Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05561


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Full Text
Auno de 1045-
Sabbado 19
O DIARIO publica-sc todos os das que
nio forein de guarda: o preco daasslgua-
iiii.i he de Aj/n, por<\uarielpagotadiantndoi.
Os annunclos dosasslgnantcs sao Inseridos
a razao .lillcrente, c as repeiicdes pela metade.
Os que nao forem asslgnaiftes pag8o80rs.
poriinlia, 160 em ifpo dillcrente.
PllASES DA LA.
La nova a 0 as i li. c 21 litio, da tarde.
Crcscentc a i as 7 hor. c i inin. da tarde.
I.na chelo a 22 as i hor. e 9! niin. da man.
Aliiigoautc a 2801 9 hor. da tarde.
PARTIDAS DOS COMRK10S.
Goianna r Paralaba, Segundas e Sextas rei-
rs.
Rio Grande do Norte, chcga>a 8 c 22, e parle
a 10 < :>i.
Cali, Serinhaeni, tto Fonnoso, Porto ('al-
vo, e M.uevti, no I .<>, II o 21 de eada mi/..
Garaiihnns e Honito a 10 e 24.
Roa-Vista e Flores a IS e28.
Victoria Quintas feiras.
Ullnda todos os das.
PMKA MAR DE MOJE.
Priinclra as 2 h. r 54 min. da tarde.
Segunda as 3 h. IS minutos da nuuikaa.
de Abril.
-?.-. M*->s*G3#?*"s-it- -m--1
DAS n\ semana.
14 Segunda S. Tiburclo t Valeriano, aud
dol.de i), da 2 v., r doJ. M. da 2. \.
I.") Terca Ss. Mazilissae Auaslacia. riclaco,
aud. doJ.de l>. da I." v.,edo J.dos Fcil,
I( Quarta S. Engracia, aud. do 1. de Di-
relio i! i I. vara.
I? Quinta .s. Aun i lo, aud, do I, de Din-i lo
da 2. vara.
IK Sexta S. Oaldino and. do I. de Dlreito
la 1 vara, e dn Julz dos Keilos.
19 Sabbndo S. II, cinogcncs, Iti I., ati I. do J.
20 Domingo s. Igucs.
Amio XXI N. 7.
CAMI IOS NO DA IS DE IBRIL.
Cambios si hre I/mdrra.....25 ,.
" I' ti i. 372 ri'is por franco.
11 'i l.i-lnu 120por llMIde prem.
Premio de leu i- il !,., is linna i por .
Orno Moi didi .' III. r 'ion i 17150(1
o ii de lii |ll:l i,,)-,. r .i i., |7, ;iki
I 9 m 10a I (OH
/Villa- Pal icocs'......l mili i. oso
i Pesos''olumuares IjOSOa 2,#000
Ditos Mexicanos .. |.'H>;.i I/80
Mocdas de 2 patacas l---.:in.i 1/280
Ditas dt' nina 30(1 a 5811
Wves da (.' do Beberibe n-niin
PATE FFICIAL.
Governo da Provincia.
Espediente do tlia 11 do enrente.
Ollieio Ao jnii iniinieipal da I* vara, ordenando,
mande Intimar aos donos do casco da galera Noea-Auro-
m, quo dentro de umpraio rasoavel, mies, me mar-
car, Cacao remover o mcsino casco da trada da Corda
calbado, e em que nao pude continuar a estar, para nu-
tro qualquer lugar, que pelo Inspector do arsenal de
iiiarinha Ibes lor designado; e bem assim, que, sob pe-
na de sera rcmocaoeilcltuadajudicialmenteca sua cus-
ta, niio devem delle tirar objeclo alglllll, emqiianlo nao
salisii/.t-rom a InUmacao.Omciou-sc respeito ao Ins-
pector do arsenal de marinha.
DitoA'cmara municipal de Cimbrea, transinittiu-
do, approvadas pela assembla legislativa provincial, as
respectivas posturas,Taniliem se transiniltio cmara
da Victoria mu artigo addieional s respectivas posturas,
igualmente approvado pela assembla,
dem do din 12,
OllicioAo chele Interino da leglao da guarda nacio-
nal deSe iuhciu, declarando improcedente a duvida,
por s. me. exposta em ollicin de .leste mes; por isso que
aos guardas, que condu/eiu recrulas para esta capital,
se abona pela tlicsotiraria o sold de Hopa de linha
Ditovo administrador da mesa de rendas internas
proviueiaes, ordenando, cm couscqiicncia de lesuluro
da .isscmbla provincial, que, vista da arrecadacao da
dcima nos anuos de lN,'l I8W, Informe, ijuaiiio julga
poder caber a Estanislao Pcreira deOlivelra pelo lanca-
ine:ito dos ditos anuos.
DitoAo chele de polieia interino, significando em
resposU ao seo ollicio de boje (13), que .i vista dos ter-
mos do aviso imperial, que mandn preill liherdade a
Ignacio Pires da Silva, e da comuiuulcacSo felia pre-
sidencia pela secretarla do imperio de haver eessado a
rcbcllao da provincia de S. Pedro do Rio ('raude do
Sui, he fura de duvida, que o referido Pires pod seguir
paraonde Ihe couvler, oqueporcoiiseguiutcest no ca-
so de obter o passaporte, que a s. me. requereo
DitoDo secretario da provincia ao I" da nsseinbla
legislativa provincial, acensando a emita da recolta
despesa da administraefio do patrimonio dos orphaos,
que, por p-irlc da lucsma assembla, requisitou em sen
officlo de 2 deste mes.
PERN MBuCO.
ASSE.Mhl.KA PROVINCIAL.
SCSSlO i >i l.*> DI 'lilil de 18-ij.
PruUtHcia do Sr. Pauta Lcenla
As II horase pela, o Sr. primeiro secretario faz a cha-
mad I, e verifica cstarcni prsenles 2(1 Srs.deputados.
O Sr. presidente declara liberta a.scssn.
O Sr. 2." secretorio l a acta da srsso antecedente qui
lie approvada.
O Sr. 1." secretorio d:i couta do seguintc
EXPEDIENTE.
l'in ollicio do secretarlo do governo, remetiendo un
officlo do Kxni. hispo diocesano, acoiiipanhado da inlbr-
lliocaodo II."'" visitadora cerca da representaran da c-
mara piunicipal do bivjo, sobre limites das freguezias de
-S. (..ulano c (le S. Jos A CommiSsSo de eslatistlca.
I.co-se o Seguintc parecer :
A couiurissao de ustrucropublica, a quciu fni pre-
sente o requerimeiilo dos habitantes de S. Jos, em que
pedem a crcacao naquella IVegue/ia de um cadeira de
lallin, ed'outra di'prlmeiras lellras, assim como are-
limeo de nina das professoras de prime!ras Icltras para
o sexo l'eininino, da freguezla de S. Antontu parap outra
frrguctia, he de parecer que se indelira dito reqiiiTiincn-
lo, visto que, havendo duas cadeiras deprimeiras let-
tras na fregueiia de S. Antonio, pode ser nina dcllas
transferida para S. los; e asslin fica satisfeita a provi-
dencia pedida; e que, havendo urna cadeira di' latiui em
cada um dos ti linos desta cidade; pdeni os meninos
daqucila freguciia Frequental-as, sem grande inconve-
niente.
Qiianto .i remorSoda nrofessora tambemnSoba que
deferir, porque esta medida cabe ao presidente da pro-
vincia (oiiial-a epor islo nao se ha lllister de providencia
ulgUlua. Sala das sessoes em \A de abril de 184")..1/-
ranfnriiilo A. I'. Maciel Monleiro.it
Fol approvado.
OSt. Lopes Huma propoe que os estatutos do collcgio
dos orphaos seja rcincllidn a algllllia das comilllssoes ex-
istentes, ou que SC llOlllc nina coiuinissao especial pa-
ra que aprsente o seu parecer respelto.
0 Sr /'resiliente declara receber o requei imenlo co-
mo indicaban, eque o enva, a coimnisso decnuslitui-
i ,io e poderes.
U Sr. Taques (pela ordemj pondera, que o requeri-
iiieuto he sobro objeclo de pura economa, e que deve
ser decidido iuiuiediatameiile ]icla assembla, sem de-
pendencia de ira coininisso.
O Sr. Presidente declara, que da suadecisao tein o Si
depuladu appello para a assembla.
O Sr. Aijuiar pela ordein reflexiona no sentido do
Sr. Taques.
O Sr. 'resiliente consulta a assembla, se considera,
como indicacao, o requerhuenlo doSr. Lopes Cama.
A assembla resdlvc que he reqiiei imenlo para o lini
de ser logo decidido.
Assim approvado entra Clll diseussao.c depois'de lin-
vissiinas rellexoe.s, a assembla resnlve :
Io Que os estatutos sejo cncarregados a urna das
commissiies existentes.
V l'ue o projecto coiilenha as bases das adniiuislia-
ces do pali iiuouio dos orphaos do collcgio.
.1" Que regeila a terceira parle de Ulna emenda do
Sr. Taques, para que este projeclo conlivesse a crca-
efo e aitmiiistracn do collcgio das orphas, e sua ad-
uiissao no convenio da (loria,
O Sr. I'resid ule declara que oscslatutos vao ser cncar-
regados coimnisso de legislacao.
UKUI M lili DU.
i1 parle, conliiiuai ao da discUSsSo do parecer adiado,
i cerca da pretencu do Sr. Mena Callado Vide/>iurio
n8l).
O Sr. l'ernira llai reto: l'.u liuha pedido honleiu a pa-
lavra, Sr. presidente, para diier alguina colisa sobre o
actual parecer da coimnisso, por sso que o Si Mena
pede, segundo pude PUtender,"que esla assembla haja
de marcar-lhc um quautilalivo, para que elle possa
ir, ou mandar a Portugal, ou a algiiuia oulia parle da
Europa...
O .Sr. Tagnes:Pede um premio pela invencao.
O Orador:Pede, coinodissc, um ipiautlalivo para
ir ou mandar a algiiina paite da Europa, a fin deque
ohlenhamos o bicho da seda, a liu de que possaiuos i r
eiu Periiaiubiico este pstabelecluieulo. i'uaudo houteui
pedi a polavra, eslava na pirsuaso, de que nos li-
uhauos o bicho da si da no interior dos nossos SCrUkSi
cu couservava hielas disto, ha muito tempo, e estas
deias se corroborriio de mais a mais, coni a minha re-
sidencia por alguiis lempos cm l'ajelni de Flores. Ob-
servei all, que exislio us iuseelos, que lahricavao ca-
sillos, dentro dos quaes havia Ulna especie de seda, co-
mo cm los blancos, mais claros, ou mais escuras, a ic-
melhanea do iclroz desliado : obscrvci anda, que estes
uiesnios iuseelos se dividan em duas dulcientes uUsscs,
ou ao menos assim ojiilguei, porque os seos Habadlos
eran diversos, pois que havia dillreuca Scnsivel entre
mis,e oiilins casillos, mi su na couliguraeo dessesnies-
uios .casillos como lambeui nos lios, de que elles csta-
vo linios : eoriolioiava anda o nieii peiisanienlo a opi-
uio das pessoas do paiz, que denomina vao bicho de seda
asta classe de Insectos, e aluda vinba eni mcu soccoiro
urna memoria, que cu havia lido, c linha conservado,
obre os bichos de seda do brasil, escripia por um ho-
iiieiu de graiidlssima litteratura, que veiuos, e era el-
le fre Josif Mariaiiuo da Gonceicflo Veloso, religioso do
Rio de Janeiro, que deo a lus varias e dillrcntes uieiuo-
ras, sobre diversos assumptos de economa poltica,
que, segundo o que milito iiiesqiiiuhaiuente posso ajui-
sar, me parece havcl-as escrlplo inuilo lieni : ufiofess
islo, ha delle algiius oulioscsi lipto.s, c dissertaincs cm
male ias dillei enles. Mas procurando, e revolvendo hon-
lein mi'lis livros, amis pude descubrir isso, que li so-
bre ns bichos da seda, c cutan liquci cm per|dexidade
uo negocio.
Rcllceiindo pois, parcceo-llie, queem realidade exis-
te nina grande dillcrcnca culie os denominados bichos
de sida no brasil, c os da Europa; epor esta razao don
de ni.io a dla, em que eslava de presentar alguns pen-
saiucnlos contrarios ao parecer da illuslrccoiiiinissati :
nao posso porm deixar de dii igir-ine daqul iinsiuo a
pessoa, que procura rncarregar-sc de Ir a Europa, e
plantar eutremis o estabeleciiueuto, que deseja, e ps>
dir-lhe, que volle laiubeiu su as vistas para o nrasil; que
emprendida una viagem ao Interior dos nossos scru>es
que examine, quautii poder, esses iuseelos, que se diz
produsirrm a seda; qUC examine esses casillos; porque
bem pode ser, que elles eonlcnlio iiicsiuo lios de seda,
e que possao ser approvcita>le>s coiu bstanle interesse'
para o nosso pal/; porque V na realidade, depois das a-
veriguacoes, e prec|ges exames, se liouver de reconbe-
Cer, que nos linios essa qualladc de seda, ser isso de
extremo nrovalto, grandissimo interesse para nos, c
laiiin mais, i| iiin tu he preciso fazer planlacoi s de amo-
Bras, para que os bichos da seda, que loieni transplan-
lados da Europa, hajo de poder existir, e medrar no
lliasil, ao mi sino' lempo, que os insectos, que vivcui
nos nossos sci liles, c que se d, iluminan o bicho da seda,
leni a vanlagcui de se iiiilrireui das arvores do paiz, nao
sendo necessario mais esse trabalho de se cuidar tanto
d.i plantaran das amoreiras. Cumludo cu nao me oppo-
uho a que se d ao Sr. .Mena, oque a assembla jillgar
que conveiii, parapor-se em platica o que elle procura;
CAROLINA NA SICILIA. (*)
ln suwjuin/ finios
DIVISA DA iilim.M DE S. IlMimn
PltlMEIRA PARTE.
II.
T1STA DOMOS RETROSPECTIVA.
Pois que alguns csclareciiucutos histricos sao ne-
cessarios para a inteligencia do que precede, c do que
deve seguir-se, peco ao leitor perimssiio de fazer curta
pausa cinquanto nao vou mais louge.
No lempo da couqiiisla de Capoles por t'liaiupiomiel,
acrie rm massa rrlugiou-se na Sicilia, e a repblica
Partbenopcana foi instituida pautada pelo Directorio;
mas abalada aonascedouropelas irn|ias docardeal Ituf-
fo, morreo no saugue dos Caracciolis, dos Paganos, dos
(arillos, dos llallis, de Eleonor Pimentel, de ludo oque
eiilo havia cm aples de lutelligencia e de virludc.
Todava una capUuUflo havia sido assiguadi, e al ga-
(*( Vidc Diario a. 8.
ranlida por lies potencias, a Porta, a llussia e a Ingla-
terra; mas todo o mundo sabe como foi ella oliservuda
por Nclsou, o exceiilor desse iinplacavcl perjurio.
O herosmo das victimas cancou o furor dus verdu-
gos; e o Terror realista de 17'J'J sobrepujou o Terror po
pul ii de 1793, tanto rivaliso os |iarlidos cm furor na
sanguinolenta rancha das reaccs. A victoria de Ma-
rcugo poz em liui um termo essas atrocidades, e for-
cou a corte napolitana lima clemencia tarda, e ja in-
til ; pois eslava a lisia dos uiarlvrcs csgolada. A ordem
rcinava em aples.
Por iutercessao da licspanha edo Czar Paulo 1., cuja
inerveneo a orgulhosa Carolina nao desdenliou solliei-
tar, o primeiro cnsul consentio cm restituir Fernando
o sen reino, sob condifo de que manteria, a respeilo da
Franca, pcrfelta neulralidadc; mas cm breve violou o
principe a sua patarra, entrando, em couseqilcncia de
una viagem da ranilla aVieiuia, na grande coalisao de
1806. r'ol o perjurio castigado iimiiediataiiieiile depois
de commelido: a espada do conquistador escreveo, so-
bre o campo de batalha d'Austerlits, esicterrivel decre-
to: ii A d\ nastla dos Konrbon. de aples cessou de rei-
nar! )i Jos lionaparlc fui designado para sen suocessor.
