Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05580


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Full Text
Atin de IM5.
Q u mi a feira 1.1
O DIARIO publica-so todos os (lias que
niui'orcm do guarda: o pceo da nssigiia-
iiua he de 4,^r. por quartel pagos adianlados.
q. nnnuncmt dos aaatgnantes sao inserido.
., ,-atSo de '20 ris por linha, 40 i s. ein typo
HHcrente, c as repllete pela motado.
()i que mi Inreni assignanlos pagfto 80 rs.
por linlia, c 160 wn typo dlfferente.
PUASF.S DA LUA.B0 MF.Z PC H 110.
I ua nova a 6 as 7 h. e 33.min. da manhii.
(.'rscenlo a 14 as II hor. o 49 min. da man.
l.ua Chela a 21 as 3 hor. e 4(5 min. la man.
Mlngoanle a2S as 4 hor. e 5 min. la man.
PABTIDAS DOS CORP.KIOS.
Gnianna o Paral,yba, Scguudas a Sextas foi-
ras.
Rio tirando lo Norte, chega a 8 c 22, o parto
a 10 o 24.
Cabo, Sorinliaeni, Rio I'ormoso, Porto (al-
vo, o Hacry, no 1 ", 11 o 21 locada mei.
Garanhun c bonito a 10 o 24.
Boa-Vista e lloros a I3e28.
\ ictoria Quintal feira*.
Oliiida todos os dias.
12 Segundo # 1. oitava, S. .loann.i
r-r"^: (E V l'liueo/a.
i* l /- 13 Torra i. oitava, N. S, ululados M. ir-
J HL i / |1 (junta S. r.onif.ioio aud. do J. lo l'i-
% A, zl.y / reitodo .1. varo.
15 Pnula S. Itidoro, aud. do Juis SSsQ: # i reito da 2. vara.
DIARIO
de Maio.
1! AS DA SEMANA,
PBEAMAB dehojr.
I'rinioira aos 30 min. da tardo.
Segunda aos 54 minutos da nianbaa.
I(i Sexta S. 1 baldo, aud.do J. de Direito
da I. var.i, o ilo .lili/, dos l'.ilos.
17 SabbadoS. Pouidonio, Re. aud. do I.
de Direito d.i 2. vara.
18 Domingo da SS. Trludade, S. Venancio
Anno XXI S. 106.
CAMBIOS NO OTA II DE MAIO.
Cambio sobre Londres.....2. .
Parli 373 rila por franco.
,, >. Lisboa 190 por 100 de pun.
Poso, de le. le boas Urinas I i>-
(Juro Ornas hespu.liolas Mf.WO a :il_<7500
n Mord doi'x I"'' vcl. l"..' u I"
del- ni iiov. I7f20 a I7400
d. 5"0 i :">
fVota- PatacoVs .... I'!l(0 a I/B80
Posos Columiiarcs. If'.ttW a 2-iiiki
Dii"s Mexicanos 1-'1o a l#D60
Moedas de 2 palac. 1/280 a 1/200
Acedes da C du Beboribe 50O00
PARTE CTFICJAl.
LE i\ 130.
ThomaiXavier'Gareiae Almelia, presidente da provincia ie
Pernambuco. Faro saber todos os stus habitantes, que a
assembla legislativa provincial resoluto, e eu tanecUmei
i lij setjuinte '.
Artigo lu A fregueila lo Papacaja comprchende o
terreno la Serra-da-Prata.
Art. 2" l'ioa pericncendo freguciia da Asaurapcao a
parto la do l'azcnda Grande comprehendida uu tenue, da
Koa-visla.
Ait. 3" He unida frcgueiia de S. Miguel do norrcl-
ros toda a parle la frcgueila de l'na ao Sul do rio dosto
nonio. .
Art. 4' A freguoxla da Escada abrangera as torras dos
engenhos Itibciro o Minas-Novas.
Art. tV SSo restituidos freguetla lo Orejo la Madre
do Dos lodos os terrenos mesilla poitonoontos, que
pola le 11 133 forSo Incorporados nova freguetla de b.
(Jaelano. ,
Art. (> A freguciia do Altiuho boa roslituida ao tor-
mo do Garauliiins.
Art. 7" I'icao revogadas todas as disposicoos eni con-
trario.
Mando por tanto a todas as autoridades, a ipioni o co-
nhecimenlo ecxccucSo la referida le pertcncer, que a
ouinpiao e f'aeao ouniprir tao inlciraincnte como ucllo
so conten. O secretarla da provincia a faca Imprimir.pu-
bllcar o correr. Ciliado lo Recita do Pornainbuco, cill 0
do lo maio 1845, vigsimo quarto da Independencia e do
imperio. ,, -,
j_ s. Thomas Xavier Garca de Alenla.
(arla de le, pola qual V. Exc. manda exentar a rc-
soluco da asso.nbl. a legislativa provincial, pie houvc
por bom sanecionar, alterando os tormos lo algiinias
froguezias, e restltulndo a do Altiuho ao tormo dcara-
iiluins, na furnia a cima declarada.
Para V. EXC. ver.
Anlonino Jone tle Sliramla Falcao a les.
Reglstada a folha 238 v. lo livro 1" do lela provln-
claes. Secretaria da provincia do Peruambuco,8de maio
do 1845.UoniinijQi June Soares.
Sillada o publicada insta secretaria da provincia do
Pernambuco, ein 8 do maio de 1845. No impedimento
do secretaria da provincia, Jos Xmicr FauUno llamos.
GoNerno da Piovincia.
Expediente to ilia 8 c/o coireule.
onicio. Ao presidente da relacio, exlgiodo, eqp
cuinpriinento d'ord.tn imperial, urna deelsrstlo do nu-
iiuro d.is processos Julgados, opoi julgar no decurso d-
auno prximo pretrito.
Dito. Ao conitdiidanlo das armas, scieritilkando-o
de que o capilao do sriiuiido baialhiin de rlilliuriu i pe
Joan do liego Btiros Falslo.pof mandado do S. M. o Im-
perador, vei i para o ta pjotlneis 6 servir u i 6eu eorpo,
Dito.Ao mesmo, len-iiiinendandoa OlCCUCaO da
ordoni, pela qual S M o Imperador mtndou dar bsi<
xa du sciyo o soldado do deposito u'esla tidado J.iao
Si terino.
Dito. Ao comuiissaiio pagador, determinando, em
eonseqUODCia dooonleudo no aviso da secretaria da
guerra de 18 do Abril ultimo que suspenda a cosig-
iiatn mensal do 20^0110 rs. que do sold do lenle
ajodante do quailo batslba do catadores, Joaquiui
Fianeiseo deUlteira Cami.os, se auonava oeste pro-
vincia a Antonioonealses Nunrs; a que remella para
l'aia.com as competentes declaracos a guia d'estc
tlllcial, para a!Ii ser elle pago do stu toldo por nleiro,
desdo que houvor ctssadi. a relerida consIgnacio
Dito.Ao mesmo, cao commandante das armas,
intcllig 'nciando-os d'haver sido roinmui'icado por avi-
so da secretaria da guerra de 28 do mei pastado ler- se
expodido ordem para pela pagadura das tropas da cur-
te abonar-se ao quarto enrpo de arlilharia p6 a itn-
porlanciadolardamenlo para as pracas do me-ino ba-
talliao, queem Setembro do anno passado dcstacrao
para esta provincia ; por isso que tal vencimento tem
de entrar na caita do corpo e por cuoseguinle nao
devo ser squi recebido.
Dito Ao engenheiro em chefe das obras publicas
communieando quede conformidade como sua in-
formavao de hontem 7J e em altoncao h eguranta ,
que do caes, cuja consliuao requereo Jcao l'ereira
Franco, devu provir ponte pensil do Catanga, ata-
ba do deferir ao suppllcai.te, declarando-llie. que faca
a dita a sua cusa, sub a direcelo, p lem, de sua nier-
tfl.e com os SoO plquelrosde cal que de sua ordem
lho foremfornecidoscm pi.itCos.eii proporcSo ,itie do
em tal tnalerial (ur bateado uesosiidade, Participou
se ao inspector inlerino da lliesouraria das rendas pro-
vinciaes.
Dito. Ao inpeclor da thosouraria da lasenda, or-
denando, que, visto do cunta ligalisuda o da quota
marcada para as desperas do cuiso jurdico mande pa-
itar a quanlia de 47/060 rs que se gastou pela repar-
titiio das obras publicas com os pequeos reparos, que
te lizero na parle do niosteiro de S. liento, onde se
ada o dilo curso Cominunicou-so ao engenheiro eui
chefodas obras publicas.
Dito.Do secretario da provincia ao prirooiro da
ssscmMa Icgi-lativa provincial, remetiendo a inrornia-
ca do Exm. hispo diocesano que a inesma asiem-
bla exigi cerca de urnas representacoes dos liabl-
laiiies daslregueiasde Una e aneiros
Dito Do mesmo ao inspector da lliesouraria da
faienda, transaiilUndo, para toreos execucao, as ordens
do tribunal do lliesouro de ns. 55 59.
dem do da 9
flicio. Ao presidente da ulacao. lllm. Sr. -
Manileslando-se claramente daorganisoeuo c dlllrlbul
codosoniciosdoescrivaes. loilasp.-r esta presiden
ca em virlude da lei provincial n. 17 de d Maio de
1836, eem vista das raiesetpostas por V.b. em sua
Inforinavio de 30 do Abril ultimo e pelo desMibarga-
dor procurador da cora, soberana c faienda naelooal,
que a clausula respectiva as funees do labelliao, lose-
t no alvat de meiec de seiventia vitalicia do escr
vao ao citei a criuie a'esta cidade. Joaqutw Ju.-u i crci-
ra dos Sanios IiVa oh e suhrcpliciamenlo obtida por
isso que nao podiao as suas allribuicocj estender-se
Blm d'aquellas que se conlinho no provimanto do
scu antecessor, e em prejuio dos tre tabelliaes d->la
inesma cidade ; o convindo desde i obviar s nullida
los a futuras contestaoes sobre as escripturas o mal
papis lavraaos pelo mencionado escrivao; julguei ,
pur despacho de hontem ,8) datado, deforivel o funda
doem juslica o requorimento dos ditos labelUaes. pjre
effeito du mandar suspender, tao smenle cesta parte,
a eucucSodosobredito alvar at ulterior delfberaeao
do governo de S. M 0 Imperador a cuja deeisao tara
imiiicdiatamente submellida a questo, ordenando ,
queaos juites, porania quem servo o precitado eictl-
vao, sodconliecimcnlo d'esla minha decisio. A liai
de a obsorvarein pela parto que Ibes eutnpre. O qut
ludo cointuunico a V. S. para sua intelligencia.
Dito.Ao commandante das armas, determinar.do
om cumprimriito d'ordem imperial quo mando da:
balxa do sarvice i Antonio Melchiadcs da Silva. .
Dito. Ao director interino do lycd ao inspectoi
inlerino da lliesouraria das rendas provinciaes, couv
municando ler concedido jubilavo ao professor publi-
co de primeiros Ultras do bairro de S. Antonio Manuel
Antonio Monteiro de Andrtde com o ordenado por
inteiro e mais melado d'esto de gralilicscao por es-
tar nos termos da lei provincial n. 4 do i0 do Junlu
de 1836, em consequeneia do conlar na is de 30 anuos
do etercicio no magisterio.
Dito. Ao agontedacompanhia das barcas do vapor
ordenando, que na barca Imperalriz mando transpor-
tar pBra o Pal O, como passageiro do estado o OtOilvo
extraordinario da armada imperial, Jos Malheus Eva
risto Lopes. Partieipou-se ao cominandante da cr-
vela Carioca.

chrislaa. liianto nao ignoramos, que algiins rovoroii-
dos sacerdotes, c alguna parochos, por una deploran!
aberracilo da estrada, que o evangcllio Ibes prescreve,
leem concn ido. para que urna porjao de cldadaoi aci-
xc de Ibes tributar a consldcracao, que tanto lea lie
inisler. ,i
Para nos soivirinos da oxprossao de Ulna colibr < s-
crintor, diremos a linal, que os reverendos parochos, o
sacerdotes, uuicameute consagrados ao ministerio de Btias
ordens, deveiu sor neulracs na lucia dos partidos, que iii-
videinoniii.s,o lioiuons. Dcvcm promover, e sustentar
a publica tranquillid i do, o luantor a verdadeira ainitadc
entre aa familias, como exactos observadores das mxi-
mas do Jo/us Clnisio O contrario procediiiiento, como
repugnante moral ohrlstSn, c o prospendaue dos im-
perios, occaslonar ein nosso coraeo a mais pungen-
Ksperanios por Unto, pie o reverendo visitador, a re-
verendos parochos, a quem nos dirigimos, se conven-
ci dos aentiinenlos, que exponas, reconhecemlo-os
tomo base do toda assoclaco, e da religiosa observan-
cia dos proprios deveres. Residencia episcopal no pa-
lacio da Solidado, aos 15 de marco de 1845.
Jo-ih, liispi ilioeeiauo.
; Pedro II.)
PASTORAL.
Wnm Joo ./< PurificaciO Marques Herdigio, eonego regnmli
Je Santo Agosttnho, pela gruta d Ihot, e, '"'"'"'", ?l,"~
postoliea, hispo de Pernambuco, do mam de s.m. i. c
C, etc. .
Sendo niistor necorrer ao dover, que nosso iiuiii-
lorio nos iinpoe, do volar incrssanleiiicnto, para queso
tribute aos templos consagrados ao culto divino, todo o
possivol rospeito, vcnerajSo, e acatoinenlo, que a san-
ta tercia tem recomincudado por sous sagrados canorww
, se obste as indecencias, alternados, e protanacOes, que
, espantosa hnnioralldade, a irrellgiSo, o a indlllerenca
roliiosa uestes ltimos lempos teem coininetliuo com
profunda ni.iaoa de nosso corajfio, e escndalo inauauo,
por occasido las cleicoca, que se faiein no Interior dos
touiplos, escolhidos som duvida pola legiaaafao para de-
notar, o Inculcar a conaldcracao, em que tem n esco-
lli.i dos representontes la uaco, e o espirito coiisclen-
closo, que a olla deve nrcsidlr, a in dequeoecupem
os coreos electivos os mais dignos, e idneos cidndnos:
, recelando mis flnaluiente que as prximas elelroea ua
provincia do Coar sojao reiterados os proc dhncntos,
que o.n muitas rojas do imperio iiifelitmente so teeiii
n'osto .ni p.aliea. sondo tanto offcnsivos da re glo do-
nliiante lo pala da Santa Crut, quanto desln.....resda
ordem publica, da pat, e harinouia dos cidadaos, pro-
movida esta oal.unidado polos partidos polticos que
obstinadamente toen, disputado o irluuipho de sous par-
tidistas ; aos habitantes da provincia do (.earu nos i m-
nimos, naqualldado de blspo de suas almas, parames
rocouimcndar, e suppllcar toda a mo.lor.ieno, a mais
roliiosa ci.ci.nispcc.ao, o o nia.or acalanionto aos t, .li-
nios dedicados a um Dos scloso de sua gloria, c rigoro-
so vlnsador los profanadores do decoro, e respeito Mo-
vido inagcslade dos lugares, en. que o devenios ado-
rar om ospilit), c voni.ulo.
|n, IVooii.ntos livros da santa Estrlpura Idiosos
horrorosos e extroordlnarios Oogeilos, que a jus.,Va di-
vina fax eal.ir sobro os violadores dcslc proeo.to. >
vemos all a indignara... que JUS ChriSto, MlDail,
maurestou, quondo dentro do templo de Jen sal. ni en-
contrn negociantes, que coinpravao, e vendido obje-
os ,oprios para os sao,if.r.r.t da,,...'lio lempo, laucan.
lo-os para Ana la casa do l>oos, que olios tinl.ao conver-
tido ein ovil de ladinos, segundo o lestemu.iho do mes-
uio .Iritis -hristo.
