Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05585


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Full Text
Auno de lMS.
O DI ARIO publica-se lodos os dias que
mtaforein desuarda: o piejo da aiiigna-
Lura lio do 4/r*. por quartel p>tg< adianto**.
Os annuncioi tos asatgnantea So Inierldos
a raido do -20 iris por flnha, 40 ro. om trpo
amrente, c as repelljflo* peta Jffifi*-
Os que nio fnrein aMlgnantca pagao 80 rs.
porlinha, e 160 er trpo dllftrente.
piiasksi)ai.i:a.nomk/.i)F, MAIO.
La nova a 6 as 7 li. o .13 mi... da man.!.,
descont a Mas II hor. o 40 nata, da man.
La ctela a 21 as 3 lior. e 40 mln. da man.
Miugoaute a-28 as 4 hor. e o tala, (la man.
Quarta fcira 21
* PARTIDAS DOS CORRF.IOS.
Ooianna Parahyba, c Rio Grande do Norte
Segundas c Sextas leiras.
Cabo, Ser.iharin, Rio FormOBO, Porto Cal-
vo, e Macry, no !", lio 21 (locada \ri.
Garanhuua c Bonito a 10*24.
Boa-Vista o Flore* a 13 c 28.
Victoria Quintas leiras.
Oliuda todos os dias.
PREAMAHDEHO.H"..
Priniciraas.'i h. o 18 mili, da maullan.
Segunda as 5 h. o 42 minutos da tarde
de lalo.
Auno XXI N. til
(**&*-..AWW--V... MUMMrS laahUMPM
DAS DA SEMANA.
tS Segunda 8. Pedro Ccleitino, and. do J.
dcD. da2. v.. o do J. M. da S. v.
20 Tena i. Bernardlno de Sena. Rclacao,
nud. do del) da 1 v, cdoJ. dosFcltos.
>l Quarta 8. Hanroi and. ilo J. de Dl-
roitO da l. vara.
22 Quinta >5>< Pesia do Corpo de Dios,
S. Rila de < amia.
33 Sexta S. Basilio, and. do J. de Diroilo
da I vara, o do lu/, do* Pello*.
2i S.hhadu 8. Alia, llcl., and. do J. de
Diroito da i. vara.
25 Domingo S. Gregorio.
CAMBIOS NO DA 20 DE HAIO.
Cambio tobre Londre.
.i Parii 372 res po
Lisboa 120 por 100
Hese, de let, de lio i* Urinas I Vi I
Ouro- Oncas heipanho! is 31. :;'!"
Uoeda de 0*100 vil. 17 '400
. do 0*400 iiov. 17*200
1) di' 1"""> !''">'-o
Prala- Patacn .... I#OBO
Pesos Coliimnarr*. I #980
,, Ditos mexicano* 1/040
Moedaa da 2 patoc. I#280
\cj0cida C." do Beberlbc 50/W0
. 2.1 ",.
r franco.
de prein.
1 p .
a MftOt)
.. l/tJOO
a 17*400
a /700
a 1#'080
a 2*000
a I O
a 1/290
PART FF.C^L.
Governo da Provincia.
Expediente do Ha 10 do roirrnlr.
OllicloA' cmara municipal do liedle, dovolve.ulo,
approvada, a planta do balero le Santo Amaro, que a-
companl.oii o seu olliciodc ilO do uicz pastado; c exgin-
do urna copia da iues.ua planta.
DitoAo director-do arsenal de guerra, coinmuni-
cando ter indeferidii o requerimento do segundo len-
te da companl.ia de arliflce* Joo Marinho Paos //arreto,
o ordenado, que se ello rccolha ao hospital militar para
ser tratado.
PortaraNomrando a Joo de AlleinoCisnciros snb-
delegado do curato do ebrihe, do termo de Dunda.
Parlicipou-sc ao cliefe de polica interino.
OflicioDo secretario la provincia ao Io da assem-
blca legislativa provincial, com.nuiiica.ido cm resposta
ao seu olliciodc hoje (10), que o Exin. Sr. presidente re-
cebla anianha (1/) no palacio de sua residencia, o po-
las 2 horas la tarde, a deputacao, que, por parte da mes-
n.a asseinbla. vem aprosentnr saneco os actos legis-
lativos, ltimamente decretados.
/dem do da 17.
Ofncio-A' cmara municipal desta cidade, autori-
sando-a i pagar Joo Ignacio Avila a quautia dcbu4*
rs. por 004 toneladas de pedia, que por emprestimo for-
neceo para o caljaniento do atierro da Hoa-vlsta.
Dlo-Ao engenheiroein chele das obras publicas, or-
denando, que organtse, e remeta i secretaria da presi-
dencia, as clausulas ospeclaes para a arreinatajo dos re-
liaros da niatr/. de Santo Amaro Jaboalo.
Dito- Ao inspector do arsenal de inaruha, determi-
nando, em cumpriuiooto deonlem imperial, que, ape-
nas aqui chegarn escuna l'rimeiro de Abril, mande nella
pollocar novo inastro de.traqucte, crefazel-a de panno.
Commanclo das Ario s.
III Sr. Para que V. S. possa obrar em conforini-
dade lo art. 10 das initrucjoea que baixro com o de-
creto de .'i de agosto do anuo p. p. c faior iiideniu.sar
ao ministerio da guerra a plvora, gasta por couU de
outros ministerios, e til. soinaiia provincial, envo i \ .
H una nota drmoiistralira. los tiros de eanhno, que as
fortalezas do BrUIII C Huraco leem dado, por dll'erontes
motivos, no tenipo decorrido do da 13 lo dezctnbio em
que assuuii o ominando Xas armas desta provincia, at
30 de abril ultimo; a qual v.-i assignada pelo njildanle de
urdrns (leste cominando, .Scicntilico a \ S. que assal-
va4dadas cm ditas fortalezas, por occasiaode embarque
edesembarque.,UCSta provincia,dos dll'erentes presiden-
tes para outras nomrados. ou rogressando elle para a
corte, forao em oousoqiienci.t le oidein expressa do
l'.xin. presdenle-desta. Seniolliaiilomeii'.e enviare a V.
S a nota relativa ao corrento me i., i qual addirci as sal-
vas, que, durante o sobredito lempo, tiverem dado as
outras fortoleas da provincia. S- \ S. entender que sc-
inelhaiiles notas sao desuecrssaras, por ipianlo o l'.xin.
presidente ou V. S. teem providenciado a osle rcspcilo,
e coin mais acorto, lera a honda de (le o couimunicar-iiic
a lim de poupar-ine ao trabalho, de que julguel conse-
iiuente, eporbem do ministerio da guerra, onerar-mc.
Dos guarde a V. S. Ouarlcl general na cidade do lie-
dle 17 de malo 1815. -"- Amonto Corren Sidra. lllm.
Sr. Jos de Brlto Ingle/, coronel pagador militar.
Noberto Alvos C.ivaieaute, ox-teuente do oxtincto 7.
'balalhiio de caradores do cXCTCitO, pretende goxar do
indulto dc23 do fevereiio iillinio, publicado no cdital
da presidencia a 23 de Abril prximo passado.
Despacho.
Tendo a soulen;a,proleVila contra o supplicante nos
tribuuacs do f.iro competente, produ/do aseuettelio,
n;io he aproviitavel ao suppliuunlo o indulto de i de
fevereiro ultnioilrigadeiro Sidra.
dem. ReplicaO aunplicante esta persuaaiao, que
lliclie iproveilavelo indulto lo 23 de leverouo ultimo
cima refeiidi. ; porqanloo .lito ox-ieuente esta eum-
prilldo sentcnca c porque trulla de fa/er subir a im-
perial presenca urna representacao, visto que nao ioi
pclocommandantc das armas, como deriascr, adnutii-
Ilo a fruicSo da grafa, que Sua Magostado houve por
bei conceder aos militares, que tivesseui coniiiiellido
ocrimc de I,' e 2.*desrr(So simples, compreuenaendo-
se aiiuelles (|ue;'ii eJti'iTSciii cumpriiido senleiifH, KC.; re-
quer que lhe soja averbada a sua apresentacao lata-
mente.
Despacho.
Iiifere-se claramente do meu despacho datado de /
do corr.nte, pie o Snppllcantc pelo rcqueriinonto, 'in
que exarci o icl'eiido despacho, fes a sua apresentacao
B^mu JMK SKI J_IS> ^T^^^*^CTnMUWBMBaS6pW**BSt
ueste quartelgeneral; mas nao a admitli.pola ra
nifestaila em dilo despachoUrigadeiio .S'/iini.
IN'ESSlO.
RIO DE JANEIRO.
o nF.inr.iu da CaHS** nos di potados. _
(Correspondencia reservada Correio da Corle.]
Sr. Sentinella.--Nao son nriihuin casqiiillio parlamen-
tar flease* que se pejao de confessar sen erro, nula
piando se convencen! que errarn; nao, sen.ioi; don
as inos .i palmatoria, piando he justo ; c seuipre Uve
por demasiado eslupitoo reddire sil nefas, em que tanta
gente, por egosmo, suppoe consistir a liruio/.a o cons-
tancia das omlOea. E dgo o que iiiucroni os taes
De antes quebrar que torcer
ellos inudio lo deas e do peiisainentos, como mudan
d' camisa. Ora pois ; acontfceo que n;e ininlia caria
passada iuipiignei a opiuio (lo fidelistimo t'.abriel, pian-
do elle ariilra que na Europa se adquira inaia lina
odiicacao do que o rasll: ciiganci-ine, lie inajs Ulna il-
luso pie me roubou o tompo ; ej sao tao paucas as
que tenlio, que cada nina que rou perdendo sao amar-
nuradas penas que sollio f Prfido ahrirl roste tu
iuesmo que, para coin o excinplo dar a prova do la o-
pinio, terminaste a sessao de aabbado, nao dlreicom
una grosseria impropria de uin cavalbciro do educa;.io
lina, mas coin nina inconveniencia|>arlauieiilar, que em
parle alguina sera tolerada, como o nao fui na cunara
dos doputados,
Bu lhe cont, amigo Selinela, como a eousa se pas-
sou, o eslava quasl exelaiuando com o Joo Paulo--/"-
fandum....--mas dolxeiuos o Virgilio ad mimi, o'vamos a
historia. Erao 2 llorase I.'2, hora em que os beos da
cmara esliiu piasi deserlos, c minio mais quaniio se
tein acabado Ulna votaro, o se incita debate sobre
materia nova, como aconteceo nessa occasiao ; maso
diabo, pie senipn- as arma, le que apparecesse mu
requerimento sobr o qual era u crssario votar-se.
Nao ha casa, disein os secretarios. Pois enlao d.'spi-
ca-so oiiiiiistri>,efai;a-sc a chamadadizoI.inipo.OMou-
sa Martina, autor do requerimento, rccollieo os acus
papis, o reliroii-se ; o iuesmo fe/, o Sonsa Ramo* C mi-
los doputados, queja sabioque eslava linda a sess.io.
Verificado pela chamada que com ell. ilo nao havia casa,
lerantasc o Gabriel, c lii que haverla numero, seo
Sonsa Mal lins e o Sonsa Ramos se nao houvessein reti-
rado, o se so tvesse mandado chamar o Rios.quc Mta-
va espiando por detras le mu dos reposteiros Qucn
dio ao Gabriel coutmissiiii de denunciar qiiom sai ou
entra para o salao t Ser ello um dos espiet de taln .'
Nao de corto : fui una imprudencia le menino de esco-
lo, que quer fazer a corte ao inestre cusa de iCUS
Companbciros. O Ros, OSSlin que OUVlO tamanlio des-
tampatorin, corre a llt&O ao reposteiro, entra, toma a
patarra edilque, sendo elle depuiado da oppostcao, c
da opposico irracional, como a qnallicoii o ministro da
guerra,poda sabir da casa.seinpie que lheparecesseque
nao aconteca assim aos d.putados da maloria, que, leu-
do votado por Ti horas de sessao, nunca estav&O pre-
sentes 00 flan delta, c deixav.io lodosos dias os banca*
rallos.Aqu lem roce, meu catnarada, o porque niu-
dei de oniuiuo : diga a scus leilores que lenliao o dito
por nao dito, c pie inaiidein os lilhos educar-se na l'.u-
ropa, porque a educaeo de ei mi vale dous cara-
cocs.
Piincpiei boje esta carta pelo lim da sessao : ooxein-
plo tein multa frca ; nao sei que maldito defini o ho-
iiii-ni animal imilalicii; a deflniffio cabe ptimamente
aos i elogios, que nao sao au uaos, poieni lllilill 11138, As
cousas andan agora invertidas, o lim no principio, elle
lio lim--; uingiieiu se coloide eoiuessa cnibnilliaila de
cousas, e be bempossivel que um lia me de na cabrea
marcaras lunas de diaule para tras: ludo isto osla na
regia do Brasil. ,
Volou-achojcarosolucfiopara que os bachareU de
universidades ou academia* estraiigeiras possao cxcrccr
iiiagistratura, comanlo que cuuiprao as coudii.i.es mal-
eadas na mesilla rcsoliiyao. O S ildanha, |tie anda sein-
r
CAROLINA NA SICILIA. (*)
J a sanguine fcedus
DIVISA DA lil-.lil M DE S. UN UUII.
PR1ME1RA PARTE.
XII.
O ELIXIR SZ ZAEAE.A.
Ouando- em nutro capitulo fizeinos o invenlai lo da
Ziaara, menctouamoi o seu principal utensilio, que
Tau.ucaldeiio ja lucio gasto pelo aziuhavie, mas nao
resse c virque eonvem saber-lhc o nomo, porque nao
me- lirn, c aoSild.iulia anda menos. O Saturnino a-
brioo lalherege, o ontrn em discussao cmii o Sonsa
Martina a reipeitm lo rendlmeiito das allandega* ua
Oran-llretaiilia. Olhcque foi eousa guapa o inultilllllio
interossanloparao llrasil ; regalo-me qiiando vejo os-
les iieus Sis. como sabeni das cousas Inglesa* o I rane-
las : o so assim lio a reapclto do que la val por Una, o
que nio ser a cerca dos negocios do imperio !.'e o nao
dizeiii, he porque nao qcreiii ; nao poique nao saibao.
Felizmente encerrou-se osla discussao, que Ja cnfailla-
'o'jansen inda nao pilliou a palana para continuar
a Ma lenga-leiiga a rcspcllo do l'iaiibj. O lampo esta
inexoravol!... nao quer pie o Janseii acabe : he um.,
IVianui.i. E assim van pondo para o canto os inelliores
ornamento* leste prriepe I
Kervenios empenhos Mtxrgankai C as Iriinzncc.iMia
respeilo dos taes oofliHfcll que comerao la no .Maranhao
pelo lempo da Independencia... Ksle nejofio anda aqu
desde ha limito, c iiuiiea houve animo de decilil-o; des-
ta res arrbenla. He eousa que piule dar a hitla para o
iulcamenlo de iiialquer cmara.
17 de abril -Asseguro-lhe pie.se osla genio conti-
mar no Bansomenlo em que val, nao llavera maisquem
ve.ihaas gal, lias, o ru crci forjado a suspender estas
cartas, as q.iars nao Uve o pensanieiilo de d.ir-lhe rc-
siinios das sessocs, mas mostrar cm sabenea as dqiarrs-
esde reipril humain, com liecuca lo Paula /.arbosa.
At o Jiiiiquiira. meu amigo, ate o Juuqucira talln
boje com una frieza leglo; dizClll-IUC que, visltaudo
este parlamentar ao miulsierlo, vendo prxima area-
lisacSo deste seu detUeralum. esto ja bsendo esludo de
ser reservado. lio una p-'ua ; mas coulcsso lambeiii
ine he una nocessida.le ; seo Junquilla despejar ludo
.iiaulo sabe, quaulo pensa, he milito presiiimvel que a
logacao Inglesa ...ova os cos e a trra para impedir a
entrada de S.S. nos concelhos da corda.
Piii.cipiou a discussao do orcamenlo la recelta, fal-
lando o Sousa Martina, que mais particularmente se oc-
ciipou com a paula das alfaudegas, a qual, no entender
doli deputadu, nao he snllicienlenioiUe protectora da
industria nacional A tal paula das allaudegas he mu
ogo de disprales, em suas diversas cl.issihcav.es : o
.Sonsa Ma. lilis disse, que ella fra le.la, dominado* OS
SCUS autores de nudo los esliangeiros. O inimslio da
Otsenda lorrio-ie, com rsse sorrlso quiz dar a enten-
der, que nao Hulla rauio o Sonsa Mal luis ; mas este, com
O proprio rotatorio do ministro, deinonslroii a vcrdadde
le sua proposlcao, que era sen.ellianle a oulra lo mi-
nistro, escripia no dilo rotatorio. Fallou mais o Sonsa
Martina sobro direitoa de aiiooragcn, qi.cslao aiil.ga en-
tre elle c o Saturnino.
