Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05581


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Full Text
hiuno de lMi).
Sexta feira
^anEBnBWfcaBraawB^M^wg-'"'-*--'
j DIARIO publica-so todos os das que
i tura he e4jfn. por quart. i pagoi adianuufat,
ru un nuncios los assignantes silo Inseridos
, | ,iao de -20 res por linlia, 40 rs. em lypo
lilli-reiitc, c as repelicors pela meladr.
q, que nao forem assignantes pagao 80 rs
por linlia, e 160 ein typo differente.
PIIASES DA LUAUOHEZ DE M IO.
j,ii nova a 6as7h. c 33 mln. da manila.
Crcsoenlo a 14 as 11 lior. c 49 mili, da man.
l.ua chela a -21 as 3 1ior. r 40 mln. da man.
ftliugoante a 58 as 4 hor. c 5 inin.' da man.
TAUTIDAS DOS CORRIMOS.
Goianna o Palahyba, Segundas e Sextas f>-
rns.
Rio Grande do Norte, ehega a 8 c 22, e parte
a 10e24.
(abo, Serlnhacm, RtaFormoso, Porto Cal-
vo, r Macer, no Io, 11 C 21 le cada inri.
Garanluins c Houltoo 10 < 24.
Boa-Vista o Flores a 13 e 28. ,
\ ietoria Quintas reirs.
01 jmla teles os (lias.
* PARAMAR DE HOJK.
Prhnelra a l b. c 18 mln. da tarde.
Segunda a l h. c 42 minutos da inanbua.
de linio. Anno XXI X. 107.
B -.., iNpt
das da semana.
12 Segunda oltavo, S. Joanna
Priiici ta. ,,
13 Tura >;- 2. ollava, N. Si nhora dos liar-
14 (Juana S. Bonifacio and. do J. de Di-
reilo da :!. vara.
15 Quinta S, l/i loro, and. do Jltlt ti I
iriloda2. vara.
Iii Sexta S. I baldo, aud.do J. do Direilo
da I. vara, e do luis dos Fritos.
17 Sal.hado S. Possldoillo, Re. and. do.l.
de Dircito da 2. vari.
1S Domingo da SS. Triudnde, S. Venancio
t 'MBlOS NO DA l."> DE MAIO.
Cambio sobre Londres.....25' .-
,. Parii 372 rls por franco.
., | Ubi i 120 per 100 de prein.
Dse, de let. de bou lirin is I '/, 1 Va I'
Ouro- On i- ln spj 'bol is 31 I l) a 31 V.n
Modi de bVI 0 vel. I' i'H) a I? WOO
., ..... I a 1" 400
i, do 4 "." y '''""
rala Pataces 1 > a l*!KW
Posos (.'oliiinnires. l*."*! .i 2*000
Ditos Mexicanos l'iiill a l-Miii
Moedas de2 patac. i 280 ., 1/290
tccoeaitaC do Bcberlbc .'.a-non
i.x -.v
MBT OFFICIAI.
hISPADO DE PERNAMIiWGO.
Dom Jotta Pmifirartin Slarquei Ptrdigio, eonigo rtgranlt
Ir Sanio Agoslinho pela gratad Dtot eda Sania Si apet-
lolira fc!;> de Pcriiamiico, do conreino de A'. .W. / c
". &c.
A todo o clero des te bispadosaudc c pat om oSeuhor.
Por suprema resolucjio de S. M. 1. le 4 de junko de
1820, fol servido o inesmo Augusto Senhor coiillrinar o
alvara das ultimas faeuldades concedidas quanto aos
concursos e propostas dos beneficios vagos e como
presentemente estejovagas 8 padeirasem a uossa santa
,-uli. dial,por falleciincnlosdos seus reverendos proprle-
tarios, a saberduaa dignidades- a de chantre, eade
iesoureiro-inor; tres personado* intitulados doutoral,
magistral, c pcnllcnciariario, cluas prebendas Intelrai
C nina meia prebenda : pomos a concurso pilo presente
edital as referidas cadenas. Os reverendos oppositorcs
dedoutoral serfio argidos cni dircito cannico, se-
cundo a materia Indicada nos pontos que tirarein ; f.i-
xendo cada un a sua dlsscrtacao por escripia a respeito
da UlCSina materia de algUIII dos pontos : eul thcoogia
esoolastica, c do modo i expendido os que li/ercui op-
posicao de magistral: c os que se oppuscrcm i de pe-
nitenciario respondoro nove casos de moral e Cons-
Ciencia, limitando-so o oxan.c littcraro s menciona-
das cadenas. Todos os reverendos ccclcsiasticos que
quiserem concorrer, opvesenlem-sc dentro do praxo
de trinta das, contados da lixaoao (leste cdilal.coni OS
seus requerlmento instruidos das habiiiacoes exigidas
pelo referido airar, c inais documentos que Ibes liie-
reni bem, precedeudo taiiibem as nossas Inforuiacdes
particulares de vila el moribus ; C fcilo o concurso pro-
poremosS. M. O Imperador tresds mal*benemri-
tos e dignos, conforme os sagrados caones c concilio
dr Tiento.
Dado ein Olinda sol. o nosso signal c sello aos 15de
malo de 1M5. E cu, p padre Joaqun, de Assuuipjo,
rscriviio da cmara episcopal o sobserevi.
Jutio, hispo de Pcriiainbuco.
BMTlWeXSMMa SO" OS -
como se ve, be da ultima gravidade, porque teria por
consequfiicla Infallivcl a renova{Su da guerra; mas, como
o lenlio por ora por mui Inccrto, abslcnlio-inc de lser
sobre elle rellcxes que, pelo mcuus, dcvciii ser lidas
por prematuras.
Longo lempo liavia que naoviuha do llaity noticias
quo valesse a pena de ser referidas, quando de repente
se recenerao ate (i de feve.rciro, c summamente estrepi-
tosas, anuo liaver cxageracio miquillo, que dizeui os
passagclros. Aquello curioso presidente uuerrier, du-
que de Christophe, de quem ein outra corrcsqondencia
lliestii urna dcscripefio mili interessante, pretextando
que a separaran da Repblica Dominicana linha aboli-
do de laoto COIMlltUico to pas, Icvanlou-se cun o
tanto v comaesinola, dissolveo as cmaras legislativas,
e subsllluio-as por un concelho d'cslado. de que elle
nomeia c revoga os membros a sen talante. Parce que
S. Ex., adiando pouco para o niorocimeiito da sua negra
nessoa 0 titulo (le duque, pretende declarar-so rei do
flallv, a cxcmplo do scu augusto e negro predecessor
el-rei Cliristovo, de quem elle fol um dos princinacs
olliciaes. Se assilll IV.i, he provavel que S. Magrstadc S
resolva a andar calcado, e a trascr lenco ao pescoco
proiiler scaiii/ii/nvi.
A llespanba est diablica; Rinda (luido o descont
divido a tudo quauto pode haver de exagerado as mi-
nh.is correspondencias particulares, parece-mc que,
dentro de poneos das, a Cauluuha nadara em sangut
dentro de pouco dias, a Cauluuha nadara en. sangue. S*"""*"^^,^ ^ICI,, aude linha oslado
O movlmento lera lunar em sentido carlista; o piogiam- ftrott-sc de isiab. I c '" ,. ,.,. se
,...... i............;..i.....h...f,ii /.Mui'iifiiriiiH tantas vanlaiicns, c nao si aiiiinou .i | i i^ i____
sos eslabclcclmentos rlttcrarios, he de seren vigiados
polas autoridades siipeiioves, o esta V.llltagein <|Uasl
que desapparece, qnaudo os eslabeleelmenlos estira s -
i.iados ..um lugar arredado do centro da ildade, onde
estilo a autoridades principaes da provincia; polen
nao preciso dcniorar-ino neslas consideracnes; eren, *><
lio patenf a todos ., inconveniencia do cstir un, lycco
a.lo ao pe de um arsenal; .por tu.lo Uto nao pos,,,
votar para qnc C0.lli.iue no hair... de I ..-de- I la o
Ivco, uem pono ter -i menor raino paraniw ell. u.li.
para a Una-vista, onde nao pone estar. Ira, asiBMp; -
Us mitas COUI a casa, que tiltil. Ulll des,,:,,, mullo dille-
cntc. isto lie. que lia constiuida para os engajados l .
nrovincla, uo sao lo grandes como se ilisse segniiuo
K informado. -Has ntlu iias.fn.de 300*WO rs ; noU a
vantacem que a nossa mocldade i rada mudanca do li-
ceo para S. Antonio naocnbrii inulto c IllUilU rssadespo
sa l'rdo uuc ilm. .- ,
Sr. presidente, quando se trata de Ulll tan grande
bou., como a edneacao da mocldade ; quando se un i de
la.cr con, que a .....StracO Se esUllda .. Ulll |.au que s-
l pouco adianlado I nao e. onlieei. Valor di 'l'-f>< '
or Isso darci o mcu vol, para que o lyeeo seja con. ca-
lo no lugar mais conveniente, soja., quaes lorem as ,-
pesas; porque o que desejo he que O Ira pico, lian
'cu lim.'quo o Uceo cnsine ben, a mocldade, oqili eu-
,endo 11.1o poden pieenehei, hea.ido CU, '''';-'-.-
las ou na Boa-vista. Sr, presidente, a cou.in.-io i, -
EXT I 1
COttMSPOMlK.NCI.V i)0 DIARIO DE PKIINAMBUCO.
Varis, 1." de abril.
Cada vez. ha menos esperaucas de que a solucSo das
graves quesloes que pen.leni entre Inglaterra c os Es-
tados Unidos possa ler lunar de iiianeia pacifica. i\o es-
tado em qnc as cousas seacliSo actualmente, nada re-
cia lauto o gabinete de Londres COIIIO ver-se na necCS-
sidado de sabir das duas grandes dillieuldades ein que es-
ta mettidu, sen. honra esem pruvcilo. Ambas ellas sao
iniportautes; mas aquella que inaurr cuidado Ihc d ues-
te i.ioinenlo, he a do Oren"", 0 COIll ra/ao. '1 rata-sedo
nada inci.os, que do renunciar por una ves a lodo o lili-
incuso territorio quejas entre asMontauhaa Rochosas
ao nascente c o Pacifico ao pornte, cotn mals de 300 Ic-
goas de costa, regado por um dos mais nobres rios do
universo, do una fcrlilidadr, sem par, e ooni um clima
anal,,no ao da Franca. O grande desojo de evitar una
.'liona, cujo resultado provavel ser a nenia para Ingla-
terra de ludo quauto alndn ihe resta na Aiucrlcasepleiun-
trional, liisnlrou, lia pomas semanas, ao gabinete de
S. Jaime a ideia de nuer ao de \\ asliington a proposlcao
de coiniucltcicm a deciso do demanda a algUIII dos
grandes potentados da Europa, que a sentenelsse sem
appellacao, uemaggravo; porcui o governoamericano,
que sabe niuilo bem que, segundo os principio* da seve-
ra juslira, a sen lenca nao Ihe poda sor lavoravel, legei-
tou lern.iuanlemei.tc oslo alvitrc l'.ua sel iinpaici.il, lie
preciso coni'essar, Inglaterra, As pretenjdes desta potencia futidiio-sc as
cessOes que por dillcreiiles tratados Ihe furno feltas por
llesp inia o Franca, possuidores primitivos do territorio
litigioso; porcina I nio Americana responde a tudo is-
to que cartas silo papis, e que quem mais loica livor,
tora o que quitar. Ninguem pode approvar actossde. In-
iUStica c prepotencia, seja da parlo de que... lu : toda-
va, ha tanto lempo que a Inglaterra esta neccMilauUo
de urna llena que Ihe ensille arespeltar osdireiiosa-
llicos, que bem pudo ser que a Providencia a coiiilciune
ueste caso a pagar por onde peCCOU. Couheca O governo
ingles, por experiencia proprla, quanto cuslao a sotuer
as violencias com que, em taas occasioes, iciu oppn-
niido .iquellcs que pdein monos que Inglaterra; c ja que
ueuhilina das grandes potencias da Kuropa se senie ciii
a corageni necessaria para Ihe luOIngir a correccoo ae
que precisa, louvcnios a lieos que suscilou na America
UU.-U1 desaguraveosdireitos da hiiuianidadc tantas vetes
Jaleados aos pos polo orgUlbo e prepotencia bnlaiinica.
lie justo que .quem COIll leno mala, cnin Ierro mona.
() aspecto das cousas ciuSuissa, sem ser mais amea-
cadoi do que cale agora, nao lie COIll ludo menos gra-
ve do que ein sido: A dieta extraordinaria, com os re-
sultados de cuja interven, o lauto se conlava, nada les.
ISio lia partido de monlanlia mais ridiculo. Depoisdi ,t
aoniauas consumidas em l'.illaiucnlos luutels, iionicou
UiMConunlsMio para dar o scu parecer sobro as duas
graves quesloes (los Jesuta* e dos corpos (raucos; C
quando os nicmbros da commissao, divididos cintres
uinas, ll.cappresentro tros pareceres (porque nao
i.udrao concordar n'iiin so) deque poda adoptar Ulll,
(leela.ou que iirnliu.n dclles escolhia, edissolveo-se.
Ficlopor tanto as cousas no nicsino estado quedantes,
com a dille.cnca do l.avor de mais a mais a Intervcneffo
das potencias cstiangcias que protesta rao contra a vio-
lacao do pacto federal, o a corleo deque a .hela nao
le., a brea necessaria para aplanar as d.lhculdades oms-
tcntcs. Oreslo o lempo o mostrara.
t) J ./os Dtbalu publico., uestes das passadot noticias
da China al -1;. do novembro, i.....importantes, lie ver-
dadC, mas que por bJQ mes,,,, que o sao, brprecsN
delxar de quarentena ate a i inda do prximo paqui u da
ludia, que oubado coiiliiinal-as ou drsU'uil-as liat-
sedo dina grande mudan, a na adiniiislraclo do impe-
rio celestial', qnc, ..ocaso de verilica.-se, equivale ao
principio da reaeco que, ha lauto lempo, se esp. rava,
onlia a invasau csl.angei.a. P.elend.-se que o partid,,
l'.voiavcl aos oslrai.gci.os, de que e.a chele o c.nn.s-
s.i.io Imperial K.e-1 ng, que lo, o que conclulo os tres
tratados com a Franca, logUterra, e Bsttdos Unidos,
alio intcira.nento ein detgraca, e foi sul.MUuido na
ad,iuisl.a9ao dos negocios p, lo partido o,.|.oslo d g -
do por aquello lamoso I.in, con, que,., tanto se O. cur-ou
a ., .prt'nsa Inglesa, em quanto duro,, a guerra. Aflir-
,.-sc, niesnio, que a revolucao lo, tao eon.pl, la.. u.
Ke- ng ale foi condomnado a desccr dous grao na s-
cala demaudaiins a que partencia. O acoi.l.c.iuc.to.
ma da revolucao lie este ; rainha abtolula, e catamtnloe
ofilho de finios. Mesnio dcnlro dos uniros de Barcelo-
na ha una junta central con. ramificacoes pelas provin-
cias. O centro das operaos he Belga, onde dia de Pas-
coa dovia rcbeiilar ii'.. (iioiiiuiniimeiilii, so loica maior o
uo comprimi, oqueporora se nao sabe. Outro igual
devia ter lugar niesnio em Barcelona; inasesse pode ser
evitado, porque ogcueral leve a fortuna dedescobrlr, a
lempo, 0 plano dos conjurados, que ora o sogullltc, IVo
momento em quena domingo de Hamos o clero entoasse
nacaihedral o cnticoi/osanaa filo liavid, giilanao os
meninos Viva la religin '. Vira la rci/im ahsulula 14 es-
te grito rcspond.riao de lora .. conjurados. I "' I
Cavos : B a revolucao cuu.cca.ia. Pomas horas antes da
e\iilosao, nrendeo o general as pcssqas que ihe indica-
rao, cdissc-lliesquc no momento en. que rompesse o
piimciiogrito sedicioso, seri.io todos bullados. O mo-
viniciito nao leve lugar.
Porm en. tal calado de adlantamento esuvao as ma-
sas, que, apexar de a presenca do general ser tao precisa
pin Barcelona, forcoso Ihe foi partir no dia l para sol-
sona. onde o conego Ti islany, a tosa de una Un ja r.s-
peilavel, era o tenor do ludo quanto se cbamava cn.is-
liuo. Por outra parle .Malhna, out.o gucr.ilbeiro, ja li-
nha derrotado todos os destacamentos d. tropa, que o
gove.no havia mandado contra elle; c cm Flguelras con-
tavfio os elotes da insurreicao con. quairo ou cinco mu
hon.cns, que eslavao proniplos a entrar ein campo ao
primeiro aviso, o cada un. dos quaes ja recebia por uso
.una pecla por dia.
A princesa D. lanuarla esi em Roma, oudc velo vei
a funecao da semana santa, na coinpauhla do sen mariao.