Nova fgida da corte, novo exilio na Sicilia.
llaviau os Sicilianos, a pi nucir vez, recibido os prin-
cipes coiu ciiihusiasiiio, esperando sem duvida, que ca-
hisse sobre elles a ehuva das gracas reaes; mas as su m
liuscs depressa se desvaneoerao: aespionageni, a de-
lacao, os tribuuaesexcepciouaes, as prisues d'Estado, as
tinturas, as i xacedes de loda a iialure/a, forjaos benc-
llcios que Ibes oiilhorgou o luonarcha desterrado. Tildo
ihe era suspeito, ludo, ate as caltas C lulssas, como ino-
auics loiivo muito ozelo e aetividade du pelieouario, em
materia lo linportaute, e que nos pde,e deve ser mul-
to prolicua, trasendo-nos grandes iuteresses.
o Sr. Lopes Gama : Sr. presidente, liontcm mu iiieu
collega, amigo P prente, anuir do parecer, Slisteutou-O
milito bem, e cxi.t ilion cxeelleiilemi'lilc ; rei-UOS ciinlie-
cer que nao eslava esquecido das regras oratorias, pul-
que exorilioii de man. ira tal, que pareca que a malcra
era da maior transcendencia, apresen ton priucipios mui-
to lumiiiusos, deseuvolveo diversos principios da scieu-
i'ia cconouiica, islo he, ila seeucia i\'\ moda, eloglou
umita o trabalho, e nesta parle cu csiou coiu elle mas
mu oulro Sr. depulailo, [ambeiu ineu amigo, enuipai les,
l\i alguiuas coi recen, s a Pises principios, e he eoni ellas
que cu concordo uo principal da materia mascsleSr.
uenutado depois* tnmbem disse, que todas asdespezas
erao productivas, e uisto nao concordo cu ; purfiuc des-
posas ha que .san improductivas, lacs como asuo luxo :
cu sei paraonde foi o illuslre diputado ; por rxciuplo,
um hoiiiein, que gasta osen dinlieiro cm logo do ai",
perde o sen dnliciii, mas o l'ogueteiro g.iulia ; mas,
quaudo se trata de despe/.is productivas improducti-
vas, he relativamente ao inesino individuo ; ueste sen-
lulo he que se deve lomar e u.io Pul geni, pul pie qiieiu
vai jogar e pe de faz una despeza improductiva para si,
embola qiieui Ihe gSIllloU odinluio lucre; se nao l'ns-
se assim, segulr-sc-hla que ueste sentido uo baveria
nada que los, improductivo mas os economistas l'azeni
csia distinccSo ora, iiote-sc bem que he miulia opiuiio,
que ha malcras cm as quaes mis estamos alraradus da
Europa um sceulo, poique anda temos por principios
llICOUCUSSOS o que grandes rapai id.ides j i la tecm des-
truido, tal como o ila nao iuli il'eieucia ahsoluta na in-
dustria, islo ja est pulverisadii ; mis mis uo tratamos
dislo, vamos ao parciei da COUllllllSlio : en laillbcui son
da,|Uelles que liiiini lllllilO o liahalho, mas mo clllendo
por trabalho uiilcaincnle o malerial; alguns entend ni
que lina de assueai c de algodao nao ha colisa algiuna ,
cu nao soii desses : o trabalho material he muito con ve-
niente, sei at que rile he de direiln divino, porque a
csc ipiur diz, que o homeiii nasceo para u trabalho, al
he pena imposta i desobediencia de nosso pi iuuuo pal ;
poriaiiiu hci de estimar muito o trabalho, priucpalineu
te cm mu paiz, iinin 0 IIOSSO, anda novel ; hci de pois
proteger, i ni qiianlU podi r, qualquer IllduStl ia ; por is-
so eslou disposlo a prestar o ineu voto, niio i para lavo
recer oassucar, como para proteg. r qualipier oulia qu
possa appareccr; voto noiscoutra o parecer, nojtela
inali ia em si, mas pela lorma que a comuiissiio Ihe den,
Uiaiidaudo esla despe/a para as l'VCUUl es i porque i'ii-
teudo que, alem iln iuconveiiicutc de se considerar uo
mu eventual o que o iianhe, ha nuil o, U do presidenlc da
provincia poder despender a omina miada para esla
despeza, S'iu applieav.m .lignina ao.bicho d.i seda
como cuquero dar protee^u a esla industria, quereri;
que a i OIIIIHSSlio a|'ieseulasse um III n|e. lo ile i .miIii.
para que csse auxilio Ibe l'ossc dado em virtude de u
Di....
O Sr. francisco Juo : Isso he descarte.
11 Orador : Nao, M'., nao lll cu que lia dar u diiihei-
ro, mas quera dar as vuudifdcs, coiu que o hoiueill o
havia de receber; e al por outra razao, cu considero
i'sta Industria lo facil.que, se se derem 12 ionios de i ls
i qucui a iuiiiiilii/r, cu laniheniqueioeiiiiar em con-
currencia, pOI'lalllO jli se v que lia m i es.idadc de nina
h i ; porque pode sei que eutao se dlssessc que se dara
o premio i quem introduzisse a industria por iiiruoi
piiMi; logo por todas as razcs que leiiho exposto, vejo
que'me nao he possivel ppiovar u parecer, e porisso
voto contra elle.
l.c-sc a seguintc emenda ;
Propoiiho que se concedan ao peticionarlo duas lo-
teras de 40 contos cada uina
Me apuiad i.
Tendu dado a hora, passa-se .i segunda parle da or-
dein do dia, eonliniiaio da 2.a discussao do projeclo n.
II. art. 1 "(Vide Diariou. 7-.I,.
USr. Ilaplista:Sr. presidente, na calorosa discus-
sao, que hoiilem houve nesta casa, cu uolrl, que, se
bem que .ligninas argiiincntaeii shoiivcssein sobre siilis-
liluicoi'S da palavras; todava, una diseussau de princi-
pios e o|iiiiies chanioii aatlemao de alguns senliorcs
dcpuladi. Esta discussao, deque fallo he a que ver-
sou sobre o S 0* do artigo 1" do projecto. K como quer
que cu me ti'vesse empeiibado honteiii nesta discussao,
buje, coiu loda a sinceridade e torea de iiiinhas convic-
i-oes, venho Sustentar os IIICUS principios. Assim. lini-
tar-me-bei ao^" do artigo cm discussao Quaudo, Sr.
presidenlc, cu'houteiu disse, que a illustre comniissda
nada havia Irito, me referi apenas ao objeclo Clll disi us-
sao, lauto que mu claramente disse, que Clll oiilrosar-
ligos do projeclo, que anda nao estilo em discussao, se
vio ti.iii.lhos importantes, sem duvida devidos aos cs-
forios e louvavel zelo dos honrados niciuliros daconi-
inis'sao. Enteiido, pois, que iiciihiiina ollcnsa li/. a e.....-
lliissao, e que nenhllina injuria laeo a algueiu, seinprc
(|iie combato 0 que me parece man e doU o mcu a|
que me parece boin. Bata he
^rmmsMaHai
man e don o mcu
a niin lia lalSSO lu ste
mili ,111
lugar.
II ''-*
da revolucionaria, lufelis do que astrazla! quemis
nao era preciso para ser reputado jacobino, eoproees-
so desses laes era pcremplorio. !) mais seguro.lucio de
fazer a curie ao principe era usar de labixu e calenes.
Menos pruiupios cm couceberesperancas forao us Si-
cilianos pela segunda vez, eo tciupo juslilicoii os seus re-
celos, uina uuveni de emigrados Napolitanos cabio so-
bre a Iba para devora-la, refutados felas bandas de
Calabrezes, que tinlio parlii ul.u dircilo a gialido real
por liavercn alegado em saugue a repblica l'arlheuo-
pe.ina. Foixoso era provc-los, o que au os impeda de
se provrrein elles por suas proprias nios. Pontos, ein-
pie;;os. honras, ludo na pan OS Napolitanos, selll con-
tar as sinecuras c penses. A Sicilia, dissera a raitlha,
nc tusa esponja douro. l. todos a porfla a qui i.i" i x-
piemcr.
t oiii as rapias recouirjin'iio aspersegunues, atullia-
ro-se os calalioueos, as couimissors extraoi dinai ias con-
dnuArao o curso do que ellas ehaiu.iv.'io seus trabadlos,
r cun elleilo traballiavo ellas os pacientes coiu h.uha-
ridade digna dos mais bellos ilias da luquiaifo,
Enlrelanto a idcii lixa da corle, indignada de se ver
redusida Sicilia, era reconquistar as provincias do con-
tinente. A fortuna das anuas deo por alg..... tempo
musirs de se pronunciar cm si u livor: Scilla e Iteggio
anda eslavo por Fernando; a pa. a deGaetd defendida
pelo principe d'Uesse-Philipstad, resista vigorosa as
tropas francesas, eSir JohuStuarl, que comiuandava as
forias brilauulcas na Sicilia havia battidu ;o gianaCal Re-
galar, na insalubre planicie de Santa-Kiiplieiui i. Estes
successos exaltrao as esperancas da curte, e en quanto
ella ordenara un MOTO desembarque na Calabria, Ulna
Qnando, Sr. presidente, cu lioulem opiuei contra o
li. do artigo I." do projecto, que uo quer aduiittir
aos enipregos piiblicns aquelles que tiverem sido eon-
ileiuu.iil'is por ciime de homieidiu, furto, esteliouato,
banca-rola, efalsidade, anida i esmoi|iiaudu ja leuhau
cuuiprido a sent nc.i ou ublido perdiiu, um bonradu
liieiiiln :) da ciikiuiiss.io iliss, ipie u intuito dcsta le era
espanear oerimee eliniiioralidade. Sis., pufacojus-
illa as boas iuleni'" s da couimlssiio mas eonvem ex-
iieiuanuos a quesliio, V eoiumissau quer rs|ianear u
crliiie e a iiiiinuralidade I u taiiiheiu qiu'ro a mesnia
cousa ni lis nao 11 ni ro i heg u a csle I i ni. e mes.....jlll-
go impossivi I e.Mise^tu -, i ste boui resultado, para io-
dos nos ile-'j.nln, | los uieios que a eoimuissao julga
cuiivcuieutcempregar. \ ejaines pois si? tic acummis-
s.io. que'lem 1.1/ u nos nu*ios atisli'ros e injustos por
ella leiu lirados, ou se son en cus iiiiKis u ilur.h s. lisios
iccumodados ao rorarau liuuiano c as eouveiiieuelas.
o : i, s.
Si ,., o dircilo de pilliii ...... SP niela t ni urna vunta-
de sem limites: elle i m mu lesphcra > ieutiliea tein
lefias e principios, que se uo piiilein infriugir. Elle
lu. I i-se geraluienlc na susecplibilidade, que tein lodu
liomciu de emTcgii-s, ,e de deixar um i i idadesvairada
i iniinosa para scguii mu (licor de conducta lion/Uln i
pacifica. Assim, quaudo a sui i. dade t. uidc uupiir una
lena, nao |mde e neni deve iinpiii tuna pena qualquer,
em calculo,sem ajustadas eombiuaroes mais deveim-
nir aquclle mal que Inr liaslaule para prodiizir a correc-
;1o do culpado, i emiler nos demais individuos o deseju
de eommettef o i'rime. Vssim. o bomem que lem cun-
pi ido mu senil o. a poiidemualorja, leudo sullrido
iqiii-lle mal que a socictlade jul; ou i, islaule para a sua
correera*, presume-sc estar eorrigido. E suppnsto que
Ib- pus.a .mu i iridiar a uirsuia estrada dos crimes, p
sea l il, eer Issllll ll.lS clculos do legislador, c du pial ci-
llas leis, o appreci.u esta conducta posterior deve lie.ir
nii i un.- iii 11.1 ii s. uso. p a i.i/a .'. ,u. i il a d'autorl-
lade execuliva, para nunca u.....ra para os empregos
i .liguen i, i;iie. nao obstante ja le cu liquido lima s, n-
lein.i i onde inii.itoi i i, coiu tildo n.ai niudoil ile con-
ducta. Porm, porque isto pode accnutcccr c lem ac-
ciiiiiccidu.j un iis.se deveestab lecer.eomo preeeito legis-
lativo, que ludo aquclle que l.u. i ondemnado niio possa
em tuda a su i vid i si i cuiprcgado por quanlo Uto cur-
ta pi la rali lods a esperanca doarri peiidiinenlo.c arcr-
tela quai infinitas uceasies de, coiu una iiule de per-
segiiicao de capricho, i xelulr-se dos empregos a tuui-
los i ni oan .. lll ios de ai l epemlllllelilns pul le oblado
mal. ja coiu nina lunihuta morigerada, e eheios do
ib sejo de servir bem aoseupaii, e de dar una prova
irrefi~agavel deque seus eosliimes silo puros, e todo o
di sejo fundar Loa n pul i o. Ora, para oquese emen-
da, e conllniia a ser man ha aquclle con eelivo no po-
der que llver di faiei i lioiue.iiao du individuo para o
empregoj c ueste caso que correctivo llavera. Xc-
iiIiiiiii sem duvida. E porque esla lei ha de repudiar
assim lodo o ln tu, que posa i i olher dispos^Ocj beneft-
cas e porque elfa mesnia se ha de apreseutar, tomo
i oulradicloi ia e irracional aos odios dos culpados .' Pois
ella pi..... una acnio, p, di pois de satisfeita a pena.
aluda eli i lii de puutiiiii ir u punir o liomcn por acedes,
que nao cuimiiiiii o ha de exclul-o do euseio, estig-
mlual-o pui sempie, c coudemual-o ate a morte a
una exelusiio odiosa.' Oh! que se esta exeluso he
odio-1 para mim,nao he sto duvidoso: ella soserrir de
perpetual despresos,deadeui c exi eiaei s nimia aqucl-
le que um i ves foi coiuleiiinatio. Se c'ui..... castigo se
deve taiiibeiii buscar o exeinplo, que nielliorcxiiuplo
que uil.i eoiidcmuai,io do culpado, c d i ellcclividade
Jo castiga Sun, lie da elli cti.ida'lc da pena, que buje
min se da entre injs.e |iara i uj.....al iieuhum be o reme-
dio da illuslre coiiiiuiss.io, que pode vi r todo o bem a
sin ii daiie. Que u culpado, indi peni, ol de protec-
iiics, seja punido, que lodos, em ves de ndiarcm.abju-
rareui o ciiniiiioso, e a aprenderciu a odial-o ale a
mol'te, se eonip.ole eo de sll.l desu'l
liiste; eis o que lie para desejar-si
nuble i iitnluis .ai
.s,o i. i dn art. I" do projecto contrasta a rasao, o
aos priucipios du niesuio din ilo criminal, elle lanibem
eucel l'.l i ni si una ilnulriua at hnj deseuuliccida pelos
legi-lail-es dus pal/es 1'ivilisadoi. l.u nao lejo, Sr.
sidcnle, em cdigo de bis de naces cultas, cunde
ivilis.u o inodei na lenli i appareeldo cun a sua luz, e
esplendor, esta doliliana da COUlluisSiio,
II '. que se di-i ule iuipue \eidadeiaiiieule a pena de
inhabilidade perpetua para os empregos a iodo o cida-
do, que liil l ulldclilll ido por alglllll daqlli lies II illics,
que ii.ein uina o mesnia ,. Esta pena, rigorosa cm si
mesnia. lem sido at boje resellad i para os cuines de
ila. c SUbui lio e islo porque ra/iics lilil fortes 0SSIII
>xigem, il bem da sociedade; nao para que esta pena
iraga a infamia perpetua, so pelo gusto i sallsfaeao da
le infamar; ma para que o empregado, Icineiido o pe-
to d'uma pena t. um I, .i io se aiiiuie a peipelrai mil eri-
me, em cuja preven fio a sociedade be mu interessada.
Eu me i Aplico.
. .... >VJ
ac e de sen estado
II.I.i o que qllel .1
I"
ola dn famoso
. ida, Ulll deseui-
\peilii..in naval foi enviada cuna aplesmesmo. A
esquadr'a anglo-sieiliana, formada sob os auspicios do
almianlr SiiliicA-Smilli. o fells rival de Bonapartc as
rostas da Sjra,"appareceo no-olio de aples, luinou
,i, iiu.i, ibasde l'iiu id i c d'Iscliia, eameacou a capital.
havii-s' porm rollada anida i as duas expcdlces de
piar e ii ni malogii ro-sesimullaneanieiite.
Cm quauto estas colisas se passavao, Mural havia
substituido a Jos uo tkrouu de reriiaudv. Fells uade-
ill ique. Ili presentando por sua ves de
conquistador, fasrudo na Calabria a pan
campo de i oloiiha, tentn, como n pre
biniiie na Sicilia, uueaborlou complclamenle. Desde
cutao llcrao os Iaglctes ate a paz cm irauquilla guar-
n .-|U .i.. ,ii,, iMural dn coiitiiieiite-napnlil 1110.
Mas odas estascaupanhas absorvieo i iionnes som-
,.,.. ,,,: juntas s loui is prodigalidades da rolle, aca-
b ti io le esgoiar a Sieili t. Foi.....vocado o parlamento
,,., iieiibii.ir sob.. agravidade das circuiiislancias;
!,., ,, |,.u ia sido lie lia unitos anuos, e nao era mais IIlie
a sombra do que liira nos rriilurosos mas da molan hia
sieili.....a. s,, li,,- nsl iva a loini.i: o sp.r. que 0 am-
uiava, na lia milito lempo iii.aio. i.en, mais se i.iiu.a.
H.nao para voto os subsidios, pedir acorta .n.:u.as
jra ,. inslgllilii mies, qnc iii.h- loeayaii a men SSC pai-
licul.tr, do que ao nacin 'I .....