Depois do Soma Marlius, falln 0 .luiiqiieira ; mas,
como lhe disse, foi milito Irlo, e nao alegrona cmara.
Auirinou, que o Sonsa Mal lins Huba .ido echo do suas
opi.iic.es: Felicite a este diputado, por se ter encon-
trado com o insigne parlamentar dosembargador, que
nos maiuloii a primogriiita de Cabral. lallou por lim o
Sousa Franca, que lie for.oso di/.r, esta iniiiio atra-
sado a respelio da legistacSo moderna dctaenda. -- a
rcpeito do allandegas, o que vale pira elle he o ai.tigo
Ibral, por que se regia a allandega de LlsbOa: a eximc-
eo lamosa d.i estiva foi una calainidado; o todos os
dias recela um Incendio, que lamba nulas as casas, des-
de a allandega al o largo do paro. en. consequenea
das materias InflaiiiuwveM aecuuiulodas all. Ain esta
a l!.i oiia das niujuv ,* 0 Sonsa frailea estove na allandega, o vio alcalioes,
.v'oa ras, agoa forte, espirito de vlllllo, etc. ; vio mais
,s tanoelros rebolendo pipas Id dentro, Duendo una
bulla de mil lanos { n.i'/.ir, pdaitf, pdqu, |mytc / esto
be oalamir da tal bulla, oonio assoguron o deputadoj
emliiu, a alfa.riega la e.'i.le he una ....seria.
que o Sonsa Franja lemnre vio multa cou*
ga, lalves ii.cs.no ViSSC de
di/en. hara mis versos. -- llao de ser algumas chara-
das.... Por boje lien aqu.
p, S. 0 Saldanlia manda-lbc kmbrancas. Nao me
tein mais o j r n a d r r >..'
S.il i das sesses, 17 de abril de I8<5.
U (elogio da casa.
Tr'..-.afc-mi-ar- r ai >l:t-i^Trtlui
PEWt W.S CO.
preco.nosciiiido para a'malicia, dltqueneita roio-
luco ha niolgueira, oque ella milito .levo apioveilar a
dous ornamento* lesla casa,- 0 Flllpne, e o Aan uilios
de Scrgipc-Nao crea vocc nestas colisas : i Saldanba
.uve qiianto dzem. o ongole quanto caiapelao lhe que-
rrm iuipingir : toiu guelas largas o tal volllinho K
entila malicioso como heblosc em materia pal. .0-
lisiuo,acredita seinpro nos arranjo* parucuiarea cu-
lutados coin o lntereae publico.
Depois desta rcsoluco eontiuuou o orcainenlo da la-
da! O Saturnino falln pelos cotovclloi; irouxc niui-
< alibrc
tend-
i* cartapacios, 0 mu bacamartc, de grosso
curto, que elle disse ser o drtionarlo de um tal iMneuro,
ou A/a/uro, ou Hacheo. Se so d com o Saturnino, per-
gunto-Ilic como se chama o tal aujcitinlio, so uver iBte-
isaat irTTi- &wM^_-~~^^^---,M'm'~''*--"**a''m
ca Se ns iWeaietnoi a pedanuria de dizer aos nusso
leilores, meo sueco do aloes he tnico, purgativo, vul-
nerario, cat iiieamo vermfugo; que elle_ precipito as
dicosles dilliceis, neutraliza as influencias pcsl.lcn-
ciaea e enchuta os diabos arns dos hipocondriacos,
inaiidai-nos-hio para a academia de medicina, o terlao
raso Tratemos pois aoinente la eua propriedade intra-
culosa, pie he prolongar a vida; e como duvida-lo, se
oallinna ParacelSO? J antes delle. RogcrBacon hara
pronunciado o at rimado, com alirincza sc.enl.hca, es-
te orculo medical;
Qui vult viten anuos Xor,
Snmat pitillas de Aloe.
Quciu os annos de No quizer contar,
As pilulas de Aloes ha de lomar.
Nao conhecla a Zngara, os nomos mean o nao sabia
do mongo Ingles do XIII'secuta, non. doalchinusta su.s-
so taXIV, mas pratlcava os scus preceitos por tradicyao
Ncsse dia, contra o seu costiime, nao v -
sro tomar o sol
pie mi preservou o proprio inventor da preciosa recolta
de morrer aos quareuta o oilo anuos.
A base do elixir de que se trata, lie. o sueco de /abara.
lime popular que dao na Sicilia ao aloes e que procede
em linha recta do termo prsico /nbar. Alo.n dos flus e
tocidOI que lhe tirao da casca, o aloes, di
tudes therapeullcas, cujo cxanic deixaici
(*) Vide iui io n." 109.
dlttlU, lem vir-
emos nueiii to-
porta, n'em ella, nenio leu galo; recolhida no sruco-
vil erecto om laboratorio, havia-se naneado, o ate fe-
ch.ido heriuolioa.neiile, tapando con. trapos as leudas,
c o buraco que lhe serria de janella: baria dentro s*s-
curldadecompleta; ou por suprratijao, ou pr d.;scpn-
llanca assim pratlcara todas as rneniue proceda aastas
oneraies mgicas. Jaziao cm torno delta restos de aloes
uc rev.lavo o genero de trabalho a que se hara oppli-
cado; o oaldoiro eslava nofogao, isio he sobre aa tres
podras tUnadas, arranjadas para este uso no uieio, da sa-
a, setalnon.e pode dar-sc a urna poas.Iga. m libara o
logo debaixo do caldeirao, e dentro delle rerolvia-se
urna eousa negiae glutinosa; cssa coua era nem mais
Depois de tratar das alia..di gas, foi os ha
gula.lenlos le 1842, C deo-lhes boidoa
algiinias omisas foi justo, om outras i
tiln
na allaiidi-
o Saturnino o dir.
foi esbarrar com os re-
da de cgo : vui
Improriaou con.
todo o desembarafo
i'.inqiianto fatlava o Sonsa Mai lins, nuvro se gri-
s na tata inmediata : Quero us beneficio do Sr*.
pillados! He um lonco! he ..... lonco.'- gritovoalguna
dep.Hados no salo, para evitar, pie conliniiasse a confu-
sSo que liarla na caa.- O Antonio < arloicorreo logo para
onde e.n dados os gritos ; quera lalvez enleiider-se
con. o lonco. Ora, nao me dir, que diabo de attrac-
livo leu. a cmara para ansian chamar a sua sede o I lala,
famoso turbulento, o Landim, Instruiueuto da polica se-
creta, o Analmente o maluco Dliiix?..... Deven, aqu'
haver rrlajAea Intimas, anda que latentei; esta lie i
inhiba optniOO. Sabio o desgravado Dillis da sala, c fol-
ie deitar as galeras, onde esleve al o lim da sessao,
depois de atirar para o recluta un papel, cm que nm
ASSEMbl.l.A PROVINCIAL.
contim: icvO DA skssm". ni: "> DI Alo ni'. 1815.
sf /./, ; _Sr. pnsidiiilr, prevenido pelo nobro
denulado, que he eommigo membro da cominiuao de
orcamenlo, em quasl todas as rasfles, que nos determi-
naran a propi.r o suppress.io da iniprcco l.seal ua o-
bras publicas, todaria aluda oulra* rou emitUr, que de-
ven, callar om 0 animo los uien.brosd.i easa, o iiiduzl-
os a approvar a IllClllia suppn ssaoee. lo, como estou, do
espi.ilo de eeoi.oiuia. que nos .leve aiuuiar na lixaeao o
dccrclacao das deapeas publica*
Souhores, mo ha nada io ii.nesio. como consumir as
rendas publicas, que sao as SOIIlllias Ias oontliudii,'ies
du cida.los, com Institiiiedi'S e i ...pregados .nutrs; a
le provincial.." 0, que eilabcleceo o aylteina da exocu-
codaa noiiaaobrai publicas, conilgnou.comoregrage-
ral, o principio regulador, que as obras publicas losse.u
feitasi'oraireii.alaio; so lia lugar o uieio da adiuiiiis-
IrcSo, ou piando nao he poss.vel a arremataiao, ou
Hilando a obra, por sua insignificancia, nao pudo excitar
a concurrencia : se assim lie, e me parece incontcstavel;
se as obras publicas sao fclto por arrcnalarau; para
que esta repartlco llscal, que despende de.'* 4.001)/
rl com o sen pessoil Se o que ha a aduiiiiistrar sao o-
braalnilgnlficanteicconcert*, que ao todo moni.rao
de 2 'llOO' rs., para que ossa ailun.uslracao em gran-
de escala com lodo osle lux., o apparalo' Isto he prodi-
..alisar os duilieiros pblicos, gastar una inaior soiniiia
para liscalisar nina menor; lie conservar nina insliUu-
eao da iiual nao vem iililidade publica.
' Mas disse o ..obre d, pinado, que me precedeo, cujas
luzei CU reconhe. o, que a siipprcssao nao iraz a sup-
nost..vantage.upieaco.n.niss<. e..xcigou;potque,sendo
a lsealisa. o cargo da theso.irari I.C0I110 se prop6e, cssa
i-onartlcSo, por causa delta ora Incumbencia, hade caro-
,,! de maor ,,'ideempregadoi,eortantonadaienoupa:
permita o ..obre .1, pululo que lhe diga, que nao tein
rasOO ; porque boje ...esn.o, noob-lanle a existencia
drssa repartirn, de cuja sitppresstto se nata, a llscaiisa-
Coesta lanibem eucarregada a H.csou.ar.a, conlor.ne
^ reglamelos vigentes, a que o nol.re deiuitado se re-
fere : por ontra, ha boje nina liscallsaciTuTIttpIlcada, o,
alcill dessa llscaliS.1i o, incumbe ex. Iiisira.nenle a thc-
aouraria proceder n arremaiaco das obras : se, poli, a
thesouraria j boje llacaliaa, iienhunia nova .iicuinbon-
cia ral ter i o que le propoe lie que a. a ihcsouraria l.s-
calso. Teiilm denioustrado pie nao ha ul.lidade alg.i-
ma na eonservav'o da adniinlltracao liical, que isto he
um luxo e api.ai alo ; una J.i.ec.ir.i.
Onantoen.....da, quciupprime a verba destinada
aos clcelas, ou me opponho a ella ; porque, posto o co-
fre geral .leva conl. huir em todo, ou parte, para esta
dcipeza. que, por sua i.atureza, nao se podo chamar pro-
priainrntc provincial; todava, vlato que nenbumacon-
aiauaco It-iu marcado o poder geral para essasdcipctai,
na lia remedio lenao ca.regar om ellas, so.-correr es-
sos nlil./is, assim. ouio car.ciamos con. as dos presos
pobres pa. a..odeixal-os .lionera lome; sendo que nos-
tes casos o poro nao ..Iba para competencia, c lauca a
iesponsabili.la.le para o poder ou auloridade que esta
mais prxima lo mal. Vol perianto contra as emendas,
pelos fui..lame."los expnslos.
.lulga.la a materia discutida, sao o artiga e paragra-
phos appi ovados, coin as emolidas do Sr. Lopes t.ama, e
Francisco JoSo.
Em... em discussao o art. 16.
I,e-se a letfUlllle emenda'
, Com o theairo publico 3O-.Ot)O#0OO r*. Franeto-
CO Juiin. ,
Enlra en. discussao, depois lo apoiada.
O.S'r. l.op,s Gama: Sr. presdeme, nao pareja es-
tranho, que ... padre advogiie a causa dos ihealros; cu
advoco a causa dos thealros da iuulia provincia, cu
lempos maisfrlltes, do que forfio aqaclles en que o
imilopadrc* unnimemente se pronuncUrSo contra el-
los, lodos quasl a carga cerrada se lanrarao contra ellos;
lodos os padres daigr.'ja, o at concilios, so pronuncia-
rn alta, epoderosamente contra os thcatros, porque
nollesse rop.esclava., asseenas mais torpes, e escanda-
losas possv.is, oporlsso ......toda a i aiao fulimnarao
os Ihentros; nao querio de n.ane.a algunia que O* liis
os freqiienlassem, porque c.o escolas de corruprao, es-
colas .lo inin.oralidade ; lodos saben que nos theatios
de Roma, ede Alhenas, at acaproientarao noincni. e
niulheres, em toda a sua nudez natural; e nao era nudez
ncn menos o famoso Elixir de /.abara, a panacea ui
vri sal, que leve curar todos os males, cal, se lor pre-
ciso, ressusctar os morios. Nao nos eaqueja accrcscen-
Ur, que o fiel galo negro eslava graviiuei.lc assenlado
junto ao fogo. .... .
Acocorada sobre o seu caldo.rao, einechia a Zngara
aovHfc&acanjo, com um ramo de piihero, a materia es-
Jw,. rnais forja dar obra Cantara, ou para nirHior dizer
herrara, a maneira de fnebre ladaiuha. asegiiinle bai-
lada;
Helias donas, que sents
VUlus histricos,
Males ulricos,
Queros frajkgeni esac nariz:
Se ifiir para ros
He coisa uiorta,
N'eni j sen fado
Vos bate porta,
Tomai, donas, deste phillrn,
Toma das utos da Zngara
O elixir de Zabara.
Condes, duques, fidaigunlios,
Que em noite oscura,
Trda ternura
Idea procurar sosuihos:_
Se algiima i.ai.,....
Haris de sotl'i cr,
Ou desses engaos
Que dao que fa/er,
Tomai, incus ricos fidalgos,
Toiaai las inos da Zngara
O elixir de /.abara.
Frailes, hispos, c pillados
Kin elija garganta
t) boni vinho cauta,
A par de linos bocados;
Se depois do bbados
(inoris de repente
Robrar o Julio
E pregar a gente,
Tomai, fradinbos o l.ispos,
Toma das inos da /.ngara
O elxir de /.abara.
Filhos de Marte ou d'Herodes,
(>ue por mar e torra
Aos luios- da guerra
Arriscis rossos bigodes:
Se algn, halasio,
Dando-vos na testa.
Ha de vir inatar-vos
No iiielhor da festa,
Tomai j, bravos soldados.
Tomai das inos da Zngara
O elixir do /.abara.
Elle alona aura Ugeira;
N'outro lempo aoa nobres,
Aos ricos, e aos pobres,
A uioitc davacacbeira;
Mas, grajas ao philtro,
J boje a careta
Da norte importuna
He chito, che peta:
Tomai pois, tomai cm golfos,
Tomai das inos da Zngara
O elixir de /.abara.
^


-T
' artificial, era natural; nos circo* de gladiadores, se rc-
preseotavfio scenas incestuosas para entrctcninento
dopovo; era, pola, Justo que a groja interviesse nos
theatros; era do seu derer Intervir, ci.....> mfii cari-
nhosa, uobein dos seus Albos; mas os thcatros nao es-
tilo boje neslc estado; felizmente elles leein lomado
oulro carcter, c scenas Min tal carcter nito se prn-
ticao sendo por abuso: alguus outros obusos se tiviii
Introihiiido; mas vejo que sao logo supprimidos pela
auloridade; consta-ine que assim aconteceo cm Lis-
boa; lia pouco, forfio l suppi imidas certas pecas thea-
traes como forana Ton o de Nesle, c Lucrecia llr-
ela, e ondas dcste genero; e porque eu espero que a
tlicatroda minlia provincia seja bem administrado; que
tthisemio rrpreseatcm senao scenas proprlasdo serillo
das I un s; que se torne urna escola de moral, de de-
cencia, i em (ini mu distraerlo bonrsta, emulta licita
para (mo o qualquer homcm que quizer, eque deve ter
esse irinpo, csse espaco para refregerar o animo, que
nao poder do mancra alguina mellwr fater. Ks sa-
bemos que o uosso tlieau-o tem estado cm atraso; os
accionistas teein concorrldo com a protecao que era de
esperar das clrcumsianclas do lempo; a nossa mocda.tu
liara, < t io miseravel, tal ve tenha concorrldo para isso:
com nulo tem-se calculado que com 30 con tos o thea-
tro estar acabado rm doicmbro; o ouvi n pessoa multo
habilitada, que estava bem no raso de poder allirmar.e
me illsse que, se honvessem mies 30 ionios, se compro-
iiiellia aahrir otlienlro no din faustosa dos anuos do Im-
perador a "2 de (lecembro; por i into lev ilitel-me para
npoiar i .si rinrnda que ah esta; di- n assembla esses
.'{(> contos pna que se acabe o treatro de Pernambuco, r
p.n i (liante a assembla v dando qliotas para siisteuai
"ina i.....ipauliia rscnlliida e boa as assemblas que vie-
rein i'irai'in queenienderem ; uiasjulgo iue lie muito
conveniente que as nssemblas amare indo umaquo-
ia para i-si compauhia; ponan udvlrla-sr que, sceu
snubesse que o tbeatro, de cuja obra se trata, tinha de
ler por actores os que por ah se i -eiii apresentado, eu
ji.io votarla uein mu real ; mas espero que assim nao
sitcceder, eque vira unta compauhia italiana escolhida;
.' por isso be que vol pelos 30 eolitos.
