Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05573


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Full Text
Anno de 1845.
Tcrc.n fcira 6
de Sfao.
s^e*^'y<*.'<',.-:- *-- i".-.- .-.-:- 'iiutt "n 'iiiirn i mu mi i mnmi "i
0 l>l.MI publica-M todos os diasque
no forom de guarda: o pceo daassigua-
lura li1' de ./r;. porquartcl pagos adianladas.
Os anntincios dos assig mulos sao inseridos
:i raio de 2d r s por liuli i. i rs. ein tvpo
- | renta, c as repet ;des pe i nielad e.
Os que tuto Ibrem aisignantes p.igao8(>rs,
i ir lin!i i, l!i i em i1. ;> i til Icrentt.
PITASES DA LA NO MEZ DE MAR).
I.ua nova a G as 7 li. e 33 mili, da maulla,
desenle a I f as II hor. e A'.) Dtin. da man.
La ehci.i a 21 as 3 hur, c i miu. da man.
Miugoante a 28as 4 hor. c 5 miu. da man.
PARTIDAS DOS (oniti.lOS.
Golanna < Paraliyua, Srgjundas e Sextas Ai-
ras.
Rio Grande do Norte, checa a s e 22, e paite
a Id e 24.
Caho, Serlnhaein, Rio Forinoso. Porto Cal-{g
vo, cUacryd, no 1.", II o 21 de cada incz. ^^
Garanliuus r i onlto a in e 24. ^T
Moa-Vista e Flores a 13 c 28.
Victoria Quintos Mas.
Ulimla todos os dias.
oi.-^\^^'"'- f/A il -' '-'- WAS l)A SEMANA.
, : ., 'i i :, Secun.IaS. Pi ..." aud. do I. ,1- I'. ,!
! "1 -' n.. ..!. -I.'l '. v.
li -|V, -. S. loan Dainaccuo. Ilefirao, and
. .,:.' ,',' '. I do ..de D..1I I.' v edoJ. .. F. i
l.\ -..,,.. (,.. ,,i -, '-.si misl.io, au I. do I. ,1 Di.
>,'//, ,:- .- O-.-'-vy ; re"0 ,l,:t- vi:''
V (frsf* --V N^ .-- e ....:.... i: II li.. l:.. ___I .1.1..:. I. n:
8 Quinta S. Ilcllodlo, aud. do Jtiit d l)i-
d.i 2. vara.
'.i Sexta S. Gregorio, aud. do T. de Direllu
da I. vara, e do .lu/, dos Fritos.
10 Sabliado S. Aiitouiio, li aud. do I,
de Dlrelto d i 2 vara.
11 Domingo Paje, do Eso. St.". s. Au tsl icio,
Anno XXI M. 09.
CAMI IOS mi DA DE MAtO.
C nublos sobre Lon Ires.....29 >.
" Par 3*2 i i. por fr meo.
" 'i 1.1 ili 11 120 por 10 i de prem,
Des< utodc Un d boas lirui is I ;i" ..
Ol i li '-,' ..' i III i MI .i ;j i :
Mu .11 .1 : i i. i ; i.i i i
..i d r '.,, i i
n .1 : i o. i i; o ROM
Piala- Pataeciea....... I nnkia I KM
ii Pesos Coliiiun ircs i v'i'in i 2 m i
Ditos Mexic i nos ... I -o,; i., i .vi-,i
Mordas de i |> ii ic is I Stl i I/SIN)
Vec6es da t. do I! 'ftei Ibe 'Kl '>

r
u -
*
...
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n

FRC
M.,
Governo da Provincia.
Exptdttnli ilo da i'.\ do panado.
(lllicio-Ao euiiimaiidante das anuas, coininiinican-
do, que as i) pr.uas de lJ linlia, liradas dai coinpanliias
provisorias da l'araliilia, que acabao de ebegar i este
porto, c por ordein do ministro da guerra para aqu vic-
ro, d lim ile seren euipr.egadas contra o salte.olor \ i-
eeiite I', i reir de Paula, dcvciu boje mesnio ,'2',l) seguir
.i lucorporareiu-se lis 53, que lioniein (28) einuarcarno
para o |>ortode Una, c d'alli marchar para a rrouteiraa
n iiniieiu-sc ii forja coininanilaila pelo coronel Joaquilll
.los Luli de Sonsa.Keiuettrilo-se ao coiiiinissaiio pa-
yador as yui.isdas praeas reenviadas, determinando se-
lllC, que llies pagBSSeoS pretS e saldos respectivos; orde-
)imi-se-llie, que ao leiiente ( laiulino Acuello L'aStel-
llrtxaco, que as velo coniiiiaudando,abonassi! o suido des-
te mez (abril), c o de mao (coi rente;; que ao referido
lente entregasse os cinco conloa de res ein cdulas
lunillas, i|ue, para lereui esse destino, srr-llie-biao pro-
poiciuuados pela tbesourarla da faxeilda; expediu-se or-
dein ao arsenal de guerra para por a disposijo du dito
olUcial seiseentas pederm iras, e noventa e nove mochi-
las com crrelas; dcterniiiiou-sc ao coininandante do brl
giie-escuna (Atararapti, que para aqu condutio essa loi-
ca, que coiu ella seguiste para o porto de I na; ur.lenou-
se ao lenle Castel-liranco, que fosse receber aquan-
tia e arligos bellicos, .i cima mencionados; c olliciou se
;i respeito ao coronel Joaquilll Jos Lnli.
DitoAo inspector interino da tliesouraria das ren-
das proviiiciaes, ordenando, mande n6r ein arrcinatacfio
asODItl do III" I.un o di estrada da Victoria.Comiliunl-
cou-se ao engenheiro ein chele e ao tnspector-liscal das
obras publicas.
DitoAo coinmissario-pagador, determinando, que
ai i boticario Hortholomco (rauoisco de Sonsa pague a
impuitancia da coma, que llie envia, de inedicanieutos
por elle fornecldoa paraasforcaseinoperajdcs uasfrou-
teiras do Sul da provincia; e pnviniiulo-o de que deve
ali.iler-llie a quaiuia de ilij/Kill rs.. que, segundo informa
o P medico do extincto hospital militar, excedo do pre-
i'i ra'.o.ivcl, porque laca medicamentos devioscr ven
lulos.Ao director do arsenal de guerra ci.....uuiiicoii-
sea expedieefiodeslaordeiu, para que del la sciculilicas-
seo predito boticario.
DitoAo inspector do arsenal de inariulia, ordenan-
do, faca chamar sua presenca os pratleos Antonio en-
lijiie Alalia Jnior O .linio l'ianciseo Parilelhas, para re-
prelieinlil-os por se haverem negado ao soccorro, pedi-
da pela barca Inglesa //ii(n,qiiainlo cstavau ein circiinis-
i un i i de preslar-lh'o, e'para isso havio rceebiilo in-
iiiu.il ao iPiini ollicial da crvela Cariota; e frticr-llies
coustar, que serao oais severamente punidos, se por a-
casore| etirem mu tal prncedimento.Parllcipou-sc ao
conmiaiidaiite da curvetu Carioca,
HitoAo vlgariodafreguesia dacidade da Victoria,
appniv.iudoa proposta do major Antonio da Mlva (ius-
iiiii i para thesoureiro d is loteras coucedidas ;i favor das
obras da respectiva matriz; declarando, dcixa deappro-
var a nomeacSo de Jos Xavier Faustino Ramos para o
lugar de escrivo dasuiesmas loteras, por ser essa iid-
iiie.ieao, ii i lu ni i do rtico ,'i' do decreto uu357 de 27 de
abril de ISH, da exclusiva couipclencia do thesoureiro;
e recumiiieiidaiido a cxccucau do rtico 2" do incuclona-
do decreto.
procurasie promover e encrossara subscripcao.O mo-
nuincnlo enlistar de una columna como busto do im-
moit.il duquode Bragauea.
(O CcuiUide 29 de dctcnibro).
(Do Heraldo dt 28).
A crer o que escieveiu de lioiiia, o infante I) Mi-
guel esta tiio enamorado da priucexa Mda, queuicsiiio
na Italia, paiz dos amuics, suapaixag chama bastante a
ottencao publica.
(Peridico doi 'obres mi Porto).
INTERIOR.
.TErtH

NOTICIAS DIVERSAS.
\i;i.:i.s.
Monumento I.-I unos esperaneados ein que lilla Tercena cabe-
ra a |> loria de ser a primeira cm levantar um moiiil-
iniiiiu de grata e sauuosa recordarlo ao
i llllMIM lili, I.eci.M.Mll,, SOL01DO.II
As obras, para este lim principiados, no pitloreseo
sitio do caslello de Moiubos, gracas ao telo e activida-
de do uobre viscoude de Bruges, que da sua direccio se
aeha encarregado, teem, como vulgarmente se dis,|uie-
drado a ulhoi vistos.
Aquelle sitio, que al agora Sti ull'erccia vista o es-
pet.ieiilu repugnante dcuui inontilo d ruinas receptcu-
lo de linmuudieies de toda a especie, est acora con-
vertido ein lindo, conlmodo, e mili aprazivcl passeio.
Jti nos das sancllllcados concurre all grande numero
le pestoas de ambos os sexos, aitraliidas pela bel lea da
obia, c pelo eucautador panorama que da sua ciulnen-
t ia se descubre.
.No da 23 do crreme, a comiiiisso respectiva se
reuni ein casa do sen Exm. presidente o illustrc vis-
coude deo una eolito circiimstanci.ula dos trabalhos j.
concluidos, ;e da despesa feita, coiihcccndo-sc eni ludo
ler presidido quelli s a uials severa ci oiioinia.
A coiniuisso rcsulvcu que a ubra progredisse, c se
a'j<_t^^_ z^-Jfc.cl'^ Jx.j0L.t&nj**i:-* .wigjj.-.
FOLHET1HI.
C0L1NA Nx\ SICILIA. (*)
Hit) DE JANEIRO.
o itF.i.onio DA coiiiii DOS DEPOTADOS,
(Correspondencia rcsctruda Crrelo da,t'rte.)
Sr. Seiilioell.i. Principiare! boje pelas iiiiiiuiluuri.is
da sessao. Logo depois do loque da campanilla, fez-s
a chamada, e como nao houvesse numero para abrir a
sess:io, estiveiu de palestra na mesa os SCguilltcS prc-
elai issiinus varoes ; l.inipo, Jus Pedro, Mariiilio i
iJttoiii. Une quatru! todos elles sao de Iruz. t) \ Hie-
la lavares eslava inulto arreiieeado por nao llii- d.irein
as bomas de metter sua eulher uu que disido aqilelles
inulto Ilustres e aliuailiis senliores: 0 .Miini/. AarretO
parcela estar visivcluu ule IllCOininodado por acbar-se
em couipaulua de pessoas de dio boas maullas C part s.
Aberla a sessao, ICO-Sfl o aviso do ministro da guerra,
participando estar pacilicada a provincia do Rio Grande.
l-'elicilei o Silil inb.i por tan fausto acoiiteciiucnlo, e
ainda mais pela dimiiiuicaodas desperas que d'alli pro-
viria ii,eeessari,linete. O Snldanba aieeilou as felicita-
i,oes pela cessaefio da guerra; mas, quauto dimiiiuiciio
das ile.pe/.as, disse-ine que CUganava-SC qiiem til 8Up-
puiiha ; que o exercito se au redil/.iria, e que agora
principiariao as reelaluaeoes dos bui/.inhos, vccas, vi-
lellas, cavados, potros, bagliacS c eglias, que se ciunc-
r,io c nao comrao, c toninrao no RioGrande, -- i. o mais
he que o honrado velhn teni juizo. O Mariiiho, eomu
orador da depiilae'io que honleui foi eoinpi iuieutar o Im-
perador, leo aqui un fastidioso c loilguibSiillO seruiao,
que disse dirigir a S, M. Publique-o, quehecousa
rica! O reverendo quli dar uus quinaos ao Ottoni, que
lora felicitar o Imperador pelo naselmciito do principe,
c portan la tratou tainhein u'este objecto. -Nao sel como
o Ultoui receber a lieao.
Alli esta o l'HICUt) di mesa! .Vio haquciu Ihc pegue:
julga-sc discutida a materia, e passa ludo a faser parte
do regiment da casa !.' Diz-ine o Saldanha que o .-ou-
a Franco, deputado do Para, pretende mandar vir da
sua trra nina poreao ticpeeijus, os tliiaes serio atarraclia-
dos as cadeiias dos collcgas, de sorte que a reluruia
lenha .lena rxecueo. Este Saldanha encole quanta ara
ra Ibe querem iuipiugir. Veja voc se algiliu da vie-
ran urraosdo Paral ....
Entra ein discussa o negocio dos descuibargadorcs
aposentados. Falla o Fillnpe, explica o .leiiojino, co
Antonio ( arlos sustenta o parecer. Todos elles qucreill
reintegrar o pobre frelniontc c mandal-o para Pcrnam-
hueo administrar jllStifa, e dar a cada un o que he sen.
0 Flllppe nao pod llenar de tomar limito calor naqiles-
t.io; be advoclo ein Periiaiuliuco, e di/.i ni que u Sr.
sen pal t ni relacOtt minio mffmnj cont o tal desembir-
gador, que lie hoiueni intelro. Esta que.tan lieou ainda
por decidir, porque foi interrumpida pela chegada do
ministro da Justina, que, sejattlto de passagem, cada vea
esta mais liio c ni lis atabu! Asscverau-nie que o re
dos Franceses o conslituio procurador, para rr,prcscn-
lal-o no baptisilio de Sua Alte/a Imperial. Se o Senhor
l.ui/. Filippc vi.se o DOSSO medonlio ministro d.\ jmtiea,
ile cirio o nao cseolhci ia. Develas he milito li o u tial-
l-.nceton-se a diseussao do ureamenlo da despeta da
repartirn ila justea. O Soma RauOS, que prilliciro
tunioii a p.ilavi.i, qull eueabeear lias verbas dest" orca-
nieiito as elcieiies do Piaiihv, o conde do Rio Pardo, e a
sua defensa : 0 lampo foi-se a cite coiu toda a Purea ....
Sem duviila serian milito para loiivar as seve iil.ules du
presidente, se acaso fusse ncllas iiuparcial; mas, depois
de ler consentido que o elegante Das da Mutti fallasse
por mais de una hura, na diseussao du or. amento da re-
partieo du imperio, sem iieui ao menos pronunciar a
palacra oreamenlo, nao deve chamar mais nfuguctll a or-
dein. Sao ditas : os que fallao a favor do governc po-
den) rele ir insta casa todos os posSOS ila lliada ; mas aos
que o.ni dao .oh.ss ao ijrtin-imriidonacional nciii Ibes he
periulttido dar um passeio pelo I iaulii, que grabas a
Dos, ainda he provincia brasileira t) Soma Ramos foi
ditendo que obedeca aos preceitos do lampo, mas foi
fallando, e a final forca foi ouvir sua vos coinniuvido
A|ip.ueci r.io lodas as poica las elcitoraes du cunde du
Rio Paulo, o qual COIItOU ao Sr. Ramos, ipiando chegOU
au Piailh) que pei'cuulaia ao .los* Carlos onde era
aquella provincia, eqUC este Ihc responder -- que mi
sabia, mas que SC dillglsse, elle conde, ao senadur l.ui/
Jos de Olivelra ; que depois encontrando na ruada
Quitanda coni o Joao Paulo, este Ihc dera o p.irabeui pe-
la uoiiieaco para mciubro do supremoeoncelhomilitar,
ao que ti rnoii o comliIsso lie o niel, o |n inr he o
l'el, que he a uiiulia llollieacao para presidente do Pinu-
h\, que nao se i onde lie! .--I'i na hlenle, loen amigo, llo
Ihc iligo nada ; sai d'alli o Moma Magallmes ein deleusa
do valtnti das botas de vi Mulo, e inulto eeiisni un o prn-
cedillieittO do SoUla Piamos, que luda se demrala no
Piaull) C depois no 11 ira n bao: de modo que para estes
herti conquistadora he mu grande eriiue have queiiise
atreva a querer enipatar-lhes as \ isas!!!....
Alli vein a baila de novo o l.ivio (he Licio.' I. ipes,
que a principio prplCgCO a eleie.io do I: io Pardo, e depois
uno protegeo mais. Loniuao-se grandes facauhas des-
te patrila! Se i lie he t io trclego, io defensor das liln -
dudes, be limito provavcl que anda cu leitlia o gosliuliu
deo conlicccr pessoaluiente m -,1a casa, (luiros teeni pa-
ra cd viudo coiu menos inerccimenlos. O honi do pre-
sidente dcsta vez mi se IllOStroil smenle severo, exce-
dco os limites d.\ decencia, para coiu o Sonsa Ramos, tli-
zeudo-llic que -- elle i'iiui mn\ \ a setied ule da c.iin.iia,
c que, se eontinuasse, o iii.ind.iria si ni.u. Este tilhjiu
delirio s vetes lein colisas insiippoitaveis: digo-lhe e
lique entre im-, se i lie continuar ueste desgracado sis-
tema, algum da llavera aqui urna scena bem desagra-
davel!... Muito se fallava lioulem (20) i ni uiodifieacau
do ministerio; crutavo-se inil boatos a este respeito.
tira, era o Ernesto que saina pira sei substituido pelo
(ialvao, O qual dei aria a jmliea, que seria UCCIlpad.l
pelo l.iiupnde \bi.u ; oa ditia-SC que o l'i.ilvao apara
o siipreuio tribunal de juslica, e assim largava a pa.i.i.
