Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05583


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Full Text
Auno de 1845.
O MARIO publica-se todos os das que
nao Ion m de guarda: o proco da asslgna-
uii-a he de4t/rs. por quartel pagos adunUitui.
Os aniiiineins dos asignantes sao inslidos
. roi8" de SO res por linha, 40 rs. em lypo
differentc, o as repeticoes pela '"'*
Oj que nao forem asslgnantes pagaoSOis.
por linha, c 160 em typo difireme.
PHASES DA LA ]NO HEZ DE M 10.
La novaa6as7li. o 33 min. da nianha.
Crcsceiite a Has 11 hor. < 49 nuil, da man.
1 na chela a 21 as 3 hor. c 10 mili, da man.
Mlugoaute a 28 as 4 hor. e .'i min. da man.
Segunda feira 19
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goiauna e Parahyba, Segundas c Sextas lel-
as.
Rio Grande do Norte, eliega a 8 e 22, e parte
a I0e24.
("alio, Soriiihaoni, Rio Foriiioso, Porto Cal-
vo, e Macoyti, no 1 ", lie 21 de cada mcz.
Garauhuns e bonito a IOe24.
Boa-Vista e Flores a 13 c 28.
\ IctOl'ia Quintas l'ciras.
Olinda todos os das.
de llaio.
Auno XXI S. 109.
MAIO.
2S i.
franco.
prein.
... p .
:u 4500
r'ii:n
ITKK
!lf7 l'SO
2/000
l|96Q,
I 2! MI
PA^T i ( FFIC
Comniaiulo Mande vossa nicrcii castigar cora vmlc e cinco espal-
driradas ao soldado da coinpaiihia d. guarda nacioiiaes
piu destacamento, Antonio Pedro trrela, pelo crime
de que Tai meneano ollicio, aqu, por copia, junto, d-
igido pelo Sr. .capitn de mar e guerra Inspector do ar-
senal de inailiiha. Dos guarde a vossa nierec.
Qliartel general na eidadc do lieeil'e 15 de malo de
184a.Antonio Correiii Sidra.Sr. Joaqililil de Pontea
Mariuhu,capito coiiinianilaude da companliia provisoria
da guarda nacional em destacamento.
PERN/MB/CO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
A assembla leghtatha provincial de Pcrnambucn decre-
ta os seguales artigas addilhos ao regiment da casa.
Artigo lu Os particulares, que pedirem certidoes do
archivo da secretaria da assemhla. pagarO os meamos
emolumentos, que se cobrito na secretaria do governo;
e a importancia dos emolumentos receidos sera posta
a mareen) das ccrtidfles.
Art 2o As corlldors scrao pedidas por pclicao, c se-
,-f.o mandadas pastar por despacho do primeiro secreta-
vio c na sua ausencia polo do segundo.
Art 3" Os emolumentos pertenceroao oliiciai-mai-
or o final smente passar estas corlidcs.
Ait 4o Ro scu Impedimento scrao passadas por mu
dos oniciaes, que for designado, o qual nesle caso per-
oeber os emolumentos.
\rt .r> Flco rovogadas as disposicnrs em contrario.
Paro da assembla legislativa provincial ile Peri.am-
buco. 85 de abril de 18-15.Pedro Francisco di Paula Ca-
raleanli d'Albuquerque, prcsidoulo.--/YiinVn Xavitr 1 aes
llarreto. I" secretario. Custodio lanacl da i tira (iHISM-
rties, 2" secretario.
COimntJACii 1>A SESSAO 1)0 UIA > DE SIAIO DE 1813.
O Sr. Lopes (ama: Sr. presidente, cu nao pensil
que o Sr. deputado se mortilioasso unto com as inhibas
palanas : por certo ellas nao increciao isso; o meu genio
he un pouca jovial eu nao me forme! ; niio teuho pois
disso culpa ; c saiba o noble deputado de tuna grande
eapacidade, entre oulras, e para a qual estou Uto distan-
te como un mosquito do so!, o grande Cicero, era nim-
io jovial ; era esse o sen genio ; elle nao poda diter
iluas eousas sem que entro ellas incluisse nina pilheria ;
era son genio ; o sor de genio muilo serio nao he crime;
nunca folcrline tambeiu ser jovial: siio luo tempera-
mentos: eu son jovial por temperamento mas relo
que a ininha jovialidade nao Ofende a ninguein Tallo
semprc em geral ; o esse Cmii/iurfir, com que parec
i, tlllislrc deputado querer atacar a n.iulia rrpiilacao
so me nao la/, honra, taiubcm me nao las desaire : aqu
" Disse o Sr. deputado que eu falle! mal da graniiiiati
ca latina ; e o noble deputado, levantando-so como una
ii.io de guerra, coniecou fateudo logo para a direila o
pira a esiiuerda; deoiiiua banda para aquello lado, dio
nutra para este ; banda para o.i o para l, islo qiiando
cu, mero chavecosiiiho, nao ataque! a nao disseapenas
oque entenda ; disso que o lallin mi ora cousa de ab
soluta neeessidade, apelar de que era multo boin ; o
Uo se segu que, por sor honi para os altos esliidos.seja
de tal neeessidade que se eslaholeeao e.iib iras de laluu
FUI todas as comarcas nao vejo 111081110 que neiiliiiiu
dos outros membros se levanto para pedir eadeira de
latiin para a sua localldade; porm teem Iguoes direitos,
e s i'.ijahu lia de ser preferido ? N3o vejo motivo.
Sr. presidente, sou antigo nesla casa; nunca piolen
palavra que podesse olleiider. ueiii levemente, a qual-
qm r dos meiis collegas; e so isso pareca a alguciii pie
linha succedido, eu liiimediatameiiie dava as uecessarias
satisfceles ; mas o que vejo lie que o Sr. deputado (per-
iloe-ni que Ibe diga) est milito calouro insta casa, ani-
da nao est acostuinado ; quaudo livor mais lempa de
parlamento ha de ser mala tranquillo ; nao se lia de
asedar por qualquer cousa ; ha de perder a susceptibl-
Inlade que teui ; ha de ter paciencia ; ha de ver comba-
Id- as suas idoias, assini como Ibe lita o diroilo de coiu-
bater as minbas c as dos onlros ; o desle combate de
ideias he que nasce a lu; he deste choque que resulta
a elariilade necessaria as questes.
Concilio aqu, Sr. presidente, dizendo que osla be a
cxplicaco que lenlio a dar ; que osle lie o meu genio ;
que he o genio da Carapucciro.
0 Sr.Macirl IHonlciro : --Dcvo tuna explicaran aohon
Tii'nji .3.si
FOIJIETIM.
CAROLINA NA SICILIA. (*)
ln .,:. tmii- /n-.liK
DIVISA DI OIIDIM 1)H S. JANI'vMO.
PIUMKIRA PAUTE.
\l.
ACONTECIMENTO IMPREVISTO.
Meu capito, nao se traballiou mal na sua ausen-
cia.
Que aconleeeo, Pipo?
Derrirao dous lardas vcrmellias la para as ma-
rinbas do Aiarsalla.
Oiieni? .,-..*_.
Ah est o busilis; debaldo dit o rilao, que pela
obra se condece o operario; aqu lalliou elle; aobr.'
apparece, mas o operario..... ninguein sabe quilo ln
Pur Santa Rosala! que foi algum bou. Siciliano, bu vou
contar o caso a V. scnlioria como o rccebl do primeira
mo. Uontem. meu capito, eslava < u o.iq.iiolo pela sua
demora, o fui de passeio al Ala/zara, Mili entenOido
moiiUdo no b.irrico de Mimo (1). que a minlia peina d,
pao nao me levarla to longe. Deitei cudireilo, como
(*) Vide iiario n. 103.
(1) Abreviatura de DomfiuVo, Domingos.
rado meuibro que falln em primeiro lugar ; paiecc-me
que elle nao coniprehendco o que cu tive em visla di/.or;
nao lo i minha inteuco advertir o honrado nienibro de
cousa algunia, iieni tao ponen marear ocaininlio que el-
le devia seguir as discussOCb ; ou nuil nicamente JUS-
lilicar a eoinmisso, argida pelo honrado memhru ; e
ento disse que, se elle bouvera pedido explicaedea a
COluillissao a cerca da supprosso que ella propnnba,
nrovavehneiite essas expllcacdes Ibe serillo siibiilluistra-
las, e provavelnienle, vista dosl.is, seria elle niais jus-
to para com a cmmiiisso ; disse mais que esse era o USO
seguido pelo nosso parlainento, c inesmo pareca Isso
multo conformo comaraiSo; porque, apreseutaiido.se
una medida qualquer, sem que se descubro os moti-
vos que llbuvo em vista, pois he senipre natural que al-
unia razio naja, convin pedir cxplica oes.
Sr. presidente, o proceder do honrado meinbro he
limito louvavel: fallar cni favor da sua localldade he
muilo justo, eeu quizera qm-cada mu dos iiicinbros des-
la casa, que so habitantes do SertSo, iiiiiilstrassem suas
idoias casa, para uos darem luformacajes lcaos ; o t lu-
to osla he a minha opiuio, que eu disso logo, que agra-
deca, da parle da eoinmisso, o ter tomado a palavra
para defender os interosses da sua localldade. Sr. pre-
sidente, o honrado meuibro fez, ha pouco, lellexoes que
cu,' como meuibro desta casa, nao devo aoceilar, a sou
respeito ; e permita elle que nesta occasio soja son
proprio defensor conlra as aecusacoes que a si uicsillO
lo/. ; cada un dos membros desta casa tCIII igual COIISi-
deracSo, iguaes direitOS ; cada um dos individuos per-
ii iiiil'iucanos, que reoebein os sullragios da provincia
para a representar, tem a inesuia importaucla, a uiesina
eonsideacao.e os uiesuios direitos pie os uniros; e por-
tanto, supposto que o noble diputado, pela sua prolis-
so, se nao tcnlia entregado i carreira das lettras, nein
por isso as suas opinioos devem ser aqui menos acceitaa
p menos atlondidas; eu desojarei em todas as occasics
OUVlr o nobre deputado : equando elle fallar, asseguro-
llie que Ibe llt'i do prestar toda a atteuco possivol ; por-
que, assim como o nobre iiiembro pudo aprender algu-
mas cousas da assembla, lambem a assembla pude
aprender do nobre lleputado coiihociineulos lcaos ; de
mais, ninguein he obligado a seguir s um modo do vi-
da ; cada um dos honiens so dedica ao que mais Ibe con-
vin ; c como eu quero a Independencia da opinlao e a
libordade do vol, nao posso consentir que um nobre
meinbro se tache a si di......nos proprio para oocupar es-
te lugar; he isto improprio do mu meuibro desta casa,
de mil representante da provincia do Periiambuco. Sao
estas as linios que eu me atrevo dar ao nobre meinbro.
He julgada a materia disentida, e o artigo approvado,
sendo regeitada a emenda do Sr. Noglicirn Paz, c as dc-
uiais approvadas.
Entro em dlscussiio o art.
O Sr. Taques: I'.ste arligo trata dos proessores de
primeiras lettras; a eoinmisso Inclua ueste projectoos
proessores acluaes, mareando para elleii 30 coutos da
rs.: estes professoros sao em numero de 58, segundo o
orcamento, que foi apresentado pela thesouraiui; po-
Kin. Sr. presidente, me parece, que o numero do pro-
fessoros da provincia nao pude ser sullieionto ; lia Iro-
gnezia, em que eslao existindo dous, o tres professe-res |
ha oulras porm, em que na* ha mu su edo.ilre-
gue/ias, que eoinpreheiide a provincia de l'ern uubiKO,
15 ha, que aetiialinoiite eslodestituidas de Ma a ins-
trucio priuiaria.lislo be,nao teem iieuliuiii prolessor;
coniiuisso transiere urna das aulas de Sauto Antonio
tara S.Jos; por consegu me, las 15 vagas flcao anda
l, quoe.lao iiiloiraineiito fallas da inslruccio, quede-
ve cliegar a todos os habitantes da provincia, que .-o de-
ve estender a todas as olasses ; entre as rregiie/.i.is, qui-
nao possiiein o grande boiielieio da in>liuei,ao prima-
ria, acho-se as seguimos, alm do S. Jos1, pan a qual
a eoniinissao Iraiislere limadas cadeiras do Santo Anto-
nio, estas ido (leo).
Ora, daqul se concille, que mais da qiiarla parte das
freguesias da provincia so achn sem professoros de ins-
irueco primaria; i-.to he, urna grande p.u te das fregu*
zias da provincia est privada de um tamaito beiioft-
eio, iiiiaudo todosrecouhecem, que a civilisaco dimo-
cidade, e a sua ediiea.'o nao pi.doin ter niiiores alicor-
ees do que soja a inStrUCCO primaria. Por conseguin-
te, be isto obiecto, a que so lleve altendi r, proveildo al-
gumas cadeiras nas diversas liogue/iasquo as nao leein;
por exeiliplo, Sabemos, que Ullia comarca existe con.
multas povoaces, que tem apenas una aula de pnnioi-
ras lettras, na cabrea da comarca, compiobondendo
freguesias no Ex nao ha aula de primeiras lettras, e no
inesmo estado se acha a Escada lao prxima a capital;
isto noconvni; eeujulgo, que a assembla eoinpro-
hcndei boin asna inisso, volando a oreacao te algu-
nias aulas primarias ; a coniinissao do orcaineiilo, que
iiiini mili.....tt------ -------~""*"-^~T^"-"^-
devia, a casa do barSo de Schinlna...... ludo liavia aba-
lada para S .lulio; lembr i-nu; que la estara tambem
\ scnlioria, e islo me tranquillizou.
Nao te engaaste. .
Ora,lisio ailevinbei eu logo. Eslava pois em Matu-
ra rcvivilieando-ino nos ares da cidade, e socegado a sou
respeito, tillando de reponte 01190 o tambor ao longe, a
cilio soiu nao pude ser indiUronle o velho soldado. Ap-
plico o ouviilo, e poiiho-inc a correr como 111 o permits
a minha peina de pao, porque uvera cuidado de mctlcr
o burrlco de Mimo no Fnndaco da V letona.
Kquemis? ,_'
Corr pois, dugo....... Loque he que vejo? I na
diviso de lanas verinellias com o sou general em nen-
ie que faiia a sua entrada em Mazzara, nein mais nem
nioiios como se toniasso posse de urna praca iniinigi.
lbo, meu eapilo. 011 nao sou sanguinario, mas ao ver
o sen Mae-FarlanC, to leso, to soberbo, no sou gran-
de cavallo russo, com sua peona de gallo 110 chapeo e
espada na mo, senil aqui una eousa..... o una voz in-
terna me dizia: Pipo, que licito Uro! Santa Rosala me
perdoe.
Klla te perdoar; coiitiiina.
Os taes sujoiios tra/io 110 centro da divisao nina
padiola forrada deprelo. fanegada por duas nulas cu-
iten s lambem do un panno piolo, c 111 lia..... ora, ad-
vinhe oque? Um ollicial em glande 11.11lor.11c, cslendi-
do aotoniprido. Aquello nao manda mais-a parada.
duba entre os sobr'olhos. l uellr, um buraquinho re-
dundo, por onde o diabo Ihc bavla surripiado a alma de
borece, pois que iienbiini distes lardas vriitellias olive
inisia; ellos 11110 sao cbrislftos! i. o mais he que o gaialo
.iiiellio I, o tal buraquiwllO pode gabar-se de lamoso
eseoliotiiro. Por isso Ibedi/iaou. 111011 capilao, que so
podia ser um bom siciliano. Voltando a vaccafrla, os
Mes siiji ilinbos linbao armado aquello apparalo publico
para pi oduzir clleito, e vinluio como caes dainnados. So
leve a este respeito mnlrf bons desejos, eomiudo, por
falla de inl'oriiiai-i'.es, nao se atreven a designar os lu
gares, em que eiirinha orear essas escolas ; nao sabia
quaes as freguesias mais apropriadas para isso. visto
que se nao pude crear para todas ao inesmo lempo ; nao
pude a eoinmisso, como disse, designar localldade, o
por isso pedira eu ao nobre meuibro, director do lyceo,
que a osle respeito nos furueqi'sse alguma iulormacuo, a
Oiu de melhor podernios giilav-uos nadilibcracau deste
BegOCiO do lauta inagiiitude.
