Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05586


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Full Text
innodp IMS ^cxla feira 3
0 DIARIO publica-sc-todos os das que
na* forriu de guarda: o preco da asslgno-
mra hf de4/rs, por quart I payos orfianlnmM.
Os aiinuncins do* assignanirs siio inseridos
n i-aifiu de- -20 ivis por Italia, 4o rs. rm lypo
ahilrenle, e as repetirrs pela
Os que nao fnrern asslgnaiites pa
por linha, e ll) etn ijp" dltt'ercntc
melade,
ao Si) rs.
I'II ASES DA LA NO Z DE M 10.
La nova a G as 7 b. c 33 mln. da mail.
Cresceutea lias II bor. evi i
l.ua chela SI aaOorje
Mlngoanie a88 as-hof. e > n
*i'.l mili,
mili,
mili.
PARTIDAS DOS ('OltRF.iOS.
Goianua Parftbvba, c Piio Grande do Norte
alio, Seru.hacui. Kio Fairnioso, Piulo al
vn, c Haceyi no 1 u, II e 21 de cada mes.
Gaiaiiliiins c l ouilo a 10 e 34.
Boa-Vista < Florea a 13 c 88.
\ ictoria Quintas le iras.
Olinda todos os das.
de Maio.
Auno XXI N. 11^.
UMOH liWIBiiir :'. .' --..": SM : BB-JJfiajp
DAS DASEMAN v.
i'i. 10 Secunda S. Pedro Celestino, aud. du J.
i i* ir/ B I f \ 20 1.1. :i .>. llei'iiardinode S-na. Ilclaco,
andido.I drli da 1 v.t-doJ. dos Folios
21 On.ii la S Mauros and. do I. de 1)1-
ivitu da '. vara.
22 Quinta ; >n r'esln d Corpa de Dos,
s. Un i de assia.
2.'$ Se va S. I usilio, aud. do .1. de Direito
da I vara, e do.lu/ dos Fritos.
84 Sabbado S. ll'ra, Re. aud. do I. !.
Direito da 2. vara;
-.'i Dominga S. Gregorio.
CAMBIOS NO DA 21 DE MAIO.
1 ;,.!.;.. sobre landres.....28'
.. .. P.ni/ 872 iris por Iranio.
ii Msboa 120 por 100 de prein.
Deue. d l. i. ,l boas Urinas I I P ...
(1------Di. Iiespaoliols 3I#3H0 a H/On
i> Mued.i d '(#400 vel. I7#400 a I
.. i!. ( loo :. iv. i" 2"|i a 17^400
.. dc4fuut) -i---". < .i 0700
Prata 1'iUcfl *'.... IjflloO a I#n80
,, Pesos< olumiiirrs. 1*08(1 a 2 000
i. Ditos Mexicanos 1 !* a I060
.,- Mcalas de2 paiae. l.viSn a I.#2!I0
Ai i oes da '.' do Beb-ribo Mmnhi
'
INTERIOR.
CEARA'.
Kinliin. COino nao viesse no vapor a ordein, que os
vndalos cspcravo para a iiiillidade das rlricoes de c-
maras c Juites de pa. resolverao-$e, com bem penar de
ficarem anda essas autoridades llvres de inversao, a
marcar o da, em que se devein later as elelefles de de-
pillados.
Estilo designados os dias (i de Julhopara as primarlas,
3 de ngosiopaia as secundarlas, e 24 do mesmo mes
liara a apuracdo geral. Trinos presriitiiurntos de que
em alglius pontos nao liear.io eni eXCI'Cclo osjuizi-sdc
pai, e cmaras actUBCSj tal lie o furor satanieo da fac-
co, que iioje nos opprin.e; be preciso desmoronar ni-
do para dar triiiiuplio drsorganisacau; principal ele-
mento dessa gente.
Constarnos, que segunda frra salina para /'altiri-
t un destacamento, sem o que nao hcpossivel que as
elcirrs se facao com arcijularidade, que recoiuinenda a
riiMlidiifii. Andar assiiu que lie boui andar. Olliein que
nao aprovciteni o seu trabalho, nada ha estarc no
brasil.
No da 18 do corrente (abril) pelas 8 lloras da noute,
sendo o luar como de verti, foi acconiettido por tres
malvados assassinos o oserivao do jury de Sobral Ger-
vasio de Sousa Raposa, que se achava em coinpanhla do
seu collega Jos Raj mundo l'rssoa, e liavendo sido cs-
pancado liorrivelineiile. delxro-lhe sem signal de vi-
da. No segiiinle niiiiiero trataremos inais estensaiiiente
dosis aciculado, que he atlribiiido all aos Sis. Rulino
Fnrladoe Dr. Lima : eis os Inicios da inversao do Kxm.
Sr. Vasconccllos; os cniprrgados ale polieia sao os pro-
prios, que, parasaclarem suas baixas vingancas contra
lliantcs excessos; bem niostrao, que sao cacclislas.
Ilinivc no lia 27, na praia, un grave l'eriiiicnlo.
Na villa do Aquirai leve lugar nina mortc no dia
28; consta-nos, que foi capturado o autor do criiiie.
Sabe-se, que foi un subdelegado de polica,quem
naudou por dousprelosseus assassiuar o inlcliz l.abatut,
e no en tanto mi s nao bfl punido como contina na ad-
ninislrai-iio da juslira; oh pie escndalo! que iuimo-
ralidadc / Que laz esse chefe forrapo que nao ciiinprc
seus develes; porciu quer ser deputado... c por isso nao
pode..., {Pedro II.)
PARA'.
Domingo, 27 do corrente, tevo lugar, na igreja da Se
desta capital do Parii, o baplismo do Judeo Saloiufio A-
masalae (que loniou o IIOIIIC de Josc), depois de abjurar
seus erros, c l'a/er a prolisso de Ir as tiiaos de S, EXo.
llrviua.qur foi IIUCII1 Ihe adiniuislroii aquello .-acrainen-
to.no o,ci de numeroso povo.que concorrco,ancioso por
ver nina cerimonia para inultos nova: forao padrinhos
SS. JIM. 11., representados pelo F.xm, Sr. vlce-presidentc
la provincia, que, leudo mandudo postar poriado tem-
plo una guarda de honra, para aili marchou ciu compa-
nlii.i de S. Exc, Rcvuia, cominandante das armas, ebefe
de policial e niais autoridades civis e militares.
'Ti'vzr tlt: Muiti.)
;,
IB
ASSEMHLEA PROVINCIAL.
sbssSo buBub MAIODE 1845.
'residencia iln Sr. Pedro Co> As 11 horas da inanhaa o Sr. prnieiro secretario faz a
chamada e verifica eslarcm presentes 22 Srs. dcpuladoi
j Sr. msiileutc declara aberta a sessao.
0 Sr. 2" secretario le a acta da sessao anterior, que lie
approvada.
0 Ir. I* itertUtrlo menciona osegulnte
EXPBDIENTE.
1 ni reqiu rinirnto do bacliarcl Jofio Antonio de Son-
ja //eltrao AraujoPercira, reclamando coiilra asupprcs-
so do seu lugar <\<- professor adjunto do Ijceo desta ci-
dade.A commlssSo d'orraiueniD e inslrucvao publica.
Outrodo Sr. di potado Nogucira Pal, concebido ues-
tes termos ;
(i Uequeiro, se perau ao governo inlorniaroes a rrs-
peilo do estado em que se acha a obra da igreja matriz
de Pajab de Flores, esej forao dadas alguums das
prestacocs voladas por esta casa para a dita obra 11 '
approvado.
OltllEM 1)0 UIA.
Conttautio da iiteuio do orcamento provincial.
An. 10. r
Nao liavendo quem pedisse a patarra sobre elle, ioi
poslo .i volaco, c approvado.
Anigos 20 c2l. Approyados.
Passa diseiitir-se o artigo 22
O Sr. Lopes Gama : Sr. presidente, lioutcm volou-sc
nesta casa una quola de n.io menos dc25conlos de res
para o iliealro publico, isto he, para que se acabe esta
obra, e cu fallci em favor disso; mas eu considero, que
os bospitaes, e casas de caridade aluda sao inais altcudi-
ves, inais dignos de todo o nosso desvelo, do que os
p-, a^jaaaBVifc'".* -
CAULILNA -NA SICILIA. (*)
/ii lamjuhu [udu$
DIVISA OA OIIUI.M HE B. JA.NL'.MIIO,
l'IUMEIRA PAUTE.
XIII.
XI'LICAC;ES.
NaoquizGarolina parar no lugar das pedreiras, ao
,,Ual Fabio a coiuluzira no seu pr.iiieiio encontr. I.lle.,
'aeli.uao tal qual o haviao dexado alguns das anles;
tao solitario, tao mjslciioso, io encantador como era
,CU! Agora disse Carolina, quizera sent.ir-ine. F.slou
cansada de lauto andar
Ora cstou rehabilitado, respomleo labio-rindo-kc
vejo com orgullio, que a ininha cadeira de palha sena
(*j VideXi'ttrvu,lll,
thcatros; umpovoqtieteinthealro pode chamar-sc pu-
lido; mas mu povo, que nao lem cstabcleenienlos de ca-
ridade, nao lie civil; cu distingo a eivillucaoda polide/;
mu povo pude ser polillo e inuilo moral; mas nao he ci-
vilisadosein le estes, e uniros cslabelecinieiitos essen-
ciaes; quandn se qui/erdi/.er que mu povo he iniiilu po-
lillo, dir-se-ha, que elle tem boas casas de baile, bellos
thcatros, etc. : avista disto, ciijulgo pequea a quol.i
de (eolitos de rcis, que se inarcoii para os liospilaes dr
tridade; crelo, que esta quantia nao estii a par das ne-
i'ssidadcs de un hospital, que tem o iiouic gigantesco
(!. ormuf* hospital; un hospital, oujo patrimonio nao ren-
de o nreessario para o sen cosleio, e para cujas dcspcxas
apenas se votan seis contos de ris, nao merece 0 nOlllf
dcoraiufe, e deve dir-se por satisfeilo com o depoaeo :
ora, tanibeni nao rejo proporcao entre o hospital dos
laxaros, e a casa dos expoStOS, para que anillos tcnliao
quola igual; o hospital dos lazaros tem limito mellos
despezas do que a casa dos cxposlos; cu posso alliruiai
isto, porque sel que o numero daspessoas que a elle se
recolliem he inulto limitado; pois que nao be rom l.icili-
dade, que para l vao os que se senlrn tocados da lioi-
rivel molestia, que denomlnio elephautiasls se se exa-
minar, ver-sc-ha que o numero dos cxposlos duplica
ao dos lazaros. Eu Uve occasiodc vera asa dos cxpos-
los no dia em que a commissao a apresentou em revista;
entre tanto, vi o crescido numero de cxposlos; vi c ob-
serve! 0 zelo ca caridade vcrdadciraincnle clirislaa. com
que aconiniissao se enipeulia em tratar esses infclizes,
cujo nico pal he 0 governo : ora, a vista disto, direi
que, comparativamente, me parecedemasiadaja quantia
de 3contos para os lazaros, c mullo niingoada a de tres
contos liara os cxposlos; porque esles devein uccessaria-
menic fazer mala despesa: he por isso que eu entenda,
que sepodia tirar alguuia cousa aos lasaros,paraaecres-
ceular na verba dos cxposlos; com ludo cu litio me at-
trevo, por cinquaiilo, a laxer o clenlo; o que desejo be,
que a commissao por si indique algunia cousa; estas sao
asuiinhas ideias; tirar algunia cousa aos huaros, *C-
crescentar aos cxposlos, visto o pequeo numero da-
quelles, c o orescido dcitcs; c notc-se que aquel le nu-
mero nunca lia de creseer, porque su na extrema neces-
sidade lie que o individuo, locado daquclla terrnel mo-
lestia, vai para srmillianlc casa; visto que, para que
Olll tal passo se resolva, cuuipre que lanibeni se decida
segregar-sedas ligayors as maisestrellas, as inais aun
rosas que o lioinein tem na sociedade; segregar se dr n-
Ihos, de raos, de amigos, cinliiu de ludo; o como pa-
ra isso he preciso, pie se d nina reSigliacHO a loda a
prora, eque mi lie multo eonimum, succede que o nu-
mero dos lazaros nao passe de nicia duzia.
0 Sr. Taques.Sao i llOllienS, c 7 niulhcics
O Orado: : V. qiianlos cxposlos ?
OSr. Taques:05 meninas, e75 meninos.
O Orador:Que relacSu tem este numero com aquel-
lc ? De mais nao sao s as enancas, lia, alem d ellas, as
amas; o pois que o estado dos nossos cofres nao permit-
i, que se facao mais despezas,Jen propona, que se pas-
sasseum cont de ris dos lasaros para os expostos; .
DCStc sentido inaiidarei urna emenda, propondo qualro
eontos de res para os expostos. c dous para os lasaros
l.c-sca emenda, he apolada c entra em discussao.
O Sr.Taqties-.Sr. presidente, rom quanlo seja iiieuv
bro da coniiniss.io do oivanieulo, nao exaininei nuuda-
mente o olilecto m discussao ; quero dixer, nao nosso
cniittii-jiii/o fundado cerca dacineudi. quceuvioua
mesa o honrado uieiubioque SC assrnla dente lado, para
que se volCIII qualro tontos de res para os expillos, e
dous para os laxaros; o honrado mcillbru taillbClil au
inostrou ter examinado este pouto, para que mudada-
mente podesse prorar a necessidade, que havia, de aug-
mentar a verba dos cxposlos, diiiiiiuundo-sc a quola da-
da para o estabelcciinento dos lazaros; poitanto, cu
nao me aeho l.alililado para votar pela emenda, milito
n,:, la miando vejo, que a distribuir, proposta pela com-
missao, lie ja un pouco anliga ; ja tClll sido adoptada en,
outros anuos ; c ale boje nao lem viudo, por parle na
commissao, reclainaro algunia; Isto posto, e devenUo-se
saber, que esles eslabelcciiueulos leciii seu patrimonio,
e que nao hcsoconi as COIlnigliacocs da asseinblca que se
lazciii as dcspcxas respectivas, na se deve all uder s ao
que a asseniblra da ; C por isso nao rejo uecessldailo ,
Iterar essa distribuyo de fundos; he verdade ijiie os
cxposlossao cu numero crrseido.andao por 100c lautos,
miaudo so ha vinlc lasaremos no hospital ; mas, como
Js meninos n.or.ciu em grande ...unci, csUS despezas
nao sao lao grandes como parecen, a |iniuU%flsta ; es-
ta cousignaco tcni-se dado semprc ; a coITMiiissao res-
pectiva nao lem reclamado contra islo e o honrado ora-
dor nao aprsenla outros motivos; poilaulo, a billar a
verdade, nao vejo razo siiluririilc para se adinllt.r a sua
Ciucnda j : se por ventura lia tereeira discussao se mos-
trar mais fundadamente essa necessidade, cu nao terei
duvida de volar por ella. Eu tcnl.o conversado com al-
guns iiicmbros da adiuinlstracao ; nciihuiii driles me
trin notado a necessidade dr luarcn-se inaior quota pq,j
1.1 os expostos, diiiiiuuindo-se a dos lazaros ; pelo con"
trario, a casa dos lazaros he qucnrecisjMttis algiima*
ndiinentos, e pWcisa dcTrlffuns npa-
nnlra o que pretende o humado niembro; loi por es-
ta raxSoque a coiumissao nropoio luclhor mcio u*e arre
caJar o assucar do furo dascalxas, que esta appllcadu
para os lazaros, camelando ivservo-me p.ua a lererira
discussao, a IIni deque, esclarecido, possa dar, com co-
llheclllieulo de causa, o ineu vol.