Se o (ialvo lUer isso, he hoiiiein dejuito: -- emquauu
he lempo niiillia-se a vela. T.iiubeni correa que o Mou
ra M.igalliaes eslava nuineado dcseillbargador, e que ao
nosso Calo Graccho, ao l.inipo < ao Meirelles seritio res-
tituidas, aos pi Unciros as honras de Camarista, e ao ul-
tima as de medico da imperial cmara,
I luje [27 de ni ii ii i i.i o pi iiueiro da cm que se de-
ca c.xccutar a nova reforma do regiuieiito, que manda
abril a sessao tis U horas mas qual..... s os I ti he que
se reuni genio para havercasa..! 1 sessao, segundo
a uiesnia salut n reforma, deve durar ."> horas; eas2 jii
os ornamentos da niaioi ia se tiuliao mandado mnd u !..,.
Pobres borneas, ueiii ao menos sabciu sustentar o que
voltio.
GontillllOU a disciiss.io do ote amento ila juslii a. (I
ministro assistea estas con.a-, assimaparvalbadaiiieu-
te, como (abarco qucouve pelapriiucira ves grandes
ii jx idafles!
O Wandcrlej. COIIIO ineinbro da eoiumissao du oica-
pneillo, Kstentou al^UIIS corles (titos na proposta do go-
verno. O cabo .i latrulha fez a autopsia a proposta e
IS emendas, e deiiiiiusliou que ipiasi todos OS clenlos
estavdo errados; ainda mais, comparando o que este
ministerio pedia coin o que pedir o sen antecessor, de-
clarou qUC h n ia urna (liilerenea de 200 e l Hilos i unios.
llouvc nesta ocrasio ilginnas reclainajoes da maio-
ria, que assegura que l.li'HI ionios lia qinutia iiienor do
que 1,400! A denioiistracao leed pelo mciius o inerilo de
eiigeubusa. O Fcrr.it, no lim do sen discurso, leferio
diversas proposic s do JeronyiUO 0 do .lose Carlos, cm
sessiies antee, lenles, pelas quacs se iiio.tra que estes
. I 111. ministros de estado, ou csto cm opposicfio niao-
ria, ou renegrao asopinies que proIVssavo cm oulros
lempos, u.ni iniii remotos. ~ Ora, forte iiovidadc! -\.i-
d.i disso he tralicancia; he a bem entendida pratica do
tapiciitis cit matare coHsilium. Forcoso he coulcssar que
o cabo da palrulha aarrotou boje esla sucia. OJero-
ii\ mu licou inulto riSOIluO.
Depois do Ferros, lallou o Gonealves Martina, e dis-
te que desejava primeira ouvir oalvao; mas o presi-
dente enlendco que o ministro ainda nao devia fallar, e
ac i.elimo an (ionialves llarlins que fosse fallando, e
deixasse de historias. Estou vendo que ciiccrrtt-sca
dltCUSSll.....Viiti-se sem que O ministro talle: a musa
vai levando este gelto, t) tialvao he de seguir risca os
COIISelhoS que se Ihc teem dado.
t ili tas do porto u.io sahavao antes dos repiques da c i -
iln di.il l.ste auno eada turre foi para seu lado, eludo
an.Ion a ni lime i! Kstaiuos ein lempo de rebelln-s, se-
ili.ues e co.i.pii.o,", s : boiu bajan as aniiiisiiis ipie la-
tem desias cous.i!, que d'aniei (rao bichas de sele cabe-
cas, !n neos de 11 ianea!
/incido e e ii ie;;ado de Irisle/a como rsl iva, pela
solidan de 1 int is di is, em que me deix II io estes incus
Srs., niio me Irinliiei de dar-llie, ni en ti uitecedente,
noticia d nio i por que s eneei i ou i discus >1o d o -
caiueiito I.i imperio. -- n Um bosiuli i da II lllia o eset -
vao-redactor ili aet i d i .s ''*,.% ifsVi pedio a pi o ogarfin da
sessiio al is I horas *l 'O- le a palacra ao Moura III i. i-
Ihiies e io lii.io Paul ipi a ceilcr.n para vol ir-se se-
guio.....i Franca la'ite, que niio quit ceder, ejettava
lep, qiiando o Ciabiiel de S. Paulo o ex-secrelario de
eslailo d'el n /dclissinto de Soroca ba eavalleiro de ina-
neiras urbau is v delic idas, pedio com enfado a p.il ivra
el.i unte ni, c requeren o i uei 11 inieuto, sem se lenihrar
de certo que assim d >t iva n seu eollega, iiue j esla-
va de pe I .1 i f.ilt.l adlllinill ni mu o I.i i enre/, e poli-
do ; m is u i spl ilo de p i, ti I e i.....i m i.i o i.i nao que-
ra ouvir nina sii palav a i Franca l,eiie. Pela si un-
da ve/ iis.n.io 11, i i.i i i os excedentes patriotas !
> da il is sessii s. 27 d ni i reo de IS-i.
St. Senlinrlla. V, 88, da de Snelo Vlexandre Man"
no lallou o liini. e I-'.mii Sr.
llauoel Antonio (ab.io.
du- negocios da Justina ,
ensiuii ni us a linal ii.ii>
le he que lallou o que
licill o S.ilil.iulj i llie t,ll
lii/i i-se boje nuc eslava removida a crise uiiiiiste- duiheiio,
J i.,..;.. .. i I...I ... i .
IBliuisli ,t e sei n lii io d'.sl.iilo
em defensa do sen orramculii;
hoiivc remedio seuau lallar .
nao jurare! poique uciii en
vimos palavia: o discurso foi para qiiem eslava em cla-
va. Di puis de haver o Franja Le te diseorrido sobre
alguiuas propo-ii ne-. do magro relatorlo di usina ,
leve lugar o ;i uide a eenleclinento do fallatorio do mi-
nistro d esla repartico, que, por sem duvlda elido
por um. dos mais importantes du imperio. 0 Gal vio
mi aceita urnas i das rcdin coi s propostas pela couuuis-
s.io Aqui est mais um i u to par i corroborar a oplnio
d'aquelles que aHirniaiu que entre .....lllisteriu ea
ni.ni.lia nao ha a aprrgAail.i concordancia. Dit o uii-
ni no que carece de mili tu dinlicirn para a polica sc-
Cl'ela porque a deseja I. \ ai' a IS glandes saines c ;it,;
i.i i nio a \ giar pessn is que mi '.in iiaciouaes! Ahi i st
armada a rede d.\ polica secreta: de buje em dfaulc
acabaro-sc as relaj oes fiamas e inliiiias da autltade ,
ludo ser reserva e refollio todos recejarn os espides
da polica do Galvao. \creditc, mcu caniarada, que
milito t .iibo balitado, e cada vet me vejo uiaisassus-
tado : velo o .1.tusen li do M.ir.inb.io c disse ipie
un senador conspirava esta declaraeiio pot-iue de
pulga o i ou lia ; mas si reiioii o nuil temor q liando ouvi
ao xuiies llachiido querm-i | bem sabe queni iliorilesJ
esle.ni bem morios,. quej seuau mexio. Kis-ine
de novo em tritures qnaudu o Das da Motta rcxclou-
que clics viveui, que couspiran uasruas, oaspraras,
e .ue uv senado!!! esta revel.ieao leve sen comple-
mento agora; o ministro da jiisiicaqtier espides para
a alta so'l ii'd.lde quer muito dinheiro para pagar bem
esses espines, De eei io mu graudc ciiiue se preparas
esc voce sabealguma eoiisa a tal respeito, solt quau-
to antes i, in.ulu ti, tiletta mis, s.- ludo i sin he ti incali
do Galvao para que ni depulados Ihe dem muito di-
nheiro diga-o i e lire-me dos sustos ein que vivo. Que
ha conspiradores no senado he musa que nao padece
duv -la : agora qiiem elles sejain ahi he que tunea
pona o rabo.
i'. tlv.i.i ja deve ler empregadas na polica pessoas
qu s liban .iluii cillas mu Inda a ilea adeza c que
nirtCIII lifinas, predi idos de una boa polica, se-
cundo disse aqui iiV.sla casa, quaudo era deputado;
agora quer espines em quautidaue e de bea qualidadc.
A cousa vai o uielhor pussivel; desgracado d aquelle a
qie in o ministro da juslica qneira perder.
O til Si. corpo diplomtico t.iuilieni deve toiuir con-
11 em .i. parece quepoi I.i lavra igiialiueute o espirito
docrime; o Galvao neo he para gracas, deem-lha o

-
In sangaine [wdus
DIVIfS DA iililil ^l DE s. JA.M Aillo
IMMKlIt.V I'AliTK.
Conllnmcao' to Capitulo > //.
Duna Rafal Ha, diz i'aliiu ciicaininliaiiilu-se para
ella, loinar-vos-liioo pela divindade do templo.
OSr. aqui/ rcspoiidcu COUI punta deiiunia. Que
rsforeo! que prodigio.
Ilafaelia, coufesso, queuiereeo a reprehenso.
EqUCUl u reprehende.' lieni certa estou que ti ni
di veres milito mais importantes a ciiuqu ir; dizem Indos
que he liu occiipadu!
Se u miu son, ao lucilos asiiiro a s-lo, c lalvcz bre-
ve ......
Deixull suspensa a phraSC, cuino se temer, que aea-
b iiulu-a ihc eseapasse o segredo sepultado cm seu cora-
c.io. Halaclla au reparuu nessa reticencia.
(*) Vide Diario n." 95.
Eutao de veras, replicn ella pasSaudo da irona
nial disfarcado interesse, cslaro dbi|>ostOS a rcstitiiir-vos
o posto ?
Cada vez menos. .Nada por ahi tenhu que esperar,
ein quauto a nossa pobre Sicilia lur a prca desses maldi-
tos Ingleses.
rabio, vns n,io sois generoso, senque esqilcecis
que iniiha luai era Ingll a,
Mas nao sois por isso Inglesa, que era vosso pai
Siciliano, c Siciliana sus tainbciu, c o amor que tcnilcs
Sicilia mi comporta *pic uiclbur du que cu sulliais a
presenca ib-sscs..... eslrangciros.
fllo digo, que meseja a sua presenca agrada vcl;
mas procuro pensar nisso o un nos que be pussivel; re-
sigiiu-iue, como ineii liu, au que nao pussu obstar. Se-
rien mais fclis, se nos imilasscis,
fina para iniui baldada enipreta, Trago no cora*
ffio nina sella, que mi ha forca humana, iieui mesnio
vns, H.ifaell.i, que arrancar-in a possa. t) limito aniur
|iie n Sicilia ti libo, faz que miu pussa dcixar de aborre-
cer sctis luillligos.
K cuino se pode assim viver de odio, qliando na
natiiltoa ludo convida i calina, ao perdao? .Nada vos di-
sem ao coraco estas soliddi s? Por inlm, nao tei, mas
paiccc-inc, que respiro ar de uuti o luiiiido e como que
.ios uuudos amigas vosea me repeteill palacras de pat e
t\v espcraiii a. Nao as ouvis como en ?
Prouveraa Dos, que asouvira! Muito tempo ha
que a n.itiii i/a hcparamiin como este templo, vasiac
muda.
Quanto vos lastimo, Fablo! bem desgranado dc-
veis ser!
rial. Os boln ns li.ni se ii siiicnteiu; S sahiran quindo
de todo uSopodercni mais ogoentar,
Mauda-lhe dixcr o Saldanha, que litio foi su o mise-
ravcl estado do assoalhu da capilla imperial que o enfu-
rec o na semana santa, e o pus em peccado mortal ; i ibis
bem COUSOII llie grande ira ver que nada IIICIIOS de tres
enterras pblicos (!< Jess Christo tivemos..... que os
pintalegretcs e as easqullhas andriio por cssas ritas na
SCXta-li na da Paixao, e uiosllavao-se pe is jaifi Has mu
grande escndalo ; que as SCgC8 roil.ivao a trole largo,
ilropel nulo o pin o por todas as i as, como cm di is or-
dinal ios c ni He ponto o boin vellio suspirn pelo lem-
po ilo piedoso ni u Sr. I). Julio VI, desaiulnsa memoria,
em ciijo reinado uiiiguem se atreva a andar ua cid ide
de sege na quinta-leira de Eudocnras c sexl i tena il
Paixao .'... -- Oque porein acabou de d minar o honrado
Saldanha fui a conspiraran que se llianifcSloU por mar i
por tena no ss libado da Albinia contra a callicdial.
Nos uniros anuos, e sempre, todas as igrejas esperaviio
pela Allcluia da capilla imperial, cas ciubai'cacocs c for-
n qll
elle l.iz I.
In
que a
parvuiers a maoria dava apoiaios coiu todas
dos seuspulmoes. Que gente !
pie li,.us --.Nincuelll dCVC ofe.'ilii lua aos jlli-
| i -. p oque
Nao tanto COIIIO O SUppOUdCS que tambciii (11 le-
iilin iiiciis dias de esjicranea ; se a natiii iza he muda, fal-
la a viiigauc.1, e sua voz, acreditai-o, leinaocentos inui-
> poderosos. Mas para que bel de eu dixer-vos estas
cousas' Dcverla cu Ihllar-vos cm poltica?
Por certo que o dcvcls COUimigO, poiS que ella he
a vossa idefa lixa. Ai! i' lamban a nossa; mcu lio c cu
deploramos a vussa ntistiuae.io, se ,il mis dias se paSSOO
Si'in VOS vcrinos, trcincinos que vos teuhais laucado cui
alguini emprcia louca, que vos perderla sem remedio.
\ ossus temores, l'.afacll.i, me tocio proliindaineii-
te; mas estou convencido, que se ches se reallsassem,
o.n me estiniarieis vos menos por isso. Tendes muitu
nubic o coraco, nao me acunscihan is urna resiguacuo,
Ulna iudillcreiii a, que, nu estado ,u tu.il da Sicilia, seria
na verdade, diga-se o termo proprio, nina covardia; i
por iiiiiu vos cnvcrconli.il ieis; delxcnios porm luto;
sois li i li I ti i r, nao pubis cuiiiprebeudcr as paiXCS, i
que nos outrus hunii us temos siijeita a existencia. I al-
iemos de nutra cuusa. Nada temos nos de nulhor para
di/.ei inu-iios? 'leudes de iiiiiu aggravoS, Halaclla, e IllUi-
(o grandes, maso futuro iucjusnlie.ua, e pe niillii-luc-
ha n pal a-Ios. Eiitretauto sudecompasslva; corri hon-
tcui a S. luliao para implorar-Yos un u perdi, queni.
iuje conceder-ui*o?
Eu miu estou agostada, respondeo Halaclla, lor-
uando-se de repente seria, C pucliaudo a m.iu que elle
quena beijar,
Eutno porque me rciiisais a vossa lilao?
Porque nu- miu apraz ionio sabis, o vusso uso si-
ciliano de beijar a nio as mulheres; nao iosso ver con-
tener cm costumv um seiiliuicnto.
io las i
as Ion
Sal
tes inuiiii ip i. s, porque cxistciu contra a coustituicao ;
ssiiu o dis e o eximio ministro da juslica : tanibem de-
vem lulos lien siliendo que estes jiiizinhos sao nutras
lautas a Vi d i ipiua que o cdigo cspalhou pelo brasil.
Ora, se os juites iiiuiiieipaes tomasseiu o caso em grosso,
*e d.ss. ni lodos mi is di lllisai -. o que lana este estadis-
ta tonto disparalado Us juizes inuiili ipaes exlstem
contra o- pn < ritos da consliluiciio, .nuda o Galvao nao
leve lempo de apresetitar una proposta acabando coiu
tal iiicouslitucionalidade Estes pobres diabos ncni ao
iuciios i.'1/.io de seuso coiuiuiiiu : viveiu em contradlc-
eao pe inaucnte com 0 pi II l.lllll uto que di/ein ler. As-
n .ni que a cuusiitui .io esta Mulada, c loil.n i i nao
prupii/.ei.io ainda que ella si ja restaurada I --Ainda
in us, a ligislaco vigente prohibe a remoctio dos juites
inuiiii ipai s. din inte o qnatii iiiiiii por que devem ser-
vir: diz o ti tiv m que rsl.l dlsposi- lio llC SlllClltC du lc-
..... .\VM.
He por este iilliiuu titulo que sullicilu a cr.iea.......
" E cutiioi un in lilhos, iuterreinpeo o barao, apre-
seiilando-se iui Jpi rail mu nt cllCOIIlrasti S-vos cm liui.1
Mililis ni jaita nidum feecft calumbo?;
Apparet Murs quam sil rnica Venus! (I
A allusn, poste que bcill clara, fui para anibus per-
dida, visto que Fabio niio era mais forte latinista do que
Hala, II i.
Que diteis vos deste templo .' coutinuoii o bardo,
satisfi ilo rinliin de ai li ir algucm sobre qiiem descarre-
gasse a sua erudifo. He a gloria da nossa ilha, nsula li-
nts. Prctcndein alguns, IImiados em una passagem de
Vuriirio, que era dedicado i Cercs; quanta a niiiu, sus-
tento que i i.i i mis.ig rail o ,i Diana, dmiidade tutelar dos
Scgcstanos, enprovoua iiiluha grandi obra sobn i Si-
cllia autiga, IVioneria cetas. Quaudo esse ladrao chama-
do Verles no. loubiiu a estatuada ticosa, a populadlo iii-
loira i ai onip inliou em pranto di pois de a haver cornado
le llures c pe fumado de ateos preciosos.
P.iiecc-iuc. diss, l.ilno. que em vez de a chorar,
inclhoi li lia feito em di lemh I I,
Oh! l par ti, sempre ests pelos meios extremos,
como o fogoso Achules, Achillis instar. Mas, a proposito
do hroe de Ilion, sabes tu que tennis pello d'aqui Ulil
Siiuocnlc c mu Si un indro
Mosininio neos estaniauhaa, c bem mecustoua
dcscobri-lus.
