Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05572


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Full Text
Anuo de 18/43.
Segunda feira
amnaM*Utexi j^gsHasjrwwrraiira-vsff asi*agssfesirt*j..-r.*it&
LU
0 M.lttlO publica-so todos os das que
niio forcm de guarda: oprecO daassigna-
tura fu- eift. porquartclpayoi odiantadoi.
Os annunclos dos asslgnantcs sao inseridos
a razio <1- 20 res por llalla, io rs. Bin (ypo
dlITerente, o as repelieses pela motado.
Os que nao rorem nssignantes pagao80rs,
por liana, 160 em tvpa dlllereote.
PIIASKS DA LA NO UEZ DE MAIO.
Lna nova a G as 7 li. c 3! niin. da manh.
Crcscentca Mas II hor. e 4;l ma. da man.
Loa obela a "I as 3 or, c'46 uiln. da man.
Mingoantc a 28as 4 lior. c 5 min. I i man.
PARTIDAS POS CORRI.IOS.
Golanna o Parahvb, Segundas o Sextos rei-
rs.
IIo Orando do Norte, chega a 8 e 22, o parte
a 1U o 24.
Cabo, Sorinbnrm, Rio Formoso, Porto (al-
vo, cMaccy, no I", II o 21 de cada mes.
Garai.liiiiis o' Honito a 1(1 o 24.
Hoa-VIsla o Flores a 13 o 28.
Victoria Quintas fritas.
Uiilula lodos os das.
P1VEAMAH DE 1IOJE.
Primeira as Sil. o 42 min. da tarde.
Segunda as 4 h.e minutos da manhSa
de Maio.
Anuo XXI N. 9.
.'*>>, r.'ini,!"!!.^ -->... i-ijr^rju, aWii* rtmmim
DAS DA SEMANA.
Segunda S. Po .">." and. do J. do P. da
2v.,c doJ. M.da2. v.
Terca S, Joao Dainaceno. RelacSo, aud,
do I.de D. da 1.* v., edoJ. dos Pellos.
('n iii.i s Estanislao, aud. do J. de D-
reiio da 3. rara.
Quinta S. licitadlo, aud. do Juls de lu-
da i. vara.
Sexta S. Gregorio, aud. do.I. de Dlreilo
ila l. vara, c do Jtiix dos Pellos.
Sabbado S. Antoniuo, Re., aud. do J.
de Dlreilo da 2. vara.
Domingo Posc.doEsp. St..s. Anaslaeio
CAMBIOS NO ni V 30 DE ABRIL.
Cambios sobre landres.....2.''/..
Pars 37 ris por franco.
i) i, Lisboa 120 por 100 de prcm.
Deseoulo de letras de boas firmas I p.1",,.
ilnn -One 19 liespanliolas SljODOa lljtfiOtl
Mocd.i dolW'HHI vi I. I" lint. I?,lino
de(i*'4(M) nov. 171200a 17#400
,i de fiiin a/400 a '.Miiin
Prala-Palaces......i,o;Siia i. 990
> Pesos Columnares I^OllOa 2khi
Ditos Mexicanos ... l|90a I/B70
Moedas de 2 patacas is'mi.-i 1/29
Aceces da (.' do Beberibe 50/000
- ..<.. _- .- -*n_w
i: ..%.'' t s
n
.
INTERIOR.
MARAE \o.
Aiiatilnato horroroso.
O lente Roberto Francisco Coelho foi coin efleito
barbammeute assassinodo com dous tiros un no pello,
OUtro ii'iiniacoxa, ao sabir do Buriti para l.axias, e nao
para esta cldade como dissetuos Voltou do camluho an-
da com villa, mas julgo-so moraos as sitas ftidas. O
tVm'rriu attrlbitio logo este horroroso attentadn nos cala-
nos do Orejo, mas este oIBcial cuja desastrosa qpr|C niio
podetCOI deixar do lamentar, liavia alli comniotlido gra-
ves i inprudeucias contra individuos den tu eott tro partido,
soja reurulando o substituto do luis municipal da Tu-
toia, soja insultando o delegado de polica da comarca
porciijn laclo consta que lora mandado retirar pelo go-
verno provincial; por isso nao se pode di/.or, que foi dos
cabauos que Ihe voio o golpe. Ileni doloroso nos be re-
ferir estes fados, quando oSr. Codito so acba no leilo
da tnorte, c acaba lalvez victima de lanianlta atrocidadr,
mas a isso nos Corea o contemporneo.
No dia 28 do inez passado fallccco infelizmente o
teiirntc Huberto Francisco Co, llio das consequenclai dos
tiros com que o assassinro.
(a Urvisla.)
cm t n ~a .Tumrrj*J*rw*c*'r *z u-*: v*&fX3urtZiT mm 11 wsB9 SSS
PEUkMBJCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
CONTINlMf.A l)A SESSV DO DIA 26 DE ABRIL DE 1843.
O Si: Taques:Sr. presidenta, CU COmecarei por de-
clarar, que reconhrco o stimuio traballio que o Ilustre
itieinbro da comniissao leve para recollter as informu-
ces, que aqu nos apresentoii, com o lint de nos esclare-
cen elle por corto se deo a un grande Irab.ilho, exami-
nando as pusicoes de lodos os lugares, que se refere o
artigo l" do projecto ein dlscussib; todas as distancias
todos os obstculos Intermediarlos entro as diversas fre-
guezlas; mas, Sr. presidente, pareceo-mc que o honrado
uoinbro nao se compenetroit bem da sua posicao, por-
que argnmentou por hypothcscs, tamo ssliu que nos fez
imaginar un circulo, dividi, ott imagiuou urna fregue-
zia aqu, outra acola; c por isso parece-me, que o nobre
llioinliro, COin qiianto tenlia Iraballiado mullo para es-
clarecer a assciubla, nao poder com ludo tirar do son
(rabal ho lodo o proveiio que quizera; porque parle n.i>
iufmniao.iios que nos deo, fundao-se em livpotlteses, o o
nobre relator esta Va tao preocupado com estas hypothc-
sns, qtlCSUpponba como realidades o que nao era; ora,
COIHO CU mo desojo que nos procedamos tiesta discus-
sao por liypolltesi's, c por stipposieo-'s; por isso' be que
quero, que se indague a posieo verdadeira dosses liitja-
irs. a 101,191! dellcs entre si. (> nobre relator peusa que
pode accommodar, o dar oxplicao.es de ludo, suppondo
Ulie a Serra-da-Prala he tuna sena que corla de Norte a
Sul reciamente o territorio de Garanliuns; mas esta hy-
pothesc se uo d;i, porque poucas vesos acontece, que
lima sorra uo tcnhi desvio algtttu; nao cxislfndu esta
radio, n;io se pode ..*.zer, que as ditas Cascudas eslao nos
extremos desta seria, de sorteque bao de (lisiar litis
desta do que daquclla frcgui ca. Quanlo Pedra-Pinia-
(la, o honrado membro reconhece, que ella se acba mais
prxima da matriz d- Papacaca do que da de Agoas-Hel-
las; purcui eittemleo que coiiviiiba perteneer aquella de
que dista mais, porque entre ellas existe urna serra que
o povo lem de alravossar, sorra que o nobre relator li-
glirou entre estes dous lugares. .
(> Sr. Carnetroda ttinfta:En nilo dlssc isso.
o Orador:-Ora, cu supponho nao ser isio grande
dtfliculdnde pira a populacao; porqiie.se aSerra-da-Pra-
ta que hede mais cousideracao nao Hgura nos mappas,
O que ser a .Seria-do-1'orno, que nao tem noine coulic-
ulclo :' Supponho que lie mu montculo to pequeo que
niio embaracar a conununlcaco.
Sr. presidente, CU nao deseo:,liceo as dimculdadcs
ma llavera em estabelecer a dlvlso entre as frcgiieliaa
de l'.ipacaca'oaranliuns; inasquanlO ao llrejiio, cu nao
posSO adoptar a idoia de que sirva do limite a barra do
Hrejao; porque o vulgo naoentende por bina a luz do
lio, mas si.11 os terrenos adjiccntes; por isso cu aeliava
mi Ibor, qualqucr que fosse a ideia,que ein vezda bar-
ra do riose (llssesse a(o do rio.
K11, Sr. presidente, na divisan que estabebeo, nao
quero entrar no territorio de Cimbres; logo que se ebe-
gasse a extrema, devia elle servir de limite as ditas fre-
Biiexias; eudlssr, que rasa estrada oo'fhomas nao po-
da servir-nos para estabelecer os limites entre as duas
lioguezias; porque diz o projecto (/&) at ao //rojao gran-
de : ora, o honrado relator suppoz que a estrada val do
cunie da serra direita .1 villa do Garanliuns; como pois
servir ( limito esta estrada ate ao Hrejao, que nao esta
entre dous pontos dados > Tainliem nao pOSSO volar pol-
ostes iiiclutivc, rjrlutiir, que nao sel O que signilicao; se
a divisaohe pola estrada, nao sao pitea uecessarios, por-
que o Norte da estrada perlcncer a una freguezia, o
tet reno ao Sul ottlra.
Sr presidente, neslC estado de incerteza nada utellior
do que toniat por linidameiiln a posso.e desse |)onto par-
tir; nesta queslao do limites o inrlhor que podemos l-
ser he continuaras divses,quc eslociuuso, visto queja
tema seufavor o teuipoeo cosluinc; o sondo assini.atni-
nb.i eini ma nao trazdilliculdados, isloquaiito pi itnoira
parlo; na segunda algunia dlivlda pode baver, e por isso
tahoz convetu suppriinil-a: cu votarei por essa siippres-
s niesmo, o para isso podirei que so ponba votacSo
por parles; naprinuira paite nao se faz mais do que
conserrar a legitima posse cinque osla a freguezia do
Papacara no dist: icio do Piala; quanto asegunda parte
da emenda que diz respeilo ao Hrejao, nielhor be deixar
as colisas como estao, pois nao btn bavido conllictc ties-
ta paite. Por tanto voto contra o artigo da couiuiissao.
U Sr. rVrrrfra Barrtlo : As du idas, em que laborar
vamos a principio, sao as mcsinas em que nos conside-
ramos agora, listamos como 110 principio da diSCUSSiO ;
mas, nos temos de lomar iiifalliveliuenle urna delibera-
co, c esta dellberacao dovo sor uniforme com as rearas
da reelido : deve marchar de acord com a juslica. Mas
no estado de ineerle/.a, e de ol)S( uridade, CIH que esta-
mos, (pial lie de nos o que condece, qualdesm o que
s.ibc aquillo que he mais justo.' Olanlo a niiio, Scnlio-
res, supponho qUC iictibiiiu de nos 0 sabe, ponpte nen-
llUIII de nos sabe cousa alguina dessas fregiiezias Irasidas
aqu discussao. Kinbora se Icnha dilo lana pal.nia,
lana colisa como se teeni dilo, c se le ni allegado, be
ludo isso intil. Ouve-se de nina liarlo Ulliacousa, ou-
e-se nutra de mitra parto, OUVe-Se a favor, oiui-sc o
(iii.trario, coiisullo-se mappas. engullidlos eludo; o
lo a-se na inesuia, o depols de nulo Isto, e apesar de ludo
slo, somos obligados a tomar unta deliberaco e una
dellberacao, que vai c deve prejudicar a urna das partos;
Que (levo prejudicar neccssarianiciUo o parodio que es-
t (le posse dessa freguezia.
So mis tomamos uma deliberaco m, nos somos res-
ponsav is pelo mal, que lizcrnios. Mas eiiuini devore-
mos lomar una medida, porque o negocio urge, o est
nesse caso. F.u disse, que dcv( riamos lomar a delibea-
cSo mais justa; mas, qual be esta delibera, o mais jus-
ta:' lie etu rcalid.ide aipiella, que acaba de aponlar mu
[ilustre membro desta asscmblea,o Sr. ffezerra; porque,
sendo o Sr. depuladn pessoa da maiur probidade, rlll
n.iu poderla nunca fallar a verdado, porque com isso fal-
larla aos seus mesuios principios ; tallara is sitas virtu-
des. Kilo nao pode portanlo enganar-uos, nao Iludira
por certo aasscniblca. Devenios guiar-nos por su.i II-
lustraoo csle respeilo. O nobre doputado he pissoa,
que lem palpado (para me exprimir assiui) CSSCS lugares;
que sabe disto limito llClll; que o sabe, como pessoa al-
gtima, tem poicorrido de nina a outra paragein, sabe
perleilainente disto.
Ora, leudo o Ilustre membro a probidade, que lodos
os reconhecetnos ncllc, parece-lite que as sitas lllfor-
111.11 o. 's valein mais, do i|iie essos mappas que nos p.r-
turbab, c cases cugcnlieiros, que nos nao cnleiKleinos.
Concilio, suppondo que devrenlos seguir a oplnio do
nobre depulado. lie isto o que cu faici, para ineu des-
encargo, coque me parece ; que aasscniblca deveria
obrar tmbelo. Por estes motivos o ineu voto vai iu-
queslionavclmeiile ligar-se ao voto do Sr. bezerra. ,
USr. Smjucini Pal ;Ku ped a palavra nao para me
opjioi- ao projecto ou emenda que est em discussao,
ueiu tambeni para aiircsentar os dociimentos o esclarc-
ciincntos que foro pedidos por alguus nobros deputa-
dos, que me procodiito na discussao, iicm to pouco
para rebaler os esi I irccinienlos pratlcos prodttsidos por
lies ; lo primelro caso.ponjuc nao enchergo essos in-
convenientes que foro presentados; no segundo,por-
que acho que uo ha lempo snlhcicntc para se aprsen-
la re 111 esses documentos que jamis nunca rlrdO casa;
111 lercciro liualnienle, ponpte,estando novato aqu na
casa, nao tenho essos coiilieciinenlos, nao me acho ha-
bilitado para cotnbalcr oradores em que descubro toda
a illtislraeao ; CU ped a palavra tao somonte porqu
leudo houlem volado a favor do adiamcnlo, c leudo
hojo de votar contra, nao quero ser tachado de incohe-
rente : houtcni quando volci pelo adianteuto, foi por-
que,tendo lomado assento oiilo, nao leudo visto essas
inrormacOes dadas pelo llluslre prelado, ncm io pou-
co ouvido as disciissoes passadas, cumprla-nie volar
pelo adiamcnlo para ler essos csclareclmenlos, o dti o
ineu vol conscicnciosinieiilc. Foi para isto que ped
a palavra, e tanihcill pata declarar que a razao porque
voto 1 favor do projecto, be ponpte nao sendo possivcl
apnarecer essa estallslca, e que en Julgo niesmo Impos-
sivel appareca uestes 10 011 12 anuos, me ciujo a opi-
laodoSr. hispo e do jr. i.esorra, visto que nao pode-
mos obler Otilias ; vol nols contra o adiaiuento e a
favor do artigo 1." doprojeclo, eumbemdo segundo,
e essas emendas que foiao apresentadas.
OSr. CameirodaCunha :--Eu quero apenas ponde-
rar ao llluslre depulado o Sr. Tiques, que o Riacho
SeOCO nao divide ludo, o siui pelo lado do Norle Smen-
le ; a freguezia de Papacaca flca-lbe a serta por uui
lado, ente leste, C sul lica-la lia divdanlo u Riacho
Secea; mas cutre norte e leste ipieni dividir.' las alli
porque adopto a estrada da Haixa-do-TIlomai ate anude
PlICOIllrar o Riacho Secn; a cnniinissan.ipiereinlo lirai
todas as diivdas, dividi assini; cu porlll adopto a
emenda n'iima parto, mas convein adoplar-sc .lignina
cousa quanto a parte que ella nao coiiiprebcndc; os es-
clarecimentos que ha ello presentes; aasseiubea resol-
ver o que Ihe parecer melbor.
O Sr. fgutredo : Sr. presidente, uo me levante!
para me nppi ,1 emenda substitutiva que aprcsciilou .1
conunisso a respeilo das lieguezias do lujo c S. I ..tta-
no ta Raposa, pois que esiou conforme com a opliiluo da
couimissao respeilo de qualqucr das duas emendas
substitutivas: mas levaiilci-mc para lser una obser-
vadla respeilo de nutra freguezia, de cuja divisao se
Hita 110 tuosino projecto, o vem a ser, afregUCSiadc
I'na. Pido art. 3." do prejecto fox-se tanibcm alleracuo
na freguezia de l na ; crcio que csle artigo iuiporla nina
dcsmciiibracSo da inesnia freguezia favor da de Barrel-
ros: cu desejava que a nobre comiulssua me dissesse, so
a osle respeilo foi ouvido o K\m. prelado ; porque, se
elle nao foi ouvido respeilo desta deuneuibracao, cu
crcio que nao devenios volar pelo art. 3." aulCS de ser-
illos sobre elle Informados pelo prelado, cuja opiulao a
respeilo devenios limito rcspi ilar ; crcio que he doulnua
concille, dC que nao se pude lazcr alie. ai.ao Clll Ireguc-
zia, (iiier seja augincnlando, quer diiuiuuiiido, seiu ou-
vtr O prelado; ainda honlciioo nobro membruda coui-
luisso a proclamou : portanto cu esperarei que acoai-
misso me informe oslo respeilo ; porque, se o prela-
do uo foi ouvido, o adlameula do art. 3. do projeeta he
necessario, lano mais quanto agora inesino ouvl ler-se
na mesa urna re|)rcsctitaco dos habitantes de l na, que
parece ser opposla a dcsmrmbra(ao projeelada ; poriau-
|o, riiuilianlo a conunisso nao de. alguus csclareciincn-
los, cu rsto no proposito de mandar una emenda re -
iiucrcndo que seja ouvido o prelado, ou ei.lao votarei
cotilla o artigo, porque nao posso couvir em scinclliste
divisao, que n o considero justa, ao mellos cm qo4lo
nao lor o parecer do diocesano.
