Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05584


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Full Text
Atino de I84S.
Terca feira 20
O DIARIO publica-sc todos os das que
naoforem de guarda: o prcco da ass'mi-
tura he de 4/ rs. por quartel pnjo < Os Bananeros dos assignantes sao inseraos
PIIASES DA LA NO HEZ DE MAIO.
T a no a 6 as 7 h. e 33 min. da manila.
tteVeentea H as 11 hor. c 49 min. da ma.
L,,i chela a 21 as 3 hor. e 40 min. da man.
Mingoante-a28 as 4 hor. c 5min. la man.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna e Paralaba, Segundas e Sextas fel-
ran.
Rio Grande do Norte, checa a 8 c22, e parte
a 10 24.
fabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1 lie 21 de cada mez.
Garanhuus e'Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 c 28.
Victoria Quintas friras.
Oliuda todos os das.
PR EAM ARDE 1103 F..
Primeira as 4 h. e 30 min. da tarde.
Segunda as 4 h. e 54 minutos da manha
de Maio.
Anno XXI N. 110.
WKObaammn
DAS DA SEMANA.
Wp 19 Segunda S. Pedro Celestino, and. do J.
$'/> de I), da 2. v., e do J. M. da 2. v.
20 Tena 6. Bernardlno de Sena. Relacno,
audidoJ. de l> da 1 v.edo I. dos Pellos.
21 finarla S. Mneos and. do J. de Di-
rcito da 3. vara.
22 Quinta >!?>!< Pesia do Corpo de Dos,
S. Rita de Cassla.
23 Sexta S. Basilio, and. do I. de Dircito
da 1 vara, e do Juli dos Pellos.
24 Sabbado S. Aira, Re., aud. do J. de
Dircito da 2. vara.
25 Domingo S. Gregorio.
CAMBIOS NO DA 19 DE MAIO.
Cambio sobre Londres.....25 '/a-
ii Par* 372 res por franco,
i, i) Lisboa 120 por 100 de pftm.
Dse, de le. de boas Urinas I '/, I '/ p %
Ostro Oncas hespanhola* 3I300 a '.HfiOO
Morda de Afino vel. 17^00 a I7K00
.....1.- (i nil iiov. 17^400 a 1?#4IK)
o de 4*001 9/5110 a 9J70O
rVttB-Pataeo.s .... ly'Hiu a l#80
.) Pesos Colurnntrrs. W!i80 a 2fB00
Ditos Mexicanos I#B40 a IJWJ0
M.icdas de 2 palae. If280 a 1/290
Acedes da C.a do Beberibe 50/oBO

PART. CFFICWi_
LE N" 140.
Jhomaz Xavier Garca de Almeiia, presidente da provincia de
Pernambuco. Faco saber a lodos os seus habitantes, que a
assrmbla legislativa provincial resalveo, e cu sanecionei
a Iti seguinte: ,
Da nomcacio, susprnsao c demissao dos emprega-
dos pblicos provinciaes.
capitulo 1.
I)a nomcacao.
Artigo Io Nao pdem ser noincados para os emprc-
gos pblicos provinciaes:
1. Os analphabetos.
2. Os menores de 21 annos.
3. Os que uo frcm cidados brasileiros.
4. Os culpados.
5. Os fallidos, durante o prazo do compromisso ou
'""u? Os prdigos e oulros que por sentaba csliverem
privados da ad.nlnistracao de scus bcus.
Art. 2o Os empreados provinciaes saoamovivcis ou
" So iiiamovivcisO inspector, o contador, o pro-
curador-liscal, o secretario c os cscripturai ios da the-
sourara das rendas provinciaes; o administrador e os
escriptiirarios da mesa de rendas provinciaes lutcrnas;
o ollicial-maior, os olliciaes c os cscrplurar.os da secre-
taria da presidencia; us professores pblicos; o secrcla-
"2Sao'a'niovvcs todos os cinprrgados provinciaes
nao mencionados no paragrapho antecedente, e aqucllcs
que nif rrein pelas lels posteriores exprcssaniente de-
clarados inamoviveis.
Art. 3" A no.neacao sera discrecional la, por accesso,
ou por concurrencia.
1. A iiomcaciio discrecionariascrasomcntcsubje.la as
restrlccoet do artigo primeiro.
2 " inov'iv'e'is, oschefes das reparlieoes publicas, e o procu-
radoi'-liscal. ,
| A nofneacao por accesso sera determinada pela an-
lieuidadc de servico em cada.uma das rrpart.coes coiu:
p.chendidas no artigo segundo, parag.apho pruueiro ale
0 lunar inmediato ao de chele.
4 Nao teem dircito ao accesso os amanuenses e os
substitutos ou adjuntos; porm terao preferencia com
iiialdadc de habilitacoes.
5. Perder o direilo ao accesso oque tiver sido sus-
penso por duas vezes.
Art. 4" A nomeavao por concurrencia dar-scha nos
euinreeo Iliterario! de laienda e secretaria.
1 Os empregados lillerarios nao poderao ser nomea-
dos.'senaoprecedendo concurso, c comas habilitacoes
exigidas pelas leis actuaes.
2. Os de fazenda e secretaria na poderao ser prvi-
dos scniio em vi. lude de cxaine publico.
3 o presidente da provincia mandara declarar en,
concurso os lugares do parag.apho antecedente, logo
que vagarem, marcando prazo razoavcl para dentro dcl-
lc s>- apresenlarein os cidados habilitados
4 Pind o prazo.mai eir o presidente da provincia o
dia r hora do ex:.nie, que presidir, servindo de exami-
nadores o ebefe da rcpartlciio, que o lugar pertcnecr.
e dous cidados versados as materias do exa.uc, os
quaes serao previa c sccrelaincnte .non.rados pelo pre-
sidente da provincia.
5. Os examinadores proporao por cscriplo a todos os
candidatos asmesinas questes; as respostas serao dadas
por eseript, assignadas, cucaran archivadas. _
0 Os que lurcm appi ovados plenainenlc serao ad.n.t-
tidos como concurrentes ao lugar vago, c o presidente
Hornear dentre ellos a que julgnr mal apto.
7 Os concurrentes aos einpregos de fazenda deveraf)
inostrar-se habilitados na escripluracao e contabilidad.-
cn.pialicanasrrparlices respectivas, e terao ocurso
de rou.n.erco, q.ial.o annos depois da sua abertura.
8. Os concurrentes aos einpregos de secretaria deve-
lar, ter O curso de preparatorios, boa lcllra 0 cxpud.ccao
na ese'iplura.
capitulo 2.
Da suspensao.
Artigo 5' A suspensao dq emprego dar-se-ha por pre-
vern do crinie, ou por COrreCCfiC-.
1 A suspensao por prevencao dar-se-ha, sempiequc
o presidente mandar rcsponsablsarjud.c,al.ne..lco cm-
pregado indiciado em crime de responsabilidade.
2. A suspensao por correcc u nao se eslendera a ma.s
desessclita dias.ese... imposta pelo presidente da pro-
vincia, depois de advertencia por Ulna vez, excepto no
caso de desobediencia ou ujuna; 1 ao empregado o-
n.isso ou negligente, 2" ao desobediente, 3 ao que fal ai
0 resucito dcvldo ao seu chele, on njurfal^o no ext c -
co do seu emprego. 4 ao que der dei fallas nao jiislili-
cadas ao juizo doscu chefe.
3. A suspensao por COtreccO liara a peda da giali-
llcaCOO c de duas partes do ordenado. ...
I Para a suspenso.o presidente la provincia dcvciv,
ouvlr previamente o empregado, e declarar especihca-
dainentc o motivo della ua portara.
CAPITULO
Da demissao.
Artigo uV A demissao dos empregados provinciaes a-
niovivcis he discrecionaria.
Art 7o A demissao dos empregados provinciaes ina-
moviveis aera dada pelo presidente d provincia scni sen-
tenca dos tribunaes competentes nos casos seguiutcs :
1 Quando o empregado tiver sido suspenso duas ve-
zcs por currccfo, e reincidir dentro de auno.
1 Quando dirigir ao presidente da provincia injurias
verbaes, ou por escripto, no cxcrcicio de suas fuuccoes
PU S.'Quando.sem llcenja.deixar o cxeiciclo do emprego
por niais dcoito ineies.
4. Quando o empregado da secretaria rcvclai o se-
gredo do expedirme.
Art 8 O presidente da provincia, para demitlii o
empregado nos casos do artigo antecedente, devera pn-
ineiranienle ouvil-o, e depoisau chefe da repail.rao res-
pectiva, se o tiver, e declarara .na porua de demissao
especilicadauenlc o inolivo e as razOes em que a tiver
1 inalado.
CAPITULO 4.*
Disposicocs geracs.
Artigo 9o Os vencimenlos dos empregados provin-
ciaes, qualqiior classe que sejo, serao dora em di:
:,ie divididos.mii quatio partes, urna das quaes sera
considerada graliiicacao, que pcrJoro. sempre que nao
eslivereni em exercicio, excepto quando scrvireiu no
jury, ou em outra conimisso publica de que nao perec-
boreui veuliiieuto.
1. Esta disposicao nao coniprchende os empregados,
que teem porecntagem ou rmolmiicatos, que perdera
nos mesmos casos cm que os ou tros perdem a gratn-
oacSo.
2. Agratificaao, porecntagem ou emolumentos, que
o empregado fura do exercicio perder, perteneca ao que
o substituir, ou rcverler para a hienda publica, quan-
do, as funecocs do emprego nao forcm disti netas, mas cu-
mulativamente rxercidas por oulros empregados.
Art. 10. No provinirnlo dos einpregos provinciaes
preferirs, com igualdade de requisitos, os casados, c de
entre esles os mais operados de Binilia.
Art. 11. Nao pode haver accuinulavao de einpregos
provinciaes. ,,.
Art. 12. Nao se considerao empregados pblicos pro-
vinciaes para os eli'eUos desta le senao aqucllcs, que
presto juramento c pagiio di re tos de noincacao.
Art. 13. EsU le mo comprehende os engajados, pa-
ra os quaes rcgularO os respectivos contratos.
Art. I*. O presidente da provincia podera prover in-
terinamente qualquer emprego provincial, que vagar,
ate seu dennilivo provimento nos termos desta MI.
Art. 15. As dlsposicoesda prsenle lei a cerca das ha-
bililacOcs dos empregados nao teem applicacao aos que
se acho prvidos.
Art. 16 Ficto revogadas todas as leise disposicocs em
contrario. .
Mando por tanto a todas as autoridades, a quem o co-
nheciinento e execueao da referida lei pertenec-, que a
ciinipiao e facao cumplir tao nleiramenle coino uella
se conten. O secretario da provincia a laca mpnuiir.pu-
blicar c correr. Cidade do RccilQ de Pernainbueo, CIU 7
de malo 1845, vigsimo qujrto da independencia e do
imperio. .... .,
[,. s. Tlioma: Xavier Garca de Almeida.
cinta de lei, pela qual V. Exc. manda executar a re-
solucao da asscmbla legislativa provincial, que liouve
por bcui sanecionar, determinando a mancira por que
devem ser noiueados os empregados pblicos provin-
ciaes, c os casos em que pffein ser suspensos ou deuiit-
tidos, na forma cima declarada.
Para V. Exc. ver. _
Anlonino Jos de Blirania Falcao a re.
Sellada c publicada uesta secretaria da provincia de
Pernambuco, em 10 de maio de 1845.No mpedimenlo
do secrelario da provincia, Jos .Xavier luiuslino llamos,
oflicial da secretaria. .
Registada a follia 239 v. do livro l* de lei provin-
ciaes. Secretaria da provincia do Pernambuco, dclimaio
de 1845.Domingos Jos Soares.
aquella i'epaiticao com o quantilalivo de que necessilar
paraoccorrer asemelhanl.s despezas at 1 lim do refe-
rido auno. Comintiiiicou-sc ao inspector do arsenal de
iiiai iuli.i. -
DitoAo inspector do arsenal de marinha, determi-
nando, emciiniprinientod'ordeni imperial, que laca a-
presentar junta medica,d Un de ler inspeccionado, o
lu lente da armada J0.10 BantisU de Oliveira uinia-
racs; c exigindo o resultado da inspec\-ao.Olliciou-sc
ao 1 medico do extinclo bospltal militar, para que eoiu-
parecesse no arsenal de mai iulia no dia, que Ihe losse 111
dieado pelo respectivo inspector, para inspeccionar o
mencionado segundo lenle.
DitoAo desembargado!- chefe de polica interino.
A' vista do ollicio, que \ me. me dirigi em dala de 13
do corrente, participando-nie o resultado das mdaga-
ees, i que proceder na villa de Iguarassu sobre os ex-
essos, all apparecidos na noulc de 17 do mez prximo
passado entre a palmilla, que rondou por ordem do de-
legado suppleute, bochare] Joo Antonio, e os milivi-
duos armados, que se aehavao ua casa do juiz munici-
pal; lenho nesta data demitli.lo O delegado supplenle,
que dever ser substituido pelo seu Inmediato: e poli
que igual attribuicao me nao compele exercer a respei-
to dojuii municipal, queVm. enleudc dever ser igual-
mente chamado responsabilidade, paitare a represen-
tar ao goveruo imperial, para dar as providencias, que
Ihe parecerem adequadas.
Atlendeudoque, de se nao empregareni as una
palmillas rondantes os agentes da loica publica, dcvi-
dameute aulorisados, resultou o iranslormai-se em mo-
viuicnto c deslrco de partidos o que sodevia ter lugar a
bem de se manler ;. ir.ui.pilidade publica e seguran.-a
individual; niandei estacionar naqiiclla villa un uest.i-
camentode lpraca do corpo niando de mu oflicial : conviudo, que V me. expeca a>
,uas nstrueces ao respectivo delegado sobre a niaueir.i
dceiupregar a dita rrca, em ordem a que nao s.j.
desviada do sen deslino legal.
ltimamente Iciubrarei, que deve ser recolludo ao
arsenal de guerra desta cidade o armamento acliauo em
casa dOJUit municipal, e que este diz haver sido tomado
pelas suas rondas de polica.
PortarlaCreando um lugar de subdelegado no uis-
tricto de paz da povoa..o de ebiribe.-COUHUUnlOOU-
;c ao chele de polica interino.
OUicioDo secretario da provincia ao 1 da assem-
bla legislativa provincial, declarando, .pie a inlorma-
cio, que pede em ollicio de h.uileiu (1 i >es|>eito da c.v
pellainr da matriz de Paja de Floses, ja Ihe fo. traus-
lUitlida 10 deslc mez.
Goverao da Provincia.
E.rHediente do dia 10 do correuk.
Ollicio Ao inspector da thesourarip da fazenda, or-
denando, que, ua formado^ 9." art. [. do decreto de/
de maio d 1842, sob responsabilidade da prejldenclo,
c por conta da quota votada para as despezas do curso
jurdico de Oli.idaiiocorreiilcannolinauce.ro, mande
indcinnisar a repartivad das obras publicas da quantia
de 47/ti0rs., que se gastou com os pequeos reparos
fallos no n.osteiro de S. Vento na parle oceupada pelo
inesiuo curso. .......
Dito. Ao director do arsenal de guerra, del.. mi-
nando, que mande fornecer sete cornetas de toque ao
COiniindante do i." bataljiao da guarda nacional d
Iguarassu; eprevauindo-o deque a.reipecUvfl iuipor-
tancia ser paga pelo inesiuo comniaiidai.te.
Dito. Ao chefe de polica Interino, seienlil.eando-
0 de ter concedido 3 utezca de llcenco ao delegado do
termo de Gaianhuns.
dem do dia 14.
Ollicio-Ao jul de dircito do crime da comarca de
Gaianhuns, coininiinicaudo, para fazer consta, a Q11111
tiliano Fc.rcira da Cunha e Oliveiva que por .1,celo
imperial de 5 do passado Ib.-lhe concedida a deuiiiMo,
que pedio do lugar de escrivao dos orpluuis. crime C ci-
vcl d'aquella comarca-Tambcm coniiuunicou se ao ju.z
municipalcde orphaos de Garanhus.
Dito-Ao director do arsenal de guerra, determinan-
do, cu cunipri.nento de ordem imperial, que mande
escusardo servico o soldado da companhia de artilles
do inesuio arsenal HaSio Elseo da Silva ucuellcs.