O Sr. Lopet (ama : Sr. presidente, CU creio que
u,o sao precisos grandes cxauies,para que por esta ques-
laosc decid: nos estamos no pait, c trala-sc dr eslabclc-
ciuicntos do nosso pal nao se precisa de grandes exa-
II1CS, pai a sr loubrirr que a casa dos expoStOS deSjl. U-
de iiccessaria.nrulr mullo mais do que a casa dos laza-
ros ; o hospital dos lazaros, alm destes 2 contos, tem
tic mais a inais a rrnd das amostras, c fechos de assui u
te, que icio he pequea, morineiite se Por arrecadada
por adminislracSo. Scnhores, nos sabemos que entre litis
nao ha lazaros que vao curar-sc; nao OUVI anda diser
.1U0 algiieni salliSSC llalli curado; aquella casa apenas
serve para asilar o desgracado, que, locado d essa bori ,-
vel molestia cutnea, he obligado a romper todas as i. -
lari.es com os dentis cidaddos, cuja saude leme-sc que
seu mal infeccione; he s o que vejo senao obr. de-
putado, ou alg'u.ni que me moslrc ip. irs sao OS curati-
vos que l se pratieo ; quars os Infclilcs que teeill llic-
Ihorado, recobrado a primitiva saude; lie apenas una
Sisa de exterminio, he un verdadeiro degredo: creio
que tem un medico : mas, esse medico, entra C sai,
sem nada fazer a rcspcitO da molestia; e isto porque, se-
gundo algllllia cousa que trullo lidu, a medicina consi-
dera quasi Incurarel a molestia, de que sao aneciados
ns iniseraveis, que siio obrigados cucerrar-se all: he
chamado o professor para oulras molestias que, alem da
principal, possa ter o lazarino : pomas sjiu por couse-
qiirncia as despezas ; pois apenas se liinila.i as com no-
rias, aos poneos .'...pregados cne.iiTI gados do Iral.unrii-
to dos reclusos: agora vamos aos expostos: sao ecuto c
tantos; alie uda-sr a este numero, e a drspr/a que sr
faz comcomedorias, professor, amas, etc. que lacillllCII-
te reconbeeer-se-lia, que com os cxposlos deve-sc ui-
eessariaiu.-nic gastar multo mais do que eom os lazaros,
sem que seja urcessa.io e.xi.u.ua. as tuntas da COIIIUIIS-
so dos cslabrlrcimriilos de caridade. Nao lie proce-
dente a raa de n ida l.rcni dito ao Sr. deputado os
iiirnibros da commissao, por pie isso, quando milito,
prora que houve esqueclinculo. Oarguinenio de uno
iiH1 a assciublca atieudido i isso nos anuos anteriores,
he negativo; pois se nssiiu suceedeo, foi por nao ter ella
relleelido, nci haver quem Ihe lembrassc i o que cu a-
gora faro, ollcrccendo essa idela cousidei aran da casa;
ecomo anda eslOU peisnadido da sua utiluladc, conti-
nuo a votar pela uiinlia cinciida, que a. nenia.
OSr. Matul ilonteira : Sr. presidente, cu nao terei
duvida de votar pela emenda apreseutada pelo uobre
deputado que, ha ponen, orou mas sena preciso que
para isso elle me exilnsse documentos, ou dado.-, que re-
almente nan eslao em poder .la assciublca ; poique lie
preciso coufessar que entre nos lia mulla facilidadc eiu
aliar aqulilu t|UC est frito, c neni Si oque SS0 se las
depois de milita rcllexao, e depois de maduro exame.
Nos pases aondeha un orcantento de receita.c despe-
ta, o exame desta lie semprc uiuilo profundo, multo
ampio, esobre indo nunca se augmenta umadespexn
cuusa
r
au lem n
ns
.:os"io'edilco, para .picos lasarosestejao aHMnais coui-
modameute; as inloiniares, pois, que euteulio sao
,,Mu, de grande luxo; V. magestade se ha de contentar
CO,lUSrbS?,ne-l.a cnlo o dito das Sanias Escripluras:
,, A rainlia de Jcrusalcm s linha a pedia do descro para
,i reiiousar a cabera. .
_ ao......ios procuraremos,que soja ella menos dura.
K com efleito urna acbou elle commodamente dispos-
ta ao pe de una oliv.ua brava, que juncou pastoral-
mcnlc dcflhas dcacanlli" e lourc.ro-iosa. O galante
pastor Dapl.nis nao o lena feilo mcllior pa.a a sua Ania-
rvlles, lerriiina paslta, como dira o nosso amigo bardo
de Scliii.iiia. Mas se era a decoraoto buclica, bem pou-
co o cro as personagens. As paixdcs que as auiuiayao
terio por ceno afugeutado as pacificas musas da Sicilia,
eTheocritO, que lia liba nanceo, chamara fin seu suc-
corro o vclho Kscbvlo, que alii fui "lorrer.
Convcrseino's agora, diz a ranilla, leudes rellee-
lido as confidencias que vos z.'
Que confidencias?....... com ncnhuina me lionrou
V. magestade. Verdade beque m'o fes esperar
Pois nao vos Idilio dito asSS* para ser cnleiidida.'
Uto vedes, tpiese trata de dcsIazAnio-nos por tu
los Ingleses, e que para conseguido tcnlio ja..
alnii.ua cousa doquccspe.aur.is.1 Fabio, conl.nuou li-
toudo nclle os olhos, eu cont com vosco; c vos conta.
eoininigo depois dos fados, como coin una ranilla c
una air.iga
I uetse
ilill'l". .""'i' >*'"" ------r--- -
ntic o.o. dizrr o inrsiuo que alterar as impoSiCOCS lau-
cadas aoscouliibinules, sem que se h.ija como demons-
trada, ja nao digo a ul.lidadc, mas a ucccssidadc abso-
luta dessa alteraco ; porque esta visto que nos aqu nao
alteramos um ceilil na despeza publica, sem que aug-
menl ni i-......ns dos conlribuuiles ; ora, o duilieiro los
.oi.liibuii.lcsd. veserzelado, ccoiioiuisado, o ospail-
enlos sao os guardas das bolsas dos coi.lribu.ntes em
geral; e se por veiilil ra algiuna colisa lia no syslema
representativo, depois de tanta dcccpcuo, depois de
tama desgrava, depois de lana aleivona fcita ao sjs
lema, be seguraiiientc o direito que tem o represen tan-
da narran dr zelar o d.nl.riro da uarao ; he isto urna
garanta consliluclonal, que deve ser lamben una ver-
dade cutre nos; e em geial, quando se traa de lllll aclo
dr e .mi ule, uds olhanios com mullo pouca attcneao pa-
ra a despesa que por rcniuM pode elle occasionar. o
nuble ncnibro, possilido tlaquelles sciiliuit'lilus de b.l-
niaiiidade que mis lodos Ule conlicee.uos, ciilciideoquc
devia augmentar a quola dada aos expostos con. mais
um cont d res; e expendo as razo. que ludia para
isso, disse que havia visitado esse esiabeleciincuto, e
que o linha adiado em boa orden., c rcgiilaridade, ele.
ele ; mas, se lie verdade que com ell'eilo cxislc essa boa
Ordem, se o cslabelceimeulo esta lao regular cuino o
Sr. deputado nos diz, cnuio a quola be suinclcntc ; se
por ventura o rstabclecimento lora adiado cm inao es-
tado, denianeiraque.se inostrassc que os iiieiiuios alu
rccolllidos trio mal Halados, eslava., em miseria, aban-
donos.eic. entilo realmente a argumcniaco sena multo
Kaliasa, parase augmentar a quola ; mas tu cnleiidu
ue as ra/i'ics que Ionio apresciilailas sao antes para di-
minuir, do que para augmentar : cu devo discr a asseui-
blca que a commissao do orcanicnlo nao res mais do
une irausplantar para .. projecto aquillo que havia
em leis anteriores ; aquillo que eslava lio oirainenlo ;
aquillo que, ao menos, a salieran do lempo havia mos-
tiado-como bastante, e uceessanu.
Srapresideute, cu cstou que este cstabclcci.ncnl be
tadcouio'eu iniui piopilo esqueco pela servir. -Nao
me ai.uot houlem \ .magestade cavalleiro? accrescen-
lou.lle, recordando malignamente asecua davespera;
aceito leconhceido as niiubas novas funccdCS, C prestes
siou a dcsiiipeiihar lodas asobrigacOcs.
Todas:'
Todas ate as suas ultimas consequeneas. Serc por
V. magestade o que \. magestade quixcr que eu seja, um
criado, lllll alliado, un cmplice.
O termo he duro.
Mas lie justo. Pela uossa honra, pela da Sicilia,
ludo dcVCUlOS rnqiirliriidcr.
Al nicsino novas Vsperas.'
F. porque nao.' Quando a causa he JllSU, que ini-
portao os ii.c.os:' O 1)0111 direito ludo santifica.
Cun essa poltica, diz a ranilla dissiUlulando, poi-
que .... siin.ma era a sua propria, se val longC,
\ ai-SC ao alvo, Scnhoia, que be O cssencial. Alem
de que a invasao cslrangcira aulurisa mullas ei.ii-.as,
que nao perniillirio as leis da guerra ordinaria. NOS a
respeito dos luglesea estamos no caso de legitima defesa.
la nrcsenfa na Sicilia he verdadrira usurparn e suas
ambiciosas vislas sao inais do que evidentes. \ at
pouca bulla assciiboreaiido-se da nossa tena, como ja
se aposs.iro de Gibraltar e de Malta, e se apossor iu-
fallivehiicntc das Illas lonias. lie preciso que o Mediler-
,1,1,1. de tuda a s\ inp iili. i. dignii de toda n proteeciio
mas i u ir..bu lidu algiim i >"u i i le respeito e aillo
ra s ha que dize.n que uns pases loiide i'sxa-s cSUbrleei-
uicnlos sao iiiuilns protegidos, nesses pases, o numero
dos expustos he in ilov poi pie o auxilio dado pelo poder
essas casas n.io faz senao acororoar o abandono dos
pas e i-.iais tli.t'.ii que lie i-s1. iiiunoral ate cerlo ion-
io, porque leude a separar os lllhus dos pus : miso no-
bre meiubro, que falln em aug.neular a quol i dos ex-
postos, apresen! i opini.io contraria a destes esi riplorcs,
os quacseulcudcm iiur iodos os goveruos devein antes
fircej ir por lechar i es cas is. do que p ir auxllial-as; cu
nao cstou sendo repeliudo una opiuio, que naide nao
ser verdadeira em loda a >ua lalilude, mis que, bem c-
\ ii.niii.i i, alguina cousa lera al- exacta ; ora, se por
um lado nao nos conven milito acorocoar o abandono
do. meninos da parte das mais, abr'M.do .,- portas d
esl.ibelrcMi.enliis; se por aiulio lid o lio bre autor di
ciiicikI i inostrou que essas risas crtlo miiilo bem manti-
llas, que o tratami'utn se l'azia eom loda a regularidade,
eque us meninos tiiiho toda a proteceo possircl cn-
iii.i approvar nina emenda qneleni por liiu atigiueiitar i
despeza publica, i-i lie, que lem por liiu carei'gar
mais Coi i.'ni. ule sobre os conlribiiiiiles De i.ai- ,
nubre deputado, dliiiinuhido a quola dos lasaros,
parece ...ni dar drsrnvolviinrnln aos seus senlinicntos
lie liuni ini.l.ule que nos lo.Ius Ibe iceniilieeeuiiis; por-
que os lazaros1 nao lee... urna coudico l lit, riles suilieni
mullo; c euliio como aggravaressacoiidicao.iirando-se-
IhesesSC pequeo auxilio queja se IhcStflII tadnlu su.-
ponlio lila'SIIIO que raso lloUVCSSCIII sobras, ellllS d-.-via
ser voladas para os lazaros, islo, caso IIICSIIIO que a ilu-
iiico fosse ni ais do que sufticienle pira nianlcr csssB
rsiabeirriniruios de caridade; alginna cousa de mais
ime riles poih'ssem ter era para ador.u a sua surte t.i.i in-
feliz, porque, para se dizer que nao eareciu de inais
despezas, era necessario visitar o cslabelceimeulo, c ver
se all existein as coiuiuodldades, que nos palies civi-
lisados cncont.aii-se mis eslabclceinicnlns dessa especie;
en. Ii... que i lies vivido riw abundancia, e UXU cxir.i.ir-
dinario ; o Sr. deputado nao vio, iiem sabe que essas
molestias exigem cuidados espeolalisslinos ; nao sabe
que os 11/ iros nao eslao cm circuiiistaucias de outros
.lenles ; que leein nina dieta, toda especial ; que aleve
rom files havci nina iimllidao ale cuidados que oulrns
dociitcs uo o cu.
(i Sr. I.opcsama : Todo o comer de dieta he in.i.s
barato....
O Orador --Dicto nao quer dizer comer pouro ; pu-
de eltaser innilo ampia, mulu suculenta ; n.io pense o
icibre drpuiado qin a palav i dira quer dizer abstinen-
cia ; ehgana-se...,
OSr. Lop i ii'm-i: en. abstinencia querelles tccui...
a Orador :--Srs. lixc.....s bem as ideias: acoinmis-
so marca para os lazaros umaquota, que, segundo a
expeienei... segundo o que depeni aquelles que teem
nduiiiiistradn esses estabcleclntcnlos, se suppa'ic aucecs-
snrla. Sr. presidente, talvez fosse esta a occasiao pro-
pria de iaxer urna dissertaeo sobre essa molestia; tal-
vez fosse ocia.iao de se dizer que esta ordem deeufer-
mldades, que alias sao multo frequciites no nosso paz,
o.i i. ni merecido da parle ala autoridade iodo o cuida-
do necessario ; o nohre deputado sabe milito bem que
,-in paizes aonde as molestias depelle so frequeutes,
te III semprc sido islo oliji elo une tem ocupado os legis-
ladores : eu suppouho que, quando os llebreus prohi-
birn n uso da carne de pono, e loucinbo, nflo livcrao
outro lim ; todo# os legisladores da antlguidadc todos
os governos esclarecidos, cu ...jos paizes estas moles-
tias llzcio eslragos.tratro de impedir os eilcitns dessa
. nferiiiid.ide era. pois, esta molestia motivo antes
para se augmentar a quola, do que diminuil-a, a lim
de que se cuiistriia lllll hospital couvcuieiite para as
mol sli is de pille.
OSr. /.r/in (i'iii.oi :--la nao vn ningiirni.
O Orador :l.u disseque couvinlia que se lizesse um
liuspii.il conveniente para essa molestia; logo, mo pos-
concordar o i diminu. .10 da quola marcada,
Sr. presidente, he occasiaoHe sc notar tamben que
hospital de caridade, ti lulo entrado 230 doenles,
...ni rer.iti .".'.I, quero dizer a quarl i parte ; isto lie es-
pantoso, lie extraordinario, e nao sel a que se deva at-
Srlbuir ; anda de mais adiniracSo nos devenios lomar,
se a lleude udo |iara as enfermas, virmosquede I ldoentei
morreo .' pantosa n.i ha cxemplo de um tal aconteciraenlo em
hospital alguui: seria preciso com ilcito indagaras
cusa-, leste pheiioiiieno; serla preciso, comefTeito^iuda-
,r as causas d'esle phenomeno;serla preciso estabeleer
rsdevidos exames sobreest pouto;e rcalmcntca asscni-
bl.'a, a querer volar com cochcciiiienlo de causa, cun
coherencia, devia sobr'eslar nesta despez devia ave-
riguar este tacto : por nulo, sen querer extender inais
a discussao, (levo tli/.er que a emenda do noble deputa-
do pode ser adoptada; pode ser que baja razaks Tortea
para a adoptar; mas as razoes apresentadas na casa
tifio sao ns o. es un li s, r por isso cu nao convcnlio eui
que os lazaros fiqueiu de peor condi(o doque eslao;
i sua ondli So be multo ui, n.io a quero aggravar
e .ni. Isso voio contra a emenda to Sr. deputado.
USr.Lopes fiamai-^r.prcsidentcoillustremcmbroque
.;-->j^ t.ifc'-iipsjSBasxaasj3Basssssi
que engodo, isca para os sealuzir, e para niellior os
subjugar. Poriiilm, nao quero ser Ingles.
,.b.. ....----- ------------- lallivehncnlc das libas .lomas, lie preciso t|iie o iictmct- ciu i u.............. ...
'oUco a V tuageSUda que nao me mencione raneo s torne un. lago ,gl, A conslil.i.rao que ellesl pado, deixalll
lie e*Mjrois2 "alia.vejo} C^ft-pe Y. mages- fiueiH csp. Uiai uus ulhos dus Sicilianos nao he mau do| \. luagcsiadc
Nao dlzia Fabio nada de novo a Carolina, que a tal
respeito sabia mais do que elle ; mas oUVia-OCOUI ardor;
e o approvava, C o excinva con. o oll.ar e con. o geslu,
salisleita de ouvir formular esnontaneaiucnte as suas
p.opriasideias, C de ve-lo paililhai as paixes que ello
devia servir, ludo por graos ao seu lim :
Sabis se no exercito ha os iiicsiuos senlimcntos
pie mis IllimSo? disse ella.