O Se, Maciil Mwlciro pcla ordcni) ; Eu nao ouvl a
conclusao do discurso do nobre orador, e se nao me eu-
ano, parece-me que diz respeilo a divisan que se pre-
r, nde faser na freguezia de Una ; persuado-nic que o
diocesano j foi ouvido a cerca desla Ireguczia; o caso
nico sobre que nao foi consultado lie a allcracao ua
fiegite/ia da Kscada ; so co.ilra islo be que se pode vo-
lar, por billa dessa Urcuinslancia ; porque no mais ella
se da. Lcvatilci-ine para dar esta cxpbcacao, que uie
parc-ceo uecessaria.
O Sr, francisco Joao : Sr. presidente, cu nao teria
pedido a palavra boje, se nao lora a ultima obsetvacao
que fe o nobre depulado que acaba de scnlar-sc, mos-
trando que a asseinblca lem soinpie seguido a pralicade
nuvn o Sr. hispo, quaudo se Hala de divisao de liegue-
zias, e que a nica questo cm i|ue nao lllha internado
era naquella que dizia respeilo a liogucz.ia da tscada ;
islo foi estabelecer un desfavor malor sobro a emenda
que eu live a honra de ollereccr ; e como poda com islo
ser olla prejudicada, dcvodlser i|uea assemblea lem,re-
conliccido essa obrigafo, quando se trata de novas divi-
sos, 011 de alteraces graves ; mas 110 caso de que se
irala nao ha nada disto, porque apenas se faz collocar
dous oiigenbos no lugar em que a naluroza os collocou,
c eolio nao sei que baja ncccssidSdc de mais itilonua-
eoes, a nao sirque scjulgue falso o que lonlio exposto.
A emenda vai ser julgada ; a assctnblca resolver como
foi' di jusfa,
Julgada a malcra discutida, foi o projecto approva
da
do
i!.
cm UrceiradiSCUSSao, com a primeira paridlo segu:
artigo do Sr. Taques : A freguezia de Papa-tiara co
prebende o terreno da Seria-da-Prata n sendo regei
di .1 segunda parte, o approvada tainbem n emenda
Sr. Francisco Joo, e regeilado 0 requerlllicntodc ad
lucillo proposto pelo Sr. Moclel Mnuteiro.
U Sr. Uarnci'O da Cunha : Sr. presidenle, eu lenl
iiiiuhas duvidas; desojo saber o que se volou....
0 Sr. I'reiidenii: Agora nm ha mais tscussiio : i
occosiito da redaccSo o Sr. depulado (Iroponha as su;
duvidas.
OSr.Carnelro da Cunta:-- Mas o artigo tratava
tres freguezlas, c a emend 1 s dls respeilo a nina....
O.Sr. Taques: Mas cu, como luemliro ti 1 commlssiio
do redaeco, desojo saber qual lie o sentir da assi iiiblea
respeilo....
O Sr. Pmidmle: Nao est em discussao.
Segunda diSCUSSO das posturas addieidines da cma-
ra do Reclfc.
Seguidamente foro lupprlmidos os arls. 2.", >.', i.1,
j.", Ii,e7.", cm COlISCqueneia de se appiov.irem as c-
mendas supprcsslras da coinmissSo.
Eulra em discussao o art. 8."
O Sr- Perreira tforrto: V. Ex. mepcrmilllra ali-
eno ih> artigo (lea}.
II.unido mu padre na assoinbloa. parocc-tno. que
jamis deve passar seiuclliante artigo ; quero diser : o
artigo jamis devela ser siipprimido. Ol nos somas
catholicos lmanos, ou nao somos; se nos somos ca-
thollcos romanos, nos lomos absoluta obrigacao de
cuniprir com os pcenlos da nliglo de nossos pas, da
religio, que publicamente prolessainos, e nada mais
justo, do que este preceito.
Senos remontamos .1 sua auliguidade, elle uaseeo
com a Igreja, com o christfanlsiuo, e para fallar tom a
uecessaria preclso, elle existe, desde os prlmelros das
do universo. Desde OS prllliciros lempos se gu.irdavao
os sabhados, que erSo os das, que corresponden! boje
entre mis aos domingos. Para deslriiii -se este preceito,
seria necessario destruir UCSta parte a Sabia, veneran-
da, prudentsima, e religiosa leglalajiio <\\ Igreja : era
preoiso destruir uiesnio a le escripia, e imposta pelo
dedo de Dos : mis mis nao somos destruidores de pi e-
ccitos catholicos; nos somos, e develemos sor, os seus
nrimeiros defensores, por isso que nos sumos christiios,
cuo fasemos 11111:1 sociedado a parle; e por estelado
luis nao podcreinos ir rom as bis do chrisli.uiisiuo ; c SC
por desventura osla le salular, c bcnellca para ti > li-
ento da qual olla sabio, o para os horneas, que se prc-
siio do religiosos, 1 -ti em abandono, nos d.'icn.imos
fazer todos os esforcos, pira que ella rcvivcsse,
Todas as seitas, lodas as rrligies guan. 10, e rou-
set vao seus prCCCitOS. l'ei'initli si-ine agora Ulna OlISCr-
Vacio, que, anda que parca lora da materia, lem toda-
via bastante relayo com ella. Lisboa, que bem justo-
mente he denominada o Imporio das uacos, porque
indas as nacdCS all vio comnierciar, Lisboa recebo all
inultos judens. Parece-me, que boje ellos ate coiisir-
VO CU)Portugal a sua sinagoga, 0 sen templo, touos
snbrill milito bem, quinto os mieos sao dados ao coni-
mercio, ou para me servir de urna palavra, que expri-
me, elles sao os horneas da trancando: mas acontece, anc-
lar da sua ambicito, o da sua avanza, queellos lenhSo
mu grande all.io as pralieas da sita reflgiao, oque el-
los observen! perfeitamente, c guardcni com a inaior
rs icco os seus sabbailos. Nao ha lili! so judio, que a-
bra urna loja nao lia un su, que faca o menor negocio
icio contrario, depols de sahlrein dos seus Rjuntaincn-
ios i, ligiosos, ile rrnerem os seus psolmos, c sitas ora-
eoes. elerein pratlcado todos os actos, nnc a saniidade
do dia Ibes preserovo, ornn-se enliio com s seus me-
llones vestidos, com as sitas tnicas bordadas, o do ce-
remonia, o passeio mu garbosamente pelas ras de
Lisboa, em santo ocio. Lis aqoi cuino elles guardan ra-
le preceito, que recebrflo de Dos, c roceberao de settl
pas, c de seus niaioros. ,
Ora, nos, Sr. presidenle, mis, que somos cilboltcos,
nos seremos os mismos a quebrantar este preceito, ca
nuebranlal-o por nielo de mu acto legislativo Sere-
mos nos os que sanccloiicmos aeuirupcao, o a ininiora-
lidade, contra a le positiva de Dcos! Enibora, Ms. es-
toja, com..... pralica, o despiezo do domingo, emlio-
ra mas nao sejamos nos, nao soja esta asseuibla, que
saneelone osla liumoralidade; porque lie lora de tluvl-
da, que sem religio, nciihuma sociedado podera ir a
vaulo.
Sis esto preceito voiu, como ou ja o disse, da mais
remota anguldade, be uin preceito chrisiao, c as lela
civis teeni seiuprc protegido, nunca annuirio. nunca pro-
leecro, nunca sincciomuo o contrario. E conin o larc-
mus nos1 Nao vamos pois ago.i destruir un eoslunie
de ralscs Io profundas : do luaiS a mais elle abr.uige, o
cncerra cm si n.es.uo gravsimos principios religiosos,
elle fas una parte do culto, e da reverencia prestada a..
Grande Ser do universo o j que nos tomamos lio gran-
des enipenhos pela poltica, lomemos lan.boin os mes-
mos oiupeubos pela rcllglin..... TIVC agora momentos de
disliaccao, e Itigro-mc as ideias para outra parlo '.ou-
tinuarel Obligados ironirrvafaodrato preceito pela sua
anfiguidade, pela sua pureza,; nos couhccemos, que ja-
mais dcvercinos aliastar-nosdo seu Imnleiucnto. Dcos,
dopois de marcar aos hOlllCIII os seus das laboriosos; de-
pols de dar-Ibes um prazo, consagrado as lacligas, Ue-
tcrinitiou lainbem un periodo de dCSCanco : nos o col-
legiinos da niancira mais evidente da Lscriptura sagra-
da Elle mesmo, na frase da Escrlptura, descancou.
Se pois as nossas ideias sao estas, se a nossa educa-
o religiosa be esta ; por que razo, Sis. nos all.tsla-
remos de ludo isto .' Por que motivo favoreceremos nos
avidez, a ambicio dos honions. eodespretode seuie-
Ihantc pralica ? Por que niolivo ? Por que principio a-
nimaioiuos a iinmoralidade publica, legislando em seu
favor/ .
Recordo-iiie agora lambem da consluicau Ueste bis-
pado, que he a nicsiua cousliluico da Babia pois que
or dasaraca nao tomos una cousiitui ao ccclesiastica,
filie soja nossa, o o nosso cloro he regido pela con.-li-
luieo de outra provincia, iccuido-inc desta conslilui-
cao e mide-se dizer, que ella lio urna IcgUUcao pa-
tria,' e que osla cm vigor; lcgislasao sa.iccionaila pelo
poder temporal, pelo rci, na poca, cm que lo. dada ao
clero, o todos os prelados a tcciii respcitado seinpro, ro-
mo regia : he mir lano mais un motivo para einbara-
gar-no ua ibolico do domingo. A eoosUtuicao do bis-
liado manda, que ccssoni os traballlos nene da que se
eehem as lojas ; e o conmino de ludo disto vira a sui -
ceder, se o artigo fr supprliiildo. A consUtulcM do
bispado ate iinpoe inultas.
O Sr. Taqu,.-: -- Nao se Hala di COnSIltaicaO do Ins-
'" 0 Orador : Nao solala.' Trala-sc ; porque ella
cstabelecc o contrario, do que se prope nestemomen-
to. Trala-se: eu oprovo. Eu quero mostrar, quena
ronsiitiiicao do bispado se aeh.io consagrados os priTicl-
pios, qilC expendo, que i lia he uu.i legislsco do pai/;
legislaco satiecionada pelo poder legal, pela antorida-
(! legitima liaquelle lempo ; pois que (lia foi approvada
cm Lisboa, o se Ihe pos n prasine, ou saneeo regia ; c
por Isso correo depols, e foi rspalhada uo ftr.isil,
Mis nao appelleillOS pira i oiisa .lignina, basta o cos-
ime. .. antlguldadc ; nao be precisa inals nada, do que
ila nio Inlerrupcao desie costuuie religioso; basta at-
tendi i .i su.i lo 111,, a sua origeui, origein dos domingos,
para conb 'cernios, que os nao podemos destruir. Nao ha,
e.iin efleito, ra/.ao para tal cousa, e ha rasan para con-
servar 0 preceito Clll sua plcuilildc, o oni sua pul e/..i.
\ assembll'a, obrando, como he do seu llevo., nos sere-
mos pillados, ionio ho.nens religiosos, ncm nos nos de-
venios envergonhar de o ser: delxeinoa essas ideias va-
gas, o perniciosas, essas iheorlas absurdas, que tendein
i uma llberdadc sem freio, c que so mais devauidSo do
que outra cousa.
forinenios, Scnlu i, relbrineinos aquillo, que
coiivcm, aquillo, que precisa de reforma, reformemos
a paite poltica, negocios da la/enila, o n ni.lis me tos
pe lince, mas mo toquemos na parte rrligioll, nao;
nao vamos locar ueste rdillclo gtico, perinilta-sc-ine a
rxpresso, ein la de bellesa por seut/lias de aiitiguidade,
o pela icgiilaiidade da su i estructura. Se se tocar ues-
te edificio, elle podera desabor abruma parle sobre a-
nelle, que Un posero niarlollo. Eu rogo ao Sr. de-
pulado que apesar de ser lio moco, como be. he to
lademete instruido, tilo i iieio de eloipieuiaa, o cu
ihe peco, COIUO seu com id.ul.io, e niesmo, coinu p.uo-
ebn, que d de nio essas ideias, e que vamos ca-
n.iuli indo, como lanos. Nao reinos bem de oulni
mudo.
I) Sr, Lopes Gama: Sr. presidenle, CU vou filiar com
algtiui Hiedo; o met Ilustre collega na assciubla, e
lega llO.milliStcrlo sagrado, i eprovoit a douti iua da
nmlssao, ate fecbou o sen discurso pelo pathelico;
luoveo ali'ei los. i \i ilou as paixes religiosas, o cbcgou
a pedir que abaiidonasscmos aquellas ideias; mas, ape-
lar de seus mu louvaveis esforfos, peco-lhe venia para
discordar de sen parecer, deiondeudo a este respeilo a e-
inenda da pobre comiulssio. Ilogo-lhc pois, que uie
preste illoncao, Tambem son cbrlslo, tan.bem preso
a religio ealholica, son sacerdole, por rouseguinto te-
nho inais uma razio para respelial-a. Disse o ineucol-
b'g.i bellissinias .anisas., cerca dasvanlageiisdareligao,
vaul igens que uiiigucui deseonbece : mas, perinitta-mc
ipte liedgi, que liad i do que disse vem para a ques-
lao. Trata-se do urna postura da cmara municipal a
cmara municipal so tem lunecdes municipacs, c a guar-
da dos doilliugoa e .basa.nilos be ineraineule ecclcsiasll-
ca, por eoiiseguinle a illa lilla so podo sil 'castigada
com ponas ecclesi islicas' ao Sr. hispo he quem cabe itn-
por penas at-a de e\. o.....iiiuho, se preciso for: O que
lem a c.unira COlll islo Q.....|iier di/.er a canina n..in-
dar lechar as lojas, o convci-icr rase neceado en pro-
veilo seu Setio, peigunlirci ao ...en collega 0 que lie
n domine i relativamente religlao? He unidla eousa-
grado ao Si'llbor. Deixar de o fuer, be un pcenlo.
um quebrautamento do prccelio divino o eccleslastico;
a quem cumprc punir ospeccados. Sera acamara.
Crcio que nao: qUOlll castiga os pe. rados be a igreja. es-
ta ja ni ireou penas; ao prelado poileilCC de dircilo divi-
no fascl-as ell'ectlvas, c nao a cantara; de mais ate me
pareen ver nesta medida uma cousa contraria a consti-
tu, fio porque ella galante a tolerancia religiosa no paiz.
Isto he, permute o uso de todas asreligiocs; mas sup-
pimhan.os que para aqui VCCII1 eslauelecer-seuns poneos
deldeos, .que estes abreui as suas lojas, supponha-
IIIOS, esta I.vpolb.se que pode dar-se. (Is ju.lcos nao
gnarddo, como todos sabcni, o domingo, guardao o sab-
i'.ado: a con-tilui..... diz, que sao toleradas lod.is as ;e-
llgidos. com que drcito so mandara fechara loja ao ju-
dCO que aabrisse no domingo; oque abas ora exacto
observador l do seu culto ? -
OSr Ferreira brrelo: Todo o estrangeiro deve su-
geitar-se s .is do pas cm que habito.
' 0 Orador: Mas he s lels, e Isto nao he le; porque
niin rxiste le quando ella he folla por pessoa nao auto-
risada; be como se nao exist,-.- la I lei; o o que cu sus-
tento, ou a mulla these be, que a cmara alo he com-
pelen te pan legislar a scluelliante respeilo, caso onten-
desse o poder civil, que devia coadjuvar uessa parte ao
poder eclesistico. Y. nao pnce ate absurdo allirmar,
'me a cmara municipal pode legisla, sobre aguarda
ce domingos c das santos.1 Esto repito] be a ltese; tomo
a liben lado de apres, ntai cousideracao du ineu collega
pira que elle lespou.la. Sr. presidente, anida aqu nao
sl.i ludo : existe um parecer de conunisso approvado
:.o. esta assciubla que dls isto Jro).
Loco i i esta assciubla rcconliccco, que nao tiiiba
dire.'lo de.i.l.rvir uosle ohjecto; ella (pie tem poderos
niaitamplos do que a cmara Julgou que nada poda la-
zcr: cnto conio pode a assciubla agora appruvar essa
postura; ella .puja se confessou ncomnetente i Bunio
les,ol...o, que O poder Civil pode, o ato dovo auxiliar
.....lo de sua accao a observancia de certos actos da
reli-io mas lie smenle a Uieu ver, quando essos ac-
to* csto nimiamente ligados s n lacocsdo buiucni pa-
ta con. a.sociedad,-; quando o aclo, por cxcmplo, olleu-
de a moral publb a. Sa app.ov.u.nos, Scnhores, a posta-
raciu iiueslao, daqui nidias ............. municipal pode
convel, reo, rditos ,lo si U cnl.e, porex. o pecca.lo de
nioouvlrmissa.c dir quem naoouvirmlssa pagara mus-
a de I tuto para a cmara municipal-, dopois dir quciu
nao ipreseiiiar bllhete de conflsMW por desobliga paga-
r lano de mulla... de mancha que val COnStltUlr-Se
i cmara flscallsaddra dos peccados; ao menos be o que
se pode co... luir, em quauto mo nio provareinque a
falla da guarda .lo dom.ogo 0 dia sanio i.....so heipee-
cdo, sendocrimecivil: un* eueniendo .peralla de
cuarda dos .'..mingos e das santos ..." :
idacmci......: -'"e be S pecad,,, cSSC feiaH
'lo COmCiCUciO; logo as auto.'.d.dese,. e,,.,s.c.s ..
i,.,- pertence castigar, e nao a assemblea, f ''"',
a,,!- urna camarmunicipal; M *J?!*
bertas as lojas nos du.n.ngo, n),.i. santos, i nao e
ua cousa, muguen dir, que esla na o.dc. las ...-
raccoes soc es. ui duvida uto podemos aquila-
ar por cri.no, sena.....,,.. ,......I ^f'^.
locodigo, e pelas b.s ge... s logo parece, que a
amara inunicipal, puninda a ...i.......o do preceito d -
mo ..." lu 'sena' .....a extravagancia mmto imm
mai do a igr.ia, di sde que be bjreja. C que dala desde
os s (i li.slo sempre puni pecados con. penas esp -
luaes or" i a c ...-. nao so vai punir, mas couverlc
iturv. lo peccado, porque pune con. penas corpo-
i.-s liido a terejaso puno cu. penas espir.luaes.
orno Stto i xominunlMO, oinlc.d.cto ele. : por U-
lu
Jt


W~
2
i ni, rom en mi sija catholico, uo poun annuir a
-:.\ Louvo iiiiiito al boai mtrucos da cmara muiii-
i : i|; drsejava que o nono povo pernambucano, que
! ealliolieo, se coinponctrassc bein (lo srii (livor,
. el sr trata da guarda dos domingos, ediassantos
i :< cuiiiprittc com casa nbrigacao to s tutu : mas eu-
. lo, 1(110 ludo islo deve correr por conta das contl-
as; so nao mil iicm as paternaes adiuoostacuos du
mi pastor, oslo piulo lanoar nio da-, m.iis Icrrivi is
: is ila groja,penas,de que sein (in\ da tora (lo bol : u-
iisar-se todo o vrrdadriro catholico. Tal he a iiiinlia
humilde uplniao ; o por lauta a eoininisso.seguiido im-u
i'raro jui/o.l'oi mullo sahia, iiinio .ijuiadii quaudo as-
: ni. indio a elimiuaca deste artigo ; ja disse, desoja-
ba multo que as tojas se conservaste m lidiadas, que
pirassc o Iraualho uessrs das, mas nao pono admitlir
que so converta rtn provelto dus coA'cs muuicipacs o
qtiebranlaiiienlo d'um precelo religioso; porque em
Ultima an ilysc lio ludo guanta o artigo importa, o nada
liiais.
laso a segiiintc emenda Supprimo-se as palavras
dias sanios nao dispciisadol. Atranfonulo.
lio api.iada, o (lilla oin discussao.
ij.si lui/mu :--Sv. presid ule, cu nao linha temo
de fallar nesta qiictto; mas n nianeira por que o hon-
rado oradorterminen o son discurso laiicou tal terror
. ni ilion c-pii itoqlie me resolv apedlrapalavra para dar
a i,i/ii> >lo nuil vol. Eu, Sr. presidente, voto pola
suppressao do artigo, porque nao pode sobre olio esta-
tuir o poder municipal; voto, Sr. presidente, tainbem
1 111 supprcssuo, porque en leudo que o artigo so oppdc
doMtrlua c espirito da Igreja pola lei orgnica das
i amaras municipios do 1." do OUlubro, ellas 80 piidl'lll
esliibelccei posturas para rofr/ar incoes contrarias aos
bous cosluuies, o mu dnvida a rcligiao lio a basclos
bous coslllllics, mas he rousa inull i diversa; a lei org-
nica o que quer lio que as cmaras facau posturas a
cerca de ludo que possa oileuder a moral publica, ao
i, ],, a doi-un ia.c su. lie limito divorsodo estatuir sobre
actos contrarios aos preceitos du rcligiao; porque sao
Kiusas rccleslastlcas que uo pdem oslar sujoitai lo-
glsl.irio civil, a querer-sc man le r tal doutrina seria
inisli i rulniiiiar penas colilla lodos os pcenlos, mas
o poder civil nao piule tomar sobre si a ohse vam a dos
preceltOl dirims. O cdigo penal cslahclccc ponas
para aquellos que mofli da rcligiao do estado, isto ja
i si,i punido p la lei geral, logo us n.io tomos mais (jilo
legislar a csio respoito mas, Sr. presidente, nao sao
bulliente estas razos que me levro a votar pola sup-
pressao do ai tlgo, mas laminan o fajo porque son cln is-
t;io, o porque ruteudo que o art, lie coulrai lo a separa-
i;o c Independen! la da igrej i, So a groja p. ule fulnilnai
junas para lorcil) punidas as inlraccOCS de si lis precci-
Kis, c -ponas meramente i-spiriluaes o lio corporaes ,
o hoiir;Ido orador nos disse que a conttilulcao (-eclesis-
tica do arcebispado estabelcceo ponas corporaes para
aquellos qur nao guardavao os domingos, c dias santo-;
mas o li.....ado niembro ha de pcriuitllr-iuc que Ihe
diga o no l'SSa parto da COliltitllicao ('eclesistica nao
esta iin rigor; pelo cdigo do processo criminal, toda
a disposieao ('eclesistica que iiiipunlia ponas corroaos
osla Icrogada. ..
(i Sr. remira Brrelo :--0 que nao rcvogarlaesse c-
digo do processo.
a Orador :Sr. presidente, eu julgo que osla dispo-
sieo da cmara he contra o espirilu lia Igreja; ella uo
quer que so imponho truno penas espirituaes parase
rstabelecer a observancia dos seus preceitos parece-
ine nui poni luqucaonavrl que a Igreja est consti-
tuida com tal sabodoria que por corlo, para subsistir,
nao precisa do poder lrilipor.il; ella lem em si remedio
siillieionlo para se sustentar : son sabio autor a oigaui-
SOU por tal forma, que ella nao carece (lo poder civil; a
Igreja pois nao hunde penas corporaes, ella so tom o
ralo cspiiiiu.il: logo lie visto que este artigo rsl lina
dos principios da igreja: lio ha necossidado do ponas
corporaes para a observancia de iimpreccila ecclcilat-
tico. lulgOtSr. pretidentc, que estadoutrina lem apoto
no cdigo fundamental da igreja; Jess Christo nuuca
recorreo seuao a meios espirituaes, Quondo em sua
passagoni por urna pnvoaiao saniai lana, indo seus dis-
pulo* pedir aitas lili.Un- loi este negado, perguularo-
Ihe ellos so quera que lixcssciu descci logo do eco para
consumir os recusantes, mas a rrsposta do Scuhor loi
que ellos nao coiiltcclu o espirito do sua vocacoo, ros
,. tetlit rii/us etpiritut csti<.
ti Sr. Penetra Brrelo :O sentido lie outro mullo
rento.
O Orador :O sentido he osle, segunda bonsricrip-
i. ros; h.' para provar que uo se devi exigir compelas
airaos o eiimpriiueiitu de preceitos ccclcsiasticos,
iiue o tratero os eaiionlstas,pols estas so contrarias ao
pirita de mansido da igreja ; ao clirlstiauisina cabe
gloria do tir ii'ampliado o derramado sua doutrina
i nicios brandas,obrando sobre as liitclligcuciaa pela
,diluid nli do SOUSprincipios, lieill olla aprecia Olidas
o.-lacora tcnoaiquc veem do coraro c loctpoiila-
, as....
O Sr, Ferreira Brrelo:Rignnm mema nones! imam
mundo.
O Unidor :Aceito o tcxt0,quc me serve.
Si. presidente com quanto eu milito me prese de
cr catholico; esnn quanto desoje so guardein os domin-
aos, c dias santos; julgo ipic nao sao os lucios tenipo-
raes, que se pdem, ou ucvcm empregar; estes meios
,. i s da pcnttacttO, ja das pasturis dos prelados, ji
das predicas dos paradlos ,j suas ovclliis,exhortando-as
Hobdicucia do precrito divino; porque Jess Christo
ui mdou s seus apostillo! pregar, e i nsinar, c na palu-
vra nuil aun nlo pos loda a sua (oiiliain a ; por tanto
uno posso \oiar pelo artigo ; mas com Isto nao quero
que so uo guardein os domingos, o lien se trato de
aholil-os; o que digo he que o negocio be da groja; que
-, ii unja compele resolver aseu rrspeito.
\ i.Vi. Ferreira Brrelo;--Eu direi nlguma cousaoln-
c a. ) na das objeceoos, que aqui so le/, loi esta ; que
T Mu an prolado.'pie couveiii Intervir lieslas doulrinas, e
j ifosles negocios paiainonlo ecclcsiaslicos. Ku estou
v^fliuito por isto. las, como hoiive queill trouxesse o
negocio a assenihh'a. he iiecessai o, que a assi'inhh'a o
decido, c loi por eslo motivo, que ou falle! : fallei,
para (pie uo passe m sla casa Ulna docisao. (pie nao
.soja a que (levo sor. Olanlo ao l'.xni. prelado, rico-
nbeco, que be a elle, que competo velar sobro a gnu-
dados domingos, o dias santos; he ello, que deve fa/cr
COM que si ao guardados; lio isto nina vordade; n is.
como O negocio loi arrastado para aqui, parece Ion us,
pie a assembl a o opprove, ou o regcile. De mais es-
tando presento um ecclesiasllco, c fnfelltmentc paro-
dio, uo ora de esperar que elle doixassc pass ir mu tal
artigo, siin i inillir suas idoias; porque isso seria do-
sairoso ao si ii ministerio, e mullo mais havendo aqui
nina parto dos seus parocliiaiios, o eis a razan, porque
ou disse algumas palanas, o por que nao llovera COU-
strvar-iuo em silencio. Tenho mesnio fallado mais,
do ipie ipioria. Accresce anda ter touiadu osle parti-
cular um carcter multo serio, porque cm re.ilid.ide lio
i lie milito ponderoso fin si mesnio.
Sr. presidente lie nina vontade, que a igreja lem
oin si iiiosni.i os fundamentos da sua ritabllidado, mas
: iinbein lie vordade, pie a igreja osla no estado, o que
as leis civis, .mida que sej diversas das lois religiosas,
estilo lindas poruin corintio, por um corto annel com
ellas, lio uceessario, (pie o oslado, em i.i/ao desl l
iiuio lem a j ii.il nao podorio subsistir os estados,
preste, o ministre ."sua iitoiveni ,io c O SOU Opoio as
cousas ecclcsi.islicas. Ilun iuiperi qiialqucr, prole-
geudo a rcligiao, protege-sc a si misino, (hiando Tillo
des la proii o. a. no*quero que so considere a igreja ca-
iliohoa. COIIIOa igreja anglic.ina, em que o soberano se
oiga senhor do poder espiritual : isso nunca. Este po-
der mi esta reunido nos res ; mas os soberanos calm-
beos sao os seus protectores, porque elles sao os protec-
tores dos caones, sao os prlmeiros protectores la gro-
ja, e das suas boas pi ticas, e bous cosluiiies: mas na
pule legislativa, nossa parte do soberana, que lite cabo,
esta asscmbla, lio sen tanto, representa o t:ion ni ha, o
por isto olla poder tanibem substiluil o na prob
da rcligiao o dos bous custiimes religiosos, UOBDOio,
que so deve a igrija. lie por isto que eu combato a ob-
i i io, juc se pos aqu, de que o espiritual nao pcilen-
CC assoniblia. lio vordade, (pie ella nao he um consl-
llo, mis deve s. i a protectora da rcligiao do son paut, o
ionio tal protectora dos bous costumes. lie por tanto
o ni. ii parecer, que assemblca compete approvar o
artigo. ,
Se ao poder civil, cm alguna casos, nao compito pu-
cstejo dob nxo da inspcccfio da igreja,
chapeo, e ajoelhar ao Viatico, piando este saia aos on-
IVruios.coin oulros actos desta especie; nao sera is o prc-
apesar disso o poder civil pune
i
i
cellos religioso*? He, e
a l'alta que llalli provein.... .
OSr. Tuques:- -Nos nao queremos rcvivcr a puiu-
i ao do erluie de heresia.
U Orador : O noble doputado he ten ivel nos seus
pie o |
io da igreja, soin com nulo sor esta proteceno qma In-
vasao lio poder espiritual A, Igreja esta no oslado, me-
rece por lano o soccorro do citado, e as leis cccleslasli-
eas man lian le accltlo com as leis civis. A sooiedado
quer o In in,e o beni social conconlia-se em grande par-
le as lois religiosas, o he preciso enlao, pie a soi oda-
do sustente estas leis.
Disse o Si. deputado, que o cdigo do processo re-
voga a eoustituieo do bispado. t) que ser, que nao l'a-
CO o cdigo do processo.' One arovoga, disse o Sr. depu-
adu, na parte penal : mus uo be o noble deputado, pie
lem aecusado case codigodoante-pbilosopbico?demons-
ti uoso ? de irregular? -Nao sSo osSenbores legistas, que
o teeni dito? I-.a, pobre padre, cslieinooo aoouvir o nu-
uie do cdigo do proceuu So o cdigo do processo lie ini-
perfeilo, nao o sera elle na parte, cm (pie rcvog.i a cons-
iiliin a du bispodo llom o |nide sor
Sr. presidente, estas sao as niinlias ideias, e sao as rc-
lloxiios, que me ocooncro. mas nao coucluirei sein f -
ter justica ao ilion illustrc collega, o Sr. Lopes Cama
Taires nao i-uleudesie eu bem o sentido, cm que o nobn
diputado ni andona mesa sen papel...'
O N\ /./irliitmir.V.u nao inaudii .1 mesa papel al-
guin, li ii ii parecer do COIIIIilissao, ipie a asscnibla ap-
provou.
O Orador:Mas disse, pie a assomblca uo era com-
potenle, O Sr. hispo parece lambcni uo se julgar coin-
pi lento, porque envin isto a asscnibla. Se'lie o piid
laz.cr, para que o mandn ca ,' NcSlC caso nao lia piein
seja competente, .Mas o aiii. diocesano ronietto-nos isto
por um CXCCSSO de bondade, por benevolencia sua; nuil
que a auloiisaoii da assomblca corroboraste o seu in.in-
damoulo, oque ha aqui? Ku nfm descubro ueste proco-
diiiieuto oiuhuuia colisa, que so cstianlic, c siin, que si
louvo.
Sr. presidente, expend inhibas idoias, c se lallel, loi,
porque me vi obligado pela naliiioia da materia. Sao
((lusas, que londeiu ao uicu ministerio.
Olanlo ao Sr. Lopes Cania senque julgiiei, c julgo
bem dos seus principios religiosos : alguna Senbores sao
mocos.
O Sr. Lopes Coma;Eu nao son moco, mas tambein
uo son volho, son usado...
O Orador.-Pois as vesos o utado hepeior, do pi
vclho. Kiiilim aos sosscnla, ou niosuio aillos as Ideias se-
rn nutras.
U Sr. Francisco JoSo Sr. presidente, com .lignina
timidez vou aventurar algumas consldcracOei, que leu
dem a justificar a opposlcao, que laco opiuiSo da coiii-
missao ; eillhco-o, repito, com alguina timidez, poripi
acabo lo uuvir dous Ilustres eeclosiaslioos, que lOCIII
asseiito insta casa, divcrgireiu por modo mullo lio-
lavol. na luaiieira de eii'.-ararciu esta qnoslao. Todos
desejao, que sojao cumplido exactamente o preceito do-
minical ; liorlll diverg ni nos meios de eonsogui-se
eslo Um. Ku uo tive o piazcr de ouiir o Sr. Lopes Ca-
nia ; mas i liogiioi a iciupii de ouvir as observacocs, que
finia um outro Ilustre deputado, que se asienta em
frente do iiiiiu, eque procurara demonstrara incompe-
tencia desla asscnibla para esse liui ; o ao mesilla lem-
po, que se dar a esse traballio, tambcui nos fasla co-
llliccer, que as penas la igreja nao podio ser seno es-
pirituaes; mas, Sr. presidente, posto que a igreja uo
nossa impar seua penas espirituaes, c o poder civil uo
possa, ni-iii di'va uipiir seno as Icuiporaes, en creio,
que uo resulta absurdo algiiiu da OCCUIIIulacAa de unas
o ouiias, lato be, que do accordo dos dous poderes re-
sulte a iniposioao das duas penas, c do accordo do ambos
os poderes, em casos laes, vejo decorrciem consequen-
clas o resultados mui Hsongcirus c vanlajoaos; exoiuplos
posso cu aprsenlar cm abono desta miulia opiulo, i.i
osla Inglaterra, Lisboa, o l'orlo, aonde o goveruo ci-
vil, de aeci'u'do COIII o hispo, le/ oxeenlar a esipiecida
observancia diste nicsino preceito. Disse o nobre de-
putado, que a lei orgnica daseainaras mo Ihes d di-
reito nesta materia ; mas o nobre deputado que nos l'a<
esta asseveiaeao he o mesnio que nos diz, que as cama-
ras compele o legislar sobro ludo, o que for indecente,
econtrario moral publica. K uo ser por ventura
contraria amoral publica, a fulla de observacao desse
preceito.1 Ho; o sondo assilil, nao descubro o motivo por
que UO possa illtervil o poder civil, (piando observo,
que o leill elle leito em casos da Husma oiileui, por i x-
rillplo, nos dias consagrados ao luto o pronto pela groja,
o casino, eui que se inaiidao lechar os tlicatros c diver-
liuieutoi pblicos.
