Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05587


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Full Text
K
nno de 184.5

Em| W

Sabbado 24
_'.".'.- .':.-/ h1'T4(ilfK!iKn
n MARIO publi. mdosos dias que
,,.,.,', deguardu; o wco da attlgna-
"r"nuncios dos asignante afio inseridos
V- 20 ris por liu lia, <0 rs. em lypo
II.',;';;:1',''- ?eV'Soes pela
^nouaoforeiu "asignantes pagaoSOrs.
gnXla,elWemtyp. ente.
10.
multa.
PH .ES DA LA NO MBZ DE
,';,!;,->i as3 bor. e '.> inln. da man
CCo,auaaK4lor.c5m.u.dauian.
PARTIDAS DOS C'ORRKIOS.
Goinnna Parahyba, c Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Seiuharm, Rio Formse-, Porto ''al-
vo, e Macey, no 1", 11 e 21 dcada me*.
Garanhuns c llouito a Id e -2i.
Boa-Vista < Florea a I3e28.
\ ictoria Quintas feiras.
inda lodos os dias.
PREAMARDEHOJK.
Priiuclra a 8 li. e hO min. da manhaa.
Secunda as S U. < ,'>i minuto da tarde
2&


de Maso.
rmi .'wat' "B^wtj^inv>>Jt.-yiTCwo--
DAS DA SEMANA.
10 Segunda S. Pedro Celenino, aud. do J
. del). da2. v.. doJ. M. da i. y.
20 Terca o. Bernardlno de Sena. Hela 10
nud.doJ.de I) da 1 v,edo.l. do* Fritos.
21 Quarta 8. Mancos and. do J. de lu-
idlo da !. vara.
22 Quinta >I->i- Festa do Corpa de Dos,
s. Rita de Lasala.
23 Sexta S. liasilio. aud. do J. de Dirrilo
da I vara. c do .lu/, dos FvilOS.
2 Sal.hado S. Alia, 1U-I., and. do J. da
DireitO da 2. vara. .
25 Domingo S. Gregorio,
Anno XXI N". US.
. tana mmm "bu
CAMBIOS KO DA 28 DE MAIO.
tmbio sobre Londre.....
Paria 372 res ior I
,, Lisboa 120 por 100 de
bese, de l' 1. de boas Urinas I 1 .
Ouro Onrri 1 1i -spai.holaa
n Horda rteU*M0u vel
de ur400 nov
>. 11 de 1s00l
fruta 1' ilaraca .
1, i', su. ( i.uinin irea
l^iios Sdexicaooa
Mcdaa de i patac
31.-:ion a
i; (100 a
I .' 1
" M 0
l.e.llio
I #980
Is'iin
I f-280
tccdesdaC* do Ucbvribe 50JOO0
2-> '/.
Vaneo.
prrm.
l> %
iCidii
17/600
I7/M0O
11/700
I .v.iso
2JD00
l/t'.Kld
11290 V

LiJS.:/ rf.;S3
EXTE- I
PE*M'!fIBJ'C0.
-------- NOTICIAS DIVERSAS.
O Utuaner de 7 de marco publica > aeguliite: --
Drtparfto lfaorapAfeo ./o (eww rol '-'("f"1'1' ".""-
nfaro ItaMcrn A "ranea -- aWo > *
ALbfo. a 20 de mareo. ,
\ couvrncao para a determinacoo das fronteiras en-
tre laerla o Marrocos foi asalgnada antebontcm. Toda
as condicet estipuladas pelo general Miir**:
citas pclocoinmissarlo marroqulno. A conferencia 01
celebradacom grande solemnidad,-. A numerosa escolia
de Si-llamida nioslrou as ...ais amlgavei dUpoil(0ea.
0 rumor desta feliz soluefio ja produa boin eiBsito no
aia Si-Hamlda annunciou, que la marchar contra o
u.ir por orden, do imperador, e que o sen iiioy.nio.lu
era combinado, com e'de um corpo de tropas ebegados
rielo RUI', --<'
1 __ \|)d-el-Kader. O Cniuliliinoncl trai o scguinlc
do seu correspondente de .Malaya:
Soubemosaqul pela frica, que Abd-el-kadci coi -
seeuio reunir em torno de si um grande nuuiero de
Momos, cine com os soldados regulares que nao o ti-
nhao abandonado, babililo-iio a coinccar de novo as
lioatllidadCS. Abderalimau esta multo aasustao com es-
tes uovos svmptomas de hostilidad,-; c ordenou ao gO-
vernador da provincia de Ri 11', que eslava em Tnger,
nue aeguiaae ImiuediaUuente para o sen posto a resta-
l!, leer a orden.; corpos militares teein partido de dif-
lerentes nonios do reino para o llill; e diOm pie Mulev
Solimn, u.u dos lillios do re, sal.ir de Pe com forjas
cousldcravcis. goreruador do llill sabio de ranger a
ll> de levereiro lenle de 100 homens de cavallana so-
mente. A* recepeno 4ta noticia em Malaga, expedio-se
urna ordem ao catobeleclnicnlo de convictos d Alnca
para resistir at Ultima, no caso de alaque de nina ou
de outra parte. Abd-el-Kadcr esta arenle de 1,'dO ho-
mens de avallarla, e de 1,-lUO ou 1,300 dr iiilai.lin.i-
__ O Moiiitrur Atgerim de 20 de mareo, di que inul-
tos soldados de eavallaria do lleiii-Amers, t|U0 seguIUO
a aorte de Abd-el-Kader, lillll&O Voltado iilliiuameiite a
v altar os aeua prenles ,- amigos no territorio doa Sol -
mana d'Olld; e aproveilando-ac da crcdulidade lanauea
doaseua correligionarios, conseguiro fcilmente per-
auadil-os de que o emir brevemente tornara a entrar
em Algeria inaia poderoso que d'antes, c indiuuia mul-
la CCHtc a emigrar para Marrocos. Saliendo o coronel
l-su-rhaii das intrigas do emir, parti d'Oran com um
esquadrao de eaeailores d'frica em segUlllICOttl dos seus
emisaarios, > conaegulo capturar 15, que irouxe pre-
sos para Sidi-Uel- Vl'lis. O caid de Oiiehda bavia U-
do ltimamente nina conferencia com os calilas do emir
porvia dosquaes linha mandado a Abd-cl-kader nina
nelicau para se retirar para o interior do imperio. (.011-
1.1-se .iue,recusando-se elle a sabir do pait, havia o daic
prohibido ao povo dasua deira, de vir a (luchad., bm-
car proviso,-, c tomou-lhc iodos os animars e carga
que estavao uo luijar. Predominando entio a agitaeao
iioslimitesdo Tell, entre Salda eSebdou, e lo, lindo-
se neceasario o cstabeleeimeiilo de um posto militar em
DlgUlll poni daquella linha, tinuiio marchado eom-
panhias do0.a regiment de infamarla ligeira de Oran
1, ira Sidl-llel-Abbcs, a Um de reconheeer a poslcno mala
preferlvel para aconstiuccao de um lorie.
.1 Hrvolufilamxieitna Extracta de una carta:
o \cabou a rcvolncflo, e talvea nunca ae ellectuasae
una mala moral em pa< algUlll. S. Auna a frente de to-
da a poderosa lona militar, depola de ter coniinellldo
mil atrocidades sob a ftirma de malvcraacao cdeapotia-
1110 turco, lulgou a proposito dlsaolver o congreuo c
proclaiuou-se virliialmeule dictador. I 111 brado univer-
sal de indianacao respoudeo a esta medida; levaulou-ae
opaUem mutta pararcsistir-lhe armarao-se toda
eidades, villas, enovoacocs; c ao passoque cll
".,...
ler-
luwiaua ,, su > ....1.1.,, ........ ,- -----
ror aos seus desairelos, o pala, animado cattaaia poi
maior averaio a aua lyrannia, aclioii se em eataao de re-
sisiir-lbe, r de declarar-se contra elle. Por ultimo elle
aasaltuu Puebla, e ful recacado depoia de ter ebegado
praca principal; no entretanto o governo proviaono
linha reunida nina forja reapeitavel, que. eliela de cn-
tluisiasino, proeniava por marchas extraordinarias co-
lliel-o asninos, eniquantoque elle,apenassoabe paan-
proxilliaCiio des seus InimigOS, fugio como un cobarde,
abandonando i venluia os seus amigos 0 sectario, ja al-
l unidos pelo Uaballio, tongas marchas, e lilla d, pro-
vises. Elle cvadlo-sc acconipauhado de qualro enanos,
e ful capturado em Jeco, peno de Jalapa, por nina pon-
a de gente de milicias do campo; c condumio para .1-
qm-IU eidade | val em eamioho para o Mxico, escol-
lado pelos proprios soldados para responder aconeellio
.- aguardar o devldo castigo que tao JusUtuenu; merece.
Muitaa pessoas leem obrado actos de lieroisino que nao
desluslrariao os grandes homens da Grecia Roma; n
sum.na, o negocio (em sido dirigido, no lodo, de ulna
mancha que liria honra as na. oes inais civilisadas; e
devo di/.,-r que por eonsequencia podc-se cspeiar llic-
Ihor estado de cousas. Os negociantes cstrange.ros re-
aidenles aqui taire estimasaem, que a revoluco nou-
vesse dm.ulo mata algum lempo ; porque de iodos os a-
vaueos que ellea teeni podido l'a/er a allandega por con-
ta dos duchos, se llus concede um premio de 21) poi ,,
que he Ulna operacSo muilo segura, porque nagao-se
julos prioieiios direilos 1." dop. r. mea deve partir para o Mxico uin combol,
que ser anciosanienle esperado cni Vera Cruz, onde 0
diuheiio lie presentemente multo escaaso. //,/-
Oproceaso de Santa Anua, ex presidente doMe-
xiio, val ser instaurado peanle o congresso, por ac-
cuaacSo de alta tralcfio, que aeredui aoa 0 pontoa ae-
guinles: I." tentn destruir o conslilui.ao > la/er-se 1111-
perador; 2. exerceo poderes que nao estavao eonstitu-
lioialiuenle cslabelecldos; 3 coiiiui, 11, o o criuie de
eoiieuss.io, convertendo emproveito sen fundos do go-
verno, c excedeo os limites do propria autoridad,-, uis-
pOUdo de inuilos niillu.es destinados pelo eonyi ,'sso para
oaerviCO nacional ; i." violn os principios da guerra Mil
Puebla, faieudo Migo SObre a eidade e causando a .....re
dos cidadoa mexicanos, quando a cessacao das hostili-
dades havla tido lugar di-balso da salvaguarda de um
parlamenUr; .'>." roubou o theaouro publico, eappucou
para uso seu prop edades publicas C particulares; U.
desobedeceo ao governo, recusando entregar o .ominan-
do (lile l||i- foi lirado. ,
Def.-nde-se,porm,S.Anua diaendo que a consiHulcao,
/mia execucao eslava a aeu cargo, daya-llie poderea ab-
suiutos .. Miiiniados, de que aeaervm na qiiairaaur a
piesidenl. Honstiliicional; C (|iie he o aelual govcrnu o
iuCOU8litUCOH.al, aaalm Como que sao usurpadores ludo
os MU* lucuibV-oa, {rtmt).
niiini
----------------* ASSEMULEA l'Rt)\ 1NCIAL.
O ir l9u...r;-A 11 ima "| reineJias, con,
|,c a do Umor.ro: o a no .a s o 1
fiilucrein, org!W, ...-,., eBI,iida discussilo, vein
di.scussao, polsque ja tivc..>" -.., ..,. |1C 0 Sl._
presentar o resultado deseo tiabaiuu, .,.-
^Artigo I Mugue... P"de rdilicar ou rccdiliear as
,-nas i incipaes da villa, sen. Ilceiica da cmara, a ,,,.!
ser concedida, depoia que o cordeadoi-, con. as.s ene, 1
do liscal, designar a altura c alinhan.ci.lu das casase
"" Abasas toar, na frente li palmos de llura, p. lo ,-
nosVe scrao hitas de pedra c cal. ou de barro, na falta
dC a contraventores pagarn a inulta de 30/rls, eao-
bra sera embargada e demol.-da pelos i.ie.os conq.c-
tC,,'eela liccneaparacdilicarou .ree.lilicar, se pagara de
2 (i/ris, coiiforine a qn.lldade e importancia da edl-
lieaco ou rcedilicacao. ^
A cmara designar por edilaes, quaes sao as ras
iH'im 11;i*s 11 villa. ....
\, >" NillKUem pude edificar ou iccd.liciir as mi-
nas as da villa, e as ...as das pov.ay,K-s ,1o munici-
pio, sen. previa cordeai.ao, a qual sera leila em allc.icao
aopossivcl al'ormnsea.nenlo, c al.nha.ucu.o da villa c
'' O^oiravcntor incorre na mulla de 20/rel, 0 a o-
bra aera embargada e demolida pelos meioa coinpc-
tei,A. 3 Os proprielarios sao obligados a l'.m-,- calca-
dos de tijoloa na frente de anas casas eo.,. a largura de /
palinoa, SOb amolla de 10. c de iO/dOU res narcme-
'''"l'la-se a reincidencia, logo que for acabado opra.O,
,,ue o fiscal '-ver designado, depoia da .or.uvc.ra conlra-
""*$?: i' Nlneiiem pode fa.er eacadss, decros, bol-
coca ou asseutos lra do aliuhan.cnto de.s paredes das ca-
SBS0 our'aventor pagar amolla de lO/reis caobra
ser demolida pelos nicios con.peienies.
Ai V Aquella que damnificar, por .lualqiicr modo,
ascaii.aasrcfl.er escavaees....as rui.se estradas, in-
curre na multa de 1.J res e ,! das de p. i aw.
vil. 6" Aquelleque reunir materfaes para .dd,...,..,.
oureedlllcocao, dever depoaital-os no lugar, caobas
cautelas, que o liscal indicar. .
O couuaven.or pagara a multo de ^ res, c as despe-
'"ArVVi'r'caprobibido tirar barro na,trras do pa-
iriiuon'io da cmara,OU Srja para cdilicuvao, OU para uso
das olarias. ....... :l .. ,|, uaudo o couduair do curial para o maladouro. ...
Oeoulraveulor incorre na multad, -li; xhs.l na p< ^^1 ^ ^^ de.Vrcis, dousdiasde prisao.
Ha de 3 das d,- priaao. j Vrti ,!. Aqurlle que curar, ou abrir botica aeiil II-
A cama,, deaignaraque. os as tej .....fa ,, pagar a muiu de 30 .,., .
em une lie luilo Uta. nano. 1. .ij. \ |n ......., ,1.. ,.,;.:,., mu sns das.
O contraventor incorre na inulta de lO/rs.
Pela liccnca se pagai- IfOOO rcla para ,> cofi
C,PArt. 20. Kinguciu pude fabricaron vender plvora
, locos arliliciaca, ou estabeleccr corimnes c aalgadeiraa
senoeii, lugares designados pela cmara.
O contraventor incorre na multa de 30/reia, > > das
rt*li Ouen. lmar tingui. oiioulraerva veneno-
sa no rio, pojoae assudea da villa c povoacea, incorre
na multa de UO ivia, C na peil I de i .has de pr.sao.
\n 22 \,|.ielle que seinelbanlenieulc lanear na
,,,,,. (indo lio Capib.ril.e, ou pCTlO dos assudes da vi -
S c nnvoa.oes, earoi.os de algodao, e l,v.es de cite de
carranalp. soflrer a pena do artigo antcoi-dente.
Ari. 23. Quem laucar no rio, ....s ras, c estradas a-
""onci'po','r aa mas madeira, c oulro. outro. objec
ios, .p.c embaracarem tramito puj>llco
Quem tUcr despejos, ou la... miundiclca fura uu
lugares designados pela ',,,,,..,,
He ";;;,do con. a 1(1n., utf [\j ,,'is, c con. a pena de
:', dias de prisa,).
O enterro dos animaes,,- a remocuo dos ol.jectos de
iiue trata o 2* se farao a cusa do contraventor.
Art 24 Ouen, llvcr caes, iiorcos, cabras b ovelhas
solas i- lora de seus quinlaes ou prop.edades, incorre
na mulla de lO^ r*.
Os caes serio morios, e s poicos, cabras covriiiaa
apprehendiduae arrcinatodoa por quem mala der, c sen
producto recolhulo ao cofre municipal.
Art 25 Quem cortar niadeiras n.is Ierras do patri-
monio da cmara, forado lugar que ella designar, e
sem previa liccnca do procurador, pagara a inulta ae
20# r.'-is, c perder a Ici.ha ou madeira, que llvcr cor-
A.i 20 Quem pocr fogo noa rojadoascniavisarprd-
via.nenle anisen* visilllioa, C sem l.uer nos inesu.os ro-
cadoa asseiros de 3 brajas pelo menos, incorre na mulla
de-20A-H is, ,-,'> dias de plisan. ....
Art 27 Os proprielarios ou rendeiros sao obligados,
em flus de abril c agito, a rotar e li.i.paf as estradas,
que atravesso asua propriedade cortar as ramadas.
nue embaraciio o transito. ..
O contraventor incorre na mulla de .111/ res, e no du-
plo as reincidencias.
Considera.se infringida esta postura desde odia 1..
de 111 aio e 15 de s, len.bro.
Vrt ->S lieni destruir c daniniliear por qnalquei
forma as cercas feilas para aegurauca do gado, Incorre
na multa de HW rla, C dias de pr.sao.