Dlto=A0 c.iniuissario pagador reoo.nniendando
cumplimento da orden, imperial, que ...anda continuar
1 patar ao l)r. Flix l'eixoto de ilrito e Mello os sidos
d alteres reformado de 1." lnl.a ; v.sto ler cessado a
ierra do RioGrande doSul, em benehc.o de cujas des-
pezas bavia elle f. 10 ceiso d'aquclle* vcuci.nentos.
Hai-ticinou-se ao coiuluandaiite das armas.
Dito-Ao coiumandante da crvela Unoca, determi-
nando, cm cousequencia de ordem Imperial,-que, sem
peda de lempo, regresse para o porto do Rio de Ja-
Dilo-A' cmara municipal do Cabo, inlellgenciau-
do-a de haver a asscmbla ligslaliva provincial appro-
vado as suas conUs, c mandado adrrrlil-a I I. da 11 re-
uuiaiidade d'ellas; 2." da necessidade de provar c juiU-
car cada urna das despezas com os mandados, que as
autoriso; 3. da incompetencia do procurodor, para.de
sua propria auloridadc.c sem mandado da camara.pagar
sordcuados dos empregados c mais despezas; e orde-
nando, cm eonsequencia de exigencia da nics.na as-
scmbla, que con. urgencia enviem a Mcretarla da pre-
sidencia as cuntas relativas aos anuos do 1. de outubro
de 1839 a 30 de sclembro de 1843. comdcclaracaodas
multas, que teem sido impostas aos vereadores por o-
misso na rei.u-ssa das ditas coutos.
Dito-Ao commandaiitc das armas, determinando,
ero eonsequencia de representacao do inspector do ar
seal de marinha, expea suas ordens, para que a guer-
da d'quelle arsenal continu a ser de 6 soldados.
Participou-se ao nspector do arsenal de niannlia.
PortaraProrogando a presente sessao da assem-
bla legislativa provincial at odia 1> deslc mez.
t:ouiniunicou-se ao respectivo piunciio secretario.
Ollicio--Do secretario da provincia ao mspecioi da
thesourara da fazenda, trausmittindo, para serem cx-
euladas, as ordens do tribunal do lliesouro de lis. 51
a 54.
Id, m do dia 15.
fficioAo inspetor da thesourara da fazenda, orde-
nando, que, na furnia do artigo 48 da lei dc.4 de outu-
bro de 1831, e do parag.aphol2, artigo prime..o do de-
eciclo numero cenlo e cincoeiita e o.to de 7 de maio de
1842, c sob responsabilidade da presidencia, mande en-
tregar,;, orden, do Inspector do arsenal de na. ...na desta
provincia, a quaulia de 533/600 rs., que aluda restan da
quota volada para o corpo da armada no corrento anuo
liiianceiro. e cm que, seguud uforn.a o niesiuo inspec-
tor, .upo. uio as despezas verificadas au- 10 do concille
por conta da respectiva rubrica; e continu a Mipprtr
BISPADO DK PKBNAMUrCO.
/) Joio da Puii/icooio Marques l'evdigao, ro..f9; regante de
S. Agostnko, por jr-.f.. de Dos e da Am.1.1 W Apostlica
bnoo de l'eniambucii, dconrelho de A. .M- /. O., rlr.
Por especial mandado de S. M. o Imperador, co.nmu-
UlcadopelO Imperial aviso de 14 de maio de 1829, expe-
dido pela secretaria de esladu dos negocios dajusliva,
pomos a conc.i.so, pelo presente edilal, as egUiUUta >g. e-
jas vagas .leste bispado ; A de Y S. da Gloria, do1 Al
raial do Coi rento do Rio das Kgoas, a de_N. S. da I eua
do uritj a de S. Ron.o da >:a..ga, a de S. Joao Hapl.sta
de Porto Alegre, a de S.Rita da povoacio de o. -rui, a
de S lus de Carinhanha, a de i\. S. dos Milagres do Coi-
t a de Y S. dos Prazcres da cidade de Mace.o, a des.
Jo'iio llaplista do Ass da Villa Nova da Pnnceza, a de N.
S do Amparo da l'alu.eira, a de S. Antou.o do l'.lao Ar-
cado, a de. Anua do Sorid, a de N. S. do I.iviamento
da raVal.vba. ..
Todo o Rev. sacerdote, ou clrigo, que quena lazer
opposi.o s igrejas cima referidas, aprcsenle-se, con,
o' seus papis promploi e coric.U-s, na lorma do esl lo,
alara seren ad.nittidos. faicndo termo de oppos.caa den-
to do prazo de sessenla dias, lindos os quaes se lara o
con,... so, em o qual responderao os Rev. expositores
nove casos de moral e consciencia, c larao una cxposi-
CiO 0.1 homila do Evangell.o que assigi.ar.nos, para pro-
nr.nosa S. M o Imperador os que se lulgarciu ma..
dignos, na forma dos sagrados caones e concilio In
t!< "iVa'u.' -1.1 Olinda, sol) o sello da chancellara e nosso
sicnal, em 19 de maio de 1845. K cu, o padre .loaqu.m
,1., Assumpcao, escrivao da cmara episcopal, o subscre-
vi. Joo, bispo diocesano.
Edital, pel qual ...anda S. Exc. Revn.a. por a con-
curso as rejas vagas leste bispado, na conlor.n.dade
das mperiaes ordens, como no inesiuo se ueclaia.
Para S. Exc. Rev.ua. asilgnar
EXTERIOR.
qoanto una tal negativa era impossitel, c M. Tylcrac-
ciisnu com doe.in.cilios na ...ao. os quaes reeebeo elle
de M. \\ ise, ministro plenipoteneia.'io da Cuiao no Rio
de JaneiroM.^ ise,pela sua pofieSo nos mesmos sitios,
onde se dizque anda se praliea o trafico, achava-se ha-
bilitado para apaunar os negrclros inglete* em flagrante
delito. Os jornaes nao sao menos despejados sobreest
ponto.
O Standard record..,por modo de desculpa, que Bruto,
o mais virtuoso dos Romanos, exercia a usura. Kuibo-
...! Porm nos vivemos n'uiii secuto em que os desln-
teresses da asara sao apreciados pelo sen justo valor.
Sobre o segundo ponto em que M. Tyler tlnua to-
cado ... sin inensagcui.a escravidilodlslarcada. que vio
sollrer ..as colonias iuglczas os negros aprehendidos
no mar pilos cruzeiros, fui R. l'eel milito mais expl-
cito; contesten positivamente asassercocs da uieusa-
arein; ealBnnouque os negros t..bao a liberdadede
voltard'all par., a sua terra.que ei ao reenviados para ella,
qtutndo i$n era posiivel, e que quando ero conduzidos
para as colonias Inglesas, gozavao al.i de todas os dlrei-
los de hoinens e de cidados. I.ligamos que o honrado
baronet.' excedeo-se multo lio desejo de paular os des-
mentidos que a poltica colonial de Inglaterra he rtni-
gada a dar a si mesilla ; e a p.ova d'islo esl 1 n'un do-
cumento Ingles inulto recente.
A sociedad.- abolicionista de Londres reeebeo dos
seus numerosos agentes, CSnaladoSpelos diversos pon-
tos do globo,nforinacoes circunistauciadas do que por
ah se passa ; e ll'Ulli manifest por ella publicado a 12
de novembro passado pronunciare claramente contra
os ineos empregados para se obter trab.lliadorcs para
as ludias Oceidenlies ;
k A co.n.nssao, diz es-e manifest, minea se oppoz
e.nigracao pira as colonias, com tanto pie ella fosse
perfeila...ente JpantdNM lia parte dos emigrados e ell'ec-
tua.li 1 0111 todas as garantas de liberda.le completa na
esculla dos trabamos e dos utcsires, Porm pronun-
eiou-se sempre eoi.tni N Mfioi riniregados al aqiii para
adquirir liabalhadores s Indias Occidenlaes ; porque
esses Hielos leein-llie parecido viciosos c [ecundosan nli-
tados deplorareis.
" Os primeiros emigrados tranporladns a Jamaica,
a Trinidade, c Giiiaua Inglesa foro nduidos a isso
pelas prouiessas Ilusorias de agentes sem principios.
I'ela niaor parte inorrrao victimas do ardor do clin.a
eemfriNado com o alan de um liaba'.ho [orpido, com a falta
dr assistcneia medica, cnmatscassrz dos alimentos, como
desgosto resultante de esperancas mallogradas.
u O.itro tanto se pude d.i.-r dos Cotilis que forao
transportados lilla Mau.icae aCuiano iugleza. Estes
fesgracados oiirig.iao-se, por contratos, a trabalnoa
nue desronhecio.l'oio conservados em careles priva-
dos, at que pudesseni ser reeebi.los a bordo dos na-
vios preparados para o sen transporte ; forao guardados
OH deposito al a partida d'esses uivios ; foro mallrala-
dos tlurnnle niirtjcm a tal ponto que a inorle ou o suicidio
foro a parlilha de um grande numero d'elles ; c a sua
cliegada, viio-se submitldos severa disciplina das
plntame:, que causou entre riles nina mortandade hor-
ivel. .
i. Os regulaiucntos adoptados para protec.aodosenm
grados sao diariamente infringidos. Faz-sc o rccrula-
menlO distes emigrados, como dantes, por via de cor-
reto.es indgenas que envino agentes em todas as direc-
.es con. a inissoilescdu/iren. os Indios por lalsas pro-
i.iessas, e de induzil-os a subserever contratos que mo
mSdtm mais rescindir. As familias desses infelizes, arras-
lados assiin do sen pali por sorpresa, neno n.u.tas veses
abandonadas no n.ais deploravel estado, sem recursos,
c exposlas todos os borrores de ...na miseria que so ter-
mina com a n.oite. ,
,. CllCgados os emigrados Mauricia, bao desembar-
ciio logo, segundo a proniessa dos regulamentos; mas
sao refuto! bordo al seum empregados: anda assiin, ndo
llies he licito escolhcr o senhor nem Ido pouco o genero de tra-
alho que prtfmm. Tanto slo he verdade que, al das
7 libras esterlinas que o goveruo da M.1.111. la paga pela
sua inlrodueco, o plantador d mais 10 dollares por
cabera para ser ail:nillido a cscolher inlre ellcs.'i
., Etu que, poli, dillcre Isto da cscravidao. Naosera
antes a mesilla esc.avido ; mas, sem as garantas que
alil .' ll.es assegura ?
.. Quanto s colonias occidenlaes da-se o mcsino pro-
cesso, ou, a bem diter, anda peor. \ eja-se o mani-
fest.
.. as Obscrvacocs precedentes limitou-sc a commis-
so principalmente a combater a emigracao asitica; po
rni nao deve dissmular .pie a africana, mormeiite
como a preleiidem estabeleccr, inspira-lhe anda mator
r.piignanria. Holc o estabelcciinento ngle de Serra-
Leo deixou de ser un. asvlo para o Aliafano, a quem o
trafico arranca sua familia. Apenas urna sentenca
da con.n.isso mixta oten, declarado livrc, entregao-no
a si inesnio, sen. socorros e sen. abrigo. A nica alter-
nativa que Ihe est reservada, lie.pols.a miseria ou a
eniigiM.'iio para una das colonias das Indias occiden-
.. Ouein 1er este documento que senUmos nao poder
dar por extenso, uclinar-se-ha a crer, que as asserees
de M. Tyler nao sao lo destituidas de fundamento.quan-
to o quizera Sir R. Peel fazer acreditar.
PESm?MBl?C0.
NOTICI S D1VEI.SAS.
Pela ultima cliegada do vapor bernia a Iavcrpool,
procedido dos Kstados-l.nidos, coni.ruiao-sc as appn-
nsoes da perda de 2 vapores da carrera, o tngand e o
Imtcd-Slalcs. A'bordo dcslas cu.barcavoes hav.a Ib8
Pas.agelros. No oaso de se verilicar o naufragio dos
dous vasos, a peda de vidas c de propr.edade sera inul-
to supe. io. a que se seguio ao naulrag.o do vapor i'r.-
*"- Segundo uformaves de Dubliu.parecc que o go-
veruo pretende dar co.ucco a ouiro processo pol.l.co
analogiaodeO-Conncll. Consta que nos discursos de
MM II. Grattan c S.nith O'Brlen, prolcr.dos as rcu-
nibJs dos repea/rr^revogadores), ha expressoc am
ao ministerio. Os stcnogiaplios olliciaes fo.ao c ...na-
dos para deporem sobre o caso ; c aflirnia-se que os
cavallui.os cima indicados terao de responder ante os
uibnuaes. Entretanto os jomacs nglczcs negao a vero-
s millianca de se.uelhante accusaVao, sobretodo quando
be ce. lo, que a raiulia Victoria se dispoc para v.siUr a
Irlanda
I--se na Preisc o seguate : .
Temos a vista o lexlo compl-io da resposta que Si.
R Peeldeo i ii.lcrpellacao de M. Aldau a icsp.ito da
mensagein, cm que o ex-presidenle MHiannMU
niervenc.ao dos capilacs e comuierciautcs uigl.zi no
trauco d-.s esclavos. .,.,.,
Euresposta-prora, como d.ssemos, quec.docu-
mento americano causou grande escaudalo cm .ondes
Certamcnle ....gue.n espe.ava por tao despinad; r-
lacoes, e todos se mostrao u.u.lo descontente ao.... lias.
que be be, natural ; po.sque cases senhore* inen
antes accu.nular as honras da predica conlia o rabeo
con. os lucros -leste porm o mundo ja Uu^otolbosn- inoc-no. |e faellda e orcunento nao encon-
berlos ; 6 sera miste, despir esta dupla mascara, c pie- "> 1 ui.ss.10 -0 cujo cxelllplo allega o
Sr doia cm dianlcassiu. pelo cxc.q.lo como pela pa- \ii ou, nas^. d^l.Mi. ^ outras ,|||aIllcs t0_
'"^Si. R. Pee. nao neg., a participan dos eapiUes Sana entende^ que ..es ^^^ U5^0^I
e dos agentes brita.iuicos nesse nilamc trauco, po|dos que o pieju 1
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
1 tsXo EM 5 111 MllO DC 1845.
Presidencia do Sr. Pedro t'amfcanli.
As II 1,4 horas da manha o Sr. I. secretario faz a
chanada e ve. -ilica estar... presentes 24 Srs. depuUdoS,
O Sr iirriideiile de.lara aberla a sessao..
0 Sr. arerslurto le a acta da sessao anterior, que ho
"'''il'eni-te e approvo-se os seguintes pareceres :
Pedro Delgado de Borba, arrematante do ....pu.tde
U;m rs. sobre cabrea de gado vaccuin. lalhado no n.u-
iici io de S. A nio e Pao I'AlbO, expoe lMrtIM|
ncial. que, leudo de fazer uo 1. de julho deslc auno o
,V,Ui lento das ieltras da segunda prestaco, no valor de
K aeha-se em graves enibaracos, "fig**
V



2
. rece o peticionario nao pode ser presumido ; que multo
nial vira .i fazrnda provincial de facilitar-sc a arremata-
jao de rendas a Individuos que preclseui de esperar pelo
que .irrecadarein para salisfazer os seus pagamentos i
que, sendo as prestaces de arrematarnos calculadas nn
i eceita de cada anuo, e o sen pagamento neci ssario para
o corre provincial preencher os seus empenlios, nao pode
s. i transferida a sua rcalisaca leni grande prejuho:
pelo que he de parecer que se iudefira au que requer o
peticionario.
Sala das commissdes da assembla legislativa de
Peruaubuco, 6 de malo de 1845. ~ agalhci Tagnes. --
Lobo.
Manoel l.opes Vianna expdc a esta assembla, que,
sendo cxtinCla a inspreco do assUcar t algodo, llcau os
tfapiclieiros coin o assticar extrahido de furo das caixas
e lechos, que deve ser renda da provincia ou los hosnl-
laes de carldade e pedc-lhe, seja concedido ncrccatlar
oassucar do furo.dando elle l:2oiijdiOO rs.,c ubjcilaudo-
se s eomliccs que entender a assembla provincial.