O ir, taque: laso he em estalielccinicnlos pblicos
\i O Orador: Mas isto incsiiioprova, que o poder ci-
vil lem dircllo do intervir para f.uer guardar as prali-
cas da religiao, os praticas to que he decente; paral
llibir os aclos que oliudoni a docencia o a moral publi-
ca ; C he esse o motivo por que somos apios para nter
vir. A i mi i nos disse o nobre deputado, que a consu-
m. ;ur do bispado eslava revogada polo cdigo do pro-
cesso; sini lio veidadeira sla proposieao na parlo da
incsma, que iiupuulia penas corporaes; iuta,porm, nao
queremos, que o Sr. hispo Imponha penas lemporars;
UO qiioroinos, qUC a consliliiieo do liispado telilla vi-
gor boje ; sii COUSOS oslas, que nunca l'.inlasici: o qtu
queremos he que o poder civil, em algtins calos, prest
lorea ,i saueco do poder ecclesiasllco; medida por corto
mui diversa duque Imagina o uobredeputado.
Assiui sondo, Sr. presidente, parece me licareni h
pt!as obiorracoes, que lis; flcaiidu-mepor issoodireito
de considerar como limadas as conscquonciai, que o
Illustrc doputado lirou da ronstiluitao, (piando nos dis-
se, qiJC pela separai a dos poderes eslava o poder i i
vil inhibido lo intervir insta molerla, embola o jul-
gasse conveniente ordem civil, Ora, euperguntarei
so por vrntura uo se oppde s praticas decentes, aos
bons costumes, ao respoito religioso, que aalojastea-
bio aos domingos? Suppouho, quesim. Bnrinpor
isto so diga, como eu estou ouvindo inulto baixo, ipu
IC desojo ineil rostabelocei as li is soinptivanas; hoiu iu
uo desnaturar a qocito; o que se pretende he cousa
limito diversa dessa, O que se quer lie saber, se oll'end
ou uo decencia publica, o ao respoito levido a reli-
gio do estado, o ofetnrcio da guardado dia santifica-
do pelo son supl nio legislador ; o por isso lie que con-
sidero o poder civil ubi gado a auxiliar ao poder eccle-
siasllco na pratica desse preceito, e uo vejo, que d'a-
ln possao provlr os males, que se alhgurro ao nobre
deputado. Diste porm o uobic deputado;-a igreja nao
rjm i, nao sei o que .
(I Sr. Titims : Ksses favores do poder civil
O Orador : He o nobre diputado que nos respon-
de, cm nonio da igreja, bem; apelar porm da sua as-
si veraeo, me periulttir, que continu na lunposlcio
de qlie'a igreja quer, qUC UlC presto O poder civil todo o
aplO neoessario, para que soja ella respeitada c abri-
Ib.intada. K niesuio, Sr. presidoiite, nos paites cm que
a tolerancia das Opillloet religiosas lie levada ao ponto
unala subido, metmo ah vejo observado etse dircllo
eu vejo diflerentet empregados civis seren lisiaos da
guarda de cortos preceitos (-eclesisticos; mas o nobre
deputado quer destruir ludo com o cdigo do processo.
Eu uo gusto do bser citacoes ; porque posso ter teme-
rario; mas posto di/ir, que paites di l.uropa ha aonde
'iiipn gados chis ostao constaiilcnnnte cm anegados de
vigiarein al |Ue dentro das grojas uo soja (ella Ctela
que possa sor elassilicada por Indi cenle. Islo prova,
que o poder civil piulo, ludas as vete que O julgar con-
veniente, correr Bill auxilio do poder eeelesiaslleo.e sanc-
(onar pela mam ira mais convenieulo a guarda dos
preceitos religiosos, e se asslm uo he, perguutarol ao
nobre deputado, so enleiide como nao competente para
intervir poder civil, na falta de respoito que desgra-
yadaiueule se v resultar, por excmplo, de no lirar-sc o
autoridade do poder temporal, como competente para
vir em soccorro da groja ; ho islo o que cordialmciile
desojamos, e por isso voto pelo artigo las posturas inu-
nlolpact, C contra a emenda da cominissao, que o sup-
P OSr. Xnbuco, como relator da commissao, alstenla
a tuDnressno da postura. .
U Sr. mrttideal : A ordem do da para a sessao sc-
gulnte, he a inetina, Esta levantada a sessao ( Krao mais
de duas horas.)
SKSSO EM 2S l>t BBIL DE 1845.
'residencia do Sr. I'edro Cacalcauli
As 11 horas da niaiihf.a o Sr. I" secretario faz a cha-
mada o verifica eslarem presentes 28 Srt. deputados
O .Sr. nresidenU declara alurta a sessao.
USr. 2." secretario le a acta da scsso anterior que ne
ippiovada.
U Si. I." 1,'rrrlario menciona o segumte
I.M'KIIII.NrE.
m roqiicriinculo de Tihiirtino Pinto de Alme.d.i, ad-
VOgado da cinara municipal da eidade da Victoria, pc-
diudoapprovacSo do augmento do teu ordenado que iiio
fol concedido por aquella cmara. -
orcamenlo do eaiuarat.
Outro do Manoel Ferreira d'Aacentlo cpnego im-.o-
prebendado da calhfdral de Oliuda,- podindo (pie na h .
do orcsllicuto se consigne a planta de .lili? rs paia pa-
gamento doquodespendeo com os objeetos da inosii...
cathedral como euc.iiregado da fabrica da sacrista.
.V coinmistlo de faseudu.
Forao lidos, o approvadol os seguintes pareceres
( A coiiiiuisso de rendas niiinieipacs, orcOineutO.e
exame de comas, examlnou as cantas da awaiM-
cipal de Cimbros, relativas aos anuos de IS a lM. <
lie dep.irocccr que sojao approvadas por eslarem lgaos,
devendo-tc todava advenir referida cmara quelbe
cuniprc rc.nclto. ,eon. os lliandldol pie aiilonsao aa des-
posas, os docunioulos vlsla (los quacs se elles expe-
l Sala das coinmissoes da asscnibla 25 abril di
IS5 Jobu. SebaHio do Bego. /Ifomi/iirfli/o.
A coniiuissao de rondas niunicipaes, orcamentO, o
exame de contal, axamlnou as contas la cmarai do t lo-
res, relativas aos anuos municipios de IS12 a HM1, o lie
de parecer que s.jo approvadas; deveudo-sc todava
advertir a referida cmara que lie irregular que os mon-
dado* que autoriso as dcspcias, sojao somonte assigna-
dos pelo presidente da cmara, e nao pelos domis vo-
lcadores, como conque em raio da rrspoiisalnllUailc,
c por une assim se doduz do seu regiment art. 75.
Sala das coinmissoes daattcnibla 90 le abril de
I845 lbo. Sebastio Jo Bego. Alian forado.
A commissao de rendas niunicipaes, orcamenlo, t
exame de comas, cxaniinoii as contas da cmara S*r
ninhunt, relativas aos anuos muiiicipaos de 1842 a 1814,
che de parecer que sejo approvadas: adverlindo-se
porm a referida cmara; L, iue os mandados que au
iiuisao at dcspciat devem vlracouvnanhadoi los docu-
mentos 0111 que te ellos luiida.o; 2", que lio irregular
que o procurador de sua propria autoridade, e le minan
dado lleduta a porccnlagmii que Iho compete; 3. que
a recolta arrecadada divo ser elassilicada, segundo as
verbal lgaos; -L", que as dospozas devem ser juslihea-
das una por urna com documentos, c nao se devem dar
por Coilas pelo simples laclo do seren voladas na le.
K Sala das coininiltdCl da asscnibla 2> de abril ue
1845. ii Alcanforado. -- Lobo. Scbastiao do Bego.
A commissao de rendas niunicipaes, orcamenlo, o
exame de contas, cxaiiiiuon.as contas da cmara da Dua-
lista relativas aos.unios niunicipaes de 1842 a 18-14, e he
de parecer que sejo approvadas; glosainlo-se primoiro
a qiiaulia de 120>UUU rs. despendida com o advogado,
que ella constltuio, ectljo ordenado ella Iimui, e pagou
sein autorisaeo legal; 2., a quanlla de lOQMOOrt. dada
arbitrariamente polo procurador aocicrlvao do jury,
para cusas dos procottOl, s pelo fado de ter sido vota-
da rssaquantia na lei niunlclpal.quando alias era citen-
pial paraseuielhaiitepagaineiilo a prova de Icrem sujo
olloilivainciile vencidas as cusas; .1., a (planta do
5'J/llllO i s. despendida com a couiluei o de ollieios para
Flores, o comas acias das elcnc.es para esta capital, por
deverem sor dirigidas pola agencia dos corroios.
o Carece outro sim a commlssfio, que se deve adver-
tir aobredita cmara; 1.", que he irregular, que o pro-
curador, de sua propria autoridade. o lem dependencia
de mandados, pague os ordenados los empregados dola;
2.", que todas as dospozas nina por una, c sein excep-
eto, deveni de ser justificadas pelos mandados que as
autoriso, c documentos ein que se fundaio os ditos
mandados, c uo ilmpletinentc pelos recibos de possoas
descoiiliecidas, ou do procurador que por si sus nao me
ii Sala das comniisses- da asscnibla 25 de abril de
1815. Lobo. Scbasliao do llego. Alcanforado
A coinniissao de rendas niunicipaes, orcamenlo, <
exame de cotilas, c.xaminou as contas da cmara do Bre>
jo, iidativas aos tres anuos niunicipaes de 1841 a 1814, e
lie de parecer que sojao approvadas, glosaiido-sc 1 "
qiiaulia de 8^(100 rs. despenilido com o sorniao porocca-
siao das elcicdCI de 1842, visto que esta deipeu nao he
municipal, e Incumbe ao parodio a vista das inslruccoos
de > de marco de 1842; 2.", a quantla de 2il#(H>0 rs. tes-
pendida com a compra de una balanca e pesos, pois pie
esta despeza neni co:n mandado, ncn com jualquer do
enmonto est justificada como eunipre. Outro lim pare
ce a coiuniissao que se deve advenir .1 referida cmara;
l., que he Irregular, que o procurador, de sua propria
autoridade, e tem dependencia de mandado, dedu/.a a
porceutagein, que Ihe compele, c pague os ordenados
dos empregados da cmara; 2,", que todas as dospozas
una por una, c sem excepcao devem de ser justlli-
cadas pelos mandados, que at autoriso. c documen-
tos em que se fundirlo os ditos mandados, o nao so pe-
los recibos de possoas desiouliecidas. OU deelaracoos do
procurador que por si sos nao niereceni lo.
Sala das comuilssoes da asaombloa 2j de abril c
1845. Alcanforado. Scbtislio do llego. -- Lobo
Foi approvada a redaCCOO do projecto U. 4, que licou
adiada por ter-se podido a pilavra; e oSr. Scbastiao do
higo manda a mesa o soguiulo reqiieriniento:
K llequeiro a urgencia para que cutre logo em dis-
cusso a rodaccao adiada. .
Sendo esta posta em discussao, o Sr. presidente dci-
xou a cadena, que loi ocenpada pelo ."r. vice-prrsi-
donle; loi a urgencia approvada; ccnlioii em discussao
a referida redaecao.
O Sr. Carneiro da Cunlia : Sr. preiidecto, eu tenho
minlias dnvldal sobre se o que se venera na sessao de
sabbado foi justamente a llippressao do lodo o arligo do
projecto; uo pretendo oppor-me ao vencido: son n
priinciro a respeilar al decisos da asseinbla ; mas te-
nho nimbas duvidas, e nao me deve ser oilranhado que
as aproseute ; no sabbado inesino eu pedi a paiavra, a-
penas essa emenda acabara de paitar, porque me pare-
ceo que ella prejudicava um poueo o artigo, mas nao
todo; isto lie, pareen me que pelo que dista respoito a
Agoas-llellas o llaranhuns nada se liavia feito, c que por
consiguite que o arligo estaca em p; eu qui< propor is-
to logo no sabbado; disse porem V. R-.C. que t se poderla
Ir.llar dislo, (piando viesse a redaccSo; e como elle ago-
la se apresenta, lie arazn porque nisso toco. Sr. pre-
sidente, eu uo sei se bem me explico; mas o que cu
quero dizer he, que a emenda nao einendou seno o ai-
ligo na parle que diz icspcilo a 1'apacar.a ; mas, o arligo
tinha tres especies, islo he, tratava de tres liegiiozias;
a cinond.i liatn de una, logo, o que se sigue he. que
duas licaro por ser tratadas; espero que a assomblca j
resol va a respeito; reprtindo novamente que nao he
com o intuito de ine oppAr a deliberacio da asscmbla;
mas, sim com o de me esclarecer que f.ifo oslas obser-
varnos.
OSr. Lopes Gama: Sr. presidente, estou vendo que
ao se pode ser niembro da conunissao da redaecao; Ol-
la sendo a commissao mais melindrosa postivel; hoja a
scgiind. voz que he argida de inlidelidade; mas, So-
nhores, a lommissao do redaecao. segundo eu onteiidn
. gi.nieiito.no tem a fazer mais do que apiesentar com
palavras clarase sentido preciso, aquillo que se venceo
-iddi-ion ii alterar ou siippriinir nao pertaneo a com-
uiisso tou na mesa um artigo substitutivo do nosso cullega o
Sr. Taques : he vordade que o artigo substitutivo n o
diz que seja de todo, iiein de parte ; logo he substituti-
vo de lodo ; islo lie claro, he evidente; porque do con-
trario se <|uzessc substituir parte, dira o mais como i o
artigo, mas l seno diz sonao emenda, ou artigo iiibsl -
tutivo do L do projecto, e ueste sentida foi approvada ;
logo tpprovou-te si isto, c ludo quanto agora se diga
nao sera mais do que cslabcleccr no projeclo nina 4."
discussao ; poique da emenda foi approvado lauto plan-
to seu autorquii; elle mandn um arligo substitutivo ;
parou all em Papacaca o que hesignalde quedahi para
balxo noquiz mais nada ; neslo sentido he que so deci-
di, ueste sentido he que se venceo; como pois havla a
commissao alai radiar o resto que nao so linlia \ eneldo !
Nao ora possivrl: a uo querer-sc que lodo o arligo Hl-
bsiiiua unir, he mislor dizor substitutivo departe, ou
subslitulivodo lodo; mas, nao lio istoi.eeessario; porque
toda a vez que se di arliifo substitutivo quer (ji/.er-se
que lie do todo: o dn Sr. Taques foi approvado, logo In-
ciso que a conunisso de rodaccao dovia incluir. Se-
llbore 0 que entrou ein discussao foi o arligo I." do
projecto u. 4, o a esse arligo foi apresen taita a emenda
que foi approvada ; a coniinisso de redaccio nada mais
podia faierdo que inserir a emenda que so approvou; lu-
do quaiila for o contrario disto uo he mais do que csu-
belecer una 4." discussao para taes, o taes piojcclos. Ja
aqui appareceo um caso idntico ; venceo-so urna cousa,
deixou de se vencer nina oulra; appaieoiao duvidas
na redaecao, e o que lie m.1is lie,,introduzio-soiia redaecao
essa parle nao vencida, de mam-ira que hoiive nina 4.'
discussao ; oque nao soi so he convenante.
Sr. presidente, a comniisso omiiprii com i sou de-
ver ; a emenda foi approvada, ludo quanto nao for ella
licou prrjudicado ; islo lie obvio.
( Conlinuar-se-liaJ.
Bendimcnlo liquido arrecadado pela meto: do consulado
desta cidade no mez de abril prximo lindo.
A saber.
Despachos marilinios.
A neo,-igens............ (i: 181/884
15 por cont das eiiibarcacdet ei-
n.uigi'ias que passrao a uacio-
naes.............. O^
i,>por(aru.
Direilosdcz por como......01:044/070
Dito de 2 por cont........ 21/481
Dito del,2dcouro c piala ainoe-
dado............. 12/803
Expediento da capatasia...... /
Kmnluiiieiilos de certidoos .... 15/720
Multas decididas......... / 01:075/080
Interior.
Sollo proporcional......
Dito lixo.............
Depsitos.
Consumo............
Imposto de 5 por cont na compra e
venda das cnibarcacoc naeionacs.
1:291/401
5(840 l:858/;l
Diversas provincias.
Dizimo do atracar das Alagoas .
Diio dito do ltio Grande do Norte
Dilo dilo do algodo de dita .
Dito dilo do da Parahiba ....