Ari 20 Oiiem correr 11 eavallo deiilro da villa epo-
voar,.', incorre na multa de lo./ ris, e na pena de .1 .has
de priaao. .. ,, ,
Art. 30. Niiiguem pde andar a eavallo dentro do
Miiadrooupracaemquesefa al'eira, mu. ter eavallo
dentro do mesmo quadro, ou praja, aeuao em quauto ae
Un- lii.i a carga. ,
O contraventor incorre na mulla de .>.- rs.
\n. 31. Mnguem pode malar gado, ou lalhar carne
senao no maladouro publico, e nos ajouguca
dos pela cmara, OU com sua liccnca.
11 contraventor incorre na mulla do 10 res,
' :|ui""':2 Aquelleque malar c lalhar gado upacou-
CUC da villa, pagar plo alu;; .el do s.po e CUI ral dOO rs
" Este ,',reco pude aer alterado animalmente pela cama
ra, cun approvaco do presidenle da provincia,
Art 33 OcarnlcciroqucmnltraUr c aperrear o ga-
'* ........1............. n.ll... Itl
s cquiVah-ulcao t^^^^S!^. W.su-I' ^riu^ua^e.u.'.ne^em as ,,ai l.-ir.is que exercerem
eidade, villas, epovae,V.; e ao f asso de u:-,nia,aiueaVava con, a d. ilrulfad a lodos os que crao has ou 'l"-'"'l :"^' '' dl. reatiut ao estado ai,- Arl. ,... Aquelle que nao .
adveraos sua causa, e de balde pensavo lufuiidir ti
ti*. "'1 Ad.ielle une se nao aprsenla, para ser vac
,le sacsa; pena de 3o/ri, ede res.,.,,,, ao ,-s.adu:,...I ^Ajl- fjfl** \,^0M sua familia a casa da
lerior o lerreuo eacavado. ...dadra das mas dn-|vaccina para seren vacciuadas, iucorre na mulla ue -,-
Asactuaescscayaces na pro midadea das.uas des | ^ u,|(j v;ll, ,,.
V, mesilla pena iueoire aquelle. que nao lo. 01. nao
levaros vacciiadosacosa da vacclna para extraceao .-
trausiuiSHao dtlli. .
Ksta poalura co......a a le vigor tres .11e7.es depoia da
sua puhlicaeao, c dahi en. diaule ella se considera 111-
Viunitla de irea em tres mesca, em re acao a,.s que uas-
cerrill ou se mudaren para o municipio, ou carece en
vede ser icvaecinados.
Vrl .'Mi. \s mullas, e penas imposlas nestas posturas,
ser,, duplicadas as reincldeneias, aluda que lato mi
nha declarado em cada un1 artigo.
Paco da ossembla, 7 de malo de I8i,..- JVaaaeorfa
Arawn.Aquiar. .
A assciiiblo approva a dispensa da Imprcsaao, eque
entre eom prefi reucia na orden do da.
oiiiu.m DO DA.
Contina adimiiio ioarligt Wdooivamentoprovinrial.
O Sr /.di,:Sr. presidente, como chele da llicsou-
l-aria, nao nosso ,1,-ixar de delend. r-me de ...na injusta
argnicao filia a ihesourarlo pelo ..obre deputado, que -
assena daquelle lado, de quem ICIlllO a honra de
collega naoi.....isso de Ruenda: conto-ine, que o no-
bre deputado na aeaaao de lionU-m presto., s. 11 asse.il-
menlo emenda oflerecida por oulro nore deputado,
,,,,,- se asseola delronle de ...un, exeepluaudo do i nipos-
lo le ifM ris o gado, que for para Ci
cular ...
OSr. Kaqutira Fas:Nao lie laso...
(; Orador.A emenda que que so pagUCUI o imposto
OSnilC apanharen mais de 100 beserros, eque M aubS-
lltuaaosoutroaoanligodliuio; quanto o min. Importa
oincs.no, e por laso me opponho a ella; eu "Oftrare:
mas, Sr. presidente, o nobre deputado, apelando esto
emenda, dase que ella era necessaria; pola que a tlie-
aouraria dava na Intelllgencia a I, i, e pplicava aquel-
lea que moli para propria cousuino este mq.osi... .1,.
nnnfo nobre deputado oa consi.leo.1 isentos. lerdo, o
obre deputado, que eu nSo dclxe paaaar aein reapoata
,.11 explica, oessa censura : consagro multo rcsprllo c
conaideracao ao nobre deputado, pela suas luaca c ta-
lento; mas parece-.,,,-, que o ..obre deputado nao lem
ra/ao. O imposto de dons mil res por cabera d. gano
do consumo! creado pela le nM de 8 de jnnho de InH .
aubatituio ao linpMto do subsidio Iliterario, e di unco
rs or libra de carne vede : eu leo cata le lcu,.
Sra. "r. presideile, desde que foi creado, ou subsl -
luido, esle novo imposto, senpre se .econhecco que el
I.',,,, oppllcavel ao'consu.no eu geWl, conquel,, ndulos
Buelle que malao para nroprio consumo. ssrlMali
"lei nao fea cxccpco alguuu.....ni ae referi a outra
ildoellc aempre arremotodo, e
O contraventor Incorre na mull* d. ao/rew, < oaiaa
dp nrlafio. c o duplo na reincidencia. .
i1 c 1 -s-nado, para crea, e conaervacSo de gado o
ler.'n que decor.e desde a bar... do riacho lae,,, ale
V i niu-a do municipio, e dahi ^2llXZtt
Neitea lugares, designados para a creacao, cesao a o-
brlAnrtfi010.,! A postn.'!.'anlec. dente he app.icavcl ao gado
iaV W." 11 Nluguein pdde vender se nao por pesos c me-
^^SSS^SSS^m^ .erris, C3HJ
d6 Arlla. Aquelle que falsificar os pesos c medidas, in-
corre na multa de 30>00 res, M pena de ...lo das de
'"'u'i' 13 Aafcrlcfio tem lugar nos nicioa h-Janeiro e
feverciro, e a ..vista nos mexea de junlio e Julbo.
Art. M Os laberneiros deverao ler dous lernos de
medidas para os lquidos, .- un, torno paraos secos; ..as
,0ja?c^
Art. 15. As medidas se deven conservar en asseo c
lliuneaa, sob a mulla de 10/ rs.
Art H> Aquelle que delxar de aprsenla.-algum 01.
alaun as das medidas, ou peaos para seren rcv.siados no
e,po 1,-nai, incorre na .....Hade 6/rs.por "ua ,"t'u,u:'
"" \rtU'i7 Aquella que vender gneros corruptos 011
falsificados, sollre a pena de prisao por 8 d.as, c a inul-
Ul oseneos serSo apprel.endidos, enterrados ou era-
sumidos, sul.jeitoo coiitravei.lor as despegas do cnl, ..a-
.....Erpostoracomprehcndeacarne de gado de qual-
nuer especie, que estlver tlnguijado, ou doeute.
1 Arl. 18. Aquelleque vender gneros seceos ou mo-
ldados, e Iludir ao comprad.,.- na quanlidado da eousa
vendida, pagar a multa de 10/ ris, se pelo repcao.eve-
rlficncao, que se lucre... incontinente, se conhcccra lal-
8dE'a poalura he applicavcl tmenle as compras .-ven-
das que se opearen na fei.a, c comprchende a venda di
"ui. 10. Killguein pode abrir loja, Liberna, ou qual-
* n *.............. n Affi.vlA Ha IHIlFJill>. fl
\
\
.
A... 10. Nlnguempde abrir loja.^rna ouquai- a .. -^ ^ f ,,,,,.,, ,.
,,uer asa de negocio..... excrcer o officlo de uiowal., e quai w Alguiuaa duvlda se icen suscitado i
boceleirasciu liccncaauuual da caiuaia. I""' *
MUTILADO
raic reapeito ; mas es!, asscmblca sabianienla as lem
rrsolvldnuo aentdo en que digo: em aploga intelll-
gencia da lliesouraria, cu lereiiiui dos parece.-es-que se
ilei.io.pua que a assenihl, a lique Inteirada(Ifu).
^, linjc se emende de oulro modo, leos que se ,lev,
1 raaer al.alimenlos e reiuiss.. aos .111 c.iialaiil,-S, que eon-
u-airilo com eaa coiidicao expressa. A rerogacao dcsaa
cundir.o impon.,, pis, um prej.iuo extraordinario a m-
iruda publica, prejuuo que pude ser calculado en ....
quinto do iciidiuieuio dessa Imposico, oreada e.nquaal
llill eolitos, eque lera de diminuir pelo de ,10 col.los.
|;.-j : o calculo he errado.
o,,,,.,,, ; Acho muilo .' I'ois eu dlgoque he pou-
eo, e que llflO lili excessivo ; pjr .11 piel, xlo se.ielliau-
I, se Icio abate, en. 183o, da quarta parle c nao a.iquiu-
ii e isto por deciaao dos tribuuac: deinai, sr. pres-
deme, cato emenda equivale iscntar o scriuo ; por-
que se h. n. poneos maulo para consumo publico, lodos
sao criad... es, lodos mala para prop.io consumo; e.nao
nosso, pois. acceltar a al eeepciio: eu digo iiials, oSer-
. s vastos iiiUnNIplos, nada pagan em p.opo.cao .
lio, i ... romanea da loa-\ isla a linposicao cala
por exemplo..... ..... c na de Florea por OOB/r.
arrematada por 3000uui., luuieipioa e\if*e n.u
ai.nuaes, e islo porque nesses >. -lalanle nao podo
consumo em proporcao; us o arre. autoridades
exig, o pagai nenio de Unios, q in uialao, in-u.as.
leen a precisa forja para ourigar a pagar;oarreiiiaoi.iie,
conlando cnnios abusos dos poderosos nao pode liavcr
pagamento ,1o imposto, aeuo'df pobre Demals.Srs.,
a iutelligeucia do ..ubre dcpulado-destie nleraiuenl,-
a igualdadade, popularldade desse Imposto, porque
o fui secahir sonieute sobre as classes menos abasladas,
que nao poden malar para proprio consumo, C eslabe-
lece .una eonfusao de bcierros, e novas contcstacoes,
porque leu, ou iiiio ton, 100 bezo rus, e islo no Sertao .
.Nao s.io lodos eonsiiniidores mis Porque compran, >'
Otilios porque leen gado para malar .'porque lilis sao
is, nlos, e oulros so.noite sobrecarregados.....
I'oae:V. quanto renda o dUimo .'
II Orador. O dlairno renda de 15 18:000/rs. an-
imaes; mas porque era arrematado comoprazo deSannos,
lindo o qual, ul.iinlio prorogacaa por nutro lauto leupo,
e alinal aballuientoa; c se allendcr-sc ao descomo de Ict-
Iras com laes piams vereinos, que liea CUI mullo menos
ilu que o que sereeel.e actualmente, C evitamos essa ope-
racao odiosa de coutar beaerros; aldm de que os que
pagav.io o dizl.no nao .rao isenlos de pagar o imposto
do consumo: pagavo, ou devino pagar una e outra
imposico, c nao que eren pagar nada he odioso.
Sr Presidente, pelos principios do nobre deputado,
se quem mala para come-, llu ,1 -ve pagar O cius.inm ,
lainl.eu quem mora as suas casas, nao deve pagar a
dcima: asiui, su veem a pagar imposios oaiuais po-
bres edelles li.-ao sellos os ricos ; cu euleHdu, que a
niellior qualidade do imposto he a sua igualdad.-, c po-
pularidad, i > esaaa qualidadea ae deatruem. admiitln-
d,.-se a idt-ia odiosa da exclusa,, dos que eruto, ou sao
ricos ; iodos, sem excepco, deven, contribuir para as
deapexas do catado, na razfto de seus l.averes.
Sr Presidenle, uo ha impuslos, que sejao mais po-
pulares p.,r sua ..tildad,-, do que o imposto sobre o
consumo, e.o da dcima dos predios, que sao os mais
l, repartidos, e ...ais geraea: permllla-sc-ine Urwna
pane do prembulo do alvara eje >. de juuho de 1NW,
une esUbelec-0 a'de. i,a, cujas rellexoes me parecen
appltcaveia queslao (lea).
-ao i....... -s expendidas no lempo do re vclho, eque
clao n'aliua.
i oiitlo, porlanlo, que a Ihesouraria obrou en. rc-
|ira, eque a censura lile nao he cabivcl, c lot fctl.t sem
coualderactlo. ,.
O.sr. (uueiredo: Sr. presidenle, dircl ...uno poi-
cas colisas a reapeito da emenda ao $ : ", ptoposla pelo
nobre deputado, o sr. Nogucira Pa; traiarci de compa-
ral-a con. O < que se a. lia en diSCUSsSo.
p,i,,,: .V'se lama a imposico dc2,otl0rs. sobre u
consumo de cada urna cabera de gado vaccuin: ora, p-
denlo o consuma ser clleiluado pelos criadores, pelos
eiquehe.d, dores, isto he, pelos que COll.prao para ven-
der. por aqucllea que nao aao rniprebeiidedores, neni
consumido.es.mas que compro para se. gasto Imniedla-
lo, he claro qu, 0 l ..." cui.ipr. Iude lies ,n deis de eon-
suuildores, que siinporulo igual coulnbuiyao pelo roclo
-consumo;,- he desta inaueira que a tcsourarui tem
entendido alei, con,,, acaba de explicar o nobre depu-
ladoa, que he Inspector [aponiando para o Sr. Lobo;.
Mas pela emenda, que sea. ha endisciissao.se reeonlie-
cein aumente duaa ordena de contribuinlea.asabcrjcrla-
dorea mais ricos e mala pobres -- c empreheudedores,
o.ios que traieu. gado ooa ocouguea publicoa, para ren-
,.,.,' coiisuini.lorcs. Te.IIOS.poia, que a emenda apre-
leuta dti is dillercneas a 11 speito do que se aclia ralaui le-
cido no classe de oi.tr.bulutes. os queeon.pr.io para cousuntir
imim-diataiiieule; ........nue a Impoaicao dos criadores,
o,,,- uo llveren. mal de cen beaerroa de p.oduc.ao an-
,,,,, l Knlciididaaasim a emenda, e.nao duvid.u. i ad-
miiil a em parte, e em parto regntala: regeital-a na
naneen, que exclue da conlrlbuijao os que, n3o sendo
riador. a c iiem eiiiprehendcdores,comprao toda la na-
do para o a. u consumo immedlato; porque pela emenda
a. areeerio.seiu duvida algiima.graudc desproporcona
,,,. dolmposto; deanroporcSo, que de mala a
. -aria noialel dlminulcao na recciu deque laz
.., ,, sma imposico e d'.dn resultarad os inconve-
, es que aprcaeutou o nobre deputodo que acaba de
so,i,r-sc a saber: i.-rcmos a rcceita diminuida, por
laaooiie se trata de excluir umaclaasedc coutribuentea.
AcorC, POlm, ..emenda do noble depu.ado na parle
nu,1 ee le pie ende aubslltuir o imposto de l/500ra.por
.',.' pelo autiga di.in.o. a respello do criadores,
que a iiv.-r. nValf de 100 kwm de producSU an-
,1 \ raaaoporque me inclino a volar pela a.g.iiiaa
, ,e,l III. oda, be poique COI.. .Helo cnlendo que ha
uelauahladc narepailicio do imposto; pola que orla.
i dir v.-n. a pagar lano quanto paga .....olor po-
, .".. lahe^edia a pagrmenos, proportaOguaraa-
,, He indub.lavel. que o Consumo dosen.0o.es, que
o m.jeeo danoaaoqueatao, nao esto no caso do con-
aunmei gerol, eque.?.gu.,do *%^*X
deve de catar rin proporcao con, a renda decido un
o-i.ee.urcg.a cada un. consom ,,i roaao dos se.
; rulos ; nao he este c......u.no de que nasocci
, nos aqui: UO I se de un. COUSUII.0 de oDjeclo de p.
.'.tiieiessidade, en, que 0 ee.-iimidor n..o pode
assiin dizer, laxar-so di.ninulndo as auas desnes
lie I de ueccssa.iaineule eonsu.n.t un. celo ...
le el, -s de godo, eillboro a SUO prodUCCOO annual sej.
fWI


_,-
>
no as desnetas de pruneira necetsidadc quasi sempre
e n,Vclao (coin pequeas diiTerencasJ entre o rico c o
popre, o criador neo nao consumir maior minino de
caberas de gado do 0,110 o criador pobre, e lera dr pa-
gar tamben .Wrs. sendo matares os scus rendimcii-
tns, Uto he, leudo de renda animal multo mal* decem
beserros: eporeMscguiutc ataxa vem a ser desigual,
or isso mesilla que ella lie Igu .1 para todos os graos de
fortuna: ciiitil caso tributo sobre o consumo dos
criadores torna-se Inslguifioantc para o rico, c oncro-
sisslmo para o pobre oque lie itciramcutc contrario
nonas as regias linanciaus. Por tanto, Sr. presidente,
nesia parteen me pronuncio a favor da emenda dono-
i>rc oeputado, que me parece mui justa. I ma observa-
cao se api escuta, Sr. presidente, que considero de algiini
uso, o venia ser: que esta imposicao .i acacha arre-
mata, a. por cousequencia j se pode allegar dlrclto ad-
quirido^ fazerem-se reclamacdcs, nina vez que se opere
alguimija lien. ,., ;, i, 1SI. dalmposico, Mas eu tomare!
*-w1 .'':''' "'"'"vacao aosSrs. deputados
Alcanforado e Lobo, o vem a ser, que, urna ves que se
nao admita a pi i.....ira pai te da emenda.qiic exclue urna
classe de contribuales, creio que o base da imposicao
Mofleara alterada a ponto de se temer, nsreclainaedesi
poique cstoi. persuadido que os criadores pobres, tni-
cos a l..vor_dc quem scallgeira oonus da coniribuico,
s prestara* com melhnr vontade ao pagamento dodi-
siuia do que ao pagamento dos 2 fiOOrs. apoinYu);quc os
rao de lser melhor arrccadayo; porque lie
eque nao sollrc mais contestadlo:
r as laxas mais productivas lio uiode-
\ oto, pols, pela segunda parle da .-
2
quanto, teado nos concluido os trabalhos da juma revi-
sla na niaior amzade, tanto que viemos conversando
juntos at casa, largou-sc o Sr. S. l'ajo, no diaseguin-
te, para oltccife.c d'ahi lia pouco appareccm os mencio-
nados arligos do I).-nova, dltendo, que S. S. desusa-
ra urna branquinha uiiulia na (lila presidencia da junta
pillando braco a braco a defina de ininha honra, de mi-
niia repulacfio, e de ininha existencia, lurtcl na co-
marca contra o perigo da ininha vida, na nraca contra
as calumnias da Imprcnsa que por vetes deixoude
acceltar artigoi da minha defina), na corte contra as
aggressocs, com que Invadirao ininha reputacao os no-
Mnseieidrnammh>U?.n ai,lll:,"iius^isl';"'sdeleren, sobre estacobarda, accrescenla" o arrojo de torcer as
,,,". reinocfio de juis dedircito para a i verdades do que entre nos se passou para Inculcar a
111 ... da 1 alma en Ooyas. Meus oOlcioseoderaca-Jmcsinacalumnia, e os doeslos dos-2 arligos. Oalhardia
7J ,;" ",,'',;il'|vincia, naquelle lempo dagcerlatwate, Sr. 8. Payo, cni pedir-lbo prestes, para que
..ngos impressos da ininha dele-1 deelarasse a minha branqutnlm, e as mlnhas prrtttae\#
Visto que S. S., assim como as publlCOU, ou as insinua-
ra, talvex, aos scus amigos, paraesse fimdevera denun-
V-
doiltriua lorenle,
que o nielo de lazi
ral-as. [Apoiadot),
metida.
(Conlinuar-se-lia)
C. O 11 it 1. 1 o .
cosresponhencu im eii..1,1 r bovinos.
rserevem-mc daParahiba em data de 17do correnti
11 \o ia to correle ahrio-se a asse.i.l.l
...I, eleni havido seus debal
hado lunJor, pndr
1 pronn-
cnlre o Hr 1 osla Ma
-Meira e ItodrigUCS chaves : f'.ill.l-
scein adiamcilta por causa de haver mandado urna |eli-
< i ., ., a s. M 1..-: / l;,s, cu creio, que sera por ter ..,,-
neado para essa comiuissao ao honrado Pedro Chaves
1; mus mitra pessoa do partido da orden..
Wo da id espalliou-se aqu a noticia de que tiulia
caiiluoo ministerio; contarn-meque no quartel de 1.0-
iiea, quatro sargentos metlcrffo-se a fiuer urna cassua-
< laque cbamarao o funcrar do ministerio, do
denle, e do major do eorpo, maAmc na realid.
inovnii .ln *n....... .1 -
sto lo
I"
esi-
uo
la; deo-se mais bai-
iis quaes puzero-se logo no iniiudu,
is 11)11
>p
rogo nos
no sen ol-
passou ile loques de instrumentos en
n? catabouco paVS 'SS^ST *"* '.......""
...1 .1 |u.:,,,s as quaes puzer.
..... -J "v"' P"a Al.g.'.as, filicr con.paiilii....
pracas de primera linha que frQO .... escuna Uuararapei.
continua o recrutamenio com actividad,., ctomou ar-
mamento c cartuxame o pruiclro batalhab, para oque
tur preciso. Os rasgados uaqul Herfio milito contentes,
eoill a milicia de ter viudo .1 nuincacao de .Man de
N>.i/a para presidente, < Vlllcla para secretarlo: li.i o
que aqu d.sse 11 tu boticario de Golauna,amigo do cao de
Ill
i< Eis-ahl mu procedlmcnlo que cu ocho nao s. justo,
como louvavel, que me diiciu Vina,.' Que tem a tropa
coin o ministerio que acaba ou quecomeca
perturbadores, Eun, daParahiba: cada un
11 co.
Disse-inc ura morador dos Alegados que naquclla po-
voaciio.no da 10 do corrcnir.um cavallo damnado (como
lodos asseveravao; depois de foxcr mil disturbios no lar-
go, girando em currupio, galopando, csemprc laucan-
dogol!.idas de espuma, fin camiuho para ama Dircita,
li meleo-se ein um acougue, onde provaveluiente be-
siintoii balefio, rreguezes, e a mesilla carne; que como
pareca rugir d'agoa que all ao pe se ai liava cstagnada,
para ella o levrao alona, onde vcio a uiorrcr. Equc
providencias se derao.' concluio oAfilgadeusc: alguiis
individuos nao receiiiro sujar as unios daquella peco-
iibcuta haba, tentando por um cabralo ao animal; os
iloacouque nao derao sigiial da menor lembranca de
liniparem o chiio que eslava, alt'm de imniundo, pesti-
lenlo; o bruto niorto licou toda .1 noiiie na roa (a prin-
cipal,, ondeainanheceo Iodo comido dos caes, e talvcs
dos poicos quehao de servir de alimeillo; CqUCIII he o
responsavel pelas consequencias que daquillo podem re-
sultar. NSo sei, disse-lhc cu, Com .licito; mu
cu, respondeo-me o sugeito: aquella povoacQ, ao que
me parece, tcui propenses para .1.1..mar indo; poisqur
ate os carneiios all se damiio, c Silo da.11 nados. p0is
1..11,le-.sr do lugar, mcu patricio, dis e-lbc eu aconse-
lltauUo-o. He o que vou lazer; lena onde os car... i-
ros s;lo un. as, razriu esperas n genio, os cavados dam-
nao-se, c lodos lidio assim coiiiproiucliidos! est dito,
vou iniidar-uic.
' ls clubs dosassassinos coulinuo com Purea c vigor ;
os ardentes querio j couiecnr a chacina; pareee-llies
que um dia s de demora Ibes embola ospuuhacs, <
siria as escorias dos l.acamartcs ; a raira sanguinaria
trasborda nesses anuos eiu Imprecarles horrorosas:
una eoiiimissfio csui nomcada para apurar a lisia dos
coiideuinados, c dar-lhes una ordeui numrica. Une
singue liio de assassluosl I en.ai..huanos, ovni. ,10
continua a rerver, sentido no primclrobramido I olhu
vivo, alerta/
"; as pimiiinei.'is crimes contra os calumniadores; as
J.ishlii-a,oes de seus lacios, e varios documentos ; os
nwut direiiisos em lim proferidos na cmara dos depu-
tados na ao as armas poderosas de minha (lefez.i ,111 des-
len da negra minga desse partido, que,pelas mesnias
rivalidades pessoacs, < conveniencias particulares, de
novo se eslona por me hostilisar, Mas.bcill tranquillo
na minha cousciencla, eslou seguro de que a boudade
alvina, assim como da oulra ves, mi abandonar a
JUStlca da minha causa a esses famlicos garruladores
i), ja que nao tenho ollt-udid aos s.us direltos, nao
(levo nada a 1 ses senhores, salva a ininha rcsolu.a. p
llliai de nao coadiiiiar-me com os cnines dos satlites
claquelles, que COUI intrigas e manejos ill.nl, 1,1 aos
incluios,prolaii..mlo a sua boa fconi os sanios minies de
liberdade, de mouarchla, c do peni publico nos labios,
e com a perfidia no cor.no de serpe. ..
Tive.por urna injustica cruel,de ser privado por (.na-
no anuos do n.eii emprego, visto que me nao Ibi pos-
sivelpassar-meparatojai: ouobre ex-minisu-o, leudo
obrado, uilve iiiudido, como Uve o praaerdcllc me de-
clarar na occasiao, em que Ihe fui dar minha despedi-
da, prometico uielliorar ininha sorla logo que fosse
possivel, O que nao aconteceo, como previ, contando
perdido o mcu emprego. Tratci por tanto de viver re-
inado durante esse lempo, em que essa gritara desel-
lla, c licni.ca, por espirito de vinganca, atordoou o
pelo, sendo que toda a opposi.o dcsl'arlc he mesqui-
llha, torpe, eaboillinavel, leudo mais larde, ou mais
s.-do, de ser desmascarada as suas illusi.es, com des-
pido doscoriphoos, e sectarios; por isso que o UOVO,
segundo dii mu celebre escriptor, tem mu iustlnclo ad-
miravei para vir ao couhecimento d'aquelle partido
ou poliUca, ou influencia, que concorra para o sen
be... 011 para o sen mal, premiando com a eslima os seus
bcuifi uu;cs, e casiigaiidn com o despreso os seus ver-
dugos.
Con espondeo ca
VErD.iDr, ra/o, sjcstica: opnLieoiJiPisa.il.,
I o 11 UPO O DEflDIBJl'd.
Nos pases livremente constituidos a opposicito dos
piuicipios, a lucia das opinides, e a conveniencia mes-
1110 (las transacrdes,sub a equafo do dever, e da probi-
dade, so funcoOes tan necessai as, como o alimento,
que nutre o eorpo do sistema social: se, porm,..s re-
gias do justo, e do honesto nfio servirn de norma a
estas mesnias luuccdcs, indlgesta-sc o corpo poltico,
e debllita-se, como entre mis, sem que os seus mciu-
i.ros preeucber possao todos os scus misteres para vi-
goral-o, c robusteccr-se. D'aqui sr germinSo iodos
us males, que teem arruinada ,> estados, c fclto asdes-
gracas dos povos,
Sendo esla a COIIVC(.to Intima, que a (heoria e a
pratleada minha pouca experiencia cada dia fortalece
no1 mcu pequeo trauco do mundo; apezar de ser hu-
milde crealura ... nssoelacao politica do mcu pas, leu-
do a perder com a sua desventura, aganhar coma
sua prosperidade, nao posso ser iudiflrrrnte aos males
do povo brasileiro, de que sou urna parle Traca; cine
guiando pela mxima alii ne feerrh, qitotl Ubi nevhfieri,
ftao posso dcixar de iuierrssar-me poraquelles unios
de gorerno, que firem mais accordes com os meus priu-
clpios, e mu de reprovar os desva os causadores da
nossa enfermldade social. Nao sei, se ser pelo mcu
esforro de ((informar llllnhas acedes con. este mcu pen-
.s'aineulo, que a minha vida tin'i sido emba arada, pa-
recendo um romance, e guiada por assim ili/er por
nina especie de I.Halis.no : icnho encontrado a rivalida-
dea persegui-me, cun 11,10 sei que. por diversas vejes
encadeado por 11111 felisdestino, que me protege, como
o dedo invisivcl da Providencia Diviua, que nao me
abandona.
Eu lili o Pernambucano talve mais victimado por
esse partido, ora methaiuorphoseado (1), e na minha
consclencia nao me acenso de nutro neceado d'csse mar-
tirio, senao esse antagonismo poltico entre osnossos
rincipios. Sabe-se como esse un sino partido.bojc clis-
ado praiciro,com OS lliesinos generis, coinniandaii-
, ecapilacs me guerreara, nao poupando meiu al-
io, anda o mais ignubii ;2),para hoslilisar-nie. l)s-
l.ao se
sidades
I Elle rrdeinoiihra do .Saquarcma para o Santa-
la ; logo rollar deste para aquello conforme as ri-
lades pvSsoaes, c interesses particulares o rxigireuii
,c ora he vela, ora he maslro, ora he manivela,
ora he renegado, como bein dsse o Senhor Gomes Ili-
beiro.
(2; As calumnias luceuaticas ; o veneno felcianeiro
..iido-mc sidoTCpsrfldaa injustica, c restituido o
mcu emprego pela ailmuisu.::;ao de i de fevereiro,
1 is uovaiuei.le escaudalisado aquCi'e grupo IraiisllgA,
para cssa baudeira Que de invectivas as maisacriino.
iilosas nao icnho supportado do U.-novo 2j Sabem io-
dos que os teem lido Quaula lalsidade, quanta men-
tira sobre cleices a mcu rrsp, lo.para se me inculcar
prevaricador no exerclcio do mcu emprego ; (.'5j para se
me exprobrar de ingrato ao iniuistcrio, que me fesjus-
1)90 ; parase me desairar em lim para com 11111 dos ai us
membros, de quem son especial amigo!
Sem podercm provar um s acto de minha vida,
.1.01.lente 110 exrrceio do ...eu emprego,para deprimir-
me (desaflo-os com ufana); sem incsino me poderem
apanliar na Incoherencia (que lamo os desacredita; na
minha vida polilica ; liab.ilho Oloptelore para O mcu
dcscr, dito pelo orgo do U.-novo, sendo um dos agentes
liesla comarca o Sr. I)r. promotor publico Luis Jos, de
S. rajo Jnior, meudigno eollega.
Por quauto.qual o motivo de S. S., nunca leudo re-
ceido de iniiii o densa, devendo antes me tratar coin
abjuuia deferencia, atira-inc to prfidas, tiio sinlstras
lusinuacOes na sua correspondencia impiessa lio/'.-nono
de '2H de marco .' Oual o motivo, pois, porque S. S.
(nao direl que iiicule, porque divo res|iei(ar a digllida-
de do Sr. promotor publicoj avanea a io ii.uiquas lal-
sulades SU para d, priiuir-nie ? Ser porque desta villa
sendo convidado alguei...... para guerrea.-se a influen-
ciada lamilla (.avalcanti, (4; telilla CU, cumoparle della
de purgar o nies.no peccauo poltico .' .' Orto que si.11
Sr. I'r. S. Payo. Latetangni$tukerba. S. S dissluulou-
se, mas o mesilla sentido das suas palanas descubre
seu corara sobre a calumnia de ter CU frito umubi\iii,,ui"
ulia, quaudo presid junta revisor., da lista daqtiali-
llcac;>p dos jurados em llde Janeiro, de que fijrao mem-
bros S. S., como promotor, eo Sr. l)r. .Mauocl Claro
Concalres, ionio presidente da cmara : pois que S. S.,
p. jando (le assignar a publicacao d'algumas fal-
tanlo mais serias, quanto partirfio d'um promo-
tor publico da comarca contra ojuisde riireito, inclca-
me como leudo rcalmeule l. tu urna branquinhtt, cuja
lata ideia motivar tantos juios, quautos iiuUerem os
interessadosem dcpriniir-inc Nao devo por tanto for-
rar-inc ao trabalhu de aualysar todos os pontos da sua
mallguldade na dita peca, fazendo a respeito asconsi-
d, races iiccessarias para eselarecer-sc o publico sensa-
to; visto que o boiiiem eterupulom rm o/jender o crdito
o/ieio, anda d< leoc, como o Sr. S. Payo, segundo o
exordio de sua correspondencia, chafurdou-se na lama
de l.. o, imniunda diuribe contra a ripulaco do j.iii de
direilo do 1 rime, seu malfadado coflega.
UisseoSr. I)r. S. Pajona sua correspondencia as
cu Ihe qui: atlribiitr artigas interidotno D.-noron. e i'\
porlai e par arfas. E poder S. S. santllicar-se dessa iiu-
nutayao directa, ou indirectamente pelo que diz respei-
to a calumnia da IrantialnUn entre outios sarcasmos
(locstos, calces publicados nos mismos dous artigas,
quando, perfeilamente desfigurando a verdade, clan-
fando-iiie insinua(Oes picantes sobre a dita minha pre-
sidencia da junta, parece mullo bem acceltar essa pa-
lermdade .' Mii.ti. pde a ogeiisa pelo espirito de par-
alo Honra II,e srja lilla, Sr. S Payo; mas cabe-ine
aqm.por amor do proximo,dar-lhr um conselho, i auc
Icnho mais experiencia, e bem dolorosa Consideran-
do .1 sua poscuo, cuja vaulagems se funda na digni-
dade, c decoro, arrepie dessa carreira de ser instru-
mento ceg de partido (com o qual S. S. fes coro
boje com o niesmo partido be trnsfuga .'...) a ponto tal
de abaixar-SC a falsear as verdades. .. Coin islo, em vez
(le acredilar-se, desacreditar seus dcsaflectos, fazo
inverso, l'erdoe esta franqueza, tilda dn espirito d
classe : e por causa deste mesmo, senao da minha na-
tural geuerosidadc, sobrando-me dados na falta de de-
jos para Ihe redargir com fulos pouco honrosos
circiimscrever-uie-hei .10 que lr absolutamente illdis-
pensavel ao proposito de ininha d, I,,.,
I ontinna 11S1. S. Payo S txig de mim cman. trido
Diario de rernambuco, de 5do crtenle, qne declare- 1
otuti a branquinha, qiu S. S. eommcllto, na qnalUad* t
prndenle dajunla reiiira doijuradoi nette termo, reunida
em odia l3dcjaneiro; i.",qual seja a.vta perversidad, per-
mitla-m etie Sr. que o satisfar, para que Rdo rulada, que
por cobarda deurn de acceilar a lua, que com tanta galkar-
./... meatira. Cobarda, sim, Sr. S. Poyo; pois so o cc-
baide he qurin lalsea verdades com tan'la iuliula! Por
ma para di tar-liro n'um copo d'agoa.... Bouvero pro-
cessos, c piouunciapnr esses criuics, e o aecusador of-
leiidulo cedeo agrande empeuho em favor dos reos
, 1. 1 indos dignos gencracs guerreiros caer vera em
ezembro, quando partir para a corte, a um dos espi-
nes no I.inioeiro, que um dos primeiros negocios deesa
comarca do seu enipenlio era a remoro doiuiz do cri-
'.'"': ,,,B| lnl.....''" ,l'" general quauto he sacrificante
aqueiie a continuadlo da sua magistratura na incsma
comarca. ..
(i) Por isso nao porque o ser dcscouiposto poruin
tal pasqnim, ionice titulo de rccomuiendacocs para
aquellrs, que conheecm seis principios, meios, e lins..
Embaciar as llustracOca da provincia, Iludir aos in-
cauos, Iminoralisar as massas, e cavalear o nobre
povo. *
C) Como aquellcque trafleon poreleices, bajulou
escreveo, pedio, e dcpols alardeou na cmara de sei
uepiitado |,elo seu grande mrito
ser
, nclito general! !...
1 ) Se a influencia da ramilla Cavalcanti, alias aman-
te da liberdade, da nionarchia, da boa ordeui e do
bem publico, he prejudicial ; que dir-se-ha d'u.na in-
fluencia lacciosa, que iienliiini penhor de garanta oll'e-
rece, senfio o dos bacamaries, o das descomposturas
de lodo o calibre, co de giierrearrm-se as illusiracoes
para se iinmoralisarem as massas, e salslzcr-se o iu-1
propinado, sendo scduzido o proprio cscravo da vic,i-|bicioso SSkSSSm tetotoi' bi-froni
eial-as, visto ser essa a sua obrigacao para com unijuiz
de direilo perverso na comarca, em que S. S. he promo-
tor. I', quererla, que o meu silencio confirniasse a
lama das suas aggresses ? Nao, meu charo porque Ic-
nho felizmente razoes, argumentos, factos, pravas
documentos a carradas para escorar ininha reputarn
nao indefesa, como iiensariio (I)....
O Sr. S. Payo Vafl sei se foi, ou nao branquinha o que
S. S pralicau; mas posso a/firmar, que oeeorreo o seguale
fado...../'rneipiou o ir. l)r. JuCio Mauricio da Hucha Wan-
derlcg a ler a lisia do delegado, e quando linha de chegar (i
i.' folha, passou arleiramcute leitura do sea supplemenlo; c
reconhecendo eu enltio a engao, adrirlo-lhc, que emprmeiro
lagar discutisemos a lisia do delegado, ramo liaviumos trata
do. Notando primeiro a palana arlcirameale-: como as
UOSSSJ paixes sejo como os vidros corados, que em-
prestan a sua uicsina cor aos objeclos sobre que rrfleo-
ti'ni, quem viulia prevenido para reprovar lodos os ci-
dadaos muillidos ( lalvez de proposito) na lista da quall-
licaro dos jurados pelo delegado, deveria obrar arleira-
mente contra a juslira ; e por esta prevenciio julgaria,
(|ue, quem procurava obrar com a imparcialidades jus-
tica do acto, o faria arlciramciilff.... Agora contcslarei a
falsidade com a verdade esclarecida. Quando examine!
a lista do delegado, vi, que falt/80 de ser por elle ins-
criptos inultos cidadfios capases de ser jurados: infor-
n.aiido-ine, portauto, dealgumas pessoas, verilicrao-
se mlnhas apprebcnsoes sobre as boas qualidadcs dos
ditos cidados, segundo que lenho razoes para conhecer
os habitantes da comarca, e suas circumstancias; orga-
lllsei, pois, um supplemenlo lista da qualilicaco do
le legado, pelo inesiuo llieor, segiiindo as Icllras alpha-
beticas: e quando cometamos os trabalhos da junta re-
visla, aprsente! ambas as lisias, ponderando aos meus
collegas as razoes a esse respeito, no que :io puzero
,dividas, porque tal era o mxldo da le com a justica
do objecloj pe lando-inc a respailo COUI a maior cir-
'.inspecro, c niparealidade, para que nao occorres
sem excluses, e i.icliises odiosas, eoino se piaticou
com a junta da qualilicaco de volantes, e elegiveis para
a eli'irao de elcilores; mal, porm, previa eu, que os
outros membros da junta revisla, meus coiiipaubeiros,
nrojectavao toda a opposco a seren qualilicados aquel-
les cidados, mo adiniltidos na lista do delegado. Por
quanto, logo que acahei de ler na lista do delegado os
minies iniciados pela leltra A conforme a le quer,
que se faca o alistan,rulo alphabcticamcnle, passei le
tura dos iionies iniciados coin a mesilla leltra no meu
supplemenlo; acabados os desta leltra, continuara com
os da leltraII na lista do delegado, ajuntando ao
depois os do suppleineuto, 1: assim por diaulc at o fin
da leitura de ambas as listas, para ir a inscripcO dos
qualilicados para o lino competente,na forma da le le-
las lettras inieiaes do alphabeto. Tinha-se lido obra
de uicia dusia de UOines do supplemenlo, c o Sr. promo-
tor com o seu amigo os appiovado, pensando, que
cio dos alistados pelo delegado ; quando, reparando,
clamarn, que nao era aquella a lista do delegado, c que
COllcluisscmos a lisia deste para eulo passarmos ao sup-
plemeulo; objectei a lito, allegando, que ucuhiima ra-
zo hava para se preferir a leitura da lista do delegado
do Slipplcuicnto, quando, sendo lidas simultanea e al-
pliabelicamenlc, era mais conforme coin a l*i, segundo
a qual deveriamos portar-nos com a maior iuiparcialida-
de e justica, sem prevenro algiima de espirito de par-
tido, ou vinganca, e interesse pessoal : com Sto l'oin.a-
IISOU-SC um pouco o Sr. promotor ; mas eu ced, c con-
cluimos prmeiraineule a leitura da lista do delegado ;
por isso que asseulei, quc'mio dcvcrianios dar espect-
culo de controversias esteris CUI um amo lo grave.
Quando passamos leitura do su|)pleiueuto, fro os Srs,
1 ..s embirraudo com duvidas sobre os alistados, nao
obstante cu foraecer os csclareclmentos uceessarios so-
bre os reqursitos dos cidados qualilicavels, bem como
do Sr. Josa dos Santos, do aleles Jos Antonio Pestaa,
e de outros moradores insta villa, mais contiguos, e
apios para llipprircm as coslumadas fallas dos juizes de
fado ( eis o porque insina o Sr promotor, ser princi-
pio meu Que quem licesse cara r olhos, estaca no caso de ser
jurado), para se completar o numero preciso para a BCS-
so dos trabalhos do jury, no que oecorre seinpre grave
demora; mas o Sr. a. Payo cousullava ao seu amigo, c
este responda voto contra rrplicava S. S. rote ron-
Ir-- : assim, por lano, approvado um ou nutro cidado
du supplcmciito, fui excluida a maior parte por essa
inaioria frrea com a mais injusta seiu-razo. Eis a
verdade de quanto se passou, a cuja prova, e do mais
que Irei expoudo appcllo para o lestcinunho do Sr. es-
crivo do jury, nica pessoa, (pie coiuuosco assistio;
motivo por que o aleive da liranqainha deveria liasen* do
Sr. S. Payo, ou do seu amigo, de quem Icnho menos
razo para quclxar-nie a respeito.
Continua o Sr. promotor l'oi isso bstanle, para que
o Sr. r. Joaa Mauricio, julqando-se oflendido pela preferen-
cia, qae cu, comea digno cotlcga paretiamos dar listado
Sr. delegado, me dirigisse alguns insultos Todos quautos
me conhecein, sabem, que nao cosliimo insultar a uin-
guein, com quanto as vetes argumente com alguiii ca-
lor, e energa; Ibi o que seria, quaudo, irritndole um
punco minha paciencia, con.bat com razoes mais for-
tes o desabr.nento reprclu nsivel, de o Sr. promotor com
o sei amigo reprovarem quasi todos os alistados no
meu supplemrulo, ao .11es.no lempo que cu, condes-
cendendo com clles,approvava quasi lodos os da lisia do
delegado, e at uus 13 cidados, proposlos pelos un sinos
tenborcs (Sj, sobre os quaes pedera por duvidas bem
salientes, se me achasse prevenido, como os meus no-
bies collegas ((). Decida ijualqucr juizo imparcial, se
islo he dirigir insultos; inormente sendo o Sr. S. Payo
lo chelo de susceplibilipades gratuitas, como tcnniia-
riamos os trabalhos da jimia, apesar d'cxiensos, no mes
nin da, como concluimos, se mi houvcssc aecrdo, pa
ra o qual de proposito me esforcei, se eu dirigisse in-
sultos a S. S. ? Tal he a prfida malignidade do Sr. S
Pavo, de allionlar-me <\r ia/edr de l.ranqainhas, e diri-
gido! de insultos na presidencia de um acto to im-
portante, c serio, qual o do se cscolhcrrm os cidados
capases de julgar no tribunal do jury, sobre a innocen-
cia, ou crline de urna comarca, cuja prosperidade cu
devo anhelar lugralido tanto mais negra, quanto o
meu COllega deveria tralar-me com algiima deferencia, a
que pcrsuadia-inc ter direilo ; tanto assim, que con-
clurnosos trabalhos da junta com lana harmona, que
sabimos Juntos, e fomos conversando, sob aiuizadc, at
casa, como ja dsse, e repito
Conclue o Sr. S. Payo o I." paragrapho da sua cor-
respondencia com una relicencia bem picante, rcinel-
teudn-me para os autores dos dous citados arligos do
U.-nuvo a cerca das mlnhas perversidades ii'uui delles
exprimidas; acujo respeito respond prestes, pediudoa
S. S. 110 mcu .11.1111 ni 10 escripto em 8 de fevereiro, c pu-
blicado no dito numero do Diario de l'crnambuco, que
me as deelarasse. Pi mesmo cnsejo, cni que eu escre-
via este annunco ii'uih sabbado de maulia, apresen-
lou-mc um amigo do Sr. S. l'ayo um seu rrquerimento
para que eu altcstasse, se o uiesnio Sr. cumpria com
as suas obrigacocs ; despacbei-o vocalmente, que d'ora
em diaulc me julgava suspeito para com o Sr. promo-
tor, visto que elle me desliera urna branquinha, como d-
zia o D.-nnvo, que eu tinha presente (mostrei-lh'-o); c
disse-lhe inais, que um juiz (Je direilo que forma 6raii-
quinha destella por um promotor,, devo ser denunciado
por este; e por conseguate nffoifce poda aftestar so-
bre a conducta do seu emprego ; pois que, a Ihe atlestsr
0 que era de rigorosa verdade, seria que elle nao cum-
pria exactamente com as suas obrigacocs....; por lauto,
que cu exigia com instancia, ionio eslava fazendo un
aluminio a Diario, para que o Sr. promotor deelarasse
a ininha branquinlia para eu o chamar responsabillda-
de da le, e deiiiuiciassc de mlnhaspervertidades, para
que eu me defendesse ; porque, 011 CU seria conveucido
docime, lieando sem f para allesfar-lhc verdade; 011
de innocente, c scr-uie-hia enlo licito atteslar. ftes-
poudeo-ine milito iiiansinho o amigo do Sr. S. l'ayo (o
([al eslava enlo no llecil), que nao Uvera visto aquel-
lrs Diarios (ao que replique! ser impossvel, lendo-uic
ellcs viudo do seu lado); que era justo que me defendes-
se ; que O rcquorinieuto, porm, era preciso ao Sr. s.
Pavo liara, sob mcu alteslado, poder cobrar o sen orde-
nado : rcspond-lhc que,versando esse alteslado sobre o
exereio, eu lia* o dera mi dia I "I de Janeiro, em que se
retirara de licenca para o Itccife, tendo-lhe dado todos
os mais attestados conforme requera nos exerccios
mensaes antecedentes: repllcou-me (|uc este uliimo .u-
testado se hava perdido, c por isso requera ou tro: dis-
se-lhe cu, (|tic assim nao se depreheudia do objecto du
1 rijnc iininti, visto (pie versava sobre cuiupriniiuilo de-
slas obrigares; O que me iuculcava una eslrangeiri-
nha.. tendo de servir o meu alteslado para defeta do
Sr. S. Payo, sob algiima larca ou conlradicrao en. n.ci
descrdito, como com o processo inonstro c malvadesco
.. inosii .indi.-lir- n en, e o analysaudo por estar laiubrin
a ni i, c em correico) clandesliiiameutc alia noule in-
bricado pelo Sr. subdelegado.... c sen escrivo.... e mais
quejandos, falsa e criminosa.lente na casa vclha da c-
mara, com portas fechadas, para desgrarar-se um po-
bre misero, ha (i meses recluso na cuxovia, sem culpa
formada, c se me cncravilhar por eu o ler com toda a
justica feilo soltar por nina orden, de /.(lifin-ruijius; |n|.
juilade esla, de que elle mesmo (amigo do Sr. S. Payo)
lora colaborador, como Ihe exprobrei; de que elle tim-
beando, lo corado como a propria camisa, nao sabia
dcsculpar-se de lao refinada malvadeza, como multas
pessoas prcseuciro, reparando o seu alarantamenio,
visto que elle nao esperava por esta sorpreza fortuita.
I iisse-lhr cu mais, que coiiliuuassem com estas, c 011-
tras armadilbas infames e- criminosas, em que clles
.ursinos iriao caldudo, c cu os collieudo quasi sempre
cm flagrante, por isso que me obrigavao, eoniseusar-
lilelos insidiosos e grosseiros, ser mui vigilante, ccr-
tosque, esgotada mi.iba generosa indulgencia, seria for-
rado a rcspousabilisal-os. Por lim prrgunlou-mc o (pie
respondera ao seu amigo requerenle; respond, que
poderla discr-lho tudo quanio acabava de ouvir-me.
U que se passou entre estes dous amigos, ignoro ; sei,
que, passados das, chegra o or. S. Payo do Uecife, e
me ollicira estar cni exercicio do seu emprego. Tivc
noticia d'.iln ha pouco pelos do lado do Sr. S. l'ayo, que
tinha um >.-novo com urna eorrespondeiieia sua, em de-
fesa da cana, que Ihe publcou o Sr. Jos dos Santos,
para provar a sua ingralido e que censrala na mes-
illa peca o ;ii o\ imrnio do recurso deste, c de outros
juizes de laclo: c procurando cu haver esse Diario do Sr.
S. Payo, por va d'um seu visinho, disse-mc este, (juco
mesmo Ihe dissera, que a correspondencia era mullo
Simples, c que nao linha nada, a que se responder por
versar smente sobre sua defeza.
Sendo mullo innocente, como o leitor est vendo pe-
la ininha aualyse, a defeza que o Sr. S l'ayo faz da ini-
nha declaraco cerca delle o do seu amigo Dr. Claro
terein injustamente excluido urna infinidad de cidados
por mim piuposlas para juizes de ficto, dot t/iiurs alguns re-
corrro ao li.rccllenlissimo preeidenle, ella be igualmente
contradictoria; porque diz mais adianto que o fado da
aimissao dos recorrcnlcs na inora injuslira da parle delle e
do seu digno collega ; c que se censura mercressein tkcciia esta
recahir sobre mim, por nao ler dado os decidas esclarccimcn-
lo. Aqu j o Sr. S. Payo admitir a condicional da cen-
sura pela injustica das excluses, sendo cu quem a uic-
reco par, nao ler dado os eselareciinentos : e anda que-
ja mais do que tintas razoes expendidas por mim, sen-
do, como j mostrel voxelamanlii indeierlo? A cons-
clencia bem cusa a nos Irahir! Anda ha oulra contra-
dieran (pois que a defeza do Sr. S. Pavo consta de falsi-
dades e coulradeeoes) quando S. S. desacisadaiiieule
avanca, que se nao fossem as informacoes por mim dadas ao
ExccUenlissiino presidente, os !) recurrentes aun serian admilti-
doi(na lisia dos jurados). Bem, Sr. S. l'ajo! (I) mas,
nao sou eu smenle O que merco censura pela admis-
so dos recorrcnlcs com inhibas tnformafitl acracias; o
Exni. presidente lamben! i.leonera na niesina.se, leva-
do smentc por mlnhas (nformacOes incalas, mo obrasso
com conhecimenli. de causa pelos diversos documentos
que os mesinos reconcilies ajunlro s miuhas infor-
macoes; os quaes bem cxaminou S. S. (que tanto se a-
poslemou.') e o seu amigo eollega, quaudo Ihe fro
presentes coin o despacho do ICxni. presidente rom os
inesniOS recursos para ser cumplida a le. Sendo esla
invectiva do Sr. S. l'aj o to directa a dcprlllir-inc, por
Isso que publica, que cu dera iiiformariics inexactas
primeira autnridade da provincia sobre ponto lo grave,
qual a nota das qualidadcs precisas para marcar-se a
SOUlina de direltos polticos dos cidados brasilciros ; nao
merecer! f, mas nao sao sufficicutes para me impr
essa iccha as rasOes avllantes que S. S. aprsenla con-
tra as qualidadcs de alguns reconcilies, irroga..do-Ibes
nina injuria. I'osso dizer-lhe, que clles mo cedern a S.