'' -V. iiium llurrelo: -- .Vio poSSO pioiiuuciar-uic.
na realidade, contra os (heiros; seria cousa beui im-
proprio de quein faz versos; apoio, mesino pelo lado da
distraeco licita; n'un paiz, como o uosso, onde mi lia
cousa nenhuma do distraern; onde as asscmblas sao
poucas; onde nos vivemos ii'iima especie de isolainen-
to; carecemos do un divertiuiento publico, honesto,
onde vamos distrahir-nos um pouco nos sananos a uli-
lidado dos thcatros, a moralidade que miles seapresen-
ta. couio o nobre dcpuiado acaba de ponderar; c ta.ui-
bein Be verd.ule, que boje silo o contrario do que croo
amigamente porque elles nao reprcscntavilo senfio scc-
ni- iiuinoraes. anda que assim inesmo tcnhfio sua utl-
ldadc, pelo lado do ridiculo nos lliealrns gregos, o ru-
nanos, as ni.limes personarais do impeli tintillo a
cortesa de se achareui representadas em scena, pelos
seus vicios, pilas suas maldades, pelas atrocidades que
couiinetlio; nao crao poupadas pelo sal cmico, e isla
servia de cohibir os cscessos;e se mi produca a morali-
dade, produiia o castigo dos unios boje, porni, o ca-
rcter dos thcatros heontro; os theatros supprcui, nfio
digo a moral do evaugelbo, porque esso nao lia cousa
ncnllltllia, que a possa supprir, porque ella lie supe-
rior a tudo, o por ,;sn niosuio val ludo; mas a moral
lio serillo.
Sr. Presidenir,cosarcasmo,o ridiculo fazcm cohibiros
l)ouit-iis;por peior que seja a coiidico da pessoa, ve Ildo-SC
ridicul irisada.cncolhe-se.emin appareco mais; se isto lie
assim, do que utilidade nosero os theatros, attcndcujlo-
sea moralidade? Islo, quando nos estamos u'umatorra,
onde nao ha divcrtimentoi pblicos, nein se qurr um
passeio publico..., eu csiou sempre com saltos; soifra-
tue a assembla isto; em Lisboa, em grandes (ardes de
iiielancolia, cu ah, contemplando asarvores, me dlstra-
liia. no uio de Janeiro acoiiiecco-mc o mismo; mas aqu
nada disto temos; carecemos, pois, de um tlioatro, por-
que csse que ubi existe lie vergnuha dos Ihcatros, nao lie
lliealro; a existir assim, lie melhor nao o haver; mas um
tbeatro decente he preciso: a nossa provincia vai lo-
mando certa aciiimle, as lusos riio progredindo... eu
sci... vilo progredindo; logo, os rspiritos carecan de mu
tbeatro; eslou conforme com ludo Isso; mas,30 coutos
aiiniiarsiic muito....
I"::lie por una VCJ....
O Orador: Ali: eu nao tinha entendido o negocio;
onmo agora percebi, apoio a idei.i do .-r depulado; vo-
to pelos 30 contos, por nina voz: assim seja sto bem ad-
ministrado, c que mis teulianios tbeatro, e que nao se-
i como sao todas as cousas nossas; que uo seja como
IS obras de Santa Engracia de Lisboa, que nunca liouve
qiicm as acabasse : voto, pois, por isso.
l.c-se a seguinte emenda:
ii Com o tbeatro publico 25:0004 rs. Alean/orado.*
He apoiada, e entra em discussao.
Sr. FianriieoJotto : -- Sr. presidente, eu Julgo-mc dis-
pensado de defender una parte da inhiba emenda; i-io
he.aqucila que he relativa a utilidade dos theatros; con-
sidero-medispensado disto, porque tive o prater de ou-
vir 1 disiincios oradores tiesta casa desrmpeuharem pe-
la ni unir, por que cos.....So senipie l'a/.er, o cuipculio
que nesta oeeasiao lomaran; cu contara com isto, alteuta
asua recoiibecida Ilustra, au,motivo lambemporquecoii-
lava que esta assembla queieiu semprcdi sciivolvidoum
espirito verdadcirameuic louvavrl e protector,quando
se trali do IUU5trai SOCCOrros para obras pallucas,
para empresas de laminilla utilidade conlava, digo, que
a asseiiiiilr i, poSSUida d'isse seutiineuto animador, ion-
vil iaeni dar mais alguiua cousa do que o quaulitativu
consignado pela commlssfin para a cunclusao das obras
do tbeatro; mas, Sr. presidente, vendo urna emenda,
ollerecida por nutro depulado, mu particular amigo,
ditiiiiiuindo mu pomo a quoia, por niini pedidaevrjo-
inc obligado sustentar com maior forra, do que pre-
tenda, a emenda por inin apresentada.
Eu, Sr. presidente, pedi ,10 con ios de rs., para a
cnnclllSUO das ninas do (licatro ; a coannissao COnsigOOU
13 cotilos ; lie islo tuna grande dillereuea, que, para sel
jllslllli-.ida, carece de ra/iies; un came deslas culrarci,
creio icr-mc-ha fcil jusliHcar csse rxcesso de despe-
en: os dina (ores do lliealro leein ruipregado lodoso
esforcos para com luir obra; .alguns deilcs, cujos no
mes nao nu ncionarci, para mi ollender a sua modestia,
teein foito avanf os do mu subida importancia ; todos os
uniros teein platicado esforcos verdadeiranionto Ion va-
veis ; ludo isto para SUpprir a falta, e as deliciencias
que deixrSo alguus, que julgrao, que ser inembro
de eoiiimiss.io era por osen nonio, e nao prestar soc-
corro alguilt.
_^ O Sr. I'ijncirriln ; Pregunto ao nohrc depulado, so
nao pdem ser coagldos?
" Dr.ilnr :- A eoaceao nada nprovi'ita...
" Sr. Figutiredo:- Mas lia un contrato...
O Orador : Mas quer o Sr. depulado que a direc-
cao entre em demanda com esses refractarlos Suppo-
oho.que nao be conveniente isso; mis perdera essai
qii.'inti.is que j.i derao, outros nada perdem porque na-
da derSo mas islo nao (orna mais tavoravel a sorle do
tbeatro; mas. Sr. presidente, alni deslas cousldera-
jdes que sao de multa importancia,e do muito peso, nu-
das lia quethes servan de auxiliaros, ponan poderosos:
o nobre administrador da provincia que (auto so tom
eiupenhado no uosso bem estar, nos ababa de declarar
no son rotatorio que he exacto ter a direccafa do theatrd
posto om pratlca todos os esforcos, o nao poder concluir
a obra, pela falla de quailtltatlvo igual aquello coui que
ja tinha sido auxiliada, nao o podeudo facer sen.io com
30 cotilos (le rs. ; laniliein cumple altonder, prestar um
momento de reflexao a urna nutra i onsideracao, o lie
que osla lio a ultima quota que tem de ser dada para o
tbeatro; e una re que llovanos auxiliar esta empresa,
por isso nao lie muito que Ihc prestemos o quantil itivo
necessario, para que reunido aos esforcos c saerilicios
dos accionistas levar ao cabo ossa empieza, que como
lodos acabSo d dlier, ser una eilipreta do utilidade
para a provincia; porque Ihc ollorcco una distraceSo
innocente, um prazrr variado; oMerocc-uos um auxilio
a moral publica, se (em, pois, (odas oslas vantagens, nao
podendo mis duvldar de que a direceo tem empregado
(odas as forcasdo sen zelo, que alguus do seus membros
Correl todos, viudo ao p,
l)a c,i vossos vasos,
l.i vai-os lieui rasos,
r.iu quanlo enehe a maro;
Cinco, seto, c novo,
Aitaroth o az,
A cildeira lie funda,
\ iva Salanaz:
Toinai moros, loinai vellios,
foniai das unios da /ingara
O elisir de /.abara.
Como da acabava a ultima nota da sua loada lamen-
losa, una voz que niio ora o oclio da sua, rcsooii por (ras
dola c a fes estremecer.
Pelo dos do Inferno! exclamou colrica voltaudo
a cabera, quein be que vom inipoi (unii-iuc ueste me-
mento?
He que te qu. Isas, velha? disse labio ; nos vimos
i nclicr osnossos vasos, como du a lu cantiga. K pois
leus o elixir de /.abara para ludo o inundo, tambera te
ras para mis.
Como eutrou c roce? perguntou ella dardeianda
sobre o capillo um olhar feroi, qucaoclaro tlofogo
bt illiava como o da vbora.
Bem me custeu; como nao queras responder
forcoso foi arrancar a fechadura, que trancara o ton
antro.
He isto! uo ha mais nue arrombar a porta da
gente! Suppoein Vms. que tudo Ibes bepermittidol Que
me quer?
Que me digas a btiona-dicha, mini e osla dama,
que se digna boiirar-ie com a sua presenca, respondeo
elle voliaudo-sc para a raiuha, queso hara conservado
jio escuro.
icotn fello saerilicios ; altiaidendo a (pie be a Ultima vez,
mo poshodescobrir a raido que aulorise a assembla a
llegar des ta vez o que por ondas (em concedido. A nossa
niissao mais honrosa be estadas questdes pralicas de uii-
lidade publica, Isto he, do bem material do paiz ; eu me
rrgosijo sempre com o exaine deslas queslos, que sao
aquellas de que posso algumas veies conseguir cousa
que proveitosa seja. I", tenho, incus Sis., o meu espirito
ci aturdido com apoltica, que, quando retiro as mi-
nhas vistas de sobre o enianguentaao campo da polti-
ca, (enlio o que so piule dizer veidadeiro prazei Per-
suadido da verdade destas ideias, atrevl-me a propor es-
ta emenda, a qual est conforme ao pensainenlo daqucl-
les que, no objecto ipiestioiado, coubecem as suas espe-
ciis eiiotiinsiancias, o atiendoni COniinigO CSpnSlcuO
do administrador da provincia, que deve ter receido as
necessarlas informacei da direceo; pcdl, jiois, esto
qiiantllalivo como o necessario ; deve, pois, a assem-
bla, para prove necessidade publica, votar por elle :
i'u assim o espero,
O Sr. Alcanforado:Sr. presidente, eu nSo pretendo
(amar na iudagacao do cll'eito moral que produzeiu os
theatros ; eu considero a qucsl.io por mitro lado; se por
ventura tlvesse tratado a questfio por esso lado, diver-
goria da opiniao dos Srs. deputados ; ipianto a inini
nao acredito ni moralidade dos tliealros;pdoni sor iliois
pelo, reercio, pela satisfarn; mas na moralidade niio
acredito; considero a quesillo como despesa, como j
feito. cotnoj i estabclcclda, o a rasSo he a que vou dar :
estabelecco-scumacompanhla paraa edilicaefio do tbea-
tro; ostabelecerito-sc loteras; est elle quasl aconcluir-
deve votarse o resto necessario para (|iie ludo sto
mo llquc inulilisadoauaudci, pois,ossa emenda para que
vote nuil quaulia que lie justamente a iiocessaii.a
pira que esta obra so concilla; para que so nao perca,
o que ja se gastou ; nao foi senao por este principio, e
nfio porque produsa moralidade. O presidente da pro-
vincia pedio .'{Ocotitos de rs.; nao obstante, eu propuz
i.'i contos, porque tenho InformacoCs de pessoas habi-
litad is, que me dUcui que osla ip'ianlia he milito sulii-
eienle: voto,por couseguiilr, pela niiiilia emenda.
He a materia i ti Igada discutida, c regeitados o arti-
go, ea emenda do Sr. Francisco Jo;io ; sendo approra-
da a do Sr. Alcanforado.
I'ass i-se ;i disentir o arl. I(i,
O Sr. Iieserra :Vejo no art l(i una quota de
10:000/000 de rs. para reparo das matriies; e como a
de Agoas-Ucllas esta multo arruinada, acho conveni-
ente que se designo especialmente urna quota para o
son reparo; e por sso mando i mesa a seguinte
eiuonda.
Sendo 1:000/000 de rs. para os reparos, e colicor-
tos da capellaCinor da matriz de Agoas-Acllas.Ueserra
Lantlraiili.
lie apoiada e entra cm discnssSo.
l.('-so a seguinte emenda :
K Com os Cipuciiiniios cm lugar de500/rs. diga-so
l:')iiov rs.Alcanforado.
He apoiada, o entra em discussio.
O Sr. Alcanforado: Maudei a mesa una emenda,
augment indo a quota consignada para osCapuchinbos;
porque ..... parce que a ipiota de .'MlOirs. mo be sulli-
ciaile:. u nao quero prev.aleccr-nie dos sci'virosquc estes
padies tccni feito,e do inte re SSO que nos temos om cou-
serral-os, porque sso lie geralnirnte conhecido; ob-
serrarri que os padres algumas obras teein feito no que
teein desenvolvido muito icio, id esli iudividadus na
ipiaulia de800/rs : ora, se elles devein 800/rs. e a
assembla Ibes dSOO/rs., he seguro que nada podein
laier a assembla quer proteger estes padres: seellcs
lecm correspondido s esperanzas que a assembla nil-
lei depositou, he claro que Ihe dcveinosdar aquillo que
he necessario: aquantia de 1:000/rs nao lio excessiva,
a provincia multo lucrara, cm que Indas as qualitas
uvessem -un lini ci til como oslo ; por isto lie que
aprsente! esta emenda, que espero, a assembla ap-
prove.
O Sr. Frrreira Hundo: Sr. presidente, eu eslou
pelas raides que acaba de expr assembla o nobre de-
pulado que acaba de fallar: realmente os padres Capu-
chiuhos merece..... devem merecer toda a consideracio
desta assembla; nos Ibes devenios nipoi taiilissiuos
soivicos, desdo O prmeiro dia, que ellos posean o pi'
no brasil; i .-s liro sempre, senao os primclroSi os
segundos missionarios que sorrirfio no Brasil; desde
entao o catbolecismo ganliou com o seu zelo, e inesmo
no estado cm que as cousas ecclesiasticas se achao, elles
zcasam
Ab. he a dania do outrodia; Ja Ihe tirei una vez
las, que nao sao como o juio dos liouiens que mu-
O que ellas diiem boje, dtzeui ama-
as coli-
lla todos os (lias
nha. Se nao agradan, tanto peior para os que
silicio. \'Uo a darsalla beber agoa do poyo da Sibylla.
Era o quilbo pillorcseo: una ranilla e um olleial
reunidos no lar de una eigana; que terno, e que fugar
para tal reunliol Sempre Inclinada sobre ocaldeirao, a
eslanapada velha nao aessava de rcniecber o son cos-
meino, semprecantarolando a sua bailada; arainha es-
lava de p, um pouco distante, magnficamente enrou-
paila no seu vistido de veludo negro, Eabio com a espa-
da ao lado, o a cabera dcscoberta, licava mais junto da
Zngara a lint de melhor interroga-la. E esses tres ros-
Ios, l.io dillcrcntos iii> do ontro recebondo a luz de bai-
xo para cima, imitarn o quadro A noule do pin-
tor hollandct Crard, e o logo latifava siuislros reexos
sobre as paredl s sojas, o faifa que pareeesse mais trlsto-
uba aobscuridade arlilicial dessa morada infecta.
Nao uueres pois, diz Carolina aproximando se do
logo, prcdi/.er-nie o futuro?
E nao vo-lo-disse cuja? Um inimgo louro, e una
longa viageml Consulte cu dez veces seguidas as cartas,
que nada mais verci.
O inimgo louro, diz a raiuha Fabio, n.o he lo
mal adiado, pois diz o retrato com o principe regente;
mas quanto viagoin, esporo que to cedo uo taca mais
do que a de Castelvctrano ao palacio de Paleriuo c de l
a >"apoles.