No di.. 18 do marco foi recebida pelo sanio padre cm au
dlencia publica. ,
P S. i cada momento csluo chegando con nos ua
Suisaa, e todos con. uolicias atlerradoras. Os corpos tran-
cos nreparo um Aovo ataque .outra Lucerna, que .1..
sua parte invoca em sen auxilio as lonas dos canto, s ca-
lmbeos. Mcsinoeni Zuricli, onde resido ogovrruo le-
deral, se tein passadocousos que raxem ver o pouco que
elle pode. Quando osdepulados de Lucerna partin,
Ibrao insultados publicamente pelo povo, cale um tu-
noso descarregou un. Uro sobre a cariuagein em quoec
Chgrao noticias doHaiK posteriores as que cima
dou, porquealcancaoat 25 de fevereiro. Nao talla., da
dissvIucSodas cmaras, masdbemque opaii csiasum-
mainenle inquieto, e que se recela urna nova guerra de
cMci minaran entre os negros o os mulatos.
Todas a* columnas das folhas Inglesas sao po.ieas pa-
ra culeras invectivas dos redactores contra o senado
americano, que acaba dcconlinnar a aunexavao de le-
vas, i., votada na outra cmara, lindos mals i.moso
ate di que urna loica de 13 naos se osla preparandoj
...ir castigrosle arrojo. Nao lia de sor nada, se Dios
'" SanfAi.na val ser julgado polo noy governo do M-
xico. Accnsan-o de nada monos, que do ter roubado os
cofres pblicos, ede ter-sequerido proclamar impera-
dor. Parccc-iue que a cabera do hoiueui esU cu. pe.
SSMSSSSSSSSM BUS! UBnz l -Kf.a
PRN>MBIC0.
ASSKM0I.KA PROVINCIA!.
CONTINUACaO DA SESMfl DO LIA SO DE ABRIL DE IMS.
OSr.Taqna: Sr. presidente, existe... diverswe-
inendas sobre a mesa, ao artigo que se a'.ha en. diSCUS-
,, me consigna Iudos para a manten, a do leejo,,01.
(|"rcspcilo casa do lycco; rallare, deludas as euieu-
.1 s e reflexionare! quanio ao artigo.
Sr presidente, o lyceo do un.a cldade tao grande co-
mo esta e que divo era sulfieicntc Ilustra, ao, he ...na
OM alt.hu. .-es mal. dignas do cipo pollino prov.u-
o I entretanto, Sr. presidente, paree, me que o jceo
col Codo na situara,, en, que se acha actualmente, on
nuil a en que fol posto na tfoa-vis..,, a,,c,,dado-sc a
casa da vlva Pires, ntopode precncher os fina a quj
S'' honrado nicmbro, director do Ijco. ja api, s. iHnu
o, grande inconvenientes que instruccao pullile* Prl
voi.idoestahclcciinento do Ivcoo no extremo do Lauro
dVl. "vista; estes inconvenientes sao umilo grandes, I
, dar-ie Igualmente na situacao do F.ira-dc-l'ortas
! "ie um lugar p-uco povoado e hM^4
existir o Ivcco; por quanlo, seo oMre.no da Boa-\iSla ft
mulla il erdade aos alumnos, para que cnlcndao com
o nal.ilos que passao do Norte, 0 n.csn.o sucede na
,1 .de cu, que existo para COI,, as pessoas que all
, ,, porque os moos.quasi senip.e travessos, nao
:,';:, dilardcassi... obrar, ..uando seachem orado
entro di cidado ; mas nao lie osla so a raso a ,duca-
no>sa inncidade exige que o lyco leja de.Uro
da cid..le. porque as aulas no extremo dclla nao sao
';,,,, para OS que ellas leen, de concorrer; drvein
,,,o balrro central, queheoma habitado, e
; o',., sem duvida alguuia, mais c.u.nodidadc
os al ... nos c aos prolossorrs, e ate porque Sd ass.m he
c o o pude estar subjeiloaun.a inspeecao Uiail ac-
ia da parte' das autoridades superiores da provincia ;
calme .te urna das necesidades que boje leen, os nos-
tantas vanlagens, e au se animou a propr que se alu-
SSS una nova casa ; porque a pr ...eIra ai torbncOn
dada para esso Un foi lo nial sucedida ; CUJulgo |lli
o lyco nilo poderla ser transferido para um I g'"''
inconvenienU do que aquello para que fol; ao mi u espi-
rito nraseapresentou d'e modo algum '"l'^P01""
luduslra presidencia a iransferir o Uceo do .. 'P-':'
o lugar onde se acha l,n nial collocado ; lauto mala. Si.
presidente, quando a easa nao era para isso apio i.-.d .
uen.pndia preeii, lior 0 lili, para que se p,, ..,. la d, la-
clo poneos dias depols, os prolcssorcs live.ao de para
suas casas ;e dos hon.adiis mcnliios dCSt ..e.iv.. M.
qirisi a scresmagado dcbaixo do desabamento do cito,
,! d-ahi so rcconbeeco que ediuco nao ,,od,a sc.vir
para.. Ilm que se havia arrendado; o boje cndi llligta
entre a ftrzenda publica e a senjiora do predio, o hm d>
annular-se este cutalo. Ku nao carta i.r-i. Iu; i eiiiit-
llralguma c-.idera,o. ou duer alg.una oons. I.i.
qualqucr dedsSo que o poder judletarb venhaa dar so-
breaquesiau; mas cntcnJo que a l.uend. d,i ol U a
reciSO do contrato; porque Sr. presn I. -iil i lia -
coi.-se i despesas da mNiservacao do ediliclo, e II lol
fwonh'cido !p.en,.cstava no estado de acn;li^ara o
,-,, que era destinado, logo elle nao |wde C s...lo ... i ...
,lado seno em consequencia de erro ''' '
erro essencial annn'a os comalos, eslou coito qiu o
contrato he nnlllssluio.
I'ojm : \ eremos o resultado.
0 Orador :-Isto he o direilo, com o mais nao me mi-
nora ; o que he coi lo he que CU nao cnipchaiia a pro-
fh!eta cu. un, arrendailieillu por nove unios sen, umita
tela. IIIUIIO mais quando o luga, e.a iiuprnpi.o, e
aecicsce que o honrado Inspeclo. da theso..,..., ,, o
.,, desta iasa,devidameutc ndverllo opresdeni.
3o iea casa uo poda servir para aquillo que era de*.
t ,i, c que serio bom preceder ao contrato um exa-
me or pVrUoS, para ver se a casa eslava ou nao capas;
s' .,.,,:V..i relto tao pr,cipi.,,d,n.cle.p.e a
ula se a.lcudco. e o resultado foi qUC o JC0, en, .oli-
os dias.ficou sem ter onde obrignr-sc c .... i, ...lo d
explicar o pei.san.cntod., cnunissao, nao pude dc.xa.
deexpr oqucpcnsavaacatc respi no.
Sr. presidente, a commissao, propendo que o lyco
lela restituido ao Carura, mi leve por un uiu.hr a .1.-
; sao da ass.....olea que mando,, tirar do Carino O 10S-
il.,l de eaiidade ; a coinniissao acuou-se ..aluicnl,
niharaeida acerca do ex, di. ule qUC dcfra tomar,
,lo que o Uceo nao pedia continuar na asa d i oa
de-PorWS, nao podendo la/.r com que a proviUCIB ti
Puinenliasu cm novo arreudaueiilo que podio ser tao
u,p..,iicuo como o primeiro, ncsie esudo julgouique o
u.eihor era restituir oljceo ao scu enligo assc.to. A
assen.hlca, he verdad., que hav... rosoli,do que o cu-
ve,,.,, BcaisclUre do hotpiul de caridad.', mas todo o
,Und0 sabe a diUcrel.ca que val de um estabeheu., ...o
deinstrucao publica a out.o prupri l,.,.,,ohe,
peasoas docnles, com molestias as wmjsM utas .
Peo,....,isso, altendendo esta grande d,I eme.., ji.l-
KOU qUC devia propdr que para o convenio vo.tasseo
hoco lauto mais, Sr. presidente, quando 0 lyeeo nilO
ecupar do edificio amcsina partcque oceupao bas-
pital que cauce de uiaio.es aCOUUUOdacdeS. De ...ais cu
.o irlo que o estado do lycco no convento altee em
colisa algn,., a dis.iplina dos religiosos. CSCIulO, CU
nouderarrl ao honrado meinbro que os religiosos s.-n.-
nrc csiuaiao, c que esses inconvenientes nao se derao
Sr. presidente, pa.ccc-.nc que a r.laxaVao da loo, id.i.le
nao ven. dos p.oicssorrs, vcui da mocldade; maso
hanrado membro foi quem nos dissoque os rapases
..f.o tinhao milito respeito aos seus uicslics. que enlo
mocos travessos, c folgasdes logo, digo cu.quc, quail-
do os fiados fosseii.os.uesl.es acousadana o iucmiio
resultado ; mas o que he verdad.-, Sr. presidente, l.e
ur ,einpic a mocidade foi assim; Clll lodos os lempos
ella foi boUcosa, C a do nosso lempo nao he pcior
nuc a da gcra.ao, que nos prcecdoo; cu crelo, que, ao
jonrrario, agerajao que vai piogicdu.do, deve dar mo-
cidade ...ais Conforme COm a moral e b.,,,s cosiun.es, Uo
,uic foi a de oulras pocas. Ku. M\ proi.l. nlc, como
lliemhro da coinmissao, snbjcito-n.e ao que a asscn.bloa
decidir; nao insisto, para que o lyco va.para o la,...,,,
OU para un.a casa, que e julgar conveniente no ba.no
de Santo Antonio ; que v para este hamo, he 0 que u
iulco convoniontc agora que lique ncsle convenio on
fina, n5o me Importa. Sr. presidente, CU nao son hos-
til as ordens religiosas, nutro inulto respeito aos inmu-
nos da imua rellgiao santa, mullo mais, quando me
Icmhra. que riles conscrvro as letuas, casculliva-
r"io ivo tciupo da obscuridade ; dada esta explcacao, .le-
vo vollar-nic agora para as emendas, qiic duein respei-
lo organisacao do IjcOo. A commissao, Sr. presiden-
te propi a s.ippiessao de dous prolcssorcs adjU.ictos,
e irup* tamben, a de alguiis empregados de segunda
orden.. Quanto aos adjuucios, a commissao responde
con. a indicacao da presidencia ; utas a coinmissao nao
se levou smenle por essa indicacao ; julgou, que a uli-
lidadc publica assiin o exiga ; a ueccuidade de cconu
mias, parece-me, que uogueui o comesta, be multo
mande no apuro actual dos cofres da provincia; a ollian-
i -,-i...u;.,..,.,iiii i-id filie ii in h iui
pira ..ula duas cadeiras; no lyco.pois, pddc estabclccer-
i luis,,,., regia, de mam-ira que. no iiuped........to
,|s professores, sen. ollas preonchidas, ou por oulrol
substitutos, ,. por um dos mesmos prou-ssores as-
sim, i cadeira do honrad.....ador he substituida pelo
lente do mesura esl.ibeleciiiienlo ; c de mais, o substi-
tuto do liceo '\>- ser II,i. honien, danto c 1"" SSO a
couimissa iulgoii, que nao fmia ollonsa algiima. sup-
nriinindo dous dos professor, s. <> prolr-Moi do philoso-
nhia pode inuito bem substituir o de geomeiria, rao
professor cathedratlco c ., siilisiiltiira de un.a manelra
milito diena, inulto ronforme a dignidade do lycco ru
w-i.queoprnfessor de pliilosoplii i Irin h ibiblaeOes ueces-
s.i.ii-. logo, julgo, que ncsi.i parle a commissao procedeo
mullo em regia. Tambem seperguutou, qua a .../ao
, nuca commissao supprimc estes.e qao outros subs-
titutos. Sr. presidente, eu enleudo que a coinmissao
mo ..odia escolher mclhor, do que o-l'es, siipprlinliido
cmes dous lugares; uote-se, que estes mocos sao dignos,
o cu consagro amiaade a um d.-lles ; njas nenhum delles
circe do lugar, esp.-cialme..... o primeiro; ..segundo
he un, rapa csiudai.l acidemii o de Olinda, c ei irnhodito tudo; porque se reeoiiheeera logo.qual a in-
conveiiiencia de ser substituto mu moco, que tem de
morar em Olinda, call freiiu. niaras aulas....
I'osm Isla agora em I. Paulo.
o Orador : Anda mais; agora os nobres deputados
di...,scisioconvei... Sr. presidente, eujulgo neiessa-
ria una observacao nesla occasiio o liceo loi ao prin-
ciiiio creado om urna organisacau multo ampia;., ,,,.,-
.',|i cuino finido cslabclc. e.-se un. sistema de.CS-
lldos -isiema que leni dado grandes v.intagei.s ,-ilt
outros paites; e aqu esl a raio porque se iraniearao
unios substiiulos. ellesdcviao servir ao niesnio tfinpo
que osprofoSI.....s, porque a, disciplinas dev.au cu-i-
,, ,,-se .i,, mcsiiie lempo mas islo ndo uve applicacSo
mrenos, eenlao oque faxerliojc Cortar ..que all
Iin de mais, porque os cofres publico assiin o cxi-
''' Ou mo ao anianiiciise enleiido.que elle nao lie neees-
suio porque a academia apenas lein um oliictalI maior;
renio lio sei para que ..iu.iiiuci.se no lyeeo. Ilcont,-
m.....u nao duvidarci volar para que continu no luga.,
atientas as ei.euiuslanci.is deveiido porcm supprimir-
sep,tciio;poiqueoquea ou.luiss.io leve cu. vista lol a
snp.ressao Je un lugar desuecessario: he Indiflerenc
que seja o eoulinuo, oporteiro, ou o bedel; ..... deles,
,!u,e os dous basto. Sr prcsldei.tr, lei.ho dado
!,s raiori pmque a coimnlsso procedeo: .. assem-.
b|a obrara como rntriider de justioa.
a Sr l'.n.-.M karrrfo:Dlrrl i.....co.e hciu pouco.rhc
para rrflecllr sobro o que disse o Sr. deputado, que l.l-
l.iu antes do Sr. Taques; isto he.relalivameute a deman-
da irio csl.u vencida, e que pode ser que ellas;.., a la-
vo,-,1, proprlctaria. .que no entumo nao ha dcslluo
que dar a essa cas,, do Gervasio Pires, e que para acia
odi lomar ouira ve, o lycco; ora, pdenlo isto acon-
tecer, para que havemos de audar com estas mudencas
lio liceo. Nao me pnce conveniente; d. ixenms por ora
o li.co aondecst.,, que esl ii'uma casa dec .c, o cu-
veniente .,.....isso estado ; porqiie.se a demanda sabir,
cio ru cspero.a lavo, da vluva, flea a provincia de
mais a ni lis cni nina e.a sen, le. destino, que Ihc da.,
reido lera taire de voltar para acota o lycco, e por
|M0 conven nao andar a dar mais rollas con. o liceo.
Qauloadcspcsa.nosei se forao .1000/rs.. co.no sedis-
t> ou se foniodous cutos, o quo sena mus cello, p,-
lo nosso sistema de I./.. obra que val dous. porqua-
I....., cinc. .Na-, dlrrl mais nada sobre Isto ; a as-
ICIIlblca em sua alia sabed,., ia ..soliera que enlcndcr
dcjmliM. ^^ ^ Ku souaulor (1(, ,., cinen, .
mas pouparei a dlscussao. J^ao possp volar pi la emenda
;,, y ,,',, ,,, para que o liceo volte para o l.ar-
,; nao posso adiniliir esta Ideia, sem iucorrer na gra-
os ima ncclia de couiradlctorio : irabalhei mullo ..esta
casa, para que se reslitui.....i enveto do I a,,.,o.como
bel de agora concorrer paradesmaneliar o que j.. se res.
de ,;,i, ru sou siispelio nesla causa, ese se tratar de
wtai,retirai-ine-l.ci. porque en sou religioso tamben;
po, essa parle est diln o que ha a do, lamben, se.
;espe,liiascoiiiic,,"..sall,ci.is:,,...,apodarc,q..ci..s.lsleii-
,, ,u,e s religiosos.,.,., leem dircito de propriedade,
mullo, homens de catado lecui sustentado essa doulrma.
entre riles Miraban ; mas, cu cstou convencido do con-
trario porcm respeito as conviccooaalheias; o traian-
,|o da iiiu sl.io principal, di.ciquc o lyCCO ..onde esta
nao .....lo cnti.mar. PorllJ dil-se. que ha Ulna de-
manda sobre a casa du filiado Gervasio, c que espere-
mos que essa demanda s. decid para enuw mumo
une se lia defaser; maetodosconvem quoo Ijcco all
osla en, laon.au estado com,. agora; que..po.s.se dec-
da pro, ou contra, a demanda a conveniencia exige.
,,, o hoto nao vparaalli; para quepols csperar.quo
c decida a demolida Paralicar co.nocsta, entao I que
alti ; de mais todos nos sabemos o que he um libello; a
palavra libello lodo o mundo comprehende; un. libello
I,de din.ir un.., ge. ico inicua....
resrs ; Os peores i,bellos sao os lamosos,...
