Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05578


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Full Text
Anno de I MU.
O DIARIO publica-so todos os das que
nfio foroni do guarda: o prejo da asslgna-
iiira lio dc4/rs. por quarli I pagos adiautailus.
Os annuncini dos assiguanics su inslidos
n raza do 20 ris por linha, -0 is. cm lypo
(lillcronlo, c as repetirles pola m. lado.
(>s que nao forom assiguanics pagao SO rs.
por linha, e 100 cm'trpa diHi-renlc.
PHASES DA LA NO MF.Z DE M 10.
La nova a 6 as 7 li. c 33 mili, da maulla,
l'rcscente a 14 as 11 lior. o 49 mili, da man.
I.ua cuela a 21 as 3 lior. o 10 niin. da man.
Mingoante a 28 as i lior. o 5 min. da man.
Torra feira 15
PARTIDAS DOtfORBEIOS.
(iiii.iun.i c l'.ir.ilij li.i. Sogundas c Sextas fei-
ra s.
Uio Grande do Norte, cliega a 8 e 22, e parte
a 10 o 24.
Cabo, Serinliaoiii, Rio Farinoso, Porto Cal-
vo, o Macey, no 1 11 o 21 dcada niei.
Garanhiiits o l'onito a 10 e 24.
Boa-Vista e Floros a 13 e 28.
\ iotoria Quintal l'i iras.
< 'lin I i Indos os (lias.
de unto.
ni as ihskmw \.
______Auno XXI y. \M.
i i >u iHwir.^><';iJiJwr'i ai n wi lam ln
12 Segunda I. oltava, S Joanna
I'i i ncoya.
I"i Tcica i* i. oilava, N'. Senbora dos Mal-
ves.
1 Quarta S. Bonifacio and. do J. de I i-
'i iiii da 3. vara.
1.') Quinta S. l/.idoro, and. do Juiz de Di-
reiio da vor i.
10 Sexta S. Ulialdo, and.do J. do Direiio
da I. vara, o do .lili/, dos Fcilos.
1? SabbadoS, Possidonlo, Re. and. do I.
de Direiio da 2. vara.
18 Domingo da SS. Trindado, S. Venancio
CAMBIOS>'0 l>l \ 9 DE MAIO.
( ambla sobre I on Iros.....
I'.ni/ 172 iii-. por
Lisbc I2U ; i i 100 il
Dse, de le. de boas lirm'a 1 /, 1'
Oiirn I 'n Iu 11 I : I 0(1
n Jim .1 i de Di ItU vil. I*
de O lOO :: IV. :
ii 'i di IM) V'-O
Prut Pal ii ii i 00
o PeSOS I olilllili ales 1*080
i. Ditos Mexicanos ItfiMO
i. Moedns de 8 patac. 1*280
IcrdesdaC." do Beber! be 50*000
h mt'i .
preiu.
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\- ..;.! i
17 (400
y .-, ,,
I USO
2 iiiiH
fiX
1 ._>' ii i
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DEPERNAMbUCO
l'ariz, 24 de (tttrtito.
Todas as previsdes da ininli.i correspondencia puta-
da se rcalisro, ponto por ponto, durante a soniana que
acabou. Doo-so a grande balalba, que so eslava espo-
rando, no terreno da disenssao sobro os Cutidos secretos,
para ondo o governo liavia cuiprazado a opposieo. O
combato diiroii 2dias: coineeoii nodia20, o torininmi
nodia soguintc depois do uniasessao comcrada pola una
liora da lardo, o laminada depois das 8 da nomo. Qua-
troccnlos c trinta e qtiatro fuio os coinbalcntcs; mas,
como nao liavia que dizor oque repetir, sonao o mesino
<|iie j linha sido dito e repizado durante a discusso do
voto degradas, poneos lu o os doputados que lomro
parto na acefio. Das siiiiiinidados da cmara so sahiio a
campo, (nizot por parle do gabinete, c ISillaut pela da
opposieo.
Desta voz. pari a urna una maioria de 220 votos po-
lo governo; mas lo laborioso Coi o parlo, obtido a cuita
de lanos i--.ii>!.;os, o acompanhado de tantos symptonias
kinistrns, que lieui pude dlier-sc delle o quo de mu dos
partos do scu cntondiniento clizia un de nossos inelho-
ics poetas:
('anc.o, parto do vboras pareces !
Poisquasi a vida a quein t'adoo tiraste,
Quando sabisle luz quo mal mereces.
J. X. di. Micros.
De Hielo foi preciso que o niinislorio inelles.se agulbas
por allinetes para arranjar a maioria que arranjou. l-'ize-
ro-so vir a Pars i\c todos os punios da Franca o da Eu-
ropa por onde se achavo esp libados, j por molestia, j
ciii commissocs diplomticas, todos os amigos do gabi-
nete, para que cm occasio lo critica I he valcsscui eoui
usen vol l'roiuetleo-se o possivol o o iinpossivel a. lo-
dos os depuiados conservadores, que se tiiihao conser-
vado neutraes na primeira volaco. S adiiiinislracdcs
do tabaco se conccdcro porto do 20 a afilliados o anilla-
das; c todos aquellos que as oblivero, l'oro conduzidos
pelo nariz para onde o governo os quit levar. Seja o que
or, he corlo quo a maioria desla voz foi niais visivcl que
da pastada, o que aulorisa o gabinete a conservar-scj
mas, aposar da torca nmucrica a que subi, lie assun
inosmo, do tal maueira iucerta c. mal segura que, s coni
olla, nao ser possivol aliavossar as duas mi tres scstet
legislativas que anula lllo, sem perigode naufragar.
Priinciraincntc, almidBs 434doputados que louiro
parto na votacao, ainda houvc'sels refractarlos que se re-
tirarn ames do voto, o quo por isso nicsilio nfio pclein
sii|i|ii-se l.ivoraveii ao governo; o-se todos aquellos que
tinao deslocados dasdiUerentescuites da Europa, ondo
se achavo, ou ai raneados do suas casas, onde negocios
cat inoleslias os prendio, vollrein aos sous destinos,
como neeessariaiuenle bao do vollar, eis-abi liea a maio-
ria dos fundos soereius transformada cm minora, o o
governo em perigo. Ein consequencia disto, uo obstan-
te o Jornal dos Debutes ler adunado o contrario em mu ar-
tigo so, o governo nao leve a sua causa por appellaco ao
tribunal dos rlcltori s, disstilvendo, autos do iim de is.i.
a cmara dos doputados.
O que do ludo islo so segu he que, j agora, nonliuin
aelu Importante e serio se piule esperar da cmara elec-
tiva autos da sua ronovaro. Ha de se ir empatando o
lempo cnin cousas de puro expediente, onde inlorcsse
mediocre; porm o nudo de tomar vo inals alto, com
maioria lo mal segura, lia (lo embaracir o governo de
tomar a iniciativa em cousa grave.
Esia he a actual simarn poltica do pai/.; porm, a-
lem daquillo que be exclusivamente poltico, temos alu-
da pendente outra nuesto meia poltica, niela religiosa,
nao menos lllipoi tanle do que as niais, c de milito mais
dillicil rosolurau. Duas das mais illustros persoHagtns
da poca ligurao como parios nosla demanda; una dol-
as be o eardeal de lionald, arcebispo de l.eo, e prima/
das allias; a outra he o depulado Diipiu, procurador
gerai da eora, nufl passa pelo pi iinciro jin iseonsulto do
pai/, o cuja opiuiao la autoridade as materias da sua
alfada. Kis-aqui o motivo da pendencia. Publicou Du-
pin mu Halado de direiio ecclvslastico lance/, em quo as
doulrinas arriscadas o temerarias appareeeiu acula pas-
so; o areobispo sabio-so com una pastoral, cm que de-
clara o livio cheio de principios errneos escandalosos,
o ein que prohibe a leitiira dille aos liis da sua (boto-
so, salvo so for com a inloueo de o refalar. Com ra (lisse un oscriptor i|iie nao ha iiiiigueni quo menos dis-
posto se Mola a perduar du que mu autor, eujo amor
proprio foi olliiidido. Dupiu, provalecondo-se, em causa
jnojiiia, das atliibiiicdos do scu cargo (cousa por corlo
ponen generosa) ileiiiineiou a pastoral do arcebispo, co-
mo subversiva das bis du reino, ao ministro dos cultos,
e oslo coinnielleo ao canecillo de oslado a decisao do re-
curso.
A decisao do coiicelbo, a nao liaver niodiaio que aba-
fe a cousa para que nao progrida, espera-se que soja
contra o arcebispo. Abi tiremos por tanto mais mu es-
cullalo que deplorar; c por esta occasio nao be possi-
vol deixar di* fa/er amargas leexes sobre o estado em
que venios as cousas religiosas no uosso lempo. Nao ha
seilSO Ulll nico uioio de acabar com oslas questes, que
a cada momento se oslo suscitando cutre a igreja o
o estado : lie a autoridade dos concilios geraes; o so es-
te reiucdiu uo teiu sido emprogado dc300anuos a esla
parle (cusla-me bi ni o di/cl-o, liorque sou catbolico) do
lloiiia be i|iie devi quelxar-se a clnistaiidadc. Munea OS
concilios geraes deixro de produzir grandes rflei(os,
cm quanto so convocarn; mas como estas veneranda, as-
scuiblas sempM comecavo a reforma da igreja pe-
la cabeca.,0 que uo podia agradar, neiu agradava a Ro-
ma, daqui o desuso em (jue os liuao deivaiulo callir, uo
obstante os caones que os mandad reunii de des em des
anuos, e nao obstante o juraincuto que muitospapaspres-
t.uodeo lzer Trausportou-sc o privilegio da iul'aliliili-
dade, concedido por Josus-Cbrislo ;i sua Igreja C sii a el-
la, para a |essoa da caliera visivel da nicsuia igreja; o
asalta como Lula XIV disseum da o istmio son en, as-
sim o papa se cosluiuou a dizor A'u Ii /iif joii a igreja.
Os niales que daqui tecni resultado ceslao resullaiulo
todos os dias, sallao aos olbos. Fcil cousa seria reuie-
dlal-OS por un iu de oulro concilio de Tiento, a quein
Roma devo, sem a menor sombra do dunda, o nao l-
zer boje no mundo a vergonbosa figuro que fe/, eni po-
cas do bodionua iiicniuria; porciii O sacro collcglo anda
boje se leinbra do quo onto aconleieo, e tem iiu'do qui-
se levante algum novo IV. uarlboloiucu dos Martyresque
iiim corageui do apostlo, como ipiem tcm o corpo na
Ierra o o coraeo no co, Ibe diga de nina uiaueira mili
claraUne tu tniiiuntissiinos r rtrcrenthstiinos Scnluncs rnr-
tlcacs precisau de una (ini/aalissimu ertiereiidissimurefmtna.
pie de intcrossanle. Ja cnog
quoz de ForriOre, portador do tratado da China; como q
governo se nao aprossa a publical-o para destruir as ms
noticias, que linbo corrido sobre a iiifclicidadc da ne-
gociato, pode lor-sj- por corlo que o que na iiiiulia ul-
lima correspondencia Ibes disse a este rospeito bo a ver-
dado una o orna.
Mandoii-so tirar o retrato do boi gordo, em raiao da
honra quo tovo do dar una das suas peinas para a IIIOSS
da raiulia \icturia, o outra para a de S M. l.uiz Philip-
po. lie at onde pudo chegar aadiilaco Quando l.uiz
Xl\ eslevo doeute com una fstula iioanus, Indos OSCOC-
lezos lingio queso nopodiosciitar.c dizioque liulio
a mesilla molestia do soberano; tejagora a lisonja nao dea-
pe lano n baixo, osla no inesuio caminbo. Finalmente,
para quo nada fallassc de ridiculo a este episodio do
carne, deo-so a ordom da logio do honra ao cirnieciro
Rollando, dono do boi, que be o primeiro da sua classe
a quein se confer' (al diStiUCcSo.
I alla-sr, como do coisa resolutamente asseniada pelo
govfrno, da prxima ippreseutaco cmara dos dejill-
tados do faeanlioso projeclo das dolaeoes. Digo decidida-
mente que uo: so o perigo de si'iuelliaule alroviinciilo
ora capaz de laucar o ministerio portera, iiuaudo elle
podia contar com una maiuria couipacla, numerosa o
decidida, qiiodovciia esperar-se agora, quando a maio-
ria qilO O sustenta he problemtica o nial segura .' Per-
sisto cm dizer que daqui ato o Iim da scsso nao possi-
vol quo o gabinete lome a iniciativa do coisa seria.
raxem-se em Cherburgo preparativos para uuudar,
Inrea para o Rio da l'rala: be a Franca que Val a rebo-
que d Inglaterra para onde olla a quer levar. Ouanlo ao
brasil, que foi quem velo oflcrecer ao governo ingles o
pretexto por que, elle ha tonto lempo, suspirava para este
lulcrvcnvao, o lempo ll.e mostrara que nada mais lezdo
quo trabalbarem benUcio dos inlercsses de Inglaleria,
pelos quaes os sous bao de ser absorvidos de ludas a,
maiioiras possivois.
1." ile marro.
O governo ingles ral navegando em mar de rosas,
pelo que diz respciA a negocios de poltica interior; se
cm iicubmna deslas rosas luiuvor cspinbos, esla como
quer. Tudas as suas prrlonrocs na cmara dos cnniiuuiis,
por mais exageradas que tenbo sidu, tcemsitio admitli-
das com lualorlas d'.u rasar ludo. Nao lia nada mais un
popular ein Inglaterra do que o novo tributo, laucad*
sobre o rend.....uto da propriedado (inrninr-liti) que ll-
alla sido concedido por sus 3 aniius, c deque o governo
pedia acuutiiiuaropor olitros 3. Todos oanialilu.naiau,
todos o praguejrao. Nao obstante islu.uina emenda, inn
ontra elle oflerocen a opposifAo, foi regeilada por 303
votos contra .Vi. Est por tanto decidido que lera a na-
eo Inglesa que snllier mais esta albarda, aqual, segun-
do, lord llussell advirti, nunca mais Ibe lia de saln do
luiubo.
DeSli nova alcavala, su propria de lempo de guerra,
foi exceptuada a Irlanda por COnCOSSao especial que It
Pool proloiiileo f.i/oi valor como prova sem replica das
benignas InleiifOos do governo, para com esle esglaca-
do pa/; mas, por mal de sous peccados, est iva presente
o depulado irlands Shell (o nico que nao obcUecco i
ordem de O'Counell para que iieiibiiui dus diputados ir-
landeses se appreseiltassc IIO pai lamenta qtie, sem con-
siderarn neiu acrimonia, Ibe arrancn a mascara (le
philantropla com que pretenda cobrir-se, c poz paten-
tes aos olhns de lodosos veril.uloiros motivos da disposi-
eo (lo governo. So a Irlanda ora exceptuada da loi goial,
as verdadelras raides deste supposto favor disse elle, ol-
las aqu: primeira, poique vivendo, ledos os grandes
propotarios d'irlanda lora do pai/, nflo licSo existindd
no iiiesmo paiz as rendas a que se deve appliear o ti ibiito}
o iiii.il por conseguinic au pode ler lugar; segunda.
porque, nao tendo 0 governo un Irlanda administrar
algunia orgauisada para a arrecadaco do trbulo, sena
preciso crcal-a, e as despetas que isso exigira subina
milito cima do que otiibulo pollera rendir oni um
pai/, quo bem pudo considerar-so co..... o culpo de 3.
It.irtlioloineii csfolado, onde j nao ha lugar paramis
ferldas.