As cartas, replicn a velha, nao dizem iiomes pro-
ptaos ; se ,-u fallasse d'outra sorto, mentira, c a Znga-
ra niiiica engaiion ninguem: ali est ocapitao que o
diga. Que Ihe aiuiuncici cu no nudo dia na punte do
Que a galota eslava vasta, e a junaba se bavia cs-
se teein comportado sempre como hoincns de inulta mo-
ral, e i pie i cen no estado ecclcsiasco desenvolvido limi-
to zelo, malta activldade pola rellgifio; na parochut de
Samo Antonio, ellos sao um grande sustentculo do pa-
radlo, pelas suas conlissoes continuas; a qualquer hora
da noule que so Ihcs bale a porta ellos salieui, para fa-
terein as conlissoes, aliviando o pastor da parochia dos-
(e Irabalbo; depois disto, no lucio de toda a c0rrup9.no
dos lempos, elles teein conservado seus austeros COStU-
mes pelas misses ; 110 interior do paic elles teein feito
grandes servcos; aqui, beaonde elles sao menos preci-
sos, digo monos precisos, porque a imuioralidade as
grandes povoaeocs he sempre multa; lie necessario que
baja um liomei'n extraordinario para reformar islo por
nieo da palacra de Dos; nos mattos, onde a siuccrida-
do lie nutra, onde os costumes sao olidos, elles presto
rcligio grandes serviros, at por una razo, porque
os povos osto acostumados a vl-os: a Baixa-Verde,
he para assim dizer um monumento de religio, que um
(lestespadres consagrou, aldcaudo esses Indios naquelles
sitios; aldea, que boje l'ac nina parte inlerossante de Pa-
ja de Flores; ludo isto sao motivos que nos devem mo-
ver a favor oestes padres. De mais, cu tenho relaedes
com alguns deilcs, e sci que esses soccorros dados nao
teein ehogado; elles est 10 indiviilados, loinro dinhei-
ros a juros a 11111 negociante de iiiinlia parochia, que eu
podia noniear, mas que nao lie necessario; mas lie fac-
i de que eu tenho scioiicia certa : ora, oslando a as-
sembla (o larga para thcatros, nao pode deixar de
prestar tainbcm todo o soccorro a estes lioinens, para
que vi vilo ooiiiinodauenlo ente nos; porque elles 111 e re-
ce muito por sua moralidade, muito pelo trabalho que
leein tido, inulto porque sao bomensdo bem. A assem-
bla que nao sabe fallar ajustica ha de approvar esta
emenida : eu voto por ella.
OSr. Lopes tiama: Sr. presidente, cujulgodomcu
dever fallar a respeito desta emenda ; porque, sendo eu,
senao que mais trabalbei, ao uieiios pie muito traba-
Ihci, paraa volla dessos missionarios a Pernambuco devo
concorrer com o meu fraeo contingente, para ludo quan-
to for favoravel a esses religiosos. Estes houions em-
preliendro o concert do convento,e igroja da Senliora
da Ponlia,que eslava em estado lastimoso;cu fui all,man-
dado por esta mesiiia assembla, em coiuniisso, quan-
do l se achara a casa dos expostos; vio estado misera-
vel, rm que aquillo estava; confesso, que tive um
senliinenlo dq,magoa, piando vi, cao inesmo lem-
po de saudade, quando me reeordei dos pamenos das
(la miiiha moeidade, em que eu vi aquella casa limpa,
docente, c assciada c a contemplara na occasio, como
urna polssiga de porcaiia. cbegro os Capuchinbos, i in-
mediatamente aquillo mudou de face; elles anuidio
completamente; tcem muito zelo pela religio; c por
elle emp i-i-n.le.io aquella obra, e agora acno-se indi-
vid.idos, como j se fes ver; ora, a assembla mareando-
llie :<').-.-imu rs., nao Ihc d meios, com que elles pa-
ginan SO/000 rs. 'que j.i devem.
Senbores, nos sabemos os serricos, que religio
tcem prestado os religiosos Capucliiiihos ; nos sabemos,
que, (piando aqui se tratou da viuda (lestes religiosos
nesta mcsina casa, se aprescnlro propositos, (Ibas
das ideias do scula ; elles suppuiibo, que a Europa
moderna nula estava nessas ideias; enganro-se coin-
pletaiucutc : a Europa moderna tem una tendencia toda
religiosa; quando, ponan, se tralou da viuda dcsles
padres, levantou-se urna poeira contra elles ; e o
que se disse he, que ns tullamos sacerdotes em abun-
dancia, e que estos bastaran para pregar a palana de
Dos : cu nessa occasio disse algumas verdades duras ;
o so alguiua cousa tintillo de odiosidade, tambera reca-
ba rao sobro inin: conllevo na verdade sacerdotes omito
dignos; mas, fallando-so cm gcral, o cleropernainbu-
catios.juo br|dos mais bem procedidos, e nao sao estes,
que bao de pregar a palana do Dos; porque a palacra
de Dos, sotn o exeniplo, de quasi nada serve ; nao drei
de nada porque a palacra de Dos sempre fortifica al-
gnina cousa; basta ser de qucni he ; mas sein excinplos,
nao aprovcila tanto, quanto deve aproveilar. Voto pois
pela emenda.
Aligada a materia discutida, he o artigo npprovadn
com as emendas do Sr. Uccerra, c do Sr. Alcanforado
Entra om discussao o art. 17.
U Sr. l.nitt dama : Aipii vejo <[ne se marea quota
para a calbedrai de tUnida ; eu convelido que se pague
aos couegos, porque osto postos em tuna triste condi-
co ; se esta assembla dcixa de pagar-lhos, licaro sem
ter que comer ; so recorran a assembla geral, esta nao
Ihe defera aillda ; entretanto, can meu humilde enten-
da', os couegos sao eiupregados geraes, c pelo cofre ge-
ral lie qucd'-voni ser pagos : ellos faieiu parte integran-
te com o diocesano ; logo, como be que se comprehende
o bispo empregado geral, e os couegos, que coinpocm o
cabido, empreados proviuciaes? .Nao be possivel; mas,
nao devendo elles licar sein pao,cu voto para que se Ibes
marque quota, mas com algunia clausula, para que se
cutanla que mis nao temos obrigaco de pagar-llies ; di-
ga-se, pois, na verba; por esta vez smente, tanto =-,
a lui, repito, do que no Uio do Janeiro se COllhcca, que
nos nao temos obligarn de Ibes pagar, e posso elles
requerer com csse mesillO doeuinculo : ueste sculido,
mandarcl una emenda mesa.
I .-se a seguinte emenda :
u Anude se dic =a deOlinda aeerescente-sc = por
osla voz simiente -- o mais como no artigo. Luyes tama.
He apoiada C entra em discussao.
0Sr.t'igutircdo :--Sr.prcsideu(o,a emenda quciiiandnu
mesa o nobre depulado nao deve passar, porque me
parece, que pela clausula, que ella cucarra,nao he que
a assembla gcral ha de mandar pagar estas congruas ;
devo declarar ao nobre deputado que a assembla pro-
vincial j.i rcprcsciilou ao corpo legislativo geral a res-
peito ; mas, no entretanto, a assembla nada marcou
para esses cstabelecimeiilos que na opiniao dos nobres
depiilados sao geraes. So,pois,esta assembla entender
que nao leve marear quota para a s piidr fazol-o,
como ja o fec cm ouii,, occasio; mas nao precisa desta
dcclaracfioj que.au meu ver, be ociosa, de nada serve;
porque olla nao podo obligar a assembla futura ; o
poique culi nilo que na logislaro se nao devem inserir
clausulas untis,voto contra a emenda. Mas.Sr. presi-
dente, eu estou disposloa votar pola quota consignada
parase, porque julgo que,apezar de ser um eslabelcci-
to gcral, elle presta umita utilidade provincia, e ao
bispado; e nao ha remedio senao carregarmos com a
sua despea, cm quanto pela assembla geral senao der
alguma providencia, tal, que assegurc a subsistencia
il.i-.li-s onipri gados....
.Inlgad.i a materia discutida, he. o artigo approvado
ii geiada a emolida do Sr. Lopes Cama.
Knira om dtscussfio o art. 18.
O Sr. Lopes tiama:Sr. presidente, disse en, que vo-
tava pido quola para a c.illiedral, o entao muito mais
devo coueoricr com o meu vol para os paroehos; nio
be, pois, para me opjuir, mas sii para pedir que se com,
nue a pagar OS guizamentos o fabricas; por quanto se
uas inatrixes das cidades, onde lia irmandade rica, se
pude dispensar osgtuzanicntos, porque as irmandades os
f.izeni, nos uialtos, onde nao ha Irmandade, 011 essas sao
pobres, isso ha de muito sentir-se; c por sso cu propg.
rci o seguinte :
o Suppriiiia-se desde as palanas supprimidas at o
fin.
He apoiada, e entra em discussao.
O Sr.Ferreira llarrelo : As relcxies do nobre de-
lutado sao oxactissimas ; eu or uiiin estmi prouqito a
acer essas despecas, mas creio, que oa mciis collegas
do interior nao as poderd facer ; daqui resultar, nue
se nao poder dizer inissa, ou o padre ter de levar cora-
sigo a vela, o vinho.c a hostia para celebrav ; as irman-
dades sao muito pobres, nao puilein com esta despeca
ora, tendo-se votado triuta contos para o theatro, nao eco-
iiomisemos ulna quaulia to pequea, eque be lo boui
empregada. Voto pela etucuda do meu collega.
He approvado o artigo ccmi a emenda do Sr. Lopes
Gama.
O Sr. Presidente da para ordem do dia da scsso se-
guinte a niosnia, que vinha para boje, c levanta a ses-
sao. (Era mais de duas horas}.
C0RRF.I0.
COBRF.SPONDKNCU DA CIImiii: H PROVINCIA.
Anda lioje nao posso cumplir o meu desojo, que
hoiitem Ibes coniniuniquoi; jiorque, na verdade, flta-
me a calma Indispensavel a quein tem de expor, nao um
peiisamcnto isolado, urna idoia desligada sobro este 011
aquello objecto, mas sim rollexcs prodiuidaS polo as-
pecto horrendo, pelas cireumstaneias desastrosas do
paii cm que vivo. Nos estamos sobre um volean, culo
ronco amoacador eslrugo alm da crtera: nao tomos
seguranca 110111 de vida, nein do cousa alguma; estamos
conilini nados, e os nossos juicos sao os nossos algozos,
e esses juicos e esses algoecs nao s nao 10 encobren!,
como que ostento a sua perversidade, e nos desalan.
o nos insiili.-io declaran,lo-iios o modo porque nos bao
supphi-.ai, os usiruuientos coni(|uo nos bao do sacrifi-
car, nos bao de assassinar! Uestes momentos de amar-
gura, uestes apuros de ddr, toda a applicaco, todo o
juico se emprega e se deve empregar em salvar a vida,
em repelllr a audacia dos carrascos: a nossa salvaro,
prmeiro que ludo, ineus amigos; depois aquellos que
sobrevirercm tormenta so daro ao Irabalbo, que nao
nos he dado, ao monos inin, fazor agora.
Con espondencias.
Delia
capado. Ei a 011 nao era, como Ihc disse/
lili I II .'-.<- ..." .-.-T-T,-
(iaiola vasia........ poniba que se escapou...... que
quer ella dizer'1 perguntou a raiuha.
Que o meu amigo baro Schinna bavia partido
para o campo com sua familia, quando cu fui a Maceara
para o ver, c que ninguem acliei em casa. Eisaqui, Se-
nliora, em prosa vil o qne a Zngara disse na lingo a das
Sibviias.
A mulher do vosso baro nao he pois tao velha,
que a comparo una pomba?
Zngara, dic Fabio, que dade tem a baroneca
Scbinina?
Tenho c a sua certido de baplismo? V pergun-
ta-la ao vigario. Tudo o que Ihe posso dzor, be que
quando eu inorrer do velha, ha de ella ter grande neces-
sidade do um bordo.
Nao dizia eu a V. magostado, que ella podia ser
111 i 11 ha uv?
Com clt'eilo, aquillo dcixa crcr urna idade assaz
respetavcl.
Emcompensacu faz ella doce dcalfostigo anda
melhor que as freirs da Mai toiaua.
Hei de ii prova-lo um da sob vossos auspicios
Srs. redactores. Apenas Ii o Lidador n. 14, escrevi a
carta, cuja inscrco agora ihcs peco, Clll defeca de un
amigo ausente e ultrajado, e a envi'ci typographia da-
quollc peridico, para que nidia fosse impressa ; desoja-
raque no inesmo peridico em que se leo o ultraje, se
lase a resposta ; nao pode porui ser acceita a ininlia
carta,e me foi reenviada depois de alguus das. Recorro,
pois, ao seu peridico para que m'a lava imprimirla! qual
a escrevi o ciivic para aquello peridico, por cujo favor
muito penbarar a mu Assitjnante.
Srs. redactores do l.idndor. Tendn o seu 11.14 feito.a
eiiuineraco dos presidentes ltimamente Horneados e
distribuido alguns dolles elogios, que cu abraco o re-
pito, foi sobro modo injusto, quando tralou do presiden-
te ltimamente uoiueadoparao Itio Grande do Norte, do
qual disse taes cousas que outra qualilieaco nao uicre-
cein que nao seja de calumnia rcvoltailtc, c que smen-
le pmiei i.ni sor escripias sob a Influencia de falsas Infor-
tuuces, fcilmente aeolliidas, ou acreditadas pelo crdu-
lo espirito de partido, c que profundamente me mago-
ro, para que as doixasse correr sein conveniente res-
posta. Eu nao esperara que o Lidador louvas.se a noine.a-
co do Dr. Moraos Sarment ; bastava que nao fosse de
seu credu poltico, para que nao livesse afta honra ; mas
nfio esperara tambera que, para censurar ogovemo, se
lizosse echo da mais desprocivel calumnia, o fosse cuspir
na face de 11111 eidado honesto. Injurias da urdan das
que se leein un citado numero,
( Felizmente para oDr. Aloraos Sarniento, os seus ni
inigos(digo iniuiigos, jiorque outros nao podio dar taes
apontaiucnios) nao podeui assacar contra elle somio a
miseravel pocha de falta de sonso, o de imprudente ; pe-
dia que lie fcil de baratear, e que com m.'io larga se a-
lira contra aquello, que, no desempenlio de seus deve-
res, nos actos de sua vida, nao allende, nein se dcixa
guiar por quacsqticr cunsideragoes particulares, c s-
mente se decide pela reelido ejustica, pelo seiitiiuento
do dever, sem se embaracar com os odios, com as inimi-
cades, com as consequencias que desle proceder rosul-
to, e que quasi sempre sao um pudoroso obstculo para
o engrandecimento pessoal para oque vulgarmente se
chama felicidades c acarrla serios desgostos. Este tcui
sido o constante proced ment do Dr, Moraes, que antes
quer seguir os dictamos do sua coiisciencia, os princi-
pios dejustica, do que obter as vantagens, c gozar das
venturas que quasi sempre conseguein os que adopcio
011(1 o thoor de vida; que, na phrasoologia vulgar, saban
vver o modelar as suas arcos segundo as eirciiiustau-
Clas. Mas.rrca lie coufossar que, se oslo proceder nao be
comuiuin, lie por isso inesmo mais digno de ucuCuncu-
to ; e (leste se tem foito merecedor o Dr. Moraes Sarmen-
t em toda a sua vida. Se be islo que o autor do artigo
aleiinha de falta do sonso, posso assevcrar-lhc que o Dr.
Moraes muito se ufana com este seu juico, o que nao ai-
ripiar earreira, pois que tem bastante coragem, e bas-
tante consclencia de si, para despiezar os sarcasmos dos
que nao sabem coinpreheiider a vil tudo, e lidicul.iriso
aquellas dotes que nao teein; elle uo desconhece a m-
xima do chanccller de Bacon, que em um pais cor-
onqiido he louciira ser virtuoso; mas a desprea eoiu
todas as suas Coreas.
Fora iinpossvel que o vicio nao procurasse descon-
KL?lB3SLmsy..
Carolina fec um signal de deaapproVscaKo, que a eiga-
na nao perdeo, lngindo cora ludo nada ver. e cntaro-
lando cm voz suida:
Toinai, donas, dcste philtro,
1 nina i das inos da Zngara
O elixir de /.abara.
Saiamos d'aqui, disse a raiuha, senao suil'oco,
basta de mancadas, tenho de lllar-vos em cousas se-
rias. Vamos, so queris, at as podreiras, estaremos l.i '
sosinhos, o podei eiiius conversar vontado.
Entendido tica que a Singara nao seabalou para dos-
pedir os seus hospedes, como o nao Osera para os re-
ceber.
Kan se esqueja de fechar a pona, grtou ella
Fabio, nao quero que entro aqui lodo o mundo, como
11acall1cdr.il de Mazzaia quando ollicia, o Sr. bispo.
He preciso reprebonder-vos, disse Carolina a Fa-
bio, quando se acharo no campo. Para que Iroucrstcs
vos all aquellc caso? (iuardai-vos de imprudencias,
inesmo gracejando. Nao loquis no culello. Sabol, meu
Espeto qiic nao, disse Fabio parte ; pois que vialai"'B' que nao coiivni chamar a atlouco para colisas
a sobriiiba por liac da ta, c laceando, que qualquer I 'I'"-' qm-remos oecultar, oque O lliali seguro nielo de
indiscreta palana que cscapasse Zngara desseque sus- |"as 'a"'r esquocer aos OUtrcs, be esquccornio-las mis
peitar ao espirito desconfiado da raiuha, chamo 11 ou-""
tro otijeeto a uaallcne.io
.l que tudo sabes, disse elle eigana, dice-nos
agora quein commetlro o alternado da Spagnola?
Os que passaro pelo lugar da 11101(0, o hora do
assassiualo, respondeo ella encarando Fabio, sabem mais
a csse respeito do que quom l nao eslava.
Decididamente, exclamou Fabio, prudente coulra-
niarcliaudo em retirada, c como la dizem, sem pedir o tro-
co, nada arrancaremos desta velha fabricante de /.abara.
inesraos.
Fabio nao procurou drsculpar-se, entt incheirou-sc
em modesto silencio, c dVxou-se eondomnar.
Sconi osen galo, poc-sc a Zngara a coniinrnCir
seu modo, e rom a maligna gargalhada que Ihe era pro-
pra, a Imprudente pergunta de Fabio a corea da hpa-
guola, e o gesto de desagrado e inquietaco que esca-
para raiuha. Vina hora depois camiiiliava olla para
Maceara.
(Conlnuar-je-/io^.


^3
colmar a rvobi.la.lo, c rUtteutarlal ,i:,0,,fn;Ts
u.enospretir e ..junar os que a pnM*'?*%* "
actos lo na vida, c todo o transe. Ku deafin ao
autor doarilge, .oem rnente me dirilo, qoentom
Bor, pariqae exhiba e.te actos de inucura ; para
qu 1- indo-so da ogc.isa, que 1' ven un. tc.iha ao
I ,. i,,,.,^, procurewmcalmae fcuparclalldade avert-
c.ar s ac.s de ua vida: e certa etau que, e fl-
te vc'obrlgado '-comI..,;, r que tora Injusto, o
m se deUara arrbala.- pelo eplrito de partido.
1 K,-r d" val o autor do artigo, qua......a.srvcraque -
i,,- Jora-i nioUnha qualldadc alguma. que o tUCMe
rccoinmendavcl, ou conhecldo para .. carpo, que fura
oxcrer" alba que dita Dr. tent exercldo diversos ra-
nroKO* de magistratura < administra, ao, e que uestes
empregos moalrou ler Intelligencia, inoderacao e prow-
dade a toda prova, o que estes precedentes consliluem
una lorie garanta de que dosonipohara salisrurloria-
mentc o careo de presido uto de urna provincia de or-
den) Inferior; que outros mullos tecm sido ..orneados
nara oslas, e anda mal Importante commissdes, son.
'lite so tciiliiio frito anteriormente conhecer pela ua en-
i'aeidade adiniuistrativa: e separa se ascender a estos
empregos, lio indisponsavcl esta prova relia, iiicohc-
rente vai o autor do artigo.qnando elogia a oomcocio do
Di /icarias para presidente do Plaul.}. .Niiiguem mais
,| nne "ii aprecia osle destnelo cidadao; ulngueui ap-
iilaudio mal a sua nomeaco.que reputo uina dasmolho-
rea, que teni feito o governo actual, c que mesmo lana
ouiro quaSqucr; mas,loica he confrar que o sr. i>.-./.a-
carias anda uao linlia lido oecasiao de dar proras de sua
eapacidado administrativa: c cmo se faz esto reparo a
cerca de un, aojiauoquc ao outro seelogtai Sopor
parcialidad.-. O Sr. Dr. /.acaias ora coala cido pe a ua
grande Intelllgeucla e UluiU-aciio, pola sua Isudeaa e
noderacio; l'oi mu bem aproveltado pelo governo: c
porque nao aproveilaria tamben, ao Dr. Moraes abona-
do vulo honrosos precedentes? Contra o r. Moraes,
ha s o Pacto de nao parlilbar a poltica, que o autor do
artigo apoia; mas islo nao lie razao para que seja vili-
pendiado, c calumniado; lie preciso acatar a honra, o a
piobidade onde que. que ostejo, o fura absurdo sup-
por que s existeill de Ulll lado poltico. Para que a cen-
sura soja acolhida, cun.prc que soja frita, com tonda-
.neiiio e ratto; que nSo appareca civada demanlfrsta
InjiMtlca, e reconhecido lalsidade. Presiippoe o autor
do artig que O Dr. Moraes lora incumbido somonte de
commissao eleitoral. e que tildo al.opelara pelo sen os-
to.iteamonto, banalidad.-, que nao he susceptivel de se-
ria ImpUgliacBo. A vida do Sr. Moraes. os seus prece-
dentes repelleui esta iimuuaeao lujuriosa eos lacios se
Olicarroisar de defei.dcl-o
.. He falso que o Di. Moraes fosse requerer o lugar de
i ni/, de diretto sob a protecelo dos bemtlvls : loi sim a
Curte tratar de seus iuleressos, como vao outros mullos
conliando no son bou. direil... que lio inconlestavo o
Dr. Moraes nao he lionieni para mendigar estas prolcc-
coes; te... bastante dlgoidode, ten. muito bro para ba-
jular a queill quer que soja ; de sua parle repulo ma.s
,a Injuria im'.uerocida. t oncluo. declarando quees-
tou na poltica, que segu, o proclama n Lidator, mas
nao me talgo obrlgado a seguir todas as sua Meta,
abracar iodos os seus pcnsa.neiilos, e a appiovar todos
os seus actos Bill po'ltca.como eni ludo inais: nao me a-
parto do que reputo mais justo, e do que vai de con-
t, midade con. asminhas .leas, o sc.limetos; o. por
isto nao l.esilei do clamar contra a lujUllca platicada
coni o Dr. Muraos Sarniento, lossoqncm quer que lossc
o sen autor, O de levantar mh.lia fracil voz cni ftvor um amigo, a quem preso de lodo o nie.i roracao, c elijo
carcter sel debidamente apreciar; ..chuma considera-
rito seria capaz de demovei-nie de cu.nprir osle grato
dever, que ntejulgo ligado por latos mu V.lloso. le-
la Insereno destas llnhas Israo Vmcs. favor a um
1 yiSl/HOllIf.
Sis. /tcrfuoloiw.Nao me enganava, quaudo na mi-
nha correspondencia, de lii do crreme, dlsse que es-
nerava, qc o Sr l.i.-s, depul da que publique, no
da 7 doiliesmo neslc jornal, declar.irla.para salvar si.a
icpuia.ao, que, falsamente lurormado, llnnaescriptu
contra minie ineus camaradas, o que nao devera c o
que so Ihe poda giangear odius.lade publica; e so.coni
bem pozar n.eii, deelare-me ...ganado na, uiii.hu eou-
vlcc a lal espeilo, l'oi a vista da Segunda correspon-
dencia doli, naqual, Ulives ainda Iludido, pretenda
(tentar tudo quantoa muso respcita havla tino na pri-
llieira, avistado suad.-eli.aeao, frita 0 Ulll camanida
ponm;mou (uo dos que foio ao Oaxai.ga)uo da 17,80
vaoiiijusloprocedlmeuloquea nono rcspeltohavla tido,
apiesentaudo-iios ao publico eo.no perpetradores de
lacios que uao ciamos capa/es de platicar, cousidoian-
do-se por sso victima de sua ciedulidade o boa lo, o...
acreditar as falsas Inl'ormacdes que Ihe derBo, reconl.e-
ro que nao me eogauei no carcter do Sr. Llns, vendo
que h..je,rociando da canei.a odiosa que errneamen-
te tiuha encelado,nos la/, a dcvidijuslica
Nos agradecemos summaiueiile ao Sr. Mus esta (I. -
clara. ;o, e nos congratulamos com ello por urna accao
i,, nobreegenerosa; eacaofleneo que elle nvolun-
laiiailICUtCUOS fez hoiivesse sido pa. lenla.,pen .men-
te ..os consideraramos latisfritos; porni.couio ella lo.
Icita pelo oigao dos joinacs, c por elles pude ser iraus-
mittida a lugares longinquos com prcjauwdcuossa hon-
ra, enneordar o Sr. Lina que se toma iiecessario.pelo
niesmo orgao, reparara ottiusa : nos o Invitamos para
que assin. o laca, convencidos de que elle 110 UOSSO lu-
ga, c nos no s. ii, mi se poup.ina a semelhante exigen-
cia. Son &C.- capil;io Icncnle d armada, UirtatU
Slanrtbo.
Sr$. RtiaclSm.-Finalmente encerrou-se a flsso da
asscmbla legislativa provincial, e depois de hajer -
bre a provincia derramado alguna beneficio, Jacem
dlsposicoesproprlameutcsuas, ja com a approvacao .
varias posturas inuuicipaes, deixoil i.ilolmnonle d.
conq.rel'endo.- no numero .lestes benel.c.os Ulll, do .ti.
tanta carecamos, e que pela nossa munlclpalldadi ha-
va .Ido lembrado: fallamos da saudavet, e iudispeiisa-
vei provldeucia crea da ispectao dos acougpes, que
llcava sendo Incumbida a cmara. ....
>\a vedado, sentimos que a uossa patrio na ass -
bla provincal.po. alarcfada, nao podesse dar expedi-
ente a postnra Seque traamos, bem como ueo a u as
de menor importancia comparativamente: bons d. ejo
Ihe deviftOter Obrado en. secunda.- os nob.es oslo, s
da uossa muncipalidade, por tantos mulos c edoa
nossaeonsidorato, o recouhecnienlo ;
recurso -linda nos resla, c nao menos podeoso que os
"""Eminentemente amante da uossa bella provincia se
temmostiado o sen digno administrador, o t\m. M.
fhomaz Xavier Garca de Al.neda; elle pela sua ..npa,-
calidade na distribuido da Justla, pelas siias medidas
bou. calculadas a pro! do vcrdado.ro .nlcr.sse do povu,
nosailancaque ..chuma medida deixar* de adopta.
que soja ap.op.iada a consecUc3o do grande l',n. do.....-
taoramentoda sua so,te; ne.te caso esla.poree.lo a
postura do pie tratamos, c por isso ousamos Implora, a
Sua Rx a sua approvae.io inte, .menle.
Kao'suppomo's necessano jnsliliea, ,nosa^eccsidade
d i uostuia; ella falla n.uito alto, para que n. s.ja co-
,! id o d mal laamos njuslica ad.slu.cla penc-
t'at de Sua Ex., C po.iamos en. duvda ose,, acrsola-
do ulop lo be, estar da uossa provincia, que pela sua
adinlnistracao Ihe rede n.ilha.cs do agredecimcntos, e
comellao Amigo do bem publico.
R. uierc. Ilhade Fernando, 11 dejunho do 1810.
J/nr/ Jos de Altado Maia.
Deforiiulo o stippljcaute, atiesto, que, eniquanto es-
leve nesla ha, leve o nielhor compoitaniento a lodos
os resueltas, e he mandado agora cidaile do llecile, em
servlc, na balsa de pedir soceorro, por oecasiao de
lomo do fartiha, Indo opresentar-se ao Kxm.Sr. pres-
dante da provincia de l'ernambuco. Ou n le do nom-
inando do llha do Fernando de Noronha, 12 de j.inlio de
ItMO. .. Jfard'ni, tcucnlc coronel oommandante.
OMieio Ao juu municipal da prinieia vira, re-
metiendo para ler exocuoo urna copia do decreto de S
de ouiiiliro ultimo, polo qual houve Sua Magcstadc o
Imperador por bem perdoar o rosto do lempo, que frita
para completar ...de cinco anuos de gales,;, que lo, II,-
eoiidemuado pelo jury da imperial cidade de >,clhe, ov.-
.Wanoe! Jos de AsevedoMaia. I"
Aliscellanca.
NOTICIVS SC1ENT1KICAS.
rasHCi. Parir .1 de marro.
Arademia dus Scitnrias. Sestiio de '\ de marco
A academia propot um premio extraordinario relativo
vatcinti. He com eB'eilo urna grande questo, oque In-
erossa no mais alto grao segoranca das rainlllas.ao por-
vir das populases, o por consegiinte a prosperidad.- do
estado, humerosos irabalhos forao apreseulados para
este concurso ; do oxatne e da disnisso desses ninie,,-
sos malcraos deviao resultai preccitos positivos sobro o
grao de Influencia perservalivada vaccina, sobre a utili-
Sado das re-vacclnacdes, sobre os Hielos de regenerar o
vi, os da vaccina, n'iiuia palavra, no processo que cum-
ple observar para livrar os povos do llagello das bcxlga.
A commissao nao laltou ao cumplimento do se dever,
o nao podemos deixar do elogiar multo o relatarlo do Mr.
do Serios Clll que se proluudo todas estas graves C .1,1-
lieeis quostes.
Ell-aqui ascouelusoos ilesse irabalhn ingente, em
que se veein perfrltainentc resumidos os factos que ser-
Virdd'ora endiante de base conducta dos mdicos o
das I'iiiiilias:
1 u \ virlude prcscrvaliva da vaccina he absoluta pa-
ra o'maior numero das vaccluacdcs, e temporaria para
um pequeo numero-, niesmo, ueste caso, ella he quas.
absoluta at a adolescencia. *
2. A varila altinge raramente os vaccinados antes
da Idade dedez a doze anuos; 0 desta dpoca em dtantfl
at ti nta ou IrinU c cinco anuos, que se achao cxposlos
ao contagio.
.'$.u Alm dasuavitudo preservativo a vaccina ni-
trodili no orgaulsmo una piopriedade que allenua os
svmploinas da varila, abrevia a sua duraoao, C Ihe di-
lunuo coiisidcravcliuente agravidade.
1 Ofoiouuj- d aos phenrnenos locaes da vaecna
urna inlensidade mu pronunciada; oseu elleito he mais
seguro que o du amiga vaccioa, porm, algn anuos
depois do ser iransmillda ao homcn, desaparece esta
inlensidade local. _
:> u A virtude pioservativa do pus vaccinieo nao pa-
rece nimiamente ligada inlensidade dos symplomas
lcaos da vaccina; todava, para que se conserve,n as
suas piopricdadcs, cumprc rogeneal-o quanto mais ve-
tes f'ir possivel,
(i Entre os unios propoitos para cflecluar esta re-
generasio.o nico em que a setnela pode ler conhanya
al boje, consiste em rolomal-o na sua origein.
7 K levacoiiiariio he o tnico meio de experiencia
un a setnela possue para distinguir os vaccinados que
rslSo delinilivainente preservados, daqurlles que O nao
eslo scuo em proporcoe mais ou menos pionuii-
8. A experiencia da revaccinacSo nao constitue Ulna
prova certa de que os vaccinados em que ella so eslabe-
ecefosstn, destinados a sollrer o contagio da vanla;
mas s. urna grande probabllldade deque he entre ellos
que esta e.ileniidade pode deseuvolver-sc.
>)" Fiiilim em lempo ordinario, a rrruamacao dece trr
praliead'u depois dos qualorse annos: em lempo de ep.demm he
prudente anticipar ala poca.
I'stcs preccitos claros c succnilos, deduzulos das e.x-
oeriencias. C dos factos icoolhidos por numerosos obsor-
adoies en. dillerenles palie da l.uropa, constituir.,
d'aqui en, .liante, nos o esperamos, a le., o cdigo dos
mdicos, das familias, c da autorulade nesta grave quos-
tao de Ingiono publica.'particular.
Parece, que commissao nao jillgou a propo.ito
conceder o premio de l.ouo francos auenhum autor,
n partcula', das memo,as enviadas ao concurso di-
leni tiue nropoe dividir ea omma entro o autores
das me.nr'ias'con. os nu.....ros 21, 20, e 19, na propor-
c;o do grao de mrito, que ellas leeni.