Tacs sao boje os que profanao os templos aumente
reservados oiaeao, aos l.jlimos do gratidao polos be-
, lirios rocliidos. K para que os mosiuos, ou oulrns
llaRollos so nao voriliquoin em nossos diocesanos, t se
no convortao os templos do Senhor ein pracaa pubH-
cas USexhortamos) o adniooslamos os nossos senipio
d'lo'clissin.os Gearenses, OOin toda a forra do nosso cs-
nirito para que se con.liuao nos templos com a dovida
ransidao, e llocilldade, que o Divino Mestrc wutorj-
couuncnda, e determina aos profeaaores de sua rellgWa,
baseada na liloccao para com Dos, .- para o.,, o pioxi-
,no, uja pat o harmona, Jamis deve sollrcr perturba*
o;io om sua frolco,
' E poniiio estanio, eonvencidos, do que nossas cx-
boi taees serlao baldadas o como lam.ailas om arca
ola ucarlo aem produair os inicios, que ain.ojamos,
se os reverendos parochos, nossos coadjuelores, na di-
rcccSo da grei, que o Eterno Pastor condona nono, t
uasoUlcllude, ntoconcorrercm com o teucdincantt
m ,m lo, para a olloclivi.lade do tao loovavol designio
so osuuccidos de sous devores se envolvern no turb -
Ihflo dos partidos apaixouados, e injustos, concorroi.do
d'esfarte para diminuir todo o peso de su., autoridade,
enf aquecondo o valo. lo sous o.msoll.os, o aniquilando
asub.iiissao; so ein ves do respiraren; suas pa avias a
m'iMiidao, e corroboraron, a IVatcrnidado entro suas
ove has, cndereiu para o espirito do partido, protector
do lach la discordia; so en. ves, dlxcmoS, do respet
aalel uc devem inspirar pela porsuasao, loroni t-llcs
osprlmelros a postergal-as, uaqualldade le omproga-
00, .llamados lorniasao das listas cleiloraos, o a vo-
taco dospovosi llica/, C instanlanoainontc iccom-
niendanios ao nosso reverendo visitador, aos rcvoiendos
., .ruchos, que cooperen!, quanto de sua parte lor pos-
sivol nara que sous subditos cspirittiaCJ so coinperte-
1,01.1'dos scnlimentos, que temos expressado, c bein as-
ini un- no ct.nipiiu.onto das fanecocs, a que vao ser
chamados, so abstcnhSn inteiramentc doctpirito depar-
tido, ecoicorrao, para que as lels nao ae atrpele*,
mas se oxoeuto.n, o uo so deH.-onhocao os d,retos dos
Cidadoa, chamados daroiii o s. 11 voto para quoae
nao ultiagoni; mas so .espolien, as autor.da.les, que
Utervlereiu as elei$oea para que ndoaeja adulterada
mas triumph a maioria do voto provincial unto
mais recouunendainot esU conducta legal, nobre, a
Coinmando dasAnnis.
Tendo-tC o '2. sargento da conipanhia do oavall.iri.i
li\a Marcoliuo Joa Ferrcira apresentado no uuartci da
residenciado Kxin. Sr. general, prciendendofallar-me,
estando este inferior vestido com sobrecasaca militar, e
ohaiio redondo nao si. nao o nuvio, mas od. non que
fosse preso. O mes..... Exm. Sr. general manda decla-
rar aV. 111. que s.hiienle aos ollioiaes lio poiiniltido 1.
uso de solneoas.io.is militaros 0111 lugar das larda, o
uue por he,., da disciplina nenhuin Inferior e outraa pra-
cas do pret fa excepcao dos prlinelros cadetea] aevem
usar, son. Interillissfio de oslaron. 011 nao de serv.;,., .los
uniformes que II.os corresponden!: oque fico acirate a
V m. do ordem do mesmo Exm. hr, general, que igual-
mente determina, s.j.. rccollildo ao hospital rcglmenta!,
com a clausula de preso o dilo saraenlo, 1 liiii deaei
curado da enfannidade que ora aoftrc. neos guarde o
\ 111. quartel general na cidade do llocile lu de maio lie
I Si.' Jos da Silva liaimaius, ajuiliulo de ordens- Si.
Sebaso Copes Gurmares, capitn eouiiuandautc da
companhin le .avallarla do lilllio. __
'. -v-"ioTmigTi
EXTEAIOH.
COEttESPOEDENCIA i) DIAIll DE PEIINAUB1 CO.
/'ii: 31 de marfo.
Marchamos no mesnio terreuo emque llcamos na
minha correspondencia paaaadti como nao lie postivel
lallar do governo porque o nao ha, ludo quanto d.-sla
ves podcrel fater ser dlierthca ajgunia eouaa do des-
e-ove, no. O gabinete na cmara dosdeputados beuiiia
barca desmastreada o som lomo, nuutuando em todos os
sentidos a volitado das ondas, o a eada momento .1 pon-
to de Ir a pique. Todos os recursos o siil,lilo/.as p.u 1.1-
meutaret lecni I sido empregados paraprocurar-lhc um
rosto de existencia honrada, e todos .-lies em vao: cada
discussiio he para elle una vergouha; cada votocao urna
denota. Hoje ...anda retirar da cmaraoaaeus liis para
que nao hala casa, a ver se pode escapar a una votaran
que llie deaagrada que tln de sotlVer no da aeguuitr.
aiiianlia fat das tripas eoraeo, o adhoro a una propos-
la que dantos havia f.ito reg, ilar pela inaiona; no lia
,0011......aeeeita una decisBo da eainaia em sentido ilia-
motraliiienle opposto li opilllSb que acaba de .\p........
S.-inoll,aillo iiia.ioia tic existir nao lie mais lo que um..
especie de agona prolongadlsslma, > nao pude ja uurar
multo. A prora mais evidente de que nao lia para o m -
nisterlo mitra cspernnca raioavcl senao nadiaaolucaoda
cmara, he que todos os sous amigos da Iinpreusa peri-
dica d'lnglatrrra, menos o Mornfng llerald, que at ago-
ra o tlnlioo defendido com muito malor corageiii do que
fortuna, acabSa de llie voltr seoslas. boaUllsanuo-n
abertinentc. Dura IngrotldSo deaollr<;r he esta, para
me n. advOEOU soinpre con. tanta lid. Iidade os inleressos
de Inelalcrra porein aaaiin tem sempre acouteemo, a
lia de acontecer a quem tivor conflanea em tacs pa-
driuhos. ,
Moatrao-SC-vos bous amigos i
Mas se vos veeiu en. perigos,
Eacarr8o-voa naa paredes;
Que de fiira dormlrcdea,
IrinSo, que he tenipo de figos,
Poruue de rabo de pono nunca bom virolo
re.-, ie da parte da mconarla alguma manobra, aque
possa sen ir de inslriunriito a i", ja ai mada Nao sel >
que sel lu que, estando .1 Fi snc 1 em paa.'assim eoino to-
da .1 Europa, o miiiistro da guerra pedio no da So do
corre.....um crdito de qu .-i IH mllhu pa guarnecer
de arlillieiii as fortillcacoos de Paria. QuandO osla bom-
1.1 de 48 cahio de repente .... cmara dos deputadoa, ea-
iiiagou uns, olleudeo outros, c aun.lio a todos. A dis-
cussiio que sobro ella se levantar, necessariamenu ha
de ser tempestuosa.
.la ha noticias dos primeiros trab ilhos .10 duque ue
Uroglie, que, ionio se sabe, est conferlndo em Londres
,.....10 Ir. I.iishiugtou sobro a 111 ineii 1 de substituir .<
li.eito de visita por algum oulra medid 1, que uno ti j 1
menos eftlcat pan reprimir ol alico da escravatura,
som teros incsiiios inconveiiicutes. Tanto as correspon-
dencias particulares como as folhas pul,loa- sao confor-
mes ciu dlter que rnelo proposto pelos coiiunlaaarioa
consistir naadoprao das mosiinsestipul.-iv>es que To-
rito Ininostis pelos Katadoal d,,s a Inglaterra no trata-
do Ashburtoi Istohe, naabolieao absoluta do direito
reciprocte visita, lleaudo daqui por diante os navios de
cada nacilo suleltos iinieaineiile a si rom visitados pelos
seos pr.ii. 1 ios cruzeiros. A Importancia linmi usa fl.su
noticia salta aos ulhos poique, se ., commissarlo Ingloi ^
, jncorda na subsliiuiv'do, mo pode ser senao ein con-
sequeneia das luatrui-rAes que tem do aeu gorenio c
sondoasslin, aborta est para ocommereio ctouasas
na.-.ies do mundo urna nova era, podendo cada una
dellas.cnm o excmplo da Frauca.lr-se emancipando pou-
eoapou.o da capionageiii legal, e outrasonpressoes,
que, com a capa do direito reciproco de risita, Ingla-
terra est exercltando tobre osseut navios mercaues.
Sito .lomos anda a questo \>v decidido, porque a noti-
cia na he offleial mas. so > ler a decldir-se, como llca
dito, hepreclso agradecernioaeatc benelicioaos Esudos
l idos, ruja Influencia parece ter sido suscitada pela
Providencia uestes ltimos lempos poraresgatar o muu-
doda iMiiinia loC.a llrelanha.
As ultimas noticias d'Afrlca no so menos llsongel-
rat, o 900 mais seguros, poique sao ol ic.aos.il ... assig-
nado 110 dia 18 do crreme o tratdo de demarcacao do
i'ronteir.is ,-nti.- as posscssdcs Iraucctas, o 'uarroquinas
1 i.....erador parece executar de multo boa t otraUi .
de Tnger, o mostra-ae dlsposto a perseguir Abdel-
X'"()'.'.i-...de negocio da conversito das rendas aluda
acacha por decidir; mas, em tal estado sca.haoas
cusas, que lalv.v. soja cat O caco lio Clll que fafa, UBU-
Iraiii abarcado ilnlsleiio. Mysterlosoa conlllcioi
teeni (ido lugar a este respeito nos labyrintps da corte,
de ,,. ada pode 1. velara Imprenaa peridica, porquo
as i'is de setembro o ii3o nermillrm i iwrem, cerno ea-
saa mordacas nao foro filas para inlm, approvclto o
I i bordado que tenho c vou diaei .. que ha.
parece que o governo.trudo comprehcndido a neces-
sidade de rebabilltar-sc na opiulao publica, em veape-
r.is de clelcdea, por nielo de alguma .... dula que agra-
daaa a todoa, .....louonegocio em serlacoualderacao,
o propt ...Ir. i wn projeito pa converter os tundo
de 5 por cenlo ein lunuoa de A por cento. (omol.uu
Phillppe, porcabeca de ana lamilla, lie mu doa uioiores
,-. dures do catado, era a inesma colisa que propo.-lho
renuncia da quinta parte das suas rendas, l.opos.-
,:i.. de tal uatiirea, carrancar-lie os denles d..ho..a,
he (mo o mesmo. O vo.ho l.r,.... sal.e ello conjugal
por lodos os lempos o modos mas quanto ao do, d,
respondo COII.O OS sinos le Santo Anlao que diaeill que
'"" v'primei'r.-. resposla de S. M. fai que nao; a segunda
t, ,eve.ia, poique GllllOt lile deel a.ou ,|ii;c
easo pedirla 0 gabiuetc a tuo demlsaflo. lal h. <> ata-
do actual da quesillo: norqual dos lados qwlmi
corda, nao seleii: pon..." que nossoaltauca lu que
GllitOt anda mol..liando una casa que aqu lem na 1111-
nlia rlainbanfa, oque p.u.. o Indicar que nao con u re-
sidir lllllit mais teuq......I palacio dos negnos lsti.in-
BCnilulatro do coimnerclo pedio ante-liontcmia sua
dciuissao, wngadodc que urna propoalCM ^."""JKm
.asase ulinainenic na cmara dos depnlados. porm
esla I..K..I ja ello 1, pieseuloil i 0U ..veas, e scn.pic
som resultado.
Ctdcs, Disprale! na India.
INTERIOR.
Mu nao obstante, naslui mesmo so lem ilo faxendo
ateiimas refonnaa utela, posto que aempre por Iniciati-
va da cmara, e nao pela do governo. 1 ma deltas, que,
aindaqno pura..,, ule r. gulanicular, he con. ludo mu.
Importante, he a nova min, ira de volar, adoptada pela
cmara na sessao do dia l, 11:10 obstante os oslnos cm
sentido contrario leilospelo governo. I.aq.ii por diante,
todas aa vetea que se tratar de proposlcao que envolva
medida legislativa, volai-so-ha pela maneira argulntc.
Collocar-se-bfio aos lados da tribuna las urnas, nina
branca o outra negra, o disli ih.iii-se-hao aos depulados
bolas de una a c.r. O depiilailo que quuor adoptar a
nronoaicito que ac discute, laucara a ana bola a urna
branca: oque a quiter regelut, lancal-a-ha na unta ne-
na V medida que os leput.idos fortn votanto, n-se-
hao escrevendo osseus iionies einuill registro particular.
Por esta nova maneira do votar oliten.-se todas as van-
tacens davoucao publica,"que be oque aopposl(fto
nretendiaj cvltio-M todas asduvtdas c contcstacoes, a
que dava lugar o amigo inclhudo da volaco auuuuarla,
,uc consista cm se lovanlaion. os depulados que ap-
nrovavao a poposl. o que se discuta. Rete mothodo su
ser oii.piegado daqui em diante, quando se tratar de
objecto i.itciraiiionto rogulaii.eulai o assiin 11.0.1...... te
rjesdepuudva ocxlgirem, votar-ae-haaegundo a nova
maneira. O escrutinio secreto so peder ter lugar, se
vintc nicnibros da cunara o pcdireni.
A macollara flanela esta forlenionte irritada oontra
o eos 1-1 no, ettturatao. O ministro da guerra dirigi a
todos os eon.iuSHi.lai.l.s dos cupos do excreto Ulna .ir-
ona., .... uue Ibes determina que nao so tcopponbao a
que OS se.is subordinados culi. 111 para a ordem inacn.i-
ca so para ssoloreiii convidados, mas que tacau lodos
o's osIoitos para que aquelUa que j .1 olla peal.... .re,.
doixem do frequ. ntar as lejas, ou lliescuvioni as suas
demiasoea. Ignora so coiiiplrtameuu o motivo O* jneai-
da lio extraordinaria; mas. como o meamo iidniatro Be
um dos prlncipaes llgurdes daordein, ctaro estique
alKUina eouaa Ibecouatou que o pot na necessmaue m
MU de sciuclliantc llgor. Uar-sc-ha caso queogoverae
l!IU DE IANKIRO.
Diseniso que na cmara rtspteliea prammeieii o Sl !'!'""*
do Sola Morlias 1 a sessSo d, 18 de marco de 1845,
0 sr Sonta oriw:-Sr. presidente, a prliueiravM
que rallo! sobre este orcamenlo parcceo-inc tor.lemons-
U-ado coma evidencia las cifras que oSr. mimst... ac-
,.,,,),,, ,Mi.:Jim.iHi... i'i'H .1.. que hav,asido a-.o ,.,--
inistr, io de 23 d. marco, .pi.- foi uu hado de diasipa-
,.".,, opposlcao derulao. nSr. ministro, responden-
do a'sta nlnhaargu......lacao. dlss. que ella er. um.
iriruiiienla. 5o vaga: mas 1 u nao sei que possa nave .....
i u s positivo do que deel......- ministerio ...I gas-
, ', .n.oeon. osla .'aquella veri,.,, o vos agora pedes du,
ntose tantos conloa de mais nara aa n.esuiai verbas a
% aquelle minUtcrlo foi tacha Jo de disslpador. o que se-
relDrpols de ter f.ito esta obaervaeao, diaae o Sr. minia.
,,u. o a vista das mii.has ,.p...i..eM...h.. esperanea ., e
o governo fosse apoiado |.oi inlm. Sr. p.es,l,-..n, u
irmprrtlve tendencia paraapolar a mor part doa go-
,0, que tem ..do O rasll d. td que tenho as o...
/., .....a,.,; udo son amigo de fater oppos,. ao ao o-
Sa a todos ministerios, c t me record de f.ito a
,, isiohe, de ter fclto una opposlcao declarada aum
ministerio, porque rclalivament a todos os outroa
... tai vetea 'uFubo divergido daopini.. de n,n.,s..,.
(":'o.r.o meo. amigos, posto que Ihes W^^ON
Jpoio ..as quesles impm lautos en, que M empen avM
suaaadinlni'lracoea. Mas .piando nossas 11,0,mas ques-
"o\ in portamos con.0 propo.ta.dO govm.o hav.ao a.-
litios 011 disposieoesquceu repulava nao csscncia.s, t.
u, uue divereia do 1. inistoi io. que alias 011 apoiav... nao
?doptado%e,^rer.uVem.porto^^
n iterio oceupou > podei. Has auunra "^ ,.
nist... exija bolo uieu anoto, quando 1"*-" W**T
,, ,,-, .-dos s. .si-orcos possivei. paran e reda*** re-
preaenucao nacional. Quando fo. dissolvlda iW
.um doi denutados ex stiao en. ineu poir r. puscnia
di quasi"odas as c.....ara. nuu.ic.paos (apenas tal-


m
i
. d?. ,sn ;;!;,!!h;;'!':","m:'1's minan., para ainortitacaa (la divida publica; assim pols,
accn secutando cstaqua mil despeza oreada, temos os-
la no valor de 28,868:000/ de ris. E pergunto au nobre
si IS I
:
- Ollll)
o Sr. |)r, Jos Ildefonso;
risiiitacoi-a rorao por iiiim entregues ao nobre
do imperio que se arlra prseme, .por ellas,
cfolieiiavaaS. M. pela noii.ca.ao ,1
l"<- liili i ido fai i
frjd mu aparte que 1140 muimos,
:O inosiu iSr. 1 onde do Rio l'.n-
11 mas casas di sla corle onde
lilil131
COS Mili
|IIC le/.
II
II *l
OSr
do asslin oassevi rou em ai
iva, cale |>elnsprovincias por onde passouism.
