Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05555


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Full Text
Anuo de IMS.
Sabbado 12
O lilAMO publca-se todos os diasque
no forcm de guarda: o preco daasiigna-
tura he dcrs. porqunrielpagoiudlmtadot.
Os .111 mi luios don assignanlra sao Inseridos
a rozno de 20 ris por linda, 4u r*. pui t\p0
dulciente, e os rcpetlrcs pela metnde.
Os que nao forcm assiguautes pagoSOrs.
por linda, HSOem lypo dlllereutc.
CHASES DA LA.
I.ua nova a G as 5 h. r 21 lllin. da tarde.
Crescente a I i as 7 lior, e 1 mln. da larde.
I.ua chela a 22 as i lior. e .V2 iniu. da man.
Mngoantc a 28 as i) lior. da tarde.
PARTIDAS DOS (ORREIOS.
Goianna c Parahjrba, Segunda* c Sexta* fci-
ras.
RioCrande do Norte, cliega a 8 c 22, e parte
a 10 c 24.
('.alio, Seiinliaiiii, Rio l'nrinoso, Porto 'al-
vo, e Macer, no I", II e2l de cada inci.
Oaroiihiius c l'oillto a 10 e 21.
lloa-\ isla e Floren a 18 e 28.
Victoria Quintas fel ras.
Olinda tudos os (lias.
PltE.V.MAR DK HOJE.
Priineira as !l li. e 18 miii. da nianhaa.
Segunda as !l li. c 42 lliiiiulos da tarde.
de Abril.
,9wr?(wSNUifErM
DIVS DA SEMANA.
** ~ 7 Segunda S. Eplphanlo. Fesiaf el nal.
.Nao lia despacho.
Y 8 Terca S. Aiuancio. Rrlocao, aud.do J.
/ de Drrito da 1.a vara, e do J.dos Fcilos
Y 9 Quarta S. Demetrio, aud. do J. de Di-
' reiici da .'1. vara.
10 Quinta S. Ezrquicl,and. do .1. ilc Direilo
da 2. vara.
11 Sexta S. I.cao Magno, and. do J. de Di-
reilo da 1 vara, c do Juz dos Fritos.
12 Sabbado S. Vctor. Re., aud. doJ. de
Direitq da I. vara.
l-'l Domingo S. Hermenegildo.
Auno \XI \. 81.
CAMHIOS SO DA II DE ABRIL.
Cambios sobre Londres.....2' ,.
Viris 372 i.', por franco,
" Lisboa 120 por 100 de prein.
Preni |i n-a-il leu. Urinas I por* ,.
Duro >ed i -I 0 < r [Oo a I* 0
di li l noi l)i) a 17 l
il Ituthl. ., Mi., o i: i.
Prula- Pal icoi-....... ,. i i.-.r-n
Pesos iduniiiares l .i i i
Hilos McXieiliUS ... I '.., I | ,;<,,
Moedas de 2 patacas l<2-'ni a l.'-Jvi
Hitas de mu i .'ni i .i jSo
Acr6ei da c* do Beberibc 30......
EXTERIOR.
F R A N : A .
Amanlia comprara a disciisso do projeclo de Mr. de
llnussnimlle e outros diputados, que leiu por ObjectO
regular as condices de adiiiisso cacceaso dos lunccn-
jiarios pblicos.
Este projetlo he a CUpola de mu edilleio.cujapriniei-
ra pedra aluda est por asseutar.
Como se SUSter a copula, se ella nao leni onde re-
pousar .'
Este projeclo, concebido as mais louvaveis iuten-
fdes, te o cunho desse espirito de inconherencia, dcs-
incindraco, e remendara, que carado sa a nossa po-
ca, desde a queda do imperador at o da eui que uascer
no inundo poltico o hoiueui chamado a dar i administra-
cao, ein Franca, snas verdadeiras leis.
Onde apparece mu rombo pomos-lhe una peca, sciu
nos ililpOrtarmos.Sc essa peca coodis com o fundo, ou se
o rara rasgar-se ainda mais; chamamos a islo faser de
novo; e al hi val nossa audacia de innovaran, o nosso
^'inii de orgauisaco!
Essc projecto suppoc o eiisiuo entre luis tal qual elle
devia ser;
Suppe, que as diversas escolas especiis, e a facui-
dade das sciencias econmicas, administrativas e polti-
cas, que aluda esto por crear, exiatem e fneciouao;
l'.iniim, para o diiermos de urna vez, he una lei que
consiste ein presen-ver que se faeno leis, e todava con-
veui reconhecer, que o projeclo primitivo fui multo im>
Ihorado, e particularmente inundado pela commisso
encarrrgada de o examinar; pois que dos seis artigo* de
que se elle compunba orlglnariaucnte uriu su mu fol
conservado.
Faiei nina boa lei sobre o ensino publico cm Franja,
e se ella Air em verdade o que deve ser, dispensar-vos-
ha da apreseiilacao de projectos da nalurrza desse em
queslao; e mais l'ar.i anda, dar-vos-lia os lucios de re-
solver successiva, iuseiisiveliuciilc as dilliculdadcs qui-
se oppoem hojea redaceo de urna lei cieilnral, tal que
concili.isse as opiniocs as mais extremas, e acalmaste as
mais Impaciente*.
No* seiui-ainos em trra que nao lu lavrada, c adini-
rauo-nos de que seja estril !
Coloreemos pois por onde se deve coiuccar; lavre-
inos piiineiro, e preparada bein a tena, qiinudn (Ile-
gal H eslaco propicia, si-mearemos cutan.
O conuco be uuia boa lei sobre a inslriiccao publica.
A instru cao publica encalada alternamente de
urna certa altura, aprsenla a vautagem de l'ornccci os
lucios de coulcr e classilicar as amdicors que multipli-
ca. .No iba em que lodos os recursos, que a instruidlo
publica por si inesnia olleiece, l'oicni patentes i mu bo-
lueni ile estado, dolado de lirnie volitado CJIlilO segu
ro uesse di.i se crear uovajerarchia social; a ordcui
substituir a dcploravrl coufusau em que nos debale-
iihis; entilo ser o grao de insli ueco que bade determi-
nar os direitos polticos, c as apudoes admiuistrativas,
que lia de pr b.iiieiras insuperaveiss pele nenes exay-
neradas, e ,is candidaturas extravagantes; cnl'o sciao a
cspeeialldade e variedade do ensino queinauterao o ni-
vel entre todas as prolissoes; entao o goveruo, cm nomo
de Ma eouservacao, comprchcndcr, que deve a si pro
juio iinpor a lei absoluta de cinpregar Smente os bo-
nicos mais capases c mais instruidos, que se boiivcrcni
mostrado laes nos eianies e concursos a que successiva
mente se tlvercm submrllido; cutao, pela inesnia ra-
ido, os luiiccionaros publicos sero de uecessidade a
lior da nac'ao, e as ui-.-dioeridadcs ambiciosas serao, por
lio. a, evcluidasd i(|uellecirculo,e repcllidas para a nuil-.
ldao pelo mesillO laclo de sua propria ignorancia; entao
ogorcriiQ se i-levar pela consicleracau de seus ayeutes;
l.u o que nao la/., governarl; e o poder adquirir en)
hu a autorizado mural, sem a qual sua precaria exis-
te ncia estar sempre auieacada pelo conflicto das ambi-
jea pessoaes.
Qnautas mediocridades C at incapacidades aspirad
as IUUC9OCS publicas, porque acarreira da adniiuistra-
CIIU Ibes parece estar di.posico de qiiciu liclla se quer
laucar,e que para la chegar basta mu salto.' Esta uiancira
de entrar nella sem esludos preliminares, sem provas,
sem garantas, (leve iiccessariainente alentar aspreteu-
cue mais desarrazoadas; nao falla queiu, ao ver OS as-
pirantes as (unecocs administrativas dispensados de to-
dos os preparatorios, de todo o noviciado, julgue que se
as noss.is leis se cabio sobre estas coudicuCs de adiuisso,
be porque ellas sao absoliilaiueiite desnecessarias. Es-
te ros diro, com milito bom sonso, que nao ha neces-
sidadr de CStUdoS especiaes para poder ser mu cxccllen-
PBsJJB *j*3_li! -'-- miiiij.
A CASA l)U iAB.
Devonshirc he uin dos mais amenos condados da In-
glaterra. O viajante que apressado atravessa sses ricos
campos, lanca-lbes mu olbar de saudade na sua passa-
Kcni. Ao ver csses verdes |irados, csses deusos bosques,
v-.es jardlus iiiiineiisos, csses castcllos scmi-ucciiltos
entre arvoredo, julgar-ae-hia que os seus fcliiea possui-
dores, esqueceriao lUcilmeutc a cldade desde os piiiuci-
los das da primavera at o flu do oukpno.
Entretanto as jmilas das casas permanecen fecha-
das durante a bella estaco, as avenidas silenciosas; as
caucr lias naneadas e os cebos mudos
Ein vo proeurava-sc sobre o terrado, por entre as
eiides ou borda do rio, alguill vestido blanco fugitivo,
alguin chapeo de palba de Italia, escond lulo parte da
laura cabrea d'umaelegautepasseadora, lodos osca-
liiinlios i-sto desertos ; as nobles quintas abandonadas,
as llurcs tlcsab ni lian, (..... ... a nao ser o jaidinciro que
jiissa com o regador, uiiiguein pode gosar dosena per-
ruines. O verdelbo canta debaixo dos Salgueiros, 010-
siuol sola os seus queixumes nos bosques; mas so os
oiive o pastor que guarda os seus rebauhos nos pastos
Vlsllihos. Spelos lilis de seleuibio, -quanilo cabem as
l'oibas, no cornejo do invento, vem a boa sociedade de
Londres povoar estas solics. Entao ludo remoca e se
anima: as portas, tanto lempo fechadas, abreiu-c em
Hu .ios ralos de mu sol paludo; (orna-se entao teuipo ele
andes pstelos, de arriscadas montarlas, dedeseufrea
das cavalgadas. Os eava.bciros persegueill as raposas nao
obstante a ebuva e vento; e as senboras, a queiu o 01,10
lempo obriga licar ao p do foyao, extasio-se com os
luanlos da Vida campestre, leudo as bellas iiaira^es
que lazciu os poetas da moda.
Cuidos mais bellos castcllos do condado de Dcvou-
te prefclo( equivale a presidente de provincia); que.i
adiulnistracio nada mais he do que mu contacto couli-
DUO Com os iioiuens; que as questes pessoaes so ex-
gelo linora c prudencia; c qiiauto as qUestiics das coli-
sas e aos interesses luatcriaes, couliados a administra
cao departamental provincial), as decidirn cllcs lacil-
men te, cerlos de quea experiencia de al,iinsinczcs bastar
para iniciar 110 manejo de lodos csses negocio* Ulll liu-
mciii dotado de lolelligciicla c sagacidade.
Daqui procedem as prevencoes por velhas tradiccoes,
asiibjcccao rolina, a inliabilidadc frequeiilissiiiia na
soluyao de questoes, cojo exaine exige solida iiislruccn,
a pouca couliauca que inspira a applicacao dos priucl-
DOS mcllior deiiiuuslrados da sciencia econmica, e ein
fin o prejuizo, cutre nos ainda lao derramado, contra
o que cliamau Iheorial, como se Ulna tllcoi ia digna dcste
lionie nao l'osse o resumo c aualyae liel dos/nc/uj, de que
dependem todos os outros.
Nio acontece assiiu na Allemauha. Ha milito lempo,
que a rcuilOlllia poltica, a camtrolillica (sciencia ilaail-
miustracao e das flliancas) sao all prol'essadas pot toda
a parte ein culi-iras espeiiaes ; e de todos os candidatos
aos cuiprcgos. para quem estas nocoet sao necessarias,
Se exigeiu a IVeqiieneia desses cursos, e a pinrn lo. r.i-
ithecimeatos nrllct ai/i/iiini/us. Estes caudid.ilos passao |ior
cnimcv, cujo resultado mais OU menos lvuravel Ibesa-
bre 011 Iccba o accesso aos lugares em lodos os amos lia
adiiiuistra\o publica, como entre nos, a inslriiccao
Igualmente comprovada dos estudantea Ibes da ingreasu
na carreiiii do prol'cssoiato, na do foro c da medicina.
He lailibeill entre os mais insti nidos cstuilaotes das 0111-
versidades, que os grandes crieos proprielarioa des-i
paiz alm do Rbeno co procurar para os seus douiluioa
habis adniinisliadores.
Em Frailea, gosa pelo contrario a sciencia adminis-
trativa de pouca VOga; todos os que teein por mais fcil
liegal-a do que adquii il-a, sao seus desabolladores; en-
tretanto que o goveruo he coudemnado a sustentar con-
tinuas lucias contra teimosos ridiculos prctendeutes,
que, Armados nusilencio d tros desarmados como rila! Todas as ve/.es poriu que o
goveruo recelar ver mal parada a sua COulUuca em nios
mliabeis ou desleaes, deve por si, ja que ueulimn regu-
lameutu ola/, exigir casas garantas de iustruccao, d
moralidad!', C de experiencia lie do sen inleresse, e nao
menos do sen dever, supprir a Imprevldeucia da lei |ioi
lima vigilancia severa; mas o miuislio mais vigllaute
nunca est iscnto de engaiiai-sc ou ser Iludido, ftecea-
silo os ministro* de grande latitiide no direilo de esco-
llar, pois que sao res|>onsavi>is pelos seus agentes; uns
em nada prejudicio a liberdade da escolba as garantas
de capacidade; antes atlcuuoa esponsabilid.ide minis-
terial, dando as adiuiiistiacoes secundarias mais proba-
bilidades de iiiialiibilidade.
O Jecuto imperial de 2li de dcxcmbro de I8!l que re-
gula a iustruccao dos auditores no concelho d'eslado li-
nda orgauisado una pralica administrativa, Crao addi-
dos aos diH'cn otes uiiuistcrios qiiareula auililores ecu-
toc vinte eran repartido* entre o ministerio da polica,
direcr.au geral de revistas e de conscripeo, aiiuiiuistia-
yo de ponte* c calcadas, de registros e dominios, da
allandcgas, das aguas c bosques, dos direilo* reunidos,
dos vivires, descrrelo*, da lotera, da plvora, conec-
Iho de presas, de minas, caiaa d'amortisarilo, prel'eilu-
ra do departamento do Sena, c prefeitura de polica
(arl. 0 i- 11'.
Deste modo recebio cento ejsesseiita auditores, no
seio das diversas aduinistraciies especiaes Ottabclccidas
em Par/, una iustruccao, que ospreparava a oeeupar,
depois de si niieiu de tupratuiuierarioa, lugares mais
ou nienos importantes nos diversos *ervl[oi em que ha-
vio sido euiprcgados. Era na verdade un vivero de ad-
niiui-traco central.
A aitiuinistiaci) departamental tinba tamben) o sen.
lunlu ao prcli-ito de cada departamento llova mu au-
ditor que lilil.) o titulo e prcciicba as fUlICCdcs de sub-
prrfeilo da cabeca do dstricto fart. 15)1 Alm disto, ha-
lla outro auditor extraordinario addido aos prefeitos dos
trinta e un departamento* mais importantes; o estado
(lisies departamentos estiva junio ao decreto, que pi-r-
miuia a facuidade de Ihes augmentar o numero, assiiu
coiiio o dos auditores, se o exigissem as circunstancias
(art. 10,:.
Estes auxiliares da adiuinislraco departamental prc-
enchlao, sob a dlrrccao dos prefeitos, mu rardadeiro no
viciado; i-slavodi-posicSo deste magistrado, que po-
da rucanegai-os de substitulreui provisoriamente, ein
caso ib- inorte, de ferias, de lii-enca, 011 de qualquer ou-
tro iiupcdiuicnlu legtimo, os subprefeiios dos departa-
mentos, e connar-lhes, alm distes encargos, oproect-
!e*Ma*mnx-rnt isasistUl M| llia sasu -.-:^nxcrjiAt
sbire, e odellridowal; ha pomos que posso ser-Ibes
comparado* pela sua extensao, pelos seuscommodos
pelo agradavcl do sen sitio. I om ludo, no me/, di- oulu-
bro de 1801, via-se na entrada principal Ulll grande le-
treiro com estas patarras: Casa para alugar, cera
fcil cuiihcciT pela aiuarellada cor deste papel, queja
baria multo lempo que esta morada esperara hospedes
Rui Ulll cm un dia, uiiiua bella uiaiiba de oiitono,
qaalro pessoas acoinpanliadas por vares criados, apre-
sentrao se a en Irada do castillo, O guaiila-poiio
aprcssoii-se de abril-a, e Ulll dos estrangeiros perguu-
loii-lbe si- o paderiao visitar.
O viajante que acabara de fallar era un homein de
perlo de eincocnla anuos, de mediana estatura cqiici-
uiado lulo sol; eslava siiuiptuosaiiieute vestido: a SO-
brecasac.i ib- caseiuia branca forraaa de pilles, o* nu-
merlo* bullanles que sciulillavo us seus dedos, as
SUa*mam-iras, ludo indicara que era mu desses negoci-
antes da India, que Irazein para o norte o luxo eos cos-
lunies asiticos; vinha acoinpaiibado por mu moco de al-
ta estatura, trujando de ollid.il de inariiiba, l'jidela
verde c bono agaloado (Icoiiro. linas senlinras apoia-
vao-se nos seus bracos. L'ma apenas de lljaniius, more-
na e descorada, bem parecida e melga; llstiuguia-seda
oiilra pela delicadeza descus modos e pela luelaucullca
expressao do sen olbar. A 011 Ira inostrava ser sua niai.
Os eslr.ingeiios (orrcio ocasti lio, ojardiiu e o pa-
teo, t) nababo nao disfarcoii a ailiniaco que llie causa-
vao as uiaravilbas que a cada passo ileseobria.
lie un palacio de lulas, dltia elle, nao iremos
solante. Rao, di/i.'.,,, teuhoras, que esta hablucao ba-
ria aido cxprcssanienie adornada para receber-vus.__
Ein flu aclioii-se com o guarda-portao c perguiitou-llie
aqucill se devia a magniliicnea desta morada.
Imagina!, .-m-, respondeo o bom do guarda, que
quatro mancebo* de boas apparencias, lia algn anuos
alugarao esU berdade que entao se acbava abandouada!
poripie o propru tarjo era un fazendeiio da Jamaica, c
por limito lempo uo voltou a Inglaterra. O caatello ca-
lo de qualquer negocio contencioso, que exigisse 011 nao
deslituicocs 110 interior do departamento arl. 17,.
_ XTodos os anuos os prefeitos devio dar eont.i .111 mi-
nisterio do interior dos servos dos auditores que Ibes
rao addidos (arl. 18).
Em liui, segundo o arl. 20, a (piarla parle das sub-
prefeiturasque viessem a vagar devia ser concedida aos
audUorcs.
Os diversos ramos de que se compile a sciencia pol-
tica e administrativa, cxislcni, poicm dissemiuados;
cm parle alguiua eslao reunidos cm mu so curso; nao
foriu mu eoipo sistemtico r graduado de instrucro;
nao ha escola real ou especial de aduiiiiistraco; nao
existe nina /arnhlaitc diiv icifinas tCOHOmieiU, tiitintntstra-
Itvttt c putitiras, ondeos in.iiiecbos que se dcslino a cai-
reira dos negocios pblicos possao faser a sua jiislilica-
cao di* capacidade c lomar os seus graos. Por isso, ein
quauto as lculdades das lettras, das sciencias, de direi-
lo, demedenla, de ideologa, ofl'ereccm as diversas vo-
cacucs extensos recursos, c eslabelcci 111 mil b.iricir.i, a
dos exornes, na entrada das carreiras abenas iutelli-
gencia, lie a eaireira .iduiiuislraliva a nica, cujas .lie-
indas CStejao leill delza escauearadas as prctcncncs \a
iguuiancia c a presumpcao da incapacidad!'.
lie visto donde salieui os advogados, os nicilicos, o
niciubros do cupo magistral; sabcui-se em que estado
lorao preparados para o excrcieio de suas prolissoes,
que garantas tiveriiode prestar a sociedade antes de ub-
ler a sua couliauca ; em vao porc.ni se procurar as
leis em que fdro eslabeleeidas esta* garantas, alguuia*
disposlfoes applicavi'ls a admluisiravao publica, cm una
palana, ao lado das escolas de direilo e de medicina, ao
bulo da escola normal, das escolas militares de Saillt-
' vr, de S.iiiuiui, de La Fleche, de Mel/., da escola po-
Ivteclinlen, da escola de pon les c calcadas, da escola de
minas, da escola naval, da escola de eugeiihaiia marti-
ma, S o., debalde se buscara urna escola especial dead-
iniiisliai .10 publica, fundada ein bases anlogas, e nian-
lida pelo estado.
A cadeira de direilo administrativo, que se acha com*-
prehendida uu programma do ensino da escola de di-
reilo de Paria, nao pode servir de nsposla satisfai loiia
a i|mili se quizesse dar ao cuidado de indagar onde se
fui ino nao so os coiisclbciros de prefeitura, os secreta-
rio* geraes, subprefeitoa, prefeitos, mas uimbem todos
os nienibios dMSSJ vastas adiiiiuislracncs eentracs esla-
beleeidas em Paris, c das quaes parle o iiiovituento das
adiuiiisiracoes departamriitaes.
'I o grave lacinia 110 nosso s>stcnia de ensino bavia
sido rciuuliciida e assignal ida pelo illllstie Cuvier lii-
lo.ulo ueste lesti-niunbo de Uacon:
11 Seria conveniente estabelcccr collcgios publicos,
onde se lormBSSflII boiucns de estado pelo i-sludo da
historia, das liiigoa* vivas, do direilo publico, (los in-
teresses das uaciics, e de ludo o que podesse loi nal-os
Capase* da gerencia dos negocios. .Nao scb.iviau mais
de ver enio nos Imperio* t.intos ministros improvisa-i
11 dos pelo patronato, que so aprescutiio ao publico ta-
lentos suppoalo*, c que so coiibcccni os seus deveres
u pilos seus crios. .1
Siui, por eerto, que nada lia to desgranado eoiuo re-
os empregos pblicos dados ao patronato pelo espirito
de partido : He lao grande mil que irs seus elleilos se l-
zem sculir ale as culr.tubas do pois, Quaildo OS go\ ci-
lios eseolhem os homens que eiuprego.ciu ramio de suas
iipini'ies, ou de inesqiiinlias 1 onsiib racoes de lamilla,
pni vez de os eleger em razan de sua capacidade, deamo-
r.tlisao a un .10, augiuenlao os abusos, estiago as ri-
quezas de que dispOe, e su se liioilti'lll leiiiporariaiiicnlc
pelo arbitrio, 011 pela coi 1 uprao.
O numero do* administradores capase* nao he por
cerlo cm Cianea igual ao dos einpregos.
Diminuir o numero dos empregos c augmentar o dos
bous administradores, lal he o importante progresso qu-
tenlos a lser.
Combinar, com as disposirites do decreto de 1800, a
crearn de una escola rea! OU especial dB adminstra-
lo, c de mu fnrulilailc i/av tetcacitu tcuimmira; adminit-
Iratitai e polilleai, seria o meio de obter que a mocida-
de, que se destina carreira das l'iinccncs publicas, pOS-
suisse urna iuslriicrao Ibeorica C pralica, que aboitasse
ao incsmo teuipo n habito do irabalbo, que ella baveria
contrahido, c a aptidao administrativa, que teria adqui-
rido.
A creaco da Jerarchia administrativa fra de lacio
un grande passo para o restabelecimeuto da jerarchia
Social e da nova aristocracia, un teillldo em que as adop-
tamos, ulriiament iutellecliiaes, e sem oulios privile-
gios e IcparacAc* que nao sejao idoiuidade (xperiuieu-
tada, supciioridade rcconliecida, sel vicos provados, e
direitos iiicouteslavcis.
ajBiaaa nui-aiinjii
lava ein 10.111 estado, O jardn) titilia desapparecido no
meio de plantas nocivas e agrestes, as estatuas estavao
quebradas. Mandaran csses mancebo* buscar trabadla-
dores de todas as qualidadcs, jardineiios, pedreiios e
pintores; recdilicarao a casa e os ai redores; ao cabo de
ires mese* o caatello estar como o vides. Mas, coma
singular, depois de liavetcui passadu vida folgazona,
sempre no meio de opparos banquete*, c passaodo as
nuiles a beber e ajogar, relirro-se na primavera Como
imitan viudo. Pela niiiiba parte, bstanles saudades le-
udo tido delles, de ."ir .lames \ Hiera, sobre ludo, o mala
moco dos quatro e o mais coudcsceiidentc cavalheiru
que dar-se pude.
_ Tiveraozqiliina Icnibr.inc.i, disse n nababo, sinlo
nao le podido coiibeccr csses bravos eavalbeiios. Po-
rclll dizei-ine, a casi esleve tcmprc v.uia deiwil que cl-
lcs sohirao?
Mo, senlior, tivemos printeiro a lord Pagel, depoil
a lord arniout, e por flu o auno iiassado o conde de
falbot.
Dlabo! replicn o nababo, parid- que nao vivem
aqu coiitent.-s, por multo lempo.
No**a mesina imite a lamilla toitiou posse do ca.hi-
lo. O nababo bavta-se retirado para o gabinete dciMis
OJaceia, qitando un criado entroii com ardiste, c dis-
Si-llie :
Simo deixar-vos, Sr, Mauverory, porin
so licar nesta cata. Couversei com a gente da vi
O que queres dizer.' exclaitiou o nababo.
Ab. Sr., mi sabis onde caais!
Estou ein brcdcrvall.c aqu licarei pormuito lem-
po, se Dos quizer.
Dizci antes, se odiado nuizer, iiorqnc eslais na
casa dille. *
Que pataratas me eslais contando? Sao historias
de vclhas?
Em nosso pensailienlo, .1 jetan liia e a iguahlade nao
se repellem ; pelo contrario, forlilicao-ie mutuamente :
verdade he que nao ejiteiidemos neta expresso de igual-
dade urna supe lien- lisa ei.....1 o nivel ib- mu tanque ; -
mu lo nienos aiinl 1 1 oenlo de un ruslico que da 11111
tramboldociii quem Ihc pasaa au pe, duendo-1 de: 1. Su-
mos iguaes.
.\ns defluimos a gualdade : a liberdade da concur-
rencia, islo he, que lulos seiiio admitlldos .1 i-iisteular as
suas preleilCOes, o que n.i>> he ditei' que lodos sejao ap-
ios a jnsllflcal-aa, Deste modo, d mis coiicui rentes dei-
xo de set iguaes, logo que a infeliz pri'sumprao de mu
teill inuslradii a sua luli 1101 id.ule para com o 011I10.
I tu lioiiu ni sem iiioiainl ule e si ni insirucco, n.o di-
igual ao homein morigerado e instruido, mas lel-o-hla
podiilo ser.
Os que u5o eoiicebem a Igualdode social, entendida
por este modo, atiro-ae 11 Iguoldadc natural, que cllcs
pensau comprelii'iider melhor; mas, a nosso ver. nao
raciociuiio melhor ueste que naqueile caso, porque a
natureza, nos \ autagens \,- concede, mo he mena 1 ar-
bitral ia, iii'iii mcnis x o ad 1 qin a sociedade.
Eiiiiim. segundo o nosso unido ,1, pens ir, o gualda-
de absoluta he o livre e inicuo desenvolvimen) das
fticuldaili-8 hiiiiiauaa c das tiipcrioridades sm-iaesj he 1
applic.no inllcxivcl du principio csscitcialiueiile coll-
tervador e pi'ogrcssivo, de que todas as superioridades
ib- Culos sejao recoubceid.is de dil'cilo.
\ tisii ucean publica, essa poderosa alavanca das so-
ciedades, em ven procura duaa cousaa : .1 imi > e o pouto
iie apo.o que Ibe sao 111 cessai ios para elevar a condicau
din 11.1 na, a dar nnr dase a jeraii lila social a igualdadc ci-
vil. A itislrucran be a priineira de ma. as ciiIIiinis,
porque be a 1I11 liouiem. Apcrleicuai esta, e toda* as
ondas se aperli icoarau por s uii'smas.
tiite vemos nos lodos os dius passar-se sob nosso
olhoa?
Ora opoiar-se o goveruo em principios que deve
ria comlialcr ora ser al.ic.ulii pela opposno com ar-
gumento que sttji'ilos a mais severo i'XOIIIC srica a
coiideiiiuociio da causa que ella defendj'.
Raras vi zcs se apresculn dti.ts iloiilrnas contrarias ,
(|iia>i sempre de urna mistura de iodos os priucipio*
contradictorios, de que cada mu d is iluus ouiagouls-
las se amia a Inda pa ss 1 c ao acaso para a detesa ou
liara o ataque.
Uando a opposicao e o poder enlr.io assilll em lucia,
o erro e a veruade nao teeiu cada uin o sen campo oppos-
10 ; a ignorancia de que van uiiicameute as mao* com
sigo mesiiia ; neni a upposicSc iieni o poder sabe oque
Ide pi'i'leucc de propriedade ; para ambos nada be p 1
trimoniu ludu be despujo.
V. como nao suecedena assiiu se em Frailea ttu ba
educacau uacioiial nao di unios regulares de provaro
saber poltico .'
\qui os homens nao sao eseolhidos circuuistaucias
e coiubiiiaces, milito mais veses que o direilo e babili-
dadi- os poem na posse y\>> poder sem experiencia do*
aegocioa c aobretudo sem ud ias. Tul de uiesiuo o
desileui que aqu.se professa pelo esliidu e cspeei.ilidadc,
(pie os huilieua ililelligi'liti'S cm una malcra sao quasi
sempre applic.tilos a olida que ignoran ou desprezados
ein empregos sbalo moa.
\s tlu 11 ias aqm sao upiuiH's rerbosna c nao svstc-
maa meditados,
Aqu a ignorancia he presiiinpcosa desembaracada,
temeraria, 1: a sciencia, pelo revs, modesta, ,1. anda-
da, I11111111, tuna ollblllaudo-SC .i nulo a onda .1 nada.
Se a Frailea fcil cm fecundar nao passa ib- lucia
regetacao sea civilisacaio poraec lcl-o uiuruhado an-
tes de navel-a amadurecidu de porque cm materia de
goveruo ella uo leili priiu pioa d. 1 1 iniu.idos. 111*111 ira-
(liccii-s respeiladas iiem liuiueiis espeeiaes he porque
iqui prevalece soberanamente o espirito de parilo so-
bre o espirito publico c a arte de improvisar sobre o
talento de urg.misar,
Otilia colisa serio sea seieneia ei'ouoniico uliui-
nisiraiiva e publica livessc aeua professorea suas au-
loridadea, sen curao seusjoruacs.
Antes porin de insliluir una faculdmlt iconomicii, administrativa e polilira o primeiro pensn-
uientoqiie deve aeriameiile occii|ior o goveruo de de-
termiiiar os principios que sero preferidos ; depois es-
colher as autoridades cujas opimocs sero dadas como
bases fiiiidameutaea a este novo cnaino c redigir cm
consequencia o* tratados elemcntarea e especiaes que
Berilo approvados.
NenllUlll cuidado c inadiire/.a sciiau deitiasiados para
semclliaiilc ulna para lal exaine.
\i^ goveruo* absolutos lalvcs seja siipeiiluo ensi-
llar, infancia o respeito as leis ; .1 ciiergia do poder
. aaa
. .-; .
10 pos-
1. c.....
O que da de cerco, Sr. he que lem-se aqu pas-
tado cousas teiris, e ha dous anuos niiiguem |wjdc
-,. ......
Tres 011 quatro lords, e outro* lautos cavalbeiroa
cen aqu habitado, bem podemos iuiital-01,
bim. poriu, o ni cllcs duas 1 .un s para aqu nao
voltarein. Acreditareis que un anuo lord Pagel perdesse
tiesta casa trinta mil dinas slialmas.
Jogaudo?
Prouvera Deoa! Porin tirrio-lh*** dasuacar-
teira. Quem? uiuguein o sabe.
Nada hanisso de extraordinario; asahn pode a-
contcicr lauto aqu como Clll Stok. Exiiangc. Oil-
vlstca contarem as mesinas eouaas de lord Yarmont:
Nada Ide rondaran, Sr. ; porin como era elle vi-
sitado pela melhor sociedade de Londres, roildavau OS
hospedes, tantoque iiingiiem quera licar mais de dous
das em sua casa. TiUhllO-lhe apenas li lio os eompri-
nunlos ila ilieg.ul.i, e logo lli'os davao da despedida. Se-
gilia-llie lord laldol que por COSO e avareuln nao 1 eee-
bia pessna algiima, poriu liraru de imite do dedo da
toa inullier oaunel nupeial, nmtobcrbo brilhantr, e
do sen lacado: ludas as joyas com que se uin.ua.
Apie. dase o nababo, issomerece reflcsn: po-
rtii, incii pobre Joo, ti r-ine-das roubadoja tanto que
rcccll s agora que lanidcui te luildeiu.'
Anda, dea coininigo, o doriite tranquillo.
Isso he fcil dixer, Sr.; porui contao lauta* cou-
sase cousas de arripiar os cabellos..... Falla-He de um
lioiuein a quem acli.n.10 nuil lo no sen qn.lltn.
Nao ten armas, cobarde'' \ ai dctlar-te rom o ne-
gro; elle be capaz de inellcr inedu ao propiio diabo.
Aiiiauba verei u que devenios l'axer. Sobre ludo a uiti-
giieni falle* nena* Inmutas.
Joao soirio-se mu punco animado, e AL de Mauvcr-
iu\, disse couisigo, cm quauto o ciiado ajudava a des-
pf-o :
Por Dos! gosto das aventuras, eucaniar-me-ha o ser
loudado. Ficarel aqm, ainda que cu perca vinte mil
guineos.
(Co(maar-M-/ia.)


suppre tuilo- do unir mola se nio prensa Pura do l-
mur Mas mis gov< i nos represen! ilivos lano mais al-
ternamente te eleve tratar d.iiducaco nacional, eda
iustruccao poltica dos cicladnos, ijuanlo innior lien
parir, qup elles lomao ni gprPiica dos negocios c
quatit mais abalada he a autoridade do uovertio pelas
dsi ussoesda imprensa e da tribuna.
c cxi redo ilo poder niudou i eondijies ; rm nutro
en po mu su hotiiom goveinava p administrara > ,l da-
\.i i impulso goral: qunudo i xisto ltn ln lleu Ma/a-
i..... Colbcrt, bastava que tbsseiu esclarecidos cv.es
liomcns para se obter nina medida mil. ou urna rc-
Ibriiia necessaria. Vgora porcm lula be litis assiui : o
]>ai pretende goreruar-so por si inesmo ; be porlatiUi o
pal* ijue deve presentemente ser insii nido be a malo-
ra i|ue importa aer esclarecida.
\ upiuiao publica este jui sem appollaco, essr
jiodei sem limiles c siiii rcspoiisabilidadc, esta sobe-
rana absoluta do mundo couslitucioual, he sujeilaii
ti.. iniiiuuui de todas .is realeas ella tem Imprudciiles
conselhciros, haixos corlanos, quciu os seuscapri-
los r desvarios approveiuio Seus errosnunca sao sem
ptiivo: quando passagclros produicm crlses ; quaudo
pi ulongadoi e impostes ao poder ou por elle |wti lljha-
ilos, lorno-so a causa multas vetes dcsapcrccbida,
las mais graves perturbarnos uleruas.
. Derramar litis copiosamente os verdaderos princi-
pios adininistrativos, popularizar as silas opuloes eco-
iiomleas i- o ^o\io ilus estiidos serion he lalvet o ni-
co lucio de crear, em lugar desse eleinenlo vago oin-
< mistante, outra opinio publica iiias illnstrada me-
nts oscilante, c menos arbitraria, que ponha eiulini
mu termo a esse desejo ndelluidu de mudanen t|iie
-asta as instituidles polticas iciii dar-lhes mais lun-
iiaiiu'iiiii, i- os hoinens d'estado sem os ustriiir.
Resistir i prava d'liaussonvilh Uuvida-sc; mas ipiaudo mesiuii sejn
approvado, uo los engallemos, esse projecto prcinalu-
iii uo lera elleilo porque nao tem base. Veja-seo
]<><- produiio o artigo da lei di- 21 di- julho de 1843, as-
sim couccbldo :
" Antes do I.4 de Janeiro de IHt a organlsaeo een-
. lial di- rada ministerio ser regulada por oiilriuinia
i. real inser i no Halletim rfasfrii ; iienhiiiua inodillcactio
n poder ser mili l'cita sono pe i uicsiii i forma ecoui a
publicldade.a
.Nove ordtnaneat roaos, reguladoras da organlsaciTo
central de nove dcpai i iinentns miiiislcriaes leem appa-
recldo; mas que ordcMiNfflj '. Siio uniros tantos monu-
mentos d'nuoll'i rucia de fr.iqiir/a, de esle ilid.ule.
Vio jalgtieiu mais alierlaiiieute ileseoiihocido o espi-
rito de un i le obedecendo servilmente a sua I. lira '
r.scusa^o seria procurar n.ss.i- ordenaneat un peusa-
ini'ulii *i- iiuidade. mil gerillCII l'oi lindo; si lia lempo C
trabalhos pcrdldos.porque ellas se nao ligao cutre si pela
mnima relaco, iieni se recoi.....endu por simplillcac.no
alguma I. todava o uiarcchnl fioull lbrmoii-sc na gran-
de escola Imperial; MU, Duch.llol o Larave-Laplagiie
sao dotados d'iiconlestavel saber; M. Cuniu-lriilai
iliriglo por milito lempo coiu boiu resultado uin gran-
de esiabelecimeiito de industria (uno explicaren!
cssa iucohiTcuca, pssa 1'raqueia essa eslerilidade ?
Pela iiirpoi l'elco do modo do distribitico do trabaUo
miuislerial, que mi perinitlea possjbllidado de emprc-
bender cousa alguma sera e duradourii. h'm quatiti
elle existir, de balde io mudarn ministros, que je nao
mudarn os erros.
O impulso ser vencido scnipre pela resistencia. Na,
ii al.11 ule. ministros mia \sieiii,ha oadorcsque rciuao
o lixeiros que gQi rno .
luis bein se o projcclo de Mr. d'Haussoiivillo pas-
..ir te o iiicsmo destino que leve o artigo" da lei de
21 de julho de 1843, obra de M iVigiioii c da oouiinisso
de me iiuciito: produzir os mesinos l'ruclos. Nt o es-
peramos n is raVnunr'l' rcaes a queni cabe luc
tildo '.
Pree.
INTERIOR
t R.vR v.
. il.u: RPONDI se; i p > RTICI I.VI.
CVnrci 1. Pelo ultimo paquete recib istia carta de lOdo passa-
niie me deo multa satislaro poi saber, que licava
: :. p (nil.i a familia, a qiiein dirijo mciis respeilos,
i ir. Dii-nir Vm. que me tem rsc iptn urna ir/, mi ou-
ii i mas ii i verdade, di pois de sua ultima de se.tcmbr
do auno |iassado, ainda nao linha recebido resposta sua
i ndo alias escriplo-lhe varias cartas, cujas resposta!
milito desejav n. Mu, senlior, milita agradero-lhe o sen
i Iho, r esloil resolvido a loinal-o, iicjindo ainda por
ill por i ni 11 das leiroes e certos arraujos de l'unili.i,
i indo-llir, tenlia M'iiqirr a born ule de continuar a ad-
..ir ilu o- uiriis mil i.-.-r.: toruoa rogar-lhc queeiu-
pregue todo sen v.ilinienio a Din de que seja augmenta-
.. uieu ordenado,
Temo-) passadn poi nina secca horrorosa, e consta
que uiuias pessoaa j teeiu mor ido no centro da pro-
iii i i de i, un-. ni is liualmeute no dia ii do passado
, nucr.iio as cliuvas, e desde eutao lem chovido bas-
i inte por luda pro* im i.i. o que veio reaumar, e alegrai
:,,.! i irenses. I'or ouiro lado a provincia apre-
uta o mais triste, e inelancolico as|H'cto :'a luiniorali-
liade, nestes ultiuios lempos, tem ovaiu-ado coiu liiTreiu
audacia at eiiliiu inslita iiesta provincia: assassiualos
horrorosos teem-se comniettido por toda parle, grajasi
aiiuinlslraco desleix ida, r imbcil do Sr. Vasconcelloi
fxi na comarca de draiija, outr'ora bem paclllca, con-
i o-,e.a, sir anuo l!i assassinatos, na de Qucixarauobim,
de marro paraca. I-'. noCrato, Ico e Scrra do pereir
unirs inultas, bspauta-se e horrorisa-ac a iuiagliiae
do liouiriu de bem si pela cousideroeao tic lanos crimes
commeltidos coui ni lioraudaca, e escaudalo, como ja-
mis sr vio no Cear. as eleieoes ainda nao se marca-
ran; < sperava-se me chovesse p.u.i podereiu marchar
us drstacaiurnlos tMtOnut para os (livrrsiis puntos do
centro, a limde que a chapa /ruin doSr. Alineida Tur-
rei nao sollia avin.i: pois na verdade su baioiietas po-
drr.iii sustentar e fase triuiiipharachapa integralmente,
.los l.oiirriu o. que ruino elle disse, apellava da seutt'U-
gaado, declarando, que, quando liouver liberdade de
votar nu Cear, inlcrpor o scu recurso. Knconlrou,
como elle dii, entupidos lodos us eatinei, que aoppur
ulia vadeareis; pois, apexar das sympathlas, e boas in-
lenriies de srus aullaos correligionarios, eaiuigus nada
pude faier; parque nao lia liberdade de se votar lina da
iliapa. Adcos.
VSSF.MBI.EA PROVINCIAL.
si ssui DI 'J M: uii;il DI ISi.'i.
Pfitidencia ilu Sr. Pedro CavatctuUi.
II lloras i niei.i, o Sr. I.* secretario \n a rha-
, r verifica cstarem presentes 19 seuhores drpu-
As
lli.id.l
lados,
t Si', pretldt iitr 11 celara alu ra a siw,.mi.
U Sr. '." uertltriv l a acia da srss.io antecedente que
he approvada.
sr. I." leerelnria di conta do aeguinte
I VI LDII.NIE.
Iin uliirio dn secretario da provincia, Secutando a
reinessa da luforniaco a erica du requeriinento dos habitantes da Itegueta de
S. .lus eni que pedirn acreaco de una uadeira de
gramui.ilieu latina : A' coiuniis.ao de iustrueeao pu-
blica.
utro do inesiuu secrriai io, remetiendo copia do coa-
t ilo do arrcndauruto da casa da vinva Pires; --Paraa
secretara.
l'in requerimeiito de Jos .Maria de Barros It.irrpto,
delegado do termo da Natareth, pediiidoque se llic inan-
,i certa quantia, por elle dispendida coiu o* pre-
sos pudres ; A' COUlMlUsio de orranietito,
Outra do padre Joiio Mauricio da (.'oneecao, pedin-
do a rcvoga(lo de una lei provincial, que marcnos li-
uiittes da sua rregtiezia: A' i-otuiuuwao de estaiistica.
OllllKM lio DU.
Priuieira discussSo do projecto n. II. (YldeWaro
n. 70).
lie approvado.
uiiiinua a diseusso, adiada pela hora, do projecto
o. ". (Vhle Diario n. "i'.
Vil. 17.
Sr. l.o>ei (Jama : Sr. presidente, ou ni nao cuten-
do este artigo, pela rui ICIO do met enleiidiinenlo, ou o
illustre autor do projecto tem alguma ideia incgnita, e
tiiic nao vem aqu, e que eu nao posso dedutir do cou-
lexlu ; nqui esta o que dii o artigo(m\ Ora. dli-se aqu
oiiea lalsa uformaco sera punida: islo he, o wllieial que
a der, estando mellior informado. ^
O Sr. 'airo Atexendrino : He do regulamento do
cunde de I.ippe.
O Orador: Ah! he do cunde de I.ippe bem digo
eu ; he este euxerto que nos delta a perder: nao sei ;
nao tenlio aqu 0 reglllameilto do conde de I.ippe ; nao
posso combinar, se fol bem tratidu o artigo talqualj
mas ciilendo que esle aclhor informada se poderla tirar
do artigo; licar assilll mais clara a sua duilrina. porque
esle mrllwr lie termo comparativo : mas, melhor do que.
r o tille ?
In.-rv : Do fado.
o Orador : Srs. seja pinbora do que quiterein, eu
requeirn a suppretso para que a cousa Hque clara; por
que assiui se evita que se de a interprclayao que conjgg-
nlia ti quem execular a le; niaiularci a emenda ueste
sentido,
OSr Ferreira: Sr. presidente, o artigo, como esta
cscriptn.realmente envolv- duvidas: o que quer diter 0
mi olor do artigo he que todo O ollicial que,estando
Ihiii mi,.....adode um laclo, pastar a diter, ou a con-
tar, 011 dar parte deSSC laclo auseu superior, porindes-
liguraiido-o,altcraiido-o, duendo cousas que nao exis-
iao. ser castigado, c punido com laesctaes penas:
realmente lie este o sentido do artigo; poriu elle.cuino
est c~iiiplo.ii.io he claro; seja elle du conde de I.ippe,
ou do cumie das (ialveas ; roste de quem l'osse. poUCO
importa iss; sou pois de parecer que se reformein estas
i vpreSMics; e parece-nie ipic.siippriinindo-se as palavras
queo Sr. deptilado pro|M>i, mi se altera o sentido do
artigo, e que elle lita milito mais ciare; por isso voto
pela suppressao como se iudieull.
I.r-sc a seguiute emenda:- SupprlinaO-aeaiipalavra:
i-i indo melhor informado "Lopes dama.
lie apoinda C entra eiu discussao.
O Sr. Taquei : Knjlllgo que a emenda do nuble
depiltado, que fui enviada a misa prndiuira o contra-
rio ilo que queiem us honrados depulados que Ule prc-
cederilo lomar o artigo mais obscuro, enilugardco
turnar mais claro. Ora, eu respeita a opinio dos uo-
bre* depulados que me preccdcro; mas, apeiar disto ,
eu mi posso deixar de diter que me nao parece errode
grtuuuiatioa, oservtr-sedo termo queseachano artigo
mellior, be leriuo atitorisado por bous eso iplores; dicr
melhor por 6rm nao he erro de gramiiiatica : estando me
llmi informado quer diier duque se appreseula na sua
iiilnrniaco; julgo poisouc iniohaaqui erro degrani-
uialica. Agora dtrei que a eiucuda vai tornar O aitigu
obscuro, e que estse aelia bem redigldo; por quanlo,
i!:/, i -li lie < lilil- dar intu loar.'m lalsa: poicn explica
o artigo o eiu que eonsisle a liilsidade, c he estando
n nll'n i.d bem iuioriuado, i lUlsdade pude referir-se ao
obiecto ou io suicilo; o artigo uo quer punir nina
iiifui un, io falsa obiecloiiiente, quer punir quando su-
j. itivailiente; piando a pessoa que d a informaran, es-
tando bem infornnda, iiislrue scu superior de una ina-
iiiii.i contara i verdade; islo lie, oque quer o artigo, e
ni nao sel que Vaulagcili ha de tirar do artigo palavras
,p..... un mi mais claro, e a sua inteligencia mala ft-
vll,
OSr. guiar:-- Sr. presidente, eu recoiiheeo que
urna das qualidadcs, que as leis deveui ter, hcaclaie-
ta ; por laso eilleudo que nos devenios csiiierar-uos
multo cin fazcl-as de inniieira que nao aprsentelo um
sentido ambiguo, para que, na execucao, nao apresen-
i ni duvidas : taiubcui pens, que este artigo, como es-
t.i redigldo, pude aprescular duvidas, como bou ponde-
ran o uobre depniado que se assenla daquellc lado
uuis o Sr. depulado mandn tuna emenda, suppiiinln-
do as palavras wiic etlando melhor informado ; cunan
Bosso votar por cssa emenda; porque ella aggrava m
( ondieo do nllici d pois que, approvada a emenda, l-
car o artigo redigido desta man. ira ( leo .
Ora eu admiltu ipie o olfui.il possa d.u una falsa
iiiformaeiio sem que coiutudo tefiha vomiuetlido um
uiuie, estando mal informado seiu ser de proposito ,
por uformaces colindas iiexaclainente pude elle dar
nina iufurinaeiio que nao he exacta, pude engaaras-
-iiu ao si ii superior, todava nao ser digno de castigo;
pin is-u nao admiti aquella emenda e apreseutarel
nutra Jubsliltiiudo as palavras rilando melhor informa-
da- pela di proposito i porque eutao lica o artigo assiu
/.o] : i un rata subsliluicao, soollicial, que de po
posMo der Ulna liilbruiaro falsa, lie que cuinnietier
mu criine, pelo qual si- lile deve iuipor urna pena ; nao
sr dando essr proposito, he claro, que se nao lem cum-
inrltida o crime, c suppriuiiudo-se aquellas palavras ,
ainda que nao li.ij.i proposito o ollicial deve si* driuil-
titlo O assini pode eumproiurllri-se a juslira din
do-SC nina drmisso indrvidainrnle. Ora com a mi-
nli.i emenda previne-te ludo Isto e por isso a mando i
mesa, para que a asseinlilca, queiendo, 8 lome na de-
vida considerarlo.
He apoiadaa emenda c cuta em discusstio.
OSr. Ferreira brrelo : Sr. presidente, parece-mc,
que nao coiivciu tfrar-sc do artigo esta expressiio com
que elle esta redigldo : parecc-iue, que lllicndo-Se: tollo
o ollicial. que esuiiido IwHi informado, etc.. etta expres-
siio h< m informado, salva o sentido, salva a graniinalica
e salva o artigo. Purece-llie, que esta palavra bem a
cha-se aqu tadbeni collocada, que me perdoar o no-
bre diputado, que euajulgue nulliur, do que dt,yru-
poi/to.
OSr. Taquel : Nada melliur do que o niesmo me-
llior du artigo.
O Orador: O melhor be boin as vetes : o melhor ,
iiciu seinprc he o inri'/ioi-. Kulciido oque o artigo quei
di/.er; mas he preciso, que elle seja concebido de un
modo expressu, e que remora toda a uoultuo; porqus
loriio a dicr; leis, e Iris militares exgem a maior cla-
re/a. Repito, us senliurcs militares san issas lgurosos
(eo mais he, que clles necessito deoaerj uaexccucfio
das suas leis, dos sriis regulanientus, da disciplina dns
seus eui pus, c poder liaver alguiu, que emenda o arti-
go, ii ;io como o diva entender porcm ao scu modo
lailn.Ii.iveniln esle enibarar.u, haveudo este perigo, pa-
ra que <|r.\.ir subsistir una palavra, que pode trater
duvidas quando mis temos lanas palavras, que p-
dem remover a obscuridade desta expressiio do cunde de
I.ipe, ou de quem quer. que lr .' Quem nos dit, queo
runde de I.ipe. semlu uin liniia'in de grande mrito mi-
litar, fosse lainbem uin bontem Iliterato ? I>e mlnlia
parte mi o sei. tfemnodia nao o ser. Heais os mi-
litares, allcitos rapidri coi ludo, fazeui ludo ;is ca rei-
rs, e eutao pude liein ser que assini fosse leilo o art-
llase ii-iiu o regulaniento, tudoao correr da peona,
Entendo poli, que o ai ligo n.iu pude pastar. salvo, se
o coriigiieui. lie i sia a r.iio, por que eu rolo contra,
esperaudo, que se aprouyer a asscmblca se upprove u
emenda, que maudarel mesa.
Sr. Cape (ama :Sr. presidente, servir-nie-hei
los termos de que sr serrio o meu collega que defendeo
o artigo; lato he; farei a dlttiueco cune objecliva-
inenie <: siihjeitivamcnle ; a l.dsa infoniiacao pode
ser ohjeetiva ou subjciliva (pirro diter ; quslquer
pode dar urna inforniactio falsa, objecltra ou subjeit-
vaueutr ; sr elle a da olijrclvainciite falsa nao tem
culpa ni iiliiiin.i Mi lem culpa quando a da subjeiti-
vanieule, (piando he por malicia propria ; l esla o sub-
jetivamentepiovado nu canecillo--; oque se tem de
provar no concelho he se a inrunn.ifao he falsa mas
l.ilsasubjeilivanienle ; logo para que nuilioi informa-
do .'" Creio que se a idormacaa lie falsa objeclivaiucu-
te uliuuieiii nao Un culpa.. .
O Sr. Taquei;Quem examina isso n
O Orador:-0concelho he que vai examinar sea
Informaco be falsa objectiva ou subjeitlramente logo
estas palavras proiado em eimrrlhu dao clareza ao artigo ,
sem urcrtsldadc do melhor luforinadu por ludo lato
ainda insisto na suppressao das palavras que indique! ,
porsuprrlliias e pie s seivem liara obscurldadf
artigo deve ser suppriniido : elle tem por Din punir a
desobediencia, e he isso o que dlspde oartigo IO.(quedU
assiiu fleo); entendo pois que a materia do artigo esta j.
pruvideuciada. ...
Sr. /lomar. Sr. presidente, eu nao duvido que
parle desle artigo esteja providenciada pelo artigo 10":
mas ha nutra pal te que o nao esl.i; o ai -ligo couqtrchcii
as causas no vacuo", quer deixar isto em vacuo. Sr. pri
sdenie, eu nao acho nada melhor, do que p artigo i
nao admilto nada mellior do que o mrfaor du artigo ; es-
te artigo he copiado do regiihimeuto dado por una
pessoa milito expci iente ; esle artigo tem boje a sanc-
efio da experiencia ; fallo do regulamento do conde de
lnpc. "Sr. presidente en j disse que por melhor, em
lugar de bem nao he erro de giainmaliea ; pude usar-
se de melhor, por una elipse, sem por termo decOUl-
paraco : nada mais bem redigldo do que o artigo, a
emenda de melhor para bem suppoe que sii se podio
dar Informardcs depns de milito b.....informado, de-
pois dcpleniueuic iul'ormado; ora, pd'e-se estar in-
formado dos lacios que acoutcccro e dar una iu-
lonnaco menos exacta daquillo, que se sabia e isto
lie um criine, embora nao seestivesse beill iiifuiniado; o
crime existe, logo que se informa o contrario do que
se sabe. Mullo menos se pode approv.ir a outra emen-
da que su acha criine quando se del o proposito ; eu
tupponho que esla emenda ollcnde os principios ge-
raes de responsabilidad!'; porque segundo os princi-
pios de direito, em materia de responsabilidad!-, o ho-
ineui he reipoittavel por qualquer Falta logo que con-
COrre para lato com dulo ou malicia logo que tem cu-
nliecimento do mal, que platica ; nao he preciso que
liaja proposito ; proposito indica nina malicia especial ;
nao he iiecessario isso, para haver castigo ; o nusso c-
digo criminal que devenios suppiir mais brando que
tuna lei militar, du que, para liaver crime, basta ha-
ver coiiheeiuienlo do mal. que se platica e iiilcnrio
de o prallcar ; mas a emenda dii mais quer propusilo ;
o proposito indica malicia uiuilo particular ; he compa-
rado aquello que couniiette n criine com einbuscada ;
o DOSSOCdigo pune sem haver proposito ; pune niesmo
sem que baja perfeto eonheeiinenlo do mal, Mili que
hala inleiirao directa de o platicar, pul exeinplo ; aquel-
Ir", que em Ulna rixa aehandn-se em lugar qualquer ,
em una rcuiiio de povo tem qiteslao com ouiro e
briga COIIIIIieltC um crime quando nao houvesse pro-
posito ; da mesina surte aquello que. estando rm urna
cidade em nina ra em que passe umita gente lau-
ra pela jmila nina pedia coniiucllc um crime em-
boro na tcnba proposito de ott'euder quem passava; mas
a emenda que fui lida, exige que, pura haver criine ,
bala proposito ; o Islo parece-mc allastar-sc dos princi-
pios da inipulai u ; exige mais do que he iieccssariu ,
para que baja rrspousabilidatlc : logo u artigo esl.i bem
redigido, e no caso de se approvar porque O melhor ,
que se piule f.uer he o mellior que la i sla.
O Sr. /.o;-' Goma : Apeaar da oplnlao, de mullo pe-
so, do Sr. di pillado eu ainda insisto lia inhiba emen-
da; o concelho he peanle quem lem de provar-se, se a
inhumaran lie falsa, ou au ; se lie falsa pude scl-o
de dol* mudos objectiva OU subjectanieiile ; se a in-
l'orniaro he falsa objectivaiucute por direito natural ,
iiiiu pude u eoueelho condcniuai-; porque pelo direito
natural ninguein lie responsave por um acta invulun-
lario; mas ha crime, quando a informaco I'or falsa
subjetivamente ; slo he quando a parle I'or falsa ,
por culpa do ollicial ; e islo he o que se prora em con-
celho ; isto he que merece o CUIgO ; logo a que pro-
posito vem este mrllwr informado? para cousa ueiihuma
ora se he supcrlhio e niesmo d lugar a duvidas, o
mellior he tirar-se dahi.
U Si: f Vi reir Han co:Si. presiden te, nao ha cousalalgu-
Uia, que sollia maior perseguirn, duque o liem. O tierra
f palavra bem exprime ludo, quanlo ha contra o bem
O bem he tem, pois apenar disto sobre guerra.
Vostl : Pelo mellior.
O Orador: O mellior he melhor, quando convem;
mas, quando convler s o bem, o mrlhor he tuna Imper-
feirao, apetar do ser melhor. I'arece-ine, que o artiga
realgido com a palavra fcmeatara livre de todas as du
vidas: insisto portanto ainda nisto, e mando mesa li-
ma emendanestesentido, embora reconheca desdeja,
que he um lilho, que lem de sor eugetado: hetilho,
que rol para a roda, tanto monta. Sei, que a emenda
em de ser regcil.ul.i por causa da pa larra lino
O Sr. h'rancueo Joo : Cun alguin acanhainento
me levanto para sustentar oartigo pela forma que esla
redigido; digocom alguiu acanhaniento depols dudis-
cussan um pomo renhida, que se lem eslabolecido en-
tre pestoas, que en siippunho peritas para argumentar;
por isso me parece que se olvidan o vcrdadelro sentido
do artigo, oeniaocu ouso lerantar-me para restele-
ecl-u.
Oartigo quer castigar o ollicial, o soldado, o indi-
viduo, que,leudo olilido luforiuafet acerca de mu fac-
10, der ao sen superior Ulna parle contraria a essas li-
lil ui.ucs, lito he; que.estando melhor liilbrnwdo, nao
participar o resultado das suas Inlorniacnca exactamen-
te : oro Isto nao se exprime mais cunvciiienteuienle do
que da inancira que se acha no artigo, o por isso e ro-
to por elle.
He approvado o artigo, salvas as emendas, que sao
seguidamente regeiladas.
Kntra piii dlscutsao o artigo IS
OSr. Lopes dama- Sr. presidente, estn filiando
milito a respeitn du corpo de pdlicia; mas ha limito tein-
tii que eu o favo. Este artigo estabelece urna pena maior
para o ollicial, do que para o soldado; ora isla nao qui-
ter.1 en: porque nao ha de o soldado ler pena de deniis-
sa lanihein.' O soldudu de polica nao he um recluta
o toldado le polica he um cidadaoquo assenla praca vo
liinlii iaincnle..,.
I'nrif.- Udados sao todos.
() Unidor : .Issiui como o ollicial; mas o projecto
nao impOe pena de demlssao para o soldado em cato
alguillj e porque ? porque o soldado s ni nomine he en
gajado; mas na nalidade he reerutado; oa islo nao
Jcri ser. porque o soldad" de polieia he um cid adao CO
na qualquer aullo, que gasa de todas os (lucilos; OtlUI
nao acontece ao soldado reerutado dcbaixo do regula-
iiienln do conde nc I.ippe.
I'oim : -- K o soldado uao he cidadao
O Orador : He cidadao soldado, ou por outra, co-
mo disse Krederco.da Prussia, o soldado he urna ma-
china de ater Ibgd, e de levar fago, e isto he une he i
soldado ; porque at vola d.haixo de forma, recebe I
cdula que lem de cunar, e o cummaudaute he qlli
Ih'a d, e os cabos vfio com os soldados, com os olboi
nellet para as nao trocarem ; aqu esl como clles sao
Cidadaos, tftoptimos oldados; eu nao quero ser cida-
dao assui; porin o soldado de polica lie mu engajado,
coiuii tal o devenios considerar....
Vote*:- .Nao se engalera, se lites naoconrenias-
siin. -
O Orador : Nao se engaj....., nao he rtsao; porque
nos sabemos que a necessidade obliga inllilos homeiis,
que nao pdelu viver de outra cousa a ireni engajar-se;
mas pur islu niodevein clles perder o furo de cidadaos,
ou por outra nao sio soldados, nao sao tropa de linha,
lio Sito guardas nacionaes, sao cidadaos que se obng-
o a fuer aquelle servico; voto pois anda pela emen-
da, embora as ratfiei em contraro.
He approvado o artigo.
Seeiir-se o art. 10.
O Sr. / ii/iu iiri/o : Ku pedi a lalavra, para rogar ao
Sr. diputado, autor do projecto, que me. quena explicar
osenldo das palacras loilot, etc., islo he, se esle lo*M te
refere so aos soldadas de polieia, ou se B qualquer cida-
' Vf. Pedro Alejandrino: Ksteregulamento he para
o corpo de polica.
O Orador : .Vem, nao tenho que diier.
He approvado.
Segu o art. 20.
0 Sr. Taqan Sr. presidente, eu emendo que este
vola pelo arllg
He julgado disentido e approvado.
Scgue-seoart. 21.
0 Sr. Lape Huma : Sr. presidente, piando se anre-
sentou este projecto, e eu lAo o tinha lido, suppiiuha constara do estabelecimento de alguiuas penal correc-
conaos ; mas agora vejo que o projecto corta inulto lar-
go, porque em alguna aitgot liega a marcar dedal
anuos de prisao, su Iho falla accrcscentar com traba-
lhos, e multa correspnidenli- a nielado do lempo ". para
adoptar a for.....la do cdigo. Nove anuos de prisao he
alguma cousa; o OSloU vendo que laqui i poilco temos a
pena ultima; sr mis podemos impor B pena d.- I anuos
de prisao. lanibiiu podemos impor a pena ultima ; por-
que ueste caso queill piule n inriins pode o mais : d'on-
de se deriva 0 direito lie pillllr ? Quem pude unpor'.l
linos, pude iuipr a pena de marte ; e, pergUlllO eu, es-
ta asseinbla est autorisada a senli'iieai a lliorte mu
toldado de polica? Nii sei parece-me que te legisla
assim como runo ; admitiiuios os principios e recela-
nos as suas couscqiiencias.
Sr. presldeute, ou acho pie esle projecto, apeiar las
boas IllICnftSe do seu autor, e dos bous desejos que ti-
nha II conservar a disciplina do corpa, ha de sabir
monstruoso, lia de sabir mu projecto fura de nossas at-
iribuiciies. talrct nos caute amarguras, lalrea fosse me-
lhor uirmiilarmos um projecto de deliberado, maudal-o
depols assenibl.i ger.il. o assim fuer-so um corpo pe-
nal para a polieia ; do contrario disto au aguiiru bem ;
pur isso voto contra o artigo.
Me julgado discutido, approvado.
Os arligos ii. 23 C 24 soapprovados tem diseusso.
Segu o artiga 2ft.
O Sr. Figuemdo : Sr. presidente, dit este artigo
(Ico): U nao sei se esta fu.eiula de que falla o artigo he
aquellaUUC est COnllada ao corpo, ou se he qualquer
objecto la fatenda publica; se lr aqmila que se aoh.i
cunliadaao corpo, acho justo o artigo; mas se falla de
outra, entendo que o ortigo n;io deve pastar; se he na-
qiiellc sentido farei nina emendaqilC <> expresse bem, e
Jirel depois das palavras fatenda publica cimbados ao
corpo. Ora linda Icnhu uutra rcllexiio a fater ; dii o
artigo salas em ambos 01 casos, ele: parece-me que estas
palacras sao imitis, porque boje he principio reeouhe-
Cidoque as acedes de restituirn nao piidem ter lugar,
tenao no luso civil eouimum,e enlao eu pero a sua sup-
pressao.
SSo apoiadat as emendas, e em soguilla approvadat,
bem assim o artigo.
Segu n artigo (i.
OSr. Alcanforado:Sr. presidente teiiho-ine limi-
tado a votar ihubollcamente contra quati todos os arli-
gos que se discutciii ; porque, alin de vi'isarciu sobre o
que esta asscmblca u;io pode legislar,impiiem jienas gra-
ves penas que se piidem chamar barbaras ; esperara
pela tercelra diseusso para enUio diter francamente a
iiiiuha opinio a este rospoilo esperando que na e-
gunda diseusso os artigas passassoni som mu la diseus-
so ; mas como isla nao tem acontecido lio posso
deixar de levantar a nimba Iraca vu/. para me oppdr 0O
artigo -2(>. porque < ulcnilu que elle conten ulna njusli-
ra uiaiiilista ; alin de inipiir graves penas o peurara
COUdicao do soldado do mais a mais he oll'cusivo das
leis graes : dit artigo 2C (leu). I'riiueiraineiile uotarci
a desparidade que ha no artigo porque a priluelra
pona be de -i a VI meses quando a segunda he de 2 a
aunas : parece-mc que ai penas, para seren jusias.de-
vrm ser graduadas deveni ser reguladas sobre as til -
ClIUlSlanciaS mais un menos aggravantes de que sao re-
vestidos os lacios pie ellas teeiu de punir; bra, se aquel-
lo, que por negligencia deixa escapar um preso leiu de
soll'rcr una pena le prisao de 4 a 12 metes n:io sei a
ratiia por que desla se paste a 2 efi anuos; a desporpor-
Vau he inulto grande nao se guarda a gradaro que
deve haver ; mas deixando isla vollarri as priinci-
ras proposlcdea pie aventurci. Disse en que u artigo
era contrario as Iris geraes ; priniciraineute dcuionslia-
tel osla pronosiefio ; ult o notso cdigo (/al; pela dispo-
sico lo cdigo he demonstrado, pese ntlu pude legis-
lar pur leis ospeeiacs, senao para crimes que fiiri'ui pu-
ramente militares, aquellos que au tivereiii sido re-
gulados pelas bis civis c que nao disserem sdmcule
respe! to directamente a disciplina do carpo; porque us
que atirangeni a todo qualquer cidadao c nao osti-
vereiu revestidos deste carcter eslao sujeilns.i atCCO
da le civil c a soldada nao pido sor dislrali.ido dcste
juiso sem ull'eiisa du cdigo que est em pleno vigor :
para pie o rrgul.uueiito pussa classilicar crimes, e ap-
pliear |ieuasi para que a asseuiblca pussa legislar ueste
sentida sao necetsarias duat condlcoes; prliuoira queo
Ciclo sobre que versa a disposirao do rrgulameiilo verse
sobre crime nioraiiieulc militar, ou por, aunas pala-
vras, iniciianirniodi5cipliii.il', o Intimamente ligado
com as retardos em pie tica constituido o soldado ;
em segundo lugar, que este criine nao seja rcgnlsoo .
nao seja previsto pelas leis civs; mas este crime
esl exprcssanientc previsto pelas leis civis; oartigo 127
do cdigo; creio que lio capitula .u,trata da lirada ou
fgida dos presas, no artigo 12.' assim dispue (ro1.
Ora, pregunto ru ao soldado de polica nao tem sidneon-
liada a guarda do preso .' l'arrcc-ine que se 'nao piide
duvidar de que ao soldado le polica fui confiada cssa
guarda, o que por eousegiiinlo elle est pcrleilainenle
eoiiiprcheiididu na disposirnn du artigo 125, e n pil-
sublrahir-se as penas ah consignadas; mas,se o soldado
tem coinniellido um criine que pelas leis civis he puni-
do, como ha de responder peante o eoiicelbu de dis-
Cipllna de um corpo por esse nu sino fa< lo como ha de
responder pelo UietlIlO criine peanle dnus tribuiiacs .'
Se 0 rime fusse daquclles meraineutc disciplinares, se
au fosse punido pelas leis civis, niuilo bem; mas nao
se da esta circuinsiancia; logo o regulamento lio o pu-
de cuinprehender, s se quiser que u soldado sobra duas
penas pelo mesmo crime; isto nao podo fatci a BSSClli-
bia provincial, porque ella uo pude desviar o cida-
dao do imperio da lei civil, hein determinar que elle
SOtlra ponas uiaioros do que essas leis Iho uiposero ;
IC pois coininetter este erime, embora elle sollia Ulna
pena oS|ircial,no pode deixardo ser punido pilas leis
civis, o ah teios una quesillo de eoiilliclo: o carpo re-
te o soldado para Iho impor a pena lo regiilauoiilo
o juit criminal quer o soldado para o processar na for-
ma da lei geral, qu* o icgulaineiito niio pode derogar,
como pois reniodiar-se islo ? Dii-sc-ino aqu ipie elle
he castigado pelo regulamento, que cada Juit iinpi'ie a
pona por sua res; mas aqueslone da competencia do
egulaiucnto, < lem-se tustenlade pie o regulamento
nao pode tratar deste easu; he visto que a disposirao do
.egulaiucnto nao remore a dimculdaue, equeaiislr eni
toda sua plenilude, em vil tiidi-inesino desta disposirao;
uais dlt-se cine este crime he militar, dit smeuto
.Vspeilo a disciplina, porque tulliente pude ser coimuet-
tido por militar, ou por soldado di' polieia; nulareioui
primeiio lugar <> absindu de que u COdigO dclinisse
crimes, que nao comprohoiidessein iiidistiuctamente lu-
das us cidad;ins;crines que lias dispusiri s geraesexpn s-
tamente dit traillo de tua comprebenio; e em segundo
tugar que pude terCOlUllieltldO por ouiro qualquer in-
dividuo; assim, por exeinplo, pude dri.var l'ugir opiesu,
o ollicial de juslira, o guarda nacional, ele; lugo lian
he crime puramente militar, relativo directamente
disciplina; c o nao sendo, mi pude si r punido pelo re-
gulamento, UlUllO mais quando a lei geral j providen-
cian a sen respeila. Sr. presidente, eil entendo que o
artigo nao podo pastar, porque elle excede s atlribiii-
ros da asseinbla; o que alcill disso elle eslaUcleco una
pena iiiuilo grave que uo pude deixar do ser chamada
barbara acerca do soldado de polieia; porque o soldado


a
que dcixar fugir mu preso niTo s.i lem do soll'rrr a pena
civil. mas It'i" do sullicr urna onda que lie a llli'lllo < ntrclanlo que a cnndico especial desoldado
pode siiiui'iitr dar lugar para aggravar apena, para Ihc
ser Imputa no mximo, nas uunca para llar lugar a un
olido proa-Silo; a urna ontra pena mili diversa da ||UI
lio c*l ilicleeid i p j cdigo criminal.
Por csias crmsid raerles estou resollido a votar con-
tra o a rugo i a assoiubla, Clll sua llbedorll, resolver
como julgar mais justo; do ininlia partetcnhociiiuprido
o incii ilcvrr.
O Sr. Figuiiredo : 8r. presidente, ha de V. Kxc. es-
tar Icitibradu de que en fui o priuteiro duvldar da com-
petencia delta assoiubla para legislar sobre o rrgtila-
mentn do corpo de polica ; aprsente! as minina raides,
11/ o ilion ileviT ; r ioSSCIII I.....i ou mal cuinprchendidas,
a assrnilili'M decidi contra ellai; reputou-ie eompcleu-
le para legislar respeilo do ubjectu eni qucslo desde
cnlo julguci nula mais poder (Tisera rrspi'iio da compe-
tencia, or ser caso julgado, e dever-me curvar loirira-
lente M decisOoi da casa; nao me restava portante mais
lo 11 ni- i i'.'iprcsrii laudo aquell is emendasquceiiteudoque
i prolccio leve rcccbcr ; porque, aluda que seja da opi-
nin de que a assembla nao me parece eoiupeteule para
legislar no caso, com indo devo obstar a que o projecto
passe com algunia excrescencia, com inaiures deleito*,
pan se mi aiiiouloar nina irrrglltarldada sobre onda ;
leulio, portante, seguido o lio da discussao, eentendo
que eslou no meil dlrelto, oll'orceondo algumas emen-
das, sein que por isso seja lutado de contradictorio.
Com todo, Sr. presidente, eu niQ me levantel agora
para oH'crccrr emenda algllina ao artigo que se discute ;
nas tan somonte para l'ator algumas rell'cxocs aoqm
acaba de diser O meil liobrc amigo que me preceden, d,
cuja opiuiao agora me aparto. O uobre deputado com-
baten o artigo por un lado, que tornou mais saliente
disse elle que o coucellio militar nao poda punir os cri-
liu's de peculalo, peila, sulioriio, cti'., porque eslavo
prevenidos pelas leis geraes, e deviao ser punidos no lo-
ro coiniuuiu : eis no que en discord do IIICU uobre ami-
go ; porque eiitciulu que, nuil ve/, que a assembla se
julgoii compctenle para dar rcgiilauculos policial e
para instituir ocoucellio militar uocorpn, para que le-
gisla, pode ella classiicar quaes sao as clrciliiistauclaa
que coiisdtueni o que aggraro o crime militar insta
paite obra no sen dircilo, c pude comiuclter o jlga-
nicnlo de taes delictos ao coiicelho militar, anda que as
leis gerars teulifio previsto esta luesiua especie, c a man-
dado nniilr un loro eoimiiun ; porque, se a assembla
nao poder legislar Seiliio sobre crimes nao previstos lias
leis geiaes, no cdigo criminal, cnt.io sobre nenlllllll le-
ra de legislar, porque poneos SeniO os crimes sobre que
a le eral nao tenha providenciado : pelas ideas do no-
ble deputado mi haveria caso alguui ein que o soid ido
ileixasse de responder no liiro coiiiiiiuiii; mas islo des-
tino todas as raides do loro privativo ; islo nao pode ser.
ti Sr. Alcanforado : Euio pude dispensa!' as leis
geraes '
ti tirador: Pcrdoe-inc o uobre deputado ; uaqulllu
que tur da attribiiicn da asseuihla provincial leu* ella
poder soberano, pode ilupi'ir al a pena de unirte, se a
eiiteudesse conveniente, lima ve/, dada a sua competen-
cia. Quero dlter, que, nos casos ein que Ibe compete
legislar, atleuda-se lieui em que Ihc compet legislar, pii-
de ella eliegar ao extremo das penas, porque accredilo
que a assembla provincial, torno a repelir, no circulo
de suas attribllicoes, he lo soberana cuino a assembla
geral; pode legislar como I tu' aprouver, leudo smenlo
iin vista os principios pllilosopliicos que rogiTcni esta
mi aquella materia Stlgolla sua acedo. I. ueste sentido
voto pelo artigo, sondo julgada, como fui, a competencia
di asseiubla.
ti Sr. Tagua: Sr. presidente, eu nao posso seguir
iienliiiiii dos iluus extremos que adoptrfio os ineiis hon-
i.idos collegas, que me precedern; hei do votar contra
o artigo ; mas nao posso dcixar do me oppor ao* priiici-
]iioji que est ibeleoeo o nuble nieuibio que opinoii no
lliesmo sentido. Sr. presidente, entendo que, eslabolc-
cida nina pona para os soluados do corpo de polica pelo
icgulainciito para un crime cm que as leis geraes lani-
Jm ni enniiuinro pena, elle tora tic sollrer ambas a, pe-
nas, na ordem cm que a assembla geral resolver ; o
coiiiquaino ou julgiie que osla assembla be soberana,
i.....xerrkio de suas atlrilmicoes, eu nao posso dcixar de
oconliocer que ella lie subordinada a assembla geral,
j polo dlrelto que (ein do revogar as leis provinciaes,
lo interpretar O acto addlcioual, pudendo assiiil restrin-
gir as suas facilidades....
ti Sr. Figiteirciln : Quaes sao as leis que piule ro-
vogir.'
ti tirador: NSo lia duvida que .ligninas pude revo-
gar; e uiesiiin para que se nao de luna ilcsordoiu ende as
linas assembias, quercudo cada una sustentar as suas
ilecisiies, cu entendo que mis nao podemos legislar cm
o|iposie:ii> ,iji leis geraes ; julgo siui, que nos podemos
oeeupar e legislar sobro alguns lacios de que se lem oc-
eupada a legislaran geral, o que o criterio que lia para
i'stabrlecer u conipi teucia di assembla nesta uiaieria
de Icgislaco penal paran corpo de polica; liecxaniiiiar,
se no laclo de que se trata lia olio usa particular a disci-
pllll.1, qiieliraiilamciit i dos inembrus do corpo de poli-
ca ; lia vendo, boda competencia da assembla legislar
a eSO respeilo, .linda que a legislaran geral lonlia previs-
to o mesiiio caso ; e lie por islo queja se approvarn pe-
nas para o crime de injuria,de ameaea. ole apc/.ar de as
b i- geraes lanibem as loioni imposto.
A. /,'. O sussiiitu da assembla ca tal, que nao po-
demos ouvlr o resto do discurso do sr. deputado, que
punco ni ais l'ni do que csorevoiuos.J
ti Sr. PrtttdiHlt: Tein dado a luna ; a ordem do
dia para a sessao scgiiiule lio a mesilla que viulia para
boje, ea prinioira .liscussodo projocio n. III dcste an-
n. Ksl levantada a sesso. (f'.rao 2 horas.
susto i m lll ni: ibiiii. DI IH'i.i.
Prnidctiria do Sr. 'aula Larrrda.
As 11 horas o Sr. 1 secretario la/, a chamad.i, o veri-
fica estarci presentes 22 Srs. deputados.
ti .S>. presidente declara aberla a sessao.
O Sr. 2" secntarioic a acta da sessao .';ntecedeiite,e hr
approvada
0 Sr. 1" secretorio d conta'dn seguinto
K\pedii:1te.
1 ni nllicio do I'aiii. bispo diocesano, .i respeilo dos
cauouicabts vagos: cobimissao do orcauento.
Outro do secretarlo da provincia, rectificando mu
engaa da parle do lelaiorio da presidencia a cerca do
patiiuioiiioda tiiiinicipalldadc da Victoria, que a do i o-
iiiln requcico, l'osso ao sen incorporada : inteiad.i.
Outro do inrsiiio secretarlo, |>articipando, que as
posturas do Ignai.is-, c as addiciouaos do Orejo.rcmet-
lidas aoseu d'stiiio ; inlcirada.
Outro do mcsiini secretario, fatendo igual participa-
fo a coleadas posturas additionaos do li.iiaiihiins : m-
ti irada.
l'ni requciinieuto do director da soeiedaile das ar-
los iiiochauicas e iiidiislri.ies, ein que pedo seja aug-
mentada a quola, i-ue Ule Tol volada lio oieamonto lio
antio passado : a couillilssao de oreaniciito.
Outro de i lnisiov.il Star (',.", eugenlielroi machi-
li islas c proprielii ios da fuudifio de liii'o.ciu quepedein
aassembieaa delacaa de un auno paranodcruui remover
a dita fabrica para ftira da cid,ule, conleme u ai tigo 11
do titulo 2" das posturas addicioiacs, do ,'iilealnil de
1S40 : a coinniissao dos negocios das cmaras.
I.c-se o si giiinle parecer :
A coiiunissiio deeslatistlca requer que, polos
nieins IcRseti se pceflo ao governo da pruviii-
ria as iiiloiniiieOes que por ventura Mu- posso
ser fornceidas sobre a creac^o d'liuma villa na
povoiico d'Agoas-Uellas coinu icquercn scus ha-
bitantes, o de lluiquu, e Papacaea. Saladas
CoinniissiH'sOde Abril de IHi.. M. 1. fkmttro da
tjiwliu Lacertla,
lie approvada.
O Sr. r'raurisco Joiio;I'edi a palavta para li o pare-
cerda comiuissn deciiminercio, que bu assini conce-
bido :
A tioiiiinissao decommerciu industria nave-
gacflc, agricultura, c arles, acuradamenteexami-
nou/ peiieAo do cidailo Felippe Iteniia Callado da
Fonceca, ein que este propoc a usa isseinlila, metli-
ante o auxilio de i-.imo^ooo rcii por urna su vez
prestado, o levantar os edificios precisos para a
criaeflo do bicho da seda, oxtracefloda mesmn, com-
promettendo-se a pArem perieito andamento o re-
ferido estibeleeimento timaiuio depois de peree-
Iiidr. nquelle socorro (lamn enlo eulraila tiVllt
a.quantos se pronoserom a aprender os variosira-
balhos desde o desenvolvimento da sement, lt
a exlraeco da seda ministrando o numero uocos-
sario de amoreiras o sement do bicho a qualquer
habilitado pela cmara municipal e que prelen-
iln estalieleoer lavra d'ellas e lser seda. A com-
miasflo reconhece com o lietieJonario as vantagena
que esse novo generod'industria inda entre nos
uo tentado, traria a moralisacrto das crosses indi-
gentes, acosimando-as, desde as temas dados, ios
hbitos detrabalho, e ordem, lllhos neeessarioa
d'esle, e laniheni nao desconhece, que com a execn-
co doma nova industria, mais un artigo do ri-
queza formaramos, que para o futuro grande
vulto tomara, o podor ser com gratule provciln
explorado. ttentando porem a commissflo a exi-
guidade dos cofres provinoiaos que nao permittom
na aclualiilade avancos da importancia do que be
reclamado, e-con-Jdorando por outro ladoodever
imperioso d'esta assembla de proteger, comane-
cessaria circunspec^lo, nao s as industrias existen-
tes senflo lamliem de favorecer o dcsenvolvimcn-
lo de novas be por isso de parecer, que SC delira
a preleneo do peticionario ordenando que a coin-
miss.iii de oreamenlo ineliia na lei (leste auno baixo da.verbadespesas evenluaes aquanlia de
inais;(>:tl00soon reis, que poilera a presidencia di pro-
vincia despender pela maneira que entender mais
conveniente rom a auxilio a empresa do peticionario,
do qual iblga a commissflo do reconhecer e lou-
var o sett zolo verdadeirainenle patritico, por
dirigir-so aolijnctoa de reconhecida utilidade pu-
blica. Salas das commissoes 8 do Abril de 1845.
Ftanciteo Joto Contrito ta Cunta Jom/miii Jase d
t'.iiitn.
He adiado.
O Sr. Fijueiitdo:Sr. presidente, niucufiu quon-
do ped a palavra, l'oi o reqiioiera urgencia, para so dar
para ordem rio iba em segunda discussao o projecto que
marea oseasos o modos, porque o presidente da pro-
vincia pudo Humear, suspender e ilemiltir os empicha-
dos provinciacs; c sou levado a pedir osla urgencia, pul-
que, como iiieinbro d& eoiumissao noine.iil.i por \ Kxc.
para apreseutar esse projecto, Uve occasiao do observar
a grande impoi tancia da materia, o de cnuhcccr que el-
la lie digna de milito serias relloMios; o bem que eu e
os meiis coHegas da couunisso, os Srs. Drs Alcanforado
o N i Un o, nos esl'ore amos inulto, por nieiii das uossas ic-
ciprocas coinbinaees, para apreseutar un projecto con-
veniente, o conforme lot principios mais justos; (Oli-
via nao nos lisonjeamos de nao terdeixudo uiiiilus ladi-
nas, i j ue teciii no sor suppridas pela perspicacia U as-
sembla; o como o lempo que us falta para o cxcrcieio
das nossas fiinceoos he diminuto, o eu deseju por nudo
lado, que o pinjecto nao doixe do ser encarado por todas
as suas faces; julgo por issouiuitonocessario queelesela
dado para ordem do (lia ooni prefereucia a outro qual-
quer projecto que Sr Icnha api escotado, ou possa apre-
seutar; o ueste sentido vou mandar mesa um reque-
riiiicnto :
llrqueiro a urgencia para ser dado para segunda
discussao o piojillo que determina os casos o furnias ,
porque o presidente da provincia pode noiuear, sus-
pender, c domillir os euipcegailos provinciaes
He apoiado, e entra cm discussao.
ftVm deviao pfir no lugar, onde amigamente tinhn aposenta-
doria Santo Antonio de Lisboa a ligio ili de .Napob ;io
de gsso.
COMMERCIO
Alfundega.
Iteiidimonlo do dia II......
Uaearrtga hujr 12,
SumacaCarlotacharutos e fumo.
AirigucSeandtrbtgfarlnha.
tarca Xinhkingnlr inrreadorias.
Salgue--Tarujn I.ideiu.
//ligueArmnriqueidem.
Suiuaea--'. Jow AmrriraHOdem,
barca.Variabar cas vasias.
IMM/Xi
Si mmenlo do l'oi lo.
C O R R EIO.
COIIISMRDRHCU D< CI01DI i: M0VINCU.
Nao l'oi su nos Afogados que a pruia disputOU a sou
modo, isto be, iulaui'iiioutc, a repetieau de eleicoes,
que o dragan uianilou fa/cr nesta provincia, pata a por
i'in apuros; taiuboiu i'uiCaraiibilus aundao lioiispiai-
oiroS, i' se nos Afogados ha (-unciros e uniros, la cxis-
teiu .Ins ilo Carvalho o iiiuilos mais; ha conituilo una
dill'crciiea, que u.io devo, por amor da vi rd.ide, deixai
ein silencio: oCarueiro auarchlsa cm sen uomc epor
su i conla e risco, o Jos de Carvalho por cunta do sen
Clliprego policial, C por couscguilltc he mais crioiuiosu
osle do que aqiiclle. Ksio iunocoiile joven que aqu
se aiiilou juslilicaiiilo com allosl.uliis dos ICUS compadres
e couipaices, desde a noiitc de llde Ularru cngUerri-
Ihuu todas as avenidas da villa de G.ir.inhuus cun forja
lia guarda uieioii.il, donde para isto Ii.ui.i (irado Uus
COIll llOllieus, que armn ; peusaudu com liso lutiuiid.ir
a pupul.ieao, a qual abaiidonou a eleletiu nao pilas ron-
cas do joven, mas porque vio que aeleieo ca milla, e
mo eslava para so iiieoiuiiind.ir seni liroVCIlu algiim :
c entendi que era milla, porque o delegado IJUU qui-
so li/.csse nova qualilieaeao, nao obstante a decala do
Kmii. presidente! porque esse esbirro eulendeque pude
escarnecer de' ludo, coiilenlaiiuo-sc com ducr, que o
Bverno geral duba mandado que se liicssc, e a presi-
dencia nao podil man.lar o contrario ; las na viidado
porque llie coiiviuha redil/ir cuino tediuiu u numero de
qualilicai/n> a 870 de 2,001) que oran ; o porque para essu
lualilicaco nao coucorreo liscal; pois, leudo-sc recusa-
do o subdelegado a ngui.irciu nina burla, o a cooiuui-
ter una illegalidudc, o rapaiotc do di legado asseulou
lie podia fuier as suas veicS. K liriu so pense que, ili-
niiuuiiilo u uuuicio dos votantes, diminuirn os praioi-
fos o numere dos elcitorcs, nao seuhores, pelo cntra-
lo este, foi augmentado, porque nao rutrava nos seus
clculos faserem cleltores seus e poucos ; nada, isto de
elcilures, a praia vs|ii.\a quaiilo pudo, qu.indo se (rata
da suapaudillia.
Todos dao sua dentada sen coiice, no t.'oireio; c para
que esta regia au tivesse cxccpcau ate um dos liont lian
cscanos como elle a si lliesiuo se chama rsqueuido
deque Fialres quaudo auul boul, suut aoHifratu
( Os frailes quaudo sao bous, sao i OlillialcsJ, nuil.
nodo o. 80, apesar dacaridade, que prega, tirou-sc de
seus cuidados l'oi so ao Correio deo-lhe e .itiiou-lhe
daquellas de criar bichos! O que san os franciscanos
( coiii honrosas exeepeoosj aqui cm i'cruaiiibiico (udus
sabcni ; seus buns folios (odos presenciao. Ouciu ha ,
que a luda a hora do dia is da nouto nao cuiuntre dcs-
ses deluntus aiiibnllautcs por todas as ras, c bteos,
t nicsiuo pelos thoalros c.....c......' Queiu nao obser-
va o escndalo com que un lilho ou antes enliado de
S. Kraueisco anda por estas ras lodo prrauinha lodo
assucarado lodo cuiboueerado, ciuu sapalus de |iol-
iiieulu leiiciuliii do seda, relogio com sen competente
giillioiiubo, chapeo lino, bordan grosso ganibia
seiuprc esguia, e olhiubo cora? Se pois ellos, que
deviao curar do scu bom uoiue, deviao poupar-sc a laes
escndalos f.ueni gala de sua perversidade ; como que-
rer que os mais so ealeiu e os euculiiao .' So o buin
do fraueiseauo correspondente he o iiiosmu que cou-
lossa a iucontiiieueia de alguns os desvarios do Olidos;
o eoufessa que o sen guardin nao pode cun elles ; co-
mo doscompor o Crrelo que nao lem o vol de liiiinil-
dade e neiu tanta obrlgacao de ser caritativo como
elle lem visto sor essa a sua protissao pelo laclo de
Ir.iile .' Se elle he um dos liom como du c coiuludu
inoslra asna luuuildade para seus superiores, cuino se
di prebendo do sen araii/.cl, que se jioder suppiir dos
que nao sao fcimi ?
Por fallar ciudades, lembra-me dier, que os ho-
inens que por ah undao vendendoas boueeras, e bo-
necios de gesso lecui feilo fortuua ; uiuilo principal-
niciiic depois que os (avenidlos se persuadirlo de que
Norias entrados m da 10.
Liverpool ; 35 (lias, bares Ingina \ighlingatr, toneladas
2G2, capilo Tilomas lliinter, oqiiipagem l.'i, carea I i-
xendas, ,i Ja.....st.iblreei C. 'Itrpelimos a entrada du-
te nariopor Itr lido publicada honlcm tomalgumatincsac-
tdOtij.
Baha ; 9 (lias, sumaca biasileira Carlota, toneladas (il.
capilo i.i.io oucalves Simas, equipagem '.', carga
piassaba r mais gneros, ao capilo.
('aiiiainu ; 12 (lias, ljate brasileiro A'oro cstino, tonela-
das 35. capitao Joio Malaqulas Barbosa, rqiiipagcni 7,
carga fariuha de iiiaudioca, ao capilo.
Marios nitrados no dia 11.
Lisboa: 21 dias. barca Inglesa Marg k Ann, toneladas
2(52, capilo David Aortli, equipagem 13, carga lastro,
Deane Youle t. t'..
Hilas de l'Vcklaud, tomn sabido de Xe lledford, ha 21
meses, galera americana Cliili. toneladas 2111, capitn
II. Ihctiis, cquipagciu 2-i, carga aseite de pelxe, ao ca-
pitn.
libado Franca ; (i-i dias, brigue ainerieano Cicllla, tone
laras 1M. capitn Jouh Caslop, rqui|Kigeui l'l, carga
lastro, L. (i. Kcrreira & C.
Hatiot saaidosNO Mesaia dia.
Londres; patacho ingles Toiocr, capilo Allcm l'.llis, c.ir-
a a incsin i que truuxc,
Oibrallar, brigue ingles Cath.iiine, Capillo lolieils Su-
insloii, carga assucar.
Edilaes.
O lllm. Sr. inspector uterino da ihesourarla das ron
das provinciaes manda facer publico que, ein cumpli-
mento il l urdcui do Iaiii. Sr. presidente da provincia de
2 du coi Tente irn a pr.ua lio da 2.'i ao lucio dia, pi-
rante a iiicsma iltcsoururia, eoiilbrmo o rgulaineuto de
II de jiilhn de ISCt e sol) as clausulas especiis aba XO
transcriptas os diversos reparos da estrada da Victoria,
constando de um atierro no lugar denominado buh, de
luna punan de muro un atierra dos Mugados e de mu
arco oo lugar ib noinlnadu Barro, lodos oreadosnaquan-
lia de I:3tll/I8l rs.
Os lieilanlcs.dcvid.uniTite habilitados, dcvcr COIII-
pareeer no dia, hora o lugar meucioii idus com as suas
propostas ni furnia do citado rcgiilaincnto.
Secretaria da llirsoitraria das rendas provinciaes de
Pernambuen .'I de abril de I84&. o secrelariu l.un
da Costa l'urto-rarieiro.
r-iT.Aiu ni vienilili.
Reparos diversos na dita estrada, constando da fi-
nir de mu attcrru un lugar denominado buh de nina
poreo de muro no atierro dos Afogados o de um arco
no lugar denominado ilarro,
Clautulai rspreiass da arrean/aro,
I.* As obras solireiueiicionadas sern folias pela fur-
nia, suh as coudieoes, c do luiidu indicado lies oie.uneu-
tus o riscos appruvados em .'ti de u.areu de 1845, pelo
Kxm. Sr. presidente e pelo prero total de 1:301/181 rs.
2.' 0 arrematante far as obras na ordeiq dcclassili-
cacao, que determinar o engcuheiio, iiml'ormoa urgen-
cia d'ellas.
,'{.' As obras principiar.i no praio de um mes, c fin*
dii.iii no de quairo me/es ambos contados em conlor-
uiidade do artigo 10. do regulamenlo das arrrmatafoes
1." Opagamruto do importe da arremataro far-se-
ha do moilo Indicado no artigo l.1' do respectivo regu-
laiiieulo. Sendo de (i nieles o pra/u de rcspousalnlidaile.
.i a ara ludo o oais que nao ella deleriiiinailo pe-
las presentes clausulas, si guir-sc-ha inteiraiucnte u ijue
dispe o regiilauento das arremataecs de 11 de u-
llio do 1843.
Repartidlo das obras publicas I." de abril de 181.
0 eugeiiliero ein chele VaulhUr,
Approvo. Palacio de l'crnauhucn 2 de abril do
1 Si. -- Minrido.
0 lllm. Sr. inspector interino da ihesouiaria das
rondas provinciaes, em cuiupri'uioulo du ollicio do l'Aiu.
Sr. presidente ila proviucladc 12 de marco ultimo,uiau-
d a lser publico, que un dia Ai do corren le, ao ineio-dia,
se arrcni.itarao, peraote u mesilla Ihi'snuraria, e sob as
clausulas especiaos publicadas em o n. 70 c uniros (leste
Diario, as obras complementares da eadeia da villa do
iirejo, oreadas iiaquautia de 5:80*i/l35rs,
Thesoiiraria, ele.
THKATRO l'llll.O-DItAMATICO.
OOMPA.MIIA iril.lAM.
Uomi/o, 13 do corrtuU atril.
A companbia dosejaudo qiiaulo est as suas Torcas
presentar ao respeitavel publico toda a variedade pos-
iivel 110decurso das suas icpiescnlariics ha combi-
nado para este dia levar a scona pela prinioira ve/ ,
o drama sentimental enidous actos O engao feliz-
COIIiposlcfio considerada como una das principad do
celebre mestre Glacchluo Rossiui.
.Iri/iiiiiiiilo.
A bello/a de l(lbel,duquesa de //orgonha, esposa de
Herir indi), i mo cuthusiasinado as jirincipacs pcisoas
do Ducado, l'oi a causa principal de suas desgraeis. Or-
lliondo, depois de Imitis tent.ilivas para Obter una cor-
respondencia amorosa com Isabel, em viuganca aecusa-
a, ao duque de fallar f mqiicial; acreditando por des-
grava o duque naquclla falsa iiuputacau, ordena asen
primeiru ministro que oeeultainoute loando prender sua
consorte o a transporte a algum oeculto lugar dondi'
piouiptu acabasse o lio do seus dias; llatone loi o esco-
ibido para esta comiiiissSo e por sen timen lo de bnuico-
r.u ;io cumpli o decreto al o momento de deixal-a so-
iiiihaeiu nina barquinha mor das nudas. Oaiiiur
que n duque lilil.l por sua i onso te o iIcimiii conlinua-
mcute em urna afllico extraordinaria, tanto pola per-
da daquclle charo objecto, COIIIO pela causa que o duba
obligado a minar aquella rcsoliieao; su diva algum alli-
vio ,i suas saudades quaudo seni ser visto, poda con-
templar o retrato de Isabel, dcdicando-llic algumas la-
grimas. As ondas do mar tinlio levado a barquinha da
pobre Isabel paira a parte do litoral das mina, .le ferro
que exislrm uaquelle pas, eJTaraboto, commandante
dos ir.ili.ilh.iiloies, observando aquella lenbora aban-
donada de tan cruel modo ao capricho do mar lama-so
a salval-a e a coudus sua casa, daMo-lhc o titulo de
sua sohriuha o o nonio do Lisa.
Varias combinarnos lzeui couliccer a Taraboto que
sua supposta sobrinha era a mesilla duquesa do Aorgo-
ulia de qiieni se havia espalhado no pais a noticia de ter
fallecido.
Passado o decurso de (i anuos o dlMUC Hernando se
ve obligado a recorrer s frontinas de scu plise tomar
todas as procaucoi'S de seguranza contra o duque scu
visinlio que Ibe tiuha declarado guerra por etiquetas de
estado, fie. Bita casualidadc fes com que o duque viesso
para a parte das minas de ferro onde finalmente eu-
contra sua chara esposa, que j suppunha perdida para
scuiprc, Dcile luomculu priucipiou Tarabolo a eiuprr-
gar todos os seus esfori os para taser provar a Innocencia
de Isabel e a infamia de si us calumniadores; suas as-
tucias e diligencias para rstocllciio ni,in cernadas co-
mo dei i.i ospi-iar-se. veuceo a viriud e l'oi castigado o
ci une !
Personagem. Actores.
Kerir.iuilo .duque de iforgnntia ('arlos Ricco.
OrillOlldo prinieiru miiiisdo Manuel f i .ineisco da I!.
.''alone, privado da corle .... I.uigi (iilltxoiii,
Ciii os .le i ortesaos.
Isabel, debaixu do lime de [.Isa,
considerada coipo sobrinha
do chefe dos mlnelros, du-
quriade//oraoiiha Ilargarida Lemos.
Tarabolo, hoinrn franco, de bom
i oraedo e ehel'e dos niiuei-
iii- uaquelle ducado (iiuseppo Calletli.
(oros de guardas de palacio e
trab.illiailorcs d is minas.
A acea reprsenla um lugar moiitaiihoso onde ha
una pequea cabana, residencia de Tarohalo, dclron.
le da estrada que ciihIii/ os d.ili.ilh.idores para as dil
foreuies minas. -- Director daorehrsira Mr. 6'rosaVaVer.
Prteos di entrado.
."adeiras de galeras de I.* oidem para hoinein 2jt00n
Hita di 2." o 1.'. pn.i i iinili.i......ffVtit
llllheies de platea..........lltMO
Os blllietes vend in-se na mi larga ili) Rosario u.
lll, pi imeirii andar i' no dia un llieali o.
A\ isos iiiii iIiiikis.
6Para o I'.i'i tirando iln Sol segu com tncvid.ulc
o l>i igne nacional Compclidur ; para passageiros eescra-
vos a licie trati-se com Gomes klruiao ni ruado
Apillo n. _'. (4
2 Para o Aracaty a sumaca Ettrclla do Cabo, por ja
ler maior pane do scu carreganieulo, aahir iuiprcte-
livcluiente no dia 20 do correte c recebe-se aluda al-
gunt.i carga, viudo cm lempo de ser embarcada ueste
pr.isii; para liele, ciilcntlii-sc COIII .Manuel l)ias na
ra da (aii/. ii,3, segundo andar. (
T Para a /'alii.i so com bu vid.ule a sumaca un ional
Sonto Aohu : para carga e passageiros trata-se ruin Nn-
vaes Se (,.. na i na i\a i iu/ u. .'". 3
l \ ende-se o hi.ii'' deuoiuiuado S Jos Ieurtdor, de
lote de 34 toneladas, de ba nial cha, prouiplo de iodos
os nt'cessai ios; qiieiu o pi eb uder pude examinar a bor-
do, l'uiiileiiili) dclroiilo do cus do (ollcgin, cd.iludo
ijnsle com Xiiiiirini Irillos u i i lia da Cideia II. .'i
.'lPora Lisboa o brigue portugus //aoiin pnetonde
lallir poi iodo o correule me/ por ler a maior p-Vte do
sen carreganieulo, quem qulier carroga oulruepas-
sageui, para o que lem bous coiuiuodos, trato com o
capilo na orara '^ Lomiiiercio, ou com sen consgnala,
lio Tlluinai de AquillO KoilSi c.i na i lia da \ igariu n ;lli
1 Para o Ar.ieaii segu viageiii a sumaca nacional
Santa Cruz, por ler parle du sen cu rcgaincutu proillpta !
quem lia luesiua qtliior earregar, entenda-se coui o ca-
piiau, un nuil Caetauo (.maco da ( osla Moreira no la-
do do i orpo Santo luja de cabos u. 2't. [5
Lc.l;
ti).
3Ve. Calnonl Compaobla Iraosferea o seu le-
lio detestadas iogliits, aonunclado para quinu lena,
para letvs leda, I j docjnenie.as lUhoril da uiaiil.aa ,
por I.ill.i de teiupo para o despacho de IDUtlsl outrss ,
quo preleiidein tend r no iiiesuio lelio. (j
rl\isos diversos.
I o abaixo isslgnado faz scieute ao respeitavel pu-
blico, une, leudo comprado no .Sr. Francisco Kduardo
Mus Vianua dous escravos, pclopreeo rquanllade
mu cunto o i iiicieiil.i mil rs. ,i M'SSOttta dias. com dc-
claracao do iiiesmo Sr. rccolier, por eonta delta quan-
liu, IU pipas d'ago'ardeule (odas do22i;raos1 no va-
lor do quali oeeiilos e ciiicoeiiUI mil rs., en resto em
diiibciro. por isso fatscleutc, que ninguem faca ne-
gocio COIII a dila ii Ira aeccila por IIICU genio o Sr. .loan
da Molla liotclho, no dia 8 do correule, seiiiqucuAo
soja com a inesma rondicao a cima.
Cotutautino Joti Rapoto. 12
o ihesoiirelro i\^i iruiandadc de s.uu.i Hita de Cs-
ala ruga a todas as iiessoas que reeebero capas no da
21 de mu. ii ultimo para acompiiuliareui a procissodc
enterro da mesiiia greja, oque anda as conservo em
scu poder, hajao di' b val-as ao sacrislao da dita igreja.
A mesa regedoradaruiaiidade duSenlior Woiu Je-
ss dos M.oli rios convida a indos os iruuius parase rcu-
uircui un dia l.' pelas I) huras da niaiiha.i un consistorio
da mesilla, a lilll de se li.il.u du UOV0 i iiuqiromisso que
lem de reger a inesina il mandado.
1 (llleiece-sc una iiiiilher portuguesa para servir
em alguini casa de pinna lamilla : ni rui do (abug.i.
luja u. (i. [3
3Antonio Perelra di Silva Mirtina avisa ascus
crodore, que niipi.i/o de 3 dias lile aprcsritteill suas
emitas log.ihsada* para seren pagas. .1
3 Antonio Perelra da Silva ilarlius relira-se para
tina do imperio. (2
.'1 Joo Perelra da Silva Mados rctira-sc para iiira
do imperio, (2
2 los' Dias da Silva, oeio gerente da firma com-
men i.il vluva Anacli lo Alltouio de Muraos Si Compa-
nliii declara pelo prsenle que gira dchaixo do sua
firma, por leramlgaveluienle dissolvido asoeledade,
une tiuha com sua sogra D. Joamia Mara dos Santos
Moi ai s, lie indo o aniiunciaiitc com o csl.ibeleciiucnta ,
e dividas ulingadn au pagamoutu de ludas as divi-
das passivas da sin iedade.e ni inuteiu o dos Contritos .
fciiiis durante a mesma. H
2 -Precisa-so de um COUtO a um conlo c ipiinhcnlos
mil ris a juros, d uido-sr por garanta terrenos linos e
iteseiiibaracados na estrada nova do Pao d'Albo, lugo a-
diailte da Magdalena. OU Urinas{ quem u qui/or dar dil i-
ja-so ,iiii.i du Vigario armnseui de assucar n. 32, onde
se dir qiieni pri leude ib
i .lo.io Autoiiio oelho, barbelro, sangrador e den-
tista, p o licipa au publico o cm particular aosseus inul-
to dignos fngiie/es. ipie uiiiilnu I sua lujada i lia Direi-
ta para a do Rosario estrella u, 17, aonde se ach promp-
tn a qualquer hora para servir a lodas aquellas pessoas
que i\c sen prestiinn se quliereill utilisar. (ti
3 O Sr. Vicente Jos de Carvalho aonunele ina mo-
rada para negocio (2
.'! C, Mdiivi rinij la: urna viagom i Franca. ft
LOTBRU.
le \. do Livramcnto.
Seis cotilos tic tris poro mdico puco
de oilo mil ris.
As rodas nesta lotera ndito ini'aHivci-
mente no dia a8 do corrente, ou antes
>e a exiraccSo fr continuando pois que
mi resta um |)ti|tt( no numero de bijlieles
|)c.i vender nos logates j anntinciados.
Moje, pelas q horas da tarde, tem
de se arrematar impreteriveluiente <
piano e mais bens, na preca do juio do
civel da a.' vara, no ilenoda Hoa-vista,
por exeetieao de JoSo heller contra
Francisco Jos liodrignes Escrivo
Santos.


Am
Pede-so ao Sr. examinar se o escrito que di?, ler oin son poder, lora
ok tignaes seguidle* alto, aecco dosorpo, du mean
Ai {fleo (|na'i(|n falla he om tanto gago f.iz crranles
cordteide atante i e he trepador de etiquoiros, d>
Dni e Matheui representa ler 50 annos ; fuglo em
Di embrode 18:1'J; foi comprado nesta praca ao Sur
] s Peieira da Cunha sendo i, pottonco a M*i.....I
Antonio da S Iva Molla lan>bem morador no la praca,
o .;uiI r .:.i .1 n s-i.ii Sr. doengenbo, queiendo leja,
de aonuncar por osla folln ; assim como p3g,i as dei-
it que Qzrem, no caso que leja remecido para esto
piaoa polo mesmo Sr.
Quem annuw i iii querer dar loo.f rs. a juros ,
(orno annunciar onde so dovo procurar, que lia una
pessoa de crodilo que os toma, dundo seguranca.
O abaixo assignado roga ao Sr. Jos Luiz da Sil-
va Gnioiarle se o cscrava que annunciou se chaina
Joaqun), o he dos signaos soguinles ; cnoulo alto ,
quebrado das vrrilhas do :'.'< annos pouco tnais ou
menos ollioa pequeos sem barba denles clarse
i. rttof lio do abatan assignado pois llio fuglo em '.7
de l'oioii.bro do unco passado ; caso soja tambem ro-
fn o lavur do o remetter, que so pagaran as despesas.
Jos rundido Aluga-so unta loja na na lo (lorias, moito pro-
pina para estabele intento de nllli na do marciuoiro ;
tratar no paleo de S. Jos n, 41.
Precisa-se sabir da mi radiado Sr. Jos l.uiz da
Silva GulotarSes, para so tu tai de corlo negocio.
Na na N tva n. ".'e, luja du alfaiate aeba-te um
completo surtimeolo de ludas as lasendas do bom gos
to puia collelef o calen assim como pannos linos su-
periores merinos, lencos do diversos gostos para gr-
vala, suspensorios du seda chapeos du cuslor da ul
tima moda obras leilas de tudas as qualidadcs; com>
tambetn se reecbem cncmondas para leilio de qualquer
obra a que promello dar-so prompta execucfio ; lu-
do por preco com modo : na mcsuia casa cima se ven-
de urna arm.iV'> cntidrafada e um candiuiro francoz,
pequeo.
O abalxo assignado avisa ao Snr. c dlector das
agoas-aidentos, que deiiou de ler venda na ra do
Nogueira n. 18 desdo odia 6 do Vitreo p. p. como
pro xa com um slteslado du eommissarii di ra.
Jote Francisco Marlint di Miranda,
Jeronymo Morona Ionios embarca a sua escrava
Mara do naiio Angola, para o Itio (Junde do Sal.
Itoga-se encarecidamente ao Sr. Teneute Coro-
no! commindanle do balalhao do guarda nacional di
Olindu que baja deaier o obsequio de mandar le
tirar para um lugar inais reinlo os musais do mosuio
batalt.ao que diariamente so reunem junio do palacio
xellio, pura o lint do exercilarem se u i|uo nao he
pouco inconimod), assim al lamillas, como aos es-
tudanles, que por lili podo sCacbio o inormento a es-
tes que por algunas Vezei te tOcrn obligados a Intet-
romper oteuieitudoi; polu quu muilo so iho Ocar
agradecido.
ilojo polas 4 lloros da larde a porta do Sr. Juix
do Civcl da segunda tara no Allorro da lloa-visla ;
ha de anematar, por ser a ultima praca, urna taberna
na ra eslreita do Rosario na loja do sobrado n. 6 ;
quem a pretender compareca no dito lugar ; o quo lu-
do consta do escriplo om poder do porleiro Sorra
lrande.
1 O Sr. que no din toj do mez passacto dcixou
un vestido do sarja prela de [lonhor por urna peca do
madapoln em urna loja da pracioha do Livramenlo,
hoja de vir decidir este negocio no prnso do 3 das do
contrario ficai sem diroilo algum ao vestido. S
' Na botica da ra dos Quartell de Jos Maris
Contal tes Hbiiios icbl-ie um tranielim do ouro quo
em o dia II do corronte loi approhondido a una preta,
quedil ser forra, o ter sido captiva do Sr. JoaodeCar
. !ho l'aes do Andrade ; quem der os signaos cortos do
: rijo transolim llio ser entregue (i
I Aluga-se urna casa torrea na rua atrada maliz
da Uoa-tista com duas salas, o quartos, costnha
lora, quintal murado com cacimba ; t tratar na ra
ti i Aurora n. 68. 4
1Prelende-SO urna casa para morar, desde a pon
te da Boa-vista al o largo da 8, Cruz, que tenba eom-
modos para grande familia, quinta!, o cacimba e so lor
i ticoslada ao rio, mclhor, e qne tenlta banhelro; quem
liter annuocie, ou lalle na loja do cera, na ra l)i-
toila defronle do N. S. do Tere, i. i
1 A pessoa, que annunciou ter 100/ rs. para dar
a juros, annuocie para ser procurada. [2
l Precisa-te du 'iOi? rs a juros de dous por ceuto
ao mez, dando-te porbypotbeca urna fezenda do ga-
do livre c desfmpcdida com duas leguas de Ierra r.o
Itrtio de Cariry do Fura ; quotti quizer dar annuncfo.
1 Aluga-so a loja uo subrado novo, de varunda DO
Ollio da ra da Palma logo ao sabir do boceo do
Pocnho, com o quartot, sala, copiar, cosinha fra
i uitoboa, quintal com cacimba e porlo sendo a
i isma loja mult fresca e clara em razao do cupiar ;
a tratar no mesmo sobrado. 16
i Aluga-so um pequeo litio a margem do Capi-
batibe com caa dexivenda, i pur preco multo con*
modo ; na ra do Agoal-verdei n. al. 3
t Eogomma-io com muil > rleicao pmmplidiio
e preto barato ; oa ra da Praia junto ao sobrado do
Vianr.a n 31. 3
2 l)j-se dinhclro a juros cm pequeas quanlias so-
bre penhores ; na la das Cru/cs n. 'i2.
2 Sehaumann roltra-se da provincia.
'1 Thomai remandes da Cunha ruga ao Sr. do en-
genho Camaisari se o preto que existe em seu po-
der tem os signaos quo abalxo so declara Ihe faz um
grande favor do o remciler ao Recife na ra da Ca
dna luja de ferragens n. M, que se pagan aos conduc-
tores lodas as desposa quo llzerem e ser sempio
grslo a sua pessua ; os signaos sao os soguinles ; idr
bem prela eslalura regular e cheio do rorpo tem os
dous denles da Irenle iberios c a niurca K com tram-
ito nos bracos, de nacao (Junan.a ; de.oppareceo em
7 do M.ii.i do 1812, de idadodo 0 ruros puuco niais
n .'ni s e lalia um tanto aprestado. (10
2 'ftido apparecido no da 14 de Marco pas ado,
do torrente anuo em Ri> Formoso um tsc.ato pro-
so por um capitn de campo que diz ehamar-se Jote
Angola que liavia sido lurladoe inais dous escravos ,
r;a punte dus Alogados ha dous para 3 annu9 u que
pertencia ao Sr. Curonel Manuel Catalcanli do enge-
nhoCiqui; o abaixo assignado, coitio procuiador bas-
tante, que he, de dito Sr. lomuu poste do referido es-
oravo pugou a lomada c o recoineu auquarlol de po-
lica de dita villa aonde se acliu ; e parlicipandode lu-
do ao mesmo Sr. Coronel cstemandou um seu por-
tador buscal-o que o no levou por nao ser seu, mas
conheceo qne se cbamava Benedicto equo pertencia
a umSr. Manuel Joaquim morador na ra Direita a
queot (endo escripto pelo mesmo portador om i do di
to mez al o presento inc nao deo rcsposla. O estra-
ve est um tanto ao.relio e com os ps grossos preci-
sa de algum traan.ei.lo c mesmo de ruupa pur se
adiar n ; que ludo lite vai ser fornecido pur cunta de
quem perlencer; tem solrivcl figura he bem ladino.
tiu estatura regular cara redonda representa ter 20
Q.5 annoi de Idad*, e Ignoro so se chama Jos, ou
Benedicto l'orlunli a peilea que lor seu legitimo
len'hor, dirija-so ao aballo asignado, que, dando os
s'gnaei eert'os, e pagando n* despesai Hias Ihe seri
"iiirugno Jun lu-, da Si lea ultimara (23
I SOr.lEDEDE niKMIlAl. TIIALIENSE
O cni ollio administrativa fa/. telanteaoi Sis. socios,
iiue os bilbrtts paro a recita de labbado I i do cur-
r i le serS diitribuidos nos,lias 10. II e 12 em casa
do IhMOuref'O na ra do i.lin imado n. 07. (5
2 Preciia-se de um bom odlcial cbaruteiro; na ra
do Collegio n. !5. '2
2 No dia 23 de Doiembro p. p. se ausentou desta
praca >>ara o mallo um pequeo de norne Antonio
Francisco da Cunha, de idade de 13 anuos, e como o
abano assignado ignora qual o para que lugar Coi seu
dettlOO ; ruga o mesmo ubaiiu assiguadu aquellas pes-
loaa que del le (ausentado; souberemeda sua resi-
den! ia, tenhao a bondade d pailiciparem no caes da
Alfar.dcga n. 3 ducujo favor Ih I ser muilo agrade-
cido. Francisco Jos I 'ianna da Cunha. I!>
4 Aluga-se urna casa de dous andares na ra da
Moeda n. i) com commodus para grande familia e he
bastante fresco ; a fallar na ra do Hospicio u. 14,
cun Proxedes da l'onseca Coutinho. :A
3 Eduardo Keller Suisso, xai para a Europa.
;_ Aluga-se um preto pura trabalhar cin algum
sitio porto da praca o qual lio muilo fiel a hobil para
todo o servico ; quem o pielentb r, dirija-se a ruu Im-
perial do Allorro n. 47. (*
3 AGENCIA DE PASSAPORTBS
Na ra do Rangel n. 3i tirao-so passuportes para
dentro e lora do imperio despacho-se escravos e
ludo com bievidade e preco rnuitu comraodo. C'
3 Aluga-se na ra do Trapiche, n. 3'i, o lerceiro
andar, soto o tusinha com suberba vista paia o
mar. 13
3Itoga-se ao Sr Tiburcio quo se julga morador
no paleo do Carino o favor de dirigir-so a ra do
(Jueimado n. 17 rogando se Ihe esso favor por se Ig-
norar sua casa.
2 .l'i't-cisa-sealiignr una sala com um quarlo, anda
que Bojo pequeno, sendo na ra do Vigarlo, ou IJiigoe-
i,i: quem livor aiiiitincie. (>
2 Precisa-so Indar ao Sr. Philippc Venido Caval-
caittc e Albuqucrque, Ollio do fallecido racrivfla domci-
mii nomo, n negocio de seu Inleresse; nu ra Nova ar-
iiia/.oin de trastes n. ."i0. ^
2 Aiiibcrg s C, com fabrica de chapeos, avsoao
respetavel publico que rst dissolvida de boje em dian-
te o uiesitia tirina, continuando n iirar n referida lubri-
ca dobaixu da lirma do Blster fie C., os quaei so respon-
sabiliso pelas transaeyocs pendentes da Urina exultla c
uosta dat.i couitituciu por son procurador o gerente o
Sr. J.O. Elsler.Recife lu Abril de Igf.
2 Aluga-se unta casa terrea, tita un ra do Coto-
vello ii. SI com duas salas dous quarlos cuzinlia lo-
ra quiulal lomado, com na compcieuie cacimba de
boa agoa : us proloiidoiilos ilirijao-sc i illa eslioita do
Kosai lo segundo .iuil.it' 11, .10. o
2 Conipraoso escravos de officio com prcleren-
cia carpiras e pedreiros ; nu ra da Cadeia do Uecile
n. 'i... 3
Compn-sa um compendio de Algebra por Lacroii;
narua du yueimado n. |4.
1 Compru-so urna parda de 18 anuos, quo soja
biinila e iiiba coser, cosiuhar o engommur ; na ra
das Flores n 21 (3
Vendas.
2 Vendem-so maulas brancas muilo linas, de ram-
brnia adamascada com lianja para senhoru pro-
oriai tdinbom cada urna partlndo-se o mel para
colimados de caiiillioi de a Ico va por ter luflldente
largura o compniicnlo, pelo mdico picyo do'2/rs.
cada urna bom assim loncos glandes de seda du cor
pera grvalas a 2400 rs. cada um ; na ra do Cabugi ,
lujas do la/ondas de i'eroia A, Guudea. 7
I Vende se urna linda moleta de lo annos o de
bonita llgura ; dual pretal de 20 anno boas quitan-
diiras ; u.n preto de 22 anuos ; urna partj do -0 an-
uos ...,;, eiigoimnar toser COlInhar o faz doces ;
rin ruu das Florcl n. 21. 5
I Vende-so urna escrava de todo o servido do una
casa sem defeilo algum ; sendo para fura da provin-
cia, se dar tnais cm conla ; o motivo da venda se dir
ao comprador ; quem a pretender annuocie. (4
1 Vende-.so um catallu de ba ligura com muilo
bous ndales ; r.a tua Direlta n. 81 2
1 Vende-se una prela iavadeira cosinha, e he
de todo o servico por3S0/n. ; urna parda do 10 a
18 annos iccolliida perlesa coslureira, e engom-
madeira; t moleco poja, canoeiro c de todo o servico,
e he de muilo boa conduela ; duas negrinhas do lindas
liguras j coscm rnui bem ; na ra Direita n. SI. C
I Vende-se urna escrava de uafo de 2"> annos,
de bonita ligura engominu, cose cosinha u lava do
sabio ; 3 ditas de 20 u 24 annos ptimas liguras pa-
ra ludo o -itv ir" urna negrinlia de 12 annos, proprta
para costura ; un molcquo de nacao de 18 annos ,
proprio para todo u Mtico; na ra das Cruzes o. 41, se-
gundo andar. '6
1= \ i nd'-in so dous buis mansos rrioulos dos
u.clhores queexislem na praca; urna carrosa multo bem
folla ludo p o pre(il muilo om canta;, uo pateo da S.
Cruz venda n. 70. 4
l_ Vende-se lorinha.a 4200 rs. a saeta ditas de
feijao ditas du arroz du casca tudode superior quu-
Inlado ; na ra larga do Rosarlo, venda da esquina que
vira pora o quailel de polica (1
I Vcndoiit-Fu vanos objectus dcouro ja usados,
a umac colnere do prala ; no paleo da niatriz ae S.
Antonio loja de omites n. 2. 5
1 Vende-se a venda da ra estrella do Rosario n
3S, bem ifrrguesada e com poucus fundus, a dinliel-
ro, ou a praso cun boas urinas ; a linter na ra larga
do liosario n. 50, com Jos Juaqutm lilas Feruandes.
IVendem-ie a buis mansus, novoi, e muii > gur-
dos, anda mesmo para acougue; quem os quizer
comprar a dinheiro ou todos junios ou ulguns d. I-
les, dirijii-so a ra Imperial n. 04. (4
Vende-se urna 10:1a su^uaranna do cr venne-
Iba bastante manca ; na ra Direlta luja do sobra-
do n. 78.
Vende-se o casco de una venda na estrada dos
Afilelos cun poucos fundos; a tratar na mesina el-
truda cusa rneia-agoa.
Vendem-su ps de limo proprios para cerca ,
a reUiho, ouem porvao e algunsps de larangeiras;
no silio de Joo Carrull 00 Manguinhu-papa- trra.
2 Vende-se un cachorro du agua, bastante noto;
na ra uta 11. 28. (2
3 Vendem-sc seccas com laiinha de Mag de su
poriur qualidade, pur preco conimudo ; na ra du
Collogio 11. I. o
2 Vende se una bomba de ferro e oulra de ma-
dura ; na ma da Uluria u. S'J. 2
o_ Vende-se farinha, chegada ltimamente do Rio
de S. Fiancisco pela medida velha por preco com-
inodo : na ra do Itangel n. 3i 3
2 Vende-se a/eite de carrapato a 2400 rs. a rana-
da ; na ra da Madre de Uoos a lallar com Manocl
Fereir Piulo. 2
2 Vend-se superior assoalho do lor.ro e amarillo,
superior lorro de louro costado e costadinho oe louiu
e de ainurolio serrado na serrarla do Monteiro ; no
deposito de taboado delronte da Ordem tercelia de S
Francisco ; no mesmo deposito tambem se vendein
portus de costadinho de amarillo prouiplas e por pre-
co commudo. 7
1 Vendem-se cascos gra.ndei, proprios para na-
tos e pipas vasias ; na ra da Gloria n. 59, 2
2 No armasom de deposito de vveres, na ra da
l'raia betco du Carioca por baixo da suciedade Pili-
lo -I bal ia ha urna grande poican de arroz com cusca
para vender por preto commodo ; o arroz he de su-
perior qualidade. 6
2 Vendem-se.'i moloques de idade de 0 a 15 an-
nos ; dous pardos du idade de 12 a 0 annos ; duas es-
cravasde 20 a 22 annos com varias habilidades ; na
ra Direita n. 3. *
2 Vende-se azeile de carrapato de caada para
cima a 2560 rs. ; na ra Direita n. 53. (2
2 Vende-so urna parda inuito boa engommadeira
o Iavadeira ao comprdor se dir o motivo por que se
vende ; na ra do Sebo do ladodireilo passando o
sobrado do Sr. Lavrasa primeira casa junio a venda,
que tem debaixo do mesmo sobrado. 14
2Vendem-se dous escravos de multo bonitas figu-
ras sondo um perito amassador e o outro fornoiro;
na ra da Cruz 11. 4 primeiro andar. (3
2Vendem-se dous capules de senhora sendo um
novo de panno verde escuro o o oulro usado de pan-
no azul ; na ra da Roda n. 22. 3
2 Vendem-se varios utencilios do botequim per-
tencenlcs a cusiuha bem corno louea caldelras e
bandejas, tudo ent muilo bom estado e por preto com-
modo ; na ra Direita n. 32. >3
2 Vendem-so duas moradas de casas lerrers ns. 0 e
S, no becco do Marisco ; a tratar na ra do Queima-
do n. 26. 3
3 CHARUTOS REGALA.
Na ra da Cadeia do Recife n, 46, ha sempre, a ten-
da um grande e esplendido sortimento dcstes alaua-
dos charutos, viudos ltimamente no vapor da Babia.
3 Vendem-su quartus notos tralao se, cuiao-se
e sangro-se cavavallos ; na ra da Conceicao da li 0-
viita n. 60. (3
3Vende-se um prclodu boa figura de 20 annos,
porleilo ullicial de pedreiro de toda obia ; na ra do
Crespn. 10, primeiro andar. (3
3 Vende-se una cummoda de tinhatico mullo
boa poi preto toininudo ; na ra de S. Bita casa
torrea n. 72 /3
3 Vendem-so saccas 10111 fai inlin do superior qua-
lidade, e por menos doquurmuutra qualquer par-
te ; na ra ua Cruz artnasetu n. 54. 3
3 Vendo-so urna casa terrea nova, por preco cuni-
modo, na ra da Palma; e urna canda de familia,
em bum uso ; a tratar na ra da Palma 11. 8, das 6 as
10 horas da inanba. (4
3 Vende-se um muloque de Angola, ladino, de
Idade de 15 annos minio espolio e sem vicio algum ;
na botica de Railholomeu Fiancisco de Souza. [3
3 Vende-se unta escrava de 18 anuos cosinba ,
eengoinma; alraz du thcitro volho 11. 20, segundo
andar. (3
3 Vendem-se saccas de muilo boa farinha vinda
do Rio da Janeiro e calas cotu 100 charutos de su-
perior qualidade e de differeutes uulures; no paleo du
Collegio vendo da esqua n. iti, 4j
3 Vundem-se us tabulas de de La Funtaine eui
francs 2 V. ; geograplna du Gaulller; as cartas geo-
graphicas em punto glande a carta escripia por Tal-
leyand a I lo \ II lloiatioeui luliui por 00 rt. e
ouiros livros ; no paleo do Crino n. 3. [o
7 Vende-se sal de Llsbuu em grandes e pequeas
portos ; na Illa da Moeda armasetit n. 7. 2
t> Vvndem-IC 3 esclavas mutas de boas liguras ,
engommau, cosmho e urna be peiloila cuslurelia ;
i ditas por -Do rs. cada urna cusinliu latan ruu
pa u vendein na ra ; n na mulalinlia de 15 anuos, com
pnr.iipios de habilidades, ba puiu su educar; um
preto j de idade pul i..u; rs. bum pura ttabulliai
em un, silio por Oslar a iitu acosluinudo ; um molo-
quu de louunus Ou aulle bou lisura; um pardo bum
uni. iio e pugeiii ; dous escravos bum. para o trabalbu
decampo; na ra do Crespo u. 10, primeiro andar. 0
0 Vende-se multo superior lunniia de mandioca,
por pretu cumuiudo ltimamente chegada de S. ala-
tli, us a bordo da sum .ca Incanfavtl Carrol, tundea-
da defronle do taes du Palacio ; ou na tua da Moeda ,
.uo a-i'.n n. II. 5
7 Vendem-se barris do superior vinhoda Figueira;
nos armazeus de Das Penetra ao p a Allandega a
na ra da Moeda u 7. ;h
6 Vendem-se as admiraveis oavalhas de oto da ( hi
na quo teom a vantagem de cortar o cabello sem olleii
eu da pollo deixuudu Ocal o lotlo paiecendo estar na
sua primeira mocidade.
Este ato vem exclusivamente so da China, e s Hel-
io trabiiiiao dous dos utellioros, u mais abalisodos cu-
tileirus du lica cidade du Ptkim capital do imperio da
China. .Julor hore
.V. II lie recommendado o uso deslas natalhas
por ludas as sociedades das scientias inedico-ciruigi-
i as da Eurupa cuino da America Asia e Auna, au so
p.na prutemr as molestias da culis, mas tumbem como
um molo com,etico. .Na ra do Crespo, loja o. i V-
8 Vende-se lanuda du uiaudiuct Oe muilo boa
qualidade; nu airnaseui delronte ao caes do Collegio,
junto ao botequim da Ustrella ou a burdu da suma, a
Estrella do Cabo, fuudeada dcfiunle do mesmo caes do
Cuilcgio pelu mdico picfo uo ;i is. cun sacio e
4800 is. sem sacto. (g
4 Ven lo-se putassa russiana multo nava e do su-
periur qualidade, em barris pequeos ; na ra Oa Ca-
deia du liedlo armasum do assucor n. 12. (3
4 Vende-se mullo boa laiu.ha du mandioca em
saetas chegada ltimamente do Rio do Janeiro por
pretu ruis commodo du que em uulra qualquer por-
te e saccas com millio de mullo boa qualidade ; no
Ua de a poilu n. 2, armasom du Gomes ^ liman. [o
4- \ ende-se tontillo de inulto ba qualidade che-
gada ltimamente ,-, 46V0ri. a sacca uu slqucue a
sem u suteu a 4600 is. para u'limar contas ; na la
.Nova n. 67. (4
4 Vende-se um cavallo luco com todos os anda-
res cera do carnauba suia courus de cabra esco-
ibidos anuz de casca ludu pur pceo commodo ; na
ru da Cruz o. 51. (4
3 Vcnde-se urna casa do sobrado de um andar na
ra do Codorniz por baralu pic{o; tratar na tua
Velba n. II. ,3
Vende-se assucar de primeira,
seguudd e teiceira qualidade secco e
bum para exportar e por pregn rasoa-
veis a dinheiro e a praso ; no armasem
de r\ \i Alvos Vianda ua na da Sen-
zIIi Velha 11. I 10.
Vend-sc una porcao de tncius de
sola com petjui-no defeilo por muilo
barato prero ; na rua do Crespo ti. 10 ,
loja da viuva Cu ti ha Guimares.
1 Vendem-se saccas de farinha de
alqueire inediJa velha reeeiilcinciile
chegada do llio de Janeiro pelo hiigue
//t7, patacho /'alent e sumara Perola,
milito alva e hem torradinha a Ssooo rs.
com sacco : tamheui se vende a milito
estimada e superior farinha de Mag, e
Siuuhi j na rua do Clrespo primciio an-
dar da casa n. a3. (10
Oh!que pee-hincha !!
Vende-se urna divida em grao de ex-
ccticao, de nina pessoa milito de hem ,
que alni de outros requisitos, que muito
a abo no, Irm ossegninles .- i c he ser
quebrado de m l; 2 c ; calotciro de
prolissao; 3 = 5 bebado depois de janlart
4 c lata em oulro lempo a gracinha de
engolir letras, uo acto que litas apresen-
tavao para as pagar ; :> tem sido lea-
(amenteiro, e nunc dado contas :0o,
tem por svstema gastar com demandas
mili, com tanlo que nao pague um ; c
n liualmcnte a todos prometle pagar
com hiiin tiro tle hacamaite, ou levanta a
falsidade que sen credor o qiier mular :a
qncm convier esta pechintlin, nSo perca
lo lioa occasiao, atinticie para se tratar
do ajuste.
Vendem-se casacas de panno lino
por preco commodo ; no aterro da Boa-
vista 11. 4-
Escravos Fgidos.
I'uizio, no dia 1Ae Asoslo de 1811, uma esrr&ta
de nome Theresa do nacao Cacante, representa 35 an-
nos^ estatura regular reforcada do corpo cor mola
fula, tem cora na ca boca de tender na rua he bas-
tante behadi e dada a tlente ; desconfa so ter sido l'ui-
tada por isso do so 100/ rs. a quem descobrir dita
preta e recommenda-se a todos os capitaos du campo,
afaosuas diligencias a tal rsped > e laten a rua Di-
reita loja n. 61.
Ilesappareceo, no dia 9 do corrente urna escra-
va crloula de nome caula cum os sitinaei soguintcs :
du eslalura o corpo regular e o maior sgnal que tem
sao costuras nascottas, reorosi-nta ter de idade '0 an-
nos; foi tisla, pilas note horas e moja para 10 da non-
io du mesiiio da sabir da t-squioa da rua do Itangel ,
o alravesssr para o l.ivramciilo, indi acoinpanhada
por urna pp.ssoa desconhecda ; quema letar a praci-
o lia do l.ivra ment ii /ii, receber I00# rs
I Kuigio no dia 1(1 do corrente um Buleque de nn-
me Joao, do nacao Mozambique representa icr is an-
uos ; letuu camisa du risrado du Algodaoiinbo tronca-
do nota ; calcas de ISa imitando a ganga arnareila ;
com os signaes soguinles ; urna roda na testa orellus
lutadas dentes abortos de firquilha naiiz chato ,
grosso do corpo falla baixo ; quem o pegar, leve a
Fra de-pmlas no ostaleiro de ibuinaz J.is das No-
tes, quesei recompensado (8
l-"ugio no auno de 1825 um moleque do nomo
Florencio, de Idade da it) para 12 annos poucu mais
uu menos com us signaes segulntes ; tinha naquolle
lempo a lalla descansada a eaboea um tanto ponluda
para Iraz olbos grandes pestaas compridas tinha
do inais a mais urna costura do ferida na peina direita,
logo u cima do t.irnoielo di parlo de fra. foi \isto e
constava estar no Itio Formoso e de prsenle Dista
prava ; roga-se encarecidamente as pessoas empega-
das na polina e pessuas particulares capitaos uo cam-
po todo o cuidado no dito osera vo visto eiein seus
seohores privados de sous serticos por tantos annos,
os quaes do 100/rs. de gratifkacao quem o letar
a rua eslreita do liosario n. 43 primeiro andar.
Uesappareceo, no dia 10 do correle mez de Abril
um escravo de nome Antonio, de nacao Angola.de
idade pouco mais uu menos de 38 a 40 anno, ceg do
um ollio alt tem um lalbo em um dus dedus pul-
legar da mao direita ; roga se pois aos capiles de cam-
po, ou autoridades policiaes quo doli souberem, ou
liverem noticias, hajao de o apprcheuderem eletal-o a
rua do Vigario n. UJ, que sera recompensados gene-
rusamente.
Ciucocnla mil res de gralilicacao
H quem pegar a prela Eugenia, de nacao
Angola, reprsenla ter 20 anuos de ida-
de, estatura regular, be muilo desea 11 ca-
da quando falla, conduzio, (piando fugio
em 9 de Janeiro, nina caixu com roupa,
por isso que se ignora de que Ir.je ande ;
lie bem conhecida nesta praca pur ler si-
do do Sr. Ji aquim Jos refreir da i'e-
nha, e quando fugio andava vt adundo
bulas : ha toda a suspeita de estar ikcul-
ta cm alguma cesa nesla praca por ler
toda a propens5o par calar s nieo-
dentro de casa. Quem a pegar leve-a
praca da J5oa-visla, Lolica 11. 1, que re-
ceber a gralilicacao cima.
K IH.......' is. de gralllieacfio
A quem pegar a escrata Jootina do naco Angola,
cor fula queouli'ura pcrlcnceo ao Mojor Nicolao da
Parahiba do Norte, a qual esta luttada desde in'.i e
consta com toda a cerlesa char-sn em urna faicnds jun-
to a tillajde Calc cujo sgnal, que nu deixa a menor
duv.d-', helor ella um dedo do pe *1 jado; quem a je-
ttar. lote a rua do Sebo n 12. y
PERK
j 114 TVP. DE M. P. DEJ-ARIA----- 18/j.


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