Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05567


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Full Text
,
Auno de 1845.
Sabbado 26
seact-isrit -
IIIHMIIIfWTlIllllllllHMI lilil I h lili i I il .
mmmmmt
O DI AMO public.i-sc lodos os diasque
nao forera de guarda: oprimo daassigna-
liira lio de-i/rs. por quarlel pujos aittantntlns.
Os annancios dos assignants sao inslidos
arazSo de 20 ruis por linlia, 40 rs. eiu tipo
ditt'crcntc, e as repetl[Oes pota motado.
Us que nao forera asslgnautcs pagSo 80 rs.
porliuha, lOJom tvpo difireme.
PIIASES DA T.UA.
I,ua nova a ti as 5 li. o 21 mili, da tardo.
Crescente a 1 as 7 hor. e -1 min. da lardo.
I.pa chela a 22 as4 hor. e -2 inin. da man.
MlngoaiitC a Sus ;) hor. da lardo.
partidas nos oop.ru.ios.
Goiaima c Parahyba, Segundas o Sextas fcl-
ras.
l\io Grande do Norte, clirga a 8 c 22, e paite
a 10 o M.
Cali, Scrinliacm, I\io Fojinoso, Porto til-,
vo, oMacey, no i.", II o21 do cada mes.
Garanhun e Honlto a lo c 24.
Boa-Vista a Florea a IS e 28.
Victoria Quintas eiras.
liuda lodos os dias.
i
do Abril.

das da semana.
.1. .1. i).
21 Si" iiik.i S \n lino. nuil, i!,i
' ;.:'': y (!.. 2 v..o do I. M.da 2. v.
f .; 22 Torra Ss S itere Calo. IIelacao, nuil do
!J ,\.h J.do n. d.i i.' v.. o .1...I. ,i;,s i-'.-iios.
$.*. K- 23 Omita S. Jorge, ; '
,',*.*- 4- / rrlto d i '!. rara.
PREAMAB DE IIOJE.
Priineira as 8 li. o 150 min. da inanlia.
Segunda as 8 li. 5i miiiuis da lardo.
ni I. .1 i lllil .lo Di-
24 Quinta S. Fiel deSigmarinda, and. do 1.
de !)i.-. iin .11 2. vara.
25 Sexta S. Mu..ii, and. do J. de Dlrrlto
da 1. v.ir i, o do Jitit dos Fi I tos.
2 Sabbado S. IV.lm de Ratea, Re., and. do
J. 27 Dominga S, Tertuliano.
Anuo XXI N. 93'.
', jiixiaSBSSSBSm
caurios no da ss de lbb i..
Cambios sobre Londres.....25' ..
Pars 372 i 'i* por franeo.
Lisbo i I20por lOOdc prem.
Premio de letras de boas lirmas I por" .
Oliro Mncdidc '100. .. i"., ion a Izffuil
.i .1 l'..,) i nov. r..i;i.i.i I";, '.ni
>i .i.--!.*., i. .. '. .iin.i tim
i-Patacd....... l.,:"-ii a I.oiii
.i r i Coluniii iros I: i\m i 2/oon
Ditos Mexicanos ... I/U00a l' Mmil i* de 2 u leas 1/2S.I a 1/200
Ditas de mu 580 a 590
.<..... i .li C* do Bebciibe ."vi .mu
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PARTE FFIC
n .
Al .
Governo da lJ
Tovincia.
Expediente do da 2."l to renle.
Odilo Ao inspector da lliosourario da Duenda, or-
denando, que, sol rospiiiisahilid.'ide da presidencia, m.iii-
de alionar ao do arsenal de niarinlia a quautia, por ello
lequisilada no ollioio que Me lomillo, e que torna-so ne-
cessaria para as despojas do inesino arsenal al o liui de
juulio prximo futuro. CouRnullICOU-SC ao inspector
do arsenal de marinlia.
Dito-- Ao inspector do arsenal do marinha, scieiilili-
caudo-u de haver S. .M. o Imperador Ordenado, que 0
servente, que eoadjuva o aliuoxarife daqui lie arsenal
soja nomeado guarda Interino dos rmateos, com o mes-
no venc.....uto que ora tem ; Intelligcnclaiido-o, do que
o inesino servente deve sollieilar o sen novo titulo na se-
cretaria da presidencia e coiuiiiunieandn liaver o nios-
ino Augusto Scnhor determinado que ao mostr carpiu-
teiro, que se aelia occiipado na obra do cae* em frente
do referido arsenal, se nao continu a alionar veneiinon-
to algum pela repartico da marinha ; o bem assim, que
aos empregados uaquclla estaeo nao so devem augmen-
tar as gratificarnos sein oidem exprrssa da respectiva se-
crelaria de estado.
Diio Ao commissarlo pagador, determinando, em
cumplimento J'ordeiu imperial, suspenda desdo j o pa
gaineiiii) da presfacao mensal de KisUHO rs., que nesta
provincia doixou a sua familia o teiiente do cavallaria
Francisco Joaquim Pernira de Carvalbo Jnior, guando
ni .i. inin para a corte; o bem asslm,qii3 remella a secre-
taria d'cslado dos negocios da guerra a coula do total qu
do una tal consignarn lia sido pago, allmdeque da
respectiva importancia soja a faicnda publica liidomui-
Bada, na furnia da loi ; visto que, desdo que se ooincrou
a abonar aquella prestaran, anda se nao fes o compe-
tente descont em os suidos do inesmo lente.
Dito Ao inesino, scienlilicando-o do liaver sillo de-
clarado por aviso imperial de 27 de marco prximo pas-
eado, que as pagaduras militares su so devcni cobrar,
como emolumentos, os das ccrtldoes que so nellas passa-
rcm, regulados .'Vil) rs. pin lauda, o divididos pelos res-
pectivos empregados' em partes iguaes.
Dito ao inesmo, recoinniendaiido o cumplimento da
OrdeiU imperial, que do sold 1U1 capilao I/idoi o Jos da
Jtoelia //r.isil, actualmente em serviro nesta provincia,
manila descontar pela 3.a parte, al real embolso, aquau-
lia de ti' iiii.Ki r* de que be llovedor eaxa do 4." I.ala-
linio d'arlilliaria pe, e Ido loi mandada abonar polo
presidente o comiiiandantc das armas do Maranb.lo.
Dilo. Ao coniniandanle das .ninas, remetiendo, pa-
ra que de ludo tara SciCntC a Mara lleui iquela de /(rilo
Noionlia, viuva do capilo loan de UlitO Noionlia, que
fallecer no exercito em operarnos no KioGrande doSul,
a gula desta olllcial, c outroa mais papis, de que consta
que o producto dos bous do inesnio loi arrecadado polo
jllito de orpbaos da ciliado de l'nrlo Alegre.
Dilo Ao Di. Antonio Vicente do Nascimenta Feito-
7:1, ordeliaiido, que, llepols do liaver prestado o llovido
juramento, passe a substituir em uma c tusa em que val
dar-so de siispeilo o 2." Slipplente do jui/.o municipal da
I." vara, de presente iioom reieo dola, o ao qual lia or-
dem numrica, lie S. ni. imincdiato. Coiiimunicuu-se
ao baeliarel Antonio Jos l'en ira, que lio o Suppleilte,
de que cima se trata.
Dilo Ao inspector interino da thesoiiraria das ren-
das proviuriaes, determinando, mande abonar ao en-
grille ira em rlnTe das obras publicas a quanlia do
1: i lo Mu rs. (.na augmento da qiiota votada uo corren
le exercieio para os reparos do 7.* lauco da estrada da
\ letoria, c .mais Kti ,8ftl is. lambein para njlgiuento i\^t
souiina decretada eui o inesnio exercieio para diversos
outros tepirus da colorid.i estrada. --Cominnnicou-se
ao eiigeulli il'u em cin le, e ao inspector liseal das obras
publicas.
Dilo Ao inspector da alf.iudeg.'i, dliendo, faca cons-
tar ;i .Manoi I 'flieodoro, que pela secretaria de estado
dos negocios da faicnda loi coiiiiaiiuleado liaver sido iu-
deferido o sen requoi iim illn, em que peda ser aposen-
tado no lugar de guarda il.npidla alfandega, que outr'o-
la serva.
Dito-- Do secretario da provincia ao 1." da asseiu-
lil.a legislativa provincial, remetiendo, para ser presen-
te mesma, a informaban do administrador da mesa de
rendas Internas proviiciaes cena do rcquerJmcnto do
Estanislao Pereira de Oliveira.
Dilo Do inesmo Luis Francisco do Amuela Gal-
vio e Carapel>a, dlsondo, laea sollieilar o litillo de es-
ciivao dos orpbaos o 2." tabelliao de notas da enmarca
de GaraolllinS, do que Iioiivo 8. M. o Imperadol' |ior bem
couceder-lhe serventa vitalicia.
Dilos. Do inesnio ao inspector da lliosouraria da
f.weinla, Iransiniltiudo, para seren cumplidas, as or-
den* do lliesoiiro sob ns. 43, Ai. 45, i(>, 17, -18, i!l o 50
EXTE i-;.
Recebemos bonlein (8 de abril) jomaos de Buenos
A} res alo li do inez passado.
As fallas daquella ciclado, do algum lempo a esta
Iiarte, van iiiaiiifesiando progressiva irrilaeo contra o
Irasil, mas silo to sein procedencia as queixas coni qili
se procura ersjrcter essa irritaco, que tudo indica qu.
lia na Conl'vdcrarO a mais i.Mioma neo. ssi.lade de preo-
cupar os governados coiusvuliiuentosdc lioslilidadecon-
tra estrangeiros
A piara de Montevideo continua a resistir ao Jioderda
Coiifrdcracioi sao nes^essarlos novos sacrificios; o esj-
thiisiasmo arrcfececoinalardanca davictoria tantas vexes
pionietlida, c poisheforcoso que elle soja elevado ao
grao con veniente, atlribuindo-se a continuacao la guer
ra, a resistencia do Estado Oriental, nao as suaseausas
patentes, mas lim a obstculos provenientes do ettran-
geiro. O l'rasil lie na aclualidade a victima dessa ueci s-
sidade goveruativa do general liosas. Sii assiui podemos
explicaras invectivas que abundan as follias de Buenos-
Avies contra O governo brasiloiro, r de que damos lio-
jo tima amostra no ariigo que iranscreveinos do BrUa
Pacto. .
Nao conspiircaremos nnssas columnas, nein r. baixa-
rrmos a dignidade do pala o do governo Imperial, res-
pndanlo aos insultos que a niprcnsa de lUienos-Ayies
dirige ao brasil e ao sen governo. A liiigoagciu ultrajan-
te e barbara dessa Impreusa, lincoageiu de que nao es-
tila sontos os proprios actos olliciaes do governo argen-
tino, osla ja lao gasta, que nao pode prodinir o menor
clfeilo sobre as nobi i s victimas do tal deseulieaiueiito.
lamb ni nos nao oceupareinos em refutar todas BS
pretendidas quebras de nculiulidaUc que a iinprciisa do
general Rosas pOo a cargo do Brasil, e nao untando mos-
ino a perspicacia cora que, em mu ataque sobro o (ierro
Largo, que se di/, foilo de nouto, pode o autor do l'.iini-
gerado bolelim n" 101 lubrigar centenares de armas no-
vas, ponches em folba e balas bem fundidas, couccdc-
remosde barato a existencia de tacs objectos c o teres
sido oliiidos pela frouteia do imperio.
Constituir o Tacto allegada quebra de neutralldnde ?
Se so allegasse que laes objectos tinhao sido Ibrnecidos
pilo governo breslciro, coiuprelienderianios que essa
allegaran conlr.u iasse a iieiilr.ilidaile que o governo du
ISrasil quer mauter; mas nao so laicndO seuielliaiile al-
legaran, que alias seria desliliiiila de lodo o fundamen-
to o falsa, como se p.ide considerar quebra de neiilrali-
dado o forueciuieulo do laes objectos por via do coiu-
uiereio ?
Tem por ventura prohibido o governo do Brasil qu
o eoinmcrco levo dos portos do imperio para liuenos-
A\ res armas, plvora e balas .' Nao lie laclo COllStautC
sabido de lodos, que niuilas teeiii ido.' E poderla o go-
verno oriental anresentar essa tolerancia do governo im-
perial como quebra de ... nlr.ilid ule .' Pollera cerlanien-
t", se raciocinasse segundo as regrasdo direitn das geni
que parecen! prevalecer em 1'iicnus Avies, onde al o
pumo para ponches be elevada calhegoria de contra-
bando de guerra.
Sein entrarmos as argucias da iiuprcnsa argeuiiua,
coiitentar-iios-liemos em esiabelecer que, para o gover-
no Imperialattender s pretendidas quebras de neutra-
lldade deque he argido, sera necessario que abondo-
nasse o papel de neutral o passasse a cooperar com o go-
verno de buenos-A) res ni guerra que faz a Repblica
Oriental.
A cooperario que exige o governo argentino lie a qiii
a Franca presta actualmente ao governo da raiulia d.
Despalilla; mas o governo nances lie por venlura neu-
tral na quistan da llespailha.? NO, por corlo; be alba-
do da governo de I). Isabel II, em viiiude do tratado .1.
qiiadrupla allianra. Tem o governo de Uiienos-Ayrcs' .il-
giiin tratado com o brasil que llie de direitu a exigir, a
esperar mesino urna seinelbaiite cooperaeao >;io, se-
gurameiite; coinopi.de pretender pois que soja ella pres-
tada olliciosaiiieule coulr.io diieito das gentes, coiilra os
principios de neiilialiilade que o Brasil deve Sustentar,
a nao ser por OSSC espii itu de domiua^ao que \xt com que
o governo de Uuenos-A) res se arvore nao si'> em senliur
absoluto das vidas o bous dos seus governados, scuuo
que se aprsenle lainbem como dictador de lodos os nu-
dos govorilOS da America Meridional t
l< Sbttr su por esse espirito de doiiiu.i.ao, que sciu re-
conliecer devores pretende iinpiil-os, se pude allegar co-
mo quebra de iieiitralidade o forneeiineiilo que o coni-
mercio legitimo de mu paiz neutral possa faser, sem
seieueia do sen governo, a mu dos bi Ulcerantes, Para
evitar mu tal lorueeimeiilo. lora uiistor que o l.rasil bln-
queasse os portos da Repblica Oriental contra os seus
proprios subditos, que estabelecesse mu cordao uiilitai
na sua frnnteira, e Cutio anude eslaria asna iieutiali-
dade ? Nestccaso dar-sc-hla uma verdadeira cooperaeao
em favor de Bucnos-Ayres; mas com quedireito preten-
de o governo do general Rusas a prest,leio de la, s servi-
dos ? Se I uriios-Aw'os faz a guerra a repblica l'lll seu
benelieio o ulililldc privada, senao do sen obele, ca le-
gue com os oniis dessa guerra; cslaln leca un bloqucio
elfeelivo por ni ir CUIII cordao inililai por Ierra.
(liando ua presidencia do general Oribe e durante a
rebeilio do Rio Orando, eran abundantemente supprl-
dos do niuuirnes de guerra os rebeldes daipn lia provin-
cia, que medidas loiiuui o general Orille pira ovil.ir laes
foriiecimeulos .' Tal! longo de procurar esse presidente legal rslonar OS l'i IV-
ridos supprlmentos, favoreca a sua iniodueeao.
Isto pele que diz respeito allcgaco de quebrad'
iieulralidade por s.iliirem do brasil, se lio que sabir,io,
Objectos do contrabando de guerra para as toreas orien-
taos. Pelo que loca a pretendida qu. bra de m utraiidade
por lio ler sido retido 0 general Paz, impoi 11 ella a pre-
linrao de c.iinliliiii o brasil eui cadea, o a Seu governo
em carcereiro dos adversarlos du general Ros >s. .Nao tem
viudo do Rio da Piala para o Brasil lautos inimigos do
governo oriental .' J se prohibi a algum driles que sa-
llisse livreinenle para hueiios-Ayres c para o proprio
campo do general Oribe? Onde esta pois aqui a quebra
da neutralidade ? Se a liinivi-, loi em favor de I iniios-
Avrcs, ddndo-sc passaporte, sem o menor euibaraco, a
iodos os pardavlos dos generaes Rosase Oribequc te m
.quinado o Brasil, c negando-so passaporle como Se oe-
gOUj ao general Paz.
Olanlo is pretendidas oflensas que .se querem dedn-
sirda ir.issao doSr. visconde de branles, su sabemos o
que consta da declara;ao falla por sir Roben Pe I na c-
mara dos coiuinuiis do Inglaterra enj sessao de (ido fe-
verciro, e dilla sd podemos concluir que o governo un-
pe al ve com lano ou mais pr/ar que as liaces da Eu-
ropa a eonliuuaeoilo una guerra tfio prolongada rnlrc
poros seus coiitirraneos; e que. mais illterrssado na paz
de seus visinlios, como garanlidor da independencia da
liepublica Oriental, desoja cooperar paran rcstabclccl-
iiiilo e maiiuteurao dessa pas, e taires se priste a Ulna
inediacao amigavei, uicdlacao esta cin que nao toiua-
ria parto seguramente urna potencia visinlia que menos
moderada fosse, o que nutriste projectos de diiuina-
9S0. Aisla bvpolbesc loilos comprelieiideiii que a con-
liiuaeao da gui rra actual, o o consequi ule aiilliquUa-
nieulu de Inda a lu luna publicadas repblicas visiulias
t de sua civillsafo contribuirla mais rflicaiinentc par.i
favorecer os projectos ambiciosos de uma potencia ein-
prchendedura, do que 0 desojo de una inediarao que
mi pode dar cui resultado senao o restabelecimento da
pase O angmciito da prosperidade c da libcrdaile legal
ile seus vislnboS.