A Iim de adovar at certo ponto oque a coutinuacao
do D0VO tributo linha de amargo, fe/ o governo grandes
reducCOOS nos direitOS do entrada de muilas materias pri-
mas, ncccssarias para as fabricas, o nos de dulcientes
gneros de consumo de primeira neorssidade. luidos
mais favorecidos foi o assucar cstrangeiro, que ate ago-
a pagava 24 chelins por quintal, oque agora tu liea pa-
gando 13; porm dcsie especial favorficpuexpressamen-
tcoxoluid (ido Brasil, que por ser producto di Ira b.ilbo
oscravo, nao he digno decnirarem rttomago uepbilauj
tropos. Esta exelusao foi, na scsso de 17 oc fevcrolrol
objecto de una critica nao menos severa que u respond
re da parle do lord llussell, que fcxenirar pelos ullios
de lodos quaillo liavia de contradictorio o absurdo etu
senielliaulr disposicao. Se o si r pioducto de trabalbo
esclavo, disso elle ao ministro, be sullieieiile inulivo
para que u assucar brasilciro soja excluido do mercado
Ingles, onto para que adinills o de A em suela o dus Es-
tados Unidos que so acba no misino caso? Nao vedes ao
lucilos que o favor concedido a esles dous ulHUIOS paltos
he a destruido da vossa propria obra, porque val abrir
a porta ao assucar cxcominungado, que ca ha de vir ter
a Inglaterra apesar de todus as vossasnrohibicocti I o
ventura uo salta aos olhos de todos que o negociante
que quiter introduxlr assucar brasilciro no increado de
Inglaterra, o poder flucr. encobrindo-o com um attet-
Utdo que o faca pawar por produccSu de um dos dous
pai/es favorecidos, ou coiidii/iiido-o ao mercado distes
pa7.rs p.ua substituir o que de l livor sabido para o nu,-
so consumo? Purui o que he mais curioso que ludo li-
to, he que, ao inetino lempo que piobibis ao assucar
brasilciro u entrada dos nossos pollos, COnteiltU que na-
vios ingle/os vo buscal-oao brasil, oque o coudiizoa
Inglaterra para ser retinado, o euiprcgadu depois como
genero de perinutaeu para pagar as mcrciidoiias que
te iniporlo da Russia cd.iSuccia! Por ventura nao lio
islo una vcrdadelra comedia.' Nada liavia que respon-
der a argumentos de scim Ibante calibre, neiu R.Peel
lentou a sua refutacao; mas a aclilude que linba luaiado
a maioria pareca to decidida, que lord llussell neiu ao
inonos foi iiiulou emenda alguma no sentido do sou dis-
curso.
Oulra grande dilliculdadc vencida polo governo nao
smenle contra a torrente da opiuiao publica, mas, de
mais a mais, cunta ludo quanto be justo c honesto, foi a
quesesuscitou nosdias'20, 21 e24de feveieiro por causa
do abuso, platicado desdo tompo iiunieinorial, de abril-
no crrelo as cartas particulares, cao inesiuo lempo coito
tal perfidia, que, depois d lidas, toino a ser fechadas,
imitaiido-s;' com toda a pe foii.au os sollos que tra/eni, o
oiiviaiidu-.-ts aot destinatarios respectivos, OS quaes. poi
28 de fevereiio.
Oque me falta que accresoentar sobro apoltica do
paiz aoque liea dito no artigo antecedente, tem mais de nao sabereni oque se patson.continuao a entregar osseus
curioso que de intcrossaulr. J chogou, lia dias, o mar- legrados as unios dos saos Inimlgos. Ja o anuo pastado
o depulado Diiiii unilie linha podido ein a I los gritos a i-
bolico de seinellianle ose ndalo ; o posto que nada fez,
tal iiuprossau fez, lio publico a revelaco das lorpesat
pr.ilicadas pelo governo, que esto ultimo jlllgOII que llo-
va prevenir novo alfaque, fasendo publicar que a Instl-
luiro o gabinete negro, em que a aborlura dos cartas
eostuniava ter lugar, liavia sido abolida. Era noticia fal-
sa, como agora se vio. Pelas decar.n.'iies l'eil is pelo lili s-
uio dequtailo Diiliconibe, so velo no coiilu-cinii-ulu que o
que so tuppuillia abulie00 real, au ra seuao lliodiUca-
co iiisigiiiiicaue da itiesma pralica, a qual couliuuava
a ler lugar, posta quedebaixo de outra forma. I.in COll-
soqucucia disto repello o dito depulado a sua inocuo do
auno passado, o reuni a favor dola grande numero de
sjinpatliias ; pur.....loo obstante bavereni-se revelado,
durante a discussao, loipsas que se terloo por impossi-
veis, SO se nu vitsetll coiilirniailas oll'u ialin-nle, assilll
inesiuo a mnean foi r. geilada no (lia 2pol 240 votos cun-
ta 145. Daqui se segu que ogabinele negra, instituido uo
lempo da r.iiuli.i Anua, para a viola.;ao legal do segredo
das ca las ipie passo por Inglaterra, liea i-xistiudo co-
modantes, o de mais a mais einisagrido por urna decisao
do parlamento. Nodilo gabinete mo abortas nao s as
carias pai lieulaii s ordinarias, sem carcter algum espe-
cial, IIUI alni disto as proprias cori-etpondeuclas olll-
ciaes, sem excepciio das que so revestidas decaraeiei
diploiiiaiico.e dirigidas aos representantes das potencias
cstrangeiras. Poraqui se explica a habilidade da diplo-
macia ingle/a nassu.is Iransaiues com as oiilras poten-
cias, cujos segr dus sol pa lleudo pola mam ira que liea
dita; e poraqui se explica tanibem por que maueira o
governo Ingles velo no couhccimenlo dus projectos dos
revolucionarios italianos, cujos pinitos sorprebendeo po-
la incsnia maneia para rcvelal-ot aogoveruo pnniilieio,
c ao do aplos.
Sao cada voz maitdeploravcls as noticias que lodos os
diascsicliog.indi. da Suissa. O partido radical, sol)
pretexto de promover a expulsio dos Jesutas, tcm del-
udo de tal maueira as nios do fura, (pie ja nao resta a
menorduvida sobre as suas verdadelras lutenjors. xo
caiito de Vand, que, abaixo dos tres caninos directores,
lie o mais importante, allegando, que o governo e.xccii-
livo eslava eivadn dejcsuilisuio, reuni una asseuiblea
popular, dopoz o governo, uoiueou outro cm scu lugar,
ilis.suhen a asseuiblea legislativa, cconvocou logoouUa
com as atiribuiyoes de ooiistiiiiiiito. Poraqui so M que
os revolucionarios suissos nao sao genle de nielas ineili
das: l'.i/cm as omisas lillipaiilculc, evtlo logo as do ca-
li. Coulinuao a organlsar-se corpos francos por toda a
parle, e a nsgovernos de todos os cuitos iceni reunido a-
loii-as de que pudeiii dispr,tempor ora saberemqueuso
bao ile la/er dellas.
He debalxo de to fUncttos auipicioi que se reuni
no da 21 dcfev.reiro, segundo eslava determinado, a
dicta extraordinaria, de rajos irabalhos ainda nao pude
bav i noticia. O que he culo lio quo I anarcba ea
guerra civil est linminentc; e lo iminincnte a reputiio
os gabinetes das grandes poieucius, que jaso falla em
intcivi iu ao o.slr.ingoira, que tora lugar de combinaran
com a Austria, l'i.iui a, Inglaterra o Prutsia. Inlorvcnsao
otiaugeira iu*>uissa aiiarcbisada be man signa!: se a
desiuoinbrafOAJpropbctisacla pclo/liioe ver de i ealisar-ai^ assini be que lia de coinecar.
Entretanto ujnincidenle de lumia iiupoi tancia, c que
pode modilicar MClu ialnionlo o oslado das colisas, aci-
ba de ter lugar. Vpapu, que, quai.du ningu.'iii o ospe-
rava, se I. inl.....i de virdoitar agoa na luviira a agilaoiio
irlaudea (Dos sbese qom vautagcni da igreja calboli-
cae do pai/, acaba de inlaivn igualmente naquislao suis-
sa de una maueira aiada mais directa C por ventura
mais ii ti I. A primeira HsVrveucio Uve lugar por ObSC-
quio ao governo d'lnglale i a, a s. guma realiSOU-se a
inslaucias do gabinete lianccz.OcasobequcI.ui/ l'lnlip-
pc, ou por devoeo espontanea, ou por instancias qui-
lbo liirrao, escreveo ao siimmo pontfice, pediudo-ilic
que vulvesse os sous olbos de inisc iconlia liara n valle
do lagrimas da Suissa, c que, v islo ler na sua niiio o un lo
(le restituir a paz a mu paiz que eslava a pontos de ala-
gar-so em sangue, usasse da sua autoridade ein cirenms
lamias tao dignas da sua InlervCIIClo paternal. Dito e
feiio. Escrever L. Pbilippe ao papa, o papa ao gerai dos
Jesutas, costo ultimo aos sous siilioidinados para que
te nao approvcitassoin do decreto, por que o governo
de Lucerna Ibes linha entregue a iustruccao publica no
canlo, foi ludo obra de pumos das. Por aqu o ein
Suissa espero-se grandes resultados desla poderosa i si
lorvenfo do sobciano poiililce ii'iuna questo que se
tcm a presentado desde o sou priucipio com carcter re-
ligioso; quanto a niini paroceni-ino oslas rtperaucat
oxaggoradas J por militas vetes Ibes tenho dito que, se
a quostau so tcm aprcsenladoconi coros religiiztas, os iu-
lorossos por que realmente se combato sao mu dTe re li-
tes. Os Jesuitas religiosos nao sao sondo o pretexto do
que os Jesutas polticos so servein para os sous llns.
Talvoza inlorveiieau do papa llvessc l'elix elleilo, so mais
{ lempo livcaSC sido applic.iila; poniu, depois do as ca-
balas lorciii ebegado ao ponlu de e.xall.u. n, cm que ac-
tualmente se adido, duvidoque rctrocedo. Veremos.
PEhNAMB CO.
ASSI-.MlI.I.A PliOVINCIAl..
COMIXUAC-A" DA IBSSAfi li DA S9 DE Alillll. liK. 1845.
0 Sr. Tugis :Sr. presidente, como te trata do.....a
piestao importante, julgo que di venios Usar bem ot
principios que llOldcvcm regular, o por iso cu me oc-
.upani do que acaba de di/er o Sr. depulado : sililo
niiilo estar diverg ule com elle, mullo mais quando
lo poucasas vetes que istu sucede ; mas a intelligen-
cia que da o noble depulado ao ai lo addieional para
chamar aos enipi egados, geraes e pi ovinciaes.rcalmen-
u- be a mesilla queeu Ibe don; ha una difiorcnca na
denoininaeo ; o nobre dopulado quei dar a denomina-:
cao de geraes onipi egados quo sao creados por bis ge-
raes, quasquerque sejao as suas runcc,cs;cu au poaso
da i se niel lian te ilonoin inae.au, o diroi que nopossocoiifor-
niar-uio com a opiiio do nobre depulado quando quer
que todos os t-iiiprogados provinciacs devao ser pagos
pclucol'rr da proviiicia;esta opiuiao iioseconforuia coin
o acto addieional; por quanto esle he explcito; COM-
dora como cuipregados guiaos os que leeni pul Iim exe-
cutar leis geraes, o provinciacs, os quo oxeculao bis
provinciacs; esta be a vcrd.ub-, c no acto addieional
deixa-se limito ver o espirito do federaco que o domi-
na o espirito de tornar as provincias como .iudopou-
dcnlcs; e note-te que ainda este espirito se dciuousli
na reforma, ainda que com menor Torca; mas, como o
Brasil nao seja urna astoeiaeao de citados l'ederadot,
mas sim una ninii iielua nica, cu todo desejo que te
ebanieiu einpi egailus provinciacs a ctnpri padus quo
verdadi iiaiiienli-, o por sua l'SSOIloia sin geraes. o pa-
rece-iue iiietiuoque a deiiominaco contraria a empre-
g.ulns geraes se nao confoi-iiia com oesplritu do notto
governo; por isso que nao lie um governo fedciado,
mas sim um governo monarchiio: i iu Isso ou nao estou
animado a dar ao acto addieional mu i Entelligeiici i que
poss i altei'Ol' as iuslituiofJCS do pai/, a sua luiii: i de go-
icrno ; lio pois por esla ii/au. que cu cnleinln, que O
emprogado que livor de execul u bis gerai c que lltei
palle da ailiuiuisli.ieau geni, ao illial O po Ii I ger.ll ICIIi
direiio de marcar suas altrbuicocs, bo empregadu
gerai, embora a assombla proviiieial leui.-i direilu de
luarear-lbe o numero, e ordenado; sao gci es repilu
porque tilo einpregados, sobro que a asseuiblea proi in-
ei.il uo tem vcrilailei, a aeoau para d^tcriiinai-llie as
mi lime nes, e l.i/cr com que existao, ou mi ; por lau-
to a divergencia entre iniui, en honrado uiembro.que
me preeeueo, he um i divergencia a cerca d i denomina-
cao ; liualmciiii' es estamos de aci'ordo, eejs tam-
beui o estou com o espii ilo do uosso governo uion irchi-
i-ii, o au federal. Agora trata re da tuppressiio do or-
denado les einpregados de qm- se trata ; a asseuiblea
gerai tem rccouhccido que sao einpregados geraes,
ponpie Ibes paga, aquellos Hirsutos sobre que a uss >ni-
bla pro viiici.il lem aooo p.ua aiignii nlai, e diminuir
scu numero; atsim por exemplo osjuizes de direiio,
ns niiiuii ip.n-s ele. Sao enipi egaib s quo esla Colisl lera
tos na regia do 7.* do art. 10, c sao pagos pelo
gerai; di/, este ;. Ifo).
Ora, se isio be attiiii, nao ha duvid i nrnhiima que os
einpregados aque devenios pagar silo aquellos que fo-
reiu proprianiente provinciacs nn sentido restricto; lo-
dos os que nao loreiu i stos, sao geraes, e di'vem ser pa-
gos pelo COlVe gerai I logO,nSo se pude deixar de reeu-
ubcoor que os ciupregodos da secretarla, o> conuegos,
os parocuos etc., todos so geraes, e devem ter pagos
polo cofre gerai; minen leiiiio visto que a opilllo
comnium soja cm coutrai lo : tenho visto tempre vop ir
esta doiilrlna, ella nao Iu- nova; debalxodo'ininistcilo
dejiilho, u Sr. Vudrada de Machado declarou que os na-
rucbis mu einpregados geraes; ein Iim todos tem Ido
de aecordo ueste puntii, sejao quaes linoin as suas opi-
iiiues polticas: lie verdade que o governo gerai ainda
nao di'cretou o pagameiilo de todos esles einpregados,
que lian sao provinciacs propri.itiif ule ditos; mas be
lua de duvida qiii-o lia de f.i/er, porque sena alisiiulii
que a provincia viossr a pagar a einpregados que nao
lecni por iim execul u as Icisila pi ni un ia; einpregados
que perloiieein a .ilmnii u.uaii gerai; e a sim como o
governo gerai paga a mis, lie forense que lem de pagar a
Indos ; un alias >l. Vi r dar snpprillll lito s provincias.
Sis o ^ 7.que ja im Invocado produsio grande desor-
den!, foi objecto de umita cimliis.iu, (.ida una d.isa.-
soinblas o enlendi i a sen moda e llOUVC iieccssidado
para se llxar a Intelligencla do art.,derecorrer aos prin-
cipios gi-racs.ea iialure/a du nossogovcriio enteildco-se,
ipie a laculilail qin- linbo as asscinblas pruviiH iu s
siiiiro juios de direilu lian di/ia lespeilo senu a sua
creacao numrica, c tuppretsiio numrica; ai atseiubl as
pudiaii augmentar, ou diminun-, nSo podifio dizornao
lia ja jui/os de direiioentend o-se que assini conviuha
que lotse paia conseriaeao d uiganisaeao judieiaria, o
J. is Ii is que regulan o procosso; as asscmblas nao po-
dan entrar em nada disto; limita se o sen poder somon-
te ao numero, c mais quanto aa ordenado e Islo por-
que a asseuiblea gerai entendroque, uo puib-ndo es-
tar ao lacio das nccessiilaili s de cada mu dos dislrielos,
leo etta faculdade as asscmblas provinciacs conhecc-
ilorasda ueccitidade das provincias qm- n presenl:io;mas
coito islo mi Ibes den direiio algum do intei vil Das attri-
iiiiii,in i dos empri gados, iiem laiuhein lliesconstituio o-
brigai ao de Ibes i izer os pagamentos ; he cousa estra-
uha absolutamente: a asseuiblea provimial nao teino-
brigaean algUllia de Ibes pagar,o a assoinlili i gerai o tcm
rrcuuliccido pagando a urna pane de einpregados, em
igiiaet eircuinstaiicias; e lie osla inosmo a opiuiao que
tem sido si guilla mus geraluieiite ; agora n si. depulado
julga que 0 aelu aililici II il se n fi re s< Hlenle aos einpre-
gados sol.'que a assiulilia pi nvimial nao lem a me-
nor ingerencia; portan o acto addieional no artigoII
diz islo leo).