0 Orador Os famosos decidciu-sc da nonio para
odia, aovoliarde urna squina; decidciu-sc com urna
, DUI que se las 110 l'.isinado; nao lie dcsSCS que l.illo,
he dos libcllos do mcu, rilo leu, que se apresrntaono
IV..ocoiitSK"'-n; esses duio lidas mi. .ras: de mais
|.lo ndde ir para o supremo tribunal, cent.,,, que tciu-
po na., se.., miste, para que se decida cate pleito; e
ha de o Ivco sollre lodos estes loconvenlenles Antea
a*.>mbli.. una cousn, que o lycco foi.c nSo ro, bcui enl-
locado i.....de esta, e po Uso o quero tirar deJa; ro
bem collocado quando.... engajado, all e... .. quariel
descuajados; mas, agora, que he permanente, devo
ir para o qua.icl dos permanentes; e iiote-sc uais,
,,uc,.l.|."is,iue,.licc...... para os engajados, dlllliuuiO
eeiisidrravt luiente a matricula, csinlo ndo estar aqu o
Inspector da thcsourarla.nosso collega, para que, .le ...-
forme a assemblca desla diminuicao; .; Uto acontece
porque n mente travessos) para b'ra-de-Portas....
OSr. 1'aqnet ; -- E paro a Hoa-vista
(l (hado, :-()u.es.uo; eu se me guiasse pelo meii
coiiiuu.dooTii. liana ;oa-visl.in.is nanquero m-u.ioo ut.l;
c enio,Srs.,a naoscr no enveto do Ca/iuo, ha de ser na
/,'oa-i isl.,,,,1,1.,,.,-d.-IV, tas'N.inli.i ....=. cas.s.Nao pude o
Br. presidente alugat urna cosa Eu po.so apout... ui..;.
e..sa limito b.,a, qual s do Sr.seuado. Manocl deCarva-
,!,; i,,- rxcelleute; mandem vtl-a; Srs., o enojase
COIIiniCtteO quanto a lilil!, tjUando se COllOCOU10 ly-
ceo .... loa-visl... osle fol prHUClrO ero; haicuo de
cari cua. con. algUIMS das SUU consequencia aEOra
1... ... .... .,.,.-, i!.', I M' II L'
nde no apuro actual dos cofre, da proiiueia; e olhan- can. ga, .-on. a''na u*.-.. --. -.- ~ -,
do para lodos os cslabclc.iu.c.los v.o que nao havia oque eonfeui.V*'*'lJI/ra-de-Portaa. ou a-
SSS^^^WSW^ cne:,:;ue,..eo^c ilnportaia a suaeonlinua-
ILEGIVEL
___'.!
J*-


3=
fc
cito all ; i>"is. havcndo nulas un Santo Antonio, nin-
guno mandar scusfili.o taolongc. Cciuluo, pois,va
ando pela ininlia emenda.
o Sr, Francisco Jodo: Sr. presidente, estova quasl
inclinado seguir o exemplo do nobre deputado, qui
tinha pedido a palavra ai.les de uiiui estiva inclinado
a< ler da palavra; porque siippunlianada poder di-
ser, acerca da quesillo, movida sobre a collocaro do
lycco c Je algum modo eslnu inclinada volar i
emenda, que est na mesa, npreseutadap loSr. I.op
(ia na; mas, Sr. presidente, rujulgo, que sao justas a
ohsi rvaedes doSr. depiqado, quaudo requer a transfe
rencia para o baiiro de Santo Antonio; utas lambcni
nao drixu ellas de perder parte sen valor, qunnd(
sustenta, que o [yeco nao pode existir no bairro do lie
cife, nriii noda Boa-vista, lu creio, que COQVui, que si
ironire un ponto ecutrai para este estabeleciiiiento;
mas nao posso crcr, que rile nao possn viver lora dessi
]>onio ; ntio sci, que lias cldades uin poucoextensas se-
ja possivel guardar esse principio, o que na uossa ja
nao lie milito fcil, atiento o grande augmento de po-
pillarn ila nossa provincia ; mas eu peco licenca a V.
KXi parafaxcralguuias observacocs acercados reparos,
que un inlu- deputado le/, lia pouco, fe uo que bastan-
te se demorou), cerca do acto da presidencia, pelo
qual fni o lycco transferido; criininuii-se de algum mo-
do esse acto, pois ss disse, que se celebrou esse con
trato sein as precisas luforiuaedes; mas eu posso allir-
luai ao iiolne deputado, que exame, c iuforiuardes hoii-
verao a respeito, eque nadafaliou; eo exame do cn-
geulu iro rol verdadeiro, porque este exaiiiiuou u csta-
do externo da casa, e nada se aebou por onde se cnnhc-
eci apreseutar ruina; as vigasera, que liuliuo apo-
dl'ei alo e nao era possivel 110 arlo ilo exame ler .irran-
. ido a ; lalm.is p i i ver isso; logo, o exime do ciigcnhci-
i I hel < o acto nado por falta de inlbrmarcs; porque ellas existirn,
i ia <<> do eiigeiilieiro, mas do director do liceo, etc.
I. sendo neeessario (; insfcrii' do Carino o Iveeo, fcx-sc n
ti insferi in ia para i si i cas i, julgada aproriada para o
lilll, que se quera.
.'ir. presidente, dei eslas explicarOes ; porque das o-
bservaedes do nobre deputado poda resultar dexar a
pessoa, que eu respeito ; r por sso apresenli i a assem-
< < os i icios r.mu sr passro.
lie julgada a ni una discutida, e por couseguinte
approvado o arl coni as emendas dos Srs. Alcanforado,
i pestiama.
lona en, discussao o art. 8."
O Sr, .Yogiiriru Paz : lu sinlo, Sr. presidente/ lo-
ii ir a palavra para, de alguina inaueira, me oppr ao
parecer oti opinio einiltida pela no!,re commissao de
lazenan e orcamrulo, e pey henea para, de nlguina
forte, taclial-a de injusta Din acoiisclhar a casa a sup-
prcssao da eadi ira de I itiui da enmarca de l'aj ilm de
i Parccc-nie extraordinario nist* a illuslre com-
mi-tso lamas.e su.is vistas sobre a comarca de Pajalui,
n i distancia de cen legoas, para Me fazer mu mal. e un
i.id grave:' isln lie, para pedir a casa a supprcssao di
nina uuicacadeira de latim, que exii le eiu nina comarca
que i. ni si ss. na legoas de lungiliide e quarrnta e lan-
i is de ititude, bem habitada ; na qual essa unica cadel
ia i -ni pr, cuchillo seus lins. prestando osucrvlcos, coin
palie, is a ella, nina moi iiladc, que val descnvulvcudo
scus desejos pela Insiruccilo, i.m uccessarla
l'arcce-ine anda, Sr. presidrlite, que este procedi-
nciilo ca nuble commissao lie monstruoso, c nao sci
ei.....pie iiin ella leve is,o eni \ isla ; se lu eoui o rtose-
ju i i siipprinir nina cuh ira naquella comarca, enlaoiu
llie ilii ia que antes ;.. imsi I lia -se a supprcssao da radeira
de priini iras huras, porque, al. ni de havrrciifalgiimas
ealcir.is pal licularcs (leste ensillo, aceresse que a r.itlci-
ra publica da villa ij. iilnini sci vil,o leni feito ; c nunca
suppi nuil- i de I.iiini, que j.i i, ni a loria de cmiiuei ai
lies liich.ui s, seis sacerdotes, quatroestudautes de pro-
paralorios c mu acadmico, que, sabidos daqiiclla ca-
deira e ebegados aqu, inrn plenamente apnrovados
ni latim; alen, destes, uniros niliilos i apazes lecin-se
a|ieri'ci' nado eni srinelliautc cadena. Assilll, pois, Sr.
presidente, cu mandarei mesa tuna emenda suppriiuin-
-prove.
I.CCIU-SC as segllilltcfl clin i.das :
Suppiini.io-se as srgiiinlcs palanas du art. 8.a
Suppl'iinida a cadena de Pajalui de llores,: Xogueira
Pas."
\n nico do arl. S." accreseeiil.'-sc : \-, d.i ,, ,,,.
SC acha temporariamente sen indo no de S, Antonio, pa-
yo desde que all (unieron a ensillar; c augmente -se o
qiiaiilitath n. Atjuiar. >
Sao apoiada i, e cutan cm discussu.
O Sr. Ferrrra liarrclo: Din i alguma cousa para
njud.ii' o Ilustre deputado que acaba de Tallar sobi c i s-
le pai ii. litar uo me parece, Sr presidente, convenien-
te qili se suppiilliu a ladciiide latim de l'.ljalll de Mu-
res ; sci, lie verdade, que all nao piidc liaver Ulll gran-
de numero de alumnos, porcm.sr prcleiideiinus levar a
iuslruc o ,in interior da provincia, lie preciso mi olliai
a isso; (fruais, essa povoai.ao he milito (listante, c os
hertanejos sao lionieus degrandissimo talento conhc-
eeo-se isso no lempo do Sr. D. Joilo Coutinlio; os es til-
dantes que sabino inais latjm, e que scaprcsrniavo cun
pravas de maior talento Ionio os moros do uosso Serto :
r.ihi saiiii'o niuitoi paroclios, liomeiis de milita illns-
ti.n.ao r de mullo saber, segundo as luzca do lempo :
ora, se isto be assilll, como he que, no Beculo das uzeo,
Lavemos de privar us nossos Sertdrs da illuslracao que
jiclainau lieinais, oprofessorde l'ajalui he un proles-
sor milito digno ; en oeonlieco; lie mu liomeiu de ex-
cellentc moral, de excellente coudico ; lie un liouiem
Ule sahe pcileilaim ule o lalini, un llOIIICIII que Icill
aprescnlado grandes discipulos de latim : inesiuo ago-
ra, Sr. presdeme, cu colillero un rapaz de Pajalui, que
lie o padre Campos, que se ordenou, ha pouco, que sa-
n- |u rfeitanieute latim, e aprrndeo coui ette professor
entretanto est prompto, epretende voltarpnra asna
lamilla, e isto he una vautagein para a sociedade, cs-
pei ialinenlc nos Serlcs, aonde os padres sao raros: ora
assiiu como este, podeiif apparecer outrns por isso nao
ai lu i niivi iiieiii,' que no isiado.aiin.il da sociedade, \ i-
lis as lu/, s do seco lo, vistas as inti m ms d., asseiubla
esupprliua n cadeira de latim de I ujaliii de Flores, que'
so boje tem dous ou ires estudautes, pode anula ter un
glande uuiueio voto pois contra o artigo nesta pai le
(i Sr. j>pc Gama: \' esta assembl.i, Sr. presi-
dente, devein mi recer grande consideraciio os habitau-
tcs do.., nao, ou deve.....icrecci tanta, como os da ci-
ade; iodos sao brasllclros; lodos perleueem a mesilla
nai ... mas nao se i,ala .lisio, IroU-se de supprimlr, ou
dei.\.irdesuppriniiraeadeira de Pajaii.enjo professor esta
"Miadoja, i cstajiibilado, porque elle uiesmo o requr
o, vi tu estar nos termos da leij por cons qut ucia esl
latim he indlspcnsavel para padre; padre que nao sabe
latim, he urna miseria ; mas, para os deiuais que nao
sao padres, e que se nao dedica* aos altos estudoi das
scieneias.iiao lie isso neeessario; e se acaso OS cofres p-
blicos eoiiiporlao essa despe/a, ein lugar de cachi ras de
latim, eu quisera que se substltuisseni por cadeirasde
gcogrnpbia, e de agrirullura; porin isto he mil so
eominiim dos eidadaus; isto ap: ci' ihc mais do que o
latloi, o qual sao restos dos. qios gothlcos, em que
ludo que nao era latim, mi era nada; quando te alila-
ya pata un homem que o sabia,dina-si';--he Ulll sabio,
s.lie licm grauuialiea;c asvczri aconteca que era
un grande pedante. ,-
Sr. pnesidenle, Pajalui nao pode estar ein parallclo
COIII O ltecife; logo,nao pode ter as niesiuas cadeiras;
Pajalui_ deve estar em igiiald.idc COIII oulias povoacflfl
do Scrto; logo, se Pajalui deve ter cadeira de latmi,
lambona deve terPapacaca, Agoas-Bcllas, Caranhuni
etc.; todas teein iguaet direilos; mas, ao pudendo isto
ser assiui. vol pela suppiess;io.
_ O Sr. Mnricl Munlcim:Sr. presidente, a cnuiinissao
lo argida de injusta pelo nobre iniiiiliru da casa, que
niaiidoii mesa una emenda; mas, apeiar disso, ella
linda insiste na sua opiniao, c lie de esperar, que, de-
poisda coniinissao se justiliear, se llic laca juslira.
enliorcs, o nobremembro, depois de apodar dcln>
justa a eoniiiiissao. parece-me, que anda foi mais loilge,
disse. quecra de proposito,que acoiuinissio tinlia sup-
primido essa cadeira. Ku suppouho, que he estre d
casa o lulo poder suppr ein iiliiguoin ms IntencOes; a
supprcssao poda ser injusta, sein que injustos fossein
.s ii.cinbros da COUlinlssilo; c o proposito de querer sup
prniir 'una cadeira envolve una tal offensa a coniiuitr
sao, (pie realmente ella nicsiua emende, que nao deve
ijeseer a responder; c que quer dizer suppriuiir nina ca-
deira de proposito Pois a conunissao toma delibera-
i ms, sem que scjiio lii niad.is na aiiloridadc d.i coiiveni-
ncia publica provada.' U nobre incnibro da casa, se
quizern ser mais justo, devia averiguar as causas, que a
coiiiuiissfio leve em vista para propr a supprcssao, e,
mies de f.uc- a sua argirn, devia pedir cxplicaciies a
commissao; que a eouiniisso de liom grado Ih'as dara.
I ara prnpor esla supprcssao, a commissi! fuudou-sceui
boas autoridades, e, depois da conunissao dar algumas
xplie.ni.es, espero que se Ihc l'ar juslira; porque fcliz-
nienle a coiiiiiiisso nesta parte esta de accordo COIII Olli-
nWes, ii.....leveni ser respeitadas pelo nobre membro.
Sciiliorcs, a commissao. Clll gcral, piiilcssa a opinio
le que a instrucfo primaria deve sercspalhada profu-
samente pela populaeoj que iienlium pomo da imperio,
ou da provincia deve existir, onde nao baja iiuia escola
de prl.....iras h tiras; porque em verdade o ensillo oV pr-
ini iras huras lie de leconliecida iililidade para lodo o
mundo. Quunto ao laiiin, elle faz parte da iustrucciia su-
perior, c entilo n.iii he para todos : COIII ludo, esta regia
pude sollici- algunia excepefioj a conunissao lamban as
ciiili, adiuille eni cellos lugares, aimde os individuos
parecn le suas tendencias para o estado ccclcsiastico
Seiihores, cu devo di/cr UO nobre llICInbro, que, ein
verdade, algum elogio merece por advogar a causa da
SIIOloc.ilid.idc; mas divo di/er-lhe laminan, que seja
mais justo, quaudo advogac essa causa; porque ningucui
(leve ollcnder os Olltros, para sustentar una i.piiu.iu
qualquer. \ comniisso lndou a sua opiniao na Indi-
ca ao, que fez o presidente da provinciano scurclato-
Cfo; aqui esta o (pie (lie disse (/, ; mas nao foi SU nisto,
que a coiniiiissuse linidou, fui t iinbeiii na opinio do
director do lycco, q que agora acaba de coiubater essa
supprcssao, que, ha ponen, aconsclliou; aqui est o que
d.z o Ilustre director du \}ci (lo).
I.'i.i autoridadr, que eu invoco em abono da op-
nio da commissao, parece, que deve merecer iodo o as-
seiifodo nobre mcuibio; o nobre director do lycco, (o
liabll, (o eonliecedor da materia, he quem recouhece,
que esta cadeira he intil. De ludo isto cuiicluc-sc evl-
deutcniciile, que nao foi COIII mi Inteucao, que a com-
iiiissao propoza suppressio; que nao foi por sen mero
arbitrio que a fes, c sini fuudada em umita boas autori-
dades; c nao poda ser de outra uiaiieia o proceder da
coiiimissao; porque os habitantes do Scrlau devcni-llie
eonsiilciai ao, c m Mes Icem nieus amigos polticos lam-
bn adiado svmpatllias. Voto pelo artigo da com-
missao.
OS
guinte
lauto isto be assini, que cu appello para a prohidade de lo.alcni do presidente c secielaiio.de 9 inembros uoUMa.
- teve a |dos pelo presidente da provincia d'eulre os professores
mu ni nil.ru desla casa, que aqu se acha, que
hunda.le de visilar-me nessa OCCasiSp, assiiu como u-
tios Srs. professoies (lo Ijcn liveio a boiidade de o fa-
zer; nao estando cu presente nessa congregaoo, nao
ni Ii mu saber o que l se passou, neiu lo pouco ex-
pr all as ininhas opillioes e pensauenlos ; o que resill-
tou (Caqui. ReSUltOU que houve a Ultima cunio que
. nsmil i liaver no liui do auno, c esta C0llgregac.au or-
gauisou o rel.xlorio que tinha de ser presento presiden-
cia; ludo isto se fes debaixo da presidencia nterin;
mas essa congregarlo aula platicar com o director per-
manente un acto de bondade, de cousideracJoi quiz
ter a deferencia de mandar esse director o sen velato-
rio, para que o lubscrevesse c o levasse presidencia :
o director fui sensivel este acto de bondade da parle
dos seus collegas, e subscreveo o velatorio ; be verdade
que elle o Ico anlcs de o subserever, e que llie acbou
ideias que naoero sitas mas agora appella odirectoi>
;i|iie eu suu p ira a probidade de V. Exc c pergunCa*
llie, se devcrla riscar no relatoiio dos seus collegas
o que l tiulio posto ? Seguramente nao o devia eu fa-
zcr; cu nao olii, e subscrevi o relatoiio ; poriu esl.i
tubscripco nao me derla inhibir de apreseutar, como
deputado, iiiiulias opillioes ; heoqueliz, c cun oque
se alliguiiiu ao nobre depuladu achar-nie em contradi.c-
9io ; mas, agora, depois desla explicacfio, o nobre depu-
tado me far juslira, c reconhcccr que nao fui contra-
dictorio.