Era elle eomposioileucsordcus: a da uobrexa, que
conuiva .en.o c .....i c quatro .iicmbros, a ndiilutta
tiuccoutava -......la v ....., astoauwel que i
uatela i seis, IIOUH adoS pelo
,!:,.,, das cidades chamadas dowiai.
deprudiaotto re i H ""'
magistrados uuiolci-
oun
i in ni 1111 o maior numero,


n .*JU.*--.**-qH4
%
I
Um empegadopublico, quedo scu Pinprpgo lira os
inclos de viver eque, niio sondo mais cuiprogado, lera
de soUrer (bine c prlvajes; que lloara exposto a uo le1
coin que sustentara sua familia ; este hoiiiciu, vendo
que,sr coininetter um criine alui d'outi is p i- is, far pa-
ra temprc a mi.i desgi ac, c a da sua familia, jamis s,- a
h il un.u-.-i i cominetter este criiuc, < entilo v tpena,
ni ite caso multo pode lincr ; ell al u a inclix iduo ;: i-
qtiollc tncsino srnlimrnto,qiii pd, eoiidmil n ocriiti .
qualo lntei rsse dodliiheiro,i o ata i mi i tan ti fot va;
assim apena ueste caso he hciu applicada. Masoulro laido
poder-sc-lia por ventura dizer 1 sli 9.1 1111 de que ralla
o li do ai 1. 1."ciii discussao.1 ..mi ] 1111 corlo. I'rimeiro (111'
iiuln, este artigo nao lie para eputer aquellos que j 1 h <>
empreados pblicos; pelo coiitrario< lie para aqucllcs
que nao bao empregados. I entilo pergunto 111. ti 111 n
nobre cominlssao iuliina eouviccoo, de que 11 m cidad: u
qualquor que, to acto de comuiclicr 11111 eriuie, nao lie
eiuprcgado publico, c que talvez niesuio nunca selcm-
hrasssc di' sel-o, deixe de coiiuuetter o crlinc, pela razo
de licar privado para seinpre dus cnipri go< pblicos? tem
a uoiire comiiiissao (ciencia de que aquello que quizor
comiuettcr i! ni homicidio, ha de recuar (fiante da conside-
rar ao do artigo l. do scu projecto Se, oh a malvade-
za, on olguiua paixflo eiu desenfreio he que couduz o
individuo .1 coninietter este aboiiiinavel criine, oque
val para esics casos a oceurreucia delle uo poder mais
ser eiupregado Que analoga ha entre esta pena, e as
cansas que pudeni dar lugar a perpetrarlo dohomici-
dio? Sr. presidente, cu respeito o talento dos nobres
iiieinbros da coinnilsso 11 io qu< ro olli ndel-os, ncni se
qiu'r levemente ; mas riles me permitido dizer, queo
son pensamento foi mal ap licado. Sao h< desle modo,
qup ellos conscgiiii opi-zai de bous desejos, espaui ir
0 i-iime. e a iuimoralidade : permltulo mais os honra-
dos Miembros 1! 1 comiiiissiio, que yies diga, que, para
sustentar o f. 10 dis iissiin, elles j unis podi rad sa-
bir do tecido' de gravissimas dilileiildades, rm que se
achilo.
Islas diftlcnhl idcs, a commisso, inelhor que eu, tem
Bcntido.
K i-in verdade, como respond o um honrado inein-
bro da cominNstlo a argiimcutacaio do um uobre depu-
1 ido, iiii-n amigo, que tainbeiii couibatteo o projecto
Kslo honrado deputado, que sr asseuta do meii I ido, li-
giiroii o caso de un homeni le sido olleudido ein .ni
roputacao, o poi isso ter coinmeltidouin homicidio, F.u-
111), disse elle este houiciu commetti' um criine, mas
bi'in longe des r a infamia queui oarraslron ao alteu-
1 1, l'ui um 11 lo eineflcrvrceiicia pela sua liorna K
porque se ha de considerar este hnmeni assini iulluiia-
do, coberto de guoiiiiuia ; pporisso incapaz dos ciu-
pregos?.
A cfti- argumento respondeo o honrado uicmbru da
commissio, dizendo, que uestes, cen nutros casos oa
iiiliiiuai's do paizabsolvem, devem nbsolve o cri-
minoso.
Senhores, contra este principio he que eu me decla-
ro, rom iodos as miuhas torcas. Se as leis iiiaudtio pu-
nir o lioiuem, como discr-sc, que os uiliiiii-.es o devem
absolver?
Senhori s, ,11 falla mi um lugar, onde se achila mul-
los Brasilciros, que razem prollssfio do esttidodas Iris do
lu/. A inr.s.i legislacao criminal considera apenas
circunstancia alteniiante o 1er o reo coiuineltido ocri-
11 ii- pin 111 < 11 i mili d'algiima deshonra .1 elle frita ; mas
isto 11*10 quer dizer, que o ico rom un neo una aeoiio in-
nocente, que obrou o que devia, o que deve sar ubsol-
vido I- idmira, que o Alustre nieiubroda couiuiisso,
que lauto se Cllipcilhoil 1 111 1 spancar.i Olli o sen projec-
to, a iminoralidade, nao visse na occaslau de defender
o mcsiiio projecto, que estassim, que estas he que silo
as ideias, que o povu recebe facilinenle, nao porque se-
jiio boasem si; mas porque milis rcspiravinganca; dlas,
que devem ser desterradas, multo emhora algiiem as
queira acobertav coin os motivos de olleiisa de honra :
s.io ideis ile sangue e de mortc, sio i estos da barbaria,
que as luies cas ideas geueroiascpaeiicaSquesaoas uni-
rs que convecina soeiedadeeaharmiiiiia dos liouiens.mio
ndrm comportar. Si' anda liaqiiciuicnha esta crtica,
de que d.-ve e pude matar, porque fui olfeiidido em sua
honra, a leuha para si; porque o endigo da" leiseiimi-
naes, o a religin que profos unos, sr lovaula contra
i-lla ; e IICIIl en sei i uno poSSO espmica a iiumni iii-
I ule rom una lei, i|ii indo p 111 se stistenl ir 1 sla lei lu-
de misiei. ou se cnthronisar erros c injusticias, ou se di-
zer, que os tribunaes devem d.'sprear asleis, ejulg.11
mili .i ellas, Ol que eutao esl 1 lei, que se nuc la.-. 1
n.ii) pido si-r i'u-l em pn em le r o mu lim Pelo contra-
rio, ella, santifleundo ideas pequen acaudadas, p perl-
;i,sas, favorece .1 inesma imptiiiidade,
Igoi a. en i ran !' ti i classtica an dos pi mes, por cu-
ja condrmnacao o projecto nao quer que algiiem seja
pregado, aluda inesnio quaiido j baja ciimprido a
s.-utom a ; pergltntocu, porqueacoi m i, timbrndo-
se de rertos crillics, que i 11I.1 man a que.....; commetl .
u.lo se leuibroil 'lo perjurio? Pois aquello quefaltaa
a -r laile pei-.inie li.-o., militas ve" pira prejunieara
honra, a propried ale, p a vida i! i si u ipiuplbante, nao
he un homein, tilm de perverso, iiifamr Que op-
jiiiiiiiiu e ignominia nrlo devera recahir sobre um en-
te degenerado, como este 1 como ser admittido osle
nos i nipri i:^--, e ser i ni luido o ladran, o homicida .'Oue
r.i7;lo Me ilillereiiea pode hiver.' Qiicm qu7.eracoiupa-
i:1 .1 o pensaniento da ci.....nissao, iiecessar'aiiienle
iiinlieiu iievei.i rxcluir o perjuro. Vssim, o projecto
i ni ni i i-, este deleito a saber a falta de congruencia
nas su is ili-.|n)sii o -s. desigualdades, que, como eslou
iiiteiaineiiie convencido, nao Ib di iulciiyao da cou-
uiisso, que ellas appari 11 sseui.
Agora abrlrcl o cdigo fundameiil d, a cousliluici do
Imperio para ..... un, que a doutrina do projecto he
contra ell i, ou p 'lo monos.que Me doutrina me. seguida
all. Pela con lltiieiio, aqu, -..i ,. o cidadao .'leu
suspenso dos seos dircllos piditeos por sentenca ron-
demnatoria, em quanto dura o os i II tos des! i senten-
ca. Assim, emnprida a sentriica, o cidadao est habi-
litado paraos lodoi os empregos polticos; mas pido
pcojeclo mi lia snspeii'o de direilos, mas perda del-
les, porque inesmo leudo j i o cidadAo Cumprido a sen-
lein a, ou obtidfl di lia pord3o, nao pode sei eiupregado.
I. ionio le-i-io, .'is., pois o cidadao, temi enmprido
una senteura condemnatoria, pode ser deputado, se-
nador e at regente do Imperio, < nao pude serportei-
io da cmara piide legislar, i excrcer altas funcr
no he capaz di abrir fechar portas? ijioiVif que le-
gislaeiio he esta lao dcsoidoiiudo no s-li lodo.' que
k'zmmmt&.i-.. auuBSti .. -.;';<.-/-*'. i*tj*.-s.
Cr5o V.IS^:lla~ iln. li llii-'s, porque a feOll llid ole se hai a
conservada na s- li i em sua primitiva pureza.
Iii'iiuio-se pois o parlaineiito. A edite, habituada a
fazerdobrar ludo auto ella, se lsongera de obter da
sua complacencia os subsidios que lile quera extorquir,
, fcil lie il aii.. iiili.il-, qilP v. ueste intuito o l;a\' i pon-
vocado; iratava-se de uui milhao de olidas i', somonte
ji raas dspotas da guerra, alma os donativos ordina-
rios o extraordinarios. A corte vio frustradas is suas es-
perancas; o parlamento resisti, es concedeo, eissol
ile multo mi volitado, o terco dos subsidios reclamados. I
O dosoonteiitainenlo publico aproveitou-se da occa-I
siiio para inauifastar-sc clamoroso, c nao poupou aos
i es ouvidos, nein inculpacoes ncni censuras. Julgiie-
. jj0 c|,| :,., ja colera da corte e dos cortejaos Tinhn-
SO amis vislo Miiiellianle OSI un lio?
Kntrou-so em negociaso, lutou-se por milito temno,
nas o parlamento perseverou na sua resistencia, e a coi -
je irritada lancou-se aos nieosextremos, Aportada pela
necessldade, (ir tudo fezdnheiro, pos nii'o no hamo,
iios pstabeleclitsentos pblicos de eniprrstimo (monis de
pftr), e I ivroii de sua particular autoridade, sein o ron- (
eurs'o do poder parhunenl u, tres decretos linancolros,
.. cu
suas
lu
harmona lie a que lia neslas leis ? ou antes que incoe-
l elleia e desordcill lie esla :'
() Sr. Pigueiredo :le porque senador e deputado lie
eutprcgo de cleicio.
o Orador:Digno os Ilustres membrosdacoiniuis-
Mi |o 'quizcrciu aprcsenteui tiesta occaslo as ine-
Ihoi !. 'orlas sobre piuprpgos civis ti empregos poli-
ticos, e il i ], ie;: inaispod raopa tara esponja ueste vivo painel de bi-
aben ocias e contradh enes que o si-ii projecto ollerecc
aos ullii.s dn provincia, a sabor, de poder aquelle que
eumprlo qualquor sentenca condemnatoria sersenadoi
e ale regente do Imperio, C nao poder ser um simples
amanuense.
Domis,tanto a razode seren aquellos empregos de
eleicao nao procede,q:ie,n.'io obstante aopiuiSa publica
devei-se inaiiil'esl.ir ein tod.l a sua i-xteneao acera du
deputado e senador, COIIIO di/, o noble diputado que me
leo o.ipil le,a constituidlo estalieleeeo certas coudees
para a pligibilidadp. Assim poroxemplo, exigi que o In-
dividuo leniia certa renda aiinual.qucasscgure uniainde-
pendencia llriiie c ordinaria para i'xeriei as fanccdea le-
gislativas : exilio uiesiiio que o individuo mi eStVCSSC
pronunciado,c suspeito de criine; portanto a opluao pu-
blica mi pude pronuuciai-se i.-om aquella csteucao que
pareca ao honrado membro da coiumlssrto; e iiocntan-
lo na ionsiiuiii.il) mo se determina a inliabilidade per-
petua pira os empregos como determina o projecto.
Seiihor presidente, eu mais poda dlzer contra o pro-
jeeto; mas j.i vai sendo lotizo o meu discurso, Assim
eolarei contra elle, por ser contra a ravfio, apriueipios
do dircilo eiiminal. contra a opiulo de todos os legis-
ladores das sociedades cultas e eivllisadas, e contra a
usura, p conveniencias sociaes, da religiao, que sigo:
he um mal, que (om elle se quer fatr, tan gravee o-
dioso, (mi intil simio funesto.
(I Sr. Fiyntirrda :Sr. presidente, uiio me levantc
para insistir na doutrina do paragrapho : j.i rxpuz a m
nli.i humilde opinifio; a assemlili'-.i que julgue a questtlo
como en tender em sua sabedoria. Farei apenas duas
:jii.is observaedes a cerca das ditas proposiedes, que
um nnlirt- depul.ulo liten amigo (apont.'indo para o Si.
KiMiieiseo Joo' soltou mi casa, e que me dt-rao a enten-
der que elle se aeha possuido de um tenor pnico. Coill
ell'eto, Sr, presidente, lanianho ora o tqrror pnico do
ai.lue ilepulaili), que i llpjltlgoil ver rcssiictada a i'po-
ca da marca do ferro rm brasa; mis elle, sent que-
rer, e litle m o uobre deputado, que ncabou de fallar
i:>i.'u;.uti-se coin o criminoso esquecrao-se do inno-
cente; lizero a apologa do criine, c desampararan a
vil lude.....
t Sr. Frnnchco Joo "--Oh !
II Oraitur:Nao se espante o uobre deputado
I.lili) de sen raciocinio, C nin de sua ndole, iieni di
iiiiem lies, que cunsidero llllli boas, p que respeito
difia, Se presidente, que os nobres doputados lizeruo o
ipolo.'ia do eimie c desanipai.ii'iio a virlude, poi'i|ue,
llga-mr \ I a o que se pode colligil | lo ;; em disi us-
so se mo (iie elle lie um a tinte liarreira levantada con-
tra aquellos que nina vez se cubrirn de ignominia, o
que nao dcvoill 00111 o SCII rflilo peslilento inlieionar a
athmosfera, onde rejpirareni hoineus, que nunca com-
metterTo os infamantes critnesde banca-rota"*, esteliona-
to ote. ele .' |-ai nao vejo no '" ein diseusso, semio pro-
leecao aos cidadaos pacficos, i.'iijos iuteresses se arrs-
eao a licor couiproiiicttidos, se as conciencias prostitui-
das, se iiomeiis iui.iuies so freui reAigiar.no meio dos
empregos pblicos. Sr. presidente, qiiPiu protege a
in.ilil.iiie, persegu' a innocencia, t) nobre deputado,
qste aealioii de tillar contra 0 projecto, me uiiiiisliou
mu excollento argumento : pile disse, que os chines
uaseiaii mes.no das autoridades, que os cuipregados p-
blicos, que os delegados onlo os primelros protectores
lo prime e aiuda quer o uobre deputado, que mo so-
jamos severos para coin os que, chelos de crinics, ousa-
ri'in requer r um eiiipregu publico provincial ? Igno-
ra por ventura o nnluc deputado, que os empregados
pblicos devem sor os mais escoimados de criine, o de
infamia ; pois que na verdade san elles os exemplares
da socied.ulc.... lfgii adtxcmplum t<>tn eompoirtiir arto...
Mas disse o nobre deputado, que os cluadiio) ;i que
se iclore o v licao < stiguiatsados, licu solados. Obi
Se. presidente, he neeessario aiteirder-se que o para-
grapho nao declara 6cidadaoexcoutmungado rifnudo, nao
llie sena as portas ampias da soeicdade.mio'llie prohibe o
coiimiercio natural coin os uniros hoiuens, mi o priva
das regalias civis, nao impede que elle nossa ascender
ti mullos Otilios cargos da soeiedado; mas sinenlo o in-
bibe de oeeupar empregos puramente provucaes, pe-
la descoiifian a, que mui r.i/.oaveliiu ule deve inspirar a
culpa, ile que lu elle convencido. K sera islo, Sr. pre-
sidente, a marca de forro ein braza ? Naodcccrto: he
sim um seiilimcuto i|iie talla mais alto do que as pliilau
trpicas theorias dos nobres doputados; lie a experien-
cia que mis grita,que wincade um wouroun Imm chrislo,
DeiM'llioS a COIIVCI'SUO evanglica, de que falln o uobre
deptii ulo que acaba de sonta r-se : essa lie sobrenatural,
lie dos coiiIVssiouarios : os legl -I idores humanos devem
apalpar multo o que he terreno; os tactos de lodosos
di i un. provo, que uemo rtptnlt honuSe lia algiiem
que de lpente seja boin, lie por toque do Espirito San-
to, e sso litio lie da nossa coiiipelcm a, Sr. presidente,
Vejamos se as iiossas leis pioviuciacs piidciu dartiiu tes-
leililllllia aullieiilieo de ijne os assassiuos, os l)aiiea-ro-
telros, etc., soentes dcspreziveit. Leuibrcmo-uoi ib
que as 1,-is Ibrniao os costuuics.....Vgora, Sr. presiden-
te, ilini .lignina cous.i a cerca da nutra proposicflo do
met uobre amigo, lllc, poSStlido anda do sen terror
pnico, enxei'gOII no nina leriila inanifesta a atttibui-
eao, (pn- .ni a Imperador, de perdoar: disse que a as
semble.i eslava aciuia do Monarca, porque, podendo
este perdoar o criine, o cidadao coin Uido couiiuuava a
SOllrcr iiin.i pena, qu.il a de mo poder ser chamado aos
empregos pblicos. Priiueiramciilc devo declarar ao
uobre de|iiilado, que o perdiio mi lava a culpa, mas
Smente releva o dcliiiqueiili' do mal physico da pena
a malilla eoiiliiiia a cxi^iir depois do penhio : o perdiio
dlilore da auiulslia, que nao s apaga a culpa como to-
das os SIIUS Lonscqiiciicias confu ino a licjao jurdica
Por tanto o poder de perdoar nao tica olleudido no casi
de que se trata, porque elle nao se esteude ao principio
de iniiralid ule, que lleve sel mantilla pelas leis, e pela
opini.io, qttando se lian de qiialilicaeoes. lu segundo
lili;.u iibserv.'irci ao nobre deputado, que o mi se con-
siderar um individuo apto, por Uto faltar rsti ou aquel-
la eiuiilii io, paraoceuparoemprogopublico, uaocons
titile nina pen '., de itiodu aluiini |i()ii|iu-, se assim foca,
cstariao arrastrando os grilboeS dessa pena muilos cida-
daos, que nao sao, e que litio pdcni ser ei npi egados p-
blicos, os menores, os que nao tiverem as babilitaees
especiaos, e lodos aquellos para qtieui nao clicgaretn os
empregos pblicos. A vista, do expend dd, Sr. presi-
dente, me parees que o paragrapho deve ipaaaar.