Ora. os einpregados provinciacs, quepodein ter no-
meados, suspensos, o ib uiillidos pelo presid lile da
provincia sin aquellos que leein por liui executar ieii
provinciacs, c nao os outros da adiiiinlstraco gi ral; por
lano bem v 0 i.obre inoinbio que a quesUu he de uo-
lue ; ipio a palacra imiingailn provincial tem dous
sentidos, um ampio oulro restricto; no sentido n silic-
io su san einpregados provinciacs aquellcs, cuja no-
iiu a, ao, suspensao, odeuiisstiodepende de leisprovlu-
ciaes ; o tiesta classe nao estaoos parochos, o< iiicmbros
do cabido, etc.; ora, ciitcndn assilll, i lili udo que lio
mais conforme com o espirito do nosso governo o acabar
com isia lii.iiH.io de sentido ampio, e restricto, ein-
pregados provinciacs propriainente ditos; euipri gados
provinciacs nao propriainente ditos; cmpregadot da I."
classe, c eiuprrgadoi i\.\ segunoa, sobre quem tcm toda
a Influencia; deixeuios isto. e iii^......is:sao einpregados
provinciacs, n-, .pie ex, i illa.i, mi se ligo a ailininislra-
eao provincial; sao geraes, osque se ligan aadiuinis-
t'rai .iu gci.il:islo .naba ludas as din id i-: o Contrario
lera incoilVCIlcllICS esla lie a distlll^ao que se a, ha no
n lalorio da le ulcrpi'i lativa, c he porque eu tenho tus-
tenlado esta distiuo. o: indo quauto nao fr isto nu
servo sonao pai a confundir. Sr. presidente, depois do
explicar islo.mais justificada est a comiiiisso quando
propzque a asseuiblea votatsc i un des p.ua todos os ein-
pregados.
sr. presidente, eu ja disse que os empregaaos no-
uie.iilus pelo presidente neiu seinprc craoprovinclacsj
lem ser iiomradoipelo presid iite,esercingeraes,cno-
tc-se que cu ii.iu VOllllO aqu apieeiilai i -.1 is idi las cuino
uiiubas; sao stas as da asrembla gerai, he o que ella
lem decidido ; mas os honrados un minos ditem que
convein repollir dos notto orcainenlo todos ot cmprega-
dot que verdadeiramenie lian s.iu provinciacs; scia pois
preciso repcllir OS empregadol ila secn laria. os coue-
gps, naroonos, coadjuctores, etc.; ora, isto ser um mal,
sem que a asseinbla gerai tome a scu cargo, c cuido
dos iiiouis de qm- riles sejao tatiireltos; porque ellos
riupregadot ficar sem meiot de vola, e isto he um mal
gravisMinoaiingiii iu niaitdo que cu deseja.quea piuviii-
clascja aliviada de desposas, que Ibe nao competein;
mas uo desojo tanibini que boniens.que tu ni servid.) o
oslado por longos anuos, cai.io na miseria. Espi reinos
pelas provid ni las da asseuiblea, e nao deixemos sofllret
ot einpregados; iioenluto voto pelo artigo.
Or. Lopet it pela ordem) participa que a.
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dpputsrc encarregada pela assembla, de levar san-
cn diversas lela cttniprira a sua mlssao, lendo acolIli-
on com benignidad? pelo Sr presidente da provincia,
drclaroUi tomarla as di as Icls cin devida conside-
ra en >.
I ii' nbla fieou fnfi nula.
OSr. t'igurirrao: -- Sr. presidente, o nobre depuia-
' i|u f n cui ultimo lugar 0S1 Taques), sustentan-
do i parecer da con inissu. r querendo explicar a dis-
tii ao tou o ai i id licional, ruteando ein nina questo d
din ito publ a i ni | ral : f ilion de jure cmutiluind o
inen ver opartou-sc nteirainenic (taquillo que se aeia
mu expn smente declarado eni o nossu direito eon*-
tituido : o nobre deputado julga la para si, que os em-
pregados provinciaes dever ser somenti aquelles qui
teeiu ti na ai rao multo iiuniedlala, multo directo ares-
peilo dos negocios da respectiva provincia ; e fundou-si
i principio di' unldadc consagrado na conslituico .
ii nobre di putado, se quizesse entender bem aphi-
losopbia do acto addicoual pola la historia, aluda lo
('rosca; sr qulscssc entramo vcrdadelro espirito da refor-
ma constitucional poderladepararcoin inuitoi argumen-
tos paracoiiclnir que os cmprcgados,dc que sr trata, nao
sao empernados geraes poderla conclu i rom seguranca,
i;ue nos actualmente temos empregados provliiciaes,
propriamente culos, e empregados provinciaes, sabn
os quaes o poder geral teni alguma ingerencia a res-
pcito da noiiieacao, etc. etc. Ora, nos sabemos nuil bem
lo pelo acto nddicioii.il Pomos levados mili alm das |ja-
lisas, que nos Corno marcadas o decreto da n forma ; e
i cui lugai de seren seforinados smente aquelles
ai figos de consiituico que forao litigados eelbrmaveis
pelo decreto que me eeliro, detou-se a hana mnito
adianto, c por as Im dlzcr frderou-sc o i en sil ; eemo.
drpois de federado, depols das asscmblas proviuciars
Louiarciu posse das suas attribuices, e eomecareui n
legislar no si-o i i do, ealem do sentido do acto addiclonal,
rcconhecco-sc que se tlnba foito mal ao brasil, cnten-
dendo alguns que elle nao eslava as circumstancias di
receber uui acto addicionnl too federal, rio ampio.
anda mais amplnmenlc cutendido pelas proviueias,qti
com ruello iao leglslaudo mu punco seu gosto. r'.i-
gueo-se nina opluio poltica contra as franquezas do
neto nddiclonal, c coulra alguns abusos das asscnibleas
; inviiicinrs, i- cuidou-SC do plano de faxel as recline, de
laiet-as iiiesmo retroceder; em flu, cireuinscreveo-sc
mais o circulo das attribuicoes das asseinblas proviu-
ciaes, ao menos d'aqucllas, deque se hnviao apossado.
i'.si.i opiniao subi ao poder, e o governo,trataudo di
i calisai u seu peusaiueuto,come^oi] a considerar emprc-
gosgeracs aqueiles, que realmente ero provinciaes ;
mas cyisidcrou como.' nao em rielilde da le, uo di-
icclaiientc, mas de nina mamila indicela, lliandail-
do pagar a certos fuueciouarlos, pua em vlrludcda
paga eolloeal-os ua elasse dos empregados geraes. 1.1
ve V. l-.x que o argumento que setem apresentado pa-
ra se dixer que os juixes uiiinici|Mies, os paroclios, os
promotores, eosjuixesde direito san empregados ge-
iaes, uo iiin a menor forra; por qiiauto elle apenas
se deriva todo do laclo <\o pagamento ou de certos prin-
cipios peculiares ao nobre diputado; mas eu dlrci ao
nol.ee deputado, que nao lie a paga o principio, ncm n
tyno por onde nos podemos reger na elassilicaeo dos
empregados gerars, e provinciaes: a bussola, que nos
deve guiar na malcra lie o .acta nildi ionol; mas quanto
a iiiiui, uo ba duvidaque osjuixes, os paroclios, etc.,
sao empichados provinciaes a vista do acto addiclonal ;
nesta pacte eslou de aceordo com o Sr. Na buco. Ncm de
nutra inaneira, Sr, presidente, se pude entender o acto
addiclonal, e sua Interpretado ( o orador Icosarligos,
compara-os, c prosegue). Logo o artigo interpretativo
do acto addiclonal continua a considerar como empre-
gados peoviiiciaes aquelles niesnios, cujas attribuiees
uo podcni todava ser alteradas pelas asscmblas pro-
vinciaes como os Juizes de direito, inuulclpaes, paro-
llos, etc.; o acto interpretativo lie claro, falla eniciu-
pregos iiiuuii (pao. eprovinciaes. Ora, agora vejamos
a rato per que u acto interpretativo, bem que rccoiihc-
ca, que os juixes de direito, c iiiuuiclpaes, etc. etc, sao
empregados provinciaes, com ludo deleriulna, que lias
siiasatliitiuicois utiu possfio tocar ns asscmblas pro-
linciacs, com quautu possSo legislar sobre o m.....to
dos ditos ciiiprcgadbs, cstabelrcciido asslm urna resiric-
i.que di sapparecea respeila dos empregados simplcs-
meute provinciaes Kssabcuios, Se. presidente, que
n. empregados de admiiilslraco i\.t justlra, os juizea
diri ito, c oiitros,so empregados que leem de ( xccu-
lar Icls geracs, que dcreiu ler urna ai cao geral, o uni-
forme em-todo o imperio Icls de tima vilalidade geral
mas, mblaa provinciaes podessein alte cae as
aliribiiirocs ;!i bies euipregailos, cullocal-os-hiao fura da
i: i cs| licia poi-os-bio fra de sua misso, que alias de-
ve ser ouisoua em todas as provincias,sem oquedesap-
p ire 1111 a unldadc lo iiiipci >o, c as m u lunas da admi-
nisirarao gem se acbarlu mu pouco desloi adas, o pro-
eedlnii tilo .1 is isseiublas proi inciaes i i ste repcito fex
i L'onliecera iiccessidade desc Ihc coarelar o dircitodc
legislara cerca de attrlbiilcdcs de riupregadus creados
I ui li is gcr.ii i ; ni is, atlenda-sc bem que o acto Inter-
pretativo nao ./mais do que isto nao uiiidou neiu al-
tern a elassilicaeo de empregados n1 raes e provincia s,
ipt.i la i." ano addiclonal,como se tein entendido: n'a-
i|ulllii,pois,cm que o direito das asscnibleas, provinciaes
lino fol rcsliligido pela nlccpK mean, continan ellas
como d'aule; podciu creare siippiiiuir os euiprrgo9
provinciaes, dclet niiiiai-llies ordenados, a inda que uno
issao i utender com asaltribukesde laes ctaesempre-
los. II vi rdadi que o nobre deputado dlsse quecreai
i supprimlr.pouco importava; mas ru pens diilereule-
iiii ule,emendo que a iculdadc de creare supprimlr ln
umagraiidi cous.i; que nao di re ser despre/ada snienti
por causa de una circuiiistaucla aucldeulnl como a paya.
Kntcndo qui convem mullo que as asscnibleas provjn-
li iqu saoqiicm iiicllioiiuenlecnlieceiu as Ueccssi-
dades locars,possan |rr o direito de crear o supprliuii
comarcas, as fregun is, os municipios, etc. etc. A cir-
ciinist un ia da |. 11 he que me parece iudillerenle ao
rgimen provineiul. Seogovcuio geralquixcr pay.ua
todos os empregados proviuciaes, pode pagal-os sem
prrjudicar rom issoas provlucias ; mas,sequlier crear
inuitissimo a provltu io.por faltadecouhccinieutoslocaes,
I orlan toa paga nao pode servir de argumento couviu-
cenlc, ( oii',e,|in ni. inenie, Sr. presidente, sou de opi-
niao que soeuipri pados proviuciaes lodos aquelles, que
nao estivi n ni na rxerpeo do artigo 10*, i?, do acto ad-
diclonal.
" Sr. Loto : -- Tambeni os de iiomeai o geral f
O Orador: Taiubem me uo importa coma no-
meacao; adistincAo paca mim be a do acta addiclonal,
nido quanlo est fra do artigo be provincial...
O Sr. Alcanforado : Os ebefes de indicia sao geiai i,
ou pro\ im i les '
O Orador ; Realmente o nobre d, putado collocou-
ine ii'iim rmbaraco. Antes da refoiiua, us jui/cs dedi-
icilo ceao os elides di- policla;logO o elu IV de polica i la
empregado proviueial no uieu entender; mas boje os
eninregos de cbefcdcpoliilaterm outra orgauisacao, c
l'ordo creados depols do acto da interpretadlo; mas, co-
mo noestijao na coinprcliriiiao do artigo citado, p-
dc-se lalvex cliamar os ebefesde polica empregados pro-
vinciaes, im rigor dale!; mas em liin n este respe! to
nao tenlio nina opiniao l'orin.ula : a opiui.io que tenlio
formada he que todos aquelles emprego, que as assem-
bN'as provinciaes pdi ni i n ar,ou su]ipriiulr,so provia-
oiacs.
Sr. presidente, mais poderla di/ce, .se nos uo faltas-
se i- inpo: terminare! aqu declarando que voto pelo
artigo, v
( Segu o discurso do Sr. Maeiel Wonleiro, que nao
publicamos boje, por uno lee sido revisto por seu autor.)
Le se urna emenda para que se supprlma o artigo.
lie npoiada, entra em discussiio, c mi havendo
qeiu tome a palavrn, he Materia jillyada disenti-
da, a emenda regeilada, e o artigo approvado.
lie approvado o artigo i."
Entra ein discusso o artigo 5".
O Sr. bnplisltt;I'edi a palavra nicamente para fal-
lar do l. Parece-lllO que estes empregados o anuo
passado soflrro nlgum corta nos leus venciinrntos;
elles lierao COUI os emolumentos de cinco por cento, c
nao sei que raxo baja para diminuir essa poreentagei
u appeovo milito o eoiiipoctainento e boas inteueoes
da ionunissan, 1 alvex que ella livesse raxes siillicieites
pna apresentar essa dlmlnuicfio, mas quanto a mim
nao me paeeee que ellas posstio prevalecer para lser
om que estes empregados teubo diiiiiuuicao na por-
cenlagem de tinco por cento ; paca que, pois isto iniu
Ueceoa, mandare! una emenda no artigo; elevando .i
porceiiiagem dequatro a cinco por cento, ou propmi-
d i a i liiniuaio das ullimns palanas do artigo, porque,
-iippriinid.is que sejao, pareee-ine ipie lleno de pe os
cinco por cento que he Justamente o que boje rccrbrm
mas em liiu a siippcesso pude dar lugar a duvldas;'cu
mando a emenda propoudo que a puriciitagcm leja d
i luco, e nao de nuatro por ecnlo, e que se eleve a quo-
la nesta proporcao.
I.e-se a emenda, e lie apolada.
O Sr. Taguei:Sr. presidente, a eouimissao dlinl-
uni a quota da por, eiilagein que era dada por le nule-
rotr nos empregados da.....sa das rendas provinciaes in-
ternas ; porque a commlssotonbe, ou constou-lbc que
un dos empregados tiesta repartiefio se aproslmava
limito impossibilidade de continuar no servico, c as-
-ini a porccntagein,dividida por uieiiornumero,i1cvia dat
i cada mil qiianlitativo maior ; de mais a coiuiuisso
vio que p*ir alguinas medidas que se proposerno o anuo
passado, e poroutras que agorapropde, aarrcradainH
deve elevar-se un punco, e assiiu a porcentageiu devi
laiubem cVrscer estas foro as raxoes da eoiumlsso
ella as aprsenla ii casa que dir se qm i que contines
quota anterior, ou a que agora se prope. (Querendn
asscnililca que continua a quota do anuo passado,basta
que le Slinprillia a ultima parte do ^porque assiiu lieao
de p todas as disposires do orcainento anterior que
lie o que convem; porque all esta a tabellada divisan.
