, que se abolisse a ca-
deira, e assignando cu, como director esse mesiuo n la-
lorio nstava na asscmbla, para que a cadeira jamis
Posse abolida. Respond:Que o relalorlo nao tiuha si-
do organlsado por Ulilll, nas pela cnugregaro; eque
nao estando eu presente s sessoes do lvccn, porque me
achara enfermo, nao tlnha podido expender o meu pen
smenlo a essa congregaco ; que O director interino
nesse lempo, era o sr. Caneca; e que scndo-ine envia-
do o relatorio, para que eu o reinellcsae a presidencia
puslo que eu o lesse, e visse, que continba una ideia
opposla ao meu modo de pensar, uo deveria coin tudo
riscar ein uiiulia casa, o que se liavia vencido na con-
gregacao do lycco; C que por isto obrara, conmine
oniquia, que era a-signar, e dirigir presidencia o re-
latorio. Pollito, 0 que respond na asscmbla provin-
cial.
Mas agora o Sr. professor de desenlio suppe, que
eu Ihe Osera ma argafaO injusta, por harer dito na as-
sembla, que elle era o director interino, quando no
lycco (segundo o que cu alfinneij se discutio o relato-
rio para a presidencia, e accrescenta : Que no lycco
tunea honre director interino, excepto quando a presi-
dencia o nonieou para subslituir-mc no lempo do meu
impedimento.
Todas as vezes que algum lento preenche o lugar de
director, esse lente he director interino, seja, ou nao,
posto pela presidencia. A patarra interino rcni do adver-
bio latino interim, que no portugiiez signilica entretanto,
por rin i/winto, n/i/iiiii'ii vezes. Aquelle ipic substitu- al-
gummi reres, que substitu' por em tanto, que substiluc
fNtiYbmfO, he interino, e o Sr. Antonio l'.gidio linlia sido
interino ; logo no l\ eco liouve director interino.
Diz o Sr. professor:Que cu Ihe lisera nmm anjui-
faOinjaita. Argulco ha a acca de argir, e argir he
increpar, be reprehender, be acensar, e lie isto, oqueeu
nao tit ao Sr. professor, e neiu a professor algum do
Ijcco. Ku disse nicamente, que elle era, nesse meu
impedimento, 0 director interino. Ku uo o anjui.
Di iiiiuba parte nao houve mais, do que engao em
dizer: ijue o relatoriu tiuha sido organlsado pela con-
gregaco, quando elle o lora por una couiinisso dos
seubores lentes ; e queoSr. ( air'ca uessa aceasiau era
o director iulerillO, quando esse director interino, que
presidio congrega;So, era o Sr. Antonio Egldlo. lito
nao lie, neiu pude ser argukn.
As minhai incorrecodes procedrao de nao me ter
podido informar, em lempo conveniente, do i|uc se lia-
rla paliado no liceo, e de presumir, que ein realidade
era isso o que ten lugar.
Noescrereria tuna su poiavra sobre isla materia, se
ao que se me disse na asscmbla provincial, scuojuii-
tasse, o que se l no Piarlo. (.Ionio deputado coiiviulia
responder a asscmbla ; como director do lycco couveni
responder ao Sr. proPessor e dar coiila de iniii repar-
ticao, que me recebeo, eme honra; e Uto que lis por
amor daverdade, heoquedevo auilin mesiuo.
Tenbu a honra de cunsiderar-nie, Sis. Hedaclores,
sen lie.francisco I'crieira lirtelo, director do Ivco.
Cor. esjjundencias.
Srs. Redactores.Apparecco no sen Diario, de 19 da
concille ni lio, um artigo do Sr. Jauuai io Alexan !i ino
|da Silva (tabello caneca, professor de desenlio do lycco
di sta eidade, e nesse artigo du. o Sr. Caneca:Que,ciim-
prindo delender-se da injusta arguif&n, que soll'rra du
director do Ijcco na asscmbla provincial, acercado
quadro ila in-ll r,i rao publica, inserido no Diario de
'
ou procurado a corle na Sicilia, be era intempestiva a
icnuian, como o observara a raiuha com a iua ualural
s/gacidado, o lugar, lon.a be recoiillece-lo, nao ca mal
rscolhido, Tiuha em leu favor pruueiro a proximidade
deCastelvetrane, donde i.anilina poda vcl ir em todos
us niuviiuciiios de leus ten mis auxiliares, c di pois a sua
profunda solltto; porque n pastores da Mariuella nao ,,.,.,,
davo recelos, e quanto torre dos Fortes, Castionc ha- pariidi
via lido o previo cuidado de St'dutir a gilaruieo, alias
i-ompusla no todo d<- um cabo p tres Suldadus. At como
punto militar era o terreno muito defensavel: protegido
de um lado pelos pulanos do Modi uiii, de outro pelo rio
Helici, o llipso dos anligos, be elle dediflicil aoccsio, e
mesiuo injpoisirel, se a torre eos ros forem bem guar-
dados. I ni lliaUgal que se csleude dos templos ao nclici
di lugar a emboscadas e oll'ercce refugios; cm lim em
aperlado caso o mar d retiro seguro ; o que liavia sido
previsto por Cailrouc, que com esse pensameuto Hiera,
rircrusarnessasparagens obligue do$cuAlterEgo, o
qual aliu de outros destinos, se folie preciso, l eslava
para receber a sen bunio e transportar outro ponto do
illia as bandas calabreas, nao Pallando no encargo de as
Pornecer de vveres.
A todos se deve faier justa, c at a Castrouc: esse
Iioiucm arraslado pelo instiucto Punccdes sus|ieitas,
por nos nao servirmos de lermu maisseveru, as exercia
com destrea digna de nielbor einpiego. Gabava-se elle
inesiuo, e liulia esse direito, de nada esqu ccr, quando
se tratara do servido de sens legiliinos soberanos, i ra a
sua phraxe; com a nica observacao, di' que aquitfailj-
?no quera der que paga bciu. Eno lie potteo ga-j timos coulidcntes, coinpicbendido SpaccaPorno, rcuni-
nharem eouseiencla o sen dinhclroj e Castroud s nlsto
tliiha coiiscieucia.
Conlipcemos o theotro, examinemos agora ns acto-
res: saludo esta pelo relatorio de Caslrou a rainba, que
os misieriosos descuuhecidos que Faino encontrara lia
plauii ie de Caslelvelrano cro as dos bandas combina-
das de Parafauli e Pandlgraua, dous dos mais terriveis
tas que a llalab ia vomitara sobre a Sicilia. ( lle-
gados ao lugar conveucionado, pono tardara a rcuiiii-
SC-lhCS o sen digno collega Francalripa, acampado al
enlo coin osseus sectarios as agrestes uioiitauhas da
Uadonia. Reunidos os tres candimos, os tres diabos,
haviao ellcs formado, como us aojos uios de Aliltoo,
nina especie de estado maior, verdadeiro pandemonio,
ao qual servia de quarlei general a casa da Mariuella.
Todos alli erao Calabreics, aexcepcao de Spaccaforuo,
Salteador siciliano, queconhecia a fundo a sua Sicilia, c
que por este titulo cabira-lbes m gra;a, apezar le sua
crigcni insular; como visinhos d.iestavao-se cordial-
mente os dous povos.
Escusado be accri-scciitar que os pastores da Marinel-
la haviao sido despedidos sem inais ceremonia, junta-
mente Coin o sen gado. Se haviau pasturas, nao se diz u
que fui ft-ilo lidias. .\o caso vcl lente o nusso amigo ba-
i ao de Si hi ni na, luidla leferir-lhes, por modo de con-
sola,. ,m, a galante aventura de sua avGalatcia com i o-
linhemo, o rci dol Cyclopci. Deslaves ao menos asna
ciinlii.o, na falla d'outro mrito, teria O de rir a pro-
posito.
I.stavan puis us Ires caitdilhos, com os seus mais in-
Srs. Redactores. Ein quanto a praia inventa ou fal
liflca quanto Pacto ba, para abocauhar osrmnregadoi
que nao sao da sua grey, o nusso lado uio sii nao esme-
rilha n que ral |or essas reparlinics chelas de malaii-
ilriuos e praiciroi, como que at perdoa ns mais escan-
dalosus lacios: be dita nussa, mas quero boje pr-ine
fura da regra. Ha nesta cidade mu rapasota couhecido
por e'iri; qual he enipregadu da polica coin o ordenado de.'illil/IIIMI
rs.; mas este moco nao pode dizer que be eiupregado
porque vive ellectivainente csteudendu a peina por es-
sas ras, i- se alguma vez vai a repartieo lie como qi
lanauPusse. Ora eu crcio que o iiieuiio aliu de vadio
lie inhbil, porque ein quanto sen iriuo fui chafe d
polica, nada de alguma importancia erafelto por elle
e desle modo lie ciupregado, cujo nico iiicrecinicnto
he ser praieiro. K para que sollie o Sr. Chele de Polica
actual, que ha de rcconhcccr que o peso da sua reparti-
co exige nao s intelllgcucla como lambem acliridade
iuc um tal marinanjo coma assim de bobis osTiiHi^unu rs
da liaco.' Porque nao o manda passear praia, e nao
nomea outro que lenba as habflitajdci necessarias, o
que nao be dilcil aeliar.' Chame ao menos, Sr. Dcsem-
bargador, esse radio ao trabalho; politique elle as lio
as vagas nimio emboca, mas nao politique a cusa de
.ilHKIHM) rs danacO, que he de mais..... lie ladrocira.
."on Sr.
Qudam.
Sn. Redactores. Viudo casualmente parar ein mi-
ubas niiis o u. iuli do pelouriulio du praia, sol) o nouie
de /' -novo rl que o lefio rugi CIU sua cuva, ou por ou
trj que o Chico Honorio d'llainarac tomoii a reso-
lueo de appareccr cm campo, rodeado de lodos ns seus
precedentes bem contiendas. Mingucni se engae coin qual-
quer individuo, que periclita a praia seja qual lora
sua condieao, sejo quaes Poreui sua educaco e posi(aOi
calumnias injurias e toda a qualidade dedcsaloros, be
quanto essa gente prodigallia aos ipus luimigos; e por
isso nao iiiaravilba que o Sr. lineo Huuorio se leill-
biasse de brindar-tne pela maneira, que o fes, em o tal
pclourluho,mandandou'ellc inseriro sen libello Pamoso,
dirigido ao Kxin. presidenle da provincia.
Vessa peja digna sem duvida da praia, e dos Chi-
co! Iluiionos, diz este Sr., que eu cm qualidade de
;, ...ip e.,:T.-....- .. ..(_. "7-sr-^,^-jtfit!amfafmmnmBmanmni
dos na vasta cuzinba da P.ucnda, ein quanto se assava
um quarto dcearnciro, nmquarto? um carneiro iutei-
ro. e um carneiro loriado, ante um i'ogo digno do Ktna.
