Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05576


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Full Text
Anno de 1845.
Pcxta fcira 9
O DIARIO publica-se todos os das que
no forera de guarda: o proco da astgna-
tura he do 44"rs. por quartelpaaos adanladni.
Os annuoclo dos asslgnautcs sao Inseridos
arasSo de 20 rlspor llnha,40 rt. em typo
diiTercntc, c as repelieses pela meta de.
Os cni*' nao forein asslgnantes pagaoSOrs.
norliulia, 160em lynodUIerente.
PHASES DA LA NO HEZ DE MAIO.
La nova a 6as 7 h. e33 mln. da raanhS.
Crescentea lias II hor. t rain, da man.
I na chela a 21 asi! hor. c 4(i mi", da man.
Miiigoantc,a28as4 hor. c j mln. da man.
partidas nos conivKios.
Goiamia r Paralijba, Segundas e Sextas foi-
rs.
RIO Grande do Norte, chega a 8 e 22, c parte
a 10 e 24.
Caho, Srrinhaoiii, Rio Kormoso, Porto'al-
vo, eMacert, no l.u, II e2l de cada mes.
Garanhnus e fonlto*a 10 e 24.
Roa-i sta e Flores a 1.1 o 28.
Victoria Quintas feiras.
(Milu! i lodos osdias.
de Maio.
Anno XX NT. 102.
-:... --'.- mfn'mn

PUEAMAR DE HOJE.
Prlracira as 5 h. e 42 rain, da manba.
Segunda as S li. e (i mininos da tarde.
DAS DA SEMANA.
j Secunda s. Pi .">." and. do J. de I). da
1 v., c do J. M. da i. v.
C Terca S. JoSo llamaren,,. Rolaran, aud.
d J. de ii da I. v, I T. dos Feil is,
7 Ruarla S. Estanislao, aud. doJ. de l>-
rclte- da 3. vara.
8 Quinta S. II. Ilodio, aud. do Jmz de Di-
reilo da 2. vara.
9 SextaS. Gregorio, aud. do i. feDircfto
dal. vara, e do .luis dos Feitol.
ni Sabbado S. Antouiuo, Bel. aud. do J.
de Direilo da 2. vara.
II Domingo Pase, doEsp. St, S. Auaataclo,
CaMUIO.s i DI.V8DK M '
Cambio solire Londres.....''
a .i l'.lii/. '''1 I ^ POr !:
Lisboa 120 por 100 de preni.
Descont de letras debo i firmas '. p
Ol.M.I- .....' I I "'I '
Mu da de 100 pe. I
. de 8 I0:ln >v. MiMl a 1 i
.. de 4*100 ... I-a I
/',,.!- Pataca J IIR0 a l M
Pesos < olumnares. I;'1' > a : iHKl
Ditos Mesieanos i .'.*<>" a I 978
Moednsde? patac. 11280 a I r200
lecoesda C do BrberlM 50

PABT OFFjglAL.
Governo da Kovincia.
Seuhor. O presidente da provincia de lVriiambiieo
me cnenrregou de ofiercocr a V. M Imperial o mdico,
porlll sincero tributo de suas rcspcilosas cong.atula-
cdCf, por occasio do feliz nascimento de Sua Alteza Im-
perial.
Este fausto aconlceimcnln, i|iie, fazcudo trasbordar
de ubilo o coracao de \ M. Imperial, inunda igualmen-
te in prazer a todos os Brasilciros, nao poda dcixar de
trazer aus ps do tlirono de V. M. Imperial a un l'uiic-
eiouario publico, que, apreciando os bens que os ecos
rom elle nos prnmelteiii, e dedicado todo a pessoa sa-
grada de V.M. Imperial, e a sua Familia senipre augusta.
se aelia ueste momento honrado coi" a alta co.1lia.19a de
V. M. Imperial.
Tendo exprimido, Senhor, os senlimenlos de respeilo
e leaidade do presidente de l'eriiambuco, e niaiiifestado
os do vivo prazer do que se elle possuio ao recebe, essa
tao grata noticia ; peco licenca V. M. Imperial para,
cni noine doiuesiiio, beijar a augusta mo de V. M. Im-
perial, Assignado PiicoNOe deUlinda.
Gomraando dasArmis.
Illin. c Exm. Sr. Em vil lude da aulorisaco coin
que V. Ex., c os Sra^ljiciacs dos cornos de seu coni-
.audo, me lioiiiifiqiara inanifcslaj a S. M. o Impera-
dor, a salisl'acao, de que foro possuidus pela anhelan-
te noticia de haver S. M. A Iinpe atril dado a luz, coi"
feliz suecesso, o Principe herdeiro do Ibrono do brasil,
como V. Ex. me eommunica en; sen ollicio de 4 do cr-
reme mez, diiigi-iiie ao.Af"). ministro 4oImperio, pe-
diiido-lbe houvesse de sojfcila, de S. M. o Imperador, a
dcsignacao do lugar, da, chora, era que poderla cu,
c os litis alucias nomoadoi por \ Ex., poremos nas
nios de S. M, I-, a exprosso dos votos de nossos comi-
tentes : o mcsina Exm, ministro me eoiuniuiiicou, que
S. M. I. havia ordenado, que semelhanles felieitacocs
fossem entregues escripias c assignadas pelos comims-
smnados elle Exm. ministro, para os fater presentes a
S. M. e serom mandadas ollieialmeutc publicar pela
iiiipi.usa. Em cousequcncla, cu llie entregue! pcssoal-
inente o discurso, de cuja copia o capitn Pedro I-ran-
cisco Nolasco Pcreira daCunlia, se encarregou faser
presente a V. Ex. e que ollectiva.ucule foi ii.ipressa lia
parte ollicial do Mcininlil de quarla fe ira 23 de abrid
Aproveilo ata occasio para Iterar a '. Ex. as ex.
pressoes de coiisidcracao, e resi.eito rom que son- Illm.
e Exm. Sr. brigadeiro AntonioCortc*Sidra,coininaudan-
tedas armas da provincia de Pernambuuo. DeV.Ex.
tamalada respeitoso e Oel servo.-- JoiiSaturnino da Cm>
la /'rriiiii.
Rio de Janeiro 2G de abril de 18*).
Si siior : Para cliegar respetosamente aos ps do
excelso nono de \ ossa Magestadc Imperial, o couunan-
daulr das armas ,da proviucia de Periiambuco com os
olliciaes da sua guaiH^lo, nos lecm incumbido de .ex-
primir os seMtimei.tos 4e jubilo de queos euclieo a inul-
to fausta milicia de haver o Todo Poderoso dotado o Bra-
sil com o na-shiirno do Srrenlaslmo Principe Imperial,
que [iin de lirmar a perpeluldadc da augusta d\nasii.i
til \ ossa Magestadc Imperial.
Elles supplico a Vossa Magestadc Imperial se digne
acoiber benignamente sens votos de adhesao, 11 inaba-
lavel Adelidada i Augusta Pessoa de \ ossa Hageatadc
Impelale de sua Imperial Familia, a cuja dele/a lein
dedicada esempred. (liai.uiseus disvellos e vidas
Rio de Janeiro, 10 de abril de IMb.Jo SalitrMM
dn Cala l'a Fratu ieo Sulaico l'ereira da Cunha.
Envi V. m. a este quai tel eneral urna nota dr-
lliouslraliva das salvas (lite a fortaleza sobscucon.u.amlo
tem dado desde o (lia 13 de dezcnibio inclusive, ale JO
de abiif ultimo.coin cspecilicacao nao .. ( osdias ni que
fli.....acias, c o motivo, COIIIOO .alibi e oscaiihi.es. --
Ul-OS guarde a Vil.. (|ua.tel general lia enlacie (l(. I.ecilc
8 de malo de iS-.:>. Antonio Crrela Smra. Sr. Joa-
uuiui Caetauo de Sousa Couetro, inajor comiuatiaaiii
da fortaleza do BrUlll. .
Do mcSIIIO theo li'nao dirigidos ao coinuiandaiite las
fu lalezas do Taniaudarc, llauaraca, c loiles de t.aibu,
e Pao Aniarcllo.
Oucira Vlll. enviar a este quartel genual com a bic-
Vldade possiv.l os aiilhogiaphos das oidcnsdesse coni-
maudo para que en poSSa co.iigir aquellas que por ven-
tura possao le .sidodiladasciiidesainioiiiaasdisposi-
cocs, (ineteiid..... a niaiitci a mais scveradisciplii.au
Cvrrcia Siara. Sr. Scbasliao Lopes Guimaiacs, cora-
iii 111 il uitc da coiunanhia de cavallarla.
Do mesnio Ihcor se dirigi ao coimnaiidaiitc da com-
l.aiihia provisoria de guarda nacional destacada.
Previno a V. ni. que o dia 1." do prximo viudouro
lites de Jniiho inspecionaiei a companhia de cavallaiia
(lo exercilo, sob seu coniniaudo. Dos guarde a \ III.
(tuartel general na cidade do Rccife 8 de raaio de 1845.
-- Jiiiiiiki Concia Siara. Sr. Scbasliao Lopes Guima-
f&ct coiniuaiidante da companhia de cavallarla.
Previno a V. i"., que no dia 20 do correle inspciicio-
uarci a companhia de guarda nacional cui dcslacaineu-
U) sob seu coniiuando. Dos guarde a V. ni. quaile:
-iii. ral na cidade do Reeil'c 8 de malo de 184.>. .1/"-
iiio Concia Siara. Sr. Joaquim de Pontes .Maiinho,
conimandante da conipauliia de guarda nacional des-
tacada _____
i .^l5*.''^-^n-5x.' -AKJ^ayviTHiWiTMin. irinii.
SNTEBIOR.
JllD DK JANEIRO. %
No dia 10 do crrante, o Sr. LomonoSOfT, enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario da Rusta, leve
a honra de apicsentar a S, M. o Imperador, cni noine .
da parte de seu augusto soberano urna esplendida col-
freco de niedallias rustianal de ouro, de piala e de
brome, cjuc reprcscnulo os succCssos mais notareis ua
historia daquelle vasto, e llorescente imperio.
Esle presente verdadeiiament imperial loi aeollmlo
flor S. M. o Imperador, com particular satisfacao.
(J. rfo tom.J
-Pelo paquete Ingles Dotpfcin, entrado hontein fia de
abril, do Rio da Piala, cunsta que Rivera IV.ra complela-
niciite derrotado por L'rquiza, na India Molla, ai, passado. j. ..
' K tutea naval brasileia estacionada no Rio da fa-
la val ser reforcada pela corveta Doat de Jitlho c bi igue
Fapiunri'br, que deven, seguir esta semana.
-\ sessao de honleu. na camal., dos deputados lor-
nou-se uolavel por mu incidente curioso. Para aHcslar
ogrande presli.no da nossa polica, ah vaga por CSSas
ras, daudo-se a laslin.oso espectculo, un bacilar, I
en. leis, de sobrenomc Diulz, quC iiilelizmcntc peideo
o uso da razao. Coiisegiiiudo penetar ate mu dos re-
posleiros do sabio da cmara, pretendeo entrar, guian-
do que quena pedir un beneficio a ella. 1 odeiao-o
fater relirar-se para lora do edificio; mas d ah apouco,
eil-o que sobe para una das galeras, C d ella ai rcines-
sa para o sabio algumas folhas de papel : erao vanos
sonetos. Feilo Islo, ictiiou-se.
-Ojori.alis.no llumineii-se conla boje mais timaran-
ritia.o lale,m.cnjo Kn."appal'eccono dia Udo crreme.
AfnsHahc fiaueamente wlulaterial; mas, apezar d-
principiar por-ip./sl be.n loilgC de ser do Sr. Ual-
no ; parece mais pioducco de uiu a ..,,.
~ SS. MM. ll.pa.tiniolioiite.il (ii de abril) de nia-
diugadaparaa Estrella, d'o.idc voltarafl no dia2 inal,
para asslslir abertura da asseinblca geral ligisla-
l'V- OSr. Bernardo Pcreira de Vasconcellos eorapare-
ceo liontem, pela prinieira vez este anuo, a sessau ,te
senado, e toiiiou parle na dlscussao do projeclo crian-
llo icla.-oes. S. Ex. sabio e deseco a escada i. urna cade,
1,1 ~OKoverno biilannico i.onieou para coiniiiaudan\
em cl.efe das loicas navacs estacionadas no llrasil C no
Rio da rata, o contra almirante Inalelicld, que 19011
sua baudeira a bordo da fragata inglcia lunjle.
Constan asscguinles noiiieajOes :
Os Sis. Antonio Mano, I de .Mello, director do arse-
nal de guerra da corle.
/,'arao de Itapu. uri.-n.i.ini, director dalabiica de
le 10 de \ paueina, coulinuaiido interinamente como
director do arsenal de guerra, em quai.to nao chega
de S. Paulo o Sr. Mello.
Miguel de 1 '.as \ ascoiiccllos, director das obras pu-
'' "l'oidoro da Fonecca Quntlanllha Jordao, directoi
das obras militaiacs.
Vicente Marques Lisboa, vice-duccloi do arsenal de
(Senlintlta ilu lUonarehta).
corpo do exercilo.
ral na ciclado no
. '
-- Dos uuarde a Vil.
de malo de 18
Dos g
Rccife 8
Quartel gene-
|r>. Anlonio
CAROLINA NA SICILIA. (*)
ln saiii/nine [arfas
MV1S.C 1)1 Olllll I.K S. MSICI.O
PK1ME1KA PAUTE.
IX.
FSZKX1BAS BOBBASCAS.
Apenas se apeara, Fabio apr.s, ntoi.-se era casa da rai-
nha, impaciente de saber se apesar ,1a avaneada bo a
Ido i.,ao estado dos se.is hbitos de v.ag..... poda ser
adi.illdo. real piesei.ca. A le.po.U gabii.cle que ja conbecemos, c elle tamben.. Carolina
'^Obe'decco elle, e co.iservou-se inn.ovel na sua cadei-
ra al que lite dirigase.* a palana. Laucava a 'Paa
grandes sombras e my.tedosos rellcxos nos ..malos d.s-
l.otados da sala, c a bulla nica que seouvia era a ,la
c da rainlia. A.raslado por involuntaria c ,,, ass.,..
di, magnelic-a eu.iosidadc procurara Iabiodcscob.il
,. a Pbvsi.,.mmia de Carolina os ^M
lava ao papel. .Mas csse rosto iinpass.vcl ada du.vaca
a..sluz. (taquillo que elle devia occullar. Icrn.iuada a
S. PEDRO DOS1T-.
Rio Grande, 12 de abril de 1845.
No dia 27 do passado (u.aivo) foi denotado na India
Mora o. xeicilo do general Rivera, por lonas argen-
ubs coininandadas por rqulwi parece que a dispcrsao
foi completa, mas que houvc pdpicna uiorlaudade.
Para esta proviucl eiuigiaiao por Sania lbercsa mil
equinhe.itas pravas, e con, eilas o general Medina eos
Coronis lama, Fortnalo Silva, le. i.a.di.io llacz, \ i-
cente; Vinas, Ollabarria, Albicn, lavares, e mullos ou-
caiUi, pois une carta era, a rainha f. ehou-a de una 111a-
ucira particulai, poz-lbc o sbrese.iplo cun sinelc
mnilo pequeo de un auncl que trazia 1,0 dedo, e locotl
at-',Ksl'aproinplo o criado? pcrgiintou ella camaris-
ta, cnlregaiido-lhe a carta.
-- Espera a cavallo as oidcns de \ magestadc.
Parta j. Est heni escura a noitc.
Siui, senhora. "..... .
M, lllor, que nao ser conliccido. Kccoimiicndai-
Ihc camella e silencio.
A camai isla sabio, tendo-sc inclinado.
_ Fstais lalvez pensando, nao be verdade, disse Ca-
rolina dlrlglndo-SC Fabio, que se Hala de una cor.es-
pondeneia suspeila? Assin. parece; mas eis al,, como en-
gauo as apparenclai. Adevinha. aqun, he d.r.g.daa-
quella carta.'
Eu nao ousaria. .