Sr. presidente, eu se! que nao sepdem crear escolas
em todas as povoaco.s, porque povoaee.es lia, BOIlde nao
lie possiv*! reunir mu eorlo nuitiero de alumnos ; islo
porque atipis, 11.10 coiihecondo as v.iut.igeus 111 nisirue-
co.leem milita ililliculdado em mandarseus lillios pira
as escolas ; mas eu suppoubo que os proessores lorian
mais discipulos.se por ventura mostrasseui bcucvoleucia
maior, se ellos, em lugar de si.se dediearoiii a instrue-
cao.procurasseiu adquirir meninos para as suasaillas;inas
nao he isto oque se las ordinariamente; apreseula-se no
lugar o prolessor,cdU;-quem qulser veiifia-; ninguem
COIICOrre: a gente do interior nao tem osles hbitos; o
ueste estado os professores devem ser catechistas; de-
vem ser boineiis do milita prol.iilade, de multa boue-
voleneia; devem procurar angariar aaUelcdodas pea-
Mas do lugar a Am de chantaren! a sua escolan niaior nu-
mero de lueuinoSj porque, se o prolessor nao livor oslas
Dualidades, nao mostrar multo selo, nimio amor u 1110-
ciiiade, nao poder.i adquirir esse niinieio do meninos,
que convony Sr.presiilento.ba iiniaosc la primaria, da
qual se me tem dado luformacocs, que, se sao exactas,
podo ser suppi iiuid.i, o lie a escola da ua-\ lagein. A
oa-Viageiu esta na froguo/.ia tos Alogados, esta Iregilo-
ila tem escola primaria, e sendo nina prxima da mura,
seguc-sc que o professor da fioa-Viageiii nao tem senao
m pequeo numero de discpulos, nem poda ser de
OUlra soi le ; assim, osle prolessor poda sor transiendo
para oillro lugar, anude preslasse litis servico; por
exentplo.paraaFaxendaGrande, paras. I'cnloda Esca
da, 011 para oiilra liogiiezia. -\o oriaineiito di UICSOI1-
raria, o no rolatorio da directora do lyceo, so acbao
mencionadas tinas escolas de primeiras b liras, que nao
teem sido preeiichldasi urna be a segunda escola aa ci-
dade da Victoria, e oulra he a da l.agoa-.Se ea na1 comar-
ca do Xa/arolli: ora.eu julgo que .1 oidade lia Victoria
mo pode ter alumnos bastantes para mais de una ca-
deira; pederla.pois.irue se suppriiiiisse esta segund 1 ca-
deira, o lambo. 11 a da Lagoa-Secca 011 l.iraiigeir.i.coiiio
se diz no orcamento, e que eslao vagas; o se appliCUSSe
o ordenado dosies professores, para 1 crcacuu ac 11.ua
eadeira em mitra VegUCSla onde mais coiiveiilcme st-
julgassc.
OSr. Ferrcira ffarfilo :Sr. presidente, asrcflextJes
que o nobre deputado acaba de laser.teem roi\a, e Vi-
gor; eu ooubeeo isso ; mas lia de periililllr-me o nobre
,.....bro, que eu nao concorde em ludo quinto exiid/,
isto he.quaudo quer que se suppriinao algiiitias caUei-
ras; eu nao vou para abi ; quaildo se trata do InstlUC-
co publica son largo, em lugar de suppressilo, eu que
10 creaeiio de novas cadeiras; porque nos carecemos ile
pessoas instruidas, e nao as teremos, se nao derramar-
Inosuiuiloa iiutruccSo primara: he verdade que eu
eoniioi-o a deficiencia dos uossoscofres, eouheco oulra
cousa que limito falla a Ittvorda suppressilo, que he os
professores acluaes no cumpriafui emo, seus de veres;
salvas honrosas excepcoes, nao cuniprem no totallas
suas obrigcoes: soi lambem que algum lugares ha,
OCtle se aclio cadeiras de primeiras I, liras que nao
leein numero marcado de alumnos; que, pola egisla-
cao nao piideui coiiliuuar essas cadeiras, mas ellos il-
liideni odirector comaltestados menos verdadeiros, e
f izem com que elle siiuscrrva a menlira ; mas sao eou-
las que so nao 1. 111, doio de repente, o d.....ais mitras
eparti.....s lia que nem por isso osen oslado he mullo
(ovoravol; 1 alvo/, que niosino nas primeiras repartifes
mis touli.iiiii.s multo que reformar: ora, se nos 11.100
faremos quanto a estes empregados, para oquebave-
mt.sdeo l'a/er lia inslruccio primaria .' Sr. presidente,
abe V. Bx. qual he a ininlia opiuio a este respeito i
He que deixeiuos as cousa-. como csto, procurando re-
formar com rogar, srgurauea, e medilacao ; de mais
Sis, en prelendo.se o meu eludo do ande o permitlir,
Ir a ossos Serios, estou uisso; llt'i de viajar ceses luga-
res; pretendo fallar COIII as cmaras, em as p, ssuas
probas, em os paiochos, e tomar as medidas que sao
convonieiilos; tonho osla viageni em mente, ha multo
lempo, o 11:10 a teuho realisado JA, pm lalta de saude;
mas Ini de laiel-o.logo que me soja |iosslvel; hel de In-
rorniar COIII lealdade, franqueza, e verdade o gnveruo
de tudo quanto encontrar; proporei aquillo que virque
he conveniente: em qnanto nao esliver ao alcance da
moralidade dos professores. sua asslduldadc, c mais
g circunistancias necessarlas, emendo que se nao deve
lupprhnir eadeira algum 1, que polo contrario se de-
n crear mais asqueneeessarlasmrciii.Este he meu pa-
recer,
ti Sr. Loptt (ama : Trata-so de nina materia hem
Interessaiite por urna parlo, e bein espiuhosa poroutra.
Musir 111, nibro dosti casa, que filllou Clll primeiro
lugar sobre o artigo em dlscussiio, fez ver, que varios
lugares la provincia, muilo importantes, nao teem ins-
trnoco primaria; que de freguesl is, l icio teempro-
fessoros de primeiras leltras, l'.u eutendo, que.se ha
neoessid.ide urgeiuisslma, lie de derramar a InstruccRo
primaria; este principio lie da constituirn ; mas, Sis.,
as cadeiras de primeiras leltras, (eu fallo em todaa ge-
ueralidade ; fallo respeliando semprc as honrosas excen-
coos) csto milito mal servillas ; a provincia despende
una quota eonsider.ivel; eu tenlio idoias, (que lalvcs
nao sejito acolllidas por alguns milis illustres collegas ,
pudo soi) o sao estas : prosa .i Dos, que nspodesse-
nios fater, lOIII que a instruo.-ao primaria estivessea
cargo do. ecclesiasllcos : ellos sao os frgitunos pastores
dessas tenias ovelhiiihas; por consegniite niugueni me-
lhor que elles os deve chamar asi: depols a Instruceao
|-......lmenlo esseuei.il a vida do hnmem; Clll lyohe
verdad, iro oidaibio. i|U indo ii.io labe lr nem eserever ;
na ver,lado, qiioiu nao s ib primeiras lettras, nao pode
ser ciil.ulo : est ni poior collisu, de que os eslran-
gelros: esle beneficio di ve ser derramado, porm por
mu modo proveitoso : est ludo lima desgraca nesses
professores; uus min sab'in lr, nein eserever, nem
contar; outros sabein, porm nao querein ensinar;
porque amlo cuidando em nutra vida cuidando 0111
gados; nao se podo remediar esto mal presentemente .
porque ellos sao vitalicios. Porm o nial vom da escolha.
le dos concursos; em oulras eras, Sis. rdelxein*.....re-
cordar da minha menlnlce), quaudo se disiaura proles-
sor, era um hoinem de certa idade, que ja pinlava, po-
lo monos era 11111 lioiiieiu do ce lo respeito ; mas o que
v.jo boje ? Quein so propOe l m rapailnho, que nao
lolioii em que so onioregar o foi propor-se a ensillar
nrliueiras leltras ( fallo em geral.; que aluda nao lera
tlenlo para so governar a si.quaiilomais para ensinar os
outros; 011 soi, qno b 1 niuitos do capaeid ule mas como
lio possivol, que uoiiinos lenbo rcspcilo a outro mc-
10?...
O Sr. Taques : -- V le marea 2.i anuos.
O Orador : Ksses 5 iiiuoj acha muito pouco ; o
lionuni, pira prolessor, deve estar em corlo estado de
respeito. I.on.b.o-nio que ha una le autiga que pro-
hiba que ios.....iinestrcs os que nao tivesssein ao anuos;
auauuia*. sinunorq......mioja nao he um menino, be
un homeiii porm. lora di,to,v-se q.ieesscs ineslresvao
liara o mallo, nao 1 uido de nula ; nao ensillan ; vao
irabalhar em oulras causas ; porm os vicarios, esses
poro os meninos malrterlos; us viganos de lora nao
leein multo.eui que se ooniparoin : lambem eu appro-
varia, que a ass nibla dsse esses viganos algu.na
..ratilieae.io ; poique quinto recehetii os proessores de
Rira.Ml)5> rs.; logo, ecrelo que os Sis. parochos por
monos, i. f.rio esse serviCO, com nteros,e scuepro-
veilo da iusli-ueco publica e da mocidadc.
OSr Ferrcira llarreto: -Seisto se cslabolcccsse, cu
1,1 ensinar na minha parochia sem paga.
Mis eu quera sosdefiira ; os Sis.
i|o
narocios d'.'f.r.i n m 'teem nada alazor la polo Serlu ;
lio', ao arbitrio delleseslabeleeerem as suas'escolas as
lloras, que quiserein....
Vous: M is ellos teem, que ministrar o s teramento
fa/.orioiilissos....
(/ Iroilor Mas esse trabalbo pareco-ine que nao
Ibes lira lodo 0 lempo. Porm parecia-mc. que eslava
o teiiint. que osus lioineus erao lao venerandos... .boje
sinda ln parochos respeluvels, mas lambem ha paro-
choslio desembaracados, lao filas, que eslao no mes-
mes o iso. 011 poior. para eu.ioareiii a
desojo polvIUi ir de Insuuecao primaria
(ine eslao 01 pitis d.- instruceao
eessarias .1 esses lugares; lodav
iu(.11,1;1|ul,, nnigo ueste semido, cu voto por ella.
I.-se aseguiuteemenda :
Ao arilao 0.' accrescente-scsupprhnidas as ca-
deiras vagas da Victoria, e Urangelra. e croada urna
eadeira ua povoacn do S. nenio do Garanbuus>.-ia-
'""'i-so nina emenda do Sr. Taques para se crear urna
eadeira em a Fasi ii.la-rnau,lo.suppriininilo-seas cadenas
a que se referi no sou discurso,
Sao approvadas, e entrad em dlsoussao.
OSr. Franriico Jo'to: Sr. presldente,a transcenden-
cia do obiecto, que so acha em discussfio, inove cinmiin
naturaluieiite o desojo de apresentar alguinas coosldera-
roes, que julgo alguma iitilidadc enceiraieni, inda que

iinoidade. Fu
isas freguesias,
crear as cadeiras ne-
rta,.. esses hunos, todava, se appareeerurnae-
fallavo em saquear a ciliado, e aineacSo levar ailhaa
ferro o fogo, se Ibes nao entregaron! oaSSOSSlno.
O assassino?
Sllll, sonbor; os faldas verniellias tem a iiilaiiua
de chamar a isto um asMssinato. ejurSo pelos seus deo-
xes herticos tirar vinganca do caso. Alas como lie, meu
capito, que passando V. scnlioria para 11 a S. .I11I1.10 po-
la Spagliola, onde 0 caso aconleeeo, nao ouvio tallar em
Noiias. que houverfio dous olliciacs morios?
perguntou Fabio, sem responder obsorvaoo do inva-
0 outro ainda nao morreo, lieou em Marsalla,"pa-
ra ser curado ou enterrado.
Isto he ludo quanto sabes sobre a niorte. F a res-
peito do matador? .
_ Nem tima palavra, oque lie nina lelleidado para
ello, porque do contrario os fardas vernielbas o lariao
passar por BlgUItl desgoslo. Mas voltein-se pan onde
tiuizeroni, que lew as pegadas lhe di scobnra. Pos san-
ia llosnlia! cont que to bom afilador se ha de senipre
tirar dos aperlos.
_ Kssa^ie boa! tamboineii, Pipo.
A proposito, nieu capito, o notario do Sr. bario
Schinina velo aqui procura-lo, correo o eassiuo d'alto a
lalxo, o pergiinloii-uie qnanta lena linha; cu respon-
di-lbeque irozoiilas gei(as.
Descarado iiienliioso, respondeo rabio sonndo-
le, tu bom sabes que nao tem cem*
__ He verdade; mas faz-ine o favor de dizer, que ne-
eessidade tem agente de eoiiiinunlear os seus particu-
lares ao primeiro que ah vonlia? De modo que, meu ca-
pito. parece que sonata di contracto? Ora, quaudo
irab.illia o notario, o padre nao anda louge, Quaudo he
a boda?
Tanlo sel eu como lu. Pipo.
cent.' respondeo o invalido meneando a cabrea|
com mostras de Inoredulidadc. \ scnlioria,meu capito.
he o lioiiieiu mais rells que eu cimbreo: asa com a mais
linda s, uliora de toda a Sicilia, o por Santa Rosala, que
lambem era urna fomiosa mullier, polo que mostra a
estatua do Monto-Pellegrlno; basta dizer que a.Sicilia he
um vordadoiro jardilll de bellota. Slm. meu capito!
lodos a nina voz di/0111 omesuio de dona lialaolla; nao
fallando ciii que o 110, segundo me disse o notarlo, iu-
Icrvem no contracto, e com os qulbus, o que nao faz
nonbmii mal; porque em mis o verbo dinlioiro he o lado
fraco. Nao porque, eoiiliniiou elle erguoiido orgulho-
saineiite a cabera, disso nos envergoiihenios; pobreza
nao he baixesa ; antes bolsa vasta, do que honra perdi-
da, o quanto i honra ha aqui para dar o vender aos mais
ricos bardes o ao proprio hulera. Todava, o aqui loca-
dio elle na prosa, he muilo necesutte faser alguiuas re-
paracoes no cassino Como elle est, he bom pranos
outros militares que estamos acosiumados ao quartel, e
cama de cainpanlia, mas tima sculiora linda o :101a oumo
a de V senboria, meu capito, nao pode licar nisto as-
sim. Hem soi que nunca farcinos de Uonceviiio nina
quima como a de Bagara 011 de'olll, esses lugares de
lielitias da nossa muilo amada Paleiuio; ccintiido pod-
se la/01 alguma cousa. Fu tonho na capital um primo
tapen 10 multo bom, e se V scnlioria quizer, que o va
chamar ou mande os, rcver-lbe, far-lhc-ha elle isto bem
barato. ,.
N80 sao os tapcenos que esta casa necessita, dis-
se Fabio deiando tristes ollios as brechas das paredes,
sao os pcditiios.
Do exterior cncarrego-me eu; um pouco de ci-
uiento e una ou duas unios deca, esta o negocio lcito.
Entregue-mc V. senboria o nosso bom cassino por dous
dias, lempo uecessario para vesllr-lhe nina camisa lava-
da, o quero perder a minha peina sa, se o nao poier tao
novo cuino Flora de Palci'iuo.
I sia conversacao linba lugar no pateo de Boncevino,




2
<
c
1
e
J'.
a
t.
Pjo goracs. lloforiiido-inc i emenda que est em
Jiscusso, devo, oa obsequio a veril ule, declarar, qu<
alguns lugarrs cxlstoiu, ein que nio lein sido plantada
o beneficio da iutlruccao primaria: o que nfl verdad'
he iriste ; ui;is nio o he menos o B< i eu obrlgado a con-
testar, te planto lYutlAcavcl,por se nioach.ii preparado o ter-
reno : Infelizmente sobre este respeito possiiimos dados
oilici n s, que sorn-in a Cst abelocor a prova da triste
verdade, de que, linda quaudo em laes p iragens losscm
cstabelccid is cadeiras da insiruccilo primaria,nao serillo
ellas Irrqucntadas, c assim do sita croacu iioiihuiiio u-
tiliJado proviria i cdncaco publica, o sim apenas gr-
vame imprnlicuo a<>s coi'ros provinciaes.
ralvoi, Sr. presidente, cm vista di evitar, ou ante
attenuar tamaulios males, servio-se o nobre deputado
lo remedio lembrado em sua emenda sobre a quitl siii-
10 ler i din i, que lie ella InsulUciente, o que ii sern
lod.i>, uno forrin improvisadas em discussoesdesln or-
leui. que podoro manifestar os bous desejos drsta
assembla, mas sern mapa/es de prcencbor verda-
I. ii iiiieni o IIni (no deeontinuodevenios ter dianti
dos liossos olhot: en fallo,-Sr. presidente da promessa
que si' aeha consagrada na nossa le liind.iineiilal. islo
lie.n liberalisarao da iiutrucro primaria, que he ai
denlo desojo nioii,.ieja ella ido ni dcssiminnda.dcrra
niiiiila. genio mesniu prodigalisad*. se tanto lie possi
vel. Mas creta, Sr, presidente, que mu liin.qinl dese-
jo.de alcance tilo incalculavcl nao ser tratido por e-
moiidiiilias l'oilassobro n pona, o sim somente coiisi
guillo i or nina lei mullo meditada, e calculada, qu
nao poder nascer sein o aooordo muiln sincero, c cons-
taute dos calreos drsta asseiubla, o dos adinlnislrado
res da proviucia; poique una tal lei. seiiorum lado
depende de cortos principios espee s. o thcorlasgi-
i.ies. por oulro nao menos carece do idt-ios pratieas,
que smenlo nos pode luriieeor o poder admiuislra-
li\ n.
Sr. presidente, mi pedir! a V. Ex. lieenca para o-
v. ntuai iilguuias rcllcxcs sobre a ideia i-l. n-oida polo
nuil nobre i ollega o amigo, que di seja liqtie a iislriic
. ,1o primaria n cargo dos paroelios: no sei se ja o j.
poderla ser rralisavcl enlre mis um tal syniiiiut, qm
eucontraria as dilliculdaiti s da accumulaciu das. sagra-
las im-ccs do miiiisj.cru dot parodio com as do ma-
gisterio; mas seria talv sadiuissivcl, sendo cstns|segiiu-
las DbrigaroV preriichidas pelos coadjuctorrs, Isto
ligo, porque arredilo, que a ilistrUCCiio primaria.prr..-
lada pelos proclios, liara dobrada vautagein de ser
inli leeiual. e .ni iiiosiiio lempo religiosa: para apolar
osla miiilia iipim.io uo carero de ir meiidigar cxoniplut
muiloJpnge, eu m encontr oHerreidot pela Franca na
sua coHoula de Algeria,
Isto posio, Sr. presidente,tupponho eteusadu peanlo
nina assembla tao Ilustrada encarecer a neeessidade
importancia i\.< insti ucciio; r be intima convicta.....-
ih.i. que. lora das ideias da orgauisacio do trabalho, o
ilo derraiiianieiiiii da uslriu -rao verdadeirainciile ba-
scada, nao ba lolicidado possivol; c na venlade un lo-
dos OS lempos, em todos os paitos, 0111 Unios OS govor-
inis, nao leeill partido os grandes llagrllos da soeiedade
de ouii.is ionios, que nao trjo as da ociosldade, o ig-
norancia, que sao maieriaes pai.i serenapproveitados
polas inos dos ambiciosos, que iiun ensanguenlado a
face da Ierra, dltcudu obrar em nonio do puvo, a bem
do mesniu puvo. que o.io lie si II,io triste joglll'tc dos
soiis inaiores iniuigos o verdugos.
Ion i:He vi i Judo; lie assim un sino.
O Orador:Tuda isto he verdade; assiui ionio, que
qualquor remedio, agora aprosontado na discussao. no
pudeprrencbor o liiu, que devenios Icr em vista; con-
fio, porOlll, limito nos r-doros da assembla, CU nos da
ni Me i i. que lleve loiiiai' asi o nobre ouipeiilio
de salisfatl r a i lo ilctideralum, tlnitbruiinn verdaileira
mente honroso; porque supponho serem estas asvrr-
dodriras v las da nossa inissao, que outra no lie simio
11 licitar a pio\ i ocia, parrcc-iuc serrn oles os vil dado ros
linios; o ludo quinto islo mo fr, poder sor brilliaiilo;
mas nunca ser iiem til, iieni conveiiienle.
Sr. presidente, estas nimbas ideias io taiubeiii as
dliquolles, quetomiio sincero Inleresse pelo nosso boni-
OSUir, e pin isso, i l'eio, que igualmente ilosta assembla,
que i ,l.i pi ni liada dos senlinioiltos in.iis lisougoiros a
i il rcspoilo, i: pois que nao nosso cu dar o venladolro
remedio, coiiti ulo-iiie i (in laiioai iiio daquolles, de
qnc posso dispi iiaqccasio, h In esse o motivo, por
que, coucluiudn estas pequeas obserlacM, voto jola
emolida ollon oda polo uiru nobro amigo.
I.eni-- scgiuitcs euieiida Ao ai t. 0." t.'oill os
prol'iosoris de priiuciras loaras. Inclusive o que for oc-
, upar a ( i'i. ira, que por osla loi ficar erigida na povoa-
,., i il.i I i.iu.la-Grando, 31:250^000 rs. Xogurira /':
\o ai l. ''.' [ _'."- A'luolossnri de prillioirai letlias
da S (' Oliniia 00/ rs. que serao unidos ao ordenado
que actualmente vence. -- .Yi'i/iiriKi \ir.
Kilo apoi.idas, ( eulrao em discussao.
11 Sr. 'ii'/.'n; Sr. pie.dente, :< emenda que eu en-
\loi limosa, nao las in.iis, do que declarar supprimidn
unas oadeiras, que, segundo a declaracao da dlrrctorii
lo IvceO, n;io pudoni sil Ircqiientailas por iilimoio sul-
iieieule de .'.liiniuos : ipu rendo que o estipendio decre-
tado paia i >sas eadeia seja applioado II aquello pn
lossor que i ii Icciconar cid S. liento do Garanliuus ,
, ii Hilo sei, su a poTOaCi'lO mais vailtajosaineiltc pude ler nina escola ; nao tenlio as
precisas inlbrni.ieiu s. para sabor, se lio osle o lugar
indis puquio : coinlltdu, na lorceia discussao cu vcici.
m-pelas uiliuiuaeiii s que livor oblido, convini, que os-
sa cadeira ah *'\\i cicada ou nao: por emquanto nao
csiou para isso habilitado. Agora. Sr. presidente, quau
lo i emolida do nobre deputado, para que os parochos
se cnca icguem da nsii ucean, nao a julgo adulissivel
icio, porque o hoineni he pnrocho, sosegu, que est
habilitado para ensillar : nao be isso colisa tao lacil; di
iiiuis, os UOSSOS piolcssoros Uiio SilO tao luaos, como si
suppoe o que elles li/eui be nao i uiuprir com os sous
deveres; as hablitaces neeessarias para o magisterio
as tcpill lllllitOS I o para remediar o mal, que aponti'i
si'i ConlieCO un linio, que be una lei de iustriICCUO pu-
bllca, com o ostab leclinento de escolas noruiaes, c de-
niais accessorios indisponsaveis; di pois disto nos collie-
onde Fabio passeava com o chicote u.viuao, acoulando
aallahcrva, deque o inesino pateo flava obcio, oin
((llanto Pipo l.ucndo de osoiidoiro-mor, mas seiu se dar
.prossa, Un* preparava o cavallo ; pondo assiui em apuro
a paciencia il. s,'ii amo Digamos piiiciu cni sen lollvor,
quo cssa deinoiacra liiiiiianidade.
Ora ooni clleiln, dlxia elle, acariciando o animal,
so a colisa contina assilll, o pobre cavallo mo pido re-
ristir; ha lre> dias o tres imites ([lie viaja, sabe lieos a
(jilo puchar, c comeudo oque! Parece que \ senlioria
mo sabe O lilao: Oiiem Vaip/ano, v.ii sano,' queni vai
/ircln, luoire leto. U Sr. quer matar o son cavallo? Ks-
iii vendo que coula pr-lDC una perua de pao como ao
pobre Pipo, se Ihc ello licar manco''
Sa vulla desean.,ai a a sua volitado; vou d'.iqui a
doBS pateos.
SimSr., Manara ou Castolvetrano; chama a isto
dous pasaos?
Boje pagar a funefo com um pstelo aSclinonte.
Que vai Y. senlioria la/er a rssp COVI de ladroes
o do soipontos, em \fi de descansar tambeni? Veros
pilares dos Gigantes? V. no oscouhecc ja V. senlioria
''raucamente, que teni um inoiMio de pedias do tao In-
tercalante? Podras ha por toda a parte.
Com o pensaiiiouto oconp ida do perigoto encontr.
que havia lido na precedente imito, ao rollar de Casjel-
votrano, l'abio ia a .lelinonte, para esclarecer, a dos-
peitodi riscos e perigos, un iiiytterio que Ihepicava a
oiiriosidado, o no qnal o nonio do i arolina andan N-
volvldo. lan lim eslava o cavallo piompto, j.i olio tinlia
o p no estribo, quaudo una estrondosa lilcira, escol-
lada por nina coinpauhia do ttmfitri em grande unifor-
me, parou cni trente doporto infer lijado, que fcicha-
va, cm oulro telnpo, o pateo oxlorior do castillo
Groio. Doos me perdoe, oxclamou Pipo ai rmean-
do o boucl da cabera, que he a litoira da rainha.'
lu dos cainjiiori avanrou a galope, c porgiiiilou:
oinos o fi neto da inttrUCcSo, som o quo nao se far
iiisa alguina;reservemo-nos para entiTn,."nao desviemos
os parochos das obrigaedet Inherentes ao teu mi-
nisterio. ,
Lc-te a segiiinte emenda:
i. Oue o ordenado de Kl'iIflO rs. so faca extensivo s
profes'.oias de piiinoiras letir.is. -- l'ariira Nrrelo.
111' .qioi ida c en Ira cni discussao.
U Sr. Ferrt ira Harrcto : -- Por una ratita do giialda-
dade, propui es>a emenda: os prof. ssores, as horas
ig is. p.deni dar driles particulares; as Srat. nao po-
dan liei is^o. rentao, anda que lestio igual ordena-
do, senipio (leo do pelar condlcilo.
(I Sr. Taquti. Sr. presidente, ou votara pola emen-
da ilo Sr. ib pillado, que, ha pauco, Coi lula, so olla fosfi
rediffida de mitra forma, isto lio, so li/.osso com que o*
100/000 rs. fossoiu applicados para aluguel de casas; lu
justo islo, mas u.o como ordenado : qiiereudo o Sr. de-
pulado aiinuir aislo, votarei polos |i"i u (( res
l.e-sc a srgiiinte emenda :
Artigo 9. (nico addito-so sendo 100/0011 para
gialilicacao do abiguel de casa ;i prolessora da .(' doU-
liud.i, e aiigiiifulo-se oslaquana na verba.Tuques.
lh' apoi.ula o entra em discussao*.
Dopois de multo breves reflexdet he o artigo appro-
vadu. com a emenda do Sr laques, sondo regeitadas as
dcioais emendas.
Passa a ser discutido o ar!. 10.
O Sr. Miimitl Cavateami propde asupprestio do ar-
tigo.
" Sr. Taquet oppe-sc tuppresso com o fundainen-
lo (le que ja se liolia filo a jirimcira cucomiuouda dos
livrot paia osla biblioteca.
He a materia julgada disentida, c o artigo regeitado.
Arl. 11. Appi o\ado.
Alt. 11.
I.iciu-se as segllilltcs ciucndas :
" Ao arl. P2 *j I." Mippi iniao-se OS p.ilavras suppri-
mi/i/ii (i grnlifeaco '/'> < ii unjiio-mi' e augincnto-so aci-
la llarriu Catalcanti
Aoait. IS I. II. pois da palavra polica aecres-
ernte-se se conteiuplada a aratilieacao mental de lU/noo
rs. para aluguel de casas .ios olliciaes que doslicaroni
para as comarcas, o insta conloniiidade aiigiiieuto-se a
Cifra. turril* ('urulcauli.
Sao apoiadas o entran ein disoussao.
o Sr. Lope* iinmn -. Sr. presidente, cu, coherente
o.m os meusprincipios, voio. para que o clrtirgiao-mor
lenlia a gralilicacao, que o artigo manda supprimir|
porque rnleildo, que, ou so nao dovoiii croar einpro-
gos, on crcaiiilo-os, deve-se consrrvol-os; helttooque
leiu lito coiistanlciuoiitc a .issenilila goral ; nao ha ox-
emplti cm contrario: voto, pois, por osla emenda.econ-^
Ira a outra, porque esta envolre augmento de despoza,
o mullo mais, porque be despeta, que nao deve estar
cargo da assembla. lio objoclo, que perleiicc ao go-
ral; o eolio geral que pague. Voto pela priiuor.i oincii-
da, o coiilra a ..egiiuda
O Sr. I'rdro Alexandrino: Sr. presidente, a emenda
que enriel a mesa, para que so abono a gratilicaco
mental de 10/000 rs. BOS olliciaes, que hoiivcroiu de
deslaiar para as comarcas, me parece estar no caso de
pastar. Trarel o exemplo os cornos de prlmeira li-
nha, onde so abona a iiicsma gralilica-.au aos olliciaes,
que dostaeo.
O Sr. I.i'iIhk- .Mas uo tooni forragons.
0 Sr. I'nlrii Alexandrino:-- \ (orrngpiu lio dada ao
oll'n -ial de polica, para facilitar o snico do rondas, di-
ligencias para lora da ciliado, ele.
" Sr. I.iilm Os olliciaes do linha tamboni roudo.
O Sr. Pedro Alexandrino Roadlo a guamiefio, c os
de polica rondllo loda acidado. Mas, ditiaeu, quo nos
corpus. de linha abona-so a gialillcaco do !()# rs. aos of-
liciai s que destacad, mo estando iiiosuin considerados
tlcat (iciinislancias, e deveni percelier a inosina grati-
licaco. A sorto do olllci.il do polica, Sr. presidente,
be andar teilipre com a trouxa as costas; ello vivocni
Continua alternativa, da cidade para as comarcas, o des-
las para acidado. Olliciaes lia no corpo, que teoiu pel-
en ido ledas as enmarcas da provincia : ora, o o0ici.il,
que no opaco de um anuo, conla qualro destacamentos,
lio pude deixar de fiuer (lesprzas a que u;io pode oceor-
rer com o pequi no sold, e iiecessarlameiite lein do licar
iidvdiido; c ser, alcni do ludo, olirigado a alugar nina
casa para quarlcl do sua residencia, be multo penoso,
lio mais, o ollicial ma pido, quaudo destaca, entregar
a chave da casa em que habita na cidade, pornue elle
tcni, no lim dous, ou oais ine/cs.dc ser removido para
o corpo, e he nessa casa onde elle lein a Ma pouca ino-
bilii, (juca mi (leve deixar nos ai COI da i ibeira, quau-
do llOUver de destacar ; c por isso lein de pagar dnas
(asas, quaudo destacado, nao fallando na duplcala da
ilc-.pi ia, so o pobre ollicial he oiicrado de familia mall-
n. Onanlo a outra emenda, que tombeill euviel a me-
sa, nada mais accrcsccntarri ao quo acaba de proferir o
noble deputado, que tao indiciosamente a sustontou.
Voto pelas emendas, e espero, que passem com grande
uiaioria.
II Sr. Presidente d para ordein do da da scsso so-
giiiulc, parcccics adiados, 01 mesilla de boje, .c li'van-
la a scsso. 'Kro duas horas da larde.
CORREIO,
cosbesponoencu da ciadk r: pkovincia.
Kslao no niiiudii da lita, ou no mundo da praa, onde
so praia, praa, praia existo, o rola, v-so, o admira-so;
ostao no mundo da piaia os escrcvinhadorcs, ou para
me servir do termo que elles leeill adoptado, a canaula
rio i).-hopo! Fui ruquem lallel ho partido c'avaleantisia
no Diaria do 2 do malo : e esses pobrcsiulios nao me cu-
tendero coiladlnhoi.' Nao virao que do proposito piu
o termo em grifo ? Nao l.em esses asnos otseus peri-
dicos da corle .' nao vceiu qnecllci labe que lizero a
applicaco do termo .' 0CIII ou nial fola.qiie me Impor-
ta I l'crgiinlriii-no ausseus corifeos, e com ellos se avo-
nlio. O nosso partido mo unida do iiniuo, poique so Ule
ggrogo estes ou aqurllet; quem Ih'o quer mudar he
a praia; quo.o mude; que la/, o nonio de mu partido ?
lia nada mais ridculo do que un pedaoo de gome perdi-
lie aqtii que inora o eapito Fabio?
lie.! I in mesuro, responde.) osle se o procura,
est presente.
Pois sga-inc, que S, magostado Ihf quer fallar.
Multo descontente so havia l'abio despedido, como so
ho de recordar os Iritorcs, na sua ultima entrevista com
arainb.i; descontente aindamis do si iiiesmu do qm
di lia, e protestara mo mais rollar a Castolvetrano, a njk
ter chamado, e aluda assim quaudo rogado. Protesto
era este esulvido, di 'terminado, inabalavel; mas sus-
tenta lo-liia ello* las a questo. ionio a sua resol ucaio
ora do fresca dala, ninguem poda sabor qiianlo tempo
Ihc Murarla o ino humor; e elle mesmo o saberla? Ao
vera raiulia sua porta, houve nrllo lima rovoluro re-
pcnliiia; (oilas as olivos so cvaporario c cun rilas as
toas licllicosas rcsoliiooos; o o nosso capilo si-guio o
pampiero com einoco mal dbjfarcada al a litcira real.
Venho pagar-vos a vossa visita, disse-lhe Carolina
COIU mu sol riso capaz de desaliar urna Eiimoiiidc;
|ii reis ri cebejinc ? Ajiida-nic a descer, accrcscentou
ein esperar rosposta.
l'abio abri inmediatamente a porlinhola, c dco a
imio rainha, com grande detprater do oapiu d'ariuat,
i queni esta honra ora reservada, e qih- j se havia apea-
do, para e.v roer oV'U direito.
-- Capillo..... quero diter coronel, coutimioii Caro-
lina, eoiugraca encantadora, nao me havicit dito que o
vosso eassiuo era um castillo. Vamos, Sr. Siuerano, fa-
*el vossa soberana as honras da praca
I", assim fallando havia Carolina alravessado opaleo
da em ludo, se gente tirada da escoria de todos os parti-
dos, e de trnsfugas infames das bandelras mais dislinc-
las, arrogar-so a pomposo titulo (IoGiianue PAirriuo na-
eio.tsL ? K quem fia hl que o possa dosbaplisar A in-
famia, em nada a muda o titulo, quo em resultado nuil
oa mais ser adoptado por partido algum, que leiiha di-
reito a elle.