Kspalhadas jazio aqu eall armas de todas asqualida-
dcs, espadas, davinas, pistolas, nao esquecendo o estr-
ete, i- laueavo tristes rellexus elaridade dafogao. O
equipain, nlo sinislio mas pilloresco dos assistentes
augineutara o horror desse antro. O de Parafauli, que
era o mais completo, o mais classico, dar-uus-ha una
ideia dos outros, porque exeeprao de SpaccaPorno que
andar cnsaccado cinuin uniforme rcrinelbo com dra-
gonas de ouro, os outrus todos Irajavo calbrela.
Tillba Parafauli a belleza sclv.igeni do salteador, us
olbos penetrantes brilbavo como carbnculos, aiSOlu-
breadas por espessas, e movis sobraucclhas lempre
Pranslda; a barba inculta, hirsuta cobria-lbe o rosto
todo, d, iv.indo smenle a mustia, o nariz c as macas.
0 chapeo runfiada, ornado de pen nos de gallo a litas de
ludas as cores cseondia-lhc a testa at aos ulbus, c nada
contribua para descarregar-lhc a physiouomia, cujo io-
do tiuha alguma cousa de bestial.
11 azi a rollado OCOllarinllO da camisa, c as ponas de
mu lenco de in.idi.isle uinarello passado a toa em redur
do pescuro musculoso, cabiao pelu peilo ; duas urdens
de liolocs de piala Ihe blilbavu nocolete de k ludo; os
ealcdes de igual hienda, tlnhio outros tamos, veslia
de panno pardo era apassainada de galoes vernulhos; o
sen calcado croo alpargatas conquistas de paliuilba de
bode amarradas aos ps por curdoes de l.ia, o que na
Calabria le chama ealandrclle, as quaes deixandu livre o
calcuuhar, sao muilo proprias para andar, priucipal-
auloi dade policial, empec as reuiniies da cunara mu-
nicipal de Iguarassi'i fazendn coin que essa coeporaco
nao cumprisse os seus deveres ; tirando ao inesmo lem-
po meira autoridade da provincia. Todo o Iioiucm sensa-
to que bem examinar o ollicio assignado pelo Sr. Chi-
co Honorio, ha de forzosamente conliecer que esse
fan/arro de llamaraca nao teve jior lim deseulpar a c-
mara; mas sini denegrir a niinlia reputaeao adeincu
pai e a de ininlia familia; porque entende, que todoins
he devenios render homenagein, cunm regulo d'um tor-
ro d'America Meridional : mas, collado do Sr. Cbied
Honorio'... como eit engaado.'... Sen lim, repito, na
he bem conhecldo; mas eu dcipreio soberanamente i,,.
do, e quslquer juiso, que a meu respeilo forme o millo,
e tai disant presidente da cunara de Iguarassi'i ; nSoi
parque, sendo o Sr. Chico Honorio membro do club as-
sassiuo praieiro, muito in'envergonharia a boa npinlao
que de uiiii livesse pois seria tima prora irreeusave
de minlia inaldade ; porin anda, porque o seu libello
famoso, contra niiin dirigido ao Kxin. presidente da pro.
rlncta, nenhiiina attencao merece e nada exprime por
estar assignado por um individuo, que,empollada na
cmara municipal de Iguarassi'i por quatro vereadores
tmente, contra a expressa e littcral disposieo do an.
7da Ici do 1. de oiitubro de 1828 arroga-sc'um titulo,
que Ihe nao compete, c eominette un i-iiuie exercendo
lunccCeipara as quaes nao est utoiisado.
Nao se persuada o Sr. (Iiiio Honorio, que ambicio-
no o mando para perseguir os meiis iniuigos como
.illinn.i em seu ollii-io. Coulieeo, que o lugar, que exer-
ci, eslava rodeado d'escolhos, e mova as iras do partido
desordeiro ; purm tinibein ennheci, que era indispen-
savel portar-iuc com resoluco, para nao deixar o ter-
mod'lguarassii ein prea de Pamigeradns assassinos,qne.
sectarios das vesperal secilianas, cuini-cro a Pazerseus
ensaios por um p. de numerosa familia. Pormiinhe
inteiraniente indilln nte que a autoridade policial si-
ja confiada ao histrico Moraes ou ao esclarecido Luiz
Dual te ou inesmo ao Sr. Chico Honorio para que se
possa mais fcilmente conceder paisaportei para o ou-
tro i.....ido a aqin lies, que, como o infeliz Holln fire-
rein o arrojo de oppor-se s sangrentas execucoes do
grande partido nacional governista ; mas nao be ucni
me pode ser indillerente a minlia seguianca individual,
a de meui prenles e a honra de minlia Pamilia alvos
principaes que se dirigcm todas essas calumnias e con-
vicios.
Tanibein me vejo na necessidade d'averbar o Sr. Chi-
co Honorio de calumniador desprezivi-l, quando asseve-
ra ao goveruo da provincia, que aineacei os meuscoin-
panheiroi vereadores; porque, cm qualidade de mem-
bro da cmara de Iguarass estoii ao nivel de todos os
outros, que a compem e por consequencia sem direi-
to de iiupiir o meu pensante uto niainria por lucio de
vaas ameacas; e como autoridade policial sempre Uve a
frca necessaria para me lser obedecer, sem que pre-
cisaste recorrer essas violencias. Talvcz o Sr. Chico
Honorio tcnlia assim Pallado por me harer opposto que
se verilicasse a sua milla posse por tuna cmara com-
puta semiente de quatro vereadores i qual, conformo
a le tupracitada, nao poda funeelonar legalmente: tai-
vez as las iras se ex.-u-i-i bassem pela opposioo une
lita chamada de individuos menos votados para suppri-
reni fallas com pretericao dus que tiiibo mais subida
rotacao : taive cm lim se lenba molestado com a cer-
teza de que nao transijo coin aquellcs que resislein s
ordens legaes afi'ronlo a autoridade publica, e piocu-
rao firmar o faci sobre o despiezo do direito : se estes
sao os seus motivos de qtieixa fique o Sr. Chico Hono-
rio com a gloria da denuncia ; porque cu me conteni
em lal caso enm o uobre carcter de reo: se tem alguma
nutra ratita mais valiosa cnto explique-se francamen-
te porque muito desejo tenho de aualysar os seus bem
conhecidos precedentes, com que tanto se ufana.
Proravclnifiilc o club praieiro exigi do millo pre-
sidente da cmara d'lgu.irassu ella prora d'adbeso ao
partido: provaveluiente a defeza do Moraes c l.uiz Hilar-
le recl.iinoii todas essas calumnias ; mas nao via quem
as assignou que rubricara o sen descrdito, a sua dc-
gradaeao.' nao via toda a torpeza em que calda, tornan-
do-se signatario de mu libello lamoso .' Sis. Iledactorcs,
nao m'adnilra, que a voliimosa huinauidadc do Sr. Chi-
co Honorio eill verdadeira coaeco palente d'nnia
maneira uto inslita ai sii.-is propeiisoes anarchicas c
seus seiiliinciitns auli-nrdeiriis, porque ein lim, he prai-
eiro : nao me espanta mesiuo que, j em urna idade
ayancada, quelhc prescrerc ., macao eoarrependl-
inento dos peccados ctiniiucttidus como ebristo se
deliberaste a concorrer com o seu ardite para o gran-
de incendio de sua ptorincia; porque assuas tendencias
senipre forao estas e os seus precedentes como elle cou-
Pessa, do bem conhecidos mas, que o Sr. Chico Honorio,
l do tundo de sen ilhole, lenba a pretcncSo de desacre-
ditar-me, destruir o bem Armadocouceito de meu hon-
rado pai e denegrir coin Palsidades, dignas de quem as
propala, a reputaeao de ininha familia, lie realmente
Pacto, qil-.rebaixando ateo po do avillainento o carcter
picaro c tnesqulnho do Sr. Chico Honorio ihe da s-
menle realce c lugar disiinclo no imiuundo theatro da
calumnia.
.Nao me demorare! por inais lempo com um detrac-
tor a quem soberanamente despiezo e protesto rollar
de uma maneira mais explcita, quando p<.r elle lor cha-
mado ao processo analytico de teus precedentes. Recite,
21 de maio de IS-l. Sou seu assignanle JoSo Antonio
CatalcanU e Albuquerque.
Srs. Redactores. -- Km resposta a Um artigo do \a:a-
reno, de 14 de malo do corrente anuo, que temporepi-
grapbe nina execucfio-: sou obligado, em abono i
verdadr, e sustentaeo a reputaeao dos Ilustres inagis-
liados, que julgio o processo, onde se diz, que for-
migSo as nullidades, a diser algumas palavrai, mu! j>ou-
cai, quantosjulgo indltpensaveis
O Pacto/ que aiitorisa essa execueo, nao pude ser re-
futado COIll palarvas, e historias, preparadas a geito, pa-
ra dareni lugar a una consequencia, que convuiha li-
vesse lugar em prnveilo do que se diz prejudicado: o
Sr. Joaquin Francisco ( avaleauli d'Alhuqucrquc Poi
convencido do debito, que se Ihe cobra desde a instan-
cia inferior at a superior, depois de etgotar todos os
cursos, que a cllicaiia ofi'erece. Ora, nao ba razo pa-
la que Pnsse desatlendido o Sr. (.avaleauli d'Albuquer-
que, se pdesse provar o que naquelle artiga se disse.
Entretanto,fez-se grande onento a todos us magistrados,
que julgio esse processo, e especialmente aos Srs. del-
embargadores, que felizmente tem urna reputaeao mu
>SH3BSSZ733v' CT-:' .
mente as montanbas. O cinto de cooro atacado por
duas grandes livcllas de praia, era um verdadeiro arse-
nal ; tiuha elle de cada lado um rica par de pistolas, C
adianle una paliona, aos lados da qual por eXCCSSO de
precaucao carregava colher egarPo: trazia urna luuga
espada que arraslava pelo chita ein signal de coniuiando,
euill magnifico bacaniarle complel.'iv.i o fonnidavel ar-
uiameuto. Grande capote de couro de cabra em pello,
eobria tudo islo no i aso de ni-ccs-idade. Neiu Piquees a-
qui juntar, como feivo caracteristica de costuiues,
que oeslylcte curto desse Parafauli liulia gravados n.i
lamina a Virgeni e o Menino .lesos, e que elle trazia an
peseuiu presu a iiui.i Sla encarnada, um coracSoiinlio
de prata ebeiode reliquias. Isto he o amuleto do parti-
dista edeve presrvalo de todos osperigos de Ierra c
mar.
Afora algumas variantes, c maior ou menor riqueza,
este inesmo vestuario era o de Francalripa, de Pandl-
graua e ilos outros Calabreies reunidos na casa da duen-
da ou espalhados por fura.
Por Sao Bologaro! dista Parafantl coin voz estre-
pitosa, que leuibrauea l'oi a do Signor Castrouc de inct-
tci-nos nesla COClhelra? Fdia o inesmo que si- nos nian-
dassem |.ara o cunte do Etna ; harcrla l tanto que co-
mer c beber como aqui.