\ asscmblca resolver o que entender ein sua sabe-
doria.
o Sr. Alcanforado:Sr. presidente, a commlssaonos
v,^ e i'." COUSiglIOU isto [IO).
No artigo V) das dlsposicOes geracs, estabrlecee
que as rendas serian arrematadas em lodos os munici-
pios u.....neionndos no$4.*; mas pareee-ine que o
s\ olena do arrecadaeo deve ser uniforme em toda a
piovim ia;.i iiicsina rn (l.i-separa todos; e por isso en qui/era,qiie a coiuiuisso
nos deelarasse quaes as raides porque fex esta eXCepco;
para que ein vista deltas eu possa votar com conbeei-
nieiiln de causa; mi faro opposicSoalguma, quero cv-
plieaees, para saber se devo npprovnr, ou regeilar o
que aqu se determina.
Ii Sr. Lepa (ama il'.st ein discusso este artigo
(iVo). I'edi a palavra Sr. presidente, porque quisera
que se cslabcleccsse un principio que eu julgo impor-
tante ; quixera que Bill lugar de ti siipprimircm estes
doiis esi lipliirarios, eses luesillOI fosscn encarrilados
da coliraiiea do imposto denominado furo tas euj/tai para
que elle li.sse arrejacado com exaelido; porque con~la-
me q lie com grave domno da agricultura, oarreinalan-
telira grandes proveitos, por isso que lira assnear de
ni i;s; isio be em parle prejuso da lavoura.c em segundo
lugar prejuiso do hospital dos Lasaros, porque tira o
arrematante lucro excessivo em nome dilles, quando
ellesoiiu|tceni;ipareiia-nie pois mellior que a nrrrcsda-
cao se lixessr pea reparlico das rendas internas, e que
estes dnis esc ipluini ios fosscn coral regados desle trn-
ballio, nao sendo necessario suppriinil-os ; entretanto
que prestavo un servico....
I'n.- :Mas sao supprlmldos quando vagarem....
O Orador iQuando vagarem 1 he verdade, mas em
fim o meu pensainento he este; c eu me reservo para
as disposiees geracs o nter valer.
OSr. Francisco Joo i ~ Sr presidente, eutenhoal-
gUllias nbse vaeues a fa/.er coiiimisso, para que, em
vista deltas, possa rceelnr os cselareciincntos, de que
preciso, para, votar devidaineiitc. Eu convenlio com a
coiumisso, que, suppondo talves grande onomerode
inconvenientes, que resultava do eslabeleciinento das
collcciorlas1 em diversos pontos da provincia, aprsenlo
l pensameiito de exlinsilil-as relo, que este pensa-
mento da coiiuiiissiio se origiuou do sistema que ella se-
ne de preferencia que da a ai recadayo dessa reeeita
por ineio de admluislrafdrs particulares, sendo as ren-
das ai i enlatadas; 8J stenia, que antepoe a arrecndnco por
mcio de estacoes publicas; bem pode ger, que a experien-
cia tcnlia mosteado, que essa arrecadaeo actualmente se
converle mais em provino proprio,doquf dothesouro,
vistas as iiumensas fraudes, qu* se commellem por este
nielo. Se este be realmente i sistema abracada pclacom-
inissn.inae.ivillia-iue un pou'eo, o uo le tila est- ndido
oiiiesma pi nsaiiienlo ;i outros pontos deque fex rxcen-
co, como Olinda, Goianna, e Vlcloria; urna razo poda
liaver pa esta cxccpc.au, pelo menos urna se aprsenla
ao meu espll ito mas me uo paeeee sufHcirute ; e be de
que n is cldades, sendo as cobinneas fritas dcbalxo das
usas do ebefe do ihesouro, mais diftjcil ser a malvce-
saeo desses empregados, cni(|uauto que o tliesouro ar-
recadara os iiupostos, sem que o lucro lique na nio
dos aeceiiiatantes ; tuas, hi. pivsidenle, parece-iue,
que esta rai.o nao pode Justificar intelraiueiite a rxcep-
cao fula pela comn,issao ; porque as vautngeus que o
ibesiuiro pode, r deve realmenu tirar da aireoaaaeo
dos Impostas, por mel do sysSma das arremalaeoes;
ysti na, queexclue as fraudes daquelles, que so exac
lores pblicos; cssas desvaiilagens do se em pequeo
numero as cidades e ser essa circumstancia motivo
para se apresentar grande numero de licitantes, oque
traa ci un) eonscqueiicia ni ( essai ia a i levacao das ren-
das publicas ; e assim vi jo-ine obligado a dixer, que no
esla n meu espirita salisfeilo; porque este considera as
pnndi raines exposlas como sufiicienles para a justilica-
ciio da mudnnca de syslenia de arrecudacao. mas como
nao bastantes para defender a cxccpco, apreseniada por
a illusirc commlssao a um tal syslcina; raides mui po-
deroxas, e de grande valia, c momento devera ler a no-
ble commlssao para praticar essa altera.o ; so cssas
raxoi s, que como eiclnrcciiucnlo sollicilo para o meu
espirito.
A inda alguinas rcAexdes sobre o oulro <4, que se acha
em discusso.
Sr. presidente, eu nao descubro motivo nluum. pelo
qual nao diva ser posto cni ai eeiuatato o ramo do ren-
(lii'ieiilo do Itimo ; vejo arreiiialaeoes de lima importan-
cia umita subida, de artigos, que constituein o mximo
das rendas da provincia; de mais, alm destas aqu bn
unja ostra raxno, e he, que este imposto nao tem ren-
dido cuno havla raxo para esperar poique, sendo o
oiiiiuiu, como he, multo maior do que antes era, por-
que de certa o uso de fumar va i em progressivo aug-
mento, por toda a parte se riieiu csiabeleeinienlos dista
natiirexa, mis amigos, mili os modernos; apexar destas
em uinstaiioias, que se pode ducr favoraveis, calculado-
ras tem o rendiiuento desse ramo couslderavebneiite di-4
iniiiiiidoje cuino essa dimiiiuico uo provOm de faltado
empregado, rncarregado dessa arrecadaeo, que be o
ar. Patricio Jos I orges, lu.....>ui, cujo/clo, elionradex,
como empregado, folgo em proclamar, tic visto por is-
so, que o ilc-ie. 'seiiiiciito observado, nasce de una outra
causa, que desronbeco, e qOe ciimpre ser averiguada;
talves o i xperiiucnto de ser o imposta arrematado v-
lese a pena, ser tentado; cu o pi opoi.ho; c a coniniis-
SSO adoptara isla iniulia ideia, se a julgar aproveit.ivel:
quando uan, far o que Ihe npiouvcr ; ni certeza de que
O estado actual nao he o que mais convem au sistema
iiii.ineial.
O ir. Nabuco propde que excepfo se accrescen-
leni os municipios do Cabo, e Pao d'Albo, pelo funda-
mento de que rcndciu mais do que alguns dos excep-
i i.oi,,.
c api -eiitoii a exeep9ao no artigo ; apexar de que o
meu prlineiro peusameuto foi nao eslabelecer nada,
deixar thesouraria a faculdade de arrematar qualquer
renda onde lhe parecesse conveniente, porque so osco-
ubedmentos pratlcos he que pdein dirigir com aceito
islas medidas; este, repilo, foi o iiieu priineiro pensa-
lliento; mas em fim cscnpou isso, e agora vejo que o re-
sultado nao se conformaInteiraraente com oquedissr;
com ludo a assemblca pode adoptar a medida que llie
parecer a este respelto. Um dos honrados menibros da
casa parece uo conforinnr-se inleiraiiiente com o resul-
tado que apresrnlOU o balauco quanto receila do fu-
mo; o honrado ineiubro observa que, segundo o balaii{0
que actualmente esta debaixo de nossos olbos.a arreca-
daco desse Imposto rendeo 7 contos e lauto, dos quaes,
dedusida a quautia de 8IHI/ rs., ficrio liquidos seis con-
tos e tantoobserrou que im anuo pretente orendiiiiento
foi menor, c cntao quer que elle seja subjeito aircm i-
tafo.
Sr. Presidente, a diminuicao do rcndimenlo de um
imposta proviui de umitas causas; he preciso exami-
n.il-as, c SO di pois desse exame he, que se pode conhe-
eer o que convem obrar ; posso comtudo desde J adir-
mar, que da parle do empregado cncarrcgddo deste ob-
jecto uo provem adiminuijao ; porque elle ollerecc
iloenini uto- de loda a probidade. irlo, c a acllvidade; o
augmento das tarifas, o gosto pelo fumo da trra, e ou-
trasAirciimstaucias, pdem ser o motivo; mas nao a
oiilissao, ncm eommissno do empregado. Pero ao no-
bre deputado, que reluca nas causas, reservando para
as disposiees gerars a sua idcla, se entender, que a
deve sustentar.
Quanto emenda aprescnlada pelo Sr. Ilaplisla, a
comuiisso j dcelarou o que havla a respelto; a assem-
bla resolver em sua sabedoria o que entender de jus-
lica.
OSr. presiden le: Esl dada ahora: a ordem do da
para a sessao segulnte, he a mrsma : esl levantada a
sesso Era mais de duas horas).
CRKEIO.
COIUIESPONDENCII DA CIO.IDK f. PROVINCU.
No dia 1(1 do crreme militas pessoas do partido da
ui lino acliro, ao abrir as suas portas pela iiiauha, um
papel escripto com toda acacliimonia com lettra per-
uendicular, tinta cor de sangue, e maueira de verso.
ESlepapel lie o transumpto das ideias da prala; he urna
prova que elU quiz dar ao partido da ordem de que pro-
cura exlenninal-o por va do assasinato; he o grito de
matanca, o signal das vesperas sicilianas; que provavel-
uienle scroexeeiiladus ao som de msica cen quanto
se canta esse hjniiio, digno em ludo da capacidade da
pralcirada. Ksses infames que publico todos os das um
graii-pasquini chelo de injurias, de calumnias c inso-
lencias, onde excilo os seus sectarios, os sectarios do
puulial e bacamarte, a nos iusultarrm nas ras, canos
tlrarem ah as vidas; esses infames nao se do anda por
ShUsfeitoS, crccn que o nosso partido esl em dunda
sobre os seus intentos, sobre os seus planos, que dormr
o son 11 io da indolencia, e para nos mostraron que se a-
provinia o dia dos desdganos, procurao desenganar-nos
por via desse liyinno.bioduc^ao e lenibranca dignas da
mu partido poltico, que se dix tuiriumif; que sustenta
um gov rno proclamado conciliador e reparador; que
em liiu se inculca o defensor das liberdades publicas: cis
aqui, ineiis amigos a tal versnlbada em original, os seus
compositores, que Ihe nao alicrcui urna le lira: reparen
na assignalura, que he mais um documento, ecoulisso
ingenua da brulalidadee sclvagerla dos nossos adversa-
rios. Com ellito no he possivel ser mais sincero.
Quem uo iiuer ser Inbo tuto Ihe riela a plle.
Seis anuos em l'ei nanibiu o
Govcruou o vil aro
Knluetou toda tena
i'.slc Ivrauuo Dea;;,io.
As ai Illas l'i en i m linanos:
I-.' O IIOSSO del el
Salvar a Patria
i: por ella niorrer.
Apos elle o .Muxila
O iiiesino praticou
o ipie te* o Harto
'ludo elle adoplou.
As armas Pernambucanos t & &
Agora temos o.Xavier
Uisein do mesino couceito
Pois ira mui mal
Se uo tomar geito.
As armas Pernambucanos, & &
S.iibo, e Irenio guahirs
(le breve seio punidos
Peeiambiico ja uno supoeta
'lautos ciiiucs desmedidos.
As minas Pernambiicauos & Si
Mazorro.
E quem a vista dislo se no ciilbusiasniar por um
goveruo, que be digno de lal gente, c pela gente que
unsceo p.u.i lal goveruo! Viva pois o ministerio de 2 de
l'evereii', que coininaiida o pailido praiciro-assassiiiol
Viva! Viva o gran partido nacional de puulial c baca-
marte, que com tanta galliardia ostenta a sua sede di
sangue brasilciro! \ iva o puulial e baeainaitc do goveruo
e sua gente! Viva o govern c a gente de puulial e baca-
inaatc! Vlvao!
0 0. nacional que Ibes noticie! haver fallecido, aluda
five; mas em tal estado que nao d esperancas de es-
capar.
'J0MPAN111A DE BEI'ERIBE
Conla do uue se ha despendido com a etnpreza do encanamenlo
das aijvtis polaciis para esla cidude; a saber:
1844.
Outubro.
31 Pela importancia despendida at es-
ta data, como consta do Diario de
l'ernamhuco n. 257, de l de iiovem-
lu o, c dos docuinciitos de D. 1 a 608 lG'2:4tj3/IOI
'-
Novembro.
1." dem de transporte de 351 canosa
Noberto Joaquini Jos Ouedes 509
dem de61 1|2 alqueircs deca a Ma-
nuel da Pin chnenla 510
Mi ni de 3:450 lijlos a Carlos Mar-
lius de Alnieida 511
2 dem da feria de 28 de outubro a es-
la dala 512
i dem de vencimenlos do apoutador
Pelxoto, 1 mes SI3
dem ditos do administrador Souia 514
5 dem de 7 caibi os a J. K. do Reg
tala. 515
7 dem de ferragens alIcnriquesKorce 5IB
(i dem de 131 alqueires de cal a Jos
Tenorio 517
D dem da feria da caixa d'agoa de 4 a 9 518
o dem da dita doeiicaiiaueuto de 4 a 9 519
i dem de expediente c armazenageiii
de canos, alfaudcga 520
14 dem de 240 alqueircs de cal a Cosme
Vlelra i
dem de (i:(MKi ladcillins a Antonio Jo-
s de Mnenla
IG dem da feria de II a l aos Iraba-
lli.uloi es do encaiiameulo
dem da dita da caixa d'agoa d<- 11
a 10.
dem de 13:900 lijlos a .1. Auastacio
C. Pessoa
- 20 dem de 111|2 alqueires de cala
SrS: ,..., Jos Luis de Souia
i/Jr. .wiieiet J/o(eiio:-Sr. presidente, a commlssao 122 dem de 167 ditos de dita a Jos Ro-
do orcainciilo,vendo que as rendas, sendo arrecadadas I berta Hamos
nas diversas collectorfas.nio o cio com o icio e cuidndo dem de venc
que deierao ser, proeuroii remediar este mal, fnzendo
o cnsaio de um novo systeina, qual o de arrecadar estes
iciidimcuio; cuteudco que devia exceptuar as cidades,
521
522
523
524
525
526
527
528
encnenlos ao coutrames-
tee Joaquim Hanipt
23 dem da feria do cncanaucnlo de 18
a 23 529
dem da dita da caixa d'agoa de 18 a
23 530
27 dem de fele de 100 barril de ci-
mento a N". 0. bleber 531
96/000
22/110
59/200
130/440
50/000
100OuO
22/800
2:027/195
36/680
150/250
2IO/220
303/000
69/720
132/000
204/300
161/320
250/200
33/460
46/900
60/000
213/720
148/470
113/354
28 dem de 9:100 ladrilhos a Jos d( 1 A--
mol 1111 lama "*;"2
30 dem de 200 eneliains a Manoel A -
tonio P. Hamos ->33
dem da feria da caixa d'agoa de i. >
a 30 *34
dem da dita do eneanamente de 25
a 30 199
Desembro.