* A dSuiDuico desle piemio, c de outros premios
propostas pela' academia, sr fara na sossao publ.ca an-
nual, que lea luga, na segunda-lena prox.u.a.
BINO D.s nl'vS SICII/IA.
Sapoles, :to de Janeiro,
Stima remido dos sabios italiano!.
I ol'O nue os sabios da Italia clegcrao a cidade de Na-
nolesnara tdc do cougreo no anuo cumula, o noao
Susto nonarcha Si a ..nitor benigi.Mrde auuu.o
olTcito a osse accrdo. R u3o flcou iiista a susi regio
mu Ib enca. Recordndose de que nos das de Fredc-
"""d..ilobcrio. c do Aragons, houve no regio paco
erVmi.l.n.enle o seu engeho nos campos circumv.s.-
nhos o .es, como dizl'oljbio, mc.cccrao que o
dSei, onfora, cntiesi dispulas.cn. o dominio sobre
ellos.
Ettadio,
nao menos bello ou eapasoso, se apresonta
nuneiamos acharein-so oleitos para assessoros do presi-
dente geral, o eoinmondador /). Antonio Spinelli (do
prncipes de ScaleaJ, socio honorario da academia pon-
taiiiaua; e D. Amjelo Granito, marip.et do IJastellabale.
Agora (rnente resta rogar aos presidentes da aca-
demias, reitorc das universidades, cheles dos institu-
tos seientil'icos, c aos ofllciaei superiores dos corpos de
engeiihciros e aillbe, a, que laco consta, o pieseutc
aviso a todos o que ten, jils afoini.ii' paite do ICtilllO
eongiesso scientiiieo O presidente eral, NicolaSan-
laelU. O secretario geral, faeomo t'ilioli.
(Diario do tiorerno).
CGMME XIO.
Alfandega.
Uondinien lo do (lia 20
Uesrarreijao hoje 21.
Ha rea francesaZtiamcreadoi la.
UrigueSteu'artden,.
Ilrigue::--IVinm;i/uiiirdi'iii.
HrimaeOumbtrlanddem.
Palachori"r/iiinfariiiha.
Hrgucl','o/ibacalhao.
(>:S29p02
Aiotimenlu du fl'oilo.
.Yiic'u entrado no din 10.
Mar Pacifico; leudo saludo do Londres ha ill mete,
barca ingle/., Wflemem, de .'WO toneladas, captao II,
Dwis, equlpagem 28, carga axeite de peixc; ao ca-
ptao.
Sucios sabidos no din 20.
Havre de ( race; brgiie francei /Irinoiii/iii', eapitSo Var-
e!, carga algodao&c.
Philadclpliia; bina americana ioii-, oapilao l'sling,
carga assuoar.
Edites.
2' -O lllin.Sr. Inspector da Ihcsourarla da Duenda des-
ta provincia, acliaudo-so autoiisado polo tribunal do
thesouro publico nacional, para continuar a promover
na iiicsma o cirio do pao-brasil, ua forma dos artigo
do reguiamento do II de Janeiro de IS-12, abaixo trans-
criptos ; convida aos pioprietarios dos terreno, que
pioduzen, este genero, o bou, como as pessoas, que qui-
zeioui eiicarrog.ir-so do cuite nos terrenos devolutos,
para que at o IIm do crrele anuo vehao aprcieular
na n.csnia ihcsourarla suas proposias. Secretarla da
lliesoui ai ia de l'ernainbuco, 17 de malo de 18-i;"i. -- O of-
licial maior interino, Ignacio dos Sontos du Fonsecu.
Artijos do reguiamento que se refere o edilal supra.
Art. I. O cute do po-biasil naprovincias, ciu que
IVir permillido pelo governo, son, nicamente frit pe-
los proprietarlos dos terreno, que o produsem, confor-
me as exigencias das thosourarias.
Art. 2." !\o caso porm de que o pioprielario recuse
cncarregai-so do corto, sondo convidado pela ihesouia-
ria, a que o faca ; est depois de iiceberdellcn-sposta
negativa, ou ncnhuina dentro-de prato ratoavel, que
Un- ser maioado, poder eoearrogar o nici.io corte a
queiu se propotcr a lazel-o com mais vaiil.ige, ei lavo.
da latcnda publica.
Art 3.* >os terreno devolutos, he pcruiittido o cur-
t a quaesquer pessoas, que lren, para isso dov.l.u.ie:.-
te autorisadas pelas thesourarias respectiva.
Art. i." O tribunal do tliesouru sobre propostas, r
iiforiuaeucs das tbesoutarias, poder.i elevar 0 preso ac-
tual do corle do po-brasil at o mximo marcado na le.
Art. !>." As peisoas, que se proposercm ao corte, as-
llgnar termo por si, OU seu procurador, em que- le
deverti declarar o preso de cada quintal, o a quanlidade
que se obrigao a cortar, subjeitando-so a nao trazcrcill
para o deposito seno po-brasil de superior qualida-
de ; pena de Ihe ser regetada, C quellliada a porcO,
que lor qualjicada como inferior. K prostarc, alm
disto, lianta idnea, salvo se liiroiu proprleUrioi dos
le renos. 11"
Jurme Gerardo Mara .umnrhi de Mello, rscrivilo du ul-
[andeiju, serrimh de intpcCtor por S. M. I. que lieos
ijtuirde, Sc.
FasMbcr-que no da 23 do comente se ha de arre-
matar em prava publica a portada mesilla, .jo meio da,
cinco chibatnhas avallada em II" r., c urna benga-
la em 320 r., appreheudida no mar pelo guarda Anlu-
ulo Francisco Druellas : a arrentatacao he llvre de di-
reilos. All'indega, O de malo de I S.". Jacume Gerar-
do ,)luiia Lumnrhi de Mello.
o au
teja ileccssaric
as ses-
que se
:il, com
uando
"dos" taecionario do governo
O congr. COinecar em .aples a 20 de selen.bro,
C 1;;d-;;;^^,'a,ssJ"!doa qualqoer das reu.Oes a,
te.Um's, es.ao habilitados para comparecer na que dc-
\c Ki lugar. __,_ .,.1.l VCIl ser admittdos,
bo-
goral
O ui..ere,.., pela prlmcta ves, ser adm.tt.d.
uao te do ,. nome que dispese qualquer outro al
o ka o ubjeitos!. conoleoe. do regulaneuto ge,
Uei laiagoes.
Mauoel los da Silva Marques
MaiKicl Custodia
Joo Alvos de Sonsa
Jos Epifana Durau
Pedro Mullo,-
ScliasUo .los- da Silva Rraga
Amonio da Silva Jnior
I aciano da Silva A/evedo
Pedio de Ullvelia Han,o
Joaquim llibi iro Pontos
Vutai.io los Pereira de Me..don;a
Pedro de Sonsa
Joaqun. Miel, ido Freir lama
\ cele Ricardo
Domingos Pereira Mrndanha
Manoe Jos da Silva Marque c '"ompinliia
Joaqulra Antonio
Antonio Joaquim Crrela
Leopoldo Jos.' da GoSI i
./os I. ni/, lioii calves Peni
Manuel Pinto da Cll.l.a
Mauoel .loan de l'n il is
Joo AI ves do Tosa
Onofre Jos <\.\ Costa
Pedro (ionios
Joo Pedio da llocha
Antonio l'inin Fernandos!arare
Lllit orges doSiqtioia
Jos, Teixeira //asios
Roberto
Jos- Mvrs de Mmeida
Amonio Joaquim de f-'arias
W Demetor o (iiupanha
Jos,'- Yeloso Soare
PedroMullcr
Jos de Alenla Cotia
Jo'io de Olivoia llamos
l'eliv Francisco da Paz
Miguel Vreanjode Flguelredo
I 'ludido Jo do Sales
f.iii/ Ama ve I Dubourg
Coninlado dos Eiludat-Unidoi d'America do Norte.
2 Elll cumplimento do ai I. 2." da Ici de M de abril
17H2, certifico, que no da I-i do concille, bordo
da galera Jhhim, entao tandeada no lanici-o deste por-
tal moneo o cidadao ainoiieano Iteod. t. T. Sote,
cnsul. "
S O oscivo c administrador da mesa de rondas in-
ternas piovinciies desta cidade faz publico, para que
chegi.e ao conheoi,nonio dos proprietarlos de predios
urbano, das 4 freguexlas desta .-idade, c Alegado, <|ue
no da l.'de juuiio prximo vindouro se priociplo
contar os 30 das mareados por le, para a cobranca, a
bocea do col,o,da respectiva declina ; lindos os qiiaes, se
proceder execulivamenle contra todos os devedo.es,
pelo principal, e mulla de 3 por celo do valor da dci-
ma devida. F. para que chegue noticia de todos, man-
de! aftixar o pretente, c publicar pela Imprenta, Rcci-
fe, 19 de malo de 1845.
I.uiz Francisco de Mello Cacnlcanli. 13
,r)=0 adininstrador da mesa de rocobodoria de ren-
das geraes internas faz saber a queni convicr que O
met de junhu proxi.no futuro he o marcado para se
proceder nova matricula do escravos conforme deter
mina o artigo 7." do reguiamento de II de abril de
1842, e por sso todas as pessoas moradoras nos tres
bairios desta cidade c na povoacao dos Afogados que
possuem escravos dever en, dito prato apresentor
duas rolasocs por ellas assignadas, coutendo a ra, nii-
inero de casa, .ionios, idados, naturalidades, qualldn-
des e occupas.es dos escravos, sob pona de lly .'to/rs.
Kor cada um, que drixarem de matricular, ou que oc-
ultaren, aquellas circunislaucias exigidas, e na multa
de 30/ rs por Cada cscravo que pertciiecr pessoa mo-
radora dora daquolle limite oque estlverem alagados
ou em MmlniSIracao nesla eidado, como deelarao o
artigos 23 o 24 do citado reguiamento.
llrcebodoria l.'i do malo de I84ft.Francisco Xucicr
Cavulruuli de AlbuonerQne. /I0
3__O arsenal de guerra compra lencos de cobre pe-
queos, c piala lina, para suida: que,,, taes gneros
livor, apree:ite suas propostas, em carta fechada, at o
ilia 24 do corrate, ne*la directora. 4
lOiWNI
324U00
2SAIHMI
24.-O0O
I9800
24D0Q
:h.Voihi
30*1100
24)000
12son
I4o>OO
I2.SIH.
50/000
!' -mi
40/000
30/000
l-.'s-KOO
l*l,2(HI
M/QOO
illSIIIIII
-./.IMM,
12/800
3U'->IM)
12/800
12/800
I -ni l
21/600
30*000
S01KK>
20/000
M/OlKl
3UlMK
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1,1,-1,1III
4IWKMI
:ln/0(HI
20/000
',n...|,l
UO/tlOO
25/000
COMPAMIIA ITALIANA.
T I, B A t a 0 >' II I i. o-n II V MTICO.
Espectculo t.rtraordinatio paia quinta {tira 22 do crlenle.
i, beneficio purlinila: O primeiro battobttffO du companbia,
tiuteppe liilUni.
0 beueficiado, que, pola primeiro ve, irm a honra
de roeoiuniendai-se ao Ilustro publico desta Capital, Il i
procurado orgauisar ueste dlvorilnienlo urna escolha
bou. vaiiada c digna dos amadores da seca.
I.'parle. %
Fxeciitar-se-ha a segunda reprcsentaiao da bcllMl.na
composlco do llellini,
\ t) II M A,
combinada como so anuuiicou na prinora lep.esoii-
laeo.
2." parte.
1." Barcarola Salla pojuM aVI inio iriefc da opera
/.i Pt-jutoni de JVdie'oii'i/ii.pelu Sr. I.uigi l.niz/o,,,, msica
do maestro Ricci:
2. Duelo bullo -- Scnza tunli compliniinli -- da opera
flOorao. Mostr di Snrdum, pela Sra. Margarda I.e-
uios o o beneficiado, msica de Donlteiti.
3.' parto.
I." Grande overtura toda orcbelra.
2." e ultimo. Grandioso e intereasante terceto la-
to morirle o perfide da opera Anua llolena, msica do
Doni.oiti.
Penonagene. Actores.
Ilciirlque VIII l.uigl Guittone.
Anua llolea Slaigarida l.emos.
Pcroy Carlos llicco.
A serna he na oecasiao de lloniiquc VIII decretar a
renio do colicoli,o o pi oimiui.tr a seteno., de inorte
contra luna ePerey, l. marido de Auna llolena.
Todas as sease veslua.ios soio ao verdadeiro ca-
rcter : para este elleito o beneficiado nao teni pnupado
ladigaa nem despea.
Os bilhelos vede.-se :
Na na luga do Rotarlo n. 30, primeiro andar,
Dita do Sol n. 0, casa do beneficiado,
F. no da 1.0 llicatro. ...
Ansos lilil lllllls.
2 O palacho A'. Jote Americano, captao Jos Anto-
nio Malo/inho, sai inipretorvebncle para o Hin de
Janeiro at o Din da presente semana : para passage-
i os e escravos a frer, Irala-sccom (iaudino Agostiuho
do//.uros, procii.lia doCorpoSanto, n. 611. 5
3 Pretende-se frotar um barco de pequeo lote,
para rao Para: a quoin eouvler esto negocio, dirija-se
casa dos Sr*. J. hollor & C, ruada Cruz n. IS, onde
se dir com quoin so traa. 4
'i Pata o Ararsly pretendo sabir l o dia 20 do
orreule o tnalu .Vori Otinda pregado e loriado de
robre j com a natal parle do carreRamenlo : quem
anda pretender enrregar, podera enleoder-te coi An-
tonio Rodrigues l.ima na pra(a do Commercio, ou
na ra da Cadeia Velha n 1, primeiro andar.
i Para o A'-u e-n a suhir em poucosdias o brigue
escuna nacional Uenriquela : quem no mesmo quier
tarregir.oo Ir de patsagem para o que tem eicellente
cominodns, dirija se ao captao a bordo, ou Novaos '
'.o.upaiiliia na ra do Trapicha o. 31 segundo ao-
dsr. S
5 Para o Rio de Janeiro pretende segu.- o brigue
Prncipe Anguila, oapilao Jos Alvos Caruero: qi.en.no
mesmo quiter carregar, pode dirigir-so aos consignata-
rios Ainorini Irmao, ra da t'adoia n. 4"i. i\
i- V'ende-sea. sumaca Uoa-Vagem que te acha
ancorada defronto da rampa do Collegio ; a tratar a
bordo com o seu proprirlario. 3
I Para Macelo seguir em poucos das 1 barca
l'ensammiu r'elit, opilan Antonio da Silveira Maciel
Juni'-r; retobe caiga por Heles commodoi, astim ro-
mo passageiros para o quo tem n.uito asseisdos
commodos; a Halar com Francisco Alvcs da Cunt j, na
ra do Vinario n II, ou com o capitao. G
1 Para o Rio de Janeiro o brigue nacional Miner-
va sai com brevidade e receba alguma carga pat-
ssgeiros e escravos a frote : quem pretender, en tenda-
jo com o aeu consignatario Manuel Ignacio de Ol vena,
na UA de Apollo n IS 5
Le loes.
gorias tmbeiu serlo eduUlfoto,
Km uina s
dispotlfoe adopl:
moda a visita dos sabios
cgunda exposlfao publicareuios lod
lonladas para lomar mais agraaveie
dos sabios a esta cidade. Intretant
todas as
com-
eta uto air-
__O administrador da mesa da iceobedoria de leu-
das geraes internas, queredo dar provaaos collectados
do balrro de Reclfe do desojo que trui de arrecatlai os
impostos da mesa o seu cargo, se, despejas dos collec-
tados, tem por militas vezes aniiuiiciado pelos Viarios
chamando aos devodoies do imposto do banco a viren,
pagar o que estn a dever de 1844 184.'; e pela ultima
re annuncla aoaabaixo declarados, que, se at- ,, da 28
do crlenle nao vieren! pagar, manda inipretervclnicii-
to para juizo a relasao para se proceder execiillvo; e
para que chegue a noticia a todos, faso u presente, lle-
cebcdoi 1.1, 20 do maio de 1845.
Francisco Xurier Cavaleanli de Albtiqucrque.
FranciscoMainede de Alineo! 72/302
Adobo Alexandre io/000
Domingo iVarrelro 20/vkio
Jos Joaquim Sira 24#000
Candido Emilio Pereira Lobo 40*000
Joo lluniiei 21fll00|
Jos Fernandos Ribeiro
-- Unjo quart.i-feira, 21 do eorreiilc, haver lollo
de ccvadinha, no arina/oui de Fiancisoo Dias FVireira.
