Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05553


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Full Text
Auno de MI%.
Quinta (Vira
O MAMO publica-so bulos os diasque
nao luirn de guarda: o proco daaseigna-
una lie1 de-f^rs. ptiv t\uarle\paijns adiaatadas.
Os nuuuuciosdos aisignantes sao inseridos
i razan de 211 ris por Rnlia, -ii) rs. rui tjpo
dillercutc, e as reprllriVs pela melado.
Os que nao (Vniiii asignaut." pagao SO rs.
porlinha, 160cm lypo dillerentc.
I'IIASKS DA LA.
Ina nova a (as 5 li. r 21 mili, da larde,
(.'rscente a 11 as 7 liar. o -i mln. da larde.
I.ua dira a 22 as i hor, o ,V2 mln. da man.
Mliigoaiitc a2Sas'.) bor. da tarde.
I'.AHTIDAS DOS CORREIOS.
Oolanna o Paraliyba, Segundas < Sextas fi-i-
ras.
Rio tirando ilo Norte, chega a 8 c 22, c parto
a 10 21.
Cali, Serluharm, Rio Formoso, Porto Cal-
vo. O Macer, no l., II c2l do cada inoz.
Gal aiihuns o 1'ouito a 10 o 21.
l'oa-\ isla o Floros a 18 c 2S.
Victoria Quintas loias.
Olinda todos os dias.
PIIKAMAR DE HOJE.
Priiueira as 7h. o 12 mili, da manhaa.
Segunda as S h. o (i ininutos da tarde
de Abril.
Anno XXI N. 7ft.
reanimnm ii
DIAS DA SEMANA.
&'_ 7 Segunda S. Eplpuanlo. Frita Nacioual.
v/"1 l\3o ha despacho.
8 Torca S. Amnelo. Rclacio, aud. do I.
/ di' Diroito da I.' vara, o do .1. dos l-Vilus
^P !i onari.i S. Demetrio, aud. do J. de DI-
WTf relio di.', vara.
10 Quinta S. I.'ii|iiii'l, and. do J. de Din ilo
da 2. vara.
11 Sexta 8-, l.e.io Magno, aud. do J. do 1)1-
. ..lo dal vara, o do lili/, dos I-Vitos.
12 Sabbulo S. Vctor. Ilol., and. do I. il.
Diroito da 1. vara.
13 Domingo S. Hermenegildo.
CAMBIOS NO DA '." DE AMU'..
Cambios sobre Londres.....2.")'/,.
Parla 373 r-s por franco.
i 'i Lisboa ISOpor Ifludcpmn.
Premio do leira* de hoas Urinas I ipoi .
lluro .Mooil.iiloli-.i'i .. l7#4tMla 171500
ii ,. iioOioo iiiiv. i.,-.ni.i r.-:iiii
n do i "ii nfilMa aflOO
Prala-Patacn...... i*-">> i i-*!i'n
Pesos 'oluniiiares I illStl ,i i HOtl
Hilos Moxioanos l.v'iia Is'.iSn
Moeda* de 2 patacas Itf200a l-'2Mi
.. Ditas de nina .Vila 68(1
l croes da C du Bebeiibc 30/000
PARTE OFFICE
Co\
ra V
nenio na novincia.
Espediente do iiiu 8 rfo crrante
ollicioA cmara municipal dota cidade, acensando
ni ipi ao do son ollicio de t (trate inoz, mi que partici-
pa, tpie, por falta dasactaa de Cimbrea, Santa Mara do
(toa-vista, Scrra-Talhada o Santo Inlo, deilOII de pro-
ceder nesso (lia apuractlo llnal da eleieu para un
nailor por esta provincia; i cinetlcndn-llic asarlas dos
ti o liltinios eollcgios, yuc j havao sido enviadas
secretarla; e ordenando, pie no da 13 d'este mes pro
codita .i referida apurarn, aluda inosino tondo deixado
de i cediera priuieira das uicncionailas actas.