Julga-sc victoriosa a canalha do D.-iioro porque che-
ccr arena para salvar a minha honra e de incus cama-
radas anda falsamente deprimida.
Neg ao M\ Lint a siucoridade que no romeco de
sua correspondencia se arroga sobre a narracao do fe-
lo do Caxang ; porque he lora de toda a iluvula que
nada lein de sincero o leal aquello, que inventa os fados
e os publica com prejuitq do onlri io.
Diz este Sr. iiiiijuriii romo eu, lendn seiem-ia e at p;-o-
gou o vapor, que nao Ules Irotiee colisa de agrado, o cl-lnu de um neto, e eserercmlu-u p -o publico tU., espetar
la se nao rebollo, o iiem os assassiii.ilos so oxeciilio. Intronlrnr um adversario dio destituido de rousideraroo*, que
Ora, ah toeiii Viiics. urna justilicacilo.aquc nao ha nadalnme desmentil-u cruelmente e anda mais rlunuat-o calumnia.
|iie responder. O que os conten, rapazos (nao quero
aiais eiiipregar o tormo do pasquini-iimi' o qual Ule fat
.. nibrar' o nqiiiliuo, que,'despejado de mais de una
casa por falla de pagamento, di/.a ao visiuho, que lh''
perguntava |M>rquc so mudava : Bstet proprieta-
ios sao a canalha mais vil do inundo) : oque os con-
lein, rapa/os,ho o recelo da volts .' lirassoni-no. o voriao.
lodos esses sous proclainadores de assassinatos, (|iio-
rem-iios, dosejo-uos aidonteiiiento; mas qiioieni com-
'iieilil-os assim como quem mala poicos; no risco do
licar ella por olla, nao Ules agrada. A colisa loi aventa-
da, as camellas naturalmente bavlfio de sor tomadas,
oiiinpria subsiar a execiioo; e islo so fot.
Outra grande cii/iimiiin levaiilei eu banda praieira
com a historia do pasquin com leltra do saugue. Na ver
dado teill rato o cubo unir da praia, quando dizque lid-
ie ptidcni despejaros eiiorgiiiiionos ipico eneheni, quau
la infamia quejiao, o at Ihc conccdorci de barato as
mais balotadas de piiblicidado, etc. etc.; mas as razos,
que para desviar a minha denuncia irouec o cubo a luz
sio iiiesinodc cubo. Kilo entoiide, que como fez oppo-
sii,o, conspirando, anaicliisando, revollando, pregando
a separaco do imperio, a dettruifio da iiiouarchia, ele
ele. ueccssariaiiieute nos, passaudo para a opposljao
doviamos loinar-lbe o posto, scgulr-lhe os passos : en-
gao .' iiciii engao he; inalvadeza; assim como o nosso
partido su-.li nloii os iniuisle ios de sou circulo por mo-
do milito dlloronlc do que elle einproga, asshn lambem
a nossa opposicfio segu oulro li illio; e as brochas que
nos dcixa o ininislcro, cas infamias dille o do partido,
que o di fondo, {se he que o deende) nos lirario loda a ne-
eessidade do nos desviarinos da sonda legal, quaudo os
nossos principios isto se nao oppoiettCUl lao alta-
iuciiIc. .
Illas o pasqnim, eousa safada, he invenrao iniiiha,
porque sou o ca lacho, que foi da celebre columna, e re-
mechendo nos meus papis vclhos depare! com essa bel-
la inveiieao. Ora, te porque o Corrri'o pe tenceo co-
lumna devo sor o autor dossa doscoborla, com quanta
maior ratSo uo deve sor a praia autora da sua obra,
quaudo conla no numero dos sous mais alionados par-
tidistas o proprio autor dessa outra pasquinada. Pare-
ce-ine, que o.-,lou vendo o sen chele, f.izer-me o signal
significativodoacquescciicia.e se oi.-iioi'osabcquctoiiho
papis vclhos, devia sabor que cutre esses papis velhot
exisloui mullos que provo a niiiiha asserco, assim co-
mo provo que elle c todos os scus despcjaiiores nao tccni
vergoiiha noin 'sonso.
Oque levo dito he velho, he milito velho ; mas te-
nbo eousa nova, e I val. llonlcui passeava pela ra da
Praia o Ir. Cometa com o sou thapelinho histrico, c
arliagatado e a rebiniba ; e a pos dollc seguiido-lho,
ou adianto,para Ihc dar caiiiinho, valha a verdade, pas-
sava lambem una roehiiiiehiida peixeira do lalha ao
las e bai redomas fura : um caixririto Portugus ven-
do-a assim pastar, pergunlou para um sou visnho :O
fulano, quaudo viesto I da Ierra tra/ias assim o panno
largo.'/Vocea quo tal dissesles julgoii ofradequeo
gracejo era com elle, o tondo tetnprc, como lein, pre-
sento a ideia do sen oslado 0 ministerio, molleo a ben-
gala ou guarda-chuva na cabrea do rapaiito :Meri-
nlieiro, so livor o alrevinento de me diter gracas hei de
ari'obrnlal-o. Assim di/ia ello, c era capaz disso, que
a eouleuda era-llie toda favoravcl; mas o visiuho grita-
Iho : l) com esse moxo na cabera desses pa-
lito O fiado dritoii-lho o olhar do porro, que o
distingue, rosnoii, apalpou as mangas: porm soguio
a eaniiiihn.
P. S Nao sei anda de nojo como cont; acabo ago-
ra de presenciar urna jaointliada lo ridicula, quo me
naieco aludauSopoder acreditaros incut propriot olhos.
Eslava eu pairando uo adro da nialri-, quaudo nolei que
doiisprclos do cadoiriiilias com sous iinifornirs pardos
tratiao nos rhapoto topebratilelro,erl-me da lembran-
ea. I me nao Iciubrava cu dos pelos, (|uaiido*appa-
riceiii all dous representantes da diguidade da naco,
erao o Jacintho dos nonios e um facinoroso, o guarda-
costas do Yillcla, o saltfio sobre os negros, ai re bata-
llo s os chapeos, arraiieo os lacos, e o Jacintho excla-
ma uestes termos : Atrevidos, desav-rgonhados, pati-
fes, iiiliues, esclavos, |A-o\ocadoics, baronislas, uiari-
nheiros uaotabeui mais o que ho do inventar para
ridicularsar-iKS A' mis, do partido nacional, e
Oafio e 0 estado! e foi rasando tama asneira, cen tao
alia grita, que todo o mundo pos de bocea aborta O
espoleta grilava do sou lado, logo que o Jacintho para-
ra para soi ver o ranho :boje arranco al as peras dos
inaiores guabii us I.Vio ha iluvida disso eu commigo,
boje vai ludo raso felillliente lio tenlio pura, renjoadu
los despropsitos do matraca,
Ihos mais esta noticia.
vini para casa enviar-
Cori espondeiicias.
Sri. /eductores.Ku eslava convencido que, depois
da minha eorrospondeiieia inserida no Morid de l'er-
namluro do 7 (lo frrente, i ni resposla a do Sr Lilis df
;"> do mesmo, nao restava a esto Sr para salvar sua ro-
putacSo, senao declarar, que, illudidu O l'alsainciiti
inloi loado, linha rscriplo contra miiii C nii-us cainara-
das oque nao deven, e o que s<> pode grangrar a
odiosidade publica : embalado por estes nobles
seutiuieiitos, rsperava um tal destecho na coiitcu-
da a que lomos provocados, e que ora sustentamos
a lodo liante. A vista da nova correspondencia, re-
plicada, de sopliisnias o apoiada em falsos con uncu tai ios,
coiu que o Sr Hits torna a apparocer, vejo que.cnga-
uado na minha convieco, lorna-se-inc necessario dcs-
. rnr-riYrsrt ss'vria"- aaMBMMalPWIPaal
Pois temos um invalido! sustenta cercos o vosso
castello?
Etle honrado rapaz perdeo a peina no serviro de
V. magostade aillos do entrar no meu.
Km que oceasio.'
\a bal iili.i de Sarta Eufemia, rripondeo o pro-
piioPipo, confundindo-sc em corlo/.ias, quasi genu-
llcxocs ; e se algum petar me assisle he de nao haver
perdido a outra no servico d.- V. magostade.
Est bem, meu amigo, cu me leiubrarel de li em
oceasio oppoi nina. Que biimiliarao para miiii! conti-
nuot a rainha dirgindo-se a Fabio. Nao tenho poder
iiem de recompensar um soldado fordo no iueii;scr-
viyo.
IJina palavra de V. magostade he a mais preciosa
de ludas as recompensas.
Oh! I isso lie verdade, exclainoii Pipo arrebata-
do polo enthusiasmo. Seeu tivessedez pomas, todas de.
dara s> por ouvlt da bocea do S. magostado estas tres
palanas que Ihc ouvi.
Dito isto relirou-se, e fot a curte sua maiioira le-
vando estribarla O cavallo de son amo, que elle bem
va que nao poda cuidar em viageni quaudo recebia a
honrado nina visita da rainha. I. lauto maior diligencia
pot cm fator-llic esla lisonja em aeco, quaiito ella ia de
iccordo com B SUa sensibilidad!- natural, pcriuitlindo-
Ihc ci|cgar para amaugedoiira o sou protegido: o caval-
lo e a rainha corrio parelhas em seu coraeo; c desde
'uio i reseco sou amo na sua estima mais de vate co-
. vados.
ja berra te currara ao peto do seu rocagantfl vestidol Groio na verdade, pensou elle comsigo c como
I velludo negro. Pipo estupefacto havia-sc retirado um I mordido dp rrmorso, que eu algo mas vesos falto o res>
e rolara entro os dedos o sou bouct. Fabio fet- I icito ao capitn Ora pois, d'aqu em diaute hei de sei
iicuos familiar.
Pelo modo estaveis de viagem? disse Carolina a
rte sua prlmeira correspondencia, para convencer-nos
de ludo qiiaulo colilla nos avanrou Presonciou os
fados ? Teve inforniaros.....tai fuudaineutadas ? K
se as linha,porque as nao de<-larou e publicou Coujuuc-
lamentP com o libello InOunalorlo que contra mis ful-
niiiiou na sua prlmeira correspondencia ? Nao sabe o Sr.
Lins, quo nao se pi>dem denunciar ao publico lacios
como os que elle nos assaeou, sciuque-o denunciante
os aprsente revestido do toda alo, e couuneutados
com provas irrefragaveis ? Como quer, por lauto, que
ao mais levo assonio de sua voz iransmitlida ao publi-
co pelo orgo d'iiiu jornal, cllo.esquecido do sagrado
dever de jiilgar silencioso avistado piovas,aeiedito ludo
quanlo a nosso respeito Ihe donuiicio ? Como julgar-
ine inconsiderado c ousado, poique,possuido dos met-
mos prlnciplos.rechacei, por iiifin e meus cantaradas,
as falsas aecusarocs que se nos faziof
Postare! agora a refutar, com a inlelligoiicia que me
he propria, as obsorvacos com que o Sr. Lins preten-
de convencer o publico, lie falsa a arguiiicnlaco da
prlmeira parlo da prlmeira observarn; poique a bypo-
these nao he como n'ella so aprsenla, jiilgando-sc iu-
crivel que homeiis se aruiassein para espaiicar pessoas
que nada tinho lei lo ; quando ja so dava a ideia de
que uo eramos innocentes, pois pesavo sobre mis as
aecusarocs que depois reprodu-io pela imprenta o Sr.
Lins: quanlo asegunda parto, supponho que sueste
Sr., que com tamo albuco e desvelo lein lomado a
defensiva dos malvados que no Caxang atteiilavo con-
tra neis, julgava incrivel que a vista da tranqullidade e
socego que alli reina, c da pacilicacao em que Vlreill
sous habitantes, estos se arniasseni para espancar-nos :
he a |H iiiii ira pessoaaquem ouvimos tal eousa asseverar;
porque no publico (salvas as honrosas excepresj passa
como moeda crreme o contrario.
A segunda observaran, a julgo lo infundada como a
prlmeira, porque me persuado quo seu autor Ilude o
publico, aitcverando que no Caxang nao exisleui vinle
pessoas ; porque s nove das mais gradas, e por conse-
quencia das da primeira classo, aprsenla assiguadas na
sua correspondencia, que com elle fasciu o numero de
dea. Kquaiilas haver das outrat classos ein que se po-
de decompiir a soeiedade .' K quaiitos serio os estran-
geiros cuipregados cniobias publicas, mencionados na
primeira obserraco ? A' Vista disto, pciguolarei :Se-
r erivel que nao exislao no laxang vinle moradores?
litigo que o Sr Lins nao poder responder alliriualiva-
menle, salvo se me convencer que todos sao pessoas da
primeira classo, e que nao existeui os estraugoiros que
elle menciona: jiela minha parlo coiiscioucinsauciiie
Ihe assegiiro que, descaloos, domiciliados uti u?0 no lu-
gar, vi ou lalvet vinle, ou mais, durante o passoiu que
lis nos ai i (clines da ponto, quaudo alli estive com meus
eamaradas.
Dit o Sr, Lins na trreeira obso vacilo, quo, alm da
seu testetnuuha (que para iiiiui e meus eamaradas nao
lein le alguiua), lein o de ligninas pessoas quo virio o
suceesso, e que o allii'iuo tal quid o iiarrou ; islo na roa-
lidade he una coincidencia adiuiravel ; mas porgo ma-
rrillos; que vlrto estas pessoas? Concedo quo vissem
(cas tal acontecetse) os iconos que Atemos s seiihoras;
porm he n.un. abusar da nossa paciencia, o asseverar
que nos virio escrevore piular obscenidades as paredes
da casa que cobre o poco d'agoa forrea, poiqiianlo,quan-
do nella entramos e escreveiuos os nossos nomes, nao li-
nha ninguem dentro, nein na porta, orn prximo delta
por contequencia he falso o tetieuiunlio du Sr. Los o das
pessoas que assevero ter-nos visto escrever taes obsce-
nidades, iiiesinn quaudo, depois da nossa sabida, as pare-
des da casa so achassem cuberas (lillas; poique, ollerc-
cendo, como todos sabein, a casa d'agoa terrea IngrrsiO
fiaueo i lodo o mundo, pollera acontecer (pie, Hilos ou
depois da nossa oslada nella, algiieni entraste o piulaste
as obscenidades; o d'aqui qualquer pessoa que no fuste
milito dosalloela, o que milito mu jui/o lizesse do nossa
educarn e principios nioracs, apenas poderla apparen-
teini nie conerber tuapeitas (mais unuca colhrr ptfovat),
do serinos os autores de taes inmoralidades; c estas
iiiesmas suspeitas nao pdem fater prova. -dique no ca-
so cm questo sii com iiianilista injiistica podio recu-
dir sobro nos: quanlo as outras cousas que Atemos e
que nao dever,linos fater, j o Sr. Lins as deuiinciou ao
publico, na sua pi inicua correspondencia, ((aclarando
que ero laes. que a decencia mandara calar : admira
qoe, quaudo posa sobre esto Sr. urna aceus.ic.ao como a
que llio Atemos na nossa correspondencia, c ijiiaiido
tanta neeessidade tem de provas para juitiAcar-se, nao
declarasse ao publico que cousas erao estas; porque,
sendo ellas taes, como elle aprsenla servirn para cor-
robrar suas falsas assercoes o com mais facilidade des-
coiiceitiiar-nos aos olhos do publico; pois parece que he
esta a pura iiitonco do fi-.. Lins: supponho, avistado
que delta dito sobre a tercoira obtrrvacio dente r.,que
nada tem elle provado do ludo quanlo n'ella assevero.
Elltende ello nao ser inislcr o oxauo lias obscenida-
des que devein i star lias paredi s, para o qual ipelloi na
inhiba correspondencia, a lim de eoiiheccr-se a verda-
de; porque esta ludo piovado a vista do attoslado que
vein transcripto abaixo da Sita correspondencia: eu en-
tendo o contrario, porque so por inrio de um exame c
de minuciosa combinacu de leltras e liaros nao se po-
der averiguar a verdade, menos se poder conseguir pe-
lo seu all si.iiln porque para o destruir nada me seria
mais fcil do que oncbor urna resina de papel de assig-
iialuras, assrverando que cu e meus eamaradas somos
ncapazes de platicar laes desalios. Jio lie siilliconlc
para compruvar publicamente lacios, que prejudicio a
honra allicia, ajirescnlar atlestados com simples assig-
naluras, c quem os aprsenla declarando que ellas sao
-tonco
Ihc signal de api'uximar-sc
Seiihora, disso elle, relribiiindo o gracejo da rai
ha
Nao, srnhor.1, respoudeo resoluto.
Dizes esse nao rom um toin quas aggressivo.
Para ser sincero devo confessar. que nao eonlava
I ir por algum lempo.
Ento porque.
Porque.......
Porque sois urna cabera de avol", disse (.'arolina
lian mlo-llie ligeirameutP na face, masru relbiin.ircl a
vossa rducacio. DilteSte-me pois onde nao lela, mas nao
cuide iris.
Eu sabia por sabir; enldo-me Pin cata; dara
um pstelo polos airodores por me dislraliir, a dlreila
ou esqiierda, jior onde quer que o cavallo me levaste;
lalvet a Sclinonlc ; depois do que voltaria a casa, para
aqu me encontrar com o meu eufadainento,
Ah '. viis ieis Si iiioule, diz Carolina, pregando
'in Fabio olhos cholos ao niesino tempo do tolllciludc e
de suspeila. K nao seria niollior ir i outra parle ?
Porque ra i\\ a outra parto, e uno la p
Porque esse lugar nao be seguro, respoudeo olla
com franqueza; alli achu-se agora tropas milito nial dis-
ciplinadas, mas limito Otis aos nossos designios. Guar-
dai para oulro dia o irruios juntos, o eu vos apreseuta-
rei aos meus Calabrotes. Agora que tenho visto o vosso
castello pelo exterior, contlnuou ella mudando decon-
versaciio, visitemos o interior... Yiis hesitis ? .. He a
iiiiiii ou a volque recejiscomproim tter ?
Hesito com ell'ciio, mas pelo respeito humano:
nao tenho teoO nina E.....ara, o que cunara ? Nao alli
nein una eadcua capaz que oliercca a V. mageslITdc.
Com tanto que baja onde me sent...
.Vunia cadeira de palha, senhora, que vrrgonha !
Has eiulim, contiiiuou vrnceudo o seu acaiihameiilo c
lomando o seu partido com valor, pois que V. magostado
ni ligas diste pateo e as fondas dostas paredes o
ja vi as -
una, permuta \. magostade ao seu humilde vatsallo, I Pablo. O vosso cavallo esla sellado. Ieis a Castelvc-lque me cabo he fater de boni grado o sacrlicio metro
que Ihe aprsenle a guarnicio. J ,rano? | Espero nao decahir com isto na estima de V. magcslade.


de pessoas palf le familia, propicanos, ote; porque lia
nimios pas de- familia o propietarios malvado*, emui-
ts individuos quedebaixo da capa da houesUdade sio
mu refinados velhacos, clmenos e Uwres: he niisler.
para que loes allcstados tenhao a divida Ico increciiu, n-
!,,, esclarecer ao publicoeaaquellcs a quem elle* prc-
iudicao, I. idoneidad, de Mu signatarios ; uo dando-
c eu rcu.nstaucia uo que aprsenla o r. Llus. e nao
comi.cn lo. u o* moradores doLaaauga fs.....oOeudei
as s
que
susceptibilidades du* que assiguarao'.tolereoSr. Un
....eeuuvidedc sua impoi tai.cia; mxime quaudo niii-
iueill m. Ilior do que lie conlieee as rclacoes de Iratei-
lial ainis.iile c..... que lem com os senliores Joaquim llo-
liuodo llego, JoaoGualbcilo e Antonio Alves da Fonse-
c.i Jnior. .
Agradece, porem despiezo a excepcao que o Sr. Lina
faz de inin entre uieus cantaradas, julgando-me o ni-
co que uo loinnu parte as obsc ni.lad s ; se me quer
ulisequi.il .considei. e coiiveiiva-se, que, quaudo loui.i a iniciativa para re-
pi unir suas ulicusas, mi l'oi movido por espirito de ca-
uiaradagem, nwiide Corporaco, inais sini para jusiil-
cor-iius para com o publico e confundir uosso detractar.
Ku poileiia api.sentar eiu uossa drfeza umitas clr-
ciiuislancias com asquacs me persuado nos justificarla
inos ; porin coiitcnto-nic simiente eom destruir os fal-
sos argumento* do ar. .ins, delxando o mal* para o pu-
lilico juigar, que, conscieneioso e recto, nos far justica.
Son senliores redactorcs.tc. Ocapitio teuenlc da armada
iVeri:i lYriaiohuco, 15 de maio de 185.
Senhorcs Kcdarturcs. Uavendo bastantes anuos, que
padeca le callos, e baldados imitinieraveis remedios,
que por varias veces Ibes appllqucl, eslava de animo as-
sent a resignar me ni ni. u nial inciiravcl, quando qul>
a Providencia, que aqu apoitasse o Sr. Dr. Len, que
se aiiuuueiuu como sabeudo tirar callos. Coulesso iu-
gCUUaiuentC, que,prevenido contra varios cstiaug iros,
e escarmentado de muitusque nos teeui viudo impiigii
gato por Ubre, ueiiliuiu endito dava a csses cariases,
poildo-01 no roldas inuitas logracoes desse genero, que
por aqu se nos teem pregado, tomo, poiiu, ouvlsse a
pessoas, i un i respeitaveis c verdicas, gabaracura do Sr.
Dr. Lcon, desciilionhei-inc do meii proposito, c qoiz
ver se sarava dos callos, que niio sao de pequeo incoiu-
inodo. Com ctl'cito, o Sr. Dr. Lcon rxtraliio-me tres eal-
los com una preste/a, c pericia, que me admlrrao, c
scni que cu sollressc a menor SeilMCao dolorosa. No
luesuio dia da operaran, que cliamarei siiininarissun.i,
calce! botn, que ja linlia como aposentados por me
molestaren! os p, Mili para a ra, e andel drsrmprca-
dameute, como se nunca Uvera callo* I
Louvores, pois, sejo dados ao Sr. Dr. Lcon por csse
nao pequciio beneficio, que tos velo Ira1 r: e prasa ao
eco, que sempre nos vcnliao da Europa bonicos to
prestrnosos, como o Sr. Dr. Len. Son, senliores re-
dactores.- O padre Miguel do Sacramento Lopes (ama.
Pblcago a pedido.
Janiiario Alexandrino da Uva (tabello faneca, pro-
textor de desenlio do lycco, cun.piiudo-lhc defi-nder-sr
da injusta arguico, qUC sollieo do Sr. director do lycco
na asscnibla provincial, a cerca doqtiadro da ustriic-
ro publica inserido ueste Mari, e mi qurrendo me-
noscabar a reputaran do Sr. director a queiu coDMgra
aniUode, grado, e rcspelto, se tatiafai Mnente em
apreteutar ao publico o seguiute documento, para
que csse llie laca a justica devida c certifica, que o
quadroeui qursloellc (lio vio j publicado, nao leu-
do elle faltado a neiibiima das reunies dos professoirs,
e que no lyco nunca bouve director interino srnao a-
gora,depoi*que o actual esteve ocenpado na asscni-
bla provincial.
ii Uavendo tomado assrnto na asscnibla legislativa
provincial o director do lyco Francisco l'crreira //are-
lo, c acliando-se inipossibilitado de exereer aqu lie
einprego oseu iininedialo o padre Jos Mariulio la Uo
Padillia, professor de rlielorica; o presidente da pro-
vincia,em virtiule do artigo 2. das InstrUCCOCS regula-
mentares de 25 de OUtUbro de 1811?, lia por beni Hornear
a Jaiiuarlo Alrxaiidiino da Silva Rabrllo Caneca, proles-
sor d'iila de desenlio, como inais autigo, para exereer
aqnelle einprego Ue director, em quaoto durar o Impe-
dimento (lo actual. Palacio de Peruumbueo, em 5 de
marco de l8t.--Tno Xavier Oarriadc ttwida,*
Jos .loaipiiin dos liis, recen teniente i llegado de
Pi rnaiiiburo onde era vlee-COIIsUl de Portugal, que-
ri-udo agora lixar a sua residencia em Lisboa, l'a'-si--
Me ucressario alterar sua assigiiatura para evitar equi-
voco* eom sen primo, de igual iioiue, que lie director
da conipanhia dos vapores de Tejo e Sallo : einra/iodo
qite, assignar-se-lia d'ora em .liante Joi Jouquim l'c-
reira do /ins. seiu que todava osle accrcsciino de ap-
pellidu altere as obligantes e contratos anteriores que
al agora tein celebrado sob aquella sua priiueia assig-
natiira.
Assucar. --lieprocurado, a 1/150 n. por arroba sobre o
ferro encaixado. c de 'IfWO a 2r7"nl I, lo
blanco einbarricado, e de %fW\ a 3^700 rs. lo
ensacado, sendo as entradas dlinlllllUl*.
Couros salgados. ~ Sao olferecidos a LIO rs. a libra, IU1-
veudo poneos compradores.
Alpista. \eudeo-se a KiUUU rs a barrica.
A/.ete doce. dem de l/'JOO a 1/XiO rs. o galao.
acalbo. O deposito est redolido a 1:700 barricas,
que. continan a retalhar-se pelos piceos g u-
teriores; porciu existe na barra un carrega-
ncnto.
Batatas. ~ \ cuderao-se a 1/200 rs. a arroba.
Carne secca. dem de 3/IMI0 a ;i/300 rs. a do Blo Gran-
de, e de 2*:H) a 3/300 rs. a de Bueno* Aj n
exisliudo lio mercado 17:000 arrobas, inclusi-
ve un carrejtamento entrado do ultimo pono
Kslaulio. dem de 500 a 540 rs a libra.
barbilla de trigo. O deposito em priniera mao nao ex-
cede de 2:800 barricas, e 1:800 as dos espe-
culadores, sendo as vendas (limiuuiav
Dita de mandioca. ~ Contina com grande a^1-.....as
vai sendo supprida com varias enflrauas, clie-
gailde boje una barca do Rio com cerca di
2.000 MCCBI, c as vendas de S#300 a (,000 r.
a sacra.
Keijao. Vendeo-se a M.tfllOO a dita.
Louea inglesa. -- Idein a 215 por rento de premio sobre
a factura.
Hanleiga. Cbegrao do Liverpool 150 barris, que
BXlStem riU ser, C do Havre setecentos e tantos
bai ris, que forao vendidos de 510 a 530 rs a
libra.
Entraran H embareaces, e saliiriio II ; existem no
porto 4, sendo 2 amei icauas, 28 brasil, iras, .'1 franccias,
1 hespanhpla, 5 Inglesas. > portugueM, 2 sardas c i
sueca.
IMPDIifACAO.
Slficarl, brigue ingle, viudo de Liverp,.ol, entrado
no crlenle me, consignado a Deanc luuluDcC. uta-
iiil'rstoii o seguiute:
5 caixas fasendas de algodao, 54 fardos ditas ditas,
2 caixas ditas de La, 50 barras de ferro ; a Deanc i otile
ii C.
30 caixas e 10 fardos fasendas de algodao, 1 caxa c
5 lardos faieudas de liulio, 2 ditos ditas e La ; alie.
Calmout&C .
77 barris errveja, 1 quarlola ago'ardcnte, 2 caixas
cb, 1 barril ago'ardcnte, 45 pecas cabo de Cairo ; a
Kislier.
2 caixas fasendas de algodao, 10 Tardos ditas de li-
nlio, 110 barris manteiga, 120 chapas parafogfio, 10
barricas ferragens, 3 ditas mangas de vidro ; a Jolinston
Pater S C.
1 caxa duenda de seda, 12 barris ferragens, l'J ca-
xas fasendas de algodao, 8 fardos dita de Lia, 1 caxa di-
la de liulio, .1 caixa fenageiii a Gco Kcnivoitli;
6 C.
2 caixas fazrndas de algodao, 1 fardo dita dito, 1 cai-
xa pcrteiices para escriploro ; a .1. J. Mouleiio,
3 barris tintas; aSaissrt&C.
1 cinbriillio livrqs ; a G. Patclirtt.
2 caixas c2 fardos fazendas de algodao i a J. Keller.
2 fardos barbante, 1 dlo esleirs ; a C. Starr &G.
05 gigos loma, I monillo para caf, 15 fardos f.ueii-
das de algodao ; a .1. Grablree & C.
3 caixas fasendas algodao, 1 dita botes ; a H. Itojle
3 caixas c 2 raidos fasendas de algodao, / lardos e
5 caixas ditas de Hubo ; a Jones Paln 8t C
50 barris inanlega ; a Diogo I ocksbotl & C.
8 caixas drogas, 213 bar is limas, 2 dilos sal epson,
2 caixas ferragens, 1 barrica estanbo ; .a C. Kruger.
1 caixa drogas ; a \V eiicb I/raro st C.
22 fardos c II caixas faieudas de algodao ; a RusseH
lellorsttC.
3 caixas faieudas de algodao, a llosas i/raga & C.
50 barris chumbo de muirn, 1 caixa iniuilcvas ;
a N. O. Ilieber S U
1 caixa balsamo a t. T. Snow.
1 fardo fasendas de Ia, 1 caxa dita de 19a c seda,
(i barris pregos ; aJ. F. P. Vianna.
1 caixa luvas de algodiio e seda, 1 dita meias, 1 dita
iniudesa*, 2 fardos faieudas de Lia ; a Latlliam t C,
21 caixas fasendas de algodo, I dita iniudeas j a
Adamsou Uowle & C.
7 caixas e 2 lardos fasendas de algodao ; a Kidgcwav
2 caixas iniudeas, 10 barras d'aco, 2 ps de Ierro,
I) lautemaSi 78 presuntos, (Kj queijos, 50 gigos batatas,
I einbiiilho vassiiras, I fardo bous, 1 bar ica sal refi-
nado, 1 dita lijlos, & dita* conservas, 1 fardo roupa,
4 caixas conservas, 5 (litas Ins. cintos, 12 (huas de ben-
galas, I eiiibrulholivros, I caixa ferragens, 2 barricas
carnes, I dita linguas, 18 inonhos para cafe, 15 pecas
de cabo, 2 glosas de pbosforos, I einbrulho lio, 1 cai-
xa Ignora-se, 2 cestos amostras; a ordein.
Hoiuentu l'orlo.
em CQIIiprlmento da ordein do tribunal do tliesouio pu-
blico nacional dr -1 de abril prximo pastado, manda
lser publico, que se vai concluir siibstiluicao das no
tai (' 5^000 rs. da 2." estampa, dando-se valor igual al.
0 de llOVenibro do correte auno, e dahf por (liante eom
deseontos progressivos de 10 por culo em cada luc
na furnia do regiment de 4 de noveinliij de 1835. Se-
cretarla da tlusouraria de Pernaiiilnico '.I de maio de
1845. O ultici.il inaior interino,
Ignacio dos Snnloi 4a fonicea. 11
Ue-, laracoes.
1~ O arsenal de guerra compra leinoes de cobre pe-
queos, C piala lina, para sida : queiii taes gneros
tiver, ayarsenle suas prnpustas, em carta fechada, aleo
dia 24 dW-oirente, insta directora. 4
Existem nesta aduiinlsiraco do crrelo, Jomac il
Commircio, pertencentet ao mes de abril, viudos pelo
paquete Ingle?, sem lotulo : queui for seus donos,quel-
liio comparecer,
U jui'. de direito do civel desta cid.ide, e sen ler-
nio, Jos Tilomas Kabuco d'Araujo Jnior, eniroii hoje
cus exercicio da sua vara.
3=0 administrador da mesa Ue reeebedoria de ren-
das cernes internas las saber aqUCn convier que o
nici de uulio prximo futuro he o marcado para se
proceder nova matricula dos escravos coiilornie deter
mina o artigo 7." do regiil.iuiento de II de abril d.
1812, e por isso todas as pissoas moradoras nos tres
bailaos desta cidade e na povoacao dos Afog.idos que
possiicui esclavos develan em dito pialo api escolar
duas relaro. s por ellas assignadas, coiileudo a ra, nu-
inero de casa, non,es, idades, n.miialidadcs, qualida-
des e OCCUpOCI s dos esclavos, sob pena de 10? a 30/r.
por cada un, que delxareui de matricular, ou que oc
rultareui aquellas circumltanela* exigidas, e ua multa
de 30/rs por cada escr.no que perteneer .i p.ssoa mo-
radora fura daquelle limite e que etliverem alugados
ou em adlllluiltraco nesta cidade, como declara os
ligos 23 e 24 do citado n gulanieiilo.
H< cebedoria 15 de maio de MXFrancisca Xavier
Cavalcanli ile Albutjutique. (JO
Avisus martimos.

MftJE 0.
Alfandega.
Rilidiinento do dia I"
h'scarreqa hoje 18.
Ha rea fralieeia'/.liamercaduras,
brigue 7,iiiim;i/i'iiitc--idciu.
BrlgUl Slururlidein.