Estamos pois convencidos que mesmo cin l.ucnos-Ay-
es, cutre os homeiis pensadores, nao produ/iiau o ibc-
lor abalo as uvrclitas da impreusa argentina. Onaiim
pori'iu exploraran que presume faser essa imprecisa
dos partidos que suppeexistir no Brasil, assopranilsj^os
ni suas prc(eni,es, i- i xeilando sua aniuiosiilade con-
tra o governo do paiz. lique certa a impreusa de llnenos-
\yies de que seus esforcos serao baldados. As aggrrs-
soes injustas do eslrai%ciro consolidarn a iiniao dos
Brasileros, porque diaiiXe dessa aggressao calar-sc-Iio
tudas as paixdes de partido. 1) /,'r.isil de 1846 nao lie o
Vrasil de 182. (Joiiml ilu Cvminncio.J
wi u!! ii ,iiiiiiiiirini.....rrmurwm-^cq
PEBMoiflBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL,
CONTINDAOaO DA SESSAIDODIA 19 DEADI1IL IIK 1845.
OSr.Taqutt: depois de liaver mostrado que por
una du* condii ucs do contrato, c pelas leis da fazcuda
ILEGIVEL
o peticionario no podio, allegar nenhuin caso para pe-
dir reiuisso, o que inesmo pelo direito civil 11(10 o po-
da faser por ser para isso necessario que a perda i
total, contina.
Crelo que rsta assemblca quer guiar-so pelos prin-
cipios de direito*, o u.io fizer em Livor do pelieiona-
rio uma oveeprao as leis, SCIII razan suhiciciltc.
Agora,Sr. presdeiite, en descere! a examlll ir a n ilu-
rea .1 sinistro, mi do caso fortuito, em v irtudtf(do qual
o peticionarlo quer queso llic d un abntimeuto i
preco porquecontratoujdescereicxaiuinar valor des-
se projiiizo, o a prov.i que deo o rcqui rente; descerel
depois a coiisideral-o pelo* principios econmicos,- Sr.
presid ule, laucando os ollios para os documentos com
que o peticionario iustrue o si'ii roquei inieiilu nao se vo
a menor prova do que allega; o peticionario allega que.
leudo elle felto osla arienlataran aillos de se por Clll exe
cucao anova tarifa, que foi decretada em 12 de agos-
to do anuo passado, o que prineipioii a ler oxeen. ,m
em noveiubro, o proco da arreuial irn loi diverso do
que devl i ser; di duxindo daqui o pelieiiui.il i.i, que,Ion-
do sido augmeuladoo privo dos gneros, pelo ailglliciilu
da tacha das tarifas, devia haver urna uiiuluuicao no
eousiiiiio, o assini o provoilo da coliranca do imposto
dovia ser limito inferior, oque por isso deve ser alivia-
do; mas islo ludo nao be senao Ulll argumento que d i
lugar a lima piosiinipeo, Illas min prnva o prejllizu ;
Junta o peliciouario ao seu requeriiiieuto inu docu-
mento que be lima eei lidao da expnrlaro do bebidas es-
pei uno*.is que leve lugar o auno passado, de Janeiro a
di'zenibro.lie osle un dnciinie.ilo que lian leni a un un!
l'oi-c;a; porque o roquerenle prolende pruv.ir que pela
promulgaran da nova tarifa se oponiu una diminu, m
uo cousunio; porcm lio o que elle mo pode prova com o
documento que aprsenla,o que nioslraein globo quall
B reexportaran que leve lugar desdo o principio de Ja-
neiro at ao lim do dezenibro; portanlo mu todo o asme
antes da tarifa ser promulgada.pois a tarifa O foi i ni 12
de agosto, o leve CXCCUcSoeill II de doveinbro; porl.lu-
to est visto que esta nova laiil'a nao poda influir nessa
recxporiaro; para pro varo prcjuiso era necessario que
o peticionario aptesentasse uma certidiio da reexporta-
raoque leve lugar oiiinuzes depnis d I nova tarifa ler sido
posta Clll exeein.io, compara.la com aquella que Clll
igual periodo anterior ludia lido lugar; eoiu islo poda
jlistillcar dealgiinia forma a sua preti nro; mas islo nao
se faz, porque pelo dociiminlo que api. sruloii nada se
prova: a uiaioria da coimulssio nao pude deixar de re-
conliecor que islo lie prnva nenliiinia, o nulo o ro u-
llIlCCS a eOUllllissaO que diz que se mo de\ o lazer rrinis-
saoalguina .sen.io depois do primeiru semestre; jnlgnii
ella que no primeiro semestre mo poda terinfluencia
a promulgarn da nova tarifa; donis rutendo que a
promulgaran di sia nov a tarila lio podia ler folio alle-
riro .lignina; ca preciso ler di coi i ido plazo cin .pi.'os
direilos livessem sido cobrados; porque antea .lissn
lio laclo de todos e.nilio. ido que nos ulliinos nieles
do auno passado a alfandega (evo mu leudimenla cxti i-
ordinarioitodoo mundo que tcvegcii. rosalii despachou-
os para aproveii ir escapar a nova tai la; portan lo en o
que min podia ler Ing ir a Slipposll influencia da lona
tarifa paradiuiinui.an do consumo no ..uno lindo.
Agora, Sr. presidente, que lenho demonstrado que
n peliciouario nao apn jeiilou documentos para que pi o-
\o a peda all uail.i, dir.i que a asseiublia i.ao piule la-
zer osles dcferimeiilos; porque, .,11.111.10 se iratli de la-
zer lima exfcl pciio na le geral mo pede 1II.1 ser fi II se-
an em razos multo solidas ; o peticionarlo devora a
presentar mu mappa da re. xpiui iro depois da tarifa, e
comparal-o com reexportado anterior, c dcinonsirar
em Vista delles, que ;linln havido urna inuovaeao no
loiilralo ; poileii.i laibeiu dar-so a prova directa des-
sa diminuicao do consumo, se ella liouvcssc, pelo valor
dos despachos, se o peliciouario nao Insso lao sofreg,
o logo pateos metes depois do seu contrato uo vitSse
pi dir mu abatimeulo por uma prevencao inadiuissivel;
i.rqu inlo em lima an emilae.io (rionual 11111 ailll 111. iu
pude ser compensado pelos outros, neeniuin ha uma
diminuicao do consumo, .111 outro pude haver grande
auxilenlo.
iulgo tambera, Sr. presidente, que nao houvc cas.. i,.i -
iiiiio.ou iuesperadoque possajuslilicarial prelencao; poi
que 11:10 lia llillglieill no /.'rasiLiiue telilla 11111 toiiue eniilii -
cimento do estado dosucgociospubllcos.quentocspcras-
,ba milito mais d'illil auno, que pela eessaeo do tratado
com a Inglaterra, schavln de alterar a tarifa do imperio,
que olla baria de sollrer graves inlidaui as o coi lee. Oes, 1
Uceen.....iiigueni (india esperar uma alleraeo jiara diini-
liuicao, 1111 Inda a parle so falln mais de Ulna vez ueste
sentido; vanos ministros Ibro concordes rln declarar,
que o imperio nao linha oulro iiieiu de lazer face a sua
despeza, seno elevar a sua tarifa; e nao foi islo s'; na
luido 01 carne nlo deil passou um artigo, que concedeo
ao governo a laeublade de reformar, o alterar a tarifa
das aiiaiidegas, logo que cessasseui na Iralados, estabe-
b cendo direilos de 2 a 00 por cento ; iodos os espirites,
os mais mediocremente instruidos, deviflo esperar islo
nie.siiio. Sr. presidente, nolc-se, que anida nao lie su
islo; a elevaran dos direilos sobrebebidas CSpirilUOSM
eslava resolvid.i de nina inaueira milito clara ; portille
lodos saboni que no ministerio do 20 do Janeiro, 11 Sr.
Vianua bavla nomeado una couunissSo de pessoas cu-
tendidas, entro as quars ligurava o inspector da alfan-
dega da corte, para tratar da confeoco da nova tarifa,
que se doria por rin exeeurao depois do lindos es Irala-
dos; isla Hornearn loi frita em inaio de 43, C 110 de-
creto mi inslnieri'ies, do que loi acnuipanli.nla a iinniea-
ro dessa eoinniisso, lia un artigo iniiilo expresso, e
lio que os direilos das bebidas espritu..sas s. rao de ."1(1
pnr rento. Ora, se Clll mam de 43 se deelar.K.i, que os
direilos das bebidas espirituosas serfio mm menos de 50
por eolito, como se diz, que foi osla una colisa impre-
vista, o Inopinada? Nada lev.de imprevista ; lodosos
negociantes, o todos aquellos, qucprocuro lerconhc-
ChuentO da mam ira porque m l'Cglllu os Urgocius di'S-
la ordein, nao podiao deixar de eonlieeer, que na tarda
os direilos devi.io ser angnienladns ; min lia nada do illi-
previslo, o o peticionario nao pode allrg. 11 caso l'ortiii-
10, para pedir reducco no puyo da srreinalaciTo.
Agora, r. presidente, dire mais, que nao me pare-
ce un sn.o, que se possa produzir un argumento, COU1
que so possa provar, que O peticionario telilla solivi-
lo 11111 prejuizu coiisidcravel, nein inesmo prejuizo
algum.
Sr. presidente/ uma elevarn de direilos sobre mate-
rias de consumo, nein senipie produs a diminu. .10 no
consumo, em una escala couslderavel; as vetes o con-
sumo contina o mesmo, ou quasi o mesmo, pois outras
colisas podcill neulralisar o elleilo du augineiilu da 111-
posico, maiiler 110 inesino nivel o consumo; be o que
acontece regularmente quamlo a clevacSo he do din i-
tos sobre objKlos de lutos; c esle principio n.io be 110-
vi(_. ello s,' acha adoptada los melhores es/rriptores do
syutelologia, 011 llnancas; 1.0 caso da elevar dos di-
roiins ii is bebidas espirituosas, digo que nao podia ba-
ver dllierenca aprfleiav I un consumo, moriueiite; quan-
do odireito nSoOllereee una elevaru lao glande; por-
que os vinlios e cin geral as bebidas espirituosas, paga-
ran 111111 inipi.se io .le [Se por eolito; ora, daqui a 50
por cento ma vai grande dlUereura; o augmento da im-
posieu be i.iinim.i, he quasi impercepiivel, be tal que
n.io pinlr ira/or di.l'er.'iiea lio cousilllio ; obsonaroi ago-
ra. Sr. presidente, que no unsso paiz ..s bebida* espiri-
tuosa nao sao objecto de consuiiio p ira a popularn em
geral; n.io eulr.lo no numero dos objectos que eonso-
1:11111 as pessoas que viveiu com pan niioni.i, e com re-
gra; que em geral sao cousiiinidas pnr duas classes; nina
lieael.isse abastada, a cl.isse rica, a ela.se que empre-
ga o seu (lilil 'iru em '!; lo. de luxn o seus praseres ;
o a cuna be a clis..- dos llOllieilS diSSolUtOS, do* lin-
mens que vivera nosboteqiiiuse as tabernas; ora, pa-
ra a clase ab is( i.l 1 11111 .111 lucillo do I *. C solire IS por
rento, que pagaviio ;n bebidas espiritliusas, icio pudo
i.tlliiu por e.i i., no Si o e insumo : ella mi diminuir o
pe e.i.Hiina ;;.isl ir nos s.n Iijuqiieles e uo* seus sa-
raos por esse auguiculo, que U've lugar; o* da segunda
11-..-. ns une vivera uo* bul. quius, nao gasino laibem
u nos por um pi'qlienii aii'i.ie.iln 1I0 preco, poli a isso
qipoe a exlr.n.i.'.iiiea de SU.I vida que Hilo segu os
Hirsutos p i-sus il 1 .!.. bou..... u ugal < morigerado; por-
tanlo a rlevacao de 48 e', j para 50 porcculonos direi-
los. mu. pode ler iiilllieui 1 1 seusivel para que ocraslone
di iu 1 nuil ao no consumo das bebidas espirituosas: se pois
lo contrato, te pelas leis .11 fazenda, se pelo direito
coinmuiii nao pode o peticionario pedir remissao; seo
fiel 1 era mu la. lo pre\ i-ln e eoiiiiecidn, se se um 1 j 1. -
o augniruto nao podia ter influencia sobro o consu-
mo, n.io pedia por cunsequeucia Occasioiiar a pe da do
pi ticionario; osla claiO que elle n;io (em o uienu direi-
10 a remissao. o se islo nao Iu* exaolo ao menos lio cla-
ro, e sao esi.s os pontos i'iii que fundo ininli.i opinio.
P.isN.irei a examinar a influencia desta remissao na ad-
ministraran da fazenda publica : edireique *.- osla as-
soiulil.'.i pudo lazer cunees-... s, que Scju Senao de ju5-
liei. do 1 quid ule, pareoe-nio que sein grande inconve-
niente nao deve alterar .1 legislacilo geral, liaiU lazer
uma exeepr 10 sem que soja liindada em ful les o claras
ra/iirs de eipii.l id., di VClll sor bem ex.iiniuados os mo-
tivos da roneos flO.llo su para que a* ilceiso 's que se to-
iiieiii un iuleii.ir desia 1 jm sejao usas, mas para que
ellas ojio ... ..iiip.uiliada* pe 1 opmiu publica, .1 lim do
que teuhiio mais forra. Digo que urna remissao desta
iialiire/.a mi pode iloi.xar ii. U'l nn.i tiilliieiieia pe igosa
para a f.i/eiid 1 pnniueial, .1 lii.liori 1 da assemblca re-
coiiliecco jaislo o anuo |>.i-*ado, 1 avntde 11111 honrado
inenibro, que pediu una eoueesso na., restricta em fa-
vor de 111111 remissao j.i cuno dida.lbi -.iilliieada polo sus
surii). o polo* apartes di maiolia, que luda se proiiuu-
clava contra semcllianle conccssilo; pm lano be um pon-
i decidido que nao devem conccdcr-sc facilincntc se-
inelliaiiio,* reinissOcs, pm* que a fazenda publica. nSo
p .le s.i comparada cuna latenda privada; lio preciso
que olla s.ji mullo prolrgiifa, para que so n.io saia lora
do contrato; se n.io lr assilll lliio vejo aun.le se pudera
por lernni a -I 1* 1111.ee SiiCS; Indos se afoilariiO a lazer
ipi.lesqiu-r contratos com 1 rsperauca de obtereiu de-
pois urna l'i niiss'.n, o que li .11 ia coliisigo grande di sol-
deiii para fatriida publica.
Ku ereio, Sr. presidenie, qu.' os ineinbros desta casa,
que teem volada aiiteccdenleiueiite rom o proposito do
liiui.ir ? principio contrario, vola rao boje da mesilla for-
ma, inulto mais qiiando se observa que .1 latenda publi-
ca nao pude engaar ao particular, j porque nao tem
em seu livor a dili ;i neia 1.1.ni-, en rreio inesnio que 11.10 sil .1 fcil apuntar cxcni-
plo de roiitrnlns cora a fazenda que Icuhao aido feilos
com demasiado proveilo; ella nn fas contrato por mais
do que hedevido, e| m is vetes por isso. Dorador faz
outras ronsiderares mostraudn a uocessidade da pru-
iiem i i da assemblca nesiesn bjeoios e comino declaran-
do que vola contra o parecer, n5o julgaiido que dcvo
demonio as raines dos seus eollugas, que j discuti
ua couuiiissno
.11.1 mu t--.t.: 1. iu ni.ni 'i DO un.
Primara rfn 1111 <> da pmjeclo 11. .
lie qiprnvadn.
PriiHiim iiuusfao dai votlurai odiii ioiiaei i/n ruuinra u"o
naife.
Depnis de Iu i**im.is ubi x... s sobro a (urina do pa-
recer da coiiimissao, sao approvadas.
Primeia diiemio i/.> fi ojee lo 11. 12.
O Sr. laeitl Slonleiro: -- Sr. presidente, a silencio
em que a cmara existe a respailo dcste projecto, indi-
ea-ine q.....lio pode ser volado sem ser disentido ; mas
ou realmente nao me .ulio liabllltado para dar omeu
rolo sobre 1 sia mal. lia. o se foSSC guiado pelos eoiilie-
eiin, ni.- loeai -. que alias lenho mullo Inexactos, voia-
11 i colilla oproj ilo ; pm que, em nieu entender, a fre-
gu,i.1 dos \focados di ve conservar-se como est ; mas
nao lenho npinio decidida respeito dcsla materia, nao
eslou habilitado para is*o sein ouvir expllcacOes a corea
.la uiilid.ide da divisiio, qu.' aqu se aprsenla, limito
mais. quamlo .11. pelas rates polticas, cnlendo, edse-
lo, que a rregiletia dos A fugados se deve conservar co-
mo -la, viste que a nideiii publica o a b galidade tceiii
adiado all um baluai (. loi le. Nos Alosados loi respei-
1 ..i., o din ib. do cidaihio, 1 despeiio dgs revoluciona-
rios ; o* habitantes dos Afogado, a despeno deludo,
mostrra-se dignos cidadaos, amantes da ordem e da
liberilide; deve pois bav.r p.11.1 .Mes loda a especie de
considerai o c por issoestou 110proposito de mantera
Ir. gu. /ia 110 p .111 que se aclia. a nao liaver lima razao
de 11I1I1.iade publica,que me lira volar cunta.
ti Se Alcanforado: ~Sr. presidente, nao me aprs-
tela pedir palacra, quamlo o pinje, lo SC apios, iiluii
em discussao; porque, conhecendo, que o costunic da
casa lie ileixarpassarem o. prniectoselupriineiradiscuf-
..,.1. e sd reflexionar na segunda, ctlldel que cUi U'tia
a uici mi SOI 1. mas, como nao succedro assiin. cu dire
,,, as consideracO que me IcvaraO a apresentaresto
lirolecto, Inio as dillieulilad, s que ICCII1 apparocido em
COlsequOUcia d. I.', provincial, que cslabclocco os li-
mites ua lirguet.;. dos Alegados : .si. d.visao lem dado
lugar a granitos eonli s.arn, s : os l.abilanlos de rigip...
nao quciciu p, rleneer a lieguivia do* Afogado*, na,
sini a de Sanio Amaro
miles desta* dua* fu
ile Jaboal, c na qucslo dos li-
11, (i.i* lia grandes duvidas entre
unte* tlrslas unas neg. ....' ..-o------ -----
ns respectivos vigaiin* para evitar .StO U 'teujio "a"
llover lazer uma freguetia nova mas reatitU H^':
sn. antis 1 o be o que o projecto taz; e poi issO-nsuj sn
qll, luja ...oox.i.ien.e lielle. Tamben, quirera^
ob*l.ir .1
pie all lem vagado*
isso nao 111c podo
"SM" |'"l >' '* ,---------..... ,
,,uu proponha uma divisan, que iiaminb.i
mesi.Ionio, nue 1 opiniflo poltica ..