,1) Pumitas se aniih.io no < lino desoldado;
Tan chara Venus lie a Marte iiadu.


^_
2
gulamcutn c nSo da le i, c alguna jurisconsultos que por
aqu andad dixciu-que nSo era neceitario que a le o
dcclarassc, porque o contrario lerta auppor que ic dil-
uya ao goveriio o arblirlo de nomear julzea coinmissn-
rios para aa causas de mus alllliados : entretanto o Gal-
v:it> i'iiii'iiili'--que, rcniovriido julzea mniiicipaei, ape-
nas infringi, quandomulto, o rrguli......oto; c quau-
il i multo tambeui cata tubjelto inulta no inrsuio i -
II il un cuto decretada,iVqui perguntou o r'crrai ao mi-
nistro se elle j tinha dinhcii o para pagara multa; co
('. ilvao rom toda a IV.m pir/a <1< clarou que si::i!
O ministro da jnstica brevemente nprcsrtitar ca-
i un..i proposta, decretando que de ora rm dianle
iicm ser cuiprcgado sem que primeira te llic exa-
mine a cabera, para ver ai tem a bosta da ladroeira.
lista |>roposta>lie indisprnsavcl depois ilo que disse boje
0 Galvao, asaeveraudn que, quando a tal boaaa existe,
nao lia llacaliaaco, ii.m li i ordenado que evite as preva-
licarcs dos empri aiios.1)Salilauha ili que nao en-
tena* desuna contaa de iWwis, que de ceno seria muito
ulil appliear esse 1}atena, ja pie uelle tanto colilla o
ministro dajuitica, que lie liomem entendido de cou-
sas ralrangeiraa. ( que me parece fea entre nos) lie que
estes patriotas do coiil o imperio eiu pantana : ludo de-
sacrealulo, indo vilipcmtio promctlcmque hu de re-
formar indo, i* passo-se tic/, me/es de scsso sem que
nina su li'i (ciiho pioposlo ao menos !.... Tanta levi.ui-
dade, lana infamia nao lie preauuiivel : Aon n \ cor-
la '....
Pude aer que o Calvan se titiadeut mala; mas assegu-
rn-lliei|iie n nao ouvi, porque S. K\e. lallou em segre-
ilu. 0 S.ililanha enjoado \irou-se para niini, e disse :
(ira lilas: assini, i.unbem eu era capaz de susteutar
qualqucr proposta ; rale defender coucluscs nV otnni
scihili et gnibntdam nliis; e eu o cirio.
Detiola do jusliea llluu o Gonrolvca Maiiins. A
maiul i i tem grande zanga a este deputado. V ra/.m lie
lara : romo i lie tem assento n'cstn casa desde IS3, e
he observador, qiiaudo falla recorda colisas que eslava**
esquenlas ; compara-as, e a nialoria nao vive de remi-
niscenciaa. Viuda agora o fes; co lampo, que lamben!
n.m est livi'C (le > lllpa, Si lliprc que o Marluis si: melle
lelo pass.'.do, aluda que yenda inulto a proposito, ala-
ha-o e prohibc-lhc que o lara. Teuho visto minio pre-
sidente u'esla casa : o Uanoel Ignacio tinha s ve/es
mi.is grandes impertinencias j mas imparcial como u
l.iiiipo,aimlamu tive a ilisiinei.i liourade ver nciuprc he
liouiemsinho que as votaedes val dixcudo que cmeudas
r>ao mi uo do gusto ila govcrnaiica Talvea que elle
encontr algtiui lloyer-Collard eom quem de novse
apadrinhe.
Depois do Goucalvcs Martina t' con a vea ao Saturni-
no, j ii* as vezes tem fraiujuczas que su o diabo pode
atorar. Veja vocc se nao leubo razao : ilnnlo elle al-
guus conschoi ao ministro dajusca sobre compras Ir
ai ni.menlo, disse que lia pono tempu si- comprara
nina poVcu de sacatrapose inerieliulios a l^tlrs. cada
um, quando u gove no os poda ler couipiado a oo rs.
lie por isso que ncnhiini diulieiro elicga, que a des-
pez se eleva a 2Ginil eoulos nem dizla o Jos Orlos
que, se queriiio desperdicios e dclapidacdci, fosseiu
para a mariulia c para a guerra.... Sun negocios de 100
por loo : lie nina bagatela. O governu deve inan-
il.ir uiudoccao Saturnino.
Iloutem, sobbada 20 do cadente me/, estse a cma-
ra em grande moviuieulu Logo no prineipio aimiiiieion-se que o ministerio eslava chegado sna
liora drrraih ira que Jiavia lies dias agouisava I os
inquinan as causas de lainuulia drsgraca ; ouiios fasido
mus projectus de opposiru e de luinisterialiluio ; un-
iros em limjulgavau provavel nova diiiolucuo, c lanca-
vo ja suas linli.is para a rcelcicAo, etc.Assim, sob
esta iiiipn ss.io sinisira, eoutiuuou a dlscusso sobre a
aposentadoria dos deaembargadorea de Pcrnambuco:
ninguem prcsiava ailcneo ao 1), Mauoel, queliadoua
oh tres dias mi unir concluir un discursoque faz so-
bre esta materia. Tambcm pcrdiro-se aa pendas do
Jnuseii, que aqu se deo por ebefe di' um partido, e que
enleude que a cmara dos diputados lie o lugar mala
proprio para chingar si ns adversarios.
Ini esta a i i ni un. i.i mais grave ila scsso eu loga
\i que a colisa nao la adiaulc; as ostras estilo muito a-
garradiulias ao ro heilo, e uiio deixao a ctvadcira por d.i
c aquella palha.Falln o Galvo, que '.011111111011 nos
sens desiauparatorios : quer espics para os salea, e
se nao Ionio as res; ivas quedeve ler 11111 ministro, elle
diii.i cousaa a cmara, que a lii..o arripiar... Nao ha
dnvida, irnos conspiraces. O1.1, Senlior Galvo,
iinlro ollicio. Gostei di lie quaiuln leo aqiij nina lie-
quena sova ao Illas da Molla: he para sen ensillo. lli-
jiols do ministro I n o Junquelra um bella barrlgada!...
Sala ilis scss.'ics, lili de mar o de 1845.
P. S. l-'.sqiifi ro-ine di/er-lhe que aipii a]ipareei'o, ha
dias, mu paspalhau larda do de grana ro. He un honu m
dov srils Polis (i anuos, alto, Seill bigud s r sem di lili a,
muito nii'viiaii .. An vel-o 110 bcii trajo ata tmaitsanc
( moda falda das liopas Mauiriu(do lempo daa
ni rraa da fronili', caleea de ^an^.i amarilla, ineias dr
seda carmisiui e lai ha *'. *U. r inulta aTogueado, uu eom
as laces ctelas de wrniclhan; todos i nlendiao que se-
1 ia nlgutu dos dain ariuns do arsenal de marinha. averi-
guado o caso, o poln hoiiiui era um rcelcalastico na-
Mtaco, qui- vinh.i pi iln an Si. 111 iuislio ila jusliea mis pc-
il.nii, de p.ipi iio eom que pudeaac fazer una carocha
para eom ella ir assislir, no domingo 2n do crreme, ao
Tt-Dcum na eapella. (I Saldaulia, que logoo reeonlien o,
entrlalec 'o-ac e rxclaiuou :Este incu amiyo ir.-, min-
ea tevejuizo
liada ve/ he niais rapaz;
l'ois quanlos mala anuos 1 nula
Uaiori s asnrlraa fita 1...
e 1lr11.11111.il ligninas lagrimas conlimiandoa compaixSo
que I he mova o desgroeado do velho capelina do exerci-
tu de llazarin.
O Rrlogioda Caa.
O raitlittuill-*! -Ill.
A deelarai'o que ai oiiipanliou a lisia di' despacho
do hapiisado, essr emplastro confortativo comnosto de
poclenl ia e ilr esperam a, appluailu as cliagaa loa ilrs-
1 un leu Irs pelas I ujllsticas e prilrriiiies itiie sol na au .ani-
lla nao sr li'in realisailo : o eonliflUitr-fc-aa anda uo ae
ruiiiiiiui.il 1 os logrados ralo perfeilamenic logrados.
\ erdnde seja que o ministerio tem sna deseulpa ; desde
o ili.i do baptlsado est elle < ni laisr, os mluistros,
agostados una ion. os uniros, teeni maiseinqur cuidar
que nao ini aquilatare galardoar os serviros elelloraes
l'alv i un icnliao bastante agoa neata esta. ,n.'
.Nao tem misino nenhtiuia; pnssei-oa aprtichu-
lo; estn lars quaes o luyalo que 1 111 IM.u/ara passa em
frente da sna casa.
o baruo olleudeo-se da eomparaclio, que Un- pareceo
ii 11 rerenle, e iniiruiurou ruire (lentes alguma eousa as-
miii como -.'llaluiii snu niii (lamina; e rol la'ido eonver-
sacao do templa; rnloou um ditlivrambo arebilecionii u
multo erudito, que os amadores pdeiii, se foretn eu-
riosos, procurar na sna grande obra el raero..............
.......e loi lu rom os dous jornaliiros que Iruiiiira para
la/er esia\a< 111 s, i que nsululus Iralialhavo sobsuaili-
j 111 o.
Km quanlo o haro ilisserlava, trocavilo as suas duas
victimas sorrisosiuboa de intelligeucia. Talvea na reali-
dade nao deseallniaaseui ellas a imprevisto incidente,
que Ihes mudara o curso da convers n o, que su ia tor-
nando embaa, ada, principalmente para Faino. Quando
ete de novo lieou a sus eom Haladla, muito se ailinirou
da emoiao que senlio, ionio nunca Ihe aeouleria. An-
da (pie a eoiuinunieava linios os das, p.irri ia-lhr que
pela primeira ve/, avia, lauto, o abalara asna belleta
como que se baria ella transfigurado; atento rucira-
va-a como una iiieuiia, mas agora a inulhci se revelara
a si ns olhos.
Preso, suspenso a scus passos por encanto iuvenci-
vel, nan a perda (le vista 11111 su Instante; prociir.-iva in-
teprefcr-lhc o olhar, o eslo, o silencio, e descobrir-lhc
no seiulilaule o pensaiui lito, (luando quiz lomar nutra
vez olio da coiiversaco. no ponto em (pie lora cortado,
senlio-se (o desasado, too COnfuao, que nao aehava 1
IrrilMM para expliear-se, e muilo menos ajustava as
dos scus agentea.... o aervlcoa cleltoraea, emhora es-
queja os para seuipre, IIO os pague o niinislerio ; mas
lia serviros re.es que Ionio fsqut'ciilos, que ilevein ser
premiados, os servicoa do brigadelro beuto Uanoel,
si i, niiiiisiros, vos o csqucccsie-, vos preteriste* pelo
despacho do Sr. \\ cueeslg de Oliveira Helio ; nao vos
quitemos censurar pelo que nos pareca involuntario es-
qtlc'cuuculo c espi lavamos o voaso ronlifU(iir-A'i?-/ii para
ver como o havieis reparado. Fia reparai-u, que 11.10
se diga que o vleme veterano loi adrede preterido
que lie elle a pliiucira Victima san lrad.l 110 Hio-tliau
de ao raucor daquelles a quem desbaratou em Ponche-
verde, [O Btatil.)
ASSF.MII.F.A PROVINCIAL.
uimim:ii;:.\('i ha sfssmuiu DA 28 DE aiiiiil de 1815.
OSr. t'uiniiiii da Cunha : Ku pens que o Sr. deptl
lado nao lein r.uo de se qiiei.xar, suppondo cpie mis que
remos duvidar ila sna boa le e aptido ; nao he.isso : cu
qillzera que me iut'ormasscni, se o Sr. Taques he, 011 lio,
ineniliro da coiuniisso de rcdaeio....
Yozrs : lie, he.
U Orador : Pola foi um dos que duvidou commigo ;
elle, autor do artigo C nieiuhro da eoinioissao. disse que
uo sabia como havia de rcdigir ; e.-lou justificado ;
l.e .1 luaior ra/o que posso apresenlar, e IK'OS [lerinilla
que em todos os casos eui que eu eareecsse (le juslli-
ear-uie appareeessi 111 deslas ra/6es; mu meinbro da
eomuiissao dcredaccilO duviiliiu ; elle lueSIIIO disse que
eslava duvidosu de cuino redimira ; nao lie pois.par.i ad-
mirar que um deputado si- levante, e declare que lam-
liem (em diividas ; uinglicm por eerlo o poder incre-
par ; i' iiiiu u nobre deputado lem direlto di* qucixar-se
iusso, pola, a ii l-o, igual direito asslstiria a iodos os
inembroa das eommissues, cujas opinies lossem im-
pugnadas ; e cu, quesoil meuibro da cuiomissao de es-
tatislica poderla apresenlar igual quci.va ; por isso que,
leudo irabalh.ido, perdido uoutes, c pedido informa-
1111 s, Ini o parecer cumbalilo e l'eCOUtbalido, e a lili.il
regeitado, nao obstante ler en pedido quatro vezes a pa-
lavra para o sustentar: oque mo fuco, porquauloaconi-
mlaaao a que perteuco nao pretende impor os aeua pare-
ceres ; faz o que entend'; e .i assembla ciliupre appro-
var 1111 regeilar esse sen Irabalho coniuiisso de re-
d.icro compele igual direilo ; ella aprsenla sen Iraba-
lho ; e una vez ollcreciilo, ella liad pude impr, mo pu-
do obrigar a assembla a sugeilar-se sua opiuio ; co-
lillero que a commissao esta o maia ueui eumposta pos-
sivel : pul 11.1 be 11111 lilis scus meiublos que COIIIluigC
duvida. Din i anda ao Sr deputado, 11 ue cate artigo da
eoiu.nissao nao he 11111 artigo de improviso ; he um arti-
go que foi resultado de un ttabalho de couiiuiaso ; lie
eiinsequeniia da representarn dos vigaiius, e recom-
ineinl.irao do gnveruo ; mas, exiatiudo duvidas sobre os
limilis de tres frcgucalas c so fallando a emenda de
nina, claro he que jaita piover a rcspcilo de duas, sobri-
as quaes hao de apicsenlar-se novas rceoininendai-nes
e repiesenta.nes. i\o lia duvida que aqili Hala se de
Papacara ; c l'apai .1..1 lii .1 dividiibulc mu CCI lo modo;
mas, cuino qua uto ao que diz rcspcilo li Garaiihuus e A-
goas-llellas existem as mesuiaa duvidas, eu, sem me
querer oppi'ir ao vencido, desejo COIII tildo, i|ilc se lixe
he o que se vencen ; poique ha duvidas, e tais que al
Imprcssionao um nobre deputado que eslava na mesa, e
que deva ler feito juiao seguro a respeito : o que cerla-
niente deve mereceralgum peso.
OSr. Sabuco: Sr. Presdeme, relo que nao lia
ideulidade alguma entre adiscuaso quo hoje te agit,
e aquella'que loi aprcsnlada em Ulna das sessiies pas-
sadis porque, segundo miulia opiuio, aqu iraia-se
uiiii aun ule de saber o (pie foi vinculo, se aredacio
esta 1.u nao conforme ao vencido ; ora, paiece-ine que
he Intoiileslavei e fura de toda a duvida que a redacriio,
que he prsenle a loiisideraeo da casa, est de confor-
inidade eom o que se venceo ; j mu nobre deputado
que se asseuta ueste lado, tleorasoes plauaiveia c que
nao puileiu ser conlesladai e que por ccrlo o nao Io-
nio pelo nobre depulado que se assi'ula do lado opposto.
Sr Presidente, he precedente da casa que as emendas
que nao se reli-rcn a lima parle do artigo si- enten-
d 111 sempre substitutivas de ludo o artigo a emenda
que lu a mesa lu substitutiva de lodo O artigo a as-
sembla de ludas as qucsliics siibjeitas a sua considera-
rao su resolveo as duvidas que rxiatio cutre Papacaca ,
i- Agoas-ltellai: que devia pois fazer a comiuisso de
ieilae\.io.' Devia rcdigir na forma da opillio da coininis-
su : \ amos pois e.vaiumar a emeiida que foi appruvadu:
di/, a emenda o seguinte {leu)
Ora, pela leitura do artigo se vi que ha nina liulia
tirada do CUIIIC da sena, e ess.l ludia lie a base de lodo
0 projeiiu ; logo, desde que esta destruido o ponto do
qual deve pai IIr a buha, e nao se subsliluiu oulro des-
unido esla o piojillo; sean, peco aoSr. di pillado que
1103 diga cuino lita o artiga redigida depois de approva-
da a emenda; ii.in lie pnssivi I que us, liarrdaccao, nos
enciiireguemos de llxar una nova base para a divi
sao em substituirn ilaqui lia que fui desli uda na ter-
eeira discitsso : he iuipossivi I agora CXatlliliar de onde
ha de partir i s^a liuha; con.o se u0 de dividir cssas fre-
guezins ; nao lie possivel cerlameute, porque este nao
le o lugar prop io para isso; desde que se liiou a liuha
que servia de bise a divita* que o artigo catabelccia,
esta rislo que tildo O inas eadilcoii; nao podemos
la.1 r mala nada ; mas dlz-ac licao 1 ni pe as duvidas
que dizrin respeito a Agoas-Bellaa, e Garanhuns;
mas Sis. as duvidas de Papacaca nao esto 110
mesilio caso ; a respeito de Papacara ha documen-
tos olhii.u ha represi nlarcs dos povoa que peilein
se Ihes conceda o territorio de que esto de poste na
Serr.i-Ja-I'iata ; asiluvidas de(iaraiihuiis, e Agoat-llil
las a assembla nada resolvu a sen rcspcilo, jiorque
111 llhuiliaa duvidas Ihe Ionio propostat ollicialiiu-iite, 011
pelo uieiii.s nao cxisliu de Ulna n.al.eii.i tal, que pndCS
sem autorisar nina decian; logo nao vejo iuconveiilcnte
1 111 que o ai ligo passe como passou. \ olo pois pela re-
dani., que esla na mesa, p01 que ella est conforme ao
vi io do.