4:847/002
1 A bareara Flor rfn tecife, fundiada defronte do
raes da alfandega, anda recebealguinacarga para Ma-
eei.i. e llo de S. l-'ranciseo, at terca feira ao meio dia :
i tratar eom o uiesire, i bordo, ou eom .M uioel Jos1
Goncalve* /'raga, junio aoareo de Santo Antonio. 5
1 Prrtendc-so fretor um barco de peuueno lote,
para ir ao Par : A rjueiii convier este negocio, dlrljo-sr
i casa dos Sis .1. Mler S ('..", ra da Crus II. 18, onde
se dir COIll queiu se trata. i
5=- Para o Hlo de Janeiro pretende seguir obrigui
Principe Augusto, capitfio Jo* Aire* Carnelro: quemno
niesino quiser carregar, pode dirgir-se aos consignata-
rios Aiiioriiu lrmaos, ra da l'adeia n. 45. (4
3= Para o llo Grande do Sul segu, em pouros dias,
o brigue Mentor, capitaq Joaqnim Francisco da Silva,
lem bous commodos para passageiros, assni como pa-
ra escravos: queill pretender pode entenderse COIll A-
uiuiim Iriuaos, ruada I adeia u. 45. 'J>
2 Piiao Ariic-iy pwl>ndetablf st o dia 20 do
orretite o hialo Nuva Ulinda pregado e finado d>
.-obre j rom a mslor pstlo do csiregumenlo : quem
anda pretender cerirgsr, podei enleoder-se com An-
tniiio Kurtmiii-s Lima, na pistado Cnnunerclo, ou
na ra da Cadeia Velba n 1, priineim andsr. I>
'2 P*ra o A-su etli a subir em poueos das o brigue
escuoa uaclonul llenriquela : quem no mrsaio qui carreitar.ou ir do ptttagem p' o que teto excellenlis
commodos, dirija se au capitao a bordo, ou a Notaes \
.ompaiihia na la do Trapiche n, 3i segundo ao
dsr. 6
2 0 inicuo y S. da WoaViagem rnuir para a el
do.le do Pullo Impretmseln tule no u 4 de J juliu I. :
para pequeo refto de sua caig o patsagelro*, Itala-
e com Francisco Al*esoa Cunhs na ra do Vigario
II iiriuieim andar op cure O capillo na ptae*. 5
saasiBi
PIUCA DO RECIPE, 17 DE MAIO DE 1845.
REVISTA SEMANAL.
( suiliios. As IransaccAe* para o paquete ingle/, sabi-
do h.mi, ni para Kaliiioulh, forao de cerca de
vinlc mil libras esterlinas a 25 I|2d. por mil
ris.
Algodao.__Coiilinufio peqtienas as entradas, e as ven-
das a 441M) rs. do de priineia sorte, c 4/100
rs. do le segunda.
^tmmmam^tJ^ee^bi^m>t^m-sjern-. itti,v-'nmt
Pensis tratar com ama burguesa que se leva pe-
las lentiioulas e farfalhadas. One me impoi to as racha-
duras das paredes da vossa casa, e as vossas cadeiras de
palha? ftlpponde* que vejo laso? A pa rogativa dos
principes lie descer ao fundo das colisas seui alteiuler s
apparencias, e estimar os hoinens por amor delira mea-
mos, independenle da moda c das cieuinslaucias. Eu-
tremos.
Trepou ella a custo, anda que encostada ao braco dr
Kaliio, a cscada"nial sigiira.ijue dava ua fallada cmara,e
entrn sem dar niostras de reparar na desorden! militar
que all reinara, Soire o lello lala una vcetea de caca
ao lado de una farda, o hornal sobre una cadeira, so-
bre oulra as polainas, a mesa eslava atulhaiia de papiis
e de eartas.de polvarnhos, de cliiinibo de toda agros-
siira, de pistolas, e al de velhas gan-las, rolas, que inais
servaode buelia do que de le tura; ludo confundido e
semeado de alguns raros liyros i oberlos de |t, que ha
inulo lempo nao linli sido abertos.
__ Senlioiii, di Fabio apreseiilaudo mil cadeira a Ca-
rolina, V. uiageslade eslava prevenida, beni ve que ella
he de palha.
__ Kra de tela, que me ru nao srntava inais do
que nesta, respondeo ellachegando-M para a j.uiel-
la ; quero antes guiar desta bella vista. E nao he admi-
ravel .' ,
Ao menos compense o exterior o que falta ca por
dentro.
Davoasjanrllasduquai'to JeFabio para olaranjal,
que visto do alio desenrolava ionio um mar odoriU-ro
cujas ondas de esplendido verde relu'iao aos ralos do sol;
alguns aprestes misturados com pinlieiros erguiao aqu,
all as melanclicas e sombras cabecas, Do lado do mar
d'Africa, o liiirioute era sem limites e a lilil* azul das
ondas se confunda coiii a liiibaa'iil do co. Da parle de
' trra era a perspectiva agreste e severa : os montes Chro-
nios, hoje Jlonte-Guniinari, habitados pelo grande ar-
.\avins entrados no dia 17.
lUo de Janeiro; 10 dias, barca brasileira rVawstfflllo Fc-
liz, de305 toneladas, capito Antonio Silveia .Maciel,
equipageni 18, carga fariiiha de mandioca e inais g-
neros ; a ordem.
Terra Nova; 41 dias, brigue Ingles Viola, de 130 tonela-
das, capitn Alien Good, cquipagein 10, carga baca
Ihu ; a ordem.
Navios tullidos no tnrsmo dia.
S. Malheus ; sumaca brasileira Rolarlo to .loaquim Jos l-'errrir.i, carga lastro.
Porto; brigue portugus l'rimaiera, capitao Jos Carlos
Ferrcra Soares, carga assucar e inaii gneros,
Trieste; brigue Tomasina capilao Joo Ga.gino, carga
assucar.
Edilal.
4-. O lllin. Si. inspector da Ihcsourara da fazenda,
Le .loes.
I-- lua inolber de bons costumes, se oflereee para
ama i' i.isi de hoiurinsoltriro,ou de pouca familia, a
qu.il sabe coilnhar, eengommar: quem a pretender,
dii ija-sc ra das Cruzes ii. "28 terceiro and ir. 4
Roga-sc ao Sr. que no dia 12 do coi rente mes,
alugou um cavallo, que baja de leval-o qtiando n8o o
fu i. vera oseu lime por extenso nesta folba, tomau-
do-se todas as medidas polli i u f para sua captura.
Os nbaixo assgin1! rm sclente ao respella-
vel publico, e milito pii.i, ...ote asi'iiii.ua Mara
Roso do Carino, que nlugarai a Inja do sobrado da
roa Dirria n. O, ao Sr. Basilio Alves de Miranda va-
reiao, no dia 12 de marco do coi rente anuo, arasoac
10/000 rs. uiensaes, pagos tres meses adianlados, cujo
teill vciiciiiiento em junlii do crlente anuo.
fairo i Marido.
Em contrariar ao annuncio de 1(1 do crreme, do
Sr. //einardiii Francisco Asevedo Campos, acercado
urna arina\aoda luja da piara da liidependei
que suu proprieiorlo, .i qual arinafo diz
he
SOOsOOO rs. a premio, por esparo de
. guian., i (i escravos bous, e pe-
s.-i nela llrmesa des
4
charein vcncl-
visto nao ler
__No da qiiarta-l'.-ia, 21 do coi rente, llavera leilao
de cevadiiilia, no ariii.weiu de Francisco Dias l-errera.
i 0 conclu t'liveiia ciintliiuai 0 seu leil (le
inobilis nova viuda do Porto e rvcenlemenle despa-
chada n'eila allandriia coiibislindo em cadeiras ca-
naps de jai arerida e de oleo bsnCSS dejogo ditas d
nielo de sala cotiitimda* marquetas ifC. terca fci
ra 50 do crtenle, SS 10 hoSI da nianhaa ns rasa
do Eitn Senador UsOucl de Ci'rvalho, na rus do Amo
iin. *
2_ 0 corrclor Oliveira lar leilao de um grande t
variado sortitncntu de l.iendos de ludas as qualidades
epor lodo o preco par liquidsco quarl.i feira, 21 do
crrente, as ti) huas da irianliJ no pruiieiro amlai
d lu rusa na run fia Cc\-in ____________S
Visos diversos.
O t LAMOB PIIi.LIi.0.
Sabio luz e aeha-se venda o n. II na liviana da pla-
ca da Independencia us. Be S.
LOTERA DO GL'ADELUPE.
Como finalmente acabassede correr lotera de Nos-
sa Seuhora do Mvrameiito, concia agora adeGuadelu-
pe, eiijos liille tes eoiiliiimio a estar a venda as lujas
ailllUllUiadaS, e na luja do Sr. Jos de Menrses Jnior,
ra du Colleglo.
1 Francisco de Amoriiu Lima, pretende vender o
sen sobrado da i ua do I aldeireiro u. 12: a pessoa, que
se juigar com direlo no dito sobrado, publique por esta
folia. *
o inesnio Sr. ,
de si u irniao. c lem passado p'or alllguel devo de-
clarar, que en n.io lis contracto algUIII de alllguel da lo-
j.i, antes a conipre a i eurio Diogo de Faria. sem 000-
d.ao alguiua.
' I O Sr. que he aixeiro na i ua da Madre de Dcos,
mi viudo ajuitar cuntas, no praso deoito dias, com
Victorino f. ivir I cite, se publica o seu noinc por
extenso. '
I O cogai-ado llieililici, que enslilina a tirar ilo sru
lugar, o.pie n.io llie pe tence, e he moradoraio aterro
da Ba i-\ Isla pede-*e.lhe, que mande OU leve a arara.
ipii' lirn na ra da Rodn n. 25, uo praso de 3 dia, se-
IIIIO ver o seu iioiiie no Ufarlo, e se proceder com todo
o rigor da le, po* deve conbecer,. que he eaixeiro. i>
f l'relend.-se comprar a casa n 53, sil i na ra do
Padre I ''loria.....i pe lene, ule a Sra. Francisca l-ab.l Ce-
/.iri.i : se b.iiive alglltua pe*Ma, que por qualipier litu-
o pnss.i einbarava su i venda, nunlliit ie por I
3 Preesi-se de
8 ni./ s, dainln-se por ..
Boa idnea, que se icspousabilisa pela brnieza desti
trato : quem convier anniiiu ie pira ser procurado. 1
J-- Preeisa-se de um menino p.mugn./. que saib.i
ler, para estar em nina renda, distante da piara nici.-i
legoa : quem esliver lias eiiciimslaiicias, dirjase a ra
do \ igaio, armasoin de assucar II. 22.
3 t abaixo a*lgnado avisa seus devedore, que
ii entregar as contas de seus dbitos, dos que i.
emitas de linos, e as letlras dos que
.Ias, a seu procurador, para os rxecular
sido possivel .pieieieiu pagar por lucios paninos; e pu-
raque iienhuiii se chame a ignorancia, la o presente,
qui'serti publicado por 3 dias. Manoe! omet I tegat. /
'!-- Aluga-se .....a casa terrea, com boa perspectiva,
a na na da Gloria n. Sf, eom os coinuiodos seguiu-
lio.i sal i .1. -Ir. ule, una alenva. doiis coiredores,
don* quinos e sala de (letra', COsinba lora, cacimba
pi i linente s.i a casa, bom (piinlal, com sabid.1 para o
icougue, e por preco de 10/ rs. : tratar na ra \ elha
n. 110. .
3 Aluga-se un sobrado de um andar, com Inja por
baixo, e com mullo bous commodo*, no piincquo do
aterro do Alegado, defronte do vivelro do Munu, n.
JO: quem o pretender, dirija-se ii ra do I.ivianien-
to, Inja de faieudas n. *, que l achara com quem
Halar. "
2 Jos Domingos Perelra de Mallos, residente na
Haba, e nesta eoiibeeido ionio negociante daquella jira-
\a, declara ao publico desta cidade, que nunca leve
transacciio c mu cuntas com Manoel de Frenas Guiua-
res, como elle aqu diz e iiiostra urna lettra de treacn-
tos mil i.-is do abaixo asslgnado que diz o inesmo ser-
me devedor, cuja lettra he ntei.iiiienle lalsa, de cuja
o abaixo assign.ido protesta proceder judicialmente con
Ira quem a tiver negociado ou a tenba einseii poder.
labia, 10 de abril de 1815.
Jos Domingo* Ptreira Maiitu. {'J
Na rita larga do Rosario n. 30 terceiro andar se
i.i dluheiro eiumaiorea emeuorc* quantias so-
bre piala, orno, pi.iniios e outros penhores de conhe-
cido valor por commodo premio : no mismo andar na.
para vender doze dusias de camisa* de houiein frito* a
muda, varias calcas e colitis, una mesa de mogito de so-
la, e urna porcia de prata de le manufacturada em
Lisboa, dous rclogos, 'mu allinete de peito de otiro e
alguns matos dmneias de linlia do Porto, ludo para
liquidar. ,, f*
4 \rrenda-sea ou vende-se um sitio, entre Montei-
ro, e Casa-forte, com o comprimen de mil irezeiUo*
sessenta e sele pauos, e qaalioc.nlos e dez de largura
n i frente, seleeenlos viiile e oilo na largura do fundo,
casa bistaule baixa por ser anliga, inel.ide de lijlo, e
.....tule de l lipa, com bastantes coiniuodos, casi para
escravos, coebeira, e estribarla, o portan de tljoloecal,
calimba COIll boa agua, b.islanle terreno, propno para
planta de eapiii, C para inais lavonras, bstanlesi cale-
zeiros, dUsriltOS e tantos coqileiros novos, e velhos, C
imillas fiiiteiras de varias qualidades ; cuja venda se lo-
ra a favor do comprador, por nao ser preciso o dito com-
prador desenib.ili.ir monta a vista, inais que nina deso-
l iga de orphaos, quem o sitio esta hypotbecado ; c o
mais resta..... do valor do sitio sera em lettras garanti-
das de boas Urinas, eom o praso. que se convencinos"
H M. S. M.iwsun,clrurgiao dentista, ha imoiro an-
uos ('linio est.ibeleeido uesta cidade, continua a pres-
tar-si- nuil desvelo a todas as opera.ins de sua arte, e
de novo se ofl'crccc ao respi ilav.l publico com um bom
sin lmenlo de denles do ultimo OS i as pessoas que
desejo ulillar-se de sen presumo p.'.dem procural-o
em sua residencia ra Nova II. 2, segundo andar. /
(OVA FABRICA DR MACllINAS.
O eslab leciineiito dos engeiiheiros e uiachinislas Me.
Calluill &iV.., na ra do niuiiin li.S, acha-se competen-
teniente montado inodeiiia para o coneeilo de maclii-
nas de vapor, morullas de caima e qualquer outro nia-
cbiuUuio. No ineiiuo fabiieo-se tanibeui, eom a inaior
2 -
empre
i I un li ->" niesiu.i i.u.i I..IU-" ,..,..-....,------~,\
perfei.MO, llioinhOS e piensas de mandioca, agu.lhoes c
chu.uaccias de rodas de agoa, velos c otitras pe. as paro
aoisiMajl
lista de Creta, Ddalo, e a inontanha solado de Siio C'a-
logero, onde l'oi exposto Agalhocles csse oleiro que che-
gara a ser re, fecharan a vasta planicie onde lora Seli-
noiite. O prestigio das reeordacoes se una ao prestigio
da natuieza; e se nao se podiiio ver as gigantescas rui-
nas da cidade destruida, prrscnluio-sc por Ira/, da inys-
terlosa cortina de (prestes e piihciros. De pea janella,
contemplara a rainho silenciosa csses grandes borl-
soules.
__Sabis em que pens? disse ella depois de longa
pausa, c indo seutar-sc na cadeira de palha, que Use of-
lerecra FabiO. Pens que ha cutre as nossas posicocs
singulares analoga*.
Fai V. uiageslade um paraltelo bein lisougeiro pa-
ra o niruoigulbo.
__ Estis desterrado no campo, ru o estou tambem.
Nao me parecis milito afortunado; eu anda que rai-
uha, sou lo pobre como vos; rm nina palavra suu urna
ranilla snii curva, vos um coronel sem regiment. Peni
vedes, lueu Charo FabiO, que nos devenios prestar soe-
cono imilugiiieute, e alliainuis-nos para rccouquislar
viis o regiment, eu a cora; sein fallar em que temos,
alm da nossa injuria pessoal, de lvrar a Sicilia e de
vingal-a. Mas vejo all armas; leudes o espada com que
estarcs na Spaguola ?
El-a aqui, seuhora.
Ali.' exclaninu ella crguendo-se com vivacidade,
e arrancando-a da baluba, aqui est esta feliz espada,
que se inergulhoii em saiiguc ingle! Nao devieis ter-
lbe lirado a nodoa. Quiio Irllses sao os Ii.uncus, pos uo
Arrebatada pela violencia da sua paix.o dominante
avlnganca, v prouuiielaodo essa feroz imprecacao, La-
roliua braudiaa espada de labio, como se em sua pie-
senca eslivesse o inaisib lisiado de seus InliliigOS, o >ro-
prio principe regeule d'lllglalrrra, csse ininiigo Ionio
de quem Ihe fallara a Zngara, t.um o seio palpitante, as
ventas entumecidas, o labio trmulo, eslava ella domi-
nada de um delirio selvagem; os seus ullios ssues, aluda
ha pomo lo nielaos, agora falscavSo eiu furores .\o n*-
peclo dessa grande figura, que enlo rcsiiiuia ein si E-
leclro e Glyleinneslra, csses dous leniveis typOS do dra-
ma autigo, Fabio era combatido com violencia por duas
seiisarocs contrarias, o espanto e a aduiiraco. K na ver-
dade coniu dcixaria elle de admirar essa belleza alti-
va e trgica? Mas lanibeui u que nu seria ella em suas
coleras privados, se tal ero o ardor de seus odios pol-
ticos
serranas,
especie d.
paraliisos de lodos os lmannos, e qua.qiier
bra de ferreiro ou inaehinisla. ("'
Deseja-se fallar ao Sr. Francisco Cuidciro Raposo,
negocio : qiicira annuiiciar sua morada.