Ora ousai sen.pie; outras colisas misareis vos. .Nao
adeviiihais.'..... Pols bciu! essa carta nijsleriosa be di-
ricida ao re Depois que os Inglezes nos separaran para
iios'desicria.c.n, a elle para Ficu/.za, c ai...... para apaji,
cilios .... os mi tenho de me co.niiiuiiicar com elle ; e
aluda para isso he preciso usar de diplomacia, e ladear-
me de pieeauccs inliiiitas.
tros cheles e olliciaes, leudo entrado lanihem o co:_-
jij das familias que SC COllipde de 182 ca retas, com
mais de cinco lliM pessoas, cf, nlie velhos, inulheres e
Essa pobre gente eslava em Sania Theiesa qnando se
tico o ataque da ludia Morta, e loga que teve noticia da
(llspersiio, inarcliou par o IIOSSO territoiio, onde eulroii
i.o dia 29 ao ineio dia. A's ."> horas da tarde cliecarao os
dispersos, e ao ainai.liecer do (lia :I0 app.11 ceeiao sobre
as buhas as forjas vencedoras. 0 seu commandante ex,
gio logo do leiienli-eoion.'l Vargas, eoiinnauaaiite (la
lionteira, o dcsarmaiaenlo da fiuva emigrada, declaran-
do que se al ao meio-dia nao estivesse desarmada, cu-
traria elle lucsmo 110 ten iloiio brasileo para a d.sir-
niar; e accresceiitando que o armamento Iho dcvla ser
c.lrfgue, porque perli ncia ao governo oriental. Na
mesma occasiiia declarou o eumiiiandante insista ao le-
iieute-coroiiel Vargas que parte da sua forca luilia pe-
netrado no territorio biasilriro, cousa de vn.ie quadras,
para recolher tres canelas de emigrados, mas que ja se
tiiiha retirado. .
O coiniiiaudante da frontclra nao respondeo ao cuele
i'osista, mis passoua desarmar a loica emigrada que se
a. Iiavaae impida enitieribatii,,pial, c leguas aqueiu da
lV011l.il., : oarniainento foidepositadu ni casa de 11111
morador daquelle disliiclo.
0 general Rivera sabio do campo do combate com na
linmeus reunidos, e pastando 110 ai rom de Saiis.e, se-
glo direilo ao CbolliiN, indo nomesmo rumo outros
cheles com dilleienles grupos. Por mu disperso cliega-
(loaiiili se SOUbeque no dia 28 passoii Rivera na picada
daCruz.alni deCebollalj com 400 hoineiis, e com os
coronis 1 lauco, Freir c Galengo.
O coinni.iiid.inle P.rigido Silvcira einbreiihoil-se nas
ierras de Corles com lO boracns, e como be csse o seu
distinto, e te... al" inulta inlliienci.i, he natural que
augmente sua loica.
O coronel Mendoiica, coininaiidanteda escolta do ge-
neral Rivera, rmigioii no dia 30 por Jaguarao COIIICenlO
t lautos lioineus. c consta col" certeza que segi.io Ja-
guaraoaciiiiai lalvez parapassar oulra vez para o Estado
Oriental, eprocuiai reunir.SC ao coronel C.iiaclio, que
se acliava com tuna forca de 400 bomeilS, C que nao ha-
via entrado em combate, por nao estar reunido ao ex-
ercilo. ,
O general Medina e coronel Ollabarria nao eslive.ao
lio ataque, acliava-se cni "olonio, costa de Caslilbos, a
espera de un navio que eslava cariegando gado, all" (Je
seguieni dallipara Montevideo; mas logo que tiverao
noticia da derrota, se juntarn aos dispersos c eiiiigia-
rao, loii.ai.do o general Medina o eouiinando da .on.a.
lim 14 do mesmo.
Moje chegon 11111 hoinein vincbi das iuiniediaeoes da
IVoiiteira, eamanea que l.aviachegada Uin p. opiu. man-
dado pelo general Rivera, dirigido ao general Medina,
que, depois do dcsariiiaincnle., se tinba viudo acampar
poma forca emigrada uo Tal,..... parlicipaudo-lhcque
luvia feilojuncco ,01,1 a torva do coronel > auiaclin. e
qiie se acliava no Pa so das Pedias com 800 liomeiis, islo
no dia 8 do coi rente, e (pie elle general passava a este
lado de Jaguarao pira ter una entrevista com o conde
de Caxias. ..
-Ilm.tem chegon um hiale de Jaguaiao c da a noti-
cia, de que o general Rivera havia_ passado aquelle 1,
com 40 honiens, c eslava 11a provincia.
Caria particular.
Rio Grande, 14 de abril de I8i.').
J al., sabera da denota de Rivera, da qual nao te-
mos aqu dciallies, que nierecao inicua le, sendo lau-
tas as versdes, quautas as cabecas,
Passu pois a relerlr o que occorreo, depois da ac-
(3o da ludia Mora, isto he, quanto a dispeisao.
No dia 20 a tarde, enlrarao pela Ironlei.a do ( liuy
crea de ,200 lioiuens de Rivera, que vinbao perse-
guidos lenazuitiite por lincas de l.rqniza. O general
Medina conimaiidava os fugitivos, C cncoiitianclo na 1 11.1
0 combo) de familias, que Rivcia delxura em Santa
Tin resa, veio acampar com todos quatru legoas aquom
da lionteira. _.
Ao dispontar o da 30, aehava-sc na lionteira a torca
de l ioniza. 0 all acabou a pe seguidlo activa, deten-
do-se o gm-sso da nuca neSSCponto, mas entrando al-
giimas partidas pequeas no-nosso territorio, e passaa-
do espada dous olliciaes rlvcrlsus, que por doculc
liiilian licado em una casa brasileia.
O chele das 10. cas 01 ibislas reclaniou o desannainen-
to dos fugitivos, c consta, que con. audacia, chegando
mesmo a exigir a eutrega de cellos c apuntados indi
viduos.
NO sabemos aqui con, ceiteza 0 rumo, que tomn
Rivera, depois da .iccao ; mas ailiiu.a-se que, leudo
reunida uus 800 bomens, foi io activameulc perse-
guido, UUC em grande dillieuldade escapou paiau nos-
so ti entono, p.is-ando a nado 110 rio Jaguarao.
" F. S. Gbegou boje un. blata do Jaguarao, edizo
meslre,(|tie o general Rivera alravestou all para o uos-
so leu lorio coin una p< quena colla.
Carla particular.)
Pelo vapor roaos m Santos, entrado hauteiii do Rio
Grande, tlvemoi noticias daqui V.. cidade at 14 do cr-
reme.
Estimamos multo poder a......uciar, que nao se con-
nrraa a noticia, que se pspalbuu, ha olas, de ler sido
vinl ido o nossn territorio poi foi. do general rquisa,
o fogilivos da Indi.. Mor. loro p. 1 seguidos ten iiuieo-
te at a nossa fronteirai mas ahi aeabou a persrguicao,
liinilaudo-sc o cliefe das frcas resiataa a reclamar o
desarinatuenlo dos vencidos, recl.un ,..,. que por corto
nao era m ccss.iiia, para qu.- a; ,:iilnnil.i,l. s irasileiia-
cumprlsseui com, o seu ,1 'verde urulracs.
Elleeiuado o desarniaiiicnto em Jcrlbat, vieraoa-
campar os fugitivos em numero, segunda se alttina, do
1,200 bomens, no TailU, onde llcavo na dala daSllti-
tnas noticias, capitaneados pelo general Uediua. As tor-
eas de 1 rquisacoiitervavSo-sr na lionteira, edis-sc que
ste chele convidara as fuillili IS 01 enl IOS, ene Ciulgra-
rao para o Rlu Grande a rogressarom 1 1 1 lado Oriental,
al'li, ,. audo-llns tod.1 II pi'l 1 >. lignina* ,anas do
Rio Grande ., noguriio, qu ulidas de 1 1 quiza liuho
commetlido desacatos uu nosso 1 rlwi 1 mas oslas
nntiiiai dcvcni ser n cebid .s rom rei iva.
Do general Rivera nada se sabe com certeza ; mas
corra, que Unl|a atravossado u .lagnartio no Pasjo das
Pedias, c que eslava no dia 10 do crreme no arreo
Tellm. ., .
De Porto llegre nSotemos dalassen 11 odlaouuo
passado; mas por cartas do Rio Grande consta, queo
ende de Caxias tliilia chi'i ido i capital em principios
do crlente, e que era esperado no Rio Grande ate o
dia 20. (J.d.. to:n.;
Porlu llegre, 18 de mal o
Ja (I, ve le, lido as proclamarocs que nos anuuucio
a parlflcaco da provincia n lalvez que -,liaos arli-
goj 1 niiilii'ioii s que precedern a u\ 1 lo, poli por
aqui nulo se ignora ; c mesmo nao sabemos so lod is os
eUefcs Ibrao uiiaui.....s, e se com ell'eito se vorilieou a
cleposicao das anuas, porque dizio os republicana! que
ssi acto de vilania e baixeza nao nralicavno.'--Admira-
se V. que a IS de Janeiro os rebeldes aIIda "OS llOSti-
lisassem quanto mais se souber qu< una forca atada
becupa toda a nia.geni direil do .laenliv, que uada 11 is
rharqueadas se cobru direiiosL-Ale ,1 flu do mes
le espera o barao, c enlo.alguma causa de mais 1 -
remos.
Trata-Se de festejar com pompa a p niliea,., 1 ,1 1 pro-
vincia, c a tal ponto chega o enlluisiasino do ..agalbacs,
que t ni posto por portas a correr com urna subscripcao
a D. Uypolita c Francisco llarrelo, para as Senliorns ,11-
em um presente ao I. irao. ,
OJoraaldo Commereioe lionlem 20d"abrilJ,ralerindo-
se lis noticias (lo Rio Grande at lodo eorronli ,dizquo
coiist iva alli que o gemial Rivera, depois da ib rrol, du
India Morta, se refugiara no territorio brasiloiro, eom
restos da sua gente ; eque forca* argentinas, que vi-
nbao cni seu alcance, coiiiiiiaul idas por l r,|"iza, 111-
vadirao aquella provincia, oiitramlo por Santa l'lieresa 1
que o bario de Jacuhj, api nas son 11 ra d'essa luvasao,
airavess.in o S. (.oinalo eom a sua columna, e se col-
locra cutre os dous con I ndores : que a conde de Ca-
sias, em mar. lia paca Porto Alegre, retroceder pa a
canq,ai,ha. logo que Uvera noticia d'rssc acontecimen-
lo e que Ihialmcnle a divisoargcnua inda nao II-
nha evacuado a proviucia.
Nlo sallemos que grao ,1c vera, ni 1 I' lliereca udo
isso; mas o que he corto he quo a crvela Itou de Ju-
tho, que devia sabir honleni liara O Rio da Pinta, rece-
ben sabbado, alia noule, oidcui para suslar su., salu-
da, o vapor Todos os Santos, quedeve aqui cbegaresla
semana, hade esclarecer-nos a respeilo. (A.dual.)
- I" "'------------.....
PE L
(*J Vidc Uiuiion." 101.
, ;,,..-,,. r,,iiis sa. Matou um iiibicz: rc|.euu jiui iu"- > ;
-lie Gb,. o ,' ciles forcados renden, a V. nuv do ...lie os seu. grandes olbot azues, con. s.n.slro
ik un, 1................ 1 iliusiasmo. Malou un. lnglez
---- I.C Ult, l, ,U,**W l|- ^ ...---------y-------------------------
Kestade: ftinein a sua ascendencia sobre o re..
Euo sei; mas engao os espios de Ueuiinck. Se
elle ten. a sua polica, cu lenho a iiiinba. Aa i.iinbas cas-
lis ch("o cxaetaincnle a Ficuzza, e coin tilas o espirito
micas Suma, e que alli reina; be ludo quanto que.o.....
imr acora. J vedes que lasemos jogo cerrado co.u os
lucieses, e apezar da sua insolencia, elles eslao longe
de galibar a partida. Eu p. epa.o-ll.es lllil golpe...........
Mas VOS, capiUio, ou ames coioucl, pois que en. breve| Ico.
espero ver-vos a testa do um dos mciis rcgiiiu utos.......
Fabi fez unu profunda reverencia einsigual de reco-
iiliecinienlo. .
Ko 111c dissest. s o que aqu tao larde vos liana.
Vira faz, ra minlta eonliss.io a V. mgcslade; nan
quitara deitar-uio antea de trauquiUlsar a|mluba sjsjna-
cicncia. .
Fallai; mas nao esperis adiar em 1111111 iiidulgcn-
tc confettor.
Estou prou.pU> a si.bjeitar-nic coin absoluta rc-
tionacto loda a penitencia que approuvcr a \ mages-
lade inUlgir-nie.
__ Vejamos, (|ue crime coiniucllesles
Malei um ollicial i.iglez, e deisei oul.o quasi
moilo. 1 .... .,
l'ois losics vos! disse Carolina coi" impeluosi-
dade.
E14 o saberla V. magostado1......
As boas noticias ten. azas. Soube esta maiilia.i a
aventurada Spagnola; o que CU nao pensara, beque
fosseis vos o hroe.
I', laneando-se da cadeira como .1 panllicra que sent
o che,10 dosauguc:
\us inalaslesiiin Ingles! disse com voz csliondo-
sa. Matou um Inelez! repeli por umitas vetes, cravan-
cn-
thusasu.o. Malou um lnglet!
F. logo cstci.deo-lbe a u.ao, mas anepeudcndo.se de
epente, reliou-a;
Nao be bstanle, disse en. meia vos como quem
uin- si fallara.
E rpida approxiiuaudo-se, Rio apeno" foi teniciili
cabeca cutre os bracos, c Ibe dea um Beljo na fronte.
Ganbasles as vossas esporas; cu vos faco eaval-
t. (! R R E 1 O .
COSSKIFONDF.NCU Di CU l'l. I l'lnniM'M.
Ora alii est o vapor! b qu folego loma ro os ra-
pases! Se Vracs. vlsscn n Paula Doudo con, que amia
la do crrelo pora todas as ras que he licito adjacen-
(es, e destas para aquello! ol! iiein Ymcs. l'aseiuideia
do alan con, que (lava as gaillbias n lal asno. lucio
4 alegras, risos, parnbens; anpartico do crralo
pareca um eorlico, so inaiitafcdcs po.lrsseni sera-
Ix Ibas, Em liin lorao-se as carias i um nao aeabou de
ler, oulro mandoti-sc logo luachinai', antro cuchlchou
ao ouviilo do Simos, 'te puehou um boiciubo, > en-
irou por urna porta sabio pela oulra, cvaeui u-scasala,
Ora agom o que levon toda osla genio all com tanta a-
/afaiua.saben V.nis.: mas donde veio cala instes.. ? lio
o ou. \1111 referir-Ibes. Havia corrido a notii la dada por
psssageiroa do vapor, que o Iaiii. presidente eslava
Havia-se Fabio erguido, ao receber esta impetuosa
eaiieia, com o coracao palpitante, e por ins tinelo litera
um minucia,t>> para rotor a rainha, nas ella oscapou-
Ihe coi" a mcsi.ia rapidez i..i sentar-so 1,0 lugar que
havia del\ado. Fabio ilcatt de 1 lia, altouito, cs-
tuprfacto.
__ Agora, continuou Carolina no lom o mais natural
do mundo, conl il-me u.iudaiiii nli 1 vosa 1 aventura.
Fabio conteve a sua enioeo, esatisfci acuriosidade
da lainli 1
__ ibis ou.le lels vos? pcrguntou-lhc ella, qtiando sa
aeabou .1 lian acao
\, r muineii amigo, que lem urnacisa decampo
nos arrebaldi i de Trapanl. De l lugo ueste instante.
lie srgredo o noiue di le ain
_ Sao, senhor.1, alcut de que nao teuho segrcdol
para \. magostado.
Coma se cli una '
Obaro Schiuina, quebo n.eu padiinho.
Piieec-nie que i, ouvl 1 ssc nomo. Nao mora csse
b.uo d',.i.lin 11 lo i,.. M litara?
.iltsi.miciiie.
lie una especie de dolido.
lie mu sabio, srnhora, que c> 1 noslivros, c rui-
nas.
Tein lillios.'
Nenliuin.
Rain lilha?
Rio, senhora. .
A mulhcr hainoca?
Podut ser ininha av.
E (pie lasis ento cni sua casa?
Faco o iiieu Curso d'anliguidadcs.
Bravo! isso COluprouiCtte menos do que eaiauear
eom olliiiacs Ingleses, Mas fallemos seriamente. Tro-
J.


detnittido, c que o son tucccuor ero um tal Jos Pe-
res Compeli, e toda a praiclrada eslava com rozno
como gato com pulgas. Mas quando pelas costas tou-
beroque aluda dista vez.nao ca salva a praia, que
decreto densa rxcellciilissluia Humearn nao liavla
sidoatsiguado, equem uem dcinissoea, ncm nada vi-
nliido que aluicjava a confiara, quiscro lOorre de
dor,
Contri-lhes os lacios, permitiHo-mc agora urnas ob-
iicrvacrtiulias. San iis praiciros bomeiii de pulso
polpa, outto? Vcjo como riles tcem gente cm barda
paru os riiinrcgos. Vio que lia algucui Man desonzo
para presidente, que era a cnpacidade significativa qu
u praia liuha para esse lugar; pola, Sruhorrs, mo brl-
guciuot por liso, qne lentos umita genio onde escolhet
para oilcrreer ao mala rigoroso exame: e aprcstnlrau
o tal Jos Peres,
Ora pois, alii va inais nina lograeo praia: guarde-
ino-nos. dus tiros r lacadas, que ella est com o dente
xio ac.o, c os assassinos eslo all empalados !
Li pela cortecsiaquillo milito millo { tirado ano-
un araode presidente de l'iTuaiubuco o lliais tildo lie
n ida.
8
As poucas noticias que eolhrmos dos jomis, qui
nos einpresi.il.in. ||>m que os uossos, ( os principad)
nao nos chcgiiro a nio, (groen* aos crrelos 1) viudo,
pelo vapor Imperador, deixaiuol-as transcripta* em mi-
no lugar. <> vapor Imperalris, diieni, licuva sabir a l
ilu i 01 rente.
.^rataataBr
Miscellanea.
W**.V.\d\ i
Copiamos da 5eNfinr/foirguiiitr artigo:
<:o.MMi;M()i;.\ci;s.
M l.l.)U'.lil:s lio l'ltiK.I >sn UE JkSL'S CIIRISTO.
Anuo ili 33.
Em 1828, publicou-se mi Parisuina obra intitulada
o Kistoirr des iiistilulioirs de Molar cldu pniplebebreu
, por Mr. Salvador, na qual viuliaum capitulolio
jiilijnmenlo e ctmdrmuaca de jorasonde expunbaqueelle,
considerado como simples cidndo, liuha sido julgad
segnndo ns leis da nocou hebraica. Enlao o muilo aula
i. ido jurisconsulto francs, Mr. Dupln, esereveo un
pequeiio, mas excrllculc opsculo, que imitiilou" Pro
cesso de icsttst brillo >riTiilando roinplcla c rahal-
ni nte a Mi. Salvador, vista da narrativa dos quatro E-
xaugclistas, c d.i legitlaro mosaica c romana, provando
in como lina injusta c Icgalmciite puso e coiidemnado
c rfiie jo seu pioeesso, com boni fiindamciilo, se chama
/'ai.rdo, porgue em verdade .lesos I liristo /ii/ccro (pas-
tos CSS) e lino l'oi /alijada.
Dcste cxceilciiic opsculo, liio autorisado, ossim pe-
la umita jurisprudencia como pilos bous principios do
< liiistiaiiismo que eiirerra, Irasladnrcmos aqni os pon-
to* piiucipaes da dciliollllraco, deixaildo ludo quaillo
se refere a coufulaco que o autor dii a Mr. Salvador, r
algUmas mil is que a cslieitea do i spai u mo coiupoi-
tova.
Espas prui li-a.lai'i".
Quein haver que nao se admire de haver j.i naqnel-
le lempo oahominavcl uiisicr de espas provocadores?
Se boje trinos por infames aos de tal ofllcio, uiais In-
famados ucvcni licor, salicudo-sc que Ionio clles quem
ili.io orlgPUl 80 pioccsso de Jess Clll'iStO.
\ er-sc-ha, pela si guinie anal)se, que usamos do ter-
mo proprio chamandoespas provocadoresaos enlis-
tarlos que os principes dos sacerdotes enviarn aJesus
para ai-uiiientaiciu COIII i lie.
I.i-se .un evailgelllO de S. Lucas, cap. "id, V. 20 : l
'"'" iniius misimu imidialures, i/h ss fisto simularen! m
rnswrml um fu sermn;, el traderenl Ulmn primipaiui tipo
telad'prasidil,Seja tradu/ido esle le.Mo por autor in-.
suspcil.....le repulaeau. (I) u Cuino audavao sempre com
> nllio iiiln-, para ver se o deilavflo n perder, mandil rao
espas paraqiic, lingindo serrn homeiis de bt ui, oopa-
iiliassrm no que dissrsse, aflu de o entregarem jiiris-
dicro e poder do governador, o *'i. de Saej acerrare n-
i.i em urna ola : S'il M ichappait le muimlrc mu con/rt
li i jiaisumei i ti I- gnu rnemenl.
I r tidu i ti 'ii"'in tlr Juila*.
Donde rinaiioii a ordem dr prisao contra Jess? S.
Joao lalla de um oiiciliabiilu que litcnlo os pouiiliccs r
os pli.u isciis. os quaes nao |terteuciao ao corjio judicial
dos Jiideus," AJuutrao-se os pouiiliccs e pharisciis em
conerllio; dliiiio una para os cunos que lasemos mis.'
Kste liomcui obra munos milagro S. Joo, \1T.j K
nrcresociiiavn: Se o dcixamos livre, todos crcro
m I! .. ,'||)i,i.18.) \ inliiiu a diser : e nluguem inais
io nos.l'or isso sallemos que clles tintino iuveja de ver
ir prevaleeciido a moral e a doiitriiin de Jess: porm
quu se resalveo qunulo i su i pessa i .
Mas um dellcs, por nouie Cailc, que era o ponlili-
ce daqin lie auno, disse-llie :Vos i slais n'iiina total ig-
norancia, c ncm consideris que vos euirm i/iiia r\pe-
iHtvobit) que morra um s hoiiiem pelopovo!... V. elle
proplieiisouque lisos derla morrrr pela uaco dos lu-
ileus. ii 'Ibiil.49,50c5I.J
Propbelisar, porm, nao hejulgar. A opInISo pesso.il
e.millidn por Cuifhi, umdelles, mi lie a opirISo de lo-
dos, nao lie nina icsolinau do concrlho. .Niuliniua or-
dem se p.i.......-onti'.i Jess; smente se vio que os pou-
nlicesc os pharisrus llielinho um odio mortal, r que
desde aqiielle da nao ciiidro em inais duque vr como
llied.uiaoa Morle(u nter/lrereit eum. ISid..VI.) S. Al.i-
ilieus, Inllaudo di slc i oncelho, di/ que lora para liala-
imii dos lucios de prender a .li /lis por n.iii ao, e matal-
o. Giiiisiliuiii Icrernnl.ut Jrtum dolo trnirn(r( Occiiii bi m
(Cap.XXVI.J Oa. na liugoa latina, que he sobre ni-
do ]mpi ii-siin.i nos termos de (Ilcito,nunca se euipregou
a pala> ra aeeUere ncm ulerficcre, na arccpvu de condeui-
uar .i mortr, mas uiiicaiiicute para siguiicar o homici-
dio oh nssassiiiio 9
(I, Jlr. Dupiu tras a versao de Sai v, e mis cncoslamo-
nos legitima da lJ. I'ereira,
.2, Como l'oi o de Kslcv.io, que os inesuios pouiili-
ccs inauliao mal.ir pelo povo, sem ser jnlgado.
Ueeidere. Non occides. Deuteroiii. I..S.--C 17. \ e-
wfmHggummKms mm
vos nao dcixar dcscobrir. Couiiiiunicastes
A tiaieao, pela qual se clles Iiavi.lo de apoderar de Je.
sus, l'oi evidentemente o ajusto que os puntillees flei o
com Judas.
.ludas, um dos doxe, l'oi teiconi os priucipacs dos sa-
cerdotes, e disse-llics;Quauto me dais, queeuvol-n
entrrgarel ( ego votrit eum tradam 1 (S. Maib. \\VH
15.) K clles se njuslrao em Ihe darem trlnta moeda de
piala.
Knlo Judas se po fenle de una turba de criados
e Vagabundos, aos quaes liavi.i de mostrar JcsUS, o com
um osuulo eileiiuou a sua traico.
Se por ventura houvoMe urna ordein legal de ]>risao
coma Jesus, seria circulada por um emelliaute modo ?
I'rhdo iiinjal e tumultula. Rtiitteneit com
arriiiirnminlti d'aiinux
Era lie llOUlc' Acabada a cea, Icsus se eiicaiiiinliou
com os srus discpulos liara o monte das Olivciras ; c
prostroll-se a orar COUI inulto fervor ; mas clles adornie-
Ccrao. Jess, i (iniii aeaboii a oraeao, veio aeordal-os, c,
reprrlieiideiido-os com inulta blandura, os avisoo de
que era chegada a hora. Kia, erguei-vos! que rcm
peno aquel le queme lia de trahlr, (S. llalli. XXVI
- M.)
Judas n.'o violi.i s: segiiia-o una alcata aunada,
quasi inda de criados do SUIIIIUO pontfice. Os soldados
lmanos, que viiilnin uaquella turba-multa, erocpino
simples curiosos, c lio em servieo, porque o governa-
dor romano, Pondo Plalos, mi sabia de iciiirlbaute
nrisiio.
Kste liando, e a lacs lloras, lauto pareca Ulna assuada
que os discpulos de Jcsiis se a|ic r, eliinio para repellir
a forea COIII a J'orca.
Maleo, por ventura o mal* inslenle dos apaniguado
ta-tc agora di
isio a alguem/
\. inagrstade he a primia e a uliiuia tessoa .i
quem confio a meu srgredo.
Contal com a miiilia real palavra; elle ser bem
guardado. \ vossa cabera corre grande risco, Icmbroi-
vosdisto. Osluglrtes uo vos daroquai'P I, priucipal-
meiile se soubereiii, cen breve osabero se o uo sa-
ln in j, que >os aqu rindes, e que cu vos estimo*. Loo- jas Ribas d
ge de salvar-\os, pe di i vos-lii.i a minlia nrolCCco lessaiiouli
Aeoulecer-vos-liia, nuil i liaro e.ipilio, meu churo coro-
nel, quero diser, o lueamo que a t
do poiltilicc, l'oi o priiuciro que laucou Hio de Jess c
por lasa Pedro, ein defensa de sen niestre, dcsciiibaiuliou
a espada, e Ihe cortn nina orrllia. li adlanlc passaria a
resistencia, se Jess Mu nao po/esse cobro.
Agora i limpie notar que, tiippotta bouvesse Pedro
li lo isse fe i intento, nao desobedecen a ordem da auio-
ridade competeiile ; oque si ria havido como resistencia
aos mandados da justira, pois que iieiu o prcndao em
flagrante, ncm depois em cata do pontlllce, quando l'oi
condecido c denunciado pelas criadas, e al por um p-
rente do proprio Maleo.
' ."(> a Jess lie que prenderao : c apezar d'cllcliao re-
sistir sua pristi, antes haver prohibido que leus disc-
pulos o defendessem, o amarrro como a un tualfeitoi
(et Hgareruut eum,l. Veame este ignominioso e atroz,
muito mais. porque era cautela esconda para um bo-
uii'in cercado de tantos, armados de espadas e varap.ios.
(Quasi ad latronem exists rmn gladiiietfuilibus. S laicas
\\ll ,V> ) >
Ilegalidades e ttfraeees depois da pristo. Delentao
i'ii tinenta*.
Logo que se apossrao de Jess, partrao. Mas, eill
vez de ii coudii/ireiu iuimcdial.iineulc i pnscina dojuil
competente, levrao-u i casa de Amia/, nuemaisiiio
era ilu que sogro do poiilifice. (S. Joo, XVIII 13
\ -se. pois, que fui sii para lli'o mostrar ; o que l'oi .ic-
io arbitrario, e alm disso mu vexaiuc punivel,
De casa de Ulnas O levaran de taifas seinpre a-
nianado. ( S. Joo, \\ III 84.) Porque aluda era nou-
te, rsperro no pateo; ecomo lltesscmulto fri, ac-
ceiiderao Ulna ligm ira, C se putero todos roda, l-'oi
ento, que Pedro, ebegando-se tainbcui para o Inine,
l'oi coiilii-cilio pelos criados da casa. Ora, aleijiidaic
prohibi todo o acto judicial Cello do iioulc ; fui logo es-
ta una liullidade insanlvel.
Jess preso, inani.it.ido, retido n'iinia casa particu-
lar, em poder dos criados, no ineio d.......pateo, cuino
fui tratado.' Duramos : Kntidanto, os que cstavao
de guardo a Jess, faila esoarueo delle, e o friro. |
tendo-llie tapado os olluii, davao-llie na cara, c pcrgUII-
tavo-llie : Adivinha quem le deo.' k proferio con-
tra elle oiiiras militas injurias c blaphcuilas. I S. Luc
XXII-!-03, 0-1. Gj.) l
Dir-se-ha que todo Uto se passou lora da andlencl >;
pois llilil: enlao esperemos que os do eoneellio se levan-
lein da cania, e vejamos se clles inanleem a inmiiiuda-
ile do preso.
Perguntas capciosas Vllrages feitos mi audiencia
J.i o gallo liuha cantado!.... Todava aluda nao era
maiiliaa clara.
Ds senadores do povo, os principes dos sacerdotes,
doiiloies da le, mandando vil Jess ao seu concr-
lho, Ihe li.erao pcrguiitns.* S. laicas, XXII 00).
I'iiineirainciilc notaiemo, une clles, os do coici llio,
i nao obrarem por odio e vingapea, teriao nao espera-
do que amaulieeesse, mas adiado a causa, por ser aquel-
le o (lia de pasclioa, o inais solemne de lodos para os Ju-
diis, e lamban porque a sua le prohiba todos oa actos
jndiciaesem dia feriado, sob pena de nullidade i .
K todaria Jess val ser |ierguntado
A audiencia he em casa de Caifa-/., d'aquellc mesrao
que no antecedente com cilio se liuha fe i lo aecusador de
Jess: pin tanto, se-O pontfice persiste cni querer ser
jui/, he iucouleslavelineulc siispeito. Anda elle nao ti-
liha visto iiiiii ouvido a Jess, cj. baca dito em con-
ceibo que elle tlevlo mol re .'.. Cuiiviuba que um sii
niorresse pira salvar Indo o povo. (S. Jomo, XVIII
l. Tlela a opini.io de Caifa/: pelo que nao lie de
maravilliar a pareialidade c pe lidia com que vai proce-
der no interrogatorio.
Km ve de lateras perguntas a Jess sobre lacios
positivos c suas (rciinislaneas, e sobre os scus actos
pessoaes, o pontfice perguntou-lhc por lacios grraes,
irlos mus discpulos, que melhor lora chamar para ies-
leiuuiibas, r pela sua (loulrino, couso que se nao pode
julgar emqiianloiio.sr revela por actos externos. (I'vn-
hfix i rija inurrogavlt Jesum de iiseipulis suis, el de doctrina
ejus. .i. Joo, \\ III |0J. Jess respondi com singC-
le/ac digudade: Ku lallei publicaiiicnle a lodos; c
neno Inii.mis occidere. Cic. pro Rselo. 61. Vlrginiain
lili.im sua niatiii occldil Virginius. Cic. 2 de fluib, id7.
Non liomineni occid. Hornt. I. epist. I?. 10. Iiieruiem
occidere. Dvid. i fas!. 1311.
lulrificere. Peras Inlerllcere. laurel. ||>. ,r). .26l|
Inierlecms in ocle, tic, 2. de linib. 103 ( asan's iiiter-
lietoies. Brulus Clceroul. 10. 8. Ion rfcciorcm Urut-
Clli. I le. de el ir. Dial. U.
(3) Vide, sobre estas duas uiillidades, os amores ju-
diis citados por l'rosl de Hojer, T. 2. pog. 805, na
palavra aretMarde,
^r;wjCTi
|n ni tiou-llie nos olbos e na alma um olliar inquisitorial,
une elle nao soiibc ncm evitar uem engaar: rnlregou-
(iiini) nina rriaiira que se agasla.
I'odia ella com nina palavra dissipar as nuvens, que
pi saviio sobre* o coracao do pobre l'abio, mas essa pa-
lavra uo oquis di/.cr; Irinmphou sem generosldade
l. Icm-iia as n.iillicres ciu seinelbante caso.'' Otares de
iriumpho que lomou ao despedir a Pablo, Ihe flxerdo ve
Inda a especie, que elle liava coiumclido
nefasta, em que se baria posto ;i merco da
raiulia pelas suas confidencias, e da uiulber pelo seu
citune.
Valia bem
teinpre entlnel na srnagoga e no templo, onde concor-
fem loos os Judcus i c nao disse nada ciu segredo. (Ibid.
2il). Porque me pcrg'intais n iiiui ? Pcrguntal antes a-
quclles que otivirao oque CU disse, para saberdes o que
en Mies tcnlio dito, fisset sabcn o que cu cnsiuci.
(Ibid. 21).
Tanto que Jess acabou de dizer islo, mu dos olli-
cin-s dejustica que etlavSo presentes, Ihe deo uuia bo-
fetada, dizcudo: Assini lie que tu respondes aopontl-
licc:' ;lbid. 22).
Dir-sc-ba agora que esta ali'rontas lielmpiflavcl aquel-
le (|uc olleudeo o acensado r D'esla vez a aggrcito fo
fela peanle ocouccllio, cni plena audiencia ; e pois
que o pontfice, que era o presidente, nao repielien-
ileo ncm castlgou o tggressor, lomou se cmplice, i
imito inais porque o insulto foi frito sob prcl- Xto di
telar o decora da sua dignidade.
Mas ciu que podio a resposta de Jess ser nfl'cnsiva ?
Se CU lallei mal, disse Jess, da lesleniiiulio d'elle :
mas, se falle! bem, porque me feres / (S. Joo, XVIII
23 )n
Pino havia pois lucio legal de sabir d'aqurltc dilcin-
ui.i. O reo nao piidc ser obrigado a se culpar a si pro
prio. .Icsus era o acensado ; cumpria aos scus aecusa-
dores provar a accUSaclo, Devino convciiccl-o con o
(lepoimeillo de tcslenuiulias ; ecllc mesiiio as reque-
ri, e InvocoU. Vejamos pois que lesleniunlias forao
produ/idas contra elle.
Testemuuluu.fincas perguulas." <> juls irado.
Ktilrelaiito os principes dos sacerdotes, e todo o con-
crlho, buscavao contra Jess algum leslciuiiulio com
que Ihe dsscm amorte (iitrum morli traderenl) j mas
nao o acbavao. (-. Malb. X56.]
^ Porque inuitos, sini dcpunliau falso contra elle ; mas
uo eoucordavao os scus depoimeutos. (Ibid. o )
l-.ni.ii se alcvauti.io uus que depuzeran este falso
lesleintinlio eoiilra Jess : Nos ourimos-llie dizer:
Ku dettrulrei elle templo, que be obra da nio dos lio-
niens, e dentro ciu lies (lias edifican-i mitin, que nao
ser obra das nios d'elles (Ibid. ;"i7, 5S.)
Mas us seus dcpoimeiilus uo cio coherentes.
(Ibid. 5!).).
Tcui-se dito sobre este passo ipic as duas lestcmu-
nhas, ipie S. Matlieiis e S Marcos aecusao de falsidade,
se rele em a mu dito que S Joao declara verdadeiro,
presiipposto o poder que Jess t bristo se atlribuia.
Ksta chamada coutradicrao, porm, entre os Kvan-
gelslas, nao existe,
Km priiuciro lugar, S. Malbeus uo diz que Jess
proferid lacs palacras. Pi cap: XXVI, v. l, refere
elle o depoiuieiito das lestemuulias ; mas declara ijue
lie falso ; c un c.1p. XXVII, v. 40, pe aquellas vozes
na bocea dos que iusultavao a Jess no Calvario, c uo
na d'elle. N'islo lie conformeCOin S. Marcos.
Km segundo lunar, S. Joo, cap. XI, v. l.'l.rcfe-
rindo palacras de Jess, diz : Destru este templo, e
cu o reedificare! em tres das a Mas o Evangelista,
accressenta : Alludiu ao templo d seu corpo.u
PortaiitO, Jess nao disse iiupcialivameiile, ou em
toin de aiucaca, cu destruir! o templo como fal-
tamente depuiciau as icsteiuunlias "mas bjpotlielica-
niciile, dellrui esle templo, -- islo he, se esle tem-
plo l'or destruido, cu o reedificare! em tres das.
A' vista dslo, se concille, pelo menos, pie os Ju-
dcus nao tinao comprclieudiilo a Jess quando tal disse,
purque inaravilliados replicarn : Como assiin Pois
este templo levou 'i anuos a fazer, c lu haviai de reedi-
lieal-o em tres das
Assiin que, nao sendo as lesteniunbas contestes, os
seus depoiiucntus nao podio fazer prora. El non eral
eonveniens testimoHium lllorum. S. Marcos XIV SO).
Koi inlster pois laucar nio de oulro nielo.
Kulo levautoii-se o pontfice- (uo esquejamos que
he senipre o aecusador): Icvanlaiido-sc Caifa/, d'enlie o
conccllio, prrguntOU a JeiUS, dizcudo: Tu nao res-
pondes nada ao que etlct dcpdi m contra ti.' Pnrin Jess
eslava calado,c nada respondi. S. Marcos XIVG). K
realmente, visto que nao se tratara do templo dos Ju-
diis, mas de un templo lgurado, uo li'ilu pelas nios
dos lioiueus, eqtie so exislia na mente de Jess, a ex-
pbc.it.iu eslava no proprio dcpoiuciilo,
D pontfice conliiiuoii dizcudo : n Ku le adjuro por
Dos vivo (adjura te per Ifrum ririnn) que nos dij;as se s
oClirislo lllhodeDeos? (S, Malbeus XXVI 63).
Eli vos adjuro quer dizer -- ru vos tomo jura-
inento Notavcl infrac{o do principio de dlreilo edi
moral, que prohibe se puirliu o reo na alternativa di
perjurar ou de se eoudeninai a si proprio! -- Ko obs-
tante, o pouliliec insisti: Tu s o < bristo li I lio d
Dos? llespondeo-lbc Jess: Tudilisti. (S.'Malbeus
XXVI (M). Kgo sum. f->. Marcos XIV 02).
Kalo o pouliliec ratgou os scus vestidos, di/endo:
blasplicmqu Oin mais lesteniiiulias nos so necessa-
lias.' Due jlllgaltVI? Itespoudcio clles: llcrodc
idbrtr. Reus si monis. (S. Malbeus XXVI lifi).
Affronlat c violencias (citas iki sijnaijaija.
Logo que l'oi proferido este veridiclo sacerdotal con-
tra Jess, coniei.iio de novos ultragrs, c com mais
l'iiior COIIIO se a rava do juiz se tivesse coiimiiinicado
ios espectadores. Knto uus Ihe cuspiro no rosto, i
o frrlroo s puuhadas; e oiilros o esboiclero, dizcudo:
Clirslc, adivinha quem te deo? (S. Matlicus XXVI -
'-", (iSi.
Tari e to abjectas afrontas, to barbaras violencias,
posto que Iburiu eoiiirartiidat pelos fmulos do poulili-
ec, c pelos inais que prendio a 1 bristo, liodcixo
de ser Impulaveil lambem ijuellet que, arrugandn-sr
a auluridadi: de juizes de Jess, deviam d.u-llie toda a
piolccco que a le inandava se dsse aos presos. K so-
bretudo Caifa/, anda quaudo nao foste presidente do
coneclbo, e dobiad.luiente culpado, como dono da casa,
por haver tolerado as injurias c tratos que all lliero
Jess, e que sobicpujio milito a rava que manifesta-
ra eonlra elle (guando o intcrrogoii.
Tais atrocidades so imprrdoarelt, anda quando
li lias a um criminoso j drflnltlvanieutc condemuado
unirte, e entregue ao supplicio; quo execranda uo fi
luyo esta sauba contra Jess, (|uc m ni legal uem judi-
cialmente eslava anda sentenciado segundo o dircilo
publico porque se regia a Judea, veremos no capitulo
seguiite.
Dircito dosjvdeus sob o dominio dos Romanos.
A Judia era um reino conquistado.
un nulo llcrodcs moirc', Augusto eoiilinnou o tes-
BKdtKMtKsiemrsF'f:
se pobre llossnroll
Esta comparaeo rtfriou siugiilarmeiite a l'abio: se Valia bem a pena com ilcito de correr lolonge, (
ella era leii.a gracejando, o gracejo parecia-lhc nido, e se|com tantajiressa no risco de te perder mil rrxet no lun-
era serio, peior aluda. Prudente te caloil com necio de Ido dos precipicios! Mal quem sabe oque desea.' e uo
revelar pelo tcor da sua resposta, ou tmente pelo infle-1 he a etperanfa o mais engaador etpelho? Val, lonco
xao da voz a desagradarel linpressa que hay la recciii-|Ixion, pertiguea la chiinera a luadcoia he umanu-
nn, e por una hora pastada no Olrmpo, voltari por
lo. A' mait dura expeliendo porm eslava reservado.
Ou to elle batir tres paneadinbas, nao .i porta pela qual
entrara, wat cni otitra encuberta, em que noliavia re-
parado. A ranilla inmediatamente tocn a campanilla.
lie elle.' pergiiulou devagarinho ti camarista,
K reccbeiidu em resposta um :.;:...! aliriualivu, dis-
se-ibe alguiuat pola> ras ao ouvido, c a camarista rcli-
rou-se.
Durin era este vislanle privilegiado, to larde c lao I lido. Lu eavallo caberlo de sum estavano pateo. lie
iivstcriosaiueiile rcci bido nos aposentos da lainba.' l'oi iodo tugrlto, pensou elle; e nesse momenlo odiara me-
ta a priiuciro Idcio de rabio, que se trullo logo toma-1 nos os Inglctetdoque o seu rival drscoiihecido. Km vez
todos os tcculot sobre a roda vlngadora da Ctt>ffa*2to-
/< itir.
l-.ibio Icnibraii-fc ruino da grata hotpltolidade que
liria adiado ciu Sao Julio. A flliageill de ll.il'iell.i Un-
appan 11 u mus encantadora c serena sobre as alturas do
monte Krj x
Sabio pois do .q o-1 mu da rainlia consternado c aba-
do de li i ii violento accesso de ciiinie. A presunipro mas-
culina he to i>i uinpta era exaltar-te, que sinceramente
elle se suppuiiha com dircilns sobre Carolina, quando
so elle he que baria al enlo dado motivos a certas ns
pellas. Punco Ihe falln para que se uo porlasse como
l'aviilitu. A rainba era inulber lia loica do termo, e nao
poda deixar de ade vi libar oque ciu labio sepassava;
de pastar eui C itlelvctrauo o resto da uoile, como liava
projcclado, e a prudeucia e ladigo Me acoiisclliavo,
p.n to inimcdialaiiicule para l'oneevino. Tinha elle ne-
i essidade de ai, de luovimeuto, d'cspaco, e procurando
nina diversao nos pericos de una presteza descorreada,
deitou o eavallo toda a brida alraves da planicie deser-
ta c obscura
'feria elle apenas caiuinliado duas ou tres inillias,
quando nina voz forte que bem mostrara ser de Cala-
brez, llie gritn rudeuicnle.
Por Sao Kologaro! v a passo, e passe de largo
Com que dircilo! pcrgiuilou l'abio levando a mac
os eoldres.
aun esle, respundeo-lhc a niesma voz, juntando
horrivcl blasfemia.
I. no mesillO instante um tiro de pistola llic passou pe-
las orelbas. A' rpida luz da e.xpliiso vio elle nina liguia
BMlbiocada ll'lllll capote ciii'Ciilo e com chapeo pontii-
do: nada mais pode ver, que as trevas o havio outra
vez cnvollo anda mais profundas.
D' Parafanli! grilou de luugc outra voz semellian-
le primclra, que lia la.
Nada, Pandlgrana; respondi aprlmelra voz, me-
nos que nada, he um tujcito a quera cu disse duas pala-
cras ao ouvido.
Querra inlnbafaea? islo faz menos bulla a la
maldita pistola vai fazer clioveieui entre mis lodosas
fardas verm Ibas.
Ora Pablo uo julgou u proposito ctperai mala longo
drliberaco, c seguio o aviso dado, pondo-se de largo,
e se nao iiuinii o eavallo a passo, pelo menos niodcrou
seiisvclmenlc a sua marcha. Curioso de saber entre que
gante liava cabido, procurou distinguir, atravs da
ubscuiidadc algiima couso, sem conitiido parar nada
pin coi pode dcscobrir, seno que era vez de uieia du/ia
de iiialfeitorcs, como elle ao principio suppozra, era
nina bando forniidavcl que ovaneava na planicie, com
pendencia, e com certa ordein militar.
Serio salteadores? nao pareca provavcl; por que
CU) pi inieiro lugar eru cni muito grande numero, e de-
pois nao bovino intentado rouba-lo. Knto, quem cio
| clles.' Quiz ver se o adevinhuvo por olgumos phrases sol-
' lamento em que esle redos Jt)deus Tet a divisan dos
seus estados ntreos dous dihos que liuha mas nao
Ibes conceden o titulo de res.
Arclielaii, aqUeuitOCOU a Judea, fo depojto peina
suas Ijrannas, e enlo este reinse linio Syria.
Pelo que, Auguslo maiidou govcriiadorcs particula-
res para a Judea. Tiberio fez o nicsino ; c no tempo de
que fallamos, Plalos era um d'esles goveni.-Idores. (Jo-
tepho, Aut. II. 18cap. 3, 8.)
Alguna coiisulerao-o como governador titular, clia-
manilo-lbe Ineses, o que he ignorar o aecepcao d'esla
nalavra Plalos era um dos magistrados (pie se
ebaniavo prorurulorcs Ccrsaris ; C como frucuralor Ctwsa-
ds eslava subordinado ao governador da Syria, verda-
leirn jnirsf d'esla provincia, daqual aJudaerade-
iicndeucla.
Ao prasrs perlencia o dircilo de eonhecer dos crimes
apiaes. (-1) Ao pracurator tocava principalmente a ar-
recodaeo dos tributos, eo jiilganiento das cousos lis-
oes. (Iiiamlo porm os proruratores Casaris ero mon-
dados para alguinas provincias iiieuorcs, como gorcina-
dores iuterlnot (re prasidis) tlnha enlo airada de cn-
iiliecerdot crimes capitaes. (S)
Kis aqu o que era Pilatos ciu Jerusaleni. (j
Os judcus, posto SO govcriiassem pelas suas leis. e
tivessem o faculdade de usar publicamente do sua reli-
gio, C go/.assciii outros militas regala!, bovino perdi-
do, pelo laclo da conquista, o dircilo de vida e de mor-
le, prerogallva principal da soberana que os Romanos
sempre iuliao cuidado de reservar paro s, ainda que
foste .i cusa de ludo o mais Apud Rumanos, jas valcl
iilailii ; calera Iransinilluntur. Taeit.
Portonto os Judcus naquelle lempo nao liiiho ne-
iiliiim poder judicial, nao podio sentenciar iicui pronun-
ciar, e s sini acensar pe ante o governador. Kste he mu
dos principios invariaveis do dircilo provincial dos Hu-
manos.
Nao o ignoravo os Judcus, porque, aprcseulando-se a
Pilotos, pcdhido-lhe a condemuacoo de Jess, clles mes-
nios declarro que Ibes uo ero permitldo fa/creui-o :
nobis nnn licel inlcrficcre(/iirmi/iinni. (S. Joo XVIII 34.)
Sigamos pois Jess at a presenta de Pilatos.
/Iceuzdfio (cita na presenta de 'tatos.
Todas as nullidades, infraecoes e violencias, que at
aqu temos npoulodo, nada so vista do furor manifes-
tado no presenca dojuiz romano, para Ibe arrancar, eon-
lra a su.i convieco, una trulenja de iiiorle.
i. Logo em amoulieecndo, se ajumarn os principes
dos sacerdotes, COIII os senadores, doutores da lei, e ludo
o conceibo, eamarrando a Jess, o levara e entregarn
Pilotos.
Logo cni omonhecendo, porque tildo o que se Irm
possodo at oqui foi durante a iioute.
Levro pois Jess da casa de Caifa* ao pretorio de
Pilotos.
Kra dcinoulio : c clles uo entrjro no pretorio por
se uo niaiichareiii, e podeicm comer o paschoa. (S. Joo
XVII1-28.)
Xolovel escrpulo este '. e proprio dos pharltCUS Te-
lio nioiichar-se no dia de paschoa, entrando em casa
de um pago, e poucas horas antes de clicgarem porta
do governador, tinhao, contra a suo lei, cotnmcltido o
enorme'delicia de reunir o concelho, e deliberar sobre
nina aecusacoo de moi le.
Como clles nao qucio entrar, Pilatos veio foro, e
pergiiuloii-llies. (S. Joo XV III20 ) Nolcin-se bem as
suas palacras. I- lie uo Ibes disse : Amule est o pre-
so que me trozeis .' como feria te Ihe compeliste dar
mu simples ercqualar ; mas prrguntOU pela oigem do
negocio, como quera tem jurisdceu pleno ; dcste mo-
do:Qual he o crime de que vos acensis esle ho-
meui ? (Ibid.)
llespoiidrao-lhe clles com o sen coslumado orgiilbo :
a Se esle uo fosse mu inallcitor, uo vol-o entregaria-
uios mis. (S. Joo X\ III .'M).) Querio diser nslo que
era caso de blatphcinia, procetso religioso, em qneellet
lo un lliores jui/cs. O Ilouiauo. eseandalisadu de que
pretciidcsseni restringir sua jiirisdicco, e fazel-o ins-
truineulo da vontade dos Judcus, Ibes respondi Irni-
camente : Pois bem ; enlao lomai-o vs-outros, e
julgai-o l segundo a rosta lei. Acpite eum vos, et se-
cundnm Icijem vestram judicate eum. (i, Joo XVIII3l.)
Islo era para clles um verdadeiro chasco, por verem
que o.in podio couilciiiuar iiiugiiem mortc. Tiverao,
pois, de subiiicller se auloidade de Pilatos, e de mo-
tivar peanle elle o aecusaco.
Knto, vendo que mal pnderlo alcaueor do juiz ru-
mano una senlcuca de morle, por motivos religiosos,
que pouco impnrtavao aos Humanos, variarn da aceo ;
j uo era blaspbcmia, era nina aecusaco poltica, mu
crime de estado.
lie aqu que est todo o enredo da Paistlo, c o que mais
altamente prova a maldadc dos calumniadores de Jess
Chrislo.
Como o que sii desejavao era dcital-o a perder, foste
como fosse, ja Ules nao mporlava vngar os supposlos
ultrajes da sua rcligio e deixando-se de ser Judcus,
pora se lingicm amigos do poder romano, es tet'hip-
critas acensan agora o seu concidadao de restaurar o
tlirono de Jerusaleiii, fazer-se re dos Judcus, e rcbellar
o povo contra os dominadores '
Diicamol-os:
K coinec.iro a aceusal-o, dizcudo : .v esle acha-
raos perveriendo o noaso povo, problbindo pagar iribu-
los a Cesar, e dizcudo que era o Ciu sloiti.'i.S.l.ue.XXIII
2 ) Que falsidade I'ois Jess uo quera se pagaste o
tributo, tend) elle respondido aos propros phaiiscus,
em presenca de todo o povo : -- Dal Cesar o que per-
teuce a Cesar .' Mas esta aecusaco l'oi anulosamente fri-
ta para obrlgar Plalos a tornar conbecineiilo della, por-
que, na qualidodc de prucnralor Casnris, Ihe |n ciencia a
arrecadacao dos tributos e lambem porque se tralava
de lima revoluco eonlra a soberana de liorna : Elle
quer-se fazer re.
(4) De crimine, pnesidis cogiiitio cst. Cujac. 10 Oh-
srrv. 13.
(.'i, l'iocuralor lesaris luiigcns vcr-pra'sds, potesl
COgnoscere de causis criuiinalibus. (iodefroi.
(li) Procuratoribua Cttearlt data eti jurisdictfo in
causis lscalibus pecuniarlit, non in criminalibus, usi
eum fungelantur rice pnesldum : ul Poutiut Pilatut
luit prociirator Ca'saris rice praesldit in Syrla. Culac.
10. Observ. i.'t.
psu^svsmssx' i
las que de pataagein a colhrndo, mas slo ero dillieil
visto qiiefallavo muito pouco. e csse misino pouco em
calabrct puro, islo he quatl Iniutclligivel para elle. To-
dava anda estas percebeu:
Falla-nos inulto para ehrgar?
Pouco.
Gomo se chama o lugar da reiinio ?
-- Selina, ou Salino, ou Sili.onic....... pergiiuia Isla
a Spaecafui no, que lie e da liba.
lia noticia t de Franca tripa?
Dcve jiintar-se com uosco.
K a rainba vir !
Proiucltero-iios.
Quera?
Castioii.
Kabio nao pode ouvr mait,
luipelldo pela curiosidade nlguiiV lempo seguio do
largo a banda, sem qne o pretenlissem ; mas pereeben-
do logo que a piiincira era seguido de outra. que mar-
chava com a nicsnia ordein e prrcaiifoes, julgou pru-
dente retirar-te, receloso de ser eolhido entre dous fo-
gos, e Instilado iniiucdalomenle como espino, eltoniou-
o cauiiiboporo llonc vino, ossenlaiido de esclarecer de
dia o misterio da uoile.
Desconliaia elle que a presenca dos Oilabre/es na
visinhaiica de Costclvciiano devia ter algiima relaeo
com os prijectos da rainba ; utas quaes ero csscspio-
jeclos, e porque nao Ihe liava ella aiuda fallado nelles .'
Dicido, que esla reserva o huniilliovo, que ero injurio-
so, pois que elle nenliiima tinha coin ella, e picado cni
seu pundonor disse entre si :
Pois que'ella me oceulta os seussrgrrdos, nio
grado sen en os dcscobi irei.
(Conlinuar-se-haJ.


romo pois a Causa tomn um aspecto perfeitanicnie
imliticu, Plalos reccbco-a. Kntrando pois outra vez no
pretorio, ohamou a Jess, e perjrunlou-lhe: Tu os o
v dos Jndeua? (S. Joao XVIII53.)
Jess parecen admirado la novldade la pregunta,
nuil <1ili'ii-ule las que se Ihehavlfio feito no concelho
dos inutilices, < perguntou priineiro a Plalos : 'I i
fallas por ii, ou forjo outros que i'o disserac- de mlm
Ii,jil.((.) (jomo procurando conhecer os autoras desta
nova aecusaeo, se ran os Romanos ou osJudcus.
Ilcpllcou entao Plalos : Nao sabes que cu nao sou
judeu A lo i naco e os pontfices sao os que le entec-
gro as ininlias unios. Que (Ueste lu ? (Ibid.15.)
Jess, coulieceudo pumo a astucia los scus persegui-
dores, respondeo a Pilatos: O meu reino nao he deste
mundo Si > irieu nio fosse dcste mundo, cerlo queda
nirus ministros havio entregue aos Judcus: mas (repeli) o meu redo mi he
d'aqui. (S. Joao X\ III'Vi)
Esta rrsposta de Jess he de lodo o ponto uolavel, e
tanto que se lomou por fundamento da ana reHglao, e
penhor da sua universidade, porque dcsassombra a t>-
doa os goveruos. K mi tul sodada como asserciio don-
ti ina, sVinio taiubein para jiisliilcacno ^ defensa la aecu-
rao ile se elle querer lase/ rei los Judcus.
I', d:' Hito, si'Jess tivesse ambicionado a realea tem-
poral 1 SO llOUVera feito a menor tentativa para usurpar,
un que quer que fosse, o poder de Cesar, o magistrado
romano o haverta por criminoso de lesa magestade. Mas,
respondendo elle : o meu reino nao lie ueste mundo,
o meu reino mi he d'aqui.... a justillcacao era cabal.
Todava, Plalos insisti, (Hiendo:-- Logo es lu re?
|lespon liulirit quia re.r cijo snm. Ku pira isso uasci, e para isso
vlm ao iniiudo, para dar lesteiiinnlio da verdade. Todo o
que lie da rrrilade ouve a miiilia voz. (S. Joao XYI1I
37.)
Plalos, trndo-lhe dilo, em tom de ailinirarao, r nao
de pergunta : Que cousa he a verdade ? sabio liira c dis-
te aos Judeiis : Ku lio aelio iiciiliuin eriine a este ho-
mem. (S. JoaoXMII.W.)
Temos pois Jess absolvido pela propria bocea do jniz
romano.
ic Mas os aecutadores porliavao cada vet mala, duen-
do (i ||e subleva o novo eom a doutrua que prega
por toda a I mica, desde Galilea, onde comecoii, aic aqui
S.Luc. XVIII-5) .. .
.Nova aecusaeo de sedicioso -Mas Plalos ja nao
fes caso della; antea, como ouvlsse tallar em Galilea,
aproveitoii a occasio para o reinelter a Herodes ( qui-
era letrarchadn Galilea) acudlndn logo aperguutar a Je-
ss se era Glibo ? e di/eiidn-lhe que sim, o expidi.
S. I.uc. XIII(i. 7 Sacy Ibid.)
Herodes, que, segundo li* S. Lucas, bavia milito que
desejava ver a Jess, depuis de satisfacer asna curiosi-
Jade, de llie perguutar umita cousa v, a queJcsiis nao
iiui/responder, vendo que a imputada USarpac.o era
nina eliiniera, o reenviou a Pilatos (7 ), depois de Ihe
mandar vislir una capa branca, como para significar
que tal tentativa era mala digna de riso, que de recelo
un castigo. S. I.uc. XXIII8 e seg. Sacj ibid.;
I'lll'mai instancias peante Ptalos..Imeiiraf fcilts tiojiliz.
---Senlcnca de ioi le.
\cni Pilatos nem Herodes aclrivo por onde enndetn-
n.ir a Jess.
Mas a ralva sacerdotal alio eslava ainda saciada; an-
tes pelo contrario os puntillees, aeoinpanliados de um
grande numero dos scus parciacs, voltro preseuca de
plalos, resolvldosa forcal-o,
D nialladado Plalos, vendo-se apenado, resumio-
llies o que linlia feito uestes termos : Vos apresenlas-
tes-me este hmuein como sublcvador lo povo; mas, rsa-
iiiiiiando-o cu na vossa presenta, nao ibe achel crlme
lIPlillUlil dos que lile imputis. Nem lambein llerndes, a
quem vos remiili : e nada se provou contra elle por que
nunca a moi te. Sollal-o-bri logo, depois de o mandar
castigar. [S. I.uc. XXIII10, ID.]
Pois lieil-o por innocente, e mandis castlgal-i) Era
um vergonhoso acto de l'raquna e do eondesceudeucla
para ver se abrandava a furia dos acusadores.
Eniao Plalos lomou a Jess, e o mandn acollar.
(S. Joo XIX I.)
E jnlgindo que Ibes tinlia apagado aquella sede de
viiigaiica, Ib'o moslrou no lastimoso estado em que esla-
va, disendo :/:(<< nono,(S. Joo XIX5.)
Kol esta a prlmcira das duaa injustas sentencas que
Plalos leo contra. Jess, ronde, por si rem sobre a mes-
illa aecusaeo, se origiiiou o principio de Se nao poder
castigar duas retes o iiictmo crlme..Vea bisinidem,
he proverhio que nos veio dos Romanos.
.i Desde cuino Plalos buscava algum nieio de livrar
a Jess. (S. loao XIX12.)
Pasnial porll da perfidia dos seus aceusadores Se
o linas, nao es amigo de Cesar. Si huuc dimiiiii, nones
mni'cui Cmsart.) Porque lodo o qnc se faz rei be contra o
i esar, (Ibid)
Parece que Poneio Pilatos nao era multo mao lioniem,
porque bastan tea esforcos fes para salvar a Jess; mas
era rmpregado publico, eleve medo ilaquellei clamo-
res, que punlio em duvldaa sua fidelidade ao impera
doi : Poda ser demtllido, entilo cedeo. CnpUbal liberare
Jc'viiwi : tedeum molliseral, rorum cedebata/feclionibut.
\ ollou pois ao sen ti ibuiial (/'ni Iribanalis sedens. { S.
.Malinos \\\ II, e ral proferir segunda seiilcnca .
lias elle hesiloii ainda, duendo :Que queris qu
Inca a Jess ? I'.lles cuino cnnuvro a gritar : ru
ciicai-o: tale, lote, emeifige. Acudi ainda Pililos ;
Pois cu lni de crucllicar ovossorei? dizrndo isio por
ironia, a ver se os apa/.iguava. Mas riles, moslrando-se
aqui iiials Romanos do que Plalos, respondern hip-
critamente :~s uo temos ouiro ri i, si:.o o Cesar.
(S. Joo XIX15.)
K coinecrfio de novo os brados : i.Yun/M/e.' erari-
fige! Ecada ves se tornavflo niais ameacadores: el ie-
leieebanlvoeci corum. fS I.uc. XIII33)
Fiualmeulc Plalos, qnerrndo sallsfa/.er o povo, (eo-
lem populo lalitfaeere) val fallar... Cmimar-ac-ba senteii-
ra ao que vai proferir. ? lem elle o sen espirito tranquil-
la e desassoinbrado, cuino cun,pie a uilljuii que vai dar
nina seulenca de morle ? Que he las novas leslemunhas,
e quaes os documentos e provas que Ibe fixerSo mudar
a conviccao, tilo seguiaiucntc declarada, da innocencia
de Jess ?
Entao Pilatos, v.eudo que nada aproveitava, mas
que cada ves era niaior o tumulto, mandando vir agoa,
lavou as nios vista do povo. dizi'inlo ; Eu son inno-
rentedo saaguc (leste justo : avinde-vos li. ;S. Maib.
XWII21.)
E concedi o que Ibes elles pediao. S Luc.XXIII
44.) E Ib'o cntrrgou para wt crucificado. ( S. Maib.
XXVII36.)
.... Lava as tuas nios, Pilatos, porque CStUO Uncial
de saugiic Innocente Tu eondeuiuaate por temor; mas
lio es un nos culpado do que se uveras eondemliailo
por uialilade. Tudas as geraedes ale us leeui repi lld !
O'jusio padeceo sol poder de Poneio Plalos : paMHs itt
sal, 1'OHliO Pitillo.
Guucluamos.
A causa da sua condeinnacao (diz S. Marc. XV.-2)
eslava escripia ueste titulo : Uei dos Jadeas.
l'.is-aqui pois a verdadeir,a causa da coudemnacao de
JeSUS Aqui esta a prova judicial legal. Jess fui vic-
lima de una aecusaeo policial! e morreo pelo imagina-
rio crlme de querer nsai par o poder de Cesar, iiililis
londo-seRei dos Judcus.
Si Itmw tlimiiii', noaticas CmxvrUl Teriivcis pa-
lavras estas, que luailas veses leein atroado oaouvidos
dos juizi'S imbeceU, lao criminosos cuino Plalos, iinuio-
lamlo por temor umitas victimas que terlao salvado, se
seiilasscm o grito la ciinsciencia.
Por brevldade supprlmlreiuos a narracao las contes-
lac.es que bouve depois da senlenea de Plalos ; da vio-
lencia l'eiaao hoiueni de Cvrcue; as injurias que padi -
eco a vi. lima al ao lugar do sacrificio (8), na prop la
cruz, onde Jess orou ainda por lodos os boniens, c ate
pelos scus algo tes..
Aos puquios pagaos diramos no: Encarecis a
morle de Scrates, e nao vos maravilhais da morle de
Jess Censores doArcopago! como ousarcis vos des-
culpar asjnagoga, e justificar o pretorio ?
Apbilosopbia nao besitou em declarar o que tqdos
eom ella devenios repetir : A vida e morle de Scra-
tes sao de um sabio : A vida c morle de Jesus sin de um
Deas.
... Agora, para complemento e remate,utamos o es-
pirituoso e bello epilogo, que o nosso padre Antonio
Vieira faz de todos os termos c andamento desle famoso
nrocesso. ...
Foi Christo preso as doze da imite, p crucificado as
dote do da. Eque se fea, ou que se nao f/, msias do-
te horas ? Kol levado o enhor a quatro trlbunaes mu
distantes, e a nm driles, duas vetes ajunuirio-sc e li-
zero-se dous conccllios ; prcsentro-sc em duas liarle.
asaecusariies ; tirro-se tres iuquii inies de lestemii-
ulias ; expedio-soa causa incidente, e perdao de barra-
bs ; dcro-sc dous libellos euulra Christo; fizero-se
arraznados por parle do reo, e por parle dos autores
allegio-sc lcis ; dero-se vistas | liouvc replicas c
irrplleas ; foi tres vetea despido, e trc vestido cinco
veteaperguntado eexaminado duas mostrado ao povo;
ferido, e allionlado, tantas vezes eom as nios, tan-
tas coni a canna, cinco mil e tantas eom os acol-
ita; 'prevenlro-se laucas, espadas, lachos, l.in-
lernas, cordas, columna, azorragucs, varas, cajet-
as, Una roiipa branca, outra de purpura, caima.,
espinbos, cruz, cravos, le, vinagre, niyiilia. esponja.
Ululo eom lemas hebraicas, gregas, e latinas, uo es-
cripias, seniio entalladas, como se lllOStrSo boje flll lio-
rna -, ladrdesque acompanhassoin aoSeuhoc; crines lia-
ra os mesmos ladnics, Cvreneo que o ajudasse a levar
a sua : pregou Christo tres veres, nina a Caltas, outra
a Plalos, oulras lillias ile Jeiusaleni. Finalmente, ca-
biiido c levantndole, foi levado ao Calvario, e cruci-
ficado ni lie. K que ludo islo se obrasse em doze horas ?
e que anda dpssas doze boras sobrasseni trez para des-
canco dos. ministros, que foro as ullinas da madruga-
da ?!... Grave caso!
o E como foi possvel,quclodascstascousas,lanlas,iao
diversas, e d' lanas dependencias, se obrasseni, e se
pudesscni obrar, na brevidade de lao pomas limas, (
inaissendo a inetade dellas de noiic ? 'ludo foi possivel,
c ludo se fe/, porque em lodos estes coucelbos, em to-
dos estes trlbunaes, em todas estas resolueoes e exe-
CUcAes, uo enlroii papel, nem tinta. Se ludo isto se
houvera de lser eom as tardanzas, eom as dliacdes.coin
os vagares coin as ceremonias que involve qualqiier pa-
pel, ainda hoja o genero humano uo eslava remido!
ii Squatro palavraa se escrvero na uioric de l.bris-
lo.quc foro as do litlo da cruz; e logo bouve sobre el-
las embargos, requerimeiitus, c alteracoes, c telinas, c
deseonleiitanienlos E se Pilatos lio dissera resoluta-
mente que se lio bavia de eserever mais (quvd s Itrlpti), o caso era de appcllaeao para I esar, que.eslava'
ni Koma, d'alil a quiibenlas leguas ; e di manda bavia,
a meia regia, para nimios anuos.
Alfandega.
3:793/138
IS
RepartlcSo das obras publicas 17 ilp abril de ISi,"i.
cngenlieiiu cm chelo
r,io//m r.
o quedispoc o precitado rcgulaineiilo de II de julho de, que se ai lia no pas, he ser feilor de fabrica deengenb '
aparle do Norte; pretende passar a parle do aul por
llie constar que pagan millioi ordrnados em ratao
de seren as sufi as o dores ; sobe plantar caima de to-
do o modo <|iic o .' al i il riuliiar, ate
de arado, eom as suas proprias mi be er, serever,
contar; est promplo i ju tlliear su i Voudiii la co i
meamos Srs. a quem acal" rilr aljuuiSr.
precisar desti bonieui pora o ni lino en pi o, i reva
para a ra do i oloi U d u inoel 'si-
da Silva Cabial.
L)t\ laragoes.
Olio;
;^l) vapor Imptratril recebe as malas para OS-
do Norte, aiuanba (III) a I hora da lude.
neO arsenal de guerra contrata,para o fornecimento
dos aprendiies menores pfio, cale, cha, assucar blan-
co, nianteiga. rarinha de mandioca, feijo, ano/, ca n
tecca, dita verde, toucinho, bacalho, axello doce, vi-
nagre, cocos secos, e leuha de mangue; apessoaque
se iiuizer eucarregar do Ibrnecltuofiio desics gneros,
remella em carta fechada as Mas nropostas a esta di-
rectora nos lias uteiS at o lia 15 do crrente mez das
D da maiiha as duas da tarde. Arscual de guerra, B de
malo de I845.O impedimento lo escripturarlo, J'>
Itieardo da Silva.
THEATRO PUBLICO.
Joo Tosselli, cunliaudo na benevolencia do bcnem -
lo publico desla capital, c em particular nos scus ami-
gos c protectores, se propdc a dar um beneficio eom um
spcctaculo digno dos amadores da msica c arle dra-
ualica, envidando ludas as sitas folias para aprsenla!'
o scguinie dlvcrilinento :
Depois de una rscolliida overiuia, cantara inlroduc-
c;io da grande peca
A NORMA,
msica de Rcllini, eom os seus competentes coros e loila
a dccoraco anloga.
Seguir-sc-ba a multo appl.uulida comedia em i aelos
paoseKno i. \ ii i.Mi.
Ko IIm do I." acto o beneficiado cantar
.1 Marsi illaisr
c os seus coros cm francs.
heguir-se-ba o 3.'acto da comedia, no nuidaqual o
benenrJado, no carcter le soldado, cantar mu terceto,
eom coros, Intitulado
o galaelio au lentinella
atacada s novo horas da noule.
Penontgeiu
A sentinell.i.
iMajor do lia.
A velba suida.
Director la orchesira, Mr. Orosdldicr.
As nessoas que prelendcrem ler preferencia aos ra-
niaroles os poderaprocurar na luja lo Si. JoaqiiiuiJo-
s l.ody, ra lo lio/ario larga n. 35, al dulllingl
cor re i ilc.
N. II. O da ser annunciado pelo jornal.
II do
Am'sos marilinios.
Kcnilimcnlo do lia 8
Uesearregai'i buje 0.
BatrcaiVaearrebreu e boiachinhas.
Iti iguc Laura--lucrcadorias.
lia reaPenuigpham dem.
RIO DE JANEIRO.
CtHSIOS KO WA 88 Di: tSniL.
I'rems da ultima hora da pruea.
Cambios sobre Londres........24 5|S
Paria.......... 380
) llaniburgo....... 707
,|/flnc. DourOes hespauboes...... 32finua:2#(>nfl
da patria....... 3250a33300
Pesos hespanhocs....... 3#00ll aiyllTO
da patria......... 2/umi
Pecas de (i/100, velhas.....IS/.HII) a HOOO
Prala.............lOOIialIO
Apolirtt df por eento.........77 114a78
provinciacs..........74 a 75
(J. do Coiiimerrio )
Mo: IIK'UlO (1() SOllO.
Moviiiitradu no rfi'n/
Mar Pacifico; leudo sabido (le Nanlwckell, ha tiucseaj
1 =Para o Pin lo segu viageni COIII iiiuil i brevidad
briguc portugus Kenlura relis, capluto Autoulo Fran-
cisco do.t Sanios: quem no uiesmo qnizer earregar OU
ir de passageill para o que lem inulto bnns COIIllUOdos,
dirija-sc a seus consignatarios Meniles te Dliveira ra
da Cruz u 0, ou ao rele ido .apilan, (i
=Para o Havre sai iiuprelerivclnieule no lia 20 do
rorrete o briguc Armortqut: quemqulicr irdepaisa-
gem para que lem exeellenles coiuniodos, dirija-se aos
teusconsignalai ios Didier Colombicr Si C.
ImParu o Aracaly sai no lia 12 do crlenle a sumaca
Crtala, ineslre Jos'Giuicalvcs Simas, para carga epas-
sageiros, (rata-se na ra da Cruz n. 2li eom l.uiz Jos-
de .Vi Aiaujo. ,'
7 Para o Rio de Janeiro esl sabir o patacho bra-
sileiro S. Jas Americano, eapito Jos Antonio Malo/i-
nbos : para carga, passageiros, C esclavos, trala-se COlll
Qaudino Agosliuho de Barros, praclnha do Corpo Santo
n. bli. *
7 Para o Rio de Janeiro sbila a sumaca brasileira
Amizade, capilu Manuel Antonio de Souza Guerra: pa-
ra carga, passageiros, e esclavos fele Irala-se eom
(andino Agosliuho de barros, praciulia do Corpo Sanio
n. li. >
M .: Para o Aracaly sbila al o di.i 2(1 do presente o
uiate nacional JVora uUnda; quem nellc qnizer earregar
pode tratar eom Aulouio Rodiigues I.iuia; na praca do
cominrrcio ou na ra duCadeia Vclha n. 1, prlmriro
andar. b
1 --Prelemle-sc frelar mu barco de pequeo lote pa-
ra ir ao Para ; a quem con\ ier esle negocio, dirija-sc i
casa dos Srs. .1. Ucller kC rua la Cruz II. IS, onde se
(lira coin quem se Hala
peixe- aoeapilao. 1< ncaiHbado ae cobre e iln supenor umn lia : qui m no
.Vnri'iw entrados no dia 8. ^--^inesnio quiter 'rr.'nar ou ir de passagem dirjase
Rio de Janeiro, Babia e Macelo; 9das, vapor brasileM a Francisco Alvei dallunl.- na rua do VUario n. II ,
bil
(7)__dudar de Herodes para Plalos licou cm prove
fK) Etpereuulibus ludribio. Tacil. Au. XV44.
ro linperalri;, de i7 toneladas, coiiiniauil.ini
plbio lente Jesuluo l.amego Cosa, equipagciu 30,
a loaqiiiui tfaptlsta Horeira
Bahia ; 13 das, paladn sardo Irid, de 8-1 mnel.id.is, ca-
pitn I acorn Gaggino, equlpagem 9, carga carne aco-
ca; ao capilo.
Edita es.
Antonio Jos Pereira, jui: municipal siipplenle da I "vara,
por S. M. o Imperador, a quem Itcos guarde, etc.
Eiucumprinienlo doail.51 doregnlanu'iito u. 120 d)
:ll de Janeiro de 1S, faco saber, que os ollicioes dojus
lica do termo desla cidade, que scrveni peante os juizes
de direito rio crlme, jultes iniiuicipacs, chefes le polica,
c delegados, deveni comparecer eom os scus ttulos, no
pa/. > le olla dias, contados da data desle, na casa de
niiiiba residencia, para que se lome coiiliecilnenlo da le-
galidad!' ou lllegalidadc coin que servrm; c mcsnio pa-
ra se conhecer o s,u numero, o seren alistados, cuino
conviu .i boa ordcni do servido ; pena de desobediencia
e suspciico. Itccife, 8 de malo le 1845, E eu, l.uiz
Praui iseo Concia de rito, escrlvo, o cscrevl. ,
Antonio Jos Pereira.
prime I ro andar, ou ao espillo Antonio Ferreira Naoes,
na p ca do comnWcio. (6
Lela.;.
BIES
t) i s.i-ii lario faz serio aos Srs. socios une boje pe-
las'; horas da noule se deve reunir a sociedade, e ter
tugara posarda una coinmissao admiuistrativa.
Seguio hoiileni,5do eurrenli p lo vaporbaihanna,
a repii seni o an dos ariist u, c mis Peruambucaiios
desvalidos para o Itio de Janeiro, a i aprrsentada a S.
M. I.; rsgotamos i este ultimo recurso dedhreitode
pi tii ao, e lie de esper ir que S. M. -i I., d nido .lipidias
providencias que ,1.11110 circulo de s-ns poderes, en-
vie ,1 pellco a asscmbh'a g 1^! para rata provera
respiiio de medidas que esta em sua allrlbuicao, el,,-
ra dos poderes do exeeullvo Vejuuof agora deque 111a-
nrira ae porlo os 110SS04 depuiados til respeito, e a-
ind.i que reootihec unos qu 1 .....Ira nao he bstanle
azada, coin ludo llcarcnios di oh< 1, 1 io.
,' : 0 : 1 Vil, rao.
I-i) abalxoassignado faz tlenle ao respeilavel pu-
blico que o Sr. Anlonio l'r.inilco Mai luis de Miranda
be o sen procurador h.islante em itito e lora delle ;
em todos os seus 11 id ionio consta de lima carta
de od. ns que ivinetti o .1 ibl i Sr, Miranda, c nao mais o
Sr. JosO Franeisi o llarl ns le Miranda, como era em ou-
tro lempo, cuja proi ira ior voga com lodos os pode-
res .10 Sr. Anlonio Francisco UarlilH de Mu anda; v para
constar iiiaudou l'azci o pn lente iiiiiuncio
.I/a. >'l da Molla Pinto. 8
I Prceisa-sc de um eaxeiro.para venda deidadede
14 all anuos, eque lenlia alguma protica, c de fiador .1
sua conduela : na rua da C i\^-^t 1 11. -. :;
.=1) abaixo assigu ulu segunda \ t declara aoi
dores ile sen casal q'.u i: csl.i proi ndo iuvciilalio
dos bens perteneeiilcs au lilo casal, irequcrinieiiioile
sua iniilhcr Franci ica 1 leulo de llbu |ti rque
Wauderley, por calar divorciada lo aiiiitincl.ini por
tenlenea do juizo eeclciiaslleo; 1 1 10 c\ lem credoies
do dito casal, o auuiiuciaiile por e .1 avisa aos
no sillos credoies que anda lio jllalilli ro as yias ,h-
ridas, liajo de tratar quanlu anti ii justificar as
tuas dividas pelo juizo da pi iineira vara do eivel, escri-
viio Magallules, 011 usar dii direito que Ibes compete;
porque dcveni saber, que nos Inven lirios nao pu-
rSo heus para pagaiiieulo di dividas seuo sendo justi-
ficadas, c o aiinunelante doitodias contados da publi-
caco desle annuncio, e quando os eredores dcsprezi 111
esie -a gundo aiinuui i", o auuiiiiciaiilc usai 1 ii. 1 dirig-
ios que Ibe couipi lireiu para poder realisai quauto autt's
o sen luveutarlo. Jouqnitn Antonio drS. Vanliago l.<
- perdeo se i\.\ rua do Rosariu larga al.....1 No-
va, ao peda rasa do Sr, IJuprai, urna carletra cu ia-
da,*eom urna cdula de 30IMO00 ra verde, e una let-
ra j i vencida, do Sr. Como V ianua & l'ilbo, da quan-
lia de 135^330 11 is. e um certilieadu de canil:,, .
inais diversos papis, 08 quaes clan dentro d 1 d : 1
cancha: quem .1 live ai liado, qiirreudo restituir, pn-
der cval-a em casa dos Srs. Bull i' havanc, na rua
larga do Rosario, no deposito de vender pao, n. 33, que
se Ibe ilara 0 adiado un genernsid ule, e se Ibe li ara
suniinaiiieiite grito.
:i Joaquim Perda da Costa Larangcira faz -11 ule
I Indos os seus devi dure-.que eslo a di el lano a rile,
como Manocl Jos Cabial, seil socio que ful. qui1 no
apartamriito da sociedade que liverao, ihe lica pe;, n-
cendo ineade di q lian lia que cada mu esl devendo ;
epaia constar a todosfa o preseule annuncio. i,
! o abaixo a dgnado las si ii ule .1 lodos os eredores
de Manoel Jos- Gabral, e Joaquim Per. ira da Coila
l.arangeia, sncio- que fu rao cm duas rendas, que a di-
la sociedade explrou no II1 do presente mes, uas li
quid.nes de Bas COIItas que tiveillo al aqu He da,
cando obligado a pagar lod is a dividas aos eredores
la di 1 a sociedade o dito.Manocl losCabral;e para cons-
tar a Indos os credo 11 -, faJ a presente .un un o lo.
Joaquim Pereira da Coila Lnrangcii 1. '
3 Ensluao se meninos, e meninas, as prlmeiras let-
iras. coser, bordar, fater lavarinio, e n fazei Ooresde
panno, e de pi un is, por menos do que cm outra parle,
eom telo, r aetlvldade : na rua daSauta Cruz, n. 34: na
fucsina casa, veudem-se, e recebem-se eiicommendas
de bolucas, e llores, ile lod.i .1 qualidaile, eat'llOS, l'es-
IdPS, rosas, pilmas, capillas, para fura, c pal a ,1 pra-
,'l_0 coimoi .Olivrira far.i leilo de um bonito sorli-
uicnlo de culeiras de Jacaranda, de pao Poleo uiuito
lories, e decid eir, dilas de bracos, canaps de lilas
madeiras, motos, cominodas, c outros objectos, tendo
sido ludo despachado na alfandega ante-houlem, e pro-
iliiiauenle chegado do Purto : boje ',1 do correute
is 10 liaras da niaiihaa, na ma do Amorim, casa de
quatro andares pe leucciile ao Exm. Manoel de Cnr-
vallio. ___________'
visos diversos.
O Illm. Sr. Inspector Interino da tbesouraria das ren-
das provinciacs, manda fa/.cr publico, que, cm einnpri-
incnio daordem do Exm. Sr. presidente da provincia de
ISdo concille, ira a praca no dia 23 de inaioproximo viu-
douro, ao lucio dia, peanli' a uiesin.i llicsoui ai ia para
er arrematado a quem por menos liter o acabamento
ilas obras da capella mor da matriz da villa do //imito
oreadas na quantia de dous cornos de ris, devendo as,
obras ser \eeuladas conforme as clausulas especiaes
abaixo transcriptas.
Os licitantes,dcvidaiucntc habilitados comparecao no
dia, llora c lugar indicados, COlll as suas propostas for-
malisadas segundo o regulameulo de II de julho de
IMA. _, ,
Secretaria da tbesouraria das rendas provinciacs de
Pcriianibiico %i de abril de lMj.
O secretario
f.Hl's da Costa Portoearrriro.
ACiBJMKMO 1)1 CAl'U.l.l Mll D.V MATRIZ n VILLA
lio BONITO.
Clausulas espeeiaes 1/1 frrWtMMfdO.
I." A obra do aeabaincnto da dita capella mor lar-ae*
ba de conformidade eom o orcaiueuto apresentado lici-
ta dala a approvaro do Kxiu. Sr. presidente, pelo pre-
.. ,|,. ,|,. .nmos'.le ris (3:000/000).
3." A forma da obra de cntalho ser determinada pe-
la pessoa a quem o governo incumbir a direceo da o-
bra, e conforme aos riscos que loreiii ministrados ao
arrematante. O uiesmo se deve entender da obra de
pedrelro. ,
o As obras principiaran no prazo de dous me/es e
sero concluidas no de doze niezzs, ambos contadoi
em conformidade do art. 10. do regulaniento das anc-
lualaciies.
4," O pagamento far-se-ba coiiformc ao artigo la do
precitado regulaincnlo, sendo de (i mezes o prazo de
respousabilid.ide.
5.' Para ludo o inais, que nao esla determinado nat
presentes clausulas especiaes,seguir-sc-ha inlciameulc,
ja.
Agencia '/' ptusaportn despachos martimos.
s
-- Avisa-se ao Sr. .los* .loaqiiiiu (lo .Yisciineiilo, mo-
rador no >iiio do Rosaihilio, que no priineiro andar do
sobrado 11. 130 da rua Dlrcita desta cidade, existe um
ciioiilinlio, que reprsenla ler le idade 13 a 11 .unios, o
(nal di/, chamar-te Audr Joaquim de Sania Anua, c ser
lorio, c assistlr em sua componala, e que he aprendiz de
maieeueiro ; elijo crioulinbo apparceco aulcboulcui (li)
pelas (i limas e nielo la larde na eseada do niesuio so-
brado, gritando eom una dor: queira pois dirigir-sc au
11.csino sobrado para delle lomar conla, ou quem
inesiuo tiver dominio ; pois que o dono da casa declara,
por lucio desle, pie por elle nao se espimsabilisa.