1." dem de vencimenlo de outubro ao
administrador Mariubo 536
2 dem de carretas a Antonio dos San-
tos r'erreira 537
3 dem de ditos ao dita 538
>, dem de caibros para andamies ao
dito 539
u dem de vcnclinentos de outubro e
novembro no ineslre Wlinter 540
4 dem de 93 I|2 alqueires de cal a Jo-
s bandeira 541
dem de 177 ditos de dita a Jos Ro-
berto tamos 542
dem de venciiuentos de novembro ao
administrador S e Souia 543
i dem de 33 alqueires de cal a Joo
Francisco de Jess 544
dem de 25:043 lijlos a Jos Jaciuthn 545
5 dem de 90 1|2 alqueircs de cal a An-
tonio Manoel dos Santos 546
dem de ferragens a Me. Cnllum & C. 547
G dem de venc nclitos de novembro ao
apoutador rcixlo 548
7 dem de 7 duzias de taboas de piuho
a J. Ilerrnger 549
dem da feria da caixa d'agoa de 2 a 7 550
dem da dita do encananiento de 2 a 7 551
9 dem de vencimenlos de 2 meics ao
cngeuheiro hovvmaii 552
14 dem da feria do cncaiiamcnto de 9
a 14 553
' dem da dita da caixa d'agoa de 9
a 14 554
1 dem de madeira a II. Manzcl 555
16 dem de 11:600 lijlos a J. Auastacio
C. Pessoa 556
17 dem de 40 paos a Miguel J. do R."R. 557
19 dem de 67 alqueircs de cal a Lucio
Jos Fernandes 558
20 dem de 189 ditos de dita a Jos Ro-
berto Ramos 559
i, dem de 97 ditos de dila a Jos Ana-
cido Percha 560
21 dem da feria de 16 a 21 (encanaincn-
to. 561
22 dem de vencimeutos do contrames-
tre Joo Rampt 562
24 dem da feria de 16 a 24 (caixa d'a-
goa 563
28 dem da dita de 23 a 28 (encaiiamcn-
10.; 564
dem de 8 duiias de taboas a Joaquim
I .upes de Alnieida 565
a dem de urna lage de marmore a Jo-
s Perrira Viaiina. 566
dem de ferias atrazadas (caixa d'a-
goa.) 567
> dem de vi in iiiicnios de novembro
ao administrador Marinlio 568
30 dem da remrssa para Londres, sa-
que de 4 de dczciubro em favor de
Forsterfc!.
1845.
Janeiro.
2 dem de vi ni i un -utos de desembro
ao administrador Marinlio 570
" dem de ditos .10 apoutador Peixoto 571
u dem de couduceo de arela a Anto-
nio dos Santos Pcrcira 572
4 dem da feria de 30 de dczenibro a
esta data (eneanaineiitoj 573
dem da dita dito (c&ixa d'agoa) 574
7 dem de alugucl do ariuaiem de de-
posito em 3 Ineses a D. Calbariua
Rila de S. Jos Aunes 575
8 dem de vencimenlos de dezembro
ao administrador Sa e Souza 576
i) dem de 23:577 lijlos a Jos Jacintlio
Silveira 577
11 dem de venciinenlo de 1 mez ao en-
geiihciro Vomitan 578
Idt'iu da feria de 6 a 11 (encanamen-
lo) 579
dem da dita dito (caixa d'agoa.) 580
dem de canelo de 7:600 ladrilhos a
A. dos Santos Pereda 581
> dem de dito de 41:177 lijlos ao dito 582
dem de dito de 716 alqueircs de cal
ao dllo 583
14 dem de 78 alqueires de cal a Mxi-
mo Antonio Francisco 584
18 dem de 103 i|2 alqueires de cal a Ma-
noel Jos Lorreia 585
1 dem de ferragens c ferraineiitaaMc.
i allum i C. 5SG
dem de despeas com o esceiptura-
rioe escrqilueaeo, 4 meses, 587
dem da feria de 13 a 18 (caixa d'a-
goa) 588
> dem de dita dito (encanaineuto) 589
dem de laboado a J. /creiigcr 5y0
i) dem de dito ao dito 5yi
19 dem de compra, sisa, rscriplura de
terreno no sitio de Francisco Seve-
no Cavalcanti 592
20 dem de transporte de canos a ."Sor-
berlo J. J. Gucdes 503
dem de vencimenlos de um incz ao
contramestre llaiupl
dem de madeira a J. F. do Reg
Maia
dem de 9:000 lijlos e canelos a F.
Cesarlo de Mello.
24 dem de cairelo de canos a Jos Ca-
mello do R. /;.
dem de 86 l|2 alqueires de cal a Ma-
noel Antonio Francisco 5yg
25 dem da feria de 20 a 25 (caixa d'a-
Boa) 599
dem da dita dito (ciicaiiamenlo) GOO
28 dem de 2IG alqueires de cal a Cos-
me Vicien un)
29 dem de 2:4u0 lijlos a J. Auastacio
C. Pessoa (02
dem de 150 eiixaius a Manoel Anto-
nio l'ereiea Ramos G03
31 dem de 3:700 ladrilhos a Antonio Jo-
594
595
596
597
200/200
160/000
H8/8W,
238/960
5:389/?iJi
50/001)
103/1.14
104/500
29/040
200/010
26/180
40/560
100/000
9., 9110
*W/?7i
25/340
443/100
50/000
74/220
168/970
.248/760
.680/000
.275/610
170/680
.'to/ooo
208/800
44/800
17/420
49/140
25/22H
248/800
60/000
240/060
153/450
70/850
50/000
U/120
50/000
569 11:462/686
15:982/686
50/000
50/000
69/120
229/460
I67/JOU
30/000
100/000
424/386
330/000
259/480
157/180
9/728
82/354
29/840
20/280
s de Alnieida
604
Fevereiro.
1." dem da feria de 27 de Janeiro a es-
ta data .cucan.uncniu
dem da dila dito (caixa d'agoa)
'dem de cairelo de 15:780 lijlos e
53 1|2 alqueires de cal a Aulonio
dos Santos t'erieira
dem de dito 5:500 ladrilhos e arela
ao dita
4 dem de venciiiienlos ao apontador
Peixoto
5 dem de ditos ao administrador S e
Souza
dem de 82 alqueires de cal a Jos dos
Santos gil
dem de 15:789 lijlos a JosJacin-
U10 Silveira 612
605
600
607
608
609
610
526/710
400/000
184/700
410/770
31/360
82/320
1:670/000
88/200
60/000
144/860
189/000
282/000
20/760
194/200
411/640
51/840
43/200
120/000
74/000
7:019/728
404/000
180/090
55/318
64/640
50/000
OO/OOO
24/800
268/413



dem ilc venciinento ao nicstrc iVil-
mrr, 2 meses
dem de 28 Itjacire de cal a /lento
Josc1 Ferroira
7 dem di- 104 alqueires de cal a Josc
laiuli'ira
Idi'in do 55 ditos a Antonia Alvos Bo-
7.0 na
8 dem de 50 1(2 ditos a Manoel Fran-
cisco
> li>m do vencimenlos de Janeiro ao
administrador Marlnho
>. dem do 123 iiiiiilacs, 2 anobas e 23
libras de chumbo a Luii Rorges de
Scrqucira
., ldom da feria do 3 a 8(encaiiamcnto)
ldom dita (caixa d'agoa)
10 ldom do vcnciniPiitu de I inez ao eu-
gonhoiro Uowinan
12 ldom de ferragom e ferraucnta a Me.
Callum &C.
,i ldom de cairelo do 313 canos a J. U,
do Rogo llanos
13 ldom do 6:000 tijolos a Manoel Anto-
nio do Josus
., dem do taboado a Joai|iiiin Correia
da Slva
dem de 96 alqueires de cal a Vicen-
te Ferreira
15 ldom da loria do 9 a 15 (caixa d'agoa)
ldom da dita (oncai.aineulo)
18 ldom de 149 alquleos de cal a Anto-
nio Vieira
19 dem de sobo e aicite a Miguel J.
arbota Goncalvca
2H ldom do 25 alqueires de cal a Cos-
me Vieira
22 dem de 213 alqueires do dita ao dito
"ii dem de venciinento do conlraincs-
tic Uampt. 1 mei
,i ldom da loria de 17 .a 22 (caixa d a-
Koa)
.. ldom da dita (e ncanamento)
25 ldom de 12 taboas a I. Ucrenger
2? dem de madoira a Manoel Antonio
Pe eir Ramos
28 ldom de 4:000 tijolos a Carlos Mar-
tilla de Almeida.
.. de carrelo de cale ama a A. dos San-
tos Pereira.
,. dem de dito de tijolos ao nicsmo
dem de calbros e coidas ao mesmo
613
614
615
610
617
618
619
620
621
622
623
024
033
626
627
628
629
630
631
032
033
634
635
636
037
038
639
040
041
042
^importancia de *>;' alqueires de cal
a Joaquiui l'edro do Soma
,. dem de venciinento ao administra-
dor Marinho
ldom da leria de 24 de fevereiro a es-
ta data (cucauaincnto)
ldom dita ditas (caixa dagoa)
3 dem de 83 alqueiros de cal a Pedro
da Silva Cavalcanti
> ldom do venciinento ao apontador
Pcixolo
4 ldom do expediente de soineuas e
' respiradores, alfandega
.') ldom de 29,313 tijolos a Jos Jacmllio
Silvcira .
. Ideui de vencimenlos ao administra-
dor S e ousa
8 dem de 51 alqueires de cal a \ cenle
de Paula ,
. dem da feria de 3 a 8 (encanamento)
i ldom dila dita (caixa d'agoa
10 dem de 75 noel Fernando
11 ldom de 222 1|2 ditos a Cosme \ uira
13 ldom do ferrageni e forrainciita a M.
Callum Hi C.
,. dem de veuciuienlo de 1 mes ao cn-
uonhciio Bowmau
15 dem da loria de 9 a la (cncanamen-
. ldom dita dila de 10 a 15 (caixa da-
17 dem de forragciu a Starr & C.
, ldom de carilos de malenacs a Pau-
lino A. da Silva Frene
. Id. ni de 8U70 ladrilhos a Jos de A-
morim I.ima r .
20 ldom de 25 quinlaes 3 arrobas li-
bras de chumbo a II. U. Uj-
22 dem da feria de 17 a 22 ,'cncana-
.uei.to) .
ldom de dila dila (eaixa d agoa)
>, ldom de veuciiuentos ao coiitiaines-
tre Rampl 1 Uie
26 ldom de 6,682 ladrilhos a Antonio
Carueiro da cunha .
27 ldom do (rete de 200 barricas de ci-
menloaN.O. lcber&C.
28 ldom de 13 quiulaes tenias c toruei-
ros a esquita & Duna
ldom de transpone de chumbo, &c.
uNorbertu J. J.Gucdes
ldom do dito de cimento ao mesmo
,, de.!! de feria de 24 a 28 (enca.ia-
29 !domde dita de 20 a 29 (caixa d'a-
30 uem do venciinento do conlramcs-
tre Rampl S dial
643
644
645
010
647
648
649
050*
651
052
053
054
665
050
657
058
059
660
601
062
003
601
065
600
667
608
009
070
071
072
073
074
075
200/000
7/840
27/040
13/200
15/150
50/000
1:230/953
452/140
108/100
333/320
727/870
313/O00
108/000
84/000
23/040
182/21U
537/400
38/740
21/760
68/900
51/120
00/000
163f320
480^880
21/280
' 131/680
60/000
119/880
59/I38
42/820
6:9.')0/072
15/120
50/000
451/220
102/900
83/000
50/000
12/805
498/321
1U0/000
15/300
484^560
153/820
19/630
57/850
260/900
.333/320
514/500
144/420
202^310
151/800
101/400
301/050
316/470
115/700
00/000
133/040
132/268
239/435
50/80(1
17/000
374/290
95/000
Ki/OOU
5;8!l5/.il'J
703
704
705
706
dem de vencimenlos ao administra-
dor S e Souia o9"
dem de 60 1|2 alquiles de cal a Fe-
lix Jos da Silva '99
10 dem de vencimentoj ao apontador
l'oixolo 700
dem de 45 1|2 alqueires de cal a Ui- _
bao Francisco neterra 701
11 dem de forragem c fe ramela a M.c __
Callum & C. B
dem de venclmcntos de 1 mez ao en- _^
genhelro i.owiuan
12 dem de 39 alqueires de cal a Rclar-
mino da Silva
.> dem da feria*e 7 12(ao enca-
me uto)
ldom da dita dita (caixa d'agoa)
15 dem de 23,384 tijolos a Leandro Jo-
sCarnelro '"'
dem de 100 barricas de cimento a
Meclllhur Ambov
17 dem de 39 alqueires de cal a Germa-
no Dias 709
18 dem de 14,685 tljolol a Carlos Mar-
lina de Almeida 710
19 dem de adiamntenlo por conta da _
o in pro i tad a 711
dem da loria de II a 19 (caixa d'a- __
goa)
dem da dita dita (encanamento)
ii dem de 194 alqueires de oal a Cos-
me Vieira '"
23 ldom deSduzlas do taboas de louro __
a J. llegino do Miranda
26 dem da loria de 21 a 26 (cucaa-
ment) |{j
dem da dita dita (caixa d'agoa) /I7
u dem do adialilanionto por conta *
riiiprt it.nl.i 'o
29 ldom de 4,000 tijolos a Carlos Mar-
tius de Almeida 'W
dem de forragem a llenrique Forc 720
30 ld>'in de expediente de 100 barricas
de cimento, a alfaudoga 721
dem da ndc.nnsa, ao a Joaqulni Ti-
bui co Perreira
ldom da remessa para Londres
1,000 aoc. dc25I|2
712
713
13
723
100/000
15/730
50/000
12*740
208/370
333/320
11/700
423/790
55/400
374/144
700/000
11/700
234/960
80/000
03/310
554/640
46/660
32/000
931/330
76/52
86/000
73/000
55/520
.'55/000
500/00
9:411/764
S. 11 ii in i total
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A2bdeni de cairelo de arca c tijolos a A.
dos Santo r. Kn
,,,,., dil0 de ladr.lho ao d>lo b/7
3 1,1,... de 144 enxadas a Fouseca i ^
,)Memdc70..q.KresdeealaSalu.-(.7(j
.r. de Quitos a Jos Lias dos ^
dem de 75 ditos branca c nreta a Jo-
-. Kciu do Soma "*
. dem 333,4 ditos a Joaq.um /.canas ^
. SdomTcarrelo de cimento a Anto-
nio dos Sanios Ferr, rn b8d
ido... do 32 alqueires de cal a F.l.p- ^
, l^Waiu dita branca a Jos
Ppllx de ^outa _
dom de 41 1.2 dita dita a Germano ^
S Ide'm do venciinento ao mestre Wil- ^
ld:i.?daSde3.de.naro.5(en.(i88
., dC'da di dito (caixa d'ago.; W
l dem de aluguel do arma, a D.
7L\"omTcarro,o.dearaaA.,ton.O;(2
tW^ I- -nta da
liipreitada para '".* ^ 693
d'agoa ao conlrauesue fN* J
8 dem do vencimenlos ao admiuialia-
dor Mariulio .. ,.
Ido... do 3 arrobas de arc.io e Wl.-
b!as do oleo a Domingos Jos de O- ^
9Wew"de"l23dU0dltt a Francisco
Jos bernardo
38/400
Ib/058
88/000
18/200
10/270
56/880
33/750
14/980
8/320
81/000
41/500
200/000
487/130
63/900
30/000
22/500
51/700
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50/000
40/260
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~3^ir;~i-Ssy
^ .^e = e^ *c o- C
* ~ rt i ^ ~ ,
UIABI lili PEIiyilllCO.
to lie de 3,200 barricas em primeira nulo, e
3,000 em inos de especuladores.
Dita de mandioca0 consumo teni sido extraordinario
para o Ini rior, o por falta de entradas tem-se
vendido .. 6/500 is.a sacca,
Follia de Flandres\ ondoo-soa 33/000 rs. a caixa.
Itap de LisboaFalla.
Velas do soboVondeo-se a 240 rs a libra.
Entraran 3 embarcaedes, o s iliir.io !;i: existem
orto 48, sondo I americana, 31 braalleiras,
no
2 franc i is,
Son ib, se.uio i americana, o urasiifira, uitiit
hospanholas, 5inglezas, 4 portuguesas e3aardas.
.IO' !1H lltl) (!() a'OllO.
Savio mirado no din 10,
Costa d'Africa por Sania Helena, 32 das, barca ingiera
Sloiling, de 368 toneladas, capltSo W. Tatlier, equi-
pagem 10. carga lastro ; ao capitiio.