Beccita provincial.
Dizimo dn assuear........
Dito do algodo.........
Dilo do cal...........
Dito do fumo..........
Taxa de 40 rs. por lacea de algodo,
do 1(50 rs. por cala de assuear.
n de 40 rs. por fexo do dilo .
ii de 20 rs. por saceo do dito .
122/550
!):243/S45
2 I2/292
/30
7/101
8/403 2:142,^150
71:380/001
21:018/375
4:444/053
l"V72(i
0/420
140/080
473/280
1/1120
705/740 20:800/1 !I4
!I8;252/I'J5
Pe '11.1111 lim 2 de mu de 1845.
O administrador,
Joiio Xavier Carneiro da Ciinl.a.
COUBEIO.
CORRESPONDENCIA DA CIDADE K PROVINCIA.
Diiom que falleceo boje (4) o cabo de guardas naeio-
nacs do 3 patalhao desta eidade, que no dia 2'J do 11101
passado noule havia sido espamado na iravessa das
l'-arroiras, duem que por Intriga! resultantes do tervico
d ii.ii.iiii.m desta sorte commetlro-ie nesta eidade
no metmo dia c quati a nietiua hora dous astattinatoi.
I .mipian a praia assaea baldos ao honrado Sr. de
engeiiho de Monjope, e inventa historias do espanca-
nienlosparaaltribiiil-os a quem.ipiaudo milito,Iho frus-
tra os perversos dosejos, val ella do seu lado pondo em
platica quanto pude. 1'm desles dias um lloillCIII, par-
do, cazado, de nonio Joo Martius o morador no engo-
lillo Machado do lorinodo lguarassii,achando-sc em una
roda onde se atacou a familia do Sr. de .Monjope, drfen -
doo como pode, e de ra/.o em razo algumas exprettoot
duras Ihe cscaproeui troco de outras que ouvira : loi
a rrsposta inimediala; no dia scgiumc foi o pebro bo-
iiioiii assassinadocom dous tiros, os seus malvados as-
sassinos Ihe cortrao depois a garganta. K sao osles in-
fames que ouso queixar-te, e dar-nos por assassinos!
A praia julgou, pie o patquiui-mr eslava agora
uiuito atropellado ; tanta he a iimnuudicie, que. all ro-
la, que o cubo grande j Ihe uo basta. Aanciacun
que a caterva esperava emporcalliar loda sla cidade a-
gora que a IV. Masmarro laltava o vehculo das serinoas,
era tal que anda o tal cubo uo eslava prompto, o ja ellos
o aniiunciavo. Todos vro sexta fcir.i o anniincio do
Joo Pobre; mas esta porcada nao citara dlipotta, e t
nnianlia, ao que diirm, salir digna do autor, que por
alguma causa iniprevisla falhoii ao pronicllido a cau-
zuada.
IAEIO UEPBSAIBI.'CO.
O vapor Baliiana Chegado sabbado do Norte, deixou
ai provincias daqurllc lado do imperio em tianquilli-
dade.
O Coar contina om leu sacrificio dUcricao de um
presidente que faz osquocer o que teni de ridiculo, pelo
i|iie pratica de nefando o horroroso : o partido ordoiio
contina a dar o seu contingente para o martirologio
que esse coi.....litarlo de ololccs vai eoinpondo com
sangue Iu o impassibilidadc.
Nao he soni Pernanibiico que o ministerio de 2 de
fevoroirai derrota os seus adversarios polo|innlial o baea-
inarto; mi liosuaqui(picosseus compreos prrparao rill
t-lubsossiecarios que devem executar as barbaras ordons
desaes dominadores selvageiis.que drvastaoollraiil; uo,
no Coar o plano horrivol tem a niesiua voga, a llieilua
nao, porque ha l um presidente ad hoc. que predispon
o yola nacional pelos assassinatos particulares, i ni quanto
nao cfiega o uioineiiio da declaracao solemne pelas bala-
ncias. '


Commuuicado.
ji
*ifl
de
in-
ri
Aplatelo mis vurns ruii SK1UDOR.
Vimos no JMaro lo 19 do abril a apuracSo, que Ce
enmara destacapital, na eleleo de senador, e notan
nuc a inunlctpalldade por obedecer a um avilo do uil-
iluierlo de 2 de fevereiro estabeleceo urna hvpotncse,
malo Si.' bario da Boa-vista he excluido da lista lrl|
,-,- o ci-.ii- coi miente nos maravilbou, por (]iinnto ape
do'attentado do governo em mandar excluir votos
nina elcicao, de ruja validado so o senado bcjuls coi
plente, mo lia caso, eill que o barao da Hoa-visla d
ie de er o eecnlhido da provincia, assini como nao p
,lcin hav vceissitudos ein couseqm lela das uaos Ter-
na.nl.uco se es.iuei a dos prestrnosos serviros disto ci-
dado, vecladoiro amigo da sua patria, o do tlirono im-
O aviso do governo mandava excluir na apurarlo do
voto* nar seuadoroi dos collegios do Cabo eOuricun
,.osda4" seccodo-deGaiaidiuus sol. o fundamento d
lia.cr a eaina'i a dos deputados anmillado as eleicnes prl
inarias do Cabo, Afogados, Ourlcury c Oaranhnns. Ha
lei. (o de senador nfio se drJio os collegios de Ouricui
e >' sereno tic Garanhuns. Votarfio ha vordade no colle-
gio da Uoa-vlsla os eleitores de nricurj, e ho de Papa-
cuca os de Garanhuns.
Ornis que po.lia lser a cmara era diminuir ao ba-
rio da lloa-vista dos 033, que llie conlou os, .50 votos dos
eleitores de Garanhuns dados eiu Papacaca, e os 00 dos
de Ourlcnry, que concorrerao ao colleglo da lloa-vista;
poniuaulo estes collegios formados na elcicao de sena-
dor nfio foro iulgados millos, mas smente annulladas
as eleleoea primarias de Ourlcury c Garanhuns; e sendo
facillma a contados votos emdous collegios, que derao
iinanfmidade ao barSodaBoa-vista.eaoEiiii presidente,
e iienhum voto aos candidatos da Chapa praiolra,Antonio
( arlos c Mello,so os votos dos doliles uiillosdeviao ser
excluidos. Assini pnicrdeo a cmara dos deputados na
apnrarSo dos votos das provincias de S. Paulo e l'iaulij;
nem de oulra sorle proceder podia, sen. annullar votos
de eleitores, que rreonhoeco legtimos, reta, como dev.a
ter.a OXClusfio dos votos dos eleitores, qne a cmara tem-
poraria Injustamente deelarou millos para expel..-os
deputados opposlclonistae, Bcava ein todas as h>po he-
ses, a que o aviso do govemo deo causa, o barao da oa-
Visti dentro da lista triplico, pois que, al.al.dos os .10 vo-
tos de Garanhuns, c os yo de Ourlcnry, reaman a este
candidato 513 votos, e anida tirados todos os 08 votos do
COllegiO da .Voa-visla, e os 30 de Garanhuns, conlando-
ie-lhe apenas o IS votos dos eteito.es de Papacaca, c .)
do Mliul.o, que votarlo no COllegiO de Pan a. ara, hca-
vio-lhe SOS votos, sendo que o candidato da praia Anto-
nio.loaqniu.de Mello em lodos os collegios da provincia so
reUOioSOl voto, o que punba-0 en. mdas as liypoll.cscs
lua da lista triplico.
Para que o T.rasil, c o Imperador sainan que en. l'er-
liambUCO nao se pode cora lodos os.esloreos do in.iiislo-
I rio de-2 de fevereiro lzor que oseleito.es consentidos
pela cmara dos deputados rctcrisseiu na lista trplice
para senador o nomo do mais distincto dos Pornaiiibuca-
nos, communicainos ao publico eslas observacoes.
Correspondencias.
Senlmres llednctores: Leudo no Crrelo 2do concille, que no Casanga se reunir, em un. dos
ili.is passados, um grupo de houions armados para o Bill
I de oipancar alguns olnciaei da cumia t'urinra, que l-
nli.io ido por all passar, o sendo cu morador no laxan-
g, e vendo que o Comi talv'CS mal informado, CXag-
yerra O acnintecimcnlo, julguci do nieu devor escla-
rece o publico, c diser a vedado.
Km mu dusdias passados,a larde, alguul olilanes da
i,. ,i i,iii l.ao aoCaxaugj osquaes depoia de havereni
acriiado para algUUias casas, onde viao senlioras, pedi-
rn a Antonio Pedro da (osla a chave da casa, que guar-
da o poco deagoa frrea, chi plutrfio umitas obsce-
nidades as paredes, o Oserfio outras epusas, que a de-
cencia manda calar. Kntao um soldado de polica con.
todo orespelto falln aquclles ollici.es, odissi-il.es
que abrumas pestoas est nao murmurando c se qurixau-
ilo da conducta dilles olliciai s; e ellos, nonhiini caso la-
oiido ilcslc diser do soldado, entrarn ein mu cano c
poscro-ee a camii.hu se.n n.ais nmidade
Kis o que em verdade SUCCedeo, sendo ludo mais
cxaggeracooa de algucm, que, como ordinariamente ac-
coutece, sem ler visto o focto, o exaggera.
i'Vunrifru Xavier l'arneiro Lins.
Sis. It, Inclines. Traeandu estas liuhas cuja inscr-
rao en. sen Diario Ibes rogo, nao lenlio por Bin respon-
der ao jui municipal do termo d'lguaraaan, nem nies-
ii.o dar-ule por agastado pelos convicios, injurias, e ca-
lumnias, que osse agente do club sanguinario desta pro-
vincia l< ni vomitado colilla mi..., cn.iiilri familia; por-
que, en. liin, o castigo desse ente dcsprciivel est no
perfeitu conbeeiinenlo que boje tom delle todo o lime
honesto ; mas, bavendo eu obrado como aiitoridadc puli-
.i ii em um caso, qne mi so lu desfigurado por aqueilc
juixciu sua correspondencia con. o govemo da provin-
cia, mas alnd invertido, o, adnil", envenenado pela
tulla i que con. sobrada raio chamnpasquun-inr--;
julgo de nieu dever informar o publico do acontecido
em aqueila exaelido, o verdade, que sao dosconlicci-
das dos espirites balsos, e habitual.neute mentirosos.
Qucreudo o delegado d'lguarass pdr termo ao peri-
BOSo costume em que eslava certa gente de andar arma-
da a luda hura pilas mas da villa, e dar tiros, nolte.es-
labcleceu una palmilla rondante com orden de des-
armar, c prendii a esses acosados,ca lodos quanios fos-
Si'lll encomiados eom anuas: pereoiria a palmilla as
mas da villa na nolte de I? do torrente, quaudo pe-
quea distancia da casa dojulx municipal, eucoiilrou a
Alejandrino Jos do Amaral armado de un. claviuote, c
laca depona, e diieui ...ais, qne com nina pistola : pro-
cura desar.nal-o, conseguiido tumar-lhc o claviuote,
lliaa aquelle lama nio da faca, resiste a palmilla nao
qucreudo entregal-a: nest altereaco acode o alferoi
Ignacio Ferrelra Gulraarfies, e ao mesmo tempo o Ins-
pector Pedro Jos Montenegro Vellarlu que eslava em
casa do dito Gulmariios, inulto perio do lugar da alter-
caefio, o incontinente roquerom a palrulba que sollo o
hornera, oque logo icvcrlflcou; porift nesse lisiante
parloni da casa dojuit municipal tres tiros sobre aionda
que lerirao levemente a um soldado: aggredida .iquel-
lade urna mancira to inslita, quaiilo inesperada, fa
logo para a casa do Juls luiiuicipal, lere aires ii.divi-
llUUS, e poe em circo a casa a lini de seren. presos os
autores de senielbante allentado. Nao estando o subde-
legado na villa, d-se parte ao delegado no engenho Mou-
jope, O quaf, nao estando ein casa, em qualidade de I."
snpplenle part para a villa ; inandei rel'orcar patruiha
que conslava apenas de 8 bonicos, (guardas nacionaes)
conservando a casa era cerco le as 8 horas do da: c quc-
reudo escotar os meioa brandas para a lnal ser auturl-
sado a einprcgar lucios lories; olliciei SO juzmunicipal
a fin. de entregar-me os criminosos, armas e cartuxainc
que tiulia em sua casa; porl'u.nogando-Sfl aislo, inan-
dei anda rifo.car a patruiha, disposlo a nao ceder o me-
nor passo ao cri.ne. Vendo esse jui niuiiicipal, que Ihe
seria iuipoasivel ter bom xito de sen arrojo, mandn
irlo Sr. Honorinho que tamben se aeb.vi na casa do
Juls inui.icipal, propor a entrega da gente c armas; eiec-
li\ ament eolregou qu.iti o guarda-costas: o estando ja
na villa, c o lente coronel Francisco Jaime Cavalcauti
Galvdo, o mejor ( osine Joaqullll da Konccca Galvo, e o
subdelegado llerculano Francisco IV.ndeira de ello,
,-le.ntrou no arsenal daqiielle funciona, io publico, a-
prebendeo 18 armas, entre bacauuirles e granadelras, e
prendeo Abxaiidruo .lose do Amaral, que na occas.ao
iin.s tiros homUiou-se rm casa do Juls inunleipal i Joao
Paulo Macicl, digno si ni di .vida das alleiifea daqucllc
mu/, municipal, Antonio Alejandre de Farias, o Icacn-
t, Antonio Luis Ferrelra da ( unha (por antonomasia
/lonaparte). Joo ll.qitista do Amaral, o ollicial de justi-
, a Pedro Alcntara, \nlouio Toiornuba, un. tal lambi
morador era Desterro, J8o Thenorio Vicente Ferrelra!
Francisco Pedia, Manool l'crcia, Jos Francisco Alves,
e Alexandre de tal fprovavclmenle Alesandrc Valenlira
de que tanto falla o Divrio novo.)
Tal fol o procedimento da polica de Iguarassu em
mu caso de tanta monta, que deixou liear o pardo Vi-
cente Ferr.-ira de Smnpao ein casa de sen pal para ser
curado, contentando-so con. a banca de cidadaos id-
neos; ijodmplda.de ranoor, e parclalldade se inostron
uessa occiirrencia, que deixou ii.esj.io ein liberdade o
jnii municipal e aquellas individuas sobre queili nao
navlagrandesuspeila decrime: porm fbro conserva-
dos en piisao os guaira guarda-costas (sicarios) Ale-
xandre Valentn!, Francisco Pedia, Manuel l'ereira, e
Jos, Salvos (o papa-niel) e .Io;io Thenorio d'Albuq.icrquc.
Nao pudendo esses individuos ser retidos na eadeia da
villa por se achar sem uriihiiina soguranc desdo a fgi-
da do um tal moco, c outro, o eorrendo o boalo de que
vinlia reforco de Pasmado e da liba de llamarac solal-
os presos, os lis cond.uir ao eng nbo Moujupo, al que
se eonoertasse a eadeia; e quaudo Isto se l'axia cl.cgou
orden do Sr. clu fo.da polica para seren os presos rcmet-
lidos a capital por un,a patruiha de polica ; n.as.haven-
do-se remedido somonte os qulro que estavao sem le-
so, o mesmo Sr. i-hefe de polica mandn segunda pa-
lmilla com orden, de coudiur a Joo Theiiorio que lia-
via lieado por se diser milito docnlo, c olltclivamcnte
fOl enviado en Ulna rede que Ihe muiidou o seu intimo
amigo Manool l'ereira do Aloraos.
Kis.Srs. Bedaclores.con. singla verdade, ludo qiiantu
sepassou na villa de Iguarassu, cujos acontecimentos
leen oceupado to vivamente o publico, c feito objecto
das relloxes da impreusa.
He,entretanto, de lamentar que o Juit municipal Luu
Buarte, para apagar as suspeilas que sobre elle pesb, e
para attenuar oe.ii.....le seis asseclas, tenha nans
dosligurado os tactos, nao s recorrido mentira que
degrada o hoinciu, mas ainda calumniado, injuriado,
eseosseado, o mes.no ido revolver as cimas de un ci-
dado honesto, deunipai de numerosa familia que o
seu bacainartc, ou o de seis apaniguados, ecorreligio-
narios despenhou prematuramente na sepultura., ii
podra approveitar a opporluuidade da occasiao para la-
zer serias rcllexoes sobre u chamada o convite feitos po.
Manool l'ereira de Muraos c Antonio BorgCS da I'onseca bo-
je [ii eso na eadeia di'Sla ciliado, amigos do juiz munici-
pal, ao preso Francisco Podra, conforme este conlessou
peante militas pessoas lidedignas, para me assassinar ;
porm,nao desojando que essa cabilda sauguin.1i la inter-
preto como temor oque eu bouvesse de diser, conftu-
lo-mc com scicutilical-a de que a sua ntoncao boje ni,-
ie couliecida, c que nem todos sao l'eiorras, Targinis e
Bollns.
I'.u peco desculpa ao publico de quilquil exprosso
menos comedida, que a justa iiidignaco tenha arran-
cado nimba pena : o nieu lim foi infurinal-o da verda-
de, e nao occupar-inc do i.ious vis inimigos.
Son Srs. lledactoics
Seu constante leilor
Joiio .1 ,i(i,ii,,i Cuinlraiiii il'A/buiyiieri/iir.