Sr.presidente, o nobrcdepulado, piando orou.vi qui-
se acbava ulano do sen ti iiiinpho ; c esle ti iumplio ccho-
ou as galeras e na asseiublca; c eu Uve le ser victima
disso, c carregr coin esse peso por2i horas, c dcscar-
reguei-mc agora, desforrei-me; ecoucluo por dizer que
cm contradic'ces teein cabido os inaiorcs liouiens de es-
lado, e que por COnsegUintC, qtiamlo eonlradicro buu-
vesse, neiu por isso ineiicrdito seria all'cclado.
(Continuar-se-ha).
r. I rtlidcntt da para ordein do da da SCSSO SO
a nicsiua que vinlia para a de boje, e levanta a
[Uta mais de i horas).
! roli -ni, ii.uiu digno, ii ni ja a sua subsisieujga certa
por eonsrqueucia, quanto .... piules,,,,-, neHuiun ma
be i eslilla da supprrssao Trata-se, pois, de saber si
convcui, que fique a cadeira ou nao. Senhores, lodo,.
rno, i;,.,s principalmente o constitucional, tem .
o de dar, ou foniccc/ nstrucco primaria aos
i" "' ls....... instruccnoprimaria, esta deve ser era
tulta.c nara lodos; mas asecundaria, nao, Kcnhores- a
nsirncciio se. lindara nao be para lodos, i......leve a-
liern todos; o bom seria, qu. se exiinguisscm todas as
endriras de latim de fura c s ii
ii. as da
capital
poique, se ined.zem, queplatim he para a iustiucc
..-. man i,;..,,,,,..,,,,,, su! ule, pergunlarei eil, porque
i. nao csuib.'lece lamben, nina cadeira de gemetra
mi todas asterias da provincia, tal ves mais inters!
sin le do que.o latim; que piiniazia d o Sr. deputado
no latim, quaudo o latim lie tima, liugoa mora; be mul-
lo un,,nii,para os que s. dcdieaoas h liras i
.:,....-....1.... il.....l .:.. .. _..........
siss'.o m 2 ni mo m; |845.
Prciiilencia do Sr. Pedro VcatcanU.
As 11 horas da nianlia o Sr. I." secretario faz a cha-
mada e verifica eslarem prsenles 2fl Srs. deputados.
U Sr. presidente declara aberta a sesso.
O Sr. -2" secretario le a acia da scsso anterior que lie
approvada.
i.e-.sc eapprova-se o seguate parecer: --
Joo Amonio de Mello allega,que, temi arremata-
do o contrato do disimo de mininas do.....nicipio de
...... \nlao. desde o I. de oiitubro de \Mi ate o nllinio
desctcinbro de 1845, sendo urna das condices daarre-
inalacao o (lucilo de arrecadar o dito dizimo, pela forma
estabeiecida no regulamenlo de ."II de mano de 1832, a-
contece, que a lei municipal do anuo passado estabelc-
ceo outra orina de ai recadarn, allcraiido assiiu a cou-
dicaoda arrematacao, c (ornando a arrecadacio dosdi-
ziiuus mais dlfHcii e prejudicial ao supplicante pelo que,
e porque se innovou a estencia ilu contrato, sem cousa
dada pelo supplicante, pede em ronsequeucia, que un
se declare resciso o contrato, ou se rebata no valor da
arrematacao a quanlia de 1 /iiiin n em que consiste a
peda ib. supplicante.
' Parece a commissao de rendas niuiiicipacs, orea-
uieiiio, e exame de comas, que deve ser indeferido o re-
ijueriinento do supplicante; porquanlo a lei municipal
no .iniio pas,,,,!,,, en, vigor, |,a iiiuovou a tirina da ar-
recadacao do dizimo de miuii(as, estabeiecida pelo re-
gulamenlo de-31 deinai'vode h:, masantes aconfir-
nio i xpicssaiueiile, luandando que aarrecsdacfio se II-
sesse percoll, -i,-,, emio lias fcirai c increados, como
cinalgmis municipios se laza abusivamente, e con Ira
as,hsposi,,siloprc.li. regiil......mo, sendo que a dis-
puso ao da lei ||IS de 1844, en, a qual funda o SUppll-
cantc o seu direito, he aincsma da lei n, 135 do auno
p, i".iiiiii passado.
i. Sala das commiiBdes daassemblea :in de abril de
ls,,.. bcbaslio doRcgo. IMo. Alcanforado.
Olllll >l III. I.ll.
('..(ii.iiniiio i/.i iliscusso lu oreamtnto provincial.
O Sr. Ferrrra Brrelo:- Sr. presidente, na scsso nas-
,a.ia, i ii pi ib a palavra, c pareee-nie, que em mlnha vi-
da limita a ped com tanta juslica como nessa occasio-
i.aopod, i,dojuslilicar-inc no moiiienlo, por ler dado a
hora,.he neeessario que eu o faca agora, eque V. Exc
e .1 assciubla Icnho a bondade de sollrer-mc. O nobre
deputado, qui falln por ultimo nessa sessao, cuidou i>-
Ihar-ine cm llagranle, isto he, cm coiilradicco.
Sr. presidente, mais.....a digressao; nada do que eu
diss, r, ii ni por iim ollender pessoa algiinia, especial-
mente ao nobre di pinado, a quem Dlnguem mais do que
i u Ihc las juslica; rccouliecOS seus talentos, e de mais
a maiso respeito como urna p.ssoa, que por felicidade
uossa, ti m i bcgaiio aos grandes c ImpotianUssimos em-
pregosdo Hrosilj se, pois.alguma cousa me escapar no
calor da discussao, nao he seguramente por oUensa; sou
bem educado, sci icspcilar os nieus collegas, e so vcnlio
aqu para dher o ijue sinlo. Pareceo, pois, ao nobre
niembro, que me linlia pilhado em flagrante contradic-
fao, pois que cu lallava uesla assembla a favor de una
cousa, contra a qual ja tinha dado Ulll parecer, c un na-
iw..t i! ........I,. ....... .............._ .' ___... .
Pojkcto n. 15.
A commissao de iustiiicco publica, ene.u regada por
esla assembla de organisar mu nrojeclo de lei sobre a
insii ucri. primaria, leudo em vista os projectos ns. -j-j
de 1811 e 5 dcsle auno, tem a honra de apreseutar, em
resultado do seu trabalho, o segiuuteprojecto de lei
CVPITUI.O i.
Va inslrucfdo primaria.
1.* A nstrucco primaria, ou lie elementar ou su-
perior.
2." A nstrucco primaria elementar he gratuita;
mas a superior sera retribuida pela forma e com as c.\-
cepcoes declaradas iid*...
*, ,'l.u A nstrucco primara elementar compreheude:
l.",'a lituia ; 8.",acalligraphia ; .(.", arilhuielica prali-
ca, menos razes c logarilhuios; 4.", systRina nacional
de pesos e iludidas ; &.*, graniiuatica nacional, excrci-
cios da liugoa porlugueta; (>.", nnces mus geraes de
geomel ia pratiea ; 7* instrucro moral e religiosa,quan-
to seja proporcionada comprclicuso dos meninos.
4." A instrueco primaria superior compre!,en.le
I.*, geometra e suasapplicacOcsusuaes ; ~2". deseubo
elenieiilar e linear ; 3.*, cien,culos de historia e geogra-
phia, e partlcularmeute do brasil; 4.", nocoes dasscieu-
cias physfcas, chiuncas, e historia natural, applicavels
aos usos da vida.
5." as escolas de meninas se ensinarci as mesnias
malcras e cxcrcicios que actualmente se cusiiio, con-
(orine a lei de 15 de agosto de 1827.
* ti." A instrucro primaria elementar liegeral, mas
a instrucro primaria superior he limitada quelles lu-
gares que, por sua popularn c vaiilagens, loreni desig-
nados (icio presidente da provincia, sobinlorinaciioepio-
posl.i do coueelho de instrueco.
*i 7." As escolas de instrueao priinaria elenicnlar se-
ra o estabelecidas as cldades, villas e povoacOea em que
estiver a matriz ou capca curada,
, 8." As escolas de meninas sern estabelecidas cm
todas as cldades e villas que loreni sedes ou callejas de
comarca.
|, U." As escolas nao pdem reunir maior numero de
discpulos que (II: quaudo ellas livcreiii maior numero,
serao Sllbdividldas em duas uu mais.
:. 1U. Os dnus ^aus de nsd'ucro se pdciu reunir na
inesma Instituicao, quaudo, sob informaco do concelbo
de instrucro, o presidente da provincia julgar que lie
coinpalivcl c sem prejuizu do ciisiiio a ai.'cuuiulacu dos
dous graos.
^ 11. Os prolessorcs do segundo grao de instrueco
seruo obligados a dar roes nos das c horas coi que a
Slasse dos Ii alialliailurcs e udustrosos esliver desooCU-
pada, para que a escola seja frequentada por cllcs e pe-
los adultos.
CANTLO II.
Vos professores, sua iiiiiiirarito e iualidades.
da provincia, sob trplice proposla du coueelho de ins-
truero.
Ji l.'t. O coueelho de iistiucco piiipor.i quelles, que
nos eximes se iiiusliareiu mais apios, c cuja inuralidade
fur mais recouliccida.
14. Se rao preferidos para o magisterio os alumnos
da escola i,urinal, lugu que ella se estubelecer.
^ 15. .Nao seru adllllllidoa ao concurso :
\. I." Aqucllc que nu seguir a rcligo calholica
api.slolica ,i.mana.
N. 2." quelles que liverem sido condcuinados pelos
crin,es de homicidio, roiihu, linio, rstcluuato, lalsida-
de, nioeda falsa, banca-rota, adulterio, rapto e estupro,
anda que Icnho cumplido a sentcnea, ou .lilla ubtidu
perdu.
N. 'A." quelles que furrio cunceiiados de falla de
intcgridadecbcns.cmdiciadus inteiranicnle de qualquer
dos criinrs i,u ni o.muios no antecedente.
S 15. coueelho de Instrueco dar o n e ul mu mu
que se deve observar no processo do concurso e cxanics.
;. (i. Os substitutos sern Humeados pelo presidente
da provincia, sub trplice propusta do concelbo de ns-
truccao publica. As liabUJIares de lubstitutos Serio as
Inesmas dos prolessorcs ; mas a esculla dos tres propus-
lOS lie iidepeiidente du cxanic.
4 17. Quaudo u professor nao tiversubslituto legiti-
mo, servir, uu sen Impedimento, o cidado que fr no-
miado pelo Inspector municipal; mas,se o impedimento
exceder de ulll I1ICZ, o subslitiilu ser noiueado pelo di-
rector dos cstudos, sub proposta do inspector muni-
cipal,
y 18. Ninguno pode cstabelccer escolas primarias
particulares sem expressa lietnea du con ceibo de ins-
' lo.
Porque o homem pude ,er multo bom cidada" f' i' Sr"'ineiT el'', TT* '""""" ViW dirct""
saber ^ Si5tZSV&'KKSS^Sig^
Iruei,
A licenca nao pude ser dada sein preceder exame da
capacidade do professor as inatei ias do ensillo.
NSo pdem obter licenca os individuos que se ach-
relo nos casos previstos pelo S 15.
$ 19. Nlngueui poder abrir collegiose catas de e-
ducar.JO sein licenca do concellio de iusliiicro, que so-
nienic ,, denegara a aqucllc que se adiar us COSOS pre-
vistos lelo t) 15.
*; 20. Os professores e professoras dos collegios e ca-
sas de Cducacac sao da livrc uonieaco do seu fun-
dador.
* 21. A I i. eneas para fundadlo de col h g ios, c casas de
educaco, e para a abertura de escolas primarias be
pcssoal.e uao transinUsivel.
^ 22. quelles que,sem licenca do coueelho de ins-
tiiictao.instalaiciu collegios, casas de educaco, e esCO
osprlmarias.incorrcm na multa de 200/rs.a qual fara
parte da renda provincial; e os referidos collegios, casas
de cdiicacao, c escolas seru l'cchadus por mandado do
dircciui dos estados uacapiul, c luspectores munlcipaes
nos uiitrus lugares. A referida mulla se duplicara na
reincidcucla.
SS3. As escolas, anude Mnente se ensilla a cozer r
Bordar, e as oulras obras de agulba, nao eslo coinnic-
liendidas nos ^antecedentes.
CPITII.O III.
Va ilirecco t fitcalisaaio da eiisino.
u i A no de instrucciio do qual sera presidente o director do
lycco, e secretarla o do le eco.
lista dirccco coinprclieudc o lycco, e todas as au-
las estabelecidas na provincia por lei proviuciaes
e pessnas instruidas da capital que rcunireiu probidad,
r zelo pelo bem publico.
llavcrao tres suppenles nnme.idos pela mesina fr-
ma. os quaes sero convocados pelo presidente do con*
i cilio, na f^lia de algum membro ellectivo.
j 21). O coueelho se dividir em sceces pela fdrmii
que ellejulgar mais conveniente c fcil ao dcsempcnl
de suas luiicer,es.
27. Este concelbo ser consultado em nido qu0 r.,
pei'tar iiislrueco publica.
28. O coueelho dar o plano normal das lices de
terminando a forma e disuibuico do entino, mareandn
.isclasses, escolliendo os livros c compendios que de
vem servir para o uso das aulas e escolas ; designara I~
feri.idus. a forma por que bao de ser feilos os maniu!
dos alumnos com as respectivas notas de sua flequen,','
api ii veil inienlo e mural idade ; regular;', a l'rma da ma'l
trenla, dos exames, premios e attestaedes bunrusas-
disciplina e polica interna das escolas; a forma or
que os professores devein dar cotilas e fazer o inventa
rio dos objectos distribuidos para uso das escolas nrii"
ver cerca do cuidado especial que inereeem OS or-
plius ; finalmente dar regia c uiiilurnudadc Inttruc.
cao publica.
J 29. O director dos estados, ein caso urgente, quan
do nao seja possivel a reuoio do concelbo, exer'ccr as
attribllicoesque competem ao mesiiiu concelbo.
i 30. O concelbo de instrucro inspeccionar, por
lucio de seus meinbros, as escolas e CStabetecimciitoi
de instrueco, situados na capital, e naquelles lugares
onde elles pudercm ir com facilidade.
31. O presidente da provincia nomear, sob pro,
posta de concilio, un inspector parclll para cada es
cola primaria, c uiu inspector municipal para todas ai
aulas^ e eslabeleciinentos de instrueco dos municipio]
* 32. Os inspectores parciaes sao subjcitps aos miuii-
cipaesj e lodos ao coueelho de instruco.
5 33. Os inspectores parciaes e municipaes sero es-
colhidos entre os cidados que tenada zelo e apiidao.
Pdem ser Horneados inspectores parciaes o sub'de-'
legado, juiz de paz c o vigano.
Pdem ser Horneados inspectores municipaes ojui,
de direito, juiz municipal e de orplios, delegado c ve.
readores.
inspector extraordinario para visitar urna ou mais escu-
tas, e estabeleeimciilos.
Esle inspector vencer, para ajuda de custo da via-
geme coiiformea dislaiicia.iiina quanlia que ser lixadar
determinada pelo presidente da provincia,sob proposu
do concelbo (le instrueco.
?j 35. O concelbo de instrucro publica pode adver-
tir e reprehender, por nielo de inspectores municipaes e
parciaes, e suspender por ISdiascom prlvacad de todo
ou de parte do ordenado e gratificar,aquellos profes-
sores que nao cumprireni exactamente seus deveres
que nao observaren! as mstruecoei e ordens du conce-
lbo, e dos Inspectores
,' 36. Quaudo os professores se houvrrcm com Irrc.
gularidade escandalosa, i- a gravidade de lctus por elli
comnicltidus exigir maior represso do que aquella
ue est estabeiecida no $ antecedente, o coucelhu se
iiigir ao presidente da provincia para providenciar
como for conveniente,
S & s professores nao pdem receber seus ordena-
dos sem attCStado do director dos cstudos.
i 38. As aulas, collegios, c casas de educaco par-
ticulares sao subjeit.is inspecefio; os seus directores
eniestres devero lianqueal-asaos encarregadosda ins-
peceo, dar-Ibes todas as iiil'orinacjcs exigidas, ob-
servar as Insiruccdes do coueelho, e iaspcctores em
ludo que diz respeito hjgieue, ao trataiiicnlo, e ao
ensillo moral, e religioso.
$ 39. Se nao forcni observadas as iiistruccoes e
piceiichidas as rcnuislccs dos inspectores, e do conce-
lbo, sero multados 01 mestns de escola em ItlaM/is
c os fundadores dos outros cstahcleciinenlos cm 20/rs'
al 100/ rs.
Esla mulla ser imposta pelo concedi directamente
ou pelos inspectores com recurso para o coucelhu, c
arrecadada como renda provincial.
$ 40. Continuando as mesillas fallas, o concelbo re-
presentara ao presidente da provincia para que se fe
che a escola, curso, collegio. ou casa de educaco, eo
presidente da provincia providenciar como for con-
veniente.
-il 0 professor publico, que for coudeinnadq por
qualquer ernne, p.issando a cundenmacn em iiileado
sera dcniillidn do magisterio ; ese a escola for paiticu-
lai.s ra fechada. '
CANTLO IV.
Dos professores, e seus veneimentos.
^ 42. Os professores pblicos da instrucro prima-
ria elementar venccio o ordenado de 500/ rs. as cl-
dades. e de 4011/rs. as villas e povoaces.
*i 43. Os professores pblicos de segundo cro ven-
cerao ordenado de 8(10/ rs. nas eidades, c 700# rs cm
oiilius lugares.
S 44 Os professores pblicos que ensinarcm as ma-
'r'f S2i* '' 2 g,iio vonferio eidades o ordena-
do de !NHI/rs.,e nos outros lugares de ti ^ 45. Ossubslilutos vencerao a melade do' ordenado
do prolcssor, e a grallcocao que cslepcrde, quaudo
nao esla em e.xcrcicio.
Ji 40. O professor que tiver mais de 12 anuos de ser-
vivo, e grande numero de discipulos, poder vencer
iiinagralilicacao correspondente quarta parle doof-
denadq, se o concelbo de instrueco, ouvido o inspec-
tor municipal,inhumar que ell- a merece.
47. A jubilacao dos professores ser regulada lela
le provincial u" 43. '
CAFITULO V.
Vlsposices geraes.
^ 48. Vingueiu se poder matricular nas aulas de la-
tim, sem mostrar, que foi approvada na giammaiica na-
$ 49. Pica dcliiiilivaineiite approvado o plano de or-
ganisacau do Ijceo de 17 de fevereiru de 1840, c as dis-
posicoes posleriores, que o alteraran.
i SO. I'ico suspensos os cursos especiaeado lyceo.em
quanto nao he possivel a acquisico de profeSMres id-
neos para 0 euslaa das materias respectivas.
, & '' coucelbo de Instrueco publica, com appro-
acaodo presidente da provincia, cnsaiar una escola
normal Primaria, aproyeltaudo para esse fin urna das es-
colas primarias da capital.
0concelbo de instrueco, no seu relatoiio do anuo
prximo Ando, dar cunta do resultado do referido Ol-
alo, c propora as medidas que convierem, e o plano,
??...JrSSI !"ais v,""aJ="'. para definitiva institui-
cao de una escola normal.
es.nb,',l?V|UP '''''''l'"''.'!-"^!.! con, apioveilanienlo as
si, fr. "''U'M' "'" ,i,," ccapacidad,', pas-
ado pelo inspector municipal e professor respectivo, c
es, .'1'',C,1l,:',C'1n'OI,;,l,JllladuS P 'q.mn.are,,'. .
laga de pruf:LrU,'C,,,nm ""~' '* ""
^ 53. Aoudc nu liouvcrem casas publicas Rara
colas, sern alugadas por cunta da fiuenda provine
de Sm TES dC '*"! ,,,il0 S P'oressires di
deduHecile200/rs.,os de Olinda, Coianna e Victoria
100/rs., os dos outros lugares 100/rs.
As casas nu serlo alugadas pelos inofi
as es-
Incial.
da cid.i-
ssores, senao
con, approvaeao do director dos suidos na capital
do,nsPeciures municipaes nos antros lugares. '
dosTiiTlioi?,bJl'cJ?V""c,,iMr Pm o cnsino, como ,n-
T. ur ia es. '.. 'lK'S ? vroJ Conc. Iho de 1.15-
i cusii dTS^.\Van U daS ,SCras- Sl''il0 "tribui.lus,
,-, rS?J T"* provincia peloa meninos cuja pobre-
cb,ts "IUt"la P*IO" "spectores'muni-
cipaes
sur
lisca
da
eon-
e
nal
A compra destes objectos, e a sua distribuirn, e coi
c lisa, 'I" r,iB",,' l"'l l",sil1'""' provincia,
roe, V '' ll,,1s""l'"'a Provincial, pernte a qu
rao coutas os professores pblicos.
^ .o. Nenbuin menino sera matriculado nas aulas do
yco, eem qualquer outra aula publica, sem pagara
nat..cuaannualde5/.s., a qual far parle de renda
ce n "" Z, : ;-"" provincial.
i 2o. Oconcelho de. n,trueSao publica sera coinpos-J Exceptuao-se os meninos pobre, que forein dispen-


sados polo conceibo de iiistruccao. vista ios nccctsarios
gltpiados e iiii'oruiac.cs.
t ,Vj. A Importancia da matricula dos adultos o ui-
dus'lrlosos, que frcqucniarcm as escolas de. inslriicf
mini rlor nos das feriados, pertence ao professor pu-
blico.
t, 57. As dlsposlcocs desla le relativas as (acolas par-
liciilarcs, oollcgioi c casas de educafo oomprchendeni,
aquellas que ctliverem actualmente eatabelecidas.
t> 58. Fieao rovogadas as Iris em contrario.
llecife, 10 de malo de 1815. Xabuco ie A'nnjoAl'
cunforndo.
C O H 11 E I O .
COBRFSPONnENCU D CIIUDE E PROVINCIA.
Corre noticia que houve ltimamente no termo de
Ignaras.-:., novoassassinato; que morreo um individuo,
voutro licou anda coui vida, mas l'erido gravemente:
nosoi nutras circumstaiicias do attentado ; fleo porem
.i pista de Informadlo exacta.
A praia val obedeeendo, com quantas forjas Jeni as
ordenti que receben do seus senliores, que esloo chu-
chando os cobres da naro, para a sepullarem nos a-
bv sinos. Parece que a polica c arsenal de guerra da
i orle, que l sustcuUio a caterva dos peridicos iniuis-
terialistas, doixro escorregar algiiui cliurumc pelos
cantos da bocea, que veio dar calor a esclavatura ca de
casa, e eil-a em rebolico, eil-a assanliada a morder r
nisp'ir tuilo. Odlnhciro do estado d para ludo. El-
les boni O dizio ; e j.i que a polica, como est, nao pode
i-iu tanta colisa, em qtianto se nao dan os mudos secre-
tos do Jos Carlos para a espionagcni, val o Camb sup-
inando as fallas polo sen arsenal, < d'alii Mi, Tribunal,
lirunuderos, ecoill as aparas Diario* Xunit, Azurrngues.
I -te freguei dos escravos do Gamba de quando em
miando lile presta o seu servido, c aluda, lia ponen, sur-
dio no pcloriiilio. Kaeamartc, ccete, chicote... Nao
,ra isto que o Vlllela eslava temnre prometiendo ?
Iteeeliemos ornaos frailease* e Inglese* que ebegao
mis e outros a 51 de marco ultimo.
v> diaSO tiulia-se adiado o parlamento Ingles ateo
Hu do me*, por ludicaco de Slr Robcrt Peel, em raiao
ilas ferias dal'asooa.
Corra o boato de que o govemo tencionava estacio-
nar em Ciibraltar quatro do*paquetes actualmente ein-
piegados Baconfucefio das malas do Brasil pora Fal-
lllOUtllj que os vapores oricnlaes liaviao de cmiduzTr
css.is malas para Cibraltar, onde serillo transferidas para
bordo de navios de vi-la que ai levaiio aoseu destino;
C que por esta medida pretenda o guveruo rediizir o
numero dos paquetes do brasil a quatro, Clll vez de seis
que sao prcsentciuciitc.
Parece que estivaooutra ve* cinmovlinento os bandos
capiuaeado* pela intitulada Ktbteea: porque na noitede
15 para 10 de marro, alguus individuos quebraron as
argolas, o arrancrao das oouceias una tancella que
eslava entrada do bosque perlo de > ni.svgorv. 11, C lan-
orfiu-na no mel da estrada, com grande risco C inenui-
modo dos viandantes.
A rainba.leudo iilliinainentc comprado as propneila-
des de Osbornc c Uartoniia, illia de \\ iglil.havia i esolvido
visitar asna nova lesidoncia martima; Clll consequou-
cta do que, partir no dia 89 do castello de \\ Indsor para
all, aconipaiilia.la pelo principe Alberto, c pela prince-
sa i cal, e escollada por una eoinpaiilna das guardas
roaos de cavallarii. A (lia volla bavia de vor.licai-se no
lia l.'d'abril. Sir II. l'eel lainbeni seguio a rainlia em
visita mesnia Iba
Km coulirmaco dos boatos que teeni circulado lti-
mamente a respo'ilo da visita da raiiiha 0 de (CU esposo a
Irlanda, no decurso do prximo verao, aiinuncia un jor-
nal de Diibliu que se ia preparar COIII toda a u.aguih-
cencia a sala do cabido dacallicdral de S. Patricio; pois
que scesperava que ella a oecupasse na Illa visita aquel-
la cidade, como le Jorge 4." em I8l.
O piojecto sobre a tanta das alfandcgas francezas-
foi causa de una pequea diviso addicional no gabi-
nete. O ministro do coniincreio quera que se annuissc
ao direito de inipoilaco diado pela coiiimissao sobre o
gergelilio : porem a maior parte des seus collegas pedi-
ro-llie que nao toinasse paite naquestao; pelo que o
ilustro(Mr.CunlnGrldaine] rcslgnou apasta. Todava
o rci fallou-lbe, c elle rctirou a sin dcmlssflo; o imposto
laucado sobre o geigeliin toi augmentado sob proposla
de SI. Darblay. I'ara lomar o voto anda mais uolaycl,
voiou taubeii pelo augmento o ministro dajustlca (Al
Martin du Non); onqui, legundo Inslnuno
; l'olias da
opposicao.o departanicnto -pie elle representa prodllt em
grande quantidade outra especie de grao, que sendo in-
terior ao gergeliin em tal proporcSo que este.pitado.pro-
.luz mais mu quarlo d'azeitc, elle qul* por este nielo
conciliar a benevoleiic ia dos seus eousliluintcs na vos-
liera de tuna rtcicSo gcral.
' 0 tpico mais saliente a que se referen, os ltimos
joma.'* de Pars, lie a proposla do general Sou l cerca
dos 17.600,000 fr. par., icguarnecerem asioit.licaei.es
daiiuclla capital. Jase linlia n.anilestado inulta exc.la-
ooa tal respeto,po.cn. esperava-sc que nimias n.a.s se
desenvolveran. ,
Eslavo lamben, para dSCUlir-se oulra grande e im-
poitantc questo, a saber o t, alado con. a S" d<""lia-
cuja quostno Uvaria dous -lias; c por isso fin adiadajpan
o dia 'I de marco. Para ella se diriga toda a >}{*
cmara;e carta* pa> Ueulara* nolieiavao que so ul. -
suinpto .xperimentava o gabinete grande anx da I
Prcvrndo .s mi.isl.os alg.una derrola _essa que.tao
.....i sugg
perslslirein elle* no poit<
Os jumaos ininisteriaes, releriiii
novadlo mental das nove couiiul**
, .ere.indo-so clcicJo ou re-
Jos, Ol CCCC, en.
F.m una cidade, queja conta como a nossa tantosob
jrclos de Itixo, e de asseio, o que sao indicios de adian-
i iiiienio da nossa clvilisajao, repugnarla acreditar, s.
com os nossos propiios ollios nao visscnios, estivessemos
in tamaito atraso pelo que diz n spelo a certas condi-
fdes de asseio e llmpita nos nossos aeougiies, que, si in
exageraran, o sem receio de sermos eontradiladns, asse-
veramos nao possuir uuiasodessas garanlia* necetsarlas
da saude pul Mea.
Se lia uesta cidade nlguns lugare* em que pareci
oslar reunido ao inesnio lempo tuda qiiauto posta a
iinmnralidadc olli recei de mais torpe, o liediondo.qiiau-
to a poicara de mais asqueroso, lio por corlo os nossos
aioguos, cuja passagem lio evitada, o euja entrada lie
iiiipossivi I aquellos, que nao gosto de alimentar as
suas vistas com objeelos lepugnantos.
Rui vista de taes malos, curuu a nossa municpalda-
dc, como, alie cumpla, de por a ellos cobro, applican-
do-lhes o ncerssario lomcdio, que outro nao poda ser
senao tomando a si a inspeerao dos aeougiies, para po*
der assegurar o cumplimento das condiriics de asseio, e
liiupczaneeossaiia para garanta da saude publica; nos-
te semillo sao ellas modeladas do forma a preonclic-
rem satisfactoianicn te o seu lilis.
Sentimos que sirva a isto de embarafo o parecer da
co.niuisso de posturas da assen.blca provincial, que,
SOill querer e por demasiado escrpulo, poc por ierra
todo o bello edificio levantado pela iiiuiiieipalidado.
Corlo que a ideia da co.niuisso de espaldar os aeougiies
por tnda una praea, nu ra inleia completamente nes-
iroc o inagnillca iieuiaiiiento da munlclpalidade, de con-
servar a inspeoco, que sera iinpossivel COIII essa disse-
iniiacio, que inleli/nienle nos obligara a cnuliniiaiinos
a vegetar, enmend carne, alein de cara, tirada de clia-
i'iiki.ics nauseabundos, que a lami eml corruptatau-
los de ser prepiyada ; silll, que por i sse systema adop-
tado pela ComitlilsSo seremos couslrangidos a tolerar
os aconguet actuaos, que sao esteudaes da Immoralida-
de mais torpe, e asquerosa.
Kan nins ard liles voto* para que a nossa patritica,
8 illustrada as embica legislativa provincial secunde os
nobles eiforCO* da nossa boiieuioi ila u.iiiiicipalidadi
U amigo ila$amlt publica.
P09TOBAS ADDICIONAES,
Ai-ligo I" lie' perinittido talliar carnes verdes para
consumo publico, lmenle nos ai-ougiies pblicos, de-
signados pela cmara municipal, precedendo licenca an-
imal.
Art. 2o A cmara cslabelccora em cada una da se-
gUlllles freguesas do municipio, a saber, de Santo An-
toniu, Ucciic, Albgados o Pojc-da-Panclla, um acougue
com proporcOe* para eouter o numero de lalllOI mei s-
saios para abasteeuicuto da ed.ide, continuando a sub-
sistir os ar.ougiies pblicos j existentes lias freguezias
8. Jos e noa-vista.
Art. I" l-ogo que foreni estabelocidos, o designados
pela cmara os acougue* pblicos, Oca prohibida a ven-
da de carne nos afOUgtir* pai liciilares, sob pona de 'Mf
r. de mulla o peda da carne. _
Art. i" Os laidos dos aeoiigues desla eidade scrao dis-
tribuidos aos marchame*, como for jnlgado pela cma-
ra mais conveniente aos ntoresset publlcos.subjeitando-
se aquello* ao pagamento da tana, ou alugucl, que ibes
for marcado.
Art. 5* A cmara noiueaiM para cada um dos acou-
gue* cima mencionados un. porlciro, eoni os veuci-
i.ientose atlribulcoet marcad** pela lilOtma cmara.
Art. ()" Kico derogados todas as disposiroes Cui con-
trario.
I'aroda cmara municipal da cidade do Retire em set-
so de i de abril de IS15. .M.iiior/ Joiifliiiin -/ lleijo
ilbuqutrque, presidente --l.uiz Francisco de Mello Caval-
canli. l>r. Ignacio titry da Fonttra.--Manuel Cutiano Soa-
ret Camciro Monlcin. -Ot Humus Je Oliiriru.Fram-iseu
Antonio de Ulictira.
Artigo nico. A cmara designar a na, a piara pu-
blica em que se pode cstabelecor acougiies particulares.
aquellos que livorein acougue em outro lugar sollrorao
a mulla de 30/rs. o sera fechado o acougue.
Paco da assembla, de maio de lol:.\abuca de A-
raujo. Oliceiru._____ ^^^^^^^^^
Eclilacs.
l'ublicugo a pedido.