DitoAo coiuiiianilante das anus, declarando rm
rcipotto ao son nIHcio de (i desto lili/., que coiu salisfu-
i ao concedo a liceuca, que pede para mandar a eiirli
bou ajuilanle d'oi'tlens, ncapi'.oredro Francisco piolas-
en Porcira da (imilla para ir cor te l'elicitar a S. M. o
Imperador, em nonio daqucllc eonuiiaiido e da olliciali-
dado da provincia, polo feliz iiasciincnlu de S. A. I
Principe lierdoiro da corda do z7ra-.il. Kxpedirao-se as
precisos orden, para que ao iiiciiciouadocapitao se dcs-
sc passageiu no vapor, que segua paraoSul, se paaaas-
ai! iiia, e abonasse dotis lliczes do sold adiantado
mais veiiciiucntos.
DitoAo I" medica do entnelo hospital militar, or-
denando, que, dopoisde se liaver entendido coiu o com-
inaiidaiito superior da guarda nacional deslc municipio
a respeilo das pocas, cm que devciu ser inspeccionados
a aluciaos e guardas respectivos, presto-so rasa us-
peoriiu coiu os domis iiiembrus da actual junta do lau-
de. (oniniuniciui-se ao rele ido coiiiuiandantc supe-
rior, que assiiu o liarla requisltado
DitoAo juiz relator da junta dejustica, remetiendo,
para, dopoisde visto, ser presente.'i mesiuajiinta o pro-
cesan verbal do soldado do primeira linlia do Ccar, Jo-
bo Martina do Ollveira
DitoAo eoiuiuandante superior da guarda nacional
dcste iiinnicipio, coiuinuuicaudn ler concedido a refor-
ma, (pie no reipieriinoiilo, por S. S.a inrormado, foi pe-
luda pelo tciieule da priuioira ooiupaiihia do segundo
balalbo da nicsma guarda nacional, Joaquiu llcnriq
da Silva.
DitosDo secretario da provincia ao 1" da assenihla
legislativa provincial, acensando reinessa do cuntalo doarrendanionto da casa da viuva Pirca, di1
nutra do ollicio,que a seiuelliaute rrspeitofui a presideu-
oa dirigido polo inspector jl.t tbesouiaria las reiulas
proviiiciaes; o da uforiuaro do director interino do Ij-
i-i-o cerca da crearan tic una cadena do grainiualica la-
lina cm a nova freguoila de S. Jos.
Commniulo das Arm s.
Qnaricl General na cidade du lleeife de i abril de 1845.
oiuiiM un nu n." 33.
T.mdo o briiiadoiro loiiiiiiundanle das armas man-
diiilo a Orlo do Rio de Janeiro o seo ajudanto de or-
dena o Sr. eapitffo Pedro Pranciiso Nolaieo Perelra ti
4'unlia ii.cu[i:bidj de Uvanisfostar a 8. U. o linperu-
dor os si-iiiiiiit'iitiis de praser e gloria du que sao
posiuidoi o olllciaes eilileotoi oeita proilueia pela
IjUSla ni.luja Ue liaver S. M. a Imperatriz dado a luz ,
u loin fell/ sucoso, o Principo llotdeito do 'llirono do
Im-.i 1.:/ o brlgadelro comtnandante disto iiiesmo
M-ienlu ans n ftidos Srs olllciaes e di-clara que o
S;. AJfere Anlomu Cutios l'rederlco Siaia, passa a ler
n tullirlo de judatilc du ordrns de pessoa durante
a ausencia do reletido Sr. eapiUu Perelra da llunna.
Antonio Correia Siara.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAlIBUCO.
Paria, 13 de fettreiro.
Tciiho demorado esta correspondencia at ultima
hora, porque pretenda mandar por ella a noticia do re-
sultado da segunda bal.illia campal que o gabinete aca-
lla de ollireri-r ,i upposao no terreno da discussao so-
bre os fundos secretos, ou para saine dola coiu una
luaioria monos equivoca do que da discussao do voto de
graras, ou para obligar o grupo de conservadores, qm
iin'qiiiz volar, a declarar-so abortainenle cunta Ogl>-
verno, se .llanto so atrever; vejo poiviu que a coisa he
Jiupossivel. O projeelo foi apreseutado cmara no ilia
10; mas ailiseussao s lleve coiueear na semana que velo,
e perianto nada he possivel dizer por osle navio, que
Salle depois d'aiiiauhaa. Entretanto o gabinete eonipli-
toii-se pila entrada do conde de Salvondy para o minis-
terio da inatrncco publica; o como osle famoso especu-
lador ja linha recusado a mesilla pasta, quainlo ogabi-
licte Ibe pareca em arligos de mol le, esta visto que, se
agora a aeeelot, he poique a posicao Ihe parece iUOX-
puguavel.