A commissao de fazenda e orcameto julga que o
assuear do (Uro lis calvas e fechos, extrahido na forma
los regulamcntoi do consulado, uo pode lser parte
das rendas provinciaes; que lie elle applioado aos hos-
pitnes de carldade, segundo o costme c a dlsposlco do
mi. 1611 do i<:;nI.iik'iiIo de 30de malo de 1836; que i
aduiinistraco dos cslabclccimontos le carldade porten-
ce a sus arrecadaco, ou ceder o seu rendimenio por ar-
rematarn, queni mais der que a assembla provlu-
< i ii, sendo competente para regular a iiiesuia adminis-
tra.; o, nao lie a propria para coucluir scmelliautes om-
nalos ; que, se, quando o lino se la/i a na cuuformida-
le da lei i* regulaineiitos provinciaes, era porque poitia
ser extrahida inalor qiiaulid idc de assucar do que duas
libras, folesse reiidluieutoarrematado por 1:750/00(1 rs,
'(uno se ve no ultimo balanco, deve ser iiiuitu inaior o
si o proco, podeudo-sc extralllr at S libras p "lo regula-
ment geral de .'ti de marco de 1840 : pelo que lie ir pa
recer que se Iudefira ao requerjuiento do pi ticiouario.
" Sala das coiuuiissdes da asscmblt\i, 6 I' malo de
l .V Magalhiies Tagnes. Lobo.
lie approvado o srguiutc requerimenlo da couiuiUstio
de nrcamcntu
< Kequciro se peca presidencia copia dos contratos
eoni os eugenlii iros au servico la provincia, c todos os
.ictus aos luesiuos relativos cui vigor aclmilniente, co-
pia da tabella los emolumentos *\.\ secretarla.
nans ou di.\.
Contittw&Ho it>i discusso do orcamento provincial.
Alt. 11
He a materia discutida c o artigo approvado, sendo
rrgcitajjas as emendas.
AifVI.'. Approvado.
O art. I i inii.i nn dlscussSo.
Ubi. Lopes liaua:Est em discusso o artigo l
Sr. presid nte, dselo que a commissao me de rsclarccl-
mentos sobre urna falta que aqui se nota, i" he quola pa-
ra o lugar de inspector llscal, que aqu vejo suppriinido ;
o artigo dis isto (/a). Portanto, parecr-ine que nao he]
i Inra que est abolido o lunar de inspector tiscal ru snu|
coherente cun os meiis piinclpios; vrrdadolroson falso
estou ucllcs : ou nao crear lugares, ser mullo cautelosa
ni os crear, creal-os un mu pruiiio na iiio ; ou, de-
pois de creados, niio os abolir....
I'ojfj : i'ois at isl i .'
ti Orador:At Ato, Sruhorcs, porque naor Veda ea
da mu a mo no sen selo, e veja se gastarla de ver abo-
lir o seu lugar; tcui nao sel oque de odioso : repito o
que j trnho dito por varias vezes; nao liaexemplo di
que a assembla geral tal lizesse; nao lia cxcuiplo; a as-
seinbla geral anda uo diminuto ordenado a iiingucill,
ai.na au aboli lugar, que uSo deixasse o individuo re-
cebend o seu ordenado; lem abolido certas repartieres
mas, os empregados veo receber o sen ordenado, qnan
lo n.io, sao lugari a Je mera commissao...
vosei:Este est nesse caso...-.
O Orador:Essa he a duvida em que esiou; vejo a-
qui uus poucosde empregados, ajndantes, ele., que en
tao lauiiem sSoiugores de commissao; e porque lloo
estes, ao lempo |ue se abule o lugar de Inspector ? Nao
lie este un lugar,que sr lem recouhecido par mil c ne-
ers.-.ai io .' Assim se tem considerado SCUipre; e cu ach,
que elie lie ulil C 111 cCSSario.
Senhores, teuho observado, que as cousaa sao uteis
renforuico lempo : este lugar fol ulil al o anuo paisa-
do; este auno j nao lie mais ulil; mas Isto llo me naiy-
ec justo; se hojr litio lie mil, ja o llo era o anuo pausa-
do, c conloa assenibl.- coiumetteo un acto menos pro
prlo, quando ini lulo i StC lugar na lei do me menlo.
Senhores, ni eontiec", que ii nlm nui defl ito, e he de
!. ogar a causa de alyuns iomciis, que j oslo riupre-
idos; d ade (|iie trnlo assonto nesia casa, tenho pedi-
do j augmento de mimado, J a eonservacn de cili-
os; tcnlio csse drfeito, apezai de que nao o teulio
i. ito nunca para inim.neiu para prentemeii; tenho es-
sa glora, aluda nao ped por mili), iiem para os meus;
dio pedido para rstranuos : por lauto nao me envrr-
ubo de pedir venia"assembla, para mandar a mesa
i emenda, consrrvailtlo o lugar de n-pe lor-fltCal.
i c-se a seguiiite emenda ;
Supprlma-sc o mciubro do tj I" que diz: abolido
todos os inais empregados, cueste sentido augmente-se a
quantla. Lopes Gama.
lie apoiad.i, e entra em discusso.
O S. Francisco Jodo'.Sr. presidente, lenho desejo de
enviar ;i mesa nina emenda suppressiva de mu dos iiara-
gfjiphos, que l.u par.' do artigo I i"; supponho, pois, Ir
alguma necessidade apresentnr algumas cousideraedes,
que justiliqiieiu a intencao desta emenda : o ^quesprc-
trlijll Sllpplir lie o 's li' [lio).
Ku creo, que a uobre coimnlssao apresend este ar-
tigo 'in relacao aos calcetas, que stio empregados as
Obras publicas provinciaes, nao be em nltencao qua-
littadc de presos; porque enliio s.in sustentados por nina
verba especial; he pois esta verba coiu relacao ao seu
einrego as obras publicas : eu djrel a coinniisso, por-
que tenho lldooccasiodc ouvli de pessoas prallcas, que
coin ell'eito o trabalho iiiaia cusloso he o dos calcetas; o
sustento importa, segundo, luforniarrs em 2|3uiais do
pie Inipul la o de un operario livre; alriil disto impoi ti
a guarda, que he de quasi lanos soldados como s;io os
calcetas, desorte nuc cu suppcaiho, que, ailo ser eiu
lugar de fortllica.;oes anda aira/, dcada calceta mu
soldado; ora, scmclhautc mam ira de liabalhar, deve ser
posta ni aba;,dono, r lie em conscquencia dcstas cou-
sideraedes, adquiridas pela experiencia dos que Iralia-
iluio coin os calcetas, que me animo a apreseutar a siiii-
pressRo desla despez, poupando-sc dous contos de
n'is, que podem ser applicados para nutras despezas
mais produi ib as
I.eein-~rr sn apniadas as segulntcs emendas :
Supprima-se o 13". t'raniitcoiodo.
t Coin o expediente c despezas iniuda 1:000,-000 rs.
','rncisro.!
O Sr. Taguet: Sr. presidente, a eomiiiissao eslava
liriii persuadida, de que urna medida, propondo a sup*
iressdo di' alguns empregados as obras publicas, Un-
acarretaria algiim odioso ; todava a couiiuisso mi re-
cuou anlrs sr rraolvro a propi'ir o que entenda ser di*
niilidade publica, ltenlo o misero estado los cofres
provincial -; srntio, porni, a co......issSo, que o honrado
iiiembru, ijiirTallou empiiiuriro lugar, viesse aggravrr
a sua postear), e fa/.er mais saliente a Oulosidade, que
naturalmente deve trazer urna scinelbantc medida. F.u
larri as ra/es que luduzlro a coinmissSo propAr a
suppressan. contra a quol se pronuuclou n honrado
meinbro.
ir. Presidente, parrte-nie, que convm multo, que
nao sejo abolidos, principalmente, empregados que,
j.i lia lempo, exerccni OS SCUS riupregos porin esta
consf&eracao lie Inferior outra de ulilidade publica,
pial a das dilculdadcs, que rcsullao do apuro do tlie-
souro provincial, c <|UC l.ucni coin que seja nccCSSariol
cortar algumas dcspcias. Km segundo lunar na se di'-t
ve licuar de modo algum na ideia dj cortar despezas ;
estes empregados nao sao vitalicios, j,i sr ponderon
n"uiu aparte, que os empregados abolidos erao di' com-
miSsio; C pela lei que, lia pomo, aqu pasSOU, elles
iiiii ell'eito Aciioassiin considerados; portanto. neulinin
dircito tccui a poder receber os seus ordenados, quando
pus lugares sejao abolidos.
Sr. Presidente, eu julgo, que a reparticiio das obras
publicas he urna das repartieres, que deve merecer a
mais siria allrncaii, < exaiue desla assembla : voui esta
reparbejio se gastSo 200 contos de rs., e pela proposta
da coinmissSo te devcui gastar 180 contos de rs.; esta
quantla, em relacao ao valor arrecadado na tnesoura-
rla provincial, he uma porco milito Importante de suas
retidas, e ctijo euiprrgo deve ser.feito coin intiho estu
do, cujo emprego deve 3er multo peusado, Ku Julgo
que esla assembla mi pdc dclxar de ter o peusamen
io geral, i\c que a flscalisa(iio das despezas dcqualquer
repariico nao pude ser feria pelos empregados della o
einpregado que he subordinado ao chele de nina repar
licao, uo pude liscalisaras despeas, que sao feilaspor
ese chefe; o que a rommjssu quer riucniUr, ou o qiu
quii estabelecer fol, que a Ascallsaco das obras publi-
cas sr Azessc ni urna outra rcpartlco independente
della, inesino superior a rila; a Inspecco fiscal las obras
publicas mi pude preencher seu fim ; o inspector
fiscal lulo pdc ser fiscal do eiigenheiro em chefi
esla ideia di ve ter asseutimeiito geral, poirpir hojt
he geralmeiile adupiado este principia ; liomens ex-
pelientes o leein pruclamoilo 'omph'lameute, e por
toda a parle se procura ost ihrlrci'r mu tribunal, pa
r.i lomar contos us reparticAes llscaet, separado dellas
ni corte est em dlscitssao, no seoado, mu projrcto,
creando uma couladnria geral la iiiariuha ; porque si
enlendeo que, pela naliire/.a dos arseu.iesde in.uinlia
n podi.i de outra furnia ser Hscallsadas as dcspeat
geraes; Ii por islo, que o ministerio da mariuh.i pro
pdl CSSe projectO, creando nina eoiiladoria geial; este
projecto fol propoSIO no senado, e j passou em segn
da discusso, e o sen Ilionado autor siistentoil-o cun
ra/6rs milito plaiisivcifl ; u;io he possivel, ipie ua inesma
reparlfco se uscatiscui despezas feius pelos supe-
riores.
.No tribunal do thesourn lambeui se estabi'leeeo
nina cominlssSo de revisan, separada das oulras, ipu
Ii ni por lim liscalisaras despezas dos ministerios, das pro
Vinel is, r d is nutras rrpartiies : a Qscalisaco deve es-
lar separada d iqiiellc que deve ser Hscalisadoj a repar-
tii o lisia I n io pdc ser subordinada ao que faz as des-
pezas; mas islo he o que acontece no coito presente, a
inspeeean lie subordinada ao eiigruhciro em ehefe. Ku
Uve multa ililliculdadc nn adoptar esta suppressao, pur
que a COluillisso n;io alleudeo as pessoas, ueiii aitn-
deo ao titulo ; eu, por inhiba parle, se huuvesse de at
tender a; pessoas, mi proferira urna semelhaote sup-
pressan, lx-ni que estou persuadido que o chele desta
repariico mi est no caso de carecer lauto dos sc-
ennos desta assembla ; mas mi uto Importarla isto
porque desde multo lempo utivl uoiuear cora respelto
o iinme deslc einpregado provincial; nas as oonsidera-
"i's particulares cedem a consideraco geral da ulili-
dade publica: eu julgo que nao lia rcparlv.'iu mais pro-
pria para lisi alisar as despezas das obras publicas do
que a thesouraria provincial; hoje he nteiramcute In-
til o que se fas na Inspeccio, porque na lliesourari.i se
repel'; he islo una outra razao; o trabalho faz-se i'iu
duplcala, de sorte que a llscalisaco da inspeccio de
n ida serve actualmente!Sr.presidente, lamliemuiu hon-
rado ineinbi'i envin a mesa u ma emenda, para que sesup-
prim.i o l relativo adespeza com os calcetas; mas
cu nao pi'ulini admittir a ideia da suppressao da des-
peta; e isto meramente porque o trabalho, ou servico do.
calecas, lie um trabalho que deve ser preenchido; se
i lies uo l'orem ciuprcgailos lias obras publicas da pro-
vincia nao terao em que empregar-se e as disposlcdes
do liosso decreto nao sern cxeculadas. Dir-se-ha'que
pudeni ser enviados para Fernsudo, nos uao temos co-
lonias penara, he a nica que como .tal se pude con-
siderar, femando ; mas isso, ainda assim, lem inconve-
nientes; porin O que iio pusso le modo algum aced-
a r he a emenda du uobre nieuibro, pori|iic ella he con-
tra o que aconsellia a huiunuldadc ; cu estou em rela-
cao imuifdiala coin os eoiidcninadus da provincia ; sel,
que litio ha um su, que nao deseje servir lias obras pu
tilicas: a cadeia lie um lucio de matar os ronde lunados,
ui: ha honieni, que resista lia cadeia alguns anuos ; ho-
lliem nenliiiiii excede de lll anuos ; ueiihiiiu, por mais
robusto que seja, resiste a uma rundcinnaco de 20 an-
uos de plisan lia cadeia lo liedle; elles desejao a olhos
rittos sabir para lialialhar: nao ha ienliiiin, que nao
qurira liabalhar noar livre; cu desejo o maispotsivel,
que facilitemos o trabalho das obras publicas, aluda
que nao talisllzessc o nu u pcnsamcnlo em altenco a
uinialidade, eniqiianlo uao Imiivesse casa de pristi com
trabalho, cu quererla que os presos l'ossein empregados
nesses lialiallios; antes isto, do que eih'S Sejao mol los
as eadeias.
A commissao nao ttippriuie agratifleacio de GOO/OOO
rs., que o engenheiro em chefe tem pelo contrato de
Parlz, porque nao sabe se essa coudicao passou para o
novo contrato; se ella passou, o cngeiiliciro nao lem di-
ii lio a i lia, porque se Ihe deve grstlficaco, quando el-
le sala lua da provincia a distancia de mais fie 10 le-
goas, oque ora nao siicccde ; al a 3.* discusso obler
os precisos csclarecmenlos, c pro pora o que entender
justo e conveniente.
\ commissao taiubcn sconselha o preenchlmento
de alguns lugares por concurso, porque emende que
taes lugares devew ser oceupados por pessoas com as
necessaiias habilitaces ; e euteiidc a coinniisso, que,
leudo a provincia,anda por algum lempo, de carecer de
rngenheiros eslrongeiros para i seu servico mili-
to lucrarla ella em mandar Europa 2, ou ,'i man-
cebos estiidarein este ramo do serviro publico; noque
se filia grande econoiiiia, nao su porque os ordenados
serian menores, mas poique a provincia contratarla
com nutras garantas, logo que os empregados contas-
sein com um futuro niesuio na provincia; islo,porm,uo
lie obejclu para se discuiir agora ; mas sao observacocs
geraes, que servirn para tic futuro ; e por agola limi-
to-nica sto, votando pelo artigo da ciimuiissao.