4 O corrotor Oliveirn la. lellao de um grande e
Variado sortimcnlo de lazendas de todas as qualidades ,
e por ludo o pros par: iiijuidaso, hoje. 21 do corren-
te, o 10 horas da manhi, no primeiro andar dasua
casa na ra da Cadeia. 5
I ti corretor Oliveira continuar son lelUo de n,o-
bilia, viuda do Porto, o prximamente despachada, sex-
ta fe ira 23 do correte, s 10 horas da inanlia, na ca-
sa do l-'.xui. sonador Mauoel de larvalho, na ra do
Auiorim. 5
>isos diversos.
O CLAMOR PUBLICO n 12. osla a venda, as ."ino-
ras da tarde na praca da Independencia n.Oes.
=-= JosSoaros de Snuza embarca sua esclava llosa,
de Angola, para o Para.
1 .D,o-M-du/enios mil ris a juros, sobre peuhores
de ouro, ou prala : c lainbein se dao em pequcuas quan-
lias ; na ra dasGruzes 11. 34, se dir quem os d. "
I^iva-se c cngoimna se com perfelejo, no becco da
Viraran 11. ,'i.
= ^a ra Augusta ... 4, vendem-se pos de parreira
G* ion I do uiuito boa qulidade
au


A
Mnnnel P..iptita Sanchos lai embarcar os fi!hos
do fallecido Samwel a mandado de sua av residente
no Para e Juntamente os escravos, que aos mosmor
flcarBo.
Quem aonunciou querer comprar uma geometra
deBuolidei dirjase a ra doMondego n. I07.
O abalxo assignado lai rtr ao respeitavel publico,
que pessoa algtini laca, negocio de compra com o Snr.
Josa Crrela Lobado tobre o tillo da estrada de Jlo de
BarroR,quailconfronte ao becco do Espinhelro, innun-
ciado us Diarios du l'">, 17 e 19 do frrente; sem que
nlo te entend com o abaixo asslgnado na ra Direi-
ta n. 3, kisto IB icll ir oditu sitio hypotho'.ido por uma
esrriplura passada nociftorio das liypolliecas cin 10 de
Y :[i; i do crlente armo. Josila Fnnsrcu Silva.
Quem te jolgsr eom dlreito ao terreno e casa no-
va que se est lazendu na travessa da l'raia do Cal-
deireiro annuncie por esta i i lia no praso de 3 dias
O Sr. lolod Llmi Drito Clioc.lro qUefn ir a ra
d,i Cabe i lo|l do Joaquim Jos da Tosa Fajoge, fal-
lar sobre o peoliores que la tem ; do contrario scro
Tendidos para pagamento do principal juros vencidos.
A pessoa, que annunriou querer comprar a obra
Retiro Espiritual, dirija-te a ra da Cnnceicao do
Boa-vista n. 9,
1 Precita-te de dous oliciacs de cliarutciros ; na
ra dlreili n. 117. 'i
INa ra de Agoas Verdes n. 40 ha pessoa neil,
que se encarroa de tirar pastiportei para dentro o
fura do Imperio, oofaipor uro preco mmmodo, en-
carregando-se do dar todoa ot pasmt neeessarloi e b-m
mim para o despacho deis ravos tambom to uncir-
rega de cobra nc-nlio disidas dentro da praca f e da (la
dor idneo a sua reipoosabilidade. 7
1 Toma-te roupa para lavar e engommar com
promptldio o atlOio ; quem a livor nn nuncio para ser
procurado. 3
1 Agencia de pastaporlu r /lapachos martimo*.
Na ra do Vigarion. I i prnneiro andar, l'.rio-ie
passaporlos dcspacho-se ombarcacOes escravos, e
todo e qualqucr despacho martimo ludo com brevi-
dade e por preco muilo cummodo. S
Jfltn'ia dr patsaportu,
\ Na ra do Itangel n. 34. -
IOS.". Luir Antonio Jos Dial GuimarSes tonha
a bouladi de proeurar urna cartH que Iho interessa ,
DO F*l'te do -Mallos ra do.Codorni/ n. 0. 3
1 Precisa-se de uma mulhcr de bons eos turnes para
ama de uma casa ds pequea familia que saiba bem
engommar ; em Kra-de-Portas ra do Pilar n. 143 ,
primeiro andar. 4
i A pessoa que annunciou no Diario de segun-
da feira querer subera morada do Francisco Cordeiro
Raposo dirija-te a ra da Cadeia de S Antonio n. 20
2O abaixo assignado avisa ao espcilavcl publico ,
que Francisco Manuel dos Santos Lima deixou de ser
seu csiseirn da loja franceza n. 18, desde odia 18 do
corrento, ficando o mesmo encarregado dereceber dil-
lerentcs dividas pelo mesmo dadas M. A Caj, (
'2OSr. J J. R P queira tera bondade de Ir ajus-
ta r suas cunts c pagar o que deve dentro do praso de
cito dias visto que, ha i para 5 annos, ja he bastante
tempo e do contrario se publicar o seu nomo mais
extenso para o publico coiibecel-o melhor ; na ra No-
va n. C5. C
2 Aluga-so o lorceiro andar do sobrado da ra da
Crosn. 08, com commodos suflicienles ; a tratar no
armasem do mesmo sobrado. 3
2 Roga-se ao Sr. que no dia I'i do corrento mez
alugou um cavallo ; baja do o levar quando nao u
laca ver o seu nomo por extenso nesta folha, loman
do-se todas as medidas polieiaes paia a sua captara.
/'. Mullir. (8
2.\s pcssoit, que liverem penhoresde ouro, prala
e panno, na venda da ra da Roda n. 18, quelrlo ir
liral-os no praso do 8 dias c nao compartiendo per- i
deio todo o tiiieilo que tiverem. >
2 Arrenda-se uma olaria atraz do recolhlmento da
Mora ; a fallar ao Dr. Pcreira na la do Rangcl n.
39 prior, iro audar.
2Ha 3 para 4 dias, que apparecoo um carneiro as
Cinoo-Ponlas : quem for seu dono, dirija se ao mes-
no lugar n. lo4 que so dir aonde est ; assim com,
su nao rcsponsabilisa pela falla do mesmo. 'i
2 Precisa-se do um trabaihador de mssscira ; na
padaria deirontu do areal das Cinco-Pontas; d-se bom
ordenado.
9 LOTERA 1)0 se MI Na i; I O.
Faz-so relente ao respeitavel publico queja se ocha
muito adiantada a venda dos bilhctcs da lotera do Se-
minario e que breve so annuntiara o da impreleri
m'I do andamento das rodas advirlindo-se que esta
lotera ainda nao deixou de correr em o dia marcado.
2 Aluna-so uma luja ppqueoa na travessa da iua
da Cadeia ; a tratar r.as Cinco-Pontas n. 158. 2
2 Preciia-se alugar uma prole, que saiba cosinhai
o vender na ra iiosuollia a preco lendo as hbi
jidades mencionadas; no largo uo Terco (abrica de
licores n. 18. 4
2 BOCIEDADETUBVrBALTHALIBNSB.
O primeiro secretario avisa sos Srs. sucios que os
bilhetes parea recita do dia 21 do crrente distribuem
se nos dias 20 c 21, cm casa do ihcsoureiro na ra du
(Jueimado n. 67. >
2 Aluga-se uma casa com grando solao e grandt
quintal, sita na ra da Florentina n. 21; a tallar as
Cinco-Pontas n. I 8. 3
>^ Na estribara da ra da Florentina rceolhcm-
ff-y se cavalloa de trato diario o mentalmente ,
'_'sendo diario a SOO rs. e mensalmcnlc a vin
le mil rs. *
." Em Fura de-Portas n. I32iedh quem d di-
nlieiro a premio sobr* penhores do ouro e prala. 2
3 -Anua Candida de AimciJa Pinto l'urlugueza, ru-
tira-sc dcsla cidado para a do l'orto. 2
9 Aluga-se uma excellente casa na ra do Hete
n. 14, perto do CoHegio S. Antonio, aondo so acbo
as chaves ; a tratar na ra largado Rosario n. 48. 3
3 D-se dinbeiro a juros com penhores do ouro ,
mesmo em pequeas quanlias; na ra da Praia n. 22.
3 Aluga-se uma casa terrea na tua do Conccicao
da lioa-\ i !a cuui cacimba tem bastantes commo-
dos pintada ecaiada de novo ; e o segundo anda du
sobrado da ra larga do Rosario defroote do Sr. liar -
tholoraeo ; a tratar no Atierro da lioa-visla n. 4i.
0'iM|l*ff t* dom sobrados, un, n. 6, na ra do
Amoritu, c olido ii. 13, na da Mocdn: tratar na ra
do Kncaiitaiiicnlo n. HA.
para vender dote dusiai de camisas le homem feitaij
moda, varias cairas e colles, una mesa dp mogiio de so-
f, c lima poreao de prala de le niaiiufacljirada cm
Lisboa, dous releglos, um alunte alguns macos dmelas de linha do Porto; ludo para
liquidar. f&
lotera do guaqelupe.
(lomo Analmente acabasse de correr a lotera de Nos-
ta Scnhora do Livramento, correr agora adcduadelu-
po, culos bilheti'S continnao a est-ir venda as lojas
annunoiadas, o na lo]a do Sr. Jos de Hcneies Jnior,
na ilo Collegio,
10 U. S. Uawson, clrurgiSo dentista, ha quatro an-
uos c incio estabelecido nesta cidade, contina a pres-
t.u-sc com desvelo a todas as opciacocs de sua arte, e
de novo se ollerecr ao rcspeilavel publico com um lioni
soi lmenlo de denles do ulliino go?lo : as pessoas que
desojan Ulilisar-SC de seu piosliino pdeni pioeural-o
em sua residencia ra Nova n. 2, segundo andar. 7
MIJITO IMPORTASTE PARA O POYO DE l'EUNAMBUCO.
1 tiHe espantoso o numero dos nossos scmclliantes,
que cada auno succunibc ;i uioloslias pie, se fossem
tratadas siniplesnioulo scriao anda vivos! cutre lilis
estas molestias sao e,eralenle n phthvsica catliarros ,
indigestan dvspepsia a)oplexia Icbrcs de toda a
especie, assiin contoiutprinitteutes, bilis, escarlatina,
gotta molestia pai'.ilisia, bvili'opesia, bcebigas, barampo, lonibrigas,
UTienierla crytipelas, inchastoi do pos c pomas,
hemorrfloldas, fra as molestias de senhoras.
Militas destai molestias sao radicalmente curadas e
todas aliviadas com aquella celebro medicina popular
do Dr. Siiell r as pilulas vogetaes lo Dr. Brnudrctli.
lieconiniondainos a lodosos (lenlos, pois nao re-
quor resajuardo nlgum. Na Inglaterra e nos Ksiados
I nidos oslas pitillas leein sido o nico remedio do n:L'*
las Ihmilias por longo tempOi tirando temprc o desoja-
do lini, reslalo leoenilo a salido.
Na corlo c as provincias lecm una oxlracefio enorme,
e sao roooiladas por inuilos dos mdicos uiais habis do
Brasil.
Acaba de chcg.ir tima nova porcaodostas invalua-
veis pillas, aos nicos agentes para I'ornanibuen .'.
hollor &tl. o vcndoin-se nicamente poiautorisaeo dos
ditos agentes, na botica lYanceaa dos Sis. Saiticl & C
na i na da Crtu n. 22, ao preco de 1/tMi rs. cada caixinha
de ambas as tiualidadci, advorliudo-se ao publioo que
as nicas verdadeiras pilulas vegetis sao einbrullindas
no seu receituario, fechado eoin o sello em lacre preto
dos nicos agentes pelo brasil no Hio de Janeiro.
Hoga-8C ao Sr. ta venda tia rita
Nova n. G5 queira declarar se o an
nuncio inserido no Diario n. it7, de iG
do corren te com as I tilias J. 11. F.,se
se cnlende com Jos Rodrigues do l'asso
Compras.
4 Comprao-se quartolas e barris vatios ; na ra
Direita n. I.
3 Compra-se renda de bien, a mais fina que se laca
no paiz ; na ra da Scnzalla Velha n. lili, primeiro
andar. 3
3Compra se um ornamento prompto, branco, c
um veo tambem branco ludo com multo pouco uso ;
as Cinco-Pontas n. 62. 3
3 Comprad-so, para urnaencommenda, oscravos
do ambos os sexos a!6 oO anuas du idade agradando
gagnij-so bem ; na ra estrellado Rosario.n. 31 pri-
meiro andar. 4
i- Lompra-sc um silio pequeoperlo da praca, que
o proco nao exceda a 1:20l)/ rs. ; quem Itver annuncie.
i i.'ninpr. ->e urna escuna de naco, que taiba per-
feitamente engommar sendo de bonita figura ; em
l-'oiu-do-l'ortas ruado Pilar n. liJ. primeiro andar.
I Compra-so urna escrava que seja boa cosinhei-
ra, e que nao teuha vicios nern molestias ; na ra da
Cadeia Vilt.a armasem n. 12, ou annuncie para ser
procurada. 4
Couiprao-se effeelivamonte para fra da provin-
cia escravos de 14 a ;(> annos sendo de bonitas figu-
ras pago-se bem : na ra da Cadeia de S. Antonio ,
sobrado de um andar de veranda de pao n. 20.
Comprase um diccionario de Moiaes da lerceira,
ou oii-iii,i edicto ; na ra do (Jueimado, luja n. 'J.
Vendas.
5 ATTENg.VO!
Vende se a 140 e l( rs. o covado docilita, di-
tas linas escuras a 22U rs. o covado i lula a I i" rs. o
covado madapoln a 150 e 180 rs. a vara, ditos fi-
nos a -200, 220 e iiu rs. pannos finos prelos e azues a
500 rs. o covado de urna linda vista, servindo o pri-
meiro para pannos de prelas e o segundo para farda-
mentu de pagem meiot chales de cassa de quadros a
ii,o rs. corles de lanzinha do bonicos padrees a 3200
rs. do 16 covados algodau trancado azul mesclado a
24o rs. o covado zuarte azul de vara de largura a 26<>
rs. o covado muilo boa lerenda para pretos, lencos de
cassa pintada a 180 rs. algodo liso de multo boa
qualidade a 160 rs a vara dito americano largo a 220
rs. a san muilo cncorpado catlmlrai de quadros de
bom i: >to paia calcas a 1200 rs. o covado castores ,
ou rltcadot trancados de quadros a 2411 rs. o covado de
muilo bom gusto para caifas pecaa de bretanha de
i nina ISilOrs. ditas de madapoln a 80H e 3400 rs. ,
dilos Unos a 8?e 400a peca, ditas de chitas a 5200, 5a00 e 0/rs. ,
eteurai bretanha lina do puro linho a li'io rs. va-
3
3 Francisco de Anioruu Lima, pretenda vender o
seu sobrado da ra do Caldeireiro n. 12 : a pessoa, que
se julgar com dircito no dito sobrado, publique por esta
Jolha. 4
3 O rngracado menino, que cnstuuia a tirar do son
lugar, o que nao ihc porteiicc, o bo morador no aterro
la Boa-vista ; podc-se-llic, que mande ou leve a arara,
jiie tirou na na da Roda n. 35, no prasq de 3 dias, so-
nrio ver o seu nonie no IHarin, e se proceder com todo
origordalci, pois deve conhecer, iiuc he caiMiro. (
4= Na ra larga do Rosario n. 3o tereciro andar te
empresta tlinhciro cm maiores c menores quautias so-
bre prata, ouro, piannos e outros pcnhoiob de conlie-
do : advorlindo aos compradures que (odt et|at la-
scadas sao linipas e de muilo boas qualidadet lim
de outras mullas fasendas por barato preco ; na ru> do
Collegio n. I, loja de Antonio de Azevedo Villarooco &
Irnio. 30
. I Vendem-so lindos cortes de chal do melhor gos-
to a i.i rt. o corte, cum listras de teda cambraias
de listras adamascadas a 520 rs. a vara chitas france-
sas mallo linas de vara de largura e de bonitos pa-
dres a 410 rs. o covado etcocez de algodau para ves-
tido a 300 rs. o covado brirn trancado de superior
qualidade, muilo encorpado tendo do puro llnho, a
1400 rs. e vara ; na rui do Collegio u I, loja de Anto-
nio de Azevedo Villarouco Sf irmao. o
i Vende-te urna porco de caibros anda novot e
nutra de curdas boas para andamies; no pateo Uo Car-
ino sobrado nuvo. 3
1 Vende-se potassa russiana de superior qualida-
de em barns pequeos ; na ra di Cadeia do Recite,
armasem de assucar n. 12. 3
I Vendem se 3 tacadas de pedra de cantarla de
Lltboa de superior qualidade, com 30 palmos de
comprido ; a fallar no escriptorio dejte Perira da Cu-
nta. 4
IVende-se um terreno com 90 palmos com todo
ra esguiaoda melhor qualidade do verdadeiro l^uUoUodo o servlco
lino a 1500 rs. a vara c ssa de quadrot pan bagados
a 3^' rs. a peya corles de vestidos de seda cato flores a
30 is. o cuite II,ui rica lasenda tarja l^fjfbhulaHo un r p, muito boa d. vara, e leve de cora, por
a vista do pretendento far-se-hsS ver, no Atierro dos
Afogados 4 canoas d'agoa uma carroca de 4 rodas ,
com arreios; algumat pacas de galao franja e volan-
tes ; no armasem de vidros ao lado da cadeia. C
(_ Vende-so um preto de bonita figura, serrador
de raadeiras; na ra das Trincheiras n. 10, tegundo
andar. 3
y i Na ra Nova n. 18, loja Irancesa de M. A. Caj,
vendem-se cortes dol de linho para vestido a 12/ rs.,
3 vestidos de tetim de cor para pequeas a i>// rs saia i
de chlina e seda para scnhora a 91 rs. mantas de se-
da para pequenat a V- rs. ditas de difTerentes gottos
para senbora chalet de teda lencos de garra e de te-
da a 1000 rs. mantas de linho para senbora a 8000
rs. espartilbos para senbora a 460 rs. gargantlftiit
encarnada a 1500 rt. ditaa prelas a 1000 rs. cora-
c5es de diffcrenles gostos a 240 ts. brincos de flllgrla
de ouro (loo a 9000 rs. rosetas de dito a 4000 rt. ,
brincot de pedra assentado em ouro a 6000 rs. ditos
assentado em prata a 3000 ra. boloet pira abertura a
100 rt. rosetaa pretal a 500 ra. loieii para senbo-
ra a lOO rs., ditas para pequenat 800 ti. bandeja!