Igu.ii .i-sii' .",n de abril de 18,">.
CWWIE itlO-
Alfandqja.
Uendi.nenio do dia2.........7:8<">7/-1l.'l
Utiearregao hoje !>.
Urigiio ingle/.Ef/io-niecadorias.
i ririii-km,i/bacall.o.
flrigue Ventura felizincicadorias.
barcaKacarredem.
PRA(.:A DO RECIFE, i DE MAIO DE 18-15.
SEVISTX SEMANA!..
UamblO. Por falta de navios teeiii sido diminuas as
traiisaoeos, couscivando-sc a '25 l|2 d. por
lollO rs.
iVIgodo. As entrada-, continan peinadlas, conservan-
do o precode -f/700 rs. a arroba.
Agoardeilc. Vendeo-so de -O^tlOO a -.l/OOO rs. a pipa.
Asaltear. Sem illoraco.
Couros. lonlinno olleiecidos a 130 rs. a libra.
Meios de sola. VendCio-so de 1/S.MI a l/JOO rs.
AsellC lie peixe. bien a 1/070 rs. o galo.
/ac.ilb.io. Cliegou um caricgauento, que soguio para
a II.ihi,i.
Ilreu. ~ Vendeo-sc a3^800 rs. o barril.
iiriiu. dem a 1-2/00 rs. a peca a Imilacao do da Bf-
ala.
Hulaxinl.a. dem a -1^000 rs. a barrica.
Carne SCCCa. dem de 3/100 a 3^000 rs. a arroba da do
Rio Grande, e de j'3U0 a ^SO rs. da de Hle-
nos Ajes, leudo as vendas augmentado ; e o
deposito he de 18:000 arrobas, inclusive um
carregaiueiilo entrado do Hio Ciando, que in-
da nao abri venda.
Dita salgada. dem de 22#000 a -21/000 rs. o bail da
de vacca.
Cha llysson. [dcin.de I.W50 a /200 rs. a libra.
Chumbo. dem a I.'i .',"u rs. o quintal do de mullican.
Fai'ioha de trigo.(iheg.n dolis cerreganientos dos
Kstados Cuidos com 2:-i0 barricas ; c o depo-
sito, inclusive estes, he de 3:500 barricas ein
primelra Ulfio, e as vendas de 10>00O a 18/000
rs. a americana, c de 10/COO a S0/D00 rs. a de
Trieste SSSF.
Dita de mandioca. llouveo algiunas entradas, e as
vendas teeui-se tornado lutiiln activas, e ao
preco de tyioo a -l^-luo rs. a sanca.
Lonas. \ eudcio-se de 30/000 a 31/000 rs. as da Rus-
lia largas.
F.utrro 8 eubarcacoos, o sahiro I-i ; existen no
port 6!, sendo I austraca, S mrricauas, 37 brasilelras,
i frauceu, 2 hespanholas, 7 inglesas, 1 portuguesas, i
sardas e 1 siciliana. .
IMI'OUTACO.
Echo, brigUO americano, viudo do Philadelpbia, en-
trado no correile luc, consignaco de Malbcus Aus-
tiu t C, maiiilostoil o segiiiute :
200 barril com bu u. 50 barricas de farinha uiilho.
200 barris manleign de poico, 50 barricas bolaxa, 50
lii/ias de eadeias, 400 bairiquinhas bolaxiuhas, 1:005
barricas farinha d trigo, 21 MI oaixas logo da ludia, 3
barricas cera a...arela, (i8li barricas abatidas o seis per-
lei,,, s l>3 eaixas cun ella ; aos consignatarios.
.laoiiinrnto do l*Oi lo.
Savias entrados no dia I.
Boston; 30 ilias, barca americana fc,o, de 373 tonela-
das, capito Tilomas Ellis, equipagem 14, carga lastro;
.ni capito.
S. Malbcus; II das, sumaca brasileira sa-ciagem, de
98 toneladas, capito Jos Joaquim de Aducida, equi-
pagem 5, carga farinha de mandioca ; ao capito.
Philadelpbia; 37 d.as, barca americana AVioam-, de 242
toneladas, c.ipilo II. J. Col, equipagem 13, caiga
familia de trigo e mais gneros ; a I.. C. Kerreira S C
Atiri* sabidos no mesmo dia.
Para ; escuna Inglesa Hoyul Soecreiyn, capilo francis Ca-
dell; carga lastro.
Babia; sumaca brasileira Aora Aurora, capito Domin-
gos Jos da Silva, carga dilleroules gneros.
Genova; polaca sarda bior, capito Joao /laptisla Lbioz-
7.a ; carga assitear.
Barcelona; por Porto Itico, uiistico bespanhoi .li/>iano,
capilo Jos Olive-, carga algodo.
.\ ,i( ios entrados no dia 2.
Tena Nova ; 27 das, barca ingleza Korval, de 245 tone-
ladas, capito ThomasKlrk, equipagem 15, carga ba-
calhao ; a orden: sigui para a Babia.
I.ciidr.s, por l'oilsuiuiilh, irainido do ultimo porto 31
das, barca ingiera l'enninijihuin, do 250 toneladas, ca-
pilo iicmy Parchase, equipagem 14, carga fazci.das;
a M.'' Calmuntic C.
ttavtot sabidos no mesmo dia.
Babia; sumaca brasileira l'erola, capilo Francisco Ni-
colao de Aiaujo, carga dille-entes gneros.
Una ; hiato nacional Auto Destino, cajflto Kstevo It
beiro, carga varios gneros,
Obser.-aciix.
Voltario de Una os urigue-escitnaa de guerra bra-
silcirns Calinprr (iv.ararans.
A i-1 iiniii a esto porto a sumaca nacional Sania Cruz,
sabida no I." do crrente, en COllSeqiKUcia de adoece
o capilo.
Edita!. "
/o Juiz do Clvel da piimi-jr vira seha de proce-
dor a leilao dos oliverios pirtinrcnles a loja d ourives
do.Jose l'li jen sila no Alleiro da l!oa-vs(a.
1) III,o. Sr. inspector interino da Ihesouraria da* n il-
las provinciaes, manda b inei.io da orden do lni. Sr. presidente da provincia de
ISdo cor.ente, ira a praca no dia 23 de inainproximo vin-
doiuo, ao mel dia, peante a mesilla ihesouraria para
ser arrematado :i quein iwr nonos liicr o acabaineuln
das obras da capella mor da matriz da villa do tfonito
oreadas na quaptla de dons contos de ris, devendo as
obras ser exceuladas conformo as Clausulas especiis
abaixo transcriptas.
ti., licitantes devidainente habilitados compareco no
dia, hora o lugar indicados, con. as suas ptoposlai lor-
malisudas segundo o regulaiucuto de II de julliu de
1843.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco 23 de abril de 1845.
t) secretario
l.uiz da Co'ta Portoearreiro.
Al.'VBAMINrO D\ CArr.LI. Mllll OA MAIIll/ Di VILLA
no miniin.
Camillas etpeciaet da arrematafio,
1.* A obra do aeabaineito da dila capella unir l.n-se-
h.i de conlorinidade com o orcaineuto apn senlado lici-
ta dala approvaco co de dous ionios de ris (1:000/000).
2." A forma da obra de eutallio ser determinada pe-
la pessoa a que.n o goveruo incumbir a ibrec, ao da o-
bra, < conforme aos riscos que lorein ministrados ao
arrematante, u mesmo se deve entender da obra de
pedrero.
3 As obras principiarn no praso di- dous meses o
sero concluidas no do dosc mezes, ambos contados
ini conlormid.ide iluait. 10. do regiilaiuento dasairo-
mataedes.
4," O pagamento far-sc-ha conforme ao artigo 15 do
precitado regulainciilo, sendo de 0 meses o praso de
responsabilidad,-.
5.a Para ludo o mais, que nao esta determinado as
presentes clausulas cspeciaes,segulr-se-ha lutelrameut,
o que dis[ioe o precitado regul.menlo ib- II do julhn de
1843.
Repartlcfo das obras publicas 17 de abril de ISi..
O eng llhciro eu. chele
Vtinthirr.
, isos diversos.
eelaraces'.
r (i vapor iliiliiinu recebe as malas para os pollos do
Sul boje (5js II horas do dia.
9 Na secretaria militar eiiiteo documento!, lindos
da provincia do lito orando de S. l'cdro do Sul, para
seren enlicgues a viuva do espilio Joao Antonio de No-
ronha t'i
Companliia do Ueheiibc.
A adiiunistraio 1 i Companliiu tlu lic-
lie.ilif fas sciente aos Sis. accionistas,
cejas entradas se acliSo em al razo que
mi dia 5 de nidin piuximo scrao eli-
minados os que nao livcrein iialsalo os
46 por t'cnto (asooo ris por cada tima
apolice) at agorr. exigidos ; alim de
cnniprir a delerminacao do art. 9." dos
Estatuios e de poder aprsenla!' Btias
conlas a assemlda geral dos accionistas
na prxima reunido, tscriptorio da Com-
panhia i5 de Abril de 18/p.U se-
cretario Ji. J. Fernandos Barros.
-- A rcuniao da assemlda geral dos
accionistas da Companhia do neberibe,
pata ser nomcuda a nova administrucao,
deve ter lugar no dia -i5 de inaio pelas 'J
horas ta manlia no escriptorio da Com
panlna. U secretario li. J. Frntmdes
Barros.
COMPANHIA ITALIANA.
t 111:1111 o r-1111.0-0 11 a >. r 1 co.
A represeut.icao da opera il llarbiero de Scviglia, que
eslava aiinunciada para exeeiilar-si- mi sexta l'eira aule-
rior i do correile, c nao pode te elleito por causa da
chuva, lica transferida para amanhfia teca feiraudo
corri-nlo con. o mesmo divertimeuto, se o lempo per-
Initln.
Avisos maiiliinos.
OCLAMOll Pl b!.ico n B est a venda, aa praca
da Independencia ns, ti, S.
-0 Sr. Jos Rlbeiro Perclra (ulmarei (de Olinda)
(ein una caria. \ inda da baha, lia ra da Crui u. 37, se-
gundo andar.
LOTKRIA DK N.S. DO l.l\ U VMKNTO.
as roda-, ib sia lotera andno no dia 15 do correte; e
como se p.ecise ainda Vender a pequea quautia de
3 i 'tlu edil rs., roga-sc aos amantes dcste jocoque con-
coriao. nuanlO antes, a comprar o restante dos bilbetes,
que se achilo a venda nos lugares do COSlUIIIC.
.lyn.rifi de / attapotlet f detpaehoi nuil ilnnus.
No Ueeife, ra do Aimiiiiu u 14, priiueiro andar, ti
rio-so passaportos para dentro e fura do imperio, des-
p.ieh.io-se embarca, ues, ,.cra\,,s 0 outros quaesqiicr
despachos martimos, ludo em promptldao e proro
, 'nuu,alo. (b*
A pessoa que anuuneoi. no Diario U. 97 de sexta
leir.i '2 do crreme mes, precisando de urna pessoa que
saiba ler o contar, pira tomar eonla de um ainiazcm de
material c venda, aiinuneie .. sua morada para ser pro-
curado.
Antonio da Cosa Macicl previuc para conhrclmen-
lo de quahpirr pessoa, que elle comprou ao Sr. Amonio
( :avale.uili de Amlrado a sua cscrava Josepba. de nacao
Costa, o se acha munido dos poderes que por le Ihe ido
concedidos, pudendo a dita cscravanpresentar-se, \isto
estar ausente, prometiendo nao a castigar.
Quera precisar de una ama para una casa de fa-
milia ou de hornera solleiro, dirlj i-se ao beceo do i Pcc-
cados Mon.ns n. 10.
".'-': -*_
'
Wm.
1 o biiguc portugus Couciito de Mara pretende
sair para Lisboa no dia 22 do correile ; para carga e
passagciros.para o que tom 08 lucidores o mais asselados
colnnodos, trata-se com o capito na praca do l uiniucr-
ciu, ou com o consignatario ihomal 110 Aqiiiuo 1'onsei a
ua ra do Vlgarlo n. l'.l. (
1 Para o Para, con. escala pelo Maranho, sahira
con. luda a brevidade o brigUC escuna Carolina.; para
carga e passageiros trala-se cun al. I). Uodrigues, ra
do Trapiche n. 2 (i
1 Para o Aracaly sai iiupreteivcluieitc no dia 12
do correile a sumaca Cariota, ilustre lose Goucalvea
Simas, por ter a maior parle do seu carrogamentu a bor-
do : para carga, o passageiros, trala-se na ra da Crus,
u. 20, com l.ui/. Jos de aa Aiaujo. 5
2___Para o Aracaly sahlri com brevidade o hiato no-
vo Olinda : quera nel'lc quior carregar a fete multo
con.modo, pode tratar com Antonio Rodrigues Lima,
Ba praca do COinmcrciO, ou na ra da eadeia velban.
I, I. andar. 5
3 Para o Hio do Janeiro est sabir o patacho bra-
silero '. Jojr jiiiici'icuiio, capilo Jos Antonio .Maln/i-
n bos : para inga, passageiros, c escravos, natas, eom
Gaudiuo Agoslinbo de llanos, pracinl.a do l orpo Santo
n.ti. -i
3 Para o Rio de Janeiro sabir a sumaca brasileira
Amizade, capilo Manuel Antonio de Souta Guerra: pa-
ra carga, passageiros, e esclavos a froto Irata-se com
Gaudiuo Agosiinb.i d,- llanos, pracinha do LorpoSauto
ii. lili. 5
3 Para o Piulo o brigue lloa-riagem forrado c
encavllbado ac cubre c de (upenot murilia : quini no
iiM'sn.u quuoi canegijr j ,,u ir de passugem dirija-l
a 1-iini.LO Ales da Cuni.o na ra do Vlgarlo D. II,
priuisiro andar, ou ao capilo Antonio Fereua Nui.es.
na prafs docommuicio. M
I ijueni tiver nulas n.ni pagas contra a galera
americana Matltat, capitio N. \. Kreuch, arribada neste
porto com agoa aberla, \ inda di> Manilla, queira aprc-
soutal-as no cseripluriu dus cnusigualar.os lli-iiiy ror-
ster & C para seren pagas at terca folia <> do coi rente,
as '.i horas da inaiiha, celos que depois nao se atindela
reclaiuacAo alguma.
Le.la;i.
Iluje pelas li horas da maubaa, dUignado pe-
SallIrAo a luz os ns. 11 c 12, e achito-se :i venda lia li-
naria da prava da Indi pendonela ns. (i e 8.
2 Prccisa-se de u:n I. um para Sitio, que emenda
lie pl.'ii.laci'ies, arala que soja leid.nl,. lio Atlcno da
lloa-vista ii. 37 no 3. andar. .-i
MI l'fll IMPORTANTE; l'ARAOPOVO lil. I'l lNAMRl l.d.
1 I lie espantoso o niimcic. dos IIOSS0S seinclhaulcs,
que cada anuosuecurabe ti molestias, que, so fosfcui
baladas siniple-inenle seiao all.da vivos! eitie los
eslas molestias s,i geralwento a pbthvslea eatnarros .
indigeslo dispepsia, apoplexia i'ebres de toda a
especie, asslm como iiiierinitentoa, bilis, escarlatina,
guita, molestia do ligado picures!, inflammacAcs,
paialisia, hrdropesia, brcliiuas, sarainpo, lomb.ig.is,
tlyseuteria, erysipelas, lucliasaos de pea c peruas,
heiuorrholdas, fura as molestias desenhorna.
Muias tiestas molestias sao radicalmente curadas e
todas aluciadas eom aquella celebre medicina popular
do llr. Snell e a pitillas veg laes dn llr. ilrauirelh.
Recoillineiidnmos a lodosos doenles pois nao re-
quer resguardo algn.. Na Inglaterra o nos Kstados
Luidos estas pillas (eom sido o nico remedio do ii-.C"
las familias por longo Unipo, tirando sen.pro o desoja-
do lim, reslabelecendo a salido.
Na corle e nas provincias I,a ni una exlraorao enorme,
o s;io re, lilailas por inultos dos mediros mais bilx-is do
lirasil.
\c.iha de chegar nina nova porco destas invalua-
VCis pululas, aos uiiieus agentes para l'eriiambueo J.
Rellei IWC. e vendem-se nicamente por autorisacio,dos
ditos agentes, na botica fiancosa dos Srs. Saisse Se C.
na illa da CriU II. 22. ao precode IIMIII is. cada eaixinha
de ambas as qualldades, adverlindo-sc ao publico que
as Ullioas verdad, iras plllulns vegetal s sao enibi ulhadas
no seu rccelfuario, lechado com o si lio em lacre prcto
dos tnicos agentes pelo I ra-.il no Hio de Janeiro.