Nos abaixo assigoados, moradores na povoaco di
Nazaretli do Cabo, tomamos a liberdade, pelo Sr. pro-
fessor, de responder ao curioso do .-nocO II. 51 a per-
gunia, que ra ao lllni. Sr. director do Ijeco : se be
licito ao Sr. prolessor lie piiineiras leltras recebe, en.
s'ua aula meninas, c milito principalmente sendo soltei-
o. Esta pergunla be inulto asnatico, o fllba da inlri-
a, porque nao nos enlista, que baja una lei, que obli-
gue os pais mandaren! educar seus lilho* por esto, ou
iquellc mostr ; tnlvex, que baja nos alf.ur.ibins desli
ciiriosoalgu.il alva i, que Incumba esta resnela obri-
garo ; ora.se ims nao acliasseinos na pessoa do Sr. pro-
lessor todas a* regularidades, que sao exigidas para o
boiiidescinpculiodo seu magisterio, o como lanibeni
poi lar-so com muila honra, e dignidade em quauto a
vida particular, nao eonliarianios as uossas lilli.is dille;
pois que nu lomos nbrigados a deilar noss.is lilhas Clll
sua aula: piov.-ra a Heos so este curiosu UyeiSC a declina
parte das qualidades, que 01 nao a pessoa do Sr. proles-
sor ; porein o que te ha de esperar de un. insano fu-
rioso? l-.ssas, e outra*|deparldade, pois nao tilo por
nos ostianliadas as furiosas loiieuras .leste curioso para
com o Sr. prolessor, que o conlieccnios de pello por
ja lor morado uesta novoaciO Uezc, ,ou qualoive mozes
aonde collsimos nrlle pouca, ou iieiibuiua moralidade,
0 milito ruin* inaiiiiras : uesle pouco CSpaCO di- lempo,
llas nuc se for preciso apuntaremos quaos lorao ellas)
de sollo que lo. nina fortuna a retirada doste ounoso
por a cada passo cslaimos vendo nina triste scona : ap-
larecc agora desca legando os seus golpes de maldad
lia multo digna p.ssoa do Sr. prolessor; cmeseos
habitante* desia comarca nao eitlvSMciii ao lacio u.i sua
moralidade : prtanlo conheca o lilm br director, c
u publico, que por militas Instancias uossas. lie que io-
ce'ln n as uossas lillias o Sr. prolessor, c nao exigi de
, pagainent alg.ini, apeiar de Ule ollereo, uios;
nois.e.u quauto elle nos quizer lazor esta inercc,eonser-
vai einos as uossas lilhas em sua aula: rogamos ao lili.
Sr director, eaopubllco, que nao prcitcm aimniuM
nUcnco as publicacc* diste curioso, pois nenliuin
conceito merece, o s nelle reina un espirito de ...la-
mia : somos de parecer, que este luame roeolba-se ao
lleudo, ei.oqueira darse tanto a importancia pelo
7-lloro iiuandn elle nu leni neiiliuina, sean quor
ver por osla follia exiradu seu noine, o vida publica,
nara o publico uiosnio ajuizar. ... ...
Somos Su-.Munoel de Jeiut UtStlta.-'UarcOt kvangi-
lla Maril.Oclaiiano os da Cusa.l'edio Celestino U,-
beii'u.
:i 0 lllin. Sr. Inspector da thosourarie, da faicnda,
em i illiipriiui uto di (irdein do tribunal do lliesoliro pu-
blico nacional do ii de abril prximo passndo, manda
f.izer publico, que se vai concluir a subsii liilco d.is no
tas de 5i(iu rs. o.i -J.J estampa, dando-e valor igual al
I de UOVI nibro do con ente aneo, o llalli por diaule com
descont* progre*sivos de !d porccnli. cni cada m
na furnia do regiment de "I de noveinb ra de ls.15. .se-
cretaria da lln souraria de l'erna.iibutn !l de inaiu di
ISt.l. o ollieial maior Interino,
//mii'io dos Snulos du fH.n'il. J
Jacime Gerardo Mara l.umarhtdc .ijVI, rteriruo sen indo
de intptctor du alfundttiu, jfor S. M. I. i/ue Dcus guar-
de, &r.
Faro sabor, que no dia 17 do ce-rrenle ao ineio dia
se bao de arromatar,ua]ioria damosijta.iSaunis droiiro
sjpprchendidn* pelo guarda Joio DlD.1* o Silva no voloi
de H-ifrs..sendo aarrematacito livre de dlreltos.Alniiide-
ga, M de o. no de iSi.'i. Jueome Ucrania Mara .machi
de Mello.
Ueclara^oes.
4 (ja secretaria do ronmiando da* arma* cmpra-
te 0 3.* rol. da oolleei o s\slemalie:i das I, is militar,
por I Vi ('.Mimo. i
I O administrador da mesa de reeobodorla de ren-
das ger.us internas l'.n saber u q u.-iu convier que 0
mei do jiinliu prximo futuro lio o marcada para se
proceder nova matricula dos escravos eonbrme deter
mina o artigo?.* do regulamcnlo lo II de abril de
IS-ii, o por isso todas as pessoas mi radnras nos tres
bairros dista cidade e na povoaco des A Togados que
patIUCIII esclavos develan em dito proao apreseiilaieui
duas rela\-nes por ollas asSiglIOllaS, ennteiidn a ra, n.i-
mem de casa, nomos, idades, naturalidades, qualida-
des o OCCUpacOl'S dos esclavos, sol pena de IHs- .1 .'.II. rs.
por cada um, que deixarem de matricular, ou que oc-
CUltareill aquellas circumttaucia* exigidas, c na multa
de 30/r* por cada esclavo que porleneor a pessoa mo-
radora lina da quelle limite oque osliveroni alugados
ou em adinlnislrarilo uetta rldadc, eouio dcelardo os
artigo* 83 e 44 do citado rognlainriiio.
Urcebeduria 15 de maio do ISI5. Francisco .Viiii'e:
Cmulcunti de Albuqittrque. 18
COMPANUA ITALIANA.
TII B A t a O P II11.0-1) II \ M A T I 0 O.
Exlruordinuiio e inlercisanlc M/irriuriilu /Klia sabbndu
17 do ruirciili'.
Subir'a scona aprimeira repre*entaeao o*a belllssima
oo.niiosicao Clll duas paitos perlenccntes a opera
AOItMA.
Miisiea do eximio mostr Vicente Ucllini.
'iiitiiru parte.
I Simplioiii.i a toda a o diestra.
i* Introdcelo, ir tultolle,por Oroveso, ecoroidd*
Druidas.
,'!.u Cavatina de Sortita Stanir le vori, de l'ollioi.....l-'lavio.
4. Si-eua, coros, ni ilativo e pregbicro casia djeo
de Norma. A sena reprcsenl.^a lluicsla sagradu
dos Druidas; no ineio o e.uvallio de 11 ii.t-ii-.iil, ao
)i do ipial v-se a pedia diuulic.i, que serve de al-
iar; collcs em distancia, espalbadas de nuil las.
Si'ijnndn parle,
I. Scona o coro bcllicoso -Abaparli- dos guerreiro*
Druidas.
2." Aria de Oroveso, Oiicriii-ri u toi reir o coro dos
diios. A scona representa um lugar solitario jun-
to ao bosque dos Druidas.
3.* Scona o recitativo, Troppoil fetlonprciume, de Norma
que procedo o coro guerra, guerru dus )ridus.
i." Scena c duelo n ma nomo al in tu sri de Norma C
l'ollioiio.
5." Scena, recitativo, c duelo, Qaal tr Iradliti de Norma
o l'nllione, coro gcral.
. Coulissu de Norma, c grandioso linal Ueli'nun voicrl
villme, curo gcral.
A scona representa o templo de Irmensul, ara de un
lado.
/'crsomigeiis. Adores.
l'nllione, piocoiinsnl romano
as Calila*......
Oroveso, chele dos Druidas .
Nurioi, Druidesa, lid... de O-
roveso .......
I lavio, amigo de l'nllione .
Chele dos giioneiros Druidas
Coros, el Druidas, bardos, iibagcs.
Con.parces) Gucrrelros, o Soldado* Gaulete*.
A coiiipauhia nao leui poupado l'adigas, ncm despe-
zas para o maior ornamento das scou.is, o propriedade
nos vestuarios : os cora* sern augmentados, paramis
eltelto do espectculo.
A coinpanliia espera do lllustre publico, se mos-
trar propicio rrconhcccr seus desejns do agradar
qu mi esta as suas Ircas.
Kiudar o divert.nenio con. osoguiido acto da inte-
rcssanlc opera
O Engao feliz.
Director de orchestra, Air mdUier.
Preco* de entrad*, cuino de coitiinic.
As pessoas, que qnizerein prover-so de bilheles
anticipad.luiente, uirijao-sc a ra do Rutarlo, priineiro
andar, 11. 3(1. O rcslo dos bilheles vender-sc-ha nu
uiesino dia no lliealrn. i
Callos Rlceo.
I.uig Guiuoni.
Margalida I.cuios.
Ciuseppe Golleti,
Antonio .Maximiauo daC
AnSOS lilil II unos.
CGMME4CI0.
Conespoudtiiicia.
-^l^iM
Alfandega.
Rcndlmonto do dia 15
Uescurreguo buje 10.
barca francesaZiltamcrcadorla.
BrigueSleicurlidem.
(i:8U8/'J'jy
I Sai aniai.ha, 17 du enrente, (Clll falta, para o
Ararat), a sumaca Carlota, medre c dona Jos Duur.il-
ves Simas; recebe unicaineule passageiros, pur ler
bous coinlliodoi: (rala-so na rila da t nu do llecife, u.
ai, -oin l.uiz Jos do S.i Ara lijo*. >
I Para o Rio de Janeiro pretende seguir obligue
Principe Augusto, capitn Jos Aires Carneiro: quemuo
inesmu quizer carregar, pido dirigir-se aos COIIslgnal l-
rios Aiiioriin Innos. roa da < adeia n. 10.
1 Para o Rio Grande da Sul segu, era puucos das,
o brigue Mentor, capilo Joaquini rrancisco da silva
ten. DOU* coi i liudos para passageiros, assiin cuino pa-
ra escravos: queiii pretender pode cuteuder-sc com A-
inorini Innos, ruada I adeia ... -15. '5
\ Para Macelo parte al o dia 18 do corrente a vc-
loira, o boni eonslruida barraca Flor da llecife i qiicn.
nella quizer carregar, o i "ir de passagem, para o que
te.ii e.xccllenlcs coninindos, dii.ja-sc a Manuel Jos- Con-
Calves braga, ao arco de Sanio Antonio, lujan, i. 5
4- brigue porluguez Concticdo de Mana sai po-
ra Lisboa imprelunvcliiiento no da 21 da correa,le, an-
da recebe carga e passageitos : tula-se cun o capilo ,
n* pisca, ou com o consignatario llioinaz do Aqun.o
Fonseca. na ra do Vigario n. 19. 15
= O abaixo attlgnado, como procurador bailante de
loaqnim Francisco de Atevedo Campo*, previne a quena
quizer comprar a lola da praca da Independencia n. 3.,
a Thoinai rilippe da Silva, que se do ve entender con
0 abaixo auignado reipelto a nrinac-i da mes.ua, pir
esta peiiemcr ao seu constituintc, aqurn odltoTflc-
ina/. lein alugado por flOO rs. monsai cesta devendo
8 anuos do dito alllglirl.
ternarino Francisco di 4sevedo Cmiipo.
I I'recisa-se de SlMI.,i(lll rs. apremio, por esparo de.
S mese*, dando-*e pm (egiiranca (i escravo* bous, e pes-
soa idnea, que s,- responsabllisa pela lirmcia deitr
Iralo: qiieni convier aiinuncie par. ser procurado. 4
I Precisa-se de um menino nortuguez, que alba
ler, para oslar em una venda, distante da praea meia
legoa : quem estiver na* cireiiinstaiieias. dirija-so a na
do \ igarlo, arinaiem de assucar u. 2. "I
Quem tiver um siiio na Solidado, ou Trompe, pa-
ra arrendar, con. bstanlos arvoredo*, a tena para
plantar, e por pro, o COIlilliado | anniincio para ser pro-
curad".
-- Precisa-SO de un rapaz para eaixeiro. do dado
de 11 a lli anuos : qi.....i eslivci n is eireiinistaneias. di-
rija-te i ua do llnspii lo, junto ao qu.irlel, venda leo
de ouro.
Aluga-so nina ama de leito. som cria: na rna
d tgout-verdet n. -I.
Aluga-so um pulo robusto, paraqnalqitrr terjri-
i-ndea.i. nu del.....i/em i,u.-si o pretender, dirija-
so a na d' Aurora II. 12, segundo .indar.
1) Di. I.eon. leudo do di inorar-so pouco lempo
uesta cidade. qui i patentcar ao publica u; nomei de
algumas pessoas, .. qui ni j.i operou do callos, para
mostrar, que u seu iiiclbodu de curar nao deixa nada a
desojar lllm*. Sis., dr. C. J. de Maraes Sarment;
Jos.-' Laz.ii v ; Jollll Dawolej I.lli/. Antonio Siipicira ;
! irniiiio Porolra Monteiro; grueriil Sira; Gaudino A-
gustinho de //.uros. Sebaslio IxiprsGulmariie*; A. Co-
[onibier ; John Cow n ; padre Joaquim Pinto de Campos;
\. P. Maciel Muniiiiu; Miguel do Sacramento Lopes
('ama ; .Manuel Florencio Alvrsle Morae* ; Jos-I', da
i.iiul.a Sib.isii.io do llego Barios; Francisco de Paula
( avalcauti [aicerda M. J. arnrtru da Cunha ; l.uiz An-
tonio \ ioir.i Mu.o, I I iguei.ii.i de I aria.
I Manuel Jos da Rosa .helara aos negociantes
di si. praca, que largou as vendas, ue tinha na* ras
do kiago, e Pontc-Velha, do oeledade com oSr( Jo*
Dii.-ii te' Cuiitinhn, e I.uli Goncalves deouta, ..odia'
de abril prximo passado, e que nao *e respousabilisa
por qualquer divida, que coillrnhlr possao seus ox-so-
eios ; OtltrO SIII, COIIVOCO a lodos os .-l.seledo.es, IJUC
eunq aro. n habilitados com coiilnt correutet, augunda
feira lli lo coi reine, das S horas ao ineio dia, na botica
da illa do Ar.ie.ao, para seren pagos do contrario IWO
se respousabilisa pelas ditas dividas. II
O Sr., qili aiiniiin ion precisar de lima pessoa ,
para se eiieanegar le nina cubram.a nesta praca, diri-
ja-se ,-i ra di Inneeieao n. 8, que achara con. quem
tratar.
I-- Manuel \iilnniu de I-igueirodo previne a sonbo-
ra li. Rila Mara d.i ( ouceioo e Vasconccllos. que, icn-
du-se lindo o pra/o dos peni.ores, que por seu consenso
enipenl..... Joan doOliveira llamos, em lilao de M.inocl
Justillo I loria....o d' Viaujo, de quem o anniineiaiite al-
ainoii a entrega dos ponhores, que, leudo o dito Anu-
lo de n iiiai-se para boa da provincia, a avisa para rc-
loil seus penhnies I1CS10S lies .lias, linilns os quacs, .1
aillllllicillllle por nada se icsponsabilisa. v
A pessoa, que annuuciou precisar de um honieiii
para cohranca, queira aiiniiuciar sua morada, ou^diri-
glr-sc a praca >t.i Independencia, fallar com Jos Nu-
iles de I-aria, luja de llvro*.
A pessu.i, .pie annuuciou no Diario de hoiUeni
pii citar de um cix.-iro para coliranca nesta praca di-
rija-te a ra das llores n. 21, que da fiador a sua con-
duela.
I- Hoga-se a pessoa, que aelinu uinaiinchio grande,
COIII firmar junto a sachiisl do Espirito Santo, clll OC-
casio la lisia, querendo rntrrgal-o, v na do Colle-
gio u 26, que soia generusa.nenie r.eninpeii...lda.
I o abaixo signado avisa *eu devedore, que
vai entregar as COlllas de SOUS dbitos, dos que fo.eni de
comas de llvrot, C as leltras dos que se ai harem venci-
das, a cu procurador, para os executar; vino nao ter
sido posslvel qiicrrroin pagar por ineios pac (icol; e pa-
raque nenhuin (c chame ignorancia, fas o prsenle.
que se... publicado por 3 (lias. J/nnoc! tocl Urgs. ,
I-- Aluga-se nina casa terrea, con. boa perspectiva,
sila na ..... da Gloria n. 84, com os eoiumodo* seauln-
los: boas.iii de frente, umaalcova, dous corredore*,
dous ini.iilo. e sala de dclraz, coz.liba liu.i, cacimba
perlencruic a casa, bou. quintal, com sabida para o
acougue, c por pico de IflJ r*.: o tratar ua ra vellia
n. 110.. '
___Pordoo-se, na manilas, do dia l.l do coi rente mor,
unta .adeia d'oiiro, com a chavo para relogio, desde a
ni* do Hospicio at no ineio da ra Nova: quem aachoii,
(luciendo a restituir, dinja-se a leja do chapi os, de
1 lirisliaui Irnio, U. 44, na ra Nova, que so rea re-
COIIipi usado.
Desapp.u.ce. ao do porto, por Uai do ai seal de ma-
riiiha, duas travs de .".i a 36 palmos de comprlo, pal-
mo ccont de largura, cujas travs sao de Ionio : quem
as adiar queira dar parle, ua i na da luna II. 38, que se
llie gralilfcar.
I Aluga-se um (obrado de un andar, com loja por
baixo, c com multo bous coi.....ndos, no piincipio do
aterro do Afogado, dclionte do viveiro do Miiniz, n.
90: (iiien. o pretender, diija-*c rua do Livramen-
lo, luja de lazcuilas n, 18, que la achara com quii
iratar. ,, "
Di -soja-so fallar com o S.. Francisco Cordelro Ha-
po/.o. a negocio: queira por lavoi aniiunciar sua morada.
i NOVA FABRICA DE MACHINAS.
O cstabelecinicuto dos eiigenheiros o macbiuislas Me.