redondas e douradas para copos a 1600 n, globoa pa-
ra candieiros de dierentes lamiobot clices pan
Champanhe 400 rt. chapeos de missi preto i 800
n. cirteras de papelao a 160 rs. pentes para se-
gurar cabello a 320 e 480 rs. ditos de ac a 1500 rs.,
sedas de difTerentes gostos tanto em covados, como a
cortes du vestidos com quadros e sem elle, setins de
todas as qualidades, smaseos chitas o todas as
qualidade de fasendas tanto inglezas como francezas ,
por preco mais commodo do que em outra qualquer
parte. 2'
I Vende-se superior calcado francez de uma sola a
1500 rs. o de duas a -'.?' rs., eoutras umitas qualidades
de calcado por preco commodo o pellos de bezerro
fssncez a 3/ rt. ; no Aterro da Boa-vista loja n. 2.
1 Chcgutm no barato, r fasendas de bom gusto! 1
y Vendem-te rhltas francesas escuras de cures (lias
e de vara de largura de muito bom gosto, 260 n.
o covado ditas flnissimai do ultimo gosto ebegadas
a esta prac a 480 rs. o covado, cassa-chitas mu final e
de todas as euros, assegurando-se serem fitas, a 200 rt.
o invado e outras muitat fasendas ji innunciadas no
Diario n. 100 ; na ra do Crespo, loja o. 14, da Jos
Francisco Dia*. 8
Vende-se um par do brincot, um adereco todo
de podras encastoadas em ouro obra muito bem feita,
u du Europa uma roseta du ouro bom com diaman-
tes urna tablela de ouri ves, dous espelhos depare-
de ; na ra de Agn Verdes n. IS.
Attenfdo I
Na ra do (Jueimado loja da esquina quo volts
para palacio, continufio-se a vender ot baratissimo cor-
tes de chita do 14 covados a 2/e 1200 rs.
Vende-te vinho verdo mullo superior, chegado pr-
ximamente do Porto, por prec) caminlo ; na ra es-
trella do Rosario veuda n. 8.
Vendem-se sapalos de lustio para homem a 2560 rs.,
ditoi de pala. Iraoceses a 2/ rt. ditos de brim com
pona de lustro a 1600 rs. borzeguins para menino
./rs. bezerro de lustro a 3/ rt. e outraa muitat
qualidades de eelcado ; na praca da Independencia
n. 33.
Vende-se um bonito pardo do idado de 20 annos ,
bom pagem o ii.esle carreiro ; um moleque de idade
de 16 anuos para todo osurvico ; um dito olllcial de
carpini ; um pardo bom senador ; uma parda para
fra da piovincia boa engommadeira; uma linda mu-
cama mulalinha de idade de 15 annos, borla, cose,
e engomma muito bem; duas escravas para todo o ser-
i ico ; na ra do Agoa Verde n. 46.
Vende-se uma escrava de bonita figura, cosinha,
lava e sem vicio ; e do-se lO/000 ri. a premio ,
com pmhoret duouro e prata ; na travessa da ra da
Cruz n 4
Vende-se uma poicao de barris de mel, cera
do carnauba, e resina de angico ; na ra Nova loja de
louca n. 'i2,
Vendem-se duas canas sendo uma aberla, que
pega em 900 a 1000 lijlos e a outra do carreira, que
pega em o pessoat; em Fra dc-1'uitas ra do Pilar
n. 42.
Vende se urna vitela bastante gorda ; na ruado
Hospicio n. I.
2 Vende-se uma escrava com bonita figura de
idade de 18 annos, recolhida cose mu bem, cosinha ,
e lava de sabao ; uulra dita de idude de 14 snnus com
as mesma habilidades ; outra dita de 16 annos, cosi-
nha e lava ; duas ditas quilandeiras e de bonitas fi-
guras ; dous muleques de idade de 14 a 18 annos, pti-
mos para todo o servido ; & escravos de naciio, ptimos
para o servico de campo todutde muito boas conduc-
ta ; na ra ireita n. 3. (8
2Vende-se ago'ardenle do ruine aniz o genebra
mais barato que em outra qualquer fabrica ; no lar-
go do Terco, fabrica de licores n. 18. 3
2 Vende-te uma escrava crioula de bonita figura,
de idade da 16 a 18 annos propria para qualquer ser-
vico ; em Olinda venda de Andr Manoel do Amoedo.
nos (Juatro-Cantos, na esquina confronte a botica. (4
it Vendem-se duas prelas de lodo o servifo, seo-
do urna par 250/rs. e a outra por 380/ rs. ; uma bo-
nita parda de 10 a 18 annos perfeita cottureia e en-
gommadeira tem vicio algum o que te afiance ; duas
negiinhas muito bonitas proprias para so educarem
um pelo de 20 annos canoeiro e muito experto para
na ra Direita n. 81. 7
2 \ ende-se no tanque do agoa da ra de Apollo n.
SO.esquioa do Porto ts Canaa, uma canoa de carreira
prec.-1 rasoa^vcl
[4
limite encurpada u i.;r0e 500 rs. o coviyle* cb.
lisas muito linas, de vara e tanto de larg'urlrT^Miyf1 f 2VMB-teum biblia em portuguei, e umi porc-j
bOOrs avara riscadinhos trancados a *>0 rjor*ava- dccata vasias do Porto leudo ai caitas palo bara-
Jirc piala, ouro, piannos e outros pcimoios ue coime- ,- UUI .u..o-v- v piuiios uom iuuu
cido valor por commodo premio: no mcsiuoauda- ha | o licefce na frente e miit algumas bemleitoriis, que
to proco de 800 rt. cada urna ; as Croca-Pontas
n 160. 4
2Vende-se um molecote de 21 a 22 annos de idade,
sem vieio algum ptimo ptgem, e muito bom boiiei-
ro ; na ra Bella n, 14. 3
2 Vndete um reioglo de ouro dous ditos de
prata, 4anruddes, I alllnete de peito 4 pares de ar-
gas ; na ra do Ringel n. 3, primeiro andar. 3
9 Vende-se um prelo peca de 20 aonot de ida-
de, de bonita (gura e tem dcfeilo algum ; na ra da
Cadeia de S Antonio n. 23 por cima da fabrica de cha-
peos. 4
2Vende-te uma loalha de bordado de tusto i roda -
muito bem feila tro esguiao ; quem a pretender an,
nuocie. 3
2Vende-te um grande sitio na estrada de S. Ama-
ro pira lielem, passando a ponte sendo o primeiro do
lidodireilo tendo uma grande casa de vivenda que
pode ter a vootade 3 familias com 8 quartos duas
escolenles salas na frente e um elegante copiar sus-
tentado por columnas; um sali atraz lendo toda a
largura da casi, caa de fsrinha indepeodente e cot-
cha fra, um grande solio a especie de turre com ex-
cellente vista para Olinda tendo muiloa arvorados de
froto, tena pan plintacoei, com duat binas para
uorlillc 3 viveiros prompiot, e um por acabar, pai-
-------1
to para lor a tontada 10 vaccas de leltu; livre o de=cm-
barscado, por documontosque existem om poder do
propriclario os quacs serio palentos ao comprador ; a
tratar no mosmo silio ou na ra do Rangel luja de
louca n. I'. 12
4 Vende-se um preto meco para todo o servico ;
na ra do Vigario n. 8. 2
3 Vende-se uma lindi prcta com uma cria de um
mez, com muito b'im leite, propria para ama e dous
lindos molcques proprioi para pagens, pertoncentcs
a uma pessoa que se retira ; na ra da Senzella Ve-
iba n. 110, primeiro andar. 5
3 Vendem-se tt escravos, sendo 4 negriuhas do
13 a 16 annos com habilidades e de bonitas figuris;
i pretos de 22 annos proprios para padaria por t-
tem muito possante ; 4 prelas de 20 annns boas qui-
landeiras e de bonitas figuras; uma dita de 33 annos,
por 300/rs. boa coslnheira e quilanteira ; duas ca-
bras bicho) boas l.uteiras e criadclras de meninot ; di
ra das Floret n. II. 8
3_Vende-te uma fesenda de gado em Carirys Ve-
Ibot ; a tratar com Jos Jacinto da Silveira na ra da
Aurora. 3
3Vendem-so couros de cabra bom onorpa dos, po -
priot para obea de calcado, de muito boa qualidade,
em por cao u a retalho ; na ra da Conceico |da RVa-
vlita n. 8. 4
3Vende-se oleo de linhaqa, em pequenat e grandes
porcoei, por proco commodo ; ni ra do Vigario n.
23, segundo andar. 3
3 Vende-te um terreno na ruada Aurora com fren-
te para a ra Capibaribe e lundos para a ra do Seve ,
entre as casas do Sr. Francisco Antonio de Oliveira e a
que est edificando o Sr. Elias Baptista da Silva, com
100 palmos de freole, e 240 de lundo ; oulro terreno
com frente para o becco do Martins, e fundos para a
ra projelada que divide com terrenos dos Srs. Fran-
cisco Antonio de Oliveira e Elias Baptista da Silva ,
com 100 palmos de Irente e 300 de lundo vende-se lu-
do junto, ou em parles, que se possa edificar uma casa;
no Kocife largo do Corpo Sanio casa n. 13 acharar)
com quem tratar. lo
SVende-ie pa no preto fino a 3fin. o covado, me-
rino cr de cal* de boa qualidade a 1/ ri. las de
quadros para catis a 400 e 500 rs. excellentet cortos
de cassa pintadas! 1800 e 2? rs. ditos de chitas pa-
tentes a 3# 3400 6 3800 rs. .ditasa 100, 160. 200 o2i(>
rs. o covado, mursulinas de quadros a 360 rs. o cova-
do as bem conhecidas bretanhas de rolo com 10 va--
ra a 2/ rs. metins brancos propriot psra guardana-
pot a 200 rs. o covado cambraias adamascadas a
4400 rs. o corte, ditas de listras muito finas a 34O0 rs.,
brins escufot de puro linho de 400 at 800 rs. a vari ,
e o mais superior qu pdc haver a 1120 rs. a dita ,
lencos de cassa com barra de cr a 200 rs. ditos de se-
da proprios para homem e senbora a 1440 rt. pecas
de cambraias brancas o bordadas de cr com 10 jar-
das 2/rs., toalhas de llnho alcochoadas a 3, 4 o 5 a
rt. de duas u meia e 3 varas, guardanapos pertencen-
tei ai meninas loalhas a tr'JJ rs. a duzia bicose ren-
das de todas as larguras; assim como nutras muitis
fasendas baratas ; na ra do Crespo n. 15 loja de An-
tonio da Cunha Soares Guimariot. [18
Charutos regala.
Na ra da Cadeia do Recito o. 40, ha remoro um
grande o esplendido sorlimcnto destes afamados charu-
tos vindos recentcmente da Baha assim como gran-
de sortimenlo do vinho do Porto, Madeira Xerry o
ago'ardenle de Franca ludo se vende mais em conta
do queem outra qualqueruarle. 7
8 CIIARinODEJIEGALIA.
Vend rn-se superiores charutus de regala, em cai-
xinhas de 100 cada urna, vindos pelo vapor lin pera
trif, na ra do Trapiche n. 34, segundo andar. 4
5Vendem-te 4 pelas com boas habilidades, cosem,
engommao e cosinho, e uma dolas he rccolhida, ves-
te e penteia uma scnhora ; urna dita do meia idade ,
por 250^ rs boa cosinheira e lavadelra do sabo e do
varrella ; dous prelos bons para o trabalho de campo ;
ua ra do Crespo n. 10. (
6 Vende-te farinha por preco commodo ; a boido
do patacho Amisade Constante ancorado defronto do
trapiche do algudao ou na loja da ra da Cadeia
n. 40. 4
= Vcnde-se una venda na Solidado n. G, com arina-
Ciio e gneros por 3-i0,f rs.; quem a pretender dirija-sc
a ra das Crines n. II, ou na ra do Apollo n. 0.
1 Vcndem-se cavallosde sela ; na ra da Concii-
to da Boa-vista n 60 i
Vendem-se tamancos por preeo
commodo, manufacturados aqu no paiz,
lano a relallio como por atacado; na rita
da Madre de eos n. 28. (5
lisera vos Fgidos.
Desappareceo no dia 19 do correnlo uma eterava
de nocao, de nome Joaquina, com os signan* seguin-
tei: de dadede 2o annos levou vestido de chita i
detbotado e com babado de outra imaiella panno da
Coila com matames brancos, e uma condefa em que
levava urna colla : quem apegar, leve a ra dai (ru-
tel n. 34, que tere recompensado.
3 Fugio no dia 17 do corrente um escravo de nome
Malhias de naci Cabinda, de idade do 26 annos pou-
co mais ou mensa eslalura regular, grusso du corpo,
com barba por baixo do queixo, ceibas furadas; quem
o pegar leve a bordo do patacho S. Jos Americano ,
ou no Forte-do-Ualtos venda de Joaquim Uuarte de
Azevedo na ra da Meada n. 25 que ser recompen-
aado.
8
o- Fugio no dia 10 do mez passado um prelo de
nomo Antonio alto ceg de um olbo toni em um
dot dedot pollegare das ruaos um lalho ; roga-so as
autoridades polieiaes e aos capites do campo que
delle souberem ou liverem noticias, hajrd de o prender
e leval-o a rui do Vigario n. 23, tegundo indar, que
leiS generosamenie rccompcntadoi. ,7
2= No dia 13 do corrente Malo fugio um moleque
de Jos Theodoro de Moracs Lins de nome Jacinto ,
de naci Angola do 12 a 13 annos, ba pouco ica-
bou das bechlgat, que ainda eslao as marcas muito
vivas tem em um dos pedos a mnrea do um P ; levou
calcat do brim brinco cullcto do fustio camisa de
pregas de madapolao ; quem o pegar leve ao dilo
Sr., na cidade de Olinda. g
I-Desappareceo desde o dia 18 do corrente mez jin
preto crioulo, de nomo Itaj mundo de estatura alia ,
chi-10 do corpo cara grande, ulbos pequeos e alguma
cousa luchados,.heleos grossos: com camisa e cerou-
las de algodao da trra ; roga-so as autoridades poli-
eiaes e capitaei de campo a pprchcnco do dilc esen-
vo ; que os segundos seria generosamente recompen-
sados, na ra do Crespo loja n. 10. 7
PERN. ; NATYP. DE M. F. DEFAMA l8q.5.


Full Text
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