3 Roga-sc ao Sr., que no dia 12 do corrate raes
de abril fui na padaria da e.Ira,la do Maiiguinho. o po-
lio lies mil rs. deixaildo um chapeo de sol de seda, cui
ineio uso, o favor de ir pagar os ditos tus mil rs., no
praso de oito dial; C quaudo o nao faca, liear sem dl-
reito, nem pdela oais exigir dito chapn. li
3 Deirja-se fallar con. o cotres/ioiidente doSr. Ma-
noel Jos Fernandos Cupido a negocio de seu inleresse
c que declare pul esta lolha a sua morada. (3
. J -e Marn barbosa embarca para o Rio do Ja-
neiro a sua osirava joanna, de nacau Cabund, de ida-
dedo 18 uniios. (3
3 Jlo de Prado Mnrlins Kibeiro omliarca para o
Rio de Janeiro a sua esclava cabra de munu Anna ,
de idade du (8 annus. '.3
6 Aluga-se uini cxeollentc casa perto do collegio
S. Antonio, D. 14, na ra do Seve na rus larga do
Roiario n. 48. (3
4 Uffercce-se um moto para caixeiro de venda de
,|Uc ja tom pralira ; quem o precisar anr.uncu, ou di-
tja-se a ra do Vigano venda n. II. (3
2 \i. .-.,- i mu sitio na estrada do Pombal com
bastantes arvoredos de bulo, Ierras para plantacoes ,
bu aitua du beber e cusa de viveuda ; a tratar com
ua proprlelaria na ra Direils casa de um andar
n. 0*. 5
2 Anlotiia deUlivoira Cassians Munit viuva do
finado Manool Uunll do Sousa Borgel, fai scienle aos
cred lies do m'U casal que ella leu. foilo abstencao da
hci.ii'ca que hu podosse locar como melelia de seu
casal pois que s quer ser herdoita a beneficio do in-
voulario : oquofar publico para servir de governo ,
a quein Uve direlo aos bous do mesmo casal. (7
2 8r. Bslevio Coelho de Millo, tenha a boDda-
de de dlrlgir-Sfl a ra da Cadeta do Recifo n. t, segundo
sndar, ou dcannunciar sua morada, para se Ihe fal-
lar em um negocio. *
2 Ruga se ao Senlior P. B. de M. de quanlo antes
mandr pogar o sua lellrinl.a de St'^uuil rs., que
S-. S. disse set -n por 15 das, e ja la vao9meies e
nada de pagamento (*
" lose Soarea Pinto Corroa mudou-so da ra do
Sebo para a ra da S Crui, casa n. 00. 2
3 Ni tua da l'raia n. %1 piecisa-se do uma ama
Potingue! de dad.-, que di fiador a sua conduela,
para urna casa do horneen sollriro. (3
3 Guilnermo Soare liottllio tmbarca o seu cscra-
vo Jos, de naciio para lora da provincia. 2
3_ Antonio Francisco bandera Jnior vai a Lisboa.
3 Na fabiica do charutos sita na rus do Vigario
n. 10, precisa-S de dous oflkiaes, que saibao bem
trabalhar, e de um ou dous aprendiies, sendo criou-
lus ou pardus ; na i..usina fabrica ha loda a qualida-
de do charutos tanto d leria como da Hahis assim
como uma grande porcio de charutos do Rio de Janei-
ro pelo mdico proco do o/ rs. o milheiro &
Manoel Jos Alachado Malhero, na
ra iu Madre de Dos n 5, primeiro an-
dar, tein para vender velas de tera do
liio de Janeiro, ptimo sorliincnlo, em
eaixas de pouco mais de lOO libras, e por
prcto mais cotnmoilo tjne em onlra qual-
quer parte. (,0
U Doulor em medicina Alexandre
de Soma L'eieira to Carino mudou-se
para a na Larga do Rosario n. a8, se-
gundo andar.


A
Precisa-e de um preto paro se pagar mcnsalmen-
te que he para tocar junto com outro bomba do tirar
agn em canoa so cm occasiiio do maro nlo lar mal
que leja (alto de vista, ou tenha outro qualquer deleito ;
o que se quer lie que soja ladto; na ra A Dosioa, queannuuclou no Diario de sexta (ei-
r, n. 117 preclear do um hornero para um armasen
de malcraos e venda queira procurar na ra d>
(Jueimado n. lo e deixar l o svu nonio o ra para ser
procurado
A pessoa que annunciuu no Diario de 2 do cor-
rente precisar do um homcm de, moia idade para admi
nistrnr um arriasen do recolher malcraos dirija-se a
ra do l.ivramento n. '8 venda junto ao amplio.
OfTorcce-se um r. paz Urasilciro para caixeiro de
cobranzas de casa brasileira ou estrangeira ; quero
o precisar annuncie para ser procurad.
Ro^a-se a qualquer pestoi a quem fur eflorecida
urna barrica com bacalho por algura prcto baja de
ppreliendi'l-a e levar a ra das Cinco-Ponas n. 2j ,
queso rillifj me.
Marmol Ferreira Pinto embarca para o Rio de Ja-
neiro o leo escravo de nome Antonio do nucao.
A pessoa, queannuuclou no Diario de sexta fe-
ra a do Main coircnlc precisar de um boroeui de
idade, para oa araatem de malorfaet), annuncie sua
murada para ser procurada
O NAZARENO X. 05 est a venda nos lugares do
costuro e.
O V'BRbADBIRO REGENERADOR n. 23 est a
venda no lugarc do costume.
O EH'ELH'J : apporecor o primeiro numero quar-
ta (eir 7 do coireote as 0 bcras da larde a vintero
ceda eicmplar.
OSr. JoloJoM Lial I.ni nina caria na ra do
Crespo, foja de Cervalno A, Maia n. 19.
A pessoa, i|ue annunciou no Diario cZ do cor-'
rente precisar de um bomein de Idade para um arma-
em de malcraos, dirija-sea ra Nova n. 17.
Deseja-ie fallir com o Sr< Joaquina Francisco du
Ibe vcnhiin pagar seus dbitos, pois que alcm de gran-
des deapesai, que lem felln un canoas inutilinento .
ja Ihe falta a paciencia certos que se o noflzercm, te-
lG de ler seus 'lomes publicado! pelo Diarios a im
de que no Reelfe os Dqnem conhecendo o livrareiu-so
de lio bous pagadores." Antonio Dias Souto. iS
3 L'in inulherbraoca que sabe perfeilamenlc re-
gerumacaia, propoc-sc a ser ama de alguin senlior
solleiro que tenlia pouco familia; qucuisequirer ser-
vir de nu prestiuio dirija-se a ra da Urdeui lerceira
de S Eraucisco sobrado n. 8 das 10 horas da ma-
idifia em dianto que ah se dir a pessoa que a esse
saltico se prope ; na mesma casa existe urna prela de
r.ociio para vender-so sero vicios, sabe cosinbar odia-
rio de urna casa lavar e vender. (8
S Engomma-so toda a qualidade de roupa coin
assoio c proroptido ; na ra da S. Cru da Uoa-visla ,
venda n 3, calcada de pedra ; assiin como precisa-se de
jin caixeiio menor. j
3 Aluga-se toda a casa ou por andares, sita na
ra de Apollo n 2", a qual be nova e com cxellente
villa ; e o segundo andar da casa da ra da Guia n 31,
lambem novo
-
e bonita vista al para o mar.
faz scienle, que
cessou desdeo'dio primeiro de Janeiro
do corren le o annuncio inserido no
Diario n. i, de 2 de Janeiro tic i84 francisco augusto da Costa GuimarHes.
O re
nme avec
na ra cstrei
Silva Souto a negocio de seu inleresse
la do Rosario vmda n 8.
i Aluga-too primeiro indar do sobrado n. M, da
ra di Kangvl, oom inulto bous rotnmodoi para fa
mili a ; e o primeiro o segundo indares do sobrado n.
3 di mesma ra ; a tratar na mesma ra, nu primeiro
andar to sobrado n. 3. 5
1 Muga se urna casa terrea na ra da Conceicao
da Roa-vi-, ta coro bstanles cominodos; no Atierro da
Roa-vista n 44. (3
I Precisa se de uro leil.ir, quo saiba tratar de ar-
voredos e horta ; na Magdalena, estrada quo val para
a Torre n. 78 ou no Aterro da Iha-vi.-ta n. 4*. .'!
I Manoel Joao de Miranda fai publico por esta ra-
lba que Icrrou 01 civillos da roda do seu engenho
Forno da Cal ao peda cidade de (linda com u lor-
io leguinta \/ na pi direila ero cjma da anca es-
esqucrda.e -f- prolesll nSo vender acuelles Cltalloi
dosaferris^-A-^parn icrcm lomados dos ladinos em
qnaliU"r pariu que be forero vender, e paga genero-
samente u quem os tomar dos ditos lidios. 8
1 Anenda-se uro sitio que lenlia arvores do (ru-
to o baila para capim, a que seja pirto da praca; quem
tiver annuncie, ouiiija-su a botica novada ra do
Aragn n. tO. |4
1 Offerece-ie urna mulher l'oilugucza para reger a
una casa engomn.a faz costuras o mcias para cssa
de larollia ; quem della precisar annuncie. (,i
I Na ra das Cinco-Pontos n. 100, precisa-se de
um moco Brailleiro ou Porluguel para fuer urnas ro-
brancas na praca e no malto e que Ct liador. .'i
IOlT^rece-se uro boinem de Idade para caixeiro do
ra ou de porta a dentro para o quo lem capicidl-
do ou para engento ; quero o preeilir dlrija-su
ra Nova loja n. 58. ',
1 Precisa-sede um trabalbador de marsoira ; na
la Direila padaria n. 82. 2
I l'ma mullur de bons coslumcs se cnconega da
crlaeio de meninos da pello impedidos n deiimpedi-
dos e lam m se receieai meolnoi para se desmama-
ren no que promete eso.erar-so ; quem de seu pres-
umo se quirer Ulilisar, diiija-se ao pateo do Carino n.
'>; na meimacasa aluga-sc melado da dila, a urna te-
nhora eapai com pouca familia ; larobem vende-so um
berco ainda em boro uso. (7
I Alagad se o lerceiio e quailo lodirei da casa n.
A d Atierro da ua-Vlsla ; primeiro e segundo indircs
da casa n. 14, do paleo da S. Cruz; segundo andar da
casa n. 20, da ra do Rosario ; a casa terrea n. SU da
na de S. Amaro, por 15/ rs. mensaes ; a casa terrea
novawcnle edificada na ra Formosa n. o; o oulra na
la do ieve n. 5; a casa ler.ea na ra do lado da roalrii
da Roa vista n .'iO; e dues na ra da S didade ns. 27 t
o7 ; por 6 e 7' rs. ; qut-m pretender qualquer una das
casas .- cima mencioiiudas dirija-se ao escriptorio de
Francisco Antonio de Olivein >, Fllho, na ra da Auro-
ra n. 20. !
i AGENCIA DBPASSAPUTES.
Na ra do Itaogcl n 34 liao-te passi portel e di -
pacbao-se 6ICMI0I. 3
1Prtcisa-e deuma ama para criar u,u menino,
que tenlia bastante leile cnao tenba Olbo ; tm N. S
do Terco n. Ifi adiar com quem Iralar. ;
1 Cjuem quier aiugar urna sala no Recife a qual
serve para hornero solleiro por proco commodo ti-
rlja-'ie a ra do Arooriro n. 14, primeiro andar, que se
dir. /,
1 O abaixo assignado, nao podendo responder a
todas as pessoas quo a elle se tem diiigido tanto por
carias como pelas lolhas a rcipoito do escriivo lleno-
dicto com tente de seus avisos datados de i do corre-
lo declaia que o referidoeaeravo era do Snr. Antonio
Franco da Silvelra Lioi, do engenho Mecaio da pro
vincla das Alagoas e que j o enlregou por sua urdem
ao senlior seu roano llypolllo Franco da Silveira Los ,
(cando com recibo para a sua descarga. Jos Iuit da
Silva Guimudcs. y
2 Preciso-sude um forneiro o de um emassador;
na ra do Cecilio n. 13, ,.)
2 Flrroi.ioJ. F. da Rosa vaia Poilugola tratar d"
sua suudc. -2
j, ATrEKCAOI
viso muito inlercssanti: ao ovo denla protincia.
O abaixo assignado leudo recebido de lioslon ,
pela barca americana Amelia, um caixolo da roaic
f P, & Compaobia coro porfi de calimbas de pi-
mas vogelaei e autorisaciio do seu nroprio aolor, o
doulor llrandelfi reconheeida pelo Cnsul Brasileiro
d'aquellu cidade, cujo caixole fbl despachado em 6do
Correle, passa a vender cada caixinha das dilas pil-
las pelo diminuto preco de 800 rs. come seu com-
petente receiiuario. He desnecessario repetir o boa ac-
ceilacu e acolbimeolo que leen, oblido as menciona-
das pilulas vegelaes do doutor Rrandelh do rcspeila-
vel publico desla cidade pelo quo n mesmo abano as-
signado deisa de o laier ; os pritendenies di'ijao-sea
rus daCudcia Veiha botica n. 3b. Vicente Jos de
Brilo. (I',
3 O abaixo assignado, nao podendo mais tolerar
as inangacoes de seus devedores da cidade de Olinda ,
pela ultima vez Ibes lerobra, que no praso de Ifi dias
Compras.
Compra-sea doutrina social por Ronnin ; no pa-
leo do P. II!SO n. 0.
ICompra-so urn sobrado, ou casa terrea no bair-
ro de S. Antonio quo si ja as ras principos ; na
ra do Collegio n. fll 3
l Compra-ie um escravo eirplm.e outro pedreiru ,
para urna eiicororoenda do Rio de Janeiro ; na ra do
Collegio n. 1'J. 3
3 Compra-so urna pedra de filtrar agoa ; na rui
do Vigario n. '."9. (
3 = Compra-se um silhao em bom uso ; quem livor
annuncie. (o
Coropra-seouro sem feilio em qualquer obra,
rntsroo queLrado, ou lora de uso ; na ra Nova loja
ii. id. ^ ,3
a Comprlo se barris c quartolas vasias de iodas
as qualidailos : na ra Direila armasein n. 9. l
Vendas.
I Vendero-se 3 negrotas de 14 a 18 annos, boni-
tas figuras o coro habilidades; um casal do escravos
mocos bous coslnbeiros ; 3 pelas dt 20 inr.oi, boas
quitandelrai; um preto de -2'S annos ; ca ra das Fio
res n al. j;
I Vende-se um prelo proprio para o ser vico de
campo; urna parda de f 6 a 18 um lecolbida do
bouiia figura cnguroinadeir ecoslureia ; urna prela
de ludo oservicJ lavadeira e cnsinheira ; du.is negri-
nhas do lo a la annos, p oprias para so educan rn ;
um preto de iU lonoi, refore.ado perfeilo canoero :
oa ra Direila n. 81. 7
I Vcudc-sa urna cu dar o dous sotaos, cm (baos pnipilos na ra do Fo-
go o. '2/ ; u urna negrinba crioula de \ annos de bo-
nita figura coro principios de costura ; m ra eslroi-
ta do Rosario 11, 10, lercciro andar. (5
Na ra da Cadeia do Recife na esquina que
volta para a ra da .Madredel) os ha paia vender al-
galias de gomma elstica. 3
I vendem-sc 38 Ireve de 40 a ^9 palmos do com-
prido uro prelo j de idade e una prela de meia
idade por puco commodo'; na ra da Concordia ven-
da 11. 4.
I Vende-so urna pedra de filtrar agoa com cana
de made ira de ama relio ainda nova ; no armasem de
Jotqulm Concalves Vieia (uimaracs, n. 1 no caos da
Alfandega, 4
I Vendem so dirruios primores da mellic-r quali-
dade queosda llavana regala, patriota, Cucboeira
e de todas as roais qualidadis por pieco u>uito com-
modo, lape Uuuruo e princesa de Guie, agoa del
Colonia do mais superior, a mil rs. o Irasco caixi-
nba de pliospboroi para charutos ditos para luz a 'iu
rs. bengala] a imilaco decanna ; no Atierro da Roa-
vista loja de cliumlo.- n. 7l. (g
1 Vende-so um oculo de alcance do ver ao longo,
111 m boro c em conta ; urna urna pa u aliar, com -cu
estrado ; duas banquetas ; um gradamento COffl 0 cas-
licais e 6 jarros, ludo dourado c pintado do melhor
oslo ; ero N S. do Torvo n. 10. (5
I Veiide-se o serroao pregado polo Reverendo Vi-
gario da l;egue?.ia do Recife no du 7 de Abril poroc-
eaio doTe-Veum celebrado na matiii do S. Anto-
nio, cm arcao degracas pelo nacimenlo do Principe
Imperial ; na praca da Independencia livraria os. 6
c 8 por 3-20 rs. o
Veride-ie una eicrava recolhida de naSo de
dado de 'i annos de boa conduela, perila engom-
madeira e cosinheira ; urna dila com una linda cria de
II roeros, com as uicsmas habilidades; duas ditas
para lodo o snico ; um ccravo peca, trabalha mui
boro de pedreiro ; tro dito ofliclal dx carpira ; i dito
para ludo o servifo ; um dito proprio para sitio por
entender boro do roesino servico ; urna morada de casa
de sobrado de um andar em ;\ melhor ra do biirro de
S. Anlonio ; na ra do Agoas Verdes n. 4C.
Vonc-se urna escra-.o cnoula, do bons costumus.
bonila figura moto, sadia engomma ctfsinha por-
felamenle faz llores he boa boecleira lavadeira
cose chao e he apla para lodo oarranjo de urna casa
para o que tem ptimo geito rnunlindo a qualidade
de ser mullo cuidadosa I diligente; urna parda de boos
coluii.es, sadia boa lavadeira engomma liso, co-
sinha o diario de urna casa e l.e minio cerinhoss para
ciumi.j.- ; um escravo crioulo, moco de bonila figura,
inuilo sadio buiu. tanoeiro 1 ka melhor canoero; um
siravode Angola, moco, sadio proprio para todo
o servico do campo e para o quo tem liabilidade; na ra
da Cad.-ia do Recife n. 40. iu
Vcndc-se estopa para sarcos 1 ICO rs. a vara:
na ra do Crespo loja de Carvalho ) Maia, 11. Ii).