No un ii lempo comecavSo clles a espalhar-se, e
COIUO nao acontecera assiiu, vendo-se UIU csli.u.geiro,
esse Heutinck, uomcadu capiulo-gencral do exercito na-
cional' Foro precisa nao Ibes laurel as veas una gui-
ta de sangue siciliana para supportarem emelliante at-
iiniii,. o ineu regiment indignou-se dessa escandalosa
nonicacao, e esta completamente nos bous principios.
_ i'.ue chamis vos bons principios '
_ Quero dizer que vola aos Ingleses odio ...ipla-
cavcl.
Vos deveis ter nclle amigos
Tinlia niuitos, mas os ausentes tem semprc a ser
esquecdos. .
F. paraapic lambem vos rcluasics assiiu.
l'm ollicial demittido nogostade mostrar-se.
Isso Henil dcsculpa: nina dcinissaolniqua honra,
I vez de inlaiuar. Oreullaudu-vos alais nioslras de ct-
aos vossos perseguidores
lem raso: umitas vezas lenlio ve-
>
ILE6VEL
pas-a
S


acaba de ovar, temi lama facundia, como todos nos sa- d'ahi ven o augmento da quota, sendo elevada a 3 con-
SS n ",' i .' '," '"' ''s1;' Mi "'l0 ""' ,''"""',i ,,M ,l'',s'; ,s"' wf"o"i necesario, erah.dispm-
a |tu na arca .1, razaoi om que costuma convencer, quiz savel para as priuieiraa noccsaidades do hospital, qual
nppoi-se a emenda, c ladcou um pouco ; verel te respon- a de dar roupa nos doentes, enmsete. Ora, onobre
do coi alguns argumento as reflexei do uobre de,,- deputado labe..... estas desperas nao se podifio faxer eui
'"!,' .,..... umaouo, sfio despesas que sd se podein faxernoucoa
,, '. d'l,,u,"*0'l1UPhaviaum grande desejo pouco, a proporefio das qttotai que forem sobrando
lo nossos parlamentos de destruir oque eslava frito,! das outras neceasidades d hospital; ora. sendo isto
mas qui nein sempro havia a dcvjda prudencia nessa (| assim, nao convlndo reduzir ot doentes ao estado cm
,'!T." 'i, '"' '""f' 1'"nii......'s"""lllr ie deve votar j que se aehavo, parrce-ine que a quota nao deve ser
p. a minlia emenda, porque a consignufuo de ires con- diminuida; r por sso voto por clla.c eoutra emenda do
toa para os laxaros lie que he innovaeo; sempre foriio
l'Mis eolitos; desde IS41I lie que apparreco esse aug-
mento, canto aqnf se v (leo). IVaqu em dimito lie qu.
se derno os tres eolitos, antea forfto sempre os doui eoli-
tos; nimio esta assembla deo us tres contos nao lu
para o trntamento dos doentes, -111 para reparo n ca-
jiella : ora, perguntarci eu, se esta capella nunca mais
se comen u \ eja-se a verba que aqu est : logo.quem
advoga os principios da conservarlo do auligo, deve vo-
tar pela ininba emenda.
Sr. presidente, ru sel que se tere escripto sobre os
expostos ; lenho lido n esse rcspeiio nlguina cousa ; sel
pie algiins consideran a instituirn como in, emitios
como boa : ru por miiii <.....ndo que, un quautohouver
soeiednde, os expostos lio do existir ; e se por 11111 Indo .1
instituirlo augiuenlno mal dn abatid......dos lilhos, por
tinte dos pais. t imiiein he la< io ipie ns horrores da des-
honra lo grandes, que he neeessario ler milito em li-
nlia de eoiit.i o pejo natural e a fragilidadc humana ; em
qnalo houverrm esles principios de honra, ha de ha-
ver, por necessidade, asa de expostos; ccomo nos a
temos, devenios dar-lite proteei ao.
Disse o 111 hre deputado que eu, leudo visto a casa
.los expostosi m ordem, era isso prova de que el les 1 11 1
vao na abundancia : eu n io que de taes premissas nilo
se lilao sem lliantes cons qucil) as : o Sr. deputado me
iinprestou una COnsrquciicia que uo est nos uieus
principios; pois pode muilo brm ser que a coinmissfto
naquelle dia se estorcasse mais ou lucnos em aprrsentar
00 publico limpeza, que foi o que apresentou; mas de-
clara .10 Sr. deputado, que nessa mesiaa occasifio um dos
membros dessa commissao sr lastimou da< Tallas que
cxlstifio, o que uo he para admirar; o que por all ha
poi ni 1 lie apenas limpea c ordem, porque a pobreza
pode bem casar-se coma limpcza; e foi porque cMillel
coin esse Miembro da rominissito que vim propr essa
emenda; nao Ibi assini de meu livre alvedrio ; mas eu
coui isto ni quero aggravar o mal dos laxaros : eu son
humano com uns ; devosercom outros: mas. por mais
que teja o eio do nobre deputado, por mais que esta a-
semblca, r ainda a assembla geral, se cmpcilltaiSC em
cstabrucer um hospital dos lazaros, nao icnlia.....do que
os doentes foSscm ira!ar-se no hospital su aquellc que
absolutamente nao podesse deixar de ir ron,.!; de ou-
traforma niugucni ira parasciuelhante casa, em quanta
poder estar na sua....
I oses : Obrigo-sc.
i) Orador : o rico nao ha le que o obligue ; para
n rico as iris sao tas il'araulia ; qtiem sobre o peso drl-
las he o pobre niiseravel, e loo miseravel que mi lenha
um canto aonde va acabar o resto amargurado da sua
vida ; so este lie que val ao hospital,e este numero ha de
ser sempre multo pequeo ; na acltialidadc sao 15, como
acabastes de ouvir; e, perguntarei, eu para 15 doentes a
despezaba de ser muilo grande ? tic verdade que, se
houvera de curar-se a clephanliasis, eu dissera que era
pomo ; o Sr. deputado sabe ineomparnvelnieiite mais
(loqueen tiestas materias, que at hoje nao sr conhece
remedio para a 1 lephanliasis ; n.io est por isto .' .Vio se
cura a molestia ; lodos a reeonhecrin por iueurnvel.
ciubora apparci.i Ulna pessoa, diieudoque lem remedio
para a curar, poique eirio que os Sis. mdicos nao acre-
ditao nisso ; se, pois, sr nao trata de turar o lzaro, mas
nicamente da scgreeal-o da companhia dos mais ho-
meiis que grandes desperas sao nrccssari.is para man-
ir!', ainda mesiiio regaladamente, esses iniseraveis, o
que me parece nao acontecer .' Dentis, nao vejo essas
dinas, antes creio que hcgcralinente sabido, que, n res-
peito drronii dorias, o homrin que est (lente gasta me-
nos do que quaudo 1 sl sao, nao metiendo cm cnula re-
medios de botica ; isso he oiilr.i cousa : eusla isso quan-
ta o. Sis.boticarios qtti reui levar inas,lra disso, o lio-
iiiem (lente gasta un nos, porque as eomid is sio milito
mais simples....
loses : Sao as mais caras, s ve/es.
O Orador A's ve/es, nao llovido ; porin os lzalos
niin passar decante, algutlia vez gallinha, citada
ni lis. isto he o que me parece.
Sr. presidente, alm dcsla quola, como dlsse, leem os
1 izaros a nuda no lino das cai.vis, que, sendo a r recada-
da por uni de adtninistracfio, deve produsir muitu
111 lis. pnr tudo isio, voto ainda pela itiiiiha emenda.
I.r-sr a seguinte emenda :
11 Com a transferencia do rele ido hospital para a lo-
cal dade actual do I \ ico, oucoin oalugitel de unta casa
para esse fin, caso nao seja vatitijosa a mudairca.
Francisco Jo'10.
I!, apoiada C entra em clisen.sao.
O Sr. 4leanforado :Sr. presidente, rumio dttvida-
111 dar o meu voto para augmento da coitsiguaci'u para
os expostos, se ion ventura as circunistancias dos coa
fres pro vindica o pcrniiltissein; mis nao posso drixaf
de mcoppor,qu indo vrjo (ueo uobre deputado querqu
est augmento seja lirado da cousignaio dada para (.s
lazaros. Depnis que I ilion o uobrr menibro da comitiis-
sao do (.Lamento, CU nao podr, i ac na secutar a esse
respeito eousa algitma; nada po len i dizrrqitr conven-
cer po-sa a assembla a cerca da utilidude desla medi-
da; Irvaniri-nie 51( para esclarecer no uobre depu-
tado a cirailos motivos pelos qnnes se fez este aug-
mento que appareee: iinhao.hr rerdade.os lazaros dous
cotilos de rs., e passrao a ter tres; purquc.Sr presi-
dente, quaudo 1 u Uve a huma de -11 notneadi.....tnbro
da commissao dos hospitars di caridadr, eu meu*
compatiheiros, entrando na admiiiistraco do hospital
dos laxaros, empregainos todos os esforcos, para que
.1 eslsbclicimento liusse alguuia melhora do estado de-
ploravel emqueo encontramos, que na realidade tras-
jias'ava o oracuodo hoineni ornos si nslvcl; por quau-
to encontramos os doentes, lem (amas, iicui roupa,
10 mister nenhum indi spensavel vida, e que o ente
mais miseravel tetti em sua 1 isa ; a coniinlssitn spn sen-
tou-se .10 presidente, rxpoiido-lhe estas duvidas, ( pe-
di ndo-lhc que solicitasse ^.i assembla augmento de
quota; necroscia a tudo Isio estar a capella em com-
pleta ruina: nilo poda nella celebrar-se, poroonse-
quencla nao podiao os doentes ouvir inissa: enlo o
presidente,.a ,o que o Sr. Catliargo.eni o seu or. men-
lo pedio a assembla que consfgoass
e por isso voto por
nobre diputado,
O Sr. Uarei Uonltiro: Sr. presidente, eu poden dis-
pensar-me de fallar, norque lite parece, que as 1 zoes
que apreseniel nao torno combatidas, iiein uicsino abala-
das; o uobre autor da emenda prevalcceo-se de algu-
11138 considerareis yrraes, que eu h;,via munido na ca-
sa, para dahi deduziruiii argumento contrario a niioha
opioio; eu clisse nina eousa gcralmeiitc couliecida, e
foi, que depois do espirito de innovaeo que se lem in-
Irodu/.ido 110 imperio, assim como cm todos os paizes
novos,sent qualqucr a necessidacle de parar lia cancha,
de uo continuara innovar; mas, cu uo me refera ucs-
la parte as insliluicoes do paiz; quamlo eu disse, que
hivn 11111 cerlo dcsconiediinenlo, luna certa propcnso
para alterar o (pie esta l'eilo. eu nu me refera segura-
mente as instiluii oes do paiz, nein a eslabeleciuicnlos
desla ordem; o que eu iloha tido cm vista dixer, era Que
os lazaros tintino lido al hoje 3contos de ris; que tifio
havi 1 razfto iieuliuiiia, ao menos em quanlo nao appare-
cesse mu motivo ptatislvel, para alterar essa coiislgna-
co ; eu disse mais, que nos parlamentos, aonde a des-
peza publica he decretada com iodo o conhecimento da
e.uL.i, com toda a rellenad....
OSr. Uanoel Caralcanti; Km que parle he isso .'
O Orador: Na Inglaterra, por cxemplo....
OSr. Uanoel CavalcanUiticgo..-.
O Orador;~ l'.n lenho lido isso....
O Sr. Manocl Caoaleanli; Ktt tciiholido o contrario...
() Orador: l'ois nos paizes, aonde os parlamentos
olhfio com algutna consideraeo para isso; e nos nao po-
demos desconhecer, que algunt lia, que alteudem com
mais algiim cuidado para sso, eutbora, couiocouiposioa
de lioiiiens que sao, tcuho urna ou mitra vez alyuus
desvos l.idavia he liirnde duvida, que parlamentos ha
aonde adespexa he decretada coiualguui conliccimenlo
de causa, quando nao seja conforme com a utilldade pu-
blica. 011 quando os interesses pblicos rcclamo; toda-
va os usos ahi estilo faxeudo com que se 11S0 decreta
despexa algunia, senfio com cerlo conhecihtento de
cansa : o nobre deputado qu.....e precedeo, nao pl-
ele deixar de couhecer, que mis legislamos, sem do-
CUllienlos vista, sem dados, e as mais parles nao
succedr isto! na /ielglca, na Franca, na Inglaterra c nos
listados I nidos, nao se procede assim, isto he, se procede
com um lal ou qual conltecimeuto de causa; sem exa-
ine, si ni red.'.n.-io nao se augmenta despesa algutna. .Mas,
o nobre autor da emenda disse, que, nfie quereudo cu
votar por liinovacOes, devia votar tela sua emenda; por-
que a quola lo i augmentada ha 5 anuos, direi ao Sr. de-
putado, que 5 anuos sao j lint prazo bastante para a-
honar a Ideia da commissao, c niioadailra, que antes de
ill nao se des>e esta CUUSlgnacAo; porque, leudo as as-
semhlras n un ido-se, ha punid, mo podiao repentinamen-
te couhecer as neceasidades desses estabeleclmeutos :
tifio admira por coiiseguinle a oiiitssfio da assembla, se
he que lie omlssiln oiifioirr augmentado
narao.
essa consig
Disse
itianeira
os doentes nao
o uohre
por que
maor quautia, e
peiido sio .i uiim inesmo; porin prevalece sempre urna
falsa verxonlia. Todos tein srus iuflltigos, r o mundo I-
ta cheio de gente, cuja suprema ventura bedarocou-
e por mais lefio qu,- sej i n.io he agrada! el
ce do asno
reocbc-lo.
Sao Irntimentos essea mu incsquinlioa, Intcira-
inente indignos cienos, e que n.io podein ser pontos na
lMlan;a com os grandes interesses que semorcm. la-
bio, se queris obsrquiai-iur, senao obedecrr-uie, de-
veis voltar aovosso regiment, e COUI iuleiieo disro
rotsn; pois que sabis que vos he de,tinado; part pois a
ronqtifsta-lo: servi-vos para isso dos tossos amigos, c
deixal rallar os vossos iiilmigos. Impoi to-me cu com os
ineus Alinea tenis tantos OOIlto Carolina.
Mas lainbcm nfio teuho o seu poder para esma-
ga-los,
Esmaga-Ioa-beis scoquizerdes; inas he preciso
una vontade lirnic. O resoltado he a vontade. Kscutai-
nic, l'ahio; nao se trata aqu de astucias; eufacojoao
descoberto. Vossoregiment, dixeis vos, detesta' osln-
glezes; queoproTc: o odio que nfio obra, nobeodld;
acredilarc 110 seu, no vosso, vendo-o marchar a ban-
ileiras despregadas com vosco a tesla cunta o inslenle
tnimigo que nos oppriine. Vosso excinplo arraslar lo-
dos os outros, a Sicilia dever-vos-ha o seu llviamruto
Se para isso bastara um acto de vontade, ha inulta
lempo que os desejos de V. magestade estiverfio satisfcb
ios; mas cuinpre inetter em linha de coma o espirito
militar c a Irrannia da disciplina.
diputado, que, qtialquer .jue seja a
se organte o hospital dos lazaros,
o lio de procurar; que morieran aos
cautos, mas uo rao para o hospital. ..
" Sr. I.ope (urna: K11 uo disse tanto. '
O Orador;-'Hem; o que o Sr. deputado qulzdlzer fcfl
que o hospital est em tal estado, que nem os misera
veis qiirrcui-ir para l....
(I Si. Lopes dama:Eu oque quizdizer foi, que o 1111-
lltera dos doentes ha de ser pequeo, pela razan deque
ninguemse quer separar da sua familia....
(i Orador:- Alas, pcrguitlo eu, os doentes do hospital
de canil ule. nao Ules sueeede o lliesilio?...
foses:Ao, tifio, tecm mais llberdade...