Sr. FratuiKO Jomo sustenta a inesma opiinao que
a cerca do ai ligo em discussao havia ctiiiltido na scssai.
antecedente ; profcrlndo um longo discurso, que mi po-
demos apanhar pelo grande sussurro, que havia na casa
na occasio, rm que tallava o orador.
O Sr, l'resitlenlc dpara ordem do (lia da sessao se-
guale a mesilla e levanta a scsso (Erio quasi .'I horas J
Nuniiii i.iun Jos de Barros.
Jos Antonio Itibeiro de Carvalho.
fmrmm
Bfc .lSKia-t.-.-.
.idos
iiii" '" ,.--" ,.......--
do er.io verdadeiros inipostosdistan.....
Tinbao-se os lidalgos tiestas circumstoncias, posto l
icsiadaop .osicao, edero provas de lonvavcl firuieza.
lie verdade que oprojecto do cavalheiro Med, is, enlao
ministro da (asenta, era fazer recahirsobre ellos tiiui .-
Diente todo o peso dos subsidios, o que milito diminuin
a hcroieid.idedasua resistencia, Illas......era ella por I*
fl) De ntilboes de eratados da uosm actual tnorda,
so menos legitima. Combauiao pro arii ti foeii, lato he,
pola na bolsa. Kilos reclain.irao enrgicamente coima
o i: t ih'-b ciiuciiiii daanovas taxas, e cudcaecarito urna
repicsi na ao au rei. a qual rxasperoil a colonia napoli-
tana, .si) ti.....M'iuplo severo, dizia ella, pode reduzlaos
insubordinados .-i obediencia; resolveo-sc ofgolped'eitailo.
.No silencio de una bella noitc de verao, o de um bri-
lli.inii luar, os principes de lli Imoiile, deCastel-nuovo,
de \ illa-liam a, d'Ac, C o duque d" A ligio, oscincobl-
res mais couiproinetdos, forao presos em sous leitos,
conduziilos para bordo da real paquete o 7'aniiro, ede-
pot lados iuiinedial.inieiite para as Ibas visinlias da Sici-
lia, tis em ic/oos si um pesar tinlitiu, nao baverein os
rebeldes lolfrido a surte du aluiITaule Coraccioii, nao se
Iiiciii de novo erguido os onda la I sos de l?!l!t.
Ouanilo os del terrados s.ilii.m do porto de P.ilenuo,
eiiii.ua lord I cntiuck : vliilia elle substituir lord \-
tnherst na qualidatoe do ministro plenipotenciario da
(/raiu-l'i lanli.i na c'.rlo de Ss. iiiageslados Sicilianas, o
para dar aua niissfio mais lolenuiidade, o sobretodo
m.iis rllicaoja, accumulan o coniinaudo em chefe do
todas as lonas bri tan nicas no .Med ten a neo.
I'.is aqu qual rt,i enlao a p'osirau dos luglezei na Si-
cilia.
Grande importancia tinha para cllcsesta illia, como
centro de suas oneraedr* no Neio-dla da Europa, tain-
beill por Ino nada poupto elles par inipedil-a do ca-
liir nas tmios da Kiauoa. Alii siislcnlavao mu exercito de
(ln/e a quiUSC mil liuiiieus, sein contal as suas lunas
novaos, cilio pagavdo um subsidio aunual de quatro
cenias mil libias esterlinas, iiomo ciletcomprehendiao
milito benij que so nodlio oolher o fructo de scus inic-
uo Mt'.MCIFIO
COMHiNDO si.rXKlim U oCiRU NAtaORAI
lio BECIIB.
Ilini. Sr.Quando eaperava recebe de V. S. a parlict
parSo de ter dado cuinpiimento minha ordem. coinda
li de 7diiiiioz passudo.iecebioiueiu oseu oflicio rirnia
do em ludo corren te, cobriudo o (|uc coin dala de II Ihr
oiiderecoii o capitoo coniinaiidaiiie uterino do esqua-
dian, o que nao posso dclxar de notar ; e nao nicreccndo
eonsldcraciio alguma a desculpa do referido capillo
vista das milcos do dia de 26 de oittubro ell de dezetu-
ino do anuo lindo, insto pata que V. S. faca executar a
ordem de pristi que del, inteliigeuclaudo-o' de que, aiu-
da lionteiii deixou este ollicial de comparecer ao ejerci-
cio, e apenas se apresentrao li guardas, como fui infor-
mado.
V. por que s. S., alni de demorar o imprmenlo das
ordem diste comtuaudo superior, tem deixado de lazer
executar a que lito foi euderecado em ullicio de 8 do mea
p.issado subte o priso do capituo, que deixou de faxer
dia ii praca em 7 do dito mes, mostrando assim iiieuos-
prezar as ordens dos scus superiores ; autorisado pelo
decreto de ."> de jullio de 1836, ordeno a V. S. que se re-
colha 10 scu quartel por vinfat e quatro horas, dando me
iuiiiiodi.'ilaiuciilo pane de assim o ter exeeiitado.
Dos guardo a \ S. Quartel do commaiido superior
da guarda nacional do municipio do Recito, 14 de abril
de 1845. Francisco JdcMno reir, coiiimaiidaute su-
perior. Illui. Sr. coronel l-'rancisco Mamedc de Alinci-
du, chefe da I." Icgiito.
Apuraro giralda ileifopswa m senador por esla provincia
fcila pela cmara municipal da capital.
Esta opuracao foi feita em duplcala; na primeira fo-
rao iodos osCOlleaios incluidos, menos o do Cabo, onde
.lindase nao tlilllaO feilO as novas eleires; na segunda
excluirSo-se, alm do collegio da Cabo, os de Papacara
o boa-vista. Filialmente a cmara inenciouou a elci^ao
do Cabo para que coustasse a suu eleicao ti quem
de direito competir, no que olirouciuu todo o acert,
*!.' apuraran. (Todos os collegios menos o do Caboj.
< Srs. 'i liorna/. Xavier 706 votos,
llarao da loa-vista 633
A n Mi) in I ..l I los 674
1.' (tpurucui. (Excluidos os collegios do Cabo, Popacaca c
Aoa-visla).
Os Srs. Antonio Carlos 574 votos.
Tiloma/ Xavier 8
Antonio loiquilu jlll
Apitruco vrrdadrira da prmtnria.
Os Srs, TllOtuaa Xavier 778 votos.
Harao da lloa-vistu 70!
Aiilutiio Carlos 575
1 Icitorcs da freguezia do Cabo.
Os Scnliorcs :
arijo da /'oa-vist.i.
Francisco Paes Brrelo (Mulinole).
Pedro Vellio tVarretn.
loaquini Aurelio 1'eieiia do Carvalliu.
Kstovao Jos Vcllio Brrelo,
.loao do llego Barros.
Antonio de Paula de Souza I.cao.
Jo.iquiii Manuel do Bogo Balelo.
Manuel do llego /farros.
Ignacio Francisco Vieira de Lcenla.
Antonio Jaiiuario Paos /tarreto.
Seb.isjiao Autoiiiu do Bogo ftarros.
I'ranciscn Antonio de S B.irreto.
Padre .los Pereira de Otteiruz.
Ilr. Allbnso Arlliurde Alnieida Albui|uerquc.
l)r. Flrmiuo Pereira Monteiro.
Manuel .loaquiui do llego Brrelo,
loao Paos Vieira de l.ncerda.
Francisco Paos Brrelo Jnior (.Mulinole).
Joaqiliin Francisco Paes /Jarreto.
Jos Joaquini do Bogo llanos.
Antonio do Paula do Souza .eo Jnior.
Ignacio Jos Velloz BarretO.
Jos Alaria de Albiii]iieii|iie nlar.inhao.
.Manoel Jos deSiquoira.
Antonio de Siqueifo Cavalcanti.
Antonia deSiquoira Cavalcanti Jnior.
Antonio Francisco de Paula Brrelo.
Antonio Paos de S OirretO.
Francisco Manoel do blqueira.
Jos Francisco du Rocha Citedes.
Jos Antonio da Bocha.
Jos Paulo do Bogo Brrelo.
Manuel Vas de Souza.
Ion- .Nicolao de Lira Cavalcanti.
Mame I da lloclla Cuides.
Amonio do lama Maciel.
Antonio Mauricio de arros Plmcntel.
Jos Flix da lloclla Falciio.
Francisco lirritiger Cesar de Mcnczes.
Flix Milu ii o de Corralho.
Jos Joaquiui do Santos.
Juo .los(; da i. i i
Antonio A*naii\o da Costa. *
Joao Eloy Cavalcanti.
Joaquim Claudinu Alvares de Barros,
Antonio Pereira de Sou/a Maoso.
Joao Evangelista do Vaseoncellos.
Manoel dolidos Laminha.
Francisco Caldoso Bodriguos de farro*.
Supplcnla.
Os Saibores:
Anill Bizerra de Alhiiquerquc Mello.
loao Baplista de Moraes.
Josi'1 Feliciano do Mello.
Filippo Jos de Albuquerque.
Fibppo da Conooicfio tJavalcanli.
M .un I Tliunic de Jess.
teressados sacriiicios, acareando a popul.icao, ostenta-
vanos mais liberara principios, coinbattiio acuite em
scus projecto) despticos, em urna palavra, representa-
vito cuinos Sicilianos a mesilla cuiurdia que ao depois
iipiesentarao, imitacau sua, os principes allomaos
prometiendo aos scus povoi u libcrdadc por premio da
victoria. A experiencia mostrou como se guardao essas
pala vas.
Mal que o plenipotenciario ingle/, chegra Sicilia,
poz-se em bostilidado coin a corte, e especialmeiit coin
Carolina, cujo orgullio de raiulia e archiduqueza mi
supporluvn que mu cslrangeiro, esse vil sargento, como
iiu- ola chamara, interrlesae nos negocios do Estado,
para empecer os seus designios, c dar aso a scus innni-
gos. 'lao grado scu sollria ella ese insolente patrona-
to, e s aubelava pr-se livre delle a lodo o custo; nao
era poriu a eousa fcil, pois que lord Hentinck oppuulia
nina liarreira de bromo quer as suas violencias, queras
suas sodncr.cs : tilo iiisonsivel unas cuiuo indiHercu-
te as nutras, niarcliava elle direito au scu lim alravrs
de todo o genero de intrigas, que se Ihe urditio para del-
le n......phai.
lima sido ein Mcsina al entilo o quartel general das
trapas Inglesas; mas ellcjb Iransl'erio para Paleriuo, a
lim deque Ihe licasscm i mao para qualquor necesslda-
de; o como un dia Ihe dissesse a rainha, sempre inflr-
xivel, que elle ultrapassava as suas insliucees : Irei
procurar nuvas, retpondro-lhr e com eltelto, parti
niinediataiiieiite para Londres, donde em breve voltou
cun poderos illimitados.
Desde enlao se lornou elle mais altivo, fa/endo que a
curte se desengauatsc de Ihe haver chegado a sua llora
COIIIIKIO.
[eonnF.spoNDUNCiA o.i ClDiD i; piiovincu.
Kilo lia remedio : nein sempre so piidoni dar boas
noticias, e a que o Crrelo val agora mbiaetter a alia
inente do publicode ambos os sexos 4de todas as co-
res polticas e impolticas, he fatal, lie tristissiuia. Tal-
vez o leitor tonlia de si para si que Ihe mu fallar da
lenibranc.a dos (ic/ih/kij- da sorlc da obslreticia,-- da
c.-ilhogoiaii que so acha boje novaiuciite i-levada a Iba
das bellas mangiiinhas do jasnilm.- da reviradi lia dus
nossosaunoi linancciros,..--da.... e do.... nao, si-nhor, es-
tas colisas nao c.iiisio trislc/as. O Carrcm Val lembrara
lardanca do vapor do Sul= So o vapor se evapora !
Se o vapor nao Iras,.,. 011 so ta/..... que dr! Vs todos
iiiic tendes osperancasno vapor, altendei e vdese lla-
vera dr como esta'! Ol poder dos lados !
Acamara municipal fci una coiitradauca de liscacs,
e estes estiio esperanjados cifl que llies aerad dados os
8110^ ra. pro labore sao. em hajao elles a quadra he toda
le/;ni(ii( o ile recompensas, o nao admirado pao do
nossa compadre se de grande falla ao nosso alilhado.=
O nosso Pernainbiioo nada em abundancia c grande-
za; os advogados andao ein carrinlios, os procuradores
.itidiio em carrinlios, os pobres pedoiu correndo as ras
em carrinbos, e at os padeiros franceses, a portugue-
zcs distrlbuem os diarios das barrigas Clll can inlios !
O nosso genio industrioso como que vai sahiudo do
Icthargo......que o llnlia enterrado o despotistuo. Ja ap-
parece quem se alire a grandes eniprezas, o sendo aco-
lliido servir essa ajuda a excitar a emulacfio. Diseiu,
una coilipanllia do homens amigos da humanidad,'
se piopoe a domesticar os Morreos a lim de se poderein
applicar aos doenles ein logar das sanguissugas. Esta
invencSo be sein coutestacao vantajoza, e prouiette lan-
as 011 mais vantagons ao paiz cont so loiu de esperar
dos Incluidlos da seda. ,
Correspondencias.
ilNDV PAUAIIOHU HILITAK.
Procurareiiios,quantonosfiirpossivcl,coiiter-iius em os
limites de urna pura defensiva, respoiulendoao 1:0111-
inuulcado do D.-noro de 8 do corrcnlo. Quem livor folio
reparo lias seguimos expresses 0 (.ommissario P.
Irabalhoa quanto Ihe[oipussivel para que o Sen coinpanici-
ro clavicularlo do cofre nao couhecesse ocoulannenle do
zdWo existente no inesmo cofre, como pretenda o escrivo
ronkecer para a forniaedo dos bataneles; leudo o I'.. P. tan~
los cuidados mi arrullar tal soninia, que para a formarau
dos ditos balanccles enlregava ao cscriviio urna nota es-
ipla, cujo contedo era o seguinle...... E mais abai-
xo O publico agora que procure descubrir o incon-
veniente, que encontrara o Sr. Jos de Krito eu paten-
loarao sen eouqianlii un claviculario o saldo, i|uc ordi-
iiariainento tica de um para outro mea 110 cofre da pa-
gadura militan tirarla seinduvlda tristes iilaedes un-
ira o C. P., motivo principal, por que respondemos; e
pensar, que o conflicto, que so deo entre este emprega-
do e o scu escrivo foi sobre este conhcciiuculo do zn-
tfo mciisal; quaudo nao foi assim .
O cscrvao 110 principio de dczentbro passado pre-
tenden por cm cH'eelivdade o direito, que suppuiiia ter
na ingerencia e cxaiue de lodos os uioviiuontos do co-
fre por virlude da rcsponsabilidade, que elle julgava
parlilbar coin o C". P.; de maueira que tantas vezes elle
ri.i coma sua chave abrir O cofre, assislir quauliii
que se tira va o dava em pagamento, c lomarla a levar .1
chave, quaiilas fossem as partea reclamar scus suidos, e
nais diiilieiros, estando ello a ver, e observar ludo por
lano lempo, quanto durassciu lodos estos inoviiueiitos.
Se rile tivesse com eflelta parte na rcsponsabilidade,
nada mais lgico, nada mais neeessario Mas nao a leu-
do, como se mostrou, osla sita exigencia, alm de in-
fundada, era inconveniente, porque o dlstrabia dos tru-
biilbo.s, que a lei Ihe incumbo, para se dar oulros, que
nao devora. Este negocio, levado ao conhecunento do
Exni. Sr. presidente, leve cm soluciio, potteu mais 011
monos, que a responsabilidad!' era so do C, P eqnoao
eacrivo nao competa, no casocui qucslu, sean abrir,
e fechar o cofre. 0 coufllcto nao foi portanto sobre ter,
ou nao, o escrivao conhecimento do saldo mental.