O .Sr. Lopes ttma :Sr. presidente, o Ilustre mein-
bro da commissao do orcamculo acaba de justificar as
siipiiressiies que a mesilla coiiimisso apreseiilou na lei
do orcailicitto; mas ha de p'-riuUr-nieqiie llic diga qu
scengauou, quando disse que o Inspector fiscal eslava
subordinado ao engenheiro.em chele; motivo pur que
assei.'lou a eoiniuisso que deve suppriiiiir-sc este lu-
gar ; esla engaado, cabio o ai guenlo por consequeii-
eia: essa reparteao he separada, enibura esteja na mes
un casa, lie Ulna reparteao dependente da presidencia,
e que nada l ni coin o eiigenliPiro em chele, est sobre
Si; laclo assim lie, que me consta que varias vezes o
inspector fiscal pos duvidas a cintas do engenheiro em
chele; este, pois, iio he superior ao inspector fiscal
destruida a base, em que a commissao cdilicou, corto
he, que destruido est lodo o seu edificio; oinspectoi
fiscal est indcpendeiile, he una reparlieao que vai lis-
calisar as despezas da outra; PUjlllgO'quc islo he de al-
gum interesse, julgo de alguma ulilidade, e que por
ISSO se nao deve aliolii; talvez que nessa reparteao ba-
jan outros empregados em demasa ; pude ser, mas nao
que eu pe a .i sua abolirn; cu voii colier. ule com os
meus principios, nao crear, nao estabelecer, oiienlo
depols de estabelrcldos, e creados mios abolir, mas
se o Insp cti r fiscal presta ulilidade, se elle he queiu
liscilisa, c deve Oscallsar a reparlieao das oblas publi-
cas, noque nao ha duvida alguma, por isso continuo
a volar pela minha emenda. Ku, Sr. presidente, nao
direl cousa alguma a respelto do cidado que oceupa
CSSe lugar, apesarde me parecer que isso t.imbem deve
enti.ii |K>r algUMia cousa em lilil i do coma ; o cidado
que ini upa boje o lugar de inspector fiscal he um Bra-
sileo, que tem prestado relevantes servicos ao Brasil,
e bein mal remunerado tem sido at hoje; deivo, porin,
sto de parte e entrego consuleraeo da cmara, con-
cluiudo por volar pela emenda que lvc a honra de otl'e-
recer.
O Sr. Francisoo Joo :~Sr. presidente, ainda algu-
mas palavrasein siisleniieo da mulla einriida suppres-
siva. Sr. presidente, eu nao concordo na ideia do uo-
bre diputado que jiier que se conserve este qiianlitali-
in para o sustento 'las calcetas; rreoiiheco que as uussas
eadeias sao mais propriaiuenle cemiterios do que outra
cousa; all rntro os presos com saude, e salieui phthi-
sicus, ni u isiiiiidus, nuil uii; concordo nislo, assim
como concordara cm que. as nossas eadeias, em lugar,
de seren apropriadas para a correccao do delicio, e
para punlcoo do delnquenlr, sao verdadeiramente es-
colas de niiiioraldades: aquellos que sao rccolludos a
adela pelo crlnie de furto, saheui della anicstrados
para roubarcm.e para comiiietterem os Crimea mais hor-
rorosos; he preciso saber-seque na cadeia aquello que
nu lie mullo criminoso lem vorgonha de nao ser ainda
to criminoso como os outros; olfereei'in realmente as
nossas eadeias o quadro mais triste e horroroso que si
pode dar: mas, se eu fosse admittir o pcnsamcnlo do uo
bre deputado com as coiisequoneias que se doiliiiem
dclle, teriamos de estabelecer disposces que, pareee-
me, nao competirem as asscinblas provinciaes ; as ea-
deias deveui ter sua reforma, devem ter regiilanientos
melhores do que aquellos que teoiii;inas esses mis nao
os podemos dar, porque mis nada temos com a policas
das eadeias, nada a respelto disto podemos fazer; sao
providencias que pdein resultar do chele do polica,di
accordo com o governo geral: he rerdade que sto iio
[inde ser posto de lado, cu pedera que se apresenlasse
alguma emenda,tanto a memorar o estado das eadeias
como a sua polica geral; este era o remedio.se fosse
posslvel Ora, agora os calcetas podem ser empre-
gados em outros serviros : nos temos forllica-
fes, que rarecem de reparos, o dos quaes mesino
est eiiiil nulo o governo geral; mando,pois, elle-buscar
os calcetas, e euqiregue-os neslas furlilicacoes milita-
ros, aonde sao bein guardados, o eseusado sera vel-os
liabalhar na ponte da Hoa-Vsta, trazendo apozdcsi
uin soldado de polica pie custa provincia cinco tus-
les; isto para tomar conta le n'um calceta: este calce-
ta irabalha ntetade, ou um terco do que trabalha um
trabalhailor ordinario, que se ve obligado a estender o
seu trabalho, para agradar a qiiem o oinprrga, a lim de
receber justo interesse do sen servico; logo, o sorvio.ii
que podemos faier com dous trabalhailores, finemos
coin quatro calcetas, c no risco de elle se Ir embora,
como acontece freipienlis vezes; donde resulta castigo
asoldados, fuga destes, e de presos tw. itc: noseia
ulilidade que daqul resulta, recouhcfO a verdade do
pensamcutoi mas o remedio proprio para evitar essi
mal he outro, que nao esse. I)isse-se pie o remedio
vira tarde ; eu supponho que elle vira,logo que teuha-
inos dinhero. Sr presidente, parecc-mc que estamos
rcduzidos a mnacasa de pouco po.eni que todos grto
e ningueiu tem razao ; e eu sere por esta aceasio obri-
gado a repetir uqui proposi(es queja nesta casa lorao
apreseiitadas por um uobre membro, e sao de que ns
temos 3:500 cantos de recela provincial, mas de ludo
islo apenas llca reservado, concedido, c talvez coin m
vontade, para as nussas despezas, e talvez como uma
esuiola Isso que sabemos,c aquillo que se nos dava como
aclo de justifa, como querendo illudir-uos, nos fui
lirado, e admoeslados lomos de que era a ltima voz
que islo so conceda acsles filhos prdigos; que lisio
lieasseinos bein cerlos, porque um bom pal mo abra
mais a sua bolsa a filhos que gastarn desta maucira
Sr. presidente, be a falta de indos que tem Celta com
que a assembla nao tenha attendido a um ramo to
necessai io do Servico publico, como sao as obras da pro-
vincia; mas/para que islo se posta fazer couforme b
posslvel, he que eu voto pela suppressao de despezas
i mi lo i s : voto pois pola minha emenda.
tr. Unjo zVarros:Ped a palana para diier pouca
cousa, e para approvar a emenda que manda o Sr. de-
putado que se assentaa inhiba esquerda, pulque eiiten-
do que o regiilamciito que esl cm excciico he um los
nieliinios; por elle se pdein- remediar OS abusos que
possfio haver, e enlfio bom servico se far ap|irovando a
Hienda : voto por ella.
(CoiiliMU(Tr-je-/ia>l
CORRKIO.
' .....IM'nmiimii DA C1D1DE I; PROVINCIA.
Qulzcra hoje voltar a vacca fra, c commuuicar-lhes
algumas rellcxues pie me tcui aluda occorrido a respel-
to dos despropsitos, insolencias, o desaforos que vasou
na semana passada o cubo-mor dapraia, mas Uve oc-
OMpacOes IdispensavciSi pie me nao ib i\,ii.ni tciupo
para isso. I.iiuiai-nie-ln i pois adizor-lhes que esse ti-
gre boje nao est menos feroz, o anida que repeli o que
j disse ha poitcos lias, velo convencer ainda mais ao
partido da oriloui deque as inl'orniaees que tinha erao
minio verdaderas. Sini, nao ganlinu alviyaras o I), oco
de hoje, dlzendo-nosque o seu partido lem quadrilhas
CStabelecidas em diversos punios, que lio de derramar
assassiuos por toda a provincia, que ho postal* guerri-
llias de bandolinos para atacar-nos; de tildo isto j mis
sabamos, o sabamos circunstanciadamente dos lugares,
dos cheles, da torea, do ai mmenlo, o at dos cavallos
que se lem rouhado para montar ossas quadrilhas; (' nos
he ((lie somos osebanos!) sabamos de tildo; eoipie
haveiuos de fazer para repeilir baudolciros, saltea-
dores, que conspirSo como polticos, que escrevem para
Jornaes, que prrgo nos pulpitos, que so dizem sectarios
do urna poltica deque he chefe o ministerio de 2 de fe-
verero, e tianio o assassiualo do seus adversarios?
Que havemos mis do fazer por hem da sogurauca do
nossas vidas, do nossas familias, de uossos I us, c le
uossa honra? .Nada, absolutamente nada! Uruiemosos
bracos, e huiuildi'S alcalicemos a palma do inarlvrio,
esteudendo os pesclos aocuiollo dosalgozes do minis-
terio de S de fe vcrelro, descubramos-Ibes OS pellos, in-
diquemos-Ibes o lugar onde devem abocar os bacainar-
tes, ou enterrar ospuuhacs! Pois mis devenios fazer ou-
tra cousa, do que resignarino-iios a uiorrer como coi-
deiros, para dei.xariuos Colgados c a vontade os novos
Vndalos, que qucrriii disputar- nos o dircito, nao j de
vvennos em eumiiiuudade no paiz em que Oeos nos fez
uascer, msate o de vegetarmos c vrmos inipassiveis a
iiareha desastrada que odesgovorno val levando? Seiu
duvida he este o calculo dessa gente: pois bom! vo
contando com isso ; porm se o calculo Ihcssahir erra-
do; se <|iM-iii Ibes sabe da vida c dos passos ostiver dis-
posto a disputar-llies o que riles pense levar SO a poder
ile hallen id, ule.' All euto!..... Kul'i ser o que Dos
qulzer. Qucm tem tsl e maletcolhe, doma! que llievenha
mi seanoje.
COMPAMIIA 1)0 IIKBIIIIHE.
Extracto da arta da assembla geral dos accionistas da com-
mnliia do ilebiribe na rcunio de l.'i demaio de IS-io.
Conipareccro 32 accionistas, representantes de 294
votos. O Sr. director abri a sessfio, c iiiandou fazer a
leilura do rclaterio por rile apresentado, pie se srguio
a do i ei.itiii io do eugonheiro c a do on_ .i iii iii iii da reccita
adespeza para o semestre linanceiro do 1." dejulhnao
ultimo de dezembro deste auno ; o qu.il, posto cm tlis-
cussao, fui plenamente approvado, com o additamculo
ollere ido pelos Sis. Domingos Malaquias de Aguiar Pi-
res l'erreira c Dr. ('.asimilo do Sena Madureira, de que
a adininistraco licava autorisada a alterar as verbas da
despesa, quando assim julgasse conveniente aos intc-
resses da coinpauhia.
Knlrou em discusso, e foi igualmente approvado por
un -ini niiil.iili- de votos, o parecer da commissao eiicarrc-
gUda de examinar as contas do semestre lindo no ultimo
de un tu In o. Pas.ou-se a elegcr a commissao para exainc
das coulaS do 1." de novembro a 30 de abril ; e saliirn
elcitos o'Sr. Agostiuho llonriques da ."diva, coin 132-vi-
tos, Jos Pires Fcrrcr, cun 101, e Klias .Vaplisla da Sil-
va, coin 101. Km seguida procedeo-se eleieo da nova
ndlllinlstracto! foro recleitos todos os membros da ac-
tual ; a sabor: para director, o Sr. Jos Hamos de Oli-
veira. coin "2?*t ; para viee-direetnr, o Sr. Francisco Anto-
nio de Olivera, com 261 ; para caixa, o Sr. .Manuel Gon-
calves da Silva, com 202 ; para secretario liento Jos
remandes //arros, com 2S-2 ; e para meiiibros adjuntos
Aiiitrlo Francisca Carnoiro, com 282 ; Dr. Jos Ven*
preencher este dever, comecando por annuncar-vos
que temos vencido grande parte, dos trabalbos da nossa
empresa ; por qiiauto achao-se collocados 1624 canos
de ferro coin urna exleneo de 2,000 bracas seguidas,
desde o acude do l'rata ate a altura do Calderciro, onde
j se pude ver o olfeilo das agoas comprimidas, loruian-
do repusos nos respiradores, ou simplesinoutc jorrando
nos canos de esgolo, unidos as tornciras de registro,
convenientemente disposlas de esparo em espaco. Al
esse ponto, que pouco dista do centso do encame uto,
aeha-sequasi elevado o alieno sobre os canos altura
cm que deve permanecer, c logo que se termine esto
trabalho. pde-se dar por concluida a obra em toda es-
sa exleneo.
Ao mesiiio lempo que se collocavao os canos, trato,
se le benilicar o terreno junto a camboa do Peruamei-
rin. visto que, continuando a direcco em liulia recia
por entre os sitios do Sr. Francisco Soverino Caralcauti
eo deque son proprietario ua'l'onte-do-rehoa, tcui o
encaiiamelito de atravessar a referida camboa em lugar
aluda subjeite iulluencia das mares e s innundajOcs
do rio Caplbarlbe.
Nao lia multo que se ultimarao as obras ah precisas,
que alias nao hiro de grande monta ; c trala-se actual-
mente dealimpar o acude do Prata, e de conllnuar-se a
collocaco de canos c o preparo do terreno; o quat
desde a Ponte-de-llclioa al o Manguhiho, he solido, e
nao mullo desigual na dlreceSo da estrada, que he a
mesma do encananiento. Ser com nido uecessario al-
teal-o na camboa de S. Jos c em outros lugares ; assim
como na do Manguind deve-sc-lhe dar consistencia, o
pl-o em estado de comportar os canos, sem que estes
liqiem exposlos aos estragos das mares.
Ainda nao se acha definitivamente adoptada a drre-
eo do cncananienlo. do Manguinbo Hoa-vsta. Sobre
esle objeclo rccoinniendo vossa altonro a leilura do
relatorio do nosso engenheiro, no qual encontrareis
mais circuinstanoiados esclareciiiieiitos cerca dos tra-
balbos executados durante o ultimo semestre, e dos qui-
se achoem progresso ; e bein assim o resultado de ex-
periencias fcitas no acude, e no cncaiiamcnio.
Presume o engenheiro que, traballiaudo-sc com a
regiil ii dade e forca coin que aelualuiente so trabalha.
pudra cliegar o eucanainento caixa d'agoa da ra do
Piros, antes de se lindar o crranle auno; e persiiado-ine,
que, para se conseguir este lim, nao llavera falta de ci-
lios, torneiras, respiradores c mais objrctos necessarios;
por isso que, leudo a adininstraco resolvldoeui 4 de
dezembro mandal-os vr de Londres para completar o
eneanaineiito al a ponte da lloa-vista, lz imiuedlara-
meiile parle desta encomiuciida, c tanto queciii data de
23 de Janeiro avisou-mo o nosso correspondente ter cf-
fectiiado o ajuste de 1,600 camos a i 6 a 7, 6 por tonela-
da: o resto da encoiucnda que drpendia de clculos,
desodlos c Instrucedes do nosso engenheiro, foi feta
logo depois coin recomiucndafo e ordens mui positivas
para mo Ser retardada a remessa. K com ell'eito, se-
nhores, j se acha desembarcada una porfo de canos
e 26 toneladas de chumbo, o consla-ine que no 1. de
abril deva sabir de Londres uma einbarcacSo com
grande parte da cnconinienda, c assegiira-me o nosso
correspondente que Ir succcssvainenle fazcudo remes-
sas em todas as embarcarocs que d'alli vierein.
Pouco falta para lcar proinpta a caixa d'agoa da ra
do Pires, restando apenas complctar-se os aformosca-
iiientos exteriores, c acabar de guaincccl-a interior-
mente com cimento romano.
Foi satisfeila a ciieoinenda do cimento que se man-
dou vr de llainburgo; o julgou a aduiinistraco conve-
niente fazer nova eucoiiiiiieiida de mais 200 barricas,
por intermedio do Sr. Pinto de Lomos, a liin de que
nao baja falla dosso material, quando for de niisler
usar-so d'elle. c nao sejamos obligados a coinpral-o
aqui |ielo duplo talvez do que pdc cuitar oinpanhia.
viudo por sua eouta.
A adminstrar-o laniliom julgou conveniente mandar
vr de Genova, anda por intermedio do Sr. Loiikjs, tao
.somonte um chafaris de iiiarinore para ser enllocado no
largo da /toa-Vista ; reservando a encoinineiida dos mais
para ser hila piando se julgar iidispcnsavel appliear
para isso fundos, pie por agora nao se pdeui distrahir
das obras que se acho em execuco.
A lim de que a nova adiiilnislraeo que tem de ser c-
Icita, fique habilitada para continuar estas obras, c pa-
gar a importancia das encoiiniiendas fcitas, he oreada a
reccita para o segundo semestre desle auno eni rs.
50:O0O#OIHJ, como veris do orcamcnlo que ser subme-
tido a vossa approvaeo ; devendo advertir-vos que es-
la soinuia nao seria sullicienle se nao hnuvessem anda
por arrecadar duas prcstaccs do orcaineiilo vigente, e
em caixa o saldo que voii demonstrar.
K\igro-so trespreStafOes no semestre lindo, inclu-
indo a que se pedio dias antes da ultima reuiiio : arre-
cadou-se rs. 77:202/HUil.
Despendeo-SO no mrsmo pe-
riodo de lempo : o adiantainculo
l'cito lelo clisa cm OUtllL'l'o 0:147/101
Coin as obras 66:811/006 66:668/106
Kxislio em caixa no iillimodea-
brll 10:643^806
como cousla dascoulas j publicadas.
Seguindo a regra que temos adoptado, rciinrei a-
qui .isoiiima do que se ha arrecadado e despendido des-
de ocouic(oda empieza at 30 de abril prximo lindo,
sendo que assim podis eenhoeerao pruieiro lanyo de
olhos a quantidade de acedes emittidas c rcahsadas, o
cusi de cada nina das obras, c finalmente o total la re-
cela e dr .pe/ .1
Heceila.
Importe das entradas que reverlro cm beneficio
da coiiipanhia
Id,-m 46 p. o/o sobre 8030.accoes
40 ,, i 1676
36 146
:w i, 406
26 ii 162
20 HA
16 ii 46
10 40
o Sr.
to da Cnuba Figueircdo, coin 272 ; Joo Pinto de Lomos,
com 272 ; Francisco Sergio de Mallos, com 231 ; e Jos
Jaclntho Bilvelra, com 100.
Fmda a .ipuracan, o Sr. director ei.-eerrou a srsso.
Senhores Km d<-seuipcnho das obi gares, que me
inipe o art 28 dos nossos estatutos,convoquei-vos para
a presento remiio, e voii dar-vos conta do estado dos
Acfies einlltidas 10:490
Despendido.
t.'otn canos de ferro, torneiras,
respiradores, chumbo, estopa, etc.
Coiu atierro, esCavaccs, e col-
locaeao dos canos
Com o acude do Prata
Com a caixa d'agoa da iiua-visla
t om a aduiinistraco c even-
luaes, iucluludo a importancia de
compra de terrenos, iiideiiiuisa-
es, etc.
1:3200O0
184:807/(100
3l:ft00i.....i
2:010/000
6:076/000
2:106/000
Stly'OOO
.Hiu/OOO
200^000
lis. 229:018/000
60:077/861
78:183/772
16:130/732
'31:477/513
33:306/327
210:274/106
10:643>806
ffalanco
Notareis no artigo da reccita pie, para se completar
os 46 p. o/o at agora exigidos sobre a emssao total das
apolices, ha o atraso
de 6p. o'o sobre o valor de
10
1676 aceoes
146
16 ii i.
20 >
26 >i
.'10 ii
36 u
Man deveis advertir, qi
fcitas al o Unido abril
.. 406
.. 162
86
n 46 o
i. -iu
io se trata souieiite das entradas
, e que depois desta data decres-
c-o coiisideravelinente o numero de acedes em atraso;
sendo na aclualiilade mui limilado o dos accionista que
ainda nao completarn as suas entradas. Cabe aqui di-
zer-vos, que a aduiinistraco enlendeo,que por ora nao
eoiiviuia fazer posar sobre estes a pena do artigo 0. dos
estatutos; porque mis depositado em poder do caixa
obilgaccs e valores Ilquidos,"excedentes as suas entra-
das, outros pedirn espera de alguns .lias, e todos final*
infolios a cargo da aduiinistraco, a lim de que possais I lucillo roclmnro, e pioinetliio realtsar as preslaccs
exercer as attribuicSes que fot coiiipetem, c especial-1 que devem, logo que eesse a luoinenlanea deficiencia
mente a de que trata o art. 10 1. dos iiiesmos estatu-|de metes que os inipossibilitava.
tos. E he com a maior satisfa9ao, senhores, que voul Neubuma rellexao farei sobre o artigo da drspeza


""' '"*--.
total ; poique as contas publicadas, que se rajeni aos
'loen, lentos parciaes, e os livros en. que estos se achao
oa lernados por nmeros seguidos, don.onstrao cu,
S lodirGuaeHo, tudoquanto poderla duer-vos a
. w resuello Masaccrescentarel a ene reauuio ..m
,'uadro comparativo do eusto dasobros no ponto en, que
s a oeon o.espee.ivoo.ca.nentoleuopclosauto.esdo
2 200 bracas de canosa 4,1?; 1
lcanos do volto aS0#' 102:40000O
Otorucrasdo legislo/U/l
6 pas 80/rs.J
3,000 Iliacas corremos de.
escavacoes o atlcrYosal f ^.ooo'OOO
Ponto-d'Heliua a 8/rs. i
200dilasde collocaco a 50 <
Acude do Prata 20:000,?000
Roservalorio da toa-Villa 27:000^000
Despendido.
78:183/772
16:139/732
31:479/513
Adiniuistracfio e eventuae! 20:000li00 33:395/327
' do orraiiionlodeb0:00fl/| ______
90&40MM0 219:374/195
DiuVrcnca 18jS74/l98
Ciiinpio-me fazer-vns asseguintes observacos i cer-
ra doslo (|iiadro comparativo. O excesso do orcaiiienlo
obre a importancia dos canos proveiu do baixo prcc.o
por que podemos obter este artigo em Inglaterra ; e a
dillerenca seria milito mais nolavel se as remessas de
Iudos 'acoiiipanhasscni s priineiras encoiiiciidas ,
ni.un.i o cambio era inais favoravol, e se nao Inclttlt-
senios n'ossa importancia a dos respiradores que subs-
tituirlo as pial do pedia do projecto.
O contrario succede coin as verbascscavocoes, atier-
ros, o collocacoes de canosem ra/ao dos dispendiosos
traballios (Vitos no acudo do Prata, nos montea vlslnhoi
o em oiilros pontos da din-ceo em liuha recta, cuja
importosla nao poda entrar no orcanionto, visto que
diversa drecco -a da estrada foi adoptada no pro-
jeetu.
Tambera be devido a miidanca de plano o excesso
que se nota no cusi da caixa d'agoa. comparado coin o
orcainento ; sendo que as diuciiccs indicadas no pro-
jecto lorio augmentadas, segundo as ultimas iastruccoet
do coronel Lomado .
A mesma causa nao iulluio menos para que soja in-
ferior ao que se |etu despendido, o orcaineulo da verba
ailmliiistrarao c evontiiaesvisto que o excesso que
ah| se observa lie occasiouado pelo cusi dos lorenos e
das iiideniuisacoes, o que se poderla evitar,viudo o eu-
cauainoulo pela estrada
Releva repolir-vos ueste lugar o que j disse era un
dos meus precedentes relatnos, flm de prevenir cen-
suras adniiiiistiaro que autorisou oss.is altoracoes no
plano da obra ; e lie que, para fazer face a case aeoresc-
iii.i de despozas, sera bastante a importancia que de-
viao cuslar os canos, que, em consequencia da ilrec
cao inais curta, se turnio desnecessarios ; quando nao
fosse sullicientc compeusaciio a do aporfeicoainoiilo da
obra. ,
Alni deque.apeiar de todas essas intidaucas que
clcvro o custo de algumas verbal, o quadro compa-
ralivo demonstra que a soiiima da despeza excedeo mul-
lo pouco a do orcanienlo ; c lie do esperar que cssa dif-
f'i'ii'iic i desappareca totalmente, quando se comparar o
custo das obras,depois de concluidas al a caixa d'agoa,
cora os tena respectivos orcainentos; visio que a Im-
portancia dos acc.'ssorios, instrumentos c oni siimiua
de todas as despeas preparatorias, e a dos grandes at-
ierros e escavacoes que agora entrao em calculo, serio
proporcionalnienlc enflaquecidas coin o progresso c
celeridad* da emprcia. .
Ser-vos-ba apresentado o balanco gera! extralndo do
livro de contas corroules, para ser examinado pola coni-
misso, que olegerdes. Por esse cxaiuo, o polo dos mais
livros do eontabilidade, e do expediente, podereis obter
nforniacoos mais minuciosas a rospcilo dos negocios da
conipauliia, c do como se hoiive a admiuistrncu na ge-
rencia dilles,, durante os sois metes, decorridos depois
da ultima minino.
No entretanto, senlioros, concluir! esta cxposicao,
scicnlilicando-vos, que o coronel Conrado declarou-nos
coi sua ultima resposia, que nao llic era poulvcl encar-
rrgar-sc da oxecueo da nossa empresa ; e que, leudo
assiin deliberado, o estando cabalmente convencido, (le
que neulium obstculo bavia uo eiicanamento al a /oa-
\ isla, eonsiderava a sua viuda preseiilemenle a osla
provincia, III pura peda da conipanliia, e dos scus pe-
culiares interesses ; mas que eslava disposlo faier osla
vlageui, ((liando o oncananienlo livor do passar para os
bairrosde Santo Antonio, e do Recite, ou mcsnio ames
se no entretanto apparecer alguui transtorno, que torne
iiidispeusavel a sua presenca.
Kseiiplorio da Coinpanhia de. /eberibe, 15 de maio
de 1 S- j. (Asslguadoj Jos Hamos d'Oliitira.
(remenlo da receila < despeza da coinpanhia do Ueberibe pa-
ra o semestre do 1." dejalho a 31 de dezembro de 1845, a
saber :
1845 MBIT.
.Iiilli.i a selembro.
A Importancia de nina preitaclo de 4 por
cerno sobre 10:000 accoes 20:000/000
Outul.ro adeiembro.
dem de nina dita (le 6 por cento sobre 10:000
ditas 30^000/000
Total 50:000/000
Jullio a dezembro.
Coin canos, torneiras, respiradores, iliuni-
bo, ele.
Reraessa para Londres 1:O0O 10:000/000
Expedienta e arniazcageni, al-
landcga 2:0O0, Carrelos e mais despoias JMOO/WW ^.^
Coin escavacoes, atorros e collocaco de ca- '
Maod;obra 20:000/ooo
Malcriis ccanelos 5:000/000
-------------- 25:000/009
Coin aduiiuistraco c evenluaes:
As cngeiilioiro 2:000/000
Ao mostr Wllmer GOO/000
Ao administrador (iO^OOO
Ao apontador 300/UOO
Ksciipturaiiu c escrp-
turacao COO/oooit
------------- 4:100/000
liidemnisacoes, compras, etc. 5:900/000
1 ----------------10:000/000
Total
50:000/000
ni03 a despender, por conta dos oivainentos anteriores,
0 seguinle :
Coin remessas para Londres 44:885/170,
Coin escavacoes, atorros o colloea-
c3o de canos em malocjuuho 6:000/000
Coin a conclusao da caixa d'agoa 2:000/D00
Coin os apciTcicoaiiiculos no acude
do Prata l:0l)0)00
Con o chalarll que se mandn vir 3:0O0y0O0
Com o eusto provavcl de 200 bar-
ricas de cimento romano cncuni-
niondadas
Com a adiiiinistrariio em
2 meses
Com evenluaes
1:500/000
1:200/000
2:800/000
-------------4:000000
-------------17:500/000
62:38.5/170
F.xisliao em caixa no ultimo de
abril 10:643/805
liupoi lancia das entradas nao rc-
cobidas at essa dala para com-
pletar 46 por cento 12:810/000
dem de 1 prestacao de 4p. cento 20:000/000
dem de I dita de 6 por cento 3O:0OOH00
--------------:3:4M/WKi
queso obrlgo acortar, siibjoilando-sc a nSo traserf-m
para o deposito senao o po-brasil de SU)Mrlor qualida-
da; pena de Ilic ser regeil.nla, equeiiada :i|ii. [o,
(ue for quallilcada como Inferior. E prestaran, a^ni
disto, liauoa idnea, salvo se fi".:iu pro.pretarilis don
terrenos. | i'.i
5= O lllm. Sr. inspector da tliesomarix da foseada,
em ciimprimciito da oi'dem do tribunal do tlii'Soi.io pu-
blico nacional de 24 de abril prximo pass.i.lo, manda
fazer publico, que se vai concluir subs:ili'i<;ao d.is no
tas de 5/000 rs. da 2." eslampa, dando-se valor nuil at
!) de novombro do crrente anuo, c dnhi por dinnte com
descont! progressivos de lo por canto em oada mes
na forma do regiment de 4 de noveinbro de 1S35. Se-
cretarla da tlicsonraria de Pernambuco 9 (! malo Je
1845. O offlcial inaior i ni crino,
Ignacio dos Sanios da Fonstea. 11
Kscriptorio da companliia do Bebcribc, 15 de maio de
1845. (Assignado) Jone Kamosdc OUvtira.
H. J. Feriiandes Hartos.
Approvado na sessao de 15 de maio de 1845.
O. J. t'ernandcs llanos.
^
l'ublicavo a pe
elido.
O lllm. Sr. inspector interino da lliosouiaria. das ron-
das provinciaes manda l'azer publico, que, em cumpli-
mento da ordem do Kxm. Sr. presidente da provincia de
18 do pastado, ir a praca no dia 23 de malo corrate
ao nielo dia, peanle a mesma tliesninaria para ser
arrematado a quera por menos llscr o aoabanaento das
obras da capella unir da matriz da villa do tVonilo or-
eadas na quaulia do dous contris do ris, devendr. as
obras ser execuiadas conforme as clausulas eapeci.">.es
publicadas em o n. 4S c nteos d'csle Diario.
Os licitamos,devidamente babilflados,coiujvireirio uo
da, llora c lugar indicados, com M sua* propuitaa for-
uialisadas segundo o rogiilamculo de II de jullio de
1843.
Secretarla da tlicsonraria, 4c.
O lllm. Sr. Inspector interino a Iliesonraiia das
ondas provinciaes manda lser publico, que, era cura
uto da ordem do Kxm. Presidente da provincia de
huelo coracao de V. S. agraca expendida : pelo que -
I, tuerce. libada Fernando, 11 de juulio de 1840. --
Manuel Jos de Azecedo Mata.
Deferindo o supplicante, atiesto, que, cniquaulo es-
tove ucsla liba, levo o melllor comportameiito a todos
os resnolos, e lie mandado agora cldadc do Recifc, em
servico, na balea de pedir soecrro, por occasuio do
lome do farliiha#indoaprosoiitar-seao Kxm. Sr. presi-
dente da provincia de Pornambuco. mando da liba de Fernando de Noronba, 12 de juulio de
1X0.__Marlins, lenle coronel coininaiidaiite.
Cilicio A juz municipal da prliucira vara, re-
metiendo para ler execuean una copia do decreto de 8
de oulubro ultimo, polo (pial bouve Sua Magostado o
Imperador por bem pordoar o reslo do lempo, que lalla
para completar, do cinco anuos de galcs.a que loi elle
coiideiiinado pelo jury da nqieiial culade de Mclnerov.-
J/noc! Jaside Azevedo Maia. (24
GOMMEalO
Alfande^a.
5:936/031
Dcvc-se Forstei- limaos de Londres i 326 19, 7, c as
rncoiumendas que so pediro talvci excedo de i 0:b00
-. Assim, pois, a quanUa oreada de 10-.000/000r
unida s sobras dos orcamonlos Iransactos que uesta ver-
ba apresenlao 44:885/170 rs., lio aluda lusuffillente para
pagar o debito v a importancia provavol das roimssas
que se ospero at dezenibio ; islo lie, cerca de. 7:000-
-, que, ao cambio de 25 1|2, correspondein a quasi
U6.000/00 rs.; mas presume a adniinisiraco, que, son
do dillicil anecadar-se mais de qualro prestaces em l
mozos incompletos, nao llavera Hielos para se rcnietlcr
lio avultadas sommas, oque portautn parte da encni-
Uienda litar ein dividas para ser paga noiMMIOprxi-
mo futuro. Ksta divida litar inulto reduslda, l.uenilo-
se reinetsa das referidas sobras, d da quanlla oreada,
dentro dos oito mexes; o que se pode conseguir, arre-
eadaudo-se as duas prestacoes, que lia por arn cadar, Uo
semestre corrate, o as duasdosie orcamenlo,
uppondo que islo se ralisa, como lie do esperar, tc-
Uendimentododia 19 .
Drsrarrega hoje 10,
liriguo- 7ViuHi|i/iaMe--inercadorias.
Harca fiancoza/i/ic-idom.
Brlgue--iSlsworildeiu,
BrigueFilisdem,
patacho--Ffrgliu'afamilia.
IlrigucCu6fruiii/iiiercadorias.
IMPORTACXO.
Cumbtrland, biigiic escuna americano, viudo de Phi-
ladelplia, entrado no corrente moz, consignado a ,>Ja-
llieus Ausliu 8t C*. inanifostou o seguinle :
1026 barricas de fariiilia, 20 diuias do cadenas, .10/
barricas abatidas, c 200 bariqiiinlias coiikbolaxiulias ;
Malbeus Ausiim&t .rl
Avisos marilimos.
parecer no dia hora o lugar indicadas ir. unidos das
competentes nropbstas, conforme o regulamento d
11 de .Inllio de 1845. Scoreteria da lliesouriria das
rendas pruvinciaos, 8ic.
De; laragoes.
Uloviiuenlu do l'urlo.
Safios entrados no dia 17.
Philadclphia 42 dias, biiguc escuna americano 6'nm-
bcrind, do 135 toneladas, capitn AutllOII] l'lnlips,
o(|Upagein 8, car^a fariiiha do trigo: a Jlalheus Altt-
llill ,...., ,
llaltimore ; 40 dias, patacho americano I irgnia, ae i*
toneladas, eapito Kdward Cooper, equipogciu 8,
carga facililla de trigo: a L. ti. Ferrcira & C.
Navio Mirado o dia 18.
Santa Calhai ina ; 34 dias, brigue nacional Anua S Cons-
lancia.de i(>$ toneladas, capito Malillas Kerrelra Bra-
ga, equlpageill 13, carga fariiiba de mandioca: a .Ma-
nuel Ignacio (le Olivoira.
Nneios sabidos no nicmo oa.
Maranhao; brlgue escuna brasileiro Latir, capilao An-
tonio Fcncira da Silva Santos, carga diversos g-
neros. ,.- .. .,
S. MatbeuSj sumaca brasileira J.agarlo, capilao t. Bl.
Cardozo Garacena, carga lastro
Macei; barca luglcsa t'eningham, capilao II. I'arcbarsc,
carga lastro.
Nimio entrado no da 19.
iioston, pela Cansaras 2 meses de vlagein, trasendo io
dias do ultimo porto aonde l'oi arribado, patacbo sue-
co Expcriment, de 200 tonelada!, capitn Frailis Uen-
tererona, cquipagoui 10, carga laboado: ao cnsul.
Navios sabidos no mesmo dia.
Lisboa; brlgue portugus 'uny, eapito MauocldcOli
vera Fanoco, caiga assucar, c ole
Haniburgo, pelo Canal; brlgue lOglC Herald, capilao
John Warrcn, carga assucar.
Aracnti; sumaca nacional Carlota, capilao.Joaquiin lion-
calves Simas, carga dillerenles gneros.
Ubservaeo.
A sumaca nacional Lagarto arribou esta inanliaa a este
porlo, d'ondc havia sabido hoiitcni para S. Matbeus.
.Edil
a es.
1=0 lllm.Sr. inspector da thesouraria da Duenda dcs-
ta provincia, acliando-se autorisado pelo tribunal do
tbesouro publico nacional, para coiilinuar a promover
na nicsuia o corte do po-brasil, na furnia dos arligos
do regulamento de II de Janeiro de 1842, abaixo irans-
criptos ; convida aos propietarios dos terrenos, que
nrodusein este genero, o heni como as possoas, que (jui-
ereiu rncarrrgar-sa do corte nos terrenos dcvoluto,
para que al o l'mi do corrente anuo venho aprsenla-
na mesma llicsouraria suas propostas. Secretaria da
tliisoiir.il ia de l'iriiaiiibuco, 17 de maio do 184o. -- O ol-
io i.il inaior interino, Ignoeio dos Santos da tonseca.
Arligos do rrg"ltimento (i que se refere o edital supra.
Art. I." O cinto do po-brasil as provincias, em que
for peruiittdo pelo goveruo, ser nicamente fcito pe-
los prop otarios dos terrenos, que o produzem, conlor-
ine as exigencias das tliesourarias.
Art. 2." No caso poriu de que o proprielario recuse
encaiTogar-se do corlo, sondo convidado pela llicsoura-
ria, a que ; o faca, esta depois de n cebar doli resposta
negativa, ou nnhuma dentro de um prazo raxoavcl, que
Ihc ser marcado, poder eucamgar o inesiiio corle a
nuera so proposer afazcl-o com inais vaniagcm em favor
da faxenda publica.'
Arl 3. .Nos terrenos devolutos, lie permitlido o cor-
le a quaesquer pessoas, que forero para isso devidamo:.-
tc auloi isadas pelas tbesourarias respectivas.
Art. 4 O tribunal do thesouio robre propostas, o
nformacoes das lliesourarias, poder elevar o preco ac-
tual do corle do po-brasil at o mximo marcado na Ici.
Arl. 5. As pessoas, que se proposereni ao corle, as-
signaro termo por si, ou son procurador, cui que te
dever declarar o preco de cada quintal, e a uuantidade
Consulado dos Kstadas-I'nidus a"America do lforte.
I Eui cuniprlmcuto do art. 2." da le do 14 de abril
de 1792, certillco, que lio da 14 do corrente. bordo
da galera Janiis. onto fundeada no laineirfio Oeste por-
lo, morreo o ciJado americano Raed. -- ('. T. Nimio,
cnsul. (
O juiz de orpbns desta cldade C sen ten no, Fran-
cisco Joao (iarnoiro da Cimba, eutroii boje t:m oxorci-
eio deslas milCCOcS. ( Por CSquecillienlo nao foi publi-
cada esta deelaraco no Oirin de 19 do corrente).
i O escrivaoe administrador da mesa de rendas iu-
lenias proviuciics dosla cldade faz publico, para que
ehogue ao tonliociuioiilo dos propriclario.s lo predios
urbanos, das 4 freglicsias desta cidade, o Alonados, que
no dia l. de junlio prximo vindouro se principian ti
contar os 30 dias marcados por le, para a cobranca, a
bocea do cofre,da respectiva dcciiua ; lindos, os (inacs, so
proceder execulivamciite contra todos os devedorcs,
pelo principal, c mulla de 3 por cont do valor da dci-
ma devida. K para que ehogue noticia de- todos, inaii-
dciallixar o prsenlo, e publicar pela iuiprensa. lleci-
fe, 19 de malo de 1845.
/.ni; Francisco de MtlIoCaralcattli. 13
2~ O arsenal de guerra compra leufca, de cobro pe-
queuoS, c piala lina, para sida: quem tacs gneros
liver, aprsenle suas propostas, em caria Techada, at o
dia 24 do crreme, insta directora. 4
4=0 administrador da mesa de roceb-vloria de ron-
das goraes internas faz saber a iiiicui -oouvier que o
moz de jiiulio prximo futuro be o marcado para se
proceder nova matricula do esclavos COUloruic dolor
mina o artigo7.' do rcgulauento do 11 de abril de
1842, c por isso lodas as jiessoas moradoras nos lies
bairros desta cldadc e na povoacao dos Alegados que
nossucn esclavos devcrO em dito praio aprosenlar
duas l-clacOCS por ellas as sigiladas, contoiido a rna, nu-
mero de casa, nomos, Idudcs, naturalidades, quallda-
dos e occiipavoes dos esclavos, sob pena de 10/ a 30/rs.
por cada um', que dcixar.'in de matricular, ou que oc-
cullarcm aquflas ciri-uinsl.uicias exigidas, o na mulla
(Io30v'iS por"iHttn OSCI.r.'"|U 1 ;.:,.. I .1 || ,..n 1 m::-
rador'.i lu.i 'I i.iuolli' limite o que esvi rom alugados
ou em adiiiinislrafia nesia cidade, como declamo os
arligos 23 o 2 do citado regiilainenio.
Rccebedoria 15 de maio de 1845.Frmtiico \arier
Cuiatcanli de AlbtUJturqtie. 119
COMPANHIA ITALIANA.
t ka t a O r u 11, o-n ii a m t i co.
Espectculo extraordinario para quinta feira 22 do corrente,
li beneficio particular do primeiro bai.robitffo da companliia,
Oinseppe Uallclti.
O beneliciado, que, pola prmeira vez, tein a honra
de rccnmiiieiidar-se ao illuslre publico dosla capital, ha
procurado organisar ueste divcrlimcnto nina escala bem
variada e digna dos amadores da secna.
I." parto.
Lxociitar-se-lia a segunda rcprcsenlarodabcllissiina
coiiuiosico de Uellini,
.NORMA,
combinada como se auuiiiicioii na prmeira represen-
laco.
2." parle.
1." Barcarola Sulla poppa del mi brick da opera
La ligioni de Edimburgo, pelo Sr. I.uigi tiiiizzoui, msica
do maestro llicci:
2." Duelo bullo Senza tanti compliininlt da opera
VI Uorgo. Mastro di Roterdam, pela Sra. Margarida L-
alos c o beneficiado, inusica de llonizelti.
3." parte.
1.a Grande ove tura toda orcheslra.
2." e ultimo. Grandioso o iiileressanlo terceto /lin-
io morretc o perfide da opera Afina Holciut, uiusica do
Donlietll.
Fersonagens. Adores.
Ileuiique VIII luigi GuilSOIU*.
Anua Bolcna Margarida Lomos.
p,.,ev Carlos Ricco.
A serna he na nceasio da llcnrijiic VIII decretar a
reuiiio lo concelbo o pronunciar a scnlenca ilc niorle
contra Amia c l'eic>, I." marido de Anua bolcna.
Todas s seenas a vestuarios senio ao verdadeiro ca-
rador : para osle -licito o beneliciado nao lein poupado
fadigas ncn despezas.
Os billictes vendeni-sc :
Na ra larga do Rozarlo n. 30, primeiro andar,
Dita do Sol ii. 9, casa do beneliciado,
F. no dia no llieatro.
THEATRO PUBLICO.
Domingo, 25 do corr ule.eiu beneficio de J"" Tosclli,
subir a scens o seguiuta divertiinenlo.
A iulroduccao da
NORMA,
coin os seus couipcteiiles coros.
A comedia em 2 actos,
Pkospkho, t Vici.mk.
A tlarseillaise,
o sous coros cm fraucct; c o torelo portugus com
coros,
tinturo, ou a senttnella atacada.
A orclieslra sera augmentada, c regida por Mr. Cros
didicr.
/riiirijiiarii as horas do cosame,
1 O patacho S. Jati Americano, eapito Jos Anto-
nio Matoiinho, so. luipreterivelnientc para o llio de
Jaueiro al. o lim di prsenle semana: parapassagel-
ros o escr ivos a fn i U il t-se cora Gaiidina Agostinbo
de /farros, praeiiihi doCorpoSanto, 11.66. 5
2 A li.ire.i-.i Flor doRccifr, fundeada defronte do
caos da ilfandegs, aluda recebe algiiuia carga para Ma-
eeii>, c lini d S. Eran 'isco, 11. i.ie i reir ao nielo da :
a tratar com o un slre, .i bnrdo, nn com M uiocl Joi:
Goncalvos Praga', junta ao arco de Santo Antonio. 5
2-- l'ieoiuie-.e fre ir mu barco de pequea loto,
para ir ao Par : quem couvler este negocio, dirij.i-sc
.i casa dos Sis. i. Kllcr & C",.rua di Crits n. is, onde
se dir com quem se trata. 4
3 Paran Arncsly pretende sabir al o da 20 do
correlo, o hiato Ama Oliniln pregado e firrado do
cobre j com n malor parle do catregamenlo : quenl
anda pretender currener podera enlender-se com An-
lonio Rodrigues l.'ina na praca do Gimmercio, ou
na ru da Cadeis Vilhs n I, priinci:u andar.
3-Para o Allesl s sabir em poueoidi&t o brigun
encuna nacional Uenriqucla : quem no mesmo quitor
oarrenar.OU ir d pstiagcm para o que lem oiccllenles
eommndos, dirija se ao CtpIUo a bordo, ou s Novaos ;\
Ooiopaobla, na roa do Trapiche n. 3, segundo an-
dsr. 6
:t_0 bricuo .V S. da Boa Viagem fguir para a ci-
dade do Pinto Impreleriveln cnle .o dia 4 de J jubo I. :
liara o pe jueno testo d;i s;ia carga B passasriros, Irsta-
se com Francisco Alvos di Cunha > ni na do Vigarin
o. i| primeiro indar, ou cu o capilao na praca. 15
4 P..ra 0 Rio do Janeiro pretende seguir obligue
Principe Augusto, eapito Jos Alvos CarneTro: quem uo
mesmo quiter carrrgar, piide dirlgir-se aos consignata-
rios Vmorim Irinfios, roa dal'adoia n. 15. (4
Lo 1. ps.
-- No dia quaria-fci.i, :'-l docorrcnte, haver.i leiliio
de ccvadinha, noarniaiem de Franci co Das Ferrelta.
3- Ocorrolr Olivcin contlnuart o 'seu lellaodu
mobilia novo, viuda do Porlo, a receolemenle dospa-
cliaiin ii'eila allandega ronsislindo em cadeins.ca-
uipi de Jacaranda o 'e oleo bancas c.\ ign, ditas da
mel de silla, commodas, marquetas, .'c buje o
.|.i corrente, as 10 huras da nianhia na rata do xni
Binador MiDoel da Carvalbo, na rus doAmorlm. S
3 O correlur Ollrein (ai IuIIj de um grande o
taris do soittmento de Isteoda de ludas as > u a 11.. le i .
e por todo o preco pan liquiuscao quirta feira, SI do
eorronle, as 10 horas da tnanliaa no primeiro andar
da su casa na roa da Cldelo. 5
\sds diversos.
r'rancisco Manocl dos Santos Lima declara ao res-
pcltavcl publico, que desde o dia II do corrente del
mu de ser caixeiro da loja doSr. Manocl do Amparo Ca-
j ; llcaildo to smenle encariegadn da cobrauca das
dividas liadas por elle ex-caixeiro.
O abaixo assignado, vendo um anniineio srm as-
ilgualura uoIWaiwn. loo de Pl do coi rente (que altri-
bueser deTbomas Filippe da Silva, contrariando oque
publicou mi Diario de lli do correute Bornardlno Fran-
cisco de Acv. (I" Campos, como procurador do sen ir-
uio Jnaqulill Francisco de A/evedo Campos, sobre a ar-
marn d.i loja d.i praca da Independencia, n. 37, cniquu
diz ler comprado dita armaeo a Cesarla Diogo de Faria:
O abaixo assigliado declara ijue senil lliaulc cumpla nao
pude ser verd.'ideii'j, porque, (piando ("nilS"!! as Inj.is
da piafa pissaro a ier propricdadc da cmara munici-
pal, o perteucendo a armaeo da dita loj.i ao dito Joa-
miim Francisco de AievedoCampos n'essa ocoaslfio o
dito Tilomas Fclppe da Silva arrematou a luja por aln-
gllcl, e culIVCUCiOliOU com o abaixo assignado a pagar o
aliigiu I da mesma armacao, CIlJo pagOU ao abaixo as-
signado, al o lian de 1838, como procurador qile era
IKSSC lempo do dito Sr. Francisco de Azcvedo l ampos :
por isso previnese, que ningueui faca negocio como
mesmo Th unas Folippe da Silva resucito a loja, sem se
i utender com Hernardluo r'rancisco de Ateveda Campos,
rospcilo .iiiii.ii.io da mesma, por boje ser o procura-
dor de sen irilino Francisco do Azcvedo < ampos.
