Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05560


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Full Text
Anuo de UM.
Ou i n i a fera
/** l^.si
O MARIO puhlica-se todos os diasque
nao forein de guarda: opreco daaseigua-
tura he de %fn. por quartf Ipaipi ariinntndiis.
Os animados dos atugnautra *o ; '-rulos
a ra/.o do 20 ris por fiuha, 40 is. en. > ou
difireme, e as repetifOM ppla ..... le.
Os que nao l'oiviu assign mos pago J r$.
por lilil i, 10:) n iypj dliterente.
PIl.VSES DA LA.
I.ua nova a 0 as 5 li. f 21 inin. da tarde.
Cresccnte a H as 7 hor. e 4 inin.-da larde.
I.ua obela a 22 as 1 hor. e .ti inin. da man.
Mingoautc a28as !) hor. da tarde.
de Abril.
r.*l*
owc
PARTIDAS DOS CORREROS.
Goianna c Parahyba, Segundas f Sextas foi-
ras.
RioGrand.- do Norte, tinga a 8 e 22, e parle
aIU e 24.
Cali, Scriuhacni, Rio Farinoso, Porto'al-
vo, f Macer, no 1 II e2l do cada mcz.
Garanhuns f uonito a III c 21.
Roa-Vala e Florea a 18 e 28.
Victoria Quintas f ras.
< JI i 11(1.1 todos os das.
DAS l)\ semana.
PHEAMAR DE HOJE.
Priiucira as 2 h. p inin. da tarde.
Segunda as 2 li, :il ininutoa da manlia.
a lia w '^ Segunda S. Tiburcio o Valeriano, atid.
I 3 fij/"' dul.de n. da :> v.. Filo.I. SI. da 2. V.
' i v *v 1^ Tcr;a Ss. Iaillsae Auastacia. Itelacao,
Sj XI .' auB.doJ.dp l> da l. \-.,edn l.doa l-Vit.
dfan/ IG Onarla S Engiai ia, aud. do J. de Di-
%ffXJ ri'ilodi.'!. rara.
I? Ouiula S. Aniceto,and. doJ. de Direilo
da 2. vara.
IS Sexta S. Galdino aud. do I. de Dreilo
d i I vara, e do Jllii dos fritos.
10 SabbadoS. Ilcrmogenes, Re., aud. do.I.
de Direilo da I. vara.
20 Oumingo S. lene/.
timo XXI X. 86.
i --"-ii twtiraiTnrwni n i
vMi'los v> ra i: ni; ABR'L
Cambios sobre Londre.....25'/..
Paria 374 ris por franco.
" Lisboa 120 por 100 de prem.
I re; li-ti i< de bou Urina* l >/. por' ,,.
duro Mocil id [1*11)0 r.i.i,,;, ,- ,,
ii loo nov. i:..-..iiia ir.v.tixi
' de MKN). 'i,;,ii;|:l n,-(iuii
Prul i-PatartV....... >; i i u-n
u Pesos eluniuircs I mI.i
Hilos Mexic ioos l.-'i'i a I/80
M.....las de 2 patacas UStt 1/280
Ditas de nina tlii i aun
unas uc urna M<\ a
le.. da c do Bcberibr 0"lO0
ADVERTENCIAS.
Os Irahalhos daasscmhlca provincial, que liontem
publicamos, fazem parte da srsso de 1 i do crreme.
So Mario n*(H, pag. 1' col..'{ IM2 em lugar de ar-
rsrar la-se inferir.
O discurso do Sr. Francisco Joao, publicado cui o
Diario de honleiu boiive una doslocaro, devida en-
cano do tacliygraplio na iinmcraco das paginas da de-
rilraco e por iMo breve repetiremos aquellc discurso.
ttfc'.i ni',m.m* ----- i'Tarimi" ~i -----imiiiiihi
EXTE l>R.
MXICO.
SIBYUSSAO DO UENESAL SANTA ANSIA.
Documentosoffiriiici rclaliios t sutunisso de S. Anua no novo
yorrrno ilo Mxico.
(Do Diario ile Vera Cruz de 1M de Janeiro.)
nuil i di N. 15. KIMCITO d'opiiscObs.
i Ss. Ex." os Sis. D. Antonio de Haro de Tamariz e
D. Jos* liarla Mendosa partirfta hontein para a capital do
Mxico. Na uiFsuia uoilF soguo-os o general I). Pedro
tan tazar. Estes tres gcaeraes lorio enviados em dopula-
rao ao governo supremo para Iralarcni da composru de
todas os dilliculdadcs subsistentes na repblica, a liin de
crltar-se maiorderramamento di- sangue,
OrdFiio por tanto a todas as Torcas que colimo as
linhas em circmnferencia desta cidade, c ora sob o mcu
i ominando, que suspendan todos os actos de hostilidad!' ;
que abandonen^todas as posicoes que oceupao; c que se
retiren) para a cidade de Ainosoc, aguardando alai o re-
sultado das nogoeiacoos d'aqucllcs olliciacs.'
i< A' vista desta ordriii, esporo que, apniaudo a pbi-
lautropia que me anima, ordenis que as loicas sob vos-
so (ominando suspendi da sua parte todas as hostili-
dades, e evitis a ellusao de saugue, que deve de ser
cuidadosamente poupado para derramar-se tmente
quaudo seja ilFccssariu colilla qualquir iiiimigo exter-
no. Dos e liberdade.
Antonio Lpez de S. Anua.
ii Quartel-general lo de Janeiro de 18-1.".
ii Ao general I). Ignacio de lucan, n
Uuverno-grral do diiltirlo le Vera Cruz.
O eorrrio que trouxc os documentos de Puebla Coi
apprehendido por mu pFqui'uo corpo de tropas, que es-
lava em Aquati'pcc; impedio-o de ler communicaciio
il-una com o postilbao, c levou-o peanle o general
Torrejon, que eslava a 12 em San Antonia. DepoUdc
o baver drtido alguui lempo em SantaGertrudes, de ter
rompido os sellos, c lido os documentos, icstiluio-lli'os
abonos, c assini os recebi,
Vera-Cruiaiios!S. K.\.', o general 1). Lope/, de Santa
Anna, subinclteo-sF disposloo do .supremo goveruO
nacional, com todas as tropas, que eitavao em oppnsi-
i-io ao governo constitucional. Esto l'elii aconteeimeuto,
l,io lisougeiro para todos os que uiitrom sciitiiueiilos de
liiiinaiiidaile, o be anida mais para todos os Mexicanos,
que tecm sido senipiv l'avoraveis a causa sagrada do
piineipios de legalidade. O resiillado da lesoliioo do
general S. Auna be o esiancaniFilo daellUao de sangue
na heroica Puebla.
." Tp'iho ordenado, como ora proprio c conforme
saii.sl'aeao que experimento, que se celebre aquellc folie
resultado, o vos larris o inrsnio; mas, nos transportes
do vosso justo regosijo, nao csqiiooais que devenuis ser
cautelosos, Finis vigilanlFS do que nunca; e lanibem
ordeno as tropas da guarnieao, e em lervico activo,
que giiardein a inesiua vigilancia como ale aqu.
Ignacio de Hora t Villaniel.
Vera-Cruz 13 de Janeiro de 18i">. u
' Times.
INTERIOR.
(overno-grraldo tlulriela de l'uelila.
n Ex."'" Sr. Como Mexicano antes de ludo o mais,
etendo sido tratado com mil dislinceoes pelo pala, onde
Visteis a luz pela priiucira vez, uau pOUSO resistir ao de-
sojo de emprogar todos os unios ipie esiao ao ineii al-
cance, c que COIlIribuao para produzir os resultados in-
dicados navotta ola boje recibida. TcilllO Clll grande
preco as villas dos meus compatriotas, c. j que s. Ex."
propoz ao governo supremo certas estipulaecs, que pre-
vrnlrd niaior eilualo de sangue. aguardare! com prazer
a sua feliz coiiciliacao, coiiliando que ordenis aos VOSSOS
subordinados, que cvaciicm as posicues que oceupao, c
retrocedi para Amozoe, em quanto me retirare! tam-
bera com as ininhas tropas. P-lo-hel de modo que na-
da possa oppor-se s negociaces. Se occorrer algum
romnlmrnlo, participa-lo-hcl immedlatameiitc ao l."
magistrado da nacao. Dos c liberdade.
Puebla 10 de Janeiro de 1845.
Ignacio de Inrlan.
" A' S. F.x." I). Amonio Lopes de S. Auna, general d
Govtrno-geral do dislriclo de Puebla.
Ex.1"" Sr. Pelo documento junto ver X. Ex.* o
feliz resultado da questao que tein agitado toda a rep-
blica, quanto i sua forma de governo. Os unios empi'C-
gados por S.Ex., o general S. Amia paraassenhurrar-se
delta praca Ionio niuilo deshonrosos; pois que tiubao
por IIni sacriliear as vidas dos soldados mexicanos, que
erao neoeuarlas para oservicoda nacao.
ii Todas as forras do general S. Auna deviao fiearein
Auiozoe, aloque o governo supremo livosse resolrido
sob que condieedes se comporta a prsenle dilliculdadc.
Scmllovida lera V. Ex.* de emprogar grande vigilancia
c cautela, na iulelligencia de que nao ser preciso oau-
xilio de D. Nicolau bravo, que so acba nos suburbios
desta cidade com nina forca poderosa ; c por conseguln-
te pude elle nlroccder, ou dispor das suas lonas e.....o
llie parecer convenienle. Julgo taiubeni Importante iu-
ormar a X. Ex." de que, nao obstante a o dciii do gene-
ral S Auna, para que as suas tropas permaiiocessoiu em
Amozoe, teein-se apresoulado nesta praca centonares de
iioinons inclusivo generaos o outros olliciacs. Dos e li-
berdade.
lunario de nclito.
Puebla II de Janeiro.
ii A' S. Ex o cuuimandaulc general do dlslricto de
ora l ruz. u
CAROLINA NA SICILIA.
In sanguinefedus
DIVISA Ul ni. I>| NI |>K S. JlNI.iBIO.
RIO DE JANEIRO.
Ditturso do Sr. Ferrai pronutttiado na cmara i/hi irpvla-
doscm a .ciiiii de 10 de Marfodt ISi.'i.
(Couiiiiuarao do u" aiucccdenle.)
A publica do ministerio OU a sua marcha Clll querer
que os presidentes Ibssem fazer eleices foi obra rui-
nosa, auii-ccnuniiiica o resultado lie, Sr. presiden-
te, que osles sonboi es sahir.io dcpiiladiis pelas provin-
cias que gove uavao ; c roliraiidu-so em poilCO lempo
pira aqui vio-se o miiiislcrio na uccessidade de man-
dar novos presidentes e cis novas despesas, o que nao
teria lugar se o governo nuincasse pessoas que iiho
fosseni procurar a elcico. I ssa despeza deve croseor
aida con. as novas demissocs c iiumeariies quedizem
vilo ler brevemente lugar. Folla-sc na muidanca doSr.
Tilomas Xavier, c cis rcraajiibuco, eui pouco monos de
mu auno, com dous presidentes. A Paiabiba j levo no-
vo presidente; assiiu Sergipc. O Para e Alaranbao o te-
rao e aSSilll a despeza crescer scm neeossidade e so-
monte pela m publica da administrarn. Aindamis,
falla-sc que cellos inleresscs nao sii se pblicos, se
privados, oxigem a dcmisso do actual presidente da
luliihn provincia e cis mais despeza.
Ora, por esta maulla vejo, que O ministerio eiu sua
poltica tein sido dispendioso o dispendioso scm noeos-
Sidade. Mas cjle me responder:; : eslou no ineii di-
reilo os cofres pblicos que padeffio: lie verdado ;
mas nao poda mandar pessoas para as provincias, que
nao so l'ossi ni envolver ciu eleivoes, que fossem coiu es-
la coudico, que la licasscm C que seuipre conlinilas-
sem a sua poltica.' Cirio, que mu, mas, se IslO pude
ter um paste, nao so pdde couitudo desculpar o go-
verno, ile mu abuso escandaloso, que cu passarel a
referir.
Agora permita O Sr. ministro que cu faea un repa-
ro a respeito de alguuias de suas noinoaiiies. V. Ex'c. lia
lie ler prsenle o acontecido no Espirito Sanio entre o
ex-presideule diiqueila provincia, o Sr. lidio, c ojuiz
de direilo oSr. Anuda. Pelo que agora me leinbro,
creio que un aecusava ouulrodc querer assa>sinal-o,
que boilve dcsaveneas, e que ludo loi presente ao con,
ceibo de estado, que liouve delibcrarocs, etc. O laclo he
que o tal presdeme fez algiiin.i colisa de man oque
tal juiz de direilo tambcm .lignina cousa na t'ei, entre-
tanto, Sr. presidente, onliou o gabinete actual, e tanto
um cuino nutro foro iuiinedialamcute cmpicgadus com
grande vanl.igeui, un foi para aprowmia de Pernain-
buco como juiz de direilo, c o oulru para o Rio Grande
do Norte como presidente. Perguutoeu, este presidente
nao obrou nial, nao pretenden prender, ou oll'ocliva-
inenlo prendeo 0 juiz de dircito com forja armada, nao
fes um b.irulliu tamaito ? Silllj o presidente fes islo,
mas vejo tanto mu coiuooiilro einpregados. c galardoa-
dos ambos.
Agora, Sr. presidente, consinta V. Exc. que cu faja
una perguuta ao Sr. ministro, para iuloiraniente Or-
inar urna ideia a respailo de una questao nesta casa agi-
tada entre os Sis. diputados de Coja/, e Minas. I'm no-
ble deputado por Minas nos asseverou que um bouicm
tcni|ilos e palacios. Parece que os trabalhos foro sus-
pensos aluda na vspero: vressemamauha os operarios,
iiue eontiiiuario do ponto em que os havio di-ixadu, ha
UOUS mil unios. Em alguiuas parles as coluiunas, j ta-
Ihadas, s rsperio os ltimos golpes que as derem se-
parar da rocha, outras estoj espalbadas pelo camioho
que vai cidade, como se a uiorlc bouvora sorprendi-
ainnjsiiado, que est ciu Goyazcom residencia forrada,
lora preso, maltratado c remetlido para afortaies do
Principe da Boira, no Sl.iio-Orosso, prisao esta que im-
porta a unirte. Ditia-sc euio que o presidente tiuliasi-
do o autor dessa li.irli.irid.ide, ou 11 os seubores diiiiio
que nao. I ni Sr. deputado de Uoyas que linli.i r.izo de
o saber, depois dealglliu lempo, Icvaiilou-sc, e allirlliou
que o nobre ministro du imperio approvra ludo, cale
louvra ao presidente por rsse acto. En julgel islo iin-
possivcl, porque, aliui de unirs raides, o negocio nao
(oca reparliro do imperto; mas o nobre deputado lie
miistori.ibsiu i/miiii/Hiniifin'jiii/ii e uau dcviadcdise
cousas (juo nao fossem verdadeiras. I. como,uo obstan-
te islo, pude-so aind.e iliiviil.u nao su du acto, mas de
que o Sr. ministro do imperio clll lal se envolvcSSC, c
laes barbaridades louvasse, peco explicacites a resprllu.
Tainbein ouvi di/.er que u Sr, ministro da guerra luan-
du urna escolta para este litis.
O Sr. Ros: -Dous avisos.
Fiiin;:Diz o Sr.* deputado que mandn dous
U Si
avisos.
// .Si-
bilina.
U Sr
Miiti*h'>da 6'niTrn:--Eu nao uiaudci escolla nen-
/Vrrii;:--()rr. ministro osla aeiiiluinailo a ne-
gar oslas omisas. KnO uianilou escolta, mas mandn a-
visos para se maullar escolla; be a mesilla cousa.
O Sr. Ministril da (j'i/rrrii:Mas uo eslou aeo-.luiu.ul
a negar as colisas.
USr. Ferrar:Quando en digo isto, reliro-io an ra-
so dos dous sargentos ite Pcruainbucn que o nobre mi-
nistro uogoii que os nn linb i mandado prcinler depois
de tireui escusa do servieo na fui na d.i lei.
(' Sr. Ministrado liinrrii : Explique!.
O Sr. Ferrai : Dlsse que uo havia tal; mas existe
mu aviso son e le.ibo dociinienlos a respeiin, o nobre
iiiinislro nao o pude encarando para iiiiiu uo o pode
negar.
{ Depois de nlgum.1 pausa o Sr. I'orra/ contiiiliaudo
diz : i
l'l pediroi ainila nina c\plicai;o an Sr. ministro so-
bre os negocios ilas Magdas. Ate boje ando em perfeibi
cind'ira igiioiaiiiia a nspi'ilo da publica do nuiiste-
i iu relativa aos negocios desta pioviocia ; ao Si. ini-
nistro da f.izenda ou\i uoseiiailo, que Miurllc partido
que se insurgir era um partido de assassilios e lioinens
unios; o Sr. iiiiuislro da guerra disse aqui, que existem
illi causas lia milito teiupo aecuiuulailas e que era de
mislcr reuiovel-as o que \ ieeule de Paula i'ia mu liu-
mciu perignso. O que se pode concluir deslas ditas opi-
nioes be, que o parlulo sedicioso be absollll Hlente linio,
mas o senador cousrthciro de estado, presidente da-
qiielta provincia boitiem b al o amestrado nos ni go-
oios piiblieos que nao In- possivi I so leilhu um so apieo
aparlado das iiislrm roes do governo sigue nina vere-
da iuiciraiiicuic contraria ao ipie dlzem os Srs. miuis-
iros porque suspenden aguarda nacional do Pono do
Podras que mais serviros linli.i prestado a favor do go-
VorilO, serviros, que Ionio reeoiiboi idos e louv.utos pe-
lo UICSIIiO governo, quanilo COIldecOrOII ao sen i-iiiuin.l-
dante Padriuho, Eslc commaudantc deixou de o ser,
e suspensa a gualda nacional que diriga loi iiouie.i-
lo lenle coiouel ciu lugar di lie o nlbo de lieriiaido
de Mcildonca que (iuba sido sedicioso. Por oulru la-
do as autoridades polleiaes c espe i.ibnenie os subde-
legados sao boje lodas do partido sedicioso luda a po-
lica esl eulregue a piles ; os ooltns ou levO liros ou
sao processados por faetos couuuellidos diiraute a sedi-
rao ou se ri'lirao para fina da provincia. O un sino (e-
nculc-eiirunel l'adiiubo ja l nao existe vio-se na ne-
eossidade ile iTlirar-so.