Vlnl '" '" liaJ deelarava que levava uislriicces pa-
11 se fcuer noinrar .1, pulado a A e a outro candidato que
0 governo I lie tinlia indicado datiiii. Bu sel Igualmente
le boa partcque o governo inaiidou outra chapo de d.-
putados para o U-ara, nu qua! era eu excluido, c que
loiarecoiiimendacao 00 presidente da provincia ueste
sentido. '
Ora, avista disto, como e posso suppdrquc o nobre
1 queira contar coui o meii apoio l'elos rsfbr-
iidc do Kio l'ardo, devo persuiidir-me
limito |ielo coutrarm que o governo nao desejava de lur-
111a algtuna que eii apparreosse tiesta cmara; pon,,,.,.
conde do llio Pardo, asslm que cliegoua 1'iauln! logo .10
la mmciliato suspend o ., u, ju/ ,ie paz, e deiiutlio .1
"'"'Mllldiii,.! 11 1 d.i guarda nacional e o emprc-
gados de polica. Gumpre advenir A caiuai 1 que ma-
quila provincia exista una le provincial declarando
os postos da guarda nacional vitalicios, como crao os
"s A\,U[ :- ...... e.contraa tUsposiciio dosta lei lei
retaduiante a a iniuisiracaodo riscondi da Parnalivba,
'l" quenaqu. aquellos que llvcssem palent. 1 dada* or
',' ">* pe .:: p, la diuliiislrares tiue viessem
' : '"' posiriio desla I i, digo, lurio deuilt-
' ""!..... ollloiaes, na 1 demitlldos exprossaiuenlo,
1 |in uia-si :Oca dispensado do servIco o Sr. fula-
no de tal, r lomeado pin seu lugar .. Sr. sicrano-, c is-
1 'uffoiios das imuicdiatos liehcgada do Sr. conde, c
'em i|.....He podes.e lorcouhe'cunen-
particular de es liouicns, aquem asslin precipitada-
';," ;lf"ii > lambein demltilo a mxima pule dos
'lrl,*i .',', j sados, e, cuinpre dizer em honra du
-- Jo*; Ildefonso, que, quaudo elle cliegou ao l'iaulij,
''!""," 'r- .....a a provincia cstvosso moiilada pelo
vlsooode da l'ariiah l.a, elle apenas 1 ve o< casiao de de-
niiltira tres siq pleutes de delegados da pulida, mas tal
traaavcrsaoqiieoporndol'iaulii tiulia .1 admiulstra-
cao do viscoade, que todos os empregados nonieados por
eliederao, geraliuente tallando, sen apoio ao .,: Or
liuelousn, que nao leve preclsu de fazer mudaiica al-
guma para descmpenliar os din res do seu cargo! En-
tretanto, !>r. presidente, a provincia asslin constituida,
que leiicitava ao soberano pela nonieacao de un presi-
dente que havia f, lio ccssai tila longo serie de males, vio
dcmittido esse presidente, c substituido 1 or outro me
"." "'''......'' '*o seno cxclulr-mc da cmara dos
leptiiados, c por isso f... preciso IU provincia, deiuiltir aquasi iodos os empregados da po-
lica, o grandissimo nuiiero de olllciaes da guarda na-
cional : i... preciso al compromi iter a dignidade do go-
verno; porque o Sr. conde pioln (lia coimnendas e h-
bitos (duendo oslar autorsado para IssoJ .. todos aquel-
les que elle pensava ler 111 tillueiicia par.. judal-o .. fa-
. leirao no sentido .pie elle indicara. '
Sr. presidente, 11 el. claroqiic, qnando aadmi-
oeutrou cni fiiuccoes, eslava disposto sincera-
nentcadar-lhooincuapoio(oA ../.',; aluda o dara
npje, se nao lossc a conducta posterior da adniliii ti
cao. Os nobres ministros jieaeucliio na stia luaiorla as
'dlas potincas de.....|,aind.., ao qual luais 011 menos
eiiipre pei'teuei; nao .pie cu approvasac todas e cada
urna das opinu.es professada* nlos cheles desso partido
"" 'lando ti itaiims de partidos politices, .., ,|, ,..-
"'""' ",,:.1 deopini 1 oudotililiiasqtii ,
lemiio partido a qn-iioi eneoslanios, sem com Uninos
1 iosd ludas 1 ada una .1
!.partid...... nubles miulsiros, digo, perlen 1 .,
II .
nislra.
passado
/ inSr.drpulado d.i un apart<.
(i Sr. Sou$a Miitiim: Hcspondo ao nobredeputado
que.aepoif da ultima lei do orcamento, mo se concedeo
licnliuill crdito snppleineutar a despe/a aqnal lie a
mesilla que foi lixada na lei; attend-se que esta lei foi
a que reparn o erro dos ministerios anteriores, que
orcavao a despesa em menos do .pie era preciso para ao
uepois virem pedir mu crditosupplemculat:nenio mi-
msterio actual velo inda a esta cmara pedir crdito
snppleiiientar a essa lei de orcamenlo. Mas eis-aqui,
meus senliores, a colicrcncia que lia da parle do gover-
no com os principios da niaioria : ainaioria quer eco-
noma rigorosa, o governo las mu orcamento muito
maior do que aquellc que llnha si.lo feilo pelo seu an-
tecessor. Mas continuemos com a analvse. Dissir cuque
.1 111 ai.iria quera que o governo nao lllfriglsie a consti-
tuirle), e insta PXpresSao quera fazer entender que o
governo nao legislasse sobre eleicoi'8, como tez com as
instriie. oes de \ de malo : em segundo lugar, tacha va de
ineoiislitucloiiaes .1 lei da relurma judiciaria cale! do
concedi ilu estado: laubem julgava ser infraccSo da
eiiiisliuii.au o aposentar desi-mbargadores contra a vou-
t ule destes. Ora, u que faz o ministerio actual .' EorAo
aposentados alguus descmbargadoies com nina peuso
pecuniaria : lio Senado calilo a cousiguaeao pecuniaria
IJUC liles era dada.
/ ui Sr. drpulado Calilo ludo.
(ISr. Soma lUarliiu : -- i;u pero ao uobre deputado
que lela o decreto do governo ; uelle ver que se apo-
sentan ia. s di srnibargadorea, lieaudo so dependente da
ippi.iva.ao da assembl.igeraj a parte pecuniaria. Mas
calilo a aposentadoria, nao l'orao approvadas as consig-
naces pecuniarias, e i vista dalo, oque devia fazero
governo, que linda censurado as aposentadoras sem
diivida reintegrar esses deseiubargadores mas lie o
que nao teui leito: isto quer di/er que o ministerio ac-
tual combina com o sen antecessor na inesma opinio,
isio lie, no direito que tem para l'.uer i es aposenta-
rlas.
O St. Aleara Machado: E porque o nobre deputado
nao o apoia ?
'* Sr. Soasa ilartint ; l'rrdoe-uie o nobre diputado,
mi mu na opiuiao dos que julgo o governo com o di-
reito de aposentar deseiiibaigadores contra sua voutade,
11. ni votel por essa resolueao ; o nobre deputado, como
n.ni estar na casa, tal vez ignore isio. Mas aquoveui
o nobre deputado com o argumento tul aoihmm ? Eu
mostr a incoherencia que lia ntreos pilnclplosda
maioria e do governo, c isto he que desojo que o uobre
deputado me conteste.
\ amos a outro ponto. A maioria enteiideo que o de-
creto de f de maio linlia infringido a constituidlo, que
u goi 1 ru nao tiulia direito de o razer : e o que fez o ac-
tual ministerio .' llevogon esse decreto .' rolo, c lauto
nao o revugoil que mandn l'.uer as eleic.s por elle ;
essa li i inconstitucional que os nobres depulados
eli.mayan machina infernal lie que o governo adoptOII
como sua, c au! reforcou a sua aeco com meios abusivos
eclamorosos Depois, Sr. prcsidenU', para mustiara
liicohrreucia ii> opiulilo do governo a respeito dessa lei,
iiole-sc que ueiii no discurso do tlirouo licni no relato-
rio do Sr. ministro do imperio se aclia tuna s palacra
las opinliies .1 nies-
, .ligo, perleueiau .1-
dttis 110 partidoqn cu segua; stava pola pi rli la-
:;'':':, '" accordu em Ib,, dar ., 111 11 apon,; pon m .,
izelta posi noi rjm n 10 governo euebco-iiic dein-
111 I / miniar de opi .
- !' pois aannullaiao das elci-
1 ai 1.
. : '' -.:.. io 1 mservo as datas aes-
' ........li:i" "ubre drpuiado em qui leuii.o
'.....1 I iioentioui 111 fnneces, e cousrrvoii
' ,' ""'I'" '' IU : 'slulo em une seacha-
' ..... poisaam..... mas esle acto
I ix.11 .!. dar-lheo m
""< < da le que nials'codo ou
11 ''! de s. i satisfi lia; mas, S,. presdeme,
' ,; osicaofm qn |,a gabineie", repul o
'' I' 1 de ser a] uiado por qu ilqm 1 dos lados ., cas 1
'' : '" Sl pcloqm pe 1 u.e aos membros d.i inino-
'"' "'" ate ulpsmo lelos ni 111I ios da maioria da ... na
por
apuio, poi
' ''"' "iclao na 11 1 .,_.: Como be posslvel
' '" ""liilst i-i en, dlas, cujas pinloes
einopp' ,u.....pinico 1 polticas da
inaioi .. que n su itentn uas< imaras '
AlgamS 1/1. ,. ._r, ,,.,. .,. .
?'"'*" ': -Eu ...... costiimo a cmlillr nesta
casa proposiroi s que niioesieja I. ibllludo para dciuons-
1 > a.goqueasopiniues e iloulijuas poliliea do mi-
lis crio eslao em opposicno comas di.....as polticas
da ':'1""' que o susteul.....o inoslraic. (mandona le.
gisiaiura passada aopposi(io em urna c outra cmara c
uunciava seu programma poltico, 11 me es mera va 11.
"'V '""quai s 1 ,......s pomo, de doler, tica que existuio
entro as dotilriuas da oj.posvao e as do pditldo do go-
verno; uno I so pude bi n couipreliender cssas dilt. -
- '"ascreio que as doulrlnas polticas uueaoj.no
i< s mi pudaoretiuii ,,,,1 p
.-.na 1 11
prnieiro
lu'l "' eouomla nos diulii iros uiiblic
'""','"'''" "l'Ptwl Sodeontao, .. miuisl rio hedis-
;;'" juslica igual para com lodos-; nisto .,.-
","~":: P.'lcnillo, nao se removao ,.....,-, \ ,
' '' ; ; 'I rilo de paridlo, mi s ao aposei.i
","" '" '" scomrasuai miado; tercelroponio;-
" P' "a da consumirn, isto he, 11.10 exer-
' '!' nt-iaindi-bit 1 as elecoes, ,. ,,1.
!i'"" .Jafiuendoiisiriiccuesparaaselol-
Ohta nao esta, o governo auior-
m. ..I.iz.i. ji.l.-riua.ul., a ivforii.a do cdigo, o Ja
' abeleeeuilo.ileidoconcelliode estado, les e
' clamava a opposiciio, aecusando-as de eou-
tino estes, segundo pens
pontos de doutnna em que a opposlfa deentaosc
0 Sr. Alvan 1 Machado: I'.
OSr. Soma Martin:Poh
a tfica.
bem; en estimo esta ratiii-
cu. ao para que nobre inaioi a se convonca que so,, si ,.
cero as opimdrs que emiti; mas va.....s vil se o mi.
niste.iotc.n adopudo este programma, estas doutrinai
prolessadasp.iaopi.osi,,.,. ......l,lcrlo aprese ,,,,
'".' ....."'" lllleo que o anterior .'
Or. Aleare* Machado:Foi.
c.SV. S,,,,:,, Martinv.-Q nobre d,;,,!!.,.!., me pcrdoai ,
que diga que parece contradi/, r a verdadfl recoiihocida
por ta,, aualjsc o uobre deputado cada.....dos mlulste-
o Sr. Aleare Machado:0 Sr. miulstro <\, raerra d. -
IBOnsIrotl que o oiv menlo era mais econmico
O .Sr..v,..- ././,,:-() nobre deputado obrlga-mca
appellar ao relaloro do Sr. ministro da fuzenda
pela qual se eiilend i que reprova as iilsli (icroes de d
uiaioele 1842, neni a ellas se atlribueui os abusos da.
.1. iodos pastadas, c noui rrcouhece a iiccessidadc di
lidia nova I. ile lei. ues. epoil que osla cmara prin-
cipian ,,. sui.s ssc.es lie que se aprescutou nesta casa
,,:i\ piojillo ile clcnies | Ola (le esperar que, visto o
governo nao querer iniciar, ao menos coiubbiassc com
1 maioria apolassc declaradamente 11 projeclu di
eleice.es com o peso da sua aulorldadc; mas eu
linos jo.na.s provocacoes direcl is follas pelo ineu
i'.oi.i.i.io amigo o Sr. diputado Franca Lolc, para
que os ministros declarasseui .1 sua opiniio, c dls-
s .s. ni se o governo approrava 011 nao as vistas da malo-
1 la da cmara, c entrelauto Uenhum dos dons ministro
.pie 1 rinasseutado na c isa quiz explicar aopinlaodogo-
vi rnn .. 1 sie respeito do modo que o projecto de eiei-
[es lie piopirsio s pela maioria, sustentado] por ella
s. 111 que o governo Coiuproiuetla .1 sua auloridade : esta
arenos, qunela o governo livre para votar contra o
uoj.clo, embaraeai a sua passageiu em una ou oulra
amara, negar-llie asauccao, el< K poder-se-lia C
|uc i. n.iiiisierin, em mu paiz constitucional, tratndo-
le de una lei to imprtame como boa das elecoes, s
recuse a declarar a sua opiuiao a rcspello della r E sc-
molhanie le ser da approvacfia do governo .'
fui Sr. deputado : Os dons Sis. ministros voto a
favor.
O Sr. Soma Mart Nao sel como votarn os Sis.
ministros; porque ellos aluda uao dcelarrSo rxprossa-
meiitea sua opiuiao tal vez volassom a favor da lei, por-
que cnleuil.io que isso os nao cuiupromelle a nada, c
poique esperem que ella nao passe ll'uma ou n'oulra ca-
111 ira.
Os senliores da maioria deelaiuavilo mullo contra as
veiia o. .i., 1 insiiiui, ai,, na reformo do cdigo; entre-
tanto at buje anda nao aprescutou o governo proposta
alguiua a esto respeito.
111 Sr. Deputado: Lela o relatorlo do Sr. ministro
da j iis tica.
OSr. Sinizii l/iii/,.,., : \( sse relatorlo se diz que al-
glins id Icilos oxistOIII nessa lei 1)110 cniui'in ser eiuenda-
d.s porlli i 1.1 bem escnsada sla de, l.uar.io do Sr. mi-
nistro, porque todos neis san mosque nao lia cdigo que
seja porfolio, e inulto principalmente una lei ido gran-
de como a das reformas .1 cdigo ; uflo era, pois, possl-
vel que ella s diisse perleia: o que devia s.r reformada .i
proporcao que os seus defeilos lo re m condecidos pela
tica, lie cousa que todo o inundo sabe; mas, se a lei
Iufringia a constituicao, se olla contiuha esses defoitos
pitaes que Ihe r, piuavo, o Sr. ministro devia declarar
as dis| os le ., 1 liiu ipalmenie abusivas c perigosas, qui
devrao ser reformadas, c assrgurar que o governo so
' ompromettia a aproseular nina propnsta noste sentido .
esta devia ser .1 sua lillgoag lll : mas elle nao o fe/, ca-
1 u-se. ou ii he por cotiscqiicncia .1 opiniiio do governo
a respeito da reforma do cdigo .' Combinar elle com a
nobre maioria, 0111 que se faciio as rtlormas da reforma
p.'lo modo que ella quer .' Tenlio ra So para o duvldar
. 1 ni 11111I0 o uobie ministro nao declarar a sua opinio,
1 crer que ella he a favor do que
que o governo se empenlia em fazer passar a proposta
da Contadoria da marinlia, proposta lelta pelo ministe-
rio passado; vejo que elle se mustia Inclinado a fazer
passar o projecto de lei sobre COlontsacfio, que lambein
ful leito pelo IllilllsteriO passado ; o vista disto, como
he posslvel que o governo marche coherente, apoiando-
sc em luna maioria de opinio opposla sua
0 Sr. Alvares Machado : A CODclUSO he que o nobre
deputado devo apoial-o
(i Sr. Soasa Martn: Crein que nao devo dar rea-
posta ao nobre deputado, pulque he lempo perdido, la
rece-llie, pois, que existe mu contrato entre o governo
e a maioria da cmara, pelo (nal o governo se compro-
uielteo a uoniear ou inlluir para a elelcn dos inciubros
dessa maioria, e ileiuitlir os seus adversarios dos cinpre-
gns pblicos, substitullldo-01 por amigos da maioria; e
esta de sua parte se compromotteo a sustentar o gover-
no ; isto he, defeiidel-o das accusacdcs, c fazer passar o
iiieaiuenin aqu termina n ciiiiii iio ; o governo nao se
eonqironielte a fazer passar os projectos da maioria, dei-
xa que ella proponha e discuta as leis que quizer ; mas
nao intervem com a sua auloridade nessas leis, nao se
comprometi a l'a.cl-as passar no sen ido, c aluda menos
a que sejo saccionadas. lie isto oque leiiho observado
desde (principio da ssso al agora ; o governo neuliti-
maproposla Ciz, nao se exprime com clareza respeito
dos projectos da maioria, conserva-se na resciva, nao se
quer eompnmieller com estas leis ; 0 por isso el a eu-
lender que as nao appiova.