Pet.iendes\or.looa aparte; mas isso nao me pod


i
%
opiniao evita -crias as dcsavonras. Voto polo piojcclo.
OSr. t'trreira Barritocombate o parec i
OSr. i un propoe (fueteadle o priijcclo para
ouvir it-opiuiao do 1-.mii. bispo.
U fr. remira nrrelo concorda nesta proposla.
Depols de mala algumas rcttcxOcs, ho appoiada a
propoata du Sr. Taques, e, entrando -m diecusstio, lie re-
la, assim come o projecto,
a funda ilitcuuio doprojieto n. 10, .1 cerca dos euio-
limu iiiu das 1 ertidOes da secretaria da isseinblca 1 idi
Jiiario n. 82.
.-mi sisuidamente approvados sein discnsso n< qua-
tro artigo* iId projecto, 1 adoptado em segunda dis-
iiss.jn.
Segunda aueuiiio do projecto n, 13, 01 amento uiiinicr-
pal rlda Diario n. 83).
i 11 ta em discusso 11 arl. 2,'
! -se a seguale emenda .
lu >,(!.- Com os (scacs das frcguezlas, leudo o de
Santo Amonio 8tKi.fr rs., o do Hrcife e lioa-vista, 700 rs,
cada mu, ci de 5. Jos (un rs., o do Poco da Pauella 300/
rs., (i uii. ionio rsl i no j -- Alcanforado.
lie apelada o entra ra discusso c logo approvado
0 artigo, 10111 a emenda.
S110 anpr.ovados sciiidisoustao us artigas 3.*, (.". 5
b., _7., s.u. ., id, 11, i-, 13, n, 1;,,. i(.
Euira 1111 dlscnuAo o art. 17.
11 Sr. Vranciteo Joo propoe, que se despendan ."> 1%
1 s. ua coustriiccao de urna fonlc, 011 acude.
He approvado o art. coin rsta emenda.
Os aris. 18, Ule 20 s:io approvados sein discusso.
Entra em discuss o 11 ai 1 21.
" Sr. Francisco Joa6 poiidi ra que rstf ortigo iinpor-
11 n ili'ii'i'iiiiri,, de un requcriiuenlo de Fulano Mala
'111 filia adiado paia quaudu se tratasse desta discusso
- i|ii por conseguate cunvlnli que se tivesse isso em
vista.
" Sr. Marltl Munlclio propc o adiauento deste arti-
go para ;i -.-- i ... gulule, a liiu de s, podei marear uel-
! as bases piiuclpaes rom que a coiumissao municipal
deve cniiialar .1 r. i. i do projecto.
O sr. l'rttidenti da para ordem do dia a eoiitlnuaySo
da s.sso de boje, leroeira discusso do projecto n.
II, priinelra do projecto de lei do or miento provincial,
c levanta .1 icssAo Kro 2 lloras).
ses .o 1 h 21 111 Man. di 1845.
Vre*idtncin do Sr. Pedro Cavalcanii.
\s 11 lim 1.1 mu piarlo d 1 manliA 1 o Sr. I secreta-
rio faz,1 ilim. ida 1 verifica rstareiu presentes 21 Sis.
leputadus.
U Sr. /ni.,.', declara aborta a sessao.
Sx. 2." tti iiim le 1 .111.1 da sessao auterinr que be
approtltd.i.
0 -S'i". tlacio menciona osegundo
1 .i'l mi SIE.
(ni otUcin do Kxin. hispo din .1 rsano acompaiha.lu
de urna represen tai io em favor dos professores das au-
las do seminario de llliiida. \ coiiimissao de orca-
uiento.
1 ni reqiierlmeuto de Pedro*l)elgado de ilorba, arre-
matante do imposto de 2,1500 rs por cabeca de nado
.insumido nos municipios di Sanio Anto, c l'o do A
liiu pediudu nina moratoria para pagar a segunda pres-
tarn \ iiii'siu 1 couiinissan
(lulro de I). Hila .Mara di Conccico, viliva dl inajoi
ludi l'atbosa <\f Mello, pedlndo tuna iiuota ua lei do
orcaucnto para ser p iga a quanlia de ub/uOO rs., |tt
*eu fallecido marido despeiidco rom os presos pobres.
A mesma coiumissao.
KorSo lijos r approvados os seguintesparecer
11 Auioiiio da Silva .Mallos, essionario de uniramo
da arremataran do Imposto de 2/600 rs. sobre o gado
eoiisuiiildu na fivgue/ia da Estada ex pi" assembla
ipie os man I1111I. s ii 1 fregui'i 1, para llie nao pagaren
n imposto i' prejudic ireui por capricho, t ilh i" as reres
na regiietla da Victoria, d'oud coiiduzt>m eom dospe-
.1 para a 11 Kscada, que o importo deveser pago pe-
los roiisuiuidores, e que, leudo ell< recorrido as tutor!
d ules, pna obrigAI-os ao pagamento do imposto na
occasio da venda da carne, nao o lem conseguido pi
,'1 : 1 ;: : .;. lia I-I t.1l 'I llilO (1.1 I I" lili I |'l"- U-
ei.il e o piopiio, iiue a asseuilile.i decUirr, si n iniposlt
di-ve le pago iiq lugar, em que i eaiue he con ;ui
mi na qili se fai o i ilbn e se u pi liciouari'i pii.lc-ii
cobrar de todos, que lia siia l'reguezia a leem vendido
,\ i immlsso de lazeiida > oifniuciiia, cousidrraudo
ijiii n imposlo lie pago pelo marchante, e nao pelo rou<
...lu iminedlaiaui ute ; que nos tainas, onde cus
111:111 i-, imposto sei cobrado,lio m.iis 1'acH a sua ai rc-
1 .1.1.1,_.m liseali- ie5o que s-sini 111 ils la< illdddr se la
ao consiiiuo ; que iieiihuin prejuizo pi'idi' soirrer a la-
. nda proviucial.eom oque ejq..... pi-ticiouario ; qu
i.i.i 1 .. do* marchantes he Miliar no inrsmo Ittg rilo
. .mi,., que contra capricho e ilespcilos nao pd
i |,-| he de 11 mi 1. 11" lelerido o reqiirrim n-
1 1!.. |i, lii iojiario. Sala das i ommissues ihi asscnibl
abillttc !>' J/aii/i( i Yaque /.os. \
, v. c 1 un,is..,n de reudas niiiiiieipaes, oroaini nli
1' un, 1!.cnuias rxaminou as emitas \.\ cmara iiin-
paldeIguarassi'i, relativas aosannos iniitilelpues di
.....e he de parec r, que sejo approvad i-, posti
que aii ditas cotilas se resenteui de alguma eniiftisao, i
Irregularidad!* na di n' fio das verbas, ou addi( sd
li.ilan H 1 1,1. iiiienio. sala das commissoes da assem-
. IU de abril de i.s-i.i.:i--/.o'..i..Vi'mvf.Vi.i o Reno.
11/ I '
,. v cnimiiisso de nielas inunieipaes, ornamente.,
rxame de eontas, examinatidn as emitas da cmara
municipal da eidade ile ulaiiua, relativas aos anuos
niiinii ip.irs de M -< t. Iiedeparecei qut sejo -
lilas comasapprovadus, glozaiulo-se, I." a quautia l?20 rs., despendidos com H bacas de barro, aneos
de carregar agua oulros objectm, que forneceo para .1
cadeia a reipiisifo do delegado, por nao seren estis
despejas da competencia da mesma cmara; 2.' 1
quintia de 10/rs., despendidos eom crrelos para con-
duzirrm ollicios, relativos as eleieoes, pois que os olli-
eiqs dirigidos as animidades du municipio devino S'l
ntregiies pelo pnrleiro r continuos; 3.'a quanlia de
I',11.1.., despendidos com is cusas dos proerssos, visto
que neiibum documento ajuntou a i aui 11 1, pira provar
c,;a despe.a, eontrutaiido-se em inaudal-a entregaran
sirivan do Jury, pplo. tnico faeto de ler sido votada na
l i.
Lamenta a roinuiissao, que, imporlando a divido mu-
nicipal, relativa as multas dos jurados na quanlia de
1*.,.11 uara nada arrecadasse uos dous preditoa
aunos, e qu, 1 nica cobranca execilllva, que proino-
veo, custassr ti ..~' rs., drraliindo ella da accao.l Sola
111 coiiiini- ies da assembla, >.\ de abril de I86.~a>-
I i.i.11,1 ln llego.\obn Alcanforado.
I.eo-se e licou addiado, por ler pedido a palavra oSr.
I lipes Gama, olegulnle parecer.
Aleiaudre l.upes Ribeiro requer asssembla, qut
ilesejos sao de augmentar a recolta provincial, c nao de'
ii-.i; 1. is depols que o uobre deputado, inenibro
ii isideute da comiui silo, luipugnou o parecer por to-
dos iei lados es i\ 1 ... isiii lie, pelo lado poltico, ceouo-
uiico e jurdico, det Idi-mc a votar pela ccnclusao do pa-
IVCi :, por<|ll 1 Hiendo, que por todos csses Lulos, por
11 lis iMiierilliadiis que SejUO, elle lie milito justo.
Sr. presidente', o lempo nos he agora mui precioso;
poucos di is iif;s n slao de sessao, e eonvein aprovei-
tal-os : cuino o ikiIhc uieniliio relator do parecer pe-
lln, depols de 111I111, a palavra, c lera ccrlainentc com
iiiellinr siicccsso de oeenpar grande cspar.o na discusso;
cu liuiitar-uic-liei considerar O parecer pelo lailoju-
rldlco nicamente, dcixando a perspieuidade do nobre
relator do |i.in rer o dcseilVolvillieiltO das piesles eco-
iioniicii-pnlilii .i.. aventadas pelo uobre inemhro dessi-
deute, .1 quciu agota tenlio a honra de me refl'rif
llisseelle, Sr. presidente,lite,segundo os principios
jurdicos, nao podido aquelles, ipic coulralavao com a
la/.enda publica, tftlegar slnlstt os, e (|iic iiietmo o podei
legislativo, nao poda l'a/.er nina eXCepciio na legisla, an,
aqii.il iiitii positivamente nao adtnilti 1 a allegai;;io di
casos Tur lili los, Cogitados, e nao cogil idus, etc.; mas en
crelo, que, sein faier injirria aos coulircimentoa do no-
bre deputado, poderel arriscar una proposi(Ao, e vein
a ser; que a sua don trina milito se resenle de falta di
exaelidao, qner sejaconsiderada em relaco aos prlnci
pos de direlto natural, qu r em relajAo aos de direito
eiiiiiiiiiiui, e de direito patrio. \. Kvc, que he juiiscou-
sulto, s.ilie mui liein. que por direito natural os contra-
tos onerosos, bilateraes c synallagiiraticos toctn nina le
que nao pode ser Infringida sein que deixe de ser logo
a nuil-11 i lado o contrato: i'sla lei he a Igualdado. I un
pactuaiite espeta seinpre receber o equivalente do qut
ni .11.- du ni da : prtttabo 'i pralilerU Kesta hy|M>lliesi
se aolia o arrcinatautr das rendas publicas : elle se com-
proineite a p i;: ir as aiiniiidadrs, porque espera ai reca-
dar a iiiipn-' ni 11.1 razo de (pie lora calculada, 011 urca-
ila: testaba t pretlilerh: esta lie a relajao jurdica
convencional de todos os contratos onerosos : tiestarc-
I tr.'iii csi, p sit, mi ueii.i euusiste a h i daigualdad
Mas se porumil ereuii'Sl lucia eventual,s-.-porulgiins
supervenientes vein aconterer que sejacni ludo 011 en
parte illeiida esta relarao jurdica, ou conveiicioual
que cmisiitiie, 110 mcii entender, a lei primordial to con-
trato oneroso, elle evidentemente snO'rc mudauca abso-
luta ou parcial no sen essenelal, na sua na tu reza ; e por-
lauto desap|iareceudo a igualdade, o contrato deve ser
es. iiidido,mi no todo un em parte,conlbriiio esta desi-
gualdade lorna-se niais ou menos defectiva. Aconse-
queneia drstesprincipios he, que deve ler lugar a re-
mis-,mil.1 pen-an tu.las as vezes qilC essa igualdade fr
ferida riu prejuho do estipulado: se apezar ta desigual-
tlade, se apezar de se havi'r rompido, scui culpa di
estipulado, a relajo jurdica da contrato, pereebesse a
inda assiinji eslipulaue tollos as vant igens, por iuteiro
du contrato, h.ivcria 1 ni tal caso una manifest viul.t-
i.io do rigoroso pi iuripio de direito natural, que nos ad-
verte, de que 11i11gue111.se deve lueuplet.tr em o detri-
mento allieionenio toeuplelari deMcutn jaelura aliena. -
\ idei 1 do nobre deputado (piando pretende, que na >
pude ter lugar a rciiiissiio .11 nensao, indas as vesos ipu
os contratantes renunclAo os casos lurtiutos, solios, 1
Inslitos, etc., esta liiteiramente em lucia eom os bous
principios, e coin a ratav da [orea obligatoria dos contra
tus. i.t/aoipie cil'ia-sc toda na rigorosa oltrigacfto em i|u.
se acha cada Individuo de desenvolver a sua persona-
lidatle, de promover a sua felicidade individual; mas
nao sendo n. cuntalos ouarosos senta inelos de rliegai
ti essa felicidade, o seuso intimo reproba que seja elle
eelebiado em prejuizo real dos contratantes, etn sua
lesao, c coutra a conveiictlo essencial do contratoprfs-
tabosi presttcri*.~0 uuiire icnutado, uttaiido expenda
:t sua opillio, iius niiiiisiinii un aigiiineiilo, que serv
de ( uulirniar o que venhii de di/er : elle disseipica re-
iiisso da pensiio somente devia ter lugar no caso di
' recer a colisa, que fai o objecto du contrato : aeceito o
peiisaineuto ; mas pergiintarel ao nobre deputado qual
sera a razan de 11:11) lie.ir u coulralaiite SUgeitO icn-
sao dejiois de perecid 1 a coiis 1 senan ponpie tcnide-
s.ipparecidu .1 tvlacao jurdica du contrato, a sua lei
principal, a igtialdide; sena) poripie tem faltado, ;
I ninli: :m---i pnvttitei [Apaiadot. Si nao porque 1
liase du contrato lleou falseada '. Ora o arrematante di
renda tillando leeita, lem em vista a ua importancia
calculada segundo a liase da ImposieAo (ponido); m 1
s, estbase he alterada, se a renda he diminuida, ou
de lodo exliiieta, lentos o pereelmenlii 1 ni tudo ou em
Olll parle doobjeclo du cunt ato, c cutan tctn-se reali
sado a hj polbesf iidiuiltida pelo nobn deputado, para
haviu' iqgai .1 -inisso OU abate d.i pensiio : he o caso
dos peticionarios [upoiados), listes principios de direito
II iiiiti! san taiubem cmis.igr.idus no direito coininiini
que he a tazao escripia. Ningueni pode as convi ncOes
renuii |oi n sen direito em letriiucnto la justica, e d
1 iiiil 1 ule. que tli/. respeito aos pacliiautes : Aonfirorl
1 1 i per alleruut init/ng candtlto iii/enj. I'or direito coin
iiiiiiii, niiigiiem responde por casos fortuitos easuue
111a nrimlat Por direito c.....iiiuin, iiiiigucni lie abriga-
do a responder por pedas e diurnos causados por eir
eiinislan i.is'cveula.ii s, e por forra 111:1101 Ea quidem
quw M tmg'ore aaferuntur detrimento eorum, qnibui re eo
inoilanlnr itupiliari nutnobnt. Suoestes, Sr. presidente
como \. I"\. sil. o; pi ineipios, que regulan a uta le i.i
de rrini-.Mii s, e relales, mi euiilr.tlus onerosos, quau-
in .i direito natural, ripiaiito a direito coiiiinnin, Agora
i-vaiiiiiiaii i, se o uosso (Imito patrio os repelle como
P> sume u nobre dcpulado. A lei de \ de dezembro di
iTli!, que ille se sori-orrco para provur, quede tic
iihmiia ni ineira crao admissiveis os cosos fortuitos
quaiido er.io estes. ,j:rl i perfi ilatuente o meu intento
\ lei u<|ie determina he, que em lodos os contratos
su!,re rendas, se estipule por clausulas literalmente i-x
presaos, que os rendeiros, e coiitratadon-s reiiuucieui
lodos os rasos fortuitos, ordluorlos, c extraordinarios,
solitos, cinslitos, etc.; mas nicamente paraollmdc
n.in poderrin elles ser allegados peante as justiras ordi-
narias ; mas quer a lei, ijue laes casos sejao/apresen-
t.ulos ao iniin.irch.i a cuja clemencia lica eoinpe-
tinilo o conlieciinenlo del les [muitot apoiadoi): a lei
he he expresan /;. Vii-se portaulo, |ue os casos
solitos e inslitos, cogitados e nao cogitados, sio at-
Iciidid'is pela nossa legislar.m p.n.i servirclu de mo-
tivo .1 leinissiti, un alate d:t pensiio, coin a nica
resiriecao de que, uo aos julios, mas ao monarcha
cabe attendel u<, e coiisiiieral-os (apoiadu*} masen
emendo, que a assembla provincial oceupa nesta
n'esle caso 0 lugar do iniili.ircli.l milla opuill/iu), (|lle
i ella compete, como fiscal das rendas provim iaes, deferir
i p( tii io dos reclainniile.s.alli uileudu ao casu oMraurdi-
niriu, acontecida depuis da arreiualacSu. Sr. presi-
dente.se a reniissSo lem lugar quandodao-se estes casos
meramente furtuitoa, r que nodepegdem de falta d'al
maiormente deve ella ler lugas, (piando o desa-
sto
non
\ piiiilaiiiouto du ai i'oni.it.iiile proveiu de un laclo legis-
Iiavcudo servido* de inspector interino do algodao, nos I lalivo, Quando a evenlualldade parto do poder nubil
me/os de malo i lunlio le lili, por nomeacAo do adml-lco, as coudifea dos contratos devem sofl'ror modlllea-
iiisii.utnr .lo rimsulado, que junta, o havendo a prosi- j'.an de mudo pieos pacltiaiitcs sejao cojlooados na inos-
deiicia
lente aq
lai-lbe o i. ferido pagaim uto. ci.....nlsso de fazendalpOe : qne.se por quahpier causa se ai
r orcainciiin. nltendeudo, que nao su do inesuio oflicio|da moeda, os contratos, aluda-ulicos
le noiuearo du prtlclonario.coino do despacho dapres
recusado maudar-tlic pagar ordenado compe-1 na posicilto de igualdad.-, depuis do lacio legislativo
aiineii, s dous niezos, haja a ascmbla de decre-lasslin cu vejo que pela le de -1 de agosto do 1688 se di-
deuda, que jiintuu, consta, que o Inspector ellecllvo
i-slivera cmn lici n.a coin vein-iinenio de ordenado, que
nerecebeo, durante o lempo porque servio o peticiona-
rio ; que lie regia no UOSSO systeuia de adniiiiistrarao.
iio'nerc her 0 interino ordenado, (piando o rfl'rctivo
impedido o percebe ; que por tanto p peUciouarlo,
preaiaado ease serylc, na poda rspesgr paga, ni is su
direilu de allegal-o : lio de parecer, qm
1,1:1 I I DO DU.