O que se segu- he, queja o governo julga esse palu-
do boui.e (fui de tal mudo mudado a sua opillio i respei-
(o delle, ijue Ido entrega a policio l.u louvo nesta parir
a docilidade do governo Sao posso enleuder de oulru
modo ; porque anda n prcsideule aelu.il merece a COII-
liauea do governo c de suas iuslruerues purl.iuto se
uo (em por rorlo aparlado ; alias......
O Sr. M. dutwrra um aparto que uo ouviDS.
O.Sr. Ferruz : -- Nao me negu, porque se me liega,
cu Ibo pffOVO COIU documentos, nao S procesaos, mas a-
inda que abrumas autoridades policiacs noyamente no-
niadas tceui culpas em aberlo.
O Sr. M ijiivrra : -- Proeessos polilieos.1
O Sr. ''erra: : Particulares por faclns coinmellidus
durante a sedieo. Por rxemplo, o teen te-coronel Pau-
la foi processado por (actos coiiimetlidos durante a sedi-
eo. (iiiem foi amnisliado .' Foi o partido sedicioso, Es-
lc parlulo esl agora de cima, c isla processanilo os leus
adversarios : lio o que eslou di/.oudo. Piirtantn digo que
Fsse partido uo liede ass.issiuns, do llomeilS iu.ios,eoiun
dlsaerao os uobres IlliuiStrOS, porque osla processaiido
os seus adversarlos, os que susteutrao o governo : a
guarda nacional, que mais comba leo a favor do governo,
rartwiPt*a*aaM>Mis*'ti imim'i ---.-
l'RIMEIRA PARTE.
UM ENCONTR.
Abaixo de Castelvetrano, pequea cidade situada na
costa occidental da Sicilia, ao longo do mar se esleiulc
immcnsa planicie, despovoada. Inculta, no invern a-
baQdonada aogado, eno verlo la mal'aria, comoos
almargeaos runanos. Ninguom procure abi os cas i-
rns esplendores da vegoiaco meridional; nessa palta-
geni agreste una arvoro he raridade, e o campo osla co-
berto, a perder de vista, uo dessas magnificas paliuoi-
ras africanas que (aDta graca quanta magestade ostento,
mas sim do esgalgado palmito indgena, arbusto aijo,
que um palmo do solo so cstende caino mu Ivque iciu
que nunca mais alio suba.
No uieio desta planicie, boje tao estril, florescia a
amiga cidade Ciega de Solinonti, cujas inmensas ruinas
delinoo sobre as ondas suas melanclicas sombras.
Nao longo d'alli osla mu moi
dooarlilieoiiomeio da sua jumada. Disserels boje gi-
gantcscat bausas erguidas na solida*, bausas i Ilutis que
auingucm servcui de guia, neni parle alguiua eoudu-
lem.
Silencio iflcxivcl, cierno, succeden s cantigas dos
escravos, cujos duros laborps alli dcixaro vestigios lio
profundos, c lo vivo. Abi se uo ouve tem o inesino
mar, cujo ronco he abofado jielos cabdelus que ao lon-
go ila praia correm.
Este silio, que no paiz eliamo Roehy di Caa, he utn
dos mais inloress.iules que se encoulro na Sicilia : as
pedreiras, defendidas por duas e (res (rtucheiras de
cactos, cujas folhas meiallicas sao erneailas decspinlios
como agulhas, lorino urna larga profuudidadc cortada
a pique e toda cobeiia de mallo verde. A ligueiae a
pllvelra bravas i reseein as fondas do roebeilo, o como
que o unem com seus frondosos ramos ; os venios e os
passaros Jo deserto brindo a porfia nessas implas gri-
ualdas arrias. Ocoelhoeava a (oca sob coluiunas eslio-
Udas o nocturno poroo-ospinho o i ovil Ihe disputa
militas vozes, eni quanto a travs dn orvalho a cobra o
o lagarto vconi procurar nos pontos dcscobertos os pri-
meiros ralos do sol que vom uasecudo. Raro be ihic
iiiiri ligura humana iucoinmodc essespacilicos hospedes
da solido, a nao sor algum pastor drsoecupado, ou
viajante apaixonado de anliguidades,
Reinava como seuipre o silencio no lucio desse oasis,
mnenlo Igualmente cu-|quando de repeuic os atidos de mu cao lizern rctini
riosoe mais raro de architcetura amiga, sao as pedrei-lechos das cavernas, e um galgo blanco cabio como o
ras, donde os Selinontiiios nrrao o material doi seus | ralo no melada berva alta, onde elle todo desappaiocia
A pos elle viuli.i um cacador, que mais musirs du.
de querer passrar du que cacar seriaiuculc, tijulgal-o
pela sacla vasia, marcha hidill'erente, c espingarda
desarmada. O redingote azul, que irajava, aboloido
ate a barbo, iudiusvva que ora olheial, mas, quaudo nao
fosse pelo vestuario, o sfii arreganho militar revelara
um liliio do Ijcllona, como dizio os IIOSSOS myIholOgicos
antigoS. Aliu dislo, era lioiuom de mis triula anuos,
alio, bein feito, c u cujo rosto marcial, corlado oni
dous por um bigodc negro, iisuiiibravo a forra c a re-
solucao.
Scutou-se sobre una pedra scm deixar a espingarda,
c acompauhou, de olbos. O turbulento folgiiedo do sou
galgo, de cuja louca alegra pareca lerinveja; pois que
cm sua altilude inostrava piofuudu eufadanieutu. Quau-
do 11-poiison da fadiga, ou so laligou do ii puoso, i Iri-
nii 'i i o cao e conliiiuou u sen cun niiii.
A' ulguma distancia das pedreiras se ergua una ra-
sa; quero Jror mu pardieiru dcstelhaMo, ao.qual servia
de pona um cenlo de viuie, c um buraco alieno na pa-
nde de j,mella. I oiu o exterior condizia o interior, um
moxo com tres pomas, mu monte doberva o folliasscc-
cas servinilo de leilo, urna taboa suja e caronchosa com
honras de mesa, algUUI vasos de torra j lachados, e por
cora ile ludo sin mu velbo caldeiro de cobre a/ioba-
vrado, machucado, remendado, c posto sobre Iros po-
dras negras, que ligiiravo o lugo, lal era a luobilia des-
la casa iniuiuiida.
1 na iiiulbcr velha, nina parea, bcni digna de a habi-
tar, eslava sentada sobre os caleanbares dijulc da porta
Bjieia-aberta: una manta em tiras, de l queemoiitro
lempo fura prela, a envolva da caliera aos pis, oscabrl
losdesgienliailus Ibictuavo-lhe'eui redor da cara huidla,
Ibo d.iino ares do Ulna das Iros feitceiras de Sl.icbclli.
Ao ladu dola eslava acocorado gravemente UIU grande
galo piolo, cujos olbos ainarellos deuotavo tatislacao.
i- niqii.iii (o com elle conversara, a velha trmula ja, dava
lado
pal lulo ilo viseunde ,1a l'.iralvln lilila oblido apellas pa
seus candidatos 90 votos, e os outros liuhno a favoi
dos seus ni,os delititi, e que por coiisequeueia os cleito--
ia s nao podido sel a seu sabor, de lioille reuuin-sc com
os seus asseelas, concn.iro-se, c 110 oulio da aiiuul-
lou todas as eleiiiies,
OSr. Presidente: -- Aeho que nao esta na ordein o Sr.
deputado.
OSr. I'nruz: \ Exc, be inuilo versado instas ma-
terias, c pudo di/, r se estol!, ou uo naiudeiu; mas
quaudo se (tai do oreaiiiputo, he costume tratar-se da
polituagii.il, c eu cut 'lulo que po.sso exainiiai' agora
a inaneia por que o joi ei no procede sobre i leicoes; uau
lie albeio discussau exaiuiuai a conducta do presidente
du l'i.illh] mas CU son minio i ondeseeudei.tc, ruino \ .
Exc. sabe, e por laso, se inli lulo que nao CStOU na or-
dein, nao euiiliniin.
o Sr. Presidente : -- He negocio multo especial, ja de-
cidido pe i i .miara, que julgoii vallidas as elciciSes. i
O Sr. trras: Tein raznoj o negocio be ja decidido;
Illas i u nao tallo colilla a deeiso tomada, nao lalo de
avahar as rleirnos para d/er se for.io, mi n.io validas;
fallo contra o acto arbitrario do governo ; leuho dircito
de o censurar, de aecusal-o.
OSr PmUenk : -- Achoque nu piide acensar: cen-
surar sim.
O Sr. rrrrds:--Possu accusa-lo, apesar da deeiso da
cmara posso aceusa-lu na tribuna e n.io leuliu mi-
Ira o, easiao senao e-l i. lnliiu, o que quero lie que o
Sr. ministro me de esi lare hnculos relo que este ho-
iiiciu pralicou mal.
'IVuliu algumas clicas a diser anda mas ja a hora
esl li.lllIii ailiaulaila trullo mesiuii que pagar nina di-
vida .lo nobre deputado por S. Paulo, que anda n.io
paguei ni.is esta muilo adiautada a hora e nao quero
que o noble deputado compare 0 nuil disrurso ao nariz.
de Quevcdo e aos ubcreus da miha trra, o aberein
he cousa agradare! Ciliada, o nao salara c agreste
mas.... Em outra occasico Ihc responderei palavrapor
palana ; cutan Ihe mostrare! qu il a raio por que en -
teudeuqueo mcu discurso era safara; Ihc mostrare!
que o estylo do eortezo Horacio n.io he proprio desta
tribuna o ucm de um opposicionista c sim o do Juve-
ii il que se indignara pelo estado misero cm que para-
ra sua patria, o contra os seus opprcssores o lyran.
nos ele. Nao o fleo agora poique eslou sobremodo fa-
tigado, i hora esi.i muilo adan! ida o no enlamo li-
.rt. ,. i^szjui^**'.. -.':r"i>s-i*aMegsBtsaajpup
a imIih.i iiiii niovillieiltoondulatorio, que ai'oinpaubava
comojuellio ciu cadeucia eouiopara marcar-lbc o com-
p.isso, e baralbava machiualmcutc uiuas carias, que ol-
la linha entre os deiie. retorcidos.
E oi>lao! /ngai.i. Ihe diz de repinte una voz lieni
accentliadiii promcllem-te cm liui essas cartas um mari-
do ju\ euil e biim '
nnli-, que no momento em que o Sr. appareceo,
responde a velba lev.Hilando para o uosso carador, pois
que ei a elle, lilis olbus grisalllOS, pequoililios, chelos
de malicia, va cu lias canas urna corda e nina
furia.
Obligado pelo horscopo .' loma lli um laiiuo pa-
ra Iciilegiar as iibias,' replicnu elle, alirandn Ihe a
inin da I ; quaudo eslveres de niellior liuinor.viiei con-
soll.il o leu oiigiiiiiaiiri,. Ilojc augnrar-iuc-lias alguilia
desgrana.
A desgranado liomeiu Haz elle Clll si mCSIllO, n.ur-
lliuroil a velha, anda liarallianilo as cartas.
la seui duviila o o arador respnstar-llie O tiro, mas a
nillro lado cli.iiunu-llie a atliui .o una grande bulla de
CO panillas, e elle avislun na planicie nea bleira escol-
tado pur nina tropa de cavalleros.
lie a lilera neiiiiiiundii v ebieiilo, que Su um uiere-
ciuiento letii, mas. mu mereeimentu precioao cm um
pail si ni ostra.I is, o de allronlar os caiuiuhos mais cs-
carpados; be principio cstabelecido queoudo passa a
mua, passa a lili na oque com ludo n.io a exeluc de
rolar mullas vr/es ao fundo dos precipicios.
I.ssa que si apioxinav.i. ora piulada e domada com
Iiimi, ornada nos qu.uns cautos eoiuaeoroare.il. A
mcsiiia insignia brilliara as cortinas, o as duas muas
cobcrlasde loli/cs com as mesinai armas, se pavonea-
rn orgiilhosas sob as un i i.idas dr lopes e siunlios de
que vinbao eariega.l.is. 1 iu eonilnelor, litlighiere, as
i \ ale lucia pataca nossa.
I
,'iSll
osla suspensa, a pulira -la un -as inans. p elle ilomi-
nando por lod.i aparte, favorecido c apoiado pela go-
verno.
Ora, sint.i que o nobre rx-prcsideute das Alagasno
esteja prsenle, porque i lie podrriadar o sen lesteinu-
nlio a favor dessa pane da guarda nacional. Direiqueo
guverun fui ingrato, c este nobre deputado lambeiu foi
ingrato, porque por beui do iuli resse publico devia ler
leranlado aqu as su is vozes a favoi dessa gualda uacio-
n.ll I Oiiaulu a S ICl lite de Paula, desojo q......Si. minis-
tril diga alguma cousa i Iiegou emba carao de !., e iia'o
sei se j.i lu preso; cre., que sera pioso brevemente....
creio laminan que a sua perseguirn lea lioiu elleito....
posluifiieilauulia vez s, a|ial..i au .', licl e i uilus lioilieus,
e osles nao conseguirn prcmh'l-o. Kin liiu, a polilica
ilogoviruo h. tal, que n.io Ihc coiihcro a cor. Eslou
que nesta parte o Sr Lopc Gama fez uiiliio bem, co-
iilu a ni.-, verdade, b vanii u u partido sedicioso, piiiiv-
gOU-lbe loil.i I autoiil.nle : isln lie u que deve sor.
OSr. Ministro da (i uerra: Aebania.i.'
OSr. Perras: O nobre diputado ndizia, en nao o
posso diser, nao carrego pom esta rrspousabilidadp.
I aliare! agola subrc os negocios do l'iauliy. Desoja-
ra que o Sr. ininislio me dssosse se u presidenlo^aelual
linda un rice a eniiliauea do governo, so rile se Bui di -
i igido conforme as vistas dn governo na sua adminisira-
ffio, eque me explique o laclo aqui produ/ido, sobre o
qual o Sr. iniu.iio da guerra nao pude dar rselareei-
iiu utiis satisfactorios de esle presidente ter, de autor!-
I.lile prupn.i, auonll ulu as rleiiues primarias que all
livei.ui lugar, se na verdade turan auuillladas, a la/au
por que, i se, a vista de un laclo licites, o governo en-
teude que este prcsideule den- continuar, se nao o man-
da proerssar e responsabilisar, I. porque agora nao
comproineito a causa de olguem, declaro que as primel-
ras eleices li.r.io bitas na tuno i da le!, que 0 emule do
Rio Pardo, apeuas chegado na capital da provincia, con
liruieii as oidens do si ai anleees ,or a rrspoUo daselci-
eues.
II Sr l'rbann- Isto rabia uadisrussao do parecer.
OSr, Ferros: Nao pude fallar da priiucira ves.
o presidente conlirinou iiilcirameiilc ludo, o ulni
disio, ordeuou jumaqiialiiicadora do capital deOciras
que qualilio.isse cciiln e laillOS Soldados do b.ilaib.io li-
xii. iba, i. ndo-se pun dolo a i b nao, eslaudo Ja apu-
i /lili e tantos votos, quiuilu o pri sidcutc vio que u


2a ""'
quc-ac o nobie d nutadodivi ni.. lo coui oque heidlio
:i U vss,i.i.... va d folhando este abereiu rilada.),
(JtlllHll lili ( tlihlhl II ..
iJC S i?.* ff*fs
aSSEYII II. \ PttOYlM I VI..
riKI v. '.-"i ; i -.'>wii,!\ : F. Bit II. :r. 18*".