S. a palma sobre a estima publica pelo mrito da probi-
dad,' c honradez. Salvo o faca de ler um pcrtjtiminhn, ad-
quirido na academia de IMinda, sabe Dos como! nao se segu
'u/u que seja instruido ; 01 titulas concedidos us escalas tra-
zan o cunho da preiumpco ein favor daquelk que os poseue ;
aqurllc desapparecc, logo queicapresentao fulos em contrario.
Merece toda a applicaco ao caso'se lalvez Ihe servir a
incsuia carapura)estc pedaciuho d'ouro chefe d'obra, lit
teraluientc, e coin OS inesmos pontos e virgulas, trans-
cripto daquella periphrasis final no 3." da eorrespon-
deucia dos tncut caridosos amigos do D.-noro de 3(1 de abril,
assiguada pelo j,i:/'niiid/r/iii), synoni.no lalvez de S 1'.,
enderecada ein meu desar, pela descompostura que me
pespego, sempre sequiosos de desacrcdilar-nie ]iara
aquellrs (pie me nao conhecein ; adulterando para taso
os factos do mcu emprego, a lim de me Inculcaron, com
a mais grossrira saudice, estpido, na falla de meios pa-
ra me chamaren malvado, oppressor, vingalivo e cslor-
qudor dos direltos de terceiro, como aquellos que o Sr.
juiz 1 audalenlu apiegi'.i Ilustrados, civillsadOS C bem in-
tencionados : portauto, se n pergaminho, adquirido sabe
Dos como, nao pode dar iuslrucco um estupido, nao
dar lamben mais probidad,- c honradez ao Sr. S. l'ajo,
do que aos sobredtos cidados recorreute:", lo malicio-
sa e viperinamente por S. S. deprimidos : um delles, a
quem S. S. inculca lao iniscravel, j Ihe presin, assim
mesmo, bem relevanlc servico (2)
Por ultimo, mais una conlradicrao iniscravel tra-
be ainda os bous desrjos do Sr. S. l'ayo de me depri-
mir ; porq,lauto nao sei, se para lisongear ao Sr. Dr. Ar-
rulla, ou se para me laucar mais o odioso e o opprobrio,
diz o contrario do que se passou sobre a excluso desse
noSSO eollega da lista dos jurados, (piando, mi estando
elle no caso de abracar a nuvcni pr lu.o para dcixar do
discernir o falso do verdadeiro, est bem iuleirado de
tudo, c Ibi do modo seguiule : Quaudo vcio para a re-
(I; Quando a imprcnsa denuncia os Crimea dos agen-
tes da polica do Uinoeiro, aculo-se os desordelros pa-
ra dai areladas nos suppostos censores, e o D.-noro
salla com um eburrilho de descomposturas no juiz do
urime, e elogios aos inesmos agentes de polica. Que
santa consltuico! Que nacionalismo!
(2) Ambo florales late; Aades ambo.
(3) Julga o ladra pelo seu eorofaO.
(I) Semeihaiiiemeule, si-nao fosse a ordcni de abeas
eorpus, o cidado Jos dos Santos ainda hnje jazei ia na
cuxovia de criminosos pelo delicio de um inspector (a-
migo de S. S.) o ter Insultado com nina espada no nielo
desta villa; ese nao fosse a despronuncia pelo Dr. juls
municipal, nSo sahirla da niesina cuxovia o pobre matu-
lo, Francisco Horges, ao niesmo lempo que insignes
reos de polica desordelros, nesta inesma occasio, pas-
scavao impunemente 1.0 lucio da villa, armados de facas,
cceles c pistolas, c passageiros com bacama'lcs car-
regados.
(2) Por um tris escapara de levar ccele na uoute
das vesperas sicilianas, de I .'i de n.arrn, se, acaulclado,' "
I nao eslivesse, j que leve o arrojo de assignar um nuuii-
cio, a cujas verdades he platica boje iespoiidti-se com
bacjiuartc, ccete c descomposturas....
'


llSo l'Sta (1 i Sr De. Anuda, lodos mis, mcmbros da junta, decidi-
,,',,,'s concorde ser eliminado como magistrado, scm nos
ocorrcr o aviso que tira esa duvida, < do qual o ineimo
moudieno collega se servio para fundamentar o seu re-
curso 'I'"- '"' prvido pelo Kxm. presidente. Ora, para
iie la dnoSr. S. Payo inverter a verdade, avanzando
una Ihlsidede tal resnelto, dltendo nasua perlphrasis,
,.....',.,, anrcsentra a Idela dessa exclusao, < que S. S. U
mmuseraaella?! Seria eoliamente pela traicao da aua
cmisciencia era controdiceo com os seas peusamentos,
lavroa e obras ; pois, se o Sr. promotor sabia que essa
minlia Idela era contra raifto da lei.asslm como em op-
noiicilos inlnhas Ideias de rasao, justlca e equidade,
mando pugne! pila regala dos direitos polticos de Un-
tos cldadaos, excluidos pela inalorla da volacodesptica
c arbitrarla do S. S., e sen amigo, nao se servio do voto
dste, sempre seu dispr, para vencer a sua opposieao
i minlia Ideia sobre a exclusao do Sr.Dr. Anuda ?.' Sera
pelo mesnio motivo que, (lovenilorcprovarapcrscguicao
arbitrarla de Jos dos Santos c Francisco Borges, os ac-
ensara scm denunciar o acensar os seus amigos prevari-
cadores i tal rcspelto, pela opprcssSo da huinauldode,
abusando da le por espirito de vingauca .''.... Decida o
mesnio Sr. Ilr. Arroda, ou quein condece a todos nos, e
Siilie OS iiosos feitos !...
lio lmenle, Si. Di. S. Payo, desliada assai tein sido a
mulla vida por csses paladinos da crinada enipenliada
em deprimir me, de que S. S. he novo elcavallero. Dcvo
idverlil-o.porin, que, em taes occasioes, seja mais com-
medido em nao faltar verdade : respelte a diguidade
da sin posicao, decorando-a melliorinente, iii.-iniiic quan-
do oscrever para o publico coui o seu nomo descoberlo;
e quando quizer censurar alguein..., sejacnni i delicade-
ia de que usiio aquellos...., que, Tendo conliecimenlo dos
seas acias (alindo as suas palavras), nao se pedo em lem-
po alguin, quandu S. S ou amigo seu, o exigir, de dar,
ile nualqoer modo, a razio delles, como agora o faz
jotio Maiiricia Cavalcanti ditJIacha Wnndcrlcij.
Km 5 de inaio de 1845.
/'. ,S". Tendo concluido este artigo, vejo o que disse o
/). unco de 15 de abril, cerca do resultado da oleicao de
Taquaritlnga, aluda chacotcando-me, c a ineus collegas,
iuucs de dircllo do clvel c municipal ; e nao tendo lem-
po de faicr mu artigo especial para desengao do .-noro
sobre suas lamurias respeito,(logo se me ollorccera op-
poi tunidade |iara analysai as elcicoet do Llmoelro, apro-
seutando ao publico todos os dctallics os mais minucio-
sos, de que cstou ao faci, OOIU documentos e provas so
bre as criminosas violencias dessa colioi le cleitoral); no
rnlretaiilo Ihc advllo, queem casa de ludan nao se falla
em fmca, e quem lem lelliado de vidro Mil alira pedio no do
visinlto. E deinall, os acluaes juizcs de dircilo do Linio-
eiro nunca comprometieran o dever do sen einprego pa-
ra vencer eleicoes, como os amigos do O.-novo, coni todos
os despejos imaginareis, os mais escandalosos (1).
Declaro todava ao publico, que as nullldadCS da pri-
inelra elclcSo de Taquari tinga partir de propositlo
mesma exentlo dos empreados elcltoracs, amigos do
I) -novo, em augmentar o numero de eleltores, o noraear
aliruus, morando fura da comarca, com tanto que se c.iu-
ummasse a chapa de ferro.... Seria isto corahater o no-
vo do Llmoelro as monstruosidades eleitoraea da polica
com oulras monstruosidades eleitoraea do uiesuio povo,
nio so leudo servido este do mesnio exemplo da forca e
mais crimes violentadores dos seus direitos.....para que
em resultado todas as clonos do I.inioero livessoni a
mesma soite seni preferencia as de ditas fregUCllas, on-
de se pralicirao lanos crimes eleitoraea, e que frao ap-
pioradas, ao mesnio tempe que a. de urna das frcguciias,
Olido nao occorrerao os mismos crimes de violencia o
opprcssSo da polica, e apenas as mesinas Ilegalidades a
exemplo dcsta, forflO despiezadas u tintine! '. !
Declaro mais, que, leudo as pessoas influentes de Ta-
quaritlnga mi' consultado, e ao meo collega l)r. Jos
Francisco da Costa Gomes, sobre acdelo de eleitores
de .'tU de marco, sendo avisados que o delegado irla pes-
sciiiiuiciiic all se apresentar com fon a, respondemos,
.mu uo pensavamos que o delegado tai lizesse ; que com
lula .i prudencia poilei ao fa/or de 25 a 30 eleitores, nu-
mero este que aquella fregula darla com multo mais
r.uaodo quea do l.iinoeiro 10eadoKom Jardini O.sciulo
que pelo alistaniento dos fogos da comarca, lirados com
esnieiillio no lempo da miiiha prcfellura, sel perlelto-
iiienlc que u freguezia do Llmoelro uo pode dar mal
dcvilltc e Unios eleitorcs, cade Iloiu Jardini trnta (
tantos ; referi-me, sobre esta ultima, represcnlarao do
respectivo parodio ao Kxm. presidente, em selembro do
anua passado, contra o augmento quasl duplo do uuinc-
rode eleitorcs.
Mas o Sr. delegado Manuel Barbosa da .Silva, que, si
fosse tao hoin pollclador do Llmoelro, assiin como b<
intimo coinmissarlo de cennos, para cujo lim nao re-
ma a uieio alguiii, seria excmplar, apeiar no sen dbil
estado d sade, uno fallou de realisar os presenllmcn-
t is dos recelosos Influentes de Taquaritinga.apretentan-
do-SC all na dita occaslfio; se, porm, eu e lllfU colle-
ga respondemos as pessoas, que nos consltenlo, que
obrassem com prudencia, e .Maso cumprlro, issoassas
luuvamos, c agradecemos, lleleva declarar, que o inaioi
i-inpenlin do Sr. d legado era o redusir expresso mais
simples o numero distes eleitorcs, com cuja adbcsonao
contara, para alardear agora o D.-novo da dillerenoa
llovida entre esta e a passada cetelo de Taquaritlnga;
dlll'crcnca esta que logo tambem lera lugar as freguc-
iios,ora elcitorocs do delegado, quando se litcrem elei-
coes regularmente C sein as suas violencias e como rc-
sisiirem as pessoas Influentes de Taquaritlnga aos in-
tentos do delegado nao sendo lioineni para graeas o lucio
termo em OCCOSiO de clei\oes ?! l.ivre Dos ao paiz, di
que esic e ouiros agentes de polica nossfio com a torca
continuar em tal anniquilacfio da liberdade dos /(rasi-
leiros, ralseando-se desl'artc o systcma poltico do nos-
so governo representativo Protesto mi me iiiiportar
com clciciies, em qiianto ellas M lizerein com a fraude,
c com a violencia, seja ou nao Influente a poltica dos
liieu* principios ; liqie essa larefa, c seu proveilo para
os Sis. do U.-HOVO, rjue della tanto se servein c para os
qiieqiiizereni iuiila-os pois os nao iuveja quein tein
igual dircilo de cooperar para as cleicaies dos represen
tantos do paiz mas sii quer os inoios dignos.
Km quanto ao ultimo $ da correspondencia do P-
noro de SO de abril, assignadn peloi'iris framlulento, elo-
giando ao mesnio Sr. coronel /Varbosa, e vituperndo-
me, aprcseillc-SC alguein por osle Sr. comparndoos
seus faci com os ineus, o seu nomo em claro, como a-
gura fox o Sr. Sompayo; com tanto que tonda os roque-
silos ucccssai ios pormim exigidos, para que se Me de
cabal rcsposla ao p da lettra; com quanto o Sr.barbosa
nao lela Mlupido.como diz a inclina correspondencia,nao
telilla commcUldo fallas /i/in da rtmladt ( o que nao he
coherente com quein mi lie estpido), iko Itnha-seap-
piopilado, por mus de 2onnor, do esnarn de Manoel Candi-
do, c ncni se apostado, par mais de 'A, da escraoa doJoaodc
Limos. Sill!, Sis. do tV.-noio, acciilarei apcchadcMli/-
pida ; j que deSte dom a naluieza loi cscassa com OBr.
tfarbosa, e litera commlgoj razaopor que coniinetlcrel
crios, e fallas, estimando que todo c qtialqurr Muslrado
me eselareya mas nfio coiuinrtto crimc jipr.es/iifi-i
de vingancaa px'WUWST oirtfo concupiscente frutwtiimo,
ou ik'i'ovendictas polticas, como ceyo instrumento de par-
ado; nunca oostumci, e uem son capaz de apoderar-
me doalhelo, tanto que, apeiar de una vida frugalmen-
te econmica, me acho pobre, devendo aquillo que
possuo ; pararello, em que nao se acba algucni nao est-
pido, c nao eloijiadn....
O esclavo de Manoel Candido, desesperado pela o-
gerisa do senhor, procurou nio para o comprar, asiai
resoluto a sucidar-sc, so ou o nao comprasse, para o
que desde lempo me persegua, sein que me agiadasse
por ser mili viciado; Instado, todava,pelas supplicas In-
cestautes desle piolo solicite) comprol-o para um ami-
go, que por elle chogava :i cxliorbilante quaiilia do (RIO/
(I) Por onde outros juizes (le direito com mais ra/ao
inerooiao essa praga do z.-noio, de que o ex-ministro Sr.
Paulino os livosso removido, alm de OUtroS motivos,
por causa iiicsmo de eleicoes pelo que anarcliisirio a
provincia, que estove ponto de conflagrar-so pelas
duas occasioes de eleicoes dos Afogados !...
rs. proco pelo qual niio querendo Manoel Candido me
o vender, o fi a meu mano Jos Xavier, at com
prazo: e leudo eu dito ao mano, que tanto por lauto
llovera eu preferir na compra do eseravo visto que
me tulia procurado considerando todava quc.achan-
ilo-se o mano vouladoso no eseravo, ao mesuro lempo
que esle me nao agradava, c eu linlia de coinpial-o pa-
ra um amigo, que o tralasse bem, tendo de preeucher
osla coiull>:io o dito meu mano aconselhel o eseravo,
que fosse s'orviudo 00 mano, una ve?, que o comprara,
c eu o nao podia,porqUC o Manoel Candido nao o quera
vender, semio por um proco extraordinariamente gran-
de; oque, sendo meu irmao milito bom sciibor para
seus escravos, com elle se dara ta bem.como coiiim-
go : nesta mesma noute, nao esperando o eseravo que
cu o iiiandasse levar a mea mano, carregando-inc urna
poioao de ferranienta, que extraviou, foi-se para o po-
der de sen novo senhor, tendo -.'ii assiin livradoao Ma-
noel Candido de o ler perdido, pagando-ine ello tao ge-
ne rosamente co\n o quererem os do son lado dcnlgrlr a inl-
uha reputacSo, desttgurando a verdade.
Pelo que di respeito esclava do Sr. Lomos deve-
ria osle mesnio senhor. quanto antes, ter produzido em
juio as provas, que Iheoccorressrin contra quein se te-
lilla apossado dola por mais de :l anuos.
Com estos, c com lodosos mais doestos Imaginareis,
de que tao iucxgolavol lio a pona dos Sis. escriplorcs do
li.-novo, pdeui continuar a brindar aquellos, que, nao
leudo a fortuna da illustracao, lionrade;, lboa rantade do
seu amigo o senhor coronel Barbosa, s:io victimas da
sua ogorisa, o descomposturas ; pois estilo no sen di-
rcilo, que llirs nao dispula, quein IClil tambem a dita,
o a ventura do ser objecto dolas.
J. M. C. da II. nanilcrlnj.
lJublicagu a pedido.
liini. Sr. lente coronel commandante. DU Ma-
nuel Jos do AsevedO Mala, que fai-Se-lllC preciso, que
V. S., por bondadC o grava, atieste ao pe (leste, qual a
sua conducta, durante o seu exilio, c o motivo, queda
lagar ao regreco do suppllcante, dcsta liba a capital da
provincia de Pernainbuco. t) suppllcante espora do bem-
laaeio coracao de V. S. agrace expendida ; polo que -
R. tnerce. liba de Fernando, 11 dcjuulio de lew.
Manuel Jos de Azeiedo Maia.
cferlrido o suppllcante, attesto, que, em quanto es-
tovo nesta l!ha, tere o mclbor comportainento a todos
os respoilos, o lie mandado agora cidado do liedlo, em
servico, na balea de pedir SOCCrrO, por oooasiao do
Cune do fariuha, Indo apresentar-se ao Kxm. Sr. presi-
dente da provincia de l'eriiainluico. (>nartel do cum-
ulando da liba de Fernando de Noronlia, l do jiinho do
1840. jWuiiiiu, tcnentc coronel commandante.
Ullicio Ao juii municipal da piiiueia vara, ro-
ineitoiido para ler exeoucao ama copla do docrelo de 8
de outubro ultimo, pelo qual houve Sua Magostado o
Imperador por bcni perdoar o rosto do lempo, que folla
para completar o de cinco anuos de gales,a quclol ello
coiideinuado pelo jury da imperial cidado de Mctheroy.-
ftlanocl Jos de Azevedo Main. _________!_-'
~C0MWIE^..-10.
Alfandega.
Ucudimento do dia 23.
Oesrarrega hoje 2-1.
PatachoFfryMWIfariuha e manlciga.
lrimiO"/'V/' = --fazoiiilas.
17:057^1111
Aioumcnlo do .'orto.
Noci saltillo no (/iu*2l.
Rio Grande do Su I; brigue nacional Mentor, capitn Jo-
s Francisco da Silva, carga diversos gneros.
Philadelphia; barca americana AtlMrrt, COpitUO Col,
carga assucar. .
Londres; barca Inglesa llifleman, capltao Dins, com a
mesilla carga que trouxe
NavlM saltidos no tita Ti.
Portos do Sul; vapor brasilero S. Salvador, comman-
dante o 2." tonoute Antonio Carlos do Azcicdo Couli-
"''- >,
Lisboa; brigue poituguez ContlifM de Mana, capltao
Manoel da Cosa Noves, carga assucar, &c.
Santos; brigue nacional Sauiat$ de Sanios, capltao An-
tonio l'oixolo (uiinaraos; com a nicsnia carga que
trouxe do Assi'i.
Navios entrados no da 2.1.
Barcelona; 4-i das, patacho hespanhol Ardilla, de 112
toneladas, caplao Jnsc Olivor, oquipagoni 10, carga
lastro; o Joo Pinto de temos krflho.
Cadi; 30 das, brigue ingle/. I'rinccss Hoijai, de 224 to-
neladas, caplao Williain l'oslor, oqiiipagom 12, car-
gasal; a I.albain et llihborl.
Aloobaoa; 11 (lias, garopoira nacional -\. SM. da culta,
de 21 toneladas, capltao Jos Ferreira Lauro, equi-
pagemO, carga fariuha de mandioca; a A
maee.
t.....^WUBOi
Edilacs.
(i= 0 Illui. Sr. inspector da thesouraria da Calenda,
em cumplimento da ordoni do tribunal do ihesoiiro pu-
blico nacional do 24 de abril prximo passado, manda
lazer publico, que se va concluir subslitnicao das no-
tas do 5#00n rs. da 2." estampa, dando-so valor igual ato
9 do novembro do correte auno, e dalii por alante com
dosconlos progressivos de 10 por conlo em cada mes
na forma do regiment de 4 de novembro de lNi.). se-
cretaria da thesouraria do Pernainbuco ) do molo do
Ig^ t) ollicial niior interino,
Ignacio dos Santos da Fonieca, 11
Manoel Joaquim da Silvcira, fiscal da freguezia da lina
Vista, cmvirlude da lei ele.
Foco sabor aos propriotarios de sitios da relonila Ire-
cuozia, cujas frentes sao fechadas com cercas nativas,
que devein ter ns sobroditas cercas linipas o aparadas,
esoin raines, que, dolando para as estradas, privein o
transito publico ; sol) pona do seren multados, em onii-
forniidade do (i.0 t.". das postaras inunicipaes, de 19
do foverero di- 1S.T1, o arl. 1." t." 3." das addlclonaes de
5 do jiinho de 1840. K para que cheguo aoconheclmen-
t do todos, mande! publicar o prsenle pela iinpronsa.
llocifo, 2'l de malo de 1845.
Manoel Joaquim da Sllvflra.
Uei larages.
B=0 administrador da mesa do recebedoria de ron-
das geraes internas l'ai saber aquoni couyier que o
inei de jiinho prximo futuro he o marcado para se
HfOeeCX nuva iiialricula do osciavos.conlorine dolor-
nina o art 7," 6'6L cogulaiueiito de 11 do abril de
1842, o por isso ludas as-flesW? .moradoras nos iros
bairros desla cidado o na povoacao dos Af possucni escravos dovero em dito prazo apresentar
duas relocfies por ellas assignadaa, contendo a ra, nu-
mero de cata, nonios, idades, naturalidades, quaicla-
dosc occapoedes dos escravos, sob pona de io^a.i/rs.
por cada um, que deixarcni de matricular, ou que oc-
cullaroin aquellas circunislaucas exigidas, e na inulta
do 30/ rs. por cada eseravo que pe loneor pessoa mo-
radora fura daquclle limite o que esliveroin alugados
ou em adminlstracao nesta cidado, como deelarao o
arlgos 23 e 24 do citado rogulanicnlo.
Recebedoria 15 de inaio de 1845.francisco Xavier
Cavalcanti de Alliui/uerque. '19
2= arsenal do guerra compra foixcs de arcos tic
forro para toncis: quem os livor aprsenle suas propos-
tas oiii carta fechado ate o dia 24 do correte nesta direc-
tora, Arsenal de guerra 21 de maio de 184o.
So impedimento doescripluraiio
Joo Iticardo da Silva.
A cmara municipal dosta cidado abre scssio
ordinaria, no dia 2(i do correte.
__0 brigue .$. Manoel recebe a mala para o Uo di
Janeiro, hoje (24 do correte}, ao inoio da.
Quein dcitoil as cartas seguimos na caixa da admi-
nistraran do crrelo aera!, scm o devldo sollo, qaeira
vir pagar, do contrario nao soguiro seus convenientes
destinos. Os Sis. Antonio Joaquim de Mello [noHIo
Janeiro); Guilhcrinc Uarrcthe (em Macelo); Liberato
Tiburlino do Miranda (em Macelo]; Scvoriuo Ferrao fetu
Santo Autiio).
THEATRO PUBLICO.
Domingo 29 do eorrenle.
Km beneficio do J Totelll, subir i scena o so-
guinte divertliuento.
A introdueoao da
NORM v.
coni os seus competentes euros.
A comeda em 2 actos,
l'nosr-r.no, E VlCKNTK.
A Marseillaisc,
com os seus euros em francs.
O terceto portugus com coros,
0 (ialu.ro, ou a sentinclla alaraila.
O inajor do dia A senliuolla A vellia suida.
A orcbcslra ser augmentada,edirigida por Mr. dos
didior.
Principiara as Itoras to eosltime.
\. II. Os bilheles se achSo a venda na loja do Sr. Lo-
dv, e no dia do espetaculo uotliealro: onde a noute si
distribuiri folhetins da iuiroducofio da .Norma em por-
lilKlloz._______ ________
Avisos inarilinius.
2= A baria francesa /.tita, capillo Itouclior, sai inla-
lvoliiiente para o Havre no diaS de jiinho; lecobc algU-
ni.i carga afielo o passagoiros: OS prctClldenteS pdein
dirigir-se ao escritoprio dos consignatarios Lcnoir Puget
S c. '
5 Pioieiido-so fretar um barco de pequeo lote,
para ir ao Para : a quem COUVicr oslo negocio, dirija-so
a casa dos Sis. .1. Kcllcr & C.*, ra da Cruz n. 18, onde
se dir com quem se lala. 4
3 Para Macelo seguir em poucos das a barra
'ensalvalo t'rlit, caplao Antonio du Silveira Maciel
Juni-r; recebo car^a por Iretei oomtnodoi, assiin co-
mo pss.igeiios pota o que Un mullo asseiados
commodos; a Irslat com Francisco Alvos da Cunha, na
uj du Vigaiio n II, ou com o capitn.
3 l'aia o Rio de Jui.citoo biiguo nacional Miner-
va sai com btutidade o recebo 'guia cargo pas-
sagciros o escravos a frelu : quem pretender, cnlends-
so como seu consigiidlaiio Manuel Ignacio do Oliveira ,
na ra de Apollo 0 18. 5
2 l'aru o Ass, com escala pelos Touros esl a sa-
bir o brigue escuna lleiiriqucta quem quizer car.t-
gar, ou ir dtpassagem uuija-se ao caplao ou a
Novaet # Coapanhia na iua do Trapiche o. Si, fe-
gui.do miar. *
1 Para Lisboa sai no dia 4 junbo vndoiiro o bi igUi
portugus Triiimpltunte, capilao Silverio Mauoei dosllois;
quem quizer canegar ou ir depassagcni,eiilenda-so com
os consigiialaiius Mondes & Oliveira, ra da Cruz u. '.,
ou com o referido capitao. (
l=Para o llioliiaude do Sul seguir breve obligue
Cdtrrn 1.", por ter parte do son oarroganicnto : quein
no mismo quizer carregar, pdeeiitonder-sc com Aino-
liiu Irniaus, ra da Cadoiaii. 45. y
I -Para o llin do Janeiro seguir breve o brigue I ent-
ripe Augusto, por ler parte de seu carrogainciilu ; quem
no mcsiuo quizer ca rogar, pudo Halar com Aiiioriiu Ir-
niaus na ra da Ladoia n.45. (
IA bariaia Memoria do Pilar, sai sogundo-feiro im-
piotorvolinonlo para Macen.; quem qiliicr canegar,
dirja-se a ra Dinita podarla n. U9, ou ao mostr
a bol do no cais do lillegio. (
- Para o Pinedo sai,al27 do eorrenle,comesaela por
Macoiii, a lancha S Joaqmm: para carga e possageiros
trata-so na na do \ gario n. 20.
..-.^..T-J. Leilao.
2 t) llliu. Sr. cnsul de 8. M. I'., tendo de retirar-
se temporariamente paral'orlugal.far leilao, por nter-
veuvao do corrector Oliveira, da mais esplendida mobi-
lia, que este assevera ler vendido no di curso de inultos
anuos n'csta cidado, cousistlndo cm cadolrss de onglco,
de jacaranila o de inngnu com assenlo estofado e scm el-
le, solas estufados, mesas de linio de sala com pedia,
cadoras de balain u o do bracos, oonsolos, canaps, can-
dielros de brome de dill'erciiloa qualidodcs, divansde
alinoladas, esleirs, tapetes, oaslieaes com mangas, can-
delabro de brome de 7 luzca com mangas, dlllcrcnles
galanteras, mesa ehinesa, jogos de voliarelo o do ga-
ino, lindos vasos de porcelana de Scvrcs com limos ar-
lliciaos, o OUtroSSCIII ollas, oamas do varias qualidados,
iremos, guarda-roupas, conunodas; secretarlas, toluo-
les, esperaos, recadas do cama, cabidos, lavatorios com-
pletos, loiicadores, mesas de cabceira, ditas de jaular
elsticas, aparador, cadoras americanas, um loucoiro
riquissimo o grande, porcelana lina, crysUCS, louea d<
mesa lina, apparclhos parach c cal do melhor gosto
quadro dos inclhoros autores, jogo de bagalella, per-
leneos de oscriplorio cuino sojao carteiras, mesas Sto., <
mullos objectos uteis, ossimeomo umearriuho de duas
rodas com os pertences, cavallos e arreos: lerca-feira
27 do eorrenle, as 10 horas da maiiha, na casa da resi-
dencia do dilo lilil. Sr., ra do Apollo.
;>isos diversos.
t) CLAMOR PUBLICO n. 13. est a venda, ao mcio
dia na nraca da Independ ncia ns. (i e S.
O VERDADEIRO REGF.NERAUOR N. SO.
Est a vendan os lugares do coslunio.
CURATIVO DOS CALLOS.
,-, o Dr. |' Len tein a boma de Informar ao publi-
co, lino iiivenloii um elixir, oom o qual, o sein neoossida-
do do empregar Instrumento alguin cortante, extrahe
radicalmente, e em dous minutos, os callos inaisdoloro-
sos, o toilas as oulras excrescencias dos pos.
t) inctliodo polo qual o Dr. I.oon cura os callos lio in-
toirainentc disllncto de quanlos se conhcccm ueste paiz;
o posto que nao olierce.a um cspccilico que exija legre-
do lieill UiySteriO, CSt corto de que as pessoas que o pro-
curarcn Ionio a salisfaoo de ver arrancada a causa do
seu tormento, levando o callo na inflo.
O Dr. Len pido apioseular mullos coi -tincados das
prncipaes pessoas do Uo de Janeiro como da labia, o
de varias pessoas da medicina, o de varias pessoas desla
cidado, que espontneamente os oU'creCCrAo, por tereiu
7ic3 mullo salisfetas da sua mancha de operar.
OSO'- I-'0" mora no hotel Francisco, e dir.n';;_sl._|,a
iinnioili'ai..'.'J.ieiile COSO das |leSSOOS qiu' ii^' ,t.S|110 bolol
Indicaretn aOt1"" """'"las e -; ^oraem que pddem ser
procuradas. N. .,-...
O Dr. Len acha-SC no hotel, do inanhaa das / as II
horas, c'dc tardo das 2 s5. (2o
MllTO IMPORTANTE I AllAOPOVO DEI'KRNAMBUCO.
17He espantoso o niiuieio dos nossos soniclbantos,
que cada anuo siiccumbe molestias que, se fossciu
Haladas siinplosinenle serio anda vivos! Entre nos
estos molestias sao geralraente a phthysica catharros ,
iudigoslo dyspepsia apoplexia i'obres de toda a
especie assiin* como iiiterinillentos, bilis, escarlatina,
golta molestia de ligado picures! nflanimajucs ,
parallsia, hydropesia, bechigas,' sarampo, lombrigas
dyientera, eryslprlos, iuciiassos de ps c peinas
hemorrboldas, foro as molestias desonhoras.
Militas destas molestias sao radicalmente curadas c
todas aliviadas com aquella celebro medicina popular
do Dr. Sin II c as pillas vogelaos do Dr. Brandrelh.
Recoiumendatuos a todos os doontes pois nao rc-
quer resguarda algum. Na Inglaterra e nos Estados
Unidos estas pillas liioill sido o nico remedio do luc-
ias lamillas por longo lempo, tirando icnipre o deseja-
dn lim, restobelecendo o sade.
Na corlo o nas provincias tera nina extraerlo enorme,
o sao receitadas por mullas dos medios mais habis do
Brasil.
Acaba de chegar urna nova porefio dcstos invalua-
vels pillas, ios unios ageutCS para l'oi nanibuco J.
Kcllcr C. c vondoin-so nicamente porautorisactl dos
ditos agentes, na botica francesa dos Sis. SoiSSCf t C.
na i ua da Cruz u. 22. 00 proio de IJQOO rs. cada eaixinha
do ambas as qualidados, adverliiido-so ao publico que
as nicos veraadeiras nllulas vegetae sao cmbrulhados
no son reeeiluario, fechado oom o sello Clil lacre piolo
dos unios agentes pelo brasil no Rio de Janeiro.
-i'.u.i o Rio Grande do Sul Profiro Perelra Nunes
Viainia r.....olio os escravos Joaquim, o Henrlqueta, a
seu senhor l'roiiro Ferreira Nunes.
Desoja-so sabor, sr nesta praca existo o Sr. Anto-
nio Jos da Silva, Qlho de Mauoei Coelho, natural de N.
SeuhoradoO' de Ipojuca, dcsta provincia, o qual Telo
i osla praea, ha 12.linios; o oousla, que esta morando
ncsliciilaiio; por isso roga-so ao dito Sr. ou pessoa
que doli (ler noticia, fara o favor de so dirigir ao arma-
rom do sal, de D. Joanna, na ra da Coocelcuo da 0oa-
\isia, fallar com seu iinio Francisco Mondes do
Sonsa. .
1 Precisase d.'um caivoiro, que riitenda de loi-
ragens, o (pie soja hbil para baldo: quein osliver nos-
las circuinstan ias, dirija-s ;i ra da Cadcia, n. .)9, a
Halar com Jos Das ila Silva. *
LOTERA DEN. S. DO LIVR AMENTO.
2 -Pago-se os bilhei, sproiniados da segunda parto
da segunda nova lotera do I.\ lamento nos das 2.1 c 24
dn crlente mes, na ru.. dos Ma.lvros sobrado n. 0,
primeiro andar, das 0 as 2 da tardo; o continua o paga-
no 'uto nas quartas c sabbados na ra do l.ivrameiito
lotioa n. 22. <'
LOTERA IX) 6UADELUPE
2 -Se a extraeo dos bllhetei d'esta lotera lur conio
oin sido estos (lias, as rodas devein correr inipretcri-
relinentc nos primeiros das do mes vndonro. \.i
2 O abaixo assignadn faz scente ao publico, c prin-
cipalmente a todas as pessoas com quein tein traiisaeoes,
que, por motivos, despidi de son eaixoiio, FrojpiSCO
Custodio Sampaio, isto no dia 21 de maio do eorrenle
anuo; nao so losponsabilisaiido por transacfo algiiina
folla jiolo inesino, dopois do dia (pie o dospodio. Jos
Dias da Silva.
i Aluga-so, una pessoa capas, nina sala com um
(piarlo, o um corredor, oom sabida independonte da ca-
sa: na ra da Malriz da Coa-Vista, esquina que volla
para a ra da Gloria n. 08. 4
2 Eiisino-se meninas em ludo quanto diz respeilo
as priinoras lollras, a coser, bordar, marcar, fazer la-
varlnto, toncas do meninos, por monos do que em ou-
tra parto, com lelo o aetividade : na ra da Matriz da
Roo-vista, esquina que volia para a ruada Gloria; na
mesma casa eozoin-so camisas c costuras do allalat, la-
zoni-se loucas ricas o singlas para baptisado, bordao-se
aberlnras do camisas, o raiein-sc bonreas de panno, de
lodo o lanianho, bom fe!tas, por barato prcr.o. (S
2 Precisa-se alugor nina pfelo forra, ou captiva
para comprar na ra o vender doce e boliuhos, dando-
so o snsteuto o 320 rs. por cada dia; na ra da Motril da
lloa vista ii. I. (*
12 >M. S. Mawson, oiruigiao dentista, ha quatro an-
uos o mcio estabelecldo nesia cidado, contina a pres-
(ar-so com desvelo a Indas as operai-oes do sua arte, o
de novo so ofl'crocc ao rospellavel publico com nm bom
sol lmenlo (lo denlos do ulliino gosto : as pessoas que
desejo utilisar-so de seu prosliino pddeill procnral-o
em sua residencia ra Nova n. 2, segundo andar.