Aiiii'o." sabidos un mismo rfid.
Barbadas e Flstados 1 nidos ; patacho americano Rmn-na,
eapitao (.liarlos 0. \\ ilHainS ; con a inosnia carga que
irouxe do Satanlia llar.
L)e' larayoes.
o coros dos
j-^l__>a secretaria do < ominando das armas compra-
se o3.*vol. dacollooco svstoinatica das Iris militares,
por Terissimo. *
COMPANHIA DE DEI'F.RIBE.
O director da to.iipanliia do //obiribo convida aos so-
nlioros accionistas liara se roiinirom no di.. 15 do con cu-
lo, pelas 9 horas da manliaa, no escriplorio da cumpa-
nina, ra Aova n. 7. segundo andar, a lim de elegereiu
a nova adininislraco, de touiareiu contas a actual, o de
oxcrcere... as mala attribuicdes quc polo artigo 10 dos
estatutos, cumpotem asso.ublca geral dos accionistas.
Escriplorio da i oinpanhia 6 do malo de 1815.
Jiu Hamos dr Uliifira. 10
COMPA.MIIA ITALIANA.
l l ll v i u ii P III L O-U II A M A T I co.
Extraordinario i inleressanle esvcilaeulo ma guara (tira 14
do corrtnle.
Subir ;i scena a primeira reprosenlaco da bollissiiua
coniposico em duas partos perteiicontcs a opera
iNRMA.
Msica do eximio mestre Vicente frllini.
Primara mrlc.
l. Simphonia a toda a oiohestra.
2." In'.roducco, lie wt colle, por Oroveso
Druidas.
3. Cavatina do Surtita Seanir le vori, de Pollione c r la\ io.
4. Scena, coros, recitativo e proghieraMM dir
de Norma, a acea repreaento a llorcsta sagrada
dos Druidas ; no nioio o carv.ill.o do Irilicnsul, ao
p do qual vc-so a podra di indica, que serve de al-
tar; eolios cu. distancia, ospalhadas do murtas.
>,i/iiiii/ii parle.
I. Scena e coro bollicoso Son part dos guor.oiros
Druidas.
Aria do Oroveso, (iuerrieri a ro ociur e coro dos
ditos. A scena representa um lugar solitario jun-
io ao bosque dos Druidas.
Scena e recitativo, IVoppa-fl/WionprmiMW, de Norma
que precedo o coi o ijmrra, guerra dos Druidas.
Scena O duelo i a ma MM ul fin ta si i do Norma o
Pollione.
5." Scena, recitativo, c duelo, Qwu cortradUU0.0Norma
e Pollione. coro goraf. '
6. Lonflsao de Norma, e grandioso linal Ueh non cokrli
villime, coro geral.
A scena representa 0 templo de Irinonsul, ara de un
lado.
AlU'.l MENT.
Durante a guerra do Romanos contra os Gauleies,
l'ollione Procnsul Itoinano linba conservado secreta-
mente relaeOes amorosas eoiu .Voinm primeira sacerdo
tita das vstaos adoradoras doDeo Irmcnsul; FotUont,
dopois do algiil.s anuos, que as quoslos bolucas o se-
rio eparar-c das Gallias, raiiueceo-se de sua favorita ;
mas, tomando de novo a aquellos lugares, liatn do si -
diwir a Adalgi/a, sacerdolia co.npanhoira de Norma ;
iVormii, sabondo de, Ul infamia, jura vlngar-se do l'ollio-
ne, a oocasiao so Ihe apresonta no 1110111111(0 do ler-so
aui.uiiciado a entrada de mu Romano no templo do li-
dia inesma so
A admiuislracflo do crrelo d.sta cidade, quorondo
remover a suspoita que sobre ossa rrnarUfaO poda re-
cablr a vista do nossa nuelxa de falta de peridico, nos
ncstrou claran.enlo, que essa falta uno poda ser-lh"
altribnida; lica-nos pois aquo.xa do crrelo da cort
e se a fa/einos lio porque, al... do nao recbennos os
ornaos, cuja remessa be a mais regular e exacta, tive-
luos do ...ais carta que nosaecusa remessa de ouiros, e
estos tambeiu nao recebemos; nao podoudo para todos
olios valora desculpa do dous niassos, que Ullicmpre-
gado oi.londoo dovor entregar aos Rodadores do Diario
Voto, porque o sobrescripto duia son.oi.lo doDiario,
por .uanto mais do dous massos dovia.nos roo, ber, alom
de que un. dovia ler o noSSO nomo, c outro sondo do
COStUine traxer sobrescriplo impresso. nao poda dar lu-
gar interpreta,;! daquelle emprogado._____________
Curila, ineatre Jo#Goncalve Simas, tiara cargaepa;
sageiroi, trata-se na ra da Crua n. 26 com Luis Jos,"
de S Araujo. '
."> Para oAracatv ahirii slodia !0dopresente o
bii.le naeioual ATora blinda; queiu ni lie qui*, r carn ar
pode tratar com InioiiloKdiigus Lima, na praca dq
coinmrrcio ou na ra daCadea Vcllia u. I, primriro
andar. '6
3-- l'nii nde-se fre ir um barco de pequeo lo:,- p :-
a Ir .Yo Para ; a quem coirvler este negocio, dlrija-se
casa dos Srs. J. Kelli > C, ra da Crtu n, is. onde so
dir com quem so ir.a i. '
i Vrnde-se a sutnaea Pon Ktajem, de niuib- boa
consiruccao ltimamente ohegada de S. Malheus,
tundeada em Itoote do caes do Colleglo ; a tratar a bor-
do da mesmo sumara.
2= O btipue portugus Cancciro de Mara sol pa-
ra Lisboa Impreleiivelmtot nudia 22 do correrdp. lin*
da rrrebecargo e paiiagelroi: Dala se com o capillo .
na prava, ou com o consignatario Ihomaz e Aquinn
l'onseca na- ra do VigariO n 19. (
Pata Rto da Janeiro ai sabir breve o briguo
nacional Minerva, loirsdoo pregado de cobre o do
superior marcha: quem do mesmo quitar carregar, ou
ir de pasnagem para o que lein multo bous commodoa,
pude enlender-se e 'in o KU oonlgnattrlo Manoel Una -
elodeOllvelra, na ra de Apollo o 18, ou com o ca-
pitn Lull .Martin* da Costa a bordo. 7
2 Para Santa Calbaiins sai mullo bratfl palacho
naeioaal tteramento loriado de cobra e de superior
marcha ; rrceba alguma carga a dele e passagelio :
|uem pretender, poda iiil.lidei-se com Uanoal Igoaclo
deOiiveira, nu ra de Apollan 18, ou com o capi-
llo a burdo. *
(i Para o P.nto o briguc lloii-riaije.m f'irado e
encaviluado aa cobra ede superior marcha : qoem no
maimo quitar carregar, ou ir do pastagem, dirija-so
a Francisco Alie da Cuohi na ra do Vlgario o. II ,
prlmeiro andar, ou o capillo Antonio Perreira Nuoe.
ii p ac doeommorcio. [O
Leilao.
l_Ofonet"r Oliveira triinferi.i, por ralis da
chuva no da 9 o s.'u leilao no mobilll nova inda do
urlo o recente mente deipachada netta aliv-iidega.
onsislind em codeirjs o canapa de Jacaranda t do
oleo bancas de |ogo dilas de molo de sala commo-
las. maruiic/as, e mal oulros trastes de poueo pso ,
como lejo urna mesa de |anlai de mogno, sophi, car-
lelra graoda para esoriptorio, mangas da rldro 6tc.,
para quinta lena 15 do crrante as to horas de ma-
nh.i a lera luttar na incsina casa do Btm. Senador
Manuel de Carvalho, na ra do Amorlm lo
>isos diversos.
CUfrMEritlOa
JVlfandega.
Rendimenlo do dia 10 ........ 2:024/436
Dciearrtga koje 19.
UarcaP<'''9'|0'n-camos de Ierro.
PUAC.A DO RECIFK, 10 DE MAIO DE 1845.
EVISTi lIMttUL. ,
CambiosHouverao transaeces moderadas a 2o 2 d.
por 1/000 i s. ,
AlBodao-Vendeo-se de 4|600a 4/700 rs.a o de primeira
sorto, c de 4/'0U a 4/200 rs. de segunda, sendo
as entradas pequeas.
asnearContina a ser procurado a 1/100 rs. por a so-
bre o forro.
CourosS;io ofl'ereeldos a 130 rs. a libra.
\..ii'nrdrnteVendeo-sc de 38/ a 40/ rs. a pipa.
bacalhoUo teein liavido entradas, e o deposito he de
2,200 barricas, que se est relalhando de
ll/i400 a 12/ rs. a bal rica.
Barrica vasisVcnderSo-se a 800 rs. as abatidas.
reuAbundancia.
(Jarue seccaChegou um pcquenocarrcganicnlo do Huo-
iios-Ayres, com o qual o deposito he de 12.000
arrobas, e as vendas foro regulares de 2/800
a 3/400 rs. a & da do Rio Grande, e de 3/000
a3/200 rs. a de~tuenus-Ayre.
31^980|Faiinha de trigoNao teemhavido entradas, e o deposi-

niinoiadu a entrada de mu Romano ni
....nsul ( delicio do i'norte j era l'ollione....
dispdc acravar o punhal no poito de sen iiiflcl aman-
te.... mas o amor nao eslava anda exilelo no son en-
lacio, a nfclu Norma nao podo ler animo deferir o
poito de son i.ieo.islante amauto, que con. todo arrojo
so Ibe api, sonta ; qt.or priiueiio expi i inioiilar, so podi -
ra extinguir u sou amor por Adalgixa, e salvar-lbe a \i-
da; mas nada consigue.. Pollione liruie em la uso-
luio, pn foro autos a moli, que oidor as lellexues (I,
Aonna, querarrebaiar-lhe o punhal para assassinar-se
porcn ella avila o golpe, chamando por scus ministros,
i- sacerdote, que acodom s suas ordclis : Norma ail-
nuucia um loo.... manda propalar a fogueira..... todos
espcravo que fosse Pollione o destinado a sor sacrihea-
do colera de Irmensul... mas oh 1 sorpresa!. A'orma
se declara a re !!! a infolix Norma contessa a Oroveso o
crimo, que linba co.piMMido, ja como primeira sacer-
dolia, o j como iii.ii de dous liihos de Pollione, que
occuliaiuoiuc so tlnho criado! que horror, c que ma-
gua para Orobeso '''' Sua lillia a pr.ini ira a sustonlai
o decoio do templo, se ooi.fossa criminosa, e criminoso
demoli!: Norma alllicta, e supplicaute, implora o
perdao do sen irado pal... l'm momento lhefolcoi.ee-
dido para despedir-se de l'ollione, o roooinnioiidar-lli,
seus teios lilhinhos...... Pollione arropendido oonhoeo
sen erro, o quei salval-a; iiiasjaloila.de.... um veo
pretor a insignia de uiorte] cobro Norma, que recebe a
benco de O.obeso, c he couduiida a fogueira!..'.....
I'ersonaijens.
Pollione, procouusul romano
as Gallias......
Oroveso, cholo dos Druidas .
Norma, Druidoia, lilha de O-
ovoso .......
Flavio, amigo de l'ollione .
Chele dos guerreiros Druidas
Coros, el Druidas, Jiaidos, Kubagos.
t.oinparcos ) (iiioi reros, e Soldados Gauleies.
A coinpanhia nao tem poupado fadigas, iiem despo-
tas para o ...aior oiiianiento das soonas, o propriod.idi-
lios vestuarios : os coros erlo augmentados, paramis
clleito do espectculo.
A couipanhi.i espora do Ilustre publico, se mos-
trar propicio a recoubecer scus detejo de agrada,
quanlo esta as suas lrcas.
Findar o divcrlinieiilo com o segundo acto da inte-
retaante opera
O Engao eliz.
Director de orchestra, Mr. (rosdidier.
Procos de entrada, como de coatnilia.
As pessoas, que quitercn provor-se
antocipadaiiieiile, uir.jao-se a ra do Rosario, piinicuo
andar, ... 30. O resto dos bilhetes vender-sc-ha no
mesmo dia no thcalro.
Adores.
Carlos Ricco.
I.uigi Guitionl.
Margarlda Lemos.
Giuseppo Gallo ti.
Aulo.no .Maximiano da l
de bilhetes
I Sabbado nonio, 10 do crreme mes, um negio
anhador, que ia junto com outros carregaudo nina
cama de vento, com un. travosseiro, ludosom so. ser-
vido, olainbem una Irouxa, contendo Avaras de hau-
burgo, divididas em quatro, quatro, e algmii.is camisas
e scroulas sumio-sc dos oulros, o de una pessoa, que
os aeompauhava ; o como nao vollou mais a casa d'oildc
sabio, julga-e fuera istoeon. malicia; por SSO roga-SC
as pessoas, a quem laos objectos foreiii ollorecidos, ou
delies tlverem noticia, nobtequlo de o aprehender, a
participar lia ma larga da Rosario n. 52. venda que VOl-
ta para a ra estrella do Rosario, que se Mus agradece-
r. Ad.oiio-so, que tacobjectos perlencein a um pe-
queo pobre, que esi.i bastante Joeule. I
I__o nbaixo assiguado, leudo comprado o ervicoa
do sapaiiiro, pardo escuro, de no..... Simulo, o qual por
escriptura perleucia ao Si. Antonio Marinlio Pac ,.ai ir-
lo, cujoservico lem de lindar em 15 do srtembrn do l^lii,
declara pela presente ao meaiiio Sr. Marlnho, que ello
se ousenlou doseupoder, em 3dncorrete met, o au-
no ; adverle a qualquer pessoa, que o lenha em son po-
der ( nao viudo dcuiiinar por estes dias) de usar do
iiieios que Ihe faculta a lei, e pede a qiialquei pessoa,
que souber, Ihe participe. Domingos da Mea Campos. ,10
CURATIVO nos t.ALIXB.
) O Di. E. I.oon tem a honra de informar ao publi-
co, que Inventou um rlixir, com o qual, o sein ncccsslda-
de ae empregar instrumento algum cortante, extrabe
radicalmente, e era dous iniuuios, os calos mais doloro-
sos, o nulas as nutras excrescencias dos pos.
O molinillo p, lo qual o Dr. I.oon cura os Callos lio ill-
leir.iinenio distincto do qu.inlos so oonhoc ni ueste pais ;
o posto que nao oll'orefa um espeeillco qui exijn legre-
do ueill mystetio, osl.i coito de que as pessoas que o pro-
curaron ti ino a salisfaeo do ver arrancada a causa do
sen tormento, levando o callo na niao.
O Dr. Len pode aprosentar mullos certilicados das
principaes pessoas do Rio de Janeiro como d.i I ahia, o
do vanas pessooi da medicina, o de varias pessoas desln
cidade, que espontam'omcirtc os ollferecro, por lerciu
l'.cado mullo latisfeitosda sua manclra de operar.
O Dr. I.oon mora no bou I Francisco, c dirigir-se-ha
iininodi.il.un, ni, o.is i das pessoas que no mesmo hotel
ndicarem as suas inoradas o a hora eni que pudeill ser
procuradas. ... ..
o Dr. I.oon acha-sr no hotel, do manhaa das as II
horas, e de lardo das3 iis5. (30
:1 M. S. Mawsou, cirurgiiio dentista, ha quatro an-
uos e lucio eslabelcciilo uesto cidade, contina a pre-
lar-so i-Olll desvelo a todas as opera, nos de sua arlo, e
do novo so ollorece ao respeilavcl publico com um lioiu
sol 'lime uto de delitos do ultimo gOSlO : as peSSOOS que
desojan utilisar-sc de so prestuno pddem nrocural-o
em sua residencia na Nova n. 3, segundo and ir.