Jongoim ioii de tllirvira.
i O Sr., que lie caixeirn na ra da Madre de Dos,
nao viudo ajustar cuntas mi praso de oito dias, conz
Victorino Teixeira I.eile, se publica o seu noiuc jior
exlenso. 4
2 O Cllgracado menino, que costuiua a tirar do sen
lugar, oque nao< Ihc pe lenco, c lio morador no aleo
di fioa-vlsla : pede-se-llic, que mande ou levo a arara,
que liriui na ra da Roda n. 25, IIO praso de 3 dias, so-
nao ver o sen IIOUIC no Diario, c so procedor.i COIII lodo
o licor da lei, pois deve conbcccr, que lie caixeiro. 6
3sa Na ra larga do Rosario n. 30 tercelro audar se
empresta di.ibero Clll niaiorcs o menores qiiaulias so-
bre piala, Oliro, plantos C uniros pciiliorcs de conbe-
cido valor por commodo premio: uo raesiiio andar ha
para vender dote dtisias de camisas dehomcn faltas
moda, varias calcas e toletes, Ulna nies.i de lliogno de so-
f, 0 nina poreo de piala de lei manufacturada cm
Lisboa, dous reloglos, mu alliucle de prito de ouro c
alguna macos dmelas de linba do Porto; tildo para
liquidar. I*
LOTERA do GADELOPE.
Como finalmente acabaste de correr a lotera de Nos-
sa Seiibor.i do Livraiuento, correr agora adeGiiadelil-
ic, cujos bilbetes conlinuo a rst.ir .i venda as lojal
mnuucladas, o na loja do Sr. Jos de Meueics Jnior,
Ua do Collegio.
J.i sabio luz o n. lli. c IC acba 4 venda n i pi.i. i da
Independencia ns. lie S.
A CARRANCA.
O n. 5. estar .i venda, l limas d.i larde, na livrara
ia praca da Independencia ns.O o 8.
.i VERDADEIRO REGENERADOR V 2b
Estar a vend .m nielo dia nos lugares do coslume.
l'rccisa-se de una ama para liner o tervlco exter-
no de mu cata li.ili-se ni na do Hurtas II. 5
Aluga-sc o primeiro andar do sobrado n. 15 da ra
lio Apollo no llecil'e, COIII sullicicuies COIIIUIodoS pira
familia, o cosiuha fra.o qu.il be multa arej ido, or pro.
< o milito co.....iodo; a tratar na ra da Palma sobrado
novo da esquina, logo ao sabir do boceo (lo pocinho.
Jos Antonio Piulo Combaranpara o llio de l.iuei-
ro o scu cscravo Joaquim, crtoulo.
Joaqulm dos Santos Forrcira.morador uo Pao d Albo,
pieleiidc vender a pal le que tem ll'uUlS e isa lia ra das
Trincheiras n. II: se lia ilguma pessoa com dlrcllo na
dita paite, anmiiitie por este Diario no prMD de qualro
l.ava-se o engoinma-se rom perfclfSo, no bcero da
Viracaou. 5. .......
M)VA FABRICA DE MACHINAS.
O estaheloi iineulo dos engoiilieiros e macbuislasMe.
Calliuu S C, na ra do bru n. Be, acha-secompeten-
temente montado a moderna para o coucerto de maebi-
nat de vapor, moendas de caima o qualquer outro ina-
cliinisino. .No mesmo fabiicao-sc laiubeni, com a niaior
piileieo, moinlios e prensas de mandioca, aguilhOes e
cbiiui.ieeir.is de rodas do agoa, veios e outras pecas para
serrarlas, paralusos do iodos os tamaabos, e qua.quer
etpeeie de obra de ftrrelro ou macblnista (i


A
lotera dotiieatro.
O abaixo assignado llisourrfro das loteras do
thoatro publico odas malriiesda Boa-vista e da cida-
de da Victoria dRclara que tem Doslo a venda cm sua
leja na na do Queimndn n 39. c n-a botica do Sr. Joio
Morelda Marques, os bllhetoa da secunda parte da 16
lotera do tliratru Essotiurnndo nu>' brevemente sera
annuncladoo da do andamento das respectivas rodas.
Esta lotera tem de ser oilrahldi conformo > rcgula-
roenlo edecreto n. 357, do 27 de Abril de 1811 o s-
pondo o novo plano ltimamente opprrvado, e que
abaixo vai transcripto, Antonio do Silva (usmOo,
V I. A N O.
Para a ejclracco de cada urna iot nuiai birrias con
cedidas a furor das obra do theatra publico da cida-
dadt do fecife.
3760 bilbetes a N'OCO reis 30:000*000
20 por ceoto do beuelkio
e imposto 6:00j'OOO
Sello de 5750 bilhelesa LO rs. 562#.00
l.iquid.)
1 Premio de
1 >i i)
o
.i
;>
S )>
50 U )i
:'i o
32 >'
USO
2 1." e
2. brancus
800/ono
40O/OOO
200/000
1001000
50/00(1
tO/000
20/000
8/000
04/750
C:562#60l)
93:437/300
0:000/000
2:000/000
t:6iiO'AOO
l:2on*oo
l:0000i
800/000
860/000
960/000
MO.d'UO
9:* 484 000
I8'./?i000
Us. 23:1374500
5:150 bilhetes premiados
jilo ditos brancas
87C-II Total.
.V. t Os dous nllinios premios I o 2 branco,
drvem caber nos dous primeiros que se extrahirem
depois de Cfgotedfl a urna dol premios na lrma do re-
gulamcntu o. S&7.Approvo Palacio de Pemambu-
eo 6 de Halo de \%\a.Almtida.
Conforme.
Jos /naci Soarei di Uacido,
uiticial da Secretaria.
A pessoa, que coinprou uns trastej na mi de
uin mulatinlio que os furtou em Novembro do ati-
no p. p queira. por obsequio entregar a leu dono na
ra da Ribeira em Olmda em um sobrado contiguo a
cadeia cjue ser recompensad ; e su o nao Oler, logo
que se deacoblir quem soja o que lie limito provavel ,
le mandar por o seu nome por Inteiro ne le jornal ,
para que o publico o OOObeca.
Patricio Antonio de Torres Randeira aironda ou
vende o Ivu sitio da esquino do becco do Kspinheiro ,
a retalbo, ou inteiro eda mesma forma urna casa de
taipa eom anuncio de venda na cnrruzilbada du Ue-
> m ; a tratar na Solidado, no sitio confronte a entrada
do becco do Pombal."
Jos Joaquim do Nascimento faz scienlo ao res-
peitavel publico que deiiou de ser caixeiro do Snr.
Antonio Ferreira Braca desde o dia til do correnle.
Jos Antonio de HagalbSe basto participa eo
publico que Candido Severino de Avila dcixou de
ser seu caixeiro desde tU do crrente merdo Maio.
A pessoa, que annunciou pido Piara de l'irnam
buco, piucisarde um lioinem para cobrancas nesta
praca dirija-se a ra do S. 'lucrosa casa n, 2 que
o ti i adiar coro quem tratar.
O Sr. 'que annuaoiou precisar de una pessoa ,
que se nocarregaite de una cobiarca nesta pra;a di-
rija-so a" Recite ra do Torres n. 18.
AGENCIA DE PASSAPORTE9.
TirSo-te passanortcs, na ra do Collegio botica
n. o.
O primeiro secretario avisa aos Srs. socios, que boje
ha KiaBoextraordinaria pelas ; .era; o meia da lar
de na casa da sociedade.
OSr. Francisco de Soulo, querendo receber urna
carta, vir.da do Porto dirija-so a bordo do brigue Ven
tura Ftlit, a fallar com o cosinbeirudo meffflo brigue,
ou aoa'co da Conceicfio bija de roupa feita.
A Scnliora Uaria Jos do Sacramento dilija so a
venda da ra da Cadeia do Recifc o. 23 a negocio de
seu inleresso.
O Sr. Joao Jos Rodrigues Lopes enmpareca na
ra do Cabug n. IG para si Iheenlregar um objecto,
vindo de Portugal, Ira/onuo 1100 rs que so fiei-
pendeo.
1= A pessoa qun annunciou no Diario do segn
i!a feirc querer saber a morada de Francisco Cordeil
Raposo dinja-sea ra da Cadeia de S Antonio o. 20
lO abaixu assignado avisa ao espeitavel publico ,
que Francisco Manuel dos Sautos Lima- deixou de sor
seu caixeiro da loja franceza n. '18, dosde o dia 18 do
coi rento llcando o mesmo encarregido de receber ti jl -
(renlas dividas pelo mesmo fiadas M A Caj, (i
1OSr. J J. R P queira lera bondade do ir ajus-
Inr suas OOOtlI e pagar o que deve dentro do pra-u de
oitndias visto que, ha 4 para S anuos, ja ha bastante
tempo e do contrario se publicar o seu nomo inais
extenso para o publico conbcccl-o melhoi ; na ra No-
va n. 65. G
1 Aluga-so o terceiro andar do sobrado da ra da
Croan. 03, com c>mmodos su lucientes ; a tratar no
arniaseni do mesmo sobrado. 3
t Roga-se ao Sr. queco dia 12 do correte mex
alugou um cavallo ; baja do o levar quando nao o
faca ver o seu nome por extenso nesta folba, toman
do-se todas as medidas poUclaoi paia a sua captura.
/'. Mulle,: ,3
1As pessoas, quo tivereai penhores de ouro, prala
e panno, na venda da ra da Roda n. 48, queirio ir
tiral-os no praso de 8 das e nao comparecendo per-
derlo todo o direito que liverem.
t Arrenda-se urna olaiia atroz do rccolbimomo da
Gloria ; a fallar ao Or. Pcreire, na ra do Rangel n.
59 priineiro andar. 3
!Ha 3 paia 4 dias, que ajjpareceo um carneiro as
Cinco-Pontas : quem for seu dono dirija se ao mes
nio lugar n. 154, que se dir aonde est ; asslm como
te nao responsabilisa pela falta do mesmo. 4
1 Precisa-se de um trabilhador de massera ; na
padaria delronlodo areal das Cinco-Pontas; di se bom
ordenado 5
i LOTERA DO SEMINARIO.
Faz-se scienteao respeitavel publico queja so acba
muito adiantada a venda dos bilhetes da loteria do Se-
minario e que breve ae aonunciar o dia fmprclcri-
vel do andamento da rodas advirtindo-se quo esta
loteria ainda nao deixou de correr eru o dia niarendo.
1 .\luga-so urna loja pequen a na travessa da ra
da Cadeia ; a tratar cas Cinco-l'ootas d. 138. i
1 Precisa-se alugar urna preta, quosaiba cosinher
0 vender na ra naosorlha a proco tendo as habi-
lidades mencionadas; no largo do Terco fabrica do
licores n. 18. 4
1 SOCIEDAIIETIIE ATRAE THALIENSE.
0 priineiro secretario avisa aos Srs. socios, que os
bilhetos para a recita do dia 21 do corronto distribuem-
ae nos dias ?0 o 21, cm casa do thesoureiro na ra do
Qucimado n. 67. 5
1 Aluga-se urna casi com grande solio e grande
quintal sita na ra da Florentina u. 21; a tallar lias
Cinco Ponas n. 158. 3
s/f* Na cstribaria da ra da Florentina reeolhem-
so cavallo de trato diario o mensalmcnte
- 'sendo diario a 800 is. e mensalmenle a vin-
te mil rs. 4
2 Em Fro-de-Portas n. 132 se dir quem d di-
nheiro a premio sobre penhores de ouro e prat. 2
2 NOVO COsMORAMA
Na ra do Burgos, loja n. 3. ,
O proprielario desle novo invento, ultlonamenle che-
gado do Franca na barca Zt/a t m a honra de pela
primeira ve/ aprcsenlar ao respeitavel publico nos dias
!-se22 do correnle o continuar em todas os do-
mingos o dias santos, novos quadros ainda nao vistos,
apresentandoem cada dia diflerentes vistas, de que os
espectadores licai muilo satisfeitus pelo mdico
pripo do 160 rs cada urna pessoa que so poder dda-
lir o le-iipn qu" quiter Abertura ser.tempre as 7 ho-
ras emeia da nouie. 10
2 OSr. J R.S tenhaa bondado de vir pagar no
boleqolffl ao p do thcatio a quanlia do 5/9'.0 rs. de
despeai que ler no espaco de doua mote de refres-
cos e cal e caso nao pague por estes oito das lera o
desgoslo de ver o seu nome por exlenso neste jornal e
iiepoi:< i llamado ao juu de pa/.. 6
'i Fugio no dia 17do orfente pelas 10 horasda mi-
nliaa um papagaio, levando meladeda correte de ferro.
-.ue ii prenda, evoou para a ra de S. Francisco; quem
o acliar e quier restituir dirija-se atrst do thestro
velho, na casa da esquina segundo andar ,,que ser
recompensado. 0
3 Anna Candida do Almeida Pinto Portuguea, re-
tira-se desla cidade para a do Porto. 2
?. Quem annunciou'no Diario de 16 do correte
mez querer 50U/ rs. a juros dando por seguranca um
predio litro e desembarazado dirija-se a ra Direita
armasein n. 0 que achara com quem tratar; no mes-
mo permuta-s urna casa terrea no bairro deS. Antonio,
por outra no mesmo bairro voitando-se o que lor de
direito. 7
3 Aluga-so o segundo andar do sobrado da ruado
Quelinado na esquina do becco do l'eue-1 rilo o. 2 ;
a tratar na loja do mesmo sobrado. 3
3 Jos Ferreira Itrito faz publico, que, dcfde odia
l do correnle, deixou do ler sociedadu no aimasem
deassucar, que girara debaixo da firma de Pinto &
Companhia.
3 .Maria Franeisca de Faria relira-se para fura da
provincia levando em sua companhia seus Albos me-
nores ,' r urna esclava. 3
3 Precisa-se alugar um reoleque quo tenha prin-
cipios decosinha ; na ra do Uueimadu n. S'l. 2'
o Aluga-se na ra do Trapiche, n. 34 o terceiro
andar, cosinba c solo aonde so acha soberba vista so-
bre o mar. 3
5Quem precisar de um homitn para retinar as.-u-
car do que tem bastante pralica diiija-se a ra lar-
ga do Rosario venda n. 29. 3
5 No prlmelro andar da casa n. 31 da ra do
Queimarjocuiii fenle para o pateo do Collegio, preci-
sa-se de U:> a preta lorra para o servido de pessoa sol-
teira e requer-se que saiba principalmente cosinbar e
comprar. 4
8 Aluga-so urna excellente casa na ra do Seve
n. 14 perto do Collegio S. Antonio aonde se acho
as chaves ; a tratar na ra larga do Rosario n. 48. (3
2 l)-se dinbeiro a juros com penhores de ouro ,
mesmo e.n pequeas quantlas; na ra da Praia n. 22.
2 Aluga-se urna casa terrea na la du Conceicao
la Baa*vista com cacimba tem bastantes comino-
dos pintada ecaiada de novo ; e o segundo andar do
obrado da ra larga do Rosario defronte do Sr. liai-
tholomeu ; a tratar no Atierro da Roa-vista n. 41.
.'i AlllgaA-se dous sobrados, um, n. (i, na ra do
Aiiioiiin, e nutro 11. 13, na da .Moeda : tratar na ru
dn Encantamento n. 8 A. 3
i Francisco de Amonio Lima, pretende vender o
sen sobrado da ra do t.aldi'ireiro n, J2 : u pessoa, que
se iulgar com direito no dito sobrado, publique por esta
lolli.i. 4
2-- Urna inullier de bous costumes, se ollerecc para
ama de rasa de boincili aoltciro, ou de pouca l'aiiiilia, a
nunl sobe oosinbttr, eeng^ommar: (jueiu a pretender,
dirija-str na das Crtues u. 28, terceiro andar. -i
'.i-. SI. S. Mavraon,cirurgiao dentista, ha quatro an-
uos e uieio estabelecldo nesta cidade, COntilllia a pres-
lae-se con] desvelo a todas as operacocs de sua arte, c
de novo se oliente ao respeitavel publico com um bom
sorliiiieuto de denles do ultimo golo : as pessuas que
deaejo utllisar-se de seu presuino'pdein procural-o
em sua residencia ra .\uva u. 2, segundo andar. 7
Koga-se ao Jr. Ja venda a ra
Nova n. niiiicio inserido no Diario u. ii>7, de 16
do correnle com as Ultras J. JA. R, se
secnlciide cun Jos Rodrigues do I'asso
Compras.
3Compro-sc quattolas e barris vasio ; na ra
Direita n. 0.