*, Fiiyiri -- | i i 1 til<*a ; : -i' u i. r ii n-
i.i .. .. api zar il. 1.1 -de i.spoudei a grande m.....ru
' de considaraccs, que torno appresculadas, contra as
iracas que oilercci na acsso pastada, n rcspeilo do pa-
in'i i ila COinilllsso 0 nubre depulado (|lie acaba de
la ir, entrn cui episodios de grande ini|iorlaiiria, e
dui i.uuou ideias, c principios com que nao posso cou-
rdar; o nobie deputado pareceo me rrceber mal
u cu dlssessc nio concordava com suas Ideias accr-
.; 11 uianelra |iori|iie considera a neeessidade il<> tiaha-
I Iho n. ni tamben,;! cerca do pauperismo, que rile vc
trrof bracos por toda a pnrte no i'rnsil. Sr.Prc-
sid ule, euarlio que o trabalho he ludispcnsavcl hu-
inniiidade, mas uno posso concordar rom as dras do
nobre depulado que parece preocupad" coni otraballio,
fiiii i. leudo que lina do trabalho nao lia sal varaio, quer
que i bumanfdade tenlia por nica iioressidade o traba-
llin: Mu ii.ii) adnilln ni, a huinanidiidr lem uiiii.i-
i. ti i i, ii 11 taidad. s inoraos, e religiosas, estas sfiopor
ecii ; neeessidade* c meios de fclicidadr milito imporlaii-
ira, si- o nubre deputadu qui'r considarar ludo slo
i rabalbo nao digo inais nada. Eu Sr. presidente,
dissr que o pauperismo era um iinpossivel econmico
no Brasil, cu csioii disso convencido, rcspeilo iiutito a
.i; niau do nobre depulado; nas eu nao posso roinprc-
beuder como i m mu paii novo sr pnssa il ir o pauperis-
mo.....esse grande numero de pobreta e seu dcscti-
volrinienlo, o pauperismo que lie um grande desen-
voiviuiento de pobreza ojo pode ler lugar tritio eiu po-
vos, e ni estados, ein que lia grandes arcumularoics de
capitaes, e abuudaiicia di* bracos, mi augmento di1 pu-
pul.icao, o que torna caro o sustento; mas em um pal/
novo, ein que a ierra produi lauto, e se acliao ineios de
subsistencia at os expontaneos da natureza, ru nao sei
como ein laes praiies si' dr o pauperismo;pudc sim havr
lili i di* meios ein r.i/.io da falta1 di- rcoiioinla r
por indolencia ; mas o pauperismo propriamcnlc di-
to, mi um pata novo cu cousidero-o um nipossirel e-
eou.....icainentc fallando: lance nubre depulado os
-iiisylliosp.ua o vcllio mundo, r ver que os pal-
itos aoudc a riqueza so ach.i inais aecumulada onde o
juro lie mais pequeo, que all be aoude se tcm pesen-
volvldo mais o pauperismo.
Sr. presidente. um nobre deputado que falln na
sessao anterior disse que a priinelra missao dos pode-
res polticos, era o desenvolver a industria ; cu ostra-
j I i (iiii pomo rsia proposicio do honrado iiieiubro
desta casa ; disse que nao eslava bem coherente em
suas deas porquea sl-o, tlevia ter proposlo mis Iris du
orrainento, medidas milito fortes para dar grandes
protecefles Industria ; mas que isto nao tinha sttceedi-
dii, logo que havio Incoherencia; e eu pela inhiba par-
te nao posso considerar, que a misso do governo soja
fazer rom que as Industrias prodiizio inais mi menos a
missio do governo, de todos os poderes polticos, lie
ilar seguranca ao povo c proteges iodos os direitos es-
la he i miss;:o do governo o governo nao lie rncarrega-
do de fazei comquotal industrioso Icnba nialores re-
sultados de sois r.i'l iu-is ; o flu do governo heasse-
gurar a rada um o resultado de seus trabalhos,
Sr, presdeme, enereio, que o nobre depulado tere
razio do dlr.er, que nio he su <\c pao que vive o homein,
outrnt neeessilades inmbein mullo importantes exlslem
n i socledadc.ISr. presidente, ou impugnei o parecer, coui
a razio que o nobre deputado pouderou mi choiuoii
, istello. li do que mis nao temos meios para dar teme-
Ibantes soccorros ; << uobre depulado reconheceu a for-
, a desta observoefio; mas disse o nobre deputado que
lia despetas, quo sio productivas cu crcio, Sr. pre-
sidente, que colisa alguma se gasia iuiproducllva-
incnie a nao ser nquillo, que um Ionio deila lina : por-
que niesiun aquillo que si- desp. ndc coui objeclos de lu-
Vu de praieres, taiiibeni nio lo- productivo; na"
badespeza improdiiclva senta a que i
questo lie ver o que he mais productivo
., que muis vaniagensd; mas, eu creio
possivcl dar alguein <> que nao lem:
n-itios um dcfllcil consideravel ionio
ilc dinheiro para despezas, laes ionio as di
,.L ,.,(,- ramo di- liidutiria,; digfio-mc d'oudr ha
. iliu ene dinheiro; .-u ctanlo, que umgov
' deile lua
mais real e
, que he in-
ora sr Un.
quer que
p.o-
:, .
Ir
una provincia fat bcui adiautar alguma despeza,que
'liir a arrceulacoo das rendas publicas, faca com
ii>- illa soja miioi'W mas agoia lazer desposas com os
a ni ni- para que a riqueza publica en-sra paro-
,,,-. ,|ni' podla lor mu Hm til mas inuilo remlo
, po) ii ii ni anuinoilto lias rendas piililieas mas un i
mo:i!o i|iio sera tarda; poilanlo, >r. pnsiileiile .
nao podemos prescindir de alleuder ao dclliclt. Iii
. ..boro, que algUlliaS viv s os go\ mus ilevem dar pio-
ao a al" nos i anus de indlisli ia mas i si o lie ein ea-
espociacs, i ni que se i a i onln i a n neeessidade ; mas
> .i corla que nao, fura disso en mesma i apre
,,:. i um projecl.i para a iiitroducfau de novos ap
di ios mas' por i u le proposta sin ii.m se segur ,
cu soja obrigado a votar a mesma proloccao para
. as industrias, minio mais, quaudo o principio ge-
,: je a nao interv ncu do govenio; o que eonveiii pois
..,' demonstrar as eircumstaiicias einque o governo Uevc
,.i v i,-. o nobre deputadu que l'allou na sesso ante-
. r disse que liuha \ isto inuil i i misa u nao leuho
...:, 11 mi. ,i, iiiin s. i de n i,1.i do que lem folio i sse pro-
i, ( ii i,.,. < que as rubricas d Lo de Janeiro rom
o-oi-iiao do governo sucumbiio; ora, se isla a-
,'iilili'Ci o all pala que ai lise.l a asseillbla O* lllilni-
.,- pblicos, em una empresa tito fallivel 1 Deixeuios
iosinteresses parlicularca cuidar uisso, ellos otario,
ip a emprea fr de iuioresse j mas. Sr. presidente, eu
, reio que o parecei nao pode ser npprovado por udlras
. i/oes quaudo inesino se reeiuilii e, s-e a m eessiilade
de dar protecoio a essa industria aluda asiiin sean
poda approva'r o parecer porque por ccrlo (al coners-
.iiu nfio se poda Ia.er por um simples pan ter era mis-
;ifiBBt5sij.''..- -. imawisssiiusasHsaMasnsjnteM
preceda montado em um macho, arrelado como ellas, o
oiiiio api; as segua armado de um longobordo, desti-
nado a inante-las na obediencia, e a dar-Ibes animo nos
nassos arrlsi oos. Osdous tiltighiers, cojo cabello mul-
lo longo airas, era na testa reme, trazlu capuz de pan-
no pardo, uso particular dos habitantes de Caslolvolra-
no, o cinto escarale sobre a Jaque tta verde de botdrs de
plata.
Era a liteira i scoltada por urna coiiipanliia de solda-
dos a cavallo de t .aiupleri, do farda azul com vivos en-
carnados, agaloados de prata, i bonrti pon iguilos inui-
iii semelhautesaos dos Cosacos do Don. ral era o uni-
forme oiilaoadnplaun para essa milicia nova. I'ous pares
do pistolas e um iium piiuhal Ihes |brilbavilo nos calos;
aa espingardas postas sobre oa aredes da sella, eslavio
presies a fazerfogo. Os cavallelros, eui numero de dote,
inarchavao adianle e a iras da liteira1 em r pcilusa dis-
tancia; s o eapi lio vanea va junto s coi linas.
(aniiiiliava vagaroso o cortejo, assim eoniposlo. entre
duas lileirasde aloes quo bordavo ocaiuiuho como son-
lincllas imniov i- quaudo, parando de n penle, desc o
,|j liteira nina mullicr, a queni dora o brafO o capilllo,
iiiil- iniuiediaianiente se apeala : por senlias inostrou,
BC nao quera sor aoompanli.ida, o dcixaudo a escolla.
t'udireitou-se soslnba para pardieiroda /.ngara.
__ pot mulla boina, que te dou Mtisfacao diz o ca-
, ador velha : nao luenlirao las cartas eis-ahi sein
'lvida a cabe?a coroada que ellas anuunciavao. leus
mellior vista do quo ou.
A dama que chrgava nesie momento, lie corlou l
oalavia. Scu prmoiro nioviineilo, ao vol-o, foi de v-
,'ivol desagrado; mas o segundo olbar que llie lanrou
como regado loiuou os aros Ai benevolencia quasl que*
,ies cubra mu sorrso,
(oso
ter, que oobjecto fosse desenvolviilo devldamente ein
Ullia ii soln.,iu ini i ipial se.eslaD'l. eesseni as condi-
[Oes, que .!. \i riao garantir a assembla provincial di
que i -;, tseus des jos serbio satisfeitos, deque liaviadi
ruii o fin, p ira quedesllnava uma parte dm rend'
meiiios da ;ii ovini i >, e do trab ilho do. particulares ; a
couiiiiissao d'z deem-se ti cuulos ou 12 e cu pergun
i! i-..i qui garautias? Ni por um iiareoer dccoinuiis-
i, se turoduz na iei do orcainento esta quola para o
pbixo de seda, sem garantas, seni coiidicoes? Ktioo
ijttlgo conveniente: mas o non- depulado Iroiixe um
arguinenlo que julgou miiilo valioso; disse, quo por
osto iiiein nos riamos eslabelecer iuii ramo de ludut-
tria que he UlU tirocinio para acosluoiar as classos in-
lanlls aO (rabalbo. Sr. presidente esta crciiinslaucia
nao he especial a industria de quo se traa toda a iu-
dustria manufacturcira em grral offerece meios para se
eiupregarciu creancas, e nmlhercs e te o nobre depu-
lado qjier introduzir no pata una industria, que soja
mais productiva e que de iieaino nlercsse a nosta In-
dustria agrenla, equepoder dar mais garantas, oi-
li re a l eolitos de rs. para quein inlioilur nina labri-
c.i do tecidos., aiuila que sejan grOSSOS ; all so adniill-
i.io imilliei es cercanas ; o a uossa industria lio algo-
dao achara una sabida na provincia. Sr. presidente ,
julgo pnis quo o uobre deputado uieuibro da eom-
lliixsao, e quo tcm dcll'eiidiilo o parecer concoadara
coinlgo em que temos un dcAicIt que nao poder sel
inferior a lli.'i ooutos, se carrcgaiuos eoni as despezas
g.-raes o que quein nao tetll, nao da ; por slo c por
alta das garautias, que o parecer uo ollorooe voto
coma o parecer.
".Sr, Pretilrnte: Est adiada a disoussao pola hora
' oiiiiiina a discusso do artigo I" do projerto n" 11 (Vidt
liiijim iis 79).
OSr. Figitcirah:Sr. presidente, depois de agrade-
cer miiilo ao nobre deputadu, que liaullillia sessao fal-
ln em peniiltimo lugar (o Sr. Maciel Mimleiro) a urba-
uidade, o eortezia com que trata a coinuilsaSo todas as
icaes que se digna de liizer alguiua iinpugnaeao ao pro-
jeclo; ton lio de pedir-lhe dous obsequios : o prluieiro bi
que COIIliuue 0 esclarecer a coiniiiissao i'oin as suas sa-
bias 11 lleMies; purqiie a COUllllissau eslii persuadida il
quo a sua obra lio be ccrlanienlo a Minerva, pie oaliio
do capacete de Jpiter; a coinmissiio nao be opiiiatica
tcm por inultas ve/os confessado que a sua obra deve re-
senlii-se de miiilas laeunas, o pira que ellas so proon-
ehtlo mili necessaiia se torna a discusso; esto b o pri-
meiro obsequio; o segundo lie, que me constata o uo-
bre depulado continuar lias luiulias Instancias, u.to com
a louca preteueo de couvencl-o, o de conseguir vic-
toria, porque sei beill, que liada posso fa/.cr di.me do
um parlamentar lio experimentado; mas tmente para
que a assi nibli'a seja informada dos motivos que leva-
ran a commissao a inserir no projeclo os artigos que se
diseutem.
I aliando- ;o, Sr. presidente, acera do paragraplio
*, que chama aos empregos provinciaet os cldadios
que foreni I rasileiros ualos, adoptivos, ou ualtiralisa-
ilOS, disse o nobre depulado, a quein tculio a honra de
responder, que, sea distiliccio de llrasileiros lalos, na-
luralisados e adoptivos uo exprima gerarchia, o para
urnpho nao oll'erecia tttllidade alguma; porque estes fira-
sileiros adoptivos e iialuralisadoa j sao 'ihamadot aos
empregos provinciaet pela constituirio; que portantoa
eoiniuisso ib, s nao la/ obsequio, ueni favor, ronsldc-
rando-os habilitados : parece-me que fui oslo o penta-
mento Jo uobre deputado. Nio entrare! mais naquea-
to de gerarchia, parquea este resuelto, tanto eu co-
nloo nobre depulado nuil collega ineiiibn da commis-
sao. ja nos explicamos satisfactoriamente; e o nobre de-
putado, a quein respeitu, fez-nos O obsequio do icoo-
nheeer as uossat boas uteuedes; por tanto, voltarcl
outra especie multo imprtame em que locou o uobre
depulado. quaudo disse que a commissao nao tinlia fei-
ui eoiisa alguma nova em chamar para os empregos pro-
vincial s, ns adoptivos, iialuialisados, ole; porque csti
direito ja Ibes era COIlferidn pela caustiliiicao; que era
um direito poltico, o que a commissao nao podia de mo-
do algum reslriugH-o; lie ostia questo.para que cu re-
clamo a alteinfio da asttnililca : exaiiiiii.uei, so a assein
lili a proi ni al, no circulo i\c suas altribuioes, pode fa-
er alguma rosliicco ao direito poltico,que teein os cl-
dadios brasileos adoptivos, ou ualiiralsados para o
cu|iarem os empregos provinciaet, c rntio veremos te,
com ell'eilo foi ou nao urinsn o paragroplio; se elle illl-
porla Ulna rep.iian iiiulil ilo que se ai lia determinado
pela constituieo, sem que esta attomblda potta alterar
para mais, ol jiara menos.
Sr. presideuie, convem partir de um principio, qiu
considero iueontcstavel; a ciencia de governor helio
susceprivel deprogressoromo qualqurr nutra tciencia
i a boa poltica cousisle i ni colubinar os principios ge-
1 ais em ns lai los suci.ics, e promover a sua applioaro
a medida que as novas tendencia* socloes vio revelando
a sua ni eessiilade A convci lio dos principios, os lacios
tociaes, e as novas lendeiuias da sin iedade nos revola-
i.ni.i neeessidade de ser modificado o principio de iutei-
ra cenlralisaro dos poderes do estado, adoptado una
nosta cousllluicio; poique tem-se reeuuliecido, que o
poder dein.isi.idainelile eeiillalisado nao pude ciilllinui.i-
e.ii bi ni a sua acio sallilar it-h)dos os nieiiibros do cor-
pa social [uqui loini grande tutfurro Daqui a uecettidade
de ii Inriii.ir a uoisa coiisliluicio, c de se instituir lias
provincias nina outra esphera do poder poltico, posto
que iiiin uma rbita maisclrcuinstanclada, do que a do
poder geral mira tHMurro). Ora, ames da relbrina, quau-
do a consumirn eslava ein sua virgiudade, se me per-
gnnlnssein quein era iHinjpelenle para la/cr alguma res-
tricrio ao direito publico deoceupar empregos, cu di
ria, que smente o era a assembla geral, porquecnlao
lo lia, e sonieut.....lia se aehavao concentradas as func-
(es dos poderes polilicos do estado; mas, depois qu
constituieio fui reformada, depois que se eslabefeoeo
as provincias nina mura esphera de poder poltico, com
as mesillas condlccs de vida que o poder geral, en nao
seguiri i a opiuiio daquellet que quereut, que as attem-
blens pro\ ineiuet nao possio fa/.cr alguma rostriccao ein
os din Hns polilicos do cidodio rospeito dos einprcgus
provinciaet; luiotigoetla opiuiio; emendo que a ;
semidea |nnviiii al, a rcspeilo dos objeclos que lorein
de uas altribuijOei, tccni lauta soberana, obra com tan
-
I, ja preste! avnllar, so
e como elle te desvi.ua respei-
... Kov para mullolODge, Ibe, disso, para que i-

ehamarem. Kntio, acorescen-
I..... vollaildo-te de repente para a velha, que uo ba-
ria mudado de noticio, tu lio quo bes a Zingara.'
Asmas lngoas dao-nio Cite nomo, mas be urna
calumnia; ton lio boa ehritiaa como qualquer que o se-
ja : como viis, lu baptitada.
Kio veiibo ouvlr-le do conllssao, ncni Uto pouco
i onli st ir-nie; sejas liaplisada ou mo nouen me mpor-
la para o que de ti rcquelro.
-- Oh ja sei oque be : viudosprdir-me urna receila,
nao be atiim, contra os odiados ? Traaei no dedo um an*
mi de corno com um coral de Trapini, o quaudo foros
em vi.igcni. esconde! na bagngeni ninacanella de ceg;
que cor.: isto nao lercis que recelar de olbos unios
Nao lie dissoque so trata; corre fama que as tilas
cartas predizeni q liiiurn: consulta-aspara saberse con-
tegnirei o que medito.
Toinai no pcnsanieiilo Ulna carta, rrspondoo a
Singara sem se fasY rogar.