Vende-se 1 obia do Virgilio quasi ora por pre-
co commodo ; na ra Nova o. 38.
Vendo se um escravo de Angola de 0 annos do
idade de bonila figura o .- m achaques ; em casa da
Anlonio da Silva GusroSo. na ra du Quelmado.
Vendem-se curtes do casia-cbitis de gosto moder-
no a l'JOO rs. ditos de chitas 1600 rs dila eui co-
do cambraia adamascada a 3800 rs. ditos de cambraia
de listras com llores do cores a 3#rs. bretanha de rolo
nuito encorpata, pelo barato preco do 1600 rs. a peca,
pecas de bretanha do linho lino a 3.200 n biim de
quadros de bonitos padroes a 400 rs. o covado algodao
mosclad.i atul mullo largo a "40 rs. o covado, meias
linas para menino e meninas a -200 rs. o par luvas de
algodao finas a 320 rs. camisas de meia linas pelo ba-
rato preco do 1 '2S0 rs. o outras muitas fasendas por
po(,'o commodo ; na ra do Crespo o. 14. loju do Jos
Francisco Dias.
Venuem-seseiiientes de holtalica muito novase
chegadas ltimamente do l'or'o, lenes de arcos para
barucas vasias; na la estrella do Rosario, venda
n. 8.
Vende-se um preto de nacSo sem vicioi, bom de
enxida vei.de-so para pagamento ; as Cinco-Pontas
n.7i.
aVende-se polassa russiana muito nova e de supe-
rior qualidade, em barris pequeos ; na ruada Cadeia
do Recife armasem de assucar n. I 3
2 VeTidein-o corles de laminha de gostos muito
modernos o pelo barato preco do !i rs. ditos do dita
para meninas a 280 rs. o covado ditas de flnissimas
cassa-chilas a tf rs. ditos de cambraia adamascadas a
JKOO rs. ; pocas de brelanba de rolo muito encorpa-
da polo diminuto pceo de 1600 rs., lencos de seda de
cores 1 1'1'iOrs. pecas de brelanba de linho Unas a
3200 rs. brins de quadros de cores muito modernos a
i un rs. o covado chitas escuras finas a 180, 200 e 220
rs. o covado riscados oscuros modernos a 220 rs. o
outras mullas falencias por preco commodo ; na ruado
Crespo loja n. 8, de Campos ;\ Maya. 10
9 Vende-se urna prela crioula sem vicios sabe
lavar roupa lano de sabo come de varrella, hbil pa-
ra todo o servico de urna casa, e tambero serve para
agriculluia por saber mu bem Irabalhar com ornada,
e vcndc-se por proco commodo ; na Camboa do Carroo
11. ^. (6
8Vende-se um braco do balancacoro conchas e cor-
reles de ferro e t anobas do peoi; na ra Direila
11. 4*2. S
2 Silva & Fragoso na ra daCrui n. 43 leem
para vender chirulos da llavana. 2
s 2Vendem-sc us seguintes livros muito barato ; di-
reito natural porMartinsrm 1 t. os diccionarios lo*
gleies por Vioira o Ihealru de Voltairo cm 5 v. ; a
historia da Grecia Pope, Horacio em 2 v., 00 secreta-
rio de cartas lainiliaros; na Iravossa das Cruzes n. 8. 5
a Vendo-se um prelo de 35 annos pouco roais ou
menos proprio para lodo o servico por preco com-
modo ; na ra Direila armasem n. 9. 3
2 Vendem-ie 3escavos de 15 a 1H annos, proprlos
para todo o servico ; urna parda de 25 annos com as
mesmas habilidades ; na ra da Cadeii do Recife n. 18
2 Vende-se um preto crioulo proprio para todo o
servico c principalmente para o do campo som vicios
uem achaques ; na ra da Praia n. 45. 3
-1 Vende-se uro fardo com duas arrobas do rail de
oiupuamina viudo receiitemonle do Para; na ruada
Cadeia Velha n. 26. 3
2 Vende-se urn sitio perlo da praca, com cornmo-
dos para escravos, estribara Ierras paru plantara
ler vaccas de leile ; larobem tem no mesmo sitio urna
otaria com barro para toda obra, a qual est Irabalban-
do e t ro boa Ireguosia ou troca-so por casas na praca,
nu a dinbeiro ; tambero se recebero doui moleque.sem
pagamento; quoro pretender annuncie. 7
2 Vci.-de-se ou aluga-so um sitio na ostrada dos
Afileles, com soll'rive! casa do podra e cal, cacimba do
muito boa agoa, estribara e com caplm para um ca-
vallo ; a fallar com Joaguim de Oliveira e Souia no
seu sitio da mesma estrada.
1Vende-se um puto ainda moco sem deleito al
gum ; e urna grainnialica francesa nova de Sevene ; na
ra da Cadeia do Recife n. 60. 3
2 Vendu-se superior tinta de escrever., esta j bem
condecida lauto no proco como em sua bondade com
a firma do fabricante na bocea das garrafal F. A. II :;
as lojas seuuiules ; ra do Quelmado n. 35 ruado
Collegio n. 13, ra da Cadeia Velha ns. 44, 59 o lio e
na ra de S. Rila casa do fabricante n. 88 ; e tembern
14 vende tinta prela a '80 rs. a garrafa advc.le-se que
esta nao lem a firma do lubricante e oem he igual a
outra. 8
i Vendo-se lumo em folha para charutos muito
oitoei meioiros cacimba e quinta' murado; a tratar
na ra larga do Rosario n. 15, primeiro andar. ,4
4 Vende-se superior larinba do S. Calharina em
aeeal e aos alqueires 1 a bordo do patacho lvratncn-
lo, Tundeado na praia do Collegio, ou nu tua de Apol-
lo n. 18. ^4
4 Vende-so superior larinba de mandioca choga-
da a osto porto no da id do cor rento a bordo da su-
maca Lrgalo lundeada defionle do caes do Collegio
e no armasem da ra da Cru n. 5'i, a proco, a bordo, da
3500 rs. pela medida velha e em saccas lifa ?j
% CHARUTO RBGALI\.
No ra da Cadeia do Recite o. 40, ha sempro um gran,
deeexplendido sortlmenlo dostes afamados charutos,
vindos reren teniente du Palm. (4
4Vendem-se 3 escravas mocas do boas figuras,
costm, engommao e cosinhao; duas ditas do roela idarl 1
por 200/ rs. cada urna, cosinhao, lavo ioupi e ven.
dem n ra; duas pardas, coscm engommao, cosinhao,
e urna he ptima ama deuma casa ; urna negrinha du
l annos; 3 escravos bons para o trabalho do campo ;
na la do Crespo n. 10, primeiro andar. |7
S_ Vende-se urna barretina para inferior da Guarda
Nacional um refo correaron, c banda, ludo em mui-
to bom estado e por prego commodo; na ra da Cadeia
deS. Antonio n. 19, segundo andar, na mesma casa
lambem se vendo um methodo para vi olao c urna Oaula
3 Yendc-so un sobrado de um andar, com cxcel-
Icnle loja para qualquer negocio : na ra do Cbrdonlt,
por preco batato : a tratar na ra da Santa Criu 11. 24. 3
; Vendem-se qualro redes para pescara, duas no-
vas, eduas com uso, ludo por 40/000 rs.; c nina sobre-
1 .unr.i nova, de panno fino, limito em cunta, por nao
servir ao dono : no alono dos Alegados 11. 200. \
2 Veiidein-se as Tabulas de LafontalllC, cm fran-
cim, 2 volunte! j geographia de Gaulthier; as cartas gru.
graphicas, em ponto grande, por barato proco: no pa-
lco do Carino 11. 3. \
3 -Vende-se sal de Lisboa pela modida velha fe-
chaduras de broca grandes para portas, p nena- da
aiaine de lalo potusso rus-i- na em barris peque-
nos de sin.oriol qualidade massos do meias de li-
nho retroz de primeira e segunda sorte de difieren-
tes cores, petas de coeirosde algod5o, toalhas de linho,
arcos para barricas,farinba de trigo do Trieste,da marra
SSS ludo de superior qualidade, e por preco commu-
do ; na ra do Vigario u ll.primairo andar. 7
3 Vendem-se talxas do ferro coadoe batido, inj-
eridas inteirus para agua e animaos jngos de tambores
para armar em madeira frro?sde folha de farro para
purgar assucar as quaes leem approvado muito bem o
sao de multa duracjio machinas de vapor de alta e
baixa pressSo, de lores de 3, 4 e 6 cavillos ingieres; una
prensa hydraulica para enfardar algodao c mullos ou-
tros objeetns de ixachinismc. A boa opniio de que
gosao, ha rouitos annos as forragens deste estabcloci-
menlo serve de garanto a bondade das mesmas ; na
ra da Somalia Nova 11 42,cm casado Jolnuion ,\ Nosh,
outi'ora de Fox Stodart. (10
11Vendem-se saccas com Carelios, pelo mdico pro-
co do 5/ e 5000 rs ; na ra da Senzaila Vc'ha n 158 i
i Vende-se um bom moleque de bonila ligera,
som vicius com 18 anio-s, proprio para pagem ou ou-
tro qualquer servico ; na ra Nua, armasem 0. 07. |3
IVende-se umi casal de escravo, propiios para
trabalharem cm sillo por serem do mallo por proco
commodo ; na r-a da Praia n. 42. 3
Vendcm-se sacias com aiqueire do farinba de boa
quilidade: na ruado Vigario armasem da assucar n. il
l. mi ; e charutos linos a I'-'iiii r-. e do regala verda-
deros a afiOO rs. a caixa du 100 charutos ludo chega-
do ltimamente da Rabia ; na ra Direila n. 69. 4
2Vendem-se duas moradas e cusas terreas urna
sita na ra Augusta e a oulra por dotriz da ra de
S. Thorosa ; a tratar no hrgo do Carino, venda n. I, (3
2 Vendo-se farinba de tapioca do Maranhao a 80
rs. a libra e .sondo de 8 libras para cima a 00 rs. aul-
le doce supeiior a tSOrs. 1 garrafa ; no pateo do Car-
ino, venda n. I. (A
3 Vende se larinba do milito americana muito
nova, a 13/ rs. a barrica no armasem do Gimaies,
dofronto da escadinfia da Alfandega. (3
3 Vendem-se,muito ricas caisinhas de doce de frei-
r de '2 e 3 libras, sendo do amella, pen e pessago,
chegado agora de Lisboa latinhai de 4 libras e 4 e trola
ditas de doce do inarmelada muilo superior, dito de
goiaba muilo fino de assucar branco em csuoede7,
8 c II cm libra arocixas muilo novase grandes a 3'20
rs. passas novas a 3-0 rs amendoas com casca a
280 rs. e sem casca a 320 rs 110/es a 200 rs, peras
sitvas a a4o rs. quejos franceses muito bons a 320 rs.
a libra dilo do reino a I// is. : na vmda da esquina
defronte do Rosaiio por baixo do sobrado de 3 an-
dares n. 39. (lo
3 Vendem-se os scguioUi livros cm portuguei ;
lances d'aveotura em 1. vulumes; orpha ingleza 4
v.; as avenlurus de Robimon Cruso 0 v. ; e a his-
toria cronolgica; na la estrella do Rosario, loja de
cera n. 3. (5
3 Vende-se urna liada prela de 19 annoi, com
urna cria do um mci com muilo puroe copiosa leile,
podendo ainda criar urna oulra chanca; oa ra da
Somalia Velha 11. 110 primeiro andar. 4
'> Vende-ie una casinha por 1.0/rs nos Alagados,
entrando pelo be eco do (Juiabo e lahndo na estrada ojue
vai para o Remedio, a qual tem carimbo preto sem n. ;
a tratar com Ar.ua Joaquina ( a qual be sega ) propie-
taria da mesma. (5
3 Na loja do macamos do Francisco Mamado de
Almeida ruado Vigario n. I, vendem-se eaixai de
velas de sebo de urcba pioprias para caldear com
carnauba ; oa mesma loja 10 inculca a alguma pessoa ,
quem tem una lanchado imarello s 1 a vename dosi-
cupira com o cumplimento de 17 pos iogloiei ; udo
por proco commodo. ,7
3 Vendem-se alguns fardos de lumo, forte, pro-
prio para apa de charutos de superior qualidade a
semoliiauoa do de llavana; rto pateo da Pcnha 11. 4. ;3
4 -Vendem-se 10 escravos sendo dous cosinbeiios;
dous mulatinhos de 8 a 9 ennos um bom ollicial de
Escravos
B i inicios
Dio-te 100#000 rs. do graliflcaco.
Do engenho S liraz do Seri.hiero fugio no da 27
de Abril uro pardo do nome Hilario baixo, chelo do
corpo, barbado 1 he vesgo do um olbo anda muni-
do de urna carta do so hor do engolillo Ca. nipat 1 apa-
drinhandu-o que a pedio para poder andar livremen-
le ; quem o pegar, leve ao dito engenho S. Brai a en-
tregar ao seu sonhor Francisco GoocalVAl da Rocha ou
nesta praca a Anlonio Lulz do Amoral e Silva na ra
da Camboa d Carino n. 19 do quem recbela 100/
rs. de gratificoc^io.
No dia 3 de Marco fugio um paido de noroe Mi-
guel ja velho. tari EO annos baiba j bstanle blan-
ca cabello corrido pf-s cheios de bichos principal-
mente nos calcanhares leva una trouxa com roupa;
o maioi signal quo elle lem lio o braco esquerdo! do
cotovello para a junta da mi a cano do dito he tor-
ta que j lu quebrada ; quem o pegar, leve a matriz
da Vanea no sitio do Quadro so seu icnbor Francisco
elano Porfirio, que sor bem pago do |sou 'tr^baHio.
60^000 rs.
Fugio era 14 de Fevoreiro o preto Francisco, do ida-
de pouco mais ou menos de 20 annos, estatura regular,
corpo secco, denlos abortos", de noiao Cacaoge falla
ainda alravessado, he risonhu quando se falla coro el-
le, cochoia pouco do urna peina una das nios be
pouco geilosa quando pega ero qualquei cousa, e quan-
do a abre fico os dedos mullo cabidos abaUo da mes-
ma MO lem finalmente em uro dos lados o abaixo, ou
sobro ascostellosalgumas cicelrizes redondas, quo illo
dizliier de baila de guerras na sua Ierra; quem o pegar,
o pegar, leve a Manoel Dus, na ra da Cruz n. 3, se-
gundo andar. 11
Fugio, 011 furlrio no dia i do DezemLrode 1844,
um prelo com os signaes irguioUi ; Juvenal I na tua
he condecida por Joo Congo de afio Congo baixo,
chelo do corpo torn urna cora na cabeca por causa do
carrogar peto, os bracos e munh ocas batanle grossot,
lem nfrente duus denles abeilos, loprosonla ter do
idade 31 annos ; quem o pegar, leve a praca da Roa-
vista venda n. 8, que sor gratificado com 40/n.
1 No dil primeiro do corren te Malo fugio a Claudi-
no do Rogo Lima um seu esclavo do nome Juaquim ,
prelo de nicio Angola du idade do 38 anuos pouco
nals ou meos rosto redondo aprestado no fallar ,
pouca barba com todos os denles na Irenle altura re-
gular fol eteravodo Sr. Reverendo Vice-Reilordo Se-
minario Joio dos Santos Freg o ; pelo que regase a
pessoa que do dito escravo suuber o luja du capturar e
remetlerao annunciante, na ra eslreita do Rosario n.
31, primeiro and< r que ser recompensado. 8
3 Fugio no dia 2fi do psssado um preto do nacao,
de idade de 30 annos de bonila figura, barludo tem
no hombro direilo urna cicatriz com ollcic de carni-
coiro ou matador de boi ; quem o pegar, leve a seu
senhor no Atierro dos Afogados 11. 31, [
5 Nn da 13 de)lareop. p. lugio um muloquo de
nome Joaquim Cacange que representa 14 anuos do
idade cor prela reforcado do corpo, feleffei propor-
cionadas o he muilo cipi-rlo ; levou camisa do algo-
dio e calcas pretas ou do riscado chadrez ; e leudo si-
do encontrado a principio por pessoas conbecidas as
ras desla cidade j ha muito que nao appartco o
por isso suppe-se baver sabido para lora ; pulanlo ,
roga seas autoridades pollciaes e capilaes de campo a
a prohencio do dilo escravo, para ser en treguo na ra
Direila n. 4 por cima da botica, oondo su recompen-
so
sari.
Isspateiro e 5 proprios para todo o seivico; ni rui da
Cruz n. 5l. 1
i-Vende-se a-casa terrea n. 70 sila na ra do S ,
Miguel da povoicao dos Afogidei. em chao, pioprioi;! "" j MTT(. m..k. i.kkaht*- lf>/,.


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