OSr. I'idio l'aralranli: Sr. presidente, tein-..e dito
aqu, que a quettllo que se esta disculindo he una quar
la discusso sobre o projeclo, o que lie contra o regi-
ment; mas 1 11 son de opiuio contraria ; ciileudo que
esta discusso he (.oiilbiiue ao regiment : o regiment
manda que a ntlaceo seja prsenle assembla ciu pa-
recer de comiuisso, que ser sugeilu discusso ; isto
idelas ; C de balde bu lava contra isla subila timidez, ca
da vea 111.lis insiipcravrl.- tuppllclo liorrivcl |iara um cri
ininoso que cun a coiisciei.ca perturbada aspira a con-
quistar o sen perdo a fbrea de suas palavras.
lie preciso di/ei lambciu que Bafaclla de modo algum
0 aleiilava, uu porque se mostrasse de mo humor ou
irritada, pelo euutrario, a primeira uiiveiu eslava dissi-
pada, e ludo uella iudicava calina, (Inrura, csqiieciiuen-
to ; mas sim por que luda ]n usativa, pareca ouvi-lo dis-
iralnda, etcota-lo apenas, e nem meatuo aperceber-te
da sua presenca, c aluda uicuot do teu embarace
.Mas, lespoiidei-nic ciu lim, CXClaiUOU elle sobre-
pujando COIU grande esforeo o sen aiauhaineuto; vos
nao podis deixar-me ueste estado.
One queris que vos responda? I'crgiintoii-lhe
como quem ein tobretalto deajiei-lra em uieio de um
soniio. J vos nao disse, que nao eslava agostada? Oem
sabis que nao guardo raucor, c nem liouve raso para
que O livesse, nem esse direito me astitte, poisque sois
llvrc CIU vossas asriies. Sois hoinem, leudes vussa lua-
iicira de encarar as colisas; obraicouio 1 ntenderdes, s
vos n coinnienilo prudencia; se aeonteecsse luna dca-
graca, mru lio que vos ama como a lilhu, muilo se na- j
oaria, e me farieis grande pona, l'ronieltei-mc ser pru-1
denle. NSo sei 11 que pense, ha moilos dias que tciiho
aecessos iuvcnciveit de tristes*, que me pcrarguein fu-
liealot preseutinientOS. Ue llliui ns enchuto como clii-
llieras, mas de balde, que vullo elles sempre a assal-
tear-ine. I'arece-n.e que estamos anieacados de alguma
CaUslrophc, e que alguma lli iulliiencia pesa sobre a
nossa vida. N"0 VOS rtalt de ineus terrores; quem sabe
se os u.sus prcsciiiiincnios nao sao in\steiiosas adver-
lic lima qii.ii ta discusso, he verdade, rom a dlllerenea
que nao podemos allegar motivos novos ; a discitSaao he
limitada ledaeeo, e se ella est conforme ao vencido,
0(1 se envolve absurdo, ou COUtradiCCaO, logo etta (piarla
discusso esl no direilo de se encelar; basta que um
mi de mis (enlia duvida para propnl-a eainara e etta re-
solver, se o que se aprsenla esl ou nao conform ao
vencido, oti sr envolve conlradirrao. Oque fui que ae
venceo? Ilavia 11111 projeclo que. em segunda discusso,
linha sido approvado ; e, sendo siibinellido lerceira
discusso, fei este approvado coin as alleracoes admilti-
das neasa lerceira discusso ; tlldoquantO vcio da segun-
da discusso (leve paitar no projeclo, se nao foi altera-
dona lerceira discusso, nltto nao ha duvida iieiiluima ;
maa o que se passou na qursto prsenle ? Din nobre
deputado.por urna emenda na lerceira discusso,allerou
a ni.....ira parle doart. l.e; mas. alni da dirisao da
Serra-da-Prata, de que trata o artigo, que foi alterada
lula emenda, lia, no mismo artigo, oulia diviso ; essa
diviso nao foi alterada ; e tanto nao foi alterada, que,
coiilendo a emenda do Sr. deputado duas parles, una
s foi vencida ; a segunda parle, que alterava o resto do
artigo, foi resellada, llcaiido por conaeqnenela em pe a
parle do artigo que, approvada Pin segunda discusso,
nao tinha sido alterada; este lie O esljlo da assembla,
e que pela niinlia posiro sou forcado a sustentar. A
emenda do nobre depiil.xlo era subsliliiliva de lodo o
art. 1." do projeclo ; mas esta emendo, coutendo duas
parles, foi approvada aumente a primeira, que te. referia
.1 diviso no lugar da Serra-da-1'rala ; mas, nao leudo
sido approvada a outra parte da emenda que se refera
los limites entre Garanhuns c Papacara, e nao leudo
havido emenda suppressiva da ultima parte do artigo,
he claro que approvada est aquella ultima parte do ar-
tigo, (pie nao fui alterada.
OSr. Taquer.Sr. presidente*, eujulgo que a redac-
\o do projeclo 11o 4 nao pode ser suhjeila a objeccoea ra-
/oaveis; sobre ludo se pude argumentar, no uieil enten-
der nao lia nada que nao possa leropposiro; mas eu di-
go, que sobre a rcdaeio nao se piidein apresenlar du-
idas razoaveis.
Sr. presidente, os nobles oradores leeiu-se fundado
ciu un erro; porque nao se nata, se os aitigos.que se a-
presento como emendas; sao, ou nao substitutivos de
ideias; o (]iie se verifica he, se sao substitutivos de arti-
gos, c de paragrapliot, de partes de ai ligos c de parte de
paragraplios; a aiiihu emenda era em tiibaliluicao do
artigo l" do projeclo, 011 da emenda da comniisso, c es-
sa emenda foi approvada pela assembla...
loan:Forapprovada tuda .'
O Orador.tino, Sr., foi parte smenle; mas eu nao
sei, que se possa dizer, que um artigo nao lie substituti-
vo de oiitro, porque nao foi approvado lodo, 011 porque
foi regeitado o principio 011 o lim; a qiieslo he, se foi
approvado 11111 artigo 1 em lugar de oulro artigo I"; esta
he a queslo, a nao querer di/.er-se que essa e......ida
mo lie artigo I"; porque o approvar-se o mais, ouo me-
UOt, nada inlliie...
OSr. I'tinCavaleanli:0cttylo, (pie teuho observa-
do na cosa he; que quem quer mandar una euieuda a
parte do artigo di/. :suppriiua-se parle, c subslitua-se
por esla...
O Orador.Poli bem, a mi tilia emenda nao tiuha ca-
sas declaracocs : por lano substitua todo o artigo. A as-
sembla appiovou a niiiiha euieuda, ella dettmo a base
(loartigo, e su isto haslava para elle liear prejudicado;
pois he impossivcl ligar a emenda approvada COIU a liar-
le do artigo da comiuisso, que se diz que subsiste. Nao
se pode fa/.cr outra eousa, acno o que fez a coiiimisso;
porque nao couheco ninguem eom autorida.de de entrar
as lunillas idei.is c examinar se quero substituir todas
ai do artigo, OU te t parte. O honrado meinbro, o Sr.
Macirl .Mouleiro, ollircceo um projeclo substitutivo ao
das cnnimsses de COIIItiluiCMO C legisliifo,creando ujil
concrlho de salubridade; no projeclo substitutivo mi
vcein ideias, c inCIUIOartigoa que se acbo no das coin-
niissoes, e liav r quem separe as ideias cal ligos lio
snbsiiidos'! Orto que nao.
Sr. presidente, os inconvenientes da doutrino, que as-
lim se apresrnta, sao rccunhccidos; nao podemos fazer
mais do que ater-nos s formas, exaiuioar se os arligos
q |.n.vados san, OU nao substitutivos do l"ou 2" artigo,
como sen autor o aprsenla, e nada mais. Se quizcrrui
distinguir aa ideias cuntidas nos arligos, enlo fcil ser
mostrar que qualquer ai tigo nao he substitutivo de ou-
lro. Coucordao ot honrados inembroa queataco a re-
daceo, que, se fosse appiovada a segunda parle da mi-
11I1.1 emenda, eslava substituido todo o artigo Io: pois
pelo sen sistema nao o eslava; por quanlo a emenda na-
da conlinia a cerca da limitarn da ficguezia de Papa-
Baca pelo Norte, e etle he mu dos puntos da diviso do
iirligo dacoinniisto. Se julgo a materia duvidosa, c
qucrciu cxplical-a pela discusso, a comiuisso julga ler
se loiiforiuado COIII a opinin ileinnnsliada pela niaioria
d.i assembla, que, apprcvando a minlia eiuenda, adbe-
rio ao mru peiisaiuenlo, qtlC bem esplique!, era que s
se deeldittc a ipieslo pelo que locav.i a Serra-da-l'rala,
ese deixasacui quanlo ao .Vrejo c uniros punios as cou-
sas sem dcclararo, c como eslavao. (luerenios que se
guilde cun lidelidade o que se tetilla vencido nal dis-
eusses, c 1180 ic admitalo alteracdei uaapprovacao da
redaero; lie por isso que pilguamos.
OSr, FranciscoJoo;Sr. presidente, eu suppouho
que as opinies do nobre deputado a cerca da questao
que te agita, nao sao cabidas; porque entendo que a
cada um dos mciiibrus desla casa compele o direilo de
11 fiexionar sobre cada nina das quctlei que aqu se
agilo, e mullo mais sobre a uianeira por que a coni-
uiisso de redaero aprcstnlou aquilln que foi vencido
na casa ; mas, Sr. presidente, desla pequea explica-
ran que serve de iiilroduceo para CU entrar nesta ques-
lo, eu 1I11' 1 que a couiiuiss.i de redaeco uesla part*,
au obstante a religiotidadecoin que cuuipre o que est
a seu cargo, nesta parle, sem querer, lallou ao seu de-
ven...
Sr. Tin/ucs :iNo.tenlior; ludo quanlo fez foi mili-
to resolutamente e de proposito, fui porque emendes
que o devia fazer....
o Sr. Uanoel Cavaleanli:Que foi de proposito to-
dos sabemos.
U Sr. Tuques :Ahi csl.i a coiumissu de redaeco; si
quer entre para ella, e rctlija inclina.
( Orador :--Sr. presidente, na casa esl clabcleei-
do o csljlo de mandar emendas suppiessivjs, e emen-
das substitutivas, snppi essiv.is de laes e laes parles,
substitutivas de laes, e laes parles ; logo emendas as
emendas substitutivas das partes que substiluem, r
1 ...........^i/aaatittn^fg-aK-^^jj.taaa-zrjfc.vaaatPwaBr'apaac
tendal, aeuSo temos genios amigos, que algiimas ve/es
descortiiio a nossos olhos una parle dos esculos arca-
nos do futuro' Nao OUIO afBriuar que assim seja, mas
uiiiguem ousara dizer que o nao he. Na duvida, antes
quero erer. A f j lie quasi lima revelaco.
Imitis foro os esfoifos que fez Fabio paravoltar a
cuiinrsaco acerca de Hafaella; porque ella a fazia
sempre recibir sobre elle, sobre os deveres que elle ti-
nha de ciiiupi ir, sobre us perigos que devia evitar; mas
por certo nao siippuuli.i ella proplielizar to bem. Se
llielallava de sua pessua, ella oilliiilia; se insista, c.'il-
lava-se de todo. .Muilo nianifrst.i era a sua bltencio, para
que nao houvcsse premedilaco. Fabio desanimado leve
de renunciar em fin Dina explicaco, pie evidentemen-
te se Ihe nao quera conceder.
Hafaella havia-lhe recusado a mo rm signal de re-
conciliar o; reeiisoii igualmente o braco pira cuitara
planicie, e deseco a colliua, como a havia subido. Des-
di rntao naoeittvcro mais a sos, e todo o uparle se lor-
uou impossivcl.
signal do jautar havia soadu; ludo o mundo se ha-
via eiicaminliado para a l'onlc, puni 1 11 -unan gtral
da caravana. <> ultimo que aeodio chamada foi o ba-
ro: 1 liecini elle tudv esbzlurido, cbbrrlo de p, con
as nios sojas de Ierra, easalgihciras clieias de pcdai;os
de lijlos e de vasos, de seixiulios de todas as formas i
de ludas as cores; era a sua recolta daquelle dia. Guar-
dn ludo eom grande cuidado, e tirando do colgte una
pequea inoeda deprata, teudo-a entre os dedos poja-
gar e ndex, levantou-a triumphaiile, de inaneira que
todos a podessem contemplar a vontade'
que o nao sao daquellai que deixao ficar; esta pratea
eslabeleeiila na casa Haz comsgo*todas as consequen-
laa neeessarlas da clareta, e isio tem particularmente
lugar, quando os projectOl patlo daS.' para a 3.' dis-
cusso, quando sao approvados aquellea artlgOl que
leem ein sen favor u voto da casa, e nao sao alterados
foi isto oque aeonleceo na queslo presente, he isto
mesmnoqiie est conforme coin o pensanienlo do no-
bre deputado; uessa emenda o nobre deputado que-
ra alterara diviso do artigo; mas, pivvcndo como h-
bil calculista que asegunda parle da sua emenda fazia
mal a primeira, reqiierco a volaco por partes, c aquel-
la parle que foi regeilada, nao pode ser considerada de
li; no,podendo ser considerada de pe, oque se segu
he que o artigo nena parte Acota como ettava; tendo li-
eado como est, he cerlo que a redaccfio.quc nao com-
prrhende essa parle, nao est conforme ao vencido. Sr.
presidente, assembla eiimpre decidir qual foi a la
opinio; cu emendo que se obra regularmente quando
se agita esta questao, porque o regiment a contente
como j foi dito ; por eoiisequeiieia cu concilio votan-
do contra a redaeco.
He julgada dSmiteria discutida, r a redaeco appro-
vada.
Knii.i ein discusso o parecer adiado da coniinisso
dcf.izcnda, e un .iiiirnln IlldcfeiindO oj-equeriineulo (le
Alexandre Lopes Hibeiro. [\ ide Itiariu n 0.1;'.
O Sr. Franrico Juio ollerree a seguintc emenda :
.1 One se remella a presidencia para prestar ao peti-
cionario a gratilicaco que entender siilliciente, tirando
ssa despeza da quota das eventuaes.--/'Viuirfzro Juno
Kneerrada a discusso, fui a emenda approvada.
O Sr. fiabuco: (Pela ordein), Sr. presidente, na 3."
discusso do projeclo, que marca os casos, e a forma,
por que o presidente da provincia pdc nomear, suspen-
der e ni sin.1 demittir os enipregados provincia, a
coniinissooilrrecco 3 emendas*; em nina (lillas declaruu
inamoviveis os professores coin excepeo dos substitu-
tos ; foi a primeira parte approvada, e regeitada a ex-
cepeo; mas, apezar da excepeo ler sido regeilada, en-
leudo que os substitutos nao licro inamoviveis; que
sao amoviveis, isto lie que eslo coinprchf uditlos na re-
gia geral de amoviveis; COIII ludo o jornal da casa, dan-
do eonla da volaco que leve lugar a rcspcilo do poni,
B0 qual me reliro, dicidio prdeniplinaiuente, em eonse-
quencia da volaco da assembla, que os substitutos sao
vitalicios; mas, como a assembla nada dicidio a esle res-
peito, e nublos votro contra a excep-o expressa dos
substituios para o caso, visto que elles nao sao professu-
1 es, protesto contra a declararlo que c-sl no jornal,
para que se nao tome coiun deersu da asseiuhla.
," Si. /.'.q.ii.w.i di 1 l.iia que sabio da sala, para lio
votar, acerca do parecer que diz respeito ao requeri-
iiiei.io de Alexandre Lopes Hibeiro.
Contina 0 ilisru-isu sobre 0 artigo, 8." das lasturai adili-
1 iiniiil da cmara do llecife.
OSr. francisco Juan:Sr. presidente, iialiltiuia dis-
cusso, nao linha pedido a palavra, seno para explicar
certos principios, e ao inesmo tetupo para fazer certas
obaervaedea a um nobre deputado, que se tiuha occiqia-
(lo de duas 011 tres rellexcs por mim apreseuladas.
Ku,Sr, presidente, deixarei um pouco departe o en-
tbutiatmo eom que o nobre deputado rcapondeo as ob-
servaces daquelles, que prufessavu nina opiuiu di-
versa da sua, de que inostriiu estar fanalisado.