Depuis com aret de profunda meditacio, dispoz so-
bre as pomas um jugo cabalstico, resinuugaiido certas
palavrat, de que smua ou outra te entenda; como
estas: un, dous, tros: mensageiro tros, quatro, cin-
co: prnposir.o; cinco, seis, sote: eselarrciinenlu ; e
outrotenigmas de igual Intelligenoia. Ko lim de um bom
quarto d'bora de inoditaro, forniulou o seu orculo
uestes termos :
I ni inimiga lomo, moa tonga vlageiu, un longo
repuuso.
.\.io respondes ao que te pergunlei. Ira meu pro-
jeclo a lim: lilll, ou nao?
Nio so vilenla o espirito proplietie.i: nao dizem
mus senlas. Domina a cor piola. O bom xito uo
sabio.
Esta bom! etiibom! exclama impaciente a con-
siilianie. Nao me agradat.
Porque nao lisougeo as vossas ideias. Andai l,l
10 poder, como a assemblca geral; parecc-ine que isto
he inquettionavcl. Assim, tratando a assemblca provin-
cial, un o poder provincial, de determinar os casos clor-
uras; porque ot eSnpregadot provinoUot devein ser no-
meados, trm a faculJ.ide de fazer algumas restribos
tos direitos polilicos, isto he.de oslalielecer as condicoes
sem as quaes estes ou aquellos cidadiot nao poiieni oc-
cupar empregos provinciacs, onlendeiiilo eu aqu poi
direito poltico a laculdade que tem ocidadao de nter
vil ein todas as funecoes que di/.eni respeitu ao ejercicio
dos poderes polilicos do estado, o, particularmente tal-
lando, aquabdade, que tcm de poder sor chamado aos
empregos provi ociaos. A assemblca provincia por tan-
to, pode, na espbera de suas altribulccs, isto be, quan-
do trata de delerininar os casos ea forma por que podem
ser nomeados os empregados provinciacs, estabelece.
limllc ao cxcrciclo dos direitos polticos do eidadao,
que aspirar esses einpiegos. ____
Onobre depulado,.. quein respondo, invocando o ar-
tigo 10" t 11 do acto addicional. aonde se concede aas-
.oniblao direito do legislar sobre os casos c lormat poi
que poderad os preaidentea nomcar, suspender o dein.l-
tii-o empregados provinciacs, deo urna mtell.gcncia a
este artigo, con. que me uo conformo; desejo ser ins-
truido a este rospeito; eirtende o nobre deputado que le-
islar sobro os easos o formas, nao importa mais do qu.
stab. licor nicamente o processo da uouieacfio, sen.
contender em nada con. o ntrinsico do cmprego, ou
dos empregados; sem restringir o dire.to a OCCUparO
eniprego, sem dcle-miliar etiiiim asqualidadc do em-
'""'Emendo que o nobre deputado nosta parte nao val
..mito conforme con. os principios.consagrados pele ac-
... reformador, creio, que est pe. ralamente engaado ,
.....que Sr. presidente de nue servirla a ^..Idadc do
crear empregos pblicos provinciacs, (nole-se, que eu
.alio dos'pura.nonte pro'vinciaes). te por venluru0
podeste a assembla ...arcar at.ribm.oos a osles. e pr -
got, determinar as qualilieaeoes ^*^^X~
Para ellos isto be de restringir o cxerc.c.o do due o
poltico a rcspeilo da oceupacao do .-...prego ">< 'l>
servira a laculdade dcdelcr.uh.aralurn.a.eos c,.,ospu.-
quo o presidente Horneaste os empregados provmua.i<,
se uo tivesso tambo... a laculdade de dolormu.a assuas
lunev-Vs? De nada servira oslo poder; a assi-n.blea ao
poderla mes..... cumprlr a sua ''';i'"l,0,*e'"'":
(aria smete a croar numrica, ou iiialerialn u U, ei
supprimr os empregos. uo Ibe podendo attr.b i., fuic-
o.-s convenientes, o conformes con. as ccessidadcs lo-
.' aos conformes con. as necesidades da provincia ; mas,
Sr. presidente tanto isto uo he assim, que eu leuho
mofo milito forte na ...esnia Iei interpretativa do. acto
ddiconal. ^o artigo que interpreta o paragrapho do
icio addicional de que falla o ..obro lucubro so d.z ,
t ; logo sobre aquellos empregados provinciacs cujas
unecoes nao forom relativas aos objetos sobro os quaes
lon. legislar as asscmblas provinciacs ,iHlon. oslas
eglilar iiiiplamente, e oo... a nietiua I.bordado con.
uno pode a assembla geral legislar sobre os emprega-
,s do ttribulcoei goia.-s. Temos mata o art. Interpre-
ta livo do t 7," do acto addicional, que (lia (M. Por oslo
11 t lie claro que a assemblca provincial pudo alterar o
numero o nalureza e naluroza ( repare-te bom ,' e al-
iribucoos dos empregos que forom puramente provin-
ciacs como o pode lser a assemblca geral nos que io-
"porlanlO j ve o nobre diputado que, tratando a as-
sembia provincial do determina, as quabdades nocessa-
iat, para que qualquer cidado possa ser chamado ao
niprego publico provinoial pode adn.lttir son.o.ito a
Miiadade de cidado nato c excluir a do nalurabsado.
is.aiiui,portanlo, donionsr.ida a iiocessida.le do sor a ICI
>em clara, c n.iuuciota, o porconteguinle provada
tamben, est a utilidad.-, nogada pelo ..obro depulado ;
portanto eu julgO que se deve conservar a integra (lo
laragrapbo, adiiiittlndo-M a mudanca deredaccaoque
ulli-rcci p.....lo-so en. ultimo lugar os llrasilciros natos,
para obviar a malignidad.-, que sen. ra/.ao se tcm con-
"',l Agora', Sr. presidente, voltarcl una ou tro reparo
quo fez o nobre depulado, a quein respondo, tratando
do 8.* aoude se dix (leo). .
guando explique! o sentido da constituicao, dase ,
que a incapacidad.- pbvsica se retina a acCOCI ele acto do
corpa c quo a incapacidad,- ...oral so .clona a actos
da alma, a actos do enteiidimcnto; mas o nobre de-
pulado, nio querendo salisfater-te com esta iniubalntrl-
ligeticla con. este meil modo de raciocinar, disse, que
as funeces d'alllia cio iitollei tiraos, e quo a incapa-
Cidade moral se retirla aos costuines ; mas, sr. presi-
dente cu creio, quo o nobre deputado nem corlou a
nurslio, nem destruir a n.nba argunionlacao; poique
onobre diputado sabe milito bou., que ,. vida moral
do homein be lamben, inlollecinol ; porque consiste
no sentimonlo dos nOSSOS devores, na reaolucio perse-
verante de osciiinprir no poder e llvrc dlspoalcaodas
facilidades que nos torno dadas para querer, o obrar ,
i- na direcc.no quo Ibes damos para conseguir o hu da
DOSSO destino; ludo isto van ser actos iiitcllecluaes,OU
iiiur.ies. Os COSlUliiet tamban se referein aos ocios in-
lelloi liiaos ou inoraos ; porque sao ellos a expressao
das disposiecs inoraos quo rriuao ein um pas a rcs-
peilo do justo, c do injusto. V-se pois que a n.o-
ialidado' palonee ao Ooniiiiio d'aluia tan sua orlgcui
na contcencls ; mas, por scus clfcltns, a ...ni ahilado en-
Ira no dominio publico, c be sub.netiida ao ur/.o da
opiniao c da razao publica e por isso a capacidade
moral uo podo ser indilloreute ao legislador, l.omo.pois,
o be ineni ten. una vida moral o outra orgnica e am-
bas ellas inleicssn ao onipri go publico he claro que
a le, quaudo falla de incapacdade pbvsica si- refero
vida orgnica e quaudo falla da capacidade moral, se
refere vida ii.tellectual ou moral, como j disse. Isto
me parece menos melaphjsico.....
..... ( Nfio podemos mais seguir o orador pela ra
pides com quo fallava ).
O .Sr. Uaplisla : Sr. presidente, tan-so fallado con-
tra esta palana n.oralmu, e ou lamban insisto cui que
ella so tire. IJni dos Ilustres drpulados inonibros da
coininisso, quer que lique a palana, nao allondendo
que a moioloria nao piide ser concedida seno pelo Im-
perante, c que isso mo pode ter boje lugar; e aqu est
todas vos vos parecis; para agradar-vos, seria pieciio
lser mentir as cartas, o que he o inalor dos criines (lian-
te de Dos.
Mais urna palavra s; sabes quein eu sou ?
As carias, icspondoo a velha por modo jesutico,
s ditera o que se Mies pregunta, e eu nao Ih'o pergun-
lei. Por pouco que inVu eniponlic ein sabel-o......
lie intil: loma l pelo leu (rabalbo.
K assim diieudo, laucn a dama a Zngara algumas
mu asd'ouro, r deo niguas passos para o lugar onde li-
tara o carador, que adevinhaiido-lhe a Intcncio, Ihe velo
ao encentro com todas s dcmonslracrVs do mais pro-
fundo resucito.
os muras un Hieres. Ihe diz ella, temos estas fra-
quezas; consultamos aseiganas. Que queris; por ser-
ums enmallas uo sao nossas caberas monos hincas. H.i-
vieis-mc reconlieeido?
Sim, senhora.
Kuto, j me vistos em alguma parte.'
Tive muilas vesos a honra de ver a V. inngestade
en. Paleruio, no thealro eoni oulros lugares.
Ah j etrtvettetein Palernio. Que fatlebi?
Ira capito no exercito da Sicilia.
K agora ?
Kstou reformado.
Ja?
Isto he, fui denilttido.
Porque?
Por li.ivri cxeculado muitoa risra as ordena de V.
magostado. Os Ingleses si os autores da nimba ruina.
Hri de por toda a parl oncontral-os! exclama a
rainba < rolinn, pois que era olla; rao doxar esrapar
esta exclantacio partida do amago docoiaco, no tem-
blante exptilnla colora o odio.
i onio vos chamis ?
Fabio.
Nao me he este nome deteonhecido. Contai-me a
em que consiste a differenea de moioloria e comproinis-
so; ora, seso uo poden, conceder morolorias, para que
usarmosdesles leruios, que nao pdeni mais rosuscitar ?
A adopo de novas deias ten. dado .norte lenta a limi-
to* termos; logo, todas as vesos que lzeriuos novas bis,
nao podemos cinpregar a palavra nioraiv.ia, assim cu-
li.o mitras, porque sao tonos do que um governo ja
fallecido usou niiiicis vises, o que boje nao osLio Fin
uso; boje na palavra comproinisso esta ludo; o simples
accoido da luatorta dos credores fot ludo, quer acerca
do lempo, quer acerca do abate de dividas; em lim a ros-
peito de qualquer medida,de qualqurr assuiiipto, de ludo
quanto os credores lzcrem a favor do devedor conunun,
tudo isto entra no coniproinisso....
O Sr. AMueo : Temos em prrscnca, OU em expec-
tativa o cdigo de connnercio, quo pode usar da palana
moratoria.
O Orador : Se he por sso tambera se pode usar da
palavra runficariin, c eu podero mostrar como, cinpre-
gando-seesta palavra, se pode fazer inulta violen, ia,omi-
to mal: por exeinplo; nao lia confiscacuo, ha indeiunisa-
co do dan.no causado, c a pretexto dosta, pode fazor-sc
uma verdadeira conliscacao ; boje o cou.promisso, e
moratoria, nao se podem eniprogar como sv iionjiuos,ca-
da uma dettaa palanas ten. a sua signllicaco jurdica, o
coinpromisso significa uma cousa, c a moratoria outra.
(aliare! agora sobre o i 8., que diz [Uo). Em quanto
a mi.n, Sr. presidente, osle he um dos paragrapbos que
deve ser eliminado ; porque cu eslOU corto, que nen-
li.im presidente Ir noniear um Doiueiuincanatpara exer-
cer um emprego, islo be ; nao nonieaia un. boniem,
que lenba iucapacidade pbvsica ; se isto nao ha do acon-
tecer, para que por esta condeo? l'oso presidente ha
de nomcar um hoincm sera as circuuislaucias uccossa-
rlat, paradetempenhar o cmprego que sollicita ? laclo
que nao ; o que vejo lie que a commissao quer ser Io
minuciosa,que van a fazer uma le casustica; cu decla-
ro, que, se lizesso uma le desta uaturesa, uo descaa
a estas minuciosidades, polo monos, uo entrarla ueste
einpciiho do contar as ragas do Occeano ; dci.xaria isso a
quein nao smibi'sso o que sso be; n;o otaria, porque o
julgo urna inipossibilidado, c conlio no bom sonso do
presdeme, que nao ha de noniear um boi.iom incapaz...
Kozei: Substllua alguma cousa.
O Orador: -- O que he] de eu substituir, se combalo ;
se o.in quero isto, como he i de apreseular cousa nova.'
Nao la. o cousa alguma nova, porque mo me quero pro-
piii ao ii .iludi de contar as estrellas do cOo ; disso, c
continuo a dixcr, que conlio cu. que o presidente nao ha
de noniear um boiiirui incapaz para o emprego; por is-
so entenda que melhor fura que a commissao nao apiv-
sentasse cousa alguma ; a commissao apresentoii lim*
trabalhos inipoi lanos ; mas uo lem osla natiiic/.a por
corto o artigo que so discuto; a coiuuiisso fez grandes
servic-os, apresii.tou grandes trabalhos, inostrou multa
zelo, e bous desojas; nas, a rospeito do obiecto que se
discute quta fazer, o quo uo poda.
Sr. presidente, agora fallare! da intelligenoia que se
deo s palavrat incapaeidadr pliyiica, o incapaeidade moral;
diste-te aqu uueiuipossibiiidade pbvsica ora a quo so re-
feran incapaeidade ducorpo.antapacidade pbysiologica,
o que a inipossibilidado moral se refera aos coslu.ucs.
Sr. presdenlo, ru nao aclio quo esta seja a verdadeira
iulelgencia da constituicao, o julgo do nien dover disor
alguma cousa a oslo rospeito. lie verdado que aquello!
que l.dlar.io ueste sentido, disserao miilo boas causas,
e disserao a verdado, c a veruade philosopbiea; mas uo
lie a Ultclligcncla da conttiiulcio ; c nao he s a respeitu
da consliluieao, he a rospeito de toda' a int.lligencia dos
Objeclos, que, a propon-o que a civllltacaa val fasendo
progretlOS, val fasendo suas dcscoborlas, as bis vio re-
seiilindo-se do inultos dofeitos esse..caos, e en pudeiia
mostrar inultos cxcmplos. llossi, grande criminalista, a-
prescutou, a rcspeilo do crinie do tentativa, ibeoriase
doutriiias quo lodos devoui adoptar; mas a doulriua de
llossi nao est no nosso cdigo, l est urna doutriua
dillerento: o que se segu he, que o cdigo est defrl-
IUOSO, o outro tanto acontecen cora a cunsliliiie.io, as
ideias recibidas eriOCSSas, deque a iinpossibilidade phj-
siea pe. (enca ao corpo; cio us ideias daquello lempo;
o no as ideias rcceliidas; m..s tambem nao ha duvida que
os moralistas, emendan quo uma Iei, para sor bom en-
tendida,carece de se Ir buscar o sentido das palanas que
ella eucerra no lempo, em que olla foi publicada; c as-
sim vemos quo,quaudo se quer Interpretar uma le ami-
ga, val buscar-se a lingoa castelhana, porque as bis fu-
i escripias naqiicllc lempo; portanto cnlcudoque a
don tima deque a incapaeidade moral se entend- pola
(orrupeao dos'cosliiines, be pe gusa, o pudo acai-
relar grandes niales, egrandes quistos, o iiiesino des-
granas, andando a suciedade seniprc en. ostroiucciiueiitu.
Direi, Sr. presidente, aluda alguma cousa sobre o para-
grapho (j.; diz este paragrapho o seguime, (leu) Ora,
eomparando-o com a couslllui(io do liuperio, vc-sc que
o contrario be o (pie cala ettabelecldo na conitituicSo; na
constituicao nao lie privado dos direitos polilicos seno
aquello cidado que est cunipi indo sontonca, mas em
qo,inin din,ni os seuselleilos; do modo que, ciimtirida a
tenlenca, est o cidado habilitado para excrcer todos os .
direitos polilicos, est habilitado pan. ser sonador, para
.ser di pinado : um liouiciii que livor tidu luna eoiulein-
naco polos cunes especlieados ueste artigo, o j CUin-
prido a sua sontciifa, pude ir sontar-se na cadeini de de-
putado, podo ser aduiiitido no senado, nesse corpo res-
peJtavel de ancies, mas nao pudo, por esta Iei, ser pnr-
leiro ; pode ser al regento do imperio, mas nao pido
ser amanuense...
o Sr. Alcanforado: K tambem nao pido sor jurado.
O Orador : E o quo so sigue daln ? seguo-so que a
Iei quo isso cousiguou se retentado mesura deilclo que
este projeclo; lie o mais que dahi so pode concluir. Sr.
presididle, depois das obsorvocnes que (cilio .-.presen-
tado contra o paragrapho ", eu lenlo do apreseular al-
gumas unirs, que taivez mi tejo bem acolbidas polos
Srs. doputados; mas ein lim, ja que me propuz a fallar
canlia este paragrnpho.dm 1 tudo quanto iluto a rcspei-
lo doli, e s pedir! aos Sis. doputados, quo roconhe-
co que cu slllo movido [icio imperio das uiinbas cuu-
vicecs.
Eu acbo que este $ nao deve pastar : pois um lio-
nieiu que lu cuiidoiuiiau, quo j sulfreo uma pena, lia
deger excluido dos empregos porque uma Iei assim o
determina .' Seo lim da pena nao boa vingauca, mas
iwaainwaita-Mi'-i^saaaM^ujjgjjfflnB ;m vossahistoria; porn. dal-niepriuieiro o vosso braco, o
lempo be bello, quero andar um pouco. Viudo.
Fabio obedeceo, e ambos se encainiubirfto vagarosos
para o lado das pedroiras.
Agora, dis a rainba, fallai.
Nao be longa a iniulia historia. Quaudo V. mages-
tade fez deportar para as libas os cinco Odalgos facciotol,
cou.iiiaiidava ou, como tenonte, a tropa queciubarcou a
bordo do Trtaro. Na volta da expedicio recebl don-i a
niiuha patente de capito. Was em breve miidrao os
negocios de lace: a chegada de lord Henlluck, esse nio
genio da Sicilia, cortn rainba ca reir.
Como tcm collado a de tantos outroi de nossos
liis subditos!
No lempo da abdico, o do re i.....
Que dizris, Sr.? iuicronipeo a rainba, retirando
impetuosa o broto : n ro nao abdicou; os Ingleses o
forcro a confiar ao prncipe real as redeas do listado;
mas islo he una iiiteri.iidade, e mi abilieaeo, lieai la-
beiiiln o bi ni, nien lilho he smil ule nosso ...ndala.io.
Orel be srmpro o re; e nos o lareinos sentir em breve
a le ud ni k, a despeno de suas anuacas c insolencias,
Este vil sargento foi enviado a miiiha Corte para fazer re-
verencias, uo para dictar leis.
Perdoe-mc V, magostado, fenhora, se a oll'eudi
com uma expressao inexacta, a .palavra rrvelou inru
prnsanienki; cu nao reronlu-ra por mais I. gitimos so-
beranos saino o re Fernando c a rainba l aroliua.
- Conliuuai, diz a rainba com voz j branda, e lo-
mando do novo Fabio o braco.
Ouando os cinco lidalgos, chamados por Bentinck,
pana rao do desterro ao ministerio, o principe d'Aci,
um dos deportados, retobeo por couipcnsaco a pasta da
guerra e da ii.arinba
Bello ministro, na verdado ; o homein o inais in-
moral, o mais desacreditado do reino ; se fossoraos us
que o Jioiivcsseinot uoiueado. que seno teriadilo.'


,3<
n a corrccfo, pirece-me que, tcndo o imli'viJuo ja
toltVIdo a pi'iii, nao pode'merecer mal nada, porque o
argo Importa o meaino qu* diter-te, que <> homeui con-
tinua a lee os inesmo eritnrs aw llnha, c que e ii diaule o homein iicsta- eireiiii Itanclai, ticar cm
;ui ra com .1 sociedade, ea soci.dule pin gin rn com o
houipiii; ora, lato nao lie conveniente; mas cntenda-se
qup ni nao qupro, que o presidente di provincia 110-
mee par o* riuprrgot cldad.fo que leudan aprrtenU-
'o nina tendencia p ira n orinie; mas nao quero laso pih
lei, quero que se deixe ao arbitrio do presidente, ao teu
lioiii tenso : da parlo la auloridade administrativa est
o avallar os precedentes do individuo que quizor no-
mear, a nstureza da sua conducta, nulo isio he possivel;
mas em le .nao posso oonvir.
OSr. Fiyueireda: K a pena de hammento'.'
O. Orador: --Nao he de.sses caso que mis estamos
Halando; nao.se falla aqu de banimenlo, poique so-
no, pii taniheni di lia que a morle natural est no mes-
1110 cato; o homein que marre nao pode ser eniprogado:
mas cu mo estou tratando (lisso, sao casos muilos ilil-
fcrenteSj urna coma he quando se inipGe a pena ultima,
a pena perpetua, outra he quando se impV a pena tem-
poraria; sao cousas muito diversas. Ora, Sr. presiden-
te, un liomilu contra o qual teni haviilo nina tentones
condeniualoria por crimo de estelionato, ou hanca-rnla,
nao pode mudar de conducta? Pode, e eu suppouho ,
que os Srs. deputados niio adinitlem o principio de que
queui nina mal una ve*, nao he mais capaz de obrar
heni; por vito os Sis. deputados uo leem esta doutriua,
so propria dos Marroquinos, ou dos Turcos, assiin co-
mo ningiieiu dir que das inirfhat ideiat tenha viudo
mal ao pait, porque ellas nao leem iloniinado; as contra-
rias sao as que (cen estado senhoras de lodo o terreno
poltico; sao ratas que teein lelto todas as sociedade esta mal, se sol're males, a culpa he dos que
teguem opinioes contrarias as iiiinhas. Sr. presidente,
eu convenho no arrcpciidiiiionlo, julgo-o possivel; logo
dio queco esle principio que corla as esperam-as ao ar-
repi'iidido, incluido na lei; fique ao presid-ule. elle
que avahe asciicmnstaucias de cada, mi, veja iiual.de-
poisite coiideiimailo. niud.iu de conduelo, cohre coma
prudencia devida. Sao estas as lunillas conviciYiespos-
so estar em erro; mas nao he erro de vontade, he de
ciileiidiuieuto Volu eonlro o artigo.
OSr /.iijirj inn/in Sr. presidente, direl poueo so-
bre esle artigo (i.0, c Carel alguiiias observaeoes ao ler-
eeiro; i(ii.iiiId .(()().' quero estar de acecido com os iiicni-
hros da comiuIsSBO quero entender que o hoiueiu que
urna ves ineorreO uestes criuies donde resulta infamia,
deshonra,nao possa ser cnipicgado ; mas eutao ha di
oouiiiiisso pe iiiillir-mc que Ihe diga que ha aqu una
jaita ; ainda estando de aeeordu com a ciiinUsn como
desejo dicte aqu fUo) vamos ao homicidio ; nao con-
sidero o homicidio assiin eui {eral como mu crlllie des-
tes Infamantes, por oxempkt; u liomem que em publico
sullic una bofetada e malla aquelle que Ih'a leo
COlllllietteo mu homicidio, min ha dnvida ; todava II
nao he infame antes he limito honrado ; o cdigo im-
Jifle nina pena a este honiein c este hunicui, porqm
soll'reo mua coiidcmnaro nao pude mais ter empre-
gado ; ora, islo he mu delleitoqiie precisa scr.cmrnd.i-
uo ; ohninem que malla por mil motivo (lestes di
honra e pundonor, nao he infame ; pori'-ui arista do
paragrapho elle lica equiparado aos que O sao ; si
eommisso nao aftender a Isto digo-llic que he multo
amor aos lilhos;he forea (|uerer sustentar que sao per-
leilos ainda que se Ihe moslreiii OS aleijes islo he
exacto, vamos adan te ; por tanto en rotare! pelo para-
graplio com alguma inodflcacio ; iulgo que o homici-
dio que eu dlstlnguo do astassinio, neni leinpre he in-
fame, por exeiuplo; o lioiueiu casado que eiieoiilra sua
inuilu'r em Oagrante,adulterandn-o, pude matar o adul-
tero com ludo comuielle mu hoiuicidio mas elle hi
liomem honrado ; ponan pelo artigo elle n3o pdc
mais exercer rfopregospublicoi__
Vozes :Aicsso caso o jury absulvc-o.
OUriitlm :.Vio pode ; o ji.rj piide dar como existen-
te ns circumstancias alleuuautcs, e entilo ser lie
cnmleniuado uo mnimo da pena ; mas nao pode dt-ixai
de o comleinnar em vista da lei; ora,isto nao pude ser
pouho isto melhorinho que cu voto pelo paragrapho
trs nao (enliao tanto amor a este sen lilho atiendan;
.ligninas observaeoes que se teein feito, para que se niio
ilippouha que este projeeto lie a tal Minerva que ca-
bio da cabrea de Jpiter. Sis. eu estou mostrando um
pequeo dcll'cilo c mi tel para que tantos apartes de
vagarshiho um daqui outro daIII, nutro ueacola,
para que isto Os Srs., sao muito bous legislas csto
muito aeosliiiuados ao pi e ao contra mas uesta
parte iju.min a isio digo que teuho multa raiSo
estou i'in campo porque teuho milita razao ; vamos ao
mais vamos ao paragrapho .'l. que diz (/rVi). Aqui j
appareceO nina ou duas emendas nina inverteiido a
ordem das cousas ; a qual s respondo, diiemlu qu
foi peior a emenda do ijue o soneto ; ir augmentar o
mal, em lugar de o diminuir ; diro estes mal Intencio-
nados que se fez cssa distiiiecao odiosa de proposito ,
que se quer proteger esles, colilla aquellos CtC para
evitar, pois, islo, cumio volu nem pela emenda, nem
pelo soneto, isse-se aqui que lodos os empregos p-
blicos sao dlrcitOpolticos; mas (lucilospolticos mi
poiloiu ser oxeredos por estrangeiros; oigo nao he pre-
ciso o paragrapho, destruo isio. so pdem : os Srs. di-
/ro i|iii'ludo sao direilos polticos, dircitos polilicos
nao pode ni ser exercidos pelos estrangeiros porque he
COUtra a ciinsliluiro por tanto o paragrapho nao he
preciso ; sto he etmscquciicia da opilliao dos Srs. de-
putados da uiinlia nao ; porque eu cnlendo, que nem
lodos os empregos sao polilicos ; ha einpregos civis, c
empregos polilicos ; mas as minlias Ideiat nao sao as
*j)i se discuteiu sao as dos Srs. di-putados que sao
uieus mestres e en que me nao quero desviar deltes ,
i "i iii' sao hiunens limito ahalisados eouhi'cedores da
materia professionaes ; reflexiono segundo seus prin-
cipios, e tiro-Ibes as i'ouseqiieneias, e estas do-me em
-.ni linio o obligarn cu volar contra o paragrapho 3*.
Voto pois contra elle, o votare! pelo (i.", nina vet que se
llie laca alguma emenda.
O Sr. Alcanforado : Sr. presidente, na qualiilaUe d
Huilln i da coiuiiiisso, levanlei-me para fazer algumas
Observacdcs cerca do projeeto que se diseule. A cotu
es:'...: ptaarnaaia
Mas ludo he boin para os lnglezi s, que so quercui ins-
trumentos, eetSC he be-indigno do papel, que Ihe l'.ueiu
representar.
Apenas se vio DO ministerio, Aci dignou-se de to-
mar cm sua lembranca o pobre Teen le do Trtaro, e mr
deiuittio brutalmente. Kisaqui, Senhoia, a miiiha his-
toria.
K agora, onde vivis?
iiem perlo d'aqui, cm mu ciimiui, i que me dei-
xou ineii pai.
Soisnohre? soisrico?
Rem nina iiem mura cousa.
Km (pie passais vosso lempo?
F.iu iim- aborreeei-.
Capito Kabio, na vossa idade ha muito em que
rmprrgar melhor o tetupo.
O curso da conversaco os havia levado ao mais reti-
rado c coberto das ii< dreiras
Paremos aqui. diz a rainha, que me aprai o lugar.
Qncsoberbos rochedos que fresca c bella sombra! p
que solidan Mais s uingiiem eslaria nos bosques da A-
uieriea, nao sirva isio de pena ao marquez de I.af.ivi tic,
que i|iiei pncanipar-iios ijue ha l nessas ierras alguma
cousa com ares de naeao bonito cao le o vosso, eonli-
iniiio ella, alagando o galgo. Dur-mo-hlci, se vol-o
i u pedir ? Mas mi, cou-:ervai-o, que me nao quererla
elle acompanbar. Todo o mundo, c at os animaes, sp
disvio (los res deslhrouisados. A i de niini! V, ijuem me-
llior de que eu o sabP ? I."m vacuo linineuso existe oiu
redor da innilia pessoa (Juc-m j vio desgrara cor-
teaio* ?
Diga V. magestade una palavra e ver seos
ps luda a Sicilia.
Qiul he cssa palavra ?
(2) Cassino chaua-se na Italia a una quinfa coto casa
acnsicllada ou nao, ou urna casa nobre de campo,
missao, recouhccrndu a iniporfc.ifo do sen trabalho, es-
perava que o projeeto fosse nielliurndc pe! i experlenei
dos hobres dcpiit.-utos ; esperava que, ni diseussao, e.i-
da um dos Srs. d puiados fosar apn sentando a ideias
que tivessppara later-se.qilando nao obra perfrila, pelo
lenos com a perffico que fosse possivel nestas mate-
rias ; mas o contrario disto teiu acontecido : os nobrt
deputados, cm vez de apresentarem ideias que possii
melhorar, teein liatad-i de iuipiigiial-o ; os nobres de-
putados aelio tollos os defeilos no projeeto ; um nohri
deputado chcgoii a aventurar, que elle para nada pres-
tara | mas o nobre depulado nao aprsenla una iileia,
que leuda a melhorar esta obra drfeituosa ; os nobres
deputados liveio truipo para descubrir os defeilos, mas
nao o tivrro para propr as emendas ; (piando se nota
lili defeilo em qualquer objecto, he preciso que se api
sent cousa melhor e mais perfeila ; uias os uolues de-
putados nao lizero isto, combalcrn t, c i-n nao tere!
remedio srno defender.
Disse um nobre depulado que a eommisso llnha des
cidos mainrrs minuciosidades; que a eommisso llnha
ileseiiio mua cousa iuipossirel, qual a de contar as on-
das Mu ni i .mi) islo lie, que a couimissu quiz prevenir
lodas as liypotheses possiveis, e que podessein occorrer ;
mas, ao pisso que diz isto, accrescenla depois que a eom-
misso nada fez, que n seu trabalho para nada prestava:
ora, isto parece-mc contradictorio; quem nada fez mi
drscc iiiiiiucinsiilades ; nao combino oslas ideias, sei
minucioso o nada fazer ; poda o nobre depulado di/er
que o trabalho da ooiumisso nao fura feliz mas isso
nao he nada ter feito__
(Era tal o sussurro que exista na asseiubla, to re-
pelidos o variados os apartes o InterrupcOet, que nao foi
possivel coordenar as olas, no resto do discurso do Sr.
depulado ; o que foi reroiihrcido pelo Sr. pre.sdonle.ipie
por militas retes reclainou a attencio da asseiublea.J
O Sr. rVnnrirn Judo : He com alguui aeanlianienlo
que entro nosta qilestao ; porque acno que, lauto pr
como contra, ella tem sido amplameute debatida ; mas,
desojando mandar lima oineiiila mesa, eu me vejo obli-
gado a justificar o peusamento dessa emenda.
Sr. presidente, son obligado a pronunciar-le contra
o j 6.*, porque me persuado que elle tende reslahole-
ee'r entre nos a legislacfio da marca de ferro quenle ou
snppuulio que por este artigse pretende impiir na tes-
ta do criminoso o tignal uidelevel de perpeluidade para
lodo o seiuprc ; suppouho que esse artigo nao sii ollrn-
de as leis da justica em goral, sean lamban os princi-
pios adoptados pelos legisladores do cdigo, c lambi'iu
lie ollensivo iiileiameiite da coiisliluicao do imperio
Sr. presidente, eu disse que esto artigo tenda a res-
labeleciro supplicio horroroso da marca do ferro quen-
le, porque se deli-imina que mu cidado, lima vez oon-
ileuiiiado por um ciiiuc dostes, (leve licar, como ja
se disse, em guerra aberla com a sociedade, como
mu honiem que he repellido do sen soio, coiiio una
lora que CUtnprc ser a cada momento vigiada ; cu di-
go que elle he ollensivo dos principios do justira, por-
que suppooliu que he colilla ella o suppr inipossivel a
rorreccaodo eriminoso, eu digo que lainbem heofl'eio
IV0 dos piiueipios reguladores do diroilo criminal, por-
que toda a legislai;io criminal suppe, que as ponas nao
sao mais do que para a correero do criminoso, c para
rcparafAo do damno causado, r ao iiietnio lempo um
exeiuplo vivo sociedade para alliigcnlar nutro.* homciis
de coinuielter esle oriine ; mas o paragrapho enfeude
impnssivol a correero, o como a suppouho possivel, nao
pnssu deixar de me oppr ao artigo ; mas eu disse, ha
pouco, que o artigo era lainhem ollensivo da.conslilni-
ni ; porque all se diz que so se tutpeudem os lireilos
polilicos eniquaiilo diirareni os elleitos da senlenra ; mas
o artigo quer mais, val mais longo, quer inesmo des-
unir limadas mais bellas prerogalivas da corda, aquel-
la que a compara, ou a faz a iinagciu de Heos sobre a Ier-
ra, islo lie, aquella de perdoar as penas ; a eoiislituieao
d.i este poder co.ra ; nas a asseinlila provincial puo-
so de penneio, o diz perdoai, sim ; mas o individuo a
quem pordoais sera senipre, para oxercer empregos pro-
vinciacs, ei iniinoso....
{tirando sussuiro de novo appareeeo na casa, e por
isso nada mais podemos enllier do que palavras solas e
tem nexo, que, deeifradas, ni'iiliuiii sentido do.)
l-L'-se a seguidle emenda :
i Os que (ivercni sollrido alguma eomlemuaco por
olimos de banca-rola, mullo, estelionato, homicidio,etc.,
cmquauto durarem teus rfl'eilot, que tero contideradoi
extinetos, quando nao baja reinoidencia, .' 3111109 depuis
do pordo. Praneiieo Jodo.
He apoiada, o entra em diseussao.
A ordem do dia para a srsso so-
lista levantada a sesso. (I'.ra mais
dio exercer empregos : appi llou (leste deferinie-ilu
veremos se teta prvido.