1 'parte da discusso do parecer adiado da sessao
dehiaein.snhioo i.i|ueilmeH) lei. Jos I .lis da lio-
i (Vidi' Diari" I1.88}. ,
OiTr-ioarlrcdo-ic. presidente, ao ler o par.. rr da
conliiiVs*. pies-- Cha en. dUcU.SO; sumo .,,.:' meto-
- oa Cotilla a sua cu,.,lUsao. J.or.p.c O. .mus
neniar o valor
. se lulgnrad ce-
lebrados depois do accreseimo damoedat beportaulii
evidente, pie O faeto do legislador n:io leve peiuiar a
'undirao dos con traa utos, isto he, llSo di vo favorecer
11, 11. .1 11:11 ilu que a nutro em prejuiso d.i igualdade,
que levo semprc ser mantilla cui todas as pilases i'-)
contrato t'relo, Sr. presidente, esto aigiiinenlnpode
milito li.111 servir para o caso verlente ; lio UUI argu-
mento de seinolhanto para seinclhaiilc.que pode ser li-
so indi-lira ao I vuoado. segundo a regia limilt atl limilem rnlet nriju-
nue 1 -muer o peticionario. ,. >"-nl,,m. t) ,pie te.iho dito, Sr. p. esi.lenli-, nao he ar-
Sala das cnuiniissos da assembla 21 de abril el hurao : eu posso citar urna auiondade Irrecusovel
TM-i Mono/liri 2oue*Lobo I para nos lodos, e erlo que Uiulirin para o nobre de-
putado : tal o do grande Praxlsta Manoel do Aliucida o
Sonta, de l.ouhao, que no sen tratado pratico do pro-
oesso oxeeoiivo di/, assiiu : Como essa implissiina re-
nuncia dos caso fiirtiiilus nfio obsta pelieiio do rebate
noprrro doarrendamento, ou quando o impedimento
da cobranca dos direlios reas wreudadospnwndrfo/aelo
do principe, ou ai nda que justo, como v. g. libertuudo
os povos dos direitOS arrendados ; ou quando o dimno da
riiiuii iri'diiliiin IMCCcdl na lubitaneia (tilla : ele, essrs se-
rao os casos, oni ipie com n.ais justija so faca a n-pre-
acntacAo ao re pna obter o rebates K couieileito,
Senhor presidente, como so poder delxar ae
convir em quo, todas as teses, que o objecto (lo
contrata sotrrer iiilngoa por mn lacio do princlpt
deve ler lugar o abato f A douliina contraria
autoritaria mn absurdo revoltante ; o cooUato se 101
naria leonino; porgue o poder publico instituirla a
se do contrato, para comprometler o rendeiro,
depois poda alleial-a em prejuiso deste, sein todava
nada perder podia tiansgrodir a lei do eoutrato, n
igualdade, e tirar proveito do sua propra malicia. Ora,
alui dista iuiquidade, appareceria uuia outra infracjfio
dale) econmica: eui lugar dea eoiilribuivao aUcctar a
todos por qiiein ella doeemento foi derramada, vem por
un laclo do estipulante, por un laclo do poder PUbli-
CQ, recaliir smente sobre aquello, (pie leve a mlohclda-
dc de cabir as ganas do lisco... e de un lisco niexo-
ravel, como o que imagina o nobre deputado (minio
uuoid.l'nl... Mas. Sr. presidente, quem nao apalpa tama-
ubos absurdos.'... lio pois do rigorosa justica a renussao
ou rebate em casos extraordinarios nos contratos coin
a Cascuda, o que portante eoovt'm multe examinar be :
se com cll'oito sedeo o caso extraordinario, de que se
(lucixao us peticionarios; lio mcessario ver se na ver-
d.ule licou alterada a base do contrato por UUI lacto do
principo. Ora, isto ho (pie me pance estar evidente-
mente demonstrado coin os documentos juntos: ellos
prOVHO, que pola nova tarifa, mandada observar polo
goveruo, depois do eoutrato, se altern para menos o
consumo das bebidas espirituosas na ratao da terca
parto, e que por couseguinU. alterada fui a base do con
Hato na ratao de UUI ierro da ronda. E COlll elloito
Sr. presidente, occorre-ine, que- se os peticionarios ti-
vessoni rsperancas lo lucros, nao requeririo cuno
agora requeren! a total rMcIsiio do contrato: paramim
esta prnva he ti-rmiiiaulissiiiia (apoiadat). Portante
presidente, ou son de opiniao, pie mil) smenlo se con-
ceda o rebate da 3." parto, lia forma do parecer, como
laiubein, que soja extiucto o contrato.
0Sr. maeiclmonMro:-- Kuvou para ah; adop
ideia....
O Orador: Milito estimo o asscnso.do nobre do-
put.-ldn: eu crcio que a renda pudo soi- arreeadada na
.ilfanilega por un agente da ihesoiiraria provincial, i
com esta medida tora a provincia os grandes lucros (|ii(
onobro nionibro dossidoiilc da comniissao parece con
Jecturar, eganharad latnbein oscoutribuintes porque
a este respeito son sectario dos principios econmicos
de broa. As taxis du ello, fazeni sentir scus oll'oitos
inais opressivos, (piaudu sao arrecadadas, e cobrada:
cun a vido/, do iiiteresso pessoal. Mudar o ai renda
mente em aduiiuisiracfio be uin nielo de fazer ganhar a
un tempo os coutribuintes, e > Ihesouro, que receb
Ulna parte dos lucios, do que se ingorgitao os arrenda-
tarios (upoiados). Mas, Sr presidente, cu j la des-
cainbaudu un punco da espbera em que me havia col-
locado na principio do ineii l'raco discurso, c j cotue-
(ii-:i a invadir os dominios, que peitouocm ao uobre
relatr do parecer : elle que tomo cunta do lado econ-
mico poltico do discurso do nobre nieniliro dessidenlc
e s'entarine-liei declarando a V. Exc, que vol pelo pa
reoor da coumiissao, o pela emenda, que extinguir o
cuntalo.
0 Sr. Maeicl Monteiro :Sr. presidente, o nobre de-
putado niembro da coiumissao do oreamento, que orou
na sessao antecedente, apresentou cousidcrafOea de
una ordem tal, que teudiao a alienar a assoinbla j eu
inesuio qtiltera retralar-ine, se por ventura procurando
examinaros principios econmicos que elle eslabcleeco
n;io descobrisse com tutuma factlldade a nenliuma liu-
portancia desses principios; c maravllhou-meque n'uina
ipieslau dio simples, de iiatuie/a to ordinaria, o iiohri
incmbro nao procurasse outrus recursos em sua iulol-
ligeiicia, usando daqucllos lucios do (pie podla para
convencer a assembla, e antes pelo contrario se ser-
visse de argumentos rerdadelramente inslitos
tal ponto levou esto s> sieina de argumentardo que, col-
|iii ando-se n'uilia eiu'inoncia donde pode ver os desvos
e irregularidades que a asscrablita cotuinellla, adoptan-
do nina un nutra upilliAo, chegou a dizer qUO a BSSI'm
bla se desacreditarla completamente, se por ventura
vni isse pelo p.iieoer da eoiniuisso ; disso que era pri-
uiso que a assembla mautivrtse osen crdito, equi
este su seria niaiilido se se nao approvasse o parecer da
cuuiuiissiio. Sr. presidente, eu toniel nota desta pro-
posi(Ao, o pareccu-iiie extraordinario que o nobre de-
notado tal produsissr; coin ludo a asseinlilea toda ou-
vio rase argumente, o qual me pance que mo tem Cor-
va algi.ina, porque eutendo que cada un dus membros
da as.M-uihla tem milita illustrarao, c coiiscieucia, para
dirigir-te as suas decisdes ; que ninguein lem direito
de i'u.ircar-llie o eaiiiiuho a seguir : o n.ais quo cada un
pdc exigir, e querer be que a sua opiniao seja conhe-
cida ixraute o publico, isto o nada mais ; e nao ser juiz
das ciusas (pie no sen entender pussao desooneeitu
a assembla; ora seo nobro deputado procedesse por
semelliante teoreu Ihe darla toda a razo j eumetmo
u'uiua oocasian antecedente, quando se estabeleceo o
principio da vilaliciodadi- dos cnipregados |iublicos
diste, ou capuz as niinlias duvidas; uiottrei os meus es-
crpulos, o uiesuio fui mais adianto; disse que 0 prin-
cipio era estranbo, ou prejudicial; a assembla fez-iiM
a honra de me poriniltir que ou depositaste no SCU seio
tudas ossas duvidas, e apn heiises; a ininlia conseieu-
cia licoil tr.iuquill.; o meu desejo nao foi alin disso
Isto lie,nao pretend arrastrar a 'assembla minha opi-
niao. Sr presidente, se me lora licito isto, se livor,
o (lesvaneciinento de querer do alguma manelra iiiluu
dir no espirito dos membros desta assembla opinioes
miiili.is, o sobre tildse eu tivesse de prest-rever a li-
nha de proceder que ella deve seguir UCSla necasiao, eu
(liria que a assembla mi oumpre tmente sor se-
vera, que llie Compre ser justa; e Ihe dira que nao lile
oumpre smente ser teladora dos inleresses do lisco
que Ihe t-uniprenu desatender os inleresses dos cou-
tribuintes.
O Orador contina, respondoudo ii cada mu dos ar-
gumentos apresonl.idos pelo Sr. Taques, polas diversas
laces COlll quo o niesmo Sr. enearou o parecer ; apre-
sen lando inultos argumentos para sustentarla do ineamo
parecer ; e concilio ollreceudo a teguliite emenda
Que desde j so lo 0 contrato por exlintlo adiuitliu-
do-so o abatllenlo da 4.' parte la aiiiiuidade do segun-
do semestre, licanda a cargo da thesouraria o arreca-
dai ,iu do imposto.*
Jnlgada a materia lo parecer discutida he a emenda
posta votacio, o pprovada.
OSr. Nabuco deelarou, pie votou contra o parecer,
c emenda da coinmlasiu de que so nata.
OIUU'.M DO DIA.
I." discusso do projecto n. H, do oreamonlo provincial.
( \ Idr Diario n. 88).
lie approvado.
Conlinuacio da 2." discusso do projecto O, 13, or-
namente municipal, artigo 21. [Vide iWan'o n. 83).
O Sr. t'ranceo Jodo: Sr. presidente, eu quero a-
penas dar a minha opiniao, acercada ideia que leiiho
sobre rste objecto ; nfio me demorarel em demonstrar
as vaiiligens do estabeleciuiciito de un luatadouro, e
logradouro publico; porque cssas vaulagenasSo multo
condecidas por osla assembla; nao quero pois abusar
da paciencia delta; mas n-udo ou na ultima sessao pro-
poste o adiauento deste artigo, linha em vista mostrar o
perlgo, que pude vlr da conceatao, pola maneira porque
se acha, sera se marcar a cmara mu termo, alm
lo pial nao pussaella exeeder-se, e niesmo, para qui-
se marque o (|uanluiu que deve pagar cada cubera po
vior ao uiatadouro, cao logradouro; suppoiiho, que a
assembla deve marcar isto : conitiulo nao tenho ideias
lixas a este respeito ; mo esloii ai iisluin idn a contratar
ueste genero de negocio ; mas ri liro-ino as cundirnos,
pac ja lu fio aprrseutadas por un contratador, as quart
me parecein raioavcis, una vez que mi s-jo eiU pro-
veito particular, o que sejao convertidas eni proveito
publico; ueste semillo inandarci uma emenda a mesa.
I.t'-se a seguinto emenda Depois das palavr.is lo-
gradouro publico, diga-te ritnticlrceiido a laxa ncrrsiariu, que
ala postara Utedir de MO ri. por cabeca que fr trazida para
o matadouro, e de 200 r., ta que [r demorada no logmdou-
ro. francisco Joao%
He apoiada, e entra, em discusso.
O Sr Val/uro : Si. presidente, cu simo oppor-me a
emenda do nobre deputado : trata-Sede urna Imposlcflo
municipal ; ns nao a podemos I son, proposta ...
cmara: traia-sc do csiabeleclmentoe regulaiIsacio da
matadouro e logradouro publico eutau parec.-u.c que
isto nao pide d.-ixar de sor confiado a cmara com ip-
provaco'do presidente isto be negocio lao r.,r tioua.,
'me si t cmara, com os diversos concurrentes, pud< (-
tabelecer as clausulas; se osslin nao se lucr, se a cuna-
ra nao litar com uin arbitrio ampio, podo perder o lser
bous contratos ; e como cu mi supponlia isto tmpoai-
(So municipal, por isso me explico desta manera: vola
contra a emenda. ,
V a'r. Francisco Joao rellexioua de novo, dcleiideiulo a
sua emolida. .
O Sr. Heno Barro vota contra a emenda.
He iuluada a materia discutida, e en. seguida appro-
vado o artigo, sendo rcgeilada a emenda du -Sr. iraneis-
C Sendo approvado o arUgo l., que tinha-litado reser-
vado, fui o projecto adoptado em segunda discusso.
Logo depois approvou-te o segiiinie requerimento,
ollereoido polo Sr. l.obo :
Rcqiieiro a urgencia, para sor dada para ordem do
dia a 3." discusso do proiecto do orrainrnlo municipal,
o a i.' do oreamento provincial, s
Entrando em 2." discusso as posturas addicionaes da
cmara de Nazarrtii, foi approvado o art. I." com i. emen-
da da coiumissao, o o arl. 2.", sendo regeludo o .1 com
a emenda da cominissSo; taiubem oi-flo approv dos ot
arls. -i."t-5., c adoptadas cm 2." discusso as referidas
posturas.
Tendo dado a hora,
OSr. Presidente da para ordem do da a segunda dis-
cusso do projecto n. 4.segunda das posturas da ca-
ntara do Itecil'e, e do orcameuto provincal. terceira
do oreamento municipal e couliuuacao da de buje, e le-
vauta a sessao. (I'.r.iu 2 horas), y
aullo EM 22 DB biui. DE 1845.
I>rrsidencia th Sr. Peer Cacatamti.
As 11 horas o meta, o Sr. priinoiro secretario faz a
chamada, C verilica ostan-ni presentes Sis. depulados.
O Sr. presidente declara aborta a sessao.
0 Sr.i.0 secretario l a acta da sossiio antecedente, que
be approvada.
U Sr. I .s secretario moiiciona o segtimlc
EVPBSIZNTE.
1 ni requerimento de Salvador Henr.que d'Albuouer-
queprolossordopriinoiraslelras da lieguetiade 3. Pedro
Marivr de Oliuda, pedindo uma graticacAo, ua ratao do
terco do scu ordenado.- A' coniniisso de ordenados.
Ouiio dol professores do Kcclfe, o de Olioda, pedin-
do dispensa das aulas, que cosluinao dar tarde.-A
cominissao de instruceo publica.
LrSo-Se c forSo approvados os seguintes porcccros.
A coiumissAo de rendas muuicipacs, arcumentote
Oame de comas, examlnou as cuntas da cmara muui-
cipal do i.iuioeiro, relativas aos anuos muuicipacs de
1842 a 184-i, e be de parecer, que sejo approvada as'
ditas eontas, glosando-so a qUBUtla de 10/1140 rs. des-
pendida com a coiiducao de ollicios, que deviao ser di-
rigidos pelo crrelo, ou polo porteiro da cmara, Ou-
tra lilil parece coinmissao, que se deve advertir a re-
ferida cmara: 1.', que ella com melle un abuso, cn-
iregando ao secretario, litlo de gratificarn, a quota
lixadapara o exped, uto, e despezas muidas ; e_que Ihe
cuinpre dar urna unta provada da applicacao lessa
quola, assim cmodo todas, que s.eonlin noorcamen-
te; 2.",que ella tem sido omlssa ua cobris-a daexcessiva
divida de 2:108/800 rs.; eqnc deve promovel-a ploa
inelos lgaos; o*.", que as referidas cuntas esto Irregu-
lares, seudo que ellas devem vir acumpaiibadas, nao s
dos mandados, que auluriso as despczas, mas dos docu-
mentos, en. virlude los quacs essos mandados se expe-
dro. Sala dase.....inissoes da assembla, 1 de abril
de 1845. Alcanforada Lobo Seba-tim do Ittqo.n
(i A comlllistod de rendas muuicipacs, ortanicnloc
exame de eontas, examlnou as eontas da cmara muni-
cipal do AoilitO, relativas aos anuos iiimicipaes de 1842
a isii: o he de parecer, que sejo approvados, glosan*
do-so a quanlia de llS20 ra., despendida cun roudufo
tleollicius, que alias deviao ser dirigidos pelo correio,
sendo para esta capital, ou pelo porteiro da cmara,
sendo para o liiuulcipio, o a do 511/r. despendida com
as cusas dus procesaos, por nao estar justilicada com os
uceessarios documentos ; pois que nao bata que a le
voto essa ipiaulia, para que ella seja entregue, ipiofaeto.
ao escrlvao docriiue, sein queseprove, que eilecllva-
inente hoiivcrao eoiidcmnacoes do cusas, o quo o oscri-
voas venci. Pareceoulro sim commitsAn,que sed.-ve
advertir cmara, que ella Boinmettr um abuso, entregan
du ao secretario a Ululo lo gralilicafSo, a quota vo-
lada para n expediente, c desp. -as miudas o da qual a
cmara deve dar tonta justilicada, cuino das ultras
piulas, qu< se cuinprehondeiu nu nriau.onlo Sala das
coinuilssoes da assembla, 22 de abril do 1848, lcali-
forado .bo Sebastiao do llego.
i t.lnislovu Star S C.*, engeiiheiins niachinislas,
com fabrica do fundicao de ferro", na rita d'Aurora, pe-
dem a esta assembla, a eoiicesso do praso do .'! anuos
para a roinoro de scu ostabelociniento para o lugar que
Ihe detlgnou a cmara municipal desta eidade, ou a dc-
tei ininaro legislativa d- s. r o cstabolcciuii nlo dos sup-
plieantes couservadn na lucsnia posicao i III |uc esta,
giiniilaudu-sc as iiecessarlasprovciiri.i'S(losandopublica.
A corailliSsSodeCOinmerclO, industria caites,a pirui
este negocia foi incumbido, considerou ollentemente as
dilliculdadcs cun que leeiii laclado us peticionarios des-
do o eomero do sru estab leciuiento, <|iie anula nao se
acha de lodo montado ; que elle he o tnico leste gene-
ro no imperio : pie a sua importancia, c utilidade sao
inconteslavels para esta provincia, c Otilias visinitas
coin a introduce Ao de inultas machinas necessarlat, com
o prompto o menos dispendioso concci tu dcstas, e d'uii-
tras viudas du eslrangeiro.
De nao menos peto be a consideradlo deque nrnrrlini
favor, ou protecfAo tem recebidodo goveruo uin osia-
belccluienio de ordem a produtlr lamaulias vantagens,
eao contraria ve-so as novas difllculdades que tcemo
iiiesino creado com a elevai;o dos dlreitot sobre o fer-
ro bruto, materia prima do eslaheh cimento, conside-
rando oulro sim a eouiinisso na inncxiapiibillidaih' da
reinocao le uin ettabeleciment desta ordem, que, pe-
sando 21) mil arrobas (tciilro do curio espaeo de t)0 lias,
nao a podeudo ter executado antes desse lempo, por
eausa de embaracos de outra nattiroia, que sulirevio-
ro a respeito lo terreno para onde devora ser removi-
do ; all ii.I, julo iL'tubi ni, que, secundo os cxaiucs dus
peritos, apousos ao requerimento, consta, qucaaaude
dus operarios, o visinlios ollicina nada lera a sollrer ao
menos uestes tros anuos, o ein qnanto os terrenoaclr-
eumvisiuhos n3o estiverem qutai indos edificados, pon-
derando igualmente as consequeitcias de se desnieiubrar
ou fechar un tal esiabeleciuieuto,com grande detrimen-
to da agricultura, mal pie esta assembla deve aeauc-
lar, cont j o fez em oslab leiinutiliis mais inferiores,
periuiltindo-os dentro da eidade, beneficio a que tem
por corlo seguro, c mais bem oabidn direito o eslabele-
cinienio dos supplleaiitis ; be n COiniissat) de parecer,
por todas as raides, que loto expendidas, que na lei do
orcaiucuto municipal dosle aun.) so incida no capitulo
das dispsonos grrara o aeguinte artigo.
Pica Concedido ao rstabeleclliienlo de fiiudirn de
forro dos rugenhciros mai-hinistas, t hristovo Star k l'..'
O eapafO de 23 anuos para a remnrao lu inesuio. Sala
das coiniiiissiies, 22 de abril do 1845. J. M. Caruiiro da
Cimba Joaquin Joti da Costa.
l.ro-so, e lic.irau adiados os seguintes pareceres.
Francisco Xavier Das de Albuqurrque, morador no
termo de Igurassi't, pede urna declararao, ou interpre-
t.tyao do artigo .' do r. gitlanicntu de ill do itiairo de
1832. pelo qual se rege a arrocadaro do (lisinio das nti-
uiicis; por quanto, posto este artigo Isjciile do disinio
as fraetai < esta rxpressSo genrica comprrbenda >s
unos, todava o arrematante do referido imposto ti ni
exigido do supplicanto o disiino dns COCOS, C u juiz mu-
nicipal o obiiguu a pagar essa Imposlcio iudevida.


V
5
Parece comissao de rendas miinicipaos, oreamrn-
to e exame de cuntas, que o referido irgulamento nao
raicee (!' intorprct iro, pois que ta expressao [''erica
fruclili isla conipivlicndidus os crieos, elle indevido o
disiinoque dolise cobra.
Sala das coinmtssOes da assembla 22 de abril de
18-ii*. l.abo-Scbasliilo do Bajo--Alcanforado.
Manoel Lopes \ ruina espete a assembla que servio
por 18 nicira de Inspector merino do .Viiic.ir, e por S
do algodiiu; que, leudo reccbldo nina gralilicaco na
qiialidaclc de inspector interino do assnenr, nada perce-
beo pelo Iraballio de luspector do algodo, sendo os ser-
vicos distinetos; ]ielo que requer se llir conceda una
gratificaran correspondente aos srus serviros no ulti-
tu lugar. A coiuiuissab de fa/.riida, e orcameulo alten-
deudo ipie dus documentos que juntoit o peticionario,
consta que o eUectivo a quem elle siibstilirfo estovo c un
liccuca eoin vi iiriinriiio, e que he regia do nosso direi-
10 administrativo nao porceberrin os interinos venci-
im-ii tos do lugar quandii os ell'rclivos o nao pcrdein ;
que assim o peticionario nao poda esperar retribuirn
alguma desses, sorvicos que qu prestir ao publico ; e
liii.ilinenle queja una gralilicarao lile foi dada por scr-
VCOS senictliaiites ; lie de parecer pie se indelir.i o re-
quei iinenlo iiicucioiado. Sala das eoiuinlsses da as-
sembla legislativa de I'ciii.iiiiIhico, 22 de abril de 1845.
LoboA, I'. Macicl MontciroTagwi.
oiiiiim no du.
2.* discussfio do projeclo u. 4.
Alt. I."
t) Sr. I.ourcnio Bezerra oppoe-sc ao artigo rom o l'nii-
dameiito de que aquella divisan era prejudicial .i coni-
inoiliilade dos povos.
0 Sr. Carneiro da Cunta aprsenla a seguinte emenda,
por parte da coniinisso.
ul'ei tcncer.i frcglietia de Aguas Bellas o ritme da
seria da l'rata ao N, O. e S. da mesma srra, compre-
lieiidriido as l'aiendas Atravessada, a Podra-Pintada,
como sciapre Ihe pertencorao. Pertencer freguesia
de Papa-Cacado cunte da ierra da l'rata aondo pasta a
estrada di llaxa-do-Thoiua para tiaraiihiius alao Brc-
Jo Grande, exclusive, c d'alii pela estrada da Alagoa do
\'tente, at a barra du lirejau de Santa Crin, e segui-
r pelu riacho Sccco atatatenda de Jacar exclusive,
licaulu o uiais terieno ao K, da dita estrada da Alagua
do Vicente perteucendn fregtteiia de GarailllUllS.a
lie appolada, entra rm discusso e eni seguid i lie ap
provada.
. Os arligos 2. r 3. frirao approvados, assim como
os segiiiutes artigos additivos :
1 .u dos Sr. Manuel .loaquiu, l.acerda, e Figiioirrdo:
--Ficiio de novo incorporados a fregue/ia do S. Jos
ta Madre de Dos aquelles lugares que anles da le de
2 de in.'.iode 1814 pertcncio a iiicsina l'regue/.ia, e que
coi coiiseqiiriu.ia drss.i le l'Oro aun. iu. a de S. Cac-
tauu da llaposa.
S.' do Sr. Sabuco.- -Flca restituida ao municipio
de (iarauliiiiis a frcgueiia do Allinlio.
lie o projecto approvado em segunda discusso.
Segunde altcuu&o tu injiri n. ii orcameulo provin-
cial (vidV o Diario II. 88;.
Alt. 2.
(>Sr. Aguitir: Sr. presidente, vejo aqu ueste artigo
2." tuna designarn de quota, que nao teulio Observado
ciu outrasleis, c veiu a ser aquella que marea II) diasde
esto extraordinaria: primeiramente ru nosei. seno
caso de qiiererer calcular-se una sesso extraordinaria
bast.ii.ni ludias ; masqiaiido assim succeila, em tal ca-
so be necessario ter em conslderaco a outra verba dos
lachig iplios, est aqui a quota para dous mezoa do sis-
sao; mas, havendo sessao extraordinaria ha de neeessi-
dade liaver tainlieiii mu acroseinio uost.i vcib.i; lenibi'u
islo; a cuniuiisso turnar esta COllsidcracSo no peso que
lira merecer.
O Si: Sabuco propde que se marque una quota pa-
ra iiidenniisaco uu ajuda de cusi dos depulados qu
nao residirem na praca, na forma porque dispdc o acto
addieional.
O Si'. Taques justiliea o parreer da eomuiisso, liin-
daudu-se eiu que a le que iinrcou o subsidio, u.'io Ira-
lava de ajuda de rusto para ida, r volta; i* 'ni quo de-
terminando a constituirn, que isso soja feito na pri-
nieia sessao da legislatura, e que nao u leudo :.ido
frito agora, j nao era lempo.
Depois de uiais algiiuias brevissinias rrlliwors, lie ap-
lineado rom a 1." parte da seguinte emenda do Sr. a-
mc, senda regeltada a "2." parte. Accresccnte-se ao
I." dos ai Is. I.u e 2.", UtMJfOOO rs. para inilriuiiisaco da
dspota de Id i c volta, a ranfla de OAIOU rs. por rada seis
leguas.
Kntra un discussflo o art !>. r licaaddiado por nao
liaver casa, e u Si. presidente diodo para oidrin do (lia
a ni 'tina de lioje, h rauta u sessao. (Era I lima;.
Di* a irniandadc de N.S. do Ro/ario do bairrn da l'.-vls
ta.que ellcs siipplieantesnecessitu qur Y.S.poi sin res-
peilavel despacho, mande,pela estarn competente, pas-
sar-lhe por certidoo desembargo que por este jubo Ibl
proferido sobre a I." parli^ da .'l.* lotera concedida s
obras de su.i irinaudaile : porlanto, pedeV. S., Mlni
Sr. jui/. da 2.' vara do civel, assim n mande, e receber
un rc.
l'.isse. Reclfe, 1^ de abril de IB4.V Rlgutira Voit i.
Galilino Ttmitlotlti Cabrat de VaieoneeUm, nerMoviMica
Sa iroreilaria de ctpellai, rttiduo $ atutnln iteel* eidaib
lo Beei/e eeemlermn por 5. .1/. Imperial c Cvnelllueiontt,
que leos olanle, elr.
Ccrtilico ser o llieor do despacho, pedido em cerlido,
o seguinte :
Defeiindo a prticAo s l'ollias mando que, visto
j (er cessado a rstito da nottilcaciio constante lo assento
3 Para o Havre pretende laliir no dia Sdcmaioo
liriguc Irancci Armorlque ; queui quiser cartegar, mi
ir de |>assagcni para o que tein cxcrlleutes coinmodos,
dirija-sc aos sena consigu-ltai ios Didi i Columbier .\ i
roa da Crin n 15. \_
B Segu icira o Rio de Janeiro o patacho brasileiru
S. Jote Americano, capitao Jos Antonio de Mato/.lnhos :
para carga. | n igriiosr eseravos a frete, trata-se rom
Gaudino Agostinhu de/farros, praelnlia do Corpo Santo
n. IHi.
l'ara o llio l".. do Sul partir com a maior brevidadi
poislvel, por ter o sen carregamento prompto, o btigur
brasileiru Fiel, forrado ejaicnvillilidu tic cobre, podeqdu
.linda rrceber algutna carea mitida, eseravos afreto e
passageiros, para oque ollreee rxcelloulos comiiiodns :
os prclrmlcutoi trateni cun Kirminn .lose rolix da llosa
Irino, oii com o capitn Manoel Marciano l'i rreira
empresenta da sen tonvaislWhas se passe mandado.1 ISegu, tiodia i.'demaioiuipreterivcluientc. pa-
ordenando ao tbesoureiro Manoel Tliomaz Rodrigues ra o Rio Grande do Sul, com escala polo Itio de Janeiro,
..impeli, que pague as pessoas.qne so iHostrareiu com- brigne nacional Competidor : para passageiros e cscra-
poteuieiueutc habilitadas, os pr.....ios que em sort ...
eoiibrro ni segunda exliac.o da priineira parte da
terceira lotera concedida favor ilas obras da 'groja de
\. S. do Rotarlo da Boa-vista, Hcando assim le nrnhiini
efloltoa mesma nulifica, o. Hecife, 8 de abril de ISi.'i
lliijueira Cosa.
K inalt so nao coiitinha em dita certidao, que vai por
lilil! escripia c .signada insta cidade do Uecifo de IVr-
iiaiiibuco, aos ''l de abril du anuo do niseiiiiento de .\.
S. Jess Chrlsto de 1845. A escicvi e assignei, ciu !' de
verdado c concertada, tialdtiio TemUtoclei Cabial di
Vaseoncelliu.
CGMMEr O
Alfande^a.
Rcndiinento do dla85......
Drscarretjao hoje t.
//liguei'uiilijbacallio.
UrignrConeeifojde Mariapcra.
//aira.lii/tdinrrradorias.
H:\ftfm
illou'niciilo do Torio.
t/adoi jii/ii'i/ii.t no lia 2-1.
Londres; brigne ingle/. Elemiure, capio Donold Fr-
male; coma mesma carga que trouxe de Sidnoy.
Sag llibor; galera americana Uary Ann, cap too Jo-
seph VVindis, com a carga que trouxe.
NewRedford; galera a.....ricana FranettUenrietlg, cap-
lo CeorgC DcxtU ; com a mesiiia carra que trouxe,
t Navioe entrados no din 2;".
libas de FauKlaiid; leudo saludo de Stouiigton.ha 21 Ule-
tes, barca inri cana Hijroii, de I(i8 toneladas, rapilo
Thoinas Wilcox, equipageiu 23, carga axelte de pcixe;
ao capilo.
Santa Catharina ; 20 dias, patacho brasileo .ivramtn-
lo, de 1 IR toneladas, capitn Antonio Damingues Al-
vos, equipageiu 10, raiga 1'ariuha de mandioca;
Manoel Ignacio de Dliveira.
Walvvick ll.iv 21 dias, brigue ingloi Syleia, de l'JI to
miadas, capitn John lluoks, equipageiu 10, carg;
lastro ao capilo.
Navio sabido no im-siiia dia.
Rio de Janeiro ; patacho brasileiro Valintc, capilo Fran-
cisco PeixotO (iiiiniares ; carga diOireutes gneros
irliilor ; para p
vot fete trata-se com (ionios jfclrino, na deAimllo
n.2. (.-,
I Para o Aracali sai un dia (i de malo, por ter o sen
carregannnto quasi proitrpto, a sumaca Carila, mettre
Jos oncalves Simas; queni na mesma nulter carregar,
uu ir do pastagein, dlrija-se ama dnCrui no Reclfe,
por bafxo do deposito de rape Meuioii i: f!. U. ti, viuda
de Luis Jos deS Araiiju. ,(i
I-Saldr no dia7de malo, para o Porto, oinuito
veleiro brigue portugus Primavera, de que lie capilflu
ios, Carlos I. luir Soarty, por ter a maior parte do seu
coljrecaiiiento prompto; qiiom nelle quizer carrogar,
ou ir de pastagein, trate com o dito eapiltio, nu com o
oontignatarlo Antonio Joaquim de Sottta llibeiro. (ti
Le I lo
es.
De. larages.
c o lt l! RIO.
COtnr.SFONDKMCIA IH CIDADK K PUOVISCIi.