Sr. presiilenle, euereiu, doulrinas aiinunciadas pela forma que ai oll'ercceo o no-
bre deputado, quando as quiz combatir; ccrlo que nin-
guem aqu disse, que, por isso que u poder ecclcsiastico
aehava ser c/mvciiicute aos iulcrcsscs da religio, e a
pratica de certos cosiumes a inlcrvcnco uo poder civil,
d'aln icsiillava obiigaco rigorosa do poder civil inlej-
vir em todas as quesles, que ao poder ecclcsiastico prr-
lenecm; ni-incu dille lito, nem creio, que o nobre ora-
dor, que me anteceden, livesse apreseuludo laes ideias,
que na verdade leem nina c.xleuso que nao Ihes quiz
prestar o seu autor. Fu disse, que me pareca muilo con-
veniente, o que de novo repito, que o poder civil inti 1-
vicsse, nos termos, e as occases em que se siippuulia
ulil o apresenlar a suasanero aos preceilos religiosos:
assim, permilta-ine o nobre depulado, que Ihe diga, quo
elle desua lurou o modo que linha sido eslalnlecido por
aqucllcs, que se oppuuhao s suas ideias. Fu princip i
por considerar inicuamente distinctos.e separados o po-
der civil c espiritual; mas disse, que ao primen o poder
legiliinanicule cabla o auxiliar a pratica e obediencia do
ccrlos preceilos ila religio, quando dessas praticas re-
sullavo utilidad.- inmediata a sociedade.
O nobre depulado disse qu- cu, querendo apeti echar
coin e.xemplos estes principios, linha ido buscal-os, lilis
na Inglaterra, outros na cidade do Porto ; que o priniei-
10 nao tinha realmente a forra que se tinha querido a-
preseutar por duas ra/es, lima porque se aehava sobre
a inesiua cabeea o poder espiritual, e o poder civil ; on-
da pela Intolerancia desse povo o que se observava no
desfavor que pesava sobre o povo Irlands, C sobre os ca-
IholiCOS, que sulliio exi lusis dos cmprrgos puliticos.
O segundo cxeinplo por mili) f\i|ircseulado a cerca do
Porto e Lisboa, foi anula repelllo por niolivo de conter
apenas ilisposices de Ulil pequeo gov rno civil, que
por isso nao merecan o pesu que se Ihe quera prestar ;
devu advenir que, llalli di -ases dous exen.pl. s, outros
me refer, que tendISo a mostrar que em diversos luga-
res iulerviuha o poder civil na observancia de ecl las
praticas religiosas, nao determinando coin ludo quaes
ellas lossem. Supponho, alias, digna de Inda a conside-
raco a Objrcco feila pelo nobre depulado aventada
etll referenciaa Inglaterra; devendo ohserva que .quan-
do me refer ao cxemplo de Inglaterra, era para mostrar
que all o poder civil entenda conveniente a observan-
cia de certas pratica! e preceilos : loi o ponto que cu
quiz mostrar, c nada mais. Olanlo a intolerancia reli-
giosa, para cuja dcinonstrar'o VCII1 o noble deputado
trazeudo a cxclusn dos calholicos de cellos direilos po-
lticos, nao posso considerar procedente tal objecefio;
pin que nao fallci eu de tolerancia poltica, e sim religio-
sa, colisas eslas que, posto se posso harinonisar, sao
coin ludo dislinclas; se por ventura o povo Ingle*, ou o
seu governo, tem adiado conveniente aos scus iulcres-
ses o excluir os nobres calholicos de seus 1 nipregos po-
liticos, 011 de coin elles entrar em commuiiho desses
inleresses, isso nada vciu para o COSO.
Tambcm pela nossa cousiituirao, que consagra pela
inaneira mais expressiva a tolerancia religiosa, sao ex-
cluidos de ter alienta no parlamento aqucllcs que nao
segu 111 a religio calliolica apostlica romana, que lie a
do estado; supponho que um protcslanle, 11111 maho-
-rs'Maridrf'if
.stix:.
-CS-J
Fisaqui o mais bello lloro da niinlia cora, excla-
111011 rnthusiasinailo, urna uiedalha de Scgesto, de to-
das a mais rara; tem iqul o notne, pdein ve-lo : EGBS-
TAIONJ Fila reprsenla 11111,1 cabeea d'Aiigusto, c no re-
vez Fneas eom seu pai Anchises sobre os lioiuliros, c seu
iilln Ascanio pela mo, o une prva tereni Segcstanos e
Itomanos a inesma'origem ; coijmilioneronjunclai, como
positivaineute n i'stabelece Cicero.
Meu charo marido o jamar esfria, diz a barone/a.
He verdade, responde o bario, que desculpava
sua Ignorante ainetade todas estas Interrupcfii s em favor
de seus talentos domsticos, lempo ha pura ludo. Auc
quotl ayii.
Devenios fazer-lhe esl.-i justica, que meza dava o
baro treguas arclieologia, e era divertido coiivivcnle.
Foi o Jamar alegre, como loem te-la taei tan tares; e
foi longo, que ninguem tinha preisa de rollar caaa.
Hafaella s, c Fabio ainda mais do que ella, estavo si-
lenciosos ambos e visiveliiientc dislraliidos ; o que diva
motivo a que outros cocliichassein e se risscui a sua
cuita.
Quando chegou a hora da partida, abalou a caravana
pela estrada de Sao Jiiliao, Fabio tomn a deCastelvc-
trauo pelos montea ; tinha suas rasiies para evitar a eos--
ta: a aventura da Spagnola ettava aluda mullo recente.
Como ia elle motilar a cavallo, o encllente baro aprc-
xiuiou-se, e piscando-llie o 0II10:
K enlo, pergunluil-lhe, estamos recouciliaih.s?
Sua si.i.i mli.i. responden Fabio de inu humor, he
um enigma, cuja chave nao possuo.
[Coiiliiiuar-sc-ha )


metano 011 algum oiilro que tcnlia abracado destas se -
tas que nao constitueui a uuss.i, nao poder ser depu-
tado, iiem senador, ncitl regente; lie excluido pela le
fundamental.
Voin;Senador pude ser....
O Sr. I'erreira liarreto :lie o que nos falla, lie un
inouro no senado do llrasil.
O Unidor :QuanlO ao outro exeinplo por niini prc-
n nossa inenna llngoagem, quasl os meamos costnmes,
tinhao rccoobecldo a utllidadc de dar consideracao a
esse preceilo mas com naturalmente, e he.se convciu, ueste caso, ou nao, que
o poder civil auxilie a neco do poder espiritual. En
entrcl nettai conslderacdes porque me pareceo que os
nobres deputados eslavao propugnando pelo principio
da nao iuteiveino absnlula do poder civil naquillo que
pertenee ao poder espiritual ; eu entend to desde o
principio at o fun; mas aqueslao nao he tmente esta;
o que Qlimpre agora examinar, lie a conveniencia de
auxiliara ortica do preceilo dominical; se se recouhe-
cc conveniente anxiliarmo* com os meios que a aulori-
lade civil tem sua disposicao, iiiui natural he que
impregnemos estes, cuja propotta nos enva a cmara.
I) poder espiritual tem o indo de exeouiniungar, mas o
poder civil nao pude lluiitar-SC adar coiisclhos, obra
Cllipre inipondo penalidades: a quesillo lie d'esta uatu-
rea. Alguem levauta-se contra estas prallcas, alienan-
do prlinciraincnic que o euiuprlmeuto desse preccito
mi embarga a abertura das lojas; que se piidc Ir a
inissa c abrir as tojas, A segunda rellexao que se
oppoe lie que CPlll isto soll'reria milito a indus-
tria. Ora, eu suppoulio que quanto aos incovenientes
UC toO're a industria, alies nao iccm o alcance que Un s
querein dar; eui toda a parle os domingos e dias san-
ios sao consagrados ao descaigo do carpo ao rrerrio
do espirito e as platicas de cei tos preccilOS religiosos ;
o domingo he InterpostO depois dos dias de trabadlo pa-
ra esses lins cine sao iniiilo necessarios olanles in-
dispeusaveis ao homem ; e a industria nao he cora isso
ulleuilida porque conhivu paues inuilo industrilos,
a Inglaterra por exeinplo que o he em ponto milito su-
bido em que sempre he cumplido esse preceilo.
Agora quanto a poder ser combinado o preceilo de
ir missa com o incieadejar eu siipponho realmente
pouca alinidade nao supponllO possivel que ao mcsnio
tempo que se estica a l'asi'nda debalXO de mu covadb ,
se possa inuilo pensar em Dos. Ora, lie verdade que a
medida se esleude inais algunia eousa duque devera
u mi me alrevcrei a mandar emenda ; mas, de laclo,
os dias santos nao sei se se piidciu considerar como o
domingo.
Agora,'Sr. Presidente, cuquero aprt-scnlar un oulrtf
laclo ; o goveruo portugus ltimamente coiitratou pelo
seu cacarregado em liorna C creio que por intrrvru-
riio do internuncio residente ein Lisboa a suppres-
so de certos dias sanios c eu creio que esses desejos
do goveruo portUgUCS ja se aclio hoje salisfeitos ,
sendo ellus nascidoi do intento de faxer guardar os do-
mingos e cerlos dias sanios ; por isso eu tambem qul-
sea que entre nos esses dias fosscui un pouco diuii-
niiidus ; guardando-se apenas os domingos.
Si. Presidente concluu com urna ultima observa-
rao e he que os cxcinplos que tronce de Portugal, de-
VCIII de ser abracados porque sao .trasidos de lugares
onde os COStuniCS e hbitos sao iguaes aos que linios,
por quanto basta dlscr que fe-rilo os nossos pas.
(Continuar-it-kaJ,
llemliinenlo da mesa da reeebedoria de rendas
raes, no inez de abril prximo paita
A saber : '
Foros de terrenos de marinha......
Laudemics...............
Sisadosbent de rais...........
2" declina de mflo molla........
Declina urbana.............
Direilos novos evelhos.........
Dirrltos de chancellarla.........
Uixiuia de chancellarla.........
Matriculas do curso jurdico......
Sello ilxq ...............
Dito porpocional............
Imposto sobre casas de modas, roupas, etC
l.icenca dos despachantes d'alfaudcga .
Emolumentos de certldoe*.......
Juilas de hachareis.....-......
Imposto de lujas aberlas.........
Dito de barcos do interior........
Dito de esclavos............
infernal gt-
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#750
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Jlccebcdoiln, 2 de maio de 1845,
O escrlyao,
Ktlanitlo l'ercira deUliriira.
C O 11 11 E 1 O .
COIllll.SPO.MlKNClA DA CUMDK K l'IIOVIXCU.
Kilo anparceco o Ja3o Volirt, como liavla auuuuclado
u pit.stiiiin-iiior ; apparCCCO porciii u Aziniaijue, digno
inslruiui uio lias maos dos cal rseos, que anda nao se
atrev ni a assasslnar as victimas; digno uome de uw
peridico da praia, e mais digno pi'CSClile que ella qull
mandar, pelo vapor de boje, aos seus duus miuistroi
uiais dilectos, o Loelbo e o Jos i arlos ; e por isto lana
a/alama houve. Dixcin-me que he Cmela setti tirar
lieui por, c que al se quera publicar com u mismo no-
ine ; mas o Rugado rcclainou o seu dircito de proprieda-
de, discudo que, nito pudendo elle agora concorrer com
o seu contingente, por estar mullo oceupado em lliupa
o limo da ullandega, mi consenta no uso do sen noinc.
ionio noticia hoje deque ha nina caria da baha
dando noticia da luiitauca do gabinete, e que o Miranda
lUbcirO era o encarrilado de luruiar o novo ; isto acre-
dilaro cales snji tus que estn auciosos por cssa iiiu-
dauca ; mas nao o creio eu : o ministerio calla? Ora
pelorio '. c (jiu-iii ha de dar conla de lodo o Brasil.
OU. N. de que lionteni Mies falle! era do esquadrao
de cavallariac mi do 3." balalhio.
DIARIO DE l'EII.UHIHCO.
Temos .111 nosso poder nina resposta s observacocs
fritas oecurieiuia havida no Caxang entre os Srs.
oillciacs de marinha e alguns habitantes daquella po-
voaco e se nao a publicamos hoje he por nos nao
con!nlirein as muilas materias, pie para esle numero
i.i se achao preparadas, ____ ______
'm^smmm^^amaamam
Variedades.
O IMIISAVIl. EM MADRID.
Estamos nos dias inais alegres do auno : o carnaval
appareee entre US com seu najo de ailcquiuie suacara-
pui idccuscavcis. Por toda aparte brinquillo e alga-
zarra, por toda a pane jubilo e divertiinenlos. Grita!,
grltai bcn alto, para que se nrio oucjta os lamentos do
moribundo, os ail dos desgravados! Alurdi-vos a vos
lu sinos para mo seulinles os males que vos rudciao, as
pi as que vos allligem, as plagas que vos devoio
Isto dlS o lonco lolga/an ueste lempo a huiiianidadc ; c
esta, esiulandn cOUSelllOS Lio agrad.iveis, lau\a-se em
busca dos praseres com a luais egosta indllireiiea, na
inais completa ilesindein !
PorOUtra parle, he justo se consagren) algumas ho-
ras ao olvido das cousas terrestres; bejustoque spot
tres diasahaudune o couiincrcianlc os seus negocios, O
advogdo os seus pleitos, o empregado sua escrevani-
liba, o rSludanle seus linos, para depois volver com
ni.\ a le, con. novo ardor SUBS trelas, Em ledos os
novos, em lados os pases do mundo, se paga esse tri-
bute toreado, que, consagrado* pelo cosluine, se conver-
leo em ncccssidadc. E todava tem perdido milito de
sua amiga pompa, de sen litigo apparato csla..."alegrr
temporada : a Italia mesmo niSo se entrega com u'^rliriu
de oulros lempos aos regosijos do carnaval ; Venria, a
rahiha do Adritico, conserva apenas a recordacTo de
suas brilhantes Testas, como a de suas passadas grande-
zas ; Analmente, llomn, aples e Paria ollerecrin slm
ii yi espectculo animado, menos porm por suas masca-
ras do que por seus saraos.
O mesmo acontece em Madrid : no lempo dos nossos
avscosluniava-se borrifar das janellas COIU agoa lodos
os que passavao pela ra, euipulvilhar rom pus de cima
para baixo, nu alirar ovos rechiados de ciu/a, e oulros
projectis inais : o eutrudo era, assini verdaderas bac-
ehanaes, e s vrzes davao de si funestos resultados. Os
easqtiilhos e petit-niailres desse tempo mi se desdenlia-
viiii de appreseiilar-se nos passeios, este com najo de
momo, aquella vestido d- papis, est'outro de peregri-
no, uem de Ibes enviaren cultas c eiigenliosas orvalla-
das as damas de inais alta jerarchia. A' noule os bailes
do Iheatru do principe erao o iiiii/-ioii da boa socieda-
de madrilea ; nelles coinccaviio mil Intrigas, c acaba-
viio outras mil.
Hoje ludo ni o don : as mascaras cahiro no inais com-
pleto descrdito, tanto porque passro de moda, como
porque as sociedades de tom Ihe declarrao guerra : a
temporada que eninecava tutes do dia de rcis, mi prin-
cipia agora ale llamingo da quinquagesima ; o imperio
da carda niio se prolonga inais de duas semanas, ale que
a l'iidioadu Ihe pOe.Icnno, com grande pesar do* rapa-
ses, e mi menos salisl'acao dos pas c maridos, ualuial-
iienle ralhadores c severos.
l'orui se o carnaval perdeo seu antigo brilho, con-
serva anida a alegra e anilliacao. O povo se euimasca-
ra, e corre as ras ein variados grupos inais ou menos
vistosos, mais ou minos novos iieiihuma desordem
perturba a doce lbiidade que dislrucla, uem ha que
deplorar quasi nunca alicviiiicnlos ou exCCSSOS : em
11 iiaiii' i as pessoas de mais elevada elasse presenceio lo
variado espectculo das janellas ou de suas carruagens,
ou preparo as galas que bao de depois oslenlar nos
bailes aristocrticos.
Em poneos anuos, na verdade, houve mais do que
ueste principiando do palacio de nossos rcis ate as ca-
sas dos mais uolaveis pcisuuagcns, sao iuliiiilos os sa
loes aberlos ao inais elegante C cscolhido da sociedadt
madrilea : Domingo, Narvaes d.i tambem um baile a
que asslslir as pessoas reaes: as senhoras se appre-
si'iitar com histrico, e caprichosos trajos, coudirao
ueeessaria para assislir. Seguiida-leira ser o sarao do
Paco, lerca-l'rira o do marques de Mirallures.
Em quanto a senhoia de Moulijo, que mo se conten-
ta com dar cada oilo dias deliciosos bailes, prepara tm-
belo outro de irajus para domingo dos Pindes ; e anda
nao sendo islo suilieicnle a seu iucaucavcl deseju d
proporcionar praseres iuuuuieravcls a quantas pessoas
recebe, ella combina ricos grupos ; mas nao devenios
revelar semio nielade deslcs mjsterius, deixando o pra-
ICr da sorpresa aos que admiraren! as cngeiihosas u-
veneesde lo amavel senhoia.
Nos saine de Villa llcrnioza houve os coslumailos
bailes de mascaras de paga. Contaremos por amostra
do que frcqucnlcs ve/es suceede nessas in.iscaiadas que
passaio do toiu, a scguinle ancdota.
Moprlmciro desses hades, que foi qulnta-feira .mies
do entrado, urna seuhora, multo cuubeclda em Madrid,
pelo bravo de un buiucui de domino pelo, tiulia cun
ella esta ou seiuelbaute couversaclo.
\ lu aqu por la causa di/.ia ella.
Quanlo l'o agiadeio responda 0 acconipauba-
dor.
Fcllsincple meu marido foi para a cava, c nao nos
pude mu jo i lieiulei.
lano o recelas1
Muitissiino. Tao brutal, to zeloso, lo injusto.'
E como te casaste com scmelhautc homem ?
Ai! iini pai malino me obrigou.
Pobre victima !
Se soubesses quanlo sou desgravada He um cii-
ine, heni o sei ; porm as horas de amargura c tria-
tesa tenho drsejado que a tirarte venba pr termo a to
maldita existencia.