Callun tC, i>> ni.i du Brumii.Ge8, acha-sccompeten-
tmete niontailo .. moderna para o concert de machi-
nas de vapor, luorild.1t de caima C qiialquoi outro ina-
chinisnio. No iio-.no l'.iln ieao-se lambe..., con. a maior
perleii.in, IlloilillOS e pri usas de mandioca, aguilhuosc
cliuinsiieiia.de i odas de agu, veios e oulras peas para
(errarlas, paralusos de iodos ustamauhos, c qua.quer
especie de obra de ferreiin OU iiiacllinist.i. (10
o o dosembarg idoi Domingos Mues Hamos rer-
reira embarca para o Rio deJaiielro os seus escravos
Antonio Mozambique, Candida de narao congo, cfres-
pianna, crioula. '4
Precisa-te de um rapa* de 19 a 1(1 auno, che-
gado ltimamente, para venda, anda meimo nao leu-
do pi.ilica.poiin que seja de boa conduela; a tratar na
na do Cotovello n 31. \*
1 Arrcnda-sr, ou vende-se un sitio, entre Moiitel-
ro, cCasa-forlo, com o eompriuicnto de mil trcienlo*
ses-ioi.i Cele palmos, e .pialrocenlos c dez de largura
nfrente, (elecento vlnte eoito ua largura do luiido,
casa batante baixa, por ser amiga, meudc de tijolo, e
niel.ule de 1 lipa, com bastsuiles eoininodos, e.isip.rsi
eteravos, cocbelra.e ettribaria, o pmtsio de lijloir i
cacimba
plantsi d
H.(\iienlo do Porto.
videncias de que agora nos occupaiuo*
Xavio entrado o dia 15.
Iisboa; dla, brigue portugus VVi.iHqi/i.ii..-, de 342
iniieladas, capilao Silverio Manocl dos El. is. equipa-
geni I, carga vinlio. 8c.; a Mondos & Olivoira.
Marios sahidos no himiho da.
Caravollas; sumaca nacional Sania Huta, capilo Carlos
Antonio de Josus; carga lastro.
labia; gaiopeira nacional Saibor do llum FU>, capilao
Filelo Jnsc Jnior, carga diversos geneios
l'onodo; Mate brasileiro Fspemnca do Maranhuo, capi-
lo Mauocl Joaquim Cathariua, em ladro.
Avisos diversos.
com boa agoa, bastante terreno, proprio para
capllll, c para mais lavoura*, bastantes cale-
a carranca.
Sabio a lux o acha-sc venda o u. 3 na liviana da ilia-
ca da Independencia n*. 6e 8.
I l'i i teude-sc comprar a casa n. 53, sita na ra do
Padre Klorianiio pe tencente a Sra. Francisca Isabel Ce-
taria: so boiivcr alguma pessoa, que por qualquiT titu-
lo possa embarazar sua venda, ammucio por esla folha.
. o Sr. J. H. P. queira ir ajustar suas conta* e
pagar o que leve no prazo de 8 dias, pois ha i para 5
anuo* que comprou, ja be bailante lempo do pagar; c
do contrario, se publicar o seu nomo mais extenso por
esta folha, para o publico conhecer, na la Nova venda
I. li.
Ciros, duzentOl o tantos enquoirot liovos, o v. luos, e
,.,uitas fruleiras de varias qualidades ; cuja venda se ra-
ra .i favor do comprador, por nao sen preciso o Uno com-
prador dcsoiubidv.ir liiocda .. vista, mais que umadeso-
.liea de orphaot, a quem 0 litio esta bypolbecado ; e o
mais reslanle do valor do (itlo sera Clll Utlras gara.ili-
d.is de boa* firma, com o prazo, que te convenclonar.
2- Alugad-O dous sobrados, um. n-b. na ra du
A.ooiii.i, c ontrn. 13, na da Moeda : a Halar na rna
do Encantamento.8A. .,..
2- leudo-se no dia i de Janeiro mandado buscar u-
iias amostras de bicco. em una loja, aqual /"> ?f'S"
liora; e mandando-so um aiiucl.o de diamanto, do pc-
nhor, c na occasi.io da entrega das amostras, o porla-
dn. se esquecia de pedir o dito pcnbor ; c como ate
llOle aeha-se bastante dooi.lo, o nao possa Ir potsoalmcn-
le, por isso roga-M ao dono da loja, d'o mandar outre-
nagar, ra cstreila do Rosario, n. Ib. 't
r^
!V1
**


- Francisco Manol Beranger, cbega-
Jo'nl'iivuiR'iilc de Pars, faz sciente eo
arspeitavel publico c ascua compatriotas,
ique, se ucarrega de
!;:tV0
&c. ;
Jlxa,
to de
tildo
quauo lie re-
a eutalliadura sculplura &c. ,
/. igii dente forros com enta-
ios para salaos no ultimo tros-
assoai
geios
..lis, tanto complicados como sin
los, apresentando antes o desenlio da
obra que se pretende; bs pessoas que de
rio Se dirigir ;i rita os dios ilns seis horas
oito e do mcio dia
sen prest uno quizerem utuizar-se quci-
enlia n. [), todo;,
da manhna at aa
s das da tarde ,
que achanto o mesmo annunciante para
tralaicin.
Precisa-sc de um fabricante que tenha servido
cm alKUma fabrica da cidade do Porto ; exigc-so que
alba tecer rom perfeicu f assim como urdir armar
theares, tirar risco da colina, loncos riscadinhos a
cutres ( bjcctoi ; o que so adiar neitai circunstancias,
dirija-se a prava da Independencia, leja n. 4, para tra-
tar do ajuste com quom o pretende.
Aluga-se un sobradinho no beceo do Padre ; a
truiar do Atierro da Boa-vista n. 37.
\ pessoa qua annunciou precisar de om liomcm
para teceberdividas equina prava, dirija se a ra do
Llvranento n. 38, venda a<> poda lijre|a do Livramenlo.
Sr.Joodi Lima unto Cisnero quoira appa-
n cer na ra do Cabufj loja de Joaquim Jos ea Cos-
ta I'a;>;e para negocio que Iba diz respeito.
Precisa-te de urr! feitor para mu engenho parto
di praea; na :uj d.> Qnelmado n. 4.
A petsoa, que annunciou no Diario n. I(16 que-
rer orna pessoa para cobrar dividas nesi praca, diri-
ja-so a ruj Nova n. 12, <\\ achara com quem tratar.
de chvanos, palileiros, lalhcres do garlos, faccas e
colbere salvas, eolber para peixe para arroi, e ter-
lioa, de copos para agoa de colberes do che de cas-
Ucaea y. um par de brincos da ultima moda de eu-
ro de lei, dous relogios um aiaete do ouro com mu-
sica um alOnele de peito com um cordao do ouro lino.
e brllbante pequeo, I ->du;ias de camisas de honiem ,
o de ceroulas e de metal de linho calcas do leltlo mo-
derno una mo.-ada modaparasopbde mogno, urna
carlcira usada para embarque, duas banqinhas de
cabecefra de lindo gusto novas, urna papeleira usa-
da para lenbora ludo para liquidar. i iS
3 Joaquim da Silva Moura laz sciente ao publico ,
quejoao Baptiila de llanos Machado deixou de ser seu
ealmiro desde o dia 14 do corrento. 3
3 Precisa-sede urna ama Portugueza, ou qual-
quer ouira estrangeira quo saiba engommar perleita-
menle para casa de pouca familia ; na ra ra do Ca-
rnario n. 7. 4
3 Alugu-sc, vende-se, ou permuta-sopor um si-
tio pequeo a margen de Capibati.be a olaria noa de
Miguel Carneiro da Cunba no lugar dos Coelhos tu
do por proco commodo; a tratar con. o mesmo dono. ,1
o Precisa-sede dous olllciaes Ue cliaruteiros ; na
ra Direita n. 117. 2
3 Alugo-se urna casa terrea na Boa-vista na ra
da (loria com duas salas 3 quartos cosinba fra,
qnlntal murado cacimba a porlo para a ra da Ale-
gra concertada e pintada de novo : a fallar na rus
\oa n. <. 5
3 i-se diodeiio a premio sobre puihorrs de ou-
ro ou piata bypolbeea ou boas llrmas ; os preten-
demos dlrljo-se a ra oslroita do Itosario venda n.
i se dir quem d. (3
2 -Aluga-se a sala da frente do prlmeiro audar do
sobrado da travesa das Cruics, u. 14. 2
2 Aluga-se o primeiro andar do mirante do fal-
lecido Manoel (.aciano Vellozo, ua margcn do rio Cap-
"' *- com limada peto aterro da Boa-vista dirijno-
\
pa-
Francisco Joaquim Uuarto comprou por conla do
Sr. Paulo Joaquim Tollos Jnior, do Macelo, um bilbo-
te da lotera da N. S. do Livramonlo. de o. 37.15.
' Quem annunciou precisa 1 de urna pessoa que
tome conla c'o uma cobra nea nrsla prava, dirija se a
Fft-de-Portas, ra do Pillar n. 43, ou annuncio sus
inorada para se tratar.
Acba-se ur;>a ama na ra de Padre Florlaono, ca-
sa lerna d. SO, que soclereco para engommar.
(- VEItliADBIRO IIKGENBHADOU N. 2
osla a vends nos lugares do cotlume. o n. 24 visto t-i
aonunciadu a soltura aos'eu redatot, u se nao ler ella
tileituada, se publicar em lempo oportuno.
NoAilorro da Boa-vista o. 26, primeiro andar,
alugo-se pretos proprios para o sorvico do masseira ,
ou ouiro qualqucr mister de urna padarfa. 3
I Arrenda-so a loja da ra do Quelmsdo n. 14 ; a
tratar no 'egundo andar da mesma casa. -x
I Precisa-se alugarurna preta para o servlco de
urna cosa ; na ruado Quclmado n. 14, segundo andar.
I Joaquim Nunes Ferreira Pacheco rclira-ie
ra o Porto levando s,u triado Jo< Carnciro.
I Pedro Jacinto Beniz, Ur. om medicina retirase
desta provincia pata o Rio (randndo Sul. >
1 Manoel Joaquim Pascual llamos embarca para o
Bio Grande t iSul o esoravo Joaquim de nacao An-
gola a enlrogar a seu senlior J .So Antonio Jorge. 3
IVendem-Se 3 rules para pescara, por 30,000 rs.;
lima sobre-casaca, nova, de panno flno verde por 20
rs. por nao servir ao dono 110 Atierro dos A fugados
n. id.i. 4
I Piecisa-aede un calieiro para urna venda, que
tetilla 10 a V nnnos de Idade; no Atierro das Alogados
n. 209. 3
i Luiz ..ntonio Siqucira declara ao Sur admi-
mslrador das diversas rendas que deixou do vender
calcado em sua luja da ra da Cadeia do Keoifa n. 21, (3
l A lugt-se um pequeo sitio no principio da es-
traua de JoSo do Barros ao p da Solidado, com casa
de podra ocal, mullos arvoredos defiulo.o agoa do
bobera mclhor que se lom visto; quem o pretender,
fallo na ra da (.'adela do Recffe n. .. 6
1 IIin rapaz BraslleiIO de lo annos so olTeiecu
para caiiciro de qualqucr estabelcclmento; quem o
precisar dinja-se a ra estrella do itosario n. 3. 3
- Nu botequim Cova a (Inca, na ra largado
Rosario n. 31 continua a liaver almoco de superior
caf, solidoebonarefrescos. (3
'2 Socieiludr Terptichort Ottndenst,
O director convida aos Srs socios para una reuniao
no dia 18 do crtenle pelas 1(1 llores da maiiha o
euotprir o Jj quaito do aitigo 23 dos c.-atutos, e o arti-
go SI. l6
Alupa-sc umgrar.desegundo andar, com bs-
tanles comniodos o utn armasen lambem bstanlo
gtande na ra da Sensalla Velia por preco com
modo; quem pretenderdirija-se a tua do Queimado
11. 1 1, terceiro andar, onde adiar com quem tratar. (5
2 Preclsa-se de urna pessoa que lome tonta e
urna eobranca nesta praca; quem es ti ver neslas cir-
CUmstancias annuncie a sua morada. -3
2 Ano.'ida-se o filio Jacar um pnuco adianle da
Cruz de Almas, com boa agoa, mullos arvoiedose
grande fcaixa paia cap'in ; quemo pretender dirija-su
a na Nova (WS. Amaro tusa nova de dous amiaics o
sola 1, que adiar com quem tratar. (5
2 (.lucio precisar de urna ama nara o serv co inter-
no du urna casa a qual lie Portugueza drija-se a ra
da Penha luja de surrador n. 37 ou aununcie ; na
ir.esma casa lambem seofferece um P01 tugues para fei-
tor de algut'.i ilio. (j
2 No dia I i do corrento dcsapparecetao da ra da
Aurora ." pram bu. s de madeira cinatello regulando
cada um 3 laboas ; quem os liver adiado, quoira diti-
gii-se a ru: do Crespo n. 1 i, quesera beni recompensa-
do, rs
so ao mesmo aterro, n. (>.'(, laja de inarccneiro. -i
2 l'rnisa-se I. mu olliti.'il eilipalbador de tadeiras:
no aterro da boa-vista, loja do luarceueiro n. 63. 2
2~ Precisa-sc de lliiOOO rs. a premio, dando-so
por nypoilicca um predio, lirre c desembaraeado: d-
';)jao-se ao aterro da tloa-vista, loja de inarccneiro 11.
0!, que se dir quem os quer. 4
2-- Manocl Joaquim Paacoal Ranos embarca pan o
llio Oraude do Sul os escravoa, do nomos, Lqlt, inno-
ecncia, I i.inois.o, sAocrioulos, entregar a son seu-
lllior, Jouo Antonio Jorge. 4
i-- Ui.-iImm, assiiadu por si, tomo senlior do nielado
das dividas que Ibc perteucem daextincta Urina de .los
\. M. bastos & (..", o encarrrgado pelos credores de dita
extincta iiriua parareceber anuir motado, participad
srus devediires de couta sem documeuto que tein encar-
regadu .10 Si. Lucio Ignacio de Atayde para receber as
.is dividas de cunta de livro; espiia em ditos SCIIS
t a liui de
devedores a proniililiafiio de ditos pagamentos
evitaran o uso dos uieios que a le lie faculta.
Joti Antonio ilc Maijiilhiics /latios.
M. S. Havrson, clrurgiifo dentista, ba.qunlroan-
leio estabelccldo insta cidade, coulluaapres-
0
nos o 11
lat'-SC rom disvelo aludas 08 opcracdOS de sua alto, e
de novo se olfereco ao respeitavcl publico com um boni
soinmento de denles do ultimo gosto: os pessoas que
dcsejia ulilisar-sc de sen prestio pddein procural-o
1111 sua residencia ra .Nova 11. >, segundo andar. 7
AI tiga-se o segundo andar esotSo do
sobrado da rita Direita n. 20-, com coni-
modos para grande familia muito fres-
co e por preco comiiiodo ; a halar na
ra Direita padrria n 24. [o
Felis Francisco de Sonsa Ivlagalhes
avisa ao publico e paiticularineute aos
seus constituintcs qnc mudou sin resi-
dencia da ra das Trincliciras para o
segundo andar do sobrado n. 3o da rita
(8
larga t\o Rosario.
m ni mrr ^-rarii', Compras.
3Compra-so um molcque, quo nao tenha vicios ;
e papel de etiibtulho ; na ra do Camaraon. 7. j
i Compra-te um par du rodas para carroca de um
boi ; na ra Imperial n. i~\
1 Compra-se papel de diarios ou do oulro
quer para cmbriilho eiroclivamento a 3200 rs
roba ; na tua Nova venda n. 6.
Comprao-so algumss libras de bajnilha ,
boa ; na ra do Crespo, casa n. 6, para tratar do ajuste.
I Cotnprao-sc cITeclivamcnte para fra da provin-
cia esersvosde H a o annos sendo de bonitas llgu-
ras pagSose bem : na ra da Cadeia de S. Antonio ,
sobrado de um andar de varanda de pao n. ao. (4
3
qual-
a ar-
3
sendo
Vendas.
i ATTENCAOI
Vende se a 140 c iGOrs. o covado
2 Precisa-so de um hon.itu queenleuda de ma-
lar loruilga de roca oqualaei bem recompensado;
na ra doQueimado n. 44. 13
5 Aluga-se urna escellcnto cafa na ra do Seve
n. 14, perto do Collegio S. Antonio, aondo so acbo
as chaves ; a tratar na ra larga do llosatio n, 48. (3
3-- fin liomcm tasado, du boa conducta, conslando
tua ramilla a de 3 pessoas so oiltrtce para adminis-
trador de aigum engeoho, por ler disso bstanle urlica,
e exerccl-o 10 annos no Uaranbao; entendede plauta^o
d eanna o de todasjas mais que sao nectssariossabe bem
fazer ago'ardenlc entende de ti noelro e carpinu u por
sso se ada liabilitudo a (azor qual..;uerobra irn qual-
qucr engenho e adminislrar qualqucr peca ; queui de
seu prcsllmo se quizer utilissf, Uuija-se a ra eslreila
do Rosario ii. 3, ou ao Atierro da oa-visla n. 70. (!)