:t Osabaixo asslgnados, como administradores do
casal do fallecido Domingos Jos<5 Vieira, roglo nos le-
uliui( s credorea do iiieamo, hajao de juslili. ar sua di-
vidas para serrn altendidas no inventario que se os-
la proerdeudo no Juito dos orpbiios lisia ida, le do
Ricife ; o lambcn aos seuhores deredores prcviuem,
,.,,, mu .nal nte sr slrvo de pagai aos inesmos abaixo
asslgnados, on asna ordeni. Manoel Ignacio ,/, Oliva-
ra. Jori /'m/o da Eonieta. i orno procurador da \iu-
Joiio Jote di l.imu- s
:i o abalan assignado fat sciente ao respcitavel pu-
blico que oSr. Antonio Francisco Marlini de Miranda
be o mi. procurador bastante era juizo o fura doli ;
em todos os seus negocios, como conata do nina carta
deordensqiio reineltro a dito Sr. Miranda, o nSo mais o
Sr. ios-' Francisco Marlius de Miranda, como ora era ou-
tro lempo, cuja procuracao revoga com todos os pode-
res aoSr, Anlonio Francisco Martins de Miranda; epara
ctfnstar mandou faxer o presente ajmuucio
Moimil ii.. .Wultii Pinto. [8
va,
Avisus niaiilinios.
I-Para o MaranJiSo est sabir cm poucoi dias o briguo
escuna nacional Lauro, porj ter parto do scucarioga-
nienlo : que... no uiosmo qulter carregar, ou ir do pas-
sage.u, di. ija-se ao eapitao, bordo, ou a Novaos Si C.
ra do Trapiche n. 34. J
1 Pata Macoi parte aleo dia 18 do crlente, a ve-
Icira, e bou. construida barcaca flor do Uecife; quem
Bella quiscr carregar, oj ir d passagem, para o que
lo ni oMollontes commodos, dirija-sc a Manoel Josc Gon-
calvcs Braga, aoarco de Santo Antonio, loja n. 2. J
3=Para o Porto segu viago.n com multa brovidado o
briguo porluguei Ventura tetiz, capiuio Antonio Fran-
cisco doj Santos: quem no niesino qiiiiir carregar OU
ir de passagem para o que ten. muito bous commodos,
dirija-sc a scus consignatario:. Mondes & Oliveira ra
da Crui ii 0, ou ao n fe. ido eapitao. b
3=Parao Aracaty sai no dia J2 do coi rente a sumaca
2-i Joaquim de Oliveira Souta Jnior Dr. eiuphilo-
lophial fas sabor ao respcitavel publico, que de boje em
dame abre em Ma casa no ai trro da Boa-vista n.BS,
curaos de physlea, philosopbia, geographia
de lin-
goa francesa : as pesso ts que desojan m .-, guir qu ilqucr
dess disciplinas, pdeiu dlriglr-sea sua ri-.A ncia, de
manl.ade 0 as II limas, ede larde da das.i
3 lusinao se menino, c meninas, n primeira tet-
iris COSCr, bordar, l'a/.cr lavarinlo, e a l.uor Um, s ,1o
panno, o de ponnas, poi nunos do que en. OUtrapai te,
rom co, c actividad,-: na ..., daSanta Crua, n. 84: na
mesma casa, vc..dc.u-se, o rocoben.-se enco.umo.idas
deboneca, e lloros, de toda a qualldade, ca.....i, fe*-
loes,
ea.
3
osas,' palmas, capillas, para lora, eparaap.a-
Preclsa-sedc um luimem para feilor de sitio; na
ra da Cadea do Recale n. 60. 2
3 Os herdeiros do fallecido Julo de tal Cbupcno ,
para negocio mu, eppareeio na ra da Cruz o. 18, ou
.nnunciem uas moradas, o Snr. Antonio Rodrigues
Novo no Penedo. >*

y


Iroca-se DIDI imagen) di N. S. da ConctieSo. por
preco commodo, a qual csl encarnada do novo o he
do palmo p mel i de vulto, e to muito bem frita ; a tra-
tar na na Direila n. 87; na roesii.a casa se encarna e
coocerta-se toda a qualidade do imagens.
OSr. J, go Antonio Miriin tern urna carta vinda
do MarAnio, oa ra do Trapiche n 31, tesando an-
dar.
O billutc n. 3723 da segunda parte da segunda
nova lotera das obras a favor da inicja do N. S. do I.'
menlo, pertenre ars Srs. Jos Antonio Marlins \
C mpanhfa, dollaranhlo, e os meius ditos da mes-
ma lotera de n<. 161. -"iiil, 304 e 2115, pertenecen o
Sr. Antonio l'ereira do Almcida do Para es qui.es (I
co eni poder dos abaixo assignados. Soraes \ Com
jKin/nu.
A pessoa que annuncinu ter psra vender a bi-
blia sagrada dirija-se au caes da Alfandeiia arma-
sem n. 5.
l'edo-se aoSr. L. C. P. queja basta de azer es-
perar por Immensfdadea de tezea, a pessoa a quem
vine, manda que espere no lugar por vnc. indicfldo .
ao meio diu o como donenhuma ve/ se llie tetilla po
dido lallar ou tmc. Ido nao quer apparecer ; por is-
so so llie roga hoja de dar solacio a esse r. spi ito.
( asa de commercio de compras < venda de aeravot. na
ra de Aguas Verdes n. ii0.
Recebem-seescratos para se teoderem de caromls-
lo, letando-se dous por cento de venda o con-pra ;
assim cono so rece em obj>etni deouro e prata, traste-
jjfe. dando-se a ludo a competente garanta. .
i Precsese de-J:3ll(i./1 s. a premio, de um porteo-
toaomez, da-so por byp llieca urna grande proprio-
dada ; qui-in qolier dar, dirija-se a ra de Aunas Ver-
des venda D. 48, que ah se dir quem precias ou
ani,unci pnra ser procurado 5
10 aballo ssslgnado raz lefente ao publico,
que no da' 8 do torrente Halo, ai 4 horas da tarde .
velo um liomem a oentl, dizendo que morara em Mara Feriaba, traicn-
de um moleque crenlo fulo, de 8 para II annos du
nomo Joaquim para Ih'.i vender; e podindolho o mes-
mo fiador a venda, dlsae-lbe, que ia fallar com nm
Sr. Capillo Meiidonca para cujo llm e s. nao o achas-
l COI casa eolio voltaria a sua para traier os do-
cumentos necessarios para se poder concluir a venda
do dito escravo (cando esto em poder do annuncian-
to por pedido do menino tendedor, a llm do o nlo
levar nutra vez do que o annonclante Ibc passou re
ciboeoiii testemuol>as; e como alea datadesteo mes
mo nao tenha apparecido ; por isso quo o annunclan-
te l,n esto annunclo para so desonerar de qualquer du
vda, que pessa harer. Francisco Cordeiro /la
poso. [te
i Jos Luir Pereira vai azer urna vagcm a Ku-
ropa, ,o
I lli-sc dinheiro a premio em pequeas quantias
sobre penhores do ouro ; na ra do Rangal n. 3. 19
t Odil Colombitirctira-se para a Franca.
I Aluga-se, por preco commodo, urna boa e as-
seiada tasa com commodos sullicieiiles para grande
lamilla na ra Imperial annexa ao itio do nado
Machado; a tratar na iua Dirtila n. 8, pilmeiro an-
dar. s
I Tendo desepparecido em a noule do do corren-
te urna car.a aberta quo ccnriu>ia seis pipas ap-
parrceo unicameiilo o tundo ua dita canoa ; ruga sea
quem liver noticia das pipas que por bundade mande
ducr a luja do litros d paleo do (Jollegio. (6
l Precisa-sede ama ama que saibu eoslnbar e
ongommar para urna casa de pouoa lamilla ; na ra da
Senialla V'elha o. _l. ;:
3Alage-se um sillo no Usngulnho, entre as diius
estradas da Ponto do Ucba, odos Aflllctoa, com grande
i ia de vivenda coebeira e estribarla de pedra a cal,
ptimas bailas pura eapim, o multas artores Irutileraij
por pceo commodo: no Atierro da boa-vista n. 43,
bigundo ai r (
;( Padre Man le Tbeolonl i Pereira da Cosa reli-
ra lo para o Arcibispadoda Babia. (2
'Il'rccisa-sc alugar uro sitio quo tetaba estribara
para doai ou 3 CBtellos e balsa de tai im sullieienle
para os raesmul, em qualquer parlo du estrada real
entre esta pisco o o Soecurro, a casa pequea, mas
bem arranjaua ; quem ti ver anuncie uu dirija-se ao
hotel Francisco, Oasis para as 9 horas da manha. G
3 O aballo assigoado tai publico, que desdo boje
em \antu dnxa de tender em sua venda, sitara tua
ll.rcita o. 3:2, todas as bebidas espiriluosasdc pruduc-
co brasilcira | por conbeccr, que nao pura de ditos
lquidos, nem para paceros direitos do consumo dos
mesmos. Joaquim Correiade Resendt Reg. 16
3 Aluga-se urna casa terrea na ra du Alegra n.
4, com grandes commodos e por preco de l.HOO rs
mensaes ; a*tratar na ra da S. Cruz, venda n, 3. (3
3 iij-se dinheiro a Juros com pcobores de uuro e
Trata nicsrnocmiHquenas.rjuui.lias; na ra da l'iaia
n 22. (3
2 D. Clora Clemonlina Carila de Tirito embarca pa-
ra os portosdo Sul o sea eseaato Augusto.
2 Aluga-se urna casa teirea multo grando na
Dircila em um lugar muito bom para qualquer nego-
cio ou muradla ; a tratar na ra do Crespo leja n
10, da viuva Cunha uimaracs. 4
5 A lijada A masn a na ra Nova n. 7, acaba de
recebar do Franca um rico aortimenlo do las irda ,
desenlies coloridos para bordar assim como chine-
las de talagarca com o desenlio principiado. (4
2 Manad Luiz da Silva vai au Porto.
a Jos Pires da Costa Africano liberto, icliraes
para a Babia. -
2 A Seohora, quo pedio um annel de ouro empres-
tado sabbado, do correrle queira ter a hondada de
o entregar a seu dono na parlara das Cinco Ponas n
63, e nao o fazendo ser o seu nomo publicado neste
Diario. 5
2^ Aluga-se urna mcia-pgoa na travesa do Marisco
n. 38, com quintal e cacimba; a trotar na ra
do ((osario o. 5*2.
S Aluga-se urna escolenle casa na ra do
n. 14, perto do Collegio S. Antonio, aonde so ;
as chaves; a tratar na ra largado Rosario n. '18
felis Francisco (Je Sousa Magall
l5 do correte seja qual fot- a quan-
de liillietes que possa existir por
cao
dia
lia (c Di I lie tCS q
vender, pois que Iteao por conta da
mesa, e roga aos anianles deste jogo que,
allendendo ao justo lim para que he,
concorrdo quanto antes a
o restante dos bilbetes que se
venda nos lugares do cosime.
Jos Francisco fielem, tendo
nos Otarios al:tins annuncios
comprar
acliao,
ido
>a i a a
venda da proptiedade de Sania Anna na
freguezia do
quem a ,
nnnunctante
, declara a
der comprar, que entre elle
c seu actual
l'oco di l'anella
tcle
proprietarid
permanecen), pira com este os onus se-
guintes por escriptnta publica, cm i'avor
lo anntmcianle.
I. Dar o proprietario porto de em-
barque e desembarque no rio Capibaribe,
e lugar para ter um banheiro onde sem-
pre /oi cosluine de o ter.
>..' Dar passagetn livre do dito porto
banheiro por dentro de dita proprieda-
le de Sania Anua para o sitio que o au
nunciante tem defronte della.
" Dar faculdade para pastarem tres
vaccas de leite e suas crias c um boi na
dita propriedade de Santa Anua. Isto du
ranle as vidas do annuneianle c a de sua
filil Marianna Dorollicia.
4." Que nSo citmprindo o proprietario,
seus herdeiros e sucessares as condices
cima sera obligado a pagar aoo.sooo
rs. para a casa dos ix|)ostos e ficar
sempre obligado a contniu.icSo dos tres
nsitos a cima. 38
Un repasse le unge d'liomroe ct de
rcmiiic avec le plus crand soin. Tora
sanguo, quersaia pela bocea quer por o narir ; um
eiemplar indicar como sdete usar deltas; tendem-se
na ra da Cadeia loj< o 15. (5
I Vende-se urna escrata de nac&o Angola de bo
nila figura cosinheira, engnmmadeira, eme para pro-
loa, o he muito hbil para todo ornis sertijode cas;
na ra do Vinario n. 10 6
I Vi'iidcm-se suecas de arrot 1% Varea, ditas do
mflho arlnha de superior qua'idsde ; na barcada
Flor do Recife, tundeada no caes do Collegio defronO'
do caes do Sr. liamos. ,
LEITE l'UHO A 200**, AGARRAFA
1Vende se todos os das M41J*W da inanhaa a
porta da botica nova do Sr Jos Milla Gonfalvcs lla-
mo) na ra dos Quarteis. 4
1Vendem-se 3 escravos doos pretoi pecas, um
de 20 e uufo de 25 annos de idade de bonitas figuras
e pro/tri a detodo o serrico; euma parda de 16 annos,
le boa figura e tem bom corpo para empregsr-se
le Por I as n.
audcssiis du Bar
tem a
echar
114 ,
ier.
2 Perdeo-so urna pulceira do ouro lavrado
forma de urna cadeia com cadeado ; quem a
pode leva-a a tua da Crui no ttecifo n. 2fi, primeiro an-
dar, que receber boas alvicaras. (4
. t Joo Va do oiivnra hanslerlo a sua residencia
para a ra da Crut n. o|. 2
I Acha-se justa a compra da casa da ra das Cin-
co-Ponas n. f>7, com o seu proprietario o Sr. Jos Soa-
resdoSousa; quem so julgar com direilo a mesma ,
declare por esto Diario no piaso de 4 dias. 4
- 0 abaisoassignado participa aos seus devedores,
que Francisco Jos Piolo dcixou da sel seu caiseiru des-
do o da 10 do frrenlo, e para quo ninguem te cha-
me a ignorancia ai o prsenlo annuncio. Domin-
gos Jos de Uliveira Soares. ^5
Compras.
3 Comprao-sopennasdoema ; na ra Dircita n.
D3, segundo andar. (1
2 Compra-so um escrato carpina e um pedroiro ,
para urna eiicoininenda do Rio do Janeiro pogao-se
bem ; na ra do Collegio armascm n. 111. [|
2- Compra se una cssa terrea ou sobrado do um
andar, as ras princlplaes do bairio de S. Antonio :
na ra do Collegio erroasem n. ID. (3
2
ba ci
2 Compra-so ouro sem (cilio em qualquer obra,
mesmo quebrado ; na ra Novan. 16. [
t Compra-so um escravo muc.o trabalhador de
ma-seira ; na ra Direilo, padaiia n b'l. (i
uu .... '.'i.,. rn. o 1 ll' 11 -.ill 11. 1;/. ij
Compra-so urna pota de bunita figura que sai-
usinhar e engommai; no Alieno da lloa-ttojth n. 07.
Vendas.
largb
3
Se o
rhiio
a
, hiles
particularmente aoa
que tiiudou stn rcsi-
Trincheiras para
1. ^Jo da ra
avisa ao puimc i
seus conslitilintes ,
(leticia da roa das
segundo andar do sobrado
larga do (iosario.
LOTEPJA
de N. 8. do IJvrament.