Pois desejasdescer sepultura ?
IVo, mas que desi;a ineii esposo ?
O domin negro arrancn violentamente a mascara,
e a descspaiada niulher vio o loslo carrancudo de seu
esposo deilando chispas pelos olhos. laslou-lhe um
inoineiilo para tornar a si de sua ligeira perturbacio ; C
dando una usada mili nalural e mu frailea, cMiainou
pegando no bravo a que pouco antes se encostara :
-- Que peca le pregue!, raeuseloso! has de confes-
sarque eugoliste una amarga pirla meu beill !
O marido confuso, ciubasbaeado, dcoem andar, per-
guntaudo a si mesmo :
Ser.iou nao verdade ?
Isso mesura repito eu : Ser ou nao ser larva. Es-
pero a resposta de nossos leilores.
(R. .y.)
o rAsstio do uoi COaDO.
Curiosa he a procisso do boi gordo que os cultos
parisienses, que escainecein das anliguallias dos oulros
nOVOS, oslenlo lodos os anuos em domingo gordo i
terea-leira de cnlrudo : all leudes o _
l'iayramma para 1S1.").
O cortejo se formar do modo seguintc :
llomperu a marcha vanos guardas municipaes a
cavallo ; seguir-se-ho douslicraldos com trajos inagui-
lieus; um tambor mol' COIU uniforme do lempo de Luis
\l\, oilo tambores, 32 msicos de cacadorc>u. 14 ri-
camente vestidos. Ir depois a cavallo Mr. Ilullaiid,
caruiceil'o.douodo Imi gordo; Mr. Cnuert pai, que
cebn; o inspector geni dos acougUCS Mr. Ilerscii.iuesli
de ceremonias, tambem a cavallo.
Luis M\, um cavallciro da sua corte Luis Mil, um
grande funeelonario ; duus luaudarius ; u imperador de
.Mailocos, dous principes marroquiuos Francisco l,um
cavallciro ila sua coi le lleui ique III, mu cavallciro da
sua corte, oonspagensde Francisco I, o duque de llor-
gonha, o duque de l.orena, dous pagens de Luis XIV,
dous buhos do lempo de l.uii XJII, dous pagens de Lui
XIII, douscavallciros do sequilo de Luis XIV, oulros
dous de Luis XIII, e dous capiles de guardas de Car-
los \l.
Depois ir com estentacao o Pai Iioiiioi (o boi gordo),
ricamente ajaezado e com um utagnico penacho que
Ihe eohiir a calleja | sendo escoltado por un grande
-acrilicador, dous lietores, qualro sacrilicadores, um
condiiclor, ele.
Seguir-se-ha ihii carro com rodas domadas, lodo ca-
berlo de vellido carmczini, puchado a 4 cavallos eober-
los do lucsmn vellido. Ser conduiido pelo Tempo. ,No
mais elevado do carro dcbai.vii de um rico docel ii o A-
nior, scoinpauhado de Jpiter, levando na tuo seus
terriveis raius ; de Apollo, dos das bellas arles e anli
go guarda dos rebanbos ; de Hercules, de Mercurio, e
de lodo o Ol) mpo.
Acoinitliva percorrer muilas ras de Parla, c se
trasladara s Tulherias como he cosluine.
a' baixo os SIOOBES'
OtSabriel Qoncalves de /.avala, coronel de inlauteria,
c coiumaiitc gem interino desta provincia :
Fayo saber, que, resolvido a lazer obedecer e respei-
tar as dUpOSicdCS das autoridades legtimamente consti-
tuidas, e notando que a ditada pelo Sr. chele poltico, no
seu balido de .h) de oiilllbro ullinio, prohibindo o uso
ilus bigodes, nao leve o ciiniprimeulu que era de esperar,
pois que actualmente, mais do que nunca, se abusa es-
candalosamente daquella oideiu; bel por bcn resolver :
Alt. nico. He prohibidu o uso do bignde e mais r-
nalos militares, debalso das penas cstabelecidas na or-
denanza aos que oslenlo distiuclivos que nao Ibes com-
pe*>iu. As paliulhas, que para esse lim se nuniear, a
guarda municipal, e a de proicceo e tegiiranca publi-
ca, licao auloi isadas a prender os que iulriugirem esta
uidcni, srm jirtjaizo de sertin julgados na ronfurmidade das
Icis. Esta medida piiucipiar a ler eiecucio desde o
dia I." de i'eveiciio prximo. Murcia, 20 de Janeiro de
I84j. O euininandautc gcral, Gabriel toncalves de Xa-
va la.
{!'. dos P, no Porto),
COMMEnUO.
Alfandega.
i\endimento do dia 5.........6:720/247
Dcscarrrga Ituje .
barcaSavarre mercado rias
//ligue('uriV;!ii--rolos de liimo.
i/rgue lYnlun V/i;mcrcadorias.
Uriguelimihjbacalho.
barcal'timiyplui m incrcadorias.
IMPORTACAO.
I'imiigliame, barca inglesa, viuda de Londres, con-
signada a Me. Calinont & C, mauil'esluu o scguinle :
4il barricas sahlre, 24S (lilas cerveja, 3 barricas oleo
ile Mol.iia, 2 fardos lzcudas de algodao la, 4 caixas
chances, I dita viuho c barricas lima a Fox //lothcrs.
321 barril chumbo, I rolo dito 0 1-i'J canos de Ierro ,
conipanhia do llebiribe.
28 caixas conservas, 3 ditas vinagre, I dita aseitc re-
linado, 2 ditas doce, 2 barricas conservas, 2 caixas leva-
da, I dita sag c aramia, 2 (lilas queiios, 2 barris lin-
yoas, 2 dilos arenques, 2 dilos Hipas, I barrica bieu, j',1
caixas viuho francs, 21 ditascbampanha, I ditaleufos
de seda, 100 dilas sabn, US barricas, 1 dil.i nula, .'MI
caixas velas de espcrinaccilc, I dila aluiolaii/.cs, 1 dila
bezerros, 1 dila chapeos de Sol; Adanisun HotvIcStC.
00barricas graxa; James i rabirec&C.
1 rnibrulho papel i llcane Voule Si C
1 i niio ii 111<> papel Me. Calmout & C
200 barricas cerveja, li dudas de pus de Ierro, ."i lei-
xesdeaco, 1 caixa ferragens, 3 machinas de copiar;
F. Hobilliard.
1 caixa biscoulo, 1 dila alampadas c sabo ; a .lua-
quiui Laudido Gomes.
Moviuienlu do fi'oilo.
Nuci sabido no da 2.
Kio de Janeiro; barca americana Olio, capilau Thomaz
Filis, carga lastro.
Atavo entrado no' dia 3.
Pollos do Norte ; 10 dias, vapor brasileo llabianim, de
-.Mu toneladas, cninluaiidaiilc J. II. Ollen, equipagCUI
30, carga lastro; aJoaquiui llaptisla Vluieira.
Aiii io sabido no mismo dia.
S. Malhcus ; sumaca biasilcia lncaiuaeil l'arol, capito
J. II. Fcrrcira. carga lastro.
Navio (lirado NO dia 4.
Maranho ; brigue escuna brasilciro Laura, de 10.1 to-
neladas, capliiio Antonio Ferreira da bilva tantas, c-
ijuijiagciu II, carga gneros do pai;.; a Novis 8tC,
Sanios sabidos no MUimo da.
Iliu Grande do Su!; pelo Kio de Jaueiro, brigue t'eli:
Destino, capitoJosc da Silva Quaresilta, eargadillereu-
les gneros.
S. Malhcus ; sumaca nacional Sania Crvs, capilau Bal-
lliazar Jos dos Hela, carga lastro.
Uio (iiaiule do Sul, brigUC nacioual Competidor, capilau
Manuel Jos Aires, caiga dillcrcntcs gneros.
Alcobaca; hiale iiacsanal S. Joo, capluio Mauoel Mara,
em lastro.
Marios sabidos no dia 5.
Rio de Janeiro sumaca nacional Tenlalini, capitn loao
Ignacio Fcrrcira, carga dulcientes gneros.
Portas do Sul; vapor brasilriro llubianna, capilau II.
Unen.
Edilal.
Nao leudo concn ido licitantes empresa das O-
bras eoiupleineiilarcs da cadeia da villa do I rejo ; o
liini. Sr. Inspector Interino da thesouraria das raudas
provinciacs manda faser publico, que I rao novamente
.i praja, no dia 23 de maio p. viiidouro, au lucio dia, pe-
anle a mcsiiia iiicsuuiaiia. Secretaria da thesouraria
ilas nudas provinciacs de l'ernainbueo, 25 de abril de
184j. -- O secretarlo, /-. da t. /'.
Ueelaiagu.
IO administrador da mesa da rccebcdorla de rendas
geraes Internas avisa, pela ultima ves, aus donosdas tj-
pogiapliias, para que veiiho pagar o impeslu al o dia
8, pena de proceder a exc .altivo, llecebedoria.'i de inain
de 1845. I-rainiiro Xacier Caralranti U'AItmqurniue. ;.i
PTJHLICACAO LITTEHARIA.
--Aelia-si- rclniprcsso o i venda u Engllik-Sptllitig-
Book livro desoletrar inglesj de Klurra} ; com lijoes de
Icilura que pudeni servir igualmente para se inieia-
rcui os esludantes da liugoa Inglesa na sua verso par-
lindo do mais fcil para u mais dillicultoso. Por este
opsculo comecno os meninos na Inglaterra a cstudar c
a aprender o sen idioma por ser multo elementar, c a-
CCIIIIIIodadO a ludas as capacidades c deslinadu a ndi-
antar os discpulos por gradajdes naturacs e lacis ,
desde os piiuieiius cleiuenlus da lingoa; por elijo lucio
adquircni a par da uiihograhia a verd.uleira pio-
ln iicia que he cerlainenle a parle mais dillicil d'ella.
Pri V'o 1^0110 rs. na prava da independencia ns. (i c 8. (14
r,oii.panlii |T11EATKU PlllL-DRAMTICO.
Ilojt 0 <>(' Maio
vai scena u tilliina rojuescularao ila
Opera
DESEVIGLIA,
iiiij nao ptle cxt'Ctilar-si; no .sabbao
anterior por causa da chuva.
i'rcros de entrada como de cosluine.
s bilbcifs vendem-se no theatro,
palco to Collugio.
Principiar o espectculo ebegada
de S. Ex.
Avisos martimos.
4 Para o Mi de Janeiro saldr a sumaca brasilea
,Mii: ra carga, passageiros, e escravos frete, traU-ae com
Gaudiuo Agostuihode Barros, praciuha do Corno Santo
o. (X>. d
4 Para o Pollo o brigue Boa-riagem forrado e
encavilnndo ae cobre e de superior inaicha : quem no
mesmo quer carregsr, oa ir de psssogem dirija-so
Francisco Aires daCunba na ruado Vigirion. II ,
prlmelro andar, ou ;:o espillo Antonio fcrrcira Nanea,
ni presa docoomrarcio. ________________16
l--Para Lisboa a brigue portugus Tarujo I.", segui-
r liuprcterivelmenle no dia l'i do correte ; pude alu-
da receber pequena quanlid.ide de caiga a lele, assilu
como pasaageiros, para o que ollerece as melhores coin-
inodiilades possiveis ; aquein cuuvier dirija-se aos COII-
lignatarioa alendes U Ollveira ra daCrusn. V, ou ao
capiuio Manuel de Ollveira lanceo. s
2 Para o Para, com escala pelo Maranho. salina
com toda a bievidade o brigue escuna Carolina ; para
carga c passageiros trata-sc com M. II. Hudiigiu s, ma
do Trapiche n, 20 'A
2 Para o Aracaty sai impreleiivclinciile no dia \
do crrante a uwaoa Carlota, mestre Jos Goucalves
Simas, por ler a niaior parle do seu c.irregainento a bor-
do ; para carga, e passageiros, Irala-se na ra da Crus,
li. 20, com I.ui Jos de S Araujo. .')
3 Para o Araealy saldr cun bievidade o hiate no-
voVIinda: quem nelle quiser earregar a fele inulto
i oinniudo, pude tratar com Antonio Rodrigues Lima,
na prava do comiucrcio, ou na rua da cadeia velhan
1, I." andar.
4-- Para o Uio de Janeiro rsl a sabir o patacho bra-
silciro A'. Jaat .Imicm'ciiho, capilau Jos Antonio Mato/i-
nhos : para carga, passageiros, e escravos, uala-se com
Gaudiuo Agusliiiho de barros, praciuha do Corpo Sanio
u.OO.
visos diversos.
i 0 Di. K. Len lein a honra de informar ao publi-
co, que luvenlou um elixir, com o qual, e sem ncccssida-
dc de empregar lustruincnlo algiini cortante, extrahe
r.idicaiuieuie, c em dous minutos, os callos mal doloro-
sos, e indas as outras excrescencias dos pes.
O llielhodo pelo qual o l)r. I.cou cura os callos he in-
leirainente dislinclo de quautos se cunliecciu oeste pas;
posto que noeli'crcc.i um especilico que exija segre-
do uem mysterlo, csla ecrlu de que as pessoas que o pro-
cuiareiu lerao a salisl.n ,m de ver arrancada a causa do
seu tormento, levando o callo na mao.
O l)r. I,eou piidc apresenlar mullos ccrlilicados das
prlncipacs pessoas do Rio de Jaueiro como da Haba, e
de vanas pessoas di medicina, C de varias pessoas desta
id.ule, que esponl.ini .iinenle ns olleiecciao. por l.reiu
licado inuiu salisfeitos il\ sua manelra de operar.
O lir. Len mora no hotel francisco, e dirigir-sc-ha
iinnii dialamenle i asa >l is pessoas que no mesmo hotel
indicaren! as suas muradas e a hora em que pudem ser
procuradas. ,,
0 l)r. I.eon ai h l-se un hotel, de nianliaa d is as 11
huras, C de (ai de das 2 as,"i. ("
.li;e,e ul (/( JIOUltpOTM S l/i'.qillc/iin mili ilulio.
\o Itccile, rua do Ainoiini u II. piinieiro andar, li-
rao-se passaporles para deulro c fura do imperio, des
pacho-se i inl.aiea. o s, escrav..s e oulios quaesqilcr
despachos maliliniu-, ludo com piomptid.io e prevo
eoioiiioiln. I"
liccisi-se de uin eaixeiro chegado de pomo, ou
ne seja platico para uiuavriida un Mundo Novo; rua de
s. Kraucisco u. 8.
1 Vianoel Telxeira Coimbra participa, que Antonio
lose Lisboa nao he mais seu eaixeiro dlsdeodla 3ae
maio deste anuo. \'
(iiienee-se nina ama p.na oservico Interno uc
nina casa de poura laniilia ; dii ijn-se a Iravcss i da San-
tala \ clha. u. 19.
O NA/.\HKNO N "li.
Est a venda au meio dia nos lugares do eostuine.
__ U Doulor em medicina Alexindra
.e Soiua Pcreira to Carino mudou-se
para a rua Larga do Rosario n. a8, sc-
p-undo andar.
-- IVigiiula-se ao Sr. Jos Pires Kcrreira, seo sobra-
do de Mauoel de Soma Raposo, no aterro da i'oa-visia
u.lii, pe linee ao Sr. I'ircs por alginn titulo, se Ihe foi
adjudicado, ol se o eonipiou paia sua muradla, como
disse no dia 2S do mei prximo passado, na necasiu do
h ii.io das l'.uendas da luja do mesmo sobrado, c quando
ila principio a lser a coeheira na luja do mesmo sobra-
do, visto que com este p.ilavreado den motivo a que a
iiiina' anda luja, que liulia cus ido (iUb.swtl rs. losse ar-
rematada por 70.l)00 rs.
Pergunla-se mais, a quem souber e quiser responder,
O SCguilllC : --que, sendo Manuel de Son/a llapuso exe-
culado por sin cicdor h\ polhccario o Sr. Juaquini An-
tonio da Silv ira, em man. de 1843, por um capital de
;, nuil,uno rs., e andando ein praca n nicnciunadosobra*
lu pira si r arrenialadii para pagamento dessa hipollij-
a, ecslan.lu ja lio l5.|regno, fui traspassad.i a aci.ao
lora do ni/u pelo Sr. MU i ira ao Sr. los, Pires Ferreira,
pela qu intia de 11:237/213 rs., islo em 23 de maio de ISi'l,
sem responsabilidad!- da boa ou ma cobraoca, cuja
uaulia be justamente a que se achara contada ut> rosto
da senteuca ale Odeabril de ISW, leudo, alm desta
ipianlia, ailginenlado mais l.iO.iiin is. dejillos de dous
por eruto at o dia do licspasse, de cuja quanlia de,
I5IW500 is. o Sr. Silvelra se uo pagott, tafvcs em alten-'
a,, ao isii.do de seu devedor. Em 24 de malo de 1M3 o
Sr. Iusi Pires Ferreira fes igual trespasse da mesmaac-
i ao (fra dojuito pela uiesiua qiianlla, e c
clausula, > si u sogro o Kxm. r. Ji
Siha Pernio [liomein poderoso).
l."qiiesilu. Se pelo Riera dn tia-passe assim hilo ao
Sr. Jos Pires Ferreira se deve entender, que o Sr. Pites
tem .o. o contra Manuel de Suma Raposo.
2."quesiiu. Se leudo o Sr. Jos Pires Ferreira traspas-
sido a ai' n lina do julio, COIUS cima lira dito, e sem
se i,i habilitado na execuco, e neni ler posto em julio
ai i an lignina. pOS ulule se COIlheca 1IUC den principio a
demandar por sua parle ao executado Raposo, se devo
euleiiili r que tr.isp.issuu a ,u .io.