NOVA FABRICA DE MU.IIINAS.
O ostaholocinieiilo dos ongonheiros o inaclilnistosMc.
Calliim kC, na ra do mu n.lio8, acho-secompeten-
temente montado a moderna para o concert de machi-
nas de vapor, moendas de caima o qualquer outro ina-
chlnismo. No mesnio fobrlcfio-se tambem, com a maior
perfelciio, moinhos c prensas de mandioca, aguilhoes e
chiimacelras de rodas de agoa, mos e outros pocas para
serrarlas, parafusos do indos ostanumpos, o qualquer
especie de obra de l'orioiro ou uiaehinista (10
l=-Arreinla-so ou Iraspassa-so por i'ro, um terre-
no no lupar da forro, com .350 palmos de frente o 1200
do Iudos, j.i cercado c tirapo; na ra Nova, arniazem
II. 07. ('
1_ Precisase de um leilor sem familia que enlen-
da de planlacocs para tratar de um pequeo sitio :
quem estiiei ncslas circumslancias, dirija-se a ra
laiga do lli sario venda do porta larga. 4
11 Aluga-su una excellenlo casa na rus do Scvo
n. I'i porto do Collegio S. Antonio, oonde se achao
as chaves; a tratar na ra largado Rosario o. -'i.v 3
2 JoSol) .mingues lluivo relira-se para a provin-
cia do l'.ii. levando em sua companhia sus senliora e
dous lilhos menores. '
2 Da sedinlii'iroa premio sobre penhores de ou-
ro ou prata ; na ra estrella do Rosario n. 30, segn-
do andar. *
2 Precisa se de um fornelru para lia desta prava ;
na ra largado Rosario n. 60. *
i Aluga-sa urna ama deleite, preferindose esp-
illa ; na ra Augusta casa nova junio a outia do so-
tao scm numero. '
2 Pordeo-se uuia caia de prala obra do Poito,
com a firma l). T. C. sendo estas letlras juntas ; a
pessoa que a ach u querendo restituil-n dirija-se
a ra da Cadcia do llculo por cima da loja de cambio
n. .i-l que rocebrr o a( hado. 9
8|)i->e diiiheiro a juros com penhorts de ouro,
mesmo em p. quenas qusntlsi; na ra do Rangcl u. 3.
primeiro andar. *
2Alega se o grande sitio, c casa da ra do Sebo
n 35: a tratar ce-ui Jos Mondes do Fillas, ns rus do
Crespo n. 'J. "
2 Precisase alunar um silio pequeo que leona
boa casa na eslrada do Mondcgo at a Estancia ou
na da l'assagem da Magdalena : quem liver annuncie.
.i Precisa-so de dous ofcises de ihsrulelros ; na
ra direila n. 117. 2
3 Toma-ae roupa para lavar e engommar com
promplido e usseio ; quem a liver annuncie para ser
procurudo. *
-- Roga-se/ao Sr. A. J. M. haja de
ir litar o reiogio qu eS,^^tW*%4-
iiczes, senSo ser vendido pata pfga-
inetilo.
Lmbeliua Hoza Pessoa de Siquei-
ra Cavalcanti Brilo, tendo de proceder
ti inventario, pelo carlorio de orphaos
d'csla eidade, eserivao l'ereira, dos ben|
que iicio do sen casal, por falleciint-Q
lo do sen marido. Antonio Joaquim Cor-
tea de Brito, convida os credores d'este
justiicarem suas dividas por aquello
mesmo carlorio.
MUTILADO
/
i
S


-**
A
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PdCllBAl)E
ffl'
O prlmeiro secretario avisa nos S;s. socios quo ho-
logir a continuado da sessao adiada cm 2o de
i ave.
P"-dco-sc na quarta fi-ira 21 do corrjr.Io um
aiflncto de ouro com diamante na ra do (Jneimado ,
na esquinuda viuva (urgos al a travessa doRoiaiio:
quemo echar, querondo restituir, dirija-te u risa dn
Quolroado n. 1s, prlmeiro andar, quo so gratificar
gi.. irosamente.
Deseju-sc fallar com o Sr. Joaquim Francisco da
Slva Sooto u negocio de Seu iuteresse ; na ra estrei-
ta do Rosario n. 8.
OITerece-sc urna crioula para ser ama de um ho-
mcm solteiro ou de poura lamilla, para ludo o servi-
to interno; quem a pretender, dirija-so a ra das Cru
es n 12, lado do Poente.
Kiciel, relojoeiro, mudou-se para a ra das Flores
n. 18: na inesrna caa d-se dinhelro a premio sobre
penfaores do miro, e> relogios dos mala modernos.
O annuncio publicado no Diario do hontcm (Vi
de l.uii Candido Ferrelra quo prohibo a venda do si-
llojde Francisca l'aula Santos, be pela quantia do
o(!(>,)80 rs., e nao 13/980 ra., como por engao sa-
ino.
OfTerecn-so um padelru chegado prximamente de
Lisboa perito de maesas ; na la de Semalla-Velba ,
p ..aria n. 98.
i Aluga-sea sale da frente do primeiro andar da
obrado da travessa das Cruzas n. 14; a tratar no mes
no sobrado ;>
1 Na ra da Cruz, n. 9, eiliteD) duas cartas para
os Srs. Jos liento Alves dos Santos e Silva, e loBoda
Cunta Ncves vindaspelo Ventura Feliz da cidado do
Porto. .i
I Da csso do a lia i xo assignado desappareceo um
Indio do nomo Jos Antonio no dia 20 do correte ,
o qual Iholra remedido ltimamente do Mara"ho e
tem muito saliento um dos denles do lado esquerdo :
quemo encontrar, c o lorenlrcgir na c,i c o n. li, tora urna boa recompensa. Jeron;/mo Mar-
liiiuii.j Figueira de Mello. ^
1Precisa-se, pelo tempo do um a dous anuos, da
quaulia do BOO.f rs. pagando-so mensalmento os ju-
ros de um meio por cento, o dando-se, para seguranca.
Iiypo beca un um terreno do 10 palmos do (rente e 300
do fundo ja attorrado e prompto para edificar, o que-
rendo mais seguranca, tambero seda : quem Ihecomier
este negocio annuncic por esta folha para ser procura-
do ; advertindo-sc, que o dito terreno est livro c
dcseinbaracado ebfl em una das rnclliores ras dcsta
cldade c tambem se vender, sendo que hujo prclcn-
deolesaodito terreno, o laca msiscontaa venda, do
que a liypotbcca. lo
t lugao-so duas candas de conducSo d'o.'on poi
proco commodo ; na ra da Concordia na 3
iManocl Joaquim l'ascoal (tamos embarca para o
Rio Grande do Suius escravos Jos e .Mura crioul s ,
a entregar a seu senlior Joao Antonio Jorge .';
o Ayencia de panaporltl e dapachot martimos.
Na ra doVigarion. 14, primeiro andar l!rfio>tO
passaportc9 dospachuo-su oiiibarcacocs escravos
todo e qualquer despacho martimo ludo com brevi-
dade a por proco muito commodo. 5
Jgtneia de pauaporles.
"> Na ra do Kangel n. 3*.
.'OS.', f.uiz Antonio Jos Das Guinariir-s Iridia
a bondade do procurar urna carta quo ihe interessa
no Forte do-Mattos ra do Codorniz n. 0.
3 Precisa-so de una mullid de bons costunirs para
ama de una casa ds pequea familia, quu saiba bem
cngommai ; eni Fia-du-l'orlas ra do Pilar n. 14. ,
primeiro andar. .'i
b LOTERA DO SEMINARIO.
Faz-sc sciente ao respailavel publico que ja se acha
multo adiantada u venda dos tilintes da lotera do Se-
minarlo i e quo bren-se annunciuia o da Iflnpreterl
'.j do andamento das rodas advirlludo-so que asa
lotera anda nao delkou de correr em o da mareado.
_ O profossor publico ae primeirai lettraa do Fra-
i! -Portas precisa lugar urna casa terrea ou um
prlmeiro andar, que tenba sala sulllonle para moolai
i aula: a quem convier, ciitcn ia-se com o mesmo ou
annunc.o. f
ment do pagem meios chales do cassa de.quadros a
>C<0 rs. cortes do laniinha do bonitos padroes a 3200
rs. do l covados algodo trancado azul mcsclado a
."i0 rs. o covado zuarto azul do vara de largura a S
rs. o covado muito boa fazenda para pretos, lencos do
esssa pintada a )C0 rs. algodo liso do muito boa
qualidade a 160 rs. a vara dito americano largo a 220
rs. a vara multo encorpado casimias do quadros de
bom gosto para calcas a 1200 rs. o covado castores,
ou riseadoi trancados de quadros a S40 rs. o covado de
muilo bom gosto para calcas, pecas do bretanha de
rolo a 1800 rs. ditas de madapolao a 11800 o 3400 rs. ,
ditos finos a l/, 4200 e 4600 rs. apeca, madrastn Ono a
5/e 40O a peca, ditas de chitas a 5'00, SoOO e 0/ rs. ,
escuras bretanha fina de puro linho a 040 rs. a va-
ra Hfgolaoda melhor qualidade do verdadeiro lindo
lino a 1500 rs. a vara c ssa de quadros para buhados
a 3/f rs. a peca cortes de vestidos de seda com flores a
30/ is. o corle mui rica (senda sarja hespanhola
muito encorpada u y.'iOO o !50 rs. o covado, cambraias
lisas muito linas, du vara o lauto de largura a GOO e
0) rs a vara riscadinhns trancados a 200 rs. o cova-
do : advertindo aos compradores que todas estas la-
sendas s3o limpas e da muito boas qualidadei alm
de outras multas (asumas por barato preco ; na ruu do
Collegio n. l, loja do Antonio de Aievedo Villarouco &
Irmlo, 30
0 Vondem-sc lindos cortes do chal do melhor gos-
to a 16^ rs. o corto, com listras do seda cambraias
do listras adamascadas a 520 is. a vara chitas dance-
ai muito finas, de vara de largura e de bonitos pa-
lios a 450 rs. o covad t, escoce! de algodo para ves-
tido a 300 rs. o covado brim trancado de superior
qualdado muito encorpado sendo do puro linho, a
1400 rs. u vara ; na ru do Collegio n. 1, loja do Anto-
nio de Aievedo Villarouco i Irmio. 0
1 \ ende-sc uinu prelado micao Angola com ai-
turnas habilidades ; na ra larga do Rosario indo pa-
ra osquaiteis n 21. 3
1 Vende-se um aaereco moderno, 4 relogios de
ouro, todos modernos duus ditos de prata 4 anuo-
Ides, dous parea de brincos 4 ditos de rosetas; na
ra do Rangel, n. 3, prl neiro andar. 4
I Veiidem-so 3 negrlobaade daiede 14 a 18 an-
nos, com bonitas figuras, sondo duas boas costurei-
ras e i'iigoiniiiadeiras. e a oulra propria para se edu-
car ; duas pretas lavadelrase quitandeir.is ; um im.de
lUi; de idade do 14 annos muito lindo, 4 escravos
io nacao mucos c do bonitas figuras ; um pardo do
idado de 18 annos boin carreiro o ptimo para pagem;
na ra Dfreila n 3 7
l Vcndem-se 3 terrenos na ra da Palma cada
Compras.
C ConiprSo-so quartolas e bariis vasios ; na ruu
Dircila n. 0.
3Comprc-so urna cstrava de nacao, que isiba per-
feitamenlo engommar sendo do bonita figura ; un
iKia-dc-Porlas ruado Pilar n. Ii.i primeiro andar.
0 Compra-ae urna escrava que seja boa cosinbel-
ra o que nao tciiha vicios nem molestias ; na ra da
Cadeia Velba armasen! "i. 12, ou annuncie para ser
procurada. 4
Compra-so papel para en brulho, sendo diario
de formato grande ; no Recife, padaiia na travessa da
Madre de eos n. II ; na Boa-vista, prafa da S. Cru;,
padaria junto ao sobrado n. 106. 4
1Comprao-sc (fleclivuniciite para fura da provin-
cia escravos de 14 a ~-0 annos sendo du bonitas figu-
ras pagao-se bem : na ra da Cadea du 8. Antonio ,
sobrado de um andar de varanda de pao n. 20. 4
1 Compra-so um Cazsninga ; quem livor annun-
cle. 2
Vendas.
MUI IMTRRBSSANTB AVISO
principalmente a ciaste dos Srs. lacradores.
2Vende-se na lojade J .Caldoso Ajres, na ruado
Cadea do Rccife urna obra publicada no Rio de Ja-
neiro cm 1843, intitulada Hfionario de Medicina
Popular em quo se descrevein n. liogoagew accom-
niodada a inlelligencia das pessoas e tranbas a arte de
curar; os signaos, as causas, e o trata mcnlo de tudas
as molc'ias tanto* !".*;.....c cuiu
,_ t <,,,.. aucelao aos uiauto.,
das que so ac muieltem os pretos ; os soccorros que
se devein prestar nos accidentes graves e sbitos, co.
mo tos afugados, as phyxiados lulminados de rulos ,
Ac. &c. ; o meiudc descubrir a lalsilicocao do vinho,
dos alimentos ; a preparaco dos remedios caseiroa ;
as plautas uteis e venenosas, fj/c. ; pelo Dr. theruo-
vs. Dous volumos em quarto, conlendo 9.0 paginas
prceo tO/OOOrs. em brochura, e 12/000 rs encardena-
os ,a
J, ATTENCAO!
-~_ Vende se a 140elC0rs. o covado de chita di-
tas finas escuras a 220 rs. o covado cbila a liO rs. o
covado madapolao a 160 a 180 rs. a vara ditos fi-
nos a 200, 220 e 240 rs. pannos linos pretos e aiucs a
-300 rs. o covado de urna lida viste, sorvindo o pii
na ra
um com 30 palmos do trente, o 100 e tantos de lundo,
um delles j tem meiacao nooilao da casa junto; na
ra dn Concordia n. lo. 4
!Vendo se urna porcao do 20 e laclas duzias de
lauro, do assualho j est serrado, ha 10 metes por
p.eco commodo seodo todo junto ; na ra da Concor-
dia n. 15. 4
Vende se tuna porco de prata Jo
le eo quo resta anda, (era lugar sua venda a quem
mais dei no dia du segunda f ira 26 do correte pelo
meiodia na ma larg< doRosarion 30, lerceiro an-
dar constando do urna escrivsninha castraos, bules,
cafeteiraa, faquelros, salvas, copos, colher para pene ,
para anoz, o para terrina assucareiro lultciru, mau-
teigueir i paliteiro ^u ; urna mesa nova de mugno ,
do ultimo gosto para suph, duus baiiquiuhas uuvas
para cobeceiru lima carteira de embarque urna pur-
eflo de duzias de camisas du panno patuntu um par
do brincus de ouro do lei dous allluctes do peitu i 2
relogios, calcas o colleles. 10
IVende-se um prctu pee da Custa ; oas Cincu-
Puntas n. 51. 2
I Vende-SO um ptimo guarda-roupa de amare
um guarda-louca euvidracao ludo novo e por m-
dico prego ; aaslmcomo oTercce-ieum rapaz liasiiei-
ro da bous coslumes pura caiaeiro deengeuho do que
tem pratica odalidor u sua conducta ; na la Im-
perial n 31. 6
IVendem-se 3 negrinhas de 12 a Ij annos com
habilidades e de bonitas figuras ; 3 pretas du 20 annos,
boas lavadeias e quitundciras ; douspi.t du 22 an-
uos proprios i .i: padaria una prcta du meia ida-
do por 300/rs., oeainhrira a quitaudeira ; na ra dus
Flores n. al. (i
j_ Vuiidc-sc urna negrinha de idado de 12 annos ,
ou so troca por um muleque ; na ruu Direita u. 10. (2
1 Vcndc-so um cuno de 4 rodal, c 4 ossentus, por
eommodo preco vO-sena ra das Flores n. 33, e tra-
tu-se na ra do Crespo n. 17. 3
1Voiie-se una prela de '1-2 annos, com muito
bom lei te para criar ecoin una criu de um inez; um
prcto do 20 annos du todo o servio e he cunoeiro ;
urna buuiia parda do 10 a IS anuos pcrfcitu engom-
mudara o costureira de cuitar o U/.ut urna camisa; urna
negrinbado \ anuos, multo bonita propria para se
educaf na iuu Dircita n. 81. 7
l Vende-se umaeana nova do amarillo bem
construida a truco do lijlos do alvonariu a qual pe-
-a en. son lijlos pura cima do caiga ; na ra da
Concordia n. lo. i
Vende-se urna negrinha do idade do 12 annos ,
leudo todas ns qualidadel necesarias para o lerviCO
Interno de urna casi ; em Fra-de-Portas n. 120.
Vendem-ae una pares du rodas para um carro de 2
bois ou carreta de engenbo muito bein Celtas e ler-
adus com leas eixos uparafusos por pre^'o commo-
do ; na ra das Cruzel n. j!, so dir.
Vendem-se 4 macacos de ferro quoservem para
eslivar algodo nos navios, o susponder umbarcaedes ,
sendo lo ios do palete ; em Fra-de-Portas ra dos
Guararapes, tanque do agua.
Vendo-so vinlio verde azeitona de Elva ditas do
Porto a 2S0 rs. a garrafa sanenles do bortalica Sur-
tidas, ainendoal a 280 rs. castunhas do Maraubao u
120 rs., docu de goiabu sortido, dito de arass a 5U0
rs o eaiio cerveja preta a 500 rs. a grrula dita
a bra ca 480 rs., pam Iros com sal a 400 rs., cuvadioba
de Flanea a 240 rs. u libra superior faiinha do Maia-
nliao a 110 rs. a libra esleirs de Angola grandes e
pequeas cha bissoo a 2400 rs. a libra velas de su-
bo do Porto, imitando a espermacele a 3ii0 rs a libra ,
ditas de espermacele a 800 rs., ditas du ebo de lio1
-a,, a .jyrj rs i^ra, cal de carosso a iu e 140 s
UDeior tou':i"hu de Ltib0' a SOli- a libr-a f
.20 rs e todos os S ?",' ""l'05^ vend;
na la otrcta do Rozaiio, VeJ" .
__ Vende-so urna boa morada de casa terrea com
bons comuiodos tem duus poita e urna juuella si
ti na tidhdedeOhr.da la do Amparo, e em cbios
proprius; a tratar na Trompe principio da ra da So-
lidado casan. 21.
__ Vende-se um casal de escravos com algumas
habilidades ; na ra do Agoas Verdes o. 70.
Vende-se doce de caj secco e muito alvo ditos
do sidrao mangaba, e pilanga, ditos do calda das mes-
mas qualidade.- bolinbos para cha ; tambem se faieui
ncommendasde bolos do diversas qualidade* o bao-
melro para pannos de pretal, e o aeguodopara farda-Ideijas dos mosmos enleilada com figuras e tamos de
flores tanto de alflnim como do mesmo 'bolo tudo
com grande per(elc3oe preco commodo ; na ra Di-
reita n. 33. sobrado do um andar.
Vcndc-se um esersvo, proprio para o\.scrvico do
eampo ; na rus de Agoas-verdes sobrado n. 06.
Vcndo-se retroz preto do prlmcira e segunda qua-
lidade e de varias coros cor.decas e cestos massos
de mofas de linho cura do carnauba feixes de arco
para barricas, fechadtiras de broca bichas hambur-
nozas ancoras com azeitonas barricus de furinha
SSSF dita galega e americana e meas barricas de
dita SSSF ; na ra estreita do Rosario padaria n 17.
Vende-se um jogo de bancas de Jacaranda por
preco commodo ; no paleo do S. Pedro loja de mar-
cineiro n. 6.
Vendcin-se queijos flaniengos, no-
vos, e muilo frescacs, chegados agora
ltimamente, a 1440 rs., ditos a 1200 rs. ditos fran-
ceses inteiros a 160 rs. a libra ea retalho a 280 rs.
a libra muito superior e fino doce de goiaba em col-
iuur.de 10 libras a 4600 rs. ditos com 7 libras a 1/
rs. ditos com C ditas a 800 rs caixinhas com doce
de freir de Lisboa cum duas libras a 1600 3/,
100 rs. presuntos para fiambro muito novos a 320
rs. sendo em quartos, e a retalho a 300 rs. a libra);
na venda da esquina defronte do Rosario por balio
do sobrado de 3 andares n. 30. 10
2 Vende-se um mulalinho de idade de 8 annos ;e
um preto do idade de 22 anuos para todo o tervico
de urna casa ; na ra da Crui n. 61. 3
2 Vendem-se queijos do reino, a 1000 rs., e ch
uchim de multo boa qualidade, a 1440 rs.; na ra do
Aragao esquina que volta para a S. Cruz. 3
2 Vende-so urna escolente casa toda de pedia e
c*l e oitocs dobrados em um dos melhojes lugares
da ra do Amparo cm Olinda defronte do sobiado de
Joaquim Jos Habello com 3 salas 5 quartos, co
slnba e quintal ; tiata-se na ra da Madre de Dos
o 28. 6
2Vendo-so um bom violao Irancei, novo, com su-
periores vozes iodo por um dos rnclliores autores e
um methodoem portuguez para o mesmo, por preco
commodo ; na ra do Collegio venda n. 9 ; o qual so
doixa levar a contento por qualquor comprador mos-
trar a lignina pessoa, que mus entenda deste objecto.(ii
^ > \'fiidein -so lindos coitos de laa e seda polo barato
|)'' i,i de 8500 rs. lindos cortes de cambraia de listras
decOr a 4500 rs. cortes de tarlatana de ultimo gosto
a 4800 rs. cortes de cassa-chitas a 3000 rs. cortes de
chitas flnissimas com 13 covados pelo barato preco do
2S00 rs. ditos de dita a 1700 rs. ; pecas de bretanha
de rolo a 1600 rs riscado trancado azul muito en-
corpado a 300 is. ocovado chitas a 140 e 160 o cova-
do de cores Usas e outras muitas lasendas por ba-
rato preco ; na ra do Crespo luja n. 8, de Campos i
Maya. 10
2Vende-se urna negrinha crioula de lia 13 annu,
de bonita figura com algumas habilidades e lem vi-
cios cuja conduela se afianca un comprador ; na ra
estrella do Rosaiio n. 10, tercciio andar. (4
2 Vende-se urna escrava ciioula rccolbfda de
bonita figura, ba engummadeiru.cosinheira,costureira,
lauto liso como tambem faz luvariolo lava de sabo
evairolla, e he prupria para urna casa de familia; na
ra estrella do Itosaiio n. 30, segundo andar. 5
2Vende-se uin lelogiodo uuro, -alionlo ingle/.,
de muito boa qualidade o bom regulador ; na ra es-
treita do Rosario n. 30, segundo andar. 4
2 Vondo-se urna morada do casa terrea de pedra e
cal no arealdu Penha n. 0 ; a tratar na ra Direila
n. '.o segundo andar. 3
2 Vende-se um escravo crioulo de idade do 45
annos cunoeiro pescador serra madeira bein por
estai j acosluinado ao ollicio eeuteudo do todo o ser-
vico de campo; vende-se por procisao ; em Fra-de-
Portas n. 95 5
2-Vende-se um moleque do idade do 14 a 15 annos,
cum principios de sapateiro por preco coiumodo; na
ra Nova n 12. 3
2Vende-se urna casa em Olinda, na ra de Xavier
de S. Rosa em chus proprios ; mil e tantos chilres
de boi; 20 cascos de Larris de azeite du pono, e de aiei-
i" doce tudo por preco commodo ; em Olinda na
ra da bica de S. Pedro venda de Anselmo Jos Fer-
reira. 6
2Vende-se una escrava muito boa lavudeira e s"-
bu vender na ra ; ao comprador se dir o motivu da
venda; as Cinco-Pontas n. 33. 3
2 Vende-se urna escrava de nacao Angola, de 26
annos de boa figura cosiuha o diario de urna casa
lava de sabo e be ptima quitandeira ; 3 ditas de
naco, proprius para lodo o sci vico; um escravo de na-
ci de 40 annos para o lerviCO de campo, por 350^'
rs. ; um dito de 20 annos ptimo canoeiro ; um mo-
lcula de naia i de 18 annos e du boa conducta ; na
ra dus Cruies n 4|, segundo andar. 8
2 Vendcm-se 4 esclavos pretos, de ptimas Ogu-
las inoins o de loJu o soruyo cutio elles um que
trabalha decaipina ; na la da Cadeia de S Antonio,
n. 25. 4
2 Vende-seo rap do Bandelra cor escura bom
aroma o paladar a 20 rs. a oitava e 1800 rs. a libra ;
na ra du Cabug toja do Bandeira Jnior o dos Srs.
Aquiuo Fonseca o Angelo dos Santos loja de cera e
na casa de cul e bilhar do Sr. Paiva,junto a porta prin-
cipal do thealro vciho. 5
3 Vende-se urna porefio do zaibros einda novos e
outra de cordas boas para andamies; no pateo do Car-
ino sobrado novo. 3
3 \ ende se polassa russiana de superior qualida-
de em barris pequeos ; na ma da Cadeia do Recife,
armasein de assucar n. 12. 3
3 Vende-se um terreno com 90 palmos com todo
o alicerco na frente e mais algumas bcin(eitorias, que
a vista do pretendente far-se-ha ver, no Atierro dos
Afogados 4 canoas d'sgoa urna carroca de 4 rodas ,
com arreios ; algumas pecas de galo franja e volan-
tes ; nu armasem de vidros ao lado da cadeia. G
3 Vende-se um pelo de bonita figura serrador
de madeiras ; na ra das Trincbeiras n. 10, segundo
andar. 3
3Vende-se superior calcad-; rancez de urna sola a
1500 rs. r i,, uat a n i,,., uoutias muitas qualidades
do calcado por proco commodo e pellos de bezerro
fsancez a 3/ rs.; no Aterro du Boa-visla luja n. 2i. ;4
S Cheguem ao barato, e fuseudas de bum gosto !
-Veudeoi-se chitas francesas escuras de coral fitas
e de vara de largura de muito bom gosto, a 260 rs.
o covado ditas flnissimas do ultimo gosto chegadas
a esta praca a 480 rs. o covado, cassa-ebitai mu finas e
de todas as coros, assegurando-se seren Asas, a 200 rs.
o covado e outras muitas fascodasj anuunciudas no
Diario n. 109 ; na ra do Ciespo, loja u. 14, de Jos
Francisco Dia*. 8
3Vende-se pa no preto Ono a 3/n. o covado, me-
rino cor dd cal de boa qualidade a 1/ rs. las de
quadros para caifas a 400 e 500 rs. encllenles cortes
du cassa piulada a 1800 o 2/ is. dos de cnilas pa-
lelo a 313400 e 3800 rs., ditas a 100,160, 20O e 20
ra. ocovado, mursullnis de quadros a 360 rs. o ova-
do is bem conhecldas bretanhas de rolo com 10 va-
ras a 2/ rs. mctlns brancos proprios para guardana-
pos a 200 rs. o covado cambraias udamascadas a
M00 rs. o corte, ditas da listras muito finas a 3tO0 rs.,
brlns escuros de puro linho do 400 at 800 rs. a vara,
e o mais superior que pode havsr a 1120 rs. a dita ,
lencos de cassa com barra do cor a 200 rs ditos do so-
da proprios para homcm o senhora a 1440 rs. pecas
de cambraias brancas o bordadas de cOr com 10 jar-
das a 2/ rs., toalhas du linho alcochoadas a 3, 4 o :>'.
rs. de duas c meia o 3 varas, guardanapus perlencen-
tes as inosinas toalhas a 4800 rs. a duzia bicose ren-
das de todas as larguras; assim como outras muitts
lasendas baratas ; na ra do Crespo n. 15 loja du An-
tonio da Cunha Soares Guimarei. (18
4 Vende-se um terreno na ra da Aurora com fren-
te para a ra Capibaribe c fundos para a ra do Seve ,
entre as casal do Sr. Francisco Antonio de Oliveira e a
que est edificando o Sr. Elias llaptista da Silva com
100 palmus de frente, e 240 de lundo; oulro terreno
com frente para o becco do Martina e fundos para a
rus projelada quo divide com terrenos dos Srs. Fran-
cisco Antonio de Oliveira e Elias Baptista da Silva ,
com 100 palmos de (rente e'300 de lundo vende-so tu-
do Junto, ou em partes, que so possa edificar urna casa;
no Recife largo do Corpo Santo casa n. 13 achiran
com quem tratar. Jo
6 Vendem-se 4 pretas com bou habilidades, cosem,
engommo e cosinbao, e urna deltas he recolbida, ves-
te e penteia urna senhora ; urna dita de meia idade ,
por 250/ ri boa cosinheira e lavadeira de sabio e do
varrella ; dous pretos bons para o trabalho de campo ;
oa ra do Crespo n. 10.
6 Vendem-se taixas do forro coadoe batido, mo-
endas intelras para agoa e animaos jogos de tambores
para armar em madeira (Armas de folha de ferro para
purgar assucar as quacs leem approvado muito bem e
sao de multa duracao, machinas de vapor de alta e
balsa pressio.de lores de 3, 4 e 6cavillosinglezes;uma
prensa hydraulica para enfardar algodSo e muilos ou-
troa objeclos de machinisme. A boa opiniio de que
gosio, ba mullos annos as ferragens deste ostabeleci-
mento serve de garanto a bondade das inesmas ; na
ra da Somalia Nova n. 42,em casada Johnston$ Nosh,
outi'ora du Fox _\ stodart. (|0
Charutos regala.
Na ra da Cadea do Recilo o. 46, ha rempre um
grande e esplendido sorlfmento destes afamados charu-
tos vindos recentemente da Babia assim como gran-
de sortimento de vinho do Porto, Madeira Xerry a
ago'ardente de Franca ludo se vendo mus em couta
do que em oulra qualquer parte- 4
|g8 Vende-se furinha por preco commodo ; a bordo
do patacho Amisade Constante ancorado delrontedu
trapiche do algodao, ou oa loja da la da Cadeia
n. 40. 4
3Vendem-se cavados de sela ; na ra da Concci-
cSoda Boa-vista n 60 %
AO BARATO.
2= Vcndem-sc chapeos de aeda, tamo a retalho co-
mo em poroiio, de 800 a 1^600 rs., dilos do massa para
bomeni e meninoi de i>'.)00 a 3^000 ra. assim como
muito mais finos e de todas as mais qualidades que os
senbores compradores qulxereu, tudo a precoaimulto
roninindos; na penca da Independencia ns. 24 e ai de
Joaquim de Oliveira Maia. (8
Vcude-se papel azulado que .1, r-
ve para emlmilho e pata chapelcr ,
por preco commodo ; na ra DircilS ,
lojade cera delronle de N. S. do Ter-
rn 135. [G
Vcndem-se caixas rom velas de ce-
ra do llio de Janeiro, com o mellior sor-
timento posivel, e por mais commodo
preco do que em oulra qualquer paite :
na ra da Madre de Dos n
dar, em casa
Malheiros.
Vende-se
1. an-
de Manoel Jos Machado
milito muito novo, de-
sembarcado boje a3, em saceos de dois
meio arqueites, a /)S()oo ris a sueca 1
no armazem de Baccllar no caes d'A lan-
dega tlefronle da esradinlia.
Vendese ou iroca-se por oulro
sitio ou i ropriedade nos arrebaldes dcsla
cidade, como spja no Moudego, Soledade,
&c., &c., um sitio com casa da vi venda e
solao, cerca de limito e poi lito, Loas ar-
vores de frtelo, muilo boa tena para to-
da e qualquer pLinlacao e Loa agoa de
beber, na estrada que vai para Olinda, nos
qualro cintos frotileiro uo do Exceden*
tissimo Visconde de Goiauna : quem o
pretender dirija-se rita do Collegio so-
brado n. 10, primeiro andar.
Escravos fgidos
1 Fuglo no da il da Margo o preto Gil, de na-
CSo Quicama, baiio cheio do corpo rosto redando,
ainda som barba olhos e tosa pequeos e Cabello
bastante grande: quemo pegar, loro a ra da Aurora ,
n 30, que scia gratificado. 5
= Fugio no dia 17 do corrente, levando com sigo
um bahu de roupa urn mulequo crioulo do nomo
oncianno que representa Urde dudo l u 16 anuos,
de bonitas leicfies, cara muilo lisa denles bem alvos,
o di do queisojnferlpr nao $io mullo direilos ; des-
confia-se que este|a acollado a~ttlH^I> dj|_ljirrn w em
alguma loja de llaiato por isso quo leve um" aT'.io_
deste ollicio em casa do Joao tuncalves Evangelista,
delmnio da Cudoiu : quem o pegar, levo a suu 1(0110 na
rda da Cadeia do Kccilu loja dv lasendas n. 55 que
ser recompensado. iu
3 Desappareceo desde o dia 18 do corrente inoz mi
preto crioulo de nomu liayinuudo do estatura alia,
chelo do corpo cara granja, ulh<>8 pequeos e alguma
eeusa inchad >s beicosgrossna ; cum camisa o cordil-
las de algodao da Ierra ; roga-so as autoridades puli-
ciaes e capilaes de campo a apprchenco du dito escra*
vo ; que os segundos seio generosamente recompen-
sados 11a ruu do Crespo luja o. 10. 7
ERN. } NA TVP Dli M. F. DEFAMA itf.'l,


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