2 --.mi pia-se renda de bic<-, a mais fina que se laca
no pailj na ra da Senzalla Vclha n. 110, priineiro
andar. 3
2 Compra so um ornamento prompto branco, e
um veo lamban branco tudo com mullo pouco uso ;
as Cinco-Puntas n. 62. 3
2 Comprao-se para urna oncommenda escravos
de ambos os sexos al JO annas du idade agiadando
gaga-se bem ; na ra estrellado Rosario n. 31 pri-
ineiro andar. 4
t-Compra-se um siiio pequeo peito da praca, que
o precu nao exceda a 1:200^ rs. ; quem ttver auuuncie.
Compru-se a obra retiro espiritual; qoem ti ve r
annuncie.
Vendas.
Estar a recia as 9 horas da manbaa a lista ge-
ral da loteria de N. S. do Livrameolo; na praca da In-
dependencia, liviana ns. (i e 8.
5 ATTENCAO!
Vende so a 140 e lu rs. o corado de chita di
'as finas escuras a 220 rs o covado chita a 140 ri. o
cuvado madapolao a 150 e 180 rs. a vara ditos fi-
nos a -200, 220 e 210 rs. pannos Unos prcto e azues a
.'500 rs. o covado de urna lida vista, servindu o prl-
melro para pannos de pretas, e o segundo para farda-
mento do pagem meios chales de cassa de quadros a
360 rs. corles de lanzlnha de bonito padres a 3200
rs. de 15 covado* algodio transido azul mesclado a
240 rs. o covado ruarte azul de vara do largura a 260
rs. o covado multo boa lerenda para prelos, lencos de
cassa pintada a >60 rs. algodio liso do multo boa
qualidade a 160 rs. a vara dito americano largo a 220
rs. a vara muito encoipado casimiras de quadros de
bom gosto para calcas a 1200 rs. o covado, castores,
ou riscados trancados de quadros a 940 rs. o covado de
muilo bom gosto para calcas, pecas de bretanha de
rolo a 1800 rs. ditas de madapolao a 2800 e 3400 rs.,
ditos finos a 4/ 4200 e 4G00 rs. apeca. madrasle fino a
5'e 540O a peca, ditas de chitas a 5200, 5500 e 07rs.
escuras bretanha lina do puro linho a 040 rs. a va-
ra e.-'-ui ni da nielhor qualidade do verdadeiro linho
Onda 1500 rs. a vara c.ssa de quadros para babados
a 3 rs. a peca cortes de vestidos do seda com flores a
30/ ib. o corle mui rica lasenda sarja hespanhole
multo encorpada a uUO e 2500 rs. o covado, cambralas
lisas muito Anas, de vara e tanto de largura a 600 e
800 rs. a vara riscadinho trancados a 200 rs. o cova-
do : advertindo aos compradores que todas estas la-
sendas sio limpas e de muito boas qualidades alem
do nutras mullas fasendas por barato preco ; na ru* do
ilollegio n. I, loja de Antonio de Arevedo Villarouco &
Irinao. 30
3 Venden, se duas pipas para deposi o de azeite de
carrapato ; assim como dous fland.es coiu medidas
proprias ; na ra Nova n. 16. 3
I Vndese urna escrava com bonita Ogura de
idade de 18 anuos, recolhida cose mui bem, cosinba,
e lava de sabio ; outra dita de idude de 14 anoos com
as misma habilidades ; outra dita de 16 anuos, cosi-
nba e lava ; duas ditas qultandeiras e do bonitas fi-
guras ; dous moloques de idade de 14 a 18 annos, pti-
mos para todo o seivifo ; 4 escravos de naci, ptimo*
para o servico de campo lodos de muito boas condue-
la ; na ra Uireila n. 3. (8
I Vende-se ago'srdente do reino aniz e genebra ,
mais barato que em outra qualquer fabrica ; no lar-
go do Tetco. fabrica de licores n. 18. 3
1Vende-se urna escrava crioula de bonita figura,
de idade de 16 a 18 annos propria par/ qualquer ser-
vico ; en Oliods venda de Andr Manoal de Amocdo.
nos Quetro-Canlos, na esquina confronta botica. (4
]_ Vendem-se dus pretas de lodo o servico, sen-
do urna por 250/rs. e a outra- por 3S0w rs. ; urna bo
nita parda de 10 a M anoos, perfeita costureia o en-
gommadeira sean Vicio algum o que se ulUncu; dual
negrinhas muito bonitas proprias para se educarem
um piolo de 20 annos canoeiro e muito experto para
todo o servico ; na rUa Direita n. 81. 7
1 Vende-se a sumaca Boa-Viagem que se acha
ancorada defronle da rampa do Collegio ; a tratar t
bordo com o seu proprieUno. 3
)_ Vende-se no tanque de agoa da ra de Apollo n.
30,esquina do Porto das Candas, urna canoa docarreira
de um s pao, muito boa da vara, e leve de corda, por
prefo rasoavel. (4
iVende-se um biblia em portuguez e urna porfi
de caixas vasias do Porto sendo a caixas pelo bara-
to preco do 800 rs. cada um* ; as Cinco-Pontas
n. 160. 4
I Vende-se oDi molccote de 21 a 22 anuos de idade,
sem vicie, algum ptimo pagem, o muito bom boliei-
ro ; na ra Bella n. 14. 3
I Vende-se um reiogio de ouro dous ditos de
prala 4 anneldes i allinele de pello 4 pares de ai -
golas ; na ra do Rangel n. 3, primeiro andar. 3
t Vcnde-se um preto peca do '.'O, nnos de ida-
de, de bonita'figura e sem defeito algum ; na ra da
Cadeia de S Antonio n. 25 por cima da fabrica de cha-
peos. 4
1Vende-se urna toalha de bordado de susto a roda -
muito bem feita era esguiio ; quem a pretender an,
nuncio.
IVendb-se um grande sitio na estrada de S. Ama-
ro para lien in, pas ando a ponte sendo o primeiro do
lauo direito tendo urna grande casa de vivenda que
pode ter a vontade 3 lamillas com 8 quarto duas
escolenles salas na frente e um elegante copiar sus-
tentado por dlumnas ; um sali alraz tendo toda
largura da casa casa de farinlia independente e cosi-
nba fura, um grande solao a especie do torre com ex-
cellente vista para linda tendo mullos aivoredos de
fruto tena para planlucoes com duas baixas para
hortalica 3viveiros promptos ,e um por acabar, pas-
to para ter a vontade 10 vaccas de leile ; livre o desem-
barcado, por documentos que existem em poder do
proprielario os quacs sei puteles ao comprador ; a
tratar no mesmo sitio ou na ra do Rangel loja de
lotica n. i'. 12
Vende-se urna escrava de 2i a 2 annos; na ra
das Cinco-Pontas n. 15.
Vende-se urna preta sem cria parida de pouco
tempo com orn leile para criar do que le..i bastan-
te uso ; oarua do Livramenlo o. 22 primeiro andar.
Vcnde-se um prelo moco para lora da provin-
cia ou ongobo ; no Atierro da Roa-visto- n. 48.
Vcnde-se una canda de carga de 1200 lijlos em
bom estado ; na ra da Paz n. 28
Vende-se um bom chapeo de sol, do Poito, de boa
seda c muito foile cabo de lati e mi de maiQm ,
por mdico preco ; na praca oa Independencia n. 21.
Vcnde-se una escrava du bonita figun, cosinba,
lava e sem vicio ; e do-so laO/000 r* a premio ,
com penhores de ouro e prala ; na travessa da ra da
Cruz n 4
Vende-se urna porcau de barris de mel cera
de carnauba, e resina de angico ; na ra Nova loja de
louca n. 42.
Vendem-se 5 barris com mel; na ra da Prala ,
depositod'*goa de Silva Cardial. *
3 Vcnde-se um preto moco para lodo o servi(o ;
na ra do Vigarion. 8. 9
x3Vende-se a obia de Moral do bispo Monte, nova :
na ra do Sol n. 23, segundo andar. 2
2 Vende-se urna lindi preta com urna cria de um
mez, com muito bom leile, propria para ama, e dous
lindos moloques proprios para pageos perteocentes
a uina pessoa que se retira ; na ra da Senzellu Ve-
Iba n. 110, primeiro andar. (
2Vendem-se II escravos, sendo 4 negriubas de
13 a 16 annos com habilidades o de bonitas figuras;
2 pretos de 22 annos proprios para padari* por se-
lem muito possaole ; 4 pretas de 10 annos boas qul-
landeiias e de bonitas figuras ; urna dita de 35 annos ,
por 30/rs. boa costnhelra e quitante ira ; duas ca-
bras blcboj boas Icileiias e criadeiras de meninos ; oa
ra das Flores o. 11. 8
2Vende-se urna fasenda de gado em arirys Ve-
luos ; a tratar com Jos Jacinto dt Silveira na ra da
Aurora. 3
2 Vende-se um cavallo rodado com boos andares ,
o novo; um carneiro graode ; urna cabra boa leiteira ,
tudo por preco commodu; na ra da Conceicau da Boa-
vista o. 60. 4
2Vendem-se couros de cabra bem encorpa dos, po
prios para obra de calcado, de muito boa qualidade,
em poreSoearelalho ; na ra da Conceico da Boa-
vista n. 8. &
2 Vende-se uina escrava do naci Angola de boa
figura de 28 annos cosinha o diario do urna .casa ,
lava de sabio e he boa vendedeira de ra ; .'> ditas
de necio proprias para todo o servico ; um es-
cravo do naci de 22 annos, bonita figura, e he ca-
noeiro ; um dito de 18 annos de muito boa conducta,
nroprto pars todo o servifo ; um escravo de 35 anoos ,
de ntejio proprio para o MVvieo do campo do quo
tem bastante pralica ; na ra das Cruzes n 41, segundo
andar. 8
.2 Veir.le-se oleo de linhaca, em pequeas e grandes
porces, por prego commodo ; na ra do Vigarlo o.
23, segundo andar. 3
2Vendem-se obras de Laroix em portugus, diccio-
nario grande do Vieira inglez e portugus ; na livra-
rla da esquina da ra du Collegio. 2
2 Vende-se um terreno na ra da Aurora com fren-
te para a ra Capibaribe e lundos para a ra do Seve ,
entre as caas do Sr. Francisco Antonio de Oiivelra e a
que est edificando o Sr. Elias Baplista da Silva com
100 palmos do frente, e 240 de fundo; outro terreno
eom frer.to para o becco do Martina, e fundos para a
ra projetada que divido com terrenos dus Srs. Fran-
cisco Antonio de Oliveira e Elias Baplista da Silva ,
com 100 palmos de lenle c 300 de lundo vcnde-se lu-
do Junio, ou em parles, quo so possa edificar urna casa;
no Haeife largo do Corpo Santo, catan. 13, ocharao
com quem tratar. lo
3 -Vende-se um prelo da Coala, ainda moco, o bom ,
e urna granimalica francesa de Sevene : na ra da Ca-
deia do Recite o. 60. 3
3 Vende-se urna biblia sagrada em portuguez ;
quem a pretender annuncie.
3 Vende-se o repertorio das leis estravagantes do
reino do Portugal correcto e augmentado segunda
edifo por preco de 10/500 r. era > vulumes gran-
des ; na ra da Cadeia Velha loja da viuva Cardosn
Ayres, n. 31. 5
3 Vende se urna escrava de naci Angola da
bonita figura cosinbeira eogommsdejra cose para
prelos e be muilo hbil para todo o mais servido de
urna ctsa ; na ruadoVigario n. )9. 4
Charulot regala.
Na ra da Cadeia do Recilo n. 46, ha rempre um
grande o esplendido aortimento Uestes afamados charu-
tos vindosrecentemente ds Bahia assnn como gran-
de sortimento tic vinho do Porlo, Medeira Xerry e
agurdenle de Franca tudo so vendo mais em couta
do queem outra qualquer parle. 7
4Vendem-se 4 pretas com boas habilidades, cosem,
engommio e cosinhio, e urna dellas he recolhida, ves-
te e pentcia urna senhora ; urna dita de niela idado ,
por 260/ rs boa cosinbeira e lavadeira do sabio e de
varreila ; dous prelos bons para o trabelho do campo ;
na ra do Crespo n. 10. (6
4 Vende-se una leltra do ICO/ rs. a qual corro
juros de dous por cinto ao u;e;, e por SSO ja est em
201/800 rs. garantida por urna hypotheca especial,
no valor da quarta parle da propriedade Porto de Ga-
1 iritas quecoubu ao heideiro hypotbecanto e as con*
dicoes declaradas na cscriptura lazem t da a 'segu-
ranza ; a fallar com Jos Victorino de Leutos quo dii
com que se dove tratar. [8
7 CHARUTOS DE REGALA.
Vendem-se superiores charutos de regala, em cai-
xinhas de 100 cada un', vindos pelo \apor Impera-
l/iz; na ra do Trapiche n. 34, segundo andar. 4
5 Vende-se farinba por preco commodo ; a bordo
do patacho Amisade Constante ancorado defronle do
trapichado algodio ou na loja da la da Cadeia
n. 40. 4
20Vendem-se saccas com larellos, pelo mdico pro-
co de 3/ e 5000 rs ; na ra da Senzalla Vclha n. 138 (i
Vende-se superior calcado francez de una sola a
1500 rs. o duas a 2^ rs., eoutias muiUs qualidadus
decalcado por preco commodo, e pellos de bezerro
fsancez a 3/ rs. ; no Aterro da Boa-vista loja n 21.
Vende-se um cavallo de sola ; na ra da Conctl-
Cio da Boa-vista n 60
Vendem-se tamancos por preco
commodo, maiiulacttirados aqui no paiz,
lano a relalho como por a lacado; na rna
da Atdte de Dos n. 28.
1.5
Escravos Futidos
2 Fugio no dia 17 do crrenlo um escravo do nomo
Malinas de naci Cabinda, de idade de 25 almos pou-
co mais ou menos estatura regular grosso do corpo,
com barba por baixo do quelxo. urelbas turadas; quem
o pegar leve a bordo do patacho S. Jos Americano ,
ou no Forle-do-Matlos venda de Jucquim Duarte do
Atevedu na ruada Mueda n. 25 quo ser recompen-
sado, g
3 Desappareceo no dia 10 do Abril p. p. o prcto
Joio do nacao Congo do idado do 40 annos ; levou
calcas do riseado azul, j vellias camisa do algodio da
Ierra, jaquelado riseado amarello j velha chapeo de
patha quando falla, pouco se expressa, a barriga d
perna direita lio mais lina, cor fula he" alto e seceo ,
julga-se eslar furtadu ; roga-se as pessoas que dello
soubcrcm que o levom a ra da S. Cruz, venda n. 58,
que reo, berJ 25y- rs. g
'J6 No dia 10 do correlo (ugio o moleque Antonio ,
crioulo natural do serlao do Scrid coiu os signaos
soguintes de idade de 18 annos alto socco do cur-
po quando anda bota o curpu para dianto pasaos
largos, por ter as peinas compridas ps meios gran-
des e apalhetados caneca pequea o redouda olbos
grandes o vivos, denles bem alvos; levou volido
camisa.de i iscado du lislras calcas de riscadinho azul;
desconfa so quelovou chapeo o jaqueta de couro para
meihordisfarcar; este escravo foi comprado ao Sr. An-
tonio da Silva Gusmio que o comprou uu recebeo
ora pagamento do Sr. Manoel Jos da Cunha do mes-
mo sertio ; quem o pegar, leve a seu snior no Rccile,
na ra da Praia armasein n. 18, que ser bem recom-
pensado de seu trabalho. \'
2 Fugio no dia 10 do me/ passado um prtlo de
nome Antonio alto ceg do um olho tem em um
dos dedos pollegares das mios um talhn ; rogase us
autoridades policiacs u aos capitaes de campo que
dello souberem ou liverem noticias, hajtd do o prender
o leval-o a ra do Vigjrio n. 23, segundo andar, que
serd generosamente recompensados. 7
1= No dia 13 do correte Maio fugio um moleque
de Jos Tbeodoro de Muraos Lina de nouie Jacinlu ,
de naci Angula de 12 a 13 annos ha pouco aca-
bou dasbechlgas, quo aluda esli as marcas muilo
vivas, tem cm um dus paitos a marca de un P ; levou
calcas do briin branco, cullete de fuslio camisa do
pregas de madapolao ; quem o pegar, leve ao dito
Sr., na cidade deOlinda. 8
PERN. j 1NA-TVP. DE Al. F. DEFAMA IO/lp.


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