Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05559


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Full Text
Auno de 1843.
MrgatMMtHii 'iiiin nlji
O DIARIO publica-sc todos os dins cpir
n.o forem de guarda : o prr^o da assgua-
lina lie (Ir 1: rs. >oi >|ii.n (!;ki;/ Os aiiiiuncios dos assignantcs sao inseridos
a rato di' 20 rit pgr linha, 40 rs. en tj po
diB'erente, e as repetiedes pela inetade.
s que uo forcui assignantcs pago 80 rs.
por linha, IjOcm lypo dillerente.
PHASES DA LA.
J.ua nova a 6 as 5 h. e 21 min. da tarde.
desenle a 1 i as 7 hor. e 4 min. da tarde.
I .ii i chela a 22 as 4 lior. e 52 min. da man.
Mingoantc a 28as !l lior. da tarde.
Quinta fera 17
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianiia e Paraliza, Segundas < Sextas rei-
rs.
Rio Grande do Norte, cliega a 8 c 22. e parte
a 10 e 24.
Cal, Serinliaem, Rio Fonnoso, Porto (al-
vo, jMacry, no 1.", 11 e2l de cada mex.
Garanhuns e Honlto a 10 24.
Boa-Vista e Flores a 18 e 28.
Victoria Quintas feras.
Olinda todus os das.
PUEAMAR DE IIOJE.
Frimeira a I h. e 18 min. da tarde.
Segunda al h. 42 iniiutos da manlia.
de Abril.
1)1 \S DA SEMANA.
^IJ5*'i 11 Segunda S. Tiliurcio Val riaiin
; rfi,//'- doJ.de D.daS v.,edoJ. M.da2. v.
'i *'V 15 Terca S*. I'anlissa e An.islacia. Uclac.io.
>A W and. doJ.de I), da I.'V.. cdo J. do Keil,
v:/k.iTf l(i Quarta S. Eugiacia, aud. do J. de DI.
*&/y-- '"'" ''''' v'"''
TEr$**?2 ,: Ouinla -s- Aiiirelo, and. do J. de Dircilo
f./' da 2. rara.
-j9 18 Sexia S. Galdino aud. do .1. de Dlrelto
r da i vara, c do Juli dos Frito*.
10 Sabbado S. Ilerinogenes, Re., aud. do I.
de Dircilo da I. vara.
20 Domingo S Igtiei,
Auno XXI \. .
cami ios no da i ni: >bml.
Cambios lobre Londres.....25'/..
Pars 372 ris pm franco.
" Lisboa 120 por 100 de prcm.
Premio de letra di-boas Urinas I .por",,.
Owi-i Mtii-tl i ' d^(i-ion .. 17,'ioOa i
" de > >n i.-.nni 0/600
Prala- Pal icoV......l OGO .i 1/980
Pesos l'oliinmares IslSOa 2/000
Ditos Mexicanos ... i-kW.i 1/08(1
Moedasde2 patacas 1/2(10a l.-jsn
Ditos tle una .Vid;, 580
locoet da V do Beberilie 501000
EXTERIOR.
NORUEGA.
tulla ao re na abertura da 11 slorlhing ordinario, a 10
defevereiro de 184,).
Senhores. O poro da Noruega, que reconipensou
com invanavel amor e adhrso os esforcos ledos por meu
obre pai paraassegurar a gloria c a prosperldadc da
nacao, pela sua hdclidadce gratido, erguco uin.monu-
inenlo imprrivel sobre a sepultura do seu real brinlel-
tor, Carlos Joao, nosso paternal c magnnimo soberano.
Cuno hrrdciro do seu llirono. c igiialiiieutedos scus
ardentes dezejos pela independencia c felicidad das na-
cOes irinaas, tenho julgado do meu primeiro dever com-
pletar iquillo (jue a moiie impedio o illuslre fundador
da uniao rotiforme ao principio da igualdadc de direilos polticos
consagrada pelo acto da uniao, multas das relacocs re-
ciprocas das duas nacocs unidas.
Os pontos, que aluda estao por decidir, Tclalivamcn-
te as mutuas obrigarrs dos dous reinos, de modo que
iorliliqueui aquella uniao, que ollerece a mais perl'.-ila
garanta para a independencia da Pennsula Escandinava,
serao determinados pela Ilustrada c patritica coopera-
ran dos dous corpos nacionaes representativo*.
A jusliya ea verdade serao sempre as bases dos ineus
traballios no cumprimeuto dos deveres que me inipiiz
e nutro a liriuc persuacao de que acharci.ciilrc os repre-
sentantes eleitus pela Noruega, aquelle patriotismo illus-
trado, aquella sabia e cOica cooperario de que tanto ca-
lecemos, nao s para consolidar as uossas ilistiluicrs,
tent tambem para ampliar a prosperidude de todas as
Clanes da sociedade
O nosso futuro he rico de esperanzas; e a soliclude
manifestada pelo fundador da uniao para odcscnvolvi-
meiito progressivo da nossa prosprridade prcscrcvc-uos
Obrigacdes extensas e sagradas. Os brueliciusdoprogrcs-
so de iiistruccu, o augmento do poder social, c a sus-
lentacno da lilierdade brmao mu patrimonio que lie do
nosso dever transmillir Intacto i postrrdade. As victo-
rias da iulclligriicia o da paz pilein ser menos brilliau-
esdoque a das armas; porm sao mais duradouras, i
nao exlgera menos corageiu e perseveranca,
Durante o intervallo que decorreo desde a ininlia c-
ievacao ao thron, tenho recebido os mais salisl'alorios
Icstciuiinhos de cordial ainitadc de ludas as potencias cs-
irangciras. Estas boas relajees j leein sido postas em
aer.io uasnegociacoes Lbertas, mas anda pendentes, a
respeilo da abolicao daannuidade paga a um dos estados
da costa septentrional d'Africa, e cuja continuadla era
adversa aos uossos inlrrcsses commciciaes, assim como
a nossa digudade nacional.
O relalorio sobre o estado do reino que vos vai ser
conunUnJcado, far-vos-ba coubeccr o nosso progrcaao
.iduiinistrativo c material, durante o |ieriodo dos tres ul-
tiinos anuos. as COIllUlunicacdei que dirijo ao stor-
tlling, desojo lixar a vossa atteu^ao sobre os assuuiptos,
cuja iutroduecao possa parecei-mc desrjavel, c cuja
nroduccio seja uecessaria para promorcr-se o bcni pu-
blico.
"Declarando agora abena a sessao do II" slorthing
ordinario da Noruega, imploro ao Omuipotentcque diri-
ja ot vossos trabadlos c abcucoc asvossu dcUberacdes,
edou-vos plena Sfguranca da IU(eira benevolencia da
mlulu real dlsposl^ao.
Senhores, in solemne occasiiio em que.pcla primei-
ra vez me vejo rodeado, como rei, dos reprcseul.ini, s do
poronorueguei, renov, iin viitudeda le fundamental,
o Juramento que preste! na minha eleva;ao ao throno,
e, juro c prometi peante Dos goveruar o reino da No-
ruega em couformidade da sua constltuicfio e das suas
,lis- "________ (Times.]
IIITERIOB.
RIO DE JANEIRO.
Discurso rfn Sr. h'eiraz pronunciado na cmara dos debuta-
dos cm a sessao de 10 de ni'ircode 1845.
O Sr. Ierra;:A discuss;io (Jue ora nos oceupa lie de
tito grande importancia, que me julgo desobligado de
pedir que a cmara me priste por alguns momentos a
sua aiuncao. A lixacao das despezas publicas e a erra-
cao de lucios para satislazcl-as lie negocio to vital, que
a constltuicfio opi ncargo do coran legislativo, sob a
iniciativa dcsta cmara. Tem-se jd%adu sempre isto co-
mo a mais til das garantas coustOucionaes, c todos os
potosc'ilisados arepuulo como snuito importante, o
traballiao por conscrval-a na sua purria. Infelizmente,
tftt^&Mssuftssvu^iraLSfB'.'MSBMgn
porm, entre ns a Icido orenmento he mera licco, c o
abuso, augmentando o numero das liccties do governo
representativo, a eollneuu entre as primeiras. I'or rerto
o (pie he entre nos a le do orcanientn ? Lina vaa fornia-
lidade. Cansao-se as cmaras, gasuio longo lempo em
discutir o niodo mais conveniente de lixar a despeza pu-
blica, lixiio cssas despezas segundo as informac'cs cpie
se llics forneccm; mas de que vale isso ? O governo gas-
ta quanto c conforme quer, lira dinheiros de urna con-
Qgnaco c applica-os a outras, e assim augmenta cstns
e diininue aquella, e o faz fundado na faculdadc que, lia
algiim lempo, para isso se Ihe deo. As cmaras rejciiao
cellos pedidos, o ministerio os encalla na verba de des-
pezas eveutuaes, de expediente, etc., r Independen te do
voto das cmarasobtem oque deseja.
Alin disto, Sr. presidente, ao ministerio nunca se to-
maocontas. Entre mis ningueiii ainda encelan O traba-
Ibo da tomadla de cuntas, aos dill'crentes ministros,min-
ea os-rcsponsabilisamos, c ellesseiu receio da pena la-
fcxeiu o que qiierem, obrao'coiuo Mies pan ce. gaslao
quanio querem.e o miseropovo be queiuaiinai ludo sol-
ar. Por consequencia o numero das licees do governo
representativo esl augmentado coni essa medida salu
tar, com essa garanta imporlanteque a cousliluicao es-
tabeleceo. Tcndoporm nos de cumplir o preceilo da
COMtltUicfio, embora. vamos indo assim, indo como to-
das as cousas viio... agoa abaixo, vejo-me na necessida-
de (le rnirarnesla diseussan, e para que bem a encele
pedirei ao unbre ministro que me declare duas cousas,
a priuieira he.seacceia ascmciidasoll'creciilas pela com-
inissao; a segunda he, se no orcamenlo actual se acliao
contempladas todas as despesa nocessarlas ao scuuil-
nisterio, inclusive a despeza com oaugnicnlo de orde-
nados do crrelo dcsta corle, c das dillcrcnics adminls-
trardes das provincias. Se o nobre ministro me Hiero
favor de me dar estasexpllcacdcs, en nao continuare! j,
e guardar-me-bri para depola do oiivil-as.
l.n agradeco as exjtllcacoes que o nobre ministro aca-
ba de dar-ine: ellas valem inulto para a discusso pre-
sente, cpedir-lhe-hei que tolere que cu continu a Im-
portnala com alguinas lutcrpelln(drs e perguntat, e
com alguuias censuras, nao s a respeitu do orcamenlo,
mis anda a respeilo de alguns actos partidos de' sen mi-
nisterio. Peco a altciuao da cmara sobre oque nassoa
expui-
Sc. presidente, a economa he uecessaria a todos pai-
tes, como a nicllior Imite de riqueza, e especialmente ao
nosso, ltenlas as criticas circuinstaucias cmque nosa-
cbamos. A economa de ve aero poni sobre oqual de-
vein convergir toda a nossa attenffio e todos os nOSMt
estoicos. A economa be a principal missao dcsta cma-
ra : era ella proclamada ncsla casa pelos Ilustres niem-
bros damaiora quando em opposleiA, como o mellior
recurso que tinliainoS para malar o nosso progressivo
deii'Mi; a economa era proclamada pelo partido que el-
la representa, j pela imprensa, ja as praias publicas,
como o nico e especial remedio que nos tiuliamos con-
tra a voracid.tdc que entre mis lavra.
A economa, Sr. presidente, creo que tambem he a
missao especial do ministerio actual, nao so porque ,i-
doptou os principios do partido que boje nesta casa rila
em niainiia, inasainda porque estabeleceo una poltica
amrente dos ministerios anteriores, lem reprovado o
caininlio que elics si guio a respeilo do maliciadas di-
nheiros pblicos c a sua marcha poltica. Sendo assim,
Sr. presidente, CU direi que o ministerio actual nao de-
seiupcnlia sua missao como Ihe cuinnrr; e nao su o p.ro-
varei pela SimplesCOlliparacAO da chra que representa o
tolal das llespetat decretadas na le do uiramcnlo vigen-
te, como a que representa o pedido do nobre ministro,
mas anda pelo exaine das dill'crentes cifras, c sto milito
mais claro licaraquaiido cu demonstrar qui-o ministerio,
conservando tudas as despezas, mismo aquellas que p-
ilcni ser dlspensaVeis,augmcntou-at, enp< nascortouol-
gunias que por sua naliire/a nao podio ser atti'ndidas
por etiarem extincias, e outras que julgo iieoetaariai <
ndispensaveis. Este rxamc sera longo, talvcs metino
impci tinenta, mas cu o julgo imporlaute c iiidispen-
tavcl,
um grande lervieo ao sen paiz, e subre este objecto
deve despender os inaiores esforcos e applicar todo u
seu z, lo t cuidado,
lie a paite da poltica de um miuislciioa mais pro-
velosa e he a em que os ministros lucilos se appllco;
todo o sin lempo be absorvido cm mcaquiulia intrigas ,
c em alteuder as exigencias do-i partidos, aos scus desa-
guisados- c as suas miserias. En sei Lirio compreheiidcr
qual a posicao de um ministro cu a mo considero I, -
lit, e ao contrario actualmente no meu paiz a repulo a
mais infeliz c niiscravrl do mundo. \ respeilo da do
actual mi insidio, ii.i,> obstante mullas opiuiocs,! u assim
a julga. \c-sc elle collocado cutre a opposi, iio que
liscalisa censura e aecuta os scus actos c oiltros loi-
cas tupi riores que as vezes maor mal Ihe l.izcni. Nesta
posicu nao pude seguir o eamluho que se Ihe antollia o
mellior.
Or. Andrndu Hachado:Apoiado,
O Sr. Perras:Uc verdade iucontesiarel, v politiea
de un gabinete a vetes he sacricada n Interestcs mera-
meute loeacs ou i luleresses iiiesquiuhos : as maiorias
das cmaras, ma digo be.m certas depntardes Gizeui
oom que os ministras se desvieiu'do plauo de conduca
que se h.io tracado os forco a tomar algiim.is provl-
ilcncias que a raan reprova e com a ameilca di perdil
do sen apoia milito os captlvaa ; < ai de mis se riles ua
soiibcrem resitlir se elles fiu'em doceis a tantas exigen-
cias lie por isto que cu digo que a posicao dos minis-
tros lie infeliz.
Sr. presid ote IrullO demunstrado que o ministerio
acruai uo s couservoii todas asdespcias existentes,
como auguientou-at quasi feralmente eque su dhui-
uuio as queja mi podio subsistir por ter o servico res-
pectivo Sido extiucto 6 miquillo que era milito preciso,
como obras publicas gefacs e calechcse. Ora rrspou-
dcr-ine-lia o nobre depulado relator da coimuissdo de
mu mil.i c guerra que uo l/cui tinto os aiinacs minis-
tros como lucrao os uniros scus uiitcccsscics.
(> Sr. (itato:Apoiado.
o Sr. Perras:\uu agora demonstrar que o minis-
terio actual marcha ainda prior do que os uniros minis-
terios a respeilo das despexas publicas.
Segundo o calculo du mibrc depulado g.isliiiao-se em
sete anuos I!l,UIIII,IIO0sOUO rs. (luida esla soiunia icio
tete anuos', e achar que se gastriio21,000 c tanto, eoli-
tos por anuo e u niiiiislcrio actual pede 20,000:000/r
U Sr. H uni/rr/ri/ .Erijo.
I) Sr. Feria::~c continuar assim tereiiins mullo
ni.iior de t peta, Mas agora uioslrarei que o nubre dipu-
tado ncsla parte uo b isroii bem o seu calculo. S"gnu
do os mi us clculos, de eouforiuldadc com os b.ilancos,
;i reccta do imperio proveniente de illipostOS c mais ren-
das aiiilou cm 114,25? :!l0".'."WS rs., um romo diste o
noiiic depulado 108,914:1)07/745rs isto uos7aunos.
O Sr. Cotillo:Veja o di-41 c 42, gasl;uo-sc m.iis de
27,000:000/..
O Sr. Pirras :Diuiiiiuindo dcsta soinma l,ISl!C".',iin
. eque no li.il.inro de .'15 a .10 vein laucada en: rcecill
extraordinaria pertenoendo acredilos, c que te di ve
s | ii.ir porque o nobre depulado l'et parcelfa separada
los ciednos, temos 113,076:1110/838 rs. em que Impor-
lou esta rccel i nos referidos / anuos.
Ora, o nobre depul ido me li i de conceder Ulna
.ousa c he que o prlmeiro crdito de 2,000:000/rs.
A CASA I) DJABO. (*)
Lina iinie. segundo o sen eostunic, Miss Alaiivernrv,
astentada na sua cama, convertava com sua alai eslava
amotinada. O da tiulia estado eniicvo.ido, csjiessa lleve
Cubra a tena. A moca entregou-sc ao sen assuinpio
predilecto.
Que hollino indigno, disse ella, he esse Mr. Wl-
liam? nao he assni, Margiircl? Nao se pode diserque he
Icio, e todava nao me posso resolver a ain.il-o. Paroce-
ine que um namoradn deve ser ainavcl, sollicilo; pois
acreultarels que aluda boje disse duas e tres vezes, bcui
alto, para que elle ouvisse: Meu Dos! quanto dese-
j iva cu ter mu r.iiirillicle de violetas! O baronclc tez-
se de sin iio. e anda estou esperando pelo minio que cu
Ihe pedia. He verdade que teri.l ido necessario ir ale a
eslilla! Estis rindo, Margarct! cssas bagatcllas sao ini-
pOI lunes, e tanto que cu dara a meu collar de peclas
por una violeta.
Serla pagar caro mu capricho.
Capricho ou n:io, lia de isso cuslar a Mr. Dorsellc
mais do que elle prnsa. Ao dher estas palavras, a lin-
da Miss i oro.loo a eabeya no travesselro e adormeceo,
em quanto a ai preparara o caf que devla tirar-lhe o
Minino. A vigilante guarda tomn alguni.is cliavanas,
porein logo, depos de baver luctado com terrivel som-
nolencia, un linn a cabeca sobre o pi lo c licou Mu
inoviincnlo.
Apenas levantou-se Miss Maiivcrncv, a primelra cou-
sa que viuao lado da sua cama, sobre a mesa de lacea,
foi um r.uuallu-te de violetas todasfiescs u'uiii vaso de
cristal
(*; VldeDfor/on.082.
Nfie posso dcxar de lonv.ii o empeiilio do Sr. minis-
tro a respeilo ilas obras publicas ; mas lastimo que cui-
de so as do municipio i\a curie cdimiiiua a qiiaulia
das obras publicas genes que diseiU respeilo a lodo u
Imperio. A marcha do goveruo geral a respeilo de obras
publicas deve lomar lima nova direcro. I.ogo que o
governo tomar a diauteira no deieuvolvimentu material
das nossas provine! s, logo que eslabelecer caara e es-
ledas en tenho a Orine COItviccfio de rpie a nossa ren-
da aiiguieiitar na proporcao (leste uielliorameiita cao
mcsiiio passo dainosauossa populariiopolirc novos lucios
cniprego e de mellior viver. O governo assim lara
gt4a^iw' Meu Dos! disse ellq, iiiinli.i chara Margarcl vinde c;i
que VOS eu abrace. Ao/ide colhcsles estas lidias llores '
Margare! adiuirada) de balde protestara que uo lora
ella quciu se Icuilirra de atlciires lo delicadas.
Touiai o nuil collar, Ibc diz a moca, lie roseo mi-
uha chara; |uoin, lii-o a quein me litesse esse presente.
.Miss Mauv, i mi prucuruu com os ulhos o collar de
peclas : uo eslava elle mais sobre n hauqiiiiili.i. Oque
havi.i sido di lie ? A polla licou pcii'cilanii ule lechada.
.Niio se poda suspeitar da lidildade de Margare!, de que
havia dado provas iiicontcslavcis. Este uivstcriu era para
prroecupar vivaunte una menina ociosa e de genio
luelancolico. Miss Mauverney csuva bem certa de liaver
posto o collar sobre a mesa; "recordava-sc do lugar onde
o havia enllocado, c da proiuessa que tiulia fcllo de o dar
a quem Ihe IroUxetSC as vilelas. As llores ahi cslavo,
o collar havia desapparecid. Auna obrigou .Margarct a
que acceilasse oulra de suas ricas joyas c vestio-sc toda
pensativa. INesse dia Iraluu a Dorsctt com mais friera do
Dte nunca. O ollici.il de mai ioli.i como que nao peree-
BCO. A's huras cosluiuadas do deitar-se, Auna, menas
expansiva do que na vespera, fes lentamente os scus pie-
paros de dormir. O logo que arda IM clianiiuc linha por
orinis aquecido o quarta. a moca tirou o leaco de ren-
da que cubra os scus blancos hombros e o alirou pura
una cadeira junto do Icito. Pela manlia, ao levantar,
mito iiivisivel linha sublrahido o lenco. Mi lliss Mauver-
uev o havia percebido, a nada disse a Margare!. Todo o
resto do sen rnalo, os scus aunis, as suas pulceiras cs-
lavo anda un mcsino lugar
\ arias nuiles renovrau-se esses lujslciiosos roubos.
Auna pcrilcu succcssivaiucute as lilas que Me pri iidiio o
cabella, as luvus pcrfumailas que linha calcado, un len-
co de cambala, um cspellio em que se iiuiava antes de
deitar-se, e oulros ubjectos que todava a niuguem de-
vino parecci preciosos. Nao ijuiz couliar, iiem inesiua a
sua mi, oque Ihe aconteca; pois a sua iuiagiua;o
l.i'i.i-lhe adiar um secreto pracer nesse mvslrrio que
alias nada linha dcassuslador, Conlinuava u iguorar o
lVi dada para despezas de 1834 e !I5 como se ve da le
del" de dtilnbro de 1836 nrt. I.": demos puri'm que
ludoapplicado fosse pai 1835 e 30, pergunlu quead-
miuistracfio exista cm I83aa3u? Im-,i do partido du
nobre depulado, era oSr.
\eerrscc que os iin-us correligionarios subirn ao
poder (Mil 10 de selenihro de 1831. Assilll pois BS flUC
iuiporl.iro em l?,222:l-i?/'82S u.io Mies pudem srrearre-
gadas. Tambem se lln-s mo piide f.i/.cr carga das
despezas dos legulntes triupot:Do I." de jiillio a 10 de
tetembrode 18.37 porque nesse lempo servio gente do
parlldodo nobre depulado. De alud de IS,'I'.> a malo de
Is-lo em que regrao o paiz os ministerios do Sr. Can-
dido Haptitta, Aires llranco e Galvo, DeSSdcjulbo
de I sin a 23 de marro de 1841 cm que regeu o minis-
terio do nobre depulado por S. Paulo, ede 2 de feve-
relra ao ultimo de julho de 1844 que pcrlenceao ulti-
mo anuo liiiuueeiro a que o nobre deputado se refere ,
porque esse lempo j perteuce au ministerio actual
Total: 3anuos e 4 mezes.
Ora, as despezas de 1830 a I8,'t7 andarn, como j dis-
se.em i47,222^828 rs., as de 1830 a 40. em 24,08:8I/3B9,
havendo um exersso sobre o oreado de 8,037:447/850.
No lempo do iiiiuistei'io de 23 de jniilio liouvi* (ainheiu
um excesso de despeza na Importancia de 3,325:050/f883
rs., e s o excesso na repiirlirao da niai inlia andn por
500e lanos eolitos de n'-is. Assim pois lalvcza despeza
latotLflo- "/'. *^--'mKemiatmmmmiaaumkmmmmwmmtmmm
a cargo dos meus correligionarios mo andatse em mus
de 70 mil coutos.
O nolii c depulado poi tinto addiel.....ui no sen calcu-
lo algumas despezas nao feilas por meus alliados.
O .Ve iiviii,n (i., iiii> aparte que uao ouvimos.
OSr. Perras: -- Ou.ind.....mure depulado tez o sen
rcqui rioienio declaroii qual era o sen llm que era es-
le e desde euiiio o lomei em vista, e lu calculando. (
resultado he, queaudou poi 21 mil contus ,i despeiude
ea la i.....O fe 11 i por i.....1 .lili.idus ; ora sendo 0 pe-
dido do ministerio aclual de20 mil contus. ert-ia, que
n ininisiei io actual, ou segu i inesiua man lia c nada
iii.-ll, ii.ii., ou augineul.i a d.S|Hza o que nao se p,ule
negar, a vista dd que acabo de demousirar. Ku mos-
ir.uci cm lempo. que no ministerio dos eslrangciros e
iuslicii liouverao aiigmeulo.i por consequencia o (len-
lo do nobre depulado uo vi iu faier mais, do que di --
penar um argumento ron ira o ministerio actual.
OSr. Uelulio: Em lempo competente responder!.
" Sr. lena:. Tenho mostrado al aqu, que o
pedido do ministerio he exageradu ,quc aliu disto .
Iinuve iiiigiucuio de di spi-z i r que ste augmento an-
da ser iu,lior adilirioii.nl i .i despe/.a que ainda nao
est contemplada a nova despera da din eloria descr-
relos! agora voil mostrar, que n ministerioactMil nao
lie amigo da economa porque dcspeidica.
\ dcinunslr.iriiu ro que V0U entr.ii si. presidente ,
importa censura e importante censura ; pero ao Sr.
ministro que me adeuda bem para que possa rrspou
der porque s deseju que a verdade te paleule. A prl-
meira censura que larri ao miuislerio aclual, eetpc-
ei.iliuenle no Sr. niinislio do imperio be a desse aug-
mento de despeza, proveniente de remoedes edeuo-
meaces unas aps outras de presidentes de provin-
cia. Por exeniplo, ,is A taguas, tem lido em menos de
um anuo dous presidentes, ecreio, que lera ainda um
i.", parque me consta, que a presidente actual lem de
rclirar-sc para esta corte brcveuiente. Ora, liouve sem
iu cessidade una demsso e nutra nomcaciio para Ma-
lo-Grosso, c..... um.i despeta multo grande, Nao .sei
verdadeiramente te esla deinitsiio lu poltica ; min a
julgo assiu
sombrado.
(lente que
, e creio uicsiuo, que o ministerio, desas-
poih.i caiiiiubar com a eonscrvajaa do presi-
i lilao exist.i.
.
/<,(iiilnniar-sc-/mj.
aiu
Psr^ti^sijco.
tSSF.Mlir.EA PROVINCIAL.
i:uxtim viw) da si-ssMinonn 1^.111: iuril DR 1845
que se passava nos uniros (piarlos, e eolnn una vrid.i-
deira lilli.i da India, eulrrgava-se, tem escrpulo, a es-
la curiosidad!- romanesca, em que j,i o coracu ia en-
trando.
A' imite recolhia-seao seu aposento mais cedo do que
cosluuiava; dislraliida (lava punca allcnco as conversas
d.i sua vclha ciinipanheia, c bem que leve fnssc o seu
dormir, nao Ihe l'allavo souh s.
J havia oilo das que duravo estes singulares rou-
bos; pelo lucio da nole, dando o rclogio da mesa duas
horas, Misa Auna Levantou-se sobresaltada; julgou le
ouvido bulla ifo quarlo. (Ilhoii cm redor de s: mu c.in-
ilu ii o coberlo arda sobre a mesa de uiaruiore, c a boa
Margare! dorma ao lado de sua cliavana chela. Anua
julgou ter sondado e recii:iou-se sobre o travesseirn. A'
(ursina hora i\a nole seguiute, o iiicsinu ruidu desper-
lou a inquieta mora. Abri ella os ollios e sulla mu grito
de espanto... acabava de perceber pela elarid ule da
lampada, um moco de ar nobre e altivo, de elegante
postura, empellante dalareira. Os raios da luz allu-
(iiiav::o,-!!- os cabelius urctOl e brilhantes cuino o azc-
vielie, a SIM testa larga esciena, o rosto lUCigU c nobre i
a i|uein seus linos higodes (lvo-llie nina expresso mar-
cial. Eslava lodo embebido cm scus pensaiiieulus : in-
clinado para o vaso de cristal em (pie Miss Anua havia
piedosainenle misereado o m\ sterioso ramalhclr, dis-
jfunlia novas vilelas na lmpida agua; depoit OOCUltOU
as outras incio niiirchas ntelo, e virou a cabcc.i para a
alcora. Nesse inoviincnlo a iiiuci fechoii os olhos. Qnan
do, depois de um momento de angustias, atreveo-se a
abrl-os o descoiihccido havia desjapparc ido. .Mingare!
conlinuava a doi uiir.
Miss Mauvernry, encostada ao Iravesseiro, COIII a ca-
beca lias indos, c com os ollios pregados no lugar em
que eslivrra o mancebo, licou ate o auianhccer nessa po-
sicao pensativa,
A viuda e odrsappareciinento do moco erao pelo mes-
nos sircuinstaneias to niaravllhosat, como o dom mj-s-
Icrioso das vilelas e os discretos roubos das nuiles pre-
l.e-s.-a seguinteemenda :
I-, 11 lug ir 3c i> i unios, diga-sc 12 eolitos; marcndo-
se quotaespecial uoori amento,Pianeirro.
lie apoiada, e i ulra i m ditcutso,
OSr. Praarlieo JoAo : Sr. presidente, eu creio que
coma disciiss.io sobre o parecer se ada i n volvida tam-
bem um i oulra quesla da primeira ordem, isto he se...
os luleresses induslriaes dcveui ser al tendidos.
Se. presidente, cu creio que assim como fura da arca
nao havia salvacao: assim lambeni lera das ideiasdo Ira-
balhn nao pmle haver l'clieidade; ru creio que as ideias
de ordem, liberdade, e l'elicidadc, consequencia ucees-
tria das duas primeiras, to todas devidus as ideias de
trabalho drvidameute organisaao.
Sr. presidente, eu.piocuraudo boje defender esta
doiiiiini, uofurri mais du (uc acompanhar algumas
vosrs generosas, que se Irru levantado proclamando a
verdade desla proposieo ecreio, Sr, presidente, que
como di/la,ha pon, o. nssiu'i cama lora da arca uo havia
salvar o, assim hira das ideias de orgauisarao de traba-
lho, todas as mais to purut licees, porque todas as
ni.ns tu iu ipa/cs de apresent.il o resultado que esta
pur si so oH'erece. Eu a\ eiiturei a ideia de (jue as ideias
deordi iu e liberdade, e n cunsequeueia deslas, a lelici-
dade,le derivada do trabalho; uao posso por cerlo, Sr.
presidente, figurar um povo i|ue,ramiulol posta eonser-
var-s. como amigo dos principios que sin s.ilv.i-guarda
di ordem: i u nao posso considerar que baja allianca cu-
tir a liberdade, e ,i miseria, poique n miseria Iu- mi de
lodos os vicios, e de lodos os crimes; considero icpug-
naiiii.i absoluta entre a frlicidade, a que iodos applica-
mos nossas eslbreos cas ideias de miseria, pm-que
creio que entre al siio to diUcreiiles, lo disparatadas,
quatllo lie a luz das tu vas.
Sr. presidente, en creio que a importancia detta ver-
dade lem sido recoulii (ida cm ledas as poltra C que
alguns espritus generosos leein piucui.ido (por assim
di/cr i, organisar o mundo, a lim de remediar o mal do
paupemiio que lem invadido a Europa inteira, e que
me parece abalar,cm scus mais profundos fundamentos.
cedeules. Miss Anna poralgum lempo interrogou-se
s inesiua, se nosrria tudn isso caprichos de sua imagi-
narau, quacs Ihe podiu inspirar as tabulas orienlaes,
com que havia sido creada a sua infancia, Seria esse es-
ir.uigi iio a|vum drsses gcuiot que cosluinoalgumas
veses dosier amansan das mor lar s? Estarla anerto o
mundo do Per chaver-sc-ia cllaproprio tornado ha-
bitadora (lis rcgics felizes!' Miss Mauverney bstanle
razan linha para cnlrcg.ir-sc*iuuilo lempo a l.ics coujec-
lUras. Alias ludo quinto a cei cava leiubrava-llic a rcali-
dade : u.io poda duvidar dos seus olhos. As llores eui-
balsamavo osen quarlo: todas as iiiaiihas era obliga-
da a renoval alguns dos mais insignilicantes objectoa
do sen adorno, < orno porm explicar a presciira du man-
cebo no sen quarlo.' Quem era elle.1 d'oiide vnha.' quacs
Mas inlcni-rs. e lo ii. que ocio por que lucio poda
penetrar no sanctuarln emiiuejatia guardada Eviden-
temente nao era elle mu mall'i ilor: lirio os inodos iieui os
Costilines dcllcs linha. Kfio estavSo ao seu alcam c o or-
namentos, os diamantes que delxara intactos, as lias
de (.iiiuiiu i io .|ur abstrahido pisara, nina bolsa sem-
pre aberta etempre eheia de ouro pea prodiga mao do
nababo? Sim deixava elle imlu lito, e levara alguns
rainiihos de llores murclias, um Ii uro, una lila cali-
lias bagatcllas sem valor, i (un nulo, se esse bomcn nao
era levado por mao lim o que eulo vlnha fater neatc
lugar 1 Miss Anua trema antes de responder a esla ques-
to; porm logo aquietou-se, pensando as castas pre-
caurrs do mancebo, as suas muneiosas atlcnrors que
o mosiraro ser hWetn de boa sociedade, chelo de de-
llcadeta e de paixo. O quer que loase, ahoradoalmo-
co M."" M.iiininej achou aua llia mais |pallida do que
de ordinario; Auna levedesejo deconfessar indo, l'ul-
lou-ilie porcm i (brea, ede mais, era j.i UHI pouco lar-
de; conleutou-se em aquietar a sua maiepassou ores-
iodo dia esperando c recelando tornara ver u noctur-
na visitador
A' hora do costume, a mora, soll'rendo febril agua-
rn, nao pode conciliar o tonino. Einiiiu. ouvioaigum


2
ocuIihsi da Gra-Brctanha; ni il cruel,que tambem eu-
?trc mis \a progrcdiudo, ou grassando....
Or iii'i KM: --\;m \ai tal; n;ui la pns-ivcl Isso Clll
un pas novo.
fJ Orador1 Folgo milito do ouvr n i m brc dcputa-
do assevcrar, que nao trinos scnn lliauti' ni il. Eu dizia ,
porni, Sr. presidente que o pauperismo, a que cha-
. ii.irri tinga roedora da Cra- retanha edooulios
{ lados da Europa miuava, e hr vi'i'dadi' ijue uiina
enl i anhas desse Leopardo i|U(*tao mosmu lempo que 0&-1 ment
lciidc,como o gigauc --riiinrun. i> suasunios poi'toda
a part, pareceque tcill a mulle 110 SOU '"i AcnO, C n i n
ijii'* nao lir precisoirproctirarmais longo,do que no pau-
perisinn.aoi igi iu dessa chaga (1110 parece por iiiotiicutos
fazer ili'liiilo esboroar esse edllido. Kll ilissr, lia ponto,
o lucontraditado porapartt*s dos nobres dcpulados, que
icgtao o que cu baria allirmado, isto be que infeliz
mente a existencia do pauperismo ruin- mis se ia ino-
culando.
o.Vr. Taquet :Jleum impossivcl econmico.
OQruior : Unobre depuladu lie milito iiuprrioso
lias suas proposcoi's; mas procurare! mostrar que nes-
(a occasio nao pude ler torra algUllia
ti
n.'in en iieeess.irio o snurorru da Duenda publica, tra-
'.eudo-se para apoio clesla asscrco o cxcmplo do Kio
eo feliz ueste sen argumento,, doiis rxemplos sei cu ae-
eouteeidos no Riu de Janeiro; mu leve lunar no munici-
pio neutro, outro na provincia do Rio; no municipio
neutro bouve mu p>dre, cujo noiue me nao record, que
tentn essa industria, que cheguu a estabelecel-a ale
I tu ponto; mas roe lioinriu, Sr. presidente ufelit-
liiiiidouado p< lo governo sepultoil a sua pro-
vlucia a industria que uascia, lalvcs nao seja isso un
dos ttulos de gloria do nosso governo ; coiiheco outro
cxcmplo acontecido em Nlclberoj : esse he anda menos
i'ilu que o pi incito, porque a asscmblca provincial do
Kio de Janeiro decretou, para proteccoo dessa Industrial
loteras, cojo resnltado lalve nao seria menor de l> ou
20 COIltOS, e CU nao piopuz a coneessao de loteras por
ser iim recurso mu ponen tlosinoialisador, un tributo,
|iuslo que Voluntario por consecuencia cu nao vejoipu
nodessein fusor grande moya ao parecer os cxemplos que
Ionio ajioulados; tainbeiii nao vejo que possa elle recc-
ber a iiieuor olli'iisa pela argumentaran porque disseo
sua .iil'n ina-i iioiirc deputado que se careca attender s especabda-
de das Industrias : rit creio que na occasio do cslabele-
O Sr. Tuques : lio impci iu das inhibas COnvicces, I cimento de qualquer industria se allende duas espo-
lian lie outra ciuivi. I vialidades, e sao, a que uasce do lugar que velo recebor
O Orador: Eu nao quero oU'ondera iiinguciii, neuia industria, c aquella, que uasce da uiesuia industria
i
ilisso soucapas; mas cu dizia, Sr. presldeute, que
chaga do pauperismo entre nos se ia iuuoculaiido ;
. nobie deputado conleslou esta proposieiio, ditciido
[ que era um impossivcl econmico cusuppoiibo, que
Hirniativa do uobre deputado, tiesta parle lie contra a
verdade de ludo aquillo, que presenciamos; para 11
di seob.i ir a miseria as nossas cidades r povoacrs, nao
be preciso mais do que olbar para oque todos os d
presenciamos be vei dado, que os nobres depulados po-
deni contestar as causas, que d.io estes resultados .-
quizessem entrar ueste exanie, suppondo-as dulciente
d'aquellas, que eu apuntar; mas oque se nao pd
r contestar, ou duridar, he da existencia do pauprris-
luo eiiiboi a se dig'. que elle nTio lie como o que exist
ni Europa.
.sr. presidente, eu siippnnbo, que se uiio pode cou-
I testar a existencia desse nial entre nos indis as vezes,
que reeonbecermos cuino realidade o laclo, que se a-
< prcsi uta i nossa vista de una grande mullidu de ho-
lilcns, proeuriindo de que viver, e em que l rabal liar ,
e uiio acliando em que rmprrgar sens bracos e mor-
rn do .i inlngoa ; ou antis u rastrando nina existencia ,
que S0 pode diior, que ella le- prel'erivol a luoite ;
s.:o i ~ti s os Iracos, que constituem o paiiperisuio na
I ;: i|i i lie justamente isto a ollera de tu aeos para
iraballuM', mu liaver em que s,- empreguem, que
lie a nitPria de inuilos braros seni liaver para ellos
si a viro, lie o desejo de malar a lome, SCIII liave
'rom que, he Isto o que eomtlitue o pauperismo, e
lio isto o que existo entre mis; mis, m. presidente,
conl .simio eu a existencia deste mal entre us, se-
ria natural, que ipi^sentasse o remedio, que podrsse
servir a cauterisir esta cbaga, e este remidi nao
posso cncontral-n lina do Irabalbo devidainentc or-
camsado, que quer di/.er conforme as veidadi iras
ideas do ti ibalbo, iiasqinesseoncoiitra emprego para
as diversas ihs-rs da soclodado. .~r. presidente, u
vi-ine clitigado a aventurar ost'is proposiciles porque
ellas servein como de liiml inieuto ao > iren r que se a-
cba i in disciissiio, que o io he si uiio mu Irausumpto
drsi i ideia, Agora, eiitrnndo nestn segunda pineda
disciissiio, mostrarei que o parec i uo be sen.io um co-
ronario deslas proposicii que emilti, o di-pois procu-
i.uei mostrar que as objecroes que contra elle liiro lii-
t,. nao ti em forra alguuia, rio o ineu parccer.depois de
ter exposto as condives da proposta daqucllc cidado,
i ujo /i lo i ii nao posso deixai de luuvar, auli .< milito pra-
aer leudo n faxol-o, porque esse udo, i nleudo que lie
impie-nli rio objeclo de recoiiliecida ulilidade, para
iiiiii, superior aquella que i. sulla desses bellos palau-
l'rorios sobre falsa librrdade, c sobiv outras .....as, que
poi iii se di/.i ni depois pr.qiosla. iu dis,r quo i eeniileeia eoiu o |nl ieiiill.ll io as
graud ^ vaiit.igens, qfle resullvfm de se aeosluiiiarem,
desde a teura idado, astiassos dill'erenl da sociedado
as ideias de tr.ih.illio e de ordeni. i \ denle, eu vi -
jo,ecreio que commigo todos roiicordarrui que as i las-
si nd(,enl< ~. quaudo se aclin aiiula iiil'anlis, nao lorm
is,opiuio alguma, oque nao, estando arosluuiadas ao
; .., ii i, ... liir ser utiloso, quaudo tiverem tocado a
iil id da piiln rdade, e pon i rio nao s pdenlo acoslu-
iii.ir a elle rom i illd idc : apn seul u-se-lia grande re-
pugit ne ; i i ni procuran m um nudo honesto de vida, V
dahi veem os rmbaracosque eucoiitra a mesma polica
na preven io dos crmes; porque a maior parte delles
tcui oiigem ii.i o. e ni.i dad', he pa isso que eu rocouhc-
i i importancia de applicar as classes iiifantis ;is ideius
de U ilialli porque daqui se segliem as nutras ideias, c
em tin I o resultado deumbas.a folicidade: ora, na verda-
de a industria que nos he proposta tem comsigo essas
grandes vaiilagcns, que uo san cabiveis a outras muiuis;
eu creio que u.i plantaran, e na exlraero da seda, p-
ili ni sei applicados meninos desdo a ni.ele de S anuos, r
esl i van I tgi US, erlo que san |n cilllan s a i sla industria,
o por isso vemos, que a iii.lii-.iua liar comsigo a vaula-
gnii de acost mar a inlaiiela a esse. hbitos, que pode-
mos dltcr seren caniiuho para a virtudo, i nao tema
gt ivo inconveniente que outras pudem ter, porque In-
dustrias tennis nos asquaos uo pdcn oceupar-sc as
ci aucas, sem grave dclriinenlo do sou deseuvulvimeii-
lo; ae-.se respeito alm de cxemplos, que estiio cabludo
ilili.ii'o dos nlhos, eu poderla apontar inesuio regula-
meiilos de ni povo cminculcnienlc industrioso, opovo
iuuIi /.j.i iu tirando e\ it u rsses ni ouveiiieules, essi s del'
lilil-., I'.il Jitia II i |i il i el que laiiihem ICCOIlllOcia, qlli
i oiu a en .i- .ni destil indu tn.i -.i < stalnleeia mais um ai
li^o de riqucia publica. Sr. presidente, mis ubservacdei
que l'ura apn -sentadas contra .1 introdmrao desta indos
tria uelihuma honre que i. ndcssi a mostrara puma m-
poitaiii ia dessa nova industria; tan recoubecida he a sua
ulilidade que nao di o lugar a eouti slarau nlgutlia ; creio
purriii que out i di/i r a un dos nobres doputados oppo-
sitorrs do parecer, que para sei ella entre mis plantada
uu^ i ii -.fi'st'iflgwv r-.
rumor c vio um vulto passar por tlclrai das cortinas
Auna, comos olhos lechados, sull'oeaudo a resjiiracau
seuiio palpitar-lle 0111111,111 em violencia, l'arecco-
Ibe oui.it> que a-na das cortinas haviao rocado e qu
iu/. mais viv tinh 1 ,11 Lirado a alema. I.lla nao pmlia
- ver o que sr p.i- 1 \a.riu lin-v. porllleuiiquclii Hilen qiu
11 estraugeiro, dopois de haver-se mu lisiante dobruca
do sobre a sua caneca, se pti de joelhos junto do leito,
De repente 11111 I. ililu quelite afagoll o si 11 roslo; Um ge-
iner indilinivii velo oos seus ouvidos : era como o su.-
piro de profunda commoc.io o descuuhecido ahi cslav
trmulo aulado delta, conti mpl indo-a em din ida, pon
senta o fugo penetrante dos sen. olho
Auna consol voil-se inmvil. Nada pode fazerjlllgar
ao moco q"5' psvi sse acordada, O trtlin da colcha guac
don o segredo da agitaco que tan a custo eonseguio I-
l.i reprimir, lau limo estraugeiro ergueo-se sem bu
Iba o no fin de um instante, Anua, respirando com li
bridado ailivinhiiii que elle nao eslava mais no seu
quai to I.anrou 11111 elliar para a sua aia, Margarel dui -
lua proliintlaiiieiile.
N : uoulc vguinte, antes de dar un ia nouie, o
traugeiro entrou inansaucnte no quarla tbegou-se
para a adormecida lenlinella o Auna vio-o pegar na
chavana de porcrllana, mide deixou cahlr algumas got-
tas de mu liquido nir "de 01110 que tralla n'inu frasqui-
nlio. No inesino instante Margaret desportou; porm o
ilcscoiihecido OCCUltOU-SO airas das eoi linas. A boa aia
escotou deuma veso copo chelo; levantou o livro dos
".orillos; 1111. depois de algtuis luiiulus, a sua vnlinia
respirarn velo SOCCgara mora.
JO dCSCOnbecido eslava junto da tama. Mlss M.111-
verney que ii'llin inslanle de terror linlia e.t.udidu a
niiii lora do lellO, I.O leve lempo de a retirai ; e a lam-
pada doce......iie alhiiniava os redondos contornos do
a iii-xive braro. O moro flcou inulto lempo sepulta-
do rm silenciosa eonlemplacao. Auna, perturbada al
o intimo da alma, esperara eoiu aiieiedaile o liuidi--.li
cstrauba secna. De rep6nte urna man tmida rocou nos
cu acredi-
pnique ao
em si. Se atteudornios a priineira esfleciajldade, deve-
nios procurar saber, se o pal/, em si onerece dcscuvolvi-
iiieulo de rlquea O lllustraciio ti um punto tal, quedis-
pense esse auxilio publico ; sebe ponan a ospociulidade
du industria cin si, e entilo devenios ser Independeutca
tleste tnesmo auxilio, pude ella Irater comsigo todas as
cousas que sao necessariaa para o seu planto o desen-
VolviUlClltO I o uobre di put ulo, reeoubeceudo de algUUI
modo a verdade deslas proposiedes, disse, que a Indus-
tria ta seda e-lava lina dolas ; tlisse, que ella dispensa-
va qualquei- auxilio publico ; que se dei.xasse que oseiu-
prelieudrdmes [ouiasscm a si o plantar essa industria ;
mas desta doutriua, exposta pelo Sr. deputado, concluo
eu que alguma conlradicao existe ta sua parle, como j
'ni notado por nutro Sr. dcpulado ; islo he, que existe
opposiro entre a sua opiulao apresentada agora, c a-
qiiella que exno, quaudo fe< apparecer na casa o seu
pnijeetn pata pinteeran ila inltiira do assuear ; isto he.
para dcsciivolvimcuto de lima iidustria, que, posto 1110-
1 liuda, como cuiilessou, o cu tainbeni euiilcssu___
Sr. ToqHUiMas careca de soceorro.
O Orador: l'or ceno o moribundo nao carece de
mais SOCCOITO, do que aquello que nao pode naseer seiu
soceorro. ..
I'osfj : .Nao somos part iias.
M)i 1 ; au sumos eirurgloes da industria.
OSr. I.i>)istitnwi: l 111 moribundo carece de padres,
uiio de rirurgies.
11 Orador : Eu dizia que o uobre dcpulado asseve-
rara, que a suda eslava Iota da priineira especialidade j
para responder a esta paite to discurso do uobre dcpu-
lado, ten de repetir os luminosos argumentos tjue Io-
nio api esi litados por um ineu iiohri\i' pal Iteiilar aililgu ;
elle mis le/ eoilhecer cun que ditlii-iililatle eillro mis se
eiitabolaviiociiipre/as ndllsll lusas, porque inlell/ini lili
iu existido crensas iiulustiiaes;eu vi o noble deputado
moque adniirar-se um punco da expressno proferida,
ciean indu$triaei como se crensas au podessem liaver
em lodos os ramo-,islo iie;crensas polticas, religiosas, c
li indii-li iaes...
P'oseJ : Aquillo lie pliilaiitcrianismo.
o Orador : -- Ser o que quizerem; mas
lo mais nclla.i, do que as crensas publicas
ineuos aquellas oU'creceni um resultado luintcdiato. Sr.
presidente, cu tenho apnrtado-mc um pono du objeclo
em si.proeurarci restrillglr-luc : di/.ia o nubre depul.i-
lu que a industria de que se trata eslava lora das espe-
cialidades que carecan de prnlccro islo quaudo como
ia fui ditu.u.io existem crensas industriaos, Isto he;quan-
Iu O uorpo to coiiinicrciu o os capitalistas nao teeni a nc-
tessaria liutrucro para conhecerum o sen rerdadeiro
inteiesse; pulque iufcli/menle, exceptuando pequeos
manojos de agiotageiu,pequciios negocios! nculiuina ou-
tra cousa ellos conlirecm, iiciihiim Inleresse sAo capa*
/.es de descobrir c nao lie porque Mus falle vuiila le;
mas portpie Utos falta u UL'Ci'Ss.iriu motor tiesta vuulade,
artigo de despeza, mas despesa produtlva; logopurecc-
uie que nao us deven; servir de olistaculu as piiuilera-
rucs que 11 nubre tlrput.idn lez ; poiapie culciiiiu que
podeinos despender para depois 11 cehcianos. l'or ludo
que leiihu UIIO pirecc-iue le deslelu os argUIIICUtOS
que se apreseulaiu contra o paieeci; agora pioiiiiarci
d. indi i-nie de nina increparan que me fui lilla por mu
uobre d. putado lanibem mcu amigo, que cun o sen ge-
nio naliiialmriilc lcelo, prociirou, que us nteos se
11-.1 ni a iiiiuh 1 cusa; disse elle que o parecer era um
desearle; porque rmque lie a illuslrarao essa falla, e
0 eslatlo de u.i ilariio ciii que li mus vivido he motivo pa-
ra que oslas enipi e/as au srjau a coi in nadas, COIUU cun-
pria que 11 tossciu; nos tCUIOS iiiuilu- i-xi'iuplus dchuixn
das vistas, pura que uos rcciisoiuos a oonfcssai esta ver-
dad--. Se por veulura nos achasse-iuus em U111U Sita-
lo tai cin que us presencia.s.'luus as cniqianliias pro-
ciirarein, o loinaicn a si todas as empresas de ulilidade
publica, cuino podamos th/cr que era desuecessario o
dar qualquer auxilio; cutan, se o espirito deastociaco
rsiiv.-sse ueste estado,siui; se elle estivcsso no estado de
progresso como aquclle que se val faiendo em urna lia-
ran que ja fui uossa*uii (Porlugal^, cuto pudciiainos
pirsrindtr ila prulecrau; cu live uccasiau tic ver que 11a-
quelle paiz se tormio quatro ojuupauhias com um ca-
pital de pertu de triula eolitos tic res: quaudo o espi-
rilo ile assOCiafo se aprsenla USSilll o auxilio lio des-
necessario; mas entre us isio nao se da. Vamos a se-
gunda paite (lis |>uod.crac0cs, aquellas que icsiillao da
cspci iabdatle da iudtisliia; o nuble dcpulado fui o pri-
111.110 que nos velodizer que os dinheirus pedidos pelo
piop ielario, rr.iu para mandar vir nieslres, pagai a jor-
nlenos, e outras cousas desta ordeiUj porque aqu nao
rxistiau nessoas dadas a osle iraballio, c que puUcsscm
desenvolver esta iudusti*ia;com Ulo recouheceo o uobre
depuladoasegiiiitlaespecialiilad.'.aueci ssida de tic sueco r-
rospara que estaspessoas possao ser iutroduxldaspurao
'_^_'-^t '^TJiai\:'.ii tf.,-B2U.4fVB.~u
seusdedos; a moca eslrcmeceo involunlariauenle; jio-
rcm o estraugeiro n;io pude dizer, se era a sua uio ou a
di mura que havia tremido. Depois rcciiou elle c afas-
luu-se cnii passns vacillames, como quoui he accoiu-
incllitlo por vertlgeiu. Alai linli.1 desiqqiaiocido, asser-
lou-SC iMiss Maiivcrucv no Icitu, c pu/. a unto sobre o cu
racao, dir-sc-hia que receiava rompesse elle a sua la-
gllprisdo. Entretantoappareceo o dia. Pelas oiio lio
ias uma canu igeinde posta fe/, estremecer a calcada do
palco grande, U almirante Uorsetie, opai de rVilliam,
era chogado. Uaviaj peno de um iiict que spolo nu-
bre lord se esperava para cclcbrar-sc o casaiucnlo de Sir
Williaui com a rica herdeira do nababo, 'futi eslava
preparado para a ceremonia, e 110 da soguiote deverio
entrar para a capilla. N'essedbi ojovenoHlcial de ma-
1 i oh.1 disse a o seu criado que o dcspcitassr |iela 111 auliaa
-i do; no depois, srguudo oseucostume, lecbou-se no
quarto, Ao romper da aurora, o criado bateo polla do
ollicial tic mariiiha, au leve rcspusla; ciiaiuou-o va-
rias vccs; porciii a sua voz au lu uuvid.t. Fui buscar
auxilio, ariouibarao a porta do quarto uelle nao eslava
Sir W Iliaiil. l'or onde loria sal: Jo.' Pizero-SC todas as
possiveis conjccliiras, e o tlia passou-sc sem que tor-
il asse elle a apparecer. Km quaiilo o |ilocut.ivao ao cla-
mo tic ai chotes, Atina acolhida na sua cmara, assenla-
da pe tu do foglio, e.inl iva iuvoliiulaiiautenlc una das
mais melanclicas arias de Koxart. Ko a preoecupava o
ni sapp iri ciiiiculu to baiunrle; mas nao linha visto o
esU'Ullgoiro na noilc anlcccdeiile. I rostrada pilo c.uifa-
i,u e pelas vigilias, deilou-se cedo, c pela priineira vez,
gozou, uoilt't tic um dcscaitro que j nao linha senao
de di.i.
.Nao obstante, sonze horas o desoonliecido enlrou a
furto noquarto. appioxiinuii-so da lampada; cnliaque-
110 a Iu/, e depois n iu para porto to leilo onde Auna
repousava. Tiuba para tras os seus cabellos pieles, os
hiatos estavo cruzados sobre o pello; a sua belleza, a
sua melancola, ludo uelle tralla ao pctisaiuciilo o aojo
deCahldo, cantado pelo ceg .Milln.
nosso pai/.Eu creio,portanlo,que nenhumas dasoonside-
racoes objeclivas ao parecer pode perduranmas o uobre
dcpulado fez como o capilo..... que nao dava fogn*por
121 razos, sendo a priineira porque nao linha plvora
o uobre deputado acolheo se aocastello do orrainonto
ejulgoutpie l.i nao rio tiros ; disse elle ciimpre al
leiiderinos a existeneia to dellicit que vai crescendo, he
preciso; ser limito cauteloso na oreaeo de novas despe-
ius.a ora. 11 creio queo uobre deputadoconeordarcoui
migoque o lser nina despezaa louipoimporta economi-
sar;acooiioniia n;io coiisislesiiiiplosnienle no notlespen
dcr;cousislc liinbcn na ulilidade da despesa; tanto ostou
persuadido tiesta verdade, c lauto stipponho que 0110-
bre dcpulado pensa tic igual mancha que, quaudo vejo
que, ha poneos das, aprosonloii um artigo de despeza
qua o da proleoro ao assuear, sem duvida por nina des-
pe/a productiva. Tambem um nutro nobre dcpulado,
ini'ii amigo, iiupiigiiou o pan 1 ri na parte cm que tinha
enviado a despe/.a para as evenluaes; porque nao suppu-
ulia o bicho de seda ter nada de eventual; mas eu procu-
rarei nesta parte salisfa/.cl-o; eu remetti osla despeza
para a verba das evenluaes porque, ao mesiiio lempo
ipie auioris iva o presidente a despender pola maneira
que enlcudesse inascouvcnieule estaquanlia, quera ar-
rollar o pe un da porda, c inesino quera prove o caso
da recusa do emprezario ; o presidente distribuira,como
enlcudesse mais couvenienle;fn oslo o ineu peusaineiilo.
Sr. presidente emendo que todas as industrias devem
ser protegidas ; poique presumo que nao he s de as-
suear que se faz dinhciio nao he s de assuear que
se vive : vol pelo artigo, e pela emenda. Sis, timorato,
nao quiz dar I:'. cotilos de rs. live mido de o fazer e
olfercci contos; logo que algtiem se api escuta com
mais coragem pie cu coin mais devocao sigo nossa
parle o pensamento do autor d.temenda mcu particu-
lar amigo e vol por olla.
-------------(iiiii/i'iiMiii'-.ie-/in.)
Qiinrlel do commanih superior du guarda nacional do munici-
pio do Rcrife 14 d'Abril de I84.r>.
OhtlKM DO DU N. ".
S. S o Sr. coronel couimandanlc superior, manda
declarar para conhrclmento dos coi pos do seu comman-
da Malla aoiide se achava formado o li." batalbao do mu-
nicipio 0111 \ii lude das ordeiis que a.respeito se exped--
nio ; e que em coosequencia d.iautoiis.iro que Ihc con-
idio o hxcel. Sr. presidente da provincia, lora leconhe-
eido o cinpossado no eoiumaudo do referido balallnio o
Sr. tcucnle coronel Jos (.andido de barros, dopois de
ter prestado o juramento do estilo.
S. S. nao piule licitar de louvaroSr. capilo Francis-
co Joaqiiiui da lloclla Kalco, cominandaule interino do
mencionado balalho, uo spelo zelo e aclividade que
a heni to servifo publico apresentou durante o lempo de
seu interino cumulando,como porque,luctaudo com gra-
ves emba aros, todava apiesenioil o batalho com cenlo
e viiilejiaioncias c dousinferiores; deixando decompa-
reccrem, apezar dos esforros do Sr. coiumamlanto inte-
rino, todos os Sis. olliciacs, aprcsenlando frivolos pro-
testos : cm cousequencia do que S. S. manda estranhai
u irregular prucediuioulo dos Sis. tillieiaes, o espera que
uo conliouaraii a aparecer somelliaules procetlinieulos
tiio datnnosos a boa regru do servico o discipliua dos cor-
pos, proceduicntos estes praticados pelos Sis olliciacs,
a qiicm So cumple dar cxeniplo tic utileui o subordi-
narlo.
l'iiialnienle S. S. determina ao Sr. coronel chele da
i.' legio que faja publicar ta presente ordem du da,
em oi'dein do pi edito lialalhau, eque igiialuieiite expera
as mais terminantes ordens, para que sejo chamados a
ui di-in c punidos coiilbriiic o grao tic culpa Clll que cada
un dos Sis. olliciacs leulio iucorrido, c bein assini a
Indos os iifcriorcs e mais piaras, que por ventura le-
ulio faltado a Por Uta tura do tlia 13 do crlente.
Claudino ticnic'io Machado,
t apilan ajudaule do 1 di n-.
COKHKiO.
OOIUIF.SPONDKNCU DA OIDADI! 1 PIIOVINCI1.
Anda nao uhrgou o vopor; malililo vapor que assim
poe estes iiiiuisleriaes do bocea abolla o gnela srcea I
l'oi nao basta um anuo de noviciado mu anuo de sup-
plicio .' ,\o deve termniar esse motil continuo, cm que
aclia, lia lano lempo, esta miscravcl gente, paseando
do temor o mais prufuudu mais tranquilla conlianen,
desla aquello .' Tria ella de ir assim do gerarao em
geracao al eousunuuneao tlus seculos?!?! l'arcce-uie
estar d'aqui ouvindo o .Nuues, ireiutdu no bauquiuho da
forriiirira da riboira, gritar a sua gente : n Uli honicns !
(uc diabo de impaciencia he esta ? I'ois voces nao sa-
bi'iu que me Icnlio visto em tajas com o Paulo Morbosa
por causa dus juicos do diroilo ? Ura pois, leva rumor,
Sr. '. (histoticoj ludo se ha tic arraiij.ir pelo inollior !
Ksperi-in, e vero. I. o Pedroso liulia e leiu carradas de
rasbes; quaudo se promette assim rica suben tendido,
que lie tanto quaulu lie possivel. Ora suppunhno os
Utes mai ilaledes que o governo dizia la entre si : Esle
larliilos eslo boje pelo beico; uo pudem iccuar por-
que,.! voltaieui-sc, UingUCUI OS recebera; por cousequen-
cia u lempo de os angariar j la val; salisf.ieao-sc com o
que j leciii que nao lio lo ponto.i> Isto he una suppo-
sicao, mi passa tic urna possibilidatle mas uo lie u-
iii i realidade i dir-mc-ho os tacs rapa/olas; Iu- verda-
de : pois eul.to t'spi'iciu, nao se pouliao a jogar as cris-
las un-com os uniros, por causa de queja leve, e osles
uo : ou leulio perfeila conllaiica, o rubio calinda ; ou
nercoas csjieraiiras, c dcixcui-sc de asuciras, e vo tra-
balhar,
Nao baslava que os assassinoi nos disputassem. a exis-
leucia nos alaeasseiu as emboscadas, lias estradas,
em i asa ; nao baslava que clles tivessin por si todas as
vant.igci.s tic quein ataca precavido c armado o cidadao
Inerme c desprevenido ludo isio ora poueo o que
tiles queriao ora que a autoridade Ibes fosse subordlna-
da c lio slo o que clles leeui obtitlu ou vo oblendo
por fas uu por nefas. Audavo pelo lugar da Maricola
antes e dopois do assassiualo do infeliz. Koliui niuitos
faciuoras atacando c aineiirando a ludo o inundo ; e
Isto com grande escndalo ta moral e lia lei ora suppor-
tado por urnas autoridades e insinuado por outras.
OTKiuliin o delegado daquelle termo sabio dosrulc-
thargo c mandou rondar aquello lugar por uma palma
Iha. tomo os faeinorosos ontendio estar alli na nians-
e pacifica posso da sua prapiiedatle foro colhldos alguns
d'imprevislo ; mas ainda assim s um l'oi preso : mas
de que modo? Na occasio em que a patrulha Ihc pu-
lida as ni.ios, parti do malo mu tico que ferio um dos
guardas Dopois de liaver sido oslo recolhido na ca-
deia ainda a palmilla deO coca a outro ; mas este es-
eapou como ouiros. Consta porm que os nssassinos
do llollim estao sob a guarda e proteceo de mu p-
Iriola de liainarac Met Dos! Que genio lio osla !
COMME 10
Depois de longo estasis, soltou elle mu gemido, es-
coiuleo o roslo as mos, pareca coinbater comsigo
no-sino; em lim ciirvou-se sobre a imoiovel face de Au-
na e ilepusilou um ai'deulo boijo sobre sua bocea. De
reponte os labios dola se auimro; limidiimeutc se
abrirn c reslituinio o beijo que acabavo tlt* reeeber.
i' inoro si'iitiii mu calafeto car pelas veias; ebrio,
piulido tlobi un us joelhos. Ksluria Anua accordada, ou
darla esse beijo n'nni desses pliautasiuas que visitan as
mocas nos seus sonlios.' Esta duvida leve punca dura-
rao; pudibundo rubor corou immetlialamcute us faces
de Mlss Uauverury: nao dorma pola.
0 mancebo fes um gesto de soipieza e com voz suf-
furad.i. Auna! cxclamoii.
A esta voz lo inga e lerna, que pela priineira vez
ouvia, scnlio a moca Iroiiierein-llie lodos os seus moni
bros.
Anua! repeli o estraugeiro com mais ternura.
A moca abri os olhos c logo fechou-os.
Ali! I.illii; eclic em meiis ouvidos o som da vos-
sa voz, deve de ser poro como a vossa respiraro, como
o vosso inhai Voivei para iiiini cssi-s olhus que tanto
lempo tcnbo visto fechados. Deixai-ine aportar anda es-
sa uio em que apenas una vez lu locado.
Nao! cxclaiuuu a mora com n vozsullbcad.i, com
us olhos clieio- de voluptuosa languidi z: fugi! fugi! I.s-
la mullier vos ouvira.
Nada roceiois, niinlia amada, olla mo ha de ac-
cordar-se. Dcitel opio na sua bebida; dormir aloque
aiuaiiliera. A esta hora a rasa est s. Ouvis ao longo o
Alfandega.
Kendiinonto do dia 16.........8:640/748
Oeicarregao hoje 17.
/'ligueSrundcrlirq fai inlia.
Sumaca-Voto Curilamrrradorias.
PatachoAdrianodem.
Barca Xighlingaledem.
Sumacanova Auroradem.
PolacaAristideipipas vasias.
IMPORTADO.
Adriano, invstico licspanhol, viudo de Malaga, eutra-
do no crvente me/, coiisiguaco de Joo Pinto de Le-
ntos & I-illio, inaniesloii o soguinlc :
60 barris cun vinho, oO ditos azeite do oliveira, 3(1(1
eaixas com passas, 4 sacos comiiihos, 3 ditos erva-doce,
7 dilas alpisla, 1 calxa sarjas de seda, 20 sacos auiendoas,
1; J."ii> pares de rostoas do albos, l.*>6 barris chumbo de
tnumcu, IU sacos alfazeina, 4.*> caixas aineixas, 1 sacia
roldas, 3caixas sanguexugas ; aus consignatarios.
Armorique, Iu une franco/, viudo do Havre, entrado
no corrente mes, consIgnacSo de Dcdier Colonibicr &
(;., inanifestou o leguinte;
1 calxa tecidos de sod.i ; Ziininer.
2 caixas papel, 200 barris mantriga ; N. O Aicber k
Comp.
I caixa drogas ; a J. Pinto de Lomos t Pilhn.
5 caixas c2 fardos tecidos de algodo, 4 caixas cenlos
de seda, 1 dita litas de seda,' i ditas ciscados. 3 caixas
editas, 2 ditas suspensorios, 8 barris manlriga, 2 volu-
ntes amostras ; J. Keller.
28 voluntes drogas, tintas o vidros ; Saisset& C.
1 caixa phosphoros, 1 dila (lor de onxofre ; a Aub.
2 caixas ceros de algodo c seda, c cortes de fazen-
das ; Adamsou & C.
2 caixas lazondas de la e algodo, 1 dita merino, 1 di-
ta sedas, I dita diales e eslofos de sedas c de (li, I barrica
viudo de Pan dciiix ; /(olli & Chacalines.
2 caixas cenlos de algodo, 4 ditas phosphoros, 2 di-
tas medicamentos, 1 dila suspensorios e outros objrctos;
Cesar Kriger.
7 caixas tecidos de algodo, 2 dilas lencos dito, 1 dila
cmbralas, 1 dita lencos de lilti, 1 dita tecidos do seda ;
chaflelthin & Tobler.
3 caixas tecidos de seda e algodo, e hunos ditos, 1 di-
ta pannos de algodo, 1 fardo tecidos de algodo, 2 cai-
xas tecidos de seda o lilas dita; Kalkinaiin St llose-
itnd.
2 caixas barras de forro, roldas ou baloques ; J. J.
Montoiro.
2caixas chapeos, 1 dila peluda, 100 barris mantriga;
ordem.
1 caixa camenas, 1 dila calcado, 1 dila diversas mor-
cadorias ; Saint Martin & C.
3 caixas tecidos de la, 1 dila de la e seda, 1 ditacor-
des de algodo, 1 dita corles de tecidos de algodo, S
ditas vidros, 2 ditas selllns, 13 ditas porcellaua, l dita
sellins e chicotes, 1 dita couros, 1 dila livros em blanco,
3 dilas chapeos, 1 dila tecidos de algodo e lit.hu, 1 dita
r.di .ulo. tovas, oarteiras e cstojos, 1 dila candinos, 1 di-
ta eslojos, chicotes, litas, Icques, ir., I tlitaboucs, llores
e sedas, I dila chapeos de sol, 1 dita calcado, I dita pon-
tos de olifre, 4 ditas perfumarla, I dila |ientcs de tarta-
ruga ; Ditlier ( olonibier St C
1 caixa vidros, 1 dita ameixas, 1 dila peluda, 15ditas
papel, 2 ditas obras de solideo, I dita livros oni blanco,
2 dilas pannos, 2 ditas oleados, 3 ditas calcado, 4 ditas
chapeos, l dita suspensorios, l dila agoa do colonia, i
dita lazondas novas, 1 dila obras to liiniloiio, I barrica.
peonas de gauco, I dita vinho branco; aAvral l'rres.
1 caixa estovas, 2 ditas lazondas de soda, 2 fardos o 3
caixas tosidos de buho o algodo, (i lanos o 2 caixas te-
cidos de lindo, I dila conloes de algodo, I dita livros
cin brauco, 1 dila obrejas, 1 dita pe fumaria, 3 dilas
porcellaua, 1 dita bandejas, 4 dilas chapeos, 3 dilas pe-
luda de seda, 7 ditas pellos, 4 ditas papel do peso, I dita
caixiodas de papelao, 2 ditas suspensorios, 1 dita benga-
las, I dita botos de chifre, I dita tecidos to la, 1 dita
chapeos de sol, 7 dilas calcado, 3 dilas obias de selleiru ,
Leiioir l'ugcl & C.
3U voluntes com um prensa lypographlca, ledas o per-
icnces, I caixa bijouterias a L. (i. Ecricira.
I caixa chapos, I dita estovas, ca teiras, cartas o bo-
tos, I dila llores, tilas, Ittvas, pontos, mantas o chapeos,
1 dita bijouterias ; ,i //cruel.
II voluntes drogas ; a II. K. to Souza.
- rolumes i cadeira de bracos, I cama do ferro, 1
colxo, 1 livraria, I carro e accessorlos ; II. A. de Oli-
veira.
4 caixas modas, perolas, clenlo, morcadori.i, luvas,
chapos de sol para sciihora, passaiuonlaria, phospho-
ros, forros de eiigommar, legumes, mostarda, vrrnis,
manteletas e lencos d itessanl & Milocheau.
I caixa pistolas, 1 dita agoa de colonia, 1 dila chapros
de senhora ; Didier Hobert Sil'..
21 caixas papel para escrover o decores, 11 dilas te-
cidos de la e algodo, ldita porcelana, 1 dila chapos, I
dila ditos de sol, suspensorios o guariiicoes, 1 dila espo-
ras o canos para bombas, I dila tecidos de seda e Otilios
objectos, 1 dita lecid* de algodo c la para bordar,
ditas calcado ; J. P. Adotir St C.
3 presuntos, barrica eerveja, 1 caixa salchixoes, I
dila conservas, I 'barril ignora-se, 7 caixas conservas ; ao
capilo.
'.*^<2flPTJ'.?*? .j*-"sarapsn
A estas palavras a 111053 ergueo a luetadc do corpo
apoiou-se oa almofada, e olliou para o dosconhecido.
Eslava mais lindo e mais triste do que nunca, uiss M.111-
vcrni'v estendeo-lhe a 111110 que fui cobcrla de beijos em
qtumo Ido ella dizia:
Para que lodo esse mysterio? Nao podis apre-
sontar-vos ,1 hridovall.' Vindc amanlia e dirigi-vos a
met pal.
I) 1 -ll angeiln deixou Oallir a man de Anua, e CXCla-
inou ciupallidoeendu he iiupossivel!
E porque? disse com iuquietaco.
He impossivcl.
desconhecido parecia Indar cun viva agitarn. J>as-
Seava com passos largos no quarto.
Sois lalvoz pobre? disse Anua com timidez.
Meu Dos; mcu lieos! sull'ro cruelmente, disseo
estraugeiro comsigo inesmo.
t.hegai-vos, tornou Miss Mauvernev viudo, que
ros falle. rSao suis liru '...... Que importa': l'edt miuda
111110 a mcu pal, elle nao vola negar purque direi que
vos amo
lie impossivcl! Alma....... CXcUlUOU o moco lu -
cendo as mos desesperado; uo 1110 peigunleis porcm
o que me impode. \ao he a indigencia, pois sou rico.....
de sobojo rico talvez; uo de o naseiincnlo, porque SOU
lidalgo. K todava nunca pcdire a vossa mao.
Auna calou-so, iiicliuoil a cabeca sobre o scio; la-
[rimas brilhiiv u-lhe nos odos e deslisro-sc-llie lelas
ices.
Meu Dos! exolamoii ella, que bomem sois? Por on-
de aqu viestos? O que me queris? Suis um anjo ou utu
demonio? I.ouea, cntreguei-vos o meu coracao. Punte
som ditiumliea procuro a Sir Williain; porm au-tos
que elle volte tendo lempo dr ros abrir a inhiba alma.
Nao! nao! fugi! inurmurou a mora. o recusis hoje?
Pugir! repeli o deseouhccido, l'ugir! quaudo po- A oslas iexprosscs o dosconhecido
deis ouvir-iue! Acaso ignoris que prrigos tenho com- se com vivacidade, e precipilando-sc cabeceira
batido para ver-vos ludas as noiles! Nao sabis das c i la- j mura :
das que me cerca o! Ainda nao put os ineus pos tiesta I Choris, disse, e sou a causa d'esta dr! Ah! se
cmara, rujo soalho me abraza sem recelar que sejaessalousasse....... se me amasses tamo quauto vos amo.........
a ultima vez. |ie quuessds ouvir-me..... A uoile est escura; conjieco
cao. rorque
approximou-
tla


Movmcnlo do PorlO;
Navios tbidos no dia lo.
Sagliabor; barca americana Martoi, capilo Hormn ;
cun a iiii'sina ca(Ca que trouxo. __
labia; brigue brasil UoDoui limot, capiluo Francisco
Pon-ira da Silva carga diverso* genero.
Parahvba- lamba nacional Sania (rus, mostr Nicolao
Francisco la Cosa, oquipagem 4, carga varios gene-
ro*. Passagoiro Antonio Fernandos da Silva.
Navi"t iiliviiioi no nfimo dia.
Sania Helena ; e ulliniainenlc da Assumpco donde Haz
S das, escuna Ingle** Columbina l'acket, de 207 tonela-
das, capitn Vossall Maitand Saupson, cquipagem 11,
carga corvio de pedia c inais gneros : al.c Calmoui
Boston ; 27 dias, barca americana Me, de 180 toneladas,
capio kuots l'edrick, oquipagem 10, carga taboado e
bren: a UG. Fencira & U
Oheervaco.
A barca americana Nile srguo para o Rio de Janeiro
coni o ca regamoiito que Irouxc de Boston.
Editaes.
__O llliu. Sr. Inspector interino da thesouraria das
rendas provinciaes, ein cumplimento do cilicio do Exm.
Sr presidente da provincia de 12 de marco ultimo, mau-
lla fuer publico, ipie no da23do crlente, ao mcio-dia,
s arrematara, peronte a mesnia thesouraria, e oh as
clausulas especiarpublicadaom o n. 70euniros deste
Diario, as obras complementaros da cadeia da villa do
llrro, oreadas naquantia de 3:81)2^123 rs.
Thesouraria, (tic.
O Illui. Sr. inspector interino da thesouraria das ren-
das provinciaes manda faier publico que, om ciimpri-
inenlo da ordeni do Kxm..Sr. presidente ila provincia do
2 ilo corrcuie i rao praea lio di 23 ao nielo dia, pe-
anle a mesnia thesouraria, conformo o regulamenlo do
II de jiillio de 1843 e sol) as clausulas especiaos trans-
cripta* ein o n. 81 eoutros d'oslo Diaria os diversos ro-
aros da estrada da Victoria, constando de mu alieno
lio lugar denominado Buhtf, de uinaporco de muro no
atierro dos Alagados, o do mu ano no lugar denomina-
do llano, lodos oreados na quantia de 1:391/181 rs.
Os licitantes,devidaiiiente habilitados, dcvrrao com-
parecer no dia, hora e lunar mencionados coin as suas
nroposlas na furnia do filado regiilainciito.
Secretaria da thesouraria *c.
A cmara municipal da citlnile de Olinda e stu ttrmo,
cm virtud* da lei, tic.
Faz sabor, que no dia 17 do Crrente abril se lia
de arrematar, por renda animal, a casa u. I da ra
do \ igario, delimite do Corpo Sanio, onde esleve a re-
nal tiao do consulado ; os pretendentes, que quierem
arrematar, coiiiparoco nos dias cima aplazados, habi-
litados, e munidos dos competentes dadores.
K para que chogiio ao couhccimento de lodos, man
dona cmara alixareste nos lugares publico epela im-
Cldde de Olinda, 9 de abril de 1813. Jos Joaquim
de Atmcida (iuedet, presidente. Jouo l'uulo ferrara, so-
De luragao.
Comprinhia do Beberibe.
A adininislrac&O la Compaullia to He-
beiibe fa* cente aos Sis. accionistas
ci.jns cntiadas se acbao em a trazo (|tie
no (lia 5 de tnaio prximo sera o eli-
tninatlos os qne nao tivercm realisulo os
/|f> por cento (ft3Joo res |ior cada tuna
apolice'. ole agora exigidos; a fin de
cumprir a detertnin&C&O do art. y. dos
Estatuios ,ie de potfer apresenlnr suas
cantas a aasemlrfa geral dos accionista*
na prxima n-uniao. Kscriplorio da Com-
panhia i5 de Abril de iS/|5. O se-
cretario li. J. FernanttesxBaHtos.
\ rcunio da assenibla geral dos
Accionistas da Compaullia do Beberibe,
paia'ser nomeada a nova ndtninistr-co,
tleve ter lugar no din i5 de tnaio pelas 1)
lunas da manliaa no escriptorio da Com
pinina. U escrutarlo 11. J. /-'ernandes
Barras.
COMPANHIA ITALIANA.
T II K A T O P 11 I I. O-D K 1 M A T 1 O O.
Sabbado 10 de abril.
Etpetaculo extraordinario rinjn neuco do tenor
CARLOS meco.
O beneficiado, contando CDffi a lieiiiguidaile do illustrr
publico desla Capital, lem a honra do apnsonlar o olJir-
lar-lhe sen ultimo benelicio, combinado com a varieda-
de seguiilo !
Primeira part,
1. Depois" de una cscolhida (yinphonia pela orches-
alalhos; antes que ainanhcca eslareinos longo daqui
Oh! nao voltois a cabeca, nao nio rejoiteis; inat.ii -me-
llis! So a vos loiilio ueste mundo, e ningueui seno vos
me lem amado! Nao posso inais viver sem vos. Ouizcra
Vcr-yOS lodos os dias, a toda hora, respirar o ar que res-
pirad. Molerla outra lellcldadc inais do que a vossa
alegra, outra alma senao a vossa Servir-vos-liia, tre-
nieudo, como os vosso* esclavos da India l'in sorriso
dos vossos labios afiigentarla as angustias que nie por-
segiiem. e mu beijo da vossa bocea me elevara cima
ilus aojos.
Anua linlia coiilra sua volitado os ollios linos no mo-
to ; vio nina lagrima nos delle apparecer.
Al! disse, eiiloiiqueceo.
__ Viude Auna, replcou o dcscouhecido ; sem vos
to dcsgrara.lb serei!
__ Meu Dios! a niiiiha pobie niai! balbiieion a moca.
__ Sbila que sois feliz. Bill lies (lias estaremos 0111
Cretna-Grecn, e quanilo deixarmo* a Kscossia, seris
iniulia esposa, ininlia esposa adorada.
Nosso iiisiauto inmensa gargalbada retumbou na c-
mara. Auna dio mu grito. Porm o moco j.i eslava de
pe, com o puuliai nu man.
Tres lioinoiis acabavao do penetrar no quarto sem que
Miss Mauvorney percebesso por onde so havio ntrodii-
sldo, porque a porla o a jan. lia eslavo fechadas. A seus
.vestuarios, Ulll pouco rui drsorr.rn, nao faltavao rique-
,,, ,i,ni elegancia. Vm dilles com um copo na mao cn-
trou uaalcova.
Ao vosso prximo casamento, mrii bello amigo!
Caspilc! rniprogas beui o vosso lempo : a pequea he
bonita.
Auna, admirada, tiuha-ae oceultado por detras do
seu ani.-Mite. Esse, vendo os rrcein-cliegados, liava mu-
dado do cor: c ein quauto com una das nios arrancara
os cabello*, com a outra pertav* convulsivamente o
pmihal seinverque a pona llie entrara ao vivo nas
carnes.
Ali! sois vos, rubores, disse com perturbacao <
lia, o briieliciado execular pela primeira ves nosle lliea
iro a apparatosa e interesrantcscrua linal, Tumbe ieyl'a-
vi tu ii i i(a opera.
LUCIA I)F. LAMMKUMOIt,
msica do celebre.......Donjclli.
A scona representa as ruinas do castillo do F.tlgardo,
e as catacumbas de sua ascendencia ; silniciio ile nou-
16 alliiiniaiido seus passos a elaridade da lua, COUlbiaa-
cao que, apezar de dillicullosa, o bomliei.ulo nao lem
poupado fadigas para apresentaj-a com todapropirdade.
.* a Sra. Margarlda Lomos e oSr. Ginscppc Oalletti,
por obsequio, canlaro o bollissuno duelo
DA DOIDA.
da opera Elisa c Claudio, msica do Mercadante.
3." Seguir-sc-lia, a pedido de multas pessoas, o 2."
acto da opera.
II. UaRMERO OF. SEVICLIA,
msica de.........Rossini.
A parte de 1). Wazilio no quinteto deste segundo aclo
ser desempenhada por um dillilanli amigo do beneficia-
do, e a seu rogo pnrohsequio.
Segunda parle.
l. A Sra. Margarida Lomos o O beneficiado eaulai,
pela segunda vez, o bellissiuio c be ni aculliido duelo,
Stjomlira la lacra talca, da opera
NORMA,
Msica do inmortal. ... Belllni.
2." Kscolliidas valsas de Straus a toda orchestra.
3." O beneficiado cantar pela primeira ves, ein por-
tugus, una engraoada chula romntica
U APETITE I.RAS1LE1RO.
4. Fiudar o divcrtiuieuto coin a divertida sccira ein
noi tiiguiv. do
SAl'ATF.inO K I ONOF.l.lV ENCANTADA,
por Margarida U'inos e o beneficiado, msica de Marcos
Portugal. O boin acolliinieiilo desla (Cena na primeira
voz que se exrciitou nostr thealro c o desojo que varios
amigos do beneficiado deinonttrr&o cm aprecial-a de
novo, o iudiizio a leval-a ein sen benelicio, conlainln
com a Indulgenciado reapeitavel publico.
Director da oiclteiira Mr. rusdtditr.
Procos da entrada,
t'adcira de galera I." ordem para liomoin
Hilas de 2.* e 3." ordem para familia. .
i'ilhclo de palalea........
Os liilti, es vendom-se na ra larga do llosai o u. '.\(\,
nrimeiro andar, c no da do thealro, palco do Cnllegio.
Aikiii
r-i'iin
Avisus inai iliinos.
2 l'ara o Rio Grande do Sul partir, dentro rin
poneos das, o brigue Fiel, capitno Manorl Mariulm
Fencira, recebe carga fete c esclavos; assim como
para passageiro* ollerecc excellente* conunodos: os
pretendentes tratem com o dito capito, ou com Firnii-
no Jos Felis da Roza St Ir. na ra do Vigario n 23. ;ii
3 Para Lisboa segu com brrvidade o berganlin
pin tugue/. Titruju I, de primeira marcha, forrado e cne.i-
villiado de cobro : queiu no misino i|iiuei carregar nu
ir de nassagein, para o que ollerecc excellente* comino-
dos para passa;i iros, dirija-se ao capitn Manorl de Oll-
velra Taneco, ou aos consignatarios Mondes cOiiveira
na ra da Gru u 9.
3 Para o lo de Janeiro segu com biovidadc a su-
maca l'rrtiltt, forrada de Cobre, capilla Francisco Nicolao
de Araujo : quein na niesina qui/er carregar, iidepas-
sageni, ou embarcar esclavos, dirija-se ao seu consigna-
tario Manuel Ignacio de Ulivcira, na ma'dc Apollo u. IS,
ou ao capilo, na praea ou bordo. (o
3 Para o Porto sallir com a maior brevdade pos-
ivcl o brigue /nii-rmjrm, do Superior manila, forrado
e eneavilliado de eobre : quein iiomrsmn quizer carre-
gar, ou ir de passagem, dirija-se a na do \ igario, I." an-
dar don. II, a fallar com Francisco Alvos da l.unha.oii
com o capilo Antonio l'crrcra Nunes na piara do Coiii-
mcrcio. "
| Segu liara o Rio de Janeiro, coin Inda a brev-
dade, O patacho Valenle, capilo Francisco Pexolo Oui-
inariies : para carga, passagoiros eeseravos, Irala-se eoni
(andino Agostiulio de /farros, piaeinba do Culpo Sanio
ii. (ti. Pl
1 l'ara o Ho de Janoiro segu com toda a brevdade
i sumaca Tentativa, capilo Joan Ignacio Ferreira ; para
eseravos, carga c passagerns, Irata-se coin liaudiilo A-
gostilllio de llanos, praciuha do i orpo Santo II. (>(>.
l'ara O Araealj segu viagem C0III a inaiur brev-
dade possvel a siiui.ua Santa (ru: : qi...... na niesina
quizer carregar ou ir de passagoin ciileuil.i-se com O
capitn ou com Caclano Cyriaco da Cosa Moreira no
largo do Corpo Sanio, loja de cabos u. 23.
do juzo ocel siastico, e como existein credores do dito
casal o aiiiimiciaiile por oslo avisa aos niesnms credo-
re* para que tratem quauto ames de justificar nsstias
dividas pi'lojuizo da prlnieiria vara du civel eseii\.u,
Magaifies ou usar do din ilo que Un 5 compelo, por-
que ilevi m salivr que nos Inventarios nao se separan
lien*para pagamentos de dividas senao sendo justifica-
das, e quando os credores dcsprcseill este anuiiinio o
aunuiiciaute usai.i do ilireilo ipie competir.
foaoulw Antonio de S. Tiago F.csta, 10
3Roga-se a i ssoa que pedio certa quantia ein di-
iilioiro sobro peuhoresde ouro no da II de novrmbro
de 18-11 cm casa de raga S ampos na ni.i Diieiii
n. 22 que haj.i do nogalar os ditos neuhores no praso
do oitodiasa contar da d.il.i deste alias sern vendidos
para embolso do aniiunei lulo vislo lor-sc liiialis.nln o
naso. ,'li
3.-0 abaixo as*ign*d0 rogo por obsequio ao Sr. Ju
Luis da Silva (uiniaros que se o i seravo que o inclino
Sr. anuuncia estar em sen poder Uveros slgoaessegiiiu-
tes: lie de mediana estatura.reprsenla i.'i anuos de ida-
de, rosto redolido corpo reforjado fallas maneas o
os pos o dedos grossos o niosnio csrravo lie de Angola,
nonio da lena dille S. Tlionu- oabaixo assiguailoja
morn na na Diroila.ede l fui que o dito esclavo desap-
parecro, oslando irabalbando em una padaria do
uiesnio abaixo asiignado ; assim roga o Sr. qne exami-
ne bein oque sendo soja o referido pseravo, de o man-
dar ao mesmo abaixo assiguado, morador no pateo da
Santa Cruz, |iadarla n, fi, que, alni de pagar tudas as
di'spezas I lio licara siiiuniamt-ute obligado.
Miintitl JtiMjiiiiii Lanas. JO
LCTaEEI
de \. > (lo s.ivraniinio.
Que pichincha '. Seis cotilos de ris te-
lo mdico pceo de cito mil ris.
As rodas desla lotera anda imprcteri-
vclincnte no dia -xH do correte, ou ante*
m> a extraccSo lor continuando, pois que
s resta om piqueno nunicrodc bilheles,
os nnaes acbo st venda ii'> li*?cife, nu
i ii.i da Cadeia loja de cambio <\o .Sr.
Vieira, em Santo Antonio ; ama do
Gollceio lo do Sr. Meiuv.cs ; na do Ca-
..i-
Le loes.
2^-0 corrector Oilveira fu leilo da uiobilla de uma
l'aiuilia prxima a reilrar-c paro a Europa, sendo a mor
parlo quasi nova: sexla leira IS do eorrenlo as lu hora*
da iiianli.i.i, lia casa do Sr. Allluors,ltimamente edifica-
da, no na da Sasala velba n. 22, a por detras da casa
eoiiniiercial dos Sis. Joo Keller i < U
2= li. LaMcrre 4 C, laro ieilao por intervencao do
corrector Oliveira, de 19 excellente queijos grandes de
Crujere: boje 17 do correte as 1(1 horas da iiianli.-ia,
uoseii ai'iua/em ra da Scuzala. l'>
,*\i.sos diversos.
3 Carlos Mouteiro TciM-ira faz ver a qiiom cou-
vior que COIIIDTOU a venda, da ra da Sania ru* II, 3 ,
poilenienlo ao>.Sr. .lacoNek i.....os fundos de 0'!j?l)
rs. para o desobligar de 720*765., para elija deso-
bliga o dito Krk passou ao dito Tclxelra una letra a 4
mozos de desobliga, que cu Irixelra lite pastal. 7
3 0 abaixoassignado cstprocedendo inventarlo dos
bens poilencciites ao casal a reqnei iinonlu desua niu-
Iher Francisca do Nasciiuculo d'Albuquerquo Wandor-
ley por oslar dovorciaa do amiunci.intc por sentenra
IMMMIIBSSS*M*lr*aa*'a'*aiBga**^^0
Img, botica do Sr. Moreira ; un du I
vramentO) botica doSr, Lliagasj no utet-
ro da Boa-Vista, loj ilo Sr Jacinlbo.
2- llerculaiio A. losi'- M.u inquim embarca para o 11 io
de Janeiro o cuescravo Eslevo. [2
3 Deane Voulc 5; < .' mu.I.nao a sua residencia pu-
ra a ra do Vigario u. 3. 2
3-- DUcroeo-so nina ama para nina cas i de poma fa-
lla : na praea da Independencia n. 7. 2
|cs Preclsa-sc de um pequeo de 11 a 13 anuos para
venda, quesaiba Icr o oserever algunia colisa, que he
para oslar em compaullia de Olllru; nao importo que soja
novato na torra ; lia na da Aurora n. -IS. .4
Oabaixo assignado loga ao Sr. .Mauvoruaj. que.
aillos de fazer \ iagl ni pa" 1 Frailen, va pagar a cunta que
devo ao abaixo assignaili, no aleo da Uoa-visla I en
iiiesnin abaixu assignado roga s aiiinrid.iues pullciaes
de iiiiiieoiieodoroiii passapoilc ao dito M.iuv.lii.iv em
iiiianl i nao apieseiilar qnilai o do aliaivo assignado.
./. I. /.;/.
1 Francisco limo alvos l'.asios embarca para o Ido
(raudo do Sul, polo Rio de Janeiro, o seu cscravn nardo
de nonio Manuel, o para otursniu destino o rscravo cu-
nulo do noiiic Siman, do Alaria Francisca dos Alijos li as-
ios. "'
0 abaixo asiignado fax scicnle as pessoas, sei ra-
liiiunia n que \ugelo t.iislodio do Saerainenlo o los
Fiel de Mallos rspallllirAo eolili i O sen en ililo, vislo OS
mesinos ii.io suslenlan in peanle a aiilori '.ule, .i quein
o abaixo assignadu os liuha chamado para proca le
e cuino os iiiesmos reconheceiu ser caluiiiul. Ipor si- iii-
forinari ni incllioi,. as.iin o i'iiliao aspessoai infecciona-
das pelos mesmo. t'ranciteo Viriuimo ttandeira
2 Surtira hudruiiluti tluPia.
Contina-so a serrar com pioiuplidiin amarrllo, Ion-
io, ri dio, das bilolas que se ovigireiu, o para sor
COinmodo aos dono das iii.iileiias. oslas se linnaraii o
enln gaia em i|iiali|lier porto, que por ellos donus lin
aesiguado : tratar com os proprictarios buessard, ra
Nova 11.30, c HoulitraU na serrana, i ni (linda. 7
-- O aballo assiguado faz seienle a qUCIli lile ciinvier,
que no dia (i do coi -rente appreliemlcia .....a i -.clava a
qnal be bucal; o ionio se IIIIU telilla ileseuboilii quein so-
ja seusenhor, fax o presente annuOcio: pessoaqnc se
julgar eoni diieiln a ella, dirija-se aol'in.o da Panoli i i
k-asa do niosnio abaiXO assiguado, que, daiidu os sigii.u!S
cortos, e pagaudo a detpexa Ibe ser entregue.
Jii-ioi/ii Silva.
Sociedad! Terpiichor* Olindenu,
O secretario avisa aos Sis. socios que quanlu aules
devem remelter a diro.'eio.na forma do artigo33dos es-
tatutos, as propOSta* dos seus convidados para a pani-
lla do dia 3 de ni.un p futuro
.Manuel los de Sonsa vendo prociirar-sc fallar com
Francisco Jos de Sonsa, e sendo lall-cido,ha pello de S
anuos, um sen iriuao de igual lime, aniiunoioii que a
peisoa que quera fallar ao dito Sonsa se dirigisse a rila
da Praia de Santa Rita n. ."17, ou a ra do Crespo loja II
23; mas, conhecciido agora existir Ulna pessoadeigii.il
nonio, declara si, querer saber do que disser respoilo ao
dito seu fallecido nimio.
=Aluga-so o segundo andar do sobrado da na Dirci-
i.i n. ,, com excellenics coiniuodos; no tercelro andar
do niesliio.
coiltrafazenclo-* para lili viudos avisar-nio. sem duvi-
da? Obligado! j vou lor com vosco.
Bravo! Sir Jamos, exefamou alegremente um dos
visitadores. Ciniipn liendo agora porque honlciii rou-
bamos, contra o UOSSO coitume, esse Hercules do almi-
raulado, que me ia rasgando as rendas da camisa : era
alguiii rival.'
Sem diivida,sciu duvida, balbiieiou Sir James coin
allluc.o; porin agora podis rclirar-vos, ineussciihores.
Sini, vaiuo-iios, disse o oulro; porin nao vos es-
qufvarS, eonduzindo abolla que nao estis aqui nica-
mente para suspirar como una poiuba ; mas para.........
Silencio! gritn Sir Jamos ooni voz t.errivcl, pon-
do a mao silln- a bocea do que acabava de fallar. Neui
inais nina palacra sobre a nossa vida.
Auna contrmplava esta scena com terror. Kmqiianto
Sir James Villors abalara a vo/. do seu coiiipanheiro, o
bebodnr vio sobre a mesa joyas e rendas, o largando o
copo, exclamou:
Vejo, meu amigo, que os poetas tceiu razo. O
amor he ceg; mas graeas a Dos, nao eslou iiaiuorado,
c vejo disliiiclameute.
llizcndu estas palavras, o elegante Tallador ajiintou
os objectos que eslavo sua mao, edispoz-sc a lval-
os. Villas corroo para ello.
Maldlco! exclamou ariaucando-lhe as suas pro-
sas, oslis caneado do vivor?
Entretanto o moco que uesse momento se via livre da
mpftuosidadf do Sir Jamos, tomn palavra:
Se nao fosseinos amigos velbos, disse, c se nao
vivessenios junios ha j dez anuos, julgo que me osoan-
dalisaria; lano inais, accrcscoiilou ello, que a imito lem
sido in. Apenas om casa tic Mistress Mauverucj, oncon-
trei un bilbele de cinco libras quedeixei, nao gustando
de diuheiro iniudu. A volha corroo algum risco, fe de
Dos, pois pareca ir acordando.
Sir James que teria dado todo o sen sangue, para que
a sua amante mi ouvisso essas cruel* palavras, licou
perdido e deiwu cahil o pun,al.
AoeMft'Mj di paitdportti
Ka na do Collegio luana n. 10.
Quem annunaun no Diario de 15 e Mi do correte
precisar dr um caixe.....pie tiver praticn de venda, diri-
ja-se a ra da Penha n, 0, que ah achara codi quem
ti.H ir.
Ott'erece-Si um rapaz Portuguex de 20 anuos de ida-
de para eaixeiro de venda, do que ja lem ortica da
un sin.i; quem precisar auniim-ie para ser procurado:
nl\i rle-se que iiid.i romalgims fundos,
'i i ja-r fallar rom ushenl ,n ido fallecido CO-
ni ga vlex.iuilre a negocio de seu interesse : aiuiuiicicma
sua morad >, ou dirijao-se 11 intboa Carino n, IX
2 Alguiua preta forra ou rapliva, ou mrsnioalgu-
m.i pessoa que qm/ei veu.lt r no malo ninas niiudozas,
houecas, flore*, toti'as de menino*, dando li.ulor sua
conducta, dirija-se i Koa-vistu rila do Coiuvello n. 97.
que tambein da quem qu. ira vender na praea, pagn-
dose a vendngc ni. (b
I ni l.'i ilo corr uto |m l is 0 horas da inanhaa da
iualinpiii.il, ale iiua Nova, pi-iilen-se tlu/eiiltis o
eiueoeiita mil rs. em cdulas, sctdo nina de 200/DOO rs.,
ila a/a branca ja limito llf ida rom .ligninas pequeas
roturas no dobras lii muda no,, osi i-, por lereira :
nutra tlr i incoe na mili.., ene.u nnl i pumo usada ,
e lem un lucio sobre a figura nina pequea emenda co-
mo um simi-i in-nio esta cdulas suppfle-se cabidas do
bolso, onde eslavo dobladas dentro de uma eonta, de
Voiooio Martina Saldauha, csiiobem eonhecidas pelos
aguaos meiii ioiiado- ; porque impossivei he desappare-
er uesia a emolida i r uaquell.i i lirinn de Pereira :
roga-se a pessoa, que as achou o lavnr dedingir-so
io abaixo assignado, na ra Imperial u. 107, quealm
dagratilicaeilo (que ser pela mesnia pessoa inarcadaj
lie sera assas grato : assim como se prev me as pessoas,
i quein as ditas cdulas (iirriti presente, para Iroeo,
ni qn ilqin i li.m-.li .i.i ol'.IVOI tle as ipn endt rom li-
.iiido-iiii- pnr i.io bui acco seiuprcgrato
'ut inca ./. ,/ti Cotia Compeli.
I O abaixo assignado fui publica que desaparlou
i sociedade que (iulii eom Jos Duarlo Coutitiho na
veud.i da un duAiagon. S, para a qual couiprava o
mencionado Couliuho; t por elijo liui declaro, que m,
polis, ibiliso polis dividas di prat a que o me uno e\-
lineiu socio lex para a leferida venda, ato odia 8do
lom-iiii- me*, que liualisou a sociedade; nssim como
lesdc o mesmo dia Beiuvanic li.a comprando para a
iiicsina venda o Sr. Luiz Concalves do .-onza, com quem
i abaixo assiguado continua a ter sociedade o para o
pie declaro que me ri tponsahiso pelas compras que
o dito Sr. I.uiz Goncalvn de Snux.i liter para a refe-
rida venda. Mani'iI -Iik, du llora. 13
1 Antonio Joaquim Concalve Gulnioraeaifeiira-
so para lora doiiupoiiu. ,2
2 = Prcei/a-sc de un, bom cocinhrlro; no bote-
quii da ra Larga doltotario Na inesma ra n. 47.
compra-s um iiniieqiii- com principio de cotinlia. (3*
2 \.i linea dos baldos li i lima carta para o Sr. liar-
los Eduardo Murlet. 2
3Nos ibis IS o 22 do crreme mei so inio de ar-
rematar infallivcliuenle os alugucia da casa da ra do
i.iitliiu o. i>*i; quem os prcti nder comparera a porta du
jui/ do civel da I." vara,silva Nev*, nn rita Nova, debai-
las cundirnos constantes do escripia em podr ilo
porteiro Sei i,i-i',i indi. (II
O Si Vicente Jos de C'arvulbo,
Os seus amigos,dando risadas, por isso que cites clia-
mavit nioniiee, aproveiliao-si do sen aaiim uln para
passarom a mao nas joias. Iiiinii-dialaiuonle dispo/.erao-
se a delxar 0 quarto, rcoeiaiidu sem iluvitl.l qllt- reapp.i-
recesse a colora do son compaiihoiro. l'iu dos dous cn-
camiiihoii-se para a laieira, ergiieo a liento dola, to-
cn n'um segredo oceulto do parede, e de repente Mi**
Mauvcniev vio abrir-so lentamente nina tulla do lorio o
dar passageill aos osliaiigoiros que sahiao cantando.
T:ido eslava explicado. Anua, ilo juelhos sobro o leilo,
csconileo o rosto nas lilaos. Passarau-se algn* llliuuto
antes que Sir Jamos onsasse levantar a eaboea. Fui lini,
sem dcixar o lugar onde o respoilo o a nrgoiilia o ili-
lillbo, murmiiioii pautadamente e com voz enflaque-
cida :
__ Pcco-vos pordo, Anua, nao devia cu ainar-vos,
ah Ditei, que me perdoalt...... oreve nio vo tornare!
inais a ver.......osqueooi-vos ile iiiiin, como se cmjiiitj
um sonlio. llevis odiar-me, nao he assim.'........ di s-
prezar-nie talvez ; porque son mu inisiiavel, perdido
pelo jogo, e a quem a justica reclama ; para sali-.li/i-i
as prodigalidades de una vida dissoluta, auiniei-iiie a
descer al ao crline...... E romtndn, accrcsccutou i-!!-.
depois que vos vi, loriici mo mellior. Iciil- i sabir do
abysino om que eslava......... Jiirci rcsgalar as inhiba
faltas; parecc-me a lodo o instante que aeabava de ser
purilicado pelo vosso anuir.
Aqu os suspiros siill'ocro-lhc a voz: Anua chorara
tambera.
OtangUC siibio-ineas lace* na vossa presera, se-
nlwiia, ii-plieou o nteo em tora cruel, purera *u mi
iclni........... dcixarci a Inglati i ra cirei inoner pobre
e honrado*ein algum retiro esquenlo. Ful baitanti
culpado; mas accreditai-o....... IcVOCOUligO o meu cas-
tigo!
Auna, coin os olhos lixos no chao, eslava imniovcl.
Villers poz sobre a mesa ludo quanio liayia lira.lo da
ni1"-'- o leiuo, asluvas. o cspclho. c poi lim o relalo
aiiiiiiinic sua motada para se Ibe fallar.
I Manorl V cenle Ventura e os dous lilhosOil Vi-
cente o Antonia Vicente, subdilo* de s. M. F., rctirSo-se
deste imperio. '-'*
3 Ouoiu precisar de um eaixeiro para venda do qne
lem api.iiici necessaria; o oulio olllcial deehapeleiro
que lem dous a trex anuos de piatie.i: Falle na rita
l|0 Lolli -n> vend i da esquina II, 25.
:i \n in 11 o ilo padrelaibalo, trnvessa de Santa Tl.e-
li'/a i isa II, -1, cozo-so toda a qiulidade de i oslnra. o in-
gouiuia-se com prefcieo v por preco iiiais coininodu do
que ein outra qualqiicr paite: na mrsmii casa tem um
uiiiio que dosoja-si ai inni u om algum negocio, menos
venda, botica, ou padaria. >
1-1 in miilhcrbranca dehonscostumes si oflerceepara
servir era casa de algum lumicni soltoiro, tem a habili-
dadenecessaria para bein descmpenbnr iodo oservico
de pellas denirn. qiioiu a pretender, dirija-se a ra da
l.adi ia-vi Iba n" 20, que Se dir qilCIH lie a |irelenden-
te. <'
2 Di sqi.ire ni lio da 17 do n.cz p. p. una caima
nu ia alieiia, curta, pintada de clnxento por dentro, e
piolo por fin .i. tendoeni cada uma caverna da proa c i"i-
pa tuna cavilha de ferro cm ambos os em ol iineulos. uma
Miiqi.i-.il. por t ni-..i ilo bicho Icr bine.ido os luesuins in
enlmenlos, advertiudo que estas subposM nao vo de
lina paia tlenlio.sn mu app.u coi ni pnr fnra;a pessoa que
d. lia der noticia, ser gralilicada, atrs do thealro ar-
inaieui de lalioas tlopiiiio ile.loaqiiiiu l.opos de Ablui-
da, ou cintura de Porta u" 96. (I"
i Preclsa-se de alugar uma Casa terrea nobairro
ti i (foavista que leuha eom modos para familia quin-
tal, cacimba, p baulio : quem a tiver e quizer alu-
gar. dirija-se a ra da Madre dcDros, armasende
losi* Sl uofre, ou anmincie. *
3 Aliiga-se por auno um graude Sitio em Uenilica ,
cun fenle para o i io Capibaribc, c fundo para a estrada
confronte o vi veno ; coutendo arvores de li uclo planta
de capira para 2cavallos cllectivos, r bastante terrena
para qualquor oulra plaul n;ao eoiojdo C minado com
porlao de ferro : a o.isa de vivenda lio excellente nao
sii pela bella vista cuino pelos grande* eomniodoi, sor-
viudo por isso para numerosa,familia, sendo terrea lio
bastante elevada, e mullo moderna; lem de frente
pollas nuil o mesmo fumn que lenle o loda Corrida
do jaut ll.u pelos oiiui s: acha-se presentemente piulada
de novo, em uma das salas tem oratorio proprio para
crlebrar-se inissa quartos i ira rscravos c leiim ; ga-
linheiro fechado, grande cocheira, e estribarla para 5
cavallos: lera duas cacimbas c jardlni. indo de cal <
lijlo : ai -crescendo ser nimio pello do Recifc pelo que
lleve preferir-so a oulro qualquor lugar: nu Itecife l'U.i
da Cooccijjio casa n. .'>l, 2. andar. IS
ris -riMiitTi*fiiJi>-iTiiiiisriii--i---""^^"^^lir
que Sir W illiaill tinh.i penlido. Iiepois desle sacrilieio,
coutlntioii:
Nada devo h var do que vos pertence, nada disto
que poderia adorar a niinha dr. Adcos, scnbora.........
Anilla que ausenlaiiilo-nie u.Io vos pen neni luesinn
urna palana, Ulll gesto, oiiuinolli.il-....... Noiuaoine-
iii,s s-ni (li^no de beij ir este tapete* que os vossos pa
l, ni pitada..... K mili indo para esperar pela muri loria
in rr-.Mil,ule tle san r que me penloais.
Anua liuh.i lie.ulo iiniiiovcl, o moco, depois de dolo-
roso espera, afbslou-e lentamente, o logo u alcapio m
feclioii.
Fui eiilo que Miss M.iuvi rin > lornoii asi; passou a
mo pela testo, olhou em redor de si, o vcndo-sc,*d :
Sir James! disse eom voz Slipplicantc... Sir Ja-
mes repello coin agouia.
'finio lonservou-se mudo em reilur della. A moca
deseco desua cama como sefosse tuna somnmbula;
apauhou o punhal cabido das mtios do sen amante: v.
depois de ter aperlado nos labios a fra lamina, desvioil
o vi-o que cobria o sen seio c encostou-SC de oneoiilro n
cama.
A.iamunhecer, M. Mauvorney, que nelodesapparc-
ciineuto de Sir Hilliam, leuda por sua nlha, velo baier
a pona de \uiia. Admirado do silencio da inoea, ci.
arrumbar a porta, r vio com o fraco clariio da lampada
Margan i adormecida, e Auna queparecta dormir como
illa............ liuha^lort'ni fechadooa olboa parasemprr.
O IritO C as corlinas rstavo linios tle sangiic, c um jui-
nlial hmido eslava a alguns passo da victima.
0 nababo terla dado a sua fortuna para descubrir o
matador do Auna; mas ludas as pesqi/as forao Infruc-
tfera. No ili.i segllinte toda a familia deixoiiessa mora-
da liiiusla. ,
Actualmente moslra-se ao viajante que passa porlie-
vonsblre um cas tollo abandonado, a que o* da ierra nao
dio oulro neme, que nao o ila Casa do Diabo.
llitik Jen Groan.
[Do Ora-.il).


Francisco fnnirs de Olivelra embarca pora o Rio
Grande do Snl o SPU ra.. (ir'tlI'iliO. 2
O diuca Portugus que tem annunciado querer
arrumnr-ae ero umiu ceta como raltmro uor nao e-im
salislciiuna queso aeha dinja sea ra Nova n. .'S
Precia sa do uin menino, que esteja desarru-
mado, e que salba ler, escrcter e contar; na ra d>
Madre d< ioi n. 8.
A | oss. a que d ICO,* a SGu/ri. a uros, lio no
boceo do Sorigado :i. 11.
Jos" alaria de Jess Muni participa ao Snr. Jos
Gome* Vifar, alein do queja o (criba lelto buccalmcn-
le que seo (flaneado Joto da Costa Ventura tem
deixado > pagar os aiugucis da ininlia rasa, na ra
Dimita como era do costutne, era querale, e pa-
ra que se nao dame a ignorancia 8 todo o lempo o dito
Sr. \ liar, o Tai por esta folln.
Olfeieca-se um moco l'orluirucx do idado de 20
annos para pagem de acompanl.ar a cavallo ; quem
0 precisar tinnuricie.
Ollcrece-se urna iniilhcr pora ama de casa de
puuca ramilla a qual tem bons costumes ; na ra
estrella do Rolarlo n. 10 primeiro andar.
Do quintal da casa n 37 no Alldiro da Boa-
vista, lugio ou Curiaran um passaro denominado se-
rierna ; a quem lor olferecido para comprar, ou IOU-
ber onde existe annuncie, ou levo-o a mcsrr.a ca a a
cima.
lima senhora de bons costumrs maior de 50
annos, que sabe coger cbio, bordar, faier (averilo,
ler, eserover fsxcr p5o-de-l(j, bolos, podins, pastis.
massasaotoda>asqualfdadcs, se oltereco para ensi-
llar estas habilidades nesta pncj ou para servir de
toiupanliid em alguma casa de lamilla damlo-llie s-
mente o sustento ealgum vis tus rio em paga de seu lia-
balh.i ; quem de seu prestalo su quiza utllfsar, diri-
jaseo ra do Caldeireiru n. SS.
I l)-sc dinbeiro a premio com penhores de ouro ,
em pequeas quantlas ; na ra do Ha"gcl n. 3, pri-
meiro andar. ,3
1 M.""' (mili 1 retira se desta p/ovlncla.
1 O capilar) do lirigue Robim deieju fallar com Sr. Antonio Jos de Carvslh'J Jnior, pudendo o dito
Sr. procurar no srmasem de Jos Hara I'almeira no
largo do Corpo Santo. (1
1 AGENCIA DE PASSAPORTES
Nayi'ua do Rangel n, 3i, llrlo-se passaportes para
dentro e Inr.i do imperio, despachio se esoraros, c
ludo com brevdade, c preco muitu commodo. ''i
1 Precisa-so de urna sala com um quarto para um
rr.i.'(u snUeiro que si ja ras ras do Vicario, LiogoO-
ta ou Forte-do Mallos ; qi.cm ti Ver annuncie. 3
l O Sr. Antonio Pedro do Barros Csvalcantl qoei-
ra tora brindado de avnnmiar amida esl aboletado
aqui no Recite que se lite deteja fallar com urgencia
a seu nter, i-e :1
'i Perderio-se de-do a praca da Roa-vista at a ra
da Cadcfa do liedle I8I s. em cdulas; a pessoa ,
que as acliou o qulicr restituir, pude annunclar ou
(iingir-se a praca da Roa-vista n. 18 ou a ra do
Hospicio n. II, que se gratificar com 50s rs. 5
A Carlos llardy, com luja de ourivei no Atierro da
Roa-vista n 68,actba de reeeber 1 lortlmento do diversos
objectos de ouro como transelins de reloglos, botOu*
do abertura iiderei^os do ullimo gotto cassolotas
brincos muitu lindos para senliora e meninas, o pro
tendo vender ludo por preco mullo berilo. (0
S Aluga-so urna ca.-a de dous andares na ra da
M'ieda i). !i com commodos para granile familia e he
bastante fresco ; a tallar na ra (lo Hospicio u. 14,
com Prxedes da Fonseca Coutinbo. (
2Precisa-so alugarum molequa, quo saiba cosi-
nbare faset todo o servido do uma rasa do doui mo-
cos sol:.ares : quem o tiver o quicr alugai annuncie
p r este Diario. ti
.:Precisa-soalugar um preto bem pnasanle, para
todo o servifo exteriore interior de urna casa ; na Lio-
godia n. 3 hotelPistcr. ')
' Aluia-se por proco muito ommudo n casa do
alangulnho n. 33 com ti quartos e cosinha lora com
fogao ingles, graodo quintal com eacimbs ; a tratar
na ra doAragau n '.'. i
Precie a-lo de um feilor para um sitio porto des-
ta praca ; quem se icher nistas circuilistancias diri-
ja-86 a praca da Roa-vista n. 32. 3
^ o primeiro do correte met desapparecodo po-
der do abaiso assignadu um Africano do nomo Jo.se,
alto bem ladino pouca barba m pronuncia bou
estatura; este Africana estove pii nidiamente ao ser-
vico do senhor doengenho do Rrum depois passou a
do Sr. Mamede no Recite aluda esleve em poder de
outra pessoa r.tquo da cadeia passou ao poder do
annunciante, que, ignorando essas precedencias arre
matoo-lhe os servicos; quem o conduxir ao annuncian
te recbela |0| is. /'. J. CardoiO. i!i
l)-se dintlulro a premio sobro uenliores de ouro
ou prata misino em pequeas quantlas; na ra da..
Iriucbtfms n 46, primeiro andar 3
2 Precisa-se arrondar um sitio, tom casa do vi-
venda, ainda que esta leja pequea prefere-so perto
da praca c que seu preco nao exceda do 100H)i>
a 1 -*',>' rs ;no srmasem de mulhado n. 11, porbaixo do
sobrado do Reverendo Vigario do Recifo. lo
a Manuel francisco Cocido lai scienle ao publico,
que mu.iou a sua residencia e aula de gramni tica la-
una e portuguesa pata a ra laiga do Rosario 0. 36 ;
segundo andar : quem de sen presljmo se quizer ulill-
sur, dirija-su a casa a eima declarada. 8
J Precisa-sede uracalidro para tomar cunta de
uma senda ; e tambem du um pequeo para a mesmt ,
na ra do Hospicio n. 34, ...
3 Alugj-.se una glande casa para uma ou duas
familias, p .r ler um sotfio e oseada lodepondcnte ,
cosinha tanto em bolso como em cuna quintal e ca-
cimba, na ra dus Copiares, chamada do Jardi'.n; a tra-
tar na ra da Sriizulla Nova n. 7. '4
Hamburgo cm bnrrequinhas do 3 arrobas, por pro-
co commodo; no caes da Alfandoga armasem do Ba-
celar, confronto u cscadinha. H
I Vende-se a casa terrean. 70 sita na ra de
S. .Miguel da povoaco dos Afogados cm chaos pro-
prios, olidas meieiroi quintal murado e cacin.ba ;
a trrtar na la larga do Rosario n. 12, primeiro andar,
t Vendo-so larinha dolfeg ede S. Mathous, che-
da ultlmemonte de superior qualidade ; no arco de
e
pa-
Compras.
Compra se um par de brincos do ouro, dos mo-
dernos sendo dos de eabaca e obra boa sem falli;
no primeiro andar desta Typographia.
Compra-so cera do carnauba ; quem tiver annun-
cie.
Compra-so um compendio de algebra porLacruix;
na ra do Qoeimado, botica n. 15.
i Cumprad-ae peonas do eino ; na ra Uireila n.
93, segundo andar. .2
Vendas.
1 Vcnde-se urna cscrava denatao Mocambique de
idade do 22 annos, sem vicios do elegante figura, por-
l'eita lavadora, cosinha o diario de un,a cafa o engm-
ala liso ; no pateo da Penba n. 4. /i
1 Vende-se uma linda mulatinha de idade de 7 an-
nos ; na ruaestreita do Rosario n. 23, segundo andar,
por cima do chapeleiro. i3
1 Vende-se boa cevadinha, chegada ltimamente de
S. Antonio, loja n. i.
1 Vende-se, na venda dufronte da riboira da-Roa-
vista n. 58 born papel do poso corinha branco a
2o i.s. o caderno o a I ol. a a rs.
1 Vende-se, para fra da provincia um escravo
erkulo do i(ia 18 annos, do bonita figura e hebom
oflicialdo sapatoiro ; na ra ireita o. 82, primeiro
addar. \
l Na leja do Antonio Dias Souto atrai do Curpo
Santn. 68 ha para vender muito bons bules do mo-
tal assiui como tem um completo sortimento do bus
louca e \ litros, tanto ordinarios como de cristal, e ven-
do pir menos do que em outra qualquerparto (S
1 Vendem-se 4 redes boas para vivclro por pre-
co commodo o uma sobre-casaca do panno fino nova ;
no Atierro dos Alogados n. 200. 3
i Venoc-se una redo de pescarla de costa uma
dita do pescar camaro remos de madeiras do Brasil,
para lancha* e escaleras prompios eem bruto, todos
de madclra de qualidade do boiar, troco em flus amar-
rados promptos a torcer para forrar apparellius de na-
vios ; tamboril so alugao viradores, ap^arelhos, espas,
corr rites ancoras e ancorlas para arnarracoos de
navios; cm lora do-Portas, ra do farol n. 57. (7
IVende-se um terreno na ra Augusta com lun-
ilo para Iruvessa do Dique com 88 palmos do Ireute .
com alicorees o alguns materlaes; na ra da Crui n. 51.
I Vendem-se burzeguins gzspeadus para bumem a
iSOOrs. ditos do rneia gaspea a U rs. saputos de
eouro de lusl.u para homem a lliO rs. ditos para se-
nliora a I2?s0 rs ; na ra do Crespo n. |2, loja da viu-
va Cunta liuimares cj
I Vende-se uma porcao de saceos vasios novos ,
que servem para familia ou para assucar ; na ra da
Ciu: n. 46 casa do II. Meh'lens. r.i
Vende-se um moleque do mallo de idado de
14 anuos do bonita ligura propno pnra pagem
nao tem vicios ; vende-se. por necessidude pura
gamento ; naaUinco-Pontas n, cu.
Vende-se urna rotula aiuda nova ; no Atierro da
Boa vista n. 56.
Vendo se uma escrava crioula; de idade de 30 an-
nos, puuco mtisou menos sem vicio algum ba la-
vadeira por preco commodo ; na Gamboa do Carino
n. -J7.
v2Vende-se merino de cores pelo barato preco de \g
s. 0 eovado panno tino preto do boa qualidade a 3^
rs. lacs do quadrose do lislras para calcas a 400 rs. o
eovado brim trancado de linho escuro a 440 r*. a va-
r;> e de lislras a b'io e 8U0 rs. cortes do lanziriha con
I3covaaosa240e 4500 rs. ditos do cassa pintada
a iO rs. o o ovado a llio rs. pecas docambraios
bordadas com 10 jardas pelo barato piejo de 2240 o
a 280 rs. a vara cortos do cambraia Bdamascad&s a
4100 rs. ditas do lislras a 3200 rs. ditas lisas Unas a
*f lencos de soda a 1440 rs. ditos para senhoru
a 12.^0 rs. pecas de breUnha do rolo com 10 varas a
'i rs. chitas de assento branco a 100 rs. ditas es-
curas linas a 160, 200 e 240 rs. melim nranco lino a
20o rs. o eovado bicos e roudas de tudas as larguras,
o nutras multas fasendas batatas ; na ra do Crespo
>i. 15, loja nova de Antonio da Cuoha Suarcs Guima-
raes. (|5
2 VenJe-se um preto trabalhador de cnxadajna la
do Quciuiado, loja de leiragens n. 4. 2
1- Vende-se, ou troca se por um molequo ou pre-
ta anula sendo de mua idado, urna parda de 25 a 30
annos recolhida quo la todo o s, meo interior de
uma casa ; na ra Augusta sobrado du um andar
n. !'l b
2 Vendem-se urnas fasendas do godo cm Carirys
Velhos ; a tratar na ra da Aurora n. 44, com Jos Ja-
cinto da Silvelre. (3
2 Vende-so uma bonita parda recolhida do II"' a 18
annos, peileita engommadeira e co.stureira ; uma pre-
ld de 20 annos, com mullo bom tollo para criar o com
lilho sabendo engoruinar o cosinhar perfeilamente ;
urna prcta de todo o servica muito ba lavadeira e
quinta ndeira ; duas negrinhas do lo a 12 anuos, sa-
liendo ja COSeren muito bem- e muito bonitas ; mu
piolo re 20 OUOS rnuilo reforcado perreilo canooiro,
lie de lodo o tervico ; na ra Dnoita n. SI. 9
2 Vendse un excellcntecarrinho de.-l rodas com
os competentes arrelos, e urna parelha do cavallos .
muito mansos o bem ensiuudus ; na ra da Cruz n. 7 ,
primeiro andar. >
2 Vendo se urna venda na Roa-vista, em muito
bom lucal e bem afreguesada com o fundo do l:'.00#
rs. melado a vista 00 rosto a praso; tambem su las
negocio a tioco de escravus; na tua Nuva n. 63.se
dl.. '.
2-Vende-se a historia da legislacao du Podugal, pa
ras?rvir doinstrucvaoaoeslududo Uireito patrio pe-
lo Dr. Coelbo du Rocha lente do Cuimbia 1 v. ; na
liviana da esquina da ra do Cullegio [4
2 No deposito de larinha de mandioca na ruada
Cadeia de S. Antonio, n. l'J vende-se farinhu de man-
dioca do boa qualidade pela medida vtlha a 4000
?al.'O rs s noo em sacca a 4500 e 5000 rs. e pela
medida nova a 200(1 e 2400 rs. /
5 Vende-so um esclavo crioulo de 2 annos, in-
signe carroiro do bonita ligura ; sendo para tora da
provincia se dar mal em corita ; na ra Nova luja
de ferragens n. 10; a vista do comprador tu dir o mo-
tivo da venda .5
3 Vende-so uma armaco do venda em um dos
meliiores lugares da Ruu vista ; a tratar na praca da
llua-visla n. S8. 13
3 Vende-se potassa russiana muito nova e de su-
perior qualidade em barris pequenus ; na ra do Vi-
gario n. II, ptimeiro andar, 13
3 Vendem-se dous tscravos sendo urna oplima
prcta engommadeira cosinheira rendeira ensaboa
deira e he de muito boa conducta ; c um prelu de na-
vio ptimo canueiro; na ra estrella do Rosario n. 34
primeiro andar.
3 Vendem-se 2 alambiques de cobre um de 9o
caadas o oulro de 20 dita, urna bomba de ferro ; na
ra da (loria n. S. 3
3 Vendoin-sa 10 pipas grandes vasias e bem lim
pas, proprias paro deposito ; na ra da luria n. 50.
3 Vende-so um sitio com casa do podra ecal, bas-
tantes arvures do fiuto, duas grandes baixss paia plan-
lucocs e com pasto sullicicnto para mais do 12 vac-
ces de jeito, a fallar no mesmo sitio, denominado
Agua-ria- estrada que vai para Rebirebo. (5
3 Vcnde-se uma prcta recolhida de 0 annos, en-
gommadeira coslureira de cortar e fazer camisa de
homem o vestidos de senhora borda e fas la vomito ;
.1 duas, quo engommao cosinhao e larem todo o mais
servicu do uma casa ; duas dilas de rneia idade poi
00# rs. cada urna cosinhao, lavo roupa e vendem
na ra ; uma mulatinha de 15 annos, coro principios
de habilidades ; 3 escravos ptimos para o trabalhode
campu; um moleque peca de 16 annos; um pardo
l-o.ii bolielro e pagem ; um preto bom olUclai de pe-
dreno de luda obra ; na ra du Crespo n. 10, primei-
ro andar. do
3 Vende-se uma moleca de 15 annos, de linda
figura ; 3 prelas com habilidades de 20 ennus ; dous
pretos de 22 annos de elegante figura ; uma parda de
kO annos com bastantes habilidades ; na ra das
flores n. 21. ,5
3 Vendcm-se saccas com muito boa larinha do
Rio de Janeiro a 4400 rs. ou a 4 a1 rs., deixando a sac-
ca ; na ra da Apollo 6. 18. (3
3 Vende-se estamenha proprie para habito de ir-
maos du Ordem torceira de S. Francisco ; na ra do
Crespo n. 11), loja de Catvaibo # tsaia. *3
3 Vendem-se saccas com unlho a C500 rs. ditas
com arroz de casca a 3020rs. ditas de larinha mui o
torrada a 4^ rs. ; na ra larga do Rosario, veoda n.
21, esquina que vira para oquartel de polica. (4
3 Vcnde-se a resiilacao da ra da Calcada com
seus perle res e ensioa-se todo o segredo da dita res-
Maca. a tratar na mesma ra ou na ra Bella so-
brado novo prximos har. 14
3 AOS NAVEGANTES.
Vende-se por mdico preco um sextante de
Holborn com graduado de platina sendo o nottiut de
10 segundos e mui bem construido com lnulas pa-
ra ohservacies inversas ; uma cmplela coileccio de
mappas da cusa do Brasil pelo Harn Hossin, dous
ditos de Noriu um dito do canal do Rio da Prata e
varius outros dos Afores, e cosa da Europa canal
de Inglaterra e Mediterrneo; 1 chronomelro de Fnoch ,
e o restante da collcccio das tahuas lunares de
Hearlh para corrigir os ilcitos da parallaxee refrac-
to as distancias do sol a la ou da la us estrellas ,
traduzidas do inglez por M. C. Cintra ; de 2000 exem-
plares impressox em I83t>, restan apenas 250 que se
vendern por mdico preco ; o roteiro martimo de Pi-
lente! requesilas de Norie, Munlucla, historia mar-
tima viagens du Bario Cb. Dupiu e uma (ollecco
variada de obras de dilfeienles autores ingiexes o fran-
cezes solne navegaco, historia o conquistas marti-
mas ; na Roa-vista, ra l'ormosa, casa n. II. ,'17
4 Vende-se um sitio perlo da prava com commo-
dos para escravos, estribara, lena para plantare
ler voceas do ieito ; lambem tem no mesmo sitio uma
otaria com barro para tuda obra, a qual est Irabalhan-
do o tem boa ireguezia, ou truca-se por casas na pra-
ta ou a dinbeiro; tambem se recebem dous moloques
em pagamento; quem pretender annuncie. (6
3 Vendem-se duas canoas abeitas e bastante
grandes proprias para lijlo ou) areia e em mullo
bum uso ; na ra da Cooceielo do Recite 11 53, segun-
do atdar. 4
3 Vende-se azeito doce a 3520 rs. a caada e a
garrafa a 4MJ rs. dito de cocu a 2>60 rs. e a garrafa a
300 rs. liervilhas o lentillias a 8,^ rs. o alqueire, ea
80 rs. a libra eslrelllnha e-pevide para suupa ma-
cal rao, letria, (alharim cevadinha do franca a 160
rs. a libra sag, a 320 rs. lapioca a 120 n. pre-
sunto para teinpi iro a 320 e 400 rs. nozes a 120 rs. ,
amendoas peras, ararula charutos da Cachoeira
muito bons chA hissun a 2400 rs. a libra chocolate
a 320 rs. sal do Lisboa a 1440 rs. o alqueire da med
da velha ; na ra Nova venda n. 65. '10
llVende-se sal de Lisboa em grandes o pequeas
puredes ; na ra da Mueda armasem o. 7. ,2
7 Vendem-se saccas com larinha de superior qua-
lidade e por mellos do que tin uulia qualquer par-
le ; na ra da Cruz armasem n. 54. i3
11 Vendem-se barris du superior vinho da Figueira;
nos arma/cus de Dias Ferreira ao p da Alfandega ,
na ra da Moeda n 7. (3
7 Vendo-e muito boa farir.ha de mandioca m
saccas chegada ltimamente do Riu do Janeiro por
(.roe. 1 mais cummodo du que em outra qualquer par-
lo e saccas com millio de muito bou qualidade; na
iua de .'pollo n. 2, armasem do Gomes ^ liman. (o
Alcios de sola coin um pequeo
deleito que nada inlltte, e pelo deriunulo
ireco de is'200 cada uin 5 a tratar as lo-
da \ 111 va 1,1111 ha Gumia-
jas ti. 10 e 12
liles, .sitas ua ra do Crespo.
Vende-se a mais nova e inelhor fa-
milia de mandioca pelo
presentemente no mercado ,
gaiopeia
menor pieto
a bordo do
liiate S Juiio e gaiopeia S. Anna^ am-
bos Tundeados deronle do caes do t. olle-
gio, 011 em trra no armasem de porta
larga, no caes do t. ollegio junto ao bo-
lequim da Estrella (9
Vende-e espermacele de nova in-
vencao, garantiudo-sc ter a mesma luz e
duidcao, que tem o americano, a 5oo ria
a libra ; na ra do Crespo, loja ns. lo
e 12,-da Viuva l unlia liuimares.
Direilo Mercantil por Mlva Lisboa,
e Urdeoacufs do Iteino; vendeln-se na Li
vraria da esquina da ra do Collegio.
t Vendem-se saccas de larinha de
alqueire inediaa velha reeenleinenle
chegada do Rio de Janeiro pelo litigue
/'/e/, patacho Calente e sumaca Perulu,
muito alva e bem torradinha a 5sooo rs.
com sarco : tambem se vende a muito
estimada e superior larinha de 31ag, e
dtuuhi ; na ra do Crespo primeiro an-
dar da casa n. a3. (10
Vende-se urna prensa para copiar
cartas ; na ra da Cruz n. 38..
Vende-se oleo de linhaca a 280 rs
a libra banha de poico a 36o a libra c
mais gneros por preco commodo; no
palco do Terco n. n.
Vendem-se as admiraveis navalhas
de ac da China j bem con heridas pelas
suas excelientes quididades ; na ra do
Crespo n. 12.
do nome Caclaoo de nacao de idade de 14 annoi;
levou camisa de algodauzinho c calcas de algodSo tran-
cado azul j desbotado com os signaes so^uintes : ca-
nimio tem no braco direilo ao p do sangrador uma
cicatriz que fui leita por uin cachorro e he corOado
pelo oso de veodur ; quem o pegar, leve ao patou do
Terco n. 1, quo sera recompensado.
1 Fuglrao no da li do Jan lio as 7 horas da nou-
te um preto e urna prola ambos parearos da mosma
casa sendo o preto de nome Renedicto e a Drola de
nome alaria levarao uma caixa pequea de rnadeira
oleada de verde j a tinta usada e um aisalate pe-
queo do Porto, com porcao de roupa de seu uso;
o preto tem o signaes seguintes : de nacio Camun-
dungo estatura baixa, corpo grosso, olhos grandes,
cabeca a propor(o cabello corlado smente atraz,
pescoco grosso, costas largas pea grossos e largos,
uma orelha lurada em que costumava traier uma rose-
linha tem na frente da cabepa de um lado ao p da
testa, e junto ao cabello una costura, cor preta nao
retnela mSoa grossas'e chelas do calos de tocar canda,
olllcial de cascavel que Irabalhava no trapiche do as-
sucar tem barba smente na ponta do queixo e bu-
fo ; de idade do 2 annos muito ladino. A pret* (em
o signaes seguintes : de nacao Renguella estatura re-
gular corpo seccoeespigado, olhos amortecidos prin-
cipalmente quando falla ; as tallas multo baixas, pel-
los pequeos roslo descarnado mcaes alias, ps sec-
eos e nervosos, maos regulares cor preta nao retnela,
mui bem tallante denles aparados; leva um panno
da Cosa vestido de chita encamado com ramagens
pretas e anorto pula Irente com aboluadura de colche-
tes idade de 'i& annos ; em algum lempo vendeo fa-
sendas ; quem os pegar leve a ra da Palma por de-
trado Canuo em casa de Antonio dos Santo* Ferrei-
ra, quesera gratificado com 0U# reis ('6
1 A 15 do curente lugio o escravo Jos crioulo
gago, baixo e grosso pernas a guma cousa cambadas)
camisa de balita encarnada com gola verde he da casa
n. Vi da ra da Aurora ou na travessa dos Remedios
n. 5. (5
2besappareceo, no dia.lO do correnlemez de Abril
um escravo de nome Antonio, de nacao Angola.de
idade pouco mais ou menos de 38 a 40 annos, ceg do
um olho, alto, tem um talho em um dos dedos pol-
legaros da mSor ; rogase pois aoscapilaes de cam-
po, ou autoridades policiaes quo dello souberem, ou
iiverem noticia, hajo do o apprehender e leval-o a
ra do Vigario n. 23, que seiad recompensados gene-
rosamente, g
3 ContinuSo a estar fgidos ou lurlados os dous
moloques, que se ausentaran no dia 18 de Marco, 1
de nome Candido, que representa ai a 23 annos re-
lavado, rosto lisa denles alguma COUSa abortos na
frente, e com o slgnal de um O com travessSo pe-
lo mo.io a cima de um peito Ioi vlslo nos Alogados
no mesmo dia ; e o uutro de nome Philippe represen
la IC a 13 annos, secco do corpo, denles limados,
ps e maos grandes rosto comprido e descarnado, la-
ululan se criuulo, purtn sao de outra banda ; fui visto
no mesmo dia na ponte da Cassagem ; levaran cainita
de algodo e cumulas do estopa; quem os pegar, ou der
noticias dirija-se a ra da Pruia de S. Rila u. 43, asa
do \ launa, que ser recompensado. II
3 Fugio no dia 11 do crrente, as 11 horas do
dia, do lugar de Fra-de-Porlas um moleque de
idade de 10 annos, com 6 palmos de altura, poucu
mais ou meos muito fula beic/us puchados tem
uo braco direito uma costura pouco abaixu do sangra-
dor ; levou vestido camisa de algodaoiinho e calcas de
risesdinho; quemo pegar, leve ao dito lugar casa
os. 88. ou SO, quo sera, recompensado. '8
100/000 de gratiieagao.
A quem pegar a escrava Jouuua de
nacao Angola, cor lula, que ouli ora
perteceo ao Sr. Vhjor Nicolao iolenli-
uo de Vasconccllos da l'ai ahylia do Norte,
a qual est birlada desde o anno de 18^2,
c consta achar-se em uma fazenda ionio
Villa de Caico
.1'
mas a pessoa que slo
informa no sabe o nome da fazenda a-
penas diz que os donos j sao fallecidos ,
e que a escrava licra cm poder dos lilbos
menores ; e sendo certo, he esle o nico
meio de saber-se onoine da fazenda c
depois ento com lacilidade a aprehen-
di da escrava por ter uin dedo do [t
completamente alegado, ou denominado
inodobini. lista escrava tem lilbos na
i'arahyba do Norte: entregar na rita do
Sebo n 12, ou-ao Padre CluislovSo que
receber a gratilicao promellidu.
Cincuenta mil ris de gralificacao
a quem pegar a prcta Eugenia, de nacao
Angola, representa ter 20 annos de ida-
de, estatura regular, he muito descansa-
da quando falla, condtizio, (piando fugio
em 29 de Janeiro, urna caixa com roupa,
por tsso que se ignora de que troje aiu'e ;
he bem conhecida nesta praca por ter si-
0 do Sr. Jraquim Jos Ferreira da l'e-
nha, e quando fugio andava vendendo
rutas: ha toda asuspeita.de estar occul-
ta em algnma casa nesta praca por ter
toda a propenso para estar servindo
dentro de casa. Quem a pegar leve a
pracada .Boa-vista, botica n. 32, que re-
ceber a graljficncao cima.
No dia quinta feira lO do coi rente
fugio um escravo de neme Antonio, na-
cao Angola, cgo de um olho com a ca-
beca de um dos dedos pol lega rea cortada,
alto do corpo, idade de 4o e tanlos anuos:
roga se aos capilacs de campo, ou as au-
toridades policiaes que o prenderlo o
mandaren entregar na ra do Vigario ca-
sa n. a3, que seaogenerosamcnte recom-
pensados as suas despezas.
Escravos Fgidos.
Deiappareceo 00 da 15 do correte un moleque IPEHN. ; NA TYP de m. f. defama__ l8a5,


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