O Orador:Scitliores, as minhas ideias sao, de que
esta eufermidade costuma atacar as pessoas, ou as cas-
es turnos favorecidas, menos abastadas, as classes infe-
riores aonde os cuidados liygit-iiFcos mo podein ser Uto
bem observados; e cu uo si i como essa gente mise-
ravel, que v ui.......id he de sua familia locado desse
mal, qiieira conseival-o cm casa, se por ventura o llos-
pilal esliver bem montado, se uclle bouver ludo
quanto he neeessario para que essa molestia seja cura-
da, atenuada, etc.; duvido : uo sei mismo qual a razo,
porque, cxlstindo 11111 hospital montado, como algiins
que exislem ni Europa, onde u molestia he Halada nos
seus diflcri ules periodos, c faces, uo havia de ser fre-
quentado...,
o orador continua dlscorrendo sobre a curabilidade
daenfrinidade c ni qucslao; concille votando conlra a
emenda a cerca do hospital dos lzalos, assim como
contra a que prope a transferencia do hospital de carl-
dade para rora-dc-Portas, pelas razoes de localidade.
i) Sr. Francisca iodo: Sr. presidente, pedi a pala-
va para justificar esta emenda, que acaba de ser Im-
pugnada pelo meu nobre c onipanhciro ; de ficto, a C-
iiieiula conten quasi a mesilla disposicao do t, a que be
"speeiiva.coiiiadlllerencademarcarairansferenoiapara
aquella casa. Sr. presidente, |. una questo de lijui-
enr. nao culi.mi em combate com nobre deputado;
porque reeouhei o uclle umita superioridade, c a neces-
arfa capacidade para ver o que he mister em questdes
dista ordem ; mas, quaudo en Uve esse peusameuto dn
liaosl. rciK 1.1 do hospital para aquelle local, nao liz mais
do qu. equiparar as duas posicoes J porlll nao entro na
qucslao: cuino a ininlia emenda nao he positiva, uo
obliga o governo, e somentc indica, 110 caso qucjul-
gue conveniente a transferencia, parece-....., que se
pode appi ovar sem inconveniente advci lindo, chic eu
so Uve em Vista O |.....par osdinheiros pblicos; vi que
a casa era nacional, c euiquanto nao se fas essa mila-
grosa divisan de proprios geraes, e provinciaes, mis po-
nimos Ir osando do edificio. Espero, pois, que artii-
.....oda seja apnrovadi
alia 1
COI
do S
Julgnda a materia discutida, foi o artigo approvado,
11 a emenda do Sr. Francisco JoSo, sendo-reueitada a
sr. Lupes Gama.
... *" Sl'l4uiclanicnle approvados os arligos 21, 24, 25,
Rufra em discussfTo o Art. 29. *
I.c-eiu-se, e sao approvadas as srguintes emendas :
diz com orgiilho Carolina
norilendo o
Fallis eui disciplina!
e n.io son cu a ratafia?
Seniduvida; mas agora o I.ugar-tenente lem to-
dos os poderes, toda a autoridade < por consecuencia
iocio o prestigio do governo. Para o soldado, seuhora,
entre opensamento, a palavra inesmo eaaccSo ha um
aiij sino.
\os liesilarieis! exclainou a rainha
labio austraco.
Kqueni clisse a V. magestade que cu hesito? Se
.....'''' obstculos he paramelhur os superar. Tudo
que he possivcl a um lioiuem, fa-lo-hei, eamanhfimes-
1110, se V. magestade o exigir.
E hoje ponjue nao.' Uude est o vosso revimetilu
de guarnii ao.' fa
Elll fiapaiii.
Melhor, pois que o temosa nio, marchai, c ven-
d, lias a Spignola, se bem me record, Oca nooaml-
nno ele Irapan; louiai sentido nos niaos encoiiIros
\. magestade quer dlter bons.
Pcrscverai nesses tentknentos, e a historia vos
collocara ao lado deProcida. Fia, part, o lempo urge.
Har exceular as vesperas sicilianas bastou um
iIm so.
Entrn eolio a raloba as mais minuciosas explica-
toes, porque linlia o espirito pratico ,c presumia conlir-
cer iodos ,,s ineios proprios di- seduzira tropa. Todas as
suas inslnieeoes e lodoi, os s us eoiiselhos se resuma* a
sin formula pouco escrupulosa: Prometter accessoa
Ao G 18. Km lugar de liyOOO, dga-se, cinco mil
rs. Taques Maciel MonUiro.
additivo Dizimo dos cocos Lopes dama.
Ao ^ .r>.* nccrcscentc-se as srguintes palavras
Nos actlgues, lalhos pblicos, e pelos criadores que
liveretu mais de 10(1 beserros annualmente, pagando os
mais criadores tio smente o diiimo como aiitigamcn-
le. Sogueira Vas.
O Sr. Lopes Gama : -- Sr. presidente, cu son hlho de
l'ernambueo, conlieeo alguina cousa da lulllba provin-
cia, c vejo que lia cslnbelccimeiitosde coquriruj, que
rendem mais do que alguns riigeithos ; a legislacao im-
pOc o diznio ao assucar, e nau sei a razo por que queni
lem rendimento de COCOS, nao ha de pagar tambeui ; eu
uo espero, que esta receita d grande cousa; posso
calcular ou 8 contos de rs., porque do orle e Sul, lia
muilo coqueiro; s a Iba de Noguefra tein, nao sei qllan-
tos mil ps de coqueiros ; ludo isso rende algitma cou-
sa ; nao digo que seja grande rece!la, mas be sempre
receita, e como nos temos escogitado tudo quanto se
pode impr, nao lie mo que se faca experiencia nls-
to. Voto pois pela niiiiha emenda.
i O Sr. Alcanforado: Sr. presidente, cu nao posso
deixar de me oppir emenda do Sr. Nogueira Paz; pa-
rrce-nie, que ella nfio pode passarseiu grande incon-
veniente. Prltneirainenle observare!, que a ihesoitr-
ria esl 110 COStUlllC c|e cobrar esles impostos; clles estao
desden milito estabefccidos, poiapie apenas ha de novo
o augmento de ;*>IH) rs. por cabera ; de mais a assembla
j derla 1 011, que o consumo compre henda ludo, quer
Ibsse nos fatigues pblicos, quer as casas particula-
res. Ora, quereudo abolii-se este imposto, icin-se de ne-
cessidade de substuil o por por outro, e eu nfio vejo
que esteja nas mesmas relacOes; pois esle de mais a mais
ten a \.inia-eiii d'eslar nos hbitos da popularao; cheisto
nutra razfio muilo poderosa ; de mais, esta allcraffio ha
de dar lugar umitas MCUUnacAes; exislem contratos
celebrados; os arreiuatautcs estao no dircilo de. cobrar
de todos aquellcs, <|itc consomem gado: nesla c:onfoi'ini-
dade tetll iiavido niuilas decisoes da lliesouraria provin-
cial. Vol pois colilla a emenda
O Sr. Taques: Eu adopto as obsrrvacors do Sr. de-
putado, que acaba de fallar: o imposto deve, para ser
justo, ser igual,cufio ser unpara mis,outro para outros;
o principio, eu a base do imposto fie o coiommo; queni
consumir deve pagar: cada um, pois, pagar na razo do
que consumir. Vol contra a emenda
O Sr. Xogueira Paz : Sr. presidente, cu snto nfio
ler os conbeciiuentol ueeessarios para poder sustentar a
miaba emenda entretanto direi o que me obrgou a
aprescntar a miaba emenda. Sr. presidente, a le que
hunos Of 2,500 rs velo pesar sobre o pequeo criador; o
que lem dado causa a nao poder ser execulada, por
quanto aquelle criador que apauha 50 beserros, consu-
mindo 10, ou 12, paga mais por esta forma, do que pa-
gando o disimo ; de mais a mais, o artigo nao he claro;
as vezes um pobre miseravel compra lima rez, para sup-
prir una necessidade de casa, cnlende-se, que deve pa-
gar; ora, isto he milito pesado : os grandes lavradorcs,
esses lucrarlo, porque o diziiuo era menos l.ivoi.ivel do
que este imposto : portauto vol a favor da miiiha e-
meiida; he lllll bcnelicio para os pequeos lavradorcs,
e para os iniseraveis, que esta assembla deve appro-
var, muilo mais, quando nao ha prrjuixo algiim.
OSr.ilajo llanos o|ipoe-sc emenda do Sr. Nogueira
por diversas razoes.
O Sr. laciil MonUiro : Sr. presidente, eu niandei
mesa una emenda, assignada lainbein por um meu uo-
bre amigo c collega na couuuisso do orcailicnto, cer-
ca das taxas do Ivco.
Sr. presidente, rclleclindo melhor, eiitendo que devo
retirar a lulllba assignatura da emenda aclio que o ar-
tigo, como a commissao o havia concebido, esl mais no
caso de ser adoptado. Fu conbeco toda a vantagcui que
csulln da inslrucro publica ser gencralisada; mas
taillbcn vejo qin um instituto como o lycco, aonde se
cusiuu materias algutna cousa transcendentes, nao de-
ve Bear lodo cargo dos conliibuintcs; seria bom que
a legislatura provincial se eslorcasse, quaulo em si po-
desse,para tirar daquelles.que se aproveitao desses csla-
bclceimciilos, o neeessario para a sua inaiiutcnco; por-
que nao lie couveiiicute, nein justo, que quem nao tira
utilldade alguma de scmelbaiite estabelecuueuto, con-
tribus com urna parle do seu trabalbu para elle ; de-
inais, lie principio crilo, que qiicm frue beque deve
pagar o ouus ; porlaulo, retiro a inhiba assignatura, e
voto pelo artigo como se aelia. Quanto emenda relati-
vamente ao gado, alguns oradores tecm fallado contra
ella ; mas eu elevo declarar assembla que sempre en-
tend o artigo de le a que a emenda se refere, nos ter-
mos cm que o honrado uieuibro a eiilendco ; entend
que os 2/500 rs. de consumo cio sempre cobrados pelo
consumo publico; porque, em verdade, me pareca du-
ro que um individuo qualqucr que mala a sua rez para
aliniciilar-sc baja de pagar esses 2/500 rs
Pose : Taubein o que mora na casa propria paga
dcima
O Deador : lie preciso notar que o imposto da dci-
ma he dillcieiilc daquellc ; o imposto da dcima he lui-
rlo na renda de um capital ciiiprcgado ; mas este im-
posto nao lie laucado na renda, pidc ser laucado na pro-
priedade do individuo; quando cu, por cxemplo, criar
gado e o taliiar para consumo publico, com cuello devo
ser laxado ; mas. quando cu mato para meu alimento,
nao devo solfier imposto
Sr. presidente, a materia merece alguma altenyao ;
ti.ita-sc do alimento de una parle consideravel da nnssa
popularao, o que, me parece, nao he cousa indillerente
l)issc-se, he verdade, queja ha pareceres de coniniissao
que sao em contrario emenda ; mas, Sr. presidente
um parecer de COUimissSo uo he una lei, porque, pan
ser, lei carece da intrivrin,o do poder sanecionador ;
era cutio que se poda dizrr, que havia inlcrprclaro
aulheulica ; mas, uo haveudo isio, nada ha feito, por-
que um parecer de comniisso uo tein forra fra dcsla
casa. Uisse-se tambem cjue a ilusionara j rciolveo
duvidas ueste sentido. Fu nao sei a norma por que se
regula a llirsouraria ; a jurisprudencia fiscal be alguma
cousa difirante da oulra, julgo cu, cm principio ao inc-
eu lenho lido cinc he dircilo liscal,quc,ciu caso de
duvida,sempre se deve resolver eui favor do contribuin-
te ; assim como cm dircilo criminal, cm caso de duvida,
se resolve a favor do criminoso ; logo, a thesouraria,
interpretando a le contra os coutribuiutrs, acho que
nao tez muilo bcui; acho que a thesouraria, vendo du-
vida, devia interpretar a lei da maneira mais bcnclica
para o coiiiribuintc, de urna maneira que teudesse a ali-
via 1 nina parte do ouus que riles sr nao suppcm com
obrigaeao de satisfazla.
fel uilnha parle, acho que a doutrina dn emenda he
justa, isio at que se demonstre o contrario; estou, pois,
.<*& ': :.:... .. -.. .-i... .;...
todo o mundo. A dragona, dizia ella, he o penda. 1 do
soldado. Inhor signo vinces.
Pelo que dizia respeito aos seus grandes designios,
coimniinicou ella Fabio, Mis) fazcr-lhe una icvclaeao
Completa, ludo o que elle devia saber para uo compro-
meller, c nao se olfendcr de una reserva, que leria lo-
dos osares de desconfianza. Dotada da liabilidade de fa-
ser pie brilhasscm aos olhos dos bonicos as domadas
unvens da esperanca, t dar um valor tudo, sem dar
moslras disto, ella pautara, por assim dizrr, osuccesto;
e 111 11 -. 1 01110 mull. 1 do que como rainha. esgotou, para
melhor reduxir aFablo, e para mais oaguillioar, iodos
os artificios, todas as seducedes do galanteo, cujosse-
gredos mais alambicados possuia ella a fundo
Solevado no canto arrebatador dessa altiva screia,
ahaudonava-sc Fabio sem resistencia, ainda que com a
cousciencia do seu estado, essa crlente das paixoes
que o levavao de rojo as invsiveis regies do futuro,
tomparavu-se aos Viajantes, que arrasla o Niger, esse
iivstcrioso rio, cujo termo lie clesconhceido. Dude vao
clles? Ignoio-no. Adiantc de si lia talvez uina trra de
repouso, delicias; talvez una cachoena, prestes a cn-
guli-los.
Entretanto bavido Carolina e Fabio deixadn as pe-
dreiras e vollado casa daZiugara: neiihiim dos dous
eslava disposto a consultar de novo a sibylla do lugar,
inclinado a volar por ella : quem mata o sen boi no
Sertao, e especialmente os pequeos criadores, nao deve
pagar cousa alguma : be o alimento geral. Voto portau-
to favor da emenda, cui quanto nao for convencido do
contrario
OSr. presidente d para ordem do dia da sessao se-
guinte a inesnia de boje, e levanta a scsso. (Fri diias
horas.)
SESS0 EM 7 DE HAIO DE I8-5.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanli.
As 11 lloras da manbfia, o Sr. 1. secretarlo faz a cha-
mada, c verifica estarem presentes 24 Sis. deputados.
O Sr. presidente declara abcrla a sessao.
OSr. i." secrciarioU: a acia da sessao antecedente que
he opprovada.
(Sr, \." sccretai io menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
I.'ni oflieio do Sr. deputado Abren e Lima, partici-
pando relirar-sc para lora da provincia.A commissao
de poderes.
Um requerlmento de F.loy da Ctiulia Perera, Redin-
doodrferimrnto de oulro, que elle, e outros agriculto-
res havifio feito assembla na presente sessao, cm que
pedio a instauraeo da inspecffio do algodao.cxtincla o
ano passado.A commissao de commercio c agricul-
tura.
O Sr. Figueircdo :-- Sr. presidente, pedi a palavra pa-
ra aprrsentar o parecer da comnisso ('eclesistica, g
cercada pretenr.ao da irniaudiide do Sacramento da ma-
triz de S. Jos, que reqnereo a divisao dos bens do pa-
trimonio da irmandade do Sautissinio da matriz de San.
tu Antonio. A conimissao lotivoti-se inteiranienie nas
razoes ponderadas pela irmandade de Santo Antonio,por-
que as julgou iniiiio relevantes, sobreludo na parte, cm
(pie diz (leo).
Por todas estas razoes a commissao entendeo qne na
verdade a irmandade de S. Jos nao lem dircilo para
requerer a divisao, c portauto deo o sen parecer conce-
bido uestes termos :
ci A commissao de nogocios ecclesiasticos attendeo
mili sri lamente au reqiiia miento da irmandade do San-
lissimo Sacramento da matriz de S, Jos, na parle eiu
que requrr a esta assembla a divisao do patrimonio da
confiara do Santissimo Sacramento da matriz de S. An-
tonio ; e julgando mu attendiveis as razoes que contra
a pretendida divisao oltrrcco a esta illustre assem-
bla a irmandade do Santissimo Sacramento da pirini-
tiva matriz : lie de parecer que se iudelira a preleneao
da iriu. mil .ule de Santissiuiu Sacramento da matriz do
S. Jos.
Sala das commissoes da assembla legislativa provin-
cial 7 de malo de 1845.Fiqutircdo.Ferreira llaiirlo.
Lopes llama.
Adiado, por pedir a palavra o Sr. llego harros.
OSr. Alcanforado :Pedi a palavra para oU'errcer a
eoiisiili racau da assembla um projeclo, que cu e al-
guns nobres membros que o assignaio, entendemos
ser de utilidade publica ; esle projeclo lem por lim nu-
torisar o presidente para contratar o forurciinento das
carnes verdes nos diversos municipios da provincia, es-
labelecndii as COndfcdei que devem ler fugarnos mes-
inos cnii tratos cucos nobres iiiembros que O assign-
rfio, estamos cercos que elle lera de ser impugnado,
pela experiencia que temos do que succedeo o anuo pas-
sado tiesta casa ; acceilauios,porm,a discusso, c rescr-
vama-nos para, i|uando o projeclo miar em ordem do
dia o defenderuios como nos fr possivcl, e couber
em nossas (oreas. Temos a declarar quanto antes, ou
priinelremente, que nos nao pretendemos senfio susten-
tar a ideia, aprescutal-a na casa; aeccilamos, porin,
todas as emendas que tendereui a conseguir o lim : ro-
conhecemos a dilliculdade da materia, e as nossas pou-
cas lorcas e por isso pedimos casa que nos qurira aju-
dar ; porque o que pretendemos lie que o povo coma a
carne pelo mais barato prevo possivcl : o projeclo lie o
que vou ler, c ao qual V. Fx dar o deslino marcado
o regiment.
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
decreta :
Artigo Io Fica o presidente da provincia aulorisado
para contratar o forneciuieiilo diario das carnes verdes
nos diversos municipios desla provincia, dcbaixo das
comi ors srguintes :
1 O contrato para o forncciniento nao podera du-
rar menos de um auno, era exceder Ires.
2o Os contratadores sern obrigados a prestar San-
ea idnea.
3" A imposieo das multas, assim como a solueo
de lodas as duvidas que oceorrerein, sern decididas pe-
las respectivas cmaras inunicipaes, com recurso para o
presidente da provincia. Fsla declino ser execulada sem
outro algum recurso.
* l" Nenhum dos contratadores se pocler oppr
mulla, que lile for imposta, sem que primeiraniente de-
posite a sua importancia nos cofres da nuinicipalidade.
< j" Se dentro do prazo de 8 das, nao for recolhidn
a multa, quer della se recorra, quer nao, ilcar reseli-
do o contrato, eos eonlratadores-obrigados pagal-a
pelos meios judiciaes, sem quelite seja admitiidn qu.il-
quer reelamaeo.
! .' As multas serao impostas pelos liscaes, c quan-
do estes forem negligentes pelas enmaras ninnicipaes.
4 /. Ser regulado, nao sei o prt-90 da carne, como
o numero das rezes, segundo as eslaces de vero, e de
invern.
S 8. Fica o presidente aulorisado para estabeleccr,
110 contialo, as condlcoei relativas as inultas, c o modo
de substituirs faltas que houverem.
*i 0." Os conlraladores sero obligados a depositara
quautia, que for arbitrada no contrato para aproutpta
rrparacao das Taitas que houverem e, logo que esta
quautia for esgolada rlpclil-a, sob pena de se consi-
derar resclido o contrato, e clles inclusos cm urna mul-
ta, que n,r estipulada.
5 10. O contrato ser fe i lo separadamente para cada
municipio, e o presidente dar as instru (des.
Art. 2." Ficao revocadas todas as leisera contrario.
Paco da assembla legislativa provincial de Pernambuco,
D de malo de 1845. Alean/orado Lopes U ama Fi-
gueircdo --- F. J. Carneiro da L'imha Joaquim Jos da
Costa L. F. A. Valanho.- Ferreira Brrelo Lobo.
!N.io oi julgado objecto de delibrraco.
(Continuar-se-ha.)
c o r a e 1 o.
COXXESPONDENCIA DA (II.Mil: K PBOVINCIA.
Ccrto chimaiigo praieiro, cujo noinc nfio vem agora
a pi oposito, dizia aos seus pareciros, com ar de padre
mestre :- metts amigos, couvin repetir as nossas dou-
trinas tamas vezes, quanlas he preciso para fazer deco-
parar. De sbito suspende a rainha o passo estremecen-
do, e recua, como se vira anle si animal venenoso.
Rilo enxergallnada/ perguntou a Fabio.
Nada.
Os olhos do odio so perspica/es ; veis odiis me-
nos do cpie eu.
Fabio, ollndido, fitcu avista com toda a inlensida-
de, e distingui ao longo alguma cousa vermelha que
pareca mover-se na direceo deCastelvetrano.
Pois que! nfio adriiihafs que sfio Ingfezcs? dix-lbe
a rainha dominada de repente pelo ardor deslas pai-
xoes polticas. Tinha CU a certeza de que clles ajuma-
ran este ultrage aos outros. Sabis para onde vfio* Para
Castelvetrano, por me vlgiar-ui de mais perto, como
una criminosa. Ah! lanas alfrontas uo ter em lim
um termo.'! Fabio, Fabio, nao Iludis
que Cin vos lenho fundado.
Senlior.i, quamlo se le
deixar de ter o regiment,
A entrada de Honceviiio Carolina inetteo-se na lileira.
e parti acompanhada sdmente da sua guarda como li-
aba viudo, levando mais una sella no eoraro, nesse co-
;ao, cujo orgulho lanas r (fio crueis feridas liavia j
as esperanzas
m o coronel, nao se pode
rcecbido
Quando Fabio se vio so no lucio da alta herva de sru
deserto pateo, pareceo-lhe estar n'um vacuo, n'um pro-
fundo silencio, e que havia passado lem transfefio de
alciii deque nao a,tcnao mais encontrado, pois que ja urna luz brollante a una completa obscuridad?
andava caminuo de Maxura; paitrao pois alm lemj
T
(Conlinuar-se-haJ.


r

VITO
eonselho ilo tal vclhaco, e o qu
lembro aoa meus correliglono
Pcrnambucnnos, que no mclo
s tcem boa memoria, mas
so,
da
r.il-as, e bem sabem, que u
otitros multo mi : roplto, nao so importen! con. isso,
repolludo, o repolludo s emprc- pembro-ine
pro seguir ncsla parle:
rios, o a todos os bons
de nos vvein certa* To-
para tratar do assassi-
l dos .....nsiros : alerta alerta o. '"ta os aisassfnos !
r o nosso Mugue, nao Mo tfoixcmos o prascr
se O ousar derramar. aloi t.i.
A praia <]t
de o bi'bei
aldante de ordena CJaudino inicio Macha do.
S sso da junta de snele no quartel do CO
das armas ein 15 de malo do 1840, sondo >
G
Quartel do cnmmanih superior da guarda nacional do muni-
cipio do llecife, l~ de maio de 184!i.
omiKM mi da,
S. S.,oSr. cornele coinmaiulanlo superior,manda
publicar a dcclsao,, abaixo transcripta,d. i junta de sade
nascssodc 15 do crrente me/, para i ni precao das pia-
ras do l.ubalalhao, que se achao doentet 1, a qual assis-
tio o niosmo Illm. r. a fin de que so fin :ao as devidas
n.itas, o sejao chamados para osorvico o considerados
promptos, assim como, no dovido tompo, os que linda-
rom as dispensas que forao concedidas pal "a sen trata-
monto. Determina mal s S., que no da 18 do cr-
lente laca exercicio o 3. batallnio no |U| ;aichora do
costunio, que nesse da entre de semana n Sr. capitiio
'ia do
ominando
rsente o
Illm. Sr. coronel e coniinaudante superior da guarda
nacional do municipio do Iteoife.
I. batallio.
Primeira companhia.
Tenentc ajudante, Jos Martina doCouto \ ianna, oito
meses de liceuca.
N. Francisco da Silva /foa-Vista, incapai do servico
activo militar
,, Joao de Castro de Olivcira Guimaraos, incapaz do
sorviro militar.
.Jos l.uis (loiaco, incapaz do servico activo inili-
tai- *
Jos Cardoso Ajtos, incapaz do servido militar.
Joao Fernandos da Cruz, proiuplo.
Severino Mendos //arreto, seis meses do liecnca.
Joao de Santa llosa Mmiiz, incapaz do servico mi-
"tar. ,
>, Jorge Angelo Custodio, incapaz do servico niih-
tr. .
i I.aui ianno Jos da Costa, incapaz do servico mi-
Joao Ucriiardino de Sena, incapaz do servico nii-
Tuii Cardoso Monte Negro, incapaz do frrico
militar.
, Vicente Cardoso Ayres, incapaz do servico mi-
Htar. ,.
>. Francisco Vicente dos Santos, seis meses de li-
ecnca. ,,
Podro Aloxandrino de Siles dous mezes de li-
ecnca.
Segunda campanilla.
G. N. Joaqulm Francisco de Alm, incapaz do servico
militar.
,. Joao naplista Fragoso, seis mezes de liecnca.
I.ui/. Jos Nunes ue Castro, seis mozos de. llcenca.
,los.; Pcreira Cesar, incapaz do servico militar.
rcenlo Fortunato da Silva irinta dias de li-
ceuca.
2." sargento, Joan Pedro de Jess da Malla, incapaz do
servico militar. *
G. N. Jos Roberto da Silva, incapaz do servico mi-
litar.
>. Jos Juaquim de Modciros, sois inezes de liecnca.
Terceira rompanliia.
Capilo Mauoel Duartc Rodrigues, incapaz do servico
militar.
Alfcios Mauoel Milicho da Fonscea Hraga, incapaz do ser-
vico militar,
(abo Joao baplisla da Silva, incapaz do servico mi-
litar. ...
Antonio Tlioinaz liorges da ronceen, tunta das
do liecnca. '
0. N. Francisco Pedro das Cliagas, incapaz do servico
militar. i ,.
Viente Ferreira Alexaiidnno! tres mozos de li-
ecnca.
Joronymo Itodrigues de Voscpncellos, qualro me-
zes de liecnca.
Francisco Xavier de Maccdo seis ine/.es de li-
ecnca.
Apolinaiio Percha liaduon, qualro mezes de li-
ecnca.
Jos ArcangcloRodrigues, incapaz do servico mi-
litar.
Anlonio Joaijuiui de Farias incapaz do servico
militar.
Sebastian de Aquino Foneira, incapaz do servico
militar.
Mauoel Goncalvos.Viaiiiia, trifila (lias de liceuca.
Candido ilorgCS da-Fouseca, incapaz do servico
militar.
iManuclAlcxaiidrino do Mello e Albuqiicrquc, m-
capai (lo servico militar.
.. Jos Francisco Pcreira, trinta dias de liecnca.
u Mauoel Francisco de Jcsus Veras, seis mezes de
llcenca.
(luurdi companhia.
Cabo Candido Mureia da Costa dous mezes de li-
ceiira.
.. Mauoel Jos Ferreira, incapaz do servico militar.
Marianno Gomes da Silva,iucapaz do servico mi-
litar.
Antonio Cantillo da Costa, por ora contine no
servico.
Candido Francisco de Lima ,
dous mezes de li-
ceuca.
Antonio Cardoto de Quciroi Fonccca Jnior, capit
dantc de ordena de semana. _____
l> aju-
IIIAnlll HE IMillWlllilM,
Terca feira, nonio, chrgou o vapor S. Salvador este
porto, viudo do Norte, cujas provincias doi.xou nessa
|mz appareiile, que as de mais reina. No Maranliao ba-
via sido abcrla aasseiubla provincial no dia3 do cor-
rente.
CMME vO
Alfandeya.
Rcndiincntododla21.........ll:970^li3U
Uetcarrega hoje 23.
UrigueTn'ump/iantfmoreadnrias.
Patacho I irginiafarfolla.
Biigue~5tifUiliiioicadoiias.
brigue i 'io/iibacalh.io.
o correntc do Maranhao, ta*
Do prej
S. Salvador, copiamos o SCgUiUte :
Importacio. Pw da
Assucar branco......2,800
inaacsvado...... l.<0
Alfazoma rxa...... 2,400
Aleatrio sueco...... 11,000
rame de torro...... 20U
de lalo....... "r>''"
Bacalhao........ "u0"
Breu.......... '."" ,
Hlalas...........ao ha
liolaxa tina americana .... 2,ooo 2,200
l ale ou. case,......3,600 3JJ00 40 libra
- descascado .....3,200 3,200 arroba.
Su
prani.
2,000
2.000
2,500
12,000
240
(00
10.1X10
5,500
lo vapor
Por.
arrolla.
barril,
libra.
>
bai ril.

barril.
Cera nn volas......1,350 t,400 libra.
mi piio e grumo nao lia
Cha pcrola...... nao ha
Ilyssou ....
Chumbo oni grito ll .
om pasta.....
Enxadas do forro grandes 51
iioquonas 4 1...
Kstanno.......
Farinha de trigo americana.
da 'olgica,o diara
i francesa......
Fio de vola......
o de sapateiro ... 400
porrotc ... nao
Mantoiga Inglesar..... 58o
1,000
18,000
12,(i00
540
4:ki
13,000
500
1,800
18,500
13,000
900
400
500
14,000
G,000
15,000
600
500
ha
040
600
nao ha
'.100 920
1,000 1,100
nao lia
3,(00 4,000
quii.
libra,
barril.
400
libra.
libra,
i
Irasco,
botija.

libra.
un.
libra.
pe.
arrolla
francesa
Macas sorlidas ....
Oleo de linhaca cm cascos
ein botijas ....
Passas de Lisboa ....
dellespanha...... 3,000 4,000 cain.
Papel de peso....... 3.000 3,300 resma.
i almajo primeira surte .. 3,000 4,000
segunda c lo re ei r.i surte 3,000 3,200
francs branco 2,800 3.000
florete...... 1,400 1,000
Pimenla da India...... 180 200
Plvora.........550 (00
Queijos llaiiipiigns ..... 900
Rape priueeza de Lisboa 3,500 3,800
i> do Pornanib. e oiilras pr. 500 1,000
Sabao Ingles oameric. .amarello. 505 510
) liospauhol e francez,raucos. 180 190
Sal de l'ortuga....... '"' aiqueire
r.spoi macote ein velas ainercicanas (iOO ill libra.
de comp. francesa e de Lisboa oo
Taboado de Flandrcs .... 05 70
Toucinho do Lisboa .... 5.500 7,000
. de Santos....... 2.000 2,200
Tabaco de niaependiin .... 2,000 4,000
Vinagre......... 45,ooo 5o,o()o pipa.
Vi.il.o tinto........100, 110.000
de Lisboa.......105, 110,000
branco dito ...... 105, 110,1100
Unto de Marcelha .... 100,000
.. branco dito......90, 95,000
tinto de Barcelona 92, 05,000 >
braiico dito......80, 88,000
Muscatel engarrafado... 4 000 4.200 duzia.
Clianipagnc dito .... I5.IKM I7.1HKI u
de cidra dito......5,4000 5,800
JTa-porforo. /'rero da piuca.
Algodao 1." qualidade.....4.200 4.500
de Sorra.......3,4;'iO 3,800
Ago'ardente da torra.....40,000 44,000
Arroz de vapor.......1,000
de outras fabricas .... 1,400 1,500
Azcite de carrapalo..... 320 340
de gerzolini......1,000 1,10(1
.. deandiroba...... 200 24o
Couros salgados da leira 110 115
Farlnha do mandioca .... 000 (40
. d'agoa........ i,ooo 1,050
Foijao da torra....... 2,000 2,200
*-. .lito *1 'lilit
Por.
arroba.

pipa
arroba

qiiart
libra,
alq.
i.iiiiiini
Grudc de pcixc libra .
uilho......
M, II, I, MU III.....
Panno do algodao, largo
>i estrello
Sal (paneiro) .
Vaquetas
Sobre Londres
i Portugal
CAM
25 subiiido
120
3,200 3.300
. (00 800
. 1,050 1,100
. 1,000 1,200
. 22,000 24,000
. 20,000 22,000
. 190 1110
. 1,450 1,500
IOS.
l'lt.VT.V compra
Posos brasileiros 98
ai i,,I,.
alq.
rolo.
alq".
mu
venda
a 100
a 100
Franca 300 por franco j Ditos mexicanos 99
Rio de Janeiro 6 p. c. dic. {Dito bespanhoes 102 a K
Premio de letiras por mes 1 Piala iiiiuda 8ll a 85.
c lucio a 2 por cont. I (.obre 3 a 4 por cont.
Transarroes de pequea monta.
Ouro Moedas de 0,400......10,000
Ditas do 4,800......9000
(linas despalilllas......
Ditas mexicanas, ....*.. 29,500
Soberanos.........8,000
10,500
0,500
31,000
30,000
9,000
IMPORTACAO.
IViuiiui'iantf, brigue portugus,viudo de Lisboa, en-
trado no correntc mes, consignado ri Mendos S Olivcira
iiianif'cstou o soguinle.
8 (lipas vinho, 5 ditas vinagre, 3 ditas azeilo, c2
eaixas rap ; a Tliomaz de Aqiuuu Fonceca.
97 pipas, 141 barril c 1 cauta vinho, 35 pipas vina-
gre, 107 han cas l'arollos, 20 liareis carnes, 10 ditos
selle, 10 caixaS WUCiuboS, 1 lata ignora-so ; a Mondes
Oliveir.
1 barril vinho a Joao Mouroira Marques,
8 eaixas anuixas, 223 saccas foijao, 25 pipas vinho,
10 barr ateite, 10 ditos carnes, 0 eaixas toucinho, 25
barril e i nuartolas vinho a Sitiero Mauoel dos
Res. ,
1 dita vinho, e 1 dila chapeos ; a l'olicarpo .lose
f.aue.
1 barril carnes ; a Joao Jos de Carvalho Muraos.
10 pipas vinho, 5 ditas vinagre, 1 caixa livros, 1
porfiio de cebollas, 1 oiubriilho ignora-so ; a Francisco
Severiauno llalli -lio.
12 chapeos ; a Luis Antonio de Siqueira.
1 caixa vidios, S voliinics droga* ; a Wcitcli Bravo
&. C.
28 pedias de cantarla ; a Jos Porcira da (Jimba.
3 eaixas vinho ; a Ignacio Jos de Coulo. > ,.
1 dila mercurio ; a Jos Antonio /,'aslos.
10 barr* viubo ; a Francisco Cosiuhero.
(i pipas cOObarrs vinho ; 4. Manuel do Nasciuiciito
Pe rora.
2 pipas vinho ; a Jos Porcira.
3 Larris e 1 caixa vluao, 1 barril carnes; a Jos
Gonjalves da Koiilc.
(5 barrls carnes ; a Manuel Goncalves da Silva.
3 volumes drogas ; a Domingos da Silva Teixcira.
2 eaixas drogas ; a Jos MaTia Furtado Pires.
2 barricas leguuies ; a Pedro Alexaudre Gomes.
1 barril carnes a Joao Elias Ifaplisia da silva.
1 ceudccca iguora-se ; a (andino Agoslinho de
Barros. .
7 volumes drogas ; a Vicente Jos de rito.
2 barrls vinho, 2 ditos aseite, 2 ditos carnes ; a Joao
Goncalves da Silva.
l'caixa Iguora-se ; a Joao de Siqurira Fcrruo.
1 dila ignora-so a Isidoro Luizde Souza Monteiro.
2 latas ignora-se e 0 barrls carnes a bernardo de
Olivcira Mello .
2 eaixas ignora-se ; a Antonio Jos de Olivcira Draga.
1 dita ignora-se ; a Cintra.
I 1 nilii iillio ignora-se ; a Silva & Fragoso.
1 dito iguora-sc ; a Francisco Gomes de Oli-
vcira.
1 dilo ignora-se ; a U. F. de A. & Castro.
1 barril ignora-se au barau de llaniaiac.
2 dllof, 1 caixa o 2 latas ignora-so, 1 lardo capaxos,
3 barrls pelxe, 1 fardo penetral, mu barril vinho, una
barrica pendras; a ordem.
Viola, bligue Ingles.vlado de Tena-Nova, entrado
110 cociente mes consignado a James Crablree S C. 111a-
nlfeatou o seguinlc.
1,800 barricas bacalhao ; a James Crabtrec & C.
I iiijnifi, palacho amoricanu.viudo do ilaltimore, en-
trado no correte me/., consignado a L. G. Ferreira 6t
0. iiiaiiil'osl'ouo seguinlc.
150 barrls inanteiga de porco, 1,120 barricas fariuha
do trigo o 120 Hielas ditas de dila a L. G. Ferreira
S c.
;.( iiiicnlo (lo Torio.
fiavioi mirados no dia 20.
Sania Calharina ; 24 dias, brigue brasileo Sagitario, de
251 tonelada-,o.ipU. 10 Luis Gomes de Fiyuciicdo, cqui-
pagoui 10, carga farlnha de mandioca; a Anlonio
Francisco dos Sanios //raga.
Assii ; ludias, brigue nacional Saudade i Santos, de 205
toneladas, capilao Antonio Peixolo (iuiuiai.ies, cqul-
pagom 14, carga sal o palha ; ao capilao.
Para, Maranhfio, Ciar, lila (raudo do Norte eParaby-
ba; 13 dias e 18 horas, lia/.onilo II horas do ultimo
porto, vapor nacional A'. Salvador, de loo tonel idas,
comiiiaiidanloo 2." lente Anlonio Carlos de Ascrrdo
Coiitinho, equipagoui .'"_ ; a Joaquini Kaplllta .Mu-
Edteles.
Jurme Gerardo Mara Lumachi de Melle, esrrirao, terciada
de inspector,da alfnndega de f'ernambitco por S. M. I. e C.
que Heos guarde, etc.
Faro saber que no dia 23 do correntc, ao meio dia, so
hiio de arrematar ein liasla publica, na porta i\a mesilla,
36cadciras de Jacaranda 110 valor do 'Ift rs. cada urna,
impugnadas polo guarda Antonio Fraiuoiseo \avior, no
despacho pur factura do Mondos 8 Olivcira sob 11. 4512,
sondo a arremataran subjeita aoi dlrcitos. Alfandeaa,2l
de maio do 1845iacomr Gerardo Minia l.umacl de Meta.
O Illm. Sr. inspector da lliesoiiiaria das ronda,
provinciacs manda lser publico, que, om cumpri-
Menlo da ordoiu do I'.mh. Sr. presidente da provincia do
18 do passado, ir a piara lioje 23 do maio curenle
.10 nieiii dia, peanlo a mesilla ihesoiiiai ia paia ser
arreiuaiado a quem por monos lizor o acabaiiionto das
obras da capella unir da malri/.'d.i villa do /Auiilo or-
eadas lia qiiautia do dous eolitos do iris, dcveudu as
obras sor exociiladas 00111011110 as clausulas < speciaes
publicadas 0111 o 11. 48 o oulios roslo Diario.
Os licitantes,devulaiiionto habilitados,comparern no
dia, hora e lugar indicados, eom as sitas propostas l'or-
malisadas segundo u regulamonln de II do jitlho de
1843.
Secretaria da ihesouraria, Sc. ^>
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria das rondas
provinciacs manda fases publico, (|iio, ein oiiuipri-
uiento da ordem do Kxm. Presidente da provincia de
29 do Abril p. p., ir a praca 110 dia 20 do correte au
meio dia, peanlo osla lliesotirai ia a empresa dos Ira-
balhos o obras do 13." lauco da estrada da Victoria or-
eados na qiiaulia do r 1i! .s-221 reis sob as clausulas
espoliaos publicadas Pin o 11. 100 e millos d oslo Dim in.
Os licitantes devldamentc habilitados devorad com-
parecer no da hora o lugar indicados munidos das
competentes propostas conforme o regulamento do
11 de .lulo, 1 de 1845.Secrciciia da thcsourarlaaadas
rondas provinciacs, &c.
L)ei laragocs.
Pelo lycuo dcsla cidado se fas publico, que,leudo or-
denado 1, i-'.xui. Sr. presidente da provincia, que soja
posta a concurso a cadena de priiuoiras ledras drsta
cidado, vaga pola jubilarao do proIVssor UailOCl Antonio
AlontPiro do Andiado.ira dita cadeiraa roucuiso da data
dcslc a 4(1 dias : os candidatos, que a referida cadeira so
HUi/ii.111 oppr, liabilili 111-se nos ternios da le.
Secretaria do lyceo 23 de maio do 1845. O secretario
Joiio focando da Silva Guimaraes.
I O arsenal de guerra compra IWxcS lloreos do
Ierro para lonois: quein os livor aprsenle snas propos-
las om carta fechada at o dia 21 do correntc ueita direc-
tora. Arsenal de guerra 21 de maio do 1845.
No impedimento do escripturario
Julio Ricardo da Silva,
Kxisieni na adniinistraciio, do crrelo carias se-
guras para os Senhorc Anlonio Jorge nibeli'o do tirito,
.loaquini llornaido de l'igiieredo.
TIII-VIIIO PUBLICO.
Dominga 25 do correal*.
Fui beneficio de Joiiu Tosclli, suliii scena o s
guiute divorlinieiilo.
A iulrodueoao da
NORMA.
eom es seus competentes euros.
A comedia cm 2 actos,
l'iuispino, 1 Vici mi.
A Alarseiltaitc,
coin os seus ros ein francs.
U teredo porlugiiez eom coros,
O Galujo, ou a ttnlinclla atacada.
O major do di 1 A sonliuoll.i A vi Illa suida.
A orchestra sera augmentada, c di rgida por Mr. Gros-
didier.
Principiar as horas do costume,
\. ti. Os bilhetes se aehao a venda na loja do Sr. l.o-
dv, c no da docspetaculo notlicalro: onde auoute
distribuirn lolhclius da iulroduceo da norma cm pnr-
liigiu .
nimos iiiaiitinius.
I^= a barca francesa flia, capitiio lloucher, sai Infa-
liveluiolitc no dia 8 de jiinho; recebe alguiua carga a
lile o passageiios: os niclcudcules pdcill dlrigir-scao
cscrltoprio dos consignatarios Lonolr Pugcl l i,. (4
3 O palacho S. Jos Americano, capilao Jos Anto-
nio Malozinlio, sai improtcrivi Inieiite para o llio d
Janeiro al o lint da prsenle semana : para passagoi-
roi o esclavos afreto, liala-se cun Gaudiuo Agostiubo
de /.'anos, praciiilia do Culpo Santo, U. 06. 5
4-- Prolcudc-sc frutar un barco de pequeo lulo,
para ir ao Para: quein coiiviereite negocio, dirija-se
casa dos Sis. J. Kcllcr S C., rua da Cruz 11. 18, onde
se diia eom quein se trata. "
3- Vende-sel sumaca Soa-V'tagem que m scha
sncorada'derronlc da lanpa do Coilegio ; a tiatur a
bordo eom o leu proprielario, 3
2 Para Macelo senuu em poneos dias a luna
Pensamtntolelit, cupilao Anlonio da Silveua Maciel
Junor ; recebo carga por Iruies cointnodos assim co-
m*o passageifos puta o que lem mullo asseltdus
coiinnudos ; a Helar eom Francisco Altes da Cuaba, na
rua do Vinal 1,1 n 11, ou coin o capitn. B
2 Pera o Rio de Janeiro o I i-ue nacional Miner-
va saiconi bietidadc e recebe algunia carga pes-
sageiros e cscravos a frele : quein pitlencr, enlenda-
so coui u'seu coiisignalaiio Manuel Ignacio de Oliveire ,
01 (Ua do Apollo n 1S. 5
I Pura o Assii, coin e-cala pelos Touros est a sa-
bir o brigue escuna Jlenriquela quein qui/er ane-
gar, ou ir di pussageui uinja-se ao capilao ou a
Novaos )' Companhia na rua do trapiche o. 34, M-
gundu andar. 5
leos do escriplorio cuino soj.o oarleiras, mesas Sc, e
inultos objectos uteis, assim como umcarrluho de dual
rodas eom os perlencrs, cacillos earrcios: lorca-fcira
27 do curente, as 10 lincas d 1 111 ulia, na casa da iosi-
deucia do dito Illm. Sr., rua do Apollo. (23
2 o 1 ni reine Olivcira contiuuari sen Lilao de mo-
billa, viuda iln Porto, o prximamente despachada,
buje 23 do correntc, as lo lunas da maulliia, na ca-
sa do Kxm. senador Minoel de Carvalho, ua rua do
Aoioriin. u
l visos diversos.
LOTERA DI--N. s. DO LIVRAMENTO.
l^=Pagao-se os bilhetrsproiuiados di segunda parti-
da segunda nova lotera do Lirramento nos dias 23 e 24
do correntc mes, ua rila dos Martyrius sobrado n. l.
prlmeiro andar, das 0 as 2 di tarde; o contina o p Ign-
llienlo lias ipiai las o s.ibbulos lia ro do l.i\ ranieiitu
botica 11. 22
lOll.liU DO Gl ADI.l PF.
l=Si-.i oxlr.iro dos billieles d'ost.i lotoria liic eouio
lem sido osles das, as rod is devein correr impreleri-
voliuenlo nos prliueii os dias do IIH'S \ iinlouio. [4
:,'f > !
: -
Kst ,1 venda o 11. 17 ni liviana da pi.na da Indepen-
dencia lis. ti c S.
( NA/iVRKNO N. 00
oslara .1 renda au meio d 1 nos lugares do cos-
tlllllO.
0 ISI'F.I.IIO N.3
est a venda nos lugares do costume.
m
Cautellas conlra as falsl-g
fcacoes.
Le 1 loes.
cnsul de S. U. F., ti-ndo do relirar-
&i ConsUndo a medro fe c. que em ai-
B puntas lujas dostn cidodo so ronde un rap
(M eom n falsa doiioiuiiac^ln du IIAPK UlBan
PliKTA o coin astuciosa imilaco, nao 8(i
: dos lilos rtulos e sollos dt- sua l'alinca ^
H como ilo propria uomc flus annunciuiilet, la- ^?
B /om sciento aos seus Ireguezes o ao pu- .
& c dos seus iliroilos lodos os lilos i- meios S"
boles ilo son rapo levlo por CXtCllSO a liniia ;$(
-^ dos nnnunciantcs biediion feo.; c rogflo n
H sous freguemos nflo confundo sua lirma 01 un jfi
Bosnomesde MourUod C ilulhom c <:. &c. B
Hgcve., inventados para Iludir ao publico por ag
'^ cslo meio, digno de sous auctores. Por lan- ^>.
"< lo 1111-1 Uiiioi* outro rap que so aprsente de- i
S baixo ila ilnnoininaoodeRAI'i: ARP.A PRKTA >
lio una ralsilieaco dosprwqclos dn fabrica ^?
de hedron & c. inventlos, e nicos;
proprictarlos das fabricas do ItvPF. REA
-2; PRKTA tanto no Rio de Janeiro, como na ;
^ Haba, e ncsla Provincia, o roglo aos Sis.
ES compradores e coin especialidade os ilo &
S interior ''a Provincia pata onde consta aos ^
^ tuinuncianlcs terem-se l'eito grandes
ffl bus se acautellcm contra o frautl
ffinilotrocilo, o nem so respnn>aliiliso pola ^.
iiuaiidadc dos bolos, que nao toobAo a sua
g firma : o prceo lio de 11000 ris a libra, e j>;
nao so vende monos Je "> libras.
IMlUUO^ & C.
I
m
mwMm''
Prculsa-se do dous caixeiros para venda : quem se
aehar as eircunisl lucias, dirija-SC a rua de Sania Hita,
.10 pe ila riboir.i II. I, a tratar na inosma, 00111 Joaipiini
Ferreira Pinti.....1 Antonio Ferreira Machado.
, liona-so .10 Sr. \. I! COlll venda na l.ingorla,
queira se cohibir de continuar a matar gatos dos vlsl-
llhos, puis j.i l'allo sois,o o llltl.....anda ousou doilal-o
inorlo lia pnrla do dono para ser inaior o seu alrevi-
meiito; pudo-so ensillar de outro mod......as por ein-
quantu so avisa, para que depols nflo so queixe, e ipuito
mais colisas se poderio diior ,1 respcllo do sen modo
de proceder, csuas sucias que fax; o que,ic nao tlyer
eiuond.i.lioar.i para oulia occasiau. I in ofendido.
I o nbaixo asslgnado Qis iciente ao publico, c prin-
cipalmente a todos as pessoas coin quem tciu trausacOes,
que.por motivos, despedlo do son caixeiro, Francisco
Custodio Sainpaio, lito no dia 21 do maio do corrento
anuo; nao so lespousabilis.iudo por Iransaccao alguina
(ila pelo mesino, depols do da que o despedlo, Jos
Dias ita Silva. ("
o abaixo asslgnado previne ao publico, que mu-
gue 111 negocio coin Francisca Paula Sautos, tllha do
fallecido Flllppc Alexaudre, um sitio no Ariaial, ua
estrada uno val liara o .Monteiro, pois que ella Ihc he de-
i-edoro da quaulia de 13,080 rs., al o dia S de malo
d.-IS."i, e esto ilinhoiio esta viniendo premio do dous
por centu ao mes, pois o dito tem um crdito delta eom
toda a legalidades c para (pie pinguew so chame a igno-
radoia fas oslo auniiuoiu. I.uz Candido Ferreira.
1 Aluga-se, a lima pessoa capaz, urna sala eom um
(liarlo, o ion corredor, eom sabida iiidcpcndenle da ca-
: na rua di Mutris da Poa-\ isla, esquina que volla
para a rua da (loria 11. (S. 4
I l.nsiian-si' meninas Clll liuloquanlo dis rospeilo
prinieiras Ultras, a coser, bordar, malear, l'azer la-
varlnto, toucas de meninos, por un nos do que ein ou-
Ira parle, 00111 lelo o aclividade : na 1 ua da Malris d.i
lioa-visla, esquina que volta para a rua da (lona ; na
mesilla easa coseui-SC camisas o costuras de allaiale. la-
iein-se toncas ricas e singelas para baptisado, burdao-se
oberturas de camisas, C lascill-IC bonicas de panno, de
lodo o tamaito, bem (ellas, por barato proco.