V praieirada est agora toda oceupada, visto quo o
sin iiiiuisc i iu, n.ii pudendo d rr a ultima de mao a lita
obra ile d sii ii. no ,i di ixiui ociosa, por emqiiaulu,
visto qiir estes rapa/.cs so nos oinprcgos pblicos dadot
p .r patrn itu piicm aehar modo de vida, est toda oc-
rnpada, digo, nu u gocio de Iguarast : he preciso que
aquello termo Ihe soja entregue a discrieo, que nao
iiMialli qilem polilla un p por diaiile a sucia paili-
tlisl i ilo i.uaniaitc, que os estpidos o li.u li.no. rovolu-
ciunarios qu. nelle inoran, tenhao os homcus honestus
dob.iixo dos Jii's; quanilo nu a patria est em perigu,
cojn/. Ltilt chmala acontas al... at Dlt olla que
mi udelegado e scusupplente, que tein agrande pedia
tieso uo deixareiii assattinar, volitado dcseuslui-
iiiiyos. apetar de llavero iioliiuj toll'rido por amor
d'clles, asbalas que uellos nao haviao podido ser ein-
pregadaa ; ou o delegado pois r o snpplente bao de si i
doniiltttos, ou api.lia lara nina revulta ; o para alcan-
zara primrira, procura forjar un reqiioriiiieulii, para
cujas assignatiiras liouve ii'inu desloa dias grande e
abantlalliado club,em rasa de um tal Jacintho, conheci-
do pelos orillos ; o como ellcs nao tenho tulla gente
que kC preste a subscrever insolencias e palilarias, ns-
signarfio os inelcatreles presentes quantos nomos iao
lembrando, ninas linitadat,oulras mesmosom imieifo,
Depois dettas infamias um tal Sr. d'engenlio ouja bril-
lla he mais bruta que a das oin as, exclaniou furioso,
ionio ctsasferas ; com todos os diabot, ou Jofio Caval-
i uili c sen lillio deixao de seralgunia couta ciu Iguras-
s, por deuiisso, nu d.irei ou cabo dilles : para o que
prometi Ihter ludo aluda qne Oque sein uenhuinuos
liiens lriS|'iig.ii||os.lle assim que esta gente se distingue
nos seos antros ; publltjtlneilte ti.iba I bao os sicarios, c
os nossos eahciii a teilt golpes ; e nos lie que somos os
ussasslnos All malvados !
ii Paula I.rao foi corle, o velo do inesiini modo que
fui i dello ruin razan sr podo aHiiinai fui, vio, mas
nao venceo tJonsideleiii agora as almas devotas como
est esttico o thesuuru das gracas.... (,)iiein quer, di/
o proverbio, vai; quein nao quer, manda ; no caso
(lo l.eo lllioii o tal Sr. proverbio; SC poriu se quer
consolar o T.eo, que foi e que veio. i' velo cuiuu fui;
icuibrt -se de nutro proverbio. .Neiu por iiiuito niadrt
gar se fas inelhnr jornada. -- A lilis paiein us bois, a ou-
li os niorrem as vareas. O nial to uiuitiis consol lio.
1) Totouio Carlos le como a raposa, que, qiiaudu nao
Jiodia rli. gar is mis, dsje estn verdes. -- \ssiin lo/
elle : quanilo Ihe tirlo as honras em ISt-J, disse que
o linlio limpailo da nica uodoa ; agora poriu nao
chaina nodiia a nina uraca !! Acioilitein la ciu laes fbe-
lalee... assim sao lodos, olivado Dos.
P\t;\llllllU .MIIICR.
Kan se leudo estabelecirio, as iuslruccocs de 11 de
agosto de sil, quars os emolumentos que se de-
veni cobrar as pagadorias militares das provincias, se-
guindo-sc tiesta falta que em alguinas nada se teiiha co-
brado, o em nutras se tcnlia entendido que se devein ar-
rceadar os que rstavau em pratica as antigs rodorias
r pagadorias de tropas, o coiivindu eslabelccer para to-
das una regia li\a, liouve por boin .-. M. o Imperador,
por aviso de 27 de man o prximo passadu, iletei inin.ir,
que as referidas pagadorias miniares nicamente si
percrho emolumentos das ceiiidors, que ni lias SC pas-
sairin, reguladas a 320 rs. por lauda, os quars sortio di-
vididos polos respectivos oiupregados, em partos iguaet:
o que coininiinieo \ ni. para sua indiligencia c exc-
ouco.
Dos guarde Viu. Palacio de l'eriiainbiieu, 23 dr
abril de IS. Tlitaitaz .Xavier Harria dr Aluieida. -- Sr.
coiiiiuissai iopagador militar, .los-de /frito Ingle/..
Cuiifuriue. J.niii Artenio Barbosa,
A pessoa que dirigi nina caria, lina da mala do
crrelo, pelo vapor lmu ralriz, pira u capitn de mar e
guerra Antonio Pedro deCarvalho, dirlja-se estaad-
ininistraco para elleito de se Ihe poder dar o seu con-
veniente destino.
2- Roopo Hrooking faia leil.io, por iiilnveino do
corretor Ulivrira, dos reslauli s huidos do sen rslabole-
cluiento, para liquidaoflo pm estar n lirnr-sr para In-
glaterra,.eonsisliiido rmcerreja rugan alada, o dos mais
superiores vinhos Madeira, Xerer, Porto, Malaga i
t lianipanlia, lamhrin engarrafados, de cha, uiobilia, in-
eiusive camas de ferro, < do mais que se pa tontear ;
torra feira 20 do coi rente, as 10 horas da iiiaiih.ia rm
punto, no arina/ein da casa dequalro andares com mi-
ranle, pertCJIConlo ao I-.mii. senador .Manuel de t'arvalho
IM ra do Aniui ini ; o advci te-se que o IralO de arrriltla-
inenln da dita casa por dous anuos (* uni, que aiiula
falto para llndar-se, ser.i Igualmente vendido na mes-
ma OCCaslii'o, polo que se ajuslar. 11 i
2 \o dia 28 do crrenlo, pilas 11 horas da liiauhii i,
far leilao judicial das rorragrns o iniideaa da luja
MailOOl de Siiu/.i liapo/o, sila un al. no da in.i-i Isla
u. (i-1, cujas lanudas sei.io arrematadas ciiles, para
inolhor coimuiidid.idi' dos licitantes; pudendo eslesculu-
parecer na mi ama luja, no n ferido dia c s horas indi-
cada*-, assim cini.o poder vi ros sortimenlos dos lotos
em mofo du porteiro Joo Janiiario Seria (iraudc. S
ri\isos diversos.
2~- O ab.ilxo assignado f.u sel ente aos seus frrgue-
tes, que iniiduu. a sin residencia da ra das Ci u/es, para
a ra estrella du Rosarlo, confronte a groja do mesnio
iionir,.- la runtimia a mandar apnlicar lusas.
Ii'iiiieu/ii Aires. Tararee.
O Sr. Jos, Angela Mareio lia silva, es ldanle dr O-
liuria, 'iii-ii i ir travessa de S. Cnncalu II. 37,2.' andar.
para reecber urna carta de importancia, viuda do Sul,
que Ihe deve ter entregue rm mSo propria, at udia2
do mi -rente iiupreterivelnienle, pois que a pessoa que
tem de entregar Ih'.i retira-se para imada provincia.
Roga-sc ao Se. thesoureiro da loieria de \. S. do
I.ivraiiieniii, que baja de au pagar o un io L-illiele ili
n. 232. sendo que sala premiado, senn a Franciscu Jos
Siquria Alvos Uarboaa, visto tor desapparecidu odilo
gelo l.ilhrle.
2 lirliiii.iCuiii.iiMs 1'rrcir.i lama embarca para o Rio
de Janeiro s. u csrravu Bazilio.
2~ lu casa de madama Millochati, naruaNov.tii
'/i, acaba-se de recebor prio navio Armar/que um ren
sin tinieiiio de lumias : chapeos, toncados, cabreos, lil-
vas, hitos, lilas, llores, faldillas, para vestidos de bai-
le, e em geial ludo n que exige o loih tic confoi lable .\,-,
seiihoras. Na inosma casa coulluuflo-so a Ihter chapeos,
lunas e vestidos de s, aburas, e meninas, doiuolhoi
osto, o il.i mais recente moda.
.1 pessoa que tem aiinuuciado precisar de nina amo
para casa, dirija-se a ra do Jardim u. " Keller S; C. c veudem-ie nnlcamenle noratitorisaclo dos
ditos agentes, na botica liaueeia dos Sis. S.iisset Se C.
n 1.1 ti i Chll n. '. IO pino de L-ilCII rs. cada caixililla
do ambas as nualidades, ndvertiitdo-se ao publico que
1.1 nuil as vi rdadi iras |.il.ii.is vegetara sao enibi uMiadas
no sen reccituario, rochado com o selle em lacra prelo
d is unios agonl s la i '-I no Rio ilr l.mrlro.
2 Hanoul Luf(da Silva aoibarca para o Rio de Ja-
neiro o seu esi raso crloulo, de i> me. ..o de "io an-
oos poucu oais ou menos. 5
'l Claudio Jos dot Santos, tal ao Prtlo <-,,;n esca-
la por Lisbot levan.Io em sua roiiipuiilua daus lilhos
de nonio Jos e Man .ir I 3
2 Xo pateoda rlbclra, sobrado de um andar o. lo,
anda se pode admltlir mais -.l^oiiS alutntius pura so
loilrulram em ludo quanio dis respaila as pritneiras lol-
tras, como uj gramtnallea nacional e latina, com o talo
oaclividade, que al hoje lem o tumuncianle empre-
gatl.i. (0
30 Sr. P. C. O. C. Imja de mandar pagar a quai:-
lis de 86/106 rs. impotls da tul coala, que j por
mtiss vetes a lem recebido, as-l.n como ImtnaMai car-
tas a que nao tem respondido, se ao quor ver o NO.
nomo publicado por essa ntjha, comoj Ihe promebo
seu credor na ultiin rada na jM i 1! 1 pagamento, ou
respn la e seta publicado ate* o dilo Sur. responder,
poique he o quo se ib -1 'a. (S
3 a pessoa, que aniiuntii t querer comprar a his-
toria de Inglaterra, em Ingle, dirija se a ra rorniosa,
defiont" do n. 3, na Boa vista ; nu mesma easa, ha pa-
ra tendor orna coll'ec8n asta: contlderavel de lltroi
fraoeetei, ingl zas Hallan cobra a lit'.'.alura, soleo-
clss artes prreo baralissiino. ;g
3 Aluga-to Urna casa nova com 0 quaitos, duas
sala), costaba fura muitu bera pintada na ra Im-
1 erial n i'. 11, 136 4
2 Antonio da Silva Ferreira liit srirnte, que pelas
1 huras da IIOIIU do di i 21 do rurrriite mr apparerrn
mu negro, em mangas de camisa, o calcas doqiiadri-
nlins. iii/riiiio, que tiiiha da pnrtc do Sr. Antonio Se-
baatio, ftliiUi iro, i.....ado< na na da i.na-1 i,na rm til in-
da, dar mu recado a iiicii fllho mala v< llio, e nao o quis
rnnli ii ii su i mal, ni ;: i i||| i i desojando SI ri.nl.' fallar
com o propriu moii lilho, guaraiido si u pal, o sua mi,
o quo o o gro pretendia ; i.>:'o ao dito Sr.. I t| i deau
nunci.ir pm- esl i l'olha, o que quer rom u meii lilho. lo
i l'recisa-se de um 1 m lo i tor i|UO'srja idnso( pre-
l'eiindj-sr Purlugtiet; na ra de Hurlas i:, ,11. >. '2
Publicares a pedido.
Hceebi do Sr. Dr. Antonio' Jos l'rreira a qualilla de
riiiroenl.i r icit IU rs., para rrcolhcra repartico lon-
prieuie, proveniente de principal c rusias contadas da
rxreiico promovida por a latrnda nacin d contra Anto-
nio l'rreira, por dlsluia da chancellarla, de que he de-
positario o nusiiiu Sr. Dr. Reclfe 2.'l de abl il de 1845.
II ailiniiiisliailor doS fritos d.i fa/enda.Jv>r Htlcirv do
(mil ral.
COMPANUA ITALIANA.
riir.vTHU rillLO-DKAMATICO.
Tirca-feira, 2'Jde abril,
Kxeoutar-so-ha a segunda representa.rao da iiilrrrs-
saute opera em dous aclos
O mgano feliz.
Msica di' Rossini.
Procos de entradas como de costiinie.
Os bilhcles vriidrm-sc na ra larga du Rosario n.
30, priuu iro andar, e no dia un thoatru.
III FATUO l'L.I.ICO.
giiaxdi: Hi.eiirsrNn.io EXTSUORDtaais.
/icneficio de Mr. I.oumico l.emuan,
o qual oll'ereco, pela |iriuieira ves, a grande representa-
i'.iii gvmiiastica o torca, quo lauto applauso tem moreci-
du, o.ni si'i ursta dado, cuiuu na curie ; depuis to quo
lora lugar a peca
Prospero e Vicente,
em dous actos.
No ii ni du priuieiro acto o beneficiado apresentar o
roo de Mercurio, oa dous gladiadores rumanos, u braca
de ferro edito de ac.
No segundo acto a gloria, o uioinho encantador, .i
braco de Millo de l.rulun.
Os bilhetes achu-sc venda, uo mesnio theatro, de-
niiiio 2/ do curenle.
Avisos lilil 'Minios.
2 l'ara o Rio de Janeiro segur o brigue brasileiro
S, Manoel Augusto, capilo Manuel Sinioes ; recebe carga
frete, eseravos a passageiros, para o que lem bull com-
iiiodoa : <| mu pretender, cutenda-se cun o dito capiioe),
2 Segu viaseui, em poneos dias, para o Rio dr
Janeiro a sumara Virola, turrada do cobro ; quein qu.
ter carregar alguma carga miuda, eseravos, ou ir dr pas-
tagein, cutenda-se rom o consignatario .Manoel Ignacio
detllivrua. na rila ile Apollo ll. IS. /;,
2 N. I*. French, capilo da galera americana Mas-
Icm, arribada na sua viageni, de Manilla para Now-
Vork, precisa tomar, risco iiiariliinusobre a quiilia, a
[rete da dita galera, a quauti.i de nove contot de rs
punco ni.lis ou menos: os prrlrudcnte's, podem ciiten-
der-se com os seus consignatarios, lieor; Forster & C.*,
iii.l do Trapicho n. 8. 7
3-- Para a Baha segu com toda a brrvldadea suma-
ca Nova Aurora : quein na inesina quiter carregar, ou Ir
de passageiu, dirija-se botica do Sr. Antonio Pedro
das Noves, junto ao aren da Cunceiro, que achara com
quein Halar. (5
3 -- l'ara o llio Grande segu breve o \rllriro brigue
FWls Deitno, capito Joaquiui Dias dcAtevedo, o qual
tein bous cmuniodos para passageiros o eseravos : us
pretendentes piideni Halar cun o capilo ofj com Aiuo-
im luimos, no Reclfe, ra da Uadeia u. -ij. j
O I'oiiIot fin tiictlitici Alcxantlre
le Sduza Pe eir do Carino ivndou-se
)aru i tu,i Larga do ll osario n. a 8, sc-
",tntlo andar.
O abaixo assignado declara no res-
peilavcl publico, rjiifi nilo escreveu nem
in.iiiloii escrever no Veitladeiro Rege-
nerador canita sen air.igo o Sr. lian
cisco Jos* liarboza, poique nao ha nem
nunca bouverSo motivos para isso.
Jus Tliomaz t!e Campos Quaresoia,
3 Prccisa-ta do um caixeiro de 12 a |4 annos,
para venda que ilC fiador a sua conducta ; em l-'nta-
de-l'uitas, ra du Pilar n. 67. 3
3-= Aluga-se u.ti pardo escravo Lom pagem e pti-
mo bolieiro eliernuito diligente; e lamb 111 se alu-
gao eseravos bufaes, proptoi para todo o servico ; no
Atierro da Bna-tttla n. 26, pritiieiro andar. 4
2 Aluga-se 0 segundo andar c aoto do sobrado da
rus Dlteila D. ?H con onunudus para grande lami-
lla c por preco mais conimodo du que eslava alugadu;
a tratar na ra Dirella pallara n. 2i. (
2 t) abaixo assignado pela ultima vei avisa a indis as
pessoas qucdcixrao neiliores em tuas lujas de caira-
do, tanto 11.1 di piara da Independencia 11. VI no lempo
1111 que fui sua, como na du atierro da lloa-vista n. i.
bajo de OS res-atar improlei ivelinrule ate o dia ittlTlu
torrente luc, o de tal data em vante pasta a vender, e
se d por drsouerado o aunuuciante, c caso nao ntco,
esto servir de mi ira aulorisaco para tal vendae perda
de diicilo.i lacs ulijeclos, qucpOSSM ter OS ditos Sis.
Jomium ,/.! Atas /'i reir. 110
Ml'l'l'tl IMP0RTA>TK PAR \ O POVO Dli l'F.li.NAMRLlit).
!lie espantoso o numero dus nOSSOS si iiirlhautrs ',
que eail.vaiuio siiceiiiube molestias que, sr fsseill
tratadas liinplesinentc, serian aluda vivos! entre nos
atlas molestias sao feralmente .1 phthvsica e.illi.u ros ,
ludigesto dyspepsia apoploxia fobres de toda a
especie assim coiiiii iulormiltciites, bilis, ose.11 latina,
guita molestia de ligado pleuresj inflamtnai oes ,
parlisis, hidropesa, brchlgas, saraiupo, lombrigas,
dvsrnlri ii eivsiprlas, inenassos de |u's o peinas,
lienioriboidas. lina aaniolesli.is de sriilioras.
Militas drslas niolrsiias sau radicalmente curadas e
todos allivujidas cun aquella celebre medicina popular
do Dr. Snell r as pitillas vog taca do Dr. Ilraiuliclh.
Iicconinieiiilanios a lodosos dorutrs, pois o nao re-
quer resguardo abzuiu. .\a Inglaterra o nos Estados
Unidos eslas pilulafteein sido o nico remedio de lis-
tas l.iiuili.is )i.ir longo lempo, tirando sempre o desoja,
do lini, leslahrlei'riido a saiidr.
N 1 corte c as provincias leein urna ettracciio enorme,
e sao nerita.las por inuitos dos mdicos mais habis da
brasil.
Acaba dr eheg.ir luna qov.i por. o drslas iiiv.ilu 1-
vets pululas, aos nicos agentes para l'criiambuco I.