X*quesito,finalmente. Se hcemalguudosilgusca-
ius que naia a le abaixo transcripta
ii Ord. L. 3.' lit. 30. prineip. --palacrasDuque tras-
passa em ale.....poderoso a musa ou o dircito que nella
tem. Se alguin tlver ac(o real ou pessnal contra ou-
tro.'c antes da demanda comecada, o ceder ou Iraspassar
rnialgiim poderoso por raiflo doomelo, pena todaaac-
i u c direito que ucll.i tem e o que a dita ccsso li/.er,
e o a une Rlr il i, nunca jamis poderu usar de algum
direito que nella tlverem, porque todo o hacemos por
perdida e alm disto ao ofllclal nosso que tal eousa 0-
er daremos a pena que acharmos que por direito me-
sece. 'i P ,
lloga-se ao Sr. do engenho < amacari o lavor de
vi i, se o negro que existe em sen poder, lia dous annns,
sem disrr o sen senbor, tem os signis teguintes:
cliama-sc Calo, cor preta, llnha, quando luglo, uns
pannos pelo rosto, estatura alta, feljOes regulares, seceo
do corpo, icm algumas sicatrises pelo corpo, seminas
mais uolaveis em nina das curvas da peina, que julgo
ter sido fogo em sua ierra, que hcd'Aogola, ontrape-
iiuena na cana do bra. o esquerdo, C unirs pelas nade-
gas e i oslas, de acoUtCS, por ser mullo lujan, represen-
lava ler -1" anuos, quando ligio,. nao llnha barba ; dan-
do estes signaes certos, darci oulros, que por seren de
i.niua monta deixode mencionar, participando osenhor
doengeiiliooii a Manuel tainillo Piles no ReCife, una
Jos Antonio Pires FalcSo no engenho Guerra em Ipo-
-10abaixoasslgnadod Mies de primclraslettras,
graimualica portuguesa, solfelar, Nauta, clarinete e vto-
bio. en. sua casa, na rua da Gula n.28, ou ein a de seus
alumnos i assim c<.....> copla com esmero qualquer mu-
lle i muda a de lom c clave em que estlvcr para um ou-
tro mesmo de mu mitro Instrumento para llauta, ci-
rmela e violan, de que tem b.i.lanle praliea.
(andido Jos Lisboa.
I-linubai.io da casa da rua da Roda n. 25, no dia
22 de abril prximo passado, uma arara contra-felta,
milito inania, com una culi ente de lalo, e Ulna galola
depinljo emendada roga-se a qualquer pessoa aquein
ella ful nlleie. ida. i'H VI i indinos dciia. de participa.
a mesilla casa cima que sera bein gratificada. b
I precisase de um eosinheiro para bordo do nil-
ge /.,/ ; quem esliv.. nesl.is eireiimslancias dinja-sea
rua do Vigarlo, arniasein n.5. (>
__Manoil Jos Machado Malheiro, na
rua da Madre de Dios u 5, primero an-
dar, tem para vender velas de cera do
Kid de Janeiro, ptimo sorlimcnto, em
caixas de pouco mais le 100 libras, e por
prcfo mais commoiio tpic em outra qual-
quer parte. \10
> Aluga-se ums expeliente casa perto do collegio
S. Antonio n. 14, na ru do Seye ; ns tus largs do
lKoisrion. 48. i*
,e ua i ii ii i i iii-
e com a meSuia
i ii ios m nuil, da


..., ::'*. :.--. .-.
Jt
Avisa-re o Sr. J .A. S. que, o no prao do 3
das nao for resgalar ns pc.ihores que cmpcnhou no
Atierro ra Roa-vista n. 58 eilci snrao vendidos
para pagamento de principal e Juros o fleara sem vi-
gor a clareaa que etlite am sua mi sobro ene mes-
n i ajuste, o que por urna ridicula quanlia obtevo ro-
cino por tonta c,mo quebra no trato anterior.
O meio bilhttede n. 303 da segundo parto dasc-
gu i lotera a favor da Igreja da N. 8. do Livramento,
re a Joaquim Antonio da Silva morador na Ua-
hit cujo billicle Deou em poder do Snr. Joaquim An-
tonio Carnciro.
A peisoa que prerisa do um hnmem de idade ,
qno sihc ler, c escrever para um armssem du mate-
rlaes dirjase a rua de Agoas Verdes n 36.
Alosa-se amsala Ja frente de um primeiro an-
dar ; na travessa das Cruel n. 1*.
O professor do primeiras lellras da rua do Amo-
rim mudou suaaula para a Iravcssa de S. Jos n. 37,
onde ensina cem lodo zelo e octlvldade,
Pede-feto 8r. Fiscal da Ircgueiis do S. Fr. Pedro
Gonetlves, do Retira, quelra lanzar suas vistas para
ri=i o. 7o Cffl Fura de Portas rua do Pillar, a fin
le dar ruinprimcnlo ao disposto as posturas miiniei-
pao.$!l do Ululo II; a bonetillo de moitOl seiiln res
de eteravot, que estn loOYendo prejuitoi incaleula-
veis ; ndvoile-so que lie prohibida a venia do gene-
ro que folla aquclle J quer en taberna quer en
rasas particulares, ou quinta!; por isso nao devo subtia-
liir se a devida punicao o dono da referida can o. 70.
que o vende pelo portio prlncipalmcnlo a noute al
mnito Urde, como be publico Umprqudicndo.
A mull.or Porlogoeza que annunctuun; Mario
n. !I8 querer ir para urna casa de lolnilio, dirjase
a rua do Hospicio n. 3, ou annuncie sua morada pa-
ra ser procurada.
Oabtfio asslgoado laxacienteaoa scus Irrgue-
ses, tanto da prava como do centro que tem muda-
do a sua loja du ourives da rua do Cabuga para a loja
da ea a de sua residencia no principio da rua de Hor-
t:is viudo polo Carne ladodireito, primeiro sobra-
do n. 12. Manad Jos Tararts da Silva,
, i Rouborao, deona cata de aommerclodo Mira-
niiao una caita de ierro eooteodo entre outrai ce-
dultl, urna verde do valor de !0Ql rs. de n. 1015 ;
>e alguen der notielai que segure o rucobimento da
dita cdula sci recompensado ; a fullur nenia typo-
graphla. (,
I Precisa sedo um caizoiro capaz de tomar conta
do ume" venda ; na praca da Roa-Vista, venda n. 8. [2
'- Aluga-seo terceiro andar da casa da esquina da
rua do Rosario delrunte da igreje; a tratar na rua d.,
(Jucimado n. ;i0. 3
I Aluga-so urna casa terrea na rua da (loria com
duas salas 3 quarlos cosinba lora ; quintal murado,
cacimba, e poilao concertada u pintada de novo; a
tintar na rua Nova n. (1. /,
1 Precisa-so de 1:500/000n. a premio, sobre hy-
pnlheca em Lens de raz livrea u desenibaracados;
quen este negocio qulzei fazer annunciu para ser pro-
curado. 4
I Quem se julgar com direito ao sillo de Caudian-
na da Cosa por qutlquer documento de debito ou
bypotheca, ou oulro titulo, pode declarar por este
jornal 4
I O cirurgllo Jos Soaret do Sousa retira so com
sua familia para a provincia do Par.
iAluga-se urna casa terrea na rua dos Acougui-
nhos ; a tratar na rua do (Jucimado, loja di ferragens
n. 30. :{
1 l)a-se diobeiro a premio sobre penhores de ou-
ro u relogios de alglbefia; na rua das Floros n 18. 2
1 Joao dos Santos Nuncs Lint embarca para o II io
do Janeiro a sua cscrav donme Ocltlna do gento de
Angola. 3
1 l'raspassa-sc o arrcndamciilo di: um lindo sitio ,
ni Cruz de Almas, com boa casa de sobiado mullos
ervoiedoi e baia plantada do eapin debaixo das con-
iliclet que se dtclararo ; a tratar na rua da Cru: n. 7,
primeiro andar.
I I ni lapai iti.-isilcip que sabe ler escrever e
contar perfei ament te oll'oicce pora ser cmprcgaiio
ni qualquer escrfptorio psra o que da fiador a sua
conducta i quem de seu prettino so quizer utilisar,
annunciq para ser procurado. 5
i UmPorluguei ebegado recentcnente a esta pra-
C'i e que salie bem escrever e contar se ofloieco pora
Ceiielro de qualquer casa do couimcrcio, ou menino
para cnsir.ar prlneiraa leltraa e grammtlica latina, lo-
ra desta prava de que tem ja protica : quem de stu
prettino so qultei utilisar, dirija se a rua do Queimado.
loja de errageni n. 80. 7
1 Fma si nimia lolteira, de boa conducta, inViere-
seaospaisde familla! a leceionor meninas, promet-
iendo toda dolicadesa que em teu alcance esliver e
pelo preco mais mdico do que em outra qualquer par-
le ; contando ler,escrever, o cont,-, toda o qualquer
qua'idadc de costina marcar u grammatlc puitugue-
za ; os ditos sct.huics que de seu presinti se quise
rem utilisar, dirijao-ae a rua das Triocheius o. 42.
primeiro andar. 8
1 Precisase de um moco Poriuguei para traba-
ihar cm padaria e tomar conta de urna ircguesia de
vender pao aqui inesmo na prava ; ius Cinco-Ponto.-.
l) 30 t
1 Aluga-seuma canoa de conduzir agua, pelo pro-
co de 10/ rs. moi,-ai s a qual lie mullo segua o es-
tanque ; na rua laiga do Rosario indo para 09 quar-
leis n. 21. 5
3 AolTIciiiadecncadcrnaviio, que o Padro Francis
co Cecilio de Lomos o Silva dirige, mucou-su da rua
Bella paio a rua de s. Francisco aoligameole Mundo
Novo, n. t,. primeiro andar. Klla acha-su provida de
ricos lerros de dourar, magnificas placas do relevo, es-
colenles couros e mtrroquioi de lodts as rOr s, com o
que pode nccutar ts mala elegantes eneadernavoes ,
que aeeiigirem quer Intelrn, quer caitonados; o o
processo que emprega no applicar e bruir o ouro, tor-
na o seu douradudouma pe/i.iaiiencia inlalhvel. A mes
na ollicina scencarrega lambcni de brochar quaesquer
obras impressas com a p. iloivDo j conhccfda do publi-
co c a um prevo moderad'!. (ti
i Aluga-seuma casa leirea oa rua da Conceiclo
daBoa-vinla, com bastantes comnodos; noAtlirroda
Iloa-vista n 44. 3
i- Precisa-sede umlcitor, quo >aiba trutar de ar-
voredote bolla ; na Magdalena estrada quu vai para
a Torre, o. 78 ou no Atorro da boa-vista n. 44. (3
2 Hiiiioel Joao de Miranda fa* publico por esta fo-
ll.a quo lerrou os cavallos da roda do seu engolillo
Forno da (>l ao peda ci-ade de (llindd com u fer-
ro segn.te \/ na | i direila e em cima d
esqueiria.e Hp protesta dSo vender aquellos cavallos
dos2 fcius^-A--'para seren lomados dos ladrees ern
qualquer paite quo se forcm vender, e paya genero-
samei.le a quem os tomar dos ditos ladioes. (S
- Olfoiece-se urna mullier l'crlugueza para reger a
urna oasa engomma lax costuia c meias paia cssa
de lamtlia ; quem dola precisar annuncie. (3
i Urna mullier de bons costumes su cncarrega da
inocuo de meninos de peilo impedidos e desmpodi-
dos o lambem ?e receben) meninos para se desmama
rem no que prnmito esmerar-se ; quem de seu pros
tino lequlzer utilisar, diiija-se ao pateo do Carmo n.
i''; nn noama casa aluga-so motado da dita a urna so-
nhora capar ernn |iouca familia ; tambein vende-so um
belfo aluda em bnm uso. (7
'l No rua das Cinco Ponas n. 100, precisa-so do
un moco Bratilelro ou i'oituguoz poia fa/er urnas co-
braoca na praca e no n-.atto e que do fiador. (3
2-OlTorece-re um hoireni de idade para caixeirode
i'i ou de porta a dentro para o quo lem capacida-
de ou pora ongcnlio ; quem o precisar dlrija-sc a
ma Nova loja n. 58. (4
Precisa-sede um Ira bal li ador do ma-seira ; na
tua Direilt, padaiia n. 82. 9
2 Alugao se o terceiro c quaito a.ndaies da casa n.
'i do Atierro da llca-vista ; pnmeiro e segundo andares
da cssa n. I'i, do paleo da b. Cruz ; segundo andar da
casa ii. ou, da rua do liosaii ; a casa terrea n. 30 da
la de S. Amaro, por !;># rs mensacs ; a casa terrea
nnvuiiii lite edificada na la Formosa n. fi; o oulia na
ma do Befe n. 5; a ca-a terrea na rua do lado da mal u
da lioa vista n. .'>0; c dos na tua da Solidado ns *27 e
7 por G c 7.y rs. ; quem pretender qualquer uina das
casas a cono mencionadas, dinja-se ao esciptoiio de
Fiancisco Antonio do Olivoira A, Filbo, na rua da Auro-
ra n. 26, id
-' AGENCIA DEPASSAPORTBS.
Nt rua dojtaogel n 34, liao-sepassporlesedcs-
pacbSo-te eicrevoi 3
2Prrclsa-so do una ana para criar um menino ,
que lonlia bastante I, ilo o nao telilla lilil" ; em N. S.
do Terco n. 10 achar com quem tratar. 3
2 Quem quier aiugar una sala no llecife a qual
servo para hoiriom ollelro por proco couimodo di-
rija-se a rua doAmorim n. 14, primeiro andar, que se
dir. 4
3 Firmino J. F. de llosa vai a Portugal a tratar ci
sua saude. 2
4 ATl'EogAO!
Avito muito intmmtnte uu puto dala provincia.
O abaiso assignado leudo roo bulo de Ilusin ,
pela barca americana Amelia, um caizoto da maica
II 1'. & Coiiipanhia com purcao de caizinhas de pi-
llas vogelaes e autorisavao do seu propiio autor, o
doulor Rnndetb, recoobecidt pelo Cnsul Itrasileiro
d'aquella ciade, cujo callte ful despachado em 26do
oorionle, passaa vender cada caixinha das ditas pla-
la polo uiiiiiuuto proco de 800 rs. come seu com-
pleme icceituaiio. lie desnecossario repetir boa ac-
CellaclO e acnlhimenlo que tocm oblido us menciona-
das pilulos regetaei do doutor lliandoth do respoita-
vel publico desta cidade pelo que n mesmo abaiso as-
signado dolxa do o lazer ; os priteiidenies di-ijo-se.a
roa da Cadeia Velba bolca u. 30. Vicente Jos de
ttrito. (|i
2 Aluga-sc o piimeiro andar do sobrado n. II, da
ru di Itangel, con muito bous coinmouos. para fa-
milia ; e o primeiro u segundo andoios do sobrado n.
.' da mosma rua ; o tratar na mesma la, r.o primeiro
andar do sobrado B). 3. (g
3 O Sr. Estevo Coelho de Millo lenha a honda-
da do diiigir-io a rua da Cadeia do Itoeife n. 4, segundo
andar, ou do annuncior sua inorada, para se Ihe fal-
lar en um negocio. 4
<; Arrenda-so um sitio, que lenha aores do Iru-
to e baia [iara 1.1111111, e que soja porto da iraca; queui
tiver aonunoie, ouoirija-te a botica nova da rua do
Ara sao n. t. (4
2Quem livor contas nao pagas contra a galera
americana Hoilem, capitn K. V. Frcucll, arribada ueste
porto com agoa abona, viuda de Manilla, qiieira apri-
sc nlol-as 110 esoiiplorio (b^s coosigiiaUHios lleniy l-'oi-
tter St <:. para seren pagos ou- una reir 0 do correte,
as '.) horas da iiiaiili.ia, coi tos que depois nao so allende 1.1
.1 iei:loiiioooo algiinia. (7
U abaixu assignado faz scienlc, ejite
cessou desde o dia primeiro de Janeiro
do cnenle o annuncio inserido no
Diario n. i, de 2 de Janeiro de i8'|-.
Francisco Augusto da Costa Cuimares.
(.-;*,..-. are--;
Compras.
2 Compro-se uoi sobrado ou casa torrea no bair-
ro de S. Antonio que si ja as ras piiuclpaes ; na
rua do Collcgio n. 10 3
2 CoMipra-se uin escravo carpina.c oulro pedieiro ,
paro urna encommeiida do Hio de Janeiro; na rua do
Colleglu n. 10. 3
3 Compra-so ouio sein (cilio cm qualquer obra,
mismo quebrado, oulia de uso ; na rua .Nova, loja
ii. Iti. (3
3 Conpro-se barris e queralas vasias de todas
as quadailt'S : na la Direila aimasoui n 9. |2
I Compiau-su oscravos moros quo siivo para
o servivo de ongonho ; na rua de Agoas Verdes n. 44.
I C nipiao-se, por commissao esclavos de am-
bos os sosos de idode du 12 a 20 annos pagao-so
bem ; na la Direila n.3 3
s Compra o se os misterios do Ptrli ; quem liver
annunciu.
Comprlo-le esorava, tanto nogrinlias como mu-
latlohai ; c3 paisaroi viuvti da costa da Afnca ; na
venda da esquina quo volta para a rua do Sebo, junio
a botica.
Vendas.