I Prccisa-sc alugar una puta lona, mi captiva
liara comprar na 1111 o vender doce o bolinbos, dndo-
se o suiteuto o 320 rs. por cada dia; na rua da Malris da
boa-vista n. (8. ('*
Aluga-se o sobradadlo 11. loo da rua Imperial; de-
limite do niesino 11. 1117.
Roga-se au Sr, que lirou.de cima do una comiuoda,
um nnellao que eslava Junto coin dous mais pequeos,
domingo 22 do crreme, no casa que nao Ignora [no Riv
i; hala do o mandar entregar; do contraria passara
polo desgoslo de ver son nonio publicado por esta folha ;
cumentos para seren contemplados.
2=Dao-sc diucutos mil rls a juros, sobre penhores
de ouro, 011 piala : c tambeill se llao cm pequeasqiian-
lias ; 11a rua das Gruzes n. 34, se dlrl quem os na. ,..
11=M. S, Mawson, cirurgiao dentista, ha qualro an-
uos e meio rslabelocido nestt cidado, continua a pres-
lar-sc co.u desvelo a todas as operaci.es de SUS arle, e
de novo se otloroce ao respeltavel publico 00.11 um boni
soninieniu do dea te. do ultimo gosto: as pessoas que
delabro de bronse do" 7 luios O0111 mangas, dillerenles
galauOtrias, mesa chines, jogos de voliarclc c de ga-
iiuio, lindos vasos do porcelana do SeVres COlll llores ar-
lilieiaes, o oulrossoiii ellas, camas de varias qualidadcs,
liemos, giiarda-roupas, coiumodaa; secretarias, toille-
les, espclbos, oseadas de cama, cabidos, lavatorios cm-
plelos, loucadores, mesas de cabicoira, dilas de janiar
elsticas, aparador, cadeias americanas, um louceiro
liquissimo o grande, porcelana lina, c.y.taos, I0u5.de ,01 tinienlu do acule. ^^Jj^yT==K
m si ana, apparelhos para cita e calo do u.elboc oslo, desejao utMisma 00 se,. ... "' u "a>' 1ucu,al 7
quadio dos eluore amores, jogo dcbagaicila, per-|cm .uareiidenciarualimB.S, seguiMlo auaar.
ILFGIVEL
-


A
limosas Srs. Joaquim do Aquino Fu
galops c Angelo Custodio dos bant
Uojo, 33 do correnln as 4 horas da tarde na
praca de l)r. Juii do Cltel di primeira vara nn ru.i
Jiova su hunde arrematar 7 escravos sendo 5 pequ
nos de 'i a 10 annos.
Portarlo 5 eofeitei deeintelro de menino inclu-
sivo um Oga tuda du ooro ; tuda leito a moderno : a
qoem for offerecido para comprar, ouemp*n->ar. quai-l ? '
ra apprchender e levar o loja de ourites no lar*o d *
N S. do Terco por baixo do sobrado n 16 que e
dar nielado de seu valur em diobeiro a se millar for,
se promollo segredo de'uaixo do palavra de h"nra
OfTereca-le urna niulhrr paia o servico interno dr
una casa de pouca ramilla ; a qual engoiuma com por-
eiclo cosinha e da Bador a sua conducta ; quem a
pretender dirija-se a ra da Sentada Nova, sobiado d
esquina de um andar u. 89.
(Joi'iii precisar de um rapaz para caixeiro de ru,
ou outro qualquer estabclccimoiito oqual d fiadora
aua conducta dirija-se a praca da Roa-vista n. 0.
Fax-se toda oliia pertencente a padre com to-
da a perfeicao por proco coininodo como so l< na cidado de Olinda : quem pretender dirija-se a ra
Direita n 90.
Aluga-se a loja do sobrado da ra do Nogueira
n. 16 ; a trotar na ra da Crol n. 0, primeiro andar.
Pergunta-se ao Sr. Jos da Fonseca o Silva com
quo direito quer prohibir venda do sitio da estrada du
lielcm ; se ha pela hyuothcca bem abe que Dio se
podia passar o papel de venda lem primeiro se levan-
tardita hypollrca ; e te be para oulra qualqucr cou-
sa queira declarar para se saber
= Antonio Jos Bandeira a Mello, tendo obrigaees
a eumprir t schaodo-se com maiol de as satisfa/.er .
auxiliado pela Divina Providencie, valeo-au de una
industria que de alguma forma lliu nao eia obscura ,
a ideia, e inesmo pela pratica u conliecimento do objec-
to lia miis de 86 aunes e agora realzando esta pra-
tica teui manipulado UDl rap qno o u.csiiio annun-
ciante deixa de Ule la.-er um sulemno elogio para que.
i. 11 i .i .1 > najusticados bous rapelisUs, e principalmen-
te os de rap do Lisboa Ihe deeni a bem justa o me-
recida honra : este raptem urna cor bastante escura ,
excedente aroma e bom paladar : acba-se a venda na
bem eunhecida loja do Bandeira Jnior, na ra do Ca-
bula delronteda matiiz de S. Antonio, o dos pres-
Fonseca com loja de
itos com loja de ce-
ra, ambos na inusma ra ; o l'aiva propriotario do
botequim ebilbar junto ao tbeatro vellio ; a 18110 rs.
a libra c a 211 rs. a oitava.
I'rccisa-se de um caixeiro para a venda Lelo
de Ouro sita na ruado Hospicio, junto ao quartel ,
de idade de t. at 18 annos.
1 Jnao Uomingues Ruivn relira-so para o provin-
cia do Para, levando em sua companhia sua senbora e
dous futios menores. 3
J Da-se dinhuiroa premio sobre penhores de ou-
ro ou prata ; na ruaestreita do Rosario n. 30, segn
do Andar. 3
1 o profano! publico de primeiras lottras de Fra-
de-Portas precisa alugar nina casa terrea ou um
primeiro andar quo tenha sala sullionle para montar
a aula: a quem convier, eolettda-ie com o iiicsmo ou
annuncic. 5
1 Precisa-so de um Ibrnelro para lia desta praca ;
na ra largado Rosario n. '.). x
1 Aluga-se urna ama du leito preferindo-sc cap-
tiva ; na ra Augusta casa nova junto a oulra do so-
tan sem numero. 3
t Pcrdeo-so urna caixa de prata, obra do Porto,
com a (irma U. T. C. sendo estas lellras juntas ; a
pessoa, quo aaeh>u, qucrvndo reslituil-a dirija-se
a la da Cadeia do Recife por olma da loja de cambio
n. H. que recebera o adiado. 5
I Da-sc dinbeiro a juros com pcohoris do ouro.
mesmoem pequeas quantias; na ra d'> ltangel u, 3 .
iriniciro andar. 3
tAluga-se o grande sitio e casa da ra do Sobo
n 33 ; a tratar com Jos Uendcs de Fiel tas, na ra do
Crespo n. i). 3
1_ precisase alugar um sitio pequeo, quo tenha
boa casa na estrada do Mondego al a Estancia ou
cu ta Passagem da Magdalena: quem liver unnuncie.
2 Piecisa-se de dous oliieiucs du choruteiros ; na
ra direita n. i 17. '-
iNa ra deAgoai Verdes n. ifi ha pessoa gil,
que ioeocarrega de tirar passaportei para deutio a
fura do imperio eolaipor um proco commodo, en-
carregando-se de dar lodosos pasaos necessarios e bem
assim para o despacho de escravos ; tambem se cucar-
rega de cobrarlas de dividas dentro da praca e d/i (a
dor idneo a suaresponsabi'idadc. 7
2 Toma-so roupa para lavar e engommar com
promptidao o uaseo ; quem a tiver nnnuncio para ser
procurado. o
i Agencia de passapertes e despachos martimos
Na ra doVigarioo. 14, primeiro andar, Itrio-se
passapoitcs despach&O-se embarcacOes esclavos, e
lodo c qualquer despacho martimo ludo com brevi-
dade e por preco multo commodo. 5
Jgencia de passapurtts.
2 Na ra do Rangel n. 34. "-2
2O S. Luis Aolonio Jos Dias (iuimaracs teoha
a bondade de procurar urna carta que Ihe interessa ,
no Forte do-Maltos roa do Codorniz n. U.
2 Precisa-se de urna mulhertie bons coslumrs para
ama de urna casa da pequea ramilla, que saiba bem
eogommai ; cni Fra-de-Porlas ra do Pilar n. iJ ,
primeiro andar. 4
3 o Sr J. R P qnrira lera bondade de ir ajus-
tar suas sontos a pegar o que devo dentro do praso de
oito dias visto que, ha -'i para 5 annos, ja he baslanle
lempo, e do contrario se publicar o seu nomo mal
extenso para o publico couheccl-o melhor ; na ra No-
va n. 65. C
3As pessoas, que tiverem penhores de ouro, prata
e panno, na venda da ma da Roda n. 48, queirao ir
tiral-os no prsso de 8 dias e nao cuinparccendo per-
derlo todo o direito que tiverem.
3 Arrenda-se una olaria atraz do recudimiento da
Gloiia ; a Tallar ao Dr. Percira, na ra do Uargcl n.
20 primeiro andar. 3
3 Precisa-se de um trabalhador do mssseira ; na
padaria delronte do rea! das Cinco-Pontas; da-se bom
ordenado.
3 LOTERA DO.SEMINAI'.IO.
Faz-se scicnteao respeitavel publico queja se cha
inulto adianlada a venda dos bilhclcs da lotera do Se-
minario e que breve se annuntiara o da imprcleri-
vel do andamento das rodas advirlindo-se que esta
lotera ainda nao dcixou de correr em o da marcado.
dos pintada e calada de novo ; e o sogundo andar do
n .lirado da roa larga d" Rosario defrontn do Sr. Ilar-
Ihnlomao ". a Irularn" Atterr>>da Un vista n. 41.
i Francisco de Amonio Lima, pretende vender o
seu sobrado da ra do Caldeirelro n. JS a pessoa, que
se ini.' ii com direito no dito sobrado, publique por esta
lia. 4
O engracado menino, que costunia a tirar do seu
lUgari o que nao Ihe pcrlCIICf, P lie nioiador lio aterro
il i Boa-vista ; pede se-llie, que mande ou leve a arara,
que tirn na ra daBSda n. i>, no praso de 3 dias, se-
nao ver.-'i o sen nonie no lliarin, r se proceder com todo
n rigor da lei, pois devo conliecer, que lie caixeiro.
dar vender dose dusias de camisas dchomem fritas
moda, varias calcas e coletos, tuna mesa de iiiogoo de so-
la, e urna porco de prata de lei manufacturada em
Lisboa, dous relogios, um alnete do pcito de ouro a
alguna macos dmelas de linha do I'oito; mdo pata
liquidar. fS
LOTERA do c.uadklupe.
Como fuialinentc acabasse de correr a loleria de NoS-
sa Seuhora do Livrauento, correr agora adeCuadelu-
pe, culos blhetea continuSo a estar venda as tojas
anniiueiadas, e na toja do Sr. Jos de Mcnczcs Junior,
ma do Collegio.
&
Compras.
5 Compriic-se quarlolas e Larris vasios ; na ra
Direita n. I.
4 CompraSaIO, para urna er.commenda, ecravos
de ambos os sexos at o0 ann.is de idado agradando
gaga6-se bem ; na ra estrellado Rosario n. 31 pri-
meiro andar. *
-'Compre-seurna esersva de na(o, que seiba per-
fcitaeote oogommar sendo de bonita figura ; em
Fra-de-Portsa ruado Pilar n. 148, primeiro andar.
Comprase nina oscrava que aeja boa cosinhei-
r.i, e quu nao tenha virios nem molestias ; na ra da
Cadeia Velt.a armasem n. 12, ou annuncio para ser
procurada. *
I Compra-so papel para euvbrulho sendo diario
de formato grande ; no Kecife, padaiia na trayessa da
Madre de Dos n. 11 ; na Roa-vista, praca da S. Cruz,
padaria junio ensobrado n. i. *
Compro-se duas rotulas que eslejo em bom
uso ; na praca da Independencia, loja n. 3.
Vendas.
Na estribarla da ra da Florentina reeolhetn-
ac cavalloa de trato diario e nu-nsalmento ,
*I?sendo diario a S00 rs. o mensalmcnle a vio-
le mil rs. *
10Aluga-ae urna cxcellente cosa na ra do Seve
n. 14, perto do Collegio S. Antonio, aonde se acbau
aa chavea ; a tratar na ra largado Rosarlo n. 48. {>
4 Aluga-se urna casa terrea na tua do Conceicao
da lloa-Yisla (1com cacimba lem baalanles cumuio-
MCI INTERESANTE AVISO
principalmente a class$ do Srs. lavradores.
1Vende-so na loja de J (lardoso Ayres, na ruada
Cndeia di Recite urna obra publicada no Rio de Ja-
neiro em 1813, intitulada Diccionario dt Medicina
Copular em que se descrevem en llogoagem accom-
modada a inlellgencia das ucsaoas etranhas a arle de
curar; os signaos, as causas, e o ratamente de todaa
as molestias tanto das quo all-vto sos brancos, como
das quo s ac.'inmettem os pretos ; os soccorroa que
se dovem prestar nos accidentes gravea, o sbitos co-
mo tos afogados as pliyxiados fulininados de ralos ,
Nc. cc. ; o rneiode descobrir a lalsilicacao do vinho,
i- dos alimentos ; a proparacao dos remedios caseiroa ;
as plantas ulels e venenosas, {fe. i pelo Dr. Cherno-
vls. Dous volumos em qusrto, contundo 9-0 paginas;
proco 10/OOrs. em brochura, e 12/000 rs. encardena-
dos lo
8 ATTENg.VO!
Vende-se a 140 e lliu rs. o covade de chita di-
tas linas escuras a 220 rs. o covado chila a 1'iU rs. o
covado madapolo a 150 o 180 ra. a vara ditos fi-
nos a 200, 2U e ViO rs. pannos linos pretos e azues a
2500 rs. o covado de urna linda vista, servindo o pti-
meiio para pannos de preUs o o segundo para farda-
iiienlo de pagem malos chales de cassa de quadrus a
.'iti rs. coi tes do laotioba do bonitos padroes a 3200
rs. du 15 covados algodao trancado azul mosclado a
240 is. o covado zuartu azul de vara de largura a 260
rs o covado minio boa larenda para pretos, lencos do
cassa pintada a lCti rs. algodao liso do minio boa
qualidade a 160 rs a vara dito americano largo a 22l
is. a vara inuito encorpado casimias de quadros de
bom gesto para calcas a 1200 rs. o covado castores,
ou riscados trancados de quadros a 240 rs. o covado de
mullo bom gosto para calcas pecas do bretanha de
rulo a 1800ri. ditas de madapolo a'L80"e 3400 rs. ,
ditos linos a 4/, 4200e4600 rs. apeca, madrasta fino a
S/e tOO a peca ditas de chitas a j'.'uii, Sb00 e 6/ rs. ,
escuras bretanha lina do puro i i n lio a 'iO ra. a va-
ra esguiao da melhor qualidade do verdudeiro lindo
fino a IbOO rs. a vara c asa de quadros para babados
a 'ilj rs. a peca cortes de vestidos de seda com llores a
.i> i ii i-..i mu rica lasenda ,, sarja hespanhola
multo encurpada a 2i('0 e '2500 rs. o Covado, caubraias
lisas inulto finas, de vara c tanto de largura a 600 e
bOUrs avara riscadiuhos trancados a 200 rs. o cova-
do : adveitindo aos compradores que todas estas la-
sendas sao limpas e de inulto boas qualidades alm
dt: oulras mullas fas<.ndas por barato prico ; na ruu do
Collegio n. 1, loja de Antonio de Ares ido VilUruuco S.
IrmSo. 30
2 Veodem-so lindos cortes de chal do melhor gos-
to a I6# ra. o corle ,'com lislras de seda cttmbraias
du li-ti..s adamascadas a 520 is. a vara chitas flane-
nos uiuilu linas, de vara de largura e de bonitos pa-
droes a 410 rs. ocovadj, escocez de algodao para ves-
tido a 300 rs. o covado biim trancado do auperior
qualidadu, muito encorpado sendo de puro Imlio/o
1400 rs. a vara ; na ra do Collegio n. I, loja de Anto-
nio de Azevedo Villarouco A, irinao. 0
1 Vende-seo tap do Uanelra cor escura bom
aroma e paladar, a -o rs. a oitava e 1800 rs. a libra ;
na ra do Cabug loja du bandeira Jnior u dos Srs.