Existindo urna pequea porcao de
billieles, a mesa regedora desta irmau-
dade tem determinado lazer correr as
rodas desta lotera imprelerivelmeiite-no
l ATTBN^AO]
N Vende so a 140 o I to rs. o covado de chita di-
liis finas escuras a -220 rs o covado (hila a l'i re. o
covado madapolao a 150 o 180 rs. a vara, ditos' fi-
nos a 200, Oc-iO is. pannos finos prelos e azues a
-500 rs. o covado de una linda lisia, servindo o pii-
moiro para pannos do pidas e o segundo para tarda-
nenlo de pagem meios chales de cassa do quadros a
06O rs. corles de lanzinha de bonilos padies a 3200
fs. de la covados algodao tranjado arul mesclado a
"iO rs. o covado juarte azul de vara de largura u 260
rs. o covado muito boa lazenda para prelos, lencos de
cussa piulada a 100 rs. algodao liso de mullo boa
qualidade a 100 rs a vara dito anucicano largo a 2-JO
rs. a vara mullo encorpado cisimias do quadros de
born gosto para calcas a 100 rs. o covado caslurc,
ou riscades trancados du quadros a a40 rs. o covado de
muito bom gosto para calcas petas de bulanha de
rolo a 1800 rs. ditas de madapolao a L80U e .400 rs.,
ditos finos a 4f, flaco e 4000 rs.aprca. madrasta fino a
S^o 1)400 a peva, ditas do chitas a 5200, 5 OOoO/rs.
Otcuraa bretanha lina de puro liuho a ("'':0 rs. a va-
ra esgulioda mt-lhor qualidade do verdadeiro lindo
lino a 1.S0O rs. a vara cssa de quadros para buhados
a 3# rs. a peca cortes de Vestidos do seda cam llores a
30# is. o coite mu rica l..enua sarja beapannola
multo encurpada u XlllO e 5U0 is. o covado, cambiaos
lisas mullo linas, do vara e tanto do largura a 000 e
aOOrs avara risoadlnbn trancados a 2u0 rs. o cuta
do: adterliodo aua compradores, que todas estas la-
sendas sao limuae e de muito boas qualiuades alm
de oulias oitilas fasendas por barato preco ; na ra do
Collegio 11. I, luja de Antonio de Azeu-Uo Villarouco e
Irmo. qn
1 No srmasem de Fernando Jo> Itr?guer, ao p
do arco da Concci(,ao ba para vender mullo boa' sarv-a-
parrilha galha tabaco do po da llabia 111 talas de
16 libras e peonas de guaras ludo por preco com-
modo. 15
I CHARUTOS DE REGALA.
Vendem-se superiuns charutus de regalis, em cai
sinhas de 100 cada urna, indos pelo vapor Impera-
ti 1; na la doTrapiclie n 34, segundo andar. 4
1Venue-se rap do Lisboa, muilobom
da Cadeia leja n 15.
I Arcunum anli-fluxo sanguinum.
Estas ululas teem a propriedade de estancaren! o
ra
2
engomrnar o sabe coser e lavar ; na ra da Cadeia de
S. Antonio casa de 3 andares n. 25. 6
Vende-se urna esciata de naci perita engom
madtia cose, e lava multo bem ; 3 ditas para todo o
serrino ; urna dita boa lavadeira por 320 rs. ; urna
parda para lora da provincia, perita engommadeira ;
um escravo oulcial de carpina ; um dito que trabalba
mui bem de pedreiro ; i ditos para todo o serti(o ; um
dito por 200/ rs. proprlo para sitio ; na ra du Aguas
tardes n. 40
Vonde-se um moioho grande de moer caf pro-
P'io para quem tem este eslabelecimento por moer
'kkI.' porcediariamente ; na ra do Queimado lo-
j de ferragns n 10
Vende se una porcao de caibros qussi notos, e
outra de cordas quo serviro de andamies; no patoo
di Carino junto da toja de sapateiro
Vende-se um par de rodas para carretas de en-
genho ou cario de dous bois muito I em fritas e fer-
radas tanto por dentro como por Tora ; urna caita
de vidros do tidracas, com lolhas de 5 palmus de com-
prldo e dous o ijieio de largura por preco commodo ;
airar do Carmo, travessa da Concordia n. 10.
Vende-se um bilharcom todos seus pcitences an-
da novos una cama depoQ'oleo colio 3 mesas
grandes, um tomador urna gamela debanho, urna
cadeira do botar baca para lavar o rosto e um gamao
coii as suas latilas ; na Gamboa do Carmo, sobrado
n.2l
2Vende-se um piano de muito boas tozes bem
conhecido nesla piara por um dos bons 2 reloglus do
prata 4 anmldes um par de brincos um aldorta de
peito, 3 boles do abertura, urna redoma, tudo de
ouro 0 coln res de prata i garlos dou. pares de
livelas ; na ra do Kangel n. 3 piiulciro andar. G
2 Vc,nde-se um moleque de nacau de idade de 17
a 18 anuos, sem vicios muito sodio, coiinha bem o
diario de urna casa ; as Cinco Pomas n. 32. 3
2 Vendem-se cortes de lamnha a 2800 e 4000 rs.,
ditos de dito para meninas a D00 1120 e 400 rs. cor-
tes de dulas de I -orillas padrees e cores Illas e 1700 e
2240 rs. corles de flnissimas cassa-chilas a 3^ rs. ,
pecasde bretanha de roloa 1600 fs. ditas de bretanha
de llnho a 3^00 rs. chitas fioissimas escuras cor de
orna a 21)0 rs. o covavado cortes do cmbrala lisa a
2100 e 3/ is. e outras multas lasendas por preco com
modo ; na ra do Crespo toja n. 8 de Campos &
Maya. |S
2 Vende-se urna escrava crioula de 16 annos de
bonita figura engomma, cose, cosioha e lava de sa-
bio ; duas ditas de nacao de 24 annoa de bonitas fi-
guras cosinho e laiao do sabao, e urna deltas engom-
ma liso 3 iliias do nar;ao propnas para todo o ser-
tifo e ptimas quitandeiras ; u.. mulequo de i.arjo ,
do 18 annos. proprio para todo o servido o se allan-
ta a boa conduela ; na ra das Cruies 11. 41, segundo
andar. y
3 Vende-se queijo londrino a 500 rs. a libra, pre-
sunto a 60 rs. retada a 220 rs. toucinho a 120 e
200 rs. caf a 110 rs. pnmoira surto lanuda do tri
go a 100 rs. cha hisson a 2200 rs. azeitodoee a 480
rs. agrrala, tinho a 200 rs. a garrafa, do superior
qualidauo e lodosos mais gneros peitencentes a ven-
da por prefo commodo ; por bauo da ribeiru da
Uoa-visla venda do canto n. I. 8
3 Vendem-se chicaras brancas a 720 rs. a duzia
cal a 140 rs. manleiga inglea mullo boa a 8S0 rs. ,
farlnha do Maranho a KlOrs. satcas com lerinha de
Mag ; no pateo da >. Cruz venda da esquina da ra
00 Sebo n 70, que tem lainpiao 5
3 Vende-se urna canda decarroira de um s pi ,
de muito boa de carrea o leve de corda carrega 4 a
5 pessoas : no llecifc tanque do prdrae cal. (3
3 Vende-se um toirador com fugao do ferro, de
torrar caf, grande e uioinho, proprio para reOoaeio i
no Coiredur do hispo a. 8.- ^3
J080 Victorino Lalon tem para tender um es-
crata dei!adede 18 annos pouco mais ou menos
oftlclal de pedreiro ; na ra Nova loja do litro n. 34 '
de lli / Deshayts. {4
3 Vende-se um relogio saboncte do ouro a de
patente sulssu muito bom regulador, o que se alian-
va ; na iua Nova luja o. 21. 9
3 Vende-se urna casa do pedra o cal, sita na Ira
tessa do Veas, que laz esquina para a travessa do y u ia-
bo ; e dous terrenos no quintal da rdem terceira do
Carmo ; na ra da S Cruz tenda n. 3. 14
3 Vindem-seos linos srguinles, quasi notos;
breviario romano por 35,000 rs. biblia Sagrada pelo
Padre Antonio l'ereira un lalim e portugus e cum
notas por 00,000 rs. ; quem pu tender anuuncie. ,4
3 \ ndi -m urna crioulinlia do Lumia figura sem
vicios, o qur so allanta, r com alburnos habilidades,
do idade do 12 a 13 anuos; e um sobrffdo do um andar
dous solios em chaos proprios ; na ra do Fono
n 27, por proco commodo ; na tua estrella do llosa-
uo n. 10, tereeiro andar.
3 No armasem de Fernando Jas Dragues, ten-
dern-se callas de cera em velas o mais bem surtidas
possivel por pufo commodo.
3 Vendem-se presuntos para flaaibre, muito novos
e descaes chegodus agora ltimamente a 320 1. a li-
bra ; na tenda da esquina dtfionte do Kusariu por
bailo du sobrado do andares n. 311. ,4
4 Vende-se um Magnum Lexicn em muito bom
estado c por picto commodo ; na ra do Itangel n. 34
CUAKUIUS HEGALIA.
Na ra da Cadeia do Iticile n. 40, ba sempre um
grande e espienaido surtimenlo des.es afamados cha-
rutos tindos recentemente da Babia ; as-im como um
grande sortunento de rmbu do Foito aiadeira, Xeriy,
e ago'ardente de Franca ludo tende-se mais em cun-
ta do que em oulra qualquer paite. 6
4 Vende-se una linda pieta com urna cria de I
niez e com puro e copioso leilo propna para ama ;
o mais duas pretas mocas quitandeiras pertencenies
a urna pessoa queso relila ; na ra da sen/alia V'e-
lha n. 110 primeiro andar.
8 Vende-se superior (arinha de S. Calharina 1
satcas o aos alqeires a bordo do patacho livramen
Xa grande fabrica de licores do Aforro da Boa-
vista n. 20.
15 Acha-se sempre grande soilimento de todas as
qualidades de licores esde o mais lino al o ordina-
rio do 100 rs. a garrafa, ossevera-so que os licores Imi-
13o perleramente aquelles que v. em de Flanea ; tam.
!"in eiiste rande sorlun.rito do Koucbra tanto eni
botijas como em caadas ano'aidenlo do reino o de
Franca dita de aniz espirito de 36 graos charopo
de todas as qualidades para refrescos, dito folio da ver-
dadelra resina de anglco, escolente para toda as pes-
soas que padecem do pello ; na mesma labiica se en-
carrega de qualquer encommenda de champes licores
e agoaardentcs, lento pora a proviocla, como para o-
portacao; as amostras seacbSo sempre francas aos com-
pradores e os presos sao por menos do que em outra
qualquer fabrica. 1)5
3 Vendem-se estribos de metal branco fino muilo
bem (eitos pelo mdico prefo de 5500 rs. ; na ra do
Cabuga lujas de fazendas de Pereira Guedes. 3
4 Vende-se, ou aluga so um sillo na estrada dos
Afilelos, com sofi'ritei casa do pedra e cal, cacimba de
muito boa agoa estribara c com capirn para uu ca-
vado ; a fallar com Joaquim de Olivera e Stusa no
seu sitio da mesma estrada. 5
2 Vende-se jmacommoda grande de Jacaranda, de
columnas, de muito bom gosto oulra de ngico, pf.
quena com muitas gavetinhas propria pura costu-
ra e para senhora urna marqueza do angico tudo
por barato preco por 1er lldo um pequea uso; na ra
llireila loja de marcineiro n. 88. m
15 Vendem-se saccas com lerellos, pelo mdico pra-
co de 3/ e 5000 rs ; na ra da enzaila Veiha n 158 ,3
Vendem se sacras com farinha, com
alqueire da medida velhu, cliegada uestes
das do ltio de Janeiro, milito alva, e
bem torradinha; tambem se vende, a nuii-
lo acreditada c superior farinha de Ma-
g, e Stirttby; na ra do Crespo N 0 a3.
l. andar.
Vende-se Icile sem fabibeacao por
vir trancado lodos os dias as 6 horas
e tneia da manhJa ; na ra do Li
to n. 8.
x Vendem-se corles de lan/inba de
gostos muito modernos a 3oo is. ditos
de cassa-cbilas a 1900 rs ditos de chi-
tas linas de cores fixus a aaoo rs. ditos
a 1600 rs., ditas pardas finas de bom
gosto a 180 rs. ditas cor de onca a aoo
rs., bretanha de rolo limito cucorpada a
1600 rs.., ditas de liuho a Saoers al-
godSo escuro entrancado muito I
proprio para escravos a 240 rs
para meninas e meninos a 200 rs. e ou-
tras fazendas por barato preco,- na roa do
Crespo loja n 1:}, de Jos Francisco
Das. (, ?
ivramen-
argo,
, metas
Escravos Fgidos
1 No dia 10 do corrento fugio o moleque Antonio
crioulo natural doserlo do Serid com os signaos
seguintes de idade de 18 annos alto secco do cor-
po quandoanda bota o corpo para triante, pastos
lanos por ter as peinas compridas, ps meios gran-
des o apalhetados cabeca pequma o redonda, olhos
grandes u vivos, denles bem alvos o lunados; levou
camisa de 1 iscado de listrus calcas de liseadinho anu;
desconfa se que levou chapeo e jaquila de couro pata
melhor disfamar; este escravo foi comprado ao Sr. An-
tonio da Silva usmao quo o rompmu ou recebeo
em pagamento do Sr Manuel Jos da Cunha do mes-
mo serillo ; quem o pegar, leve a seu sentor no Kecile,
na ra da Praia aimasem n. 18, que sera bem recom-
pensado de seu trabalhn. (i/
I Fugio no da 13 deJaneiro urna escrava de no-
e Benedicta de navio Angola, cam os signare se-
guintes : bana, secca do corpo, v(-gKa de um olhpt sup-
pOe-so anda existir urnas cicalrizes pela cusas, quo
quaodo lugio, lio frescas; tem oa denles na IreolMu
lado infarior podres e no superior nao tem ; levou
vestido branco velho e urna tala de garifa a,ul e pan-
no da Costa com listras azues o brancas e um taboleiro
de tpalos; quem a pegar, levo o ra da Concordia n.
i que ser recompensado com 1004" is. r8
2- Fugio no da 5 do crranle urna p.ela do nonio
(ervasia de nacao Calabar estatura regulM cor
prela, gorda, rosto chelo ps grossos ; levou v'esli-
do de clita oscura airouieada panno da Costa u, u I ,
quem a pegar, levo a ra da Assumpcau n. 60. (,
100*000 rs. de gratificacao
No dia 27 de Abril fugio do engonbo S. Braz. de Se-
rinbaem um pardo de nomo Hilario, baito, rosso do
corpo, bem barbado he vesgo de um olbo ; letou cal-
as do ganga azul jaquela tamben de ganga, mas si.-i-
lenta e de hstras ; lia' com sino urna carta que uedio
para o apadrinhar a fim de poder andar livremenle
por toda a parto ; consta que anda aqu pelo Itecifo in-
culcando se fono ; e se lame, que tenha seguido para o
serlao; ropa-so portento a quem o pegar, que o levo
au dito engunho a entregar a seu seohor, ou ne.ta
prava na t.amboa do Carino n. ty a Antonio i.uls do
Amaral e Silva de quem iccebtr lOOOO rs de ira-
tificevao. ..
o-Uesippareceo desde odia 18 do passado Abril des-
te crrente armo o prelo Gabriel, de navio Mocarnbi-
que de idade pouco mais ou menos do 3o anuos o
melhor signal por onde pode ser capturado, be ter s'-
mente na maodiieita t uedos tem as pernss um tin-
to arqueadas pes muito mal feilos e grossos nda do
calvas brancas camita de iiiadapolao jajuela bren-
ca e chapeo de palha ; foi perseguido no dia 5 de.to
mei na edade de Ollnda en. una venda de ga.apa ,
nos Quatro Canlos por um escravo do annuneianle .
e agora a.be-se que anda em Bebiriboconduzodo ma-
dura para o porto do embarque ; roga-so as autorida-
des polic.aes capilaes de campo pessoas do porto
encarregadas do regalo a apprehensao do dito nieto
ass.m com o annuneianle protesta perseguir coni todo'
o rigor da le a quem o t.ver occullo ; quem o pegar ,
leve a ra do Livramenlo sobrado n. 33. ou na pren-
sa de Joaqun Josa Ferreira quo teii generosau.enlo
recompensado. 1(
lo, Tundeado oa praia do Collegio, ou ba tua de Auol-
lim tw I
Ion. 18.
lijPERK. } NA TYP. DE M. F,. DEFAMA 1845.


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