Ujpip I r -"I'TIT--1---------Tvsvr-ro.\fXM" MSSlIJBm
Fabio nao seirpressava a obedecer. Porque cinfiin, a
rainha eslava all, sob o sen ledo, na sua cmara, a sos
con. elle, e liiiha viudo de sen motil propnopur-sc a sua
illseriio; e para que r I na tal occasiao oflcrece-sc
una ves na vida, deixal-a escapar, be pe.dcl-a para sein-
nic Se eu a perco. dira elle, nao ser, a seus olhos c
Sos meus lombrin o .mis ridiculo de todos os hoincns i
liiitieado pelo trplice ngullho da a.ubi.-ao. do amor c
do amor proprio, rcsoK.o elle sondar os iiil.mos pensa-
utos da rainha, c salvar em todo o caso a sua proprla
honra por tuna atrevida tentativa.
Seuhora, exclamooelleembargando-lhe aporta,
,. aeompaiihando as suas palavras de um olhar, que ero
u mal*claror expresslvo conuuentarlo, que dina \. ma-
gesUde se o castellao a rrlvcssc pnsiuiieira em seu OS
tillo *
[irecisao
loim-iis,
corpo,e
I
tocis, seguais o iiiiiugo, e o ape tais corpo a
Ihe procuris o coracao, e o sents batir, e o
ris, e Ihe Vede* correr o Mugue.... Oh .' Que volupluo-
sidade iiiiiiiensa seniio deve sentir ao ler sob os pes um
ininigo, um Ingle, c enlerrar-lhe com a pizipi ni mao o
punhal no pello.'
Deelaral-o-hla traidor e rebelde; transgressor das
"oni ludo, ou porque Carolina penelrasse os secreto* |.-s da hospitalidad!-, e sendo necessaho, chamarla ciu
tenores de Faino, uu porque ella lucinosc arii-peiiiles-| ineii soeeorro a uiiolia guarda. ,.|,ii,in--i
se dse h.iver deixado arrastar al......i* limites, ni.ulou Oh I se be sd IsM, seuhora, chamal-a, uuurnii .i
lodo i, pois vos deelaio niinha prisioneira.
E como elle insistisse, Carolina cravou nrllc os ollios,
uo no braco, e dissc-lhe esta nica
sbitamente de aitiudce de liogoagem.
Vos deves rir dos uieus transportes belllcosos,
disse sorrindo se. Toiua a vossa espada: luelbor est
lias vossas do que as niiiilias uios. Contiuuai a faicr
della uso igual, e lucio ha bein.
Ignoro, seuhora, se o desgranado ollical recon-
quistrao seu posto; mas o que sel bein lie, que elle da-
r a vida, se preciso for, para abrir a V. uiageslade oca-
luiulio du llu non.
IJiuin sabe oque o futuro nos reserva Oceorre-
uie urna ideia : se nos coiisultassenios a Zngara ? Ha de
ser curioso ouvirmus ambos juntos a bueua-dicha. Ella
mora prrto d'aqui ?
A dous passos.
Vamos I.
-J?
I \ inde.
po:-lhe com forra a
palavra :
Mascn.1 tai assenlo de resoluto aiticulou ella esta
orden., que fui irevogavel como o desuno, bal ,o .-
deo-se e!n silencio, a honra eslavo MWa. Ueo a .nao a
rainha para descer. e deixano no poli, o Ulrtn OC|m-
picr, rncan.inha.o-sc sos eo pe pora o casa de 7.in-
8a'^l Decididamente, disse um dos oamplerl, 8. mages
tade tein seu fraco pelas cigana* : j,-
_ Epoi-maisalgiiem.murmurou ntreos denles
.apila d'ai mas.
(ConUnuar-st-haJ.
ILEGIVEL


Alngao-se prelas para vcnderom fl7C'tj na ru ;
oa ra dos Pires n. 21 ; na mesma vpr,u'em-se terrenos
no Msnzuinho per proco commodo.
08r Joao Jos Itodrigues Lpps cnmparcca na
ra d<> Cabofta n. t6 para sb ih entreitar uin objecto
vindo do Portugal trazcndo TOO rs. que se dsepen-
deo.
Onem precisar de un.a ma quetem muitobom
leito dirija se a ra Imperial n 100
O Natareno n. '.>8 est a venda us lugares do cos-
ame.
Aluga-son lercelro andar do sobrado da ra da
Cruz n. 63, cora commodos sufllrientes; a tratar no ar-
masen! do mesmo sobrado.
A pessoa, que annuncion precisar de um homeni
para cobranfas dirija-sc a ra do Collegio vendo
D.-i.
Prelendc-su comprar a casa terrea D. 52 sil na
ra da (.'alfada Alta pertrncente ao Sr. Mainel Cavel-
canti Vieia se houter elgum pessoa que por qual
quer titulo pos-a embaracar ba venda annuncie por
esla fnloa.
4 ll-so dlnheiro a juros com penhores de nuro
mesmo em pequ.nas guarnas; na ra da Praia n 22.
I Aliiga-sc urna casa teirea na me do Gooceieiu
da lioa-vista cora cacimba tcm bastantes commo-
dos pintada e calada de novo ; c o segundo andar do
sobrado da ra larga do lio-ano d( fronte do Sr. Itar-
tholomco ; a tratar no Atierro da Boa-vllta n. 'il.
AGEN! IA DE PASSAPORTES
Tirio-te patsaportet na ra do Collegio, botica
n. iO.
1 Em l'ra-dc-Portas n. 133 te dir quem d di-
nbeiru a premio sobro penhores da otiro e prata.
1 NOVO C03M0R AMA
Na >'na do lingos, toja n. 3.
0 proprieterlo deste novo invento, ltimamente che-
gedodoFraoeaoa barca7Mia t-m a honra do pela
prmeira vet apresentar ao respeitavcl publico nos dias
|8e99 do correle, o continuar em todas os do-
mingos o dias santos, novo? quadros anda nao vistos,
aposentando em cada dia difirante! vistas, de que os
espectadores ficarS muilo satisfeitos pelo mdico
preco do 160 rs. cada urna pessoa que se poder dela-
tar o lempo que quizer Abertura ser sempre as 7 ho-
ras apela da noute. 10
1 OSr. J II..S lenha a bondade de vir pagor no
! : ,'..ini ao pe do tbeatro a quanlia e 6*910 rs de
desperas, que fez no espato de dous metes de re fres-
eos e caf e caso nao pague por estes oito das tora o
desgosto du ver o leo noine pur extenso Del le jornal
depois chamado ao |uil de paz. 6
1 I'ugiono.iia 17 do c Trente pelas 10 horas da ma
n mu um papagaio, levando meladcda correte de ferro,
que o prenda, evoou para a ra de 8. Francisco; quern
0 achar o quier restituir, dirija -so atraz do thtetio
vi'lho na casa da esquina segundo andar, que sea
recompensado. 0
1 Ann.i Candida de Aloicida Pinto Portugucza, re-
tira-se dusta cidadu para a do Porto. 2
2 Quera annunciou no Diario de 10 do corrente
ncz querer S00# rs. a juros dando por seguranza um
predio livre c desembarazado dirlja-se a ra Direita
armasem n. ',1, que adiar com quem tratar; no mes-
mo pcrmuta-IO urna casa tenca no bauro de8. Antonio,
por outra no mesmo bairro vollando su o que lor de
dircito. 7
2 Aluga-sc o segundo andar do sobrado da ruado
Queimado na esquina do becco to Peixe-F:ilo n. 2 ;
a tratar na loja do mesmo sobrado. 3
2 Precisa-sc du urna ama quo tenha bom leite ;
na roa do Cabugfi loja que foi o Uandcira. -
2 Uanoel Jos Machado cmbaica para o llio de
Janeiro o tea cscravo,da Costa, du nome Joaqulm 2
2 Jos Ferreira tirito faz publico, quo, desde o du
1 j do correle dcixoudo ter sociedade no eimascm
de assucar, que girava debaizo da flrraa de PintoiN
Oimpanhia.
2 ll-scdinheiro a premio com penhores do ouro,
ni r.-n;o era pequeas quanlias : na ma do llangel n. 3.
2 Maria Francisca du Faria rct r-te para fra da
provincia levando era sua companhia seus lillios ue-
neres, e urna esclava. 3
i i'recisa-se alugar um molcquc que lenha prin-
cipios de cosinha ; na ra do Uncinado n. o i. -
2 Aluga-so na ra do Trapiche, n. 34 o lercelro
andar, cosinha c solaoaonde se acha soberba vista so
btc o mar. 3
2= Precisa-sede um caiiciro que tenha praliea de
venda c quu liador a sua conducta; na ra da Sen-
ulIa-Velba n 60.
2Quera precisar de um horaira para refinar assu-
car do que lera bastantu pratica dirija-te a ra lar-
ga do osaiio venda n. 21). 3
2 Ueseja-se fallar com o Sr. do engenho do Passo ,
disliicto de Pao d'Alho, a negocio de seu interesse ; na
ra Direita n. 3. -2
2 No primeiro andar da casa n. 31 da ra do
Qucimado cora fenle para o pateo do Culli-gio preii-
sa-sc du urna prela lorra pora o seivico de pessoa sol-
tura, e requer-se quu saiba principalmente cusinhar e
comprar. 4
3 Arrenda-so a loja da ra do (jueimndo n. 14 ; a
tratar no egundo andar da inesina casa. 2
3 Precisa-se alugar urna pela para o servlco de
urna casa ; na ruado Queimado n. 14, segundo andar.
3 Pedro Jacinto Benlt, Or em meaicina, rel!ra-se
desla provincia para o llio Grande do Sl. 2
3Picclsa-sode um caixeiro pera urna venda, que
tenha 10 a 12 annos de idade; no Atierro dos Alogados
n. 20I. 3
3 Luiz Antonio Siqueira declara ao Snr admi-
nistrador da mesa du recebedurial de rendas geraes, que
deixou du vender calvado en ub loja da tua da Cadcia
do Kecifu n. 21. ('1
7-- Aluga-sc urna cxcellenle casa na ra do Beve
n. 14 pcito do Collegio 8. Antonio aundo su acho
as chaves ; a tratar na ra hgado ilosano n. 08. 3
i AlogaO-ac doiu sobrados, un, 11. (i, na 111,1 do
Amonio, c ontrn. 13, nu da M01 d.i: tratar na na
lo Encantamento n. 8 A. 3
3 Joaqniui de Olivelra Soma Jnior (Dr. cinpliilo-
sophia) nu saber ao reapeluvrl publico, que de boje em
liante obre em sna casa no atierro da boa-vista n. 82,
os cursos do pin sica, phiiosophia. geographia e de lin-
goa frauceza : as pessoas que desejarein seguir qualquer
testas disciplinas, podeiu dirlgir-ac sua residencia, del
iiianliaa de 0 as 11 horas, e de larde das 3 as .1
l'clis iiancisco tic Sonsa Mairallic.s
avisa ao publica e particularmente os
seus constitu lites que nuidot siu resi-
dencia da ra das Triiicliciras
quer para embrulho cffectivamenlo a 3200rt a ar-
roba ; na ra Nova venda n. 65, 3
3 Comprao-so chVctivamonte para fra da provin
cia escravosdo 14 a O annos sendo de bonitas dgu-
ras pagao-sc brm : na ra da Cadcia de S. Antonio ,
sobrado de um andar de varanda de pao n. 20. (4
"v. 2 Cotnprt*te um diccionario do Moraet ja usado;
na ra da Concelcio da Iloavista n. 58 ou annuncie
; ir,1 ser procurado. 2
2- Comprao-se quartolat e barris vaiios ; na ra
Direita n. >. ,
t Compra-ce renda de bico, a mais Pina que se laca
no paiz; na ra da Seozalla Velha n. 110, primeiro
andar. 3
ICompra se um ornamento prompto, branco, a
um veo tambein branco tudo cun multo pouco uso ;
as Cinco-Pontas n. 62. 3
1 Comprao-se para urnacncommepda escravos
de ambos 01 sexos alo 30 anrus de idade agradando
gaga sn bm ; na ra eslreitado llosaiio n. 31 pri-
meiro andar. 4
N C'i.prao-sc o 1 e 3." lomo da historia dos Puri-
tanos da Escocia; e o segundo pericltenle a de Ricardo
na Palestina; quvm ti ver annuncie.
,s Compra-se a geometra de Euclidos; quem tiver
lononcie.
Vendas.
para o
segundo andar do sobrado 11. 3o da rita
(
Jarga do Bosario.
Compras.
3 Compra-se papel de diarios, ou de outro qual-
0 ATTE.N(;.\0!
Vende se a 140 e llio rs. o covade de chita dl-
!as finas escuras a 220 rs o covado cbila a l'iO r. o
.ovado madapolao e 150 o 180 rs. a vara, ditos fi-
ns a 200, 320e240 rs. pannos tinos prctos e azuesa
-ailO is. o covado du una Iluda vista, eervindo o pri-
meiro para pannos du pretas e o segundo para tai (la-
mento du pagem meios chales de cassa de quadros a
360 rs. corles de lanzinha de bonitos padres a 3200
rs., de 15 covados algodSo trancado azul mesclado a
240 rs. o covado zuarte azul de vara de largura a 260
rs. o covado muilo boa fazenda para pretos, lencos de
cassa pintada a 16O rs. algodao liso de muilo boa
qualidade a IfcOrs a vara dito americano largo a 220
is. a vara mullo cncurpadu casimias du quadios du
10111 gosto para caifas a 1200 rs. o covado castores,
ou riscados trancados de quadros a 2-40 rs. o covado de
muilo bom gosto para calcas pecas de bretanha da
rolo a 180 rs. ditas de madapolao a -mi'1 e 3400 rs.,
ditos finos a 4/, 4200 e 'iliOO rs. a peca, raadiaste fino a
sye 6400 a peca, ditas de chitas a 5200, 5o00 e 0/rs. ,
escuras brulanha lina de puro linho a 60 rs. a va-
ra cguiao da mi llior qualidade do verdadeiro iinho
lino a l'HO rs. a vara c ssa do quadros para babados
a 3^ rs. a peca corles de vestidos de seda cora llores a
io 1-. o c .i ir mu rica fasenda sarja hespanhoU
multo encorpada a 2.>U0 e "'500 rs. o covado, cambalas
usas mullo linas du vara e lano du latguia a 000 e
mi iis a vara riscadluhns trancados a 2u0 rs. o cova
do : adverlindo aos compradores que ludas estas la-
sendas sao limpas e du muilo boas qualiuades alm
du oulras mollas fasendas por barato pn co ; na ra do
Collegio n. I, loja du Antonio de Azevedo V illorouco <\
lio ao 30
2 Vundeni-se duas pipas para deposi o de aieite de
cairapato ; assun como dous lland.es cura medidas
pupilas ; na ra Nova n. 16. 3
2 Vende-se uni prelo moco para todo o servifo ;
na la do Vigario n. 8 2
2 Yendc-sc a obia de Moral do hispo Monto, nova :
na la do Sol n. 23, segundo andar. 2
I Veude-te urna luida prula com urna cria du um
mez, com mullo bain leltu, piopria para ama e dous
lindos mulliques piopro pul a pageos, purtencenlts
a urna pessoa que se reina ; 11a ra da Sunzella Ve-
lha n. 110, primeiro andar. 5
IVendem-su ti escravos, sendo 4 negriohas de
3 a IC annos com habilidades e de bonitas figuras;
2 prctos du 22 annos propnus para padaria pur se-
mu muilo postante ; 4 prelas de 20 annus boas qul-
tandciias o du bonitas figuras ; una dila du 35 annos ,
por 300/rt, boa cosnliuua u quitaoteia ; duas ca-
bras (bicho) boas leileuas e cricduiras de meninos ; na
ra das Flotea n.il. 8
Ra do Crespo n. 14 lo/a di Jos Francisco ias.