Quem precisar de una crenla, ainda moca, pal a
ama de casa, aiiiruucic para ser procurado : ella da Ma-
dor ,i sua conduela ; serve tambeiu para ama de leile.
1 Casimiro de Sena Madureira miniase, eom sua
familia, para a Pabia; c como pretenda partir 110 vapor
que est a chegar do NortC na semana prxima, avisa as
pessous que teiibo de liquidar comas eom elle, compa-
recao, dentro desli's oilo lias, na asa de sua residencia.
Aiiniiucia igualmente sua' mudanca a seus olleutes, pa-
se entendoreiu eom elle cerca do estado (lesnas
causas, provereni-se de uniros advogados, c recebereni
os documentos e mais esclareclineutos que em sen po-
der eslivereni. ;'I0
1 M. S. M.iivson, cirurgio dentista, ha quatro an-
1109 e indo rslabclecido ncsla cidade, continua a pres-
lar-se eom disvello a todas as opcraCOCS di sua al le, e
de novo se otterece ao respeilavel publico COlll 11111 boni
soiliniento de denles do ultimo goslo ; as pessoas que
dcsejo ulilisar-se de sen presumo pdem proCUral-0
cm sua residencia rua Nova 11. i, segundo andar.
B Joaquim da Costa Paria rcllra-sc para Portugal
a tratar de sua saude.
1=^ Os abaixo assignados eoino administradores do
casal do fallecido Domingos Jos \ eir, rogn aos se-
nhores eredores do mesino, hajan de justificar snaS di-
vidas para seren altendidas no inventario a (pie SC es-
t prucedeudo no juizo dos orphos desla cidade do
fucile ; c lainbeiu aos scnliorrs devedores prcviuciu,
que iinicaineule se sirvao de pagar aosuiesmos abaixo
assignados, ou a sua ordcin. Manoel Ignacio de Olivei-
ra. Jo /'/o da t'onseca. Como procurador da viu-
V3, Joao Jos de Lima. (10
=Kaz-s' saber aos Srs. de engenho da parle do Sul,
!ur apparceco um boiiieni portugus, natural las libas,
ilho de laviador,idad('32aiiiios; scuenquego, ha 3anuos
No Hcale, rua do Ainoriin n I i. prlmriro andar, li-
rio-se passaporirs para dentro e fura do imperio, des-
nacho-se embareacOi eserav# '' outros quaesquer
lespaelms martimos, ludo eom proiuptidO e puco
conimodo. ib
3 Teudo-sc ausentado de bordo do brigue sardo
7'iiiiiiiwii'i, sem inollvo al^u.....1 moco Vlessamlro Schito-
poio, de idade 15 a l a......s. cabellos casiaiihos, cara
redunda: pi'de-se i qualqiier pessoa que o leuha visto
OUber anude elle ( sleja de (lar pal le 110 1 onsul.ido ar-
do, casa de I-c relou Sehraiuiii ;s qnc >. il*- agrade-
cer : assini como se proceder rumo rigor da Ici contra
aquelle que o liver recolhido em sua casa cmlofiscr a
de vida participaran. (9
3_ rrenda-seum tillo ia estrada do Remedio, tom
irvoredos toa esa de pedra e col, e oltria a mar-
geni do rio ; t Irater na um de Apollo n, 10. 3
4 Ujp rapasBratileho, que sale ler, ntcreve e
entilar per-i amento se oflerece pira ser empregsdo
a*a qiiiilquer etcriptuiio, para o que d Dadora sua
conducta; quem do spu preilliiKi quitet Utlllsar,
Snnunclc para n < pn eut lo. s
4 Din Porin iuoi chi' o n ni le a esla pra-
ea e qu i aabe brm i i -1 o coi l.:r >.- olTerece para
caixiiiu da quslquer c i trio, cu meatno
para enalaar prli...... leltrase mmatlea latina,lo-
ra deaU praca de qui lem j.i pratica ; quem da tea
prestimo sequii rulilisar, dirija i.....tad (Jueimado,
h ja (, lerrsg i.; n. 80. 7
4.- Urnas do boa conducta, olTerece-
ie ao5 pala de foioillai a lecelunei meninas, promet-
iendo tods deliesdesa que cm Beu aleaoce etver, c
palo prreo mais 111 li 1 do que em outra qualquer par-
le ; contando ler,eserever, e contar, Inda e qualquer
qua'idade de costura, marea 1 a fuammalioa porl
u ; os ditos aeiiborea que de seu presumo se quite-
rem utiili c, dlrijao ie a rua dai Triucholrai ;; 12.
prfmeiro andar. y
O proprietario da barca ilosbanhos
preciso, para uina obra que tem a (azor na
aiosina barca, !'. 500s000 ris 1 premio
por dez mezes, c olfcrccc para s,-manca
!jo tas acc5es della, que Ihe pertencem,
por liavel as remido. O premio que
dar ao prestador sao oito libias do nu-
Ibor peixe, que na barca se pegar, dous
dias em cada semana. "1 ipiem convier
esle negocio dirija se a dita barca aonde
adiar eom jiiiiii tratar.
MUTILADO


4-
lotera dothbatro.
O abado assignado Ihesourelro das loteras do
thettro publico, eda* maiti.esda Boa Uta e da Oda-
deil Vntoria tildara que tem noslu o onda em sua
leja na ra do Quclmado n 39. o na botica do Si. Joio
M i Ida Marques, ot bllhelea da segunda parto da l
lotera do Ihealro assegurando que bretemeoto ser
annunciadoo da do andamento das respectltos rojas.
Lrta lotera tum de ser etlrahida conforme o regula-
tnento cdecreto a. 357, de 27 de Abril do 1811, o se
gurdo o nato plano ltimamente appnvado, e que
abuixo vai Ireuscrlpto. Antonio da Silva Gtum ~m.
PLAN O.
Para a exlracfdode cada urna iut meiat loteras con-
calillas a favor das ubi as do thtatto publica da vida
Uudedo Recifc.
3750 lilhetosa S/OOO ril 0:0O0f0O0
2<) por cento de beneficio
imposto 6:0( 0 000
8eito de 3760 bllbclesa lOis. S69f00
Liquido
1 Premio do
1
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3 n i)
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96O/OU0
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9:148/000
I8U/600
US. :M:'i37.?;>00
1960 bullles picmiados
ifiOO ditos broncos ---------
87S Tolal.
.V. // Os dous oltlmo* premios I *e 9 braocos
diwm caber oos dous primeiros que se oxtr l.ircn
gulaiiicnto n. a7.Approvo Palacio de l'cinambu-
eo C de Halo d- 1815.Mmtiia,
Conforme.
Jos I y naci Suaits de Muiedu,
Olllcial da Secretaria.
A delicadeza e suuuna detteridade com que c
Sr. 1)j. Leen operou-inede al.iunr calos que, ha mili-
to, me ellligio aligera que Iho tribute os nieos sin-
ceros agradec mantos, e dost'arle laca sentir aos o,uo,
como cu sollYem o mal dos calos, a ueccssidade di
recurrerem a pericia do Sr. 1);. Len tfio felll eiu suas
operacSes e por Isso digno de todo upnsso c acolbi'
ment. I ,n gue padeca de calas
O NAZARENO N. !7 estar a venda ao malo dia,
nos lugares do costume.
Na ra de S. Hila Nova n. 91 existe urna carta
para a .* nhoia Joaquina Maris da Coneel(8o vinda do
disttictu do Porto do Calvo.
A pessoa, que precisa de urna pardo para ama, di-
rija-sca praca da Independencia loja n. 3.
Prciisa-se de urna ama de aliancavcl conducta ,
para o sen ico interno de urna casa de pouca familia ;
na ra da Cooceicio da lloa-vista n. !).
I A loja da Ainasons na ra Nova n. 7, acaba de
recebar de Franca uui rico sorlimealo de las sedas,
i!, sendos coloridos para bordar assitn como chine-
la* de lalagaifa CuOl o desenlio principiado. (1
t O abailo assiguado, testSOienteiro da fallecida
Antonia Francisca Xavier leudo de proceder a inven-
tario dos leus d'.iquella fallecida Cal cerlo aos sous
eiedoies que de\ein no praso de 3 dias aprosentar o>
ttulos de Mas dividas a lito deierem descrelas, nao
s" i; iponiabilU*ndo pela falla, que bourel do apta-
sciitac3o. Antonio Fernanda lima. 7
1 -- O ibauo assiguado fa publico, que desde buje
em ante deisa de tender em su a venda, sita na ra
|i relia n, :, toditas bebidas espirituosas de pr^duc-
i,i.o brasib ira por conbecer que nao apura do ditos
lquidos, ncm .para pagaros direito* do consumo dos
i .ui.is. Junquim Corrtiade Retende Reg ,s
to Padie Manuel Tbeotonl i Pereira da Costa reli-
ra lo paro o Arclblsptdo do Babia. l
i Aluga-se urna sala da lenle do um primolro so
dur; na tra testa daa Cruzcs n l'i. !*J
i Jos Thorott de Aguiar pede por esle tnnuncio,
que nieguen- entreguecouta Mnbuma a qualquer es-
cravo sem escripia dille snnuocisnte. (3
i bt-se dii.beiro a Juros com penhores do ouroe
prata uicsmoem pequeas quanliar; na ra da Prela
n :;. (3
1 Pretlsa-se alugar uiu sitio que te Ma estribara
para dous ou 3 casados, e balsa de capim sufflcienlc
para os meamos em qualquer parle da estrada real
entre esta pisca e o Soeeorro a casa pequea mas
iii.ui arranjada ; quera tlver annuncie ou dirija te ao
bulel Francisco, das 8 para as 9 horas da manhe. (0
i_ o herdelros do fallecido Joao do tal Chupeno ,
para cigocios teut, appareco na ra da Cruz 0. 63, ou
iinnuiiciem suas moiadas o .ir. Antonia Rodrigues
Novo no Penedo. (4
1 Aluga-se urna teinaciiu, com todos os uleoci-
lias necessarios para a mesma e tamben se vende no
caso de su contenciosas pagando alta quantia com o
inesmo assucar, pelo preco corrate; na Solidado na es-
quina que Milla para Celeui. 6
l Alugaso um sitio no Manguind entro as duas
estradas da Ponte de Iclia, edos A Olilos, comgrande
casa do tlvenda eocbolra ecsuibaiia de peora e cal,
ptimas baixas para oaplsa, a muilas orvoies Iludieras,
pur pieco commodo ; no Alieno da Uoa-vista n. 42,
segundo andar. [6
t Alug-se urna casa tetten na ra da Alegra n.
4. com grandes commodos e por preco de 19,000 rs
mentses ; a tratar na ra da S. Crut venda n. 3. (3
3 Precita-tu alugar um sobrado do ora snda pa-
ra pequea lamilla sendo nas legolnlesroas : Liria-
meiito Direila e eslieitado Rosario ; quem ti eran
nuncic, ou dirija-so a loa Imperial n. 47, primeiro an-
dar. 5
3 A viuva do fallecido Tilomas Seyle roga a to-
das as pessoos credoras do mesmo bajo de apresen
taro as tuas coritas competentemente legallsauas, no
consulado de S. M llrilannica, ale o oa 17 do correnle;
aula como loga a lodas as pessoas que lo tetrao a
dever ao mesmo, bajo de pa^ar, logo que foretn apre-
.ent idas as suas cuntas em alteofio ao oslado presen-
toda annui.ciante. 8
3 l'recisa-se do um feltor de campo pura eageobo
pertOdetla Cldade ; quem estiverpara isto babilitado e
so quiJ-ir ajuslar dirija-te a praclnha do Livramenlu ,
loja de fasendas n. 40. i
3- lima familia quovai para Portugal da pas-
sagem a urna mulher que tenha leitu para criar um
menino pagando-so o que su ajustar: a quem convicr,
dirija se a ra larga do liosaiio venda n. 66, que
achara com qem tratar.
3Kazem-sc almocos e jantares para fra com todo
estelo o promplidao ; do bolequim da ra das Cruzes
n. S3,eno m'esrao sefasem todas as qualidadesdo mas-
sas que so encommendarem, ludo com prom|itidao o
preco commodo. 5
3 O etcritlodaIrmsndsde do SS. Sacramento c!a
malrii da Boa-tlstt avisa a todos os irinaos, que
llamingo, 11 do corrento he o dia marrado pelocom-
proroisso para a eteico da nova .viesa regedora pelas
:.i horas da manhBa no respectivo consistorio. 5
3 Joseph Nicolu Morando, subdito Sardo va-
a llallis levando em sua companhia seu criado (iuslai
vo i! inl i tambem subdito Sardo. 3
3 Lino Ferreira da Silva vai a Portugal rom sua se-
nhoia e seu cunbado Kduardo Augusto da Silveira Ma-
riado. 3
' lerdeo se urna puloelra de ouro lavrado tem a
lima de una cadeia com codeado ; quem a ochar, pu-
de leval-a a na da uz do Recite n. 2, piimcirn an-
dar que leceber boas alvicaras. 4
3 (lulaixo assignado declara a pessoa que no
dia 3 do mez pas. sciu e que ul o pre.-enlu nao vollou com o dito cavailo,
que.se nao quitar ver o seu nome declarado por extenso,
ti tilia a bondade de se apresentar no praso de 3 dias na
ra da Guia n. I. Joao Kraemev. 6
3 Arrenda-se, por muito commodo preco, e pelo
lempo que se convencional o sobrado sito na ruada
Aurora era que morou o fallecido Descmbargador
Amtral ; quem o pretender dirije-se a mesma ra
n. 18. 5
2 los Antonio de Miranda vai ao Itio do Janeiro.
-J A pessoa, quu tem empenhado a quantia de
100^ rs. em obras de otilo e prata em mao da Srnlio-
ra I). Joaquina Francisca do Mello Monteiro baja de
os ir resgetar no praso de 8 das, contados desle an-
nunoio do control io ser vendidas para indemnisa-
eo do principal o juros visto nao ler resgatado no
lempo marcado. 7
i Prcnsa-se de urna mulher prela, ou parda, (|uu
leja de ido Jo, tem vicios, para um potjuerio servio
de casa de pouca familia; quem esliver nestas clrcurns-
tandas annuncie. 'i
Um rapaz muito diligente e de boa conducta se
; lie rece pora ser em pregado em algum eslabelecimento;
uuem de seu preslimo precisar, dirija-so a ra dos Pi-
res o. SS. 4
i Hnope l!ro( kingretira-so pura Inglaterra.
2 Precisarse lugar um sitio que tenha commo-
dos pura 8 a 10 veccaa rmbora nao lenba boa casa ,
nos logares s. guildes iiarbalho, Cacbangi, Iteinedios,
Boa Vlag m K^lrada Nova, o arrebaldes dos Alegados;
quemo tfver annuncie, ou dirija-so a ra larga do Ito
ario n. ::7 6
J,se Foireira Jnior, subdito Porluguuz retira-
se 'ara a Europa. i
2 Piecita-se de ura hornera para feitor de tilia; na
ra da Cadeia do Recite n. 60. 2
i ( florece se nina muilier para an.a de casa de ho-
rnea) rollciio, ou do poucu larri i I iu a quid sabe lavar,
eiigommsr o cosinliar ; quem a pretender dirija-se
ra do Crespo loja n. 7 a
t Aluga-se um sitio com muitas arvores do fru'o,
pelo lempo que se convencionur ; na ra da Sonzalla
V'clba n. liS, segn lo andar. :3
No .Joclho, na i na dos Prazcree
\. io ttlugo-se duas casas terreas com
bous couimodo.i na aiesma ra e por coto-
modo pceo ; urna (lila na ra do Jas-
uena I imilla
209 rs. caro a 110 rs. primeira sortc arinhs de tri-
go a 100 rs. cha hisson a 20 rs. azeite doce a 480
rs. agairafn, inho 200 rs. a arrafa de superior
lualidado e lodosos mais genero pertcncentes a ven-
da por preco commodo ; por baiso da ribeira da
Boa-vista venda do canto n. I. 8
\ Vendcm-so chicaras brancas a 720 rs. a duzia ,
caf a 110 rs. inanleiga inglesa muito boa a 8MI rs. ,
farinhado Maranhaoa 100 rs., saccas com larinlia de
Mag ; nd paleo da S. Cruz venda da esquina da ra
do Sobo n 70, que tem lampijo
1Vende-se urna canda de carreira de um pi
do muito boa de carreia e leve do corra carroga 4 a
3
3_Vcnde-so urna cesa terrea na Irateisa doMartins,
com duas salas 4 quarlos cosinba lora, quintal mu-
rado e cacimba ; a tratar no Atierro da B.a-vifla
" 38 13A DO QURIMADO,
cixe
Frito
2.
mi tu com coininodus para [)((_
lor 7.S0O1 rcis por mez e tuna loja na
na da Concordia com bous conunodos e
mu- coiinnoilo preco ; tanibcm se vcmlem
terrenos na Torre a as'ooo rt'is
o palmo
iilni 11 a
cen (Do de fundo, e lainbcm se
1 fio o palmo com 'po de fundo.
a /stBk spassiKiM
4jWV-ta-..
do ''-.. 8. do IJvramenlo.