A beber nao digo, responden Francatripa que li-
nha a cara arredondada e us olbos esbugalnados, mas
que era jovial; porin quanto a comer nos teios aqui
priiuriramente os c cilios da berdade.e depoli os tama-
ladas du carneiro, que nos lia de servir de ciia.
l'agaudo-os, bem entendido, diz em toiu sciiten-


3*
TT
solida, baleada era consuntos actos dnjiistica. JJ*
areno quer raciocinar .1 respeto con. perlMto mbeci
ment de causa, veja o procos, ceniao, co loiui1-
ta esclarecido, raciocinar* era apolo do .pie so luigou,
,. confessar, que ro mal luformado. tomo nao he nu-
tre o lim desta correipondenola, reata-rae rogar aos
Srs. Redoctores, o favor de Inserlrein no seu concuna-
do jornal estas poucas llnhai doaeu constante le.tor
J JoaqthM francisco de Mello Cavalcant,.
Sn Redactores. Multo tcem dado, quo faier aos
.Srs j' Ki-ller c Companhla as pergunlas que Ihes fe
Esculapio; e a reiporta quo os mismos Srs. Ihe
dorfio pelo Diario d 25 do me: p. p., he digna do urna
rliota. 1) Esculapio perpunteu ao dilos Srs. se as pi
lulas vexetaes do r. ISrandietti que tecm aniiunciadu
sem interrupco sao das 5851 eaisinha*. quecom
iirrfm como lie publico, e notorio aos Snrs. nego-
ciantes rirslM ptaea B.raido Koyle ji' Coinpanhia e
pelopfeeode 400 rj. eada ealaloha, vinrlns do Klo de
Janeiro pelo brigue brasileiro Feliz, c a despropositada
resposla, que lervlrSo dar os subroditos Srs. i. h>l-
ler & Compaobla fui que Dio autoriiio a venda d--
utras pilulas leoio as verdadeirai vegetacs (!o l)r.
Bramireth e remettidas polos nicos agentes do Bra-
sil no Rio de Janeiro como melhor se podem nuivon-
eer dirigiodo-te ao eu cscriptorio : como he que se
menoscaba ao publiro sensato desta capital com una
lemellianle reipoita '.'! Hallo poda o interesse !!! Ba-
gatella ; o diminuto ganho do tiil rs. por cada caiti-
nlia oao heida ; a vista do novo processo por que
pastioa ser embrolladas e lacradas em lacre pre
to Ah! Srs. J. Keilef iV Compaimla antes vender
calimbas de p.lula vegetas! pelo modicosinho ga-
nho de 600 rs. cada uu.a do que estar exposto aos
vaivons com.> negociantes Aq-ii termino, Sra. Itedacto
res, para nao cansar u paciencia do respcitavcl publico;
o vii.es. muito lavor iho faio se g<> diunarem de dar pu-
blicidado a eslas duas linl.as do seu confiante le.tor
O Observador.
1:
AlfaniJega.
Rendiinento do dia M. ........ fcOfiyWW
Desearregao hoje 2(i.
/y ligue Y Mabacalho.
PatachoVirginiaf.iiinha c nianlciga de porco.
piuca do Recipe, u de maio de is.
i.evist\ muicaNtil.
Cambios Passno-sr diminutas quantiaa a 25 '/, d. p.
1/rs., c ha falta de taccadores.
Assucar Coutinuo as entradas milito limitadas c lio
procurado ao proco de 1/160 a I #2110 rs. or
ir sobre o ferro do blanco encallado, e 1/100
rs. o matcavado dito; euibarricado brauco de
2#iM a 27.'i0 rs., e ensnecado de 2#300 a
2.. a 14800 rs......maceado de 1/700 a 1/720 rs.
Algodo titiladas din.iutas e sini altcracO de
l>rovo. ....
Cornos II1 poucos compradores ,; sao oll'crecidos a
130 rs. a libra.
Aro de Milao \ endeo-se a 22.f rs. o quintal.
bacalho Chegou un1 carrogamcuto de Terra Nova
com I,SOO barricas, que foi vendido a ItMinii
rs. a pequeo pra>0 e o depoiito actual lie
de 2,800 barricas, seminas VCIldaa moderadas.
Catatas Yciiderao-so a llllll rs. a 1 .
//olaxiuha dem a \ti rs. a barrica.
Uarnesreca --.Nao hnrenlo onlrad.is e o dopozito he
de N,000 a; sendo as vendas regulares de
21600 a 3/200 r. a de Bucnoa Amos, e de ij a
3/300 rs. a do Rio Grande.
Estopa Vendeo-se a 180rs. a vara.
Familia do trigo hegrfib dous carrcgaiucntei com
2,212 barricas com as quaes o deposito nao
excede a 4/0011 rs. em primeiraa unios ; e as
vendas toeni sido regulares ile lti#.")00 a 19/rs.
a americana, e de I'.'' a 20/ rs. a de Trieste.
Dita de mandioca Asent aclis tcem continuado, l-
elo liavido vendas de ."i200 a ;')f 700 rs. o al-
queire a granel, o continua a ter niuila extra-
cao leudo continuado a vcmler-se de &/500 a
(y rs. entaccada.
Milito Vendeo-se de ./a 4/300 rs. a saeca.
Queijns dem a 1/2)10 rs. os llamcngos.
Kapc de Lisboa dem a.V2C0 rs. a libra.
Tabuco maepcndiin dem atWiOO rs. a [j.
Toucinbo de Lisboa dem de (5/800 a 7/ rs. a 1.
Vinagre de Portugal Mein de 55/ a 58/ rs. a pipa.
\ Millo dem de 100/ a 108/ rs. a pipa de autores de se-
gunda nota e 103/M. da Figucira.
Entraran durante a semana !l onibarcaoos, esahirao
Ib; oxistCUl no porlo )l!l, sendo 2 americanas, 2'1 brasi-
leas, 2 francesas, 2 despalilllas, -i inglesas, 2 portu-
guesas, 2 snrdis p 2 suecas.
.<^jigpvisasssu mi .-*.--- aoraah^^i
lOsItlH'illl) i oa o.
Kavio sabido 110 dia 23.
Liverpool ; barca inglesa Siglilinijate capito Tilomas
llunler carga pao-brasil,&C.
Navio entrado no dio 2.
Alcatras; 20das, brigue ingles Catcdonia de 112 to-
neladas capitiio Tilomas Iroine equlpagein lo, car-
ga lastro ; a urdera.
Editaos.
4>=0 III111.Si. inspector da tbosoiiraria lia f.uonda dcs-
ta provincia, achaildo-SC autorisado pi'lo tribunal do
tliesouro publico nacional, para continuar a promover
na iiiesma o corle do pao-brasil, na forma dos artigos
do regulanienio de II de Janeiro de IS-12, abaixo trans-
crllHoS ; convida aos proprietarios dos terrenos, que
produsem este genero, e beni como as pessoas, que qui*
zereni cncarre^ar-si' do corte nos terrenos devolulos,
liara que at o lim do correte auno veul.ao apreseutar
cioso Pandigrana, que passava pelo Calilo da tropa, o
que alienara grande austeridade d principios em ma-
terias de disciplina.
Sera duvida, replicn Francatripa; he o que continuo repito iiiinba gente: Meusamigos, digo-Ibes
cu. deve-se sempii-pagar....... quando ouira colisa nao
be possivel.
Mas em lim, dase l'.iralaiiti, que vienios nsaqul
laier? t)que lia.' .
El abi a qucslao. Creio, quanto a miuii que aqu
ha m\sterio.
O leu sentido est nos Ingleses.
E pensar tu que soo 111 s?
Aqu estou cu corallgo.
K pu eutao? exclainuu Kpaccaforno, que atc'lli os
deixra fallar sus. Por S. Linda de S\ racusa, quisera ver
coser todas as lagoslas.ala ultima,na laldeira do diabo.
Que te liseras os fardas veruiclbas, para t.o pou-
i'o liem ll.es quereres?
O (juc me fierflo '...Depois do me haverem des-
embarcado a mira caos raeus, as cosas da Calabria,
na ipialidade de auxiliares, abandouarao-noa, traidores/
Toda a banda abi lieou. Escapel eu poi- milagrc; mas
di'sde enlo vagueio mi como corpo sem alma, mas co-
mo alma se.11 corpo, islo be; como general seni exercilo
lieos vos preservo do eacadores franceses. Nao loelles
grandes, mas acofo o aiiiau, eoiiio gente !....
Kuiiio anda ha i'.ic.iiloies ? pcrgiiutou Francatri-
pa lingindo-se admirado.
Tu pergiintas, si' os ha? Nil.gueni inelbor do que
cu liics pode dilles dar noticia.
na niosni thesouraria suas propostas. Secretaria da
thesouraria do Peruaiubiico, 17 do maio de 1815. O of-
ticial malOf' interino, iqnatiO dos Sanios da l-'nnscra.
Arlijns do rt^alamenlo 111711c se refere o uliUll supra.
Art. I." O corlo do pio-brasil lias provincias, em que
fr permittido pelo goveruo, ser uiiicanionto feito pe-
los proprietarios dos torrnos, que o produsem, confor-
me as exigencias das ihesourarias.
Art. 2." >o caso porm de quo o propriotario recuse
encarregar-se do curte, sondo convidado pola thesoura-
ria, a que o faca ; esta, dopois de recobor doli resposla
negativa, 011 ueiiliiima dentro do un prazo rasoovel, que
Ihe ser marcado, podor encarri gar o incsino crio 1
nuera se propozor a fatel-o com inais vanlagem em favor
da fazenda publica.
Art 3." Nos terrenos devolutos, he permittido o cor-
te a quaesquer pessoas, quo foroin para isso dcvid.iuie:,-
tc autnrisadas pelas thesourarias respectivas.
Art. 4." O tribunal do thesouro sobre propostas, o
iiiformaeoos das thesourarias, ioderi elevar o proco ac-
tual do corte do po-brasil at o mximo marcado na lei.
Art. 5." As pessoas, que se proposerein ao corto, as-
signarao tormo por si, 011 seu procurador, cm que se
devera declarar o proco de cada quintal, e 1 iiiiantidadc
que so obrigao a cortar, subjoitaudo-sc a nao tra/.erom
para o deposito senao po-brasil de superior qualida-
de ; pena de Ihe ser rogoitada, e quoimada porcao,
que fr qualilieada como inferior. K proslaro, alm
disto, lianea idnea, salvo so froni proprietarios dos
terrenos, {'
I O lllui. Sr. inspector da thesouraria das rondas
provinelaei manda la/.er publico, que, 0111 cuiuprlinento
d'ordoui do Kxni. Sr. presidente da provincia de 20 do
crlenlo, ir piara, no dia 20 do junlio prximo fulu-
ro, a empresa das obras da matriz de Santo Amaro do Ja-
boato, oreadas na ijiiaulia de 3:320/1)00 rs., sob as clau-
sulas especiaos abaixo transcriptas.
Os licitantes, dovidanionlo habilitados, dever com-
parecer 110 dia, hora e lugar indicados, munidos das
competentes proposlas, conforme o regulaiuento de 11
dejulhode 1843.
Secretaria da thesouraria das rendas provinclaes do
Periiainbuco, 23 de maio de 1845. O secretario Interi-
no, Jo.io Valeniim VHiela.
oLxuSLi.is ESPixiAts n\ .MUiEMvrxe.o.
Art. 1." As obras do reparos da matriz da villa do S.
Amaro de Jaboalao far-se-ho conformo ao orcainont o
planos approvados polo Kxui. Sr. presidente em 17 do
maio de 8i5. o pelo proco de tros eolitos trezoutos c vio-
le mil ris. '3:320/000 rs.')
Art. 2." As obras principiarn 110 prazo do dous me-
ses, c serSo concluidas no de dote ine.-os, ambos os pla-
zos contados em couforniidadc do art. 10 do regulamcn-
to das arremata enes. /
Art. 3." o pagamento lbr-se-ha>eoulbrme 10 art. 15
do precitado rogulanicuto, seudo/e 12 inczTs-o plazo di'
rosponsabilidaili* t-f
Art. i." Para ludo o inaisYpio nao est determinado
as presentes clausulas especiaos, seguir-so-ha iuleira-
nioiile O que dispc o precitado rogulamculo de 11 de
juihude 1813.
Ileparlico dos obras publicas, 1 Vi do maio de 1815.
O cngcfiliciro etll chele, Vauibicr.
O III111. Sr. Inspector di thesouraria das rondas pro-
vinciaes manda faser publico, em cumplimente da or-
deui do Kmii. Sr. presidente da provincia do 20 do cor-
ren te, quo nos lias 20, 23 c 25 do prximo futuro mes de
junho se ha de arrematar em hasta publica, por lempo,
de un auno, na fui na da lei, a laxa lias li.urcia das
pon tes do (Jaxaug c Wujarj, sondo a prinieira pola quan-
lia de 1I1111, eolitos de reis, e a segunda pela de un cont
0 qninlioulns mil ris.
As pessoas que se propo/.ereiii a esta arrematarn
compareco na sala lias sessao da mes.ua lliesourarla nos
das cima indicados, competentemente habilitadas. K
para constar se uiaudou allixar o presente, c publical-o
polo prelo.
Secretaria da thesouraria das rondas provinciacs do
Pcruambuco, 23 de maio de 1845. O secretario interi-
no. Joa Yalentim Villcla.
i\o leudo concorrido hontem licitantes para a ar-
reni.-.l.ieo do acabamenlo das obras da capolla-nnir da
matriz da villa do Bonito, oreadas em dous eolitos de
ris, u Illin. Sr. inspector desia thesouraria manda fazor
iiublico, que ira novaiueiite a praca dita empresa no dia
20 de junlio prximo futuro ao linio dia. V. para constar
so mandn allixar o presente, o publicar pelo piolo.
Secretaria da thesouraria das nudas pruvluclaes de
l'oriiaiubuco, 2 de maio de 1815. ti secretario interi-
no, Joiio Yalentim Yillela.
A cmara municipal desta cidade do Reeift c seu termo, etc.
Fas saber, que por o Exill. presidente da provincia,
.ni ollicio de l- do corren to, Ihe lora reuiettida asoguiu-
y resolui.'iio da asscmbla legislativa provincial, tomada
sob sua proposta, a qual, da data dcslc cm iliaulc, lera
iuleiro vigor, como uella se contera.
1 aisemblta legislativa provincial de Pernambueo, 10b propos-
ta da cmara municipalda cidade do tteeife, decreta :
Art. 1." Nao se poder oililicar ou reedificar, anda
pie soja ib litro de muros, coreas 011 vallados, na cidade
lollecife, as povoacoes do seu toriiio, o nos irralial-
ies, coinprchcudidos 110 districto da dcima, sem licou-
o.a da cmara municipal : sob pina de multa de nula
mil ris, o dcinolioo da obra li cusa do eoiilraveulor.
Art. 2." i-ico revogadaa todas as maisdisposices das
osluras da cmara municipal do l!ecife,ib- nove de maio
le 18-1-, o quaesquer disposices em contrario.
Paco da asscmbla legislativa provincial de Pernam-
bueo, II de maio de 1845, IVdro Francisco de l'aula l'a-
ralcanti de Albuquerque, presidente. Francisco Xavier
l'aes arreto. I."secretario, Custodio Matwel da Silla
''uimanies, 2 u secretario.
K para que chegui; ao coiiheclmento do todos, man-
dn a cmara publicar o presente pela iinprensa.
Paco da cmara municipal da cidade do Uecifo, em
.'! de 'maio do 1845. l.ui; Francisco de Mello Cavaleanli,
pro presidente. Joiio los Ftrreiradc Aguiar, secretario
O III111. Sr. Inspector ia iiiesouraria das rondas
provinciacs manda faser publico, quo, era cumprl
ment da ordera do Exra. Presidente da provincia dr
20 do Abril p. p., ir 1 praca hoje 2(5 do concille ao
linio dia, peanle esta ll.csouraria a 1 niprcza dos tra-
balhos e obras do 13." lauco da estrada da Victoria or-
Vejo, polo leu modo admirado, que nao sabes a
niinlia historia; poia cu l'a cont, siiu que ui'o pecas.
Occupova eu cora aniinha tropa as eminencias de Sila
Ulll dia vejo vir ao lonee una coinpanhia dos referidos
eacadores, que se diriga de Cosensa a Catalizare!. ()uo
I,ico 1 11 Polillo a ininlia gente d'cmboscad.1, o apresen-
to-nie su na frente da ci/inpanbia: (JapiUlO, digo ao
11 chele do corpo, eu son coininaiidaiite da guarda urba-
u na de P.irenli, e vetilla em nonio do municipio ollero-
u cer-lbe hospitalidade. Acredito-ine, locoito, e cis
o> iiieus caradores 1 me scguirein como canieiros para
omatadouio. A coinpanhia ensarilha as armas, deban-
il.i-so, 110 linio da prai;a, o os otliciacs o iniiilos soldados
me leoinpanbno a casa de un bom diabo do lugar, quo
havia entrado ua brineadeira. Apreseuta-sc vinho, 10
uia-se un trago; ao segundo c|ki.... pum parte de nina
anilla un tiro de pistola, era osignal. Ulll lrancczsii
nao escapou; olliciacse soldados, toda a coinpanhia all
licou. ,
/ieni feita.' oxclainou Spaccalorno admirado, eis-
abi oque se chama una partida.
Ca por iiiini, di/, o severo Pandigrana, nunca ap-
provei a tila atco, O dircito das gentes a coiidciiiua: os
houiens batem-se < nfio nssassludo. Violaste as bis guerra, C do inais as da hospitalidade, que sao sagradas
p.ua todo o bom Catabres
Signor Pandigrana, tu leus uns ares do inulher 11-
pinicada; be o leu deleito, cada uiii tcill osen. Eu sel
que tu tt lis desojos deservir na Hopa de buha, cuino
(,aciano Mammona, que cu couheci aprendiz de niolci-
ro aulcs que fosse un dos nossos, c qucni hoje o re
cados na quanlia de 17:434/221 veis, sob as clausulas
especiaos publicadas cin o n. 100 e otitros d'esto Diario.
Os licitantes devidamente habilitados devorad com-
parecer no dia hora e lugar indicadas munidos das
competentes propostas conforme o rogiiltiuieuto de
IldeJuIho de 1845. Secreteria da thesouraria das
rendas provinciacs, &c.
De, larages.
1 o cscrivo e administrador da mesa de rondas
internas provinciacs desta cidade la publico, pataco-
nbeciiiionlo do todos os propriolaiios de predios 1111> 1-
1108 das 4 fregiiezias desla cidade o Afngados, que 110 I."
do junho prximo vinilnuroso priucipiao a contar OS 30
das marcados por lei para a cobrauca, i bocea do cofre,
ila respectiva decima OO semestre decorrida de Janeiro a
jiiuho do correte auno, o,lindo csse prazo, iucorrem na
multa de 3 porceulo todos os llovedores. COOlraOS quaes
se proceder ejecutivamente pelo principad, multa e
cusas.
E para que ohegue noticia do todos uiaudou aflixar
o presente, e pablical-o pela Impreosa. Uecifo, 24 de
maio do 1845. i.ui: Francisco de Mello Caralcanti. (14
A cmara municipal desta cidade abre sosso
ordinaria, no dia 2(5 do corronte.
Exlstera na administraefio do corroio os ofllclos do
Exni. presidente de interesse particular para osseguin-
tes >rs.:
I m ao l'.xiu. ministro da guerra, interesse do major
Francisco Jos Mello
I ui ao mesura, interesse de Francisco .los Das.
Itu ao uiesino, interesse de Francisco Garca lavaros
o Marianna \ ictoria deSouza Pinto.
Lim ao iiiesuio, Interesse de Candida L'rabclllna da
ConccicSo.
L'in ao lliesiUO, interesse do Joaquiui Santa Anua.
l'in ao Exm. ministro da justica, Interesse de Francis-
co (.aciano Pcrolra (ionios
1 lilao nicsino, interesse de Manuel Dioni/.io.
L'm ao iiiesmo, Interesse de Francisco Lopes Castcl-
Srauco, Florencio de Souza, o Pi Rodrigues.
lili ao mesmo, interesse de Jos Vleira Silva.
lu ao F.xiii. ministro do imperio, interesse do toiien-
le-corouel Jos Ramos Aguiar
l ni 10 F.xiii. ministro da fazciida, interesse de Jos
Mara Fernandos c Silva.
I"111 ao mesmo, interesse do .(os Peres Vianna. _
lu ao Exra. ministro da marioha, interesse de Joo
Das Cabr.il.
1 in ao mesmo, interesse de Francisco Ignacio Vbi-
delro,
A curvla CJariora recebe a mala para o Rio de Ja-
neiro no dio 28 do corronte.
COMPA.MIIA ITALIANA.
TIIEATRO P III I.O-D II AM t 1 CO.
Extraordinario e brilhanti ispeetacalo una tena feira
2T < ro Trille.
Ultima represciilacao da bcllissiuic iuterossaiilc pro-
ne^ueKclliiii ^ () ]; M A
Personaqens. Actores.
Polllonc, procnsul romano as n.
Galltas (.arlos Ilicto.
Orobeso, chefc dos Druidas I'Mlgi uisionl.
Momia, Druidesa, lilba de Oro-
bezo Ma./'iid.iLeii.os.
Mario, amigo dePollione Ciuseppeolletti.
Chele dos giierri iros druidas Antonio Maxid11 "un 1
Costa,
oros e comparses. Druidas, bardos, eubages, guer-
reiros o soldados gauleses.
Seguir-so-ba o bcllissiiuo c engracado dueto Vedi tu
fucilo pugnale da opera
finara de Roscmberg,
pelos Sis. Luigi Cuitoni c Ciuseppe (ialletli, msica do
celebre ineslre Ricci
Findat o d.vcttiiui uto com o iuteressaulc c muito
iniil 1 nd 1 1 -1 3." ernadio da opera
LUCRECIA BORGIA,
msica de Doillzetli.
argumento doste intercalante quadro Ja foi exposto
ao publico por este Diario, e portante he intil faser no-
va rccouiinciidaoau una pc;a lao digna dos amadores
d'atle.
l'ersimaijent. Actores.
Lucrecia 1 orgia Margal ida Lomos.
Duque de Ferrara Luigi Guixzoili,
Geuiiara Carlos Ricco.
Procos de entrada, como de cosliiiue. Os bilbetes
vendeiii-se na ra do Rosario 11. 30, priniciro andar, c,
110 dia, un tlieatio. ^________
Ausos inanUiuos.
ll'.ira o Arac.it) seguir iniprelerin luiente no dia
28 do prsenle o hiato t\ova-linda, o so recebe passa-
goiros, ealguiiiasmiudesas: trata-sc caiu Antonio Ro-
drigues Lima na Praca do Coniniercicio, 011 na ra da
Cadeia-Velha n. I, piiineirn andar. ;i
I Para O Porto sigue improle ivelinente.lio dia 4 do
junho futuro, o brigue N. S. da Boa-viagem, capitiio An-
tonio Ferrelro Mues para o pequeo rosto de sua car-
ga e passageiros, lrala-se com Francisco Alvos da Cu-
nda, na ra do Vigario n. 11 ou com o capitn na
Praca. !0'
2 Para Lisboa saino dia 4 jiiiiho vindoiiro o litigio
portugus Triamphante, capitn Silverio Maooei doslleis:
quera quiser carregarou ir depassageui,onienda-se com
os consignatarios lleudes & livcira, ra da Cruz u, 9,
ou com o referido capito. (>
2 P.ua o Rio Grande do Sol seguir breve obrigo
Cintro 1., por ter parle do seu curroganicnto : quon
no un sino iiuizer carregar, pude cnteiidcr-sc com Amo-
iini Iudos, ra da Cadcia u. 45. |4
2 Para o Rio de Janeiro seguir breve o brigue Prin-
cipe Augusto, por ter parte de seu c.irregaiiionto ; quera
no mestllO quiser carregar, pude tratar com Aluorira li-
li, iosna ruada t adeia 11.45. ('
i,\ Un;.u.i Memoria do Filar, sai srguuda-lcira lili-
preterveluicutc para Macelo; quera quiser carregar,
dirija-se a i ua Dircila padaria u. li'J, ou ao nicstre
a bordo no caes do Colleglo. (4
J= A balea francesa illa, capito lloiieher, sai inl.i-
liveluiente para o Havre no dia 8 de juilio ; recebe
passageiros: os nrctondeiite pudeiu dirigir-so ai.es-
escreve, cbaniando-lhc : Ucu general c meu amigo; nfio
be verdade.'
__ Pulque nao .' replicn gravemente Pandigrana,
que aspirara com cuello, e que depois velo a entrar no
exerciio napolitano.
__ Ora esta e qurn se te oppOc ? Pela Madona-di-
Polsi, que nao son ou. CousegUO lo inenos ser niarqiiez
de Saula-Eupheiuia, corao o cantarada de tforganegra, r
coiisiuloque me poulnio a cabeca n'uin poslc.se nao lor
cu O pi inioiro a d.ir-to mais exccllencias do que coelhos
ha uestes covis. Mas para acabar a miuha historia, con-
tuuou elle dirigiudo-sc a Spaccaforno, confessar-te-hel
pie depois da ininba expedijfio de l'arculi, que i'c urna
bulla do Inferno, julguei a proposite n.io lic.ir na Ca-
labria, e isla lie a i.i/ao, meu Caro insular, de ter a la
illi.i a ventura de possuir Francatripa
_ Etambera, dis Paralantl, adevireuser seuhore
dono do Sita, depois da na partida. Dcsgracadamcnlc
punco dui.iii a miuha realeza, mas nao loi por mulla
culpa. Havia eu preparado era Rogllano una embosca-
da, era que o proprio Satans teria cabido; mas fui ira-
Indo : divulgada a mina, Ibi-SC ao diabo e eu com olla,
islo he; dii-ino por muito feliz em aohar na praia de
Pictiamala una pessiuia barca de pescador, para nassar
Sicilia, onde lodos os das teulio saudades da iiiiuba
cara Calabria.
E eu Indis as milites, ajuntnu Francatripa, das mi-
uhas caras ( alalircias.
isto ludo nao venan caso, interrompeo Pandigra-
na cm loui d.iutor.il. Nao eslaiuos aqu para contar liis-
ctitoprio dos consignatarios Lenolr Pugct 8: C. (I
Pieteude-se fular un barn do pequeo loto,
para ir ao P.ua : i quoin convier este negocio, dirija-so
a casa dos Sis. J. Kellcr b C.a, ra da Cruz n. 18, onde
se diri loiii quera se traa. 4
4 Paid o Kio do Janeiro o biigue nacional Miner-
a sai com brettdade e recebe alguma carga pas-
sageiros o elCraVOI a frote : queui pieton ler, otiteoda-
so enn o sei coosigoalailo Munoet Ignacio do Uliveira ,
na ra u Apello n 18. S
3 Para o Ass, com escala pelos Touros ella a sa-
bir o brigue escuna Bmriqwbt quera qui/cr carre-
jar, ou ir dspatsagem, uinja-sj aocspltio. ou a
Novaosfi Coropaobia os ra dol'raplobe n. 3i, c-
guudo ondar. 5
Le. lao.
3 O lllui. Sr. cnsul de S. M. P., leudo de retirar-
se temporariamente para Portugal, tara leilao, por nter-
veiicao do corrector Ollvelra, da mais esplendida mobi-
lla, que osle assevera ter vendido no decurso de multes
anuos n'esta cidade, eousistindo em cadenas de angico,
de Jacaranda e de iiiogno cun asseuto estillado o sem el-
lo, solas estufados, mesas de nieio do sala com podra,
cadenas do balauco o di' bracos, causlos, canaps, can-
dinos de brnii/e de dulcientes qualidades, divansdo
alinotadas, esteiras, tapetes, caslicaes com mangas, can
delabra de bronze de lu/es com mangas, dillcrontes
galauterias, mesa rhineza, jugos de voltorcte c de gn-
iii. to, lindos vasos de pon lua de Scvres com llores ar-
lilioiaes, o oiitios sem ollas, tamas de varias qualidades,
tiiiiius, guarda-roupas, coinniodas, secretarias, toillc-
tes, espcllios, oseadas de cuna, cabidos, lavatorios com-
plelos, lOUCadorCS, mesas de eabiceir.i, ditas de jantar
la-.ii.as, aparador, cadeiras amerlcauas, un louceiro
. iquissiiuo o grande, porcelana lina, iTJstaes, Inuca de
mesa ua, apparelhos para cha e caf do inelbor gosto.
quadro dos melhores autores, Jogo de bagatella, per-
leiiees de eseriptorio como sejao carteiras. mesas Se, o
minios objectos ulcis, assiuicomo umearriuho de duas
rudas com os perlenees, cavallos carretas: terca-leira
27 do corronte, as 10 horas da manlifia, na casa da resi-
dencia do dito lllui. Sr., ra do Apollo. (2b
Avisos diversos.
A CAJtRAKCA. >
Est venda o u. I na livr.uia da praca da Indepen-
dencia lis. i> o S. ____
O VERDADEIRO REGENERADOR N. 2i.
Esta i venda nos lugares do costuiue, por ler sido
desembargado. ...
Harua Dircila casa n. 119, dofroiite da botica do
Sr. I'eixc, fugio, no dia 25 do correte, nm papagaio la,-
lador ; levou preso ao p un pedaco de corronte : roga-
se ,i que.n por veuuir.i o pegn, mande entregal-o na so-
breda! casa, queso ogradrecra. ,
Pollino Poreir.i \ anua remelle para o Hio (.rau-
do do Sul os negros flioma/, Francisco c Marta, a rntro-
ar ;i sen seuhor l'oi lirio le reir Nuiles.
i No dia 24 do carrete mes, das 3 para as 4 boros
da larde, desapparoceo Ulll cavallo alario, com a lenlo
aborta, una lisira branca ua,testa at o beico, Iros pos
cucados, i sarnoiha sarjada eom lanceta, dinas gran-
des. O cabo ooniprido, OSJOlllOS rolados ; cun Ulna can-
g.ilda .". libras de b.ic.illi.io, aniarrado na dita canga-
llia: quoin o adiar, dirija-se rti.i Dircila. n.33, que
i(^.i gratilioado, pois be de un pobre I
inaUrJ
9
'i., -isa-sc de 300A rs. a premio com lij polbcca em
imii-isi '-t.'ual rende li;; is. ineusaes lic.uido o alu-
did en, coma S l>'''"i" "" P"-"lo IV,v ''*' .
1 l'i-.-i i/i-se ile 1" buiu cozulieiro pai.t boulo O
,..'av; "le jSxWWM para Portugal ; annun-
'"'2- Precisa-so do un, c^xcli". .'I'"" ""'"l'.'-' ^;
ragons,,Mp.os,J. hbil ,.a..iiraV>-;i;';;; ^
tas circunstancias, dirlja-sc 1 riV1 "' '"" n.....
tratar com los' Dial da Silva. ,
:i Eusiuao-sc meninas era ludo quat* diz respeito
as priuieiras lollras, .1 co.er, Imrd.ir, marcar, faser la-
varinto, toucas de raeniDOS, por menos doqueewou-
ira parte, eom solo C aelividade : na ra da Motril da
Boa-vista, esquina que volia para a ra da Gloria; na
niesina casa cosem-sc camisas e cosiurai de alfaiate, la-
zcill-se tomas ricas e silglas para baptllado, bordao-se
aborluras de camisas. fazein-so bonicas de panno, de
ludo o lamanlio. beiu foitas, por barato proco. (S
LOTERA DO Gl ADELl PE
3=Sea o.xtraro dos bildcles d'csl.i lotera fr coino
leni sido estos das, as rodas devcui correr Irapreterl-
velineiuc uns pi iuieii os lias do uiez vindonro. (4
3 t) abaixo asslgnado fas selente ao publico, c prin-
eipalinenle 1 Indas as pessoas eoui qiicm lem transar Oes,
que, por motivos, despuli de seu eaixelro, Francisco
Custodio Saiupata, Isto 00 dia 21 de maio do coi-rente
anim; nfio se respousabilisando por transaccao alguina
feita pelo meSIIIO, depois do dia que o despidi. Jos
Das da Silva, '
3 -. Alilga-se, i lima pessoa capaz, una sala com um
qii.ulo, o 1101 corredor, com sabida indepeiideiilo da ca-
sa : na ra di Malriz da 'oa-Vista, esquina que volta
para 1 111.1 da doria II. (iS. 4
2 Arrenda-so, ou traipassa-se por foro, um terre-
no o iup.ir da forro, com 350 palmos do fente o 1200
definidos, a cercado elinipo; na ra Aova, arinazoiii
11. ir. r*
Lmielliiiii i i oza Pessoa do biquei-
ra Cavolcanli Brilo, leudo de proceder
iiirentnrio, pelo car torio de orphos
d'csta cidade, cscrivo I'ereira, dos bens
(|tie litiiao do sen casal, por fallecimcn-
lo to seu marido, Antonio Joaqun Cor-
rea de Brilo, convida os credores d'este
justificaren! suas dividas por aquelle
mesmo carlorio.
i.iwii' 1111 .....a '^|wiMiiniigiiH' "^*W**BS
torietai como os poetas de l'.inaldo no porlo do aples.
Spaccaforno, orientaste-te bein .'
,l (loo \ me. um palia errado depois que o acora-
paubo, diga .'
KeisepontO s touho .ue clogi.u-lo; mas omliin a
prudencia he mal da seguran ca; sabes bom onde esta-
mos .' Coiibeees peifeitaineiite o leu terreno ?
Nao teiiha cuidado, (nand Spaccaforno vela, po-
dem indos dormir tranqullluinente, Minhas medidas es-
tilo lomadas; toda a sorpresa he linpossivel; os dousrioi
estn guardados, o.1 tone dos Folies, 11.10 obstante as
boas di-|iosii ues da fuarnicao a uosso respeito, est "ii-
lllarineiiie oceupada pelos nossos. Por precauefio de mais
nada se perdo.
Milito bom pensado, diz Francatripa: oa guerra
como cmainor o multe he mais seguro do quo o muito
pouco. ,
Eu senipro disse, ajiintoii Pandigrana que tuina
nresurapcSo de grande estratgico, (|ue o nosso amigo
Spaccaforno tinha o insUncto militar, alada que Sici-
liano.
A esse respeito, rcspoudoo o insular oinpoiligaii-
do-se, nfio son 00 meu pais, he verdade; aa Sicilia nao
ha o gosto p tierra, se abi le recrute algara solda-
do he a 110; de esbirros e do pao.
Apon. .cabava elle de fallar, entrara un hoincru
todo esb .1 ido na sala do conselho, quero diser un co-
/.uh.i d ,1 i." nda. .
[Abate .' exclamarlo os partidistas lancando mao
das espingardas. Alarmas.
' B {Conttnuar-se-ba).
MUTILADO


4
*L
No dia 23, as 8 horas da nouto, anparcceo um
quaitao na ra do Praia rom algumns cnusas um
cima : quem for seu dono dando os signaes certos c
pagando as deipeas, llio ser entregue, na ra da
I'raia armasem n. >.
O anouncio publicado no Diario de guara (eir
passada sobre a escrava Joaquina ; sabe-se que urna
pessoa a tom ern sua rasa, a se no praso de 3 das & nao
or entregar na ra das Grates n. 31, su proceder com
todo o rigor da lei.
Joaguim Francisc de Mello Cavalcanti fas publi-
co a queui ronvier que pessoa alguma compre, ou
contrate com Joaquim Francisco Cavalcanti de Albu-
querque e seus Bllios, sobre osescravos bois, bes-
tas, o o engenho Abrco do Natareth visto que todos
estol lens ostao liypolheeados ao annunciante, para pa-
gameoto de mais du 48:000/ de rs. eni que j lorio
condemnados por sentencsi do jallo inferior e superior,
que transitado pela chincellaria. Eroino movendo, o
annunciante execucao contra aquellcs seus devrdores,
chegou agora ao scu cerhecinieiiio quo elles por cs-
caparem a execufao te lio feitorahir os escravos e
animacs para a comarca do Brejo da Madre do Dos
ou algiima nutra desta provincia ou de outra ; avisa
por isso a quem quer que estes bens sejao oll'erccidos ,
que os nao compre e as autoridades udiciae c poli-
ciacs ondo quer que estes bens vio parar hajo de
auxiliar as diligencias que o annunciante protesta fa-
ze> cm apn:o e sustentaco de seus direitos.
A pessoa, que tirou una caria do correio para
Cypriano Antonio de Andrade quera por laor entre-
gar na loja de livros da piaca (ia Independencia ns. 6 e 8
A pessoa a quem convier um pequeo litio, mul-
to perlo desla cidade para plantar borlalica de socie-
dadecomo leo prop'ielario, dirija-so a ra larga do
Itosario loja de miudcsas n. 38.
Quem annundou no Diario de sabbado "'i do
corrate precisar de 800* rs. com hypotheca em um
torreno de 40 palmos de frente, e 3oo do fundo di-
xija-se a ra do Hospicio n. 34,
t_ Por constar abaito assignada fillia do pri-
meiro matrimonio do capitfio Pedro Jorga d Sousa ,
que sua madrasta e lilboi desta oito tendeado a pro-
priedade de Agoa-Fria queseo dito pai deltoo em
testamento a sua subredita madrasta cono a eondlcio ,
do, supla passasse as secundasminucias, ou allecesse,
passaria a referida p/oprlcdade aos berdeiros delle tes-
tador ; por isso a annunciante cuino lillio do testador,
e por tanto lambeta berdeira, faz publico, que sua ma-
drasta o sous Altos nao eslo autonsudos para Ven-
dercm a parte da sobredita proprieJade que perlence
a annunciante ; o por tanto, quem quiter comprar a
kupradita parte entenda-secom a annunciante na tra-
vesa do Lobato n. 12, por detrs da ra de 8. Tlm-
resa. Atina Marta de oousa. 13
I Aluga-so una casa terrea na ra da Conceicao
da Boa-vista rectificada e pintada de novo cosinba lo-
ra cacimba a quintal muito grande e murado por
preco commodo ; a tratar na ra do Hospicio n. 91. (i
i Alugao-so duas ca.-.a,s na Sol. dado da parte da
BOmbia com duas salas quartos cosinha lora ,
quintal murado ; os pretenderles dlrijo se ao seu
dono, oVieira com casa de cambio no Kecife ou na
goledade, na casa do niesmo Vieia. 5
1 A senliora Mana Jos do Sacramento queira ;r
a venda da ra da Cdela do Kecife O. 23, a iii'K"|U de
sej interesse 3
I No dia-7 do crrenle mez se he-de arrematar
um escravo vellio do servicu do camp^ a porta du l)r.
Juit do Civel da primeira vara >;1|Va Neres na ra
Nova ; c -ira o pretender cor;;.)are(>.a f por ser a ultima
praca. ,- ! alfc "-sea luja Jff,.asa da ra do Noguoira n. 16,
comquinU ,caicia,|tacom muito boa agoa ; na ra da
Crui o. 6, priii.-.iio andar.
t Aluga-seoprimolroandar da casa da ra do
Quefmado n. I i ; quem o pretender dirija-se uo se-
gundo andar do niesm. casa. 3
I l'.'crisa-se alugar urna prela para o servico de
es i e ra : na ra do Queimado ij. t, segundo an-
dar.
1 Aluga se o segundo andar de U'n sobrado na
ra larga do Rosario, con. sotao e bastantes commodo
e ama casa terrea na ra da Cooceicjo, com cacimba e
toda proiupta de novo e lem mullo bons commodos;
a tratar rio Atierro da I!iiB-Villa n. i* 5
t Um mocoasss habilitado para ensinar priaielras
i, pols lem > preparatorios, latim, Irancei e gao
metria, offerece-se a algum senbor de engenho que
queira r.iais con: mudamente ensmar seos iillios; a ira
lar na roa Olreita a. 18 segaudo andar. >
i Precisa-se de umcalselro queeotendi de ven-
daedC liador a sua conducta ; quem es ti ver notas
circunstancias nouocio.
1Or. J.J. C. L.lvi;ba a bondade de pagar aq .ti-
les I0|240 rs. que nao ignora e le o oio le- uestes
3 das, ver o sea nome por extenso neste follia. a
|Prccisa-se (o un; moco Portugus, que saiba
traballiar em padaiia e tomar conla de urna rreguezia
de vender pao aqu mesmo na presa ; as Cincu-l'ou-
tas n. 32. 4
1 J. J. Pags retira-se para o Aracaly.
10 Sr., que por engao tirou un.a carta do cor-
reio vinda du Sul pelo vapor Imyrurit para Anto-
nio Julio de Medeiros queira l'aier o lavor do entre
nal-a mesmo que seja aberta na praca da Boa-vis-
ta .1. tu. 5
1 Precisa seda quanlia de 1:500? rs. a premio,
decujaquantiase hypotncia um pr.diu do valor di
"/:000# de rs livre edesembaracaao : ucrii tiver ao
nuncio para ser procurado. '
I Frccisa-sede um caixeiro Portugus, de idade
de 14 a |Q annos para urna venda nova o que da
inesma ter.lia prallca o di- liador a sua conducta ; na
ra da Aurora n. '18. ou na ra Farinosa n. i. IA pessoa,que no da >l do do correte pmcuiou o
inspector do Arraial na sua caa 0 nao uu\ diiei
o negocio, quetiuha, riem diier quem era siin dlssv
que morava uara as partes do sui nao se ignora quem
seja : por isso pode mandar bascar a resposta do neg-
ci que foi ver pela pessoa que l o mattdoU, que
prnmpta lho ser dada. '
> Prcclsa-se de um leitor sem familia que enten-
da*d plar.taces para tratar de um pequeo litio :
quero estiver notas circuuistancias, dirija-se a ru
larga do Itosario, venda de porta larga. 4
r>-A!uga-se uma cxcellente casa na ra do Seve
n 14 perto do Collegio S. Antonio, aonde se acbao
as chaves ; a tratar na ra larga do Bosario n. 48. 3
3 Joao Douiingues Kuivo retira-se para a provin-
cia do Para, levando em sua companl.ia sua senliura
3Aluga-se o grande sitio ecasa da roa do Seto
n. 35 ; a tratar com Jos Meudes de Froitas, na ra do
Crespo n. ). 3
4 loma-so roupa para lavar e engommar com
p:omptido o aeseio ; quem a tiver anouncie para ser
procurado. 3
2 Aluga-se a sala da fenle do primeiro andar do
sobrado da travessa das Cruies n. 14; a tratar no mes-
mo sobrado. 3
2 a ra da Cruz, n. 9, exist m duas carias para
os Srs. Jos liento Alves dos Santos e Silva, e Joao da
Cunta Neves vindaspelo Ventura Feliz da cidade do
Porto. i
j. Da casa do abaixo assigoado desappareceo um
Indio de notne Jos Antonio no dia -20 do crrenle ,
oqual Ihelura remedido ltimamente do Maranho.e
lem muito saliente um dos deoles do lado esquerdo :
quemo encontrar e o lor entregar na casa do Hospi-
cio n. 14, ter uma boa recompensa. Jeronymo Mar-
iiiiiuiin Figueira de Mello. 7
'2Precisa-se, pelo lempo de um a dous annos, da
quantia de KOOfrs. pagando-se mensalmenle os ju-
ros de um ineiii porcento, o dando-se, para segurarla.
hypo lieca em um terreno de 40 palmos de (rente e 300
de fundo j alterrado e prompto para edificar, e que-
rendo mais seguranca, tarnbcm se d : quem Iboconviur
este negocio annuncie por esta folha para ser procura-
do ; advertindo-se que o dito terreno esta livre e
desembaratado c be em uma das uielbores ras desla
cidade, e tambem se vender, sendo que hajao preten-
deotesaodlto terreno, e laca maisconla a venda, do
que a l:ypothcca. 10
- Alugo-se duas canoas de conduco d'agoa por
preQO commodo ; na ra da Concordia n. 15
1 Manuel Joaquim Pascoal llamos embarca para o
to (Jrande do Sulos escravos Jos e Mirla crioulos ,
a entregar a seu senlior Joao Antonio Jorge a
3 (j prof-ssor publico ac primeiras lellrns de Fra-
de Portas precisa alugar urna casa leriea ou um
primeiro andar que telilla sala tulliente para montar
,i aula: a quem convier, eutenoa-se com o uiesmo ou
annuncie. 5
No botequim da na das Crttzcs n.