I \ cndeui-st cotes du lanzinlia de gosto multo mo-
derno a 3900 rs. dila eui covado a 320 ts. chitas
escuras a l'iO e 160 rs. o covado ditas de tures Illas p
de assenlu eicuio a 180 e zOO rs., riscados oe quadros
du muilu bom gosto a i'-O rs. o covado ditos de su-
perior qualidade a St60 e 280 rs o covado cassa-i hi-
la- 111. corles de bomti s padroes a IbbO rs. curlus de
dulas eteurat de cores (ixas a 1700 rs. algodo tran-
cado azul muilo largo, pmpriopata escravus a 240 rs ,
algodao encorpado largo e americano a 220 rs. a va-
ra, dito de vara de largura a -lio rs., pecas cora 20 va-
ras a 5//rs. brins liancados cor de ganga dito es
curo lodo de linho a 70o rs. a vara dito branco fino
a 880 rs. ditodu superior qualidade a r.'.-o rs. a vara,
riscados Iraticezes de quaios pera vestidos e jaqueles a
320 rs, o covado dios para calcas padres notos a
400 rs. o covado p.fss de oadapulao enlestado mul-
lo fino a 08OO rs. ditas de bretanha de linho cora 6
varas a 3200 rs. ditas du rolo a 1600 rs., meias para
meninose meninas a 200 rs. o par e uutras inultas fa-
zendas por preco commodo. -Al
< 1 Vende-te pauo prelo fino a 3^rs. o covado, me-
rino cor de cale de boa qualidade a \ff rs. lias de
quadros para calcas a 400 u 500 rs. excellcnlcs cortes
de cassa pintadas a 18(10 e2J rs. ditos de cintas pa-
tentes a 'I 3400 e 3S00 rs' ditas a 100, 160, 200 ei
rs. o covado, inursulinas de quadros a 360 rs. o cova-
do as betn condecidas breUohas de rolo coui 10 va-
ras a 3/ rs. melles Liamos pruprioS para gurdano-
sos a 200 rs. o covado cambraia- adamascadas a
1400 rs. o corle, ditas da I istias riiuito linas a 3400 rs.,
brins escuros de puro linho de 400 al Mo rs. a vara ]
e o mais superior quu pode baver a I 120 rs. a dita
lencos du cutsa com berra de cor a 200 rs ditos de se-'
da pruprius pata hornera e tenbora a 14.0 rs. pecas
du cambrais brancase bordados de c)r com !0j,.r-
das ,1 _'. 1... l oili.as da linli alcochoaddS a 3, i e 54
rs de dua o lucia e 3 vaias, guardanapos pe tuneen -
tes as un mas tuaiiias a Imiiii-. a duna bicose re-
idas du tudas as larguras; assun como -oulras niuilis
lascndas i,,i. al is ; na ra du Crespo n. 15 loja de An-
tonio da l.uulu aoares (juuuarau*. ( ih
IVenuu-su urna fasenda de gado em Caiirys Ve
lliis ; a tratar coui JosA Jacinto da Silvera, na ra da
Auioi 3
I Vinde-se uracavallo rodado cora bous andares,
o noto; um carneiro grande ; urna caba boa leileira ,
tudo por preco coramodo; na ra da Concedi da Boa-
tista o. 60. 4
I Venue-se oleo de linhaca, em pequeas e grandes
porcoes, por preco commodo ; na ra do Vigario n.
23, segundo anuar.
1 Veiideiii-se obras de Lacoixem puiluguez, diccio-
nario grande de Vteiia, ingleie portugus; n llvra-
ria da esquina da ra du Collegio. -2
tVendem-se couros de eb b""> nr-trpa-'oa pro;
prios para obra de calcado o ..... i o ,
em oorcoearelalbo ; na ra da Conceico da B.'a-
vista n. 8. 4
1 Vende-seotna escrava de nacSo Angola, de boa
figura, de 28 annus, cosinha o diario de urna casa,
lava de sabo e he boa vendedera de ra ; 3 ditas
de necio proprias para todo o servlco ; um es-
crato de nacSo de 22 annos, bonita figura, e he ca-
noeiro ; um dito de 18 annos de muilo boa conduela,
proprlo para todo o setvico ; um escrito de 3o annos,
deoecao, proprioparao servlco de campo, do que
tem bastante praliea; na ra das Cruies n. 41, segundo
andar. *
1 Vende-se um terreno oa ra da Aurora com fren-
te para a ra Capibaribc e lundos para a ra do Seve
entre as casas do Sr. Francisco Antonio de Olivelra e a
que est edificando o'Sr. Elias Baptista da Silva com
100 palmos de frente, e 240 de lundo ; oulro terreno
romficr.te para o becco do Martina, e fundos para a
ra pr.ijetada que divide com terrenos dos Srs. Fran-
cisco Antonio de Olivelra e Elias Baptista da Silva ,
com 100 palmos de Irente e 300 de fundo veode-se lu-
do Junto, ou em partes, que se possa edificar urna casa;
no Hecife largo do Corpo Santo casa o. 13 acharad
com quem tratar. '0
2 Vende-se um preto da Costa, anda moco, e bom ,
c urna grammatica francesa de Sevene ; na rus da C-
dela do Recile n. C0. 3
2' Vende-se urna biblia sagrada em porluguez ;
quem a pretender annuncie.
2-Vendem-se adragona ricas chegadas do Rio de
Janeiro, apparelbot para barretinas de guardas nacio-
nai-s, galio de outo largo e estrello e bandas de ia;
na ra da Cadeia, loja de miudesas n. 0. 4
2 Vende-se o repertorio das lels estravaganles do
reino do Portugal correcto e augmentado segunda
eoico por preco de IO/oOO rs. era totumes gran-
des ; na ra da Cadeia Velha loja da viuva Cerdoso
Avres, n.'SI. 5
2 Vende-se o engenho Mullas Cabras tilo na fre-
gueiia de Una moente e corrente lodo apparelhado
de novo, excellenledeagoa, boa sorra, com sua safra,
feitura para mais de qualro mil pes ; na ra do Cres-
po loja n. i I, do ladu do Sul. 6
2 Vende se urna escrava de naci Angola de
bonita figura cusinbtira engommaduira, cose para
pretos o ha muilo babil para todo o mais servlco de
urna ctsa ; na ra do Vigario n. 19. 4
Charutos regala.
Na ra da Cadeia do lenle n. 46, ha rempre um
grande e esplendido sorllraento destes afamados charu-
tos viudos recentemente da Baha assiin como gran-
de sorlimenlo de vinbo do Purlo, Madcira Xerry e
ago'ardente de Franca tudo se vendo rais em coula
do que era outra qualquer parle. 1
3Vendem-se 3 redes para pescara, por 30,000 rs.,
urna sobre-casaca, nova, de panno fino verde pur 20*
rt. por nao servir ao dono ; no Atierro dos Afogados
o. 20. *
5 Vendem-se os pertcnces e mais bemfeilorias da
padaria da rus da Gloria n 55, prompta a trabalhar, e
laz-so todo o negocio e oais em cunta ; a tratar na
podara da preca da S. Cruz junio ao sobrado 4
3Vendem-se sacias cora familia de muilo boa qua-
lidade ; na ra da Senzalla-Velha n It'i. 2
3Vende-se ur.ia baca de rame bstanle grande
e muito fornida ; na loja da esquina do becco da Con-
gri gafan u. 41. 3
3 Vende-se muilo boa bolaxa de 4 em libra da
melhor (arinha que he pussivel ; assim como bolaxa de
lodos os tamanhos e dudioVrcntes quelidades, o raui
to em cotila proptia pata v.-nda e para o mallo e
ludo o inaisiju he propriu faier-se etu padatias; bom
cafe moidue muilo baialo, por grosso e a relalho;uas
pederas da piafa da Sania Ciuz n. 100, de una su
pulla e na da travessa da Madre de Heos n. 11. 8
3Vende-se um sitio na estrada de Belem quasi
confenle ao becco lio Espinlieiro, com boa casa de
vivenda e bastantes arvotedos de fruto ; na ra dos
Pires na catreira do Peretli, casa n. 58 4
3Vende-se um rico vestido ae sarja branca lavrada
com bico de blond propiio peta casamento por pre
co commodo ; na ra dos Copiares n. o. 3
3 Vende-se urna escrava lecolhida, de 20 annos de
idade, sera vicios nem achaques, sabendo perfelta
mente coser e engommar ; no principio da ra du Hos-
picio n 91- *
3 -- Vende-se um cabrinha de 9 a 10 annos de Idade.
muilo experto para ap.ender quelqner cilicio; na ra
Nova loja de chapeos n. 44. <3
Vcnde-se o muilo sttpeiiore appro-
vailo cha de Lisboa a jttfo rs. dito a
2100 rs dito a 2/ rs. manteiga ingiera multo boa a
8110 e 860 rs queijolrancez mullo botn a 320 rs. a
libra presunto multo novo para flarabie a 320 rs sen-
do era quailos e a ictalho a 360 rs. muilo superior
docu de guiaba leito era assucar branco ero candes
de lodos os tamaitos tinlio do curto, cegarralado a
lo aonus a 480 rs. a gartafa dito do Porto, de pipa
a 1760 rs. a caada, e a 240 rs agrrala; na venda
da esquina defronte do osario por baixo do sobra-
do de 3 andares. 10
3 Vendu-se um moleque criuulo, de 14 annos, bo-
cha figura ptimo para pagem e lera principios de
sapeleito ; na ra Nova n. 12. 3
6 Vendem-se, por preco commodo queijos tun-
dimos, presnitns para fiambre, conservas, biscoutos fi-
nos era latas mostarda ludo chegado ltimamente
de Inglaterra ; na ra da Cadeia venda de Jos Goa-
Calves da Fonle. ti
3 Vende-se una prela sera deleito algum boa en-
gommadeira cosinha o diario de urna casa e cose
alguma cousa e lera urna lilha mulatiuha de dous an-
uos ; a vista do comprador se diru o motivo da venda ;
na ra da Cruz, armasem de Bol jj Chavanm s n. 42.
3 -Vendem-se 4 prelas com boas habilidades, cosem,
engommao e cosinhao, e urna deltas he recolhida, ves-
te e penleia utna senhora ; urna dita de- meia idade ,
por 250/ rs boa cosinhelra e lavadeira de sabao e de
verrella ; dous pretos buns para o trabalho de campo ;
na ra do Crespo n. 10. (6
3 Vende-se urna leltra de 160/ ra. a qual cone
ju os de dous por cmlo ao me,_e por isso ja esta era
v0'i/800 rs. garantida por uraa hypotheca especial,
no valor da quarta parle da propriedade Purlo de Ga-
11 ribas quecoube ao herdeiro hypolhecantc e as con
difoes declaradas na esenptura lazera t da a segu
ranea ; a fallar cora Jos Vicloilno do Leraes que du
cora que se deve tratar. pg
5Vendem-se lt libras de retroz de primeira serlo ,
prelo, azul-ferrete e de cures por menos precos du
que era outra qualquer parle ; na ra de Apollo, ar-
masem de assucar n. 4, no mesmo armasem troca-se
urna imagera pequea, e muilo perleita du N. S. da
Agreda. (6
6 CHARUTOS DEIIEGALIA.
Vend in-se supetioies charutos de regala, em ca
xiohas de 100 cada uraa viudos pelo vapor lmytra-
iri%\ na tua do Trapiche n. 34, segundo andar. 4
6 Arcanum anti-fluxo sanguinum.
Eslas pilulas teem a propriedade de estancarem o
sanguo, quersaia pela bocea quer por o nariz ; um
expropiar indicar como sdete usar dellas; vendem-se
na ra da Cadeia lojin. 15. (5
4 Vende-se farinha por preco commodo ; a bordo
do patacho Amisadt Constante ancorado defronte do
trapichado algodao, ou na loja da la da Cadeia
n. 40. 4
19 Vendem-se saccas com farellos, pelo mdico pre-
co de 3/ e 5000 rs ; na ra da Senzalla Velha n. I ,"S. ,2
5_ Vende-se urna casa terrea meia-agua na ra
da Calcada n. 25;a tratar na doQueimado, segunda lo-
ja do sobrado n 18. ('
o)i grande fabrica de licores do Atierro da Boa-
vista n. 26.
16 Acha-se sempre grande sorlimenlo dn todaa as
qualidades de licores esde o mais fino at o ordina-
rio de 160 rs. a garrafa, assevera-se que os licores iml-
tao perfeitamente aquelles que nem de Franca ; tam-
bem existe grande sorlimenlo do genebra tanto era
botijas como em caadas ago'ardenle do reino e de
Franca dila de aniz espirito de 36 graos, champes
de todas as qualidades para refrescos dito leito da ver-
dadera resina de angico, encllente para todas as pes-
soas que padecem do peito ; na raesnia labrica se en-
carrila de qualquer encommenda de champes licores
e agoeardenles, tanto para a provincia, como para ex-
por tacar; as amostras se acho sempre francas aos com-
pradores e os preeos sao por menos do que em outra
qualquer fabrica. db
Vende-se urna prela boa lavadeira ; na ra das
Larangeiras n. 23.
Vende-se ura bonito pardo bom carreiro e serra-
dor ; um mohquo de 16 annos hmn carreiro ; uin di-
to de ih annos ; um dito que Irabalha mu bera de pedrelro ; urna escrava
perita engommadeira o cosinheira; utna bonita parda
com boas habilidades; duas escravas para tudo o ser-
vico ; na ra de Agoas Verdoso. 46.
Vende-se um relogio com mostrador e caixa de
ouro patente tuico de elegante gosto, e de superior
qualidade ; na prafa da Independencia n. 5.
Vendem-se, ou aluga5-se por preco muito commo-
do.duas canoas sendo uraa abeita, que pega era 1300 li-
jlos de slvenaria e outra de carreira que pega em
10 pessoas a vontade arabas novas e raui bera cons-
truidas ; na ra Nova n. 67.
Vende-se a retalho ou em porco palla de co-
queiru a 1600 rs. o cunto ; no Cocino a onde se veodo
agoa.
Na ra Nova loja n. 58, vende-se urna prela por
preco commodo por se precisar de dinhdro; um flau-
ta de bano com 5 chaves de prata tambera por pre-
co commodo ; um preto mofo e outro de meia idade,
que d 48(1 rs. por dia, ou se alugao; o primeiro com-
pra cosinha faz bem recados o lodo o mais sertifo
necessarlo.
Vende-se urna casa em Olinda no pateo de S.
Pedro Veilo casa de Juliao Correia.
Vende-se um burro de tirar casia, coro 8 bestas;
no engenho das Maltas a tratar com o senhor do dito
engenho.
Vende-se urna escrava do genlio de Angola com
20 annos de idade bonita figura, cosinha o diario de
urna casa ej t.u engommando; na tua da Boda n. 38.
Vendem-so coitos du chal de listtas de seda do
melhor gosto raui rica fasenda a 10/rs. o eorte, chi-
tas Iraocezaa du vara du largura de rautu bonitos pa-
dres a 440 rs. o covado e sendo multo fines cam-
balas du lislras adamascadas a 500 rs. a vara esco-
ces de algodao para vestidos a .'*>' is. o covado; na la
do Collegio o. I, loja de Antonio de Azcvcdo Vill.roiuo
cT, Irmao.
Vendem-se cortes do lanzinba a 4000 rs., ditos
de cassa-chilas a 000 rs. ditos de chites linas de lin-
dos padioo enm 13 covados a 2800 rs. ditos de di-
la a 1700 rs. bnm trancado encorpado de puro linho
a 720 rs. avara chales de la a a l20 rs. pecas de
bretanha de rolo a iGOOrs. lencos de cassa a l mj e
2t0 rs. fenfos de scoa iie con s i. 1 id) rs,, meias fi-
nas para senh ;ra a 3000 e 4000 rs a duza cortes de
cambraia adamascada a 3800 rs. e outras multas fa-
sendas por barato preco ; na ra do Crespo n. 8 loja
ae Campos S Maya
v Vendem-se tama neos por prero
commodo, manufacturados uqtti no paiz,
tanto a retalbo como por a tacado; na ra
da Atadre de Dos n. 28.
Vende-se a i3,s rs. o alqueiie
arroz e a i3oo rs. a a. roba superior;
na ra estrella do liosauo, vendan. 1.
(5
de
Escravos Fgidas
1 Domingo, II docorrertte, a noulo fugio a nmu-
a Biigida do idade puuco mais ou menos de 25 an-
nos estatura baiza rosto redondo tur fula bem
desembaracada no fallar; levou vestido de chita azul,
e panno fino prelo com guarmeao de peluda e outro
vestido de chita azul com flores amarellas ; quem a pe-
gar, leve a Fra de-Portas la do Pillar n. 143, quo
ser generosamente recompensado 8
Ainda te acha ausente, desde Dezembro do anno
passado,o preto 1'honaz de naci Angula de Idade
pouco mais ou menos de 19 annos bailo, grosso, rr
bem pela ; quem dellc tiver noticias diiija--se a ra
da Aiiandega Velha n. 32, que ser* generosamente re-
compensado.
I Fugio no dia 17 do corrente um escravo de nome
Mathias de nacao Calinda, de idade de 25 anuos pou-
co mais ou menos estatura regular grosso do corpo,
com barba por baixo do qurizo. ordhas turadas; quem
o pegar leve a bordu do patacho S. Jo's Americano,
ou no Forle-do-Mattos venda de Joaquim Dueile de
Azetedo na ruada Moeda n. 25 que ser recompen-
sado. 8
1 Fugio no dia 10 do mez passado um prtto de
nome Antonio alto ceg de un olio |m em um
dos dedos pollegjres destilaos um tallo; rogase as
autoridades polica, se aos eapiles de cenipo quu
delle souberem ou titerera utiras, haj 3 de o prender
e lutal-o a ra do Vigario n. 23, segundo andar, que
seieo generosamente recompensados ,7
2 esappareceo 00 dia 19 de Abiil p. p. o prelo
Joio du naco Congo de idade de 4(1 annus ; levou
calcas du riscedo azul, ja velha camisa de algodao da
teira jaquela du riscado amarillo j,-> telha chapeo de
palha quando falla, pouco se ekpressa, a barriga d*
perna direita he mais fina, tr fula, he alto e secco ,
julga-se estar feriado ; roga-se ai pessoas que delle
souberem que o levem a ra da S. Cruz, venda n. 58,
que receberd 25 rs, 9
PERN. } NATYP. DE M. F. DE FARIA lbq.5.


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