.'1 Procisa-se de 11111.1 mull.-i branca ou parda, e a-
inla mora, para easa do huinem solteiro ou com puma
familia, e quo tonha boa conducta, pa se cmprrgar no
pequeo diario de casa; queni esliver tiestas el rcu ins-
tancias .'llllllllu ie. f4
.1 Ai rrnii.i-sr pelos amina e preco que se convencio-
nal* o sobrado da ra ta Vurora u. 48, em que inorou o
fallecido desembargado!' Amara! quem o pretender,
dirija-se aodc 11, 12 da mesma ra. i
' Oureeo-teum calsetro Porluguet, de boa con-
dlicta 1 ara toja < u ra ; quem de seu prestitno se
quitar utilitar, ditija-ie a tui do Lurainenlo toja do
tniu.lesas n (4
3 Precisa se de uina ama do leile prefarindo-su
oapliva na raada Assumpcio, delnuile do nicho da
Petiha n 16. '3
SJ. ao Cllmaco Fernandca CatalcaoU embarca para
o Ufo de Janeiro o seu eterato crloulo liaiio. 8 Pra sedes da Fonstca Couliolio, tomo Inveolarlao-
le doi i 1 i.s du seu i'.iUci'J.i logro, o Coronel l-'iancisco
de Bredorode Andrade* roga aos Srs. credorc domei-
111" fallecido qucirSo jusliDcar suaa dividas para po-
daren) sel all. minias no iiivciilaiin que esl ptoren-
do no Jui/1 dos Orpliios drsls rldade do toclla !
crlro 1 ,,:,. tranclsco loaquim Peielra da Carvalh. 7
'1 Aluge-so dma caii t.'trea na Solidado n. 17 ao
|.r do Si. \ hita cambista; 1 prclendeale diriju-so uo
paleo do Catino 11. 17, a Iralar com Gabriel Antonio. 3
i- Precisa -se alagar ti m escravo, que entenda do
lervico de campo pura tratar de um sitio perto da pra-
ca ; quem Uvera o quiter slugar, rija-se a ra da
Cidria d 1 Rcc'fe 11 Sa, quo a' hall com quem Iralar. 4
1- Aluga-se urna casa com 8 quarlos e duas s.las,
com grande quintal muruJo na (rente a cerrado dos
lados cnri grande cacimba l'.ila da tuno, e muila hor-
tallca c arvoredoa de liuio. que principlao a dar, no
principio da estrada dos AIIctoi, e tainbem so vende;
na ra da Cadcia o Reclfe n. -.. 6
6 A luja ostal'cli"ida na ra do Cuspo sob a (Irma
con..'v''"^ial da Miguel Jos linrbosa Cuimaraes J| Cotn-
panliia desde lo de Marco do Crrante anuo em van-
to llcou substituida pela de Culinarios Seraflm i
Cuinpanliia. |5
2 \ posSOa que livor nina arte francesa por Monte-
verde o .1 nina de \ ollaircqiii rendo llorar por I Magnutn
Lexicn 0111 milito boiu estado; dirijo-sr a ruadORan-
geln.M. ,4
_' lia para se alugar nina casa terrea, com dous
q11.111;., q11111l.1l e en imb.i, na rila tto Muudego ; quein
pretender dirija-se a holica da mesma ra. {.'I
.'! |Josejn-se tallar com o Reverendo Sr. Camillo Fur-
l.ulo de .Mriiilonr.i, .1 negocio de seu Inleresse ; anuuii-
cie sua mu ida, ou dirija-se ,i ra dos Copiares n. .">. ,'i
i Serrara bijiliaiilira da /'/ i.
< oniiiiii i-sr .1 serrar com promptidao aniaarllo, lou-
ro, cedro, das hillas que seeslgireui, o para sor mais
couimodo aos donos das madeiras, estas sr (omard e
entregaran 0111 qualquer piirtii, que por elles dunos tur
desiguado iralar cun os proprietarios Btiessard, ra
Nm i ii. .'.o. i oiiiiii ni na M'nai 11, i ni Olinda, "
s JOS. asm mam mu* t
, r w a .^^
CJftdy22/ BOJ lafSM^E
de \. do l ivianunlo.
Premio grande (:000.^00O.
As nulas drsti lotera" correm inipre
terivclmente uo dia >.S tio corrente, i-
qncm -ou ii'in liillitiis por vender ; e 09
restantes ach3o-sc ;i venda nos I
do coslumc.
garea
i-- Quein precisar dj um bom administrador para
engenho, pois tem bastante pratica, e he milito activo,
anda mes.....para fatenda d'algodio: ra ra dos Fra-
teret, priiueira cana, ou annum-ic para ser procura-
do. .*
2 Altigo-sr pretas, e moloques, para vendaren
atelte de earrapatst, nao sendo preciso os Srs. fazrrrui
detneta alguma porque tudo quanto he do trafico do
atolle, s, d*, e paga-te bcni : na ra du Cuclliu n. 2,
trgundaloja. 5
2 lluga-sc o tegundo andar e suio da casa da ra
d i Moe.la a. U, rom oito qtiarlos, duas salas, duas co-
sinh.'s, ciijo andar he multo fresco, por deilar os fun-
dos pira o m.ii assim ctmio a luja da inesnia easa. que
le ocha indi lagrada, e propria para amnascm, trndu a
vaiit.igeiu de ter o embarque no fundo da iiirsma; tain-
bem te aluga tuda a casa, a qualquerprssox, quenlsso
eonvcnli a : a Rail ir rom Prxedes di rOUSCCa Coiilinho,
na na do Hospicio u. i i
ILEGIVEL


-.M.n.-t*r%*nrA-V(>ni
A pesssoa, que por engao tirou uma c,i!a do
Crrelo, inda do Porto pura Jos Porreira da Silva
MagalbaVa (cuba ahondado de a entregar .1 sobredi-
lo na ra do Queiinado lojt n. 'i uu decate sus
I irt le procurada.
DMej ;-se fullar ao Sr. Jos Joaqun) Cavalranli di'
Aibuqucrque, a negocio de seu loteresse; na ra Lar-
ga do llus. rio 1. 1!).
Os meiui bilbetei n, 363 da segunda parla da
si guma nova lotera lavor das obras da igreja do N
S. do l.lvrainento en. 14*3 da prime-ira parle da ter-
cerra lotera a favor das obrai da Igreja de N. S. de
Guadalupe, perleocero a Manoel Antonio da Silva Goa-
larl, de Camaragibe e eslSo ein pode de Josi- de 011
veira Campos.
-, Muth libsMuria deS. Malbeus, 1 uva do DoOllO
gos Carlos de Arauj>, previne a quem convier, que seu
casal tem parte no sitio da Ponte d'Ucba que fol da
fall"cida Auna Clara Mouteiro p ir compra falla, a 26
de Marco de I8'>9, a Itumana Mara dos Afililos. Billa
da dita fallecida de conformidad)' cora a paitillia a qui-
se fymeedeo p,.[0 cartorlb do etorivio Ciriaeo, como
cnsul da escriptura pastada pelo tabelllio Coellio; nao
podi-m por consequencia os outros herdelroa d dita An-
ua Clara Montelro vender iodo o predio san accordo coi
a annuoeiao'e, que protesta nao desistir de seu domi-
nio e posseda paila que part ice ao seu cjsal ; cujas
herdelros s3o Antonio Fernandos Uenriques, Simio An-
tonio Ijoncalves e Francisco Anti.nio do Itorges.
Precisa-sede um amassadoi de padaria ; na ra
do Cor-Ilion. 13.
Jos da Fonseca Silva embarca pjra o Ccar a sua
escrava crioula de nome Antonia.
l'recisa-se du um caixeiro de bons coslumcs ede
bastante pratica ; no .'dundo Novo, ra de S. Francia
00 o. 68.
Na loja dj Joaqun) Jos da Costa Leilao existe
urna caila pura o Sr Ignacio Luiz de linio Taberna.
Desappareceo no da 23 ao corrente urna cabra bl-
clioj toda prcta con um ralintinho todo cimento,
ciim rima rintajrcta sobre as costas ; quem (ella liver
noticias, i.u a tiver aebado pode dirigir-so ao Atierro
da Boa-vista n. -ji, que seii recompensado.
o VERDADEIRO REGENERADOR N. 22
I-Mar a venda ao mel dia nos luanes do cos-
tume.
A. psima que anriun:i->u no P/fli o de sexta rei-
r 1 2o do crrante una ama branca ou parda pa-
ra o servivo de una casa dirija -su a ra do Rangcl
n. 52.
1 A loga-se o sobrado de um andar, da ra da
Virncao no bdirro da S. Antonio ; urna cusa no bair-
10 d.. Boa-vista ra Vell.a n. Cti rom quintal, cea-
cimba; eoutranova no buirro de Fra-da-Portas, na
ra de Guarurapes 11. 13 ; a tratar coin o propietario
Antonio Joaquim de Sousa Itibeiru 110 seu estripturio
na ruada Cdela do Recite n. 18. (7
I l'ara certa csplculafo de negocio se precisa de
4 10/fs. a juros e lodosos mezes se pgala 10^ rs. de
/iremio a quem os emprestar, por lempo de O a 8 me-
ros dando-te loa (Irma pura s-.gurarica ; quem qui-
zer dar annuncie paia ser procurado. 'o
1 Aluga-se um silio no luuardo Remedio, defron-
le da igreja coin decente casa para grande familia e
annis duas casinhas r.o mesmo sitio, e trras para plan-
tsefles; quem pretender, dln|a-se a iuu das Flores
n. S|. ,i
1 En;omma-se toda a qualldadn de roupa eom
asteio e promptidao ; na rua da S. Ciuz da Boa-vista ,
icnda o. 3, enli;ada depedra : assim como psecisa-sode
jm caixeiro menor. 4
I Desappareceo na manbSa de 25 do correte do
quinlal de uiu subtudo do luigo das Clnco-PontcS um
eaimiro manso coin os signaes seguidles ; h i ini-ira-
inente branco com urna manchiuba preta em urna
das orellias, e por maior entesa Um-se-lbe cortado
um pedacinbo quadrado 0111 cada lima das mesmas
quem o pegar ou a quem for oll'aieeido o inunde le
vur lu a la do (Jueimado sobrado n. !', que sota ge-
rit rosamente recompensado. k
1 Precisase doum Icilor que trabaltie o eutenda
de biaiilucoes ; na rua do Queimado n. 44 "i
I Troca-se a casa n. 0, du rua Imperial, por ou-
tra do niesmo valor, voltando em diobeiro o resto do
valor da grande; quuu quizar dirija se a rua Velba
n. 'i'i. 4
t A oflicDO de eocadernacjto, que o Padre Francia
co Cnellio de l.i'iiins e Sil va dirige, uiudou-so d rua
Ha.la para a rua de S. Francisco amigamente Mundo
." \ n. t>0, primeiro andar. Lila acba-se prvida d
ricos Icnos de dourar, magoiflcas placas de relevo, ei-
11 lleuti 3 couros o marroques de todos as rdr s com o
que pode eiecutar si mus elegantes encadernafdes,
que se esigirem quur intuirs, <| m-r carlonadas; o o
proee .-.1 que em prega no applicare bruir o uuro, tor-
na oso uourado da urna permanencia inlallivel, A mes
ina nliicina seencarrega lambumdu brechar qusosquei
< brai improssai eom perfeifao ja conhecida uo pubii-
10 o a um preco moderado 111
I Precisa-soalugar um silio parto desta pra^a ,
que nao exceda niais de urna igoa a que tenha gran-
de baixa de capim ; quem tiver annuncie para ser pro-
curado 4
1Aluga-so o terceiro andar da casa da esquina da
rua do Rosario delroote da igreja ; a trotar na rua do
(juciuiado n. .'O.
I Responde se ao unnuncio do Sr. Jos Luiz da
Silva liuimaiiii'S s.-bre o esclavo, quu SOnuociOO ,
une de Ollnda ba mais de 4 anuos, desappareceo o
casa da seu seono.r, um eseravo de nome a tunjo', u
qual padeca um principio de liialdade por trtbalba
em olaria e assim visto o seu annjrficuo queira exa-
minar se o do escruto lem os signaes seguiolet; se
bem me lembro he de naco Mina, de bonita figura,
estatura regular cara mal redonda do que cumprida ,
de idade quando desappareceo, :5 annos o j lallavu
sollrivel ; sendo o dito, annuncie para seu legitimo do-
no justificar e pagar alguma elispua quu tenha lei-
to. (id
3 Quem precisar de um Poituguez para padaria ,
ou ouliu oicupafiu duija-se a rua Dirella 11. 135 ,
defroote do Terco ou annuncie. 3
A mesa regedora da irmandade do
Divino Espirito Sanio convida os irinloa
a reuniren: se ,cm mesa geral, nu res-
pectivo consistorio, no .Joiningo in do
torrente pelas t lioias da manbaa alim
de reger de iHJ5a 1846-
Compras.
3 Comprio-se i (lectivamente para lora da provin-
cia escravos de 13 a O annos atado de bonitas figu-
ras pago-se bem : na rua da Cadcia do S. Antonio .
sobrado de um andar de varanda de pao n. SO. 4
3 Comprao-se diaiios voltios ou sentences a
J5C0 15. a arroba ; pateo do Carino esquint da rua de
Huas n, -J 2
'2 Compra5-so eflectlvamenla diarlos vclbos a 3iio
;s. 11 arroba ; nu rua dasCiu/es, venda n 2. "
2 Compra-* uma arte francesa por Monlo-verde ;
oa rua do Rangel a. 34 2
1 Comprarse quulquer porcio do papal, do embru-
lli 1; na rua da Somalia Nov n. 4, c na praca da l!oa-
viita deposito de assucar n. 7. 3
> Compra-seo dioefonario de Moracs, ou Constan-
cio usado; ; na rua Imperial n. 10?.
Vendas.
^- Vende-se dictionaire de L'Aeademie francaise i
volunej em folio por 111? rs. ; Lo Cambate universal,
voluntes porlf rs. : n.'Mundo Novo, rua deS. Fran-
cisco o 6>, primeiro andar.
1 Konde-seuma negrinha de idade de lia 13 an-
oos, cose e laz lavarioto naiua estrella do Rosario
n.-lf.. 3
I Vende-se um eseravo bom serrador e ptimo co-
sinhoiro ; ua ru da Cade!a v^-lha n 6.
1 Vct>de-sc um slllin patento ingles, com pou-
'o OSO ; na rua Imperial easafl 31. (
l- Vende-se uin seliim loglez, elstico, em muito
boin uso com estribos grandes de lati por preco
Bommodo, eumrelogi.i de patente, di* machina lior 1-
lonlal, muito bom]regulsdor no Atierro da Boa-vis-
tan i. (6
I Contioua-se a vender o bem conecituado rap
princesa da labilca de Gasse do Rio da Janeiro ; nao s
do lino grosso, o molo dito como do principe ; o
qual lem merec.lo grande estima dos entendedores das-
te genero em virlu le do S0U bom a'Ooia e conserva-
cio que ein tudo rivalisa com o princesa de Lisboa ;
os compradores dirijuse a rua da Cruz do Rccile n.
38, defronte da cacimba. IS
Charutos Regala:
(".hgados ltimamente pelo vapor um grande sorti-
ment vende-se em casa de Femando do Luce a na
rua do Trapiche n. 34. 4
1 Vende-se cha lifsson superior a l/Oe -2.fiO rs.
a lilua sabio amarollo mulloseceo a Klors. a libra ,
fariuha do UaranbBo a o rs. a libra, dila du tiigo a 80
is. caf de carneo a 120 rs mantelga ingiera nova,
a 880 rs. inasas para soupa a Ido rs. aieite docedu
Lisboa a 400 rs. a grrula cerveja branca bocea de
prala a 400 rs. a garrafa azclte do pelie a 1:80 rs. a
garrafal vlnbo engarrafado a 280 rs a garrafa, e da
Figuoira a 00 rs. e vellio a 900 e 210 rs c em cana-
lla u.ais em conti, c todos os mala gneros du taberna,
por mals commodu preco do que em nutra rinalquer
parle ; na venda da rua da S. Gut da loa-vista n. 3 ,
calvada de peora. (10
Charutos Regala e Primores.
domis excedente fumo, igual iosChrakano, em cai-
tas da cem ; ua rui di Cru- n. 20, primeiro amlar. i
1 Vende-se urna e>crava crioula de 15 para i0 ur.nos,
rom principio! de costura ; em Fra-dc-Portas rua do
Pilar n. 108. 3
Na loja de Manoel Jos Concalvcs,
Itua du iji.uiiiuilu n. 'i
endem-se lindos cortes de vestidos de chita com 13 co-
vodos e meio cada um a 3/ 2200 e 2'ioU rs. 4
Veode-se uma {escrava crioula de -1 anuos, en-
gonnna, cose chao cosiolla fa lavarioto( lava de
sabio e refina assucar ; 3 ditas de naci mocas para
lodo o ser vico ; um iliolequc de II annos, muito lin-
do, propnoparaolliulo ; um molocote de 18 annos,
prnpiiu para lodo oservico ; na rua das Cruses n. 41,
segundo andar.
\ 1 nde-SO una pela reeolhida de naco Renguel-
la do idade de IS a 20 anuos, engomla perleilamen-
10 e fu todo o servivo de uma casa cosinha muito
bem ao comprador se diro todas as prendas, que ella
tem assim como o motivo da venda ; na rua da Cruz
11. 6, prlmoiro auuar.
Vendem-to smenlos de liurtulica muito novas e
chegadas prximamente do Porto na roa estrella do
Rosario venda n ti.
1 ende-se um eseravo de navio muito rnovo por
preco commodo; na rua do (juelmsdo, confronto a
casada cmara, n. 1 primeiro andxr achara com
quem tratar.
Vendem-se crelas de tripa e bordoes para violo
.- rebeca d superior quaiiiadu o papel pauta 10 pa-
ra msica ; na praca du Independencia luja n. 3.
Vende-se uma cama de oonduro, bem feta, um
liar da Linternas, propiias para sala, e um par de man-
gas de viuro, lisa^; nu puteo de S. Podro 11 20.