3 Na ra larga do Rosario n. 30, tetceiro andar,
se emprea pintieiro sobre prata, ouro, pianos, e outros
objectos do cmliecido valor por mdico premio ; no
mesmo andar, ha para vender, urna porcu du prata de
lei, manufacturada em Lisboa constando de calibi-
tas, bules, leib'iras, assucareiro nanteigueirs, tigelia
- de chita di-
tas linas escuras a 220 rs. o covado chila a 140 rs. o
covado madapoldo a loO o 180 rs. a vara ditos li-
nos a -200, '2-10 e 240 rs. pannos finos pretos e azues a
.500 is. o covado de urna lida visla, tervindo o pri-
meiro para pannos de pretas e o segundo para falda-
mento de pagem neios.ihales de cassa de quadros a
>00 rs. corles de lanzinna de bonitos padrees a 3200
is. de lo covados algodao trancado azul inesclado a
240 rs. o covado zuarte azul de vara de largura a 60
rs. o covado muilo boa lazenda para pretos, lencos de
cassa piulada a J(0 rs. algodao liso de mullo boa
qualidade a 160 rs a vara dito americano largo a 2ii
rs. a vara muito enc.rpado casimiras de quadros de
bom gusto para calcas a i00 rs. o covado castores ,
ou riseadoa trancados de quadros a 240 rs. o covado de
muilo bom gosto para calcas, pecas de bretanba de
rolo a 1800 ts. ditas de nurdapolo a 800 e 3400 rs.
diiosfir.usa4', 4al.oc 4000 rs. apoca, medraste fino a
S^eoiOOa peca, ditas decbilas a S200, SoOOe (i/rs.
escuras bretanha lina de puro lioho a dio rs. a va-
ra esguiio da melbor quslidade do verdadeiro linl.o
lino a I.Hdo rs. a vara cssa de quadros para babados
a 3# rs. a peca cotes de vestidos de seda cam flores
30^ is. o corle mui rica lasenda sarja bespanholu
multo encorpada o aiOo e '500 rs. o covado, cambraias
lisas minio linas, de vara o tanto do laiguia a OO _
80i) is. a vara risccdinbns trancados a 2u0 rs. o cova-
do : adverlindo aos compradores que ledas estas lo-
seuda sao limpas e de muito boas qualidades alm
do outras mullas fasendas por barato proco ; na ruu do
Collegio n. i, loja de Antonio de Azevedo VilUrouco ex
Irmao.
SO
1 Vendem-se os pertcnecs e mala bemfcilors da
padaria da rus da (loria n. os, prompta a trabaihar, u
laz-so todo o negocio u oais em cunta ; a tratar na
padaria da praca da S. Cruz junto ao sobrado. 4
1Vendeui-sc sacias com fannba de muilo boa qua-
lidade ; na ra da Senzalla-Volita n 144. f
IVende-se u..ia bata de rame bastante grande
e muito fornida ; ns loja da esquina do becco da Con-
grrgac5o n. 41. 3
1 Vende-se muito boa bolaia de 4 om libra da
melhor larinha que he'possivei ; assim como bolaxa du
todos os tamaitos e de dilTercntes qualidades, c mui-
lo em conta propria para venda e para o mallo e
ludo o mais quo he proptio fazer-se cm padarias ; bom
cal muido e mullo barato por grosso e a retalho; as
padarias da praca da Sania Ciuz n. 10li, du urna s
porta e na da travessa da Madre du Dcos n. II. 8
IVende-se um sitio na estrada de Holem quasi
con fronte ao becco do Espinheiro. com ba casa de
vlvenda e bastantes arvoredos de frutu ; na ra dos
Pires na carreira do Peretti, casa n. b8 4
^Vende-se um rico vestido de sarja branca lavrada
com bico de blond proptio para casamento por pro-
co commodo ; na ra dos Copiares n. 54. 3
I Vende-se urna rscrava recolhida, de 20 cunos da
idade sem vicios nem achaques sabondo perfaita-
menie coser e engommar; no principio da ra do Hos-
picio n 21. 4
Vende-se ou troca-se por casas nesta praca um
sitio em S. Amaro, na estrada que val para Belem, boa
casa de pedra e cal, com bastantes conunodos para
lumilia terreno de plantacdes baila para capim ,
lugar para um viveiro e bastantes ps de arvoredos ;
a tratar no mesmo sitio.
t Vende-se um cabrinha de 9 a 10 annos de idade,
n.uito esperto para-ap.ender qualqner cilicio; na ra
Nova loja de chapeos n. 44. 13
1 Vendem-se ssccas do farinha ditas de arroi de
casca, cera amarella rebolos proprids para barbeiro,
eouros de cabra ditos de bode e sola todos estes
gneros se venden por proco commodo ; na venda da
esquina da ra larga do Itosario que vira para a po-
lica n. 21. 9
1Vende-se urna parda de muilo bonila figura.de
16 a 18 annos, peileila coslureita du cortar e fazer urna
camisa e be engommadeira ; um molecao peca de
todo o sorvico de 20 annos; duas pretas de lodo o ser-
vico sendo una por 2S0/ rs. ; e oulra por 380/ rs.;
duas neglinhas mullo botillas, proprias para se edu-
caren. ; urna p.ela lavadeira muito boa ama de lelte,
com urna cria de um mes que est muito bonita ; na
ra Direita n. 81. a
Vende-se o muito superiore appro-
vado cb de Lisboa a arjeto rs. dito a
2400 rs dito a 2/rs. m&ntciga ingiera muito boa a
SU0 e !.'60 rs queijolrancez muitu bom a 320 rs. a-J
libra presunto muito novo para fiambre a 3'20 rs. sen-
do em quarlos e a ictalho a 360 rs. muito superior
doce de guiaba (oito em assucar braucu em caisoes
de lodos os tamanhos vinbo do l'oito, cngatraladoa
to anr.os, a 4M) rs. a garrafa dito do Porto, de pipa
a 1760 rs. a caada e a 2'H) rs a garrala ; na venda
da esquina delronte do Rosario por baiio do sobra-
do de 3 andares. jo
I Vende-se um moleque crioulo, de 14 annos, bo-
nita fisura ptimo para pagem e tcm principios de
sapalciro ; na ra Nova n. i i. 3
1 Vende-se urna caldcira de cobro com o peso de
arroba, por preco commodo ; na ra eslreila do Itosa-
rio loja de cera n. 3. g
1Vendem-se, por preco commodo, queijos lon-
drinos, presuntos para fiambre, conservas, biscoutos fi-
nos em latas musanla tudu chegado ltimamente
de Inglaterra ; na ra da Cadeia venda de Jos Con-
Calves da Fonle. 5
IVende-se urna ptima venda a praso ou a di-
nheiro no principio da ra Imperial n. 35, a qual
vende diariamente 14^ a 18/rs. para a trra, o que se
pode asseverar, sendo o aluguel de 10/rs ; a tratar
na mesma venda. 8
t Vende-so urna preta sem deleito algum boa en-
gommadeira cosioha o diario de urna casa e cose
alguma cousa e tein urna fllha mulaiinha de dous an-
nos ; a visla do compiador se dir o motivo da venda
na ra da Crus, armasen de lioh Cbavannis n. 42*
I Vendem-se fardos de fumo em folba para charu-
tos muito superior chegado ltimamente da Babia
o charutos linos a 17.0o rs. a caita com 100 ditos de
regala da verdadeira fabrica da talos ; na ra Di-
reita n. 60. ,.
l-Vcndem-se4 pelas com boas habilidades, cosem,
engommao o cosinho, e urna dolas hu recolhida, ves-
te e penlea urna senhora ; urna dita do mcia idade
por 250# rs boa cosinbeira e lavadeira de sabao e do
varrella ; dous pretos boos para o trabalho decampo
na ra do Crespo n. 10. /
1- Vende-se urna Icllra de 100^ rs. a qual coi re
juiosdodousporctntoaomei,|e por isso ji esta em
-0/800rs. garantida pur urna bypotheca especial,
no valor da quarta parlo da propriidade Porto do Ga-
linbas, quecoube ao herdeiro hypolhecantc e escon-
dieses declaradas na cscriptura lazcm t. da a segu-
ranca ; a fallar com Jos Victoilno de Lcmcs quo dir
com que so deve tratar. g
Vende-se um preto da Cosa, ainda moco e bom ,
e urna grammatica francesa de Lcveoo ; na ra da Ca-
deia do Recile n. 00.
Vende-se urna cscrava moca e sem vicios; em
N. S. do Terco o II.
Vende-se una cssa terrea do pedra e cal, na ci-
dade de Olinda na ruado Amparo u. 1, com grande
quintal ; na ra do Crespo u. 10
Vcndotn-se 30 caadas de azeilo do coco ; urna
canoa du carreira ainda em bruto ludo por preco
commodo ; na ra doCabugi, loja do miudesas, que
loi do Bandeira, n. 7.
Vende-se boa tapioca do Maranho oleo de cu-
pabibacm latas pequeas sarca-parrilha spalos de
burracha tudu muito novo e bum chegados ltima-
mente na Laura; no armasen) grande do caes da Allan-
dega, adiarn com quem tratar.
Vendem-se tadeiras de angico, novas e bem (at-
las urna dila grande do bracos, por preco commodo ;
na ra de Agoas-Vefdes n. 38.
No Porto-des-Canas o. 34, vende-se leoha em
felcbes, propria para padaria e raanda-se conduzir.
Vende-se urna escrava resolhida do nacao de
idade de 22 anuos de boa conducta engommadeira e
cosinbeira ; urna parda recolhida anda moca cosi-
nha engouima cose chao, e ensaboa ; um escravo
para o servico do malto ; um moleque pee do ida-
de do Ib annos de bonita figura ; um pei.U mostr de
carpin-
tadas de parreiras ou cercas ; na ra Nova, venda
n. 65. >)
3 Vcndc-so na casa do J. Cardoso Ayres na ri',
da Cadeia do Iiecifo urna obra publicada no R0 ',
Janeiro cm I8'i3 intitulad Diccionario do ,M,.
dicina Popular ou Medicina ao alcai.se de todas ,-.
elasses da sociedade, pelo Dr. Cliernoviz ; dous v,,iu.
mesemquaito, conteodo 930 paginas; proco id//ts.
em brochura e 12/rs. encadenados. 7'
3 Vende-se superior calcado Iranccz de urna sola
a 1500 rs., o de duas solas a 2^ rs. o outras muilus
qualidades do calcados por preco commodo ; pellcj
de bezerro Irancei 3// rs ; 00 Atierro da Boa-vista
loja n. 24. (j
' 3 Vendem-se 3 negrotas do 12 a 16 annos, com
habilidades, e de bonitas figuras ; um casal de escra.
ros do 20 annos bona coslnbeirus c a preta engom-
ms ecoie; 2 pretos pecar do 22 annos proprios para
padarfa por tercio bonitas figuras ; 4 pretas de 2o
annos boas quilandeiras elavadeiras ; e urna preta
de 32 annos, por 3004/ rs. ; na ra das Flores n. 9|, (7
i Vende-so larinha de Ifag; no arco de S. Antonio,
loja o, 2. (
3y Vende-se a casa terrean 70, sita na ra de s.
Miguel da povoaco dos Afogados em chaos proprios
oitoes meieiros quintal murado e cacimba ; a tratar
na ra larga do Rosario n. 12, primeiro andar. 4
3Vende-se um relogio de ouro, saboneta patenta
inglez muilo b:>m regulador o de boa qualidade ,
ainda novo; na ra estreila do Rosarlo .onda n. 1, te
dir quem vende. [ij
4 No armascm de Fernando Jos Braguez ao pe
do arco da Conceicao ha para vender multo boa sarca-
parrilha galha tabaco de p da Baha om latas de
16 libras epennasdo guaras, ludo por preco eom-
modo. 15
4 CHARUTOS DE REGALA.
Vendem-se superiores charutos de regala, em cai-
linhas de 100 cada urna viudos pelo vapor Impera-
Iriz; na ra do Trapiche n. 34, segundo andar. 4
4Vende-so rap do Lisboa muilo bom ; na rus
da Cadeia loja n 15. 2
4 Arcanum anli-fluxo sariguinum.
Eslas pilulas teem a pmpriedade de estancaren) o
sa'nguo quer saia pela bocea quer por o nariz ; um
eiemplar indicar como se deve usar dellas; vendem-se
na ra da Cadeia lojjn. 15. (5
2 Vende-se um molecotede bonita figura de na-
cao Angola serrador de madeira ; na ra das Trin-
3
mol ; na ra
J
amarcllo om
2
eliomis n. 10, piimeiro aodar.
2Vende-se urna porcao du barris do
Nova rmaselo de loue.i n. 42.
2 Vende-se muito boa madeira de
pranchoes; na ra du Crespo o. ti.
2 Vendem-so dous moloques du idododo 11 annos,
de bonitas figuras sem vicios nem achaques ; ao com-
prador se dir o motivo da venda na ra Vulba da
Boa vista n. 65, sobrado do um andar do manha
al as 8 horas o a tatde at 6 horas. 5
2 Vende-se um carro de 4 rodas para duas pes-
soas ingles de um cavallo e com o mesmo caval-
lo e arreios por preco commodo ; na ra Nuva de
S. Amaro casa de dous andares e soto n 6. 4
2 Vende-so urna casa terrea meia-agoa na ra
da Calcada n. 25;a tratar ua do ijueimadu, segunda lu-
ja do sobrado n 18. (j
2 Vende-se farinha por preco commodo ; a bordo
do patacho Amisade Constante ancorado d. In rile do
trapiche do algodao uu na loja da ra da Cadeia
n. 40. r
2 Vende-se urna casal do escravoscom boas ha-
bilidades, por pre^o commodo ; na ra du Aguas Ver-
des n. 70. ^3
2 Vende-se um ptimo moleque do naci, do id;.-
de de 14 a 15 annos, de bonila ligura muito sadio 3
proprio para qualquer servlco; na tua larga do llosatio.
loja de miudesas 11. 20. 4
6 No aunasen) e Fernando Jos Bragues vcu-
dem-secaiasde cera em velas o mais ben sorlidas
possivel por preco commodo. 3
2 Vende-se urna venda a praso, ou a dinheiro, si-
ta na Solidado 11. 11, com os gneros quo ttm e arma-
C5o, pelo preco de 340/ rs ; a tratai na ra das Cru-
zes n. II, ou na ra do Apollo o. 6. (4
2 Vende-se umu escrava crioula do 16 annos bo-
nita figura engomma, cose, cosirha e lava de sabao ;
urna dita de nat,9odc28 annos engomma liso cos-
nha c lava de sabio ; urna dila de nacao, de 28 anuos,
cotinha, lava e vende na run ; 3 ditas du necio pro-
prias para todo o servico ; e um moleque de naci de
das Ciuzcs
I
linda ligura,
ucta o que
10, leritito
(4
o niodiro ,re-
/
rpina ; 3 escravos de mcia dado para o servico de
mpo ; oa ruado Agoas-Verdes n. 40.
Vendem-se banis cun azeito de carrapato a 240o
rs. a caada ; no Atierro da Bja-visla venda do Ma-
nol Fructuoso da Silva.
-Vendem-se 22 libras do relroz de primeira serle
preto, azul-ferrete o de cores por menos pretos d
quo emoutra qualquer parlo; na ra do Apollo, ar-
masen: de assucar n. 4, no mesmo armasem troca-so
urna unagein pequea, e muito perleila do N S da
Agrella. ""
3Vendem-se os utencilios do depoflto de assucar do
Atierro da Boa-vista, e Iraspassao-so as chaves do uies-
I no a tratar no mismo deposito n. 70. (S I
3-Vende-se urna porcao de varas proprias para la-1
18 anuos, para todo o servico; na
n. 41, segundo andar.
2 Vende-so una negrinha crioula
de 12 a 13 annos de idade de boa c<
soafianca ; na ra eslreila do Rosario
andar.
7Vindim-st ssccas cent (arel
CO de / e 6000 rs ; na ra da SenzaJ^ \ eMia n. 158. (2
= Vende-se* na ruada FloionljM 11. Suma poican
de botijas a miilaco das da iiollauda, jarras de optno
barro, e vasos para llores. 'f
n Vendem-se ris|adoslrance-
zes de bom goslo, tanjb para
vestidos como para Jaqfetas, a
320 ris, econlnuo lindos corles de Cassa-chila a
1)880 ris assim corno oulras
muilas fazeudas, por prego com-
modo ; na ra do Crespo, loa
ti. IG, de Jos Azevedo de Aii-
drade.
Escravog Fgidos
:;:..
, lenco
seu senlior
Nova quo
- rugi no da 10 do curenlo urna negrinha de na
io Angola.de idade de 16 annos pouco mais ou menos,
alia p-rnas finas ; levou vestido de chita azu
branco no ptscoco; quem a pegar, leve
Antonio Ferreira da ('osla Braga ua
ser bem recompensado.
3- Fugio no dia 13 doJanciro urna escrava do no-
me Benedicta de nacao Angola, com os slgnavs se-
guintes : baisa, secca do corpo, vosga de um olho: sup-
poe-se anda esislir urnas cicalr.zcs pelas cosas, que
quando lugio, lao frescas; lem os denles na frente do
lado inferior podres e no superior nio tein ; levou
vestido branco velho e u.na saia de nanga azule pan-
no da Cosa com lislras azues e brancas e um tabolciio
de sapatos; quem a pegar, leve a ra da Concordia n.
que ser recompensado corn 1001. rs. ;5
*
PEHN.
} NATYP. DE M. F DEFAMA ititb.


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