OSr. Aliares Machado : Ao menos o nobre deputado
devia licar neutral.
O Soaza Marlins : -- F.190 mais algiima cousa ; por-
que eslou disposto a dar o que o governo pede ; elle pe-
e a le do orcainento, e eu voto por esta le eoui as 0-
mendas que julgo conveniente*, v votara lambein pelas
leis de lixaco de loica de tena o mar, e Creio que sao
as iinicas cousas que o governo exige da cmara.
Sr. presidente, cu desojo agora entrar no exame par-
ticular das verbas do orcainento ; na primeira occasio
que falle!, nao toque! sobre todas, porque o lempo u.io
me chegou, e achava-ine fatigado. Ouv a mu Sr. deno-
tado di/.er, que o que en dissera era quasi a inesma cousa
que se achava no orcamento; que eu nao apresenlava
ecuuomia algunia. l'ara tornar mais salientes as ecouo-
niias que aponio, calves, leuha occasio de oflerecer e-
mendas que sem duvida terao de cali ir na VOtacSo, mas
pelasquacs se niostro asreduecdci que pretendo fazer
em militas destas verbas, sem olfender as uecessidades
rcaes do ministerio.
A primeira rcducco ijuc eu fazia era na secretaria
de estado. A (piola para a secretaria lie de 33:200/;
ora, pelo ultima bataneo gastou-sc .'ll:0OU rs. mas
note acamara que se gastn .'{l.lHH)/,iiic!uiudo-sc ucsla
verba as despezas com o archivo e cun o gabinete im-
perial. Mas, porgunlar-se-ha, como he que no orca-
mento prdio o governo una quantia maior.' Eu vou
explicar a razo : a quantia volada para o expediente
he oreada em 2:400frB. quaudo pelo ultimo balaoca
gostou-se 1 :200/rs. accresce mais a addco de 4:000i
rs. para a imprrssao de leis e decretos, despeta que
nao apparecc no bataneo, NolC-seque para todos os
ministerios, para a cmara dos doputados o para o se-
nado, se ped ni qiiautias para impresso de leis e de-
cretos ; entretanto que pelo ministerio da fazenda sr
urca para a lypographia nacional'2S:IHII)f isto quer di-
zer que mis pagamos as despezas desla typographia,
isto he, aos seus empregados e mais despezas do ma-
terial, e uo obstante compramos a esta tvpographia
Indos os iinpressos que ella houver de fazer. Estalle
a dedliccao lgica que se tira daqui ; mas na realidade
nao acontece assilll ; o ministerio do imperio nao eiu-
prega esla quantia, nao a gasta, 110 balauco uno vein
despeza algiima leita por esla repartieo com impresso
de leis t decretos; entretanto pede-se 4:000/ rs. para
este flu. .Nao sel como a cmara dos deptllados e o se-
nado paga as suas impresses, visto que todos os empri
gados da lypographia sao pagos pelo estado, assim como
por COIIla do Oslado SC compra papel, tinta, lypos, etc.
Eu li/. mu ajiauhanientu das diversas quautias (juc
pedem os (diferentes ministerios para despe/a de im-
presso : Secretaria do imperio 1:000/cmara dos do-
putados 4:000/senado 1:0,111/ secretaria da justlea
2:4oo>' rs.~cstraiigeiros 500/rs.guerra 2:000/marl-
uha 1:8U0/rs.la/cnda '.1:000/--: alm disto, a despe-
za com a lypographia he de 28:000/: somnia tudo
55:000/ Ora, a cmara ha ele concordar coiumigo que,
para imprimir as nossas leis Cdecretos, os oicanicnlos
0 projectos de lei apresenlailos lias (loas cmaras, o os
rotatorios dos Sis. mluiatros, 55:0110/ he soiiima dema-
siadamentc grande. Mas o que quero fazer sentir mais
particularmente he que a quantia oreada para im-
presso de leis c decretos por cunta da secreta-
ria do imperio nao se despende, pelo lucilos nao vejo
declarado Isto no bataneo, c porUnto eu diminuira
5:200/rs. na quautia pedida para a secretaria de esta-
do. Cora os presidentes diminuira 19:300/rs., que ln
a quantia calculada para os secretarios ; com a cmara
dos senadores e secretaria 2.Y200/' rs., sem o lucuoi
prejuizo; com a cmara dos doputados -J'l IJi.- rs.;
cursos jurdicos 5:4811/ rs. ; escolas (le medicina 5:035/
rs. ; academia (las bellas artes l:4'.Ki/ rs., museo
3:800/ rs (adoptando a omeuda da uobre coininlssioj
archivo publico 2:300/ rs ; ijue he mismo a emenda
adoplada pelo nobre ministro ; crrelo g, ral e paque-
tes 58:000/, 18 com os do Norte, c o com os terrestres
pontos, calaos e estradas geraCS 20:000/, porque nuil
ca nessas estradas goraes gatiou-sc tautu dinheirnquan
lo o ..lelo : pelo ultimo balauro gaStou-SC 1:1100/ rs.
por eoiisequencia pde-sc tirar 20:000/ desla verba
supprinilrla o artigocoloulsacHo e todas estas re-
diiiiiic do nina economa de 180:000/sem fazer a me-
nor falla ao ministerio do Imperio.
Sr. presidente, eu nao me entrelerci mais em fazer
aanalysc de cada urna das verbas, porque jemouira
occasio a liz; mas nao poSSO dcixar de dizer duas pala-
nas a respeito da despeza com o col icio terrestre. O
Sr. ministro diste que provava com varios documentos
das adiiiiuislraeeies conipclenles que a di speza como
crrelo do dio Grande do Su I nao vinhaa ser dc2.3:iioo/,
mas de 17. Oa, aluda assim, cu creio que salla aos
ollios de Iodos (juc observo as desposas com os coi icios
xageracao enorme que apparecc nesso orcamento,
A provincia do dio Grande creio que conten I! ou 14
note a camaraque ScoStUlUaO a liavercorr
iu i de in, liuar-iiii
existe
O Sr. Alvares Machado: Enlo, porque nao apoia o
Historio ?
U Sr. Souta Martn : He poique o ministerio nao sr
faz coiihcccr ; porque se apoia nos horneo* de opiiics
contrarias s suas ; poique nao leni opiuiao pelitica pro-
prla que quena faier prevalecer as cmaras ; c seno.
leao-se os iclalorios (los nobles ministros, veja-sese el-
los aproscnUo OU pro.....tiem alguma proposta cere
nos variados ramos da admiuislracu que exlgcm medida
legislativa, djg i-sc-ine quaos s5o as suas bpiuies a res-
peito de rgimen do paiz .' Eli di claro ao uobre deputa-
do, que, se devo avadar a opinio do govfcuo pelos lac-
ios, pela sua conducta nesta o na outra caiifara, son obli-
gado a concluir que a opiuiao do governo he avessa da-
quella que o nobre deputado nrofessa.
" Sr. Alvares Machado : l.ogo deve apoial-o
villas
as villas OU as glandes povoayQ0S);as dislancias desta
villas capital sao s,andvola menores ipu asdislan ia
das villas do Ccar capital, porque as villas que Beo
mal longe da capital do (.cara disto 100 leguas e mais.
eparece-nic que no Rio Grande uo ha villa nenhuma
que disle da capital 100 leguas o iiuiiu ro de agencias
cstabl lecidas no (loar he iiuiiio maior, purque o Cear
tem IS villas, que com a capital lorino 10 municipios ;
entretanto a despeza folla com o crrelo do Cear anda
por 2:800/rs.i e com o do Hio Grande lio oreada ei
I 1 01 .i.', sendo 10 para estafetas. Ouein nao conhee
aqui o excelso da despe/a / Cuiliprc mais notarque o
Crrelo do Cear acha-fC inulto bem estabidecidu; de
10 em 10 dias edega o crrelo das villas i capital. Te-
nho mais anular que a provincia de S. Paulo cunl.iu
4ti municipios, c u crrelo nessa provincia se aclla
mullo bem cstabclccidu ; ella conten porlanto mais do
Triplo das agmieias que conten o correio do dio Grande,
nucianto o correio do S. Paulo despende multo menos
s deve votar as quautias que sao iudispensaveis para
cada nina das verbas, c nao mais que o necessario ; por.
que do contrario o que resulta he, que as sobras de ca-
da urna das verbas formu un excedente que os minis-
tros pdem gastar a titulo de despezas evontiiaes : como
esto autorisadot a passar as sobras de unas para ondas
verbas, pdem gastar 50,00, SOcontos ou mais con, de,
pezas eveniuaes, como o tcem leito : o eu assento que is-
to nao de econouiia. i u invoco a nobre maioria para
que nao continu O votar (leste modo, aliin de qjip pos-
samos restabelecer a ordem as nossas finaneas ; mas
seuliuies, nao do tanto a maioria da cmara a nuera
compete estabeleeer esta ordem, ou antes terao Inuloii
seus esforvos, se o governo nao se penetrar desta ne-
cetsldade; o governo devo ser o priuieiro a examinar
com todo o cuidado todas as verbas do orcamento, cora-
paral-as com os balanceos, com aqtiilloque se tem gasto
o com franqueza declarar cmara que quer ser econ-
mico, que pode prescindir de laes o taes despezas, quo
pode fazer em cada un dos ministerios taes c taes eco-
nomas para assim equilibrar a recolta com a despeza,
S desla mancha he que o estado pode (or una marcha
regular; utas, seo governo eslabelece o orcamento com
sobras em certas verbas c falta conslderavel em otaras
de modu que apparecc scinprc un dclicit constante, en-
lo nao pode liaver esperanca ncnimina de remediar os
uossos males.
Ilouteiu ouvi au nobre ministro da guerra dizer, que
todos os clculos que eu tinlia feilo para prnvar O aug-
mento de despeza no ministerio do imperio linhn sido
areos; purque cate augmento llnha tldo cstabclccidu
pelas leis, como ful a dotaeo da familia imperial e pa-
quetes do vapor. Mas, u uobre ministro nao foi exacto
na sua deinonstraco, apexar de ser amigo das cifras
porque smente mnslroit que 1,400:000^)00 de rs. tlnho
sido o accressiino feilo com a familia imperial o com os
paquetes. Em 3(5 a despeza era de 800 conloa dcres;
boje pedcin-sc 2,880 eolitos: o oxeesso he pois de mais
de 2,000 contns. Mas diste o nobre ministro : inultas
despetas teeni sido cttabclccldas pelas leis --. Eu nao
quero negar que a cmara em inultas c mullas occa-
sies tem creado despezas desnocessarlas no ministerio
do imperio, oque sen duvida lie Imprudencia, (piando
precisamos da recelta para fazer face divida publica
(pie augmenta todus os anuos.
Agora inetllio sobre a mesa exislem emendas que
augmentan ordenados : cssas emenilas, se lorciu appro-
vadas, fazeiu paite da lei ; mas, qiieni ignora que (aes
emendas sao imprudentes, que vo dar lugar a que lo-
dos os empregados pblicos, com Iguaes dlreitos, ve-
ndan reclamar da cmara o mcsiiio favor!1 En o que qui-
zla fazer demonstrar (e desejava que o nobre ministra
(la guerra applicasse a sua alteilfSo para tai objecto), lie
(jilo mis temos un dclicit constante, que he preciso lu-
dos os anilOS conlraliir emprestiinus, ou emitii, papel
moeda; que, rmquanto nao se estabeleeer o equilibrio
eiiiroa roceila c despoza, a desordem das flnaucat ha de
continuar, e com a desordem das finaneas veeni as des-
ordens polticas, c que por conscqiicnci'a temos rigoro-
sa necessidade de eslabeleccr a orden, lias nossas linan-
e;as. Mas, qnein se deve eneari egar de indicar 09 lucios
para isso.' Qual lie a maiieira de O conseguir? Donde
atee a fonle dos abusos?
Eu, Sr. presidente, tenlio meditado limito sobre esta
materia; emendo que nao pude liaver outro ni, io de
emenda seno o peuelr.ir-se o governo da necessidade
de ser elle mesnia o promotor da reforma econmica, c
indicar as medidas mais convenienles para conseguir
(si, Un lo desojado. Se a reforma nao partir do go-
verno, he esensado eulrelor esperaiifa alguma de esta-
beleeer o equilibrio necessario; porque quanla recelta
lr creada por esta cmara, lauta c anda mais ser des-
pendida pelo governo, sen, nnnea coiuular-se o vasio da
sua appeleneia, nciii liaver teriuo sua prodigalidade.
Desojarla que a cmara na votayao lossc mais cohe-
rente con, os principios (antas vezes apregoadns pela
sua maioria, para que o pall nao se tome cada vez mais
Ingovcruavel, profundando o abysmo intondavel em
que ja eolneca a siibiueigie-se o crdito publico.
Na mesnia scsstto o Sr. Mine ida Torres disse o icijiiinle :
Sobro o conocido de estado falln (ambn o Sr.
deputado. Sendo eu perm concelhciro de oslado, nao
te! se quer o nobre deputado que eu diga bem ou mal
de nina corporacSo a que leudo a honra de pertenece.
A razo que d o noble deputado para me inuapellar a
scmclliaule respeito, consiste cqi ler dito o II1CU illustre
amigo, deputado por S. Paulo que a lei decrcarao do
concedi de eslado nao era boa, o precisava do reforma.
que en posso porem aflaucar he que o concelho deva-
lado muito tem coadjuvado ao governo, nao s na parte
administrativa, mas anda no que diz respeito aos ne-
gocios polticos; e tupposto que alguns meiubrosdo
mesnia concedi se oclicui em opposqpo com as Idoias
o principios do actual gabinete, iieui por isso tem sido
de modo algum o governo euibaracado em sua marcha.
(J. do Coinniercio).
PEttNiSVBtCO.
ASSE.MliI.i'.A PROVINCIAL.
CONTIHOAfiO tu 8ESSAO no da 00 DB ABRIL DE 1855.
O Sr. ferretra Brrelo : Sr presidente, niiosri em
realidade, purque motivo andaremos scnipre us em
lima roda viva de innovarnos I'arccc-iue. que lima
asscinblea, incumbida de fazer leis. nao as deve lser,
teilo depois de Ulna reflexO madura, o da maior te-
guranca : mas nao sel, se .ligninas vezes as dellberaccs
desla casa tratera conisiuu osle arreleiuicuto, e esla
pausa ; por Isso que mis desmanchamos n'uill da, o que
oremos no outro.
Fom / He como as cousas vao I
O tirador : E eu accrcscenio mais : lie como ellas bao
uc ii adida por mullo lempo.
Vose: He natural.
O Orador : l'ois eu digo, que lie mais sobrenatural.
HOt leillOI visto, que toieii oos tem levado o Ivco, co-
mo uiuilo bem o disse oillusiic deputado, que acabou
te tallar. Eslava no Carino, o foi transferid
casado Gervasio Pires Foi reir : isto li
mu oxtreiuo da cidad
paia a
. passou para
c llalli passou para outro extre-
mo i mas layamos alguma rcllexao. O Ivco, collocado
na cMicmidade dailtoa-vista, den motilo a falla de dis-
Ciplilia, c i. 'gularidade nos alumnos, (juco frcqiK nla-
vo, .Ns sabemos, que rapazos estiino, o folgao,por-
que isso Ibes he inulto natural, dse acharen, a sua
voutade, o o silio, cni que so aedava o lyceo desaiiava
cssas teudenclat, to proprias de seiiielhaute Idade: mas
en, Un aconlcccu airuinar-se o edificio, o inudar-si i.
Ijco, lieaudo porm a provincia COIII lima demanda!
No ctanlo, nAo havendo aonde se ccilocassc o yceo, a
presidencia lanroii mau da casados engajados em l-'ora-
de-Porlas; mas, cuino nao era apropriaila para o csla-
beleciiucnto, que so buscava coliocar alli, a presideu-
cia l'vi, para que bouvessem tudos os eommodos preci-
sos, erevolveo, por assim dizer, todo aquello edificio:
reparou-o, crguco pan-des, -dividi salas, foiinou nina
tala decente para os acjot, c em lim po/. a casa cu, mu
ponto excdeme de asseiu, alternas as circumstauclas
desl'avoravcis, e nicsqiiiiilias da provincia. He verdad. ,
que a casa existe no lo: al, qc nao de milito convenien-
te, porque o ponto principal, e o que convciu, he a pa-
que o du lliu Grande ; nao se condece que ha iiislolrchia de Sanio Antonio do llocil nias.no liavcndo
abuso senslvel? O nubre ministro, quando defendeo I*a em Santo Antonio
orcamento du govrruu, disse que nein toda a despe-
za que se faz cun o crrelo apparecc no balanco, poi
que militas vezes acontece que lias agencias os cnipre-
gados pago se logo com o producto do curreio, c ncni
esta recolta nein a despeza apparoccni no balando. Pa-
rcce-uic (juc derSo una iufbrinaru inexacta au nobre
ministro, porque dos balances consta a despe/a folla
cun as agencias, com os estaflas, e com o expediente
de cada una das repartibles
OSr. Luies tilinta : l'de haver....
O Orador : Quaudo houver, para l deve Ir; mas, em
quanlo nao houver, parece, que deve oslar, aonde esl,
porque realmente a casa tem as pioporee.es uccessarias,
o consol va ale urna plljtioilomia de edificio provincial,
de edificio publico; eUir-sc-ha ao vil-ahe o lyco, he
nina casa, que pe Unce uaeo.--Conserva,poisius com-
modos, que nao leeni as nutras asas. Sendo Isto assin:
... ..,.;,,;.',,. .1. I :----------- < *----- <------ ,....-.. ......... .. ,........... i .. im.iii i,,i,i u iuiij. pi,.,i|i,(:
as opiiiwos da minora, porque cu vejo no scuado I nuca, como parece que tem sido a sua opintfo at boje, I o tlrrfio de l ? Occorre-uie agora un. ponsameiilo, que


nao sel, se elle vcm multo a pello. Parece-meque a as-
*, 111:. i .'-.-i est feito a matraca de Carlos V. Depola de ter
c9lo nomrcha vencido grandes halalhaa, catordidoo
enero buiuauo coni ai armas, desprctou indo, fot-te
frade, tomouno convento a matraca, c atorduou os fra-
,.-s i-din ella....
U Sr. Taques : Nao apnlado oponsamcnto.
O Ora
vcm a proposito, voltalos tiara O Carino. Qucr-se ou-
na vi/, levar o Ij eco para all. N?,os celadores da pro-
iiried.tde, nos, que vivemos Pin una poca, em que se
nao Talla acuo em direitos do liomeni, direitos indi-
tiduaes, direltos do propriedade, direitos, c inais di-
reitos, farcinos nos COlll que os IVades nao lenhao di-
reitos ? Invadiremos a sua propriedade ? Olvccoacha-
\,i-se no Carino, o tiruiido-o, para o mandarinos oulra
ves para alli, laicinos aos religiosos iusmsiu.iI, do que
. (i livessemos oonservado acola,, s.-inflhavcr de la li-
lado par ton, W
Os religiosos nao tinhaoqiiartos, mi linhao novi-
ciado, nao podiao por em pratica os seus estatutos, nao
liuUo regnUridide, nem observancia dos seus estilos
i lauslraes, deixavao de redeber novicos, mas de un
corto modo, rstavo, como resignados; porin, logo
que Ibe tiraran aquello padrasto, que se Ibes inctlia de
ncriueio, lisero ludo o que Ibes era nccessarln rece-
berilo novicos, couccilrao o convenio, lizoiao reparos,
e restituirlo a sua casa aos seus usos amigos. Se,porin,
volla agora para alli u lyceo, abi temos os religiosos de
pcior condicao. Kxistindo, c consorvando-sc alli o ly-
ceo, nao linbo recibido esses novicos; c teudo-os ro-
i cbido, e liraudo-se-lbes o convento, nao teem aonde
OS ag.-ualhcm. Ora, Sis., islo be nina iniquidade! Para
que atormentar estes bonicos, e desvalos do sen r-
gimen espiritual .' Para que l'.i/er, que esla ordem doli-
ulie? Se n.io lia novicos, be este o lucio de acabar COlll a
ordcni. be o uicio ile o destruir pela sordina. Islo, Sis.,
mil pode entrar na mente, e no boill senso da assem-
bla. 'lie preciso rcllcclir ncslas raucs, e aqu temos o
que acontecer com os religiosos se para la. fr oulra
u/. o lyco. l'oiianio como poderla cu convir na volia
du h ci para o Carino .' .Nao sou desse parecer.
I)ir*se-ha, que advogo este negocio, porque me li-
ea o lyceo em casa, estando cin Fra-dc-l'orlas; por que
ni un lio de andar ponco. .Nada disto, U/mavea, que
i ii me resolv a servir a niiulia provincial ugeito-ine de
bom grado, e eslou disposta para ir ao lugar, que cou-
vier; mi he Jamis por islo. Accresce aluda^ mu argu-
mento, que me escapava. De inais a mais o Carino con-
serva anda o hospital de calillado, que be tainbcn ou-
iio embaraco para osreligiosos:pols alm ilesle hospital,
c.iriegiicni nutra ves com o lyceo. .N.io eleve esqueeer
tambein, que os alumnos, isl lie, alguns alumnos, nao
guardante naquclle eslabeleeinienlo religioso todas a-
quellas medidas da decencia, que convein : alguns de
espirito utais lirre, e inais desassizado, cobrio as pare-
des de desennos, c travos ponco decentes, e nao pou-
pav.io o voltio portclro; c ludo islo perliirbHva o repou-
, e a screnidade, que devem reinar em icmelbautcs
casas, l'orlanto nem o lycco, nem inclino o hospital
devem residir alli. lnvade-sc un direilo, e nao sao os
legisladores proviuciacs.queo di'voiu invadir. Allegon-se,
ereio, que os IVades devi ni ensillar, que devem estar
costumodos a ensillar, e que dcsle modo sollrrra lam-
bem discpulos, lia multa difl'ercnca entre os discpu-
los dos religiosos, e os de lina, sobre os quai
nao teeni luspccc&o alguma : uus obedecen!, oa outroa
subtrahem-sc essa obediencia. Eu quera, Sr. presi-
dente, que as ordena religiosas livessem a sen cargo a
instriiccao publica; nenhuma consa niclhor; iieuliuina,
que fosse inais conveniente. Mas,se no estado das nos-
sas colisas, e dos lempos, os nusnios discpulos deixifo
de obedecer aos seus mestres legtimos, como obedece-
rhio elles aos religiosos, que nuorossem sena mestres i
Cdiu ludo, se o eslabelecimculo Iliterario, que sequer,
que v; para uCarnio, Ibsse alli ter os seus mestres dos
inesmos religiosos, baveria COlll alfolio inais ordcni,
liaveria mais respeito; mas,sendo os prol'essur. s de lora,
uo pode havrr na casa senno confUsSo, c desbarmonia.
\ oin cuiiira a transferencia iio lyco.
I.oin-se as seguinles emendas ;
ii Suppriino-sias patarras-- que ser restituido ao
convenio do Carino.--Mriwlnrmh.
KoS l. suppriniao-se as palanasaiiianucnse ale o
l'nn.Alcanforado.
Sn anotadas, e en t rao em dlcussao.
o Sr. b'trrrira Barrito:He verdade, quanto ao
amanuense, e continuo : voto contra a supprcssao, e
pela emenda, que ora se apresentou. Nada mais jus-
to. O amanuense lie de ahsolula UCC( saldado, porque as
vcic o soen la rio nao pude s-por si laxrr todo o serv-
io de eacrlpluraco acontece ler outras cousaa asen
cargo, ollicios, rvspostas, participarnos, que llie lie
Impossivrl laicf-o por si s. Tanibem non bc pode sup-
piiiuir O lugar de conliniio, porque nao li iv. ra, quein
leve os ollicios, queill foca as participarles, quein avise
os prolcssores em snas casas Todas as ripailicrs liciu
moni idas leem seiiipreiiin andador, Icein unicoiiliniio ;
e por que ra/o nao o le '.i o liceo,que lie una rcparli-
oiio publica,que he iimcstabel'ocim. uto Iliterario da pro-
vincia .' lie, poiS.de absoluta neccssidaile para o sel vi-
co, e nada mais justo, do que opprovar-se a emenda ao
Sr. Alcanforado. Nao se pode mesmo argumentar con-
tra ella. Voto pela emenda. .
0 Sr. Alcanforado;>r. presidente, cu linba pedido
a pala va para justificar as emendas que mamlcl n
mesa; fui porin prevenido pelo orador que me prece-
d o, que o fes mellior do qne en poderla laier: loila-
lii.iumoV r.x. me conceden a palavr.i. della me ap-
provrltarel para diser algumas palavras este respeito.
A ininha primeara emenda redus-se i suppnuilr a< pa-
la\ ras que ur rcsiiiuido ao conteni do Corma; parece-mc
que nao pdc passar a ideiadaeommlssao Japorque
existe nina le, que se oppoe a este peiisauenlo, a isla
medida; ja porque a asscinbla ncsla mesina sefSO tO-
iiDii urna medida Inteiramentc contraria aesta.reco-
nbecendo o direilo que linbo os Hades, e mandando
sabir o hospital de caiidade, para o que a inesina coni
llliSSlTo niaieoii aqu.intia necessaria. Alein. )/, CUJ
data me nao record, rallando, OU dispondo a cerca
desta materia, deleruiluou quefosse removido o uosp
tal de caridade que eslava no i armo, paia uin CltlCI
que se aebasse m.lis convi nii lile, pela rasflO de qu
IVades cio legtimos poSSUidoi'CS dO convenio. A
ii. 37, pois, estipulou que os frades nao legittmos pos-
snidoresdo convento; parecenic que, sema revogacao
dessa lei,n.io se pode dispr desse convento, e que a as-
senibla nao piide Impugnar o direilo, que solemne-
mente reconhecco, < consignan na mencionada le
mas a miidanca do yeco para all Importa; a revogacao
dessa lei, a revogacao do din ilo reeoiibi culo porque
sendo os IVades. os legilimos possiiidores doconvnilo
riles pdeui oppdr-se ao cstabeleclineiilo do lyceo all ;
he este direitn eapressainente reconhecido pela.aasein-
blca; logo,nao se pode alterar si ni que *l i^so se l.n.i e\-
prrssa mencSo Aqu cala o parecer que rol appro-
vado (lio. .
Ora, approvado este parecer, nao se pmle.sem eon-
Iradiccao.duer agora que va para alli O lvceo, be ollcn-
sa do direilo dos religiosos; he Invaso na sua passe ,
que esta assembla nao pode lglilinainente invadir.
1 m nolne dapulado diste lado Haln, OU diseulio
a ncccssidadc que havia da mudanca do lyco de onde
se achaparao balrrode S.Antonlo; eu nao quero '"'pug-
nar, cu nao impugno as raides apresenladas pelo noble
mimbro, sou lamban de opiniio que o Ijcco nao si
acha convenientemente collocado; mas tanibeui me pa-
rece iliic se nao pode adoptar a sua ulei.i, si ni giaM
Inconveniente : sabe a assembla que o governo con-
tiatim um aireiidainento de nove anuos COlll i a
nhora viuva de Gervasio Pires; sendo o lycco>para
all transferido, a casa arruinou-ae e nao pudendo
servir para O lim que linba sido destinada, 0 go-
verno mandn a iliesonia. ia que se entcndessc com a
Sra. viuva, a flm de que lUcsse os concertos quecrao
onerosos eque, no caso da contratante nao querer annulr
hsn, o procurador liscal inteutasse a acc8o competen-
te para rescindir do contrato; sabe tambein a .asaque
a contratante oSoannulo a laso, e que suslentou o ai-
i.ndamciito tal qual linba sido c. 1, luado ; em consi-
qucucia, i-xisie iCJO em juio CU BO quero diicr a
10 2(1
s :\i
li H
i 10
lei
ininha opIniSo esse respeito ; son representante da fa-
/. ii.l.i, nao devo aventar coiisideracao alguma, cinqiian-
to nao lor decidida a queslao ; mis oque se segu de
nulo islo be a Incerteza ; e luppouhanios qn a tnesou-
raiia tem urna dccisOo contraria, que o pouer judicial
manda mai.tcr o cuntalo, creio que a cons.queii.ia lie o
lycco ser transferido para alli oulra t>t, ou ter a the-
soiiraria de sollicr o .mus do ariendaniinlo, em que a
casn sirva para o objecto que (61 destinada. Pode dlier-
se que a casa pode ser sublocad.t ; mas o nolne dcpula-
do qpncordara commlgo que laso nao iudemuisara as
(lespe/as da (liesouiaiia ; c nem niesino COUVfm i|iie a
ibesouraria se veja nesia contingencia, e que se va ani-
sar nutro predio, periuancceiido aquello arreiidaiiieuto;
julgo mais acertado que se espere por aqu lie resultado,
que se nao va faicr dcspcias com una mudaoca, que
talve nao qiie permanente. Por todas estas raines cn-
lemlo que se devem deixar as COUSas como eslao.
Quanto ;i segunda emenda, ella ja l'oi defendida, e
por isso liiiiito-ine a volar por ella.
(Coiilnuar-. sesso em H nt Mio di: 18-f.i.
Emendas offerecidan em Urccira discusso da Id
do onamcnlonocincial.
Aoart. I. Lu'lugar de 1815 a 18-tti, diga-se do
Cdejulbo de 181.) ao ultimo dejunhodc 1846.Taques.
0/(0.
Ao l.do art. :i."accresccnlc-se Sendo distribui-
dos os emolumentos conformo a tabella
2 ao secretario e oiciai maior
i aos olliciaes
2 aos cseriplurarios
\ aos amanuenses
80
Alcanforado.
Addiliva ao art. 8. Dopoll da palana provin-
cia- diga-so : Tcndo o prolesso' do bairro do llecilc,
que de presente se acha no de S. Antonio. -200/000 i s. de
gratiiieacao para alugucl da casas, durantco lempo que
excrcer o sen ministerio no dito bairro de S. Antonio: ;
o mais como no artigo, e ueste sentido augurentc-sc o
quantltatlvo. Alcanforado.
A o art. 0." Dcpoisdas paiavras t=S. Antonioac-
iresccnte-sc = Teiulo a segunda prolessora de meninas
da cidade de Olinda os meamos vencimeiitos que a prl-
nicira ; o mais como no artigo, aiigiiienlaiido-se o
iiuantilalivo.bli'i'iinii.
Ao art. !>. accrcsccnle-sc Sendo o ordenado da
prolessora de Kura-de-l'oitas o mesino que veneein as
prolessoras dcsla cidade, e pago pela lliesoinaria o alu-
gucl da casa onde dei aula a mesilla profcaaora. De~
miones, u
Se passar a emenda do Sr. Doiningius, que man-
da dar mais 200j"000 ra. i prolessora de l'ora-de-1'oi las,
estenila-sc a nicsiiia dispoaicflO a pi ofessora da cidade de
(ioiaiiua. l.aeerda. a
Ao art. !>." i. l'ica creada nina cad.ira de priineiras
lcllias na povoaefo da i'azeiida-C.rande, c neSSC sentido
se augmente o quantltatlvo. HaMio.
Ao art. 0." accresce ule-se Kicando creada urna ca-
deira na povoaco de S. Sebastian do Oiirieun ; c para
islo auginentc-se o quantltatlvo. S.B. Biit e Silvu.'
Ao art. !).u accresccnle-se na verba Quiltro ceios
mil rea para ordenado do piol'cssor de prinielras lettras,
que li oceupar a cadeira da Iregueslo de raienda-Gram
de, que licarii rregida desde ja. JVooaera /':. "
Substitutivo ao art. 11 Com o concerno de aalu-
bridade publica 7:200/000 ra. Macul .Wim/.im. <
A-f.*do art. 12 Suppriniao-se as palavias
uppi i'niida u g/aticacao do cirurgiao-nii e ncsle
sentido augiucnle-se a cifra. Hoptuta.
Ao art 14 ^ l.accrcscenlc-se ii Mippriiuiila a gra-
linoajflo ao eiigenheiro em cluie. K dlmlnu8o4CUulV000
rs. na quoia. Taques. Lobo.
Art. H 13. i. Supprima-sc pa c ad.blc-sc ao Jlflo
[espesa d.- expediente. Taques. l.obo.
Substitutiva boUI do art. 14 Com ascauciasd
loianna, do Brejo c do Pajahti, sendoeinco contos de
is para os reparos dcsla, III.OOIHI rs, Aojaefra
Ao art. I(> diga-se I ni cont de rus para a obra
da matlll de S. Sebaslio do Oiiricun. S. II. KtU $
Silva. <> A,,^
Ao art. 10. Em lugar das palanas =-- sendo 2.0U0*
para a obra da cap. lia do Sacamento da inaliu de
S. .los iliga-se i sendo 2:0000/ is. applicados para a
e.ipclla-ini'ir da nova uialri/., cuja edillcacdo pretende
promover o prelado diocesano, sendo que aobracomece
dentro de um anuo Ua dala deata, do contrario sera a
dita quautia applicada para a obra da capilla do Sacra-
mente na actual igreja de S. Jos. Haoello.
Ao ai 1.21 i. Klcve-se a quola esl ib. leuda ncsle ar-
ligo 400/000 ra. Cotia. ,
\oa.r.'22V2."- .. Diga-se:i:000|000. ^emi/orato."
Art. 2:i, clin ma substitutiva u i om o sustente dos
presos pobres 7:000/000. Kaflilla. i>
%rt. 83 nico. Com o pagamento de /0D/lO rs. a
Jos Mari., de llanos Han. lo, de despesa lilla do 1 de
deiembro de 12 ao ulii.no dejuubo de com presos po-
bres de ,Na/.aiclb;de 2.w,.-'J2nrs.aManoel l'ereiia da Silva,
de despesa com os presos pobres dePajabuuo auno de
i:ia 44: de l!)7^00 rs. a Joooovalcauti d'Albuqueiquc,
despendidos com os presos de IgUarasS, de o de j.ilbo de
12 a 10 de outubro de -\ e com ago i aos inesmos ale XU
de deaembro do inesmo anuOde 43;do &5/280rs.a D. Hita
Mana da Concelco, de despesa folla por seu fallecida
marido Andr l'a.bo/a de Mello con, OS presos do lloni-
lo.de 13 de abril a lOdejunl.o de 1843. (1:319/710)
Uagalhdii I aquel.Loto.
Ao art. 29 I i diga-se 200 rs. por libra de tabaco
fabricado; o niais como no artigo. Alcanforado. .;
Art. 2918. Accri sccnlc-se di pois do lyceo uo
seminario de Olinda.--Uagalkll Taques.I.obo. .
C 14 do artigo 40n Supprlma-ae oque existe; eem
seu luiiar diga-se: ..... ,.
,i du por cenio sobre o tabaco fabricado, c nao fa-
bricado, e charutos importados de tura da provincia,
continuando a arrecadasodeaaa Impoalcao pela terma
actualmente a.loplada.-S. .rancheo Joto lamc.roda
41 Emenda cxplh atlva do V do art. 20. Depola da pa-
lavraconsumidoggreguem-se as seguinles : --pu-
blica, ou particularmente, a excepcao do que ter relio
por aiiuell. s, que mi lorei.i creadores, e que, obligados
hela ncccssidadc, comprarem qnalquer res, para repa-
aressa m ecssi.ladc, os quaes nao vender., um s".a-
rate!; porque, faiendo-o, serSo aujeitoa a coutrlbulcao
dos 5WS00 por cabeea.A'oaariro Pos.
Art. 32Accreaccnte-secomprchendido todo o
aasucar do mesura furo.
Ai i addtlvo. FlcSo revogadaa todas as uisposi-
coca da. lela anteriores do orcamcoto rclallvameulc a
guarda nacional. "
Ai i additivo. Aa dlsposlces da presente le iege
ronroporcionalinentedoPdcjulho ao ultima de se-
lenibrode 1840, salvas as despenas, segundo Ma n.iturc-
10, voladas so para o anuo ou por una ve/, continuando
da uiesiua luauclraa lei da iixaVao daJorca po Iclal
Maijalhacs laques.Lobo.
Additivo.-Com a gralilicavao para alugucl da casa
da profoaaora do Rio Foruioso, cem mil ra.ogutu*
l'a"
Art.'additivo. 25:000/ rs. para mandar buscar
o inacbinisino para o fabrico do assucar.S.6nliiio do
Reyo. .
Art. additivo. ii He perinitlido ao adjunto de gro-
uiitria do lyceo dista cidade o pagamento dos direitos
ile si i, diploma na raio de 10 por cenlo em conlorini-
,1 uic do 13 do art. 35 da lei provincial u. 130 do auno
n lasado,' pe c beodo s.incnle n ordenado que Ibe com-
pete do lia da promulgado da sobr.dila hi.bap-
Art additivo. Fica anloiisado o presidente da
provincia a aposentar o adjunto de rhethorica do li-
ceo, ion. melado do ordenado, que actualmente vence.
I'iqntircdo. ...
Art. additivo. Pica creada una cadeira dcUlilll M
fregueiiadc S. los e o profcaaor respectivo vencer o
ordenado de 1)00/ rs. Uavttsla.
AdlapoxicSo do artigo .'Vida le do nrcamento
ein vigor,relativa a tiadiiccao do ti anulo de Mr. Rohr
sobre a cultura do algodo, he paorogada por mala mu
auno. MjccI Blonleiro.
Additivo. u Pica de iienbiini ellcilo o contrata ce-
lebrado entre a tbasonrarla e Finnino Jos Kellx da
llosa a cerca do imposto de 1(1 rs, Pin caada de llquidoa
espirituosas, o qual imposto,do I udc tillio proxllliorm
dlantc, ser'i cobrado por conla ^\.\ lazenda da provincia ;
indemnisando se ao referido arrematante os prejuisos
solli'idos na ultimo semestre do anuo linancrlro, que
termina em 30 d.' juulio prximo, na ratSo da ijuarta par-
lo da importancia anuual da arromalajo. UacielSton.
leiro. "
C O R lt K 1 O .
POSKT.SPONDENelA DA CIDADK F ruoVINCIA.
As faeadas. Trompe c no noManguinho, comodlsse: o motivo des-
se crline velo de aala, eos amores principies saoprai-
eiros; a polica que se avenlia COlll elles.
Avisos iiiarilinios.
COMME^IO.
Alfande{ja.
Rcndimcnto do dia 14
Urscarreqad lioje 15.
barca franceaZiliabal Has.
Hi igui iuglezLauraiiiercadorias.
Ratea InglCial'ennijham- calinos de le
IWm.VMSO
AIoAmenlo do Porto.
Navioi elradoi no din M.
Buenos Aires; 21 das, patacho tuero Orion, de 1S0 to-
neladas", capitiio Mcolas.La\vsoii, eqiiipagem 8, carga
carne secca a Caudlno Agosliulio de narros.
Rio de Janeiro ; pela Labia. 22 ibas, paquete iuglez Swlfl,
conimandanlc Donlas: ira i dias ilo ullinio porlo.
Havre' de ('.race; 42 .lias, barca francea lilla, dc227
toneladas, eapilao tfoiieher, equipageni 13, carga fa-
ldillas ; a l.enoir l'ujcl & C.
Kavio sahido no mermo rffa.
Ne Hedl'ord ; galera americana Janus, eapilao Tiiucr
com a mesilla carga que trOUXC,
Edita!.
2 o lilin. Sr. Inspector da lliesouraria da f.ucnda,
em i uniprinenlii do ordcni do tribunal do IhcSOIII'O pu-
blico nacional de 24 de abril prximo passado, manda
faicr publico, que se val concluir Sllbtliluico das lio
las de 5/000 rs. da .' estampa, dando-se valor igual al
ii de iiovembru do crreme anuo, c dahi por dianle com
descoiilos progicssivos de 10 por cenlo cni cada mea
na forma do regiment de 4 de novembro de 1835. Se-
cretaria da thrsourarla de Pernainbuco 9 de malo de
ISi;,. o ollicial maior interino,
Iqucio dos Sanios ili tonsica. 11
De; larcoes.
.'1 Na secretara do eomiiiaudo das .unas cmpla-
se o 2." rol. da collecco sysiomatlea das leis militares,
por Pe iuiato. ,-5
A mala pam I'abnoulli para o paqm le ingle/. Sirifl
ser fechada as '.l horas c niela da manhaa, de sexta-i'el-
ra l(i do correule no eon-ul ido brilannico, ra da Criu
S-Par i a \laranhSo est .i sahlr ein poneos dlaa obrlgue
escuna nacional /luid, por ja ter parle do aeu carrega-
niento: quein no mrsino qiiiter earregar, oufcdepas-
sagem, (lii '.i i-se ." eapilSo, i bou! i, ou a Novaes Si C.
ra do Trapiche n. 34. '
:t-- Para Macelo parte M o dia 18 do correte > ve-
leira, c bem construida barraca flor do Rerife: quein
uilli qiiiier earregar, o i Ir de passigcni, para o que
tem excelb ules cOIIIIIIOlloS, dii ija-se .i M IIIOI I Jos C.on-
valies Rraga^ao arco de Sanio tiitonio, telan. 2. 0
3 Vendc-se a sumaca Boa Vtagem, de muil boa
conslruccao ultimamenlti cbegniia de S. Mollieus,
tendeada em Irente do caes do Cnllegio : a tratar a bor-
do da mesnia sumaca. '*
3 O brisuc porluguez Conceico 'Ir Mara sai pa-
ra Lisboa imprt'IcNicliiicnle no dia 91 do correrte, an-
da reerbecarga spattageirot : lala se DOtn 0 Cipllio ,
na piafo, ou com 0 consignatario lhomaz de Aquino
Ponseca na ra do Vigarfo n. 19. (5
Leilau.
3 rorretor O iiera Iraniferlo, por eaus da
chuva no dia 0 o seu hjllio de mobllia nova vintla do
Porte o reicnlenniilo despachada tiesta fllf.odegs,
cooalstlndo ero cadelre o canaps do acarando, e da
oleo bancas de jogo cillas de nielo de sala coinmo-
d.is, mirqoetaa e mais .nitros trastes du pouco uso ,
romo acjlo una mesa de jantar demogno, aopb, car-
lelragrandaparaeacrfptorio mangas da vldro.&e.,
paradoja 15 do correlo as 10 horas da manhaa, o
lera lugar na irieama casa do Ktni. Senador Manuel do
Carvlho, na roa do Amorim to
\isos diversos.
COill'ANHIA l)K HKI KltlltK.
O director da compauliia de Wcbii ibe convida aos sc-
iihorcs accionistas para so reiinirciu boje 15 do corren-
te, pelas '.) lloras da inaiiba, no esta iptorio da eonipa-
lillia, na Nova n. 7, segundo ailar, a lim de clegereui
a nova adininistragao, de lomaron .OHlas a actual, c de
exercercni as inais atlribuie.'ies que, pelo artigo I'.Idos
estatutos, coiupetein assembla geral dos accionistas.
Ksc iplm io da i iiii.paulia ti de malo de 1815.
Jal Hamos de Ulireira. 10
A______
= A coimnisso incumbida d examinar as emitas da
aduiinistraco da oompanhla de beblribc relativas a re-
colta e despez dospineslre lindo no ultimo(de outubro
passodo, depola 3c com binar lodos os documentos, p de
entrar na moralidad.- das despCiaS, acbou ludo coiil'or-
, ebe de parOCer que a compaiibia volelouvoi.se
agradeciiiicntoa a infama adminiatracao pelo co c cco
iiomia que b empregado em aua honrosa gerencia.
eiiibro de 1844.
ulureir.
Ellai baplisla da Silea.
francisco Joo Carneiro da Cunlia.
&*i
sciiporio da conipanliia 20 de uoyembl'
i'usimiro diSena M
CO.MPA.MIIA ITALIANA.
1 II B A T R O P 111 I. O-U II A M A T I CO.
Extraordinario t intertiienti iipeclaeulo para sabbado
lis lio correule.
Subirl acea apriiucira repreaentaco da bellissima
comnosico cui duas partes pertcncentes a opeja
iNOH.MA.
Msica do eximio ineslrc I cente Ucllini.
Te uncir parle.
!. Simplionia a toda a orchealra.
2." In'.roducio, lie tal collc, por Orovcso, c coros dos
Druidas.
3. Catalina de Sor tita Svanir le vori, de l'ollioiie c l-'lavio.
4. Siena, coros, recitativo o pregbiera taita diva
de .Norma. A siena representa a llorcsla sagrad.i
dos Druidas ; no un 0 carvlho de lriueusul, ao
p do qual ve-Sf a pedia di indica, que sene de al-
i.u; eolles em distancia, espalhadas de murtas.
Segunda parle,
1. Scena ccoro bellicoo -tionparli- dosguerreiroa
Druidaa.
2." Aria de Oroveso, Guerrieri a mi reir e coro dos
ditos. A scena reprsenla un lugar solitario jun-
io ao bosque dos Druidas.
3.* Scena e recitativo, TroppO i< fcllon presume, de Norma
l|Ue precede o coro querr, quena dos Druidas.
4." Scena o duelo n mia mano al fin lu sei de Norma 0
Poliione.
5." Sena, recitativo, e duelo, Qual eir I rmlisii de Norma
e l'ollione. coro geral.
. Conlisso de Norma, o grandioso final eh'nOH eolerli
eiltimc, coro geral.
A siena representa 0 templo de Iruii nsul ara de um
lado.
: crsonaqens.
PollloUC, prOCOUDSUl romano
lias Cal lias......
Oroveso, che le dos Druidas .
.Norma, Dnildea, lidia de O-
roveso .......
Plavio, amigo de l'ollione .
Chele dos guerreiros Druidas'
Coros, e) Druidas, bardos, Kubages.
Compreos) OOcrreiroa, o Soldados Caiilezcs.
A companliia nao tempoopado la-liga--, nem despe-
as para o maior ornamento daaaceuas, c propriedade
nos veatuarios; os coros serio augmentados, para mais
ellcilo do espectculo.
A companlna espera do Ilustre publico, se mos-
trar propicio roconhecer seus desejot de agiadar
quanto cata naaauaa lorias.
Piudar o divciiiineiilo com o segundo aclo da inte-
resaante opera
/) Emjana feliz.
Director de orcliestra, Mr. roididiei
Presos de entrada, como de coatitme.
As pessoas, que qui/eiein prover-se de bllhetes
auli cipadaini ule, ilirijao-se a ra do Rosario, primeiio
andar, n. 30. O reslo dos billieles vendci-se-ha no
momo dia no tbcalro.
Cl II VT1VO DOS i V1.I.OS.
4 O Dr. I'.. I.eon tem a honra de luteriiiaraa |
CO, que iiiveulou um i li\ir eoiii o qual, e sem noccsslda.
de de rmpregar iiiairiimeiito algiiiu con.une, exlrabe
radicalmente, e em dous minutes, os callos maisdoloio-
sos, o indas as oniia- rxcn .com ;a~ dos pos.
1) niothodo pelo qu il o Dr. l.eon cura os tilos he iu-
teiramente dlsliuelo de quanl is se unheci m neate i ala.
e posto que nao ollioca mu espeoilR'o que exija gre-
da ni i.....>sieiio, est corlo do que as pessoas que o pro-
curaron! teriio a sali-l'.ii ao de ver ai laucada aeau-ido
seu loiinento, levando o callo \\a man.
O Dr. l.eon pode aprpscniar mullos ceiiilicadosdas
principaes pessoas do Rio de Janeiro como *\.i I alna, o
de \ ai ias pessoas d.\ medicina, de varias pessoas desta
cidade, que espontneamente ds oAcrcccruo, por i-um
iieailo muito aaiisfeitasda sua mancirade operar.
O Dr. l.eon inora no lintel prauciseo, e diiigli--. lia
inmediatamente a casa das pessoas que no inesmo hotel
Indicaren! as auaa moradas c a hora em que pdeui i i
procuradas.
O Dr. l.eon acba-se uo-liolel, de nianba di- 7 lia II
lloros, o de larde das 2 lia5. 20
NOVA FABRICA DI'. MACHINAS.
i) eatabclcciuiciito dos engenlieiroa e iiiachiulstaa Me.
Calliiin .X: C. na ra do t;i um :i (le 8, ai base competen-
temente montada a moderna para o con.-crio .le machi-
nas de vapor, modulas de caima e qu ilqiu r oulio m.i-
cbiiiisuio. No iiiesmo labriciio-sc t imboiii, com a maior
perfeieo, moinbos o prensas de inaudioca, aguilbesc
i bu ni u eir.is de rodas de agoa-vcios, e mitra, peras para
ferrarlas, na ra finos de iodos os tamaiihos, c qu-iquor
especie de obra de ferciro ou iuiiliiui-.il. ,1"
_&SM -'
Mm m
J.-i sabio i lu/ o n. 15, e se ai ha i venda na praja da
Independencia, asslm como os demaia nmeros.
O ( IAMOH l'l ICO,
Est ;i venda o n. 0, assini como 01 .interiores, na li-
viana da piacada Independencia.
A CARRANCA,
Estilo .i venda os us. I o 2.
I 0 deseinliarg idor Domingo* N'unea liamos l'er-
reir.i rmbare.i para o Rio de Janeiro os seus earravoa
(Antonio Morambique) Candida do nac.io congo, cfrea-
plnnna, crloiila. t1*
Nap.ularia de I'oi a-d.-I'oi 1 is. n. 122, preci.i->e
de nina pes-.ua para venibi pao COlll mu pelo.
I -- Precisa-se deuiii rapa/, de 12 a Hiannos. che-
gado ltimamente, para venda, aluda misino n.io leu-
do platica, porlll que soja de boa conduela ; a tratar lia
ra do Cot.vello n 31, (4
|_ Aireiul.i-se, ou vemle-se lim silio, entre Montei-
ro, e Casa-lorie, com o comprim uto de mil Ire/eiilos
sess-nta CSfle palmos, e qnalroceiiios e des de largura
na lenle, selecenlos vllltc e olla na largura do Iudo,
casa Ii.i-i inte baixa, por ser amiga, mol ide de lijlo, o
motado de taip.i, com bastantes coinmodos, casi para
cscravos, cochrira, e estribara, o porto de tljulo cal,
cacimba com boa agua, bastante terreuo, proprio para
planta de eapiui, o para in.ii- lavouras, baslaiiles cale-
aelroa, dusentos c tantos coqueiroa novos, c vclhos, e
muil is fruteiras de varias .|iia(idadea ; cuja venda se ta-
ra .i favor do i omprndor, por nSo ser preclao o dito rom-
prador desembolsar inocua ii vala, mais que nina deso-
bliga de o pilaos, a quein o silio esla bi polbceado ; 0 0
mais lisiante do valor do sitio sera em lettras garanti-
das de boas tirinas, com o prato, que se convenelonar.