Guixnl, pela sua parte, port i-se eoni urna arrogancia
filie fu pasmar. Deiiiitlino i-ouile deS. Priesl, embaixa-
dor de Franca em Dinamarca, por ler fallado contra a
poltica do governo na cmara dos pares de que he ineiii-
bn>, o fez a inclina coisa ao deputado Drouin de IJlUis,
direetur da reparticao cninnercial no niiulslerio dos ne-
gocios esliangeiros, que voloil eoolra. a inesma poltica,
posto que naofallasso contra ella: o, deixaudo esta antea-
ra suspensa sobre a cabrea daquelles que nao .ui/erao
inlar iii'in pro nem contra, inuilos dos qnaes taiubeni sao
emprestaos pblicos, fez-llns saber por osle modo a
sollo que os esperava. se. no novo cmbale que SCval
dar, se alrcvesseni a laxi r oque ellos tixorao. Pela ni-
liba parle, aeho mu justo o razoavel que o goterno
\ija dos seUS enipi cgados completa adhesao o apoio a
11.1 poltica, o que os deniitla, logo que Ibes conste que as
Mas iipiuies mi e.slao em harmona coiu ella; mas lie
precisa ao mesuro lempo, que OS fuuccOes dcdepulado
o de einpregadu do govcroq sejfio declaradas iucompatl-
veis; de outro modo, eouio o govcnio leni sempre mil
lucios de atlrabir i cmara centenas do empregados, pu-
jos TOtOS, pela bipothese, Ibe llcfio, desde' logo, b>po-
(liroados, ai ontei i ra que a nprisi litaran nacional pas-
sar.i a ser una especie de monopolio do goveruo. o que
O poder legislativo o OMCUlivo liear.in ri-iinidos as mes-
illas inaos. que he precisamente aquillo em que consis-
te a Ivraiiuia, segundo a definirn de Montesquieu. I'ara
que .icaniara dos deputados possa desenipeuliar a sua
iiussao, he ueceasario que ella soja [ella ti imogem du na-
ci e nao do goveruo.
A opiuiiio geral he que o gabiucte SUCCUUibira no no-
vo eomhale que sevaidar; a miaba he o contrario, o
vou dizer poique, lie corlo que o goveruo actual he reo
de crios iudcscirlpavcis; porui t.iiubeiu mi he menos
corto que oque preleudem os dilfcreiiles aspirantes ao
ministerio he substituir ao gabinete (iuizot un gabinete
Mole, o qual, sendo multo mais fcil do derribar que o
actual, servir de transicao ao ministerio Thiers, que
ha de oomuiottir lodos os oros de que he acensada a
presento admiuislracao, colinos muto uiaiores. I. se cu
que lonho a \isla tilo curta, poseo ver isto, lio mpossi-
vel que o lio veja a maioriada cmara, c que se preste
a urna cvoluro parlamentar que, sem mudar osjstcma
que desde 1830 leni l'cilo a dograca eavcrgonlia da
Flanea, s pode servir para mudar aquclles que a exc-
OilUio. lie preciso que lodos so persuauo de que Cuito!
nao he seno a iiiimni do roche, anda que ello se suppo-
uha outr.i coisa; o o inesuio que elle leui felo, hailela-
zol-o Thiers o Mole, o lodos os que qiiizerein ser instru-
mentos da gente que sii vio na revolucao de julho o nieio
da sua propra elevato, C mi cuja reparacao ella foi concebida o cxeculada.
J parti para Londres o duque de ilrogh, porque
he la que ha de reuiiir-se a coiuinisso para propr a
liiaucira de substituir o diroito de visita, sem projuiso
da repress.io do trafico, lia grandes motivos de suppr
que o expediente, proposto pelos illuitroi comuiissarlos,
se reduiir a aconselnar a einanclpaco linuiediata dos
esclavos das colonias francezas, o que cquivalcr a una
scnleiira de unirte fulminada contra ellas : resta saber
se a nialoria da cmara dos deputados asscnl.ua mais
osle golpe ua prospi'i Idade do paz, ou se o far sem pie
a Frailea inteira se levante como un s hoincni para
cmharcar a cxccuco de seiuclliaiitc despropoailo.