33 fazem-se iaotares e almocos para
fra com todo asseio e piotn|>tiiiao por
preco muito commodo. 5
Compras.
3 Compra-IO papel para emurulho, sendo diario
de lor.i.ato grande ; no Recite, psdaria na travessa da
Madre e Daos n. II ; na Boa-Vista, praca das. L'rui,
padaria junto ao sobrado n. Oo, 4
i Comprlo-ie effecllvomeote i>?ra .rra da provin-
cia escravos de 14 a 0 annos sendo do bonitas ligu-
ras p>go-s! beru : na Ua da Cadeia de S. Aulunio ,
sobrado de um andar e varanda de pao n. 20. 4
Compr;-se UUI i.ataninga ; quem tiver annun-
ele. ^ 2
' Onipra-sc (ITiclivamente papel de diario e de
oo'o paiaembrullio a 3i'00 rs. a arroba e a 100
rs. a libia ; na la Nova venda n. 6. 3
1Compia-se um lito Livio em meio uso ; na la
eslreita do Itosario leja de cera n 3. 2
|_Compra-so um lelltni usado, mas que esteja
prompto com os mais perlences ; na ra das Cruzcs
n. 38, se dir quem precisa. 3
Compra-se un.a porco de almccica resina ele-
ine cm pequea, ou em itrande quanlidade ; quem
tiver annuncie, ou dlfija-so a ra de Agoas-\erdes
n. 40.
v Compra-se, em mel uso a obra de pliilosoplua
pelo Padre Theodoslu de Almeida : quem tiver anuun-
le.
Vendas.
dous ilhos menores. J
3__ |>a-se dinbeiro a premio sobre penhores de ou
10 ou prata ; na ra estrella do Itosario r. 30, segao
do andar.
\
3 perdeo-ie uma caisa da prata obra do Porto ,
com a firma V. T. C. sendo estas lettras juntas ; a
pessoa, que a achou querendo restiluil-a dirija-se
a ra da Cadeia do Kecile por cima da loja de cambio
n. 34, que recbete o adiado. 5
MU INTBRESSANTB AVISO
principalmente a clasM dos Ais. tuiradores.
- Vende-se na loja de J Cardoio Ayres, na ruada
Cadeia do liedle urna obra publicada no Bio de Ja-
neiro em 1843, intitulada Diccionario de medicina
Popular, em que se descrevem eu. liogoagem accom-
modada a intelligencia das uessoas o tranhas a arte de
curar; os signaes, as causas, eo tratamento de todas
as molestias tanto das que atTocIfio aos brancos, como
das que s ac .mmettem os pretus ; os loceorroi que
se devem prestar nos accidentes gravea e subilos, co-
mo tos afogados as uliyxiauos lulminadus de raios ,
Ac. 6.C ; o meio de descubrir a lalsilicacao do vinlio,
edoi alimentos ; a piepara(0 dos remedios easeiroi ;
ai plantas uteis, e venenosas, ^c. ; pelo l)r. Cberuo-
vis. Dous volumoi em quarto, eontcodo 9.0 paginas;
preco 10 iiOUrs. em brocliura, o 1J.-U00 is. encardena-
dos i-i
l ATTEXC.Y!
Vende se a 140 e Kio rs. u covado de chita di-
las Onas escuras a 220 rs o covado dula a 140 rs. o
covado madapolio 160 a ''8> rs a vara ditos fi-
nos a 200, 220 e "240 is. pannos linos pretos e azues a
;3H0 rs. o covado de uma linda vista, i-ervindo o pii-
meiro para pannos de pretal e o segundo para farda-
menlo de pagem meios chales do csssa de quadros a
360 rs. corles de lanzioila de bonitos padres a 320 rs. de 15 euvados algodSo trancado azul mesclado a
' 'i rs. o covado tuerte azul de vaia de largura a 26"
rs. o covado molla boa lateada para pretos, lencos de
cessi pintada a ilid rs. aigodo liso de multo boa
qualidade a ll.O rs a vara dito americano largo a M0
is. a \:nx, multo encorpado casimiras de quadros de
bom g slo para Calcas ,i 1200 rs. o covado castores,
ou riscadoi trancados de quadros a ato rs. o covado de
mallo bom gosto para calcas petas de bretanha de
rolo a iHiior... ditas de madapolio a 800 o 3400 rs.,
dltoi finos a 4/, 4200e 4000 n. apees, medraste fino a
5,/e 6400 a peca, ditas de chitas a 5'2UO, 5o00 e <>/ rs. ,
escuras bretanha lina de puro linbo a 640 rs. a va-
ra esguiaoda uielbor qualidade do verdadeiro linho
Tino a 1500 rs. a vara C. ssa de quadros para buhados
a 3$ rs. a peca cortes do vestidos de seda com llores a
30^ is. o corte mu rica lasenda sarja hespanhula
muito enc.rpada a MOOe'JSOO rs. o covado, cambraias
lisas mullo linas, de vara e tanto de largura a 000 e
80H is a vara riscadinhns trancados a 2i:0 rs. o cova-
do : auverlindo aos compradores que tudas estas la-
sendas sao liinpas e de nuito boas qualidades alm
de oulias mullas fusendas por barato preco ; na ra do
CollegiO n. I, loja do Antonio de Azevedo Villarouco t
Irui&o. 30
4 Vcndem-se lindos corles de diali do melhor gos-
to a '6# rs. o corte, com lislras du seda cmbralas
de listras adamascadas a 520 is. a vara chitas fiance-
as muito linas, do vara de largura e do bonitos pa-
dres a 440 rs. o covado, escocez de aigodo para ves-
tido a 30 rs. o cuvado brim trancado de superior
qualidade, multo encorpado sendo du puro ludio, a
I iuO rs. a vara ; na ra do Collegio n. I, loja de Anto-
nio de Azevedo Villarouco $ Irrnao. 9
1Vendem-se as Aventuras de Robinson Croso; or-
pha ingiera ; eis Viagens de Antenor ludo era por-
tuguez ; na ra estreila do Rosario n. 3. 3
1_ Vende-se um sortirnento de toalhas deMlnho ,
IIoes e adamascadas para mesa em largura de duas
varas e em comprimento de duas varal e meia al 5
ditas, as ultimas com 24 guardanados bem grandos ;
panno de linho em pecas de 18 varas ; velas de esper-
macete em callas de 25 libras de e 6 em libra ; em
casa de U Mehrtens, na ra da Cruz n. 46 primeiro
andar. '
v 1 Vendem-se riscados franceses, ia quadros, psr
vestidos ejaquelas a 240 r* o covado, rMeadof tran-
cados de quadros para calcas a 3"20, 360, 40 e 440 rs
o covado, castor escuro a 200 rs. o covado fustSo
pintado a 520 rs. o covado brim escuro liso de linho,
a 280 rs., e muito fino a 400 e 440 rs. a vara dito
trancado eszuro de algodao a 400 rs. a vara, dito tran-
cado escuro de listras de puro linho a 600 rs. a vara ,
bretanha de linho fina a 4S0 e 640 rs. a vea cassa
lisa a 280 rs a vara e em pecas a 2700 rs., suspen-
sorios de meia de lia a t60 rs. o par, chapeos d mas-
sa finos a 2560 e 3# rs. e com ab estrella a \g rs.. cha-
peos de sol de seda superiores a 6S0O rs. e oulras
multas fasendas por preco commodo ; na ra do Quei-
mado loja n. 8, de Caetano Jos da Silva. 13
1_ Nos Arrombados vendem-se travs de 40 pal-
mos em quadro de 36 palmos em quadro e palmo e
coito, de 30 e 34, de palmo em quadro e palmo e coilo,
c nove pollegadas e de 25 palmos e coito ; encbams
de 20, ', 25, 30, 36 e 40 palmos; maos travessas e cor-
rimJosdeoO; caibros de 25 a 30 palmos; estacas de
imberiba e outras aadeiras proprias para agoa de 0
a 30 palmos e do 2 a 3 o meio de groliura : acceitSo-
se eocommendas de madeiras a vonlade do compra-
dor. 8
1 Vende-se uma rica armacao de amarello toda
envidracada leila com toda delicadeza e muito forte,
propria para qualquer estabelecimento de fasenda ,
rniudesas allaiate c. por preco muito commodo;
nu Atierro da Boa-vista fabrica de licores n. 26 5
1 Vende-se urna casa terrea na ra da tiloria da
Boa-vi ta o. 20, com sutao, cosinha fura, quintal mu-
rado cacimba e duas meia-agoas no funndo para a
ra da Campia ; a tratar no Atierro da Boa-vista., loja
de quenquilberias n. 44. 5
Vende-se retrot preto de primeira e segunda qua-
lidade e de valias cores condeces e cestos massos
de meias de linho,, cera do carnauba feixes de arco
para barricas, fcchatf.uras de broca bichas hambur-
guezas ancoras com aaeitonas barricas de familia
SSSE dita galega e ameicana e meias barricas de
Ma SSSF ; na ra eslreita do osario padaria n 17.
Vende-se superior tinta pieta uscrever a 400
rs. a garrafa; 400 varas d panno de aigodo da trra a
220 rs. ; na ra do Queimado n. 57.