Ro dia 8 do crreme dcsnpparccco um menino, por
nome Ignacio, do lugai da Kstrnda-Nova, indo parao
Casanga comprar carne na venda, o qual tem os sig-
n.ics seguimos: branco, odios pardos e fundos, cabel-
los Ionios, nariz chalo, bocea peqiiena, aeccodo enrpo,
peinas liu i-, loin oa ps lascados de eravos no calca-
nhar; uo fulla bem, e nem he explicado; levou vesti-
do camisa d'algodo, arin ceroulas, chapeo de palha,
.i usada : qui ni aoubei' noticia deate iiienlno, dli Ij i-o
ruado VragSo, na rasa doaforidor, n. 28: o menino
tem iilaile de 10 anuos.
I-- Tendo-se no illa 2 de Janeiro mandado buscar u-
maa amustias do blcco, em una loj.1, a qual nao se ig-
nora c maiidando-ae um annelao de diamante, de pe-
nhor, c na occasio da entrega das amostras, o porta-
dor se rsqueccra de podir o dito peuhor; c como ate
boj. aeliSMo bstanle doeute, o nao pos-a ir pessoalmen-
Adores.
Carlos (liceo.
I.uigi Guisionl.
Mal gal ida 1.cilios,
tiiuseppe ti.illi li.
Antonia Maximiano da C.
te. por isso roga-se an (leo da loja, d'a mandar entre-
gar, ii i i u.i estrella do Rosarlo, n. I<>. '
igu.iii.i Jnsipba \ ui.r embarca para o Rio Gran-
de do Sol o -i u eseravo, de nomo Joao.
___Preciaa-ae de moa ama, que lenha bom b ile, ai ni
riaiica, dando-se preferencia a una, que aoja captiva:
na ra da inatrla da HOa-viala, n. l. aegumo andar,
I-- Manoel loaquim Pascoal Ramos embarca para o
Rio Grande do Sul os cscravos, de uomes, Luis, Inno-
cencia, Francisco, sao orinlos, acut, gal a ai ti sen-
hor, Joo Antonio Jorge. '
1 Alug.i-se a sala da frente do primeiro anilai do
sobrado da naves-a dasCrusrs, n. 14.
dous sobrados, um. n. b, na ra da
I Aillt
a iralar na ua
Amoiiin. o outro ii. 13, na di Moeda i
do Encantamento n. 8 A. ,.
|... Aluga-se o primeiro andar do mirante do tal-
lecido Manuel Caetaiio \. Iluii. ni inaigeiii do no Lapi-
baribe, com cuum\.> pote aterro da Boa-vista.; dlrijao-
leaomeat.....ierro, n. 63. loja de marcenelro. a
1 P.,, isa-se de un. uOit ni eiupalbador de cadenas:
no aterro da Roa-vista, loja de marcenelro n. 83. -
|.. Precisa-se de 500*000 rs. a premio, dando-se
por hypoibeca um predio, llvre e desembaracado: d.-
rliao-se ao aterro da Itoa-vlata, loja de marcenelro n.
153, que ae dird quem os quer, '
___Manoel Joronymo Barroso Rangcl val parao A-
racatf, levando em sua companhia seu cacravo, de no-
uje M uio'.'i. u.i ao Congo.
__'!


OSr. U. R. P queiraazer o fnvor do mondar
1 r7830ri, que (leve do cffeltoi de urna venda,
en nimia.
Alngi-se o primeiro aodar do sobrado n. 15, do
a de Apollo, i> Recito, com aofllcientea eommodos .
Ha e cosinba ra, o qual ho multo rejado, Mi
proco commodo ; a tratar na ra da Palma, obra- Ido
' n ivoda oiqulna, logo Bosahirdo beccodoPocInho.
IKaeja-se fallar como Sr. Joaquim Francisco dn
Bina Sooto que, ha paUCO lempo, velo do Maranhao ,
ilga-ie Ma occopacioicr calieiro, a negocio de sen
' reaso ; na ra estrella do Itosarlo n. 8.
Quem quizer tomar roupa para lavar e engom
n r, dirjase a ra dos QuoTtdli, acoupuan. 1t.
A aballo asslgnada por muida teres tero pedido
a seotioru I). 'lhercsa de Jess Antunes Torres, que ba-
ja de rerntr toas penln ti ; mai a Scnbora nada lera
frito neni dudo i.tlsfscao, e era mesmo duai si-
t |8ea uue Iba foro intimadas para comparecer em jul-
io ou conclliaco ; a isla poli dcsie pn cediaenlo, de
rovo avisa a dila Senhora l>. Tbercia, que, at o da 17
do correte, venha tirar seui peohorea, do contrario
rao* vendidos parapagamcnlo do que deve. nimia
Candida de Jess
Precisa le alosar urna prela que saiba cosinba
e vender na ra, nao so olha a preco, lendo as men-
i nedashabilidades DolaiaodoN. 8. do Jeteo, fa-
Lr.ia de lieoros n. 10.
Quem precisar de un rapai Poitugues, de 2 an-
nos, |iara o scrvlco interno ti^ jia bi tica, do que le ni
l tica ou para destilador, armasen), trapiche ou
"Miro qualqui r negocio do quo lambem lera pratlca ,
i. i i bom conhecimeoto o sua conduela, annuncie
I Nobotequim Cora da Onca na ra lardado
'.'. ario n. si, continua a haver almoco de superior
cjI solido e bons refrescos. ,3
i Socit lnili T.erpsichore Olindenst.
<) alroctor convida eos Srs socios para urna rcunifio
do dia 18 do correlo pelas 10 horas da manhai, o a
cumprir o <', quatlodo artigo .3 dos eialutoe, e o arti-
go .Vi. (
i Aluga-se um grande segundo andar, com baa-
latilos eommodos c un armasem lambem bstanle
grande, na ra da Sentada Velha poi preco com
0 do; quem pieteoderdirija-so a ra d> (Juefmado
n. 1 ifterceiro ndar, onde a.liai com quem tratar. (3
IPreeisa-se de un;a pessoa que tomo coala de
un a cobranca nesla prava; quem eitver ncsUs er-
cumslaDciaa annuncioa sua inorada. \;
iAnooda-se o aillo Jacaie, um poccoadianto d<
Guido Almas, com boa tgoa mullos artoredose
grondebaia para capta ; quemo pretender dirija se
a ra Nova dcS, Amaro casa nova de dolll andares e
folao, que adiar cora quem tratar. (5
1 (Jueui precisar no de urna casa a qual be Purlugue/a di-ija-se a ra
da Peona. loj deaurrador n. ;7 ou auouocie; no
n-.esma casa lambem ncofficco um Poiluguei para fei-
Ur de algum sitio. (5
I No da I i do correte dtsapparece'ao da ra da
Aurora u pramiii'S de madeira ainarello, rotulando
ceda um J laboas ; <|ucsii os livor adiado queira diu-
glr-ae a ru:. do Crespo o. l i, quesei betu rcconipensa-
do. ,s
1 Precisa-ae de urn horaem quecnteuda de ma-
lar formlga de roca, o qual aer bem recompensado;
na ra do Qoelmado o. h, O
Odil (nloti.bicz retira-so para a Franca.
:i- Aluga-se, por preco commodo, urna ba o as-
seiadacasa, com com modos aufflciootei para /ronde
lamilla na ra Imperial amiexa ao lio do /irado
Ma bado ; a tratar no ra Direitan. si, piltnelro an-
dar. s
3 Ten Jo deoppareeldo ero a noulode do correu-
le una canoa abeita, que condu'ia nls pipas, op-
pareceo uuicamente o fuodo da dita canoa ; roga-aoa
1 U( m tiver noticia das [upas que por boudade mando
di/er a lo|a do llvres do pateo do Colleglo. (e
:: J0S0 Vas de Ullvi ira translerio a sua residencia
t a ra i!a Cruz n. 01. -
Al-i-.i- so urna exccllento casa na ra do Scve
14 peito do Colleglo S. Antonio, aonde su scbfio
ro; o Iratai na ra largado Rosario n. ?n. 3
.' O abaixo assign do ra scienle ao publico,
que no da 5 do corronl Malo, as 4 huras da tarde,
velo um homem a sua caso de nomo floaquim Caval-
r nli, dizendoque morava era Mario Karioba. Iraten-
u;u ; l< que crioulo fulo, do 8 pata l) annos de
nomc Joaquim para Ih'o vender; o pedfndo ibu o mea-
mo Oidor a tonda, diss -lite, que ia follar coro uo>
;"r. Caplto Meo ton, 1 para cojo lira e lenSoo acbaa-
oemeasa, enlO voltaria a sua para Irazeros do-
umontoi neceuarios, para se podor concluir a venda
d 1di! 1 eicrivo Meando osle r-m poder do annumiao-
por pedido do mesmo vendedor, a um de
A
quer outra ostrangeira, que saiba engommar perfeita-
menlo para casa do pouca familia ; na ra ra do Ca-
mariio n. 7. ^
3 Aluga-se, vndelo, ou permutu-se por um si-
tio pequeo a margen) de Capibaribe a ciarla nova de
"'gue! Carnoiro da Cunda no lugar dos Coellios. lu-
w por prego commodo; a tratar con, o mesmo dono. :4
2 Precisa-sede dousoulcfaei do cbaratelros ; na
rua Direita o. 117. .
2 Aluga-se urna casa terrea na Boa-vista na ra
da Gloria eom'doaa salas-, 3 quartoi, cosinba fura,
quintal murado cacimba e porto para a ra da Alc-
utij concertada e pintada de novo : a follar na ra
Nova n. 03,
3 Precisa-iede un rapaz de ia te annos do ida-
de ebegado lia pouco nesla cidado e quo (enha
pralica de venda, para calseiro de urna dita ; no At-
terrodos Afogados 11. 35 dando fiador a sua conducs.
i Ollerece-st! urna mulher para ama de casa do um
homem solleiro ou de pouca familia ; quem a preten-
der dirija se a ra da Semalla Nova n. 39, que
adiar com quem tratar. i\
a D-se dinbelro a premio sobre penhores de ou-
ro ou prala bypoibeca ou boas firmas ; os preten-
demos dinjo-so a ra cslreita do (losarlo, vendan.
1, se dir quem d. 13
8 Adia-se jualo a compra da caso da ra das Cin-
eo-Ponlai n. .>7, com oteo proprietario o Sr. JosSoa-
readeSousa; quemsejulgar com direilo a mesma ,
dolare por este JUarinn-i p raso de 4 das. 4
c2 o abaixo assinadu por si, como scnbor de melado
das dividas que Ide perteucciu da (Mnela liiina de Jos
v. vi. nastos & 1..", c encarrogado pelos credores de dita
exlincla lirma para reeebei' aouira inctade, participa a
mus el. -vi -dures do eunt.i sem docuiuenlo que leui enoar-
regadij .u. Se. Lucio Ignacio de Alarde para receber as
relendas dividas de ruma ticvedores a pronipilliacao de ditos pagamentos, a lim de
evii.ireni 11 uso dos lucios que a Ici llic faculta.
Jos Anin,i, v MagalMei faitat.
30 abaixo assignado, lendo comprado 01 servicoa
da sapateiro, pardo escuro, de lime Simiiio, o rscriplara ponencia ao Sr. Amonio Mnrlnho Pac hai ro-
lo, cuja scrvlco lem de lindar em 15 de setembro de 1840,
declara pela prsenle aoiucsiiioSr. Marinbo, que elle
seauseulou do sen poder, coi 3 do crrente mea, cao-1
no ; advert; 1 qualqucr pessoa, que o lenlia em sen po-l
dei-(nao viudo denunciar por estol dias 1 deusardo!
linios que Ihe faculta a le c pede a qualquer pessoa,
qUe Bouher, Ihe participe. Domingos da Silea Campos, lu
.1 \\. S. Man son, eiri'.rgino dentista, ha iiualio an-
uos c uieio estabclccido nesla cidade, contlurta a pres-
lor-SC com desvelo a lodas ,-is opcracOcs de sua arte, e
de novo se olleiece ao respeitan I publico com um lium
soitiiiieiitu de denles do ultimo gosto : aspeisoasqul
desejao utilisar-sc de sen preitlino pddeiu procural-o
em sua residencia ra Nova n. i, segundo andar. 7
OTELA
*._ (lo IJvramenlo.
,c os 11 horas do da correin m-
prclcrivelmente ns rodas tiesta lotera,
o restante dos bilheles estar expost
yares do
do
lloii
"V
e
'i venda at as 10 horas nos
cos time, (cando por conta da
e qualqucr porrito de blltetes
restar,
Aluga-se o segundo ailar e solao do
sobrado da rita Direita n. 2c, com
modos para grande familia ,
co e por pceo commodo ;
ra Direita, padrria n i!\.
l'clis iianciseo
avisa ao publico e paiucuiarmeiuc
sciis eonsiiiuinies tpic mudou sm resi-
dencia da ra das Trincbeiras para o
segundo andar do .^obrado n. 3o da
lai'i;a do liosa
usares
mesa toda
que possa
com-
miiitO lrcs-
a tratar na
Lo
le Sonsa UagalliSes
particularmente
1110.
ra
Compras.
tesar nutra vea, do queo annuociante
lim oe o nuu
he pasaou te
Cibo com te c.-nuni a- ; c cuino atoa data des te o mis
monao tei.ia apparecido ; por isio que o eoounciio-
ie faz este annui.cio pata se desonerar de qualquer du
vida que possa baver. Francisco Cordeiro Ha
1mo- [16
8Jote Luit Perolra vai fuer urna viagem a !u-
rupa. j
-i Um hornera casado, de boa conducta, constando
sua familia a de 3 peaioaa su offerece jura adminis-
trador de algum engeobo por le dluo bstanle pralica,
ociercel-o 10 onnosnoMaranbojeolendedo plai
de caona e di todaijii maii quosaoneccssarioijsabobeui
nlt Bgo'ardento enb nde ce li i.oelro e carpina e por
10se acha habilitado a faier qualquerob;aim qual-
quer engenbo, o administrar qualquer peca; quem de
cu prestio se quizer utilliar, dirija se a ra estrella
d Rosario u. 3, ou ao Atierro da Boa-visla o, '/O. ;)
3Preclsa-i e de 3:S00 rs a prumo, de um por cen-
toaomez, d-so por hyp Ibeca urna grande proprie-
dado ; quera quiter dar, dlrfja-soa tua de /V^oas Ver-
des venda 11. 4S, quo ah se dir quem precisa ou
anouncic ira ser procurado,
2 Na roa larga do Rugarlo n. 30, tercelro andar
se empresta plnheiro sobre prala, ouro, pianos, e oulros
objccios de conbeeldo valor, por mdico premio ; no
mesmo andar, ba pora vender, urna purto de prala de
le mariufactuiada em Lisboa constando de caett i-
ras, bules, lelteiras, assucareiro mantelgueira, tiKella
de rbavanas, palileiros. lulheres do garlos, futcas ,.
eolheres salvas, colbcr para peixe para arto o ter-
rina, decupoi para agoa de culheres do chi de cas-
ticaes, $c., um pir de brincos da ultima moda de ou-
ro de le, dOM'nlugfo un sinelede ouro com m-
sica um alfinctedepeitocom umeordao deourolino
e brilhanle pequeo, 13 duzlaa de camisas de bornea
o de ceroulas e do mcias 0e linlio calvas de leillo mo-'
derno una me.-n da moda para sopii de me;-no, urna
carteira usada para embarque, duas banqinhas de
rabeccira do lindo gosto novas, urna pspeleira uia-
da, para senhora ludo pura liquidar. s
'i= Joaquim da Silva Moura luz icieote ao publico
queJoao Baplista de Itarros Machado deizou de ser leu
caizeiro desdo o dia 14 do corrento.
2. Precisa-so de urna ama I'orlugucia, ou quai-
3- Compra-ie um cscravo moco, Irobalhador do
masicira ; na ra Direita, pudatia n. M. ,2
2Compra-se um moleqoo, que nao (enha vicios
epapel deembrulbo na ra do Camaraon. 7.
Compra-se urna obra intitulada os misterios do
Parla .sondo m portugus; quem livor anuuocie.
I Compra-se um par du rodas para carreta de um
lioi ; na ra Impeiiul n. 6'. 3
CompiSo 10 garrafal vasia<( sendo
roa larga do Rolarlo, venda n. 33.
Compilo se diarios a 2bS0ra. a arroba
.i.1 Sen alia Velha padaria n. 'i'.K
hmpas ; na
na ra
Vendas.
