Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05556


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Full Text
Anuo de 1843.
Segunda feira 14
O HAMO publica-sc todos os diasque
uo Cornil de guarda: o pceo da assigna-
tura he e4fn. rmrquartelswaosoja'taaMVido.
Os aniiiiiuios do* assignan(es sao Insrridos
a raso le 21) ris por linha, 40 ra. cni Ijpo
ilUcrcnlc, e as rrpcliciics pela metade.
Os que nao foinu assignantec pagaoBOra
por linha, 100 em lypu dillerenlr.
PIIASES DA LA.
I.ua nova a C as 5 li. e 21 mili, da tarde.
Crescrnte a 14 as 7 !ior. e 4 mi", da tarde.
La chela a 22 as 4 lior. i' J2 mili, da man.
Mingoante a 28as i lior. da tarde. ,
PAMIDAS DOS roi\Ri:ios.
(oianna c l'arali) lia. Segundas e Sextas fri-
Ikio C.rande do Norte, chega a 8 e 22. c parte
a 10 .- 24.
Cali, Scrinhacm, Uio Formoso, Porto'al-
vo, cMacrv, no 1 ", II e2l de rada inri.
(iai.inhuiis e' onito a II) e 'J i.
loa-Vista e times a 18 e 28.
Victoria Quintas cras.
linda todos os dias.
PltgAMAR DE IIOJE.
Prinicira as 10 h. e(i mili, da inauha.
Segunda as 10 h. c !0 minutos da larde.
de Abril.
l>l\s |\ SEMANA.
Anuo XXI V. 84.
M SegundaS. Tiburcio e Valeriano, aud
doJ.de l). da2 v.. do J. M.da 3. v.
15 Terca S, l aud. do .1. d'' l>. d.i t.' \.. e do J. dos Fril,
10 Ou.ni.i S. Engiacia, aud. doJ, de Di-
relio da 'A. vara.
17 Quinta S. Aiilecto,aud. do J. de Dircito
il.i i. vira.
IS Sextas. Galdino aud. do I. de Direito
da I vara, r do lili/ dot Pellos.
10 Sabbado S. Ilermogenes, Re., aud. do I.
de Direito da I. vara.
13 Domingo S. Igucx,
CAMBIOS no Dl\ IS DE ABR'L.
Cambios sobre Londres.....23 '.'...
Paria 372 rl* por franco.
ii ii Lisboa ISnpor 100 de prem.
Premio de leda de bous urinas I por* .
Ouro Mocdad !' ItHl I" .i I750U
de A i ni i. I" ."! .i r :tnn
i de IMVI IftlMa ll'j(XMl
/',n(a- Pal ires...... I -:'-i a l-'>n
ii Pi-sos ''olumnarcs lffiiOa 2/000
Ditos Mexicanos I)y80a I/W0
Moi .1 is de -' p liara*. IJ'IUO a 1/280
Hilas de nuil 580a 580
Arcoes da C" do Beberibe 50/000
PARTE CFFIC'AL.
LE N 138.
I homat Xavier (arria de Almeiila, prrsidenlr ila provincia tle
l'ernambuea. Faro sabir A lmlo$ os sens habitantes, que a
assembla leijislaliva provincial dccrelou, e eu sanecionei
a lei seguale :
Artigo Ia A forea policial de toda a provincia para o
auno de 1845.-1 1846Constar de un corpo de iiilantmra
un le inln trrsentas e noventa e 11 u:i 11 ii pracas no sen es-
tado completo. COUI a organisuco que teni aeliialnieiite,
suppriiiiido o lugar de capelln. I -
rt. 2 Kiro revogadas as leis em eoiilrario.
Mando por tanto a todas as autoridades i qucn o eo-
nhecitnento eexecuclo da referida lei pertenec-, que
cunipro c faciio cuinprir to inteiraniente como uella
se conten. O secretario da provincia a faca imprimir pu-
blicar e correr. Cidade do ilccil'e de Prrnamhiico, cni 8
de abril de 1845, vigsimo miarlo da indepedeneia c do
imperio.
I,. S. Thoma: Xavier Garra ile Almeiila.
Carta de lei, pelaqual V. Kxc. manda exerntar o de-
creto da assembla legislativa provincial, que liouve por
bem saneeionar, iixandn a forea policial de toda a pro-
vincia para o anuo de 1845 a 1848 na forma cima dc-
i larad.v.
Para V. Exe. ver.
Jos Xaeier Faustino llamos a fez.
Sellada e publicada nesta secretaria da provincia de
T'ernaiiibuco, aos 9 dias de abril de 1815.
Vrenle Thtimaz Pires de Figucired Camargo.
Reglstada a folha 238 v. do llvra Ia de leis provin-
riaes. Secretaria da provincia de Peruambiieo, III de a-
Jn I de 1845.Jos Jgnacio Soare* ilc Marilu.
Governo da Provincia.
Expediente do dia 0 do eorrente.
OllicioAo eoiiiniaiidantc das anuas, conimunicaii-
do, que por aviso da secretaria da guerra de 27 de feve-
eiro ultimo, houvc S. M. p Imperador por bem deter-
minar, que d'oraciu diaute liciio expressanientc prohi-
bidos, sol a inmediata rcspnnsabiUdadc dos respectivos
cliefes, os abonos pelas cala* de administrado, ran-
cho C hospital nos dillcrentes corpo* do exercito. OHi-
cion-se respeito ao director do arsenal, de guerra
DitoAo menino, intclligciiciando-o de terS. M. o
Imperador pcrinittido por aviso de 21 de sctrnibro do
auno prximo passado, que viesso residir nesta provin-
cia o lente da terceira classc do exercito Jos Antonio
de Ai aojo, que se achava addido au 3" batalhao de arli-
lliaria pe, em destacamento no Maraulio. Ao coui-
niissario pagador reniellco-sc a guia deslc ollicial.
DitoAo director interino do arsenal de guerra, de-
icrmlitando, em cumplimento d'ordcm imperial, que
maiide dar baixa do servico da companliia de ai lilices do
mesiiio arsenal aos cabos de esquadra D) rio RodrigUM
e Mauoel Germano de Oliveira
DitoAcamara municipal de Oliuda, remetiendo,ap-
pi ovadas pela assembla legislativa provincial, as res-
pectivas posturas addicionacs.
Dito Acamara muuieip.il do Bonito, approvando
a demlssao, qurdra, aoclrurglao da vacclua u'aquclle
municipio, eanomeacao de Francisco Fernandea l'or-
tella para o substituir.
Dito Ao coniiuand.iiile superior da guarda nacio-
nal de S. A lilao, coinmunicaiido, que por despacho de*-
ta data (!l) lia dispensado do posto de capitn da l.'coiu-
pailhia do 4 batalhao da mcsiiia guarda nacional, para
que por*, me. fraproposto.aocidado Miguel Rodrigues
hsleves ; por ter esto allegado e provado documental-
mente padecer molestias chronicas, que o inipossibili-
to de exercer un semelhaute posto.
Dito Do secretario da provincia ;i Jos Tlieodoro
Comes, co......unlcando, que S. M. o Imperador, por
decreto deSSdefcvereiro p. p., liouve por bem laier-
Ihr Ulere da serventa vitalicia do ollicio de contador e
distribuidor do* julios da comarca do Limoeiro.
dem do dia 10
OllicioA" cmara municipal de Garanhuns exigi-
do, para traiisniillir a assembla legislativa proviiici.il ,
osen parecer sobre un rcqueiment em que os ha-
bitante* de Agoas-Bellas, Uulquee Papa-' afa pedem
a creaeao d'uiiia villa cni a priuieira das mencionadas
povoacAes.
Dito.Ao Ixni c Kvni. hispo diocesano, reniettfu-
do |.ara que faca cliigarao coulieciiiieulo dos paro-
chos do Rio-Kornioso e Serinlieni lima copia do pa-
recer da commissao de estalistica sobre O conflicto de
jurisdiccao apparecido entre aquel lea parodio* cerca
dos limites das respectivas fregui/ias.Igual remessa
se fe cmara municipal do llio-h'oi inoso.
l)lo.--Ao inspector da tlicsouraria da fazenda de-
terminando em cumplimento d'ordcm imperial que
1
=os<
A CASA DO DI ABO. (*)
Entretanto ha\ia passado um me?, sem quchouve*se
sido coinuietido roubo algiim na casa. -M. ManvcrneT ale
all baria oecultado a*ua lamilla, a m fama da casa;
liavia porin secretamente mandado tomar todas aspie-
caugoes para baldar as tentativas dos malleilores. Em
lini, um dia, julgaudo nao devi-r mal*guardar segredo,
resolveo divertir o alinoco coui as confluencia* que Joo
llie liavia feilo. Deseco a sala dejantar e ebegou-se rin-
do ao ollicial de marintiB que ?lii se achava, assentado AO
lado do loureirn, entregue suas rellexoes.
Iloni da, ineui li.iro VVilliam, disse balendo-llie
no hombro. Como passasles a uoitc.'
V\ illiaui virou-sc a esta pergunta, c abanou a cabrea
sem responder.
Justo eco! i \. 1.1 mol o nababo, tivesles algum pc-
ladello? Tirar-vos-hia o amor o soiiiuo ou ja livestes
eontendas de familia antes do dia do casamento? r'ez-
n .'iiiii.i .lignina nova travessura? Paciencia, arranja-
rei ludo isso.
O ollicial levanlou-se e coni um tom quasi soleuiuc
disse a Mauvcniey;
Eslais ceru'i da fiilelidaile de vossos criados?
Trouxc-os todos da ludia, responden o nababo.
He extraordinario, lornou Williain, pois ha um
;*) Xl<\* Diario n. SI,
da quota marcada para as despeas da guarda nacional
mande iudeuiiiisar o cofre da plvora da qiiaulia de
10.^500 rs. por-3:450 cartuxos que a iiiesma guarda na-
cional se forneceo para as descargas de l!l de oiitubro,
17 de novembro, 2 e 8 de dezeinbro do anuo prximo
passado ; iiitelligeneiando-o, de que por aviso do minis-
terio da guerra de 27 de fevereiro ultimo mandn S. M.
declarar, que a despe/a coni a plvora, que se forneee a
referida guarda nacional para salvas 0 descargas ll.11 les-
liviilades religiosas, ou de mera osteulaeao. nao leve
lei tenc er quelle ministerio, mas do a que ella eUi iu-
gelta; cprevenindo-o de que d'ora cni diaute lica una tal
dcspcia ao cargo do ministerio da juslica.Ordenoii-se a
tlicsouraria provincial que lanibeui indeniuinasseocolVe
da plvora da qiiaulia de (l.'lUI rs. pelos 2:011) cartuxos
fornecidos ao corpo de polica; coiiiinunienu-se ao coni-
inissaro pagador militar; o olliciou-sc a respeilo ao di-
rector interino do arsenal de guerra.
Dito Ao commandaiite superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife, determinando, faca constar
.i Jos Joaquilll de S. Anua Fra/iio, que a presidencia,
Pili atteneao ao que Ibc elle expoz mi reqiiei iniciilo, por
S. S. informado, inaudou-lbe pastar patete de reforma
no posto de capitn da ti." companliia do .'i." batalhao da
luesuia guarda nacional.
Portarla. Acceilando a deinissao, que do lugar de
subdelegado do I." districlo do termo do i abo, pedio
Lua Francisco Paes brrelo. Coiunumicou-sc ao clie-
IV de polica interino, e ao mencionado l'.ics //.un lo.
EXTERIOR.
ponn gal.
L'llima reilarraoilo projeclode lei sobre a uiiifoimiiliidi dos
pesos e medidas.
Artigo 1 A base do tyitema mtrico poriuuuez ser
a dcima millonsima parte do ijiiarlo do meridiano ter-
restre, calculado entre os parallclos de Dunqiierqui
l'.n i i lon.i, cdenomiiiar-se-ha rara.
Art. 2" Os pesos e medidas deslc syst na mtrico le-
rao as denonina\(ies c diuiciises conslaiites do mappa
cipositivo, que lux parte da presente lei; sero os ni-
cos de que se far usoassiiii no reino c ilhas adjacentcs
como as provincias ultramarinas.
Art. 3" Dentro de seis meses, a contar da peseme lei,
mandar o governo distribuir gratuitamente as cmaras
iiiiiuicipaes os padres do sjslcma uietrico; c por riles
sern alleridos os uovos pesos c medidas.
nico. Estes padres seio aconipanliados das ins-
truccoes coinpelenles para aall'erieo, e de laboas ex-
positivas das rolacOei que legtimamente estao em uso nos diversos concclbos.
Alt. 4'' Findo o pra/o di'dousannos, contados da pu-
blieaiiio desta lei, coniecar ellas ter pleno e inteiro vi-
gor un continente do reino e ilhas adjacenles; e desde
cnto Acarno" sendo illegaes c prohibidos quaesquer ou-
tros pesos c medidas.
^ nico. O governo mandar por em eveeneao a pre-
sent- lei as provincias Ultramarinas, a medida que l'or
obtendo os csclareeinientos que para isso o habiliten!.
Art. 5" Eui lodo o trato eoininercial, e as conveu-
riies, eslipillaees, c actos pblicos, celebrados depoi
nos prasos morcados no artigo autecedeute, sero per-
inillidos niiicamenlc os pesos e medidas designados no
mappa expositivo.
UniCO. A mcdiao dos ccreacs c legumrs ser feila
coiii raioira si-tu volta.
Art. (i" Os loro*, penses, encargos c conlribii s
publicas, cslabcli eidas anteriormente poca marcada
para a exeeiifo da presente lei, sero pagas c recibidas
pelos uovos pesos c medidas, feita areduevo conforme
a rrlacao que verem com as amigas, expressada as di-
tas laboas expositivas.
Art. 7" f.ui lodo* os contratos eactos pblicos, cele-
brados depoi- da dtslribuic.no dos padres, ale ao dia em
que esla lei coniccar a le cxecue.io, ser logo designa-
da a correspondencia entre os amigos e uovos pesse
iludidas.
* Art. 8" ?ia cscnpluraoo e eoutabilidade das repart-
coes do estado, e das transaeces, Conveucue* c actas
publicos, sero os |)esos e medidas expressados na-- de-
iioniiii.inies respeclivas. por nmeros inlciros, ou liac-
riies deciinacs conforme o mappa expositivo.
Art. U" Durante osde/oito me/es siiliseqiicnles dis-
Iribuieo dos padres sero permiltidas quaesquer rc-
clamaeea das cmaras uiuuicipaes sobre a correspon-
dencia entre os uovos pesos e iuedidai,ea*anliga* legti-
mamente cni uso Viudo este praio nao sero niais ad-
inillidas laes reclainaces.
V nico. O couhecimeiito c decisn das re lani.icof,
de que (rala esle artigo, competirn ao adniiiiistrador
do rniicrlho rom recurso para o concelho do districlo.
Lidian em vossa casa. Ao principio nao quis quei-
xar-iue, aluda que durante um mes vi desapparecer pri-
ineiraincnte a iniulia earleira cas minlias armas, e por
fimo retrato da vossa lllha. lloje, seuhor, julgo dever
avisar-vos disso.
__ Eslais gracejando, Si. Dorsell? disse o nababo
sorprendido
A earleira eslava na uiinlia secretaria, conliuuoii
o ollicial de inai inha, as armas penduradas ao iiieu al-
cauc-, e tiulia posto o retrato em cima da cbaniini', on-
de o visteis lioiiteiu pela inaiiha. Pois bem, ludo laso
foi levado.'
A vossa polla eslava ajierta.' pergiinlou Hauver-
IV.
'__ Eslava fechada, e com duas vollas na chave que
licou por dentro. A janclla eslava lanilicui perfeitanien-
lc ii i ii.ni i.
Pois eslais engaado, incu amigo, replicn o na-
babo, ou vos rnubastes a vos uiesuiu. E anda que seja
assini, cousolai-vos, sao bagatellas. Julgo que o que vos
alllige inais he a desaparirao do relalo.
Sem duvida, replicou Williain suspirando, os dia-
mantes eran inagnilicos.
O nababo mordeo os heleos eacrescentou: EsSas
senhoras vo drscer. Procura! min assustal-as. Ncm
urna palavra sobre esse negocio, he intil despertar por
la o pouco a iinagin.no inquieta de niinlia lilha. Sabis
olanlo be Anua sensivel, nina cousa de nada a agita.
A vida delicada desta menina carece dos maiores cuida-
dos. I.in quanto a miiii, deixei-a tomar sobre a inliiha
vontade absoluto dominio, desde a sua infancia: son
priuieiro de seus esclavos. Temo que a uiagoc a menor
resistencia.
Asseiuclha-jc ella a e*sa* flores que se mutehao apc-
E iiislrucro superior que julgar conveniente.
Art. 10. 'lodo- aquelles que eonlrari.il em as disposi-
cs da presente lei. niiiisarein nos lugares de compra
venda publica, de pesos e medida* que nitn estejuo af-
feridas pelos padres legaes, liicorrcrai na multa de mil
a cinco mil re.
Art. II. Vica revogada a leglslacoem contrario.
Palacio das cortes, em 22 de fevereiro de I845.--/.'. i-
uaido Uorjo //.o>', piesideiilr I. I', dot Uris. de-
puladu secretario.J. .1. ce-sccretarlo.
A'^i'A EXPOSITIVO I") SYSTEUA MTRICO
POItlI (1UE/.
fl!Psx'^^l~,,!",
tl'IIIIIIIIIKI-
roes.
DIMENIJOES
Rxpreisde*
arithmelirai
I." i.i.i-si .
Medidas lineares- 'nidailr a rom
Vara.. .[Declina uiillioliesiina parle do
quario do meridiano ter-
restre ................
Dcimo.. Dcima parte da vara......
Palmo. Quinto da vara, ou dou* deci-
mos..................
I'ollegada Dcimo do palmo.ou dous cen-
tesimos da vara.........
Linha. Dcimo da pollcgada, ou dou*
Uiilleslmus da vara.......
I'niiin Dcimo da linha, ou dous de-
cimos inillesiinus da vara .
braca Duas varas.............
Mi I Ii i De sessenla aograo, ou mil O-
lcenlas c cincoeiila c duas
varas ................
I.egoa. De vinteao grao: tres millias,
ou cinco mil qiiiubeiilas e
ciiicoeula o seis varas.....
>.' Ci t**l .
M'.iida dt tupi-r/ieir--! 'nidadr "
aijail linda.
A 4i'i i Ii a.i.i Ouadro de ecui \arus.......
Gcira.. Dei aguilhada*...........
3.a Li.issi:.
Medidas de roame para /ii/ni-.
dos l'nidiide n nimii/n.
Lanada Cubo do dcimo da vara ....
A liiiude I le/, caadas.............
Barril. .. Des almudes, ou cem canadns
Pipa Cincoenla almudes, ou qni-
nlii nas canudas.........
Tonel. t cni almudes, ou mi! cunadas
4." l'.i.issr.
Medidas de roame para sereo
I ii iilmlc ii mauuiet,
Maquia.. Cubo do declino da vara ....
Vlqueire. Dea maquias.............
Vauga. Cinco aiqueires, ou cincoenla
maquias..............
Sueco.. Des aiqueires,ou cem maquia*
Moio Cem aiqueires, ou mil maquia*
5.a i i..i-"i.
Malillas de peso-1 nidodc a libia
Libra. Peso de nina caada d'agoa
disiii.idu no mximo da den-
sitlade...............
Arratcl.. lletadc da libra, ou cinco de-
cimos ................
Mareo. Dcimo da libra..........
0119a.. Centesimo da libia........
Baeropulo MilleSimo da libra.........
Decil.. Dcimo inillesimo da libra.. .
( enlil. Centesimo millesimo da libra
Arroba. De/, libras...............
Quintal. De/, arrobas, 011 cen libras..
i'onellada Cem arrobas, 011 mil libras. .
I vari
II. I
0,2
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II lilllilll
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100
h no
Palacio das ciirles, 22 de fevereiro de 1845.
Antonio l'ereira dos liis, -.- Depulado Secretario.
1 -s&aK tic-i*-.
PERN MBiCO.
A.SSEMlll.V.A PROVINCIAL.
CONTINUAIJAfl UA SfSSAtl 110 IIIA 10 DE ABRIL DE 18*5.
O Sr. Manoel Caraleanli: Sr. presidente, pelos ines-
nins motivos, porque o Sr. deputado que apieseutou o
reqiieriiucuto, julgou que devia approvar-se a urgen-
cia; julgo cu, que illa se deve regeitar : disse oSr.de
pillado, que a inuli liuera grave, que careca niediiaeao;
mas nao quer que a assembla medite; a eomniissao o
O Sr. depulado peusro, mas a assembla aluda nao; en
lias se llies toca, c de passagcni devo dixer-VOS que Mis
11.11 pomo rispido com ella. \oo vos esquec. is de lodo
vossos costuraos martimos: Icuho-a uiiiilas vezes vistt)
estremecer com o s ruido ila vossa voz.
Pi'esse momento M.1"" Mauvernev entrn com a sua li-
lha. Pu/rro-sr mesa, porm durante a comida cslcvc
silenciosa, nicamente a sobremesa Sir Williain per-
guutoii ao negro se liavia chegado o crrelo. Pela res-
posta do criado, M. Mauvcniey viion-se para oseu fu-
turo genro:
vosso pai quer sem duvida siirprender-nos, dis-
sr-lhr, cbeg.-iru inesperado, o digno almirante, como ac-
couielte ao iuimigo
M. Dorsell tcm bous caes de cara e bous eavallos,
disse Anua, pode esperar com paciencia pela chegada
do conde.
!aoparecis, senJbora, muito mais appretsada do
que cu ; replicn o ollicial de mal inlia.
Eia! diz M."" Mauvernej com inqnietaco. deixeui-
SCdepueris eiilaoos. (hiamlo rila assim fallava, OUVO-
se a corneta ; Williain levaiitou-se da mesa e disse ao
nababo. Sao os moiiteiros do nosso visiuho Filial, que
toco a chamada. Nao vindes comnosco dar bous das
caca ?
Mis Mauveriii y riicoiheo os hombro* com desdeni, c
Sir Wiihain sabio a toda pressa. o nababo nao quis a-
compaiilial-o.
Depois que sahio o moro, a familia licou em silencio.
Anua quera sem duvida poupar a M. .Mauvernev o abor-
recimeiito de auaa recrliulnacoes, e o nababo da sua par-
te, julgou a occasio pouco favoravel para gabar, se-
gundo o seu coslume, as aiuaveis quaiidades do b.ir-
llele, Vicou este todo o da na cacada e so vollou a noitr
lechada. OKUboapede liavia cinpregado n leiiijio e,
por iniui declaro, que innias eousis vina projecloqgc
me rrpuglliio...
11 Sr. Ai'..1 o. -I'iii.iii j.i esludoii.
O Onutiii; !'.\ uiiiin 1 de repeille. nao lil lllll CSludil
pausado, sobre elle .
O Sr. Al .111/1.1 m": f.'iii aluda a terceira dlscusso.
O Onirfur:-M.is ja o prlmeira passou de salto, so poi
que se reeonlieceo a nlilidade de lial.u-se da materia, a
segunda quer-se que ande depressa, porque ha ponen
lempo, a terceira pude apressar-sc por outro motivo: r
eu aules quera que .1 lei nao fo**e approvada, do que
|iasasse uiperfcila; rom o que lodaviu nao quero di/er
que o esla. p irece-ine, pin i--o peni lempo para 11 rs-
111.111 nuil vagar, e reueito o rc.|uerimeiito de uigencia.
USr. /-Vi/iiiimi/ii: s.. presidente, a couclusao do im-
i< depulado que acaba ile asseular-se, parece-me que
favorece milito O ineil r, quei inienlo de llrgellciu; por
isso niesmii que a inaleria he de gi ande transcendencia.
e digna de ser.....lil.nl 1. he que cu emendo, que o pro-
jeeln deve desde ja enli.ir em ili-i 11-sao : .pie lia neee--
dade le se faaer una lei, que determine modo da 110-
ineaco e deinisso dos riiipn gados pro\ iuciaes, lie n-
conlestavel; j ha inuilo que ella devia ler sido pro-
mulgada! m. 1- dimite desta nrcessidadeeii vejo, .ijie nos
resino punco.- dias d. sesudo, 1 que pude acontecer, que
o imperio llosa necessid.ide vetilla alropelar a di-cii.-.m
do projeclo, e por isso qui/c.u que elle ciilrasse logo em
segunda discusso, a Um de npparercrem as emendas,
que se h.io de aprsenla!'; c enlao lereinos occasio de se
uminai a materia, o que muia deaejo, porque anesar
dos esforco* di 11.......issao, apesarda* suas coiubiua-
i.M-, eston persuadido que o projeclo lera multas lacu-
na* ho de chover emendas sobre elle, c robre essase-
nienda* rularan inultas discussAcs : ora para que estas
dia 11--1H nao tejan atropeladas, boiu he que se roinece
mais cedo, eassl......mbre depulado, queja condece os
di iii(o-do projeclo, lera deaprcaenlar as sua*emen-
das, para remed.n cssrs deleitos,.,
) Sr. M t'aealeaiUi: A dilliculdade nao he adiar o
ilefeito, a dilliculdade he adiar o remedio.
(> Orador.Onauln com criterio SC eniilieeer osde-
fello, logo he sugerido o mcio de-o remediar Contino
pois a volar aiinla pela urgencia que requer.
lie julgada discutida a urgencia e approvada, -
1 mu 1 m un 1.11.
l'i Imelra diseussiio do seguinte projeclo^
V cominisslo delegislafo julgo que sao attendiveta
as raides, que expoe o iillii-ial-uiaior da secrelai ia d'csla
.1--1 niliia para que sejao paga- as ecrlidoes, que reqin
rrmos particulares doa documento*, ou livroa exi-ien-
les no au ivo da iiiesina leerelaria, e lie de parecer qui-
se ndoptrm os irgiilnlea artigo* additiroa ao regiment
da casa.
Artigo 1 Os parlieiil.ire-, que pediiem ecrlidoes do
archivo da secretarla d'assemblea pagaro os meamos
emolumentos, que secobnio na secretarla do governo;
e .1 inipoi I.'inei.i do* enioluiiienlos rec.-bidns sera posta 1
margeiii das eerlidej,
Art. 2" Eatas rertldoes sern pedidas porpetici......
sero mandadas pass.ii por despacho do prinicro secre-
tarlo, e na sua ausencia pelo do segundo,
Art. -i'1 Rite* emolumentos pcrienccril ao oAieial-
inaior, que .leve smente passar dita* ecrlidoes.
Art. i" >o seu inipedinii nln -ei.'m p iss idas por mu
dos alucines, que fr designado, n qu 1! ncslc caso per-
eehera os emolumentos.
Art 5* licn revogadas as disposiee* em contrario.
Rala das commissoes 18 de mareo de 1844.
.litigadodiscutido he approvado.
Continua a segunda diseussiio do projeclo nn7.
lie approvado o artigo 20.
au. >:.
O Sr. FijutiirJir. Sr. presid me, ped a palana pa-
ra mandar mu 1 emenda a esle arlign o artigo diz Uo),
rslahel ce iinu pena, para osque lallarein mal dnseu
superior, enlendo que o artigo nota parle InstitlM una
frnia iuquisilori.il : sopor fallar mal do superior.'. Val-
lar nial, nina ves que 11 io provoque a iusubordiuaeo,
lima vez que nao seja no ipi.irld OU coi pos de guarda,
nao me parece que seja lalta, que deva ser punida se-
gundo o artigo: uoquartcl alin, ah iem o soldado, fal-
lando mal do sen superior, eonuucllido 11111 crime mili-
lar, pelo qinl deve ser punido, por bem da disciplina;
mas lora dc-.se caso, 11.io; porl.uilo i'iileudu, que se lle-
van suprimir aspriiuelras palavra* do artigo, dcixan-
do so aquellas que coosiderao como crime o fallar mal
do superior, 110 quarlel, ou enrpos de guarda, c ueste
senlido maudarci una emenda.
OSr. Alcanforado: Sr. presidente, en adopto a c-
tnenda do nobre depulado, porque enlendo que o solda-
do so deve ser punido, qnando fallar mal do superior no
quarlel, ou corpo de guarda, nao fui porm para discu-
tir esle ponto, que me levantis mas shn para combater
a nliima parle do artigo, o artigo depois de estabelecer
a pena de a 12 meses contra aquel le que fallar mado
leu superior 110 quarlel, ou corpo de guarda, accres-
H-Tm
visitar a casa desde os linios ale os celleiros. No da se-
guinte M. Mauvernev levanlou-se qtiando j,i erao dot
lloras da niaiiha. Admirado disso quii ver no seu relo-
logio qiianio lempii liavia dormido. O relogio linha
desapparecido. .Movido por esta circunslanca, o nababo
levanlou-se prompt.uneiile c correo a mesa onde na ves-
pera liavia posto certo numero denotas do banco, ti-
nho Igualmente desapparecido.
M. Maiiverne\ passeou rpidamente no miarlo,,exa-
minando comsg'o inc-ino se nao deveria sabir iininedia-
lainciile do castillo. Mnilo lempo hesiloii; emliinfez
un gesto que llie ca I nnilial.
l'or S. Jorge! disse, eslou desejoso de ver como
tito acabar. Nao cederei o lugar antes de saber com
qileiti leullO jogado, anda que seja o diabo cni pessoa.
Todava, alguutdiasdrpois loru.ii.7u a principiar oa
roubo*, c mullo* quinos lorio ao inesnio lempo visita-
dos pelos ladres claudctlinos. Sir Williain perdeo de
novo n.10 las earleira*, porm lambcm o cofre dejoya*
que destin.iva i sua non a. *l." MI.nuc nci nao tornou
adiar algum dos seos ricos chales de loa de camello, .-
sen marido vio-se na ni ri asidsde de multiplicar os sa-
ques sobre o seu bonquelro de Londres. Poi avisada a
fustiea do lugar, todo- os igentes da polleia aepoaerao
em campo; cenaran 1 1.1-1. v i-iaudo-.i noite e da, fil-
ian mudados os criados; todas rssa medidas porcia awo
dero resultado. Singular circunstancia obrigou a U.
.Mativeriic) prcsi-ln na IU* resnhuaoile licar lio castello,
aeui embargo dos misteriosos roubos. O gabinete de sua
lilha liavia-.ido inleiraiiiente esquecido pelos ladres.
Auna ignorava oque icpasMva dos outro* lugares do
cusidlo.
Coaiiamr n MJ


2
wt. 38.
O Sr. Ayuiar
s.io deslc artigo
urna c|in'si:io <|in' j. R>1 agitada, equi
Sr. presidente, encelando a discus-
i ii me vejo [or -dd a reauscitar aluda
CSIIIU
1)011 tCIII
cuta (leo] : ora a esta parte do artigo, he que me oppo-
nno, |iorqur dn mu arbitrio mulla grande .....ira o tol-
dado, emendo que dn ocensiu a que qualqurr soldado
poKsa ser opprimidu polo odio que hauver contra rllr:
aqui nao so cstabclccciti cmidicocs, m'iii se prosorovoni
legras algiiiuaii para elassifleaeno el arbitrio do concrlho, o coueelho pido prlo sen tnico
juizo l.izcr com que a pena teja roirldcravohneiiio aug-
mentada; porque toda a vei que liouvcr liidlsposlr.iu
cnutiaosnldado.o coueelho imdetlizci ,quea iuuiiuui.i. o, na-cidnsda ndupfno do artigo 2S ca prjecta que se di.
id nuil ii liiuili'dis.ii icilii.ii nMi|i. ridi.cassitu iiipoi-llie.i'iiie. Tem este artigo por llni punir o furto cormibo
mu |n'n,i multo mais grave do que inereeia, segundn com ponas diIIrenles d aquellas que csto designada*
da, edar soltura liugoa a qualillcaro uosarligos 25? c 2Kl> do cdigo criminal, o por cousc-
enpoii ,i altencao desta cmara. No pretendo faier
invalidar a dcclsno adoptada a respeito di competencia
4 tiesta assciubla para l( gislar sobre o corpa de polica da
l mauelra que o leui relio; porui quero smenle oflrre-
uceran sen cyuue as coitsidcracocs que mcoccorrcm.
que licni I lie pan cer; sto lieuiii irbitiiu insupporlnvcl
he deixar porta franca para opprcsstio, c deixar a sor-
te do soldado entregue ao cnprixo docoucellio. Dcpois
c!i .td cu vejo que na segunda part1 se impor para este
crime a peua de A a 12 mezes de priso, e esta grnd.n.iu
lie cftabelc ida, para que .i medida que i> erime ior ag-
u i avado, maior
siabclcccrai
Idea. ruja lli seuiir aos sustentadores da projecto que
seria urna iniquidade, tujeilaro soldado de polica, poi
mu sii erime, nosofrlmculo de dtas penas, c que, nao
ja laubcm i punieo; fui para istn que exeluiudo este rogulamento a aceito da justica criminal,
raosdi- peua Se pois o ildado preju-i vrrlainoi verilicar-sc cssa Iniquidade i|iie nao pode ser
ou a repntacao do superior, se piocu..... rldiculari- defendida, ncm apadrinliada pelos principios de urna
co
nos .11 i
queueia pune ( sses i rimes coihmrllldos prlo .soldado de
polica, rom mu aerescinio de pena que, no nieu enten-
der, be injusto c trauspoc as aliribiiicocs desta assem-
s.il-ii. sede uiaparte nao houver semel/iaiite soltura de
Inicua, soja punido m> mximo mas nao si* de arbitrio
pata duplicaras lenas, que sein cstcduplo ja sogra-
ves: vol pois conlia o -iid-.....i priineira C iilliioa
parte.
11 se i seguidle ciiK ma : suprimo-sc as pal ivras
--/"'(( ni ale o liiii.--.*i/i, ii Sr. ttaptiila : Si. presidente, pedi a palana para
mi eppr, ri.....i uieinbro da coinmissu que apreseu-
zou este projeito, a e.....ma do nobre depulado, que se
assentl rm recule de uiiui, porque entendo que ella val
le eneonlrn a todos os principios de jurisprudencia.
Na espliera jurdica est consignado odireito a boa rc-
putacilo, iiii, todas as vetes que se teni invadido es
a 'espliera, Icm-sc comincllidu un elimo...,
o.Vi. i/,un/orada : Compcte-lbe aei :1a civel.
" Orador : -- lie um c-rimeque deve ser punido, c 9
aei io i vil i alie para a i para, ao dos daino-. Se sea-
l>re o cdigo crimiual alii se ve que o legislador deseco
as ni liorrs iiilnueiosdades, que all se fuhuiuao penas
contra aquello que expiiem outreiu ao odio, c execraeao
publica; ora se sto lie eill gem, quaildo sr trata di' um
i o |io de soldados, cm que o eleiui uto da iitsubordiua-
( io lie o mais perigoso possivel, nao se pode consentir
que o soldado falle nial do sen superior, c que nao seja
asteado : por isto sustento o artigo, e nao posso con-
\ir, rm que o ollieial quaudouiTcndidt), va ao loro com*
murevindicar a ofl'eusa, porque alii pode dio soll'rer
novas nitrosas, novas injurias, o espirito do artigo be
evitar a reincideni 11, o por isso nao ronviiido < milito
.(.i a red ni ao mandare i una emenda, para quena
( aso doup-iiifili'iitia n.sold ido seja castigado com o du-
plo dasfetias,
U Sr. Fruii ico Joiln : Sr. presidente, en nao posso
deixar de proiiuneiar-uie contra o artigo cm discussao,por-
quo no posso de mam-ira alguma admilllr a forma in-
f|iiisilorial, porque seaclia redigido, llecotilieeo com o
nobre deputailu que acaba de billar, a uecessidade que
existe de que os principios de disciplina si-jan mantillos
IIOS corpns ulllitares, por linio de una li Lisiaran mu
ponco severa, reconlicco a uecessidade deque as rela-
eoes de respeito do inferior para com o superior trjn
mantillas; mas o artigo parece-iue que se nao conten-
a eom isto, que val mais louge : c por ventura fosscni
prohibidas as muriniirnccs feitas pelos soldados nos
q na liis eorpos de guardas, nos lugares de retinies de
tropa, eque tivessetu |m>i* lim tomar odioso aseusche-
i i, e cl(. miar sobre riles o iilniilo, eu o approvaria;
mas parecc-mec|tie as di/ isto oartigo, porque diz--
nqucllc que faltar mal, ora istotem moa grande latitu-
ile, qualqui r simples dito pude tornar o soldado crimi-
noso, de mancira que o ollieial docorpo de polica llca
cima de toda* as potestades da lena, por quanlo poi
maiorrs, que sejo estas, algunias ubservacoes pdem
ser feitas a cerca de seus actos, quaudo o simples fallar
do soldado a respeito d.iqurlUs lie Ulll grande erime ,
aiuda mesmo quisilorial,dadircitoa que se va preserutara vidudo to|-
dado, eui sua casa no botequiui, etc., he oque me
parece nao com ir ; e por ludo isto voto contra o ar-
tigo.
S,!o apoladas as emendas ilosSrs. I igueiredo c lp-
i i,
11 Sr. Ta/uri: Sr. presdeme. \ou mandar una
nd.i i mesa, pira que si- ai cu .senil" a jialavia -," -
r -estas-,tui fugartspublicas,ohein retinics, Kltdesejo
.alente, que o soldado seja punido por fallai
mil
d > u supe ior por di/i r alguma cousa que seja dcsai-
- i i SUa pessoa mas sto (leve ser, quaudo o laclo
ii se reputa criminoso, seder nosqtiarlcis ou eui
i. nniVs purece-uic que esta emenda ti.ua a appro-
\ io de alguus Srs. depulados, que niio qurrem o ar-
um modo lo vago : v uSii e diga que isto he
Mjlirla : aipii nao se l! H i de inJMii i : li.:l.i-se de lima
ilijliri i que lie irru falta de
re ser punida. Tambeni votarei
depuiado que qiierque se suic
do artigo a pena que all se cs-
i. i niciior do que
. pello v como i il il
i i emenda do nohri
iia ultima pai li
mi desabono,
O Sr. t'raneiseo .1
explicar mal, e isso deo lu
nao percebesse : cu oisse .
.o Iftse previne o erime de
I ilielcce-.se proa liara Ulll
i .'.i ((('('. lie multo pesada nao he razouvcl, ao passo ,
as ilu is priiueiras partes do artigo, pdem appli-
i ai -se an caso iic que lala a ultima parle a o couci-lho
Mea o arbitrio de impr o mximo da pena, se conhe-
( i um -i soldado leve por lim desacreditar n eomuian-
daute. Oa, o honrado depulado daquelle lado appro-
\a a llllima parir do artigo, e regeita as anteriores ;
porque ilisse que approvava U artigo, quaudo elle
iMipue proa ao sold.elo, que desacredita o sen superior,
um o lim de o tornar ouio3u, he a bvpolhesc lli i p II lo....
ii Sr. Franriiro Jomo : ~ Mi disse que approvava a
pena quandu da iniirmiiratn .lo soldado resultaste
idescrdito dosuperior, licsiiestei tso que culiiigo
a mu nuil i ao culposa..
O kVr Taotm routiiiuaudo). Uem he isto inesuio,
i'.iite a ultima pille; islo lie aquella que tem mais
vago, drlxa ao coueelho o arbitrio de coiiliecer, si* a
iiiteurtio do soldado foi di- desacreditar o couiiiiaiidante,
isto lie, tidinittc mu (irocesso inquisitorial : a visla do
que I, niio din), se coueluc que vol emita a llllima
parte do artigo, e que approvo as outras ditas, coma
(iinmi i que aprescnti i.
la-sr a segulute ruteada Km lugar de fallar mal
diga-sc fallar
I ii live a inli lie ul.nlr de me
ar a que o Sr. diputado me
cu din i agora que no ai l-
iiijuiia ; ora no artigo 7 CS-
ritne que no he o de in-
juria e -si 111 apenas o de mili mura, ai) ; esta mu nuil a-
cao pode ser culposa quaudo se tratar de desacredi-
tar o coiiiinandantc ou superior, lie .su ueste caso re-
pilo i que (Ha he culposa i cutan como querer, que o
nao seja cm toda a pule cm que teulia lugar? Por
cunsequenria VOIO prlo artigo desta maiirira concebi-
do VOtO pela CUIi lilla que admilte a tfUDSlitUifo il is
palavras fallar <', pela p ilavra murmurar a qual man-
darel oulrn emeuda, c lie que ajnurmuraran traga coin-
bigo como coiisequcncla, o odio ou ridicula sobre o
mu superior. ^
O Sr. H.jiii-ieiliKSi. presidente,enquasique mevou
ii.sohendi) a volar contra o artigo, o artigo lie milito
rigoroso, c minucioso de mais; entendo que rile deve
mi alterado, porque segundo rllr. o soldado lie puni-
do por fallar mal lio srii superior, seja ou nao ooquai-
t-l; he tamben punido por fallar mal no quartel, e he
punido por fallar mal do sen superior com intriirio de
loiiial-o odioso OU dcspresivel: trinos aqui lies espe-
cies, na priineira he preciso um procesto inquisitorial
jiara se lite impi'ir a pena, porque lie o soldado, Odiando
, in su.-, casa lollge doqn litcl, (pie lia de ser punido pe-
lo que la livor dito; asegunda lie quamlo ha injuria, se
sr dci u vei'dadciro tCllliOieulO as palavrasmiar 111,1/ ;
e este erime est previsto pelo artigo 11.' Ei:t." ripele
lainhem involve una injuria; porlOlllO eu voto contra o
artigo, se nao passara luinlia emenda.
|)rpo,s de pi qie lias i.llevoes mais he O artigo ap-
piovado com a emenda do Sr. Alcanforado para asup-
pressoo da ultima parle do artigo, sendo todas as do-
mis emendas legeitadas.
sa legislarn R cm veidade Sr. presidente, si- osle
artigo lie appro vado, como pens, lercnios de ver do
cdigos fulminando penas dill. remes cnica mu iiiesino
erime; por que o cdigo criminal, foi lo para toda a n.i-
i o, piiur n roiilio com oito anuos de gales, CO soldado
do corpa policial, alcn desta pena, tica sujeito a um
nuil a que piule ser curvado.i desoll metes do priso el
virtiide (leste rcgulaillCUto : assilll se um soldado C0I11-
iiii Itcr um limbo a sen cantarada, ou superior, o corno
lite formar um coueelho e a justica publica o chamar
a responder peante ti. Se por ventura os nobre sus-
tendadores do projecto, tirando todas as consequenclas
que pdem ser dedllSidas de seus principios, quisessciu
ailoplar a da exeluso da competencia das autoridades
eiiuiinaes, cm os delictos punidos por osle regulameu-
lo, .'linda inesino assiiu algllllia opposfco rasoavcl se
pndcria apresetttar, porque nao desapareca a aecu-
mutai-o de pena; mas da inaneira ipie estatu o pro-
jecto, sera beni dillicil a suajusliiiearjio. Liado o caso
de um limbo coillliiettidp por mu soldado docorpo po-
licial, ailllla niesniu qiiamln sr siippnnlia a cxelusao da
inlcrveni.io da aiiloriilade criminal, como sepoderil le-
var a ilcito este pciisaincilln :' O lacln de o COlICClho co-
nltecer do erime, impedirla o promotor publico de de-
iiiiiici d-o ? Nao; porque lie o limbo um d'aquclles cri-
les que, pelo cdigo respectivo, deve ser denunciado
e pi ocessado pelo justira publica: e uiesnio quaudo es-
ta uo fi/.esse o sen dever. litara o quciXOtO iuibido de
apresetitara sua quetxa, perseguir o criminoso, c faier
cllccliva a sita punirn, CUI virlildi* do CudigO penal que
rege o pait.' Taubeni nao porque esse direito est
consagrado no mesilla cdigo; logo, como sahir-sc de
um seinclliaolc labiriiilo .'
Por qitalquer ladoporianlo.quescconsldcrecitearllgo,
ou a su i disposieaoltc opprcssora,ou rxeeiilricadasaliri-
buiixs di sil assenilila. I ina Miaiirna seiuclliaute de
legislar pode ter apoio, concordo, as raiei de nni-
veiiieucia; pode couvir que seja necessario um regula-
iiieuto multo severo que laca estremecer o soldado
quaudo lenciuna comn tler Ulll ciinic, ponan que ella
seja regulada pelos principios de justira, pelas regrat
da jiirisprudeiieia criminal, nao. Todos cates embara-
eos l-ltl que IIOS aeliainos lesiillao da aiuplidao que nos
queieinns dar an yn.v pan/nidi deque nos jiilgamos re-
vestidos, sein nos Irmbrar-mos de que esse diri'ito seiu
liniili < mis pude arraslar a cousequeneias, c a resul-
tados mais extensos do que aquellos que queremos. Se
longo de formar-se um verdadeiro novocodigola assemblca
sr liiuHassc a lazer nm regiilainriilo puro c siuiplrs-
im-lite disciplinar, deixaudo os casos que eslo regula-
dos eprevenidos pela legislnr.ao geral, entSo nao se te-
i i.ni suscitado tantas dllliculdades, uem o nobre autor do
projecto Inia de consignar nm escesso de pcualida-
de '..
O Sr.PciIro Alixaiulrino : Entao aprsenle emenda
igualando a pena.
" Sr. Anular : Se eu combato a pena porque aggra-
va S coiidn.io no soldado, como bei de api esentar cssa
emenda 'Se o nobre autor do projecto entendo que a
precedencia no conlicciinciilo do erime exclue um outio
proeesso, e que desta mancira nau llavera lima duplcala
de penas, maade a eiueilda que eu a approvarci; mas
nao sendo islo possivel, porque sciia invalidar os pre-
calos do codito crilltilial, aiuda uii'smo esse auyiuenlo
viria empeiorar a cuudieno do soldado.
Tomado dos recelos que teuho apiescntado, cmovi-
do dos inconveiuenles que tem lll cessariamcnle de re-
sultar de nina scnif llkiulc forma de lazer regulailiciltof,
PUqiliz Sllbllietter acamara o mcii pensamenlo, esa.
tisl/cr os inciis escrpulos porque cslou convencido
de que se a assembla se jlllgu autorisada para classili-
Car ei mes c dcn lardln s penas, osla lciildade nao se
pode limitar iiiiicaineuie a puuiro do roubo, do furto,
das injurias, e das nmeacas bitas pelos soldados (lo coi-
pode polica, csicinlc-so sein ditvida alguma a todos
os crimes e a lodos os casos que eslao mencionados e
prcvinldospelas bis crlmiuaet do palz, eulo tere-
tiios um cdigo particular reformando um outrogeral.
lasas ci)i:sidei'ai oes que UnlU.de apreseniar; c como
i-lias me parrrfiu de algum peso i o cu queira salvar os
escrpulos que teulio UCSla questio, irel volando con-
tra lodos os artigos que, como este, me parecerent a-
Iheios das all il.unoes desta assciubla. ou ninnanicntc
severos.
O Sr. topi Gama ; ~ Tem-se dilo tiesta casa, desde
(|ue 001110(011 a dlsciissao deslc projecto. que a asscni-
bb a si, icni cm vista marcar penas para os crimes luera-
iiiciile ilisi 11 1111111 s, pois que temi mis de lixar esta loi-
ca, parece que por nina deduero lgica lllC devemoses-
labclecer um regulanieuto, mas um regiilainenio mcrar
lente disciplinar, visto que todos eoiibecciu que nos te-
mos iniquidad para legislar, para impor penas cida-
dtlos, porque lie iuistei niio eaquecer o principio de qu
o soldado de polica lie cidado sein carcter militar, se-
nta pe guillo; IJUCIII he que fez cslcs cidaduos soldados '
l'cr.v A lei, a lei
O Orador. Kuto a lei civil provincial fez estes ho-
uieiit soldados? de que especie? sao'olles militares, per-
leoceiiies ao cmtciIu .' nao; pcrteiiccm guarda nacio-
nal.1 lamb ni nao; sao soldados iiiiji-unu, be una cor-
porarao elijo lime nao sei qual dova ser, mas nao sao
luililares, sao cidadios que ac obrlgaro aquelle servco,
e eu crcio que esta assciubla est bem convencida, que
podemos dar a furnia que qui/.crmos aquelle corjio, po-
demos fazer una corpoiarao que nao icnha forma inl-
lai: se lie ceno islo, se lambcill he corlo que aqui tem
dominado o principio de que ocnrpo de polica deve ter
mu regulanieuto para nianler a disciplina, eu crcio que
o erime de linio nada tem com a disciplina, porque
o soldado pode ser multo subordinado, multo promplo
para o serviro, multo obrdiente, niiiilo exacto coi cumi-
piii todas as o leos e eom ludo ser amigo de recolber
ein si, Misto nao ha iluvida alguma, etalvez quealguui
de us conlieca soldado desta especio, por cousequeuoia
o frtilar, e o roubar. nao sao por corlo crimes contra a
disciplina. Aiuda mais, o ni ligo diz--aquelle que fui-
lar ao sen cantarada, e ao sen superior, mas se lunar a
algiicm que nao seja sen caimirada, ou sen superior i
tuppotibaiuoi que alguein val ao quartel fallar com o
coiiiim,unante c o soldado bifa-liie o rrlogio '! ocriuic
foi coillllirtlido no quai k'l, e pelo soldado, mas como mo
foi ao cantarada, ou ao superior, iiio trm pcha suppo-
nhainos anda que elle lurla ao SCU i.amaiaila, ou aoseu
superior u'um passelo, ii'uma viagem, lambcm por isto
fio lera peua, ser sicriine o ser no quartel, c ao ca-
marada ? nao ser o furto eiu si Ulll cruuo .' parece-mc
que be IndepcudeillC do lugar, e da pessoa. &r. presi-
dente, o eiimo do furto tem nina pena pelo cdigo, te
pastar o artigo, o soldado solliera duas penas, por um
erime que nao be mera, e absolulameiile disciplinar;
lato nao he justo, por isso continuo a votar contras ar-
tigo.
I Sr. Taques : -- Sr. presidente parece-mc iudis-
pensavcl unta emenda n este artigo; poique cu reco-
nlin o como erime disciplinar, u finio, te acato Ior
eouimelinlo nos quarloil assiiu ollendc-se a disciplina;
mas nao posso com ludo concordar lias observacocs (pie
se lein leito ; porque seria vollarnios atroz dos priuci|)ios
j adoptados porquanto j estabeleceutos, que te itn-
pozessout penas as injurias para as olfensas physicas
c ouiros crimes. quc.se aclino prevenidos pelo cdigo
criminal, a maioria da assciubla jadoplou o princi-
pio de podcrcni-sc repetir as qualmcacoei do cdigo ,
parece-me pois que por esta parle nao lie o artigo vul-
ucravel. (/Julgo, Sr. prosidenlo, como ja letiho dito
por mitras vetea, que lodo ocriine que oliendo as rela-
i ors dos incmbros do corpo policial, he contra a disci-
plina ; o como tal (leve ter UHW pena un regiilaniento
julgo que sao as ra/es que nos devem dirigir para ap-
provar, ou rrgoltar urna disposiffto, que tenha por nm
impor Ullia pena ao soldado de polica; ciclo que lo-
go que os fados se aclinrem uesla espliera eslo dr-
baixo das fatuidades da assciubla alias uo sei o que
se poderla lazer a nao ser o diter : licaem vigor a
oi'denaura de 18b.'), para os casos de desereo. Ora
islo no pode ser ludo quanto olfende as relaeoes dos
mombrus do corpo de polica enlre si, he um erime
contra a disciplina deve como tal ser punido a inju
ria a aiiieaca a desobediencia etc., sao crimes des-
ta naliireza nao assiiu o homicidio ; porque ueste caso
desapparece a olleusn contra a disciplina o apparecc a
nllens i contra o hoinem contra a sociedade. Sr. pre-
sidente nao be bom modo do argumentar contra a
nossa competencia o dizer-te, que a pena lie grave ,
que podemos impr at a pena do inorle seiu duvida ,
que nos podemos impr nina pena gravo, poderiamot
aggraval-a al i pona de inorle se fosse proporcionada
a algum dos crimes que devessemos punir ; dosla sorte
nao ha vantagem para se argumentar ; porque tanto tem
applicacSo para este artigo, como para o da dewrctp ,
a que se poda impor una pena milito grave tcassitn
se entendesse (MIC cnuvinlia ; os poderes bla sao limitados pela razo pela n.ilureza das rcla-
i/jeJ para que legisla. De mais apena do cdigo silo 8
anuos de gales o a do regiilamrnto 1 a i) lnozcs ; isto
qtier di/or que lie una pena proporcional aggravau-
le do erime ser coininettldo no quartel ; pena, que nao
inhibe o soldado de sollrer aquella que o cdigo lite ini-
poe luesmo porque esta pena cm relaco do cdigo
criminal se pude considerar como una gota d'agoa no
ocoeano. Por ludo quanlo teuho exposto concilio, que
nao posso deixar de volar pelo artigo; volar contra elle,
lie volar contra os principios queja saiiccionainos vo-
lando pelo artigo, (juo pune a injuria a resistencia a
aineaca, etc. Ura tambern nao he absurdo o principio
de impr duas penas pelo inesnio erime; porque esse
principio ja foi snnecionndo. quaudo se votarao as pos-
turas das cmaras, iiupondo penas por crimes que o
cdigo j puni, como lia ponto se lez, quaudo se ap-
provro as da cmara de Oliuda, mpoiido pena aquem
dcslriiisse as obras de aterro do rio beboribe. Logo que
se oll'cndeni com Ulll tacto duas rolarnos, pde-so im-
pr por cada Ulna das olfensas urna pena. Vol portan-
lo pelo artigo com a segiiinle emolida Depois de faU
lar mal diga-so nos aquartelameiilns ou eorpos de
guarda ".
Me apelada, e entra cm discussiio.
O Sr. ilaafnr :Sr. presidente eu Ji eaperava que o
nobre diputado que te assenta de lueii lado e que se
tem feilo cargo de defender o projecto nao concorda-
ra com as niiiilins opiuiocs ; mas uno me persuad que
elle i slranliasse a iiniiba furnia de argumentar : podo
ser que ella he nao agrade ; porin devo diter que nao
pude serd'outra inancirn. Seo nobre depulado me li-
vor bem altendidn lu de ver que CU uo teuho feilo
mais do que tirar todas a* liarnos a que se presto os
principio por elle expendidos ; o tal voz por osla razo
ja fez exeepio ao poder legislativo criminal que tem
esta asseiubca dos catoj de homicidio, estelionato o ou-
Iros delictos. Para nao cliegar este ponto, islo lie,de
cstahtlcccr una oxcopoo que nao lie autorisada por lei
alguma foi que cu contestei o direito de impr novas
penas aos crimes ja punidos pelo cdigo criminal; e
coiio esle pensar foi desaltenlido, he cunsequencia in-
fallivel o necessaria que esta assemblca pode designar
novas pena ao homicidio que forcommettido no quartel,
e cm corpo de guarda por qnalqtier soldado do corpo
policial.
Mas diz o nobre depulado que na designaran dos
delictos o das ponas smenle devenios ailemler as rola-
res que aquellos possao ter entre os membros do cor-
po e que olleuilo a, disciplina militar ; Sis., se oslas
relacos nos serrlrem de regia uo devoreinos us
COtliminar penas contra o homicidio Se as penas osln-
belecidas n'esle rogulamento tem por lim a sustenta^o
da disciplina ; se esta se afrouxa com a perpclraco de
crimes menores, nao se afrouxara mais com os crimes de
mais subida escala .' Se um soldado assassinnr no quar-
tel mu sen superior ou sen proprio comiiiaudaulc ,
oslo crime pelos seus resultados pela sua gravidade ,
uo dar maior golpe a disciplina militar do que una
injuria ou una auieaea .' K se as injurias o amenras
lio punidas pelas relaeoes que lein com a disciplina do
corpo, nao o devora sor o homicidio .' Kis anda a razan
poique en disse que os principios do nobre depulado o
lev uni a cousequeneias que elle mi quererla que se
deduzisseni ; mas entretanto forjse he que as aceite,
Olanlo a miIII so a regia que nos deve guiar na Intu-
a d'eslo regid.menlo sao as relaies entre os niembros
docorpo o a disciplina militar estas lamo devem servir
para uscrinics nieiiores, coinopara os mais graves, urna
vez que o luesmo motivo subsista.
Para sabir d'csta dllRculdadc disse o nobre deputa-
do que o poder da assemblca era limitado pela razo ;
mas cm que pude isto jiislilieai o excesso que cu supo-
Oho existir? Se a assemblca tem o direito de iiilliugir
penas cm crimes (pie j eslo prevenidos pelas leis ge-
raes o este direito Simiente he limitado pela razo In-
evidente que a razo lein imperio smente na qualilica-
co ou gradaro das penas C nao na dcsiguaco du
delictos. Tambem o poder legislativa geral mo couhe-
ce i'iu siins liincres oulro limite que mi teja o da ra-
zan e por isso julgou-se nutorisndo a impor a pena de
unirle ; e se osla assciubla julga-se enllocada no circu-
lo (le suas nllrlbulcdei, cslabclceemlo nova penalidade
a respeito dos individuos que couipeni o culpo de poli-
ca he claro que pudo somelliautomento impr at a
pena de inorle poique o limite que condece he nica-
mente a raan e osla aeousolha nina pena severa coli-
lla o homicida. Ncill se diga ipie osla mancira de inan-
ter a disciplina he rasoavcl ou como disse o nobre
depulado, una golta d'agoa no ocano; o acreseinio das
penas j fulminadas pelo cdigo criminal porque nao
eajste conveniencia alguma cm aggravar a sorie d'um
homeiii quaudo se uu tem certeza de obter o lim que
se quer nlcanrar...
'in .Sr. de/iutado : Islo est determinado no regula-
memo de lilil.
O Sr. Aginar : K porque est no rrgiilameiilo de
linli.i devenios adoptar.' se esta razo procede entao
basta nina simples resoluro mandando execulal-o no
corpo de polica, e oslan poupadas tantas discusses.
Scnhores o regulanieuto do conde de I.ippe nao nos
deve servir de regia ueste caso porque basta atlonder
ao lempo riu que foi feilo esse rcgulainciilo, por quein
fui hilo o estado cm que se achava rubio a naoo, que
o adoplou para se coiiheeer que as suas disposicoos
nao devem ser applicadas a um corpo que mo perteii-
ce ao oxercito c para o qn.il nao conveni lana severi-
dado. Entretanto necessario lie concordar, em que
esse legulamentu assiiu luesmo excepcional, e cheiu dc
dureza, he em parle mais brando, do que o que actu-
almente se discuto ; por quanto aquelle puuindo os
ciiuics puramente militares, cttsbclccco privilegio de
furo e exclue por cousrqueiicia a interveu^o das Justi-
nas criminaos evitando desta mancira que o soldado
soll'ra duas penas dillerentes pelo inesnio crime, esle, ao
contrario mo exeluiudo a aciau do foro commuiii su-
jeita o soldado de polica dous processos e ao sollri-
uii ido de duas penas distinctas....
O Sr. Tniue : Gi iines lia i|uc estn impostas duas
ponas.
O Sr. Aijuiar : Ao menos eu uno conhero un s
queni as leis puna com duas penas, c esta doiilrina
acha-se consagrada cm nossos cdigos quaudo dispe
e declara que nao existe crime sein nina lei que o
qiialiliquo o por isso lamban nao pude haver pena ,
sein (pie baja crime qualilicado. Se o nobre depulado
quer argumentar com as posturas como j disse me
parece que um semeluaiite argumento nao procede ,
nao sii porque este caso ncha-se expressamrnte excep-
tuado pelo cdigo criminal mas anda, porque a lei do
I." de "mimbro de 1828, .intonsa as cmaras paraetta-
belocerein penas puramente regula me uta ros em eertos
casos, que smenle te poder chamar polioiaes fri-
sas p-nas uo pdein ceilaineule sor olhndat como dis-
pnsii 11.-s criminaos que por sua nnliireza e gravidade,
vo lomar mais pe/adas as conilIcVs dos que as sof-
freni como succede eom O rogulamento em discusso.
PortautO apezar do ludas ai nrgiunentafoes ipie ein
contrario disto se lem produzido eu aiuda cslou no lir-
me proposito de votar contra o artigo.
O Sr. Lopes (mu:Sr. presidente, anda insisto
cm mlllha humilde opiniao, considerando inesnio as re-
laeoes dos soldados deslc corpo; de duas nina se ha
de conceder, islo he, ou a assrmbla (em o direito de im-
pr a pena de inorte, ou entao ha de recitar, no ha
lucio termo, se pude impr pena para o furto, pude iin-
pol-a para o homicidio, para o adulterio, para lodos os
mais crimes graves que o cdigo menciona, porque
ludo isto sao crimes que oll'cndcm as retardes dos nieni-
bros do corpo, o por eonaegulnte contra a disciplina. Sr.
presidente, eu o que vejo lie, que os scnhores deputa-
dos recuo, c avancao, vao ale um ponto, e paro, es-
tabelecem os principios, o no Ibes lirao as ennsequen-
Cias, isto he lillio de falla de certeza nesses principios.
Scnhores, queira Dos que lodo este artefacto uo
cala por Ierra na 3." discusso, mis uo temos as nios
sullas, nao podemos legislar .-impamente, se podesse-
uios isso era oulro caso: continuo a votar Contra o artigo,
Anda foi combatido o artigo pelo Sr. Alcanforado, c
sustentado pelo Sr. Taques.
Sendo julgado discutido, foi approvadncoin a emen-
da do Si. Taques.
O Sr. 'resiliente d para ordem do dia da sessao se-
guate COntinuacao da discusso do projecto n. 7, se-
gunda do ii. II, terceira do u. c priineira do n. 12, ter-
ccira das posturas da /loa-vista cNazaretnve priineira
das do llecifo, e levanta a sessao. (Kro duas horas o
quasi llicia.
sesso r. II Dr airii. nr 184;".
Presidencia do Sr. .ncerda, continuada pelo Sr. Pedro
Cavalcanli.
As II horas c meia o Sr. '. secretario laz a cha-
mada e verifica cstareni presentes 21 scnhores deno-
tados.
O Sr. presidente declara aborta a sessao.
O Sr. 2." secretario U- a acia da aciano antecdeme que
he approvada.
USr. I." secretario di eonta do seguinte
KXTEDIKNTE.
lu ollicio do Kxni. hispo diocesano pediudo queso
consigne nina verba, no orramciito para a edilicaeo
de una nova matriz para a freguozia de S. Jos : com-
misso do nr iiii.ii io.
Oulro do secretario da provincia acoinpanhaudn a
inlin mal an do director do I.vco sobre a crcaro da
calicha de primeiras letras as povoaies de s. nenio,
l'ancllas Alagoa de Baixo e Olhod'Agoa pedida pe-
las cmaras de (iaraiihuus bonito, c Cimbres : a com-
misto de initrucfo publica.
Oulro do incauto secretario acompanhando a infur-
nia. ;io do parodio da Kazenda (raudo a respeito da mu-
tiladlo que se pretende Inzer naquclla froguezia : coin-
misso de eslatistica.
Oulro do mes mu secretario, acompanhando a infor-
mac.m do parodio de l'ajau sobre a crcaco da fregue-
zia da iMalhada dos Hoil : mesma coiiimisso.
Oulro do inesnio secretario acompanhando o olli-
cio da cmara municipal cm que pede a applicaeao de
algum rendinieuto especial ou a dcsign.-icno de urna
quaulia para iudeimusncos como a que pede Jos
Antonio i asios : coiumisso do orrninenio inuuici-
pal.
Otitro do inesnio secretario acerca da prctoneo de
Manuel Joaquim da Silveira : eommissao do orramen-
to municipal.
O seguinte parecer.
I). Ignez i. ii h.illin lus I'cha professora de primei-
ras letras da cid,ule de Goianna pede que se eleve o
sen o llenado a .'ilili/tlHHl rs. quaulia igual n que pe relie
o professor tambem de primeiras letras da mesma ci-
dado.
A commisso de petircs conciderando que a com-
misso de inslrucro publica acha-se eiicarregada por
esla assemblca de apreseniar um projecto a cerca do en-
sillo publico eiiio qual se providenciar sobre ludo
quanto esse objecto respoila he de parecer queso
adi o irquerimeiilo da supplicaulo al que so discuta o
referido projecto. Sala das sessos da assciubla pre-
fnela! 11 de abril de iM!i.lteis r Silra Manuel Curul-
cunti. Paes llurreto.
Approvado.
I.e-se a ultima rednceo da postura addicional da c-
mara da Victoria.
He approvada.
O Sr. .olio: Sr. presidenlle, pedi a palavra para a-
presenlar i casa o parecer da COlUlllillao do orcailienlo
6 rendas munioipaes, e peco a Y. lixc. tenha a bundade
do deixar-ine ler (leo) r*\
He julgado objecto ce deliberaeoo c mandado impri-
mir.
(mu M DO DIA.
Conlhiuaco da segunda discusso do ait. 20 do pro-
jecto ii. 7.
He approvado.
O arl. .'Vi he approvado.
A rl. 31.
0 Sr. Francisco Joo: Pedi a palavra para pedir
una explicacao do autor do projecto, ou saber inclino
se he erro de imprcsso, porque diz o artigo (leo) he
um arbitrio indefinido, e teuho razo para stipporque
he erro de impresso, quaudo ha ponto vi que os Srs.
dep u i idos se opposerao a um arbitrio mu tu mais lim I-
tado.........
foxw: Adlante limlta-se o arbitrio que aqu te d,
artigo .'Vi, artigo 3.Y
O Orador : Ku crcio que a liiuilaco deve ser a par
de cada mu dos arligus, e para isso uiaiidnrei nina
emenda.
Leem-se as seguidles emendas:
Todo aquelle que no quartel, ou nos eorpos de
guardas, casas publicas de jogo, jogr jogos de azar ser
punido com 3 a BO dias de priso a arbitrio do couiinan-
dante. Francisco Joo.
a Siipprima-tr o arl. 31. Alcanforado.
O Sr. Alcanforado: Sr. presidente, propuz a sup-
presso do arl. 3l; porque me parece que a sua duuifi-
na est contida no arl. 3, diz o artigo que acabo do ci-
tar o seguinte (leo); islo he o comiuaudaiilc pode punir
a seu arbitrio atezOdiat (le priso, ora o que osla mi
artigo que ae discute he o mesmo que isto, porque he
una falla que o comniandaiite pode punir eom urna
pena al 20 dias de priso: voto pois pela suppresso.
l.-se a seguinte emenda:
Sitppriinao-sc as palavras casas publicas de ju-
go Ayuiar.
He apoiada, e entra em discusso.
0 Sr. Manorl Cavaleauli: Crcio que o artigo nao
deve ser su ppri ni ido, porque o Sr. depulado se referi
ao artigo 3que diz islo (Ico); quer dizrr.qur o coiiuuan-
daiin- pude punir, porrrimes. o fallas, que mo teiiho
pena maior do que a de 20 dias de priso; porm eu
pe guillo se o jogo do asar lie crime? crcio, que uo lia
lei (pie assiiu o qualilique, logo he preciso que o regula*!
mente Miedo talqualilicaro, logo o rligo he necesta-
s n io, mas no como est, porque he um arbitrio inde-
finido, o isso no couviu ; limite-se esle, e o artigo
subsista.
0Sr. Aguiar: Sr. presidente, eu entendo queso
nao divo suppriuiir o artigo, o que deve passar, com a
emenda que niaodci mesa : saiba o suldadn aquilloque
Ihe lie prohibido, uo seja isso mu crime, mas classili-
que-se como falla, e entao logo que cominean cssa falla,
o commaiidaule est autorisado polo artigo 33 punil-o
(*) Este parecer ser publicado no nuiurro seguinte.


rom as penas, at aondc chctpio a sua airada, ou arbitrio:
Quiera que se tuppriinlisein as palavraa, nucuu pu-
bticasde jogo,--pnr digo |ii<- sao prohibid.!* as casas de tabnlagriu, para que
be pul alii, o que j csui ili-t.i uiiiiailo por Iri geral?
portante rulcudo que te dcvein luppriintr estas palavras
di'ix.iiii'lo tildo o mala como cst.'i no artigo.
He jiilgado discutido o artigo, o seguidamente appro-
vadn, tendo sido anteriormente regeitada a emenda do
Sr. Alcanforado.
Arl. 32.
O Sr. Taque:Sr. presidente este artigo parece-
llie que deve ser suppriinido, porque heimpossivcl qua-
lilicar cm una lei todas as circuiiistaucias aggravautes
que pdeni oceorrer nos de lelos para os quaes se eli-
gen) penas ni.iis severas ; coi segundu lugar, a pruuci-
ra aggrav.inle do artigo nao tcm applicaro porque
amaior parte dos criines punidos por este regulanienlo
sao coninietlidos eni servido logo nao pode aggravar
o criiue ser elle coinniellido cm servico ; cm segundo
lugar aggravaule dos crintcs a gravidade dilles ve-
rlica-to iii.ii-, eiu razao do inesino acto riu si do que
11 razao das circunstancial que te derao asslm tuna
injuria di-ve ser punida coni penas, oais ou iikiios
graves com reanlo injuria cm si nicsiiia da mesilla
sorte ocriiucde roubo de fui to etc., o valor da cousa
loriada deve teT-se era vista para a inpnsiio da pena.
J)c inais mo tendo o reguiaiiiento estabeleeido seuu
mximo, c mnimo, nao liavendo medio, nao se pode
l'ascr inais, do que deixar ao arbitrio do eouscllio o pu-
nir, com inaior, ou menor pena, conronne fr maior
ou mruor o valor do criine, e das eircuiiislancias que o
ucomnMbario.
0 Sr. Maeiel Monleiro deelara-se pela suppressao do
parecer pelas razoesque pondera.
He discutida e approvada a emenda do Sr. Taques.
Art. 33.
OSr. Manoel Caralcanli: Sr. presidente, en seique
se perd o lempo com lazrr opposicao esle regulameii-
m ; sei islo, mas lie preciso por ao menos patentes estas
incoherencias e mesiuo persuado-ineque os Sis. deno-
tados se csto reservando para a terceira diseussao. Dis o
artigo (leo) ; ora, nos podemos iuipor obi gares aos jiii-
aes para receberem estes sentenciados? C'rco que nao;
no 'iiii 11 I anda seria possivel que se cumprissea pena:
mas obrigar osiuiiesniunicipr.es a exceular essas sen-
lencas, lie que nao sei como possa ser
lie approvado o artigo.
Art. 33.
O Sr. francisco Joo : Ku entendo, que......lo- dos
Miscelnea.
ariigos desle projeclo se resentem de un deleito que li
parficUlOT s leis inililnres, qual o da inuita severidade .
mas cm alguas casos aqu lia lyrauna, lia barliaiidade
UI/.-se aqu [leo). Aclio que este pri'ceilodoarlgo lie extra-
liido dos artigos de guerra mas aqu mi vem acompa-
nliado de mu correctivo, que me parece que esses mes-
inos ariigos tratein, e lie que o superior nao piide negar
a licenea, sol) pena de ser considerado como culpado.
Toza : Nao tein tal declaracao.
O Orador: Stipponlia-sc que eu me engao ; nesla
parte o nieu engao lie feliz, porque tein por lim esta-
belecer Uta eoriclivo que (ai dcsapparreer a Ivraonia
do artigo ; pori|uant'i una vez que o artigo diga nin-
guno possa queixnr-se seni lieeuea do sen superior e
potlcndu esle negar a lieeuea, o soldado solliia o despo-
tismo de que se quera qucixar, e licava sugeto ao re-
tenimiento do superior; ora, islo mi lie conveniente,
lie bom pols que se accrcsccnlc que o ollical nao po-
llera n. gar a licenea sol) pena de se considerar culpado.
Yozt: l)iga-se participar.
O Orador: He verdade; lie mellior este arbitrio
do que aquellc de que me leiubrava diga-se parlicipa-
r.i, e ui'su' sentido uiandarei tuna emenda.
(I Sr. Harreto : ge ncnliuiii soldado se poder que i-
xar do seu conimandante sem Ihe pedir licenea, digo
que talqueixa nao se dar ; porque, pediudo-se licenea
ao superior, este poder nrgal-a, c ludo se acabou.
Votes : Nao pode negar.
O Orador : Por que razao ?
Vvzei: Porque lie s nina venia.
O tirador : Alas isso mi o diz o artigo, porque diz
-- pedir licenea ; ora, j se ve que queni pode conce-
der, pode negar ; e enlo, negando, o soldado iica cm
peior condico do que eslava ; lien em urna posicao que
he contraria razao, le, jnstlca c liumanidadc ;
por isso voto contra o artigo.
I.c-se a seguinte emenda: Ningnein se poder quei-
xar, sem previameute participar U sen superior: pena
tic desobediencia.francisco Jotio.
He apoiada, e entrarm diseussao.
f'onlmiiar-*e-/in).
CRRKIO,
COtlItKSPONDliNCU DA elimo. E PROVINCIA.
Kisaqui o que me escreve urna pessoa digna de fe,
residente em Macelo; com data do I. do correte:
Multo se tein mentido nessa cidade, assiiu cojeo em
oulras, inclusive a corle, a respeito desla malfadada pro
viueia, que lia milito anuos una s ventura leni conta-
do, e he a liiiina de ser presidida pelo ilustrado e ini-
parcial l'crnatubucaiio, o senador l.opcs Gama. Todas
essas perseguifes, que ah se rel'erein so existen! na
mente de certos liomeus, que s liles agradava domlna-
rem. Mnilo pelo contrario homens ha que louiaro par-
te na ultima lucia, do lado do presidente Franco, queso
por altcncoes particulares he que podio andar, e ell'ec-
tivameute antl.io posteando s barbas da polica: dos
coiyplieos do partido cabelludo, uenhuui tcm a minina
raido de queixa, sendo he di'ixarcui-os continuara intri-
gar tildo, sem o menor necio, porque na verdade, creia
me, o partido liso lie o inais innocente que ae pode ser
l huid tenlio em nieu poder a copia autcntiea de mu
ollieio que em parle conlirina o que levo dito, aqu lli'a
reinetto, e poder:! mostral-a a quem quier, (*)
Kutretaulo processos existem na velha capital ; mas
lelos por quem e contra quem ? Helo r. Visgueiro, que
he Cabelludo, contra Itoiueiro, padre Alfonso, JosTho-
in e uniros lisos limito condecidos. Ora se anda fos-
sem OS Crimea merecedores de castigo, nada liavia cjue
dzer mas, no Sr.: uns porque como vereadores vota-
ran para que as clcicoVs de juizes de paz se ttsenem na
matriz !! : outropori]ue romo subdclegadofczuinproccs-
socomerros, como lodos osdiasest suceedendo mes-
illa com legislas, ei ros que podio ser suppridos na ap-
pellacao, etc., etc. Parcce-nie que esle procedimento
lie prova beiu clara de que sao os cabelludos que procu-
i.io anula tirar vingaiicasdosseus adversarios.
Aqui cliegou de volla o Exiu presidente, que ful re-
eebido com grandes e sinceras dcuioustrares ile alegra:
no luesuio da "a uoiite deo o coronel Lisboa vice-picsi-
dente mu baile, a que assisto toda a gente distinea des-
ta provincia, e nasegiiiule nomo houveuulro dado pelos
habitantes de Macelo.
Pdem algtins liomens engaar, ou ser engaados
mas anda pessoa alguiua riigauou a un povo inlcirn,
iieu mu povo iuleiri) eiigauoii a pessoa aiguuia.
tracej.ulor.'- uio carcter. I ni un principe lie li-
ma iudigiiidade.Ulll principe faz gratas; nao as di/,
llecusloso, repugnante, e uiesuio uesliomoso ao ho-
nieni Obedecer quem lie indigno de mandar: pelo con-
trario, quaudo aquellc que manda he T.uo distilo lo por
suas altas qualidadcs c aecnes virtuosas, oque obedece
se compraz de obedecer, acha justa a sua obediencia,
honra-se de ser subdito, e encomia al na sua coudi o
luolivo ilc orgiillio c de gloria. Com cll'rilo lie um gra-
to dever curvar-nos ante a iiuagem da Divindade.
As proscripees abalo inais aos proicriploret, do
que estes abaio e oppriinem aos troteripios : ellas dei-
xo a estes mu certo claslerio c esperanza, rmquanto
vivos; e leme e crdito, c viugadores, quando j
nao cxsleiu. lsto nao sao abstraccoes, cspeculacoes ou
principios; sao doeumeulos miuisiradns cm todas as -
pocas por demasiadas experiencias. JDunojer.)
At illumiuacncs, girndolas, bombas coulrosfo-
gos que as grandes persunagens c poderos fazem por
occasio do uascimeiilo dos principes, csamenlo, e ele-
vacoao llirouo, sao geialenle com milita razao eba-
inados foqos de artificio.
principe que, subindoao poder, esquecc as in-
jurias c ollensas que Ihe lizero seus inais acrrimos ini-
migos moslra com esla generosidade a inaior grandeza
d'alma : mas, se esquece igualmente os serviros que
coma aquellas ao menino lempo Ihe preslro seus ami-
gos liis, correndo al grandes perigos; enlo niostia
que tcm nina alma fruiixa e indillerenle a vitude, e o
seu proceder ao primeiro respeito deve ser qualilieado
nina cobarda.
lufeiiz o principe que nao sabe rrpcllr a lisonja,
c que nao ama aqnelles que Ihe dizem a verdade al'ou-
ijinenie e sem rebufo.
~ Os rea que preceni ser senhores de todos os ou-
Iros liomeus, nao sao pela manir parle senhores de si
uicsmos.
- Os principes capricho de parecer que nao o ijorer-
nados; e elles o sao quasi semprc, e limitas vezes fel
peuoit a mus dciprezivel.
l!m dos grandes defeilos que pode ter mu princi-
pe he o de te entregar com una cega coullauca a r*M-
doi arli/ieiotoi e corrompidos : inaior poriu he anida o de
desconfiar das peSSOOa honestas e virtuosas.
l'm rci jue eill sua vaa prosperidade nao acha
um hoincui assas albulo para dizer-lhe a verdade, nao a-
elira cm sua desgraca i|iiem se digne de drseulpal-o ,
nem de delendel-o contra os seus illlinigos.
O |..i|n I inais vil que mu liomciu de letlras pode
representar be o de coi lezo,Maso que he mu corte*
zao.' I'm lioniem, segundod'Alembcrt que a infeli-
eidade dos reis e dos POVOS |iz entre o rci c a verdade,
para encubrir esla aosolbos d'aquelle.
O liugiiiieulo e a dissiniulaeo obro dill'erente-
liienle : aipiellc procura uioslrar o que nao lie estaoe-
cullar o que he.
Os Soberanos nao devem dar Inda a sua conli.inca
a mu nico individuo : compre purin seguir esta ex-
cellentc mxima de modo que mo abiisem dclla a
poni de descoiiliariiii igualmente do vicio e da vil lu-
de; de nao lomaran Jmala cousclbos O de se cicrein
a si'mismos prudentes o fumes, quaudo nao sao mais
que uns Iciiiinsns.
O ralinicnlo nao sollie companlieiro.
lim Monarclia deve deixar aos seus ministros go-
vernar ; mas nao se deixar governar por elles.
No estado caiholico cm que o rci he maisplii-
losopho, do que ehrislo, e o povo inais cbrislo do
que pbilosoplio nem o rci tein povo, nem o povo
lein rei.
Se recorierdes ao rei das iujuslicas de seus minis-
tro cVtlc vos desall. nder vollando vos as costas, rc-
lirai-vos ; porque, ou vos nao sabis tuppllcar a seu
geito ou elle nao sabe ser rei ; e lameiuai com vos-
sos lilbos o porvirda patria: que he llagello do eco
mu tal ninnarclia.
De dm Compiiadou.
(Senlinella da Monarehia.J
CUMMERCIO
Alfandeya.
Reudimento do dia 12.......
Uesearregao hoje H.
XfrigueScanderbeqfariuba de trigo,
barcalilbacalbo.
zYrigueTemerario inercadorias.
Wrigue- -Tarujo /.idein.
Barca Xightingaledem,
/rigucHelfumo.
Sumaca.Voin Carlotaftnnoc lrinlia.
5:927^883
(*J Eis-aqui a copia de que se trata : lllin. Sr. Em
i iiiupi Miieulo do que de mim exigi V, S. em seu ollieio
datado de 3 do correte, e recebido 14, lenbo infor-
mar V. S. ; na qnalldade de delegado de polica, que
me nao consta pie pelos tres ilislrelos de que se C0III-
jmc esla delegacia, se tenha instaurado proeesso algiini
contra ndiviluos quedefendero a legalidade por occa-
sio das perlurbaroes que tivero lugar nesta provincia
nos mezesde outubro e novciubro do auno prximo pas-
tado ; por lacios prnlieados por taes individuos as dili-
gencias de que foro cucariegados. E como juiz muni-
cipal assegiiro V. S. que desde e inez de seteuibro do
anuo prximo lindo nao se me lein apreseulado proees-
so alguui para ser sustentada, ou revogada a pronuncia
lia forma da lei. Persuado-ine ter salisfcilo a V. S. so-
bre o que exigi no seu supracitado ollieio. Dos guar*
de V. S. por muitos anuos. Alagoas 2-1 de man o dr
1S45 lilil. Sr. Dr. Claudio Manuel de Castro, chele da
polica da provincia. Uridio Saraiea de Carralhn Silva,
delegado de polica.
Conforme. O amanuense, Ignacio Manoel da l'oital ri, 1 dita tecidos de la e seda ; J. Keller.
Kspinga. 1 caixa chapeos ; Kaufmann.
l'IUA DO ni-CII K, 12 DE ABRIL DE 18-iJ.
REVISTA IEMaMAL,
Cambios. Houvero Iransacees regulares a 25 l|2 d.
por l/OIHI rs. a (k) e 90 dias.
Algodo. As colladas continan limitadas, lia com-
pradores de l^jllO a i#uOII rs. a arroba do de
priiiicira norte, c de fy'IXHI a -if IIH) do de segun-
da.
Assucar. Contina a ser procurado a 1/2(10 rs. por ar-
roba sobre o preco do ferro.
Catiros. Eslo Arinca a preco de 130 rs a libra.
Alpisia. \endco-seo i-I^IMIO rs.a barrica, cha falta.
f/atatas. dem a 1/000 rs. a arroba.
Bacalbo. .Nao liouvero entradas, e o existente nao
excede a 1:700 barricas, e continua a vender-
se a s .nuil rs. a barrica por nao ser de boa qua-
lidadc.
Carne secca. O deposito nao excede de 32:0110 arrobas,
nao tendo liavido entradas, C continuando o
consumo regular.
Farinha de trigo. Entrn um earregamenlo de Trieste
com 1:800 barricas, que (ui vendido com pre-
5o oceulto, e se esla retalliaudo de 1II/0IK)
11/000 rs. a barrica, e a americana de Ki/jOOa
18/&00 rs.
Farinha de mandioca. Contina a vender-sc a 44000 a
sacea, e he menos procurada.
Feijo. dem a 14/000 rs a sacea.
Manteiga. dem de ,">:i.'i a 510 a libra da fianecia.
Millio, dem de 5/000 a itjfitW rs. a sacea.
Papel de einbriillio. dem de 000 a I/0O0 rs. a resma
do pequeo
Piuienta da ludia. dem de ll a 170 rs. a libra.
Presuntos dol'orio. dem de ilOOO a il/lioo res a ar-
roba.
Paios de Lisboa. dem a 2/400 rs a duzi.i.
Queijos 0 .....ngos. dem de 920 a l/UOO rs. ida um.
Kape de Lisboa. dem a 2/800 a libra.
Sabo do Mediterrneo. dem a 150 rs. a libra.
Tabaco maepeudiin. dem de 4/000 a 5/000 r. a arro-
ba.
Violto de Malaga secco. dem a I0O/UOO. isa pipa.
Dito de Hetpauba. dem a 85/000 rs. a dila.
Dilo de Cene tinto. Nao ha.
foliaran 22 eiiibarcafcs, e saliiro 10; existem no
porto liJ, sendo 2 austriacas, 2 americanas, 3 rat.O li anecias, 2hespauliolas, 1 baiiiburgueza, 5 ingle-
zas, 5 porluguezas, 1 sarda, 1 sueca e 1 siciliana,
IMPORTADO.
Adolphe, barca IV,mee/a, viuda do Havre, entrada no
correnle mea, cnnsignaco de Luiz UrugUlrr, mani-
feslou o seguinte :
1 caixa tecidos de algodo ; Schafhcitcin SiTobler.
1 cai.xas lilas de seda, ditas lilas de algodo, 3 ditas
tecidos de lia c seda, I embrullio amostras Kalkinann
ii Iloseiniiiid. ,
1 calxa tecidos de algodo, 3 ditas cassas, 2 ditas me-
I caixa reloglos, bijouterias a livros : Carnier.
(>8 bar is c 25 unios dilos luailtciga, io cai.xas queijos,
800 gigos btalas, 1 cala he/uros de lustro, 4 ditas cha-
peos, 2 ditas tecidos de la, I dita sellius p pertences, 113
ditas papel, I dila calcado, I dita di versos objeclos, I di-
la sedas, I dita'cliapi'os de sol; ao consignatario,
37 caltas conservas ; I. I'. Aduur ; t .
50 barrite 30 lueiOS ditos manteiga ; :i Itolli & (,|ia-
vanue.
2 caitas pliosphoros, I dila e 1 barrica drogas a
Aube.
101 barris c S7 lucios dilosinautcig.i, 100 bariis elium-
bo de muni(o, ISO caitas velas de tobo, 108 ditas quei-
jos, 3 ditas chapeos, 10 dilas papel : a H. I asseirc Si C.
100 gigos batatas ; l.aeroix.
Scaltas phosphorot, Itditaspapel, Sditatllnhat para
paleiro, I din tecidos do algodo, carteiras e pellucii.
I dila agoa de llor de larauja, 1 dila dila de scil-lii/. 2
dilas chapeos de sol e bengalas,] dila perflimaria, I dila
quinqtliiuartat, 1 dita lliawat para chapeos, 1 dita con-
servas, 1 barril vinho, 12 gigos hlalas a l.als lien ,
400 gigos batatas, 3 cai.xas blcos e chales de lil ao
iiiesino.
1 caixa oculos c pertences de reloglo: Mcroz fc
Sirar.
Tarujo, brlgue portuguet, viudo de Lisboa, entrado
no correnle me/, a conslgoaco de Mendcs ac Oliveira,
lUanlfeSlOU o seguinte :
1 ciuhiullio uipressos, I caixa e 1 condeca ceblas e
tenientes ; Francisco Severiano Rebcllo.
3 fardos com sorias, 4 caitas chapeos para senhoras,
I pipas c 25 barris azeitc de oliveira, 10 barril chouri-
eos. 13 pipas vinho; Tilomas de Aqnino Fonseca.
40 voluincs com albos ; viuva (anilla Cuiuarcs.
1 barrica sardinhas, I barril oteitonat, I saca fcipies.
Paiva Si Manuel.
2 talhas de ilanilres, 1 pinbrulho leu. os a Antonio
da Silva & C.
1 embriillio iinpicssos ; Silva i FragOIO,
51 gamellas cera branca, I eiubrullio ignora-SC;
Jos l'ercira da Ciinha.
(pipase 90 barris vinho. a Manoel do Nasciincnio
Pereira.
1 caixa medicamento*, 1 dita broxas : \ letorino "er-
reir de (arvalho.
7 barricas c 1 caixa medicamento! lSaittel StC.
10 pipas vinho. (i caitas chapeos, 1 dila livros e doce.
4 barricas milho iniudo ; Policarpo Jos l.avinc.
1 barril vinho ; ao l'.xm. hispo resignalarii).
1 caixa incdieanienlos ; a baiiliolonieo Francisco d
Sonta.
Id ancorei.is azeitouas, .' ditas conservas: a JosJoa-
quiui l'ercira.
20 gamellas cera branca ; a los-Comes Villar.
2 cai.xas niedi menlos c papel, a loo Moreira Mar-
ques.
(i lianis palos. I! diios chouricos, i raitas loucinho, 5
barris a/.eile de oliveira ; a .los Paulo da Fonseca.
10 caltas queijos, 5 barris azeilc de oliveira ; a Amo-
nio los Marques Gtiimanles.
1 caixa mercurio doce ; loirph Saporit,
2 caixoies livroi; a Manuel de Oliveira Franco,
0 barris azeilc de oliveira ; Antonio Jos Fernandos.
1 caixole coiii un mollino de trro a .loo Esperanto.
30 barris vinho hraiico : a Manoel Jos Machado Ma-
Ihciii).
I caixoic hupressos a Jordo Jos* Frogozo,
1 caixa prearos para violas ; Joo Jos da Cru/..
10 (lipas vinho, 3ll dilas vinagre, HKi 2|5 molos de sal,
Mendcs i Oliveira.
20 barris azeilc de oliveira, 10 ditos paios, 20 ditos
chouricos, 20 caitas loucinho ; ii Manoel da CuubaOui-
larcs Fcrrcira.
I barrica carvo animal ; a Miguel Joaipiim da Costa,
I cmbiulho ignora-so; Antonio Francisco Maia.
900 mallos echlas ; ao capilo.
1 einbriillio ignora-se : Gaudino Agostinho de //ar-
ras.
9 barricas sardinhas ; a Jiciquiui dos Sanios.
1 inolho folbas ile Ionio, i gaiolas cdxitos; a ordeiu.
I gaiola com 1 canario, I viilro peixes ; Josi1 Frail-
asen i elleiu.
Temerario, brlgue hcspanhol viudo de Malaga c har-
eelona, entrado no crreme mes, cousiguuv'u de Nas-
ciuieuto Scliaclfcr & (>., iiiauil'csiuu o scguiuie :
40 quarlolas. 00 barris c 50 cuitaros com vinho, 700
barrilillllOS o 44 cai.xas chumbo, 200 barris dilo de inu-
ni .ni. | caixa sarja, 310 dilas tabfiO, 7 Coirot albos, 20
Halllas azeilc de oliveira, 550cai.xas passas, 100 ceiras
lgos, 3 cai.xas hi.xas ; aos coiisigualai ios.
;"iO pipas e -O lucias dilas viulin, (i caitas haealhao. 3
dilas .'hallos ; aos uiesiuos.
la voluiiies e 00eaixiolias charutos ; ao capilo.
2-caitas charutos; Mc.Calinonl &<.
Scandeiliaj, brigue austraco, viudo de Triesie, entra-
do no correnle mcz. consignaeo de Le bretn Seliraiiuu
S C, inanil'cslnll o segilinle :
1:755 barucas com farinha de trigo, 45 cai.xas com pa-
pel, -Jim cuulicies ac, 303 batatos. aos consignatarios.

leiliira que pdein servir igualmente para se inicia-
reiu os estudautes da lingua inglesa na sua versao par-
lindo d.....ais fcil para o inais dilcultoso. Por este
opus, nlo coineco os meninos m Inglaterra a estudar <
a aprend r a seu idioma poi ser mu i lo elementar, e a
ci uiuiodado a todas as eap u idades e destinado a adi-
aiilar os discpulos por gradaeuet ualuraes e facis ,
di tde os piinieiios elementos da llugua; por culo molo
adqulreiu apar da urlhograhia a veidadeira pro-
nuncia que hi-ecii.Mio ule aparte uiaixdlfllcil d'ella.
Pr, i o 1/000 rs. na prai i da ludepi u U-iitia lis, Ii e S, (14
Avisos martimos.
I o brlgue Kobiin iar p.un L4bo;i iiiiproterivclnirntr
fio (lia '!' s:yt'iiu> |>.ti'. i* <| 11* lein non. roillliitidoA; ir.il i-si* rom
o capilo ua |i.i< i di* (HtiMii'irio, mi com o ronsi^na-
lariu Tlioiua/df ifjuuu lon-Mi.i o.i na do Vigario II.
19. (5
I- \ harta Mara leguo para oAs at odi-iISdo
rorifiiii1, recebe earga v passageiros para oc^uceiii
muitos bouscomiuodos a iralarcoui i.. (' Fi-rrcirac
., ou rom o capitu, {(
^i Tai. o Aracal) a sumaca Ettrclt do C\bo t por ja
ici' maior parte i iv< Inuiiif no itia 2(1 do i ni rente e recebe-sc aluda al*
gumn carga viudo i m lempo de sei embarcada nestf
prasu; para freie, euieiido-se com Manoel Uias, na
ra \a (liu/ o Menudo andar. f
s Para a /'ahia sal com brevidadea sumaca nacional
Sania Auna : para cai'^a e passa^eiros iraia-si* com So-
vaes&O., na ra da riu n.'y. '
'2 Para o \raat\ segu viageiu a ttumaca nacional
Situtit Cruz, por u*r parle do sen ca regamcoto prompta
j iK-iii na incsma <|uuer carregar, en leuda-se com o ca-
pilo, ou < oni Caelano Ciraco da Costa .Moreira no la-
do do ( orpo Sanio loja iU- cabos n. '}'.. y
Lcluf.
4Me. Calmont a\ r.ompanhia Iransfcrem o seu lei-
lao de fasendas inf{le/ast aiuiunriodo para quinta letra,
para lerya futra,tadocorrcnte.41 lOborai da nianhAa ,
por lalta de tt-nipo i-.-1.1 o despacho i! muiUs oulrjs ,
que pretcndeiii vender norncsuio letlfio. (j
SU.------1---"PpP9.^
avisos diversos.
lioumeuto do l'orto.
Navios sahidos mi (lia 11.
liiinlies ; barca ingina Dnbliiu, capitio John Iones, car-
ga a incsina que iruuxe de Siiluev.
llha Terceira; brlgue portUgUCI Terceira, rlo Avelinude Avelar; COIll a carga que truu.vc do Kio
de Janeiro.
A'ano entrado no rffu 12.
llha de Fernando : .'I l| dias, crvela de guerra brasilci-
ra Carioca, ciimmaiidautc o cipilao de fragata In.iu
Marta VVaiidencolk.
Aavioi taliidoi im mamo din.
I'aIiiiiniili ; barca ingleza Mary Ouccn of Seoli, eapilao \\ .
Kelly; carga astucur c algodo.
New Bdlbrd; barca americana Chili, capilo H. Denc-
in- : com a carga que trouxe.
Edilaes.
A cmara municipal da cidade de (Hind e seu termo,
em virtude da Id, ele.
Y.ir. saber, que not dias 1-1 c 17 do crrenle abril
te ha de arrematar, por renda animal, a casa u. 1 da ra
du Vigario, il. fronte do Corpo Sanio, onde esleve a re-
parlicao do einisulado: os preteiidentes, que qiiiiereiu
arrematar, eompareco nos dias cima aplazados, hahi-
litadot, c munidos dos competentes dadores,
K para que ebegue an couhcciiui nlo de todos, uiau-
duii a cmara alixar esle nos lugares publico! c pela ini-
prensa.
Cidade de Ollnda, de abril de I84A. otJoaquim
de Almeida (Mrtlc, presidente. Jalo l'uulo t'irnia, se-
cretario.
em Faro saber, que em observancia do artigo 2, ca-
pitulo 2 dos estatuios delta academia jui idica e de or-
deni do governo de.S. \l. I., poulio a concurso a suhs
liluieii il.i cadena de lalini vaga pela dcillittao do sen
substituto o bacharcl Pedro lleierra l'ercira de Araujo
lieltrao : marcando o praso de tres mees contados da
data deste. V. Jiara constar inaiiilei allixar o picsiuic
no lugar do costume. Secretarla da academia jurdica
de Olinda 8 de abril de MM>.Thomnz hispo director,
__O lllui. Sr. inspector interino da lliesonraria das
rendas proviuciacs, em eiiinpiinicnlo do ollieio do l.un.
Sr. presidente da provincia de 12 de marco ultimo, man-
da laier publico, que no dia2."ido correle, ao nieio-dia.
,r ai rcui.iuiao, peante a uiesnin Ihesnurai ia, estibas
clausulas especiaes publicadas em o n. 70 eoiltrol desle
Diario, as obras complementares da cadci.i da villa do
llrejo, oreadas na quantia de 58B^fl2S rs.
Thcsouraria, etc.
Pt'HLICACO LITTF.RARIA.
2=Acha-se rriiupretso c venda o Englis-Spelling-
Book (livro de soletear ingles) de Mura) ; com licoes de
IAogn-te a pesson que pedio certa quantia .'111 1I1-
iilicini sobre peulioret de ouru no dia II de noveinhro
deis, em casa de draga te (ampos na 111.1 Direila
n. 22 que baja de 11 salar os dilos pculiores mi praso
de oiio das a contar da nal 1 desle alus sero vendidos
para embolso do auiiuiieiaute vitto ler-se linalisado o
praso, 1;
A pessoa, mi solicitador, que levou em conflanca
nventario dos heos di, fallecido Joaqiiiin inse da Cot>
ta Oliveira, queim recollier ao ca lorio u dito inventario,
com toda a brevdade, por ser assim uecessario,
MI lili IMI'tlIil \MI. 1 Alt.Vt'l'UMI UI, l'l il.NA.MlH t.tl.
^lie etpauloso o numero dos uottot tenielbnntca
que cada anuo succiimbe molcttiat, que, se ultiem
tratadas siiuplesiuentc serian nillda vivos, cutre not
estas 1 un I eslas sao ;c ral nieu le a phlliv sica 1 a (barros ,
ludigcstiio dvtpepsiu apoplexia, iVbrct de inda a
especie assiiu como miel inilleules bilis, esearlaliua.
olla molestia de ligado picures!, iiitlaminac.dcs ,
paralisia, hvdropetia, bechigas, sarampu, loulbrigat,
disenteria, erytlpelat, iucbastot de pes e peinas,
bcmoi 1 Imillas, inri as molestias de tenliorat.
Mullas dettat molcttiat sao radicalmente curadas e
todas lliviadat coiii aquella celebre incdicina ]iO|)iilar
do Di. Sucll e as pillas vegetaet do llr. Brandreth.
llecouiiuendaiuot a lodosos doenlet, poitouAore-.
luer resguardo olgum. .Na Inglaterra c nos Kttadot
t nidos estas pilulas iceni sido o nico remedio de nx
las lamillas por loilgo lempo, tirando semprc o deseja-
do lim, reslabeleei iido a sade.
Na corle e as provincias teein Ulna ruiaceao enorme,
e sao reccitadat por muitos dos mdicos mais habis du
brasil.
Acaba de chcgar una nova poreao dcstas invalua-
veis pululas, aos nicos agentes para Pernamblico J.
Keller &C. e veuilcin-sc uiiicaiueiilc poraulorisaco tos
ditot agentet, na botica franceta tos Sis. Slate! st c.
na rila ta CrUI 11. 22, ao preco de I..H111I 1,. cada caiviuba
tic ambas as qualidadet, adverlindo-se ao publico que
as nicas veiiladeiras pillulas vegetaet san einbi iilbatlas
110 seu recciliiario, fecli.ido em o sello cm lacre pelo
dos nicos agentet pelo 1 rasil no Kio de Janeiro,
j- Joan Antonio i.oelho, harbcuo, sangrador e den-
tista, participa ao publico e em particular aos seus limi-
to dignos Irrguczct, que mudou a tua lujada ra Direi-
la para a do los.11 in estrella II, 17, anude se acha pi'oiup-
to a qualquerhora para servir a tudas aquellas pessoaa
que tic sen preatimote qultereui militar. (Ii
2 ti abaixo attignado la/, tciciite ao retpeitavel )ii-
blico que, tendo comprado ao Sr. Francisco Eduardo
Alvcs \ launa dous esclavos pelo preeo e quantia de
Ulll contn e cincuenta mil rs. a sesenta tli.w, eoiu de-
clarne.it) to niesnio Sr. rceeber, por cunta tiesta quan-
tia, lll pipas d'ago'aidente lodas de 22 graos DO Va-
lor de tpialiuei utos e cinencnla milis., c o resto em
dinheiro; por luto faz scienle que llillguem faca ne-
gocio com a dita letra acceita por meu genro o Sr. Joan
da Molla llnlelhu, un iba 8 to enrente sem que nao
si ja com a inetnia condico cima,
LonitHtitiO Jos llapozo. 12
2tllft'rece-se nina mulber porliigue/a para servir
em algUllia casa tic pone,1 lamilla: 11,1 ra du Cabug,
loja 11. (i. (3
,*t Jos Dias ta Silva socio gerente da lirina coin-
inercial viuva Auaelelti Antonio tic Moraes & tiompa-
ubia declara pelo piesente, que gira debaixo do tua
ii ni.1, por ter aiiiigaveliiiente tlissolvitlu a toeledade .
que tiiih 1 com sua logra D. Joaniia Maria tos Santo.
Moraes lieaudo o aiiuiiueiantc com u cslahelccimento ,
e dividas obligado ao pagailtcuto tic lodas as divi-
das passivas ta soeiedadelc uianuteneilo tos contratoi ,
leiins duraute a inesiua. M
.'i l'rccisa-se de II ni conloa 11111 ionio e quindenios
mil rt'-is a juros, tl.iiulo-se por garanta terrenos livres e
UeseinbaiaiMilos na estrada nina de Pao d'Alho, logo a-
diaule da Magdalena, 011 urinas; quem o quier dardiri-
ja-se i ra to Vigario armateui de assucar 11. 22, onde
se du .1 quem pretende ti
2Prcclta-tcalugar una tala com um quarto, anda
que teja pequeo, tendo na ra do Vigario, ou I.ingoc-
la: qneiil tiver anniincie. [o
LCTUEIA
de N. a. do Livramento.
One pichincha.' Seis con los de res pe-
lo mdico preep de oilo mil ris.
As rodas iiesla lotera andan impreteri-
elmente no tlia 8 do correnle, ou antes
i! a exiraccSo fr continuando, pois que
s resta um pequeo numero tic lulliclrs,
os qtiaes acbSo se venda no lccife, na
1 ua da Cfttlea l'ja de cambio do Sr.
Vifira, em Santo Antonio; na ra do
Collegio loja do Sr. Mcnezes ; na do Ca-
ntiga, bolita do Sr. >lorera ; ra do Li-
vramento, botica do Sr. Cliagas ; no atei-
10 da Boa-Vista, loja do Sr. Jacintho.'


*
A oficina de encadcrnacSo
Padre Fiunrisco Goelho de Lentos V
va dirige, mudou-se da rna Bella n.
p i i a
andar,
ros le
levo ,
de (od
rular
proi
66,
ricos
que o
MI
45
i .'
Per
dourar magnificas piaras
rom o que pude exe-
encadernardes
legantes
emprega no
(orna o se
tuna permanencia iuiallivel.
ra de S. Francisco n
Lila aclia-se prvida de
de re-
e marroquins
is as cores
as mais e
qne se exigirem, qnr inteiras, que*r car-
teinadas; e o proeesso que
applicar e ininir o o uro
domado de
A ntesma ollieina se ene rrega tamhem de
hroxar quaesquer obras iuipressas rom
a prfeioao j contienda do publico e a
luun preco moderado.
O Sr. Francisco Jos de Sousa annuncie sua mo-
rada, que se Ihe precita fallar a negocio de seu tole-
re se,
Alupa-fi- uiiii prand; cusa para urna ou daas fa-
milias por loi um si iao por ler afeada Independen*
i e rosfoba tanto em balso como em cima carim-
ba na ra dos Copiares, chamada Jardlrn ; a (retar
noBccife ra da Sentada Nova n. 7. ;?
Manoi'l Antera do Sousa l'.eis rosa ao Sor Jos
Lula da Silva Guimaries qr.e so o cscraio, que apon-
la o scu annunclo i'mi ns signaes aballo declarados ;
v Ihe fai grande favor mandal o conduiil-u ao Reclfe ,
ra da (uia sobrado de 3 andares n. >''< ,u:.- lisia-
r aos conductores, assim como ludas as desposas, que
li.ija frito e sera senipro (rato a sua pessoa : o pieto
chama-ae Jacinto, de bonita lisura lein '2o a 26 an-
i; 5 beO! prcto altura regular falla incia descan-
sada Ion.a bstanle (abaco lem no peito esquerdo
'una marra a imilacjo du una BOCN c o corpo Balo
encovado.
I'recisa-sc de urn oaixofro de 11 a til nnnns, pura
venda; i.o p.todo Hospit I n. 'A.
(ojo Jos di, Cunta Laja romprot por conla do
Sr. Francisco Luis Salgado o meto bilbeite da lotera
do N. S. d" Livramento n. ''183.
No dia priraolro do corrente para amarillecer no
dia 1, lurtrao do sitio do Francisco Antones Ferrelra,
em S. An.arinlio una vacca raposa marcada as
ancas do ambos os lados comOcuma cruz no
centro, cu ja vacca fui mandada para lora o coniuiida
do livre e drsimprdida
si rlo de Cariry do pora
so pretendo processaro mesmo ; o por isso r.gs-seao
Sr. quo a lem no scu cercado, queira annunciar para sr
innndjr buscar,
Padre Lourenro I.upl, Italiano embarra para o
Ci:ir, levando em sua compaobia seu cscravo de na-
tau (lo nomo Anliinio.
Prccisa-se do 560* r?. com bjrpolheca em dous es-
cravos ; na na Ulreila n, S, lercelro andar.
)Dfio-se 100/rs. a juros de dous p'ir ccnlo ao
mez oom penhores do euro e prala; na ra do Ara-
gi( o. 6. [3
CfTcrcce-se urna mullier para ama de casa do um
liOiiH'iii solteiro ou casado a qual sube engommar,
c si'ihar com poifei .o o (as todo o mal servico di-
urna ca6a ; quem a pretender dlrijo-se a ra dasCiu-
zesn. 10, lercelro andar. 5
t l". Duprat provine ao publico epartlcul rmen-
tc aos Srs. Iu.:is(s, queniuso respousabilisa por con-
loa de sua casa. 4
I l'retisa-seda quantia de 4:000/000 n a risco
martimo, para pagar oscuncerlos j navio do corn-
il ni. li jii'burgucz ("(irt Advlph capiliio M. Prins,
< .;ual viudo do Rio de Janeiro-, com destino para lljin-
burgo anilou a este porto ; as pessoas a quem ste
nrip cioconvicr, pdem comoarecer no consulado Ham-
burgus ra da Cruz n. 'i, tercafeira 13 do corrente,
, i mel dia, 8
i Arrendarse o grondo sido denominado Espl-
nbeiroi a estrada que val para Belem, com ler-
>as cosientes para plaolfOis do toda a lavoura bas-
: ntcs cc|ueiros, manguciras, oporbaiiodos caj el-
los bastantes anadanos, com casa sulcientu pura
n orar e pasto para Irr vacias do loite ; quc;n o pre-
c>m das legos de Ierra no
quem qui/or dar annuncie.
2 Aluga-se i luja Jo sobrad novo, de varanda no
ollo da rua da Palma logo ao sabir do boceo do
Poeinho, com '> :ni it s sal, copiar, cosinha fru
multo boa quintal com cacimba e porlao sendo a
un sma luja multo fresca e clara em razo do copiar :
a tratar no meamo sohiudo. 16
:! Aluga-se umpequeoo sitio a margem do Capi-
baribo com casa do vivonila, e por preco muilo com-
ino-!o ; na rua de Agoas-verdes n. 21.
2 Fngomma-so com muilj perfelefio prnmptido
o preco barato ; na rua da Praia junio oo sobrado do
Venina o :i|. 3
:i D-sc dlnhelro a juros em pequeas quentiss so-
bre penhores ; na la das Cruies n. 48.
''/ Schaumann rolira-so da provincia.
3 J'lioiuaz Fernandos da Cunha ruga ao Sr. do en-
i-iiin. i ...i!,. s.,i i so u prolo que existe em seu po-
der le ni os signaos que abaixo so declara Ibe faz um
rande favor do o remetler ao Hecife na rua da Cu-
dria luja deferragens n. 'i'i, que se pag5o aos conduc-
loios todas as despesar. que flzcrein e ser sempre
i;rato a sua pessoa ; os signaes sao os seguintes ; cor
liem prota estatura regular e cheio do corpo tem os
dous denles da (rento abortos e a marca K com traves-
-o nos bracos, de nacao Quicam ; desappareceo em
7 do ,\lao do 18i, de uladode JO anuos pouco mais
ou (renos e falla um lano apressadn. (10
3 Prccisa-se de um born ollicial charulciro; na rua
do CollcglO n. S. i'
6 Aluga-se urna casa do dous andares na rua da
Uoeda o. !) com commodos para grande familia e be
bastante fresco a lallai na iua do Hospicio u. 14,
com Prexedes da Fonseca Ceutinbo. (4
.'l Pi'oclsa-se fallar ao Sr. I'liilippi- ffcnleio Caval-
cantc e \ i i.ii'jiii n|nr, (litio do Ihllccido escrtvao domos-
inonoiiic, a negocio de SCU interesse na rua .Nova ai-
iiia/iiu de trastes n. 'J. (i
.'! Aluga-se nina casa terrea, sita na rua do Coto
vello n. si, com duas salas, dous quartos, coiinba lo-
ra quiniai murado, com sua competente cacimba de
boaagoa: os pretendemos dirijo-sc rua estrella do
(losarlo, segundo andar n. 30,
Compras.
3 ComprO-Se escravos de ollicio com preleren-
ria carpidas o pedreirus ; na rua da Cidria do llecile
o. 45. 3
2. Compra-so urna parda do IS annos, quo saja
bunila e Bsiba coser, cosinbar e engommar; na rua
das llores n l. (3
Compra su a obra rocreavo do liomcm sensivel ;
quem livor anr.uueie o doclaic o preco ; sendo osteja
por um caboclo de nome alanoel, o qusl osla preso e ,4i bom estado
Compra-so urna rodo em boni oslado, de mallia
decamarSo, para viveiros; no Atierro da Boa-vista
n. 20, a lallarcom o Sr. Chavos,ou em S. Amaro na en-
trada da estrada du Helero com J. I!. C. i'iesse.
t Compra-Se uina mesa du mrio de sala do an
gleo, Ou do Jacaranda estando em boui uso; quem
livorannuncio ou diriji-so a rua do Gebuga n. t C
l Comprio-se 2 escravos, um carpina e outi"
pedreiro, para una eiicomineiida do Kio de Janeiro;
na rua do Uoilegio n. 10. I'i
1 Cixupiao-se duas rotulas ja usadas ; quem li-
vor ..iiinii.r.r ou dirjase a Fra-du- l'oi la u. 86 ou
rua da Guia n. VI, pri
u proprietario do mesmo
da rua Nova
ti ner dirija se ao llccile
mino auda.i que achat
sitio.
I Aluga-se o segundo andar da casa
n. S ; a tratar na luja da nioiina casa.
I Callas llardy, con, loja do ouiivos no Atierro da
iloa-vista n 8,acaba de recebe! 1 soitimento de diversos
objeclos do ouro como transelini de reloglos, botn
de abertura adeudos do ultimo goeto, casaoletai
Brincos muito lindos para lenhora e meninas, e pre-
tendo vender tudo por preco multo barato. (0
I Quem precisar de um homcm para coin-iro do
venda do quu lem bastante pralica dirija-se a rus
lar^a do Rosarlo n. -". que so dir quem lio. 3
I Oibaixo assignado liz scienlea todas as pessoas,
<;nr tri ni i i.-,lo,ns c i!ipri:li.i.:>- na i.Mo do abaixo as
signado, quo no praso de 13 das da dala de^o os
voiesgatar, do contrario o abano asssiKnado passa-
r a vtndel-os para pagamento de suas quutilias.
JotSoare Piulo Coma. !0
1 Precisa-sa de um caixeiro, que lonlia pralica de
venda; qucui es ti ver nestas circuinrlancias annun-
ciu para ser proiurado. (j
I Jtror.ymo Moreira Fonles embarra para o Hio
Grande do Sul a sua escrava Mora du nacao Angola.
1 Bernardino de Ambrop; Italiano, vai com sus
Scnhora para o Itio du Janeiro. {>
2 O Sr. que no da as do mez passado dcixou
um vestido de tarja prota do peobor por una poca de
msdapolao em urna li.ja da praiioha do Livramento,
baja do vir decidir este negocio no praso do 3 das dq
contrario flcai som diroito algum ao vestido. 3
iNa botica da rua dos Quailels do Jos Mara
Goncalves liauos aclia-se um trans lim do oro que
em o dia II do crrenle lo appreliendidu a urna prota,
que dii ser forra, e ter sido captiva doSr. Jlo de Car-
vaiho Pees de Andrade ; quem der os ilgoaes cortos do
i :, ndo transelim llio sei entregue (i
Aluga-se urna casa terrea na rua atrada matiii
da lioa-visla com duas salas, c quailos, cosinha
lra quintal murado cun cacimba ; da Aurora n. H. (4
JPretendo-so urna casa para inorar, dede a pon-
te da lioa-visla ate o largo da S. Crui, que icnba com-
mudos pura grande familia, quintal, o cacimba e se lur
encostada ao rio, mellior, e que lenlia banheiro; quem
u (mr aniiuniio, ou talle i:a lija du cera, na rua (Il-
cita delimite de N. S. do Terco. |5
-J A pescoa, que annunciou ter II (/ rs. para dar
a juros annuucie para ser procurada. 12
2 Prccisa-se de 4uo# rs a juios de dous porecuto
jonict, dando-si'porbypolher, uma fazemla de ga-
na rua do Livramento n. 38, venda
pn su dir quem piecisa
do junto ao lam
Vendas.
1 Vendesa um sellim inglez com pouco uso; na
rua Nova loja u. 10,
1 -Vendo-se um bonito escravo do 20 snnos bom
saquoiro e Iraballiador du cnxada ; na rua Nova ,
lojsn. Ki. 3
I Vonda-se ago'ardenlo de Franca de superior
qUalldade ei bogada ultimaincnte a 2/i00rg. a ca-
ada; na mada Madre de eoa n. 18. (3
I \ ende-te na venda n. b8 da S. Cruz, defronlo
da liboiiu da Boa-Vista saccas com lailnha pelo La
rato preco de 421)0 rs., som sarco a lamben se von-
de una porfi do saceos vasios nuvns propiios para
fallona cllloaias bramas a duiia dr casaos a OOU rs.
I Vendoui-so bonitos pumbos o burracbus ; no
pt tea de S. Podro u 3. (2
I Veiide-sc una prela de navao do iO annos de
bonita ligura cusinlia o diario de una casa, e vende
na rua a vista do conprador so dii o motivo da ven-
da ; na rua do Aragao n. 5 (4
I Conlinuao-se a vender os baralissimos cortes de
Vestidos de hitll Onas com 13 covados e nielo a
/e9?00 rs.; na esquina da la du (Jueimado n. 2, lo-
ja de Uauoel Jeie Gonfaltes, (4
i \ endu-se espermaceto de nova invenco, garan-
tindo so ter a n,rsn,a lu e duravo que tem o ame-
ricano a OOis. a libra ; na rua do Crespo lojas ns.
10 e l', da viuva Cu i, lia Guimaiaes. (4
Nl- \ ciidrni-se codos do cassa-ctiilus finase de co-
res litas a 2.. rs. ditos dt cinta a 1000 rs. pecas de
l'etiinliii o., ii lo a 2 is. algodo muito largo, pro-
pno paia esclavos a 2'i0 rs. o covado pecas de bre-
tanha de liuho a 3200 rs., dalos de la muilo rnoor-
pados a 2240 rs. brim Iraocez de quadros a 'iO rs. o
covado dito a 3'2 rs. o covado coitos de cambraia
de toros do padioes muilo modernos pelo barato pru-
i'n,'i'Crs. lencos paia giavalas a 4U0 rs. cbapoos
brancossom pelo pelo mdico preco de 2/rs., fustes
alcoclioados para collclet a 3.0 rs. o covado, dito mais
iiioa '.u i. ditu branco a 040 rs., bnm de linlio
trancado branco polo barato preco de 00O, 1280 o I 'iou
a vara ditudo quadros de cores a IMO rs. a vais ,
Hielas casimiras de quadros para calcas a Oto rs. o co-
vado e ounas mullas lazondas por barato preco; na
rua du Crespo n. 14, loja dr jo:o piancisco Olas (14
I Vendo-so urna venda no mellior lu^ar da praca
da lioa-vistn Un alieguesadi lano para o mallo
como para a praca ; nao su | Ge duvida dar metadu a
praso beiido com bas (Irmas ; na prava da Coa-viste
o. 3 i. (a
1 Vende se um silio per tu da praca com commo-
dos para esclavos, estribara, tetras para plantare
ter vacias de leile ; lambom leui no uiesmo sitio urna
i.iciia com ii.-.i;o para luda obra, a qual est tiabalban
do e Ir ni boa Ireguczia, ou noca sr por casas na pra-
ca ou a dinlieiio; lambem se recebom dous moloques
em pigamelo quem pretender anuuniio. (6
i Vend-se um rologio novo, de ouro, com corren-
te c chave ; na la estilita do ll'isrriu n. 47.
1 Vende se laiinba du trigo de superior qualld'de
deTiletlu, da maros SsbF; uo trmasem dejse li.
I'i re ira & Compauliia na rua da Cadeia Vciha oa
t m 1.11 a que voila para o boceo do Cspim; assim como
oxcdltnlo vinho da Fifiueia em bani. e pipas. (4)
1 \ endo-so rio aiuiioriii dr Antonio 1. bacelar ,
no caes da Allundcga delimite aa tscadinba larnhu
do mandioca muito boa sacess do dous alqueirus e
j_ Vende-se urna prela da Costa engomma e lar
lodo o servico de urna cas ; c urna nearlnha de 12 a
13 annos coseefai lavarinto ; na rua estrella do Ro-
sario n. 16, primrlro andar. <4
1 Vende-so farinha de Mag de superior qualida
de a 6500 rs. o alquoire com sacco ; velas do osperma-
crte, cl.rgadas ltimamente de Lisboa a sOO rs, a li-
bra ; no Breo de S. Antonio lujan. 2. f*
, 1_ Vende-se um bnco de balares grande com con
ellas,de amarello e torradas, comcorrentes de ferro e
pesos quanlos quena.i ; na rua das Cinco-Pontas n.
160 que todo o negocio se fai. (4
I Vende-so um moleque muco, de idade de 15 a
10 ancos, com boas hbil dades u he canoeiro e de
bonita figura para pagom ; em Fra-de-Poitas, no os-
taleiro do Thomai Jos das Neves. (4
VI Vendem-se superiores cuites de cambraia ri-
quissimos chapeos para sendera que leoin a buodado
de se abrirem e se fecharen) por meio de molas ca-
pachos redondos o compridos esleirs proprlas para
senhuras awenlarern-se riquistlmas mantas de seda ,
charlse lencos, calcados e profurnarias castlcaes e
palileiros de casquinha ingleza supensorios de burra-
cha dilo ninas o luvas do linho da Escocia riquissf-
mas abotuaduras amarelhsasmais modernas, que teem
apparecido, gnalas de tinta a mais superior possivel,
botina e meios ditos de Lisboa rquissimas laceas c
garlos de mar flu caanles para msica que teem
a eommodidade de so lecijarrm o abrirem, chapeos de
sol de seda ricas manas de seda para liomem na-
valbas dr rabo rio marlim C OUtraS muilaS iniudcsas
por barato proco ; na tua larga doltosario n. 24. 1.1
Silva .y Fragoso na rua da Cruz n. 43, loem para
ve. d e n ilio oate lio>| a iliol muito n ivo e supnl >r,
lindas bueelas com passas as mais grandes que aqu
leem viudo e muito proprias para mimos pelo seu
a-seio ; amendossdoces descascadas, mu grandes e
novas tudo chegado no ultimo navio.
Vende-se niela duza de cadeiras do palhinha em
bom estado por pceo commvdo ; na rua de S. Rita
n. 19.
Vende-se familia de mullo boa qualidsde che-
gada ltimamente a 4M'0rs. a sacca ou alqueire e
sem o sarco a 4600 rs. para u'limar cuntas ; na rua
Nova n. 67.
3 Vendem-se mantas brancas muilo Anas, de cam-
braia adamascada ruin Iranja para senhora pro-
prias lambem cada urna parliodo-se ao meio para
cortinados de omitios de aicova por ter sulllcieote
largura e cumplimento pelo mdico preco de 1// rs.
cada urna bem assim lencos grandes de seda de cOr
psra grvalas a 2';00 rs. cada um ; na rus do Cabug ,
lojas de lazendas do Pereira \ Guades. 1
2 Vende-so urna linda u,olera de 15 annos e de
bonita figura ; duas pretas do 20 son., boas quilao-
deiras ; um pretu do 22 annos ; urna parda de 20 an-
nos sabe engommar, coser, cosinhar e faz doces;
na rua das flores n. 21. >5
2 Vende-se una escrava de lodo o servirlo de urna
casa sem dr frito algum ; sendo para lura da provin-
cia, su dar mais em cont ; u motivo da venda se dn J
ao comprador ; quem a pretender an nuncio. i 4
2 Vende-se um canillo du boa (igura com muito
bons andares ; na la Dneiia n. 81. (2
2 Vende-se urna preta lavadeira cesinha, e he
do todo o servico por 360/ rs. ; urna parda de 16 a
18 annos recolhida porfeita coslurelra, e engom-
madeira; 1 molecao peca, vanadio e du todo o servico,
e lio do muito boa conduela ; duas nogrinhas de Iludas
figuras ja coseai uiui bem ; na rus Oireila n. 81. 16
2 Voiid.-se urna escrava do naco de 25 annos,
de bonita Qgura engomma, cose cosinha o Uva de
sabio ; 3 ditas de 20 a 24 anuos ptimas figuras pa-
ra lodo o semen urna negrinha de 12 annos, propria
para costura ; um moleque de navao de 18 annos ,
proprio para lodoo seivico; na ruadas Cruzes o. 41, se-
gundo andar. (6
mi Vendem-se dous bois mansos crioulos dos
mclliorcs queexistem na praca; uuia catroca muilo bem
frita tudo por preco muilo em conla; no pateo da S.
Cruz venda n. 70. 4
2 Vende-se larinha a 4200 rs. a sacca ditas de
feijo dilas du anox de casca ludo de superior qua-
lidade ; na rua larga do Rosario, venda da esquina quo
vira para o quarlel de polica. (4
2 Vendem-se vanos objoclus de ouio j usados,
o urnas coiiines de prsta ; no paleo da matriz ao S.
Antonio loja du uunvos n. Z. 5
2 Vende-se a venda da rua estrellado Rosario n
,l\ bem alreguosada o com poucos fundos, a dinhel-
ro, ou a preso cun boas lirmas ; a Halar na rua larga
do Rosario n. 50, coui Jos Joaquun Olas Fernandos.
3 Vende-se um cachorro du agoa bastante novo ;
na rua Nova n. 25. '2
3 Vcndem-se saccas com larinha de Mag de su-
perior qualidade, pur preco coinmudo ; na rua do
Cuilegio u. I.
3 Vende-se familia, dirgada ltimamente do Rio
du S. Francitco pela medida vellia por pre(o com-
modo ; na rua do itangel n. 3 3
3 Vende-se superior assoalho de louro e amarello,
superior Ciro de louro costado e costadinbo oe lomo
edo amarello, senado na serrana do Monleiro ; no
deposito de taboado delronle da Urdom terceira de S.
Francisco ; no mesmo deposito taubom se vendem
purtas de iusiadit.hu de amaiello promptas e por pre-
co commndo. 7
3 No armascm de deposito dr viieies na rua da
Piis boceo do Canoca por baixo da sociedade Phi-
lo-ibalia ha urna grande poican de arros com casca
para vender, por pieco commudo ; oairoibe de su-
perior qualidsde. 5
3 Vende-se szeite de csrrspslo de caada para
cima a V560 rs. ; na ios Oireila n. 53. i2
5 Vende-se una parda muilo ba engommadeira
e lavadeira ao comprsdur se dir o motivo por que so
vendo; na rua do Sebo do lado direilo passaudo o
sobrado du Sr. I.avras a piimeira casa junto a venda,
quo lem debaixo do mesmo subisdo. 14
3 -Vcudcui-se dous esclavos de mullo bonitas figu-
ras sendo um perito ainassador e o uulru lorneiru;
na rua oa Cruz n. 4 primeiru andar. (3
3Nendem-se dous capules de senhora, sendo um
novo ue panno verde escuro e o oulru ussdu de pan-
no a/ui ; ns rus ds Roda n 22. 3
3 Vendem-se vatios ulencilios de bolequim per-
2|
meio a 4b00 is. e de Mag a 6'i00 r. ou a tratar
com Firniino J, F. da Rosa litnao, [6
tenientes a cosinha, bem como louca caldeiras a
bandejas, ludo em muilo bom estado e por preco com-
mudo ; na rua Directa n. 32. (3
3 Vendein-seduas moradas de cssas terrera os. 6 e
, no becco do Marisco ; a tratar na rua do Queima-
[do n. 26. 3
14 CHARUTOS REGALA.
Na rua da Cadeia do Recile n. 46, lia sempre, a ven-
da um graude a esplendido sortimenlo destes alaois-
dos charutos viudos ltimamente no vapor da Babia.
4 Vendem-se quarlus novos tralao se, cuio-se
e ssngrau-se cavavallus ; na rua da Comeico da Boa-
visla n. 60. (3
8 Vende-se sal de Lisboa em grandes o pequeas
porcOes; na rua di Med armasen) o, 7. tf
4Vende-se um prcto de boe flgura do' 20 annos ,
perlelto ollcial de pedreiro de toda obra; na rua do
Crespo n. 10 primelro andar. 3
'j Vcndem-se sacrn com farioha de superior qua-
lidade e por menos do que em outra qualqucr par-
te ; na rua da Cruz, armasrim n 54. (3
4Vende-se urna casa torrea nova, por preco com-
nuido amada Palma; o urna canoa de familia,
em bom uso ; a tratar na rua da Palma n. 8, das 6 as
10 horas da manhaa [4
8 Vendem-se bar'ris do superior vinho da Figueira;
nos armazens de Das Ferreira so pe da Alfandega o
na rua da Moeda n 7. (3
5 Vende-se potassa russiana muito nova e de su-
perior qualidade, em barris pequeos ; na rua da Ca-
deia do Hecife armasem de assucsr o. 12. (3
5__ Vende-se mullo boa farir.ha de mandioca em
saccas chegada ltimamente do Rio do Janeiro por
prc?o mais eommodo do que em outra qualquer par-
te e sacess com milho de muilo boa qualidade; na
rua de Apollo n. 2, armasem de Gomes ^ Irmo. (5
5 Vende-se um cavallo ruco, com lodos os anda-
res cera de carnauba sola couros de cabra esco-
Ibidos arroz de casca ludo por pirco eommodo ; na
rua da Cruz n. 51. (4
Vende-se a mais nova e mellior fa-
milia de mandioca pelo menor preco
presentemente no mercado a bordo do
late S JoIo e gatopeiia S. ylnna, ani-
llos iundeados derotile do Caes do ( olle-
ou em trra no armasem de porta
g'>
larga,
no caes do l ol
lequitri da Estrella
i Vendem-se
alqueire medi.la
cgio
, junto ao ho-
saccas de larinha de
velha reeentemente
cliegada do Rio de Janeiro pelo litigue
fiel, patacho finiente e samara Perola,
muito alva e iiem toiradinha a 5sooo re.
com sacco : tambeui se vende a muito
estimada e superior larinha de -Mag, e
Siiiuhi ; na rua do Crespo primen o an-
dar da casa n. a3. (io
Oh!que pocliincha!!
Vende-se tuna divida em grao de ex-
ecucao, de urna pessoa muilo de bem,
que altn de oulros requisitos, que muito
a alionan, tem os segnintcs : i lie ser
quebrado de ni f; 2 c ; caloteiro do
prolissao; 3 c ; bebado depois de jantarv
'i fazia em outro lempo a gracinlia do
engolir letras, no acto que Ih as apresen-
tavtio pata as pagar ; 5o, tem sido tes-
tamenteiro, e nunca dado coalas : C ,
tem por systema gastar com demandas
que nao pague um ; e.
a todos prometle pagar
bacaniatle, ou levanta a
l'alsidade que scu credor o quer matar :a
quem convier esta pechinrha, nao perca
to boa occasiao, annuncie para se tratar
do ajuste.
oito, com tanto
n (iiialmeute
com hum tiro de
Escravos Fgidos.
Manuel Anlero de Sousa Iteis pede as pessoas
desta praca c juntamente do mallo que anda esta
fgido o seu mtlequo, bem conbecido por andar por
todos os trei bairros desta praca vendondo cangica e
po-do-l ; he espillado do corpo, tem una orellia fu-
rada e o embigo lamanbo de urna laranja; a pessoa ,
que dello der noticias certas, terft vantajoso pagamen-
to e so guaidar segredo.
1 Fugio no dia ll do corrente as II horas do
dia, do lugar de Fura de-Poilas um moleque de
idade de 10 annos com 6 palmos de altuia pouco
mais ou menos muilo fula beicus puchados lem
no braco direilo urna costura pouco abano do sangra-
dor ; levou vcslidu camisa de algodaozinbo e calvas de
riscadinbo; quemo pegar, levo ao dilo lugar, casa
. 88, ou SO, que sei recompensado. '8
2 No da 8 de Marco p. p; fugio um prcto de no-
me Antonio crioulo, de idade de '8 annos estatura
regular, ebeio do corpo baibado, cantos na cabida ,
rosto redundo e bem fallante lem um calumbo em
um dos dedos da mao direita ; esto escravo fui sempie
captivo do Sr. Joao Ferrelra do Aducida Calado mo-
rador no Altinho termo do bonito e bojo he do Snr.
Jos Leonardo morador nesta inaiu do Hecife ; roga-
se a todas as autoridades policiaes o capllaes do campo,
que o virem preedao-o e letem-o a rua das Cinco-
ponlas n. 71, que sei gratiuredos cum ttl# rs. (0
4_ Fugio oo dia 13 de Janeiro urna escrava de no-
me benedicta de afio Angola com us signaes se-
guintes : represeuls li annos, balsa, seces do corpo ,
be vesga du um olho lein bastantes cicalriics pelas
costas, tero os denles ds parlo inferior podres e na fen-
te da parle supe, tur falta delles ; li vou vestido branco
veibo e urna saia de ganga aiul nova e pa. no da
Costa com listras aiuese brancas, levou mais um ta-
boleiro com sapatos e fui encontrada calcada ; quetn
a pegar, leva a rua da Cuncordla n. 3, que >cia gene-
rosamente recompensado. ilO
3_ rugi, no da 8 do correlen um pelo de nome
Jos de navao Calabar, do 20 anuos pouco mais ,
ou menos ; levou (alfas de ganga americana liscaaa,
camisa branca ; lem una cslou.bos a cuna do nsiu ;
quandu fugio sigui as parles da cidade de din.da ,
levando um bon de galio c um cmbrulbu com lou-
pa embrulhadu em urna loslha ; ruga-so as prssoas en-
carregadas da pulida cespitis de campo de o ap-
pribriiderem o levaren, a rua da Cruz D. 26, quegene-
rusamente se gratllicura ,10
5 lui^liim rs. do giatilicacao.
A quem pegar a escrava Joauna de nacao Angola,
cor fula que outi'ora peiionceo ao Mejor Nicoliu da
Parabiba do Norte, a qual est ludada desde 18'.-.*, e
consta cun toda a certesa cliar- se em urna laienda jun-
io a villa.de Caico cujo sigoal, que nao delta a menor
duvid.', he ler ella um dedo du peal-jado; quem a pe-
gar, leve a rua do Sebo n. lit. (8
PBRN, } KATTP- PE M. F- DEFARU 18^5,


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