Aquino Folicea e Angelo doa Santoa luja de cera e
na casa de cal e bilhar do Sr. l'aiva,junto a porta prin-
cipal do Ihealro velho. 5
Vendem-se queijos ilamengos, no
vos, e milito rescaes, chegados agora
ullin,amento, o 1440 la. ditos a 1200 rs. ditos fran-
ceses intciros a 160 ra. a libra e a retallio a 280 ra.
a libia muito superior e lino doce de goiaba em cei
xoeade 10 librea a 11.(0 ra. ditos com 7 libras a 1/
rs ditos com 6 ditas a 800 rs caixiohss com doc
do freir du Lisboa com duas libras a 1600 3/, e
400 rs. presuntos para fiambro muito novos a 320
ra. sendo em quaitos e a relalho a 3C0 ra. a libra
na venda da eaquina defronte do Rosario por balso
do sobrado de 3 andares n, 30. 10
1 Vcnde-seum mulatinho de idade de 8 annos ; e
um preto de idado do 22 annos para lodo o servlco
du urna casa ; na rus da Crusn. 61. 3
1 Vcndein-se queijos do reino, a 1000 rs., e cha
uchim do mullo boa qualidade, s 1440 ra.; na roa do
Arago eaquina que volta pita a S. Cruz. 3
l_ Vende-ae urna excellenle casa toda de pedrs e
el eoilOes dobrados em um dos rnelhores lugares
da rus do Amparo em Olinda delronte do sobrado de
JoaquitnJo Rabello com 3 asas 5 quartos, eo
sinbae quintal; liaU-se na rus da aladee de Ueos
o, 28.
l_Vende-se um bom violan Irancez, novo, com su-
oerinrea vesos leilo pntusn dos rnelhores autores, e
ummethodoem portusuez'psra o mesmo.po- preeo
commodo ; na ra do Collegio venda n. i ; o qusl se
ieixa levar a conteni pi>r qualquer comprador moa-
trar a aliiuma pessoa, que mais eolenda desle objecl 6
" | Vendem-se lindos corte de la a o seda pelo barato
pr.c-' de 8500 rs. lindos corles decnmbrala do listraa
eco a'i500 ra corles de tailatans do ultimo gosto
a 400 rs. corlea de cassa chitas a 3000 rs. cortea de
(hitas floissimas com 13 covados pelo borato preco de
2S00 rs. diloa de dila a 1700 ra.; pecaade bretanha
de rolo a 1600 rs riscado trancado azul muito en-
corpado a 300 is. ocovado chitas a 140e 160 o cova-
do decores fixes, eoutras muilss lasendas por ba-
rato preco ; na ra do Crespo loja n. 8, de Campos 4/
Msya. 10
IVande-se urna negrlnha crioula de 1 a 13 annos,
de bonita figura com algumas habilidades, e sem vi-
cios cuja conducta ee allaoca ao comprador; na ra
eatreita do Rosario n. 10. terceiro andar. (4
1Vende-se urna escrava crionla recolhlda de
bunila figura, boa engommadeira.coainheira.costureira,
tanto liso como tambom faz lavarinto lava de sabao
ovarrella, e he propria para urna casa de familia ; na
ra eatreita do Rosario n. 30, aegundo andar. 5
1Vende-ae um relogio do ouro, sabonete ingles,
de muito boa qualidade e bom regulador ; na ra es-
trella do Roaario n. 30, aegundo andar. 4
1 Vende-ae urna morada do casa terrea de pedra e
cal no srealda Penha n. 1; a tratar na ra Direita
n. 60, segundo andar. 3
i Vende-ae um escravo crioulo de idade de 45
annos canoeiro pescador aerra madeira bom por
estai j acostumado ao olllcio e enlendo do todo o ser-
vio do campo; vende-se por precisao; em Fra-de-
Porlaa n. 95
IVende-se um moleque de idade de I a lo annos
com principios de sapateiro por preco commodo; na
ra Nova n. 12 3
tVende-se urna casa em Olinda, na ra de Xavier
de S. Rosa em chaos proprios ; mil e tantos chilles
de boi ; 20 cascoa de barris de azeile de peixe, a de asei-
te doco tudo por preco commodo ; em Olinda sa
ra da bica do S Pedro venda de Anselmo Jos Fer-
reira. *
1Vende-se una escrava muito boa lavadeira e sa-
be vender na ra ; aocomprador se dir o motivo da
venda ; as Cinco-Pontas n. 33. 3
1 Vende-so urna eacrava de nacao Angola, de 96
annos, de boa figura cosinha odiarlo de urna casa
lava da sibfo, ehe ptima quitandeira ; 3 ditas de
nacao. proprias para lodo o servico; um escravo de na-
cao de 40 annos para o servlco de campo, por 350/
rs. ; um dito de 20 annos ptimo canoeiro ; um mo-
lecoto de naci de 18 annoa e do boa conducta ; na
ruadaa Cruzean 41, aegundo andar. 8
)Vendem-se 4 esclavos pelos de ptimas figu-
ras mocos e do todo o servico entre elles um que
trabalha docaipina ; na ra da Cadeia do t Antonio
n. 5. *
v Vende-se o livro Retiro Espiritual ; no At-
ierro da Boa-vista, loja de miudesas n. 7'.
Vende-ae urna boa morada de casa terrea com
bons commodos tcm duas portas e urna jauella Bi-
l na udadede din.da ra do Amparo, e em chaos
proprios; a tratar na Trampa principio da ra da So
lidado casa n. 11.
Vende-se um casal de escravos com algumas
habilidades ; na ra do Agoaa Verdea n. 70
Vende-se um cavallo ruco-pedrez muito grande
e novo, bstanle gordo anda ti, ui bem baixo a meio;
na ra Nova n. 3o.
-v Vende-so um par de brincos, um adereco todo
de pedras oncastoadas em ooro obra muito bem eita,
c da K'iiiipa urna roseta de ouro bom com diaman-
tes urna tablela de ourives, dous espedios da pare-
do ; na ra de Agoaa Verdea n. 15.
Vendem-se sapatos de lustio parahomam s2560 rs.,
ditos de pala. Iraoccses a # rs. ditos de britn com
ponta de lustro a 1600 rs. boraeguins para meninos a
2/rs. bezerro de lustro a 3/ rs. e oulras mudas
qualidades de aleado; na praca da Independencia
n. 33.
2 Vende-se urna porcao do :aibros ainda novos e
oulra de curdas boas para audaiines; no pateu do Car-
ino sobrado novo. 3
2 Vende-se polaasa russiana de superior qualida-
de em barris pequeos ; na ra da Cadeia do Recife,
armasem de assucar n. 12. 3
3- Vendem-se 3 sacadas do pedra do cantarla do
Lisboa, de auperior qualidado, com 30 palmos de
comprido ; a fallar no escriptorio do Jos Perira da Cu-
nta. 4
2 -Vende-se um lerreno com 90 palmos com todo
o alicoree na frente e mais algumas bemfeitorias, que
a vista do prelendenle far-se-ha ver, no Atterro dos
Alogados 4 canoas d'agoa urna carroca de 4 rodas ,
com arreios ; algumas pecas do galo franja e volan-
tes ; no armasem de vidros ao lado da cadeia. 0
2 Vende-se um preto de bonita figura, serrador
demadeiraa; na ra das Trnchenos n. III, segundo
andar. 3
2 Na ra Nova o. 18, loja francesa de M. A. Caj,
vendem-se cortes de lo de linho para vestido a 12/ ra.
3 vestidos de setim de tr para pequeas aoj/is saia
do chima o seda para seuhora a 9#' rs., mantas de se-
da para pequeas a i.v is. ditas du dilferenlea gostos
para seuhora chales de seda lencos de gaiga e de so-
da a 1000 ra. mantas de linho para seuhora a 8000
rs. espartilbos para seuhora a 1600 ra. gargantillas
encarnadaa a 1500 rs. ditas prelas a 1000 rs. cora-
cues de diflerentes gostos a 240 rs. brincos de fllagraa
de ouro fino a 9000 rs. rosetas de dito a 401)0 rs.
brincas de pedra assentado em ouro a 6000 rs., ditos
asaentado em prata a 3000 rs. bolees para abertura a
200 rs. rosetas prelas a 500 rs. touess para senbo-
ra a l. oo rs., ditas para pequeas a 800 ra. bandejas
icdondase douradas para copos a 1000 ra. globoa pa
ra candieiros de dilferentcs tamaitos clices para
Champanhe a 400 ra. chapeos do massa preto a 800
rs. carteirasdo papelo a 160 rs. penles para se-
gurar cabello a 320 e 680 rs. ditos de seo a 1500 rs.,
sedas de diflerentes gustos tanto em covados, como a
cortea de vaalidos com quadros o Bem elles, solios de
todas as qualidades, smaseos chitas, o todas as
qualidades do leseadas tanto inglezas como francesas ,
por preco mais commodo do que em oulra qualquer
parle. 2
2Vende-se superior calcado francei de urna sola a
1500 ra., e de duaa a 2# rs., e outras muitss qualidades
de calcado por proco commodo e pedes de bezerro
fsancet a3/rs.; no Alerro da Boa-vista loja n. 2i. 4
2 Cheguem ao barato, e faiendas de bom gotto I
Vendem-se chitas francesas escuras de cores lisas
e de vara de largura de multo bom gosto, a 260 rs.
o covado ditaa finissitnas do ultimo gosto chegadas
a esta prac* a 480 rs. o covado, casaa-chitaa mu linas t
de todaa as coros, asaegurando-se serem lisas, a 200 ra.
o covado, e oulras multas lasendas J aonanciadas oo
Diario n. 109 ; na ra do Crespo, loja o. 14, du Jos
Francisco Dia. 8
3Vende-se urna escravo crioula do bonita figura,
de idade da 16 a 18 annos, propria para qualquer ser-
vico ; em Olinda venda de Andr Manuel do Anmedo.
nos Qualni-CanloB. na esquina confronte a botica, ('r
3 Vende-ae no tanque de agoa da ra de Apull n.
30,esquina do Porto das Canoas. umacanOa decarrelra
de um so pi, mudo boa d vara, e leve de cuioa por
preca rasoavel. 14
3Vende-se um biblia em portugus e urna porcao
decalxas vaslas do Porto acudo ascaixas polo bara-
to proco do 800 rs. cada urna ; as Cinco-Pontas
n 160. 4
3_Vende-se um molecole de 21 a 22 annos de idade,
sem vicio algum ptimo pagem, e mudo bom boliei-
ro ; na ra Bolla n. 14. 3
3Vende-se um grando sillo na estrada de S. Ama-
ro para Belem, paasando a ponte endo o primeirodo
lado direito, tendo urna grande casa de vivonda que
pode lera vontade 3 lamidas com 8 quartos duas
medientes salas na lenle e um elegante copiar sus-
tentado por columnas; um salo atraz, tondo toda a
largura da casa casa de farinha independento e cosi-
nha fra, um grande soto a especie de torre com ex-
cellenle vista para Olinda tendo mullos arvoredos de
fruto trra para planlacoos com duas baixas pata
horlalica 3 viveiros promptos ,e um por acabar,pas-
to para ter a vontade 10 vaccas de leilo; livre e desem-
haracado por documentos que existem etn poder do
propretario os quaes setn potentes ao comprador ; a
tratar no mesmo sitio ou na ra do Rangcl loja do
ouca n. P. 12
Charutot regala.
Ns ra da Cadeia do Recite n. 46, ha rempre um
grando e esplendido sorlimento deetcs afamados charu-
tos vindos recentcmento da Babia assim como gran-
de sorlimento de vinho do Porto, Madeira, Xerry a
ago'ardente de Franca tudo so vende mais em conta
do queem oulra qualquer parle. 4
3 Vende-se um prelo peca du 10 annos de ida-
de, de bonita figura e sem defoito algum ; na ra de
Cadeia de S Antonio n. 25 por cima da fabrica de cha-
peo.. 1
3Vcnde-sii urna loalha de bordado de susto a ruda-
multo bem feila em esguin ; quem a pretender en,
nuncie. 3
7 Vende-se farinha por preco commodo ; a bordo
do patacho Amisade Constante ancorado defronlo do
trapiche do algod&o ou na loja da ra da Cadeia
n. 40. 7 *
2Vendem-se cavalloa de sela ; na ra da Cotcet-
elo da Boa-vista n 60 3
= Vende-ae una venda na Solidade n. 6, com ainia-
cfto e gneros por 340/rs.; quem a pretender dlrija-ao
a ra das Cunes u. II, ou a ra do Apollo n. (i.
AO BARATO.
^ 1= Vcndein-sc chapeos de seda, tanto a retadlo co-
mo emposcao, de 800 a 1/000 ra., ditos de maesa para
hoinons < meninos de 1^900 a ,'tyOOO rs. assim como
muito mais linos c de todas as mais qualidades que os
sciihores compradores quizeieni, ludo a pcecos multo
commodos ; na piafa da Independencia ns. 24 c 20 de
Io.iijnim do Ollveira Maia. (
Vonde-se papel azulado rpic ser-
ve para embruJlio e para clupelciro ,
por preco commodo ; na rua Direita ,
oja de cera delronte de N. S. do Ter-
I ,
con 135.
A o J)om c barato.
IG
RAP?^
& C.
e
O bom condecido, c acreditado
"g ARFA PRETA da fabrica de MBUBOH iv <-.fi
w assim como o bello o macio Rap imperial :
jg da mesma fabrica multando ao de Lisboa :j2P
vende-S0 na loja dos Sis. (ionios Curva-
Calilo, rua do Crespo, canto da da Cadeia, com
O niodico interesse, e troca-se qualquer libra
que por casualidade nao agrade ao fregu/..
Escravos Fgidos.
1 Fugio no dia 24 da Marco o preto Gil, de na-
to Quicam, baixo cheio do corpo relo redondo ,
ainda sem barba odios o testa pequeos e cabello
bastante grande: quem o pegar, levo a rua da Aurora ,
u 50, que sei gratificado. 5
Desappareceo no da 20 do correle, a noute de
um sitio no ltosarinho um escravo de nagao Angola,
de nome Cus odio representa ter 45 annos, de esta-
tura regular picado de bechigas lem na cabeca mar-
cas de cuidadas sendo urna grande e oulra atravez do
corpo; tendo aido da llha de Itatnarac: quem o pegar,
love ao sitio de Miguel dos Anjos de Mondones ou ua
rua da Penba n. 33, quo ser gratilicado
No dia 22 do correte fugio um escravo de nomo
Venancio com oa aignaes segulntea ; de 12 annos de
idade*que agora tem um pincel do barba na ponta do
queixo, cara descarnada, nao he muito preto nem
fulo, alto, delgado do corpo, alegro, denles alvos,
pea,seceos eompridos e nao lecm bichos, mas ha de ter
resturtlesde uns cravos as solas dos mismos pea ;
levou um surrao de couro do ovelha cOr do cal aonde
levou a roupa na cabeca um bono de panno lino pre-
to ou um chapeo do palha pequeo com urna fila pio-
la tratada : quem o pegar leve ao seu senhor Amaro
Fernandcs Daltro Jnior, na povoacaodcb. Amaro Ja-
boatao que este Ihe recompensar! com soy is.
1= Fugio oo dia 17 do correte, levando cum sigo
um babu de roupa um moleque crioulo de nomo
Poncianno que representa ter de idade lo a 16 annos,
de bonitas fcicous, cara muito lisa dontes bem alvos,
e os do queixo inferior rilo sao multo dircitos ; des-
confla-se que esteja acodado a titulo du forro, em
alguma loja de allaiato por Isso que leve um anno
desle olllcio em casa de Joao Goncaivea Evangelista,
defronle da Cadeia : quem o pegar, leve a seu dono na
rua da Cadeia do Recife loja de faaendaa n. 55 quu
ser recompensado. 10
3 Desappareceo desde o dia 18 do crrente mes jm
preto crioulo de nomo Iteymundo do estatura alia ,
cheio do corpo cara grande, odios pequeos e alguma
cousa Incitados boicosgrossos ; com camisa o cerou-
las de algodao da torra ; roga-so as autoridades poli-
ciaca e capules de campo a apprchencao do dilo escra-
vo ; que os segundos seaO generosamente recompon-
sados na rua du Crespo loja o. 10. 7
PEItN. ; NATYP- DE M. F. DE FAMA-- 18 15.


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