Vende-se superior mermelada ; na ruada Praia,
armasem <>. 15,
Vendcm-se corles de chitas de listraso quudros ,
as ma s modernas quu leem chegado a 4/u i300 rs. e
cortes da lia pala Vestido u 'i// e 4200 ; na rua do Ca-
bula I ja de Antonio Rodrigues da Ciuz. i4
Vendein-se selllns Ingleses, linos, montara de
humera ditos para senhoia cabevadas lolic.is iogle-
zas beZerro de lustro de superior quulldade barre-
tinas com apparelho rico para olllciaes e soldados da
guarda nacional telina cananas e correantes ditos
de couro ruanco paia cavulluna rspudas plateadas e
de Ierro com toca e sim ella bandas ricas para ofli-
ciues, o inferiores, globos e estrellas, abotuaduras
douradas Hitas para lardas de (avallarla chicotes finos
i.uu mol tana de seuhora e hornera e outros muito-.
oujeclos tudo por preco commodo ; na rua Nova n.
S loja de Joio du Silva lirada (10
iVento-seama morada da casa terrea nova, na
rua da i',uma ; a tratar na msma rua n. S 2
Vendem-se os seguiotes livro em ingles gram-
malica por Constancio historia da Grecia, Pope < dle-
conanos tudo por baratissiino preco ; na ma do sol
o. 23, segundo andar. (3
2Vende-se eraconla a burdo do brigue hespa-
iibol TttktVatio, tundeado em lente da LingoOla un
bote do pinho novo bem uinlado e pregado de co-
bre de comprimeiito du 21 ps ; assim como uma boa
lancha. 1 [b
2Vende-se superior calcado Irai.cezde uma sola a
lOO rs. e de duas solas a 2^ rs. o oulras mullas qua-
lidedes ds calcado por preco com.nodo pelles de bu-
.'i 1 loliunc-/ a .';. i?, ; no Allciro da Roa-vista, loja
n. 21. IS
8 Vendem-se ricas sedes brancas para vestidos de
noivados mantas du seda escocer de muito bom ges-
to lindus chuls de seda bonitos brins de linho de
(Ores para calcas luvas do pellica cuitas e cumpridas
para senbora, ditas enfeitadas ditas para homem ,
boiieguins para homcm o.senhora chapeos du castor
bramos, ditos pretos franceses de superior qualidade ,
e oulras muiia- lasendss do gosto ; na rua Nova n. 8 ,
o na esquina da ruu do Cabug quo volta para a rus
das Irincheiras lojas do Acnaral Pinbelro. 1)
3 \ ende-se uma parda mullo boa engommadeira e
lavadura, au comprudor so dir o motivo da venda:
ua lioa-visla, luado Subon. 18.
3 Vende-se uma escrava do Angoia, de bonita liga-
ra mofa, com algumas habilidades, principalmente
a de ser muito Del, e nunca ter fgido, o que so aman-
ea ; na rua estreita do Rosario n. 10, terceiro andar. ,4
2 Vende-se uma casa terrea na travessa do Mar-
tina com duas salas 4 quarlos cosinlia fra ,
quintal murado e cacimba; a tratar no Atterro da Boa-
vista n. 38. 4
2Vcndc-sc uma venda na rua da Concordia, na cosa
n. 4 ena mesnia vendo-seum terreno na Capunga ;
um pretoj de idado ; e a casa que serve do armasem
de madeiras ; a tratar na mosma rua venda n. 4. (4
2 Vende-se um terreno de 200 palmos de frente ,
com 1300 o tantos de lundo na Turre a margein do
rioCapibaribe, equasi delronto do sitio do Sr. Fran-
cisco Antonio de Oliveira e bem assim terreno atter-
rado para 7 grandes casas, entre as ras da Aurora e a
do Hospicio sendo um delles na frente da rua da Au-
rura com 33 palmos do Irento, com caes e mais ter-
reno alienado para casas cor.tiguas, na rua da Palma
a Concordia ludo por preco commodo ; na rua da Ca-
deladeS. Antonio n. lo, segundo andar. (8
2 Vende-se che bisson de Lisboa mullo bom, a
S e2.S80 rs manteiga inglesa, nova, a 960 rs e fran-
cesa a 040 rs. queijos franceses, grandes a 400 rs. a
libra, ditos do reino a i#rs. latas cern palos era con-
serva de manteiga de parco a 1540 rs., ditas com lingui-
Vas finas a 3?0 rs. a vara dilas de barril a 440 rs. a
libra paios a 240 rs. bolaxinha inglesa marcada ,
muito nova a 10 rs. passas novas a 320 rs, llgos a
140 rs. peras seccas a 24o rs. a.uelxas a 320 rs. ,
nozes a 200 rs. ainendoas a 300 rs. castanhas pila-
das a ICO rs. arinha do Maranbao a 83 rs. a libra ,
espermucele ainciicano a 880 rs. .dito francesa SOO rs. ,
carnauba a 360 rs. a libra, cavada nova a ^280 rs ,
muito superior duce do guiaba erncaixoes do 7 libras a
l/rs vinhodo Porto, engarralado a lennos a 480
rs. dito da Madeira secca a 560 rs. a garrala dito do
Porto em caadas a 1760 rs. e em grrulas a 240 rs.
c lodos os mais gneros por preco commodo; na ven-
da da esquina da rua do Rosario por bixo do sobra-
do de 3 andares n. 39. (f
2Vende-so supeiior calvado ingles para homem
sapatos de cuuro de lustro para dito a 3# rs. ditos pa
a meninos a 2/rs. ditos para meninas a 1440 rs.
dilos de marroquim para seuhura a I2M) rs ditos pa-
ra meninas a 640 rs. ditos de selim para senhora a
ROO rs. borzegums para dita a 2400 rs. ditos gas-
peados pura hornera a V rs dito de cOres para dito a
5500 rs. dilus pretos ede cures para meninos a 3/ rs
chiquitos de lustro a 640 rs. ditos Ai rnsrroquim
400 rs., bolins de dito a 480 rs., sapatos de marroques
para homem a '20 rs., ineias de algodio para meni-
nas a 400 rs. o par, luvas de algodio para homem e
senhora a 320 rs. cspurtilhos para seuhora a 1600 rs.,
pellos para camisas dehoinem a 400 rs. ; na prava da
Independencia, lojas ns. 13 o 15. (13
3 Vende-se a 3/ rs. o cento de bichas, muito boas;
na rua da Cruz n. 62.
3 Vende-se uin rauleque du naci du bonita figu-
ra de i'i annos, sem vicios nem achaques; na rua
du Manuel Cuco 11. 20.
3 AITENgMJ 1
Vendem-se as superiores e verdadeiras perolas da
India muito iguaes tanto na cor como em tama-
oho proprias para ornato das senlioras, conforme
o u'lirno guslo ; na rua da Cadea do Recite caso de
cambio n. 24, na mesma cusa acha-su a vunda bilhe
les e Hielos dilos de todas as loleilat desta provincia, (i
3 Vende-se por todo o prego, uma porvio de pe
sos velhos de uma e duas arrobas ; as Ciuco-Pontas
11. loo. '3
3 Vendem-se bichas de Uaraburgo muito gran-
des c boas e mais barato do quu em uulia qualquur
nsrtu ; na ruu du Apollo arniasom 11. 0. (
3 Vende-se umjbom sui tmenlo du livros pautados,
em branco por pravo mais barato du que em qual-
quer loja de livrus mesmo em porvio grande ; na la
do Cabug loja de fasendus de Pereira u Cuides.
3- 4 ende-se um paulo 0)0(0, de bonita figura com
principios du carpinu e rubnador de assucar ; na rua
Nova n. 44. 13
3 \ i-iiiIc-m' o verdadeiro marrasquino de Zara
em frascos viuho da maeira eugariafado presunto
para Hambre, hcelas com doce de ameixas e de elvss ,
mas coa dito de pera ditas de pessago ditas de da-
masco amendoas multo novas ameixas licor fran
cas, tudo por preco commodo; na ruu do Collegio,
venda n 9. '
3 Vende-se um inoleque de bouita figura de 18 a
20 annos de idde sem achaques bom cauoeiro o ca-
maroeiro e cosinha o diario ue uma casa, au com-
prador se dir o motivo da venda ; era Fra-de-Porlas
11. 05.
3 Vcndcm-se as admiiaveis navalhas de eco da
Clima, que leem a vantagem de cortar o cabello sem
offenca da palle deisaudo Bear o resto parVcendo c
lar na sua biilbunle mucidade.
lte avo vera excluzivamenle s da Chinda e s
uelle trabaliiio duus dos mais abalisados cudenos da
rica cidade de Pi-kiin capital do Imperio da China.
lie recornmendado o uso destas navalhas por todas
as saciedades de sciencias medico-cirurgicas, tanto da
h'uropa como da Asia, frica e America nao s para
prevenir a molestias da cutis mais al como um ineio
cosmtico ; na rua do Crespo u. 15. (10
3 Vendem-se esteiimbas pintadas muito bonitas
para S; pr em cima de mesas ou suplas pelo mdico
preco de doze vileos cada urna ; na rua do Cabug, lo-
jas de Uscndas do Pereira e Gucdes. (4
3 Yi-iide-sc a piaso, uma reslilavao coa todos os
seus peileoces e se pruinelle ensinar lodos os segre-
dos da dita eslilavao na rua da Calvada, outr'ora rua
de Manoel Coco ou na rua Rolla, sobrado novo pro-
xiinu a mar. (5
4 Vende-se um bilhar com lodos os seus pertences,
do rnelhetr gosto o modelo que presentemente se pode
encontrar; a tratar na rua da Cadeia de S Antoniu
ein cusa do marcineiro Ingles junto do Sr. Cerdoso das
aherengas n. 27. 5
4 Vende-se uma escrava mua com algumas ha-
bilidades ; no pateo do Cumio n. alia. (2
4 Vendem-se duas moradas du casas terreas, Taitas
a moderna e bem construidas, na ruada Coucordia ; a
trtlar na mesma rua u. 3. 3
i Vende-se potussa russiana muilu nova o de
supeiior qualidade um barris pequeos ; na rua da
Cadeia do Recife annasciii de assucar n. 12. (3
5 -Vende-se, ou perinula-se por um sitio pequeo ,
que lanha boa aixa para plaotar capim, e que seja na
estrada do Manguind ou Punte de Ucha uma ex-
cedente casa terrea coui grandes commodos, e sabida
para a raai no principio da rua Imperial; a tratar na
mesma ran. 9. <
o Vendo-so uma mulatinhade 18 cunos rocolhida,
boa costureira, erigominadeira cusinheira ; uma dila
de idade 25 4 unos, boa engommadeira coslnbeira e
boa ama de caca ; 3 pelas cun as mesmas habilidades;
3 dilas por 200/rs. cada una (osiiiba, u\iu, u ven-
den) na rua ; uma mulalintia de 14 anuos boa para
Irabalho de campo ; na rua do Crespo n 10, primeiro
andar.
7 Vendem-se sarcos com rarcllos, pelo mdico pro-
co do 3/ o 5000 r ; na rua da Senzalla Velha n 13S. 9
0 Vende-se Danno verde para billar muito lino,
e saceos de estopa vasios, muito grandes ; na rua
da Cruz n. 18. ,.
2 Vendem-se laixas de ferro coado e batido, mo-
cndns intuirs para agoa e anlmaes 10|M de tambores
para armar era madeira furnias do foltaa do farro para
purgar assucar as quees leem approvado muilo bem o
sio do multa duracao machinas de vapor de alta e
I aixa pressio, do lorpa de 3, 4 e 6 cavsllos ingiezes; uma
prensa hydraulica para enfardar algodo e mullos ou-
tros objectos de reacbinlsmo. A boa piniao de quo
gosao, ha muitos annos as ferragens desle estabeleci-
inento, serve de garanto a bondade das mesmas; na
rua da Sensalla Nova n. 42,em casada Johnslon#,Nosh.
outr'ora#rFos Stodsrt. M0
iVendem-se, por preto commodo, saccas com mul-
to bus farinba, vinda do Rio de Janeiro; na rua do Vi-
gario armasem n 24. 3
2=Vcndc-sc, por un valor correspondente, um lindo
inoleque de 18 anuos, peifeilo eanoeiio, pescador de re-
dhiba, e hbil em qualquer OUtTOSCrfifO, boa figura,
ein vicios, c sem achaifues : na rua de Agoas-Acrdi's
ii.2l ; ua mesma casa, un sitio cen casa de vivencia
a niargem do Canlbaribc, por pre;o commodo. (5
Vendem-se a 4#G00
saccas com a mcllior farinba que lem
31 se acabar de educar; i escravos uiocos, bous para o
chegado do
Hio de Janeiro, temi al-
ciucirc da" mciiida velha, reorlilemente
desembarcada de bordo do patachoS. Jo-
s americano; tamLiem se vnnde a
milito acreditada familia de Mago e Sn-
ruliy ; na ra do Crespo 11. 23, primeiro
andar.
Vendem-se intti lindos cortes de
na na
chita a 2S000 2x200 c 2S4OO ; ..-
do Queimado n. 27, loja da esquina que
vnlla pata Palacio.
. avor 3 *.-r \ r *
Escravos Fgidos
2 liesappaicceo desde o dia 19 do corrente o pret0
Antonio de naci llebolo do idado d < 30 annos, bai-
lo, curpo regular, cor preta barba a roda da bocea o
queixo tem uma falta por baixo de uma orelha que
parece ter sido aparada com pequea falta de cabello
na cubeta proveniente de carregar peso, pernas cabel-
ludas bera ladino, andavs ganhando na rua ; levou
caifas de algodio axul e camisa du algodo du panno de
rede chapeo de palha velho ; quem o pegar leve a
rua da Cadeia do Recife lujada lerragens de Juaquira
Jos da Costa Leilo que sari bem gratificado. (9
i_ No da 13 de Maico p. p. lugio uin molequo de
nome Joaquim Cavaugu que representa 14 annos de
idade cor preta reforjado do corpu, luivdes propor-
cionadas e he muilo experto ; levou camisa de algo-
dio e caifas pretas ou de riscado chadrez ; u tendo si-
do cncuntrudo a principio por pessoas conhecidas as
ras desta culada j.i ha muilo que uio apparecu
por isso suppde-se haver sabido para lora ; portanto ,
roga seas autoridades policiaes e capiles de campo a
aprehendi do dito eseravo para sor oiilreguo na roa
Direila n. 4 porcuna da botica, aun Jo se recompen-
sar. no
2 Fugio do abaixo ussignado no dia S de Fevoreiro
do correle anuo, uraescrav > de nome Antonio, de a-
fio Congo reprsenla ter 30 anuos de idade, baixo,
chelo du corpo bstanle barbado gagueja quando so
expressa 110 fallar. No dia 17 do corrente lugio d-< mes-
mo abaixo ssiguado a escrava Eufrasia de afio Ca-
iitui'.la baixa secra do corpo peilos bastantes gran-
des e ussignalada c Jin uma cu-iuu 110 ci'tovelu do
braco esquerdo ; quem dos mesinos tiver noticias, ou
os pegar, leve ao sitio defronlo do livm. Viscondo de
(ioiunna, na esquina que vnlla para a eslrada de S.
Amaro que ser gratificado. Juilo Meiumuceno l:cr-
reira Je Millo. 111
2 Rogu-se as autoridades policiaes capiles de
campo e pessoas particulares de cppreheuderL'm o pre-
to Luir Paulo eseravo que foi do fjlleeido Machado
Das com Li'cn.lui em tiaranhuns para onde se dii
foi ; os signaes sio ossuguintes ; baixo, muilo barba-
do velho, alejado das duas inaos, quu as nao ubre pe-
l'eitameiitc; quem o pegar, leve a rua do Queimado ,
loja de lusendas n. 41 od a fassngcm dos Arrombs-
dos que ser recompensado ; o preto lugio no dia 10
do corrente. (8
i Raga seas autoridades policiaes e capiles de
campo e mesmo pessoas do povo a apprehcnco I de es-
eravo de nome Gabriel, da n.cu.1 Moe;,iiiiliiq;ic, de ida-
de puuco mais ou menos de 30 aunus o mcllior signal
por onde pode ser capturado be ter na rolo direila 4
dedos as pernas um tanto arqueadas \.ts muito mal
feitos o grossos, anda com una cinta de quadros encar-
nados amarrada na cintura eshapeo de seda preta j
usado, calcas brancas do briin trancado ji usadas o
sujas tem sido encontrado na rua da tjuiu llecco-lar-
go pateo do Carruo, oem uioa venda de garapa na
rua Nova delronto do tanque ; o abaixo declarado
protesta perseguir com todo o rigor da le a quera o ti-
ver oceulto ; quemo pegar, leve a rua do l.nrainenlo
n. 33, ou na prensa de Joaquim Jos l'erreira no Fur-
le-do-Mallos quesera recompensado o eseravo au-
sentou-se no dia 18 deste corrente mu. 14
3 Ao amanhecer do dia IS do corrcnlu desapparu-
cerio do engenho Rosailo lregue>ia de Serinhaem 2
meto com os signaes seguinles : o primeiro de Ru-
ine Lucas do gentio de Angola de idade de 45 an-
nos altura ordinaria corpulento e bem apess-ado ;
e o segundo de nome Patricio do naco tlocambique ,
de o e tantos anuos ci lula allu, bem fello de cor-
po e suppe-se ter os denles aberloi ; ho de presu-
mir que fugiiio ambos junios assim como que po-
dan trocar os nomos ; levnrio bastante roupa por le-
rernfurtadoa dos seus parceirus e lalver conduzao
umsurrio, que possueni : roga-se porlanto as auto-
ridades policiaes e pessoas do povo najio de os pren-
der enibora elles apresentem curias ou qualquer
passap'orle, cerlos de quu sci falsa o os leveui a seu
senhor Antonio Germano Regueira Piulo de Sousa, no
relerido i-ngciiho ou a Gabriel Alfonso Regueira, no
Recife, tua da Aurora n. i'i, segundo andar quo se-
rio generosamente recompensados. 06
3_ Fugio no dia 12 de Fevcreiro un preto de nomo
Joio do naci Cacaugu pus loveiros ugrossos gros-
so do corpo falto de urn dente da parle da cima; levou
caifas ecamisa de algodio azul o mais urnas caifas du
briin h aneado bramo por cima da oulra ; quem u pe-
gar levo a ru 1 Direila loja n. 2, que sei recompen-
sad!. 7
l'EUN.
DiATVP- Ut IU. F. DE KAHlA lb-'|.


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