Vendem-se 10 apolices da companhia de" Bebiri-
be ; quem as pretender annuncie
Vende-se um pardlobo de 12 annos de idade ; na
iub de Hortas n. 91
Vendem-se uns pares de rodas para um carro de 2
bois ou canela de engenho multo bem feitas e ler-
radas com seus eixos e parafusos por prego commo-
do ; na ra das Cruies n. 3\ se dir.
Vendem-se 4 macacos de ferro que servem para
esllvar aigodo nos navios, e suspender embarcacoes ,
sendo todos de patente ; em Fra-de-Portas ra dos
Guararapes, tanque de agoa.
2- Vende-se urna pela de naco Angola com al-
gumas habilidades ; na ra larga do Rosario indo pa-
ra osquarteis B. 21. 3
2 Vende-se um adereco moderno, 4 relogios de
ouro, lodos modernos dous ditos de prata 4 anne-
loes dous pares de brincos 4 ditos do rosetas ; na
ra do Rangel, n. 3, pri.neiro andar. 4
2- Vendem-se 3 negrinhasde idaiede 14 a 18 an-
nos, com bonitas figuras. sendo duas boas costurei-
raseengommadeiras, e a outra propria para se edu-
car ; duas pretas lavadeirase quitandeiras ; um mole
que de idade do 14 annos multo lindo, 4 escravos
do naco, mocos e de bonitas figuras ; um pardo de
idade de 18 anuos bom carreiro e ptimo para pagem;
na ra Direita n. 3. 7
2- Vendem-se 3 teirenos na ra da Palma, cada
um com 30 palmos de frente, e 100 o tant.is de fundo,
umdelles j tcm meiacao nooilo da casa junto; na
ra da Concordia o. i. 4
i__Vende se uma porcao de 20 e tantas duzias de
uro. de assualho j esl serrado, ha 10 mezes por
p.eco commodo sendo todo junto ; na ra da Concor-
dia ii. 15.
2Vende-se um preto peca da Costa ; as Cinco-
Ponlas n. 54. 2
Vende se urna poreao de piala de
lei ea que resta ainda, ter lugar sua venda a quem
mais der no dia de segunda letra 26 do crrenle pelo
meio dia na ra larg. do Rosario n 30, lerceiro an-
dar, constando de uma escrivaninha casticaes, bules,
caleleiras, faqueiros, salvas, copos, colher para peixe ,
para anoz, e para terrina assucareiro leiteira, rnan-
teigoein palitciro J[o ; uma mesa nova de mogno ,
do ultl-no gosto para soph duas banquinhas novas
para cabeceira uma carleira de embarque uma por-
Co de duzias de camisas du panno patente, um par
de brincos de ouro de lei, dous alfineles de peito e 2
relogios calcas ecoileles. t0
2 Vende-se um opiimo guarda-roupa de amarello,
um g aiii.i-loncj envidravadu ludo novo e por m-
dico preco ; assim como oflerece-se um rapaz Biasilei-
ro de bons coslumes pata caixeiro de engenho do que
tem pratica ed fiador a sua conducta ; na ra Im-
perial u 31. 6
2Vendem-se 3 nrgrinhas de 12 a 45 annos com
habilidades e de bonitas figuras ; 3 pretas de 20 annos,
boas lavadeiras e quilandeiras ; dous prelos de 22 an-
nos proprios para padaria urna prela de meia ida-
de por 300/rs. cosinheifa e quitaodeira ; na ra das
Flores n. 21. 6
Vende-se uma negrinha de idade de 12 annos ,
ou se troca por um moleque ; na ra Direita n. 10. (2
Vende-se um carro de 4 rodas, e 4 sssenlus, por
commodo preco ; v-se na ra das Flores n. 33, e 1ra-
ta-se na ra do Crespo n. 17.
2Vende-se uma prela de '22 annos, com uilmo
bom Icite para criar ecom uma cria de um mez; um
preto do 20 annos do lodo o servico e he canoeiro ;
uma bonita parda de 10 a 1S anuos perfeita engom
matliHa e costureira de corlar e la/.er uma camisa; uma
negrinha de 12 annos, muilu bonita propria para se
educar; na ra Direita n 81.
2 Vende-se urna canoa nova de amarello bem
construida a troco do lijlos de alveuaria a qual pe-
ga em 800 lijlos para cima de carga ; na ra da
Concordia n. 15.
3 Vende-se um mulalinho de idade de 8 annos ; e
um preto de idade de 22 annos para todo o servico
de urna casa ; na ra da Cruz n. 51. 3
3Vende-so um bum violo Irancez, novo, com su-
periores votes leilu por um dos nielbores autores, e
um metbodo em porluguez para o| mesmo, por preco
commodo ; na ra do Collegio vonda n. 9 ; o qual se
deixa levar a conteni por qualquer comprador mos-
trar a alguma pessoa, que mais entenda dcste objecto.(6
3Vcndem-se lindos cortes de laa e seda pelo barato
preco de 8500 rs. lindos cortes de cambraia de listras
decf a 4500 rs. cortes de tarlatana de ultimo gosto
a 4800 rs. cortes de cassachilas a 3000 rs., cortes do
chitas flnlssiroas com 13 covados pelo barato preco do
2800 rs ditos de dila a 1700 rs.; pecas do bretanha
de rolo a 1600 rs riscado trancado azul muito en-
corpado a 300 rs. o covado, chitas a l40e 160 o cova-
do decOrcs fixes e outras muitas lasendas por ba-
rato preco ; oa ra do Crespo loja n. 8, de Campos (
Maya. J
3Vende-se uma negrinha crioula de 12 a 13 annos,
de bonita figura com algumai habilidades e sem vi-
cios cuja conduela se afianca ao comprador; na ra
estrella do Rosario n. 10, lerceiro andar. !4
3 Vende-se uma escrava crioula, recolhida de
bonita figura, boa engommadeira.coslnheira,costureira,
tanto liso como tambem faz lavarinto lava de sabao
evarrella, e he propria para uma casa de familia ; na
ra eslreita do Rosario n. 30, segundo andar. 5
3Vende-se um relogio de ouro sabooete inglet,
de muito boa qualidade e bom regulador; na ra es-
lreita do Rosario n. 30, segundo andar. 4
3 Vende-se um escravo crioulo de idade de 45
annos canoeiro pescador serra madeira bem por
estai j acostumado ao olllcio e entende de todo o ser-
vico de campo; vende-se por preciso ; em Fra-e-
Porlas n. 95 5
3 -Vende-se um moleque de idade de |4 a lo ennos,
com principios de sapateiro por preco commodo; na
ra Nova n. 12. 3
3Vende-se uma casa em Olinda, na ra do Xavier
de S- Rosa em chaos proprios ; mil e lanos chilres
de boi ; 20 cascos do barrisde azeitede pene, e de atei-
te doce ludo por preco commodo ; ern Olinda na
ra da bica deS. Pedro venda de Anselmo Jos Fer-
reira. 6
3_Vende-se uma escrava muito boa lavadeira e sa-
be vender na ra ; ao comprador se dir o motivo da
venda ; as Cinco-Ponas n. 33. 3
3 Vende-se uma escrava de naco Angola de 26.
annos, de boa figura cosinha o diario de urna casa ,
lavadesabo, e he ptima quitandelra ; 3 ditas de
naco, proprias para lodo o servico; um escrevode na-
co de 40 annos para o servico de campo, por 350,?
rs. ; um dito de 20 annos ptimo canoeiro ; um mo-
lecote de naco do 18 annos e de boa conducta ; na
ra das Cruzesn 41, segundo andar. 8
3_ Vendem-se 4 escravos prelos de ptimas figu-
ras mocos e de lodo o servico entre tiles um quo
trabalha de carpina ; na la da Cadeia de S Antonio ,
n. 25. 4
3 Vende-seo rap do Bandelra cor escura bom
aroma e paladar a 20 rs. a oitava e 1800 rs. a libra ;
na ra do Cabug loja do Bandeira Jnior c dos Srs.
Aquino Fonseca e Angelo dos Santos luja do cera, e
na casa de cal e bilhar do Sr. Paiva,junto a poil prin-
cipal do Iheatro veilio. 5
4 Vende-so polassa russiana de superior qualida-
de em barris pequeos ; na ra da Cadeia do Recite,
arinasem de assucar n. 12. 3
Veude-se papel azulado que ser-
ve para enilirtillto c para chapelciro ,
por preco commodo \ na ra Direita ,
loja rn I35. [6
Vendem-se cai.xas com velas de ce-
ra do 11 io de Janeiro, com o melhor sor-
tmenlo possivel, c por mais commodo
preco do que em outra qualquer parte :
na ra da Madre de Dos n 5, t an-
dar, em casa de Manoel Jos Machado
Malheiros.
Vende-se mi lho muito novo, de-
semharcado hoje a3, em saceos de dois
e meio arqueires, a 4sfioo ris a sacca :
to armizem de Bacellar no caes d'Alfan-
dega defronte da escadinha.
Vende-8e ou lioca-se por onlro
sitio ou i ropriedade nos arrehuldes desla
cidade, como seja no Mondego, Solcdade,
&c, 8rc, um sitio com casa da vi venda e
solao, cerca de liino e portao, boas ar-
vores de frucio, muito boa tena para to-
da e qualquer plantadlo e boa agoa de
beber, na estrada que vai para Olinda, nos
quatro cantos frotiteiro ao do Escellen*
tissimo Visconde de GoianntT: quem o
pretender dirija-se ra do Collegio so-
brado n. io, primeiro andar.
Vende-se (arelo, pelo mdico ple-
na i ta da Scn-
co de 3ooo e booo rs.
zalla-Vellnu i38.
i Vende-se ou troca-sc
um
4
per-
iclito Menino Dos ; na ra de S. Fran-
cisco n. c, primeiro andar. (4
Vende-se un bom preto cosinhei-
ro ; na ra do Crespo n iG.
Escravos Fgidos
I Em o dia 18 do correte ausentou-se do lerceiro
andar do sobrado n. 9 da ra do Cabug o molequo
l.ui/, crioulo de estatura pequea tem os olhos ves-
gos; o qual, sahindo para o gando no relerido dia, nao
regressou mais para aquello sobrado, ondo mora seu
senhor Jos Lopes Rosa a quem o podera levar qual-
quer pessoa quo o pegar, pois ser remunerada do
seu Irabalho. 8
3= Fugio no dia 17 do corr-nle, levando com sigo-
um bahu de roupa um moleque crioulo de non.o
l'oncianno quo representa ler de idado l a 16 annos,
de bonitas Icivoes cara mallo Illa denles bem alvos,
e os do queixo interior nao sao multo direitos ; des-
conlia S'i que esteja acuitado a Ululo de lorro, em
alguma loja de Hlale por isso que leve um anno
desieoltkio, em ca^a do Joao Goncalves Evangelista,
defronte da Cadete : quem o pegar, leve a scu dono na
ra da Cadeia do Recito loja du fasendas n. 55 que
ser recumpense Jo. 10
PERN. J NATYP- OE W. P. DEFAMA t8t)6.


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