^1 Vende-se um laiiinho de 4 rudas, outro de 2 c
una ptima perciba de cavallos, ambos ensillados,
juntos ou sollos eludo com os com peten les arroios
quttl novos ; n. iua da Cruz n. 7, primeiro andar. 4
I Vende-io una porcio de duzias do madeia de
louro j serrado de assualhoo torro por preco com-
mndo; na ma larga do Ilutarlo indo para us quarleis
n. 21. /,
1 Vende-ie o cesco de urna venda, com poucos fun-
dos em urna mea-agoa ; na estrada dos AUlictos ; a
tratar na mesma venda. 31
I Vcndcm-se sacias com alquoire de forinha do boa
qualidado; na mado Vivario armasemdeassucar n. i'l
i Vende-se umo cscreva de bonita figura de Ida-
di de 23 annos, boa cosinheira eengoinmadeira, e sa-
be coser ; na rua do Hospicio n. 42, junto ao lampiao.
I Vende-se para lora da provincia, ou da cidade,
um lindo mol cote de naco Angola com algumas
Habilidades ; ao compra o/ sa dna o motivo da venda ;
anca es-Jno ina es licita do Botarlo n. 31, piimeiro andar. (2
I Veiideui-so chicaran brancas pelo diminuto pre-
co de 720 r*. i duzia ; no poleo da b. Cruz, venda da
esquina da ma do Sebo u 70 3
I VeoJe-ae umaescravado bonita figura, de 16a
18 anuos, com principios do costura enguinma liso,
ansa boa e cosinha o diario de uuia casa ; na rua l)i-
lella n. 82. 4
1 Vende-se um oitantu nutico, dos modernos; na
rua du Padre Flonaono n. 43. 2
1 Vende se urna prela do Idade de 18 annos, cose,
e -"ir- ma, e cosinha n diario de una casa ; na rua das
t lores n. II. 3
1 Vendo so um lindo c sadio mnleque do muitasj
habilidades, alm duofilcio de canoeiro em que he
porllo nao tem vicio nem achaques; na rua du Agoas
Verdean. 21. 0
1 Vendem-se cavallos de sella bons o mals La-
rlores ; comprao-so quartaos e tratao-se ; na ruada
Cunccicao da Doa-visla n. 00. 3
IVende-se lamina de milho americano, muiti no-
va o 3 barris du cera arnarella ; em casa de Malheus
Auitin A; Companhia na rua do Trapiche n. 36. 3
I Vende-se quoijo loridrino a 500 rs. a libra, pre-
sunioa 360 rs. cevada a 220 rs. toucinho a 120 o
200 rs. caf a 140 rs., primeira sorte farinlia do di-
go a 100 rs., cha hisson a 2200 rs. azelte doce a 480
rs. a garrafa vinho a 200 rs. a garrafa, do superior
qualidade e lodosos mais gneros pertencentes a ven-
da por preco commodo ; por bono da rlbeira da
lioa-visla venda decanto n. I. 8
1Vende-se urna escravo de Angola anda moca e
sem vicios, propria para qualquer scrvC"; na rua
Nova, vei.da delronte do Poito das Candas. 3
Vendem-se 5 cscravas de nacSo urna de 22 an-
nos cosinha o diario de urna casa lava du sabao, en-
gomma liso e 4 6ao mocas pora lodo o lertieo; na rua
das Cures n. 41. segundo andar.
Vende se urna (echadura com alguns segredos e
com dous ferrolhos, propria paro bahu grande, ou bur-
ra ; urna boa espingarda il- r.iri muito boa, de espo-
leta ; o Talismn ou Ricardo na Palestina composto
em 3 tomn; na Boa-vista, travossa do Quiabo n. 8,
achara com quem tratar, fudo por pceo commodo.
\ ei.(je .-.o nina escrava crioula de 18 annos ; na
ruados. Jos n. 00, de manhaa at as 9 horas e das
duas as 4 da larde.
Vendem-se uns pares de rodas para carretas de en-
genho ou canos de dous bois bem leilas e bem (er-
radas com scus eixua de farro e ptrafusoa urna cai-
ta do vidros du vidraess com lolhas de cinco pal-
mos da e.imprmenlo o dous o ineio de largura ,
por proco commodo ; atraz dos Martyrios no tanque
d'agoa do Sr. Ilunriquo Jorge sodiraquom vende, e
ver os nbjectos.
2 Vende-se muito bom leitc puro a 200 rs. a gar-
rafa sendo dv veru e de invern ; na rja Direita
n. 120. 3
1 Vende-se urna escrava cnoula, de bons costumes.
bonita figura mova, sadia cugomma cosinha per-
lefiamente, lazlloies, he boa bocoteira lavadeira ,
cose chao e he apta para lodo o arranjo de unta casa,
para o que tem ptimo gcto, reunindo a qualidade
do ser muito cuidadosa e diligente; urna parda de bons
costumes sadia boa lavadeira engomma liso co-
sinha o diaiio de urna casa o lio muito carinhosa para
'i ancas ; um escrovo criouio moco de bonita figura,
muito sadio bom lanoeiro, e he melhor canoeuo; um
escravo de Angola moco, sadi-v, proprio para lodo
o servfco de campo e para o quu lem habiiidado; na rua
da Cad-'ia do llecife n. 40. (10
2 Na rua da Cadeia do Recito na esquina que
M.lio para a rua da Madre de U os ha para vender al-
galias de gomiiia elstica. 3
2- \ indi m-su 2o llaves de 40 a '<2 palmos de com-
prido ; um prolo j de idade e urna prela do mola
idade pur pieC/O coimnodo ; na rua da Concordia ven-
da 11. 4.
9 Vende-se urna pedia de filtrar agoa com caia
de madeira de amaiello anda nova ; 110 orinasen) de
Joaquim Uoncalves Vieirt Guiarles, n. I no caes da
Allandega. 4
2 Vend ni se 3 negrotas de 14 a 18 annos boni-
tos liguias c com habilidades; um o sol de escravos
mocos bons eoilnbelroi ; 3 pretal de 20 annos, boas
quitandeiras ; um prclo de 2.1 anuos ; na rua das Fio
res 11 sil. (5
2Vmdc-sc um prelo propiio para o servico de
campo; urna paida lio 16 a 18 annos, lecolhida de
bouila figura engommadeia ecosluioira ; urna preta
de ludo o servico lavadeira e cosinheira ; dos negii-
nhas de 10 a 12 annos, p opilas para su educaren) ;
um pelo ae 20 annos icforcado poifeilu canoeiro :
na tua Direita 11. 81. 7
2 Vende-se uina casa nove de sobrado do um an-
dar e dous solos em chaos piopuos na rua do Fo-
go n. 27 ; e urna negrinha ciioula de 12 annos de bo-
nita figura com principios de costura ; i.j rua estrel-
la doUosario n. 10, terceiro andar (5
2 \ oikU in-se 1 bunios 1 un i k s ilo n:i Un,r quali-
ili.do queos da Havana regala, patriota Cactiooira
ede todas asmis qualidadis por pieco muitu com-
modo r,| e Meuron e princesa de 'asse agoa de
Colonia da mais tupoiior, a mil rs. o Irasco caizi-
nhas de phospboros para charutos ditos para luz a 40
rs. bengalas a imiacao de caima ; no Aliono da Uoa-
vista loja do chai utos n. 7i. (g
2 Vende-so um oculo de alcance do ver ao longe,
mu bom c em cunta ; urna uina paa altar, com seu
estrado ; duas banquetas ; um gradamiento com C cas-
tceos c 6jarni3 ludo dourado e pintado do melhor
gosto ; em IV. S. do Terco n. 10. |5
2Vende-so o sermao pregado pelo Hevvrendo Vi-
gariu da lieguezia do Hecilc no da 7 de Abril por oc-
casiao do Te-lkum celebrado na matiii do S. Anto-
nio em accao de gracas pilo nascimeolo do Principe
Imperial; na praca da Independencia Imana ns. 6
e 8 per 320 rs. e
3Vende-se potassa russiana muito nava e de supe-
rior qualidade, cm barris pequeos ; na ruada Cadeia
do liecile armasen) de assucar n. 11. {
3Vendem-se cortos de lanziuha de gestos muito
modernos o pelo barato pceo de hjj rs;, ditos do dita
paia meninas a 280 rs. o covado ditas do finissimas
cassa-chilas a if rs. ditos de cambiaia adamascadas a
JtJOO rs. ; pecas do bretanha de rolo muito cncorpa-
da pelo iliin mulo pic'.o de 1600 rs., lencos de seda de
cores a l'i'iurs. pecas de bretanha de linbo linas a
320(1 rs. brins de quadros de cores muito modernos a
ion is. o co.vado chitas escuras finas a 180, 200 e 220
rs. o covado, lisiados oscuros modernos a 220 rs. e
nutras mullas lazendas por proco commudo ; na rua do
Ciespo loja n. 8, de Campos i Maya. (0
3 Vende-se uina prela cnoula sem vicios sabe
lavar roupa tanto do sabio come de vairella, hbil pa-
ra todo o servico du urna casa o lambem serve para
agnculluia por saber wui bom trubalhar com eniada,
e vende-se por prevo commodo ; na Camboa do Carmo
n. V. (6
3 Silva & Fragoso na rua da Ou n. 43 tem
para vender charutos da Havana. 2
3 Vendc-ni-se os seguimos livros muito barato ; di-
reito natural por Mailinstm 2 v. os diccionarios n-
ter vaccas de leitc ; lambem tem no mesmo sitio urna
olaiia com barro para toda obrt, a qual osla Irabalban-
do e lem boa Ireguesia ou troca-so cor casas na praca,
111,1 dinheiru ; tambcin.se recebom dous molequo sein
pagamento ; quem pretender annuncie. 7
3Vende-se um piolo anda mf>cu sem deleito al-
gn ; o urna grammalica Irancosa nova de Sovcno ; na
ma da Cadeia do Recife n. 60. 3
3 Vende-te superior tinta de escrever esla'j bem
condecida tanto 110 proco como em sua bondado com
a firma do fabricanlo na bocea das garrafas F. A. 0. ;
naslojas soguintes ; rua do Queimado n. 35 ruado
Collcgio n. 13, rua da Cadeia vaina ns. 44, 50 e 03 0
na rua du S. Itila casa do fabricante n. S8 ; o tambum
se vende tinla prela a v8H rs. a garrafa : adve.le-se qu
esta nao tem a firma do labricante o nem ho igual a
011I10. 8
3 Vende-se um fardo com duas arrobas de raiz do
orupuamma vindo rccenlcmenle do Para; na ruada
Cadeia Velba n. 26. 3
3Vendem-se duas moradas do c sas terreas inna
sita na rua Augusta e a outra por detraz da rua do
S. Theresa ; a tratar no Mrgo do Carmo, venda n. 1. (\
3 Vende-se larinha de tapioca do Maranhiio a 80
rs. a libra o sendo de 8 libras para cima a te doce supoiior a 480 rs. a garrafa ; no paleo do Car-
mo, venda n. t. ('1
5 Vende-se superior (arinba de S. Calharina cru
sacess o aos alqueires ; a bordo do palacbo J.ivramen-
lo, Tundeado na praia do Culiegio, ou na tua de Apol-
lo n. 18. H
5 Vende-se superior larinha do mandioca chega-
da a esle porto no da 20 do corrente a bordo da su-
maca Larglo tundeada defronte do caos do Colleglu
e no armasem da ru da Cruz n. 54, a proco, a bordo, do
3S00 rs. pela medida velha c cm sacoas a 4# rs. ,s
5Vendem-se 3 escravas mocas, do boas figuras,
cosbn, engommo c cosiuhao; duas ditas do meia idtdu
por 200/ rs. cada urna, cosinhao lavo roupa e ven-
dem im rua; duas pardas, cosem engommo, cosinhSo,
e urna he ptima ama de urna casa ; urna negrinha du
12 annos ; 3 escravos bons para o trsbalho de campo ,
na tua do Crespo n. 10, primeiro ondor. (7
0 Vende-se uina ondina para inferior da Guarda
Nacional um tefe correamo, c banda, tudo cm mul-
lo bom estado o por preeoconnodo; na rua da Cadii.i
fe S. Antonio n. 19, segundo andar, na mesma cosa
lambem se vendo um ii.cllmdu para violooe uina ILiuto
8 Vciiilein-so as fololas de l.afontaiuc, cm "ion-
coz, 2 volomos; geographia de Gaulthler; as cartas geo-
graphlcat, en punto grande, por barato precio; no pa-
leo do Carino 11. 3. 4
4 Vende-se sal de Lisboa pela medida velha ta-
chaduras du broca grandes, para portas, p.'neiras do
alomo de latan potassa rus-iona, em 1,111 is peque-
os de suneilor qualidade massns de meias no II-
nho relrot de primeira e segunda surte do differeti-
tes cores, pecas de couii"sde algudSo, Inalhas de linho,
arcos para 'inicas,larinha de Irigo de Tiiesto.da marca
SSS ludo de superior qualidade, e por preco commo-
do ; na la do Vigaiio 11 II, primeiro andar. |7
Curso de Direito natural do l'ro-
fessor Ahrens, versao porluguea em a
vol. 18\\\ vende-se na livraria ,1a es-
quina da ma do Collegio.
i\a grande fabrica de licores do Atierro da loa-
vista n. 26.
14Acha-se si n pie grande sorlimenlo de todas os
qu a Hilados de licores uesde o 11,a i* fino at o ordina-
rio de I C0 rs. a garrafa, assevera-se que os licores inu-
lao perleilamente oquolles que vi em de Franca; loin-
bem existe urande sorlimiiilo de genebra tanto cm
bulijas (uni em caadas ago'aideulo do reino e du
Franca dita de aniz espirito de 36 graos, tharopes
de todas as qualidades para refrescos, dilo fcilu da vti-
dadeira resina de tnglco, eicellente poiu ledas as pes-
soas que podo em do peilo ; na mesilla labiica se cn-
carrega de qualquer encommenda di' tharopes licores
e agoaardentes, tanto para a provincia, como para r-I-
porlacSo; as amustras leacblo semine (raneas aoseotn-
pradores e os presos sao pur menos do queem uulra
qualquer fabrica. (16
Escravos Futidos
C.llipl-
seiihor
(3
glen-s por Vieirt o Ihealio de Vullalio em 5 v. .
histona da recio Pupo, Horacio em 2 v. 00 secreta-
lio de caitas loniiliaii>; na travossa da-i Cruzcs n. 8. 5
3 Vende-se un) pelo de 3i) omos pouco mais ou
menos propiiu para todu o servico por preco com-
modo ; na rua Oireitn aimasem n. 9. (3
Vende-se um sitio pello da praca com comino-
I No dia quinta lelrt primeiro do correle, del-
appareceoa ciioulinha Josepha, quo bavia sahiJo a
vender laranjas ecocados a qual lem os signaos so-
guintes ; representa (2 a 13 annos do idade, rosto cum-
plido olhos um pouco grandes, espigada do corpo ,
dedos dos ps grossos por ler lido bichos ; levou ves-
tido docilita branca 11 usado, camisa do madapoln ;
fui encontrada no referido dia as (i horas da tardo, na
entrada da rua do Palacete ; quem a pegar, levo a rua
ue8. Miguel n. |Q; nos Alegados que sei bem ie-
compensadodo seu tiabalbo. y
I Fugio no dia 26 do passadii um pretodc naco,
de idade de 30 annos de nomo Jos du bonila figura,
tem urna cicalriz no hombro com cilicio do
na, ou carniceiro ; quem o pegar, levo a seu
nn Atierro dos Alogados n. 31.
8 60^000 rs.
Fugio em 14 de Fevireiio o prelo Francisco, de idt-
de pouco mais ou menos de 20 annos, estatura regular,
corpo secco, dentis abeitos, de na(oo Cacango filia
anda alravossado be lisonho quando se falla com el-
le cochoia pouco du urna peina, urna das maos bu
pouco geilosa quando pega em qualquer couso, o quan-
do a abre ficoo os dedos multo rbidos abaizo da mes-
ma mao tem finalmente em um uus lados o abaixo, ou
sobre as cusidlas alguuias eicttrizet redondas, que ello
dizia ser de baila de guerras na sua torra; quem o pegar,
o pegar, leve a Manuel Dijs, na ruada Cruz n. o, se-
gundo andar. \ [
6No da 13 de Marco p. p. lugio um molequo di-
me Joaquim Cacange quo representa 14 anuos du
idade cor preta rehogado do corpo, (ciees propor-
cionadas o he muito esperto ; levou camisa do algi-
daoe calcas pretas ou du liscadu cbadre ; e londo si-
do encontrado a principio por pissoBB conhecidas as
ras desta cidada ja ha muito que nao uppaiece o
por isso suppoe-sc havoi sabido para lora ; pulanlo ,
roga se as autoridar'es policiacs e capilacs de campo a
aprchencao do dito esclavo, para Ser entregue nu la
Direita n. 4 pur cima da botica, aoiniu so icccinpeii-
aar. (|U
2 No da primeiro do corrente Malo fugio a Cltudi-
110 do llego Lima um seu escravo de mue Joaquim ,
prelo de nacao Angola do idode de 38 anuos pouco
mais ou menos rosto redondo opressado no lall.r ,
pouca baiba con: Iodos os denles na trente aluna ie-
gular foi escravo do Sr. Itenrendo Vice-lleitordo Se-
minario Joao dos Santos Fugo o ; pelo que roga-se a
pessoa quo do dito escravo snuber o hoja do capturar e
remeller ao annuncianle, na iua eslreila do Ilusorio 11.
31, priiiieiro andtr, quo ser retou.pensado. ,'8
dos para escravos, estribara terral para plantar el PEHN. j MATT. de m. f. DIFABIA___ lb/j.


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