3 ATTENCAOI
Vende se o 110 o 1 U rs. o cuvado de chita di-
tas linas escuras u 820 rs. o covado cbila a l'iO rs. o
aovado madapolo a 1U e 18D rs. a vara, ditos' fi-
n s a 200, 220 o 240 r. pannos linos prelos e azues a
-500 rs. o cuvado deums lindo lista, icrvindo o pri-
moiro pura pannos de pretal e o segundo para laida-
uiento de pigem meioi (hales de cassa do quadros a
oGO rs. corles do laoiinba de bonitos padroes a .'1200
rs. de 15 covadoi, elgodiio tramado azul raesclado a
MO rs. o covado marte azul de vara de largura a 261)
rs. o covad 1 mullo boa lateoda para prelos, lencos de
eaaaa pintada a ICO rs. algoduo liso ae mullo boa
jualidade a ICO rs a vara ; dito americano largo a ->U
rs. a vara mullo cncorpado casimbas de quadros de
bom gslo para calcas a l00 rs. o covado castores ,
ou rlscadoi trancados de quadros a 240 rs. o covado d
mullo bom (oslo para calcas, pecas do bretanba de
rolo a 1800 rs. ditos de madopolao a 1800 e 400 rs.
ditos dooi a 4/, 42(0e/i00rs. apeca, medraste fino a'
6.#'e a400 a peta, ditas do chitas a 5200, 5j00 e 0/rs.
escuras bretanba lina de puro iinbo 040 rs. va-
ra esguijoda melbor quaiidade do verdadeiro Iinbo
lino a 1500 rs. a vara cssa de quadros para bsbades
a 3# rs. a pefa coiles de veslldos de seda cem llores a
30^ r. o corle mu rica lasenda sarja hespanhola
multo cncorpada a aO.Oe 500 rs. o covado, cambraias
lisas muito finas, de vara e tanto de largura a 000 e
bOOrs. a varo riscudinhn trancadosa 2u0 rs. o cova-
do : adurlindo ais compradores que tedas tslas lu-
sendas suolimpasede multo boas qualidades alera
"o
lie
30
2-Wndc-se um fsqueiro de prola de le, de urna
Ju/ia ; na ra do Amorim n. 36.
Veude-se na casa de J. Cardoso A y re, na ra
da Cadeia do Recifn urna obra publicada no Rio do
Janeiro em I8'i3 Intitulada Diccionario do Me-
dicina Popular ou Medicina ao alca so do todas as
classes da sociedado, pelo l)r. Chernovu ; dous volu-
moscmquarlo, contendo 950 paginas; prejo 10^rs.
embrochura e 12/ rs. cncadernados. 7
2Venderh-seos ulencilios do depo.'ito de assucar do
Atierro da lloa-visti, e traspassn-se as chaves do mes-
mo a trat.-.r no mesmo depesito n. 70. (5
2Veudo-se una porto de varas proprias pan la-
tidas de parreiras, ou cercas; na rus Nova, venda
11. 65. (3
2Vendem-se 22 libras do retroz de primeirs serte ,
preto, azul-ferrete o de cores por menos preces do
quo em outra qualqucr parte ; na ra de Apollo, ar-
masen-, de assucar n. <, no mesmo armascra Iroca-se
urna imagem pequea, o muito perloita de N. S. da
Agrella. (6
2 Vende-se superior calcado Iruncez de urna ola
-a 1500 rs., e de duas solas a -i4 rs. e oulras muitus
qualidades de csltsdus por preco commodo ; pellos
de bezerro Irancei 3| rs ; no Atierro da Roa-visti
loja n. 24. (5
2 Vendem-se 3 negrotas de 12 a 16 annos, com
habilidades, e do bonitas figuras ; um casal de escra-
voi de 20 annos bons cosinheirus e o prela engom-
an e cose; 2 prelos petas de 22 annos proprios para
padaria por tercm bonitas figuras ; 4 pretas de 20
annos boas quitandeiros c iavadeirss ; e urna preta
de 32 annos, por 300# rs. ; na ra das Flores n. 4|. (7
2Vende-se farinha de Msg; nu arco de S. Antonio,
loja n. 2. (i
2 Vende-se a cosa terrean 70, sita na ruado 8.
Miguel da povoato dos Afogados em chaos proprios
oitoes meieiros quintal murado e cacimba ; a tratar
na ra larga do Rosatio n. 12, primeiro andar. 4
2 Vendem-se dous moloques do oatao um de
idado do 14 annos ooulroootO, ptimos para todo
o serni.ii ; duas negrinhas do idade de 16 a 18 annos,
com principios de costura ; duas esclavas du nucao ,
com varias habilidades ; -4 escravos mocos do nacao,
um dellei he bom canoeiro e trepador de coqueiro to-
nos de boa cunducta ; na ra Dueita 11. 5. (0
2Vende-se utnrclugio de ouro, sabonclo patente
inglez muito bom regulador o de boa qualidade ,
anda novo; na ra estrella do Rosarlo venda n. I, se
dir quem vendo. ('1
3 I\o aimssein de Fernando Jos ltrrguez ao p
do arco da Conceitao ha para vender inulto boa surta-
parrilba galba tabaco do p da Rabia em lelas de
16 libras eponnasde guaras ludo por preco com-
modo. (5
3 CUARUTOS DE REGALA.
Vendem-se superiores charutos de regslia, em cai-
inhas de 100 cada urna viudos pelo vapor Impera-
Irii ] na ra do Trapiche n. 34 segundo aodar. 4
3 Vende-se rap do Lisboa, muito bom ; na ra
da Cadeia luja n 15. 2
3 Arcanum antt-flttxu sanguinum.
Estas pilulas leim s propriedade de estancarem o
sangue quer saia pela bocea quer por o nariz ; um
eietnplar indicar como se deve usar dolas; vendem-se
na ra da Cadeia lojin. 15. (o
3 Vende-se urna escrava do nafao Angola do bo-
nita figuro cosinbeira, engommadeira, cose para pre-
los o he muito hbil para todo o inais s.nicu de casi;
na ra do Vigario O. IV. 4
LBITB CUIto A 200 Rs. A GARRAFA
3Vende-se todos os dias as 6 horas da manhaa a
porta du botica nova do Sr Jos Mena Goncalves Ro-
mos nu ra dos (,'uaitcis. 4
3Vendem-ie8 escravos, dous prelos petos um
de 20 c outro de23 anuos de idade de bonitas figuras
e proarioa de todo oservicn; euma parda de 16 annos,
de ba figura e lem bom corpo para empregar-so a
engommar e sabe coser e lavar ; ua ra da Cadeia de
S. Antonio cusa de 3 andares n. 25. 6
0 Vende-se uuia linda pela cem urna cria do 1
mei e com puro e copioso leite propria para ama ;
e mais duas pretal mutus quitandeiras peilencenles
a urna pessua que se reli.a ; na ruu da enzalla Ve-
lha 11. 110 primeiro andar. 5
C Vende-sosal de Lisboa pela medida velha fe-
chaduros do broca, grandes, para portas, peneiras do
aiamodu lalo potassa russiana era barris peque-
nos do superior qualidade massos de mcias de Ii-
nbo retroz de primeiro o segunda sorte do difieren-
tes cures, petas de coeiresde algodao, toalhes de linho,
arcos para barricas,larinha du trigo de Irieste.da marca
SSS ludo de superior qualidade, c por preto commo-
do ; na ra do Vigario n. II, primeiro andar. (7
10 -Vende-se superior familia do mandioca, che-
gada a esle porto no pa 2 Jo p. p. ; a bordo da suma-
ca Layarlo Tundeada defronlo do caes do Collegio e
no annascm da ra da Cruz D. 54, a preto de 3500 rs. ,
o bordo medida velha e em saccas a 4/000 rs. (5
i Vende-se um molecole do tionilu figura, de a-
fio Angelo serrador de raadeira ; na ra dasTrin-
--------------1----------------------- aaj
I Vende-so umoplimo molequedo naf3o, do ida.
de de 14 a 15 annos, de bonita figura, muito sadio e
proprio pira qualqucr servlco; na ra larga do Rosario,
leja de miudessi n 20. 4
Vendem-se 150 oitavas do ouro sem feillo, um
corrento, o urna negrlnha do idade de 13 annos, cosa
e foz bem lavorinto ; na ra eslroila do Rosario 0. 10.
Jurara da esquina da ra do Collegio
Obias novas histrica*. *
Vende-se historie do captifeiro dos presos da tor-
ro de S. Julo da barra de Lisboa durante o govenio
de Miguel com urna lista nominal alphabetica do
lodus os presos que jaserao as masmorras daqualla
torre, 4 v. ; o estudantedeCoImbra ou relmpago da
historia porlugueza pelo Dr. Guilb. Ceutarri, 3 v.
historia de Po^fcal desdo a fuudato da monarchia'
trad. por AnlojBde Muraos e Silva continuada al
a eipulsi de J Miguel pela cOnvcntio de Evora Monte
por J. M. de Sousa Montero, 10 v. ; historia do impg.
rsdor Napoleao trad. port. ornada de 24 eit linas,
seguida da relac/io do luncral, 2 v. ; historia dos des.
cobrimentos e conquistas dos Portuguezei no novo
mundo, traduc3o do capitao Manoel do Sousa, 4 v.
indico chronologico dai navegacoes viagens, dcscobri-
mentos e conquistas dos Portugueres nos paizes ultra-
marinos, por Fr. Francisco do S. Luiz patriarcha de
Lisboa i v. ; historia romana (da repblica ) por M|.
chelet, 3 v. ; historia de Napoleao por Norvim nn-
vissima erica edito belga I v. 8.a gr. ; historia da
rovolucfm haocesa por Thiers, 2 v. ; dita por Mignct
em portugus 3 v. ; a administrocao do marquez d
l'oinbiil, 3 tomos cem esl. Irad. porl. ; historia da res.
laura tan de Portugal por S. M. I. o Duque du Braganta
com retrato I v. A/c.
Vendem-se 50 coixas vasias para assucar, novas, a
0/ rs. ; na ra da Cruz n. 8.
--. Vende-se urna lettra de 100# r. a qual entro
juros do dous pur ci uto 00 mei por isso j est ein
sOJ/800 rs. gatonlida''por urna bypoibeca especial,
no valor da quarta parte da propriedado Porto do Ca-
lindas, que coube ao herdeiro hypolhecante o as con-
"1 lees declaradas na esrripturu (azem t da a segu-
ronfa ;a fallar com Jos Victotino de Lomes que dir
com que se deve tratar.
= Vende-se na ra da Florentina 11. 18 una porcia
de botijas a eiuitaeao das da Hollando, jaras de optiuu
bario, e vasos para florea.
Vende-ieago'aidenle do reino, miz o genebra
todo por menos do que em qualquer oulra rcslilacau-
e dous viveiroscom casaos de canarios proprios para
tirar criar; m; no largo do Tcrjo, fabrica de licores n. 10.
S No armasen do Fernando Jos Braguez ven-
dem-se csizos de cera em velas, o mus bem surtidas
possivel por prcc.o commodo. 3
6 CHARUTOS REGALA.
Na ra da Cadeia do Recile n. 40, ha sempro um
grande e esplendido sorlirnento dcstes afamados cha-
rulos viudos recen [emente da Baha ; assim como um
grande sorlirnento do vinbo do Potto Madeira, Xerry
o ago'ardente de Franco ludo vende-so mais era con-
ta do qub em outra qualquer parte. g
15Vendem-se saccas com farellos, pelo mdico pre-
Cotde 3/ e 5000 rs ; na ra da Sonzalla Velha n. 138. 2
Veiitlcni-se cortes tic lanzinlia de
goslos nuiito modernos a 3.joo is. ditos
de cassa-cliilas a 1900 rs., ditos de du-
las linas de cores ixas a 2200 rs. ditos
a iGoors., ditas pardas finas de bom
gosto a 1K0 rs. ditas cor de onca a 200
rs., brelanha de rolo muito encornada a
al.
gotlao
argo,
mcias
e ou-
3
na ra
de amarello em
i
cheiros n. 10, primeiro andar.
1 Vende-se urna porto do borris do mei
Novo urmascm de lauta n. 42.
1 \cndc-se muito boa madeira
pranchoes; naruadoCrespon.il.
t/l Vendem-se dous moleques de idsdede 11 annos"
de bonitas figuras sem vicios nem achaques ; ao com-
prador se dia o motivo da venda na ra Velha da
boa visla a. 05. sobrado do um andar de manbia
ale as 8 horas o a loide at horas. 5
1 Vende-se um csrru do 4 rodas para duas
sobs inglez de um cavallo e com o mesmo
lo e arreios por preto commodo ; na ra Nova de
S. Amaro, casa de dous andores 0 solao o 0. A
1 Vende-so urna rasa terrea meia-ogoa na ra
da Calcada n. 31; a tratar na doQuoimado, segunda lo-
|a do sobrado n 18.
pes-
caval-
1G00 rs. ditas tie linho a 3'oo rs
escuro cnlraiicado muito
proprio para escravos a 240 rs
para meninas c meninos a 200 rs. ,
tras iazendas por barato preco; na ra do
Crespo loja 11. i^, de Jos Francisco
Dias. /,
Escravos Fgidos
1 Desapporcceo no dia l2do correte urna negti"
nha do nitao Costa do nomc Luizs, em cada lado do
rosto lum 3 tulhos basUntes grandes, o um atravessado
olbos grandes o vivos, nariz chato, bocea grande cor
fula ; levou voslido bronco de quadros, panno do Cos-
ta com matames as ponas argas do ouro, lisas
umo vollo do contas broncos e encarnadas no braco,'
sabio a vender banha ; por isso roga-so as autoridades"
e copilaes de campo de & pegar elevar a ra das Larao-
gcirai n. 15, primeiro andar, quo sero recompensados
os segundos.
1 Domingo, 11 do correlo, a nouto, fugio a criou-
la Diigida do idado pouco mais ou menos de 25 an-
nos estatura baia rosto redondo edr fula bara
desomoaracada nolallar; levou vestido do chila 'azul
e panno lino prelocom guaruico de pelucia e outro
vestido de chita azul com llores amarillos ; quem a po-
,gar, leve a Fra de-Portas ra do Pillar 11. 143 quo
eiA genorosamenlo recompens.do g
- No dio 10 do corrento ugio o moleque Anlonio ,
ulo rialuroldoserlaodo Setid, com os signaos
untes de idade do 18 annos alto secco do cor-
quuodoonda bota o corpo para dianle passos
largos por ler as peinas cumplidas ps mcios gran-
os o apalhetados cabeya pequea e redonda olbos
grandes e vivos, denles bem alvos; levou volido
(3
sciius sao iimpas e de mudo boas qualidades alen
de cutas mullas fasendas por barato privo ; na ra d<
Colleglo n. |, luja de Antonio de Aicvedo Villarouco
Irti.ao, ,
i Vende-se urna venda a praso, ou a dinheiro, si-
ta na Solidado n. II, com os gneros que Um o arma-
cao pelo preto do 340/ rs ; a tralr na ra das Cru-
zei n. 1|, nu na roa do Apollo 11. 6. <
IVendo-se urna escrava crioulo de 10 onnos bo-
nita figura cngomnia, cose, cosinha e lava do sabo
urna dita de natao de 28 annos engomma liso cos!
nha e lava de sabao ; urna dita de natao, de 28 anuos
cosinba, lava e vende na ra ; .1 ditas du naco pro-
prias pira lodo o servico ; e um moleque do na'co de
18 annos, para lodo o scrvlco ; na ra das Ouzes
n. 41, segundo andar. ,s
1 Vende-se urna negrinha criuula do linda Dguro ca chapeo de poli
de 12 o 13 annos de idade, de boa conducta o ou ,ne* na cidade de
se allanta; ua ra estreita do Rosario n. 10, tercelro
8I1U. .
1 Vende-se farinha por preto commodo ; a bordo
o patacho A misade Constunle ancorado defronte do
trapicho do algodio ou na loja da ra da Cadeia
hu-J-JVende"S0 Ul"acil"l do escravos com boas ha-
Dllidadei, por preto commodo ; na ra de Agoas Ver-
des n. 70.
Vende-se ur
(3
camisa do nscado do hstras caifas do ri.eadinho azul;
dcsconfia se que levou chopeo e jaquel, decouropara
meihordisfarcar; este cscravo oi comprado ao Sr An-
tonio da Silva Gusmao que o comprou ou recebeo
em pagamento do Sr, Manuel Jos da Cunha do mes-
mo serian ; quem o pegar, leve a seu senbor no Kee.fd,
.""- a '. lrn,uSen' 18' * pensado de seu Irabalho. (,s
ii-Uci-.ppaieceodeido odia 18 do passado Abril des-'
te crreme anuo o pelo Gabriel de naci Uocimbi-
que, de idado pouco mais ou menos de 3o annos o
melbor signal por onde pode ser capturado. |le ter -
mete na r,5o direita 4 odos, tc as pern um tan- '
o arqueadas pes multo mal feilos e gtossos anda de
-altas brancas camisa de u.adapolao aqueta btan-
n./' ,t'"<,*uid no dia 5 de.to
uimda em urna veuda de gaiaua ,
d,.m ', ,|" and1tt cm Wribecooduiindoma.
dura para o porlo do embarque ; roga-se as autorida-
des pol.caescap.laes de campo, pe.soas do porto
encarregadasdoreg.stoaapprehensao do dilo urcto
TrZr'T 10iannu"c""",t P'01"'" re-seguir com lodo
o rigor da le a quem o liver oceulto : quer.
ma escrava de assenlo por sus idade
lava de sabao o varrclla coso, cosinba e faz renda uur I
reto commodo ; na pracada Independencia n. 2i'. | pkhn.
ll -h ">ciuicuiio ; quem o pegar,
evo .ra do L.vramento sobrado n. 33, ou na pren-
m de Joaquim los lerrcra quo seii generosau.ei.lfl
recompensado.
16
} ^Arvp. e ai. y. dbfaru i5.',.


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