Antes deSSO conflicto, etn que licnio chocados estos
dous eiupregados, o L.. P. chaiuava o eacrivSo, e confe-
ria coin elle as soturnas existentes no cofre coin a impor-
tancia despendida, que coustava dos documentos, para
aforinacao do batanete. Poriu depois, decididoquo
ello nao tinha rcsponsabilidade alguma, u V P. culendeo
nao ser obligado nein em parte alguma das inslrucfoos
se manda lal) a dar cunliccment desse niesint saldo, de
que antes dissi),repctiiuos,*llio dava; c por conscqiien-
cia passoii a dar-llic simiente essa nota, de que lidia o
coiiiiuunicador do l).-noio. Se a secretaria da guerra
expedio esse aviso por virlude de iiil'ormaooes, que Ihe
foiiio daqui sobre este faeto, nole-sc lodavia, que ella
nao manda 10 C. 1'., que cumpla as inslriieedi-s a 1 espil-
lo dando ao cscriviio o conhccjinciito, que por oslas Ihe
ponencia: d-lhe sim esse conliocinienlo, agora como
etn additaincnlnasuisliuicc.es, mas s do m/i/o inensal,
min de todos os nioviniciitus du cofre, que foi o que
pretenda o cscriviio. Knle mal*, que tinha o escri-
vao n livro diario laucadas lodas as desposas follas no
ttiez; por elle poderla ver, so com pfl'cito ellas condi-
ino cun a nula, que Ihe lava o C. P. para 0.1 balance-
tes; o quanto a exaelidiio da siiinmn, (|iie a nota indica-
va existir no cofre, c com a qual, so Ihe disia verbal-
mente, iao continuar os prximos iminedlatos paga-
incnlos, 0111 quaulo uau se recobia a consigliacfio do mes,
tiulia dous lucios de a conhoccr; o I." era ver, se. as
quantias despendidas nos prlnieiros dias, que sao umitas
o grandes, cujos documentos passSo por sua mo, com-
biiiavao com .1 nula ; u "2." craolbar para dentro dnen-
fre, e ver, so o vuliimc dus ditl'eretitos inassos do ce-
dulas poderio -eouter a quautlfl dita, O C. P. nao
4em Interesse alguiu ein ter em suas lilaos diuhei-
ros iilbeios. oque oobrigilo a dar um fiador ao decu-
plo dus scus vcnciiuciilos ; pelo contrario elle j.i tem
'cito sentir quera compete anecessidade dcunithc-
lOUrrlro pagador, porque ello mi podo sor liscalisador
de si inesmo. Ind. gue, se quizer, se isto be verdade.
Mandando puriu o aviso, de que falla o couimuni-
cadur do .-nouo que 110 I." dia do mes so laca um ter-
mo do saldo, o du que ha Clll documentos, chaniuu o
t. P. o scu escrivo, c mais o amanuense /'asios, e pc-
m 3^.veywitnmt.'73M3i^a^.Stt.r^ttj&ttn
de resignacao. O resultado de todas oslas coiilestacoes,
de lodas oslas lucias, fui una abdicaran, semio deliuili-
va, ao menos temporaria. A pretexto do mo estado de
sua saiide, que alias era e cellente, o rei Fernando 110-
nieoii .1 sott lilliu Francisco, lugar-tciicute do reino da
Sicilia, o o iuveslio, na qualidade de n//rr ligo, de lodos
os altributus, U' todos os poderes da realesa, ate que
Dos fosse servido de tornal-o a por ein oslado de en-
trar de novoeni exercicio. Depois desto acto de contric-
filo, rrtirnn-SeO rei B Ficcuza, casa do caca simada mis
niuntanhas de Corloone, e a rainha foi vivcr solitaria
cm Ulna quinta de Mczzomourcale, e depois cm Caslrl-
vetiaiio.
A primeira medida do lugar-trneule fui conferir a
lord Benliiick o coininanda do e.xcreilo siculo napolita-
no com o titulo de capiliiu-geiioral Os edil- s e laxas que
hiivio levantado lodas essas tempestades fbro revog.i-
dos; os cinco lidalgos deportados, chumados do desterro
cm 11 iiiinpho. e eiicarragados das dilleientes pastas.
Nem parnio alii as cousas : foi convocado um parlamen-
to extraordinario, que tambem leve a sua noute de 2de
agosto; os lidalgos alu se despnjrao espontneamente
deseus direitos feodaos, conservando smente o direito
de prlmogenitura, o para coroar a obra nroclamou-sfl
urna nova cnuslilnirao modelada pela da lirau-i'ic-
tanha.
Tal era a poslc&o dos negocios, quando labio encon-
trn a rainha nas pedreiras de Seliiionle Milito so asse-
inelb i\ .1 ento a Sicilia a esses reinos da ludia, cujos
principes, sempre dlsendo-se Independentcs, leva-oi a
Inglaterra pelo cabicslo.
[Conlinuar-it-ha.)


3^
dio-Ibes sua o|>no lobro n Ing.ir e livro, 0111 que rsse
ii'i'iuo se. dcveria laucar; os quaei aiaentarifo, c|iic U*-
verla srr frito no diarlo denota do ultimo lanyamento
inr .illi sefazdetoda n despega do inri, Nfio concor-
dando poii'in o C. P. ooni esta opiniao, antea julgando,
ijue fosse no di recolta e despeta, como tainbem assen-
1011 o Sr. iuspectordafatenda, a quem por all passau-
d0(consultara, lubmettco a diivida no Rxin. Se. presi-
dente! serviudo-sc daqucllci dous termos :;ob a impres-
sao da prova istocontrao C. P. ? l-'oi sua intcncifo Iludir o S.
r'.\. diicndo-lhc existir este resumo ou syuopse; ou inan-
ila-o elle lser no livro da li. e I). .' Onde est aqui a fal-
ta de Intclligencia do artigo l.", Ji l., do rogulamenlo de
l do agosto de 1844.
\ i'in aqui a pello responder-llic, ipie so a iiiiiuizade
declarada podera lascl o diser, que o C. l1. he estpido.
Queill rom elle tratar ollieial, ou familiarmente couhe-
e.T.-t o contrario, e que elle tcm ideias su lucientes dos
estudos preparatorios, que adquiri regularte ente n'um
seminario, para se ihe nao negar at n conbeclmento
desses preceitos. Se o ter l'icquciilido esses estudos, <
depola OS militares, se o le servido sempre junto dos
goveruos ,Ypara oque se nao buscan o*estpidos}que
leve o l'ar at ao lempo, que de la saliin, a saber, do
interino, do capitn general conde de Villa Flor, lioje
duque da 3.*, dos comniaiidantes dar anuas marcenaos
.los Alaria de Monta c Manoel Marques, o do presidente
lente general Manoel Jorge; e se o ter sido onearrega-
do pelo ministro de conhecer das fabricas iiacionaes do
Ilio Negro, e pelo general da conducta do governador
dosta capitana, &c. nao provoo eiu contrario, tambcig
au provnr por corto o simples dito de un adversario.
Qiipiii conlieccr rm llm o t.. 1'. c ao empregada Joaqniu
l'ereira bastos, sem o qual elle servio lamo lempo no
comiiiltsariado liscal a cuuti'iito de seus iiiperlorcs, dc-
cida, se o C. P, precisa de -jue o dirija o dito bastos; c
si' he pupillo desle por o njiiilar, leudo o I!. P. de
faxor exime de documentos em duplcala para verlilca
Slia legalidade, pela qual elle so he o ivspunsavol, dar
allcuiaoas parles, por nulas com a sua rubrica nos va-
rios papis de pagamentos, responder a olticios, dar iu-
loruiacoet, Ice; causas estas urgentes, Inilisprusavois,
C/pcssoaes, euto nao ha chele de rcparlivuo algiiina ab-
solutamente, ipii- nao leja pupillo.
Ate! aqlll como C. P. Quanto ao mais, j que falln
n'isso.lhc direiuos.que O Li. P. foi slui protegido do lina-
do conde das (jalveas, ein cuja casa cm Lisboa e no Alo
de Janeiro o vio o Sr. padre Luil Cavbanle, vicario de
Sanio Antonio, e sem dunda nao limpando arreios; que
o diga elle, que eonhece bciu o C. P, e O hospedon coill
sua familia em 1S12, qiiando por aqui passou, eiu ob-
sequio ao iiiesuio conde, que Ih'o recoiumeudoii; que
Informe a qiiem o quUor o l)r. padre Porto, rvlcntc do
euro jurdico, lioje residente ein Scrgipc, se vio tralar-se
na casa desse lidalgo ao C. P. como quem j tiuha alii
liinpado arreios; que digno l.uiibeui o Sr. coronel l.hali),
que estove na propria casa do pai do C. P., SCVioa-
gueiii da familia dos Jinjlezex de favila ein til odelo,
punco mais ou menos, quaiulo S, S.' mililoii com o (.'.
I'., ambos eni cadetes, na cainpauha de 1801; e o Sr.
lente coronel bernardo dt! Mcndonca das Alagoas, que
leve raides dea saber,ha pOUCO lempo; que o decida em
lim o documento abaixo transcripto, com que se prova
que nao he dessa condicao, com que o prelcude desai-
iii o coiiiiuiiuicaiile do D.-nueo,
llcsia-nos responder-Jilo tro; colisas : a l.J he, que,
se manifestamos suspeitas COIltraa probidade de S. Me.,
o Sr, C. do D.-novo nos leo o c xciuplo f.i/endo peior Jul-
io sobre a conducta daqnelle, aqurin voton odio; a 2.',-
qilC nao aventure argiics, que utlo poderla pi ovar sem
f.i/.er maior nial a lerceiios; e que por isso uiesino, que
se nao pideiu justilicar, poileui lanibeui reverter contra
S. Me, que so porque o di/, nao leiu dircilo a SCI' acre-
ditado, o sobre SIO nao nos permitir mais a materia; c
a .'(.', que damos as respnslas por este Diario ( no que
lano reparn,/ porque temos sincera e leal aini/ade d
olgum lempo com u sen proprirtarin, a quem liaramos
losleiniiuho de iiicnosprcco, se obrasseiuus de outra
n.iuoira, e porque teiu milito maior giro que o nutro,
le quem nao cuiihcccuius pessoa algiiiu i.
Ihiritmrntti.
Illni. e Kxin. Sr. Dis Jos de Brito Ingle/, cipilo
.(mlautc de ordens do governo do Part, que o suppli-
einle servio uu piiiueiro regiment de iufaularia de II-
iiha dista corte UO posto de al lores al passar alen-
le addido ao oslado maior do cxerciloeporqucainda mi
telilla a sua Competente guia com que devia passar d'n-
quelle regimeiilo, precisa que o coronel do mesinn re-
giment he passe a referida guia; mas declarando an
niesiiio lempo tulla, ludo que ouustar dos assciltolllCll
ios do livro mostr a remello du supplicaiite. Pede a \
l'.\c. soja servido mandar, se Ibc passe a sobredila guia,
COIU a declarar;)!) que pretende, K reeeber Ulere.
Passe uno bnvendo Inconveniente. Qiioriel general 5d<
marn de ISI2. Com a rubrica,do Kxiu. inarquez de \ a-
gOS, governndor das anuas no Rio de Janeiro.
Jos Joaqtiiin de l.ima da Silva, cavalleiio da ordem
militar, ccoronel do primoiro regiment de infamara
de linha ita corte, por sua aitea'real que Dos guarde,
ele. Atiesto que revendo o sexto livro inestre, que ac-
tualmente serve de legislo as piaras do dito regiment,
dille a folhas ,S, consta, que Jos de llrilo Inglez, alie-
res, que foi da primeia compauhia do un sino regimen-
t, passou a servir cill lente addido 00 estado, maior
do exercito, em li de oillubi o de ISII, por decreto de S.
A. Kcal de II de maio do uiesino anuo, e dos seus as-
ientos consta o seguule ; Jos de Hrilo Ingle/, idade 27
anuos, o.toral de favila, seiitou praca de voluntario,
soldado em i de mareo de 1801, foi roonnlieoido cadete
ein ,'i de maio do iiiesmo anuo, foi alferes por decreto de
i de abril de I8II.S Nada mais consta dos seus assenlos
a que me reporto, e em observancia do dcspacliO retro
do lllm, c i.xiii. Sr. inarquez do Vagos mareohal do ex-
ordio, e goveruador das anuas, miiidei passar a pre-
sente, que aSSlgliel e sellel com o .sello lie luuhas armas.
Ilio de Janeiro (i de mareo ib' 1812 ~Jmi Juaqaim de l.\-
Min dn Silva coronel. Eslava o sello das armas. Ito-
eonbeco verdadeiro o sigi.al retro. Ilio S3de mano de
1812, Estova o signa I publico. Km tcstcuiunho de
veril,ule. J/hu/uim Jii.tr de ('tuteo.
doulor Joaquim Clemente da Silva l'ninho, lenfeiu mi or-
dem de Ckritto do dtttmbargo de S. A. II., ( dnmuarga-
dnr, oueidor ijerul, eont aleada no eiimc e rireljai: de Ju-
deia e Mena.
Fa^o saber, que me eonslou por ledo rscrivao que
esta subscreveo ser o signal publico o raso, suppra de
Joaqulll) Jos do 1 astro Sabe, tabelliao do Itio de Janei-
ro por seuielhanle que do uiesiuo lem visto. O que boi
por jiislilieado. Para i de dczcuibl'O de 1813, Jos Uam.i-
zo Alvares /toudeira, que subscrevi. Joaquilll leiueu-
Ic da Silva Poiulio. Numero U7I, pagou de sillo SO res
de duas ineias folhas. I'.u.i .'I de dezcnibro de ISI', 011-
veira V'errcira. .Nada mais eoiiliuba em a peticao, des-
pacho, f de ollieio Ki-eonlieeiineuto o Jildea .Mona,
que en tabelliao abaixo assignado aqui li/ copiar liel-
inente do proprio que reconheco verdadeiro, e depois
de conferido eouserlado o entregue! a quem o apresen
loo. tteclfe lude abril de ISi.'i. Ku Pedro Alexaiidrino
Rodrigues Lint, tabelifra interino o subscrevi easfig-
nei ein publico 0 raso de que uso. i'edro Alexaudrino
HSdrlguti l.><
Bario de S. Jos. Ali.' o Sr. Cocido he un sanio bo-
mein, e eu Ilio desojo un lim lao glorioso, como o d
S. Sebastiao, que tamhi m foi soldado, para que a igrej.i
possa anda rosar de S. Jernimo o Catharinel i.e.u u!.':-
do do Itio de Janeiro ler mais esse valioso padroeiro,
Aineui.
Agora os horeges. e pedseiras livns, de que eslii
bisado o nosso Arasil, podero, cotnoputr'ora contra n
beato Henio los Labre, assaear contra a antidade do
beato Jernimo Francisco Coelho as sgiiintos objec-
<;6es.
Kssas onie crias nao orno do tilo pequea idade, que
o Inordomo da casa imperial, s por candado se quites-
so oncarregar de as desmamar por coma de S. M, 1.. Ueni
rssas eseravas lao nievas, e robustas, e servieaes. que
a narao e a fabrica de Ipaneiua nada viessom perder
na troca, o o dialmlut ii roto, dira do Sr. Coelho oque
Mafoma nao disse do touciuho. Mas a que contra-lem-
po nao anda exposto nesle mundo, mu servo de Heos!
Alas atinja ou. Sis. redactores, que sou hoineni brnneo,
o cbrisliio vclho, e tenho milita f na sanlidadc doSr.
Coelho, de quem, quaudo o rir como S. Sebastiao, ou
inesuio como S. Manoel da Paciencia, serei o mais fer-
voroso Detolo.
Publienco a pedido.
Pili DESENOIKO nos INCMDDLOS,
lllins. Sis. Com bastante pozar nao podemos sir-
vir ;i Vv. Ss. no emprcslimu que nos faz do damasco, es-
tante o escabellos ; porque, leudo esta ordem una bul-
la de priihibieao de euipreslimo de sitas alalos, sob pe-
na de exoouiiuuiiliao maior, e lim lerino de mesa qiu
ohriga a nina mulla, priva-nos a Ollero emprestimo por
Vv. Ss. requerido.
Dos guardo a \ v. Ss. -- Consistorio em mesa da ve-
neravel ordem '\.' do Carino do Iteeife, 2 do abril de IS."i
-- lllms. Sis. Joaqniu /lomadlo de Kigiieiredo, Francis-
co lose Martina 0 Antonio Jos (ionios do Coi rein. i'ii-
lirirl AhIiiiiii, prior ; Jos ta Silva Stiraieti, sub-prior ; An-
tonia l'erreiea da Coila Hernia, 4.' definidor Jote t'raneiseo
llibeieo de Soazii, .V" deliuidur ; Joiio Ecamjctitla de Snin-
paio(vencido;, l. procurador ; l.uiz Heurr*Mmltlro Pa-
ulina, 3. procurador Antonio Joaaaim r'crreivae Souui,
thesoiireiro da cera ; Jmii) Itjnaeio lo Itetjo, I." visitador ;
fernardo Praaeitco de Attredo Campot, I." vigario ; Mano, /
Jote de Catiro linimaret, '>." vigario ; Jote Correin l.ial, >
procurador ; h'el.e Franciteo de Soma Maaalkiet, secreta-
rio adjincto ; Antonio l.itindro da Silta .vencido), sei re-
talio.
i Kslavao reeonhecid.is as atsjenaluras,]
A parte de li. Basilio no quinteto deste segundo acto
ser deseinpenhada por um dillitanli amiga do beneficia-
do, o a sen rogo por obsequio.
Segunda mete.
I." ASi.i. Margarida Loinosca licneiieiadocautaid,
pela segniii!.! vi /, p belliSSiuiO e bi ni aeolhido din lo,
Sgombra la tacra tal va, da opera
NORM \,
HJusica do liumortal.....Bollini.
2." I-NeoIhiil is valsas de ."i'.niii a tod.....lliestl i.
.'1." I) liein fu i.ulo o uil ir.i pela prin.eir.i ve/, em por- decido
tugues, una engranada chula roninutica
(i M'I.IITI'. I.RaSII.KIIIO.
4." lindara o diverliiiiculo i mu a ditcrlid.i siena em
nurlugiie/. do
SAPATF.IRO i: t.p\l>l-<; \ F.XCANTADA,
por Margarida Lomos* e u beneliind.....nislca de M ireos
Portugal. () lioni ace.lliiinento licita siena najiriiueii.i
vez que se oxeculou ueste (heatro o o desojo que varios
amigos do bouetieiadn demonstraran em aprecial-a do
novo, o Induxio a leval-a em son benelicio, com indo
com a indulgenciado rcspcilavel publico.
llireetoe ta ovchetlra Me. rtudidier.
Procos da entrada.
Cadeira de galera 1 .* ordem para hoincin. 2^000
Ditas do 2." o ;;?." ordem para familia. 2 non
Hilhele de palotea..........DANDI
Os bilbetes vendem-s'c na ra larga dn Rosarlo n, 30.
priineiro andar, c no dia do thealro, pateo do L'olleglo,
Da-se dinheiro a juros com penboresde ourooq
prata, nirsmo rm pequeas quautias : n i n-.a da Praiu
ii. 22.
--Proel i-s ,1,- um caxciro que ti uli i multa pratlca
pira nina veuda no Mundo novu ra de S. Francisco
o. US.
--Un:, i-se encarecidamente a pt......me lirou uma
caria Uu crrelo viuda de Lisboa |>ara\ cente de ni,
queira ter abundado de eqtrogar na ni i Monis u. s"
juealOiu de pagar o seu pone, se licar.i milito agra-
Amsos iiuhUnios.
CCMMEHO
Alfandega.
llendiuieiilo do dia 18......
e.teaeecgao hoje 18.
Wi'igueSetintleebeguu readorias.
KscunaColoinbitmideiit.
Barca ifgkUngatedem.
I"r !!
5:812/421
Kdilal.
O lllm. Sr. inspector interina da thesourorla da
rendas provineiaes, em cuiupriiuciito do ollieio do F.XIII.
Si. presidente da provincia de 12 de ni,neo ultimo, man-
da fuer publico, que no dia25do lorente, ao incio-di.i,
se arieiuatai.io, petante a mesilla Ihesouraria, e sobas
clausulas especiaos publicadas em o n. 70 i: nutras deste
Diario, as obras complementares da ndela da villa do
iirejo, oreadas na quautia de 5:802^125 rs.
Thcsouraria. etc.
De.
uiaya.
Momi hvooi i.ica uo Si. Cojliio.
Ao iiiordonif) da casa imperial, ein resposta ao sou
ollieio de 30 do Janeiro prximo passado, so Ilio dccla-
ra, que nao Convel! i troca, que prope, das ouze crias
existentes na fabrica do ferro, de S. Joiio de Ipaiieina,
por seis eseravas, ou por qualro esclavas, e un os-
i. rravo, por qnanto sao aquellas crias de mui pequea
ii idade ; norni, que se nuden elleiluar a lroca das di-
i i i
las crias por ti es cscravos ..!.!.
K digiio la' o que qui/i rom, o Uratii, c:\Scntinella
da Monarehia, a cerca dos MUlat da moeidade, l it/no-
uineiat do ^r. niiiiistro da guerra Coelho ; o extracto a-
cima do aviso desse ministro, publicado no Jornal du
Cttininerein, siipplctuciitoao n. tt0.de II de marco, he una
prova irreliag.ivi I da couscieiicia saa, e pura do buiu
ministro, t o Kxin. hispo capellnmr deve aprovei-
iai-o jiai iviitc Uu cadeira de Itaeologia niorali doScnii-
Compauhia do Beberbe,
A a,lniinisli.iiao da CinnanhR to Hc-
bcribe fui sciente oos Sra> accionistia
cojas entradas se achSo em atraso qae
no dia 5 do maio prximo scrSo eli-
minados os (pie nao l i ver m realisulo os
|i por rento (i.snoo tis por oadfl nina
apolicc) nic agora exigidos; nlim cumprir a deteruiinacao tio art. 9.0 dos
Ksii linios e de poifcr a presentar suas
ponas a assetnhla geral dos accionisUa
na prxima reuiiiQo. Esciiptorio da Com-
pauhia t5 de Abril de i8/|5. U sc-
cretario li. J. Fernandas Barros.
\ iiiinio da assembla geral dos
otxoinislas da Compauhia do Deberibc,
>ai a ser nomeada a nova administrado,
deve ter lugar no dia ij de maio pelas )
horas da manliu no escriptoi io da Com
punhia. O cscrelario li. ./. /'r/iiandes
Horros.
PUHLICACAO I.ITTKUAIUA.
3 \elia se reinipresso e .1 venda o Engiu-SpeUign-
Baok (llvro de solctrar ingle/) de Murrat ; com bedrs de
Iciltira que pdeill servir igualmente para se iuicia-
reni os estiidanles da liugua inglesa na sua vorsao par-
liiido do mais fcil para o mais dUttcultoso. Por este
opsculo coinee.io os meninos na Inglaterra a estudar c
.1 aprender o seu idioma por ser milito elementar,!- a
ccnuiiod.ulo a ludas as capacidades o destinado a adi-
antar os discpulos por grailaees nalinaos o facis ,
desde os |u unciros elementos da liugua; por cuja lucio
adqitireni apar da urlliogahia a veidaileiia pro-
nuncia que be coi lamente a parto mais dillicil d "ella.
Pceo 1/000 rs. na praja da iiidepeiulciicia us. (i o 8. (14
3 Para o ilio Grande doSul partir, deiTiroem
poneos ibas o brigiio /Vi/, capilllo Manuel Maiinho
Ferrol ra recebe carga frele, e cscravos; assim coiuu
para passagelros oirerece oxcellentos comuiodos: os
pretendemos iratem com o dito cnpito, ou com Kirmi-
ito Jos Filis da Roa & Ir. na na dn \ Igarin u 23. (i
5 Para Lisboa segu eom brevidado o bergautiui
portugus Tnrtijo I, de primen.i marcha, forrado o enea-
yilh.ido de cobre : quem no luesino quier carrogar uu
ir de passagoin, para o que nllorece rxcollentos eox)imo-
dos p.ua passagoiros, dirija-sc ao capltdo Manoel d t)|-
velra Taueco, nu aosconsignatarios Mendos StOlivcirn
na ra da Urui n '' ,7
'I Segu para o Ilio do Janeiro, com toda a brevi-
dade, o patacho Valenle, capilao Francisco Peixoto Oui-
niaiaes ; pira ca ga, passagoiros eoseravos, Irata-secnni
Gaudiiiu Agosiiiiho do tforros, prarinba do Uorpo Santo
n. l). ;,
I Para o Ilio de Janeiro seguecnill lod.t a brevidado
a sumaca TtMntii'a, cupitao Jno Iguaon Ferroira para
cscravos, carga o passagoiros, Irala-so eom Candido A-
gOStillllO de llanos, priloilllia do i ni i i> Sanio 11. I>.
2 Sai para o Havre no dia 22 do trrente a barca
fr.'iiicc/a Casimir Velarign$\ as pessoas que quizen tu ii
de passagem.par.i o que lem exeelleules coiiimodns di
rljoo-se a li. I.asserre & C. ra ila Somalia Velha nu-
mero 138. (
2 Segu pira o Ilio de Janeiro o patacho brasileo
S Jote Americano, capitn Josc Antonio tic Maloziuhos ;
para carga passagoiros o, cscravos a frote, trata-so com
Caudillo Agoslinho do //antis: praeinha do Corpo Santo
II. lili. i."|
Le 10
es.
1 Ocorrelor liveira larii Icilo do cerca do 1 o io-
nellail.ts de oarvao do podra, na terca leira 22 du enr-
reule as liberas tl.i iiiauhaa, no seu escripiorio, rn
da Cadeia, onde se acba a couipotenlo amostra ; deven-
do os preleudeutes examinarnutecipadameiito dito car-
vo exislenlo no aiiua/.eni da senaria da rila da Gloria,
na o'oa-visla.
2 Avrial Preces faino leilao.por iulei veneao do coi-
ri tur Oliveira porcoutae risco de quem perleucer ,
e em presenen do Sr. cnsul \a Franca do urna oaixa
do ca/imiia.. a moda, avariadas a lim do do liriguc frau-
i raHiriqne, na sua recente vingem du llano p.ua este
porto: segunda leira 21 do crlente as II lunas da nia-
nbi'ia, no sen aiina/i ni, ra di < rus, [
~1hi .. I i m
. isos diversos.
C.MI'AMIIA ITALIANA.
.TIIE a T n o p li 11, o-n n \ H a r i e o.
Ilnjc 10 de abril.
EsmrUCUlO extraordinario ein Innelieio do tenor
caiu.s meco.
O beneficiado, contando com a bcnlgnldnde do Ilustre
publico desla capital, lem a honra de iprcscntar e oU'er-
(ar-lbe sen uliuuo beneficio, combinado com u varieda-
de segniulc:
Primeira parte.
l.".licpnis de Ulna escoihida svmphouia pela orches-
tra, o beneficiado execular pela priiueira ves nesle tbea-
tio a appar.ilosa o inlcicssaiite scena linal, Tombc dttil'a-
vi miei da opera.
LUCIA DE LAMMKItfiIOH,
msica do celebre.......Donuctli.
A SCenc representa as ruinas do castillo de Kdgardu,
c as catacumbas de sua ascendencia ; slllUfio de nou-
tr alluiniaiulo seus passos a elaridade da la, combina-
cao que, apesar de dillicilllosa, u beniiioiado nao lem
poiipado fadigas para apiescuul-a comloda piopriedade.
2. A Sra. .Margarida I.oihoM o Sr. (iiiiseppc Galle til,
poi obsequio, cantarao o liefllssiino duelo
DA DODA.
da opera Elisa e Claudio, msica de Mereadaiile.
,'l.u Seguir-sc-ha, a pedido de nimias pessoas, 0 2."
acto da opera.
il harriero de seviglia,
musivude.........liossini.
-- O abaixo nssigundo pergiiuta an aolual director dos
negocios da ordem 3." .do < armo, se a lei que o ailtni son
para asiiguar-jie vencido no ollieio que nuicsa rogedora
dirigi i ciininiissao eiicarreg ul.i do l'e-lttum do dia 7 do
corienie, uo d a inesuia laculdadc aos irunins mesa-
rlos. LeitJO da Cruz.
I) abaixo assigliadu deil.ua ao Sr. Jos,' Antonio
Marques, que labial i; Larailgolra Ihc sao den dores di
rs. ()0.vlMMl, iiiipoi lanci.i de nuca ao inosnio comprada pa-
ra l'ol neeinieiito da vend da lili da Pi lia II. 30, cuja
conipra o inesino Si, Marques di' til eonli.iUdo; o por
isso, alin da carta particular que nrsta data se Ihc di-
rigi, se faz a presen,c declara, ao, para que o Sr. Mar-
ques se convenea de que aquello estabelecimoiito llores-
pousav I ao abaixo assignado pela quautia referida,
Manat Jim Marnala Malht iio.
I OSr. J.S. I'., nao qucrendo dar a resposta das
cartas que receben, baja de pagar no signatario ilasdi-
tas40/790 rs., quelhe licou restando em I5dcjulha d
1842, islo uo pra/.o de Sitias, do contrario veiji o seu lio-
me por extenso nesle Diario.
I Precisase saber onde existe o Sr. Manoel l-erre-
ra de //arccllo, negocio do seu interesse, lia ra da
Cruz dollccifo i!. :t'). (3
I Anua do Sacramento \ ieira, viuva, o sua filian lo-
auua Pcrcira, o neta Antonia Amanda, rclir.io-sc paran
Assn. (,'t
I ''mu livor una canoa de c.ineii.i para .ilngar,
dirija-sed ra do Caes da llfandega ai inazeui u. 5. [i
I Precis.i-sc de mu cnili iro para venda, de idade
de 12 a Hialinos; dirija-so ao pateo do Hospital II. 1 i. 2
i- O Verdadeiro megencratlor u, 21. rslnni a venda i lu
horas da inanhaa, nos lugares do cosluiiio.
~.\o dia 11 do coi rente perdeo-so no bairro do lle-
cife3 chaves, sendo 2 do c.iixa.c una de bahii; embru-
Ihadasciu um avculal de chita aiuarellaroga-se a quem
as achoii de levar na ra da Guia II, 23.
= lloga-se a ipialquer Sr. que telilla inoeda de i ilion
francos, o favor de ceder alglinias pela grande precisan,
nao se lem encontrado n que sendo possivel aiuiiin-
Cie sua morada, ou procure no Recil'c ra di Concoi-
o li. 53, 2" andar.
AULA CO.MMERCIAL.
I 0 abaixo BSSigliado IU publico que ,i pedido de
alguns seus amigos pretende brevemente abrir Ulna
aula nocturna para ensillar a rscripturaco commercial,
por partidas singlas tal qual se pralica IIUSrscriplo-
rius, Odia d'abertura da dita aula ser auuuuciado,
logo que eStejSo nialricul uli s(i aliuuiios por isso con-
vida pelo presente quellcs Sis. que o auno passado Ilio
[allrilo atol respcilo ; adverliiido que sii reerbealum-
nos de lOaUllOS para cima, e que saibao beiu ler, es-
crever e contar. O m. thodo do cusillO acra patente aos
pretendentes, asseverando que OS alumnos em ponen
lempo collicrao a nicessiria platica de rrgerom (illdo-
pciidenle do mais adjulo. io a oscripliirai ,io de qual-
quercasa commercial por maior que soja.
Os pretendentes dlrljta-se ,i ra da ConceicSo da
Boa-visU sobrado II, S ; nos (lias litis das ."> horas t\.\
larde em diaule e nos dias santificados a toda c qual-
quer hora do dia.
Polyearpo Xunts Coirt'a. 12
Precisase alugar u.in.i prci.i moca ou nogriuba,
para vender na na, e que leja fiel; e na iiiesma casa
lem duas iniagens para so linear, sondo uma da Con-
celcao o outra do S. Jos a tratar na ra du Kogueira
n. 27,
! Na i ua do Cabuga.loj.i da esquina que voli.i para
os Ouarieis, veiuleiii-se c.iixas de tartaruga ebegadas
prximamente do aracal) o mais bem fcitoi possivel .
e por proco i oininodn.
l=Alugao-se du is casas no Coelho na ra dos Prase-
s fritas a moderna, com duas latos, nina alcva,
dous qu.iitis. coxiuha i"'r.i, quintal e cacimba, cada
uiiij.uo Coelho na ra dos Paseles u, JO, i
II-- lies ip.ireceo no dia I? do me/, p, p. una e.unii
nicia aborta, eurlu, pintada de cu. 'uto por dentro, a
pelo por lu.i. ti : o I, i ein i .,.! i nuil eavom i di proa o po-
pa uma ca\ ilbi il. ferro ein miibos os cncolamonios, una
nbposta, i..... ni i ,!o bicho ler brocado os iiiesmni en-
enlmenlos, advertindnqnnestassuhposlas nao v.io de
l'.ra |, il a ilenho.Mi mu 'ipp.in cen por lina a pessoa que
dola der noticia, ser gratificada, mim. dolheatroar-
innteiu de tabnas de piiho do Joaqniu Lopes de Alinei-
da, ou em Fura de Poi las n": U, iu
O .ibaixo assignado ruga ao Sr..Siauvernaf que,
antes do l'azor viagoin pata Finura va pagar aconto
que deve aoali.iixo assignado, no alieno il i i'u i-\ isla ;
c o mesilla abai.xo assignado ruga ;is autoridades poli-
cial s de n.io i o eeii, un passaporte ao dido Mauvernav,
em quanto in'ui ipn seut ir quii n ao do ab ii\o assiguad
J /'. I.ujj:
I UlIga-SO lllOtode do priineiro andar do sobrado
u. '.', ni Iravcssa du ileiiuailo, outr'ora lucen do
l'cixi-lrito que faz esquina ni mi lar,a dn Rosario ,
separado por oslar repartido ; assim oomo mu quarlo
que temnoinesuio andar separada ludo propiu p.ua
Ulll llnllieill snlleno ; a li il ir lio ineSUIO solu.l.lo ou II.i
i n.i larga do Rosario venda u. 30 7
2 Precisa*1 de mu peque.....lo II a I "anuos para
venda, que saiba ler o eserevrr alguma oousa, que be
para oslar em oompanbia de uiitio; nao importo que soja
nvalo na trra 11:1 ra (la Aurora n. 18, 4
- l's .ib. 1 i mi assignados ilecl.uao ao publico o em
parlieular no corpo dn rummeroiu delta prai 1. que lem
eiliilu .1 su 1 luja do 1.11 "41 11. n. "O iln atierro da I oa-vis-
I 1 .10 si 11 1 a-cu x 1 no 11 11 o i n 111 lliln i 10 II osado 1 .11. .S: .
Joaquim Uves da Fonse 1 Jiiuior em alleuc,lo no lien
pie 11 ililn SOU iA-co\i 110 le 1 n.'ilio d, -.: 111 p, 11I11.11 o s, 11
encargo e lioni roiiet ito que Ibes uieri 000 pela sua lion-
radex, lile han feiu......ega dn dito eslnbi I 1 iincnlo des-
le u lili S du 1 01 1 elile c o liiesnio rit.lbl le UlClllO IO.1-
II ti raudo de boje em diaule sobro a nova ilrui.i de Ro-
tado .-s I (inse a i,.',.,,.1 j .(; 1,,. le.
2O abaixo assignad-i l.iz publico, que dosapartou
a soeioiLide que liuba 00111 .lu.e Duarlc Coiillimo, 11.1
ra do Vr.igo n. 8, puna ipial coniprava n menirionadn
1 .oiiiiiilio, o por elijo lim declara que >> respnnsabilisa
pilas di\ idas da pa-a que o niesmii OXlilICtO soeiii fez
para ; rolerida vi lula at o dia S do eorrento me/, que
linalisou .1 sociodado ; assiiu 1 uiuo desde n mesiuo di 1 S
ci 11 van te lii .1 cutnpraiidu para .1 un sma venda u Sr. Lu/.
tiOllcaivi s de .* 011/a, eulll que 111 n abaixo as .i-;nado con-
tinua a ler soeicd ule, e para oqui declara queseres-
iioiisabilisa pi las compras que o dito si. Lui< Goucalve
le Suu/.i li/ei pin .1 rofi rid.i n ida.
Manuel Jot/ da Rota.
2 Frnueisro Gomes de OH vi ira embarca para o Ilio
Grande dn Sol o sen cscravoGermano.
I O abaixo assignado parlioipa no Sr. Jus l.uiz da
Silva liiiiiuai.ics, que, se uesoravn que diz ler un seu
podi 1, livor os liguars scguiiti s, Ilio perleneo, (pie sao:
IIIOCO, alio, de nariio augieo, represeiila ter mais de
eiui ni na anuos, peinas milito linas, cor nao iiiuilo
pret.i, lem uo alio da cabera, urna poquena falta de ca-
bello, non un.1 cali 1/. piiu ediil.i de urna paiu ad.i que
levnu lia lempo, por cuja causa licuu i 0111 o si^u.il que
se declara; lem na lidio esquerda um dedo pegado an mi-
lilil, eoni falla da (aberi do liiesmo dedo, com urna
pequea mili,1 iliOcreule dus oiitros: osle negro era re-
mailoi de laiieli is ; esl 1 lioSBpp trocido desde o da IT do
Janeiro do 1814; o sou verdadeiro dono he Francisco
Estanislao da Costa, morador em FOra de portas, casa
11. IS, 1 agjln-se todas as pospezas, e iica o aliaixo assig-
nado 1 le llmenle nbl gado.
troncitco Ettauitloda Cotia, ir
I Kranoisi n lu.e \. llm de Mello, retira-sc p.ua fu-
ra do imperio : a tratar de sua saude levando em sua
euiupaiilii.i si 11 ei i.ulo por lime Antonio. (3
IPrecisase eomiirar naves de 17palmos, ecaibroi
de eoherla de 30(e (Opalinos; quem luc anuinioieou
falle00111 Mesquilii I inda ,\; 1:. na ra do Bruiu do Reci-
fo, loja e fabrica de caldcirriro. ,4
MI ITO IMPRTAME I AR UW'OVO DE PERKAMO! cu.
8He espantoso n unuieru dus nossos soinrlhantes ,
que cada ;in;io sin i iiinli.' ,1 mnloslias que, se li'issem
tratadas siiuplesiiieiito, serian uiuda vivos! entre nos
oslas niolosllas ^.l 1 geralnioiite a ph|h> sien enthnrroi ,
iudigcsi.io, dvspepsia apoplexia, libres de toda a
pecio, assiiu como intermitientes, bilis, escarlatina,
gn Ua molestia de ligado, picures!, Iiillamma^des ,
pnralisia, hidropesa, bechigas, sarampo, loiubrigas,
dyseuloria ei vsipelas, incliassos de pos e pernas4,
bemol 1 buidas, lina as molesli.is di seuluuas.
Mullas destas molesas sao rndiealmonlc curadas o
Indas .illin.nas eom aquella ei libre medicina popular
do i)r. Snel o a* pilnlns vegetaos do l)r. Brandretli.
Ileeuinuieiul.inios .1 lodosos dinnii. pui^ o u:io ro-
qmr resgilardu algum. Xa Inglaterra o nos Estados
Cuidos OSlaS pi I illas leelll Sido O 11 meo remedio de 11;l''
las liunilias por longo 1,'iiipii, tirando siiiiprc o desoja-
do lim. restabelecondo a sadde,
Na eiYrlee as provnolas leeill nina oxlraceoenorme,
e sao reecitadas por mili Mis tlwi nieiliens mais habis do
Brasil.
Vcaha de chegar urna nova poreno destas invalua-
veis pululas, .ios nico-, agentes para Pornambuco J.
Keller &C. e veudem-se nicamente poi autorisaco dos
ditos agentes, na bnliea ftauoexa dos Sis. Saittet & l-'.
na 1 n.1 da Crin n. 22, ao proco do 1/000 rs. radacaixlnha
de ambas as qualidados, advortlndo-so ao ixtblico que
as nuil as n nl.ul. iras pululas vegetal S sao enilii lllliail.is
nu sen iici itiai iu. fechado com o sello em lacre pretu
dos iluieoS ilgi'llti s pi lo I l'lsil no Ilio de .lato irn.
U abaixo assignado l'az sciente a
rrticm convier, ijiie tentlo tratado com os
Sr.s (] I11.1l i\ I. iMngp'ira (como fez pu-
blico pelo Diario e 18 to corren te) a com-
nrar-lhc i venda f|iie oj mesmos possucm
na rua da Ptuia-n. .i) n5o effectuou lu rinii|iin por nao Ibc entregaren! os
mesmos sen lio res a dita vcr.da ilescniba-
rae.iida. Jos Intaiiw Maiujues.
|);i man boa em vante, iodo corren-
te, dcha-se aberlo botequim dn rua das
Citi/cs o. 33, sonde se l'aiem ibnocus e
jsntares para fra com promplido e a-
ccio ; c 110 mesmo se fas, lodos os do-
iningos c dias sanios, ino de vacca para
almocOj ludo por pieco cnininodo.
> ,da,BurK>aa>ai
am^zr- m macimtm,
de X. r\ do Livramento.
premio grande (:00 ^000.
As rodas de^li lotera correin impre-
terivelmente no iba -S do rorrcnlc, c o
reato dos bilbctos acha-sc venda nos
lugares do costume,


.$
A pessoa, que qui/-.-rdar 700/at 800^ rs. a pre-
mio do 2 por cento a> ini-s, dando-so hypotlieea fin
valor dobrado, anountidpjr esta folha pura ler pro-
curada.
Ollerccc-souin rapai Portuguez do 18 annos
paia cailelro du venda do que j.i t m pratica; qutm o
precisar, dirija-se a ra do Vigarfo enda n. 14.
o Sr Uanoel Benicio Fontamiei queira dirigir-
se a iua da Aurora, em casa' de Angelo Fraocltco Car-
nolro para reeeber urnas cartas, viudas do Mareobo.
Aluga-se ou compra-so una jumenta con. cria,
que seja boa leiteira; na ra da Cadela do Recite n 4(1.
Aluga so uina escrava que sabe engoininar co-
sinhar lavar e latero malaservlco de urna casa ; na
ra do Qucimado loja n. 23.
l'ma rapai Portuguez com pouco lempo do Ier-
ra do idade do 18 a ID andos com algumas ltea dj
loja do lerrageo s olTereca para oalxeiro du quaiquer
leja ou rr.esmopara ra para o que d tiador a sua
conduela : quem o precisar, annunci*.
Na pracu da Koa-vista botica n. 37 existe urna
carta para o Sr. liento Jos Alvo- ,vinda du Poitugal.
Aluga-se un escravo pardo, bstanlo liel di-
ligente, sendo omito bom eopeiro, dbolielro, o qual
se dari acontento ; tambemso alugSo outros eacravoa
para ludo o lervico deuma casa ; no Atierro da lloa-
Vlsla n. ?t, primolro andar
Qoem precisar de um rapai Drasleiro para cai-
leirodengenlio perto desla praca, o qual sabe ler,
escrovere cootar, c mesmo para jdtniuistradjr nesta
prava annuncie
Precisa-se de um hornero, que entenda do mas-
scira queira ir para a villa do Kio Formlo ; dirja-
se a ra do Amoriin n. 33 segoodo andar, para tratar
do ajuste.
1 Aluga-se o secundo andar da casa da ra Nova n.
S ; a Iralar na luja da inesina casa,
i DelAoo Goocalvea Pereira Lima embarca para o
Rio de Janeiro seus estraves David e Joanna du nacSo
Angola.
1 Precisa-se alugar urna tasa Ierre1 para pouca fa-
milia, masque tenha quintal e cacimba, sendo as
roas seguintes; paleo da Penba ra do Rangel, S.
Hila, Dorias, Agoas-verdes, pateo do ('.armo., u ra
Direila eujo aluguel nao exceda de !>,, rs. mensaes ;
na ra do Padre Florianno n. 43 ou aononcle. 16
8luciii precisar de diiiiiciru a juros lObre penliores
de ouro e prala diriju-se a ra do Uueimado o, 30,
que se dir quem d.
9Jos Ferrelra Fialho re ira-se para fra do impe-
li a tratar de sua aude.levando em sua companliia sua
mulber e 4 Qlbos menores. 13
*_ Prxedes da Fonscca Cuulinbo, como inventallan-
tedos bens doseu fallecido sogro, o Coronel Francisco
de Broderode Andrade ruga aoa Sis. credores do mea-
ino tallecido qucito jusliflca suai tiividai para po-
deremser atteodidaano inventario, que csti prceo-
do no Jui.ii doa Orphos dosis cidadu do tUicila es-
crivo u Sr, Francisco loaquim Peieira do Caivalho. (7
2 Manoal Antonio Fernandos vai a Portugal.
'-Aluga-se urna mui commoda e eiecallente casa
na ra do Nevo n. 14, defro:;tJ do llieairo novo; na
ra larga do Rosario n. 48. (3
2 .A pessoa, que no Diario n. 81, se ollerece paia
administrar engenlios dando liador a sua conduela,
dilija- o a ra de Aguas-verdes u. 64, segundo andar,
que adiar com quem tratar. (4
i Antonio Pedro das Neves embarca para o Rio de
Janeiro a sua escrava Mara de naci Angola. -
2 o Sr. Cimillo Ferrelra Uadeira queira aniuin-
ciar por e-la folha a sua morada para negocio de ICU
iuteresso. (3
2 Vicente FabiSo de Mcndonca rogrossa a Portu-
gal.
2 O Sr. Fos da l'rindadequeira no praso de >
dias, n contar da dala deste vir iiiar os penliores ,
que le ni empenhado na tua de S. Rila islo a inait de
UUl auno pois ao eootrario sero vendidos para paga
i..i. to da quaulia e juros vencidos nao Qcando res-
ponsavel por nada man. 2
y Joaqulin deOlivciraSousa Jnior ( l)r. em Pbi-
llsophia] ra sber ao respeitavcl publico que de buje
em diante abre em aua casa no Aterro da Roa-vista o.
Si, oa cursos de Phyaica Pbilosophia, Ueogtaphia e
deliogoa francea : as pesioai que desejarem seguir
quaiquer deslas disciplinas p.lem linigir-se a sua
residencia de maiil.a du > as 11 horas, e de Uide das
3 as o. **
2 Francisco Scverianno labello faz scicnte, que
leudo de lazer urna viagem a Portugal por motivo de
molestia deixa na sua casa dirigindo os seus nego-
cios seu Gibo Eulebio Ralael llabullo o que de boje
emdlaote Oca elle sendo socio do sua mesma casa ,
debaixo da firma de Francisco Severianuo Kt bello &
Filho. '
3M.1"* Goulet retira se delta p/ovincia.
3 O capillo do brigue Robim desija (aliar com o
Sr. Antonio Jus de Carvalho Jnior, podendo o dito
Sr. procurar no ermosem de Jos .Mara Palmeira no
largo do Corpa Santo. (i
3 AGENCIA DEPASSAPORTBS
Na ra do Rangel n. 3a lilSo-ae passaporles para
dentro o lora do imperio, despucho se esclavos, e
ludo com brevidade, e preco multo commodo.
3Preisasede urna sala com um quarto para um
mofo loUeiro quesijanas ras do Yigario Litige-
la ou Forte-do Mallos ; quem tivrr anouncie. 3
;, O Sr. Antonio Pedro de llanos Cavalcanti qu< i-
ra ler a bondade do aonnnciar anndo esta aboletadu
aqui no liedle que se llie deseja fallar com urgencia
a seu loteresse. I
4 No primeiro do correla mei dcsappareco do po-
der do aballo assignado, um Africano de iiume Jos,
alto bem Indino pouca barba Da pronuncia boa
estatura; este Africano esleve privadamente ao ser-
vito do senbor do engeoho do Ilrum di poli pasiou ao
do Sr. Marnede no Recilo anda esleve em poder de
outra peisoa i atqae da cadeia passou ao poder do
annuriciarite, que, ignorando eslsa precbuencias arre-
nalou-llie os seivlcuS quem o coDdUlirao auuuncian-
to recebe.-.i I O rs. /'. J. Curdo o. i9
3 Francisco Goncalves bastos embarca para o Rio
Grande de noinc .M iimmI, e para o incsino dcsliuo o eberavo cii-
milo de iioine Sim.io, do Mario Francisca dos Aojos lias-
ros. >
Compras.
3 Compra-se pcnriasde ema ; na ra Direila n.
93, segundo andar. (-
Compra-te a rlietorica c poelica do Padro Mari-
nho estando em bom estado; na ra Imperial n. 167
_-' Compra-se um cavallo pequeo gordo u com
bons andares al sulado e cnHeadu ; na la larga do
Rosario n. 11.
1Compra-sc urna escrava de meia idadcique nao
seiavelha ) aero vicio ncm uchaques que seja quitan-
deira ; na ra do Padre Florianno casa n. 43 ou an-
nuncie.
1Compraose effeclivamente para fra da provin-
cia escravosdo 13 a 0 annos sendo de bonitas figu-
ras pago-so bem : na ra da ('adeia da S. Antonio ,
sobrado de um andar de varanda de pao n. 21). 4
Coroprao-ie lelbas de viilro ; quero ai tiver an-
nunci" per esto Diario.
Vendas.
1 Vende so muito bom queijo do Gruyere em li-
bna por preco muito commoo ; na ra larga do Rosa-
rio venda n 39. (3
I Vende-seum sitio com casa de vivenda, de taipa,
todo cerrado, com um viveiro 100 pos do coqueiros,
e mal alguns arvoredus urna planta de capim, e ter-
reno mui lertil para nias plantacocs, e por prejo com-
modo em rato do dono ter do rellrar-se ; a tratar no
(iiqul com Amaro .Concalves dos Santos, ou na ra
da Cadeia Velha n. 61. (i
1 Vendo-se urna preta de multo boa conducta, co-
se oenguiiinia liso ; o motivo da venda se dir ao
comprador ; na ra das Cruzcs n. 30. 2
1 Veiidem-se, por proco commodo, saccas com mui-
to boa farinlia, vinda do liiu de Janeiro; na ra do VI-
gario armaseni n 24. 3
1 -Vende-se a psdaria da ra da Gloria n. So, prom-
pta a tr linln.ir d-se com praso, dando abonador;
a tratar na S. Crui na padaria de urna soporta. 3
I Na padaria da prava da S Crur, junto ao sobrado,
vende seelfettivamenlo toda a qualidade de bolacha e
de todos os tarnanhos muito em conta assim como
bolacha mais interior, propria para escravoi; caf mol-
do muito bom o barato qualijuer por^o; o tambem se
d pao ile veudngem a quem abone os vendedo es. 6
i Vendem-se o diseioparioi grandes em ingle; por
Vieira.as obras de Ulaclistons.do Volney,Virgilio tradu-
cido pelo classico portuguc lo. Lima Leilo curso de
historia' de philosophia por Cousin; dito de geometra
por Lacroix, e outros livros por. preco c0mudo;no Atier-
ro da Roa-vista loja de miudesas n. 54. .6
I Vendem-se dous moloques de naco do bonitas
figuras ; 3 escravas de IS a '0 anuos cosein engom-
mo bem e cosmhao o diario de urna casa; uina di
la boa cosinheira c engommadeira, laz lavarint o pao-
iie-lii ecose ; 4 escravas quiland.'iras e lavadeiras ;
4 pretus de nato, ptimos para o servido de campo,
lodos de muito boa conducta, e dao-se a contento ; na
ra Direila n. 3. a
1 Vendo-se urna casa de 3 andares na ra do S.
Francisco, dilroritoda Cadeia n SG, lu to anda que
de construccao aotlga sern precisar do aigum reparo,
com quintal murado o cacimba o um grande arrnasem,
por pceo commodo ; a trular no segundo andar da
mesma casa com a proprielarla II liarla Ibereta de
Muraos Mayor. i7
1 \ endo-se um bonito escravo canociro, do 20 an-
uos ganhador de ra e do todo o mais servifo ;
urna bonita paida du 16 a IS anuos de bonita ligura ,
sabendo porfoltameofe engommar, c he muito boa eos
lureira ; duas negri'ihas muito bonitas sabendo j
coser multo bem ; una preta ama du leio com ciia
o le-id muito born leito a prela cosinlia e engomma
mullo bem ; um piolo trabalhador de campo, por 300.4
rs. : i.o..i prela do lodo o servco ; na ra Direila
n 81. I
IVendo-so una rica armacao do amarillo com 2
dous baleos loda euvernisada e envidracada pro-
piia pura quaiquer estabelecimento de lucho, poi pro-
co commodo; no Atierro da Roa-vista, fabrica do li-
cores n. 6. (o
1 Vende-se um terreno em Fora-do-Portas, junto
a propriedade do Sr. Antonio Alves barbosa; a Iralar
na ra da Crux n. 15. 3
I Vendoiii-se ctis.ll com cera em vcLs do molhor
soitimenlo poiSivel e por mal baixa pre;o do quo em
outra qjalquer paito ; na ra da Madie do Dos n. o ,
primeiro uiidar. i4
l Vendo-se larinha muito torrada em saccas, ditas
de millio o cera ainaiella ludo por proco commodo;
na ra larga do Rosarlo na esquina que volta para o
quartel do polica. *
1 Vendem-se taxas de ferro coadoo batido, mo-
endas inleirai para agoa e animaos jogos de tambores
pura aunar em madciia lormasde tulla do leiro para
(iurgar issuca as quais lecm approvado muito bem e
todemuila duracio, machinas de vapor de alta e
baixa pressio,de lorca de S, 'ic6 cavillos ingieies; urna
penla bydraulica paia enlardar algodu e rnuitos ou-
tros cbjectus de macliinismv. A boa opinio de que
gosio, ha muilos annos as forraguns desle i-stabeluci-
ment serve de garanto a bondade das inesmas ; na
ra da Senialll Nova n ',em casadd Johnslon S, |No-h,
outl'ori de l'V i\ Slodart. (10
1 VeivJem-se saccas com Carelios, pelo mdico pro
co do .">/ e 3500 rs ; na ra da Sentllll Volha n. 188.
i Vende-sofarinha emsaccat, por preto comino
do e de muito boa qualidade ; ua ra du Cuuuuicao
da Roa-vista arrnasem de Rulirio Gomes. 3
1 Vende-se urna casa terrea na rus das Cinco-
Puntas n. 45 ; a tratar com o sullicitador Arruda ua
ra da Assumpcau n. t(i. .'3
I Vende-so urna bonita escrava de Angola, com
algumas habilidades, que se diio com sineeridado ao
comprador ; o um piano quasi novo ; na ra csUeiia
do Rosario n. iO, tercelro andar. i4
I Vende-so caf muido ussucar masca vado rell
ntdo peoclrai para aisucar ou (atiaba, um gran-
de terrador para caf ; na ra da Sentalla Nova n, 4.
i: o casa do Fernando Jos Rraguoz ao p do
arco da ConceijSo, ha para.veudc por preco commodo,
larca-panilba do superior qualiiibde galba preta o
tabaco em p da Rabia, em lelas de lo' libras
CHARUTOS DE REGALA.
Vendem-se na ra da Cruz n. i~, por preco com
modo em eaiiinhasdu 100 charutos cada urna.
Vendo-se lima escrava de ioadede^O annos boa
(i .Mira, de conlieeida conducta ctpuZ do tomar conts
do arranjo do urna casa de familia lio perfoila cosi-
nheira,doceira, engommadeira, e eottureira; duas di-
tas boas engoiumadeiras e cosinheiras ; duas ditas pa-
la o servic do campo por 600/fl. ; urna linda mo-
leca mui bem educada, do nafo Raca de 15 annus;
um moleque pega de *0 annos odicial de pedreiro 5
Ucrivos para todo o servicn um dito trabalhador de
padaria, por 380/n ; na ra de Agoas-verde n. 4C
Vendom-ie someutes de borUlica, muito novas,
ota gadas prximamente do Pollo; na ra cstreita do
Rosario venda n. 8.
Vendo-so urna morada de casa terrea na ra da
Concordia ; urna sabia da malla boa cauladcira ; na
rna da Concordia n. 3.
Vende-so cha ui'liim com muito bom gosto a 1600
rs. a libra ; na esquina da ra do Arago que vollu
pata o paleo da S CiUZ.
Vendo-se urn relogio do parejo muito bom re-
gulador o proprio para quaiquer repartido publica, bu
inglez do autor Jotin llaiby ; em Fra-do-Porlas n.
85, secundo andar.
- Vendem-se 3 bois mansos lllhos do pasto; na
ra da Calcada n. 10 segundo andar.
i Vende-se una escrava crioulo, moca sern vi-
cios nein achaques, coslnhao diarlo de urna casa, en-
gomma liso lava bem e he mnito fiel ; na rus de
Crespo n. 19. I*
2 Vcndo-seuma prela do naci Angola boa qui-
landelra lavadeira engommadeira e cosinha o dia-
rio de urna casa ; na ra da Gloria n. SS. (3
2 Na ra doQucimado loja do ferragens n. 10 ,
ha para vender exci lenles ovas do sortio muito fres-
caes o por prego commodo. '
2 Vende-so um escravo de idade de 20 a 23 annos,
remador de lancha ; em Fuia-de-Porlas sobrado de
3 andares n. 147. 3
2Vendem-se duas moradas de casas terreas no bec-
co do Marisco n.i. 6 e8 por preco commodo; na ra
doQue'madon. 26.
o_ Vende-se farinha de trigo de muito boa quali
dado ; na escadinha da Allandega. f2
2 Vende-se cerveja de bocea de prala ; o guano; na
ra da Allandega Velha arrnasem n. 44. (2
a_ Vende-se um preto otcial de ferreiro o outro
bom cosinheiro de massas por preco commodo ; ua
ra de Agoas-verdes n. ?0. (3
2 Vende-se urna porcao do cera de carnauba ; La
ra larga do Rosario venda deporta larga n. 9. 2
2 Vendem-se, a 4600 rs saccas com ajmelhor fari-
nha que lem chegado do Rio de Janeiro tendo al-
queire-da medida velha recentemenle desembarcada
de bordo do patacho S. Jos Americano ; tambem se
vende a muito acreditada e superior larinha de Mag e
Suruhi ; na ra do Crespo n. 23, primeiro andar. (6
2 Vendem-se superiores coilas para padre; na
praca da Independencia n. 14.
2- Vende-so um sobrado de um andar com escol-
ente loja para quaiquer negocio em cilios proprios,
na ra do Codorniz n. 5; a tratar na ra Velha n. i 19
SVende-se boa cevadinha cliegada ltimamente de
Hamburgo em barrequinhas de 3 arrobas, por pro-
co commodo ; no caes da Alfandega armasen) do Ra-
celar, confronte a escadinha. (4
5 Vende-se a casa terrea n. '0 sita na ra de
S. Miguel da puvoaco dos A Togados em chaos pro-
prios oitoes meieiros quintal murado e cacimba;
a tretar na ra larga do Rosario n. 12, primeiro andar.
5_ Vende-se larinha de Mag e de S. Malheus, che-
gsda ltimamente de superior qualidado ; no arco de
S. Antonio, loja n. 2.
3 Vende-se, na venda defronte da ribeirii da Roa-
vista n. 58 bom papel de peso coronilla bramo a
2o rs. o caderno e a folha a 5 rs.
3 Vende-se urna rede de pescarla de costa uina
dita do pescar carnario remos do niadeiras do Rrasil,
para lauchas e escaleres promptos e em bruto, todos
de madeira do qualidade do boiar ,- troco em lios amar
rados promptos a torcer para (orrar apparelhos de na-
vios ; tambem se alugio viradores, apparelhos, espas,
corrontes ancoras e ancorelas para arnarracoes de
navios; em Fra-de-Porlas, ra do Farol n. 57. (7
3 Vendem-se 4 redes boas para viveiro por pre-
co commodo e urna sobre-casaca de panno Ono nova
no Atierro dos Afogados o. 200. ,o
3Vende-se um terreno na ra Augusta com tun-
do para travessa do Dique com 88 palmos de (recle ,
com alicortes e alguns rnateriaes; na tua da Cruz n. 61.
3 Vendem-se borzeguins gespeados para bomein a
4500 rs. ditos de meia gaspea a 'n; rs. sapatos de
eouro de lusl'o para homoin a )C00 rs. ditos para se-
nbora a 1280 rs.; na ra do Crespo n. 12, luja da viu-
va Cunha (iuimaraes. (5
3 Na loja de Antonio Dias Souto atraz do Corpu
Santn. 68 ha para vender muito bons bules de me-
Ul insim como tero um completo sorlimento do boa
louca e vidros, tanto ordinarios como de cristal, e ven-
do por menos do que em outra quaiquer parto. (5
'i No deposito de larinha de mandioca na ra da
Cadeia de S. Antonio, D. 10 vendo se farinha do man-
dioca do boa qualidade pela medida velha a 4000
o 4o00 rs sendo em sacca a 4500 e 5000 rs. e pela
medida nova a 2000 o 8400 rs. ff
5_ Vendc-soum sitio coai cssa de pedra ecal, bas-
tantes arvoros de fruto, duas grandes buixas para plan-
tacoes e rom pasto sullicento para mais de 12 vac-
ias de leito a fallar no mesmo sitio denominado
Agoa-fria estrada que vai para Bebi'ebe. (6
5 Vende-se urna preta recolhida de '20 annos, en-
gommadeira costureira do corlar e fazer camisa de
liouiem o vestidos de senhora borda e faz lavtrinto
3 di.as, quo engommao cosinhao e larem todo o mais
chivo do urna casa ; duas ditas de meia idade por
'-ou: rs. cada urna cosinhio, lavao roupa o vendem
na ra ; uuia mulalinha de lo annos com principios
de habilidades ; 3 escravos ptimos para o trabalhu de
campo; um moleque peca de 16 annos; um pardo
bom bolieiro e pagern ; um prelo bom olllcial de pe-
dreiro do toda obra ; na ra do Crespo n. 10, primei-
ro andar. (10
13Vendom-se barris do superior vinho da Figueira;
nos armazees de Das Ferrcira ao p da Aifandega e
na ra da Moeda n 7. (3
Vende-se a mais nova e Dielhor jja-
riiilia de mandioca pelo menor pceo
presentemente no mercado a bordo du
I)ale S. Joo e gatopcia S. Anna, am-
bos Tundeados dcroiite do caes do C'olle-
gio, ou em Ierra no arrnasem de porta
larga, no caes do ( ollegio junto ao bo-
leo, uim da Estrella (9
Vende-se oleo a libra banha de poico a 3Go a libra c
mais gneros por pceo commodo; no
paleo do Terco n. j.
Vendem-se as admiraveis navalbas
de ico d.i China j bem coiiliccidas pelas
mus excellenles (jualidades ; na tua do
Crespo n. 12.
Veudem-se, no Coelbo, na ra do
Jasinim, cinco moradas de casus terreas
de nina s agua, novas e l'eilas a moder-
no, por preco innilo commodo, por juntas,
ou .separadas, as quacs rendem quasi i por
cenlo, tendo una dolas duas salas, dous
quartos, coziuba, quintal e cacimba-, mais
onda na ra dos Prazeres tambem nova
e moderna, com las s dous quai tos, roziuba
cimba ; tratase na
n. i o, das G as q da man lia.i, e das 2 as
G da tarde.
13Vende-so sal de Lisboa em grandes e pequeas
porcSes ; na rna da Moeda arrnasem n. 7. (2
lisera vos Fgidos
lora, quintal c ca-
nia dos l'razercs
Desappare-eo da loja n. 15. da ra da Cadeia Ve-
Iha ,nodia 18 docorrente mez, um moleque da Costa ,
que parece ter 10 aunos de idade reforcado do corpa,
barriga grando, cor fula com urna cicrlriz de gclpu
no beico inferior tem una marca junto ao ambigo do
ancora) ferro de navio ; levou camisa de algodo cru
enlrancado calcas de brim decordaosinho j usado, o
por signa! tem as costuras alargadas suspensorios do
malhaescuro ; roga-se a quem o encontrar, quo o
prenda e o facacondusir a dita loja quesera gene-
rosamente recomponsado.
3 Contnuao a estar fgidos ou (urtados os dous
moleques. que se autenirao nodia is do Marco uro
de neme Candido que representa -21 a 23 annos, re-
forcado rosto liso denles alguma cousa abortos na
fronte,a com o signal de um O com travessao pelo meio,
emeima de um peito ; loi visto nos Afogados no mes-
mo dia ; ooutro de nome l'hilippe represeota lo a
18 aunos, seceo docorpo denteslimados, pese mos
grandes rosto comprido e descarnado intitulan-.u
crioulos. mas sao da outra banda ; loi visto no mes-
mo dia na ponte da i'assegem ; levrao camisa de al-
godao o (eroulas de estopa ; quem os pegar ou der
noticia dirija-sea ra da Praia de S Itita n. 43, casa
do Vianna, quesera recompensado. (11
l 100#000 rs. de graticacao
A quom pegar a escrava Jo8nna de nacSo Angola,
cor fulla que outi'ora perlonceo ao Sr. Major Nicolao
Tolentino da Parahiba do Norte a qual est luna-
da desde 184:2 e consta achar-soem urn* lasenda jun-
to a villa de Caico; mais o informante ignora qual o
onomedessa fasenda apenas diz, que os donos sao
lallecidos, o que a leferida escrava llcora em poder dos
lllhos meiio.es, sendo este o nico molo de conseguir-
se saber o nomo da referida fasenda e depois corn mui-
la facllidade a apprehen(So da escrava por ter ella vc-
sivelmente um dedo do p completamente alejado ou
denominado modobim cuja oscrava tem lllhos meno-
res naquella provincia da l'arahiba; quem a pegar leve a
ra do Sebo n. 1-2, ou ao Padre Chrislovao que sa-
tisfar a gralilieivaopromeltida. (13
2 Fugironodia S do correnio pelas 10 horas da
noulo do poder do abano assignado dous escravos,
que, ha pouco lempo II.o liuhao sido remettidos da
cidade do Ico por Joao Luis Uoncalves Vianna, sen-
do um preto crioulo de nome Querino alio abalo
do corpo de 25 a MI annos pouco mais ou menos bem
parecido, o baibado, falla moderada; ievou cnlvas
brancas o jaqueta parda condumdo urn surro du
cnuro com urna rede e mais roupa de sou uso; urna
parda de 20 anuos pouco mais ou menos altura re-
gular cabello cortado mas comprido no lugar das
marralas bom paiccida bocea grande o falla mullo
moderada ; levou vestido do (iietim azul o um chale de
cor conduzindo urna trousa grande com roupa do seu
uso ; de nomo Calharina ; suppoe-se quo ambos estes
escravos tenh3o seguido para a mesma cidade do Ico ,
por terem vindo desto lugar ; roga poilanto o inesino
abano assignado a loda a pessoa ou capito de cam-
po i que dos ditos escravos tenha nolicias ou sejo
encontrados os prondo o inandem couduzl-us para
esta cidade, na ra da Cadeia de S. Antonio aupe da
guarda casa n. 1&, por cima da loja de chapeos quo
seta generosamente recomponsado de lodo o liabalho.
Francisco Joaguim Cardoso. ('21
2 Em 9 docorrente Abril, as 1 horas da uoute, ru-
gi do engenho Catnorim do Eiru. Snr. Francisco de
Paula Cavalcanli de Albuquerqno um prelo du ame
Joo he carpina bailo de 40 a 4a annos do idade,
he bem leito de corpo o cara tem urna cicatriz ou
costura na testa tem fulla de alguns denles j prin-
cipia a ter alguns cabellos brancos na barba o canev ,
tem os dedos da mo umita um pouco torios para lora,
he to ladino que parece criouio purm be do afio
Cabund tem por contume andar sempre muito deva-
nar llngindo-se manco e parece muito obediente por
as boas palavras que tem ; tem mais o signal de ter a
testa muilo grande de maneira quo parece calvo ; ro-
ga-se portanto a todas as autoridades competentes e
mais capiles de campo ou quulquer oulia pessoa-
que queiro lazer tsle ser vivo o quinao prender e fa,
zerconduzir ao dito engenho sondo seio generosa-
mente gratificados. '.15
3 Fugirao nodia 7 de Junho as 7 toras da nou-
le um preto e uina preta ambos paicciros da mesma
cssa, sendo o preto de nomo iionedicto e a niela de
nome Maria levrao uina caixa pequea de madeira
oleada de verde j a tinta usada e um atsalate pe-
queo do Porto, com porteo de roupa de seu usu;
o preto tem os signaos seguintes : do nayo Cauun-
doogo estatura baila, corpo grosso, olhus glandes,
ca i .a a proporco cabello corlado somonte atiai ,
pescoco grosso, costas largas ps grossos e largos,
urna orelha turada em que costumava tratar una rose-
linha tem na frente da cabera do uui lado ao p do
testa, o junto ao cabello urna costura, cor prela au
relinda mos grossas e cheiasde calos do tocar canJi,
ollicial de cascavol que trabalhava no trapiche do as-
sucar tem barba somonte na ponta do quino e bu-
co ; de idade de 2o annos muito ladino. A prct* tem
os signaos seguintes : de naco Ueoguella estatua re-
gular corpo secco eespigado, olhos amortecidos prin-
cipalmente quando falla ; as lailn muito bailas, pel-
los pequeos rosto descarnado, mves alias, ps sec-
eos o nervosos, naos legulaies cor preta nao relinda,
mui bem fallante denles aparados ; leva um panno
da Costa vestido de chita encarnado coiu ramagens
pretss e aberto pula Irente corn abotuadura de colche-
tos idado de '25 annos; em algum lempo venueo fu-
sondas; quem os pegar, leve a ruada Palma por de-
trs do Carino em casa de Antonio dos Sanios Ferrol-
ra que ser gratificado com 00# res. i-
3 A 15 do crlente fugio o escravo Jos crioulo,
gago, bailo e gresso pomas a guia cousa cambadas,
camisa de bafita encarnada com gola verde bu da casa
o. 'ii da ruada Aurora ou na travessa dos Keruedios
o. 3. (5
No dia quinta letra l do coi rente
fugio um escravo de nome Antonio, na-
co Angola, cego de um olbu com a ca-
beca de um dos dedos pollegares corlada,
alto do corpo, idade de 4e lanos anuos:
roga se aos capitaes de campo, ou as au-
toridades policio.es que o prendero! o
mandarcm entregar na rna do Vigario ca-
sa n. 3, que seifiogciierosanieule recom-
pensados as suas despezas.
pern. j isa tvp de m. f. defama
i8./i5.


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