Tambem l.i val finaluiete para Berlltu o viscondo
d'Abrantes que Dos coudnza. O da destinado para a
partida era o de 28 do inoz passado, segundo ou incsino
llieouvi; mas, como eslava porla a famosa ceremonia
do boi gordo, lalvez Ibe pesou na coiiseiencia deixar a
Franca sem ler fe i lo ver Siv'viscondera a grande so-
lemiiidade do carnaval; o Si: coni oU'citU foi este o moti-
vo que o releve, nao deixou de acertar, porque afala
leve este aneo milito de hrilhaute, o ha de ler algiiina
coisa de hislorio.i. Teve muilo de brilhante, porque
honre o recebiuieulo as Tulherias (que por esporo de
2 anuos nao linha lido lugar em ra/ao da iiiorte du duque
de Orloans) sahindo el-rei frente do toda a familia real
a reeebcr 0 hroe do dia, o dirigindo grandes elogios ao
criador do munstruosn animal, pela honra que de le*
litelliante maravilha resultava agricultura francesa
ha de ler algunia coisa de histrica, porque foi appro-
veil.ida para dar por ella Mala un mi na cordialinletliacft-
ca, que, segundo agorase ve, passuu decididamente do
corarn p.na o estomago. Assiiu como o carnieciro do
Londres, mostr Minto, assentou que dcvla unir osdoai
soberanos de Franca o de Inglaterra com svinpalbias d
carne, fazendo eomer a ambos do inesmo boi, lanihem
a carnieciro de Paria, mostr Rollaild, entendi que nao
devia licar alraz, e deiluu com clleito a barra niiiilo
mais longo. A posta, viuda de Londres para Lili/. Phi-
lip|ie, apenas pesara a mudara de 3."i0 libras; o o nos-
so carnieciro de Pars inandou uma das coxas do animal
a cada soberano, o cada nina aellas pesava mais de (iOO ;
de maneira que ainda que, a rainha Victoria reparta do
mimo, que Ido lizoro, eom o principe Albei lo c eiiiu
os seos tres lildos, toiu carne para toda a lamilia al a
paschoa do Kspiilo-Sauto inclusiviiineuto. Antes de o
presente ser acceildo, houvc com lordCoivIej nina pe-
quea correspondencia diplomtica, cm que os arligos
do obsequio que so propunha, foro discutidos o con-
cordados. Km menos de 24 horas estarna d'accordo os
iutoro.ssados : he provavel que as propositos da coin-
missau mista que est deliberando em Londres, levcni
mais lempo a discutir.
Vician boas noticias da eiubaixaila da China. O ple-
nipotenciario IrauCCt concluio no dia 2-i dcoiitubroo
Halado de coinmercio, que foi negociar coiu o goveruo
celestial. Palta smenlo a ratilicaeo do imperador, em
que nao pode haver dilliculdado. O dito tratado foi con-
cluido etll Vaiup, e assignado a bordo do Arehimcdri.
O portador delle lie o secretario da embalsada, marques
de Ferricre Lavaj er, que j chogou a Suez, e se espera
todos os ilias. As bases do dito tratado sao as mcsinas
que semino de fundamento ao que achina concluio
com Inglaterra. Os Francezes sao admiltidos a coiumer-
ci.ir em lodos os i:inco porlos abcrlos ao cuniinercio cu-
ropeo, sao aulorisados a estabelocor urna leiloria em
Cauto, e lieo participando de lodas as nutras v.inla-
gens concedidas pelo goveruo celestial s nafiies mais
favorecidas. A poltica do goveruo de Pekim consiste cm
Ittrr eom que os Ingle/es leuho que luctar coma maior
concurrencia possivel no sen mercado.
Cada dia se levanta a Iguuia noticia do novo relalivamcn-
teao principede Joiuville. Ha poneos dias inaiiclro-o para
\ ieni.a aliui de cuinee.ira fundara intimidado que se dc-
sej.fva rslabeloecr entre as linas familias de Austria e de
Orleaus; agora desliuo-lho o coiiiiuaudo de Ulna esqua-
dