Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05558


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Full Text

Auno de 184>.
Quaila fcira 16
O 1)1 ADI ptihliea-sc lodos os das que
jio forem do guarda: o proco da assigna-
Ciira lio do4/rs. por qiiartol pago.' adantadns.
Os annuncios dos assignantes sao inseridos
i razo de 20 ris |>or Iinha, 40 r$. em typo
di tic rente, e as iepelicV)fs. pela motado.
Oa que nao Ibrein assignantes pago 80 rs.
por Iinha, 160ein lypo dillcrente.
PHA8ES DA I.UA.
I.na nova a G as 5 li. c 21 min. da tarde.
Cresocnto a H as 7 !ior. e 4 min. da tarde.
I .ii.i chela a 22 as 4 lior. e 52 min. da man.
Miiigo.inte a28as!) lior. da tarde. ,
PARTIDAS DOS CORRKIOS.
Goianna e Parahyba, Segundas e Sextas fci-
ra s.
Rio Grande do Norte, checa a 8 c 22, o parte
a 10 e 24.
Cabo, Scrinhacni, Rio Formoso, Parla (a|-J
vo, cMaccy, no 1.", II c 21 de cada nicz
Garaiihiins e" Honito a 10 e 21.
Hoa-Vista e Flores a 18 < 2S.
Victoria Quintas feiras.
Oliuda todos os dias.
PHEAMAK DE MOJE.
Prinieira aos 30 min. da tarde.
Segunda aos 51 minutos da tarde.
do Abril.
Anuo X\I N. M.
DAS da semana.
14 Segunda S. Ti burdo e Valeriano, aud,
do J. de I), da 2 v.....lo J, M. da 2. \.
l."> TerCfl Ss. ha/issae Aui-luia. Itrl.ii.ii).
and. ib) .1. di' II. da I.' v., e dii I. dos I-Vil.
l(> Quarta S. Engracia, aud. do J, de Di-
rollo <\'\ 3. vara.
1? Quinta S. Aniceto,aud. do J. de Direlto
ila 2. vara.
15 Sexta S. (aIdino aud. lo I. de Direlto
da 1 vara, e do Juta dos Pellos.
10 Sabbado S, lleruiogeiies. Re., aud. do J,
dr Direlto da I. vara.
I'l Domingo s. Igucz.
cambios vi da isdk abril.
Cambios Sobre Londres.....25 ''.,.
Pars 37i ris por franco.
" l.isbo i 12(1 pnr huido proni.
Premio de h irade boas Urinas I ,por%.
Onro Moi'did-livlii'i .. r. .i i", 171500
" d.('. I'l l ii,n. I" --'illa IT<3nn
i de i mmi. .. '.i.:.ii a .1 tioo
Prula- Pataco s...... I o Peso*Colunuiares 14980a 2/000
Ditos Mexic.....s... i.v'i>iia I080
Mocdas de 2 patacas I ^200 a 1/280
Ditas de un i .Vil a ,'vSn
'. ". s da c4 du Beber! be FaVODO
PARTE CFFICiAL
LE N 138.
Thomaz Xavier (arriarte Almeiila, presidente da provincia de
l'ernamburo. Fuco saber lodos os seus habitantes, que a
assemblca legislativa provincial dcerelou, c cu sanecionei
a lei seguinle :
Artigo 1* Fica instaurada a instincta villa de llamara-
e.i, leudo por teriuo todo o territorio coiuprchcudldo na
iiii.i do inclino Minr.
Art, 2o A sede da villa licar sendo a povoacfio dol
Pilar.
Art. 3a Ficao revogadas todas as leis cin contrario.
Mando por tanto a todas as autoridades, quem o co-
libeci.iiienlo ecxocuco da referida lei pertencer, que a
ciiinpvao e faciio cumplir to iiilciraineute como uella
se conten. O secretarlo da provincia a faja imprimir pu-
blicar e correr. Cidade do Kccil'c de Periiambuco, cip 8
de abril de 1845, vigesiinoquarlo da independencia c do
imperio.
I.. S. Thomaz Xavier Garca de Almeida
Carta de lei, pela qual V. Exc. manda rxcciitar o de-
creto da assemblca legislativa provincial, que liouve por
Jirin sanecionar, instaurando a e.Mincla villa de llamar
rac, na forma cima declarada.
Para V. Exc. ver.
Jos XmteT Faustino llamos a fez
Sellada e publicada nesla secretaria da provincia de
Periiambuen, em 10 de abril de 1845.
Vrenle Thomaz l'ires de Figueircdi Camarijo.
RegUtada a folba238dolivro primeiro de bis pruviii-
ciaes. Secreta riada provincia de Peruainbueo, 10 de a-
bril de 1 Si.".Jos Jgnucio Sonre de Mtutto.
Commnnclo das Armas.
Ilhn. e Exm. Sr.Osolliciacs da guaruiroo desta pro-
vincia de l'i i'iiainbm o pagan mu tributo divido a vir-
liide, ao mrito, e sabedoria, tomando a liberdade de
incumbir a V .Exc, conjuuclanirntc ao Teueiite-coroiicl
Un, ni I Antonio da Fonseea testa, e capitn Pedro Fran-
cisco Nolaseo Percira da tiunlia, d'alla niissu de mani-
festara S. M. o Imperador a dupla satisfarn de que lo
rao possuidos pela anhelante noticia de iavcr S. M. a
luipcratrta dado a luz, coni fellx successo, o Principe
licrdclro do tbrouo deste vasto'impcrio. Cuiuprindo dcs-
t'arlc OS desejos Ue meus camaradasd'arnias.c sob o ineu
iiiuneiliatu coimnandn, reitero a V. Exc. os sinceros vo-
tos da litis alta considevnro c estima, que cordialiurn-
1 tributo a pessoa de V. Exc. quem Dios guarde Dios
guarde a V- Exc, Quartcl general na cidade do UecilV',14
de abril ile 1845. lllm. e Exm. Sr. concelbciro Jos
Saturnino da Costa Pcrcira senador do imperio An-
tonio Crrela Sidra, eomiuaudante das armas.
EXTE ftlOB.
SI ISsA.
O partido liberal, dit o Constitutionnel, obteve na diC"
la un triuiii|ilin duplicc a 25de fevereiro ultimo. A dc-
jxtt.iifin (le A and Ib i adniittida, e fui concedida a priori-
dad!' questao relativa expulsan dos Jesutas. O cor-
po diplomtico coiitiuuoii a assislir lis sessocs da dieta
COlu una assiduidade scui cxcniplo at boje, e o publi-
co nao se limita a cnclier as tribunas, mas obstine todas
as avenidas da casa do concedi. Na 2." sessao compoz-
se a dilliculdaile a respeilo da adiuisso dos diputados
lie Vand pela adherencia do pequeo caiiloeatholico de
Appenzell interior, ao qual se uni o exterior, a fin de
loi niarein os 12 votos uceessarins para hgalisar 08'di-
plomas daqui'lli'S di'piitados. Fui esta a priincira victo-
lia, sem a (pial nu se pnderja chegar a acord alguin de-
cisivo no negocio da cxpulso dos Jesutas ; c una deci-
sio de iinlure/.a contrario ti ria occasionadu nina eoulla-
gracao por toda a Suissa ; tamanlia lora a exasperac.no
jirodiuida pela excliiso de dotis dos mata populares e
i urrgicos diputados da dieta.
n Depota de liavcrem sido declarados legaes lodos os
diplomas, ,M. MoUSSOUi presidente do directorio e da
dicta, conservador moderado, pronuncio!! a seguinle
falla:
o Ainados c liis confederados, amigos o raos.
Desde a existencia da actual confederaran iitinia a Suissa
leve de passar por Ulna clise tal como esta em que se
(lia ocha agora enllocada. Nunca se agitio quesiocs
que atlecteiu tiio profundamente a existencia poltica de
ii ni estado, e cuja tolueno inllua de lima maucira lo po-
derosa nos' destinos do nosso pas.
O simples laclo da convocacao de una dieta extra-
ordinaria excitou entre minios confederados a apnre-
hensio de que esta medida fosse signal de nina fatal
perlurbaco e aiuda nao se havia reunido esta augusta
assemblca federal, qu.indo esses recelos receberao una
di'ploravel rralisaco. As autoridades direcloriaes nao
podio deixar de vero perigo inherente aessa rcsoluco;
mas o repouso da Suissa eslava uiiuiaineiile amcacadu
em sua base, para que O directorio se alrevcsse a tomar
sobro si a responsabilidade de deixar de tentar o nico
expediente que era capaz de por termo, pelos lucios au-
lorisadoi no fado federal, a un scbisnia que cresce
consta lilemente.
k l'.in face dcstas serias cireunislancias, nao vos Im-
portunare] coiu tongas consldcraces. Liinitar-lnc-liei a
dirigir-vos algumat patarras patriticas. Se me expri-
inircoin franqueza, nao lie ininlia iutciicao Icrir a sus-
ceptiblildade de alguein ; be porque nao posso dominar
.i profunda coniinoiao excitada em ineu pello pelas dis-
SCUsdes que peln o nosso pall convulso.
A priincira causa da agitarao que abah.ii a grande
porrfio do poro suisso, reside iiiconleslavclincnto UO
convite de Lucerna fcito uerdem dos Jesutas para se
ciicarrcgar da InstrucrSo theologiea naquelle cantan.
ic Na dieta de 1844 llnbao algiius membros descrlpto
v igorosgiuente os perlgos, que imillas estados couledera-
dos receiavo, da propagafio daquella OrdCIII entre as po-
pularles protestaute e catliollca, ou da Influencia que
ella exercia sobre mu dos directorios.
(i A carta de convocacao, expedida pelo directorio,
expoz claia c Belmente aquellas apprebeiisoes. Ella
conten a exprcsso da niinba CnvICfBO amis intima
mas risas emtelas lie.uau Sem cilcilo. Lucerna tratou-
as como urna tentativa contra a sua dignidade e dirritos.
De balde Zuricli teutn o ultimo recurso amigavcl, cujo
resultado provou claramente a que extremo ciiegfMo as
colisas pela obstinada reluctancia do nicmbros confe-
derados em cederem do que pareca ser de seu direiio
restricto, sem ponderaren! iuiparcialmente as desgranas
que a sua obstinaran piovavrluiente acairelara sobre i
sua patria.
Por ouira parte as mata aterradoras manifestaron
enmplicrao rssas didlculdadcs. O territorio de llm es-
lado soberano fui violado de una maneira injiislilicavcl
pelas tropas llvres de oulros cantOes, e essas tropas l-
vres teutarao derribar o goveruo daquelle estado. Esses
aggrcssore.s n:io foro reprimidos, e os criminosos i i ca-
rao impunes. Nao se poda coniniclter urna violar.nr
mata llagraulc do faci federal. Desde aqnelle inoincii-
lo conliiiuoii a pnpularao do interior da Suissa a estar
em armas por ined de'novas hostilidades. Esta agita-
900 febril leui ido seinpre c|n augmcnlo, e o mnimo in-
cidente pude agora causar a explosao de una gera ci-
vil, t ni comit, cuja aecuo he sentida em niuitos ean-
les, proclama abertamentc a determiuacao de fazer-se
jusiira por suas prupiias iiiaos. se as supremas autori-
dades federaos nao salislizerem as suas exigencias. De
lodos us males que pidem allligir a confedoracao, nen-
biim ha niais capazde prejudicar os seus inais caros in-
teresses do (pie cssa orgauisacao da auarebia.
Fiualnienle as autoridades constilucinnaes siiccuni-
birau n'huiu dos cantes mata lloiescenles, porque nao
linbao proposto e votado iuslriicenes agradaveis a una
parte do povo; 11'oiitro estado a traiupiillidade publica
Ibi seriamente perturbada por igual motivo.
He til insistir sobre os inminentes pongos que
podr ao allectar a alllanca federal, se queslurs de siim
ma gravidade nao fosseiu doixadas tranquilla docisi
das autoridades competentes, mas resolvidas poi'mcio
violentos.
Remediar os males do pata, rcstabelcccr e consoli-
dar a paz tao seriamente coiiipromi'ttida entro oscan-
loes, tal he a trela principal do supremo poder fede-
ral. Convni s aos cantos descubrir ltelos apropria-
dos, cMa/.rr applicacao d'elles. Nao he como ileptii ido
par/urich que iu laucare! o meuvoto na urna; lirmo
no ineu direlto, ater-inr-ln i iiiinha couviccao.
K Qucira o Oninipoteute, que em crticos inonmitos
lanas vezes tcui protegido e salvado o nosso pata, pre-
sidir ;is nossas dclibci aros! Su a jusiira, a moderarn,
a a mulla condescendencia piVdcni remover osobstacu-
enlos que so nppeni an nosso caminhu. Procurare! di-
rigir as deliberarnos eoni calina o i111p.1rcialid.1do. Para
osse lini pedir! a vossa indulgencia c benvolo apoio,
dos quacs tanto inais havorci inister, quanto be a pri-
incira vez que son chamada honra eminente dr presi-
dir augusta assenibla federal.
ii Sera rrspciladu a liberdade lias discusses, pela
qual se olleiecein, garantios, o ineu canino c a sua popu-
co, amantes dagruem.
u Declaro aborta a dieta extraordinaria.
Depois que o presidente teiininoii, prnpoirrao os
deputados do* caninos eatliolieus, que a diol 1 se oeeu-
passe priuiciramentc daqitestilo das tropas llvres. Es-
ta proposta cncontrou opposico da parle dos membros
liberaos, o foi decidido por nina 111 noria de 12 conloes
e (bilis nieios-caiiliies contra 8 o dous lucios, qUC a ques-
illo relativa aos Jesutas enliasse piiiuciru em disi'US-
so. >!
[Times).
x.zgx.-tTimiiiinMr^ rsa.-i,..^ -
PERNiMB'JCO.
ASSEMUI.A PROVINCIAL.
CONTINUA^Afl DA SESSA DO lIA 12 DE ABRIL DE 1815.
li.S'i'. Tagnes: Sr. presidente qiiando o nobre 1110111-
bro, que so assenlaa luinbadircita, propoz o adiainen-
todo parecer, espere! que ello passassr srin discusso,
as,como o mitro nobre diputado julgoii que elle devi;-
ria entrar lia discusso, o que isto seria nujior do que
volar pelo adiainento sem ella, cu dirci atgliina eousa
acerca da materia. En voto contra o parecer, ou se en-
tend que deve ser consignada a verba de seis cornos na
nula de desposas CVCIItuaCS, 011 se entend que sedevi
PCretar cssa llrsprza em nina verba especial. O noSSO
orcamento lio pudo admilliraccrescluio dedespeza; o
oslado da nosso recoila, e despesa, naoadmittc mala na-
da, porque existe un dficit que se vai acumulando an-
uualnieiile, o paicce-nio ipie osla asscmhlca deve ser
IllUilo parca na volaro dedespesas, porque a provincia
acba-se coiu uin dficit domis de 00 con tos; o auno
passado, sabe V. Ex., que leve ella de solli 11 mu desfal-
que do5l eolitos do suqprinieiilo do cofre geral; fes os
esbirros possireis, ele 011 a sua recelta, c dolerminou
algiimas medidas para inelbor arrecadarao delta este
auno teui de soll'rer nuvaniente un doslabyie igual, o
nao he pnssivel resistir a ilo, se livermos de sobi eiarii-
gar-nos Coiu inais despesas lie preciso ser*severo as
Oespezas, volar contra inda a dcspcia que nao liir abso-
lutamente Indispensavel, ( ueste sentido lie! de votar
constanleiiienlc insta casa. Agora, considerando o re-
quermcnlo do pretndeme, pareee-ine, Sr/presidente,
que em principio SC nao devciu dar estes auxilios a iu-
(inslria 0111 particular, seuo 0111 casos, e cireuinstaiicias
limito especiar* i em regia o goveruo deve deixar aos
nteresses parllcularesoempregar,coiiiolbcs parecer me>
Ihor.os SCUS capilaes.e elles nao leoin noeossidadi' dojiro-
locrao dos fundos pblicos, islo em regia; ouialgumas
circumslaneias ennvir que os eolios pblicos atixilicm
algiima IndustriaA 011 nao vejo 110 caso 0111 questao. para so volar una con-
igliaciio 3c 011 12 oonlos de rois : a Industria da seda
ja au be lima novidade; olla se acha inlrodu/ida no llo
de Janeiro, o us bichos, para seren iiilroduzidos na pro-
vincia, nao earecein consideraveis despezas; oque lio
preciso be havor o niolhodo de tratar dilles, o deapro-
vcilar os casillos, isso he o que lio preciso! logo que baja
quem dissosaiba C qUC qucira entrar nesla industria,
estou que ella uSoouereco mulla dilllculdado; mullos
ramos de industria agrcola que eslo j.i introdusidos na
provincia, lie para os que 011 daria preferencia nos sc-
ennos pblicos, se alaun se podessein dar; por lauto,
se alguiua eousa se podesso fa/.oi, devia isso tor lugar,
em favor da caima, doalgodo. do cale, r de oulros ra-
mos d'ag cultura; deixenios aos nielesses particulares
as Innovacoes, porque so os inais proprios para sso;
ellos que pruciireni, nao introiluzir o bicho, que .sso he
fcil, us queni saiba oprocosso, que be justamente o
que nao concurre no peticionario; porque,sendo dado as
leltras, 1 li urt nfnfls. no sci que se tenha dado ao ser-
vico desla industria; pelo monos nao sei que a advoga-
cia lenlia 11 l.n o algunia coiu a industria da seda. De
inais, diiiheiro publico, se podera anda dar para a com-
pra de apparrlboa nOVOS, de machinas ele., mas para pa-
gar a operarlos, e para lser casas em sitio, mi si i como
sc (leve isso l.ucr: voto eonlra o parecer.
O Sr. ligucirrdo: Sr. presidente, ou estou pola
opiniao do noble diputado que f.illou em prinieiro lu-
gar; estou convencido que o Irabalbo he a sna do h-
meme que o homcui sem trabalho lie o ente maij in-
til da sociedade, o culo mais abjocto que o sol cobre; c
por sso nao posso deixar de prestir ineu flaco npoio a
todos (plantos so apresontareni (lliereildo aiiiinal-o.
qiiereudo dar-lbo iiereuieiilo, o nrgauisarao; e OSSegliro
a \ Exc., que,Indas as VCZCS que uesta asseiubli;.i se ira-
lar do lvoreoor alglllll ramo de industria, 11 1111-11 voto
se deve considerar como nrcessarlo; cu o li\ polhecu des-
de j. ...
O Sr. Taquee: Sem exainc?
O Orador: --....porque emendo que em nada mellior
de que no descnvolviineuto da Industria, pule esta as-
sciubla empregar o dinhriro dos conlribuintes. Tal-
vei ou soja u 111 punco lnatnn a este respeilo, mas
paciencia .... Sr. presidente, trata-so de acorocoar
mu ramo nasooiite di noss.i Industria provincial; in-
dustria sobre que falln milito favnrveliiieule o ad-
ministrador da provincia no sen relatarlo ; lr.1i.1- .e
de proporcionar Irabalbo a una grande porco de noSSoa
omieidados que se achio entregues ocelosidade por
taita da divisan e mosmo da diversidade de trabalho, a-
eoiiiuiodada s capacidades liidlvlduaes; parque infe-
llsinentc sii tratamos do trabalho grosso, executado por
esclavos, por quem he sustentada, e alimentada a malar
parte da popularn ; trala-se nada menos do que de ani-
mar auiiieiilail.il) que, por entre nlguns sacrificios, s
loni apreseulado aoenaiido-iios com un ramo do riqui
si provincial; e queso pude tornar avultado, se llicder-
mosa devida importancia: pairce-iue pois queestaas-
seiubla nao deve rceiiar por causa de 12.0011..- rs., qu
reclama o petieiouarlo : cu creio, que, s' a asseiiiblea
indelii 11 o sen 1 equi 1 iinento, afasla-se un punco da sua
principal inissau, que be promover a industria provin-
cial
Nao se diga, Sr.-presidente, que a industria sedos-
envolve por si iiiesina pelas vaulageiis, que cilla ollrc-
cc aos eiiipreheudedores, e que u;io ueeessit.i de aiiima-
r.10 do goveruo: osla iloiilriua be verdadeiranieute con-
siderada 0111 [bese, nas nnein IvypotllCSC. Van un pal/
onde a eivilisaro teiu ohegado ao cumulo da perfciooo,
onde os circuios soeiaes cotilieceiu mili liem os seus In-
loressos ; eill mu pai/, linalmeute, onde abundan us ea
pitaes e que os capitalistas s.ibeiu ealeul 11 09 lucros qn
|i"iiiin arriscar; em timpoiz, oudc a industria se acha
DCIII organis.iila ; ah Shn, nao ha liecessidadc de provo-
car o socorro publico; porque oseapitaesca inteligen-
cia, do mos dadas, eorreni apus as empresas u.liis-
Iriaes ma, em mu pail IIOVO, sem capil les e sem 1 ren-
cos industriaes; 1111 mu pas, onde o verd.ideiio calculo
dos lucros he seinpre osim vado 011 contrariado, 011 pelo
Miedo, 011 pola ignorancia dos poneos capitalistas, nao
lia remedio seuSo ralermo-nos da Itilellgeiicla, do capi-
tal publico; por oulros lOI'lUOS, nao lia remedio seno
ralermo-nos da nitela publica, tao nrcessaria u'estrs
easus como a que se presta un pupilo, que 011 n.io
ICIII (linhoiro, 011 que, lendo-o, nao o sabe dirigir conve-
iiielileiiienlo, COIllorniC os seus verd.iileiros interesses.
Pensando assim, Sr. presidente, nao posso deixar i'i
volar pelo parecer patritico da nobre comiiiisso, lauto
mata quanto acredito, que a empresa dar bous resulta-
dos : cu tire a satisfarn do visitar o oslabcleeiniento,
que ainda sc acha em miniatura : observel todo opro-
cosso, desdo a criarn do bicho al' a extraero da snla. 1
pude conceller mui Inusadas rspcranc.au deque a assem-
ida ter para o futuro de ufunar-scporliavcr acolhido
pictcneo (lo ilistincto cinprehondedor. O nobre dipu-
tado, que combate o parecer, nao esta coherente, q na ti-
llo di/ que o goveruo mo (levo proteger a industria par-
ticular, sem se Irinhrar, queja apresentou un projeeto
r.ivereeeiiihi a industria do assiioar, pelo (pial VOlei :
qu indo ,1 f 1 1 i apresoiilei o primeiro projeeto acera do
assucar, houvo sua opposic.110, r al apparoceo quemsc
leinbrasse de dizer.que o piujei lo nao devia passar, poi-
que mellior seria cstabolecer-so una escola normal ;
in.is inusii ou-s., que a provincia nao podia comportar
com essas despesas, o por lint paSSOU a lei, que leill pro-
dn/do linios liem lieios, que ja nos ochamos animados
para mandarinos vir glandes machinas. Se logo no
principio do rslabeleciuieiito da empresa sobre .1 seda
iian pdennos conseguir os grandes resultados, que o
uobre depniado lignra, poderemos couseguil-o para o
futuro. Obsorvoil .linda o nobre deputado, que o peti-
cionario he advogado, o que duvida dos seus couheci-
iiieiilos acerca do olljecto da 1 mprca; lie mu argumen-
to uraquissiino, porque iirnhuina linposslbilldade se pu-
de dar ein se pinl'essor duas seieiieias; lodos nos sabe-
mos, que osse eidado he mui dedeailo o empresa de
que se nata. Porlanlo, Sr. presidente nao 80 vota re i
pelo parecer da commlsso conccdeiido os 6:000/, pomo
mandarci nina emenda elevando, a quota d dose conloa
O Sr. 'residente : A discusso osla adiada pela ora :
Continua a discusso do art. I ."do projeeto 11 11 (video
Diario 11. 74) vo ler-se as emendas, que oslan 11a mesa.
OSr, l*Secretarlo tt as emendas.
OSr TaamnSr. presidente, pedi a palana para dar
a razan das emendas, que eiivici a UlC do a siipprcs-o do pensar em vista (la ioiisliluico; pois que ella dolenui-
n.i, que ningiiein piulo ser euipiegailo sem ser cidadao
brasileiro : basla o diroilo publico; todava O artigo lie
lo minucioso, que ou me otirevi a protir ouira riuen-
da ao paragraplio, que inhibo os culpados de seren em-
bregados, o aeeresconlo a islo os coudeiuuadns por son-
tema de inll ilnlidaile, u que jlllgo estar na un ule da
coininisso; porque aeoinuiisiau diz : que nao podera
ser onipregados us quehiiuvereiu sullrido pena; logo cun
limito inaior ra/u os que oslivereui Inhabilitados por
senlenca do poder judiciariu. tic o que teiibo a dizcr por
onupianlii
) Sr. Lopes (lama:Lovanli
para diser alguina
consa sobreest paragrapho8a que diz aqui; os que live-
reiii nipussibilid.ide pbjsn.i suppoullo que i-lo nao he
lio sentido absuliitu de iuipossibiliilade |ibis\e.l, lie cun
relaco ao euiprego, mas islo, creio, nao precisara ser
reconhocidn pnr oxaiiie medico, lorque sao COUSSS di
priincira iuluiyo, verbi ijratia, para que lio preciso 11111
exaiue medico para secoubecer que um ceg au serve
para escrever, que um ogo nao serve para amanuense,
que quem llfio teui 11111 braco, taillbem nao servo para
escrever .' Se isio he que se emende por impossibilidadc
nbisyea para o emprrgo, nao se carece de exalllC in-
dito...
Vaes:Isso j so disse houleni aqu.
O Orador:Mas ou nao estire c, nn soube, o nem
so pude diser que n aprend; parque ionio ainda nao sa-
bio no Diario, nn 11 podia ver, o que se sigue de ludo
be que islo lie too obvio, que al a Inilll lili 01 cuneo.
sendo lo inisravel; mas ja que me dissero 1:111a eousa,
porque me no ili/cui ouira .' O que foi que se Ihe n s-
pondeo .' J que se coninii a historia, conlc-sc UO lodo ..
I'orrz:Veja no Jimio.
Orador:Eulo hei de esperar paia aiuaiih.ia.' En-
tende-se por inipossibiliiladi pbysiea a que he n lativa
ao cinprego: sc so tralassc do inOJCStiai iiitnoics. como
por exemplo de gostrites, e deludas essis eonsas aca-
lladas em lliM, I111111 sei i 1 u 0X01110 meilien. c ale iiiesmu
Ulna junta moilica; 111 is qu.iuiln se tratado mu 1 oous.i
visivel, para que he um medico.1 ou entilo ha aqui al-
glllll pensain. uin OCCIlllO, alglllll misteiiii que en nao
ejiteudo; se nao ha, euleudo que a artigo nao he ueces-
s.irin, porque de certu opresideute nao noiuear, para
um emprego que dependa de eseripla, um houteni que
nao poss.i escrever, um cxn ainda pdr exi rcer empre-
go, e COXOS eolilieeeinns us ruipr.'gados; lugo a inea-
p.ioid.ide de que aqui se falla he aquella que Inhibe o
individuo de oxereer n emprego; islu he, quem 11,10 ICIII
bracos he luipossivol qu.- se sin,1 de bravos; C aqui me
di/.eni que quem uo tem bracos nao trmmaos, oque be
nuil \ cidade: de ludo tato concilio, que nao ha uecessi-
dadede tal exaiue medico.
Senhnies. 111 aiud 1 son dos restos do rci vellio, nun-
ca \i que fosse neeoss un ivourrer a exaiue medico para
qualqiier se ompregai: US e.ipilos-gonoraoi noiue.a.iii
para estes empregos, os individuos mais aptos, mais
idneos, slijeilos que aiidavan direitos, que tluhao tiitlos
e bracos, p u n osi ivo nomeaiidn egos, mi alejados
OSr, l'.ijueir.d 1.' Isso 11 0lili s 1I1 1 nuslilllicao.
UOrador : l.nt.iu depois da ronsliuiic.la ln ineda
que n presidente iimiie un cego para escrevw? En
creio que tato he mullo escrpulo da parlo du filustre
depiil ido. autor do projeeto; lein nudo que o presideu-
te abuse, eque viinoniear paralilicos, cegos, alejados,
bonieiis que eslejilo pnr assim di/or coiu os padres ,1
caboeeira. e por SSO val O exanic nuilien. ilaqui seqe-
se que Indo n preleiideiile se deve niuiiir do rt/rfl roildMr-
I" do evanio medien, pila prova que 11.10 tem iuipossi-
bilidade phjsiea, be una novo folln corrida medica. Sc-
uhores, cu crein que o paragrapho lie acensado, e por
isso voto cnnlra elle.
O ir. AViftmo:Sr. presidente, cu lluiitarcl as mi -
libas reltexi'ies smente a respeilo das emendas que lu-
an ull'ereeidas pelo nnbre doplllodll ipie se .^s^ell(;l a
ininli 1 esijiieida, e I llllbom ilirei algniii 1 eous.i a respei-
lo da o irn.id 1 Ol du ridieiiln que o unlii e depul ido
que acaba de soiit.u--e. proeurotl lunar .1 eoininissau
1 respeilo do paragrapho s." o Sr. deputado que se as-
s, ni.1 iiiinha esquerda ofl'creeeo una emenda, para que
se aeresceiile nutro paragrapho, que 1 onquebonil.i os
que estirerem inliabiliadns por eenlonca ; ora, eu nao
rejo mi essidaile dista emendo, emendo que, ilizendo-se
i,,,' fcj j.o que silo excluidos OS aupados, eslaii ennqire-
lieii'didns os que se aeb liem iinpossiliilitados por senleii-
C.1; porque me parece que aqnelle que estlver eiiinpiiii-
doasonlciiea ma pode mustrai nina folha limpa: a roiu-
misso so q'ucr excluir, os que liverem soll'rido una po-
na infamante; c a Inhabilld ido para us empregos, (pian-
do he temporaria, nao importa Infamia do individuo,
che por Isso que .1 1 iinunissan deiXOU de OS eunipre-
In miel ; se ( lie est eunquiidn senleiu a est inhibi-
do de ser empregado pelo lacio da seutenea, epor
estar comprehciidido 110 ;. que determina que
aqilelh que e-liier culpado 11.10 poSSO SCr einprogado.
\o 1......ppoiibn .1 emenda do Sr. diputado para a
Sllbstiluii "> das pal i\ ras do 3. ; Indavia sriliprc diroi ,
que a romiutaso nao leve em vi-.li tienhum principia
de odiosidade qu ando lo/. CStO cla.siliea. .111 ; e ja 0 no-
bre deputado que he iiiembro da conimlssiio deo a ra-
ido, porque a con iniss;iu ellllllierou os I r.isileirus na-
tos, adoptivos, o iiaturalUados. Dous nobres depulados
teeiii iiupugiindn o paragrapho 8., considerando o como
intil o en ilovo ponderal que a roinniissa eniondco
conrenieiite roprodii/lr, no litigo I todas as disposi-
r.'o'S (1.1 lei 1 lllislillleiullal o assim 110 3. eoinprellell-
ileo os Brasileiro* pela furnia especificada na eousll-
luicn no',8 ; eiiiupi ehemleii os que livCSSOIII iiupnssi-
bilulade plivsieo: o paragrapho, diz-se,que he oecioso.e
ou digo que'cutan acnnsiiini, n lio lamb........losa; mas
dirci que nn considero procedente esta aecusarao: o
art. lian sr refere si'nni ule aquellos que leem Ulna Im-
pussiliilidado pb\ sica, que est a Vlsl i de lodos, eiuno a
lilla de vista de mos, ele.; mas aquella que inllue
diiei i luiente sobre a imclllgciiein ; eonipn liende todas
nocies de alien nao;e e,a t nneiite pora CVlni oarbi-
nio. exige n art. o exame medico. Voto pois contra as e-
un mi isapreseniadas.
O.Vi. luptisla : .-eieili i-I inte bieve em apresen-
lar asnnnbi- ideias a respeilo do artigo. O acto addicio-
lial manila a a.-einlih a I. :'i -Iai solire 0 nimio o ni.iiicir.i
por que o presidente da provincia pude nomi ar, suspen-
der, inesmo deiuittir os ruiprcgados provinciaes: o
que quer istodiier? Nao quer diser outra eousa seno,
uiie se detenninriu as oondiedes rom que u presiden-
te da provincia pude eserwr este dirrilo de noniear,
suspend r, o deniillir: oa qua. squor que sij.ni as con-
dicnosque a .issouibla qu.ir.i e-labeleeor para 0 presi-
dente uniear us enipre-aihis bao lie ser necessari.i-
n,ente n......, oes sem sel absolutas; bao de sor condi-
cors fundadas ein alguiii principio de rasao; assim pois
arcee-me que a assemblca nao deve marcar condirao
alguina que se illlgUC ociosa, pulque sc llevo snppui que
o presidente lora o I......seliso, e 0 diser., ao lieeesi Illa
para alleudera essas condicOeS. rallarei agora de rada
nudos paragraphos, c das emendas; quanto aquello
queexelue tfs menores, dlrei que ha una le do I MI
que tem determinado que os menores de 41 aniios nao
possao ,-xercer eiunregos oivis, e ale os considera, le-
ba, v.do patriopoder, com ludo alguem tem sido 110-
,,. aqll| ,.!., pois mu faci que revela bein clara-
me.iie.uueseuao p......prescindir deste artigo. Agora
quanto ao paragrapho que dis, os que nao rorem b-
lileiros natos, adoptivos, mi iialiiiabsadus, dlrei, que
boiu ser que olheuiosao inda le, caos seis princi-
pios nbilosophlcos, eque na tillgoagein que onipiouai-
nos nao de.....lugar, que apparejao essas teraudM .
, deven, ter desapparecldo; nao deve pota elle passar,
,!,. voto pela i'im nda. que .lini.ua c tas ultimas pala-
vi as; que destine cs-a qualilirar.io; r disClUjO-SC UOS
que nao fi.reni cidadaos brasiloIroS....
(i.s,. Vigutiieilo tico inesmo que all esta.
O Orador: Nao he assim, esle artigo pode ciar tu-
nar ao.....s, a dlssldcucias, diseudo-sc que aqu estaa
eseal.ii.ii... em primeiro lugar os uatos, denota osadon-
livos.e a linal os natuiah-id ,-., ^rs p, un ipios.posoq e
nao-ej,,.;,,,......los por toda a gente, todava'hJ> +
..manque ll,.. de a.olbline,...... isso lienueeuqulie-
\a......seevitasw; eu vejo a igualdade de irelto, ojo
..esni,,,.... .........laiitu o cidadao nato, coma o *toi.
u;,,,,,,,1,1,l,!,,i'ioiiiJ'1;.""^'-;"1''^.;-
reitosclvis; logo para que eslabelecer dlflerencas odio-
sas


Cedidas pelo imperante; lioje pela palavra comproiuissu
lem-sr designado todo o qunlqucr accordo que os ere-
I dores liserom no devedor comtnum; uo deve pois em-
I jiregar-se esta palavrn que morreo de modo que a
commisiaoquer rciuscitar urna palavra quejiiaoex-
lite, e isto uo me parece conveniente; mas o artigo tem
urna falta, uo prev o caso eui que o devedor, leudo
pastado o praso do eompromisso niio livor pago assuas
dividas; parece-me que este lioliieiu iiaoesl naseir-
cumstanclas de icr empregado, porque sobre elle con-
tina a pisar a existencia, ou a licsconlianra de que elle
lie liouieiii de dolo, he fraudulento.
o Sr. fabuco : Enlo est culpado.
t) Orador : Vio lie assim lodos nos s ibeiuos roma
sr lazcui as baura-rotas, os fraudulentos nprosento-sc
asa ii i-dures, e diicui; nao lenlio mrios para pagar as
luiuhas lis idas, in cessito da indulgencia dos meus ere-
don l basta qur a maioria (Ti ihloiia sr i'i'ilna C lili' di'
mu praso para pagamento de suns dividas, para que
elle tenlia todo o beneficio, o goic deste indulto; a mi-
nora nao pude holir coin rile depoli do accordo,. o ho-
uiem lica investido de dircitos milito importantes; mas
rile pudo r.iiiar ao coioprouiisso, c aqu est u homem,
i ]>raticstldo a rraitili-, i* 111*111 por Uso sr aprsenla mu pro-
vsso contra elle;coutra este paragraphu existe na mesa
urna rmrmla que di.'. Etiiiiuttnlo$0 Hilo mostrar rilnibili-
/.ii/ii ora, 111 uo adopto esta emenda, porque lie ge-
nrica ; o que quer dizer liomeiu rebobilitado Id' *>
liomeiu que eumpro ns coiidlecs tln coniproiiiisso; mas
illxcudo-ic em geral o liomem rehabilitado, cada mu lo-
mar 1 -la p il 11 1.1 .1 sen gi iin i- modo ; 1' llavera algorn
iur diga, uo est rehabilitado aquellc que, uo obstan-
te Icr pago lod is as suas iin idas, nao fol .1 julio dar uiiin
ju-iiiu .i- an dos motivos, que oceasioniiro aquebra, dos
casos fortuitos, e Firca inaior que houve ; e por i-.su rn-
1 ndn que mi Ihor licariti o artigo se se dissesse< mi iiimh
h> diirat n eomprouiissa, t Milu irrrriii ptigo os siui* dividas,
nao pri 1 isa mais nada ; e assim cicusa-ic C|uc o liomem
v a jiii/.a. e 1 a.unir os I .ii'i para 11 j 11 i/ ; que 1 '" si lo.
faca toil 1- .1- -i> --11 za de niia juslilicoeu, 1- leulia, su-
b.- imlo, os incoiuuiodos de taes rasos inseparaveis.
Agora passarei .10 J8.' Opponho-nio s nllinias pa
Ir.: i deste*;, quando diz rcntiiliceiJa mi cxami mili' ".
Milito gostei'dn ideia do Sr. di pul ido, quaudo disse, que
isto 11 1 urna lolli 1 ro rid t. pw i'-iu medica ; de maucira
que, depois da l< i promulgada, rm rigor, ningueiu pode
reqiierer uiu cinnrego, sem que passe por um exame
medico, a lim de que oblenha mu alteslado, rinquesc
declare, se tem, mi nao, impussibllidadc physicn ; isto
Ir nina lulli 1 corrida medica, uu ha duvida ora, que
sr exija u:n 1 Iblha coi ridn criminal, he justo, poi\|ur na
plij sinuomia uo fien os traeos <11 erimhialidade; mas
quauloj iin|in- ibilidade pbjsica, isso uo tem lugar ;
porque Zoilos iius eouhooemos.o logo sabemos qnein pa-
dece 011 uiiii iuipussibidade phisica r de mais este pa-
rngrapho, li nulo rumo r-i.i, il.i lugar i um arbitrio,
qual o de o pri sideule nonu ar um liomem rom iuipos-
sibilidadc physica, depois, lomaudo-se-lhe estrellas
con las, porque infringi a lei, responder!o paragra-
phu ili/ roeonheoida por exame m dico ; rila nao fui re-
coiihccidu, 1.iln,u rssacoudi io; por coiisequeucia es-
lava o individuo no caso di ser uomeado; logo, para
evitar (huidas, euteiido que esiis palavras se podcni e
ileveiu lirar e, sr assim se uo li/i 1, votare! eonti 1 lo-
do o artigo ; porque vejo que elle he dcsncctaiailo,
s ai as iil i-- que 1 1,lio 1 opicicutar.
0 Sr, l.nprt (iama Sr. presidente, anda insisio na
llliull 1 ii'i 11. r mu lia I a i.i/ao ila lusislriiela.I III dos
Ilustres aulori sdo projecto disse que cu o couibalia, la-
vi mo carnada i-rcio ipie ouvi islo,; lia de permittir-mc
ii.vi di'puladoque Ihedga, apezardeque uo sotiiuill
10 versado uo diccionario parlamentar), que esta pala-
vra uo me parece niuilo paiiaineiil.il'; supponlioque
n.10 r.i. ni i. oaiscvoro que uo live srnielhaiile iuirii-
..11. cmbati o projecto, e se acaso provoque! riso, foi
isto devidoi uo proposito liten, mais no genio jovial
que ir.iiii'.'iliiu ule lonho, e ;i prcvcnro ca que para
1 nmmigo eslo os meus nobre-. collegas; 1 outbali-a con
nlgitmos rozi s, c uo simplesnieiile rom zniiibctrias
ijlegui 1 1 i"" ma^ o lllustrc ilepulado, que he huslau-
te sagaz, n fimiou-sr eni um cos Un mu spugnavel, co-
mo lie a constiluien; uo obstante, pnrrin, lia de per-
inlllil-me que l 111 -mu \ combat I-". la ron ao cas-
iriiu. liral-o da triuelielra, e deilal-o e para lora'; por-
que ciilcudu, que impossildlidadi uo he siuonviuodciii-
riluuriadt : a COUStilllii ao di/, me sr siispriulau OS di
i-tilos i'iviiu polticos por incapacidad! pjturra; o aitig
li/ por iuipainibUidttdi. a inraparidadt quer dizer que ao
uieui, que, depois de l-iio deputado, mi senador
ailii.ni. se suspendo os dircitos polticos, mi quauli
1l1n.11 1 s-r r la.lo, r islo lio he o luesiuo que quer 1
projei 10; he, romo ili-sr, a incapacidadi physica; uole-se
'ad r uo mpouibiUdadi : agora, a ineap iriila
,1 .-,..., i( I11 oulru 1011-.1; benquedis respeilo ausnulii-
1,1 por r\i niplo, mu senador lurna-se um ebrio pro-
1, ,,.,,. i. Uto he um caso de moral, r por elle, ili/.
a cousliluico, que se suspeudu os dircitos polilieoa
he islo 1 que -r 1 uteiid.' por neapai idade moral; mu ili
- |:iu ido que amia pi Ir; l ilui lias, cahiudu di ebrio pilas
mas, 1 in iur.ipai ui.ulr uioial, deve --ir suspenso, em
.. os liiritos polticos.
o vi. AViiiifi:Por qui 111 '
i) unidor.Pela con iiiiu-.i... Se iucapaeldade moral
uo piule sei ouii-.i -.11.111 a que ili/. respeilo aos costu-
IllCS, a iiu-ap uiil.ulr ph)sicu, un pliJSologiea, lio sr il
senao qnamio o homciii adocce, esla fu do estado d
razo, etc.; Isto he o que enteudo; 1 poi isso coiitlmio
a vui ii- contra o paragrapho.
OAV. I, iiih,.!i.--s. mesdeute, prd a palava, por
.. r 11:11 i;:.i !., a renllli ar lando-sr do V i!n artigo I" lo projeelo. Julga-sc mu
este paragrapho eslaheleee um 1 gerarchia entro cilla-
daos natos, adoptivos 1 naluralisndos, r que Islo (lava
lugar a mas mi, rprrlac -.
l-'.u 11 allirinei quaes as liiti'nrors il 1 1.....inlsso,
quaudo adptou 1 sie paragrapho; uo foi eslnbelecer yr-
i.in loa: r 1 mo lu.m cstasns Inteiii ocsdni omuiissaoi|Ue
11 viri m.iulai lima 111.1 lu.......rs.i. in\ n Iriulo a 111-
i. ni il 1 man .-o. e assim llcaro desengaados os In-
crdulos, milis que qulzercm ii.ulu.ii mal as inten-
res da comiulsso; parece-me, Sr. presidente, que, co-
11.11 n.is andamos mpre allribiiladus eom partidos, til-
do nos espaula, e nos torna deiuasladaiueiite cautelosos;
mas eu realmente creio, qiw da ideia do artigo, da suii
disposieo, au sr pulir lii 11 al:;uina illaco no srnlido
do nobre I' pillado.
(hura Sr. di pulado que fallou di pois, eonsideroii 10-
1110 intil a palavra moraloila: dizeiiique_ a moratoria
na urna grac.a do imperante,- qur j:i boje 1. o tem lugai:
mas nutro.lignina ilu\ id 1 sr aciualmi lite uq tem lugni
asuioraloias; porque se he pelo principio gerul deque
sr arli.io instinctos os privilegios, devenios notaT que es-
ta doiiii-iii.-i te uo deye ciileudcr rom aquellos privile-
gios, que -.ao coidbrmrs eom a utilidade publica; r nes-
lo 1 .isii, lili mi. i.ilo-sr ao iulereSSC do roiniiu irio, mr
parece que illa ulnda poderia dar-se, cmraza'oda uii-
lid.ulr publica ; mas.supp nido que pela consltulro es-
lao acabadas ai moratorias, o nobre deputado sab
milito lirin que anda au lomos cdigo do rom.....nio ,
nelle iidem ellas ser expreMaiucute adoptadus;e cmu
o projeelo, que le discute, he o projecto do una lei que
lleve sol-esl.il. I, 11:10 sera 111.10 adoptar j a especio, o
linio inai? fu 11W boje se confunde a moratoria ruin o
eompromisso.
( nobre deputado.contlnuaudo anula a fazer mais n-
flexor sobre arllgo.disse quV elle era incompleto; por-
que o devedor poda obler o eompromisso, o nao pagar
as suas dividas: isto respoude-se, que ueste caso elle
he reputado fallido de mf, c cnto est coniprehen-
ili lo no uutro artiga do projecto.
Aresprito do que disse o nobre deputado que im-
pugoou ov;s.", e que en tendeo que a constitiiicilo con-
.lagrava disposii "10 dflcrenli ou cttabclocia tdoutrioa
ili'oreiiir do artigo, observare! pie a constiiiiirno
Kusprndc o exercu-'to ilns diMiitos pblicos do cidado
iior incapncidade pldslca, ou moral; porque a incapaci-
dade pule ilar-sr nao su na alma como nocorpo : qui 1
porexemplo a constuicfia que o que f6r tolhido dos
lirncospor molestia, oudefeito de naicimento, nao pos-
so ,\i 1; ,1 o empregode cscrlplurnrlo, bmiii como que
Jiooieiu que l'Oi desmemoriado, quen)rimbcil,ou
reconbecldo hdiabil, por le. que tem em lininoapaoi-
dade moral, uo pudo ser julz, ele. : a Iucapaeldade
1 11 > mii sr refere as fuuccoes do corno, a moral, as lunc-
ffles d 1 alma; mas o Sr, deputado que nos trouxeo
r.\i iiipln do senador Ir/, una tal inlxordblquc eu nao o
eutendo. Pelas raides ipio toulio o\priulitto,inuiio ailop-
10 o artigo,
Lc-sc a seguate emenda :
Suppi im.io-sr as palanas por trame medico.Kn;>-
lisla.
lie apoiada.
(I Sr. Mnrii-1 Miiiilrirn faz nlgunias reloxoos a corea
dos JK 1.a e 8.*, eoSr. Kabuco responde a essai obser-
vaeoes, insisliiido pela sustrnl.irao das ideias da eiint-
inlsso,
O Sr. prnideute d para orilein do diada icsso se
guinie o que viuliapara boje, o levanta a senSo. ( Era
mais do 2 dora- .
ESlIO EM II DE Aiilili. DF. IS-15.
I'nsidriiriti dn Sr. I'rdru Cmnlcanti.
As II horas e SO minutos, o Sr. l. secretario faz
a chamada o vrrilica citarcm presentes 22 seubores
ih pinados.
(I Sr. prtiUttttt declara aborta asossao.
IJ Sr. >." ttereario lo a acia da sossao antecedente que
lio approvadn.
USr. I." scrrrlarlo d conta do si-guinte
EXrEblENTE.
I ni ollioio do secretario do coverno acoinpaiihando
copia ila roceita o despez da admlnlstracio do patrimo-
nio dos 01 -phos que liira rrqiiisilada pela asscinbla
Vipiein fe/, a reipiisieao.
I m ollioio do Sr. deputado Manoel Toixeira Pcixoto ,
participando que mi comparece por so ochar iucom-
moilado. lutrirada.
I ni requerimeuto do nlnnoel Pereira da Silva dele-
gado da comalea di* l-iores 0111 que pede que se mar-
que iiuoia suilii iruir para pagamento da quantia ui-
j."-1 U! 1HI rs., que gastoil cun os prrsos pobres. A coni-
missiio de orcameiito,
Oiiiio do sUyioel Lupes Vianna, em que pede una
ratilicnco pelo tempo que servio interinamente de
Inspector do algado. A' COlliniiSSUti de oroameulo o
l'.ueiid.i.
Li -se o seguillte parecer :
r .los Mara de narros brrelo allega que como
delegado do termo de Nazarcth trm fornecldo aos prc-
; pobres do referido termo o neeessario sustento ,
deldo o 1.a de di'/einliio de ISi'2 al o lim de jiinlio de
\Mi, na importancia de seleceutos o novo mil uovecen-
101 o del ii'-is [709/910] o pedo que osla assenibla au-
lorise na le do orcaitlClltO o pagamento da referida
planta, listo que o goveruo e tbesouraria seleein re-
cusado ailto, eom o fuudaiueuto do mi bavor qnota
vol.d.i, 011 sullioiriile : so bem a eoiiimsso de orra-
menio reconheca, (pie 11 despeza em questo uo fura
llltorisada pela lei todava atleiideudo sua naliiro-
7:1, o lius que a commWsu reeonbecc roconinienda-
veis por leuden 111 a favorecer o proteger aos iufeli-
zcs presos : lie de parecer que o reqiieriiueiito soja la
ii-i avelmenle deferido. Sala das eolUlllissdes da asseiu-
l.li-a I i de abril do 1845. I. /'. llfCtcl ilOHltiro
l.i'iim -- M. TaqHci.
li. approvado,
Segu so a (liscuiso do parecer adiado da sossao an-
leei dente a cerca do reqiicidinento do cidadao alea
I.aliado (Vid. o Minio 11. S|.
(Cnnliiniar-nr-lia).
C 1) I! H K I 0 .
COERESPOXDENCI! Ili OID.MiK I! PROVINCIA.
'ludo no mundo ( excepto a viriinle) tem lim. Teve
pois lim a eleicao para mu senador por esta provincia ,
r o resultado da apuraran foi sabir Um Tumiin 11a cabe-
ra du rol i' Olltro Tuliuiio atmdr Nu quero dizer :
qiirm qulzer, que adiviuhe. Agora he que so ha ib
ver o I10111 e o bonito : i-artas o mais carias apparoce-
r:i, e iiesses di/o tu, odiiei 011, eis nova biina di
amigas comadres, e no olho da ra puros verdades !
S 111I.1 I .ii/.i.i so mella no lucio, pulque na vll'gCIU (la paz
uo neredilo elli s.
De luir em lima Dos luolbora, Quaudo o mofo
acaba iiuii o uosso algodo, eli que surge a lembraiifa
de, em lugar dessa baga lo I la que so vai acabando Icr
mus kiclllllhoi de seda Sr o bicho aoaba eom oalgodo
di- para e oUtro bicho a seda : pague rom usura o mal
l.oino nao ser bonito 1 cunos os nossos inalutus coin
ooeeas de seda ele.
diiEiimiiica!
US,
A poliliea de ciinrili iti'ni vai prodlllilldo os sous binc/i-
rus resultados por todo o imperio : a violencia, a iiumo-
ralidade eo bacamorte leem sido acrtelo que a loni
constantemente acompanhado, e os mrios que tem sug-
glido a perspieai ia lili alto estadista, (Jilo, para ludibrio
da 11.11 o, o por desgraea uosso, lu- o (befo do gabinete
une ostensivamente dii igc os negocios pblicos. O Cea-
i.i he disto 11111.1 prova viva o irrooiisavol ; o Sr. VaiCOU-
nlios, digno delegado da poltico conciliadora, o dcil
inslriimrnlo (lai vliuauca do sonador Alomar, I0111 le-
vado 11 o j mili provincia os principios da poltico que
segu, .1 mais completa applleaco ; porque a urna intei-
ra iiiversao.dita conclliacSo, rene a mniscrassa ignoran
ia e proverbial linbelicidnde,
LilOllgeadO Inrpriiirnlo de boiiiein politieo o de sabio
pelo peridico t'iaelidiide, assentou nqui lie estadista, la
eslola o da escola do Sr. Alenla Torres, que para (in-
vernar a provincia, que lila estlidamente llic lora cuu-
liadu, 11:10 prcciiava mais do que de sen iuitlncto, o qur
coiisegiiiudo o iriiiniplin da chapa para (Irpulados ge-
raes, qur Ihe fura enviada da 01'irle, liulia proeiuliidu a
sua patritica missao, o bem uiereoido do poli, oiubora
para sle lim coilflagrassc a provincia, armasse o braco
do pacifico, o levosie a coustcrnaro o desespera 1101 in-
da a parte.
Nao salisfeilo de baver do haver (loiniltidn dos luga-
les da polica C da guarda nacional os cidados mais
preilaule c honeilos, o (pie maior garanta oll'erecio
do amor Ol'doiu o de respeilo s lei-., chailtou para
aquellos lugares, uo os homens mah Influentes ecou-
lidrradol du sen partido, como lora do razo, o o fuera o
liomein de sonso COJIllllUlll, o que foiso capa/, do avallar
a sua posii ao, mas jirccis Hlenle os mais insignificante!,
aquellos que, pola sua pusieo o precedentes, orao lutel-
unmi- iiic.'ipazis; o paroslos os proletarios, qneneui
ao un nos podi.io pagar os einoliimoiitos da patente Mas
Isto rra neeessario, porque sd bonicos drste quilate po--
dio saiisia/u- os exigencias do presidente, o lser, ]>elo
uni da fraude oda violencia, trllliupliar a chopa envia-
da da curte, o (po ora repollida cun luda a iudignaoao
pelos partidarios dogovenio, que, conscios do suadig-
nidade, querio rscolher aqueliesque lulgro mais dig-
nos, o nao os que Irru a sua approiaiao, o eom a inaior
Ivraniiia Ibes impiiulia o ministerio, lirondoassi|u pro-
vincia as appareiicias da liberdadr da esculla de seus
representantes, o cobrindo-a de Ignominia o despiezo
Su tardrao de opparecer 01 resultados do medidas
tito nefandas : os assossinatot torm sido os preludios da
cainpinlia oloi'.oral, o os dignos delegados do Sr. Vas-
eoncellos vo aplainando as diniculdaacs, fazendo suc-
Climbir polo liacaniaiie os lionirn- do una poltica op-
pusla, r (pie podr iao obstar o triimqibii prrlrnilido ; os
lleslacailiriltOS que por tuda a parle vai espalliaudo o
Sr. \ asroiurllo-,, aillos do 111 iroar o (lia das rh irnos, Ir00
asseguror os mcios precisos para triumpho dos candida-
tos ib, governo, eom iuieiro exclusao dos da opposlco,
que, contando 10111 una maioria inmensa, o as syinpa-
lllias de qnasi toda a provincia, oslan quasi tura (lo com-
bate, porque non be possivel resislir ao bacamarlc diri-
gida pela policio, o apiado pola forra do governo. Na
comarca de Inbamuns, 110 curio espato de Iftdlas, so
euiniiiollerii 13 ass.issinalus, quasi 11111 por (lia; nada
Urania se leem perpetrado 10 rui iodos os punios da
proi uicio.em que leni penetrado a conclliacSo do Sr.Vas-
1 oneeiiiis, tem apparecido o inesuio resultado, o eipecl-
liradaiiirnlr as roiiiairas (lo leu o Calo ; por toda a
liarlo be lima Cruzada do aiiassiuo contra o eidado llO-
neslo : he a vinganca do auaichisla, do proletario e do
sicario contra o cidadao que ten a infolioidade de per-
tenec- ao partido ordeiro, ao grande partido da provin-
cia. Lis o estado acluafdu lloara ; cis os nucios da od-
mluisiracno do Sr. Vacoucellot anda sao preludios,
incenslos da polica, que, desassoinbrada c protegida
pola forra publica, vai caminhando para o triumpho,
para a aniliquilacao dos adversarios da poliliea actual,
pois que de oulro modo nao podoro consogui"
lilis. Vai sondo salisfeita a patritica re .'omine
coimnifsao, que exclua os legtimos represe
renecs.
O governo lia do vencer 110 Coar, enibora manchado
do ungiic ceareme, o cobcrio de todas as maldicoes ; o
que Importa islo porcni ao estadista de Macah, 00 gran-
de partido nacional.' Uo do vencer ; o assim fita salva
a patria, o satiifclto o padre Alencar O son digno pri-
mo ha do sor deputado ; bao do sor excluidos os adver-
sarlos do padre Alencar. Honra porciii soja foita aos
briosos Ceareniei, que, alrarez do hacamari!', da poli-
ca a das violencias empregadas prlo mais feroz caniba-
lismo, uo desaniparo a lucia, c.cmquanto nao forem
exterminados, cmquanto nao forem repellidos pela for-
ra bruta, lio do disputar a viclora, nioslrar ao gover-
no, ipianin lie dilhcil sulfucar as rotea do un partido
numeroso, c que ploila pela sua libordade, polos seus
diroilos, eom a mal profunda ConvlCcSo de sua loica e
diguidade.
Os propiios assetlas do goyerno looin levantado vo-
ZCS de ludlgnoco contra esta chapa, que se appcllida de
ferro, o que excluc toda c qualquer competencia, que li-
ra ao Clcilor toda a libordade do votar, onibora nos seus
paludarios, nos que Ihe mcrrceni mal confianza o syni-
palbia ; Islo 1111 sino nao lio permiltido ; a provincia nao
tem volitado, lia de lujeilar-ie abjectaniciilo aos dicta-
mos do ministerio ; o drpuladoi bao de ser deslere uo
da provincia. Nao he possivel levar o degradaeo c a
corrunciio maior auge Nao he possivel haver mu go-
verno que mais falsee o syslcui representativo, c que
mais rudo golpe iU- uimoralidade e aos dircitos de um
povo llvre, ,
0 Sr. Jos Louronvo decidido govoinisla, c que direi-
los inconlostavois liulia de ser leinliradn pelo seu parti-
do, que lie a do governo, tentou entrar na luda, mas
esinoreteo ; rccoiibecco solemnemente que nao era poi-
-iiil Indar coiilra a Ijraiinia do governo ; a guerra he
indlsiincianienle lelta aminos e lillmigos ; sa voutade
o os dctame! do governo sao os duminadores. Kilo rcti-
rou-se, oppellando para toinpos mais folizes, 0111 que po-
dosso haver oloirau lino, em que a provincia podosse
exprimir um voto, que nao fosse dictado polas bolonetas
e bacaiiiarle ; mis taiiiboin appollamos para este lem-
po, o conflainoi que elle apporecero.
Tonniiamos esle artigo, |ii'dindo a insersao do mani-
fest do Sr. los Loureuro, oslo manifest nao precisa de
eoininonlos i falla mais alio do que qiiaesquer conside-
racCH'l que poderla lazer ; he a prova mais decisiva do
ipiaiilo bovemoi ponderado ; he o mais solemne estigma
do ministerio actual.
A chapa dos candidatos ,i doputarao geral publicada
pola /'idelidade 11. 13 como son competente comento,
lio .1 seiilenra da uussa exclusao seuloiira proferida,
diz-so,polo governo, o que, segundo o opiniSo da reda-
co, deve ser fulmente cxeculada. l'eriuilla-se-nus
porni appillarilella para os dignos clcilores da provfn-
(ia cuja docisao smente nos sulmieltonios resigna-
do. Entretanto he inislcr que ic nos emenda antes
de ludo. Nao gucri'iaillOS caiididalo olgUIU, pois nao
venios nossa chapa mu s nonio que deshonro o vol da
provincia ; pelo contrario reeoiihecoinos eill lodos os
eonteniplados mullo mrito reconhccldn capacidade ,
guardando alguna bem pronunciado! aflelcei. Mai,
isio nao obstante esperamos, que olios mo condem-
nein, neiu laxem de exagerada a pretenefio de apresen-
larm-noi coin ellos no campo da candidatura caspi-
rar-inos agora O vnto da jirovinoia.
Podemos mili bem ser victima da illusao do nosso
amor proprio ; mas s ella he competente para dccl-
il-o,
Por oulro lado coiihecenios boje a (losvaiilageni dt
um oondidato que nao tem em leu favor ai roooinincn-
darnos do governo ;mal seria descunliannos da bon-
dade de nossos dignos comprovincianos que teem de
exercei las Fuuccoes da soberana so deicorocoasic-
mos e nos rotirassomos da arena S(i porque na corte
nao nos coiiteniptro ; accroscoiido que mis dosvaue-
ccnuis inulto mais eom una volaro qualquri que es-
poulancamente nos d a provincia do que coin a clei
Cllo lUggerida pelo poder.
Nao se mira porni que dcsprCxaillOS as rrcoinen-
daedes do governo; n.io ; hnurai-nos-hio polo contra-
rio e al aproicilanios a occasio para Ihe agradecer-
mos a Iciuhrauoa que nos consta Uvera da nossa pos-
Soa (piando so Iralnii de organisar a chapa : porin re-
peiimoi, cuuiiamos demasiado no carcter llvre do nos
sos comprovincianos, que, 10111 duvida'recouhccidoi
pela nossa desiiilercssada dedieai o pi los serviros de-
uodaiuenle prestados em longos anuos do crueis pade-
clmentOS uo consentirn jniaii, nilC sooonlirinea
sentrnco injusta da nossa exclusao ; c lito quaudo mais
iireessi'dado lomos do lamanlia Importancia para Ihe
podr prestar um mu grandeicrvico, Sim ; a provln
ola para qnein apellamos dessa exclusao ajulxando do
UOSSO mrito de nossa lealdado o deiliiaeao como cu-
tender proferir .1 sua sonlonra.
Frllxincutc nossos coinprovliicianoi eonhccein-noi
de sbelo ; nossos principios nossas loudoucias politi
cas nao sao equivoca! ; o glorlaniO-UOl (lo Icr sidu mar
lir, coin luda nossa familia, das ideias boje triuiuphaii-
tei.
Se algueni nos perguantarquaes os serviros qui
preslamus ; ipiaes os nossos saei lirios ; quaes em suui-
ina o uosso uiailyrin ?Nao esporo que Ihe responda-
mos....; calar-nos-hemoi por certo, porque o uosso
mor proprio sabe ceder a modestia, que multo pre-
samos.
.Mas srinpii- diriamos que lio preciso uo ser Cea-
reuse 011 rnuTo querer zumbar do mis para se nos fazer
una tal pcrguiita I! ou i-nio mandaramos, que olla
fosse foita osse celebro liVini cojo nonio vemos boje
imposto aos nossos correligionarios ; aquellos a qilcui
oile por sua ndole perversa opprimip o iilliajou ; a
aquellos que o nao podein anda iucarar sem a mais jus-
ta das ndignarrs.
.Yin dirruios que so qui escarnecer do nosso parti-
do recoiuiiicudaiido-lhc lito odiosa mpplcncia; porque,
e ni vcrdailc uo lomos razo para ISO ; mas sontiiuo-
nus auloi isado a dizer que os l-eareusos os vordadoi-
ros 1 biinaiigos so infamad coin srinellianle clciro. Ao
menos lembrarcmos aos clcilores, que forem do nosso
lado, que um sii vol se quer dudo a esso algoi, que
iu gratuitamente sem o reienlliueuto de alguma uf-
fensa recebida oppriniio e colirio de opprobrio e de
ultrajes a infeliz viuva de meil desgranado o nunca cs-
qureido lio o Sr. Joo Facundo de Lastro .Menoz.es ht
a sanrao a mais solemne das atrocidades o infamias foi-
tas as mais delicados correligionarios que sacrifica-
ra o seus commodos inloresses c a propria. vida poi
amor dos Otilios. Uli nos, victima da oppresso, o da
Iniquidade; neis que sotlrcnios, e anda boje sentimos
coin luda a nossa familia o coi religionarios a pona ir-
repaiavel do maior do mais leal dos nossos amigos, do
mais estrenuo defensor das nossas liherdades ; mis qur
uo rocuainos que nao empallideccnios nunca ante pc-
rigo alguna, quando tiiihaiuoi de defender os dircitos
dos nossos concidadaos espesinhados, do acensar os
seus inexoraveis perseguidores; nos que, indo delicado
ao partido, uo tiremos 1111 mira inlcrcssc algmn parti-
cular iii'iii o predominio exclusivo de nossa familia ;
nos preterido por qnein uiandou arrastrar ao mais im-
iiiuudo carcoreda corrccco nina dissolada viuva, e lal-
vez .. pelos asiaisinos de leu infeliz utaridO...: nos an-
teposlo; uo; regeitado para sor preferido un atroz,
perverso luis, un perseguidor gratuito, que nao con-
tente en) fazer tantos ultrajes desgraea, a essa victima
Innocente do mais criminoso rauoor, e iiijustavinganea;
que nao contente do corcal-a de desalmados esbirros,
clausura no mais estreito calabouco da casa dos corregi-
ris o respeilavel o venerando aneiao, o mili digno capi-
Io-iur Joaqiiiiu Joa barbosa, que para inaior llagei-
d:i
sua extremosa e mullo virtuosa consorte!!!. .; nos as-
sim preterido havemos de guardar fri silencio, podere-
mos sollier resignado tamaita e to degradante preleri-
co! e oiiibiioscorreligionarios.os que rcoeberao irrefra-
gaveis nrova da nossa baldado, bao de consentir em la-
manha injuslifa I E daro. porque alguem, sem intc-
reiic'algum publico, pode que se vol -em um hoiueiu
loo perverso que todos os dias pode renovar a lenibian-
iiedacao da ca de seus escndalos, a perseguieao, que loza nnoooii-
iilantcs cea-cia desvalido, seus ultrjese insultos; elle que laz alar-
de de guardar 1011 posto de hostilidades contra os cbl-
mangos; que eicarnece de nos dequein espora subinis-
so estpida ? Nao, os Ccarences looin|bastaute cons-
cibucia do sua diguidade para nao so suliincttrom a ta-
in.inlia Infamia. Quem o rrcommendou, sem duvida, ig-
nora o que nos tem feito o sanguinario ex-proinolor da
baha. Tomos visto um partido por conveniencias polti-
cas, por esquecimento de paasadas ollensas dar sen voto
cmquein Ihe lizera guerra; las eslraiiliamos, ignora-
mos .iue jamis se dra tamauha importancia a UlnaU
goz, a un verdugo da Innocencia, a um inslenle perse-
guidor, e que de mais a mais alardea de continuar a ser
oque tem sido, e que espora oceupar a tribuna pala de
la escarnecer de nos, c detrablr a reputocio dos boni te-
i-nces. .
Soja Fieirao, digno comparir do famigerado Jacaran-
, deputado por nosso lado!! Por Dos, renunciamos
a nossa patria cuveigoiibado e confundido... Coin a inai-
or dor do nosjo coraeo uo nos pretarcnios mala de ser
Uearense.
Se porin o uo formo! nos o escolludo; se nao moro-
cennos o voto da provincia, nao farcinos tanto, conti-
nuaremos a sor Ccarense, mas coin a dll'oronea do ser-
illos UiuCearense inullisado, repudiado e oondeninado
por seus comprovincianos a tornar ao exilio d'onde viera.
Cidade da Fortaleza, 19 de marro de 181.1. Jote /.uii-
reneo de Castro c Silva.
P. S. Ja so achava no piolo a expOlico que acabis
de lr, quando umpeniainento me occorreoo de nao
ser, anda que involuntaria e inderoclainenle, a causa do
sollier quulqucr destroc a chapa viuda da corte coin sen
apndice de .'! supplenles.
Esto peuiamento calou at o fundo da niiuba alma,
e por isso resolv ceder de mlnha,lnda qucinujusia.prc-
lencao, de meu pensar mili razoavcl, sacrilicando-ine
outra vez anda, cu que eom lauta Icaldadc e dcsiule-
resse me expuz a todos os riscos por amor da patria e da
liberdade; cu, cujos dircitos, nao contestados, fui ex-
cluido da chapa, c anda... (agora o sel) aluda da farlura
de 3 supplenles ( algiins cldadios icconiinandavcis, nonios deseuuliccidos,
011 de horrorosa recordaeo !
Deipedindo-me dos ineua comprovinciano!, dos que
me uo csqueceiu quando se trata de oleger os represen-
lautos de nossa malfadada provincia, cu llies agradero
o interesse que por inini se dignro mostrar relativa-
mente a dopulaeo auteccdcudo-ic cni me ollcrocer
todos os votos do que podessein dispor, sem que lives-
sem ainda recebido cartas iniilias exigndo seus sulfra-
gios.
iluda, Ceareniei! quando ebegar a poca feliz,
0111 que possais exorcer loda a vosia soberana ; quando
pela evidencia rrcsslivel da lgica doi fados intiina-
incutc vos compenetrardei'da Ideia de que lie preciso a
iodo o cuito reanimar, dar importancia someute aos que
labein anlepur aos sous privados Interesad os Intcrcises
publico! ; quando cbogar o (lia em que possais premi-
ar OS que p.111 lirio vossos padecimenlos o perigoi, os
que se nao sabein subtrair eomproiuelliinrntos
sacrificio alguin por amor da patria ; n'ossa poca lito
aliuejada qOe no lardar multa pola precipilaeo que
vo tomandu os aeoiileeinieiilns do nosso paiz; pida mil-
lid.uli- a que se pretende reduzir os mais dedicados ser-
vidores ; quando possais mostrar que uo sois ndill-
reiiles aos sacrificios ; quaudo 0111 suinma tivordos assaz
libordade para ropollir coin manfestaeo de udgiacao
publica o nonio oxccravcl do um Vioirao ; nossa poca ,
Sis., desojo, que por eonsiderao nenluiina, srja exclu-
uo das urnas ceiloiaes ; espero ser cleilo V0SS0 repre-
senlanle. Deste modo bem compensareis a dr da viva
saudade que 1110 traspassa dexaudo a provincia sem sa-
ber alo quando : C procurando de novo o lugar do ilion
exilio esporo encomiar o iiiosmo acolhiinonto a ;>ro-
loeo que mis dorao os dignos o honrados l'csqueronses;
proteco que nfto contamos ainda segura na ierra onde
uasci no ineiii dos ineiis prenlos que uo teem po-
dido conseguir a piiuiro judieiaria dos aSSBSSinol do
melbor, do mais leal Ccarense d'osses inexoraveis san-
guinarios que eom escndalo publico cxoreein altos
emprrgol tirando a lioueitOl pas do familias aos
que so sacrificarlo pelas ideias boje Iriiiiuphantcs o
pao adquirido por lungus anuos de bous snicos.
Eu inullisado o repudiado (Miando lodos os nossos
correligionarios 1110 deieiob por seu representante : eu
que neuhuma deslealdad coininelti, que icuipre u
ineSIIIO denudado Cearonso nao leilllO oulro desojo que
no soja o engraiideciiuonlo de iiieu paiz !! Ab !... oh .
VOS desdltOSO amigo, lio infeliz, que por amor dos Oti-
lios pe (lestes a vida ; vos cujo respeilavel iiuine jomis
se riscar da memoria dos que nao livoro oulras vistas
seiio o lutereiie publico ; vos cuja alma (levo ter rece-
bido o premio dos juslos ; vos que leudes penetrado al
o mais intimo do meu coraeo, e (pie tendes visto a niil-
lidade a que se me procura cuiidomnar rccibii l uo
muralla dos que anio .1 patria o que porcll.i se ex-
pfleill as amargas porlll justas qneixas dequem snllro
una prcterlco revoltaule,c que nao pode viver no Ccara
cuiidoiniiado aiiiillidae sem colisa aigUlua poder fa-
zer a bem dos que geiucui, o chorno os malos da pa-
tria. J. /.. Cuito c Silva.
liu dia de verdadelro prazer surgi, c ahrilhautnu os
nossos hnrisontos. Urna aurora, inatisada de sa liras, c
too 111 un mis.1, como oaslro mais refulgente,doixou cahir,
de sua orvalhada madeixa, o precioso minio, que o eco
nos enviara. Dilosa viuda (uo lautos bous nos au-
gura !
U dia 7 de abril que he para nos una pagina de
gravissimas reeordacocs, voio onclicr do jubilo os bous
l'crnambucaiios, que, firme! ciu sous principios, c beis
ao iliioiiu, e coustiluiro alinrjo coidi.ilnioiile a
pi uspn id.ulr do paiz,ondea Providencia Ibes destinara o
berro : sim fui nosso dia, do consolaran, e de regolijo,
que se cclebioii nosta cidade o f.iuslissiino nasciiiioiitu
ile S. Alteza, o .sorcuissiuio Principo Imperial.
O Exni. Sr. TtaOluaz Xavier Carda de Almoida, ac-
tual presidente dosta provincia, c asss couhocido por
seus senlimentos de ordoni, e de palriolisiuo, nao eco-
noinisou os mcios, que linha sua iMsposieo, para pro-
mover a inaguiliccucia, e lu lim delta augusla loleilllll-
dade. Un lUmpiUOSO Tc-I)cum teve lugar lio uioueio-
uado dia na igreja uialriz do S. Antonio do Hocifo, pelas
II lloras da manha.
0 pomposo, c brilbanteapparato dos corpos milita-
res, postados pela 1II1 11 u .ida nialrizjo rebombo da arli-
Iharia, as inudulaeoes, e cnticos suavissiuios dos sinus,
o asseio das ras, o alindo das classes, aa acclaiiiarrs
festivas da populacSo, ludo ciu fin signilieava o conlen-
tamonlo.c eulbusiasiiio, que a lodos cleclriiava.
0 leiiiplu.uiagiiilicamente ornado, oUerccia aos ollios
umapcrsprcliva risonlia.e ao uiesuio lempo niagoslosa :
suas paredes scinlilavao eom o ondear de liuissimos or-
natos, o todo elle se achava lindamente lapisado
A esta sc('na de prazer, e de rrligio se diguarau de
assisiir o Exm. Sr. presidente, e S. Ex. Reverendlsslma,
o .sr. bispo Diocesano coin ludo o clero, que so achava
na cidade, assim como coneorroro as pessoas niafs gra-
das c dislinclasdac.ipil.il : os cheles de todas as re-
parlicos eom os sous respectivos oJciacs : os corpos
lillerarios, e scieulilicos da irovineia; todos os cnsu-
les das uaedes cstraugrirai, e os benemeriloi membros
da assembla legislativa provincial, (blando, poini,
lodos apiiili.ulii.eui turno dos aliares, so preparavao pa-
a renuerrili ao Todo-Poderoso justas aeros de gracas,
poiviao extraordinario, eprospero luccesso, lubio tri-
buna rvaiigoliea o orador da solcinnidade, o Sr. vigario
Prancisco l'orroira II ai uto, que, api zar do apuro de
sua melindrosa saude, ofl'creccra ao nobre, e esclareci-
do auditorio, nina cloqucnlissiina oraeao, coi que abun-
ilao os mais conceituosos, c bollus pensaiuentos, <{iic
III llil/l i ......-----------------------1 -|----3----------------- ----0--- ----------------------------------------r -----._ j------------ -------, -j----
lo licaiucoiuuiuuiravel iciu poder ver por iiiuitosiiMaes|poderio caber ao assuinplo, 0 auditorio conscivou-se


3
cin profundo silencio, c un prazcr inincnso transluzia icom o capilao Antonio Ferreira Nunca na preja do Coni-
jia face de iodos.
Concluidas, pois todas as ceremonias religiosas o
Exiil. Sr. presidente aconipaiado do Exm. Sr. ZVispo ,
c de inais pessoas para istoconvidadas, se dirigirn ao
palacio do governo onde.cm nina sala capafoaa c de
antetuao preparada, leve lagar, peante o venerando
llusto de S. M. o Imperador o solemne cortejo pre-
cedido de todas as formalidades e terminado tos trans-
portes do mais vivo praier e de arrebatadora harmona
los livmnos nacionaes modulados pelas imisicas de lo-
dos os balalhcs que postados ein frente de palacio ,
sollavao, no nielo do niaior onlhusiasino vivas Pos-
-ii.i de S. Magcsl nlr que respondan as lilas marciaes,
om salvas de alegra que simultneamente troavo de
todas as fortalezas.
Kis-aqui por tanto un passo que inulto dever
rea loar a gloria dos l'ernainbueanos, c purilical-os da
injuria ali/., cinc Ibes lora irrogada pela desmedida
impudencia da erdadtiro Regenerador, que, por aventu-
rar expresses c doulriiias incendiarias e indecorosas
i objeelos liio venerandos e sagrados, nao cscapou
vigilancia, e perspicacia das Icis, cuja salubridade ser
.seinprc o correctivo de quem quer que as violar. C.
Le.loes.
Publicafo a pedido.
Sn. redactores. A pregunta que pelo scu Diario n.
70 fui publicada acerca de podereiu, 011 nao, os maos
da veueravel ordem 'i.' do Carino assistir, de habito
inicuo, aos actos ilo respectivo convento, sem que a el-
les coniparecesse a mesa regedora, rxcltou-me o desejo
le folear os estatutos daquella contraria ; e como all
encontr! una diiposico, que, bem longo de fulminar
penas aquelles dos irmos,. que assim proceden), pelo
contrario as decreta para os que dcixarciu de acompa-
nhar a procissao de >cxla-Fciia-Maior. vou rogar-Ibes,
ligueni-se de traiiscrever ein seu jornal a citada dispo-
bieo, para eonheciuieiilo do publico, e a lim de que,
vista della, lique sabendo o Sr. I'enetrfo, actual director
los nrgocios da ordeui, que a expulso, com que tamo
procuro intimidaros uovicos, cabe elle e aos demais
que o seguirSo rm seus cnprichos, e jamis aos irmos,
que, religiosos, c liis observadores das regias, que se
Kugcllrao ao tomar o'escapulario da virgem do Monte
/'ailucilo, se nao fiirttiriin um lal aconipaubameulo.
O J.cigoda Cruz.
Cintilo 33.
Procissao de Se.rta-Fcira-Maior.
Acudirn a este convento todos os irmos da ordem,
para irem na dita procissao, coiu os seus hbitos intei-
jos ; e os que l'altareiii, sendo moradores c achaudo-sc
presentes na cidade, se Ihe nao adiuiltir desculpa, salvo
a de dneute, constando ser verdadeira, e serao logo ex-
pulso* da ordein, sem uiais adinoestaco ; e da mesilla
norte todos aquelles i|iie, sem urgente causa e liceiu;i
lo padre couiutissario, se retirarem da procissao sem
'lia se iccollier primeiro ueste convento ; para o que
mandamos a todos os irmos da mesa, que sao, e ao dian-
te forem, ein virtudc da santa obediencia, que nao dis-
simillem, nem passem por scmelliautcs fallas, mas pro-
cedi, sem rcspciln de pessoa, contra os (pie coniniette-
reui na forma que disponios ncsla uossa le ; porque nao
he justo, que quem velo buscar a ordem para se salvar
iiielhor, falte aquelles actos, nos quacs resplandece mais
a piedade e devocodaquelies que a ella se reculhem.
1=0 corrector Oliveira far leilo da mobilia de IWi"
familia prxima a retirar-se para a Europa, sendo a mo1
parte qUOSi nova! sexta feira 18 docorrenlc as l hora1'
da maulia, na casa do Sr. Aultincs,ltimamente cdilica-
da, na ra da Sansala \elba n. ii, c por dclruz da casa
comuicrcial dos >rs. Joo Keller & C. (
1= U. Iissrrre t C, faro leilao por nlcrvenco do
corrector Oliveira, de 19 excellentcs ijucijos grandes do
Gruyere: quinta feira 17 do correte as III huras da ma-
uliaa, no seu ariiiazem ra da Scnzala.' ((j
2 >. O. frieber Si C. f.r/cui leilo, boje 10do corren-
te s 11 horas da inanliaa por iulcrvenro do cndor
Oliveira, de velas, ferro, ito. do patacho haiiibiirguei
Cari Adolph, em o forte do Mallos, arinazeui de Jos Au-
lonio da Silva \iaiiua.
20 abaixo assignailo esta pioerdendo inventario dos
bem perle'iieenles ao casal a rcquciiniciito de sua mu-
Iher Francisca do .Nasciincnlo d'Albuq'ucrque Waudcr-
ley por estar drvoreiad.i do ailllUIK'iaulc por scillenra
do jni/o eclesistico, c como existetti credores do dito
casal o aniiuncianle por este avisa aos luestnos credo-
res para que liatcui qiiauto antes de justificar BSSUas
dividas pt'l jui/o da prinicira vara do civel cscrivo
Magathaes ou usar do direito que lili s compele, poi-
que devcni saber que nos inveularios uao se separu
benspara pagamentos de dividas senao sendo iuslilica-
das, e qnaudo os credores dciprCZl ni esle aiiiiiiucio o
aiiiiiiueiaute usara do direito que competir.
Joaqun! Antiniin de S, liana l.rssa. (Ul
I-l1 ma ni u I he r branca de bous eos inn es se ol i'rece liara
servir em casa de alglllll lionicui solteiro, leni a habili-
dade uecessarli para bem dcsempcnliar iodo oservico
que ss acliou o qui:er restlluir, pode annunciar ou
dirigir-se a | raca da liu i -vista n. 18, cu a ra do
II spicio n. ii, que se gratificar eum 50/ri, 13
a- l'ncisa-se ti i uai ealxelro para venda e que
da niuina lenha lUlficlenU pralica sendo de baa con-
duela, a Blasmo que 6 conbeclmenlo; promette-sc um
lioui ordi nado ni rui do Aryorloi n. 17. (1
'2 A pesioa, que aiinuotiou querer (aliar a Fran-
cisco Joto de Souia, dltija-se a Solidada indo pela Trom-
pe lado direito, quasi ao p da Igreja casa n. 7 ; ns
mesilla rasa su venJem psdo rosa AmaliaO, do ou-
(ras muila-qualid ido?,
3 Alugi-te o segundo andar da casa da ra Nota
n. S ; a tratar na loja da mesmi casa. (i
.1 F. Duprat previne ao publico o pariitul.imen-
deportas dentro'; quem a pretender, dlrija-se a ra'date aos rs. loglslat, que nm se responsbilisa por la-
a visos diversos.
COMME^O.
Alfandejja.
Jteudiuieulo do dial.........6:100/081
Descarregait hoje lti.
IrrigueScandcrltcg farinha.
irrigueTemeraria inercadorias.
Barca Miglitingnle dem,
l'a tacho Adrianoideni.
Sumaca.Yoiu Carlotal'unioe cliarulos
Muviiieiitu do l'orto.
Vni'/oj entrados no dia 15.
Buenos-Avies M das, galera americana Mosson liarney,
de -.liu toneladas, capil.io Francisco Scott, ei|uipagciu
15, carga couros salgados, passageiros !), ao eapito.
Aii ilion, pois seu destino era para New York.
Cosa da l'alagonia ; leudo sabido de Sag llabor ha 19
meses, barca americana Marras, de 283 toneladas, ea-
pito Shcrmou, eqiilpageni 24, carga aseile de peine:
ao eapito.
L)ei laracao.
2 O administrador da mesa da recebedoria de ren-
das geraes iulernas avisa aos eolleclados dos bairros do
lleeife, Santo Antonio, Woa-visla c Afogados, para que
venbao pagar o imposto de baoco de 1844 a I8-5, e o
iiiesuio avisa aosdouos das l\ pographias e despachantes
da alfatidega ; pena di'se pioccuara execulivo. itecc-
ln doria, 14 de abril de 1845. Francisco Xtir L'aral-
laati de AtbuquerqW. (8
Avisos manlnnos.
I'. T. Giieiin, capilao do navio francs Orean, ai-
ibado este porto, ollirece una parte de sen carrrga-
meulo, a saber : cerca de 1110 toneladas de salitre, e 3lll>
saeeas de algodo, poueo inais ou menos, pelos por-
tos de S. Malo ou do Havre, aos navios presentemente
a carga ueste porto pelas coudicoes inais favoraveis que
forem oflerecidaS. A tonelada de salitre ser calculada
aiaiode lUIIOkilograminas de peso, e a do algodo a
raxao de 400 ditas, sendo ludo lato pago sobre o peso
recouliecidopela alfaudega de Fiama, no porto do sen
destino. As pessoas a piein este negocio convier, de-
venid comparecer na chauccllaiia do consulado de
Franja desta cidade no dia l do coi rente s duas horas
da tarde, com suas olleras cm carta fechada.
1Para o llio Grande doSul partir dentro em
pomos (lias, o brigue Fiel, eapito Mauocl Mai inio
Ferreira recebe carga .i fretc e esclavos ; assim como
para passageiros ollerece excellentcs comiiiodos: os
pretendemos Iratemcom o dito eapito, ou com Fumi-
no Jos Fclis da llo/a & Ir. na ra do Vigario u 23. (
2 Para Lisboa segu com brevidade o berganiini
portuglicz Tarujo l, de priuieia marcha, forrado r enea-
vilhado de cobre ; quem no iiiesino (juizer carregar ou
ii de passagem, para o (pie ollerece excellentcs couiino-
dos para passageiros, dilija-se ao eapito .Manuel de Oli-
veira'lanceo, OU aos consignatarios Hiendes & Oliveira
na na da Cruz ii.'J. (7
3--A barca Mara segu para o Ass ale o dia 18 do
corrente, recebe carga e passageiros para oquetem
mu i tos bous comuiodos ; a tratar com L. G Ferreira fc
t ., ou com o eajiito. (4
2 Para as Ibas dos Afores segu, no dia 20 do cor-
rente, o velen o e superior patacho portuguez Utireira,
com excellentcs commodos para passageiros quem no
iiiesmo quizer carregar, ou ir lie passagem, dilija-se ao
eapito Antonio Germano Soarrs, ou aos consignatarios
Mendes St Oliveira, na ra dat.rus n. 9. (8
2 Para o Itio de Janeiro segu com brevidade a SU-
inaca Perola, forrada de cobre, capilao Francisco Nicolao
de Ai.i njo ; quem na niesina quisrr carregar, irdepMs-
s.igi-ui, ou embarcar esclavos, dirija-se ao seu consigna-
lai lo Manuel Ignacio de Oliveira, na ra de Apollo i,. 18.
ou ao eapito, na praca ou bordo. (0
2 Para o Porto saldr coiu a major brevidade pos-
sivel o brigue lioa-riagem, de superior marcha, forrado
c rncavilhado de cobre ; quem iioinesmo quizer carre-
ra O CLAMOR PUBLICO n. 3 achar-se ha venda s
3 horas da tarde; na praca da Independencia n. (i c 8.
2lloga-se a pessoa que pedio certa quanlia ein di-
nheiro sobie penliores de ouro no dia O de novcnibro
de 1844 cm casa de braga K ( ampos na na Direita
n. 22 que haja de resgalar os ditos pciiliores no praso
de oitodiasa contar da dala dcsle alias sero vendidos
para embolso do amiiinciaiitc valo ICr-SC linalisado o
praso. (d
3=Ofl'erecc-se urna miilher porlugueza para servir
em alguiua casa de pouea familia: na ra do Cabug,
luja u. r'j
1 = Antonio Joaquim Conralvrs (iulinaies retira-
se para lora do imperio. (1
1 = Precia-se de um boin cosinheiro; no bole-
qoim da ra Larga do Rozarlo. Na mesilla ra n. 27,
coinpra-se um molequc coiu principio de cosinha. (3
= Queiii precisar de urna ama para todo servjcodc
portas para dentro; dirija-se a ra das Crtlzes, parede-
nieia do sobrado onde se concertao chapeos de sol.
Km couscqiifiicia de mu aviso que o Sr. do enge-
uho Cainaeai v de Jaboalo se srrvio fazer ao publico pe-
lo Diario ii. /;',. d'uin csckivo que uo seu eiigenho exis-
ta o abaixo assiguado loma a liberdade de levar a pre-
senca do uiesiuo Sr. os scguiules siguacs de mu escravo
que,ha 4 anuos, anda fgido ; Malinos estatura liaixa,
Nielo do eorpo oflieio de eonoeiro e teni um dos den-
les superiores aberto j teill fgido inais vezes i
(piando o faz intilula-se torro muda o noiiie e ale o
dosSrs.; fui de Mal ia da Couceieo viuva do linado
Mariano, e boje peneiice a Francisca Fiiiiliad'AlbiKpicr-
que Marauho, viuva do fallecido Jos Carueiro d'Albu-
querque Marauho ; c se o mesiiio Sr. julgar que pelos
signa, s apresentados coiifruiitados com as resposlas do
scravo elle da indicios de ser o de que se trata lera
neate caso a bondade de mandar mu portador a ra da
Cadeia do Recite n. 4l), dar essapaile. aoude sera pago
de todas as despezas (pie se lizereui ; nas se pelo contra-
rio assim mi acontecer, nao precisa o niesiuo Sr. lo-
mar o iucouiinodu de mandar resposla alguina
Joaquim Qoncalcet Vaico.
=A mesa.regedora da irmaudade do Apostillo S. Pe-
dro desta cidade ruga tudas as pessnas, que se acha-
ren! a dever loros a mesilla inn indade de vireiu pagar
dentro do praso de tres das cmanlo da data desle, o
que eslo a dever do contraro passar a mandar co-
brar judicialmente sem excepiiio de pessoa algiima.
l=Jia barca dos liauhos ha una caita para o Sr. Car-
los fallanlo Murlel. (2
r=0 abaixo assiguado cm resposla ao aniiuueio do
Sr. Constantino Jos Raposo inserto cm o numero 82
desle Diario declara ter o niesiuo Sr. cumplido boje
15 de abril) o pagamento de l:0."i0#IH)0 rs. luidos pelo
Sr. Raposo ao anniiucianle e ein virtudc do referido
embolso,rcsgalou a letra q' por garanta dista divida hava
aceitado o Sr. Joo da Molla botelho ao auuuiiciaute.
Franrisro Fduardn Altes tintina
Os abaixo assignadosfascni publico que separaro a
sociedade que tiubao qucgiiava na liriiia de Paiiaseu
St Costa, licando o socio l'anasco com o estabeleciinento,
e obligado a liquidar todas as dividas eoulrahidas atli
do corrente anuo t-in uoineda extincta lirina e o socio
Costa se estabelceeo na mesilla ra com os fundos qu
receben da uicaina sociedade.Manoel Panasto de Souza
tirito.--Manuel Aires da Costa,
2 Alguiiia pida forra ou captiva, ou iiiesmoalgu-
ma pessoa que quizer vender no mato unas miudezas,
boueeas, llores, tuneas de meninos, dando lador sua
conducta, dirija-se Moa-vista ra do Coillvello u. 97,
que lamban da a quem ijiieira vender na praca, pagan-
do-se a veudagein. (Ii
2 Na fabrica de papelo das Cinco-Poiltaa u. 33,
acha-se grande porniu le papelo prompto, de diversos
nmeros, o inais bem fabricado no pai/,, e por preponais
em onla (pie ein outra qualqucr parte, dando-ae prefe-
rencia a quem lomar ponao anillada laiiibeiu tcui pa-
ra veuder'caixas, pelo modelo francs, para cha|>os de
hoiuein, e eaixaa pequeas para coixetea, c um papa-
galo routra-feilo, (pie falla sollriveluieiite, ludo purpie-
fo coiuuiodo. Na mesilla coinpra-se elleclivamcnlc apa-
ras de papel, papelo, e toda a qualidade de papel, pa-
pelo e livros vemos, e paga-se por malar preco do que
em outra qualqucr pane. (fi
2Nos dias 18 e 22 do corrente nica se bao de ar-
reinalar inlallivilinenlL' os alugueis da casa da ra do
Jardiiu n. til); quem os pretender comprela a porta do
juz doeivel da 1.a.vara,Silva .Neves, na na i\ova, debai-
xo das condicoes constantes do eaeripto cm poder do
porleii-o Scira-Giaude. (ti
O Sr. Vicente Jos de (arvulho,
aniuiiuic sita iiitada para se llic Callar.
2 Manoel Vicente Ventura c os dous lilbosGil Vi-
cente e Antonio Vicente, subditos de S. M. F., retiro-se
desle imperio. (3
2Precisa-se de quiuheiitos mil res a juros a dous
por cenlxao uirz com hypolheca ein una asa terrea li-
nce desembarazada, que val um cunto de ris, ren-
de oilo mil ris por mes; quem qui/er dar, dirija-se a
ra da Roda u. 18 (4
2--Precisa-se ilugar una pela para andar com tabo-
leiro de fazendas; quem quizer alugar, aiiiiiincie ou di-
rija-se a ra de lionas u 12. (3
2 Marta do Carino Paiva, viuva de Joo Amaro Viau-
na da Paz, lem justo a venda da sua casa sila na ra de
Sania Rila-Nova. (A
2 Quem precisar de um caixriro para venda do que
lem a platica neeessaria; e outio ollicial de cbapelciro
lile tem dous a tres anuos de pltica : falle na ra
do tollegio venda da esquina n. 2.. (4
2-A pessoa (pie aiiuunciou por este Itiario ter una
eserava para vender para lua da provincia, dirija-se a
ra da Cruz u. ii. das III as 2horas da tarde, para tratar
do scu ajuste. (4
:'. ii aliaiMi assiguado roga por obsequio ao Sr. Jos
Luis da Silva Guimaes que se o escravo que o mesilla
Sr. anuiiucia estar ein seu poder Uveros signaes seguin-
tes: he de mediana estatura,represenia Sfi auno- de Mar-
de rosto redondo eorpo reforjado fallas maunis e
os ps e dedos grossos o mesiiio eaoravo he de Angola,
uoiiie da Ierra dclle S. Thom ; o abaixo assiguado j
mu mi na raDireila.ede l fui que o dito esclavo desap-
parecro estando Irabalbando em una padaria do
iiiesnio abaixo assiguado ; assim roga ao Sr. que exami-
ne bem c que sendo seja o referido escravo, de o man-
dar ao inesnio abaixo assiguado moradur no pateo da
Santa Crus, padaria n. (i, ipie,>alm de pagar todas as
despesaa le licar sutuinaiuantc obligado.
Manoel Joaquini Lamas. (10
2No becco do padre Lobato, iravess.i de Sania The-
resa casa n. 4, cose-te toda a qualidade de costura, e en-
goiiiiua-sc com prefci(o e por prefo mais comniodo du
que du outra qualqucr parte: na niesiua casa tcui un
gar, mi Ir de passagem, diriia-eerua do Vigario, 1.a an- moco que deseja-se arrumar em alguui negocio, menos
dardo ii. 11, fallar com Francisco Airea da Cimba,ou I vejida, botica, oupuUaiia. (f>
Cadeia-vcllia u1' 29, que Si dir quem he a piclciidcii-
te. (i
1 Desaparecen no dia 17 do mes p. |>. una canoa
mcia abena, curia, piulada de cinseuto por dentro, e
prclo por fora, leudo em cada nina caverna da proa e po-
pa) nina cavillia de ferro em ambos os encolaiiienlos, una
subposta, por causa do bicho le brocado os iiiesnins en-
colamculos, advci lindo ipie estas subposlas nao vo de
lora para dentro,sd aim apparecein poi fra;a pessoa que
della der noticia, ser gratificada, Btras do llicalro ar-
maieimdc laboas de plnlio de Joaquim Lopes de Muni-
da, ou ein Fura de Portas 11*00. [10
Perdco-se, da ra Imperial, alea ra Nova (b-
senlos e ciiicoeuta mil rs. aendo nina cdula de 2IHMIKK),
da a/a branca basiaule usada, com o corle do lalao
or cima doalgaritmo, coma firma as costas, de Pc-
reira c una de ('incenla encamada (aun o sigual vi-
sivcl, de um taco soldado sobre a figura | CSla lie rn-
nhecida pelo Sr. capilao Padilh.i, e aquella pelo caixri-
ro do Sr. Jos Peres da Cruz, e Sr. JoSo Tarares ( on!
ro : roga-se a quem as tiver adiado ou sej;io oficie-
odas para troco, ou pagamento, de ter algnnia cqni-
dade com o abaixo assiguado que cslc alm ta re-
compensa liu ser eternamente grato,
Francisco Jot da Casta Campcllo.
1 Precisa-se de alagar una casa lenca, UO bairro
da Koaviat, que teuha commodos para familia quin-
tal cacimba c baiibo : quem a (ver e quizer sin-
gar dirija-se ra da Madre dcDcOS, annaseiii de
Costa S Onofre ou annuueie.
A eugoiiiaileira. da rila do Cotovello n. 18, faz ver
aos seus fregueses que ella anda nao dciXOU o liaba-
Iho de engouimai ; espera nos seus l'rrgueiea que con-
tinenla Ircquculnra sua casa; pois eugoinma por mullo
borato preco, vestidos de senhora, com enfeitcs a 240
rs., c sem clles a 100 rs., camisa de liomein 4o r. ,
calcas a Su rs.. c outra qualqucr roupa por dlinlunlo
pre\o.
O Sr., que aunnneiou no Diario de lioiitem pre-
cisarde um caueiro para venda e que lenlia bastante
pratiea dirija-se ra Direita, deposito deassurar,
u. 58, ou auiiiiiicie sua inorada para ser procurado.
I'iccisa-se alugar um preto para o ser vico interno,
C lser as compras de nina casa eslrang iia com pouea
familia : quem llver aiinuncle, ou dirija-se ao 2." andar
do sobrado u. 28 airas da matriz da Hnavista.
Aluga-se o segundo andar na roa larga do Ro-
sario por cima lia botica do Sr. Bartllolonu o II, 'Vj : a
tratar com Jos ClaudillO l.eilc no 3." andar.
\ pessoa que dsela fallar a Francisco .los de
Souza dirija-se ra da l'raia de Santa Hila u. .17 ou
ra do Crespo loja n. 23.
Coerca e Freitas fizein seiente ao respi lavel pu-
blico que dissolvro ailligavelmcillc a sociedade que
tintino na loja de mudc/as na ra Qlicllliado u til ; Ii-
cando de boje em cantea casa, debalxu da firma de
Carlos Joo deSoUsa Concia.
2 Aluga-se por anuo um grande siio em i'ienilii a ,
com (Vente para o i o Capibaribo, c fundo para a estrada
confronte o vlvrro ; couleiido .livores de Inicio plaa
de capim para 2 eavallos elfeelivus, e bastante terreno
para qualqucr outra plaanlo cercado e murada com
porlo de ferro : a casa de vivenda be excelleillc nao
S(i pela bella vista como pelos grandes euniuiodos ser-
viudo por isso para numerosa familia, sendo terrea be
basiaule elevada e uiuilo moderna : lem de fenle 7
pollas em o niesiuo fundo (pie lenle e loda corrida
dejauellas pelos oiloes: aeha-sc preseiilemeute pintada
de novo ein una das salas lem oratorio proprio para
eelebrar-se missa (piarlos para cscravofl e feilor ; ga-
linlieiro fechado grande eocheira e estribara paia .i
eavallos: icm duas cacimbas ejardlm, ludo de cale
lijlo : acerescendo ser inulto periodo lleeife pela que
deve preferir-sc a nutro qualqucr lugar: no lleeife, ra
da Coneeii o casa u. .VI, 2. andar. 1*
2 Deiie Voulu & C.J iiiudiu a sua residencia pa-
ra a ra do Vigario u. 3. 2
2 Ollera c-so una ama para una casa de pouea fa-
milia : na praca da Independencia n. 7. 2
2 Carlos Monleiin Teixeira faz ver a qncni COII-
vier que COIIiprou 0 venda, da ra da Santa (.luz u. 3 ,
perleneente ao Sr. Jac Neh com OS fundos de 0811^9711
rs. para 0 desobi igar de 7294755 rs., para cuja deso-
bi iga o dito Nek passou ao dilo Teixeira lima letra a i
meses de 42(iiin rs. como consta do balauco, c d'iim.i
desobliga, que en Icixeira Ihepassei.
LOTERA
de \. s. do LiVramcnto.
Que pichincha '. Seis cotilos de ris pe
lo mdico puco de oito mil ris.
As rodas tiesla lotera andao mprcteri-
vclincnte no dia 28 do concille, ou anlet
o a exiraccao or conlinuando, pois que
so resta um |>ct|tiFiio numero de buhe tes,
os nuaes aeliao se venda no hecife, na
rita da Cadeia luja de cambio do Sr.
Vieira, ein Sanio Antonio ; na ra do
Collegio loja do Sr. iMenezes ; na do Ca
liug, botica do Sr. Aloreira 5 rm do Li-
vni:ii( ni", botica do Sr. Chagas ; no alct-
ro da Hoa-Visla, loja do Sr. Jaciulho.
A ollicina de eneadernaeao que o
l'adre Francisco Cuclho de Lemas c MI
va dirige intidou-sc da ra Bella 11. 4$
para a ra de S- Francisco 11." 06, 1."
andar. Fila acha-se provida tle ricos l'er
ios de duurar magnificas placas de re-
levo cxcc-IIcntes ionios, e inarroquins
de (odas as cores roiiiotpic pode exe-
cntar as mais elegantes cocadernaedes
que se exigirem, qnr inleiras quer t ar-
tnn.'id.is ; e o processo tjttc eniprtga no
applicar c bruir o ouro torna o sen
dourado de nina permanencia inallivcl.
A msala ollicina seencurrega tambem de
hroxar quaesquer obras iinpiessas com
a pcrl'eicao yk rouiet ida to publico e a
mili preco moderado.
2 Perdcr3u-; de.-de a praca da Boa-rista al a ra
da Cadeia du liedlo, 18I# u, ein cdulas ; a peasos ,
/ei das que ein seu iioine poitl ir lomar qualquer
pcssua de sua cosa. (4
3l'recisa-se da qun.tia de 4:000.yUUU rs. a risco
rnarlllmo, para pagar oseoneettos do nano do com-
meroio llanibuiguc, Cari Adolph, espillo M. I'nns,
o qual viudo do Lio de Janeiro, com destino paia llam-
burgo ni i ii.,>.! a i -le [i i i.i ; as pessoas a quem esle
negocio couticr, pdein eotuparecef no consulado lla'n-
burguez la da Ctuz n. S, Uicafeia'IS do'crrenle,
ao mel da. 8
3 Curios Hardy, con. laja de ouiites no Atierro da
Boa-vista n 68,acaba dereceber l suiiinenl" de diversos
objeelos de ouro como Iranaelina de relogloa, boiocs
de abertura tid.'n c,os do ultiino goslo MMOleUl ,
brincos rnuilu luidos para Senhora e meninas, e pre-
tende vender ludo por prrca u.uilo barato. (ti
.'! Quem precisar da um liomem para caitviro de
tenda do que lem bstanle pratiea dirija-se a ra
larga do Rosario o. 29 queso dir quem be. (3
5 Oabaiso aasfgoado teicntea todas as pessoas,
i,ue ln m pii.biires i inpe'ilia.lu- na maoilo abuito BS
signado quu no praso do l.'> das da dala deslo os
Bo tcsgalar, do conlraiio o abaixo asstigoado pa>sa-
a tendel-oa para pagamento de suas quaoliaa.
Jos Souns l'niiii l'iiiiiiii. ',6
d Precita-sa de um caueiro, que luulia platica do
tc:da ; qtu-in eitlver ncstaa ciretiuiitaociaa, annun-
cle paia sir procurado. |3
3 Bernardlno de Ambropy IIjlinnu, vai com sua
Senhora pura o liio de Janeiro. {'I
4 Aluga-to um pequeo sillo a margen) dc.Capi-
Laiibo com casa de \(tonda, o por preco muiocom-
uio-io ; na ra do Aguas-verdes n. SI. 3
7 Aluua-se una ca de dous andares na ra da
Mocda u. 9, com commodos pt,ra grande lamilla e he
batanlo fiesta ; aiallat na iua do liotplclo o, 11,
com Preicdes da Fonscca Ceutlnho, ,4
i- Prensa S8 alugar um moleqUe que saiba cosi-
nharo fater todo o bertleo de urna casa do dous mo-
cos solcitos quem o titer c quuer alugar annuncio
per esle Pinna. (4
IPrecisa-se alugar um prelo bem possante, para
lodo o seriii'.i exterior e Interior de urna casa na Lid*
geeia d. .'; hotel listar. 3
I Aluga-ae por prcen milito cominojn a rasa do
.Msnguinho n 33 ruin (i quailos o cQsinha lora cam
logSo Ingles, grande quintal rom carimb ; a tratar
na tua do Aragao n '.'. 4
Precisa-16 de um caiteiio que lenha bstanlo
pralica e seja muiio diligente para urna venda; na
Mundo Novo, ra do S. Francisco n. US,
I Precisa-se de um feilor para um Sillo porto des-
ta praca ; quem so tenar ncttai circunstancias, diri-
ja-so o pra(a da lioa-tisla n Sg, 3
i o primeiro do crtenle mea desapparecu do po-
di r do aboiso Bisignada um Africano de nomo Jos,
alto l mi ladino pouea barba m.'i pronuncia boa
estatura; cale Afiieano ealeve pri.nelramenle ao ser-
vico do senlior do engolillo do llrum d.-pois passou ao
do Sr. Ilamede no Kocfle anda eslere cm poder de
oulra pessoa alegue da cadeia passou ao poder do
ainuocianle, que, ignorando cisas precoaoncias arru-
matou-ilie os ser ticos; quem o condotlr ao aununcian-
to receler (Ojia. /'. J. Cardo'o, (S
i |)i-co dinbolro a premio sobie penhoros do ouro
ou pila misino cm pc.|UeDBSquantiai; na ra das
TiinclnfiHs n &0, primeiro andar S
t_ Precisa-ae arrendar um cilio, com casa de tl-
venda aindi que esta seja pequea piefere-so perlo
da prava c que seu ptejo nao exceda do lOOfUtlO
a 120A is ;no srmaiem de moltiado- n. 11, par baixo do
sobrado do lleverecdo \ ig'riu do Itecile. |5
i Manoel Francisco Cuclho las tlente ao publico,
que iiiuilou a sua residencia o aula do grammiliea la-
tina e portuguesa pala a ra larga do llosano n. 35 ;
segundo andar : quem de leu presumo se quizer utili-
sar dirija-se a casa a cuua declarada. (5
l__ Preclaa-to de um eaiiilro para lomar cunta de
urna tenda : c lombom do um poquono para a inosma ,
na ra do Hospicio n. 34. (>
i Aluga-se urna grande casa para urna ou duas
familias, por ter um olio e oseada independenle ,
cosinha lano om balso como em cuna quintal e ca-
cimba, na ra dos Copiares, chamada do Jardiui; a 1ra-
(ar na ra da SenzulU Nota n. 7. .4
O r. Pbilippe Benlcio Catalcanti da Albuquer-
quedinja-so a ra-Nota, nja do allaito n. 3,para Bndar
o negocio quo sua mono: nao ignora principiado a
IScie Agosto do 1843.
Podo-se ao Sr. Jote Tiburcio Valerionno de No-
ronba escrivao na tilla do Rio Tormoso que baja de
mandara resposla da raila que Iba loi remedida pelo
correio, om Janoito do corrento auno, na ra Nova,
loja dealfaiatc n. 32.
Podo-se ao Sr. Augusto Carlos do Lomos, que
mande a resposla da caria que reoebeo da ra No-
va loja de alfalate o. 31, do contrario nio lenha
quena da uuo Ihe poHI apparocer.
__ ("ma senhora de bous costumes maior de SO
n0O3, que sabe coser cbu, boular, fater lavarinlo ,
ler i eeereeer fazer ptio-de-l bolos, podins, pastis,
massas ee todas as quulidades so ollerece para ensi-
nar oslas habilidades insta praca ou para senil de
companliia cm elguma casa do lainilia dando-lhe so-
mente o sustento o alguin visluano om paga do seu 1ra-
balho ; quem de seu prcslimo so quizer ultlisar, diri-
ja-so a'rua da Caldnrotro n. SS.
Offorecu-se una ama parda com tnuilo o bom lel-
te sem filbo do lugar do S. Lourenco da Malla ; na
ru do S Bom Jess das cnoulas n. 8.
o abanto assntnado faz saber ao respeilavel pu-
blico que so a( ha com propoicAei e pralica para admi-
nistrar qualquer negocio ou cnuonbo e loui pralica
nira dar dlreccoes para later assucar o ago'ardente e
de lodo owrfieodo paiz ; quo.n do scu semeos se
quizer utilisar, annuueie par osla Mlia e da fiador
a sua conduela. Anluiit'oiJvsc da Costa.
I lleieulaiio A. Jos Manoqiiiin embarca para o llio
de Janeiro o seu escravo Kstcvdo. (2
, Precisa-se de um ealxelro de li a IQ anuos para ven-
da : no pateo do Hospital n. 1 i-
la isa-sede um caUeIro para venderjmo com
uiaprcto ; no atierro dos Afogados padaria i
Jcr pSo ic
ni '.''.,,


3 A pcssoa, quo annunoioulcr ICC
a juros, animarlo para ser procurada.
,
ni imn
Compras.
- Compra-so un par do brincos dn ouro dos rno-
i. sondo dos do colftca c obra boa sem falli;
no | rimiio andar desla Typografihia.
> Compr8o-ie 2 escravos, um earpioa, eootrn
podreiro, para uma nc immenda du Itio do Janeiro ;
mi la do Colleglo n. 19, (s
3 0'fnpia.i-se dual rotulas usadas; quem li-
vrr nnuncio ou dirija-se a Frs-do-Portas n. 86, ou
i: roa do J.ivrnmft.to n. 38, venda de junto au lam-
I 13o so dir quem precisa 1}
VcildaS.
^ I Vende-se merino* de cores pelo barato proco de l#
'?. ocovldo panno lino prelo do boa qualldade a 3/
rs. lies de quadros e de lis tras para calcas a 'ioo rs. o
rotado, brim trancado do lindo oscuro a 410 tu, ava-
ra c deliilrai a (i'ioe suo rs. corles de laozioha com
13 corados a'J?40e iSOO ra. dltoi de casta pintada
a ixoo rs. encovado a lio rs pecas docambralas
bardadas com IO jardas pelo barate proco de 2240 o
a 280 rs. a vara corlea de cambraia adamase-idas a
4400 rs. ditas de listras a .'"OU rs. ditas lisas linas a
'h' '* lencos de teda a 1440 is. ditos para senbora
a 1380 rt. petas de bretanha de rolo com m aras a
'i rs. chitas de assento branco a ; <'o rs., ditas es-
curas floas a 160, 80o o 240 rs. mal ni tranco (no a
200 rs. o covado bicos e rendas de todas as larguras,
e outras mullas lasendas barata*.; na ra do Crespo
". 15, luja nova de Antonio da Cunlia Soares ('mina-
rnos. ([-
I vende-seum prclolrabalhadr deenxada;n:, na
do Qoeimedo, lija de lerregens n. i. 2
i Vende-se, ou trora-se poruin mt.ltquc, ou pre-
ts anda sendo de rucia Idado, una parda de 25 a 30
annoa recolhida que la? todo o s. rvico interior de
nina casa ; na ra Augusta sobrado de um andar
... 94. 6
I W'iidirn-so unas lasendas du fiado em Corirri
Vellios ; a tr.itar na ra da Aurora u. 'i, con. Jos Ja-
cinto oTa Silveira. 13
y Vonde-se um eicravo do nacao bom eanoelro,
3 ditos de oscilo, proprloi para o ser Ico de campo;
um pardo do2 annos, bomcarreiro um dito da i>
anuos, ptimo para pagem ; uma escrava com bonita
flgura boa coslnheira o engommadeira faz bem lo-
varlnto e pSo-dc-l ; 3 ditas da idado du 20 annos ,
con. bonitas (guras COSinllo bem o ordinario do urna
casa eengommOo ; un. moloquc do naci, de idade do
46 annos todos de mullo boa conducta e d."io-so a
(intento ; na ra Dlrclla ... 3.
1 Vende-se urna bonita parda recolhida do Ifi a
annos, perleita engommadeira e costurcira
la Je 20 annos, com mullo bou. leltc
llho sabendo eiigomruar e
un.a "puta de lodo o servio
:
1
Je man-
i UII
1 pela
l
. por
loa
cosinliar pciftfilameitte
multo b:.a lavadeira o
quinlandeira ; duas negrlnbas de loa i 3 annos, sa-
bendoj cosercm multo bem, e mullo bonitas ; um
|. rio de 20 annos, multo reforjado, perfeltoconoeiro,
o lio d" lodo o lorvlco ; na ra Dimita n. 81,
1- Vendo-te um eicellonleearrinho de 4 rodas com
o? competentesarreios, o urna parelha de cavallos ,
moito/unsosebetnnsioados ; na iua da Cruz n. ]
t 1 Imelro andar. i
I Vndese urna venda na Boa-Vista cm mullo
b tn local e bem afreguesada com o fundo de 1:1000
1^. melado a vista o o resto a preso; tamben, s Ui
y oc:o a troco de escravos; na ra Nova n. 63 si
' fe
" 1 Vendo-te a historia da legislecio de Portugal, pa-
servir do ioslructflo ao cstudo de diroilo patrio pe-
1)1 .'.-Ilio da iioolu bulo du Colmb.a i v. ; na
:3r da esquina da ra do Colleglo. 4
I No deposito de lerinha de mandioca na ra da
loS. Antonio, o. 19, vendo so Cariaba d
ca deboaqualidado pela medida velba
i -i 0 s tendo 1 m tacca a 1800 u sOOO rs. ,
da ova a 20IIU o ^'i'D rs.
Vende-se a niais superior tinta de cscrever
ojo commodo ; rio pateo do (armo 11. 9? e na
Livrami n(o lo|a n 34.
Vcndcm-se sspatoi da couro de lustro para me-
nas a ISOO rs. ditos para minino-, a 710 rs. ditos
para dito maleros a 3240 rs. ditos para senlioia o
2100 is. ditos d:' marruqulm para meninos a 6"0 rs. ,
..ios para senbora a .'so rs. ditos de duraque a 8i>o
. borzeguins gasprados para senbora a /.# rs. di
para bornela 7?U0, beterro de lustro a y7 rs. ,
loques do seda a ? e rs. chapeos para senbora, d-
dl0eren.es tures a o, 6c*"/'- calaos de flores para
ditose para caneca lilas de seda lisas u luvradas di
ssasqualididts, uvas de pellica para horneen o
i/rs., ditas de dill'i rentos cics para senbora a 12; u
is. ditascumprldasa2400 rs. ditas com enfeiteaa
3000 a 4/ rs. dita:; cuitas de seda a 56!; e I ;' rs di-
las comprfdas a 1600 e2/rs dita-de lio da Escocia
para bomem a (.So r..., irullja ,jc tl/[u>l a 3ou ,. a Vd
ra peulea do marflm para alisar a 1200 t'.o e i6no
rs. ditos de bab ia a 480 is. balaios pequeos a 240
rs. cadaum, sgulbas dancetas emcalxinbes cartel-
ras a 320 t AUUe 480 rs. pontea de baleia para prender eabe'io !
com guarnteco duuiada a 2/25O0 e 3/ is. llusouras
para unhas o para costura multo finas a do rs. car-
tetras para elibelra mullo superiores a 80o rs., penoas
de ac de muito boa qualldade, camisas e ceroolaade
mola muito linas linha de carretel branca a 40 rs. a
diuia, gargantilbat prelas de mistanga a 500,800, ('o e
1/, ucovaa para falo, cabello e denles, muito Unas
lencos de seda prela para firavala a 2500, 550o o 800o"
rs. b.incos dourados de pad.oes mullo modernos es-
tampas de papel c du cartao de div.rsas qualidades
melas de el^tdao prela para senbora a 480 rs. ditas
para Padres a oio rs e um completo sortimeto do
peilumarias de ludas as qual.dades, rap Imperio
rs. para dar 2JVendo-so um escravo crioulo de 25 anr.os i
signe carreiro de bonita figura ; sendo para fura da
provincia so dar.', rnais em cunta ; na ra Nova toja
do ferrageni n. 10; a vista do comprador se dir o mo-
tivo da venda. (5
2 Vende-se urna obia do moral do Padre Monte,
em 2 voluntes por 16/ rs. ; na praco da Independen-
cia Mirara ns. 608. 3
2 Vende-se urna armacho de venda em um dos
molbores lugares da .Roa-vista ; a tratar na praca d
l'i a-vista n. !8. 13
'i Vcndem-se dous camarotes cada um com dous
tioliil.es, um porcao de arcos para banicas corren-
tes do ferro linas para apparclho de mastreacao do na-
vios dous amorates pequeos de Ierro, proprios para
qualquer barcaca 1 pecas de Ierro com carretas um
porcia de paos de pinbo do l'landres para mastreacao
do navios ou maslros de barcaca urna portas de pe-
dra para cordo c soleiras ; na ra do llossrio pri-
melro andar n II. 2 Vcnde-sc polassa russiana muito nova e de su-
perior qnaldade em barris pequeos ; na ra do Vi-
gario n. 11, prirneiro andar. (3
2 Vendem-se dous escravos, sendo urna ptima
prota engommadeira ootinheira rendeira ensaboa-
delra e bode muito boa conducta ; e.um prcto da na-
tao ptimo canoeiro; na ra eslreila do Rosario n. 34,
primelro andar. 5
i Vcndem-se alambiques de cobre um de 90
caadas ooulrodo 20 ditas, urna bomba de Ierro ; na
ra da Gloria n. 53. 3
Vendeut-ie IO pipas grandes vasias u bem lim-
pas, proprias para deposito ; na ra da Gloria n. 59.
2 Vende-se urna prela recolhida de 20 annos, en-
Kommadeira costuroira do corlar u fazer camisa de
homcm o vestidos de senhora borda o fai iavtrinto ;
3 di.as, que engommio, coslohao e laiem todo o mais
servio.) de urna casa ; duas ditas de meia idade por
:0o? rs. cada urna cosir.ho, lavo roupa e vendein
na ra ; uu.a nhilalinlia do- lo annos coih principios
de Labilidades ; 3 escravos ptimos para o imbalbode
campo; um molcque peca do 16 annos; um pardo
bom bolielro peiiein ; un. p.eto bom ollicial de pe-
dreiro de toda obra ; na ra du Crespo n. 10, prltneU
ro andar. uq
2 Vende-se um sitio com casa de pedra ecal, bas-
tantes arvores de fruto, duas grandes baitas paia plan-
lacdes o com pesio tulliclents para 11.ais do 12 vac-
ias de leito a fallar no mesmo sitio, denomiuado
Agoa-I'i.a estiada que vai para Rebirebe. 5
2 Vendo-se por Olh* rs. ou hypotbcca-se
000.*" rs. urna casa torrea grande de pedra c cal
ta em Olinda dclronte da Igreja de S. Thoiesa
casa lera duas salas, quarlos, cosfnha fra e
lo para escravos e ten. um terreno bstanle COOI|
do com alguns coqueiros no lundo do terreno lem em-
barque e desombague, banbo do agua salgada quando
a maro esta oheia e misturada quando tsl baixa-mar
o lem tambera aoa doce perto e boa lenlia do man-
gue e commodidades ; a tratar na ruu de S Rita do
ado esquerdo indo da nbe.ra n. J7, primelro an-
dir. ,,0
2 Vende-so una molcca de 15 annos, de linda
figura ; 3 prelas com habilidades, de 20 annos ; dous
pelos de 22 annos de elegante llgura ; urna parda de
:0 annos, com bastantes habilidades: na ra das
llores 11. 21 |5
-' Vcndem-sesaccas com muito boa larinl.a do
8
18
uma pre-
para triar, c com
pu.
, si-
, cuja
quar-
SOOli a libra c outras multas miudes'as por prfomui-
to commodo ; na ra do !utimBdo, lujas de miudesas
i.s 53 e 67.
Vcndem-se duas redes superiores, urna toalha de
avurinto, o crep de todas as (ores proprio para vesti-
dos ; na iut do Crespo n. t?.
Vende-se un. escravo do Jado do 18 a 18 annos
bonita figura ; na ra do (Jueiniodo 1. !)9 em casa d
Antonio da Silva Gusmo.
Vendc-seuuia porcao depalba
mar embarcarles bola-se no lugar
si cea para quei-
II1UI ClI'UaiCCUCS O.I1-0 O lUrflir OllC <1 lnlnn.,l.....
qulzer;p.dra da trra do muito boa, JS'ild.de Pe bo' tJSl P^t^\'ITtrUtT \
ta-se na'ob.a que se justar, a 700 rs. o p to lav.ao"* m!?'''8 TT *!2
ebrutaatoors dj; oo Wlpio d.T.l"pU LiViXT* P*
Vendc-se urna escrava de na(So Ar.uola de 2>
annos, engomma cose cilio, cosinl.a o diario do
uma casa clava do sabo e lem muilo boa conduela ;
pa Iruressa das Cruies n. 4,
Rio de Janeiro a 4400 rs. ou a 'is rs., ueixano a sau-
ea ; na ra do Apollo o. 18. (3
2 Vende-se urna canoa por todo o proco, mui
bem construida equasi nova eleva 10 a 12 pessoas ;
na ra Formse n, 1). (3
2 Vende-se cslamet.hs propria para habito de ir-
u.aos da ulem (eiceira du S. Francisco; na ruu do
Crespo n. r.i, loja de Carvalbo ^ Maia. 3
Vendeiu-so duas canoas abortas o bastante
giandcs, propiias para t.jolu', ou'areia e cm muito
bom uso ; na ra da Concelcio do Hecile n 5.', segun-
do ai.dar. ^
i Vende-se azeilo doce a 3520 rs. a esnada e a
garrafa a 480 rs. dito de coco a 260 rs. e a gariafa a
;(0 rs. hervilhas o lentill.as a 8.5'is. o alquei.e ea
so rs a libia, estrelllnba e poviJo para suupa ma-
caiin lel.ia, lalliaii.n cevadinlia de Franca a 160
rs, a libia say, a 320 rs. tapioca a lio is. pie-
sunto para Icmp iro a 320 e 400 rs. notes a 120 rs. ,
amendoat, peras, araruta charutos da Cacboelra
muito bunt, cha hlsson a 2400 rs. a libra ctipcolalo
a 320 rs. sal de Lisboa a 1410 rs. o alqueire da med
da seiba ; na ra Nova venda n 65. iu
2 Vende-se uma prela n ova sabe bem engom-
mar e cosinliar j ua ra da Amono, n 17. ,-
i. Vcndem-se saccas com milboa C50O rs. ditas
com urroi ^e casca a 3a20 rs. ditas de familia mui o
torrada a ti rs. ; na la larga do Rosario, venda n.
21, esquina quo vira para o quarlel de policia. (4
2 t ende-se a roslllaco o ra da Calcada com
leus per te. cea oensiua-suiodo osegredoda dila res-
Ula(iu a tratar na mesma ra ou na ra Relia so-
biado novo prximo a maro. u
AOS NAVEGANTES.
Vende-se, por mdico preco um sextante de
IMbor.i com grauacode platina sendo o nonitts do
10 segundos e mui bem construido com lumias pa-
ra observacbes inveisas ; urna completa colleccio de
mappaa da costa do Rrasil pelo liarlo Rottlo, dous
ditos de Noria um dito do canal do Rio da l'raia e
varios oulros dos Acores e cosa da Europa, canal
de Inglaterrae .Mediterrneo; 1 chronomelro de Frinch ,
e o restante da collccco das laboas lunares de
IK-arth para corrigir os t lcitos da parallaxo e refrac-
ciones distancias do sol a la ou da la as estrellas ,
tiadu/ldas do inglez por I!. C. Cintra ; de 200 exem-
plaret impretSOS em 1830 restan apenas 250, que se
moderad por medico proco ; o roleiro mar.timo de p|-
uieotel requesitas de Norie, Mui.tuela, bisloria Dal-
Unta viagins do Raro Cb. Uupin e uiun colleccao
vanada d. obras de dillerentes autores ingleses e f.-a 11 -
CAZOS, sobre navogatao, historia o conquistas marti-
mas; na Roa-vista, la Furmosa, casa n. II. f|?
3 Vendo-se um scllim ingle/ com pouco uso; os
la Nova loja ti. 10.
3 -Vende-so un. bonito escravo do 20 annos, bom
vaqueiro c trabalhador do enxada ; na ra Nova ,
loja n. lfi. 3
3 Vende-so ogo'ardenlo de Fran(a de superior
qualldade, e chegada ltimamente, a 2li'0 rs. a ca-
ada; na 1 ua da Madre de Dees n. 18. 3
o Vende-so na venda n. u8 da S. Cruz defronte
ds riboira da Roa-visla saccas com larioba pelo ba-
rato preco de 4200 rs. sem Sacco c lambem se ven-
novos propiios para
ia de casaos a 000 rs.
n.bos o borrachos ; no
12
2 Vende so chocolate multo bom e novo a 910
rs. cal moldo a 200 rs. ; as vendas do paleo do
Carino ras esquinas ns. I o 2. (3
.'> Guntinuao-so a vender os baralissimos corles de
vestidos de ahilas finas, com J3 corados e meio; a
2/c 2200 rs.; na esquina da uta do Quelmado n. 2, lo-
ja de Mauoel Jor (Joncalves. 14
3 Vendrm-se cortes de csssa-chitss finase de co-
res lisas a 2 rs. ditos dt chita a tCOO rs. pepas de
bretanha de rolo a 2? rs. algodao muito largo pro-
prfo para escravos u 240 rs. o covado, pecas do bre-
tanha de linlio a 3200 rs. chales de Ia muito encor-
pados a 2240 rs. brim Iraocez de quadros a 400 rs. o
covado dito a .>'U) rs. o covado coitos de cambraia
de cores de padroes muito modernos pelo barato pre-
co de 4.'.- rs. lencos para grvalas a 400 rs. chapeos
blancos sem pelo pelo mdico preco de 2/rs., fusles
alcocl.oados para cuteles a 3'.'0 rs. o covado, dito mais
Ono a -'.'io rs. dito branco a 640 rs., brim de llnbo
trancado branco pelo barato prego de 900, 1280 e 1400
a vara ditode quadros de cures a itiO rs. a vara
meias casimiras de quadros para caifas a 640 rs. o co-
vado e outras muitas lasendas por barato preco ; na
ra do Crespo n. 14, loja de Jos Francisco Inas. (14
3 Vende se um sitio perto da praca com comino-
dos para escravos, estribarla, Ierras para plantare
ter vaccas de leite ; lambem lem no mismo sitio uma
olaria com barro para toda obra, a qual est trabalhan-
do e ten. boa Iregoezia, ou Iroca-se por casas na pra-
va mi a dinheiro; taubemse receben, dous moloques
em pagamento; quem pretender annuncie. (6
3 Vendo-se um relogio novo, de ouro, com corren-
te e chave ; na ra estrella do Kostriu n. 47. 2
i Vende se larinl.a de trigo de superior qualldade
de Trieste da marca SSF ; no trinasen, do Jos R.
Pereira & Coinpanhia na ruu da Cadeia Velba na
esguiua que volla para o becco do Capia.; assiui como
escolente vinho da F.gueira em barris c pipas. (4
3 Vendo-se no armasen, de Antonio T. Rncelar ,
no caes da Allandega dclronte da escadinha larinha
de mandioca muito boa saccas de dous alqueires e
meio a 4800 is. e de Msg a 6'.oo rs. ou a tratar
com Fumino J. F. da Rosa A. Irmfio, (5
3 Vende-se uma prela da Cos, engomma e faz
todo o servico de uma cus ; o uma negrinha da 12 a
13 anuos coseefaz lavando ; na ra eslreita do Ro-
sario n. 16, primelro andar. ,'4
3 Vende-se farinba de Msg de. superior quallda-
de a 0500 rs. o alqueire com sacco ; velas de esperma-
cele, ci.egsdss ltimamente de Lisboa a 800 rs, a li-
bra ; no aicode S. Antonio loja n. 2. K
3 Vende-se um brafo de balanta grande com con-
chas de amarello e lerradas, com curenles de ferro a
pesos quanlus queitao ; na ra das Cinco-Puntas o.
160, que todo o negocio se faz. (4
3 Vendo-se um 111 oleque moco, de idade de 15 a
16 annos, com boas hbil dades e he canoeiro e de
bonita figura para pagem ; em Fra-de-Poilas no es-
tillen o du Ihomai Jos das Nuvea. (4
3 Vendem-sesuperiores cortes de cambraia, ri-
quissimos chapeos para senbora quo teem a boodade
do se abnrem e se lecbarem pur meio.de molas ca-
pachos ndundos e cumplidos esleirs proprias para
senhoras assentarein-se riquissimas mantas de seda
chales e lentos calvados e prelumarias castlpaes e
pal.leirus de casquinl.a ingleza supensorios du burra-
cha dito meias e uvas de llliliu da Escocia liquissi-
mas abutuaduras amarellssasmais mudernas, que teem
apparecido grrulas do Unta a mais superior possivel,
botina e muios ditos do Lisboa riquissimas laceas e
gallos do marliin slenles paia msica que teem
a commodldado do se lecharen, e abrirem chapeos de
sol do seda ricas mantas de seda para lioineiii na-
vaihasdocabo de marlim e outras multas miudesas
pur barato prefu ; na la larga do Rosaiiu n. 24. i:
0 CiIaRUjOSREUALIA.
Na ra da Cadeia do Hecile n. 46, ha sempre, a ven-
da um grande o esplendido suri.ment desles alarna-
duscharulus, vii.dus ulliu.ameule no vapor da Rabia.
10Vende-se sal du Lisboa em grandes o pequeas
purces ; na ra da Moeda armasen, n. 7. ,2
0 Vendem-se saccas cun larinl.a de superior qua-
lldade e por menos do que un uutra qualquer par-
te ; na ra ua Cruz armasum n. 54. (3
10 Vendem-se barris dusuperiur vinho da Figueira;
Escravos Fgidos.
lOO^OOO de graliOcaco.
A quem pegar a escrava Joahna de
nacfio Angola cor lula, que outr'ora
perteceo ao Sr. Mejor TNicoIo Tolenli-
tio de VaBiioncellos da l'araliylia do Norte,
a qual eirt furlada desde o anuo de 1842,
e consta aclisr-se em tima iazenda junto
Villa de Caico ; mas a pessoa que isto
informa n8o sabe o nomo da fa/enda a-
penas diz que os donos j sao fallecidos ,
e que a escrava icra cm poder dos filhos
menores ; c aendo certo, he esle o nico
meio do saber-se o nomc da fazeuda e
depois entao com facilidade a aprehen-
cao da escrava por ter um dedo do p
completamente aeijado, ou denominado
modobim. Esta escrava tem fiHios na
Parahyha do Norle: entregar na ra do
Sebo n'n, ou ao Padre Cbrislovo que
receber a gratiicao promcllida.
Cincoenta mil rea de gratificaco
a quem pegar a prela Eugenia, de nacao
Angpla, representa ter ao annos de ida-
de, estatura regular, he muito descansa-
da quando lalla, condiuio, qnantio fngjo
em 29 de Janeiro, uma caixatcom roupa,
por isso que se ignora de que truje ande ;
be bem condecida nesta praca pur ter si-
do do Sr, loaquim Jos Ferrara da Pe-
rilla, e quando fugio nndava vendendo
frutas : ha toda asuspeila de estar orcul-
la em algr.ma casa nesla praca por ter
toda a propensao para estar servindo
dentro de casa. Quem a pegar ieve-a
praca da Boa-vista, botica n. 3a, que re-
ceber a graliicaco cima.
No dia quinta feira 1 li docoirenlc
fugio 0111 escravo de nome Anlonio, na-
co Angola, cgo de um olho com a ea-
beca de um dos dedos pollegares cortada,
alto do corpo, idade de 40 e tantos onnos:
roga se aos capitaes de campo, ou as au-
toridades policiaes que o prenderos o
mandaren) entregar na ra do Vigarioca.
sa n. 9.3, qncseaogeiicrosaoienle recom-
pensados as suas despezas.
2 Fugio no dia l| do correle, as II horas do
dia, do lugar de Fra-de-l'orlas um molequo de
idado do 10 annos com 6 palmos do altura pouco
mais ou menos muito fula beicus puchados tem
un braco direito uma costura pouco abaixo do sangra-
dor ; levou vestido camisa de slgodaoiinho e calcas de
ugar
ao p ua Allandega c
nos urmatens de Dias Ferreira
na ra da Muida n ?.
6 Vende-so muito boa farinba do mandioca em
saccas chocada ltimamente do 11 lo de Janeiro por
prcy'u mais cummudo do que en. outra qualquer par-
te o saccas com m.Ibo de multo boa qualldade; na
la de Apollo n. 2, armasem de Gomes S, itmao. fa
Vendem-se casacas de panno
lino
J
no aterro da Boa-
coin um pequeo
por preco commodo
vista ti. 4 o.
Meios de sola
deleito que nadd inlltie, e pelo deminulo
preco de.is'200 cada um ; a tratar as lo-
jas 11. 10 c 12 da Viuva Cunlia Guimu-
res, sitas na ra do Crespo.
Vendo-sea mais nova e mclhor fa-
rinlia de mandioca pelo menor pceo
presentemente no mercado a bordo do
lliate S Juo e gatopci 1 a S. Anna. am-
bos lundeados deronle do caes do Colle-
glo, 011 etn trra no armasem de porta
larga, no caes do ollcgio julo ao bo-
tequim da Eslreila (9
Vende-ae esperro&cete de nova in-
vencao, garantindo-se ter a mesma luz e
duraco,quc tem o anici ica-io, a 5oo ris
a libra ; na ra do Crespo, loja ns. lo
c 12, da Viuva ( tinlia Cuimares.
DiretO Mercantil por Silva Lisboa,
e Oidcnatocs do lteino; vendem-se ua E-
rraria da esquina da ra do Collegio.
1 Vendem-se saccas de larinha de
alqueire medida velba reeentemente
chegada do Bio de Janeiro pelo litigue
Fiel, patacho Kalente e sumaca Perola,
muito alva e bem torradinha a tsooo rs.
com sacco : tambera se vende a muito
estimada e superior larinha de Mag, e
Sniuhi ; na ra do Crespaprimeiro an-
dar da casa n. 23. (10
Vemle-se uma prensa para copiar
cartas ; na ra da Cruz 11. 3t.
3 Vende-se uma prela de nacao ,-do 20 annos de
bonita figura cosinha o diario do uma casa, e vende
na ra a vista do comprador so dir o motivo da ven-
da ; na roa do ArsgSo n. 6 4
rlscadinho; quemo pegar, leve ao dito lugar, casa
ns. 88, ou SO, que ser recompensado. '(j
csappareceo no dia 27 du p. p. um molequo
crioulo ca de casa de nome Joao com idade de 12
13 anuos pouco mais ou menos, bastante magro,
cabeca puchada para tras olhos grandes rosto cum-
priduellso, dentes acaiiRuladus, beicos grandes, cos-
teludo, ps grandes e apalhetadus esperto, pega mui-
to no filiar em raiau de ter a lingua pegada ; fui com
camisa de algodaotinlio grosso do mangas cuitas,
calcas de casimira j rotas no joelho esquerdo, fui ven-
dei a larde, levou bandeja c toalha de brim de la-
varinlo ; roga-se v todas as autoridades puliciaes e ca-
pitaes de campo a prisao do dito moleque e enlregal-o
na ra da Roda n. li, que suro recompensados.
No dia 12 do correnle desapparecoo do poder do
abaixo assignado uma prela de nome Catnarina da
estatura baisa tem os ps alguma cousa apalhetadus,
representa 16 annos pouco mais 00 menos ; levou \es-
tidu dechita rouxo panno da Cosa e um balaio re-
dondo, destes que veem do Porto ; qu m a pegar ou
della tlver noticias, dirija-se a ra das Floral n. 23, tu-
dus s dias uteis, quo ser recomuensado do trabadlo.
Jos Auiunio Cumia Juniur.
3 No dia 8 de Marco p. p. fugio um preto don-
me Antonio crioulo, de idade de 23 annos eslalura
regular, ebeio do corpo baibado, cantos na cabeca ,
rusto redondo o bem tallante tem um calumbo em
um dos dedos da mao direila ; este escravo ful sempre
captivo do Sr. Joo Ferreira do Almeida Calado mo-
rador no Altinho termo do Bonito e boje he do Snr.
Jos Leonardo morador nesla praca do Hecife ; roga-
se a todas as autoridades policiaes ecapilaes de carnp",
que o virem prendao-o e levem-o a ra das Cinco-
pontasn. 71, que sero gratificados com 80^ rs. ('J
i Continuo a estar fgidos ou lu.lados os dous
moloques, que se auscnlrao no dia 18 de Marco, 1
de nome Candido, que represanta 21 a 23 anuos, re-
forcado rosto Iisj denles alguma cousa aberlos na
frente, e com o sigoal de um com IravessSo pe-
lo meio a cima de um pcito lol visto nos Alagados
no mesmo dia : e o outro de nome l'bilippe represen
ta 16a IS annos, secco do corpo, denles limados,
ps c maos grandes rosto comprido o descarnado, in-
tilulaS-se crioulo, porm o de outra banda; foi visto
no mesmo dia na ponte da t'assagem ; levarao camisa
de algodao e ceruulas de estopa; quem os pegar, ou der
noticias, dirija-se a ra da l'raia de 8. lilla 11. 43, casa
do Vianna que ser recompensado. 11
Fugio 00 dia 2 do corrento um escravo pardo ,
de nome Manoel, com os signar* scguinles ; cabell
pichaim de idade de 22 annos um tanto desn.aiadu
da coi o alguma cousa alaranjada baiio, de bom cor-
po ulbus grsndes e ap.tumbados, com principios do
barba sem ainda a ler leito ps muito Km pos bem
parecido ; quemo pegar, leve a.< engenbo S Sebastin
em Golanna de onde veio acompenhar.do urnas sar-
gal do assucar, e nesta praca desapparecco e consta
quo aqui anda intitnlado furru; seu senhnr alanuel (Jue-
des Gondim gratilicar, a quem u levar no dito enge-
nbo ou ni)! ta prava a Manoel Uoncalvcs ds Silva n
rila fia f'arluia .1,. II. .,.!".. '
ra da Cadeia do Itecife.
[II
PER*, j WATT. DE ftj. f. DEFAMA t8/,5,


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