Existindo urna pequea poreio de
billietis. a mesa regedora desla irmau
dade lein determinado laier correr as
redas desla lotera iuipi elcrivclmente no
da 1 5 do correte seja qual.fdr a quaii-
lia de bilbetea que possa existir .por
tender, pois que (cao por conla da
mesa, e roga aos unanles (leste jogo (pie,
utteudciido ao justo liin pata que he,
concn o ipianlo untes a
o restante dos bilhetcs (pie se
venda nos lugares do cosltune.
S pessoas : no Itecife tanque de pedra e ca.
IVende-se um moleque de naci de idade de l'i 3
serv-
comprar
acuito
Compras.
3 Na ra da Aurora, casa de Angelo Francisco
Carne ro comprao-so e pagu-se bem escravos de
onicio de pe .ii'.10 e carpiteiros dando-so para so-
rem esaminadot ; agradando as figuras. 4
3 Compriu-se cffeclivaiiiento para fra da provin-
cia escravos de 14 a 0 annos si ndo do bonitas lgu-
las prjgiiO'SO bem : na ra da Cadeia do S. Antonio
sobrado do um andar de veranda do pao n. 20. (
2Compra-se urna obrado Lacrois, completa, e
que estija em bom uso ; na ra .'mu a 11. 33.
I Compi8o-te peonas de eras ; na ra Direila n.
93, segundo andar. C
I Compra-se um cavalnbo de muito bonj andares;
US la do> '.iu rleis 11. II,
Vendas.
I Vende-se um torrador cora fogio do ferro, de
torrar caf, grandes moinbo, propno para roliuavao ;
no Corredor do Hispo ;i. S. f3
1 Joao Victorino Lafon lera para vender um es-
clava ilc 1 ;.ile de iiS anuos ijouco mais ou menos ,
llicial depedreiro ; na ra Nova loja de livro n. 3t,
de ttez Desbsyct. (4
! Venrjc-se um reloglo saboneto do ouro e de
palonle SUlSSO muito bom regulador, o quo se alian -
ca na ra Nova loja o. 21. 9
1 Vende-se um escravode naeo do idade de lg
a 20 anuos, de bonita llgura.ebe proprio para o ItTt'tO
de campo ; na ra larga do Itosaiio n. 18. S
1 Vende-se urna : do pedra e cal, sita na tra-
vessa do Veras, que fat esquina para a Iravessa do yuia-
bo ; e dous terrenos no quintal da Ordeui terceira do
Carino ; na ra da S Cruz venda n. 3. (4
1 Vende-se queijo londrino a 500 rs. o libra pre-
sunto a 3C0 rs, covada a 220 rs. toucinho a 120 c
-nnos de naci (acange ptimo pora todo o
po ; dous escravos de nagao, mocos, da bonitas figu-
ras um lie bom canoeiro e trepador do coqutiro; urna
parda do 30 annos com arias habilidades ; urna es-
crava do idadodo 30 annos, quilandeira e lavadeira ;
oa ra Direila n 3.
xt Vendem-se os litros seguinles quasi notos ;
breviario romano por 35,000 rs. biblia sagrada pelo
Padre Antonio Pereira em lalim e portuguez e com
notas por iO.OOO rs. ; quem pretender annuncie. 1 4
1 Vende-se urna rriouliolia do bonita figura, sem
icios, o queso afiance o com algumas habilidades,
de idade de (2 a 13 anuos; e um sobrado do um andar
e dous solios, em daos proprios ; na ra do Fouo
n. 27, por preco commodo ; na ra estreita do ltosa-
io n. 10, tereciro andar. 6
|_ Vendem-se I escravos sendo 3 negrotas de 14
a 10 anuos com habilidades, o de bonitas figuras;
um casal de oscravos mocos, e com oflicio do cosinhei-
ros c de boa conducta ; 'i pretos de ".'0 annos ; 4 pretas
de 20 annos boas quitandeiras o lavadelras; una no-
grinlia do 10 anuos multo linda ; na ra das Flores
n. 21. 6
l_ No aimasera de Fernando Jos dragues, en-
dem-se caixas de cera em olas o mais bem surtidas
possivel por preco commodo. 3
I Vende-se tesina do angico de muito ba qualida
do as arrobas o libras por preco commodo ; na ra
das Grutas venda da esquina n. 2, que si para o bec-
co da Pol. 14
!_ Vendem-se presuntos para fiambre, muito novos
e frescaes ebegados agora ltimamente a 320 ~s. a
bra ; na onda da esquina defrontu do itosario por
tiaiso do sobrado do 3 andaros n. 30. 4
1 Vendem-se estribos do metal branco lino, muito
Iu 111 leitos pelo mdico preco do &50O rs. ; na ra do
Cabuga lujas de fazendas de Pereira f Uuedes. I
Vende-so una bonita escrava de naci Cabinds
boa er.dedeira dorua e cosinba ; na ra das (Jruzus
casa da esquina quo olla parn o becco do Ouvidor
11. 17.
Vende so urna escrava de li a 24 annos ; na rus
das Cinco-Puntas o I .
\ ende se una caita com tintas de oleo e uniros
objectos peiteneenles a mesma piopria para qualquer
pessoa principiar a pintar; no Atierro da Uoa-vista
n. II.
s Vendem-se un pares do rodas para carretas de
engeiili 1 ou carro de doos bois, bem ledas o ferradas,
com sous cixos do ferro o paiafusos ; um caita de i-
dros de vidragas com lolbas do 5 palmos do compri
do o dous o mel do largura, por preco cmn modo
atraz do Carino, Iravessa da Concordia n. 19.
Vendoin-so dous bois mancos do carro, novos ,
e muito gordos proprios para carroca o mesmo para
.ifuugue ou arranjo do ombarcacos ; nas Cinco-Pon<
tas n 33.
Vendem-se lilras do rctroz preto aiul-foirete e
surtido, do primeira qualidado, o por proco barato, res-
mas de papel alinaco o de meia liullauJa ; na praca da
Independencia luja do miudeas 11 4
_ Vende-se um Maguum Lexicn, em muito bom
estado e por piego coiiunodo ; nu ra do ltaii|iCl n. 34.
2 Vende-se, ou eluga Id um sitio nu estiada d..s
AftllCtOt, com soll'rivel casa de pedra e cal, cacimba de
multo boa agoa c.-dniaia c tum capim para uui ca-
vailo ; a fallar com Joaquim de Oliveira e Suusa 00
l*^ p-*" Vendo-so um muleque robusto de bonita ligu
ra propriu para todo o tertleo ; na ra larga do Ko-
sario n. 'i0. 3
2 Vende so urna pela boceteira o lavadeira ; um
muleque de boa ligura por prc{o commodo ; na iuo
de Agoas Verdes n. *0. 3
*_ Vende-so, por 000^ rs., ou hypotheca por 400/
rs. una casa terrea grande, de pedra o cal sita era
Olinda, defrouto do convento de S. Iheresa a quil tem
2 salas, 4 quarlos cosinba fra, I quario para escravos; c
um terreno bastante comprido com alguns ps de co
queiros, no fundo do terreno tem embarque o desem-
barque, banho de agoa salgada quando amar est
chela e misturado quando est balta-mar e tem
lambem agoa doce perlo, e lenba de mangue ba e ou -
tras cotntiididades ; a tratar na ra de S. Itita do la-
do esquerdo indo da ribeira nu primeiro andar do
sobrado n. '7. 10
2 Vendem-se couros di cabra cortidos, bem alvos,
sendo a melnor courama, que tem apparecido, e d-se
par preco barato por nio se poder mais 00 patar ; na
rus da Concciiau da Uoa-vista n. 8. 4
2Vende-se urna mulata recolbida de boa figura ,
do idade do 16 a 18 annos peifeita costurelra e ao-
gommadeir* ; urna prela e um preto 001 250/ rs. cada
um do todo o Mtico; um preto de 10 annos, eenotl-
ro do profissJo ; duas negrinhas do 10 a 12 annos ,
proprias para se educarem ; na ra Hik ita n. 81. 5
>. CUAUUIOS ItEUALlA.
Na roa da Cadeia do Kccilo n. 'ni, ha sempro um
grande e esplendido sortimento desics afamados cha-
rutos viudos iccenleinenlo daliahia ; as.-im como um
grande sortimento de vinlio do Porto Madeira, Xerry,
o ago'ardonlo do Franca ludo tendu-so mais em con-
l:i do que em outra qualquer parte. 6
2- Vende-se superior calcado trances de urna sola a
!. 00 is. o de duas solas a 2/rs. eoutras muitas qua-
lidados de calcado por preco commodo e pelles de
1.1 reiru francoi a 3 rs.; no Atierro da ioa-isla n. 24.
2 Vende-st urna par de brincos de ouro de le, um
crucilito, dous pares de botos cortados uns coraes
de braco de menino um par do esputas do prata ludo
sem l.itio ; no largo do Caimo, onda n. I. 4
2 > ende-se urna prela sem vicio, laiadesabau a
vaireili e be hbil para osertieodo casa e de ra do
quu ti m protica e se vende cu: cunta ; ua 11.a iuva ,
luja n. 5n. 4
2 Vende-se una linda pela com una cria de I
mes, e com puro e copioso leilo propria para ama ;
o mais duas prtas mocas, quitandeiras, pertcnceiite
a urna pessoa que so reli a ; na ra da en/alia Ve-
Ilia o. 110 pnmeiro andar. 5
3llujo, 0 do crrente, achar-se ha para ender-se
na praca da Independencia urna aica muito ba
Ititelra.
3 Vende-se urna escrava moca, queengomma bem,
cose lava e cosinba o diario do uuia casa ; ua ra da
Cadeia do liedle 0. 69.
esquina do becco
ContinuaO-se a vender os linda e batatos coi tes do ves-
tidos de chita com 13 cuvados o meio a 1g e 2200 is.
3 Vende se, por pieco commodo, um carro de '1
sudan com assento /.ara A pessoas; quem o pretender,
podervel o na nica cocheira publica da ruada Flores,
e tratar na ra do Crespo n. 17, cun o Sr. Guilhermu
da Silva Guimaraes. 5
CIIAIIIITOS REGALA.
lia sempro um grando sortimento desse afamada marca,
iiuo su vende mais em conla que em qualquer outra
parte ; em casa de Femando do Lucca. na ra do Ira-
piche n. 31. I
3 Vende-se um casal de escravos o macho, de SO
annos do idade de bonita figura perlello meslre ca-
nooiro e do pescaria bom csiador, pinta cosinha
soffrivelmente e lie bastante rivilisado ; a preta cosi-
nba, engommalisoe lava; endem-sepor a dona nli
rar-ne para lora da provincia ; na ra do Cototello
a. 85. ?
3 Vende-se panno fino aiul a 2200 rs. o coado ,
dito preto do superior qualidade a 3 o 3500 is. briiti
brancode quadros de palba e linho a 000 rs. a ara ,
dito trancado pardo de puro linho a 4411 rs. a ara pe-
cas de bretsnha de linho de 6 varas a 3400 rs. con.es
de cassa de assento escuro a tliOOrs. di tes de assen-
to branco a 2# e 2400 ditas com lislras que lingem se-
da a 200 e 10 rs o covado cambalas pintadas com
4 palmos de largura a 560 rs. a vara cuites de liudc-
sa a 3600 e 4/ rs. guardanapos de algudao a fi ts. a
dutia ditos de linhu a :*'"> is. lencos do soda do
j I timo gusto a 1440 rs., ditos a 800 is. ditos de ci.it.i
a 160rt. riscados franceses a 140 e 00 rs. o covado,
castores de lislras a 22U rs. o covado, mantas do tilo
do linho branco a 1/f rs ditas de cores escuras a \i)
rt. ditas do cambraia bordada a 1200 rs., pecas du
fil de cures, proprio para musquilciros com 10 varas
a 2^ rs. mantas de lanzinho para meninas a CoO rs. ,
v.stidos de cambraia e camisinhas, meias para crian-
?a> a 320 e 640 rs. e nutras muitas fazond^e de linho
o seda por mdico preco ; na ra do Crespo loja n.
10 da viuva Cunta Cumiarais. 0
3Na rus do Trapiche Nuvu n. 16. primeiro andar,
ende-so escolenle rap rolao ebegado recentemente du
llamburgo n-siin cuino algumas machinas de copiar
cartas, lumbem viudas Do ultimo navio de Londres. (4
3 Vende-se urna botica lru desla praca e situa-
da em bom lugar, acreditada, e com um partido an-
nual do 30INy rs. o endo-se pot seu dunu so arhar do-
ente ; t tratar na ra du Apollo n lo, onde so achara o
inventaiio e mais esclaieciiiientos precitos a lal respei-
to. 6
3Vendem-se boas, o etcellentes bichas (hgadas Ce
protimn alugao-so igualinentu ctuiiibem se appli-
c3o 110 becco do Abroo, loja de Joaquini Fetiche ron-
tea. M
3 Vendem-se 7 escravos um perilo sapaleiro, ou-
tru cosinheiro c 5 para l-odo o servido; na tua da Ctu/,
venda n. 51. 3
3_Veii(io-sc, por preco commado, um terreno na
uia Augusta com fundo para o becco do Dique com
S8 palios de frente com alicorees o meiaflo em 2
oites de Norte eSul e alguns maletines ; na tua da
Cruz venda n. 51. 5
3 Vende-se na ra do CabuR* luja da esquina ,
quo volta para os quaiteis novu surliinentu do canas
do tartaruga do Atacaly. 3
4 Vende-sefarinlia de mho ameiicanu, muit) nu-
va e 3 barris do cera amareila ; em casa do Malheus
Austin S Companhia na ra' du Trapiche n. 36. 3
6Vendo-se potossa russiana muito nova e de supo-
lior qualidade em bariis pequenos ; na ra da Cai> ia
do Itecife armasom do assucar n. 12. i
14Vendem-se saccas com tardos, pelo mdico pre-
co do 3/e 5IKKI is ; na ra da Senzalla Velha n. ioS i->
3 Fugio no dia 26 du pissado um preto do afio,
do Idade de 30 annos de nomo JusC do bunitt ligura,
tem una cicatriz, no hombro com ollicio de campi-
a, ou carniceiro ; quem o pegar, leve a seu senlior
nu Atierro dos Afogados n. 31. (5
7 Vuide-fe supenoi larinba do S. Catbtrina em
saccis c aus alqueires a bordo do patail'o l.icramcn-
lo, fondeado na ptaia du Collegio, otl nu iua de Apd-
lun. 18. (4
Vendein-se saetas com laiiiilia, COU1
alcjueire da medida velba, ebegado uestes
dias do Kio de Janeiro,* milito alva e
icni torradiohoj lambetn se vende muUj
to acreditada e superior arinba de ftla-
jc, e Suruby; na rita do Crespo M 23.
I." andar.
INa ra do ( respo n. tq, loja
Jos Francisco Ilias vendem-se co
de lana de costos D1U modernos
barato preco de 3s'5oo rcis, c brilla
euros e cor de faii",a cntrancados
Iinlio puro muito encorpado a ~io,
nutras umitas fazendas j anunciadas nos
mmelos antecedentes.
de
les
co
es-
de
e
Escravos Futidos
I Fugio no dia 6 do crrente o estrato do nomo
Jos erlotjlo ; levuu calcas do llamburgo camisa do
algodao americano de lislrinho hjuI o chapeo do pallia
de carnauba ; poli he bastante conhecido, he canoeiro.
o remador tem um pequeo talho no pateoeu, he b:-m
parecido, nao tem mais do quo i\ annos; quemo
pegar, latea Fra-de-Coi tas n (>8. a Manotl Estanis-
lao da Cosa que ser locompensaJo. 7
1 Fuglu no dia 5 do eosrente urna preta de nomo
(ervasia de nacao Calabar estatura regular cor
preta gorda rosto chelo petgroitos; levou csti-
do de chita oscura arrouieada patinada Cosa a;u',
quem a pegar, lee a ra da Aaturapeio n. 0. '
4 No da quinta leira primeiro du crrente, des-
appareceoa crioulinha Josepha que liaia sahilos
vender laranjase cocadas a qual lein os signaes se-
guinles: representa 12 a 13 ancor do idade, rosto com-
prido olbosum pouco grandes, espigada do corpu ,
dedos dos ps grossos por ter tido bichos ; levou ves-
tido dechila branca ja usado camisa de madajiolao ;
foi encoutrada no referid dia as horas da lardo na
entrada da ra do Palacete ; quem a pegar, lee a la
deS. Miguel n. IV, nos Afogados que ser bem re-
compensado do seu trjbalho. 0
PERN. } KA TVP. DE H. F. DE 1 AMA ib/|.


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