Publicarn a pedido.
Pede-te. ao Sr..., baja Je responder aos quesitos
seguimos : I.", qual o motivo por que uno leill dado Mi-
urao do irint'i caita com eharutot, que so Ihe eoi liou
sua consbjruaco dosta para a eidade de oianna, em
maio de ISi.i; 2.', sp a palavra leonliar : lie o mrsiiio
que vender, o so valer daqui lia para ligir ao arrocho .
3.", se em IVriiaiiibueo nao llavera tribunal por onde
possa ser punido S. S como liir de dircito, visto ter dito
que de niaueii a alguma salisl.i/. ao abaixo attiguado ; i",
sr S. S. se persuade, soja temida ; ."> ". filialmente,SC uo
era melhor que S. s. du nina relaeo rirciimstauelada
das pessoas a quii vendeo ditas caixas de charutos, e
tent proios. productos OU cootn de venda, do que unios
para o juno criminal gastar o que nos pude fazer falla
para o futuro, o rin occasldes como S. S. nao ignora......
O abaixo assignado espora ver, por esta folha, respondi-
das todas as suas perguutas, reroo a rerfiNM, ama,; du
contrario protesta liaver de S. S.. pi los melos compe-
tentes, o dcdii/ido do ,"i." quesilo. c la/or publico, 101
esta inesnia folha. eoino se llie eoulioii toa consigna-
fu ditos charuto, oslado de S. >., o mais, o mais.....;
assiin como o que da inolivo ao abaixo assignado a pia-
tioar da liirma principiada, e cuino ha de acabar, COtll
declaraeo do sen nonio, prolissdo o acasos, prcseulcs o
posteriores, bein me eutei-de.... O Etptra.
COMMIER 80
AlFandega.
Itendimento do dia 17......
Ueiearrejai hojr IS.
//ligueSranilrrhrij l.n nili.i.
'arca Mhjlitiiiyitlr Ion. a.
Kseunal'vlombiaiiimercdorias.
Polaca /lr.lii/ispi|ias va-as.
10:007/131
AIo\ iiikeiilii do !?oilo.
OSr. Preiidtnli,
gllintc he a niesuia.
9c 2 horas.
C O II R K I O .
COSUSPOMSBNCIt Ot CIDADK K PIIOVINCIA.
O que he hoiu cusa caro. Por esta regia he que a
qurstao dos bichos da seda, antes do parlo, val cuitando
a naeo nina eonlinha calada ; no parlo ha de costar um
par de conius ; e depois do parto, se viera luz, lamhom
nos ha de eiislar mullo a crcr. Venlio ou nao venhao
os tara bichinhoa ; e cono he que a viuda dotbichinhos
de seda j lein Ira/ido a iiiorlo aos bichiuhos dos nos-
sos ouviilos, o ii.ii, lie justo que, para vivcreni uiu, mol-
ino outro.
Os honicns sao de linios os aniniaes os mais incoin-
preliensiveis ; em ludo pueill as suas esperaneas, c de
corla poca para ca, ale nos ra/iorr* teein esperaneas .
IMialquer euusa, qualquer etloiro Ibes parece j o vapor.
Doscaneeiii, Srs. pretendemes; o que fur sen s maos
Ibes ha de vir. >a corle lecni bous procuradores : se
ellos nao seguireni o lilao em (eiiipo de figos uo ha
amigos lados ho de ser aquiulioados, todos bao de li-
car latitfcltotj niesinopoiqueeoin |ioueo te devcn con-
tentar Ot que nada leem.
Di/i-pi que o Paula tloujo pedir vista para formar ar-
tigos de preferencia ao despacho de ajudanlc de guarda
mu da allaudcga grande de l'eriiambueo, COIH o l'uiida-
iHicuto de que tal einprego Ihe lora livpolhocado pelos
Serviros l'citos a patria, os quaes, cm concurso com os do
agraciado, lieavo a perder de vista, l-'oio os ai tigos dea-
nrexadoi, pelo fundamento deque os t/omlos n;io pdeui
appareccr em juizo, c figurar sein curador, e menos po-
Independencia! (haiiieV. magcsladc a Sicilia s
armas contra os estrangeiros, que a arruinaos deshon-
io, e ver se Ihe ella responde.
\ i'is o credes .' diz a raiulia deitamlo-lhe mis olho
onde mil exprcsses haviao.
Crea, Sra., nas vesppras sicilianas.
Grande odio leudes entao aos Ingleses?
So. Ibes 11 nliii grande odio!
Abi me lasis vos recabir na poltica, em vez do
me dcixaret gozar em paz desla bella iialuroia. Sabci
pois que os raros instantes que pasto longo dos nego-
cios... quero dizer, longo d.i- iniuhai recordacet, sao
todos cm favor do iuimigo.
Eslava a rainha tem etiqueta encostada ao tronco de
urna columna, e fallando, coiitinuava a acariciar o gal-
go licitado a sius pi's Trajava ella longo vestido de ve-
ludo "prrtn, de mangas curias, que fiuia subresaliir-llip
a alvura d.i pollo; unas luvas transparentes mal Ihe res-
guardarn de olhos curiosos os bracos que gostava de
mostrar, e cuja perfCl^ao* era celebrada Os lomos ca-
bellos, fritados moda daquclle lempo, Ihe (luctuavio
pelo col, talvea um pouco grosso, c tinha sobre a cabr-
ea nina especio de veo bramo, deitado negligentemente
por tras, Assiin se havia ella feito retratar eni uturo lem-
po pola sua amiga ladv Hamilton.
Grandes eio os sen olho aiues: habis cm Irans-
formar-se passavo da doeura A aspereza, da audacia
languidez com adllliravel facilidade; todava a sua ex-
prosso habitual tirara a iiiipassibilidade; mi ditiao o
que queriao di/er. Helias cro as frlcdes do rosto, ngii-
lares as proporcoes, salvo o nariz, que seibo avantaja-
va um pouco mi grossura; mas lodauu quasi (oda a sua
physiunoinia Ihe repousava na bocea, cujo labio inferi-
or, .saliente como o do Dante, rcvolava, de enrolla, des-
den!, orgiilho, sensiialidade, dominaco, vingania | s
se labio imperioso r lerrivcl, que illa coi seus aeeessos
do violencia moidia ale virauguc. era como o ktuio-
.Vileiu lil/ni/i- itn ilia lli.
Ponodo; hiato nacional h'lor i/ Itcri/r, capillo Domingo
Gomei d'A/evcdo ; carga lastro.
JVaeot tiiliiiilns un dia 17.
II iu Grande do Sul; .'12 (lias, ln igue brasilrira /'/"'/" Sal
de I7(> loneladas, capitiin Jos Ignacio Pimenta, equi-
pagoui 15, carga car ue secca; a Auiorim Irmo,
Rio de Janeiro lidias, baigue a.....riei..... oraarfj/ie/a
de 23i inneladas, eaplto Powell Smack, eqiiipagem
II, carga cafo; aMatheut Ausiin t i:.
Mario sahidti w SMtlttfl da.
Philadelpliia ; litigue americano llrandijainr eapilao
Powell Smack ; rom a inesnia carita.
Alcohaia. hiato S. Jos Vianda,. capil. n loaquiu de
Sonsa Gomes carga lastro.
Jodo Xarier l'ainrirn da Canha, pdalfn carallrito, raral ro da ordem dr ChrStO, e (I//iuiu'../i'iii/iii' da airsa da c( sulado por Sua Magetadi o Itiptrudor, oar Uros oaards,
ele.
Kaz saber que peanle a administrarn da mesa IP
ha de arrematar a pona \\.i luesiua no da 22 do rorrete
una caixa, n S, marea II, com assucar lirauco do en-
golillo AramaraglfCuusiguada Joaquim 1 i lis Alachado;
appi.lii niliila pelo respectiva enipii gado du trapiche da
couipanhia por iuexaeiiilao .i (ara, sendo a arieuialj-
c.io livre de ilespe/a ao arrematante. Mesa do consu-
lado de Pernambueo, 17 do abril de 1845.
O administrador.
Jada Xarier C'arniiio da i'anlta.
(:i.MPAMII\ ITAI.UN \.
IHE vi mi v II 1 i. n-ii nx MAM en.
Sahbada ll di alnil.
F.sneaculo extraordinario ciu bcnelleio do lenoi
CARLOS UICIO.
O beneficiado, contando com a benignidad' do illuslre
publico desla capital, lein a honra de apreseul.ir o oll'i r-
tar-ihe seu ultimo beneficio, combinado com a rarieda-
dc-segululc:
l'iiniiiia jiailt
I.S Depoil de nina eseolliid.i swiiphonia pela orches
ta, o bcurllciado exeeutnni pela priiueira vez iietlc ihea-
tro a apparalosa c inirrrssautc terna llnal, Tomn deijl'a-
t-i mii i i/ii oliera.
LUCIA DE I.AMMIliMlHl.
msica do celebre.......Donisetli.
A serna reprsenla as ruinas do easli lio de raganlo,
o as catacumbas de sua ascendencia ; a situaoao de limi-
te alluniiando seus passos a (lariilado da lu.i, COillbina-
co que, apozar de dillicullosa, o beneficiado nao tem
poupado fadigas para apreteutal-a com luda prupied.ule.
2." A Sra .Margarida Lomos o o Sr. Giliscppe li.illelli,
por obsei|iiio, caulard o bellissmio duelo
DA 1)01 UA.
da opera Elisa e Claudio, msica de Mcreadatile.
.'1." Seguir-sc-lia, a pedido de umitas pessoas, o 2,"
acto da opera.
II. HAlllllEno DE SEVIGLA,
msica de.........Hossiui.
A parle de I), //azilio no quinteto (leste segundo ai lo
ser deseinpenhada por um dillilaali tnnigo do beneficia-
do, e a seu rogo por obsequio.
Srijuiiila part.
1." A Sra. Margarida Lomos e o beneficiado canlanii,
pela segunda vez, o bellissmio c bein .icolhido duelo,
Sgombra la turra salva, da oprra
NORMA,
Musiea do iinmoi lal.....Belllui.
2. Escolhidas valsas de lraus a toda orchcslra.
aa*USWmmlmL'~i-**l-,*l*r.~: -. I fUUV:-jt,l:Xs.-
metro do seu hiiinor; amigos e inimigot alii lian com
certeza a sua torte. No mais, tralla ella a cabera erguida,
tahe/ alo um pouco inclinada para Haz, o seu porte, to-
da a sua pessna respirara dignidade natural, que mo ex-
clua a graca, o qm- impiiiiha respeilo, sem repcllir.
Do pea alguiis passos su dislauto em liento dola, o
como suspenso s suas palanas, uo perda labio un
sude seus nioviiueiilos; o respeilo apenas moderara a
ai -(lente o indiscreta curfosidade de seus olho. i ela pri-
nieira vez em sua vida se va em prosenra de una testa
coroada, e esta augusta entrevista estraiihaiuente n per-
turbara. Ha nislo, para que admirar, quando aos mei-
iiiiis tribunos, uiao grado seu aileeta o prestigio do diade-
ma, sulireiiido quando o diadema asteniatobre umaca-
bera de imiiher! Alni de que era o cuconiru romanes-
co, e em tildo puquio para intimidar mu homriii mais
versado no coinniereio do mundo; mal S sua perlur
bertio nao drsagradou rainha, c aldamenos a mu-
llid
Sois casado .' pcrgunloii ella depois de mu mo-
llieuto de silencio, o era.,indo em i'abio osolhns, que 0
atravessai o at o COraco.
Nfio, Soiihora.
A' esta resposta um ralo de satisfarn illumiuou ins-
lautaneaniente o rosin de I arolina \ tevera belleza o
varonil estatura de Kabio nao a haviao deixado iseut.i, e
gozaudo interior.....ntc doefleiloque prodhiia, tanto o-
Ihava ella, cuino era olhada. '
l'.sqiieeoo-ine aqui, disse de repeine di ixaiiilo o
tronco da columna onde ciu toda a conversar.iu estivera
recostada, dos imperiosos cuidados que Ule chaman ni
meii exilio de Cattelvelrauo,
I. asslmfallando, descalca a luva para darabrijar
Fabio a su i bel a nio. Pos este Ulll joelho em Ierra le-
vando-a aos labios, e temerario polo mesmo excesso de
Ulldet, a liuin o ale n br.-u ii ||. bcljllU. Ollilidi ii-m a
iiiinlia. da Ji')iiien;n;cm que uiulbcr era rendida Neu-
3.' o beneficiada cantar pela priuirira ves em poi-
luguei, urna engranada chula Mmaiitiea
O > l.llfl. bRASlLEIRO.
.'." liiul.11,i o diveriiinento com a divertida su na etn
i i lugucj du
SAPATj IU0 I CONDFCi ENCANTADA,
por Mal ganda I u os e..... tu id i, inustea di- .",1 ireos
i ortugai ( boiii a. Ihh um deba e-n i na primeira
vez que se < xecutou m s| i ,ura o desojo que varios
iiuigos (!. beneliei Iu deiiiousirarao riu iprecial-a de
uovo, o indiuio a leval-,.....sen beneficio, contando
com a indulg iu ia do n sin itavel publico,
I.iru lia da mcntflra Mr. (iroididirr.
I le. i,> (la i ii'iaila.
f'adcira de galera 1. ordcni para liomem, 2wni
Hila-de 2." i 'i. ordem para familia. 2nntl
Itillicie de palalPa..........-uimi
(is billiPtes vend IU--I- na ni a larga do Rosario u. '!".
prinieiru andar, o no dia do Ihcalro, paleo do (.'ollrgin,
Avisos niiii idilios.
A 0 brlguc Hobim sai para Usbna impreterlvelnienlo
un dia i3 do i o rente, recebe inda alguma eargacpat-
sigeirns par.loque lein bont eoniuimlos; Irata-se eoni
o eapilao ua praca doCommereio, ou coui o conslffntaa-
i ni I lumia/ d'Aquinu Konse a na i na do\ igario u, 10 ,i
f' Para Lisboa si gne eom brex-idade o bergautiin
pin iiiguez Tarujo I, dr pi iiuelra inarcba, narrado r rnca-
villi.ulo de cobre; quem no mesmo i|uiser carregar ou
ir de paliageill, para o que olieron- cxoellcnles COinillO-
dos para patsageiros, dii Ija-se ao apilao Manoel de 011-
veira Taneru, ou aot coiisignaiariot Mendos StOliveira
na ra dn li rm n 9, r
2 Segu para o Rio lie laueiro, eom toda a brevi-
lado, o patacho lii/ni/c eapilao Francisco Peixolo Gui-
maraes; para carga, nassageiros e eseravos, tratarse com
ii.-imliiui Igostiuho de //.irlos, pracinha doGorpo Santo
n. ti. ;,
2 P na o Rio de Janeiro segu com loda a brevidade
i sumaca J eseravos, carga e passageiros, irata-se cun Gaudido \-
gostiuli i de Ha i ros, pracinha do < orpo Sanio n. lili.
I Sai para o Havre no da 22 dn crrente a barca
fraileen l'atimir Uelmlgm as pessoas qu quizerrm ir
de nassageui.para n que lem excollente eommodo di-
rijao-se a //. I.asscrie & C., ru i da Sciualla Velha nu-
mera l<. (
1 Segu para o Rinido .laueiro o patacho brasllciro
S J'"i Amriirano, eapilao Jos Antonio de Maio/inlios
para carga passageiros o, eseravos a fele, trata-te com
(andino Agotlnlm de//arios: pracinha do Gorpo Santo
II, l*i.
Le Kics.
;t i) coi reclu Oliveira l.ira lello da uiobilia de iiinv-
familia prxima a r. tu ii-sc para u Europa, sendo a mor
parte quasi nova: sexta h-lin 18 dn crrenlo as lo lunas
da iu.mil,i.i, ii.i casa do Sr. Votunos,ltimamente edifica-
da, na i ua ila Sausala icllia n. 22, e por detrs da cata-
cuiiiiui ii ial (lus .si s. Joo in-llei ,-i I li
I tvi'ial Fren i.u .-<< leil.io.por lutervenrau do cor-
reiur Oliveira, |iorenutae risco de quem pcrlrucci-,
cm preseuea du Sr. cnsul da Frailea de uma eaixti
de ca.iniii.i-, i],i minia, a\ .uaail.i- a bordo do brigUP fran-
co/. Armorii/w, na sua rcenle viagem do Havre para este
porlo : senda l\ ira 21 do crreme as II horas da ma-
nilla, un leu aiiua/om, na da I luz. I,
visos diversos.
ii abaixu assiguado,vrndo o anuuncia du Sr. Mano-
el* Jos d.i ilusa, publicada no Diario dt fVnittsttfwr
ii. S.i de 17 do enrenle ui-.i ni me-aiiu Sr. Rosa que
haja de esclireeer melhnr o seu anuuneio ao publiin .
por quauto dille se rolligc qm- a Roeiedade que o mes
um Sr. leve ruin o abaixo assignado na i elida da ra dn
\rig.-io u. S. ful transferida ito mesmo abaixo atsiguadu
para o Sr. I.ni/. I.mu alies de Soma quando pelo con-
trario a mesilla venda he buje iln dominio o pusso do
abaixo assignado poroSr. Rosa lio- haver vendido un
dia S do correute dia em qm- dissolvcrao a mesilla o-
i icil.ule I,min na venda da ra do Arag.io ionio na da
Ponle \ elha II. 3i>i por i-.su que desde este dia em (lian-
te n-.-iii o Sr. Iiiin.i o nem o Sr. I ui Goucalves ih-
Suu/a leeiu gen ncla alguma na referida venda \a rila
du Aragao, a qual s perteuee liojc no abaixo assiguado,
i vista du p.qu l de renda legaliiiento passado pelo Sr.
liosa ao al) dxo assignado, cuja papi I de venda attignou
coma lesleniiinli.i a niesino Sr. I un. oucalv s de Souza,
al. ni de mi11 .is mais lesleiuuuli.is. Jai/ Ovarte Coitinka.
0 NA/AIIENO N. 02.
Estar a venda nofugare do cottiiiue s 3 horas
da larde.
I Os abaixo atsignadot declarao ao publico c em
particular ao corno do coinmerciodesla piara, qm tem
cedido a sua leja de Icrragcus u. 7(i tltt altelro da lloa-v is-
la ao ten cx-caixeiro .Icrnuiuu liibeiro Rosado e .w Sr,
Joaquim Alves di.- Fouseca Jnior cm alteucao ao be.-.i
que o dilo seu ex-caixeiru Jernimo di tempenhoii o seu
ncarga e buin coueeita que Ihet mereceo pela sua hon-
radez, Un- ho feito entrega i\o dito estabelecimcnto det-
|c o dia S ilu concille ; e o iiiesiuo e^labelecimeulo liea-
i' giraudu de boje em diante tobre a nova firma de Ho-
zado i* Fouteca. Trixeira &. Aadrade.
.'I Alalia do Larmo l'aiva, viuva do Joan Amaro \ an-
ua da Pa/, lem ju-lo a va ud.i da sua casa lila na ra de
Santa Rila Nina. f.\
i) abdxo assignado faz scienlc
i qitciTl (onvici;, i|i,c Irn coiilrailado ruin
os Sis. Calir.il r\ Lardngcira a compra da
venda filie os iihsiiis Srs. possiii-in na
na da l'raia n 3j e portanto quem
livct qualquer reciamaco a fazer deve-
la eiTeetoar al odia 18 do correte.
Jase Antonio Marques,
MOBtiamiirT'r -.- ---> sa!*Tmsl
llUllias Inoslras leo di0, C cal. ou de novo altiva, lein
uiosirar uo rosioo menor movimento.
Iiei iin.lii/i-iue, aceresceiitou travando o lirado ao
capitn, peiu modo o mais natural,
Noli.iiu pilo iiiesino caiiilnho, cuino tiuhaoviudo
tmenle com a dill'creiira, que Pablo ettava mait em
baracado que au piincipio, o meiins seguros tinha os
paSSOS.r que ('.llnlill 1 SO fallOU i IU colisas liilifii-ioules.
e com inoilo r. ni vailii. quasi fi iu, a piinlu de causara
labio algum receio de haver ella fcilodelieuioconceito,
\.iu un-mi puii'-ui arriscar lima dcsi lllpa, eom modo ile-
so perder iiiiiiaiui -ule, e assiin Rcouenvolto no uijt-
terio.
l)eixai-mo. distl illa, quando rllPgro SO lugar
da casa da /.ing ua. ii 11 sem rus ate" a liteira.
E frita urna lev-mi l.n.i. ande caber, a par la seeneanii-
iihuii : iiumovrl no lugar rm que o havia,deixado, la-
blo a segua com os olhos, c a -i niesnio prrguntava, se
n sen romaucv apenas esborado j ettaria conchudo.
c.ipi.io. di/aiiiila Carolina voltando4C para ello
depoitde dai alguut passos, Idex-er-me aCastelvctra-
ini.rcei ber-vot-hei a maulla a nouilnlia.
labio nelinoii-se profundamente em tignal de re-
eiiiilu 'uiieiiu>...c a rainha alcaiifou a sua liteira, metteo-
si neii.i, e acompauhada da tua comitiva teguiopara
Castelvetrauo, onde seacbava desterrada.
Altura que ja titU a laiiiha. loma cnil.ido n.i
Torca
l iiaspalavrat nt'onunciadai por detrs de labio, o
Oserao estremecer ; rollou-e repcnllnainente o vio a
/.iligara que gargalliava seinnre baralhando a carias.
Nao rtlando mais de humor a dar-lhc secca, voltotl-lhe
as costas sem drler palavra, mas em m-z de irdlreitoa
sua casa, ionmii in>. ti-ivi liucnle o c.iininho das pedrei-
ras, paraahi meditar a eu gosto sobre o encontr que
ae J il l de le
i mlfiHMr-sfgg.1


m*
O -k.,v(1 ss.igr.d declara que nn dia tC di
" lo S 1>. Aletanrir* Rernardino d>
" '" da Boa Uta 201 / r<. os. notan
P' i i tes d.' que rreendnu de tarina (idado i al ni
I da i ; ci par* a cana ao e..rrecco
" : '' em a Ibesouraria Provincial
\ : 'o Rodrigue* de fsrvalho
81 h ida C. Ma Agr
Jos Palilo de Barres
Francisco Antonio Xavier
II toj )6 dos Santo
r>
ra ler a bondade do aonnnciar sondo est aboletado
i(|(il no Recita que se llie dc-eja fallar cun urgencia
a -cu Iiitei .,-. i
4 Peroerin-ta do?de a |iraca da Boa-vista al a roa
la O. diia co Recite,. t8l s. em redulai ; a pessoa ,
me as luliim (i qUI-er leililulr, pudo annunciar ou
"d ngir-so a prsca da Roa-villa n. 18, ou a ra do
SOiCnoli spi ion. I!. quaae gratificar rom 50? rs.
50*000
i#000
i&poo
60^000
.'l Precisa te alujar um uiuieque, que saiba cosi-
nhare fase todo o servido de urna casa de dous no-
(01 lolteiros quein o tiver e quizer alugar annuncie
por este Diario. (4
3 Precisa-so alugar um preto bem possanle, para
200/000 toilo o servir/o citerior e interior de uina casa ; na Lin-
g. Otan, o hotel listar. 3
3 Aluga-sc por preco muito ommodo a casa do
Manguind n. 33 com 6 quartos e cosinlia lora com
Fra-do Parlas,na leja do.snbra.- fuglo ingles, grande quintal com cacimbi ; a tratar
liini/tl ferrtira llame*.
Quem precisar de urna un,a do casa com toda as
habilidrp, dirija-te
do n. 3i.
Precisa-sede um rapaz llrasiliiro de 20 annos ,
que sirva para eterever sendo de boa conduela ; atrai
da nialriz de S. Antonio n. 8, adiara com quem tratar
o qualquer hora.
Apparereo no da 14 do Abril no engcnbo Hura-
rema reguezia do SerinbSeea urna escrava procu-
rando senhor para ;i comprar do rime Juronyma de
boa estatura grossa do corpo pul opalhetados diz
queseu srr.hor mora tiesta cidade por isso poder di-
ngir-ie ao dito lugar, ou pessoa por si para a vender
no cato de querer ou conducil a, nao se lieando re-
pomavel por qualquer luga que a asesina possa ter.
O abano assignado recommenda os SnTt. Miguel
Nunes Ferreira e (Ja, tao de Cartalho Raposo o a
aqoelleida iui parcialidade moradores no Uondcgo,
que le abitenbiu do contender com o abado assignado,
o quel ja nao pode mais supportar ot Insultoi e i os-
le ociai dirigido! petot rotamos ; ao contrario elle re-
correr tos meios, que Iba sao Indispensavels; loin-
bra-lhes nao menos que os pasquina pregados a pp-
ladoabcixo assignado. sao na rcalldadeo retrato (i I
do seus autores JoOo Caeta Pereira freir.
o.-ir. doengenb.i Camacari que faz ver ao pu-
blico pelo teu annuncfo do (i lo corrente mei no Diario
n. /.i, quoem seu poder existe um escravo donme
Antonio, a vista do que roga o aballo assignado de
ex minar, se o dito escravo tem os signaes segufntes:
estatua ordinaria, o p6 dlrello eom o lurnozelo que
brat'o paro dentro tem uns carossos de Ohumbo as
oslas, una pequea cicatriz no lieico superior, que
pouco se conheco, < tem pouca barbj i>lha apitom
1) dos e lio de navio Catanga! Jado Ferrtira dot
Sanli i.
Elias Etnillanno Ramos, julgando nada dever,
tanto nsta praca, tomo lora dclls asitmo ras publi-
co, para que, so por ventura algueifl so considerar seu
credor, o declare por esta folha no da 20 do Malo pr-
ximo futuro,
IQuem precisar do dlnliclro a joros sobre penbores
deourooprata, difija-so a roa do Queitnado o, .'o.
que so dir quem da. *
(Juem precisar de urna ama crloula moca, com
muito bomlclte para criar, dirija sea ra da Guian.
. '< para trillar do ajuste
Pedio Daos embarca para o lo Urando do Sul a
sua esefava Mara Joaquina, Cabra.
Francisco Joaquim Crdelo embarca para o Ara-
caty urna muala do romo Mara eierava do Jos da
Fontcca Soarcs silia a entregar naquella cidaae ao
ditoSr. Fonseca.
res para no da t'i do torrente eomparecerem ero su
casa, a flm de deliberen) sobre sou negoci, o comooa
mesmos Srs. nu compartcero, o abaixo assignado
o convoca por osla folha, para quedo dia l docoiren-
lo eompar (ao ero sua usa na ra da Cruz n. G ,
primeiro andar, pelas lo horas da manbaa u lim de
. larem suas conlas. H'allcr.
AGENCIA E PASSAP0RTE8.
Na ra do Collegio botica n. IC
ijse Ferreira Fialho ro'ira-se para fra do impe-
l a tratar do sua saude,levaodo em sua compendia sua
iiilber el llhosmenores. (3
: Pra todos da Fonseca Coutinho, como inventaran-
os bcos do seu tallecido sogro, o Coronel Francisco
Urcderode Andrade, roga ans Sis. eredores domes-
lalleido quefrlo justifica' sub (vida-* para po-
in ser atteodidas no inventario, que esl proceo-
to no Julio dot Orphaos dista cidade do Kecile es-
civao o Sr. Francisco loaquim Pereira do Carvalho. 7
' Haoool Antonio Fernandos vai a Poilugal.
iAluga-so urna mu coinmoda o execellentt casa
na ra do Seve n. II, detror.te do Ihealro novo; na
ra larga do losario n. 48. (j
! A pessoa, que no Diario n. 81, se ollereco para
administrar engenhos dando fiador a sua conducta,
iln.ja-se a ra de Agoas* verdes 0. O, segundo andar,
que act.ar com quem tratar. <4
1 Anlonio Pedro das Noves embarca para o Rio de
Janeiro a sua escrava Mara do naci Angola. -2
1 Sr. Gamillo Ferreira Madefra quetra annuu-
clar por esta folha a sua morada para negocio de seu
ioteresse. (3
1 Vicente fabiao de Mendonca regressa a Portu-
gal. ,-
J O Sr. Felis da Irindade nucir no praso de 8
das a contar da data desto vir tirar os penhnres ,
que tem enipenbado na ra d" S. Rila, i ato a matada
um anno pois ao contrario scro vendidos para paga -
ment da quantia o juros vencidos nao lieando res
pinsavel por nada inaii, 3
I Joaquim doOiivera Sousa Jnior ( |)r. cm Phi-
liiopbia) la; Babel ao respeitavel publico que do boje
om dlante ubre em sua cusa no Aterro da l!oa-vista n.
i, os cursos do l'liysica Phllosuphia (ieugiaphia e
de lingna Iranceza : os pessoas que desejarem seguii
qualquer destas diioipllnaa pdein duigir-so a sua
residencia de uianl.aa do '.' as 11 horas, o do lardo das
3 at 5 8
i Francisco Severianno Rabello faz scicnte, que
tendo delazer urna viagein a Portugal por motivo de
ni sii.i deixa na sua casa dirigiudo us seus nego-
ciosseofilbo Eusebio Rafael Rabello o quo de hoja
eludante, tica elle sondo socio de sua mcsina casa,,
icbaixo da lirrna do Francisco Severianno Hibellu
Fillio. 5
> --|i:i-sc dinheirn n premio com penbores de ouro ,
ni pequeas quantias ; na raa do Ra"gel n. 3, pii-
ineio andar. ,3
2M.""-'tioulel relira so desla p.ovincia.
j__ O capilo do hriguo Itobiiii desoja (aliar com o
Sr. Antonio Jos de Carvalho Jnior, podondo o dito
Sr. procurar no armasem de Jos Maria Palrneira no
largo do Corno Santo. (t
2 AGENCIA DE PASSAPORTES
Na ra do Ilaugel n. 31, lirao-se passuporlcs para
dentro e (ira do imperio, despacho se escravos o
ludo com brovidade e preco uiuito coroioodo. ;4
2Precisa-so de urna sala com um quarlo para um
moco so'telro quesijanas rdas do Vigaro Lingo-
ta. ou Forte-do Mallos ; quem tiver annuncie. 3
2 O Sr. Antonio Pedro de Barros Cavalcanti quei-
na na do Arago n. 'J. .4
3 l'recisa-se de um feitorpara um sitio perto des-
la praca ; quem se echar tiestas circunstancias, diri-
a-se a prava da Bua-visla n. 32. :3
3 No primeiro do,correlo uiez dcsapparecodo po-
der do abaixo assignado ,* um Africano do nomo Jos,
alto bem ladino pouca barba m pronuncia boa
Bttatura ; este Africano esteva pri.neiramente ao ser-
vivo do senhor do engenho do Rrum depois passou ao
do Sr. Mamede no Recile anula esteve em poder do
nutra pessoa at que da cadeia passou ao poder do
aonuociante, que, ignorando essas preceaencias arro-
matou-lho o seivi(Oi; quem o conduzir ao annunclan-
le recebar IO is. /'. J. Carota. 19
3 Precisa-so do um caixi ro para tomar conta de
una venia : o tambem de um pequeo para a mesiiia ,
na ra do Hospicio n. 84. (3
.'1 Prccia-se de uin boro cosinheiro; na bole-
quini d.iiii.i Larga doltoxario Na inesuia na n.27,
i-oiiipra-si- um inoleque com principio de cosiuha. (3
2-1 miiiiiiilu rbranca dcbonscosiuincs seollerccepara
servir em casa de algum boincui soltciro, tem a liahilb
dade uecessaria para bein deseinpeiiliar iodo o servico
de peTtas dentro; quem a pretender, dirlja-sc a ruada
CaUein-velha iiu i'.i, que Si dir quem he a pretenden'
le. (
.'!-- Preciaa-sc de alugar una casa terrea no balrro
da /'(i.ivisii, que tenha comiuodos para lamilla quin-
tal i-.icimli.'i c banbo : jiii-iiii ,i tiver e iiuiscr alu-
gar ilirlja-su a ra da Aladre de Dos, armasem de
Cosa H. OiinlVe ou aiiiiiincie. 6
2 (i abaixo assignado iii publico que dcsaparlou
.i soeicdadc qne tinia com Josti Duartr '.oiitiuho na
venda da rila do Aiag.io n. s, |>ara a jual couiprava o
ni nina,lo I.iiiiIiiiIiii ; e por cujo lim Irclaio, queme
responsabilisO pelas dividas da praca que 0 IIICSIIIO rx-
iincto sucio i\ para a rele ida venda al o lia S do
crreme mea, que llnalisou a soeicdadc; assiui conm
desdo o uiesmo dia 8einvanto Uta coiupraiido para a
mesilla venda o Sr. Luis Gonfalrcs de 'Oliva, com quein
o abaixo assignado eoiiliuua a ler soeiedade o para o
que declaro, queme rcsponsabiliso pelas compras que
o dito Sr. I.uu Gonr.alves de Souia li/.cr para a refe-
rida venda. Manuel Jusilla lln;u. 13
Antonio Joaquim Gonealvcs uimaraes retira-
se para lora do imperio. (o
.'! Herminio V.Jos M,u roqiiim embarca para 0 liiu
de Janeiro o teu escravo Kstcvo, (2
2 Francisco (oin.ilvrs bastos embarca para o Rio
Grande do Sul, pelo Ido de Janeiro, o sen escravn pardo
de lime Manoel. e par,| o UiesillO destllio ti escravo eri-
oulo de nome Si nulo, de Mara Francisca dos Aojos bas-
tos. '\
Compras.
2 Compra o-se ponnas de cia ; na ra Diroila n.
93, segundo andar. |2
Coioprao-se cCcclivanienle diai ios vellios a 32(10
rs. a arroba ; na ra das Cruses n, 22.
Vendas.
sem vl-
1 = Vndese urna escrava crioula moca
cios nem achaques eosinha o diario do urna casa, en-
gomma liso lava bem o he mnito liel ; na ra do
Crespo n. i 2. |4
i Vende-so una prela de navao Angola boa qui-
(andeira lavadora cngoinrnadeira e eosinha o dia-
rio do urna casa ; na ra da Gloria n. 88. 3
1 Na ra do (jueimado loja de ferragens n. 10
lia para vender oxcellontos ovas do sorlao muito fies-
caes por prc(o comniodo. 3
i Vendo-so um escravo de idado de 20a 23 annos ,
remador de laucha; em Fora-de l'orla sobrado de
3 endares n. 147. 3
I Vendem-se duas moradas de caas terreas no bec-
co do Marisco ns. 6 c8 por pre(o commodo ; na ra
do i .brillado i. 2d. ;J
I Vendc-se fai iulia de trigo do muito boa quali-
dado ; na escadinha da Allandega. (1
l vende-se cerveja de bocea de prala ; e guano; na
ra da Allandega Vclba. arinsscm o. 44. 2
I Vende-so u.ii picto ollicial de ferreiro e outro
bm cosinheiio do massas, por pie{o commodo ; t.a
ra do Igoas-verdes n. ",o. (3
I Vende-se uinn poivo do cera de carnauba ; ia
ai.i la i-a do Unsa, 10 venda de porta larga n. 29 2
1 Vendem-se, a 4 illa que lem chegado do Rio de Janeiro lendo I-
queireda medida vellia recentemento desembarcada
Je bordo do patacho .V jV-c Americano ; tambem se
vende a muito acreditada o superior larloha de Mag o
Suiuln ; na ra do Crespo n. 23, primeiro andar. |(
i Vendem-se-superiores coilaa para padre; na
pra(a da Independencia n. 14.
1 Venlc-se um sobrado do um andar com |excel
Ionio loja pura qualquer negocio em chaos proprios ,
na ra do Codornil n. 5; a tratar ua ra Velha n." k \'J
Vende se um casal de escravos c bras do SO an-
nnos e a escravt com 22 annos soin vicio algum; na
ra do Cotovello n 4
Vendo-seum inoleque de idade de I 'i a 16 iqnos ,
propriop.ir todo o seivico ao comprador so dir o
motivo da tonda ; no sobrado da esquina da ra das
Cruzet junto a prava de independencia.
Vendo-so una escrava moca de bonita figura ,
roso chao engomma, eosinha bem e lava de sabao ;
na travossa das Cruzes n. 4.
Vende-so urna loja do miu,desas na escadinha da
ra do Crespo pegada a loja do Sr. Rento Jos da Sil-
va Magalhaes ; na ra da Cruz n 6.
Vendem-sc velai de carnauba por prego commo-
do ; na ra do Kangel n 82; ua mesma casa aluga-se
una ama para o servi(o do urna casa.
Vende-te um escravo mo(o, ao comprador so
dir o motivo da venda ; na ra do Collegio n 17 lor-
netro andar.
Vendem-se duas canoas abcilas e bastante
grandes pioprias para lijlo ou1 areia e em muito
bom uso ; na ra da Cuncuvao do Recile n 53, segun-
do a i. dar.
Vende-so por '.n rs., urna banca redonda do
jacarando obra capaz de 6o botar em urna sala decen-
te quo admira o prevo para a obra que he ; na ra
estreila do Rosario n. 'il
Vendo-se a historia da legislado de Portugal, pa-
ra servir de inslruciao ao estudo de direito patrio, pe-
lo llr. Coclho da Itocha lente de Coimb.a 1 v. ; na
nvraria da esquina du ra do Collegio
Vcndeiu so lindos coitos da cnssa-chitas para ves-
tido a I'.120 rs. chitas com coros flxas a lo e 180 rs.
.utas finas a'200, 220 o 210 rs. ca-sn|iara babados a
320 rs. madapoln do forro a -JSsO rs. a peca e a vara
IGO r., dito fino a 400" rt. e a vara a v-'0 rs. biiu
trancado brarico muito fino e todo de linio a 9l0 is .
lencos do chita muito linos de diversas cores a 160 rs. ,
ditos de cassa a 240 rs. lucanla de linio muito Roa
MOrf, pecas ilii cambraia lisa multo fina com fl
varas e meia a 4/ rs. lencos de cambraia com cerca-
dura de ronda e bico a 960 rs. lu'pensorios de burra-
cha a 2 0 rs. o par pecas com 10 vaias de bretanba
de rolo que parece linio a 2 lencos de seda de cores
muito finos a 1440 rs. baelillia branca propria para
camisas a 360 rs. o covado, lascadas de diversas qua-
lidades para calvas por mdicos precos lencos de lll
delinho c de 1 ponas a 880rs. e conlmua-so a ven-
der muito bom panno de algodo da Ierra a '00 rs.
oulras muitas lazendas por prego muito commodo ;
ra do Crespo loja o. 16.
2 Vende-so urna escrava de navao Movambique de
idade do 22 annos, sem vicios de elegante ligura, per
feila lavadeira eosinha o diario de urna casa e engom-
ma liso ; no pateo da Penha n. 4. 4
2 Venae-so urna linda mulatinha de idado de 7 an-
nos ; na ra estreila do Rosario u. 23, segundo andar,
por cima do chapeleiro.
2 Vendo-so boa cevadinha chegada ltimamente de
Hamburgo em barrequinhas do 3 arrobas por pro
DO commodo; no caes da Alfandega armasem do Ba-
celar, confronlo a escadinha. (4
2 Vende-se a casa lenca n. 70 sita na ra de
S. Miguel da povoavau dos Afogados em chaos pro-
prios, oitoos meieiros quintal murado o cacimba;
a tratar na ra larga do Rosaiio n. 12, primeiro andar.
2 Veinle-se lanrihu de Mago e de S. Matleus, i lie
gsda ltimamente do superior qualidade ; no arco de
S. Antonio, loja n. 2.
2 Vendc-se, na venda defronto da ribeir.> da Roa-
vista n. 58, bom papel do peso corniola branco a
26 rs. ocaderno o a lolha a 5 rs.
Vende-se, para fra da provincia um escravo
crioulo do 16 a 18 annos, de bonita ligura, e be bom
ollicialdesapaleiro ; na ra Bireita n. 82, primeiro
addar. (4
2 Na leja de Anlonio Dias Souto airar do Corpo
Santn. 68 ha pura vender mullo bons bules de me-
tal assun como tem um completo mu lmenlo de boa
louc.ii e vidros, lano nrdinaiios como de cristal, e ven-
de por menos do que em outra qualquer paite (5
2 Vendem-se 4 redes boas para viveiro por pro-
co commodo e urna sobro-casaca de panno fino nova
no Atierro dos Afogados n. 200. 3
2 Vende-se uina rede do pescara do costa urna
dita de pescar camaio reinos de madeuas do Rrasll,
para lanchas e escaleres prompios e em brulo, todos
de madeira de qualidado de buiar trovo em lios amar-
rados promplos a torcer para lorrar apparelhos de na-
vios ; tambem se alugao viradores, apparelhos, espias,
correntes ancoras e ancorctas pura amarravoes de
navios; em Fra do-Portas, ruado Farol n. 57. i7
2Vende-so um terreno na ra Augusta com tun-
do para Iravessa do Dique com 88 palmos de reote ,
com uliceices e alguna malcraos; na la da Cruz o. 51.
2 Vendem-se borzeguins gespeados para bomem a
4300 rs. ditos de meia gaspea a l rs. sapulos de
courodelusl.-opara bomem a ICOO rs. dilos para se-
niora a I2N0 rs. ; na ra do Crespo n. 12, loja da viu-
va CunhaGuimares (5
2 Vende-se una porvao de saceos vaslos novos ,
2ue servem para familia ou para assucar ; na ra da
lUX n. 46 casa de 11. Melulens. IX
3 Vendem-se urnas lasendas de gado em Carirys
Velhos ; a Iralar na ra da Aurora n. 44, cun Jos Ja-
cinto da Silveira. (3
3 Vende-se um excellentecarrinho do 4 rodas corn
os competentes arrelos, e uina parelha de cavalios ,
muito mansos e bem entinados ; na la da Cruz n. 7 .
primeiro andar. .4
3 Vende-te urna venda na lloa-visla, em muito
bom local e bem afreguesada com o fundo do li'.OO/
rs. motado a vista o o rosto a praso; tambem se laz
negocio a tioco do escravos; na ma Nova o. 65 se
'ina. o
*. 3 -Vende-se merino de cores pelo barato preto de 1/
s. o covado, panno lino preto do boa qualidade a 3g
rs. lies de quadros e de listraspara calvas a 400 rs. o
covado bnin (raneado do linlu oscuro a 440 re. a va-
ra e de listras a (i'ioo 800 rs. cortea do lanzinha com
l3covauos a 2240 e 4500 rs. ditos do cassa piulada
a 1800 rs. e o covado a lo rs. pocas ducaiubraius
bordadas com 10 jardas pelo burato prevo de 2240 c
a 280 rs. a varu cortos de cambraia adamascadas a
4i(l0 rs ditas do lislras a 3'iOO rs. ditas lisas linas a
'1.? rs. lencos do seda a 1440 rs., ditos para seiihura
a jso rs. pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
'i rs. chitas do assento branco a lO ri. ditas es-
curas tinas a 160, 200e40rs. inetim crneo Uno a
200 rs. o covado bicos e rendas de todas as larguras,
o oulras mullas lasendas bSIBtas ; na na do Cris
11. 15, loja nova do Antonio da Cunta Soares Giro?
raes. (|5
3 Vendo-se uro prelo trabalhador do enxada;na la
do Queimado, loja de leirugens n. 4. 2
3 Vende-se, ou troca se por um inoleque ou pre-
ta anda sendo de meia idade, urna parda do 25 a 30
annos n colinda quo la lodo o s rvlco interior de
uina casa ; na ra Augusta sobrado de um andar
n. 94. a
^ 3 No deposito de larinb'a de mandioca na ra di
Cadeia do S. Antonio, n. 10 vende se familia do man
dioca do boaqualidade pola medida velba a 4000
o ,no 1. seodo em sacca a 4500 e 5000 rs. e pela
medida nova a 2000 e 2400 rs. (5
4 Veode-se urna armaco de, venda em um dos
inciiorcs lugares da Bou vista ; a tratar na prava da
Uua-vista n. 18. (3
'1 Vcnde-soum sitio cota catade pedra ecal, bu-
lantes arvore de fruto, duai grandes baixss par* plan-
lavos e com pasto sulliciente pata uiais de M wc-
cas de Icile a fallar no mesino sitio, denominado
Agoa-fria estrada que vai para Bebnebe. (5
4 Vende-te urna preta r colinda de -.0 annos, eo-
gommadeir costurelra du coitar e fazer camisa do
homrm e vestidos de seobora borda e fas lavarinto ;
> dwat 1 eugommao cosinhao e lazem lodo o mals
sen ico A urna casa ; duas ditas de meia idade por
-lina rs. cada urna cosinhfto, lavan roupa e venden,
na ra ; urna mulatinha de la anuos, com principies
do habilidades ; 3 escravos ptimos para o trabalhode
campo; um inoleque pevi do 16 annos ; um pardo
bom bolieiro e pageiu ; uro preto bom olllcial de pe-
dieiio de toda obra ; ua ra do Crespo n. 10, primei-
ro andar, (lo
Vende-se cha uchiui com muito bom gosto a 1600
rs. a libra; oa esquina da ra do Aragao que volU
4 Vende-se urna moler de 15 annos, de linda
laura ; 3 pn-ias com hacilidades de 20 annos ; dous
pmios fle 22 annos do elegante figura ; una parda de
0 anuos, coin bastantes habilidades; na ra das
Flores n 21 (.i
, 8 Vendem-se saccas com farinha de superior qua-
hdale, e por menus do que 1111 outra qualquer par-
to ; na ra oa Cruz armasem n 34. ,3
8 Vende-se muito boa frinba do mandiocs em
saccas eliegaa ltimamente un lio do Janeiro p r
prcv 1 mais commodo do que em oulra qualquer par-
te o saccas com millo de mullo boa quulidade ; na
la de Apollo n. 2, armasem do Gomes ^ liman. (j
12Vende-se sal de Lisboa em grandes e pequeas
porces ; na ra da Moeda armasem n. 7. ,3
12Vendem-se barris do superior vinhoda Figueira;
nos armazens do Das Ferreira ao p da Alfsodega e
na ra da Moeda n 7. o
Vende-se a mais nova e mclhor fa-
rinia de mandioca pelo menor pieco
presentemente no mercado a bordo do
liiate S Joo e garopeit a S. Anna^ am-
bos fnndeados defrontc do caes do Colle-
gio, ott em lena no armasem de porta
larga, no caes do 1 ollegio junto ao bo-
lequim da Estrella 'VU
Vcnde-sc urna prensa para copiar
cartas : na ra da Cruz n. ti.
Vende-se oleo de linliaca a 280 rs.
a libra banha de porro a 3o a libra c
mais gneros por proco comrnodo; 110
pateo do Terco n. 7.
Vendem-se as admiraveis navalbas
de ac di China j bem CunheciM pelas
atias excellentcs qualidades ; na ra do
Crespo n. 12.
lisera vos Fgidos
1 Fugiio no da S do corronie pelas 10 loras da
noule un pudci do abano assignado, dous escravos,
que, ha pouco lempo Ihe liuhao sido remetudos da
cidade do Ico por Jnao I.uu bionfalves Vlanna, sen-
do um preto crioulo do nome Queiino alto cbeiu
do corpo do 25 a 30 uonos pouco mais ou menos bem
parecido, e baibado, talla moderada; lovou calvas
brancas o aqueta parda conduzr.d um aurrau de
couro com urna rede e mais roupa de seu uso ; uina
parda do 20 anuos pouco mais ou menos altuia ie-
guiar, cabello cortado mas cumprldo no lugar as
nrralas bem parecida boceo grande e fulla muilo
moderada ; I.....u vestido do metiiu a/ul e um clioiodo
cor conduzindo uuia trouiagraudo com roupa de sou
uso ; de nome Calbariua ; suppoe-se quo ambos estes
escravos lenhau seguido p:,ia a mesma cidade do Ico ,
por lerem viudo dcsle lugar ; roga pulanlo o mismo
alono assignado a tuda a pessoa ou capilo do cam-
po que dos ditos escravos leiilia nolicias ou seju
encontrados os prendan e man Jo;n conduzllus pai
eila cidade, na ra da Cadejo de 8. Antonio ao pe da
guarda casa n. 5, por cima da lujado cnapeus que
sera generosamente recompensado de ludo o liabalho.
francisco Joaquim Cardoso. (21
1 Em 9 do corrente Abril, as 7 limas da noule, lu-
gio do engenho Camoriui do Lim. sur. Francisco de
Paula Cavalcanti do Albuquerque um piolo du n.ine
Joo he carpina baiso do 40 a 45 anuos de lUade,
he liem (cito de corpo e cara tem urna cicaliu ou
costura na lesla lem talla do alguos denles ja pnu-
cipla a ler alguns cabellos brancos na barba e cabera ,
lem os dedos da mao nreiia um pouco tollos para lora,
he 15o ladino quo pateco crioulo p.ncn lio de navao
Cubund tem por costume andar seoipre uiuilo duta-
gar, llngiudo-se manco e parece muilo obeieule pur
as boas palavras que lem ; lem mais o signal u ler a
tesU nmiln grande de uiiieira quo p-jn.ee caltu ; ru-
ga-so pulanlo a todas as autoridades com ptenlo e
mals rapilies de campo ou qualquer oulra pessua-
que queiaolazer eslo servido o queiiao prender e la,
ter conduzir ao dil engenho auno o seao gouoiosa-
menle gratificados. 15
2 F'uKiro no dia 6 de Junho as 7 Loras da nou-
le um prelo euma prela ambos parceirus aa iiusma
casa seodo o preto do nomo benedicto o a pela de
nimio Maris levro nina cana pequeua de inodora
oleada de verde j a Unta usada o um atsulale pe-
quen du Porto com porcio de rouua uo seu uso;
o prelo lem os signaes seguidles : de navao Cau.un-
dongo estatura baa corpo giosso, oihos gionuta,
cala va a propinen) cabello coilaUo tmenle um,
pescuco grosso, costal largas pos giussos e lorgos ,
urna orelha turada em que loslumava 11.1.1 r umo iu>e-
linha tem na trono da cobeva do uiu lao ao pe dd
testa, e junto ao cabello urna ci-slura cr pelo nao
_ relinda man- grossas e cheiasde calos do l'"'or cana,
|T ollicial de cascavel que irabblhava no Iropiche du as-
sucar tem barba somonte na punta doqueuo e bu-
co ; de idade de 2o annos mullo ladino. A piel lem
os signaes seguintes : de navao llenguella estatua ic-
gular corpo secco e espigado, olhus ,.11101 leudo, prin-
cipalmente quando falla ; as tallas mullo bonos, po-
tos pequeos rosto descarnado meaos altas, pes sec-
eos e nervosos, rnSos tcgulalcs cor preto nao retnela,
mu bom fallante denles aparados ; leva um panno
da Cosa vestido de chita encarnado cun lainagens
pretas o aborto pala Irente com oboluadura de colche-
tes idade de'25 anuos ; em algum lempo vendeu la-
sendas ; quem os pegar leve a ruada Palma pur de-
Irazdo Carino, em casa de Antonio dos Santos Ferrei-
ra que sera gratificado com 200/ res. f<
3 Fugio da 2 do corrente um escravo pardo ,
de nomo Manoel, com os signaes seguin'.es ; cobvllo
pichaim de Idadade 22 annos um Ionio desmolado
da coi e alguma cousa "laranjada bao, de bom cor-
po olhus grandes e apitombadus com principios de
barba tem anda a ler (tito pos muito llmpos bem
parecido ; quem u pegar,' leve ai> engenho o. seliasliao,
em Goianna de onde veio acompanhandu urnas car-
gas de assucar nesta prava desapporeceo e cousla
que aqu anda Intitulado forro; seu senhor Manoel Gue-
des ondim gratificar*, quemo levar 110 dito enge-
nho ou no la praca a M.oool Goucalves da Silva na
ra da Cadeia do Recife. (11
2 A 15 do crtenle fugio o escravo Jos crioulo
gago, baiio egresa)', pernas a guma cousa cambadas'
camisa de baCla encarnada com gola verde he da casa'
o. 44 da ra da Aurora, ouoatrsvessa dos Itemedius
n. 5. ,
para o pateo da S. Cruz.
PERiN. ; NATYP- DE M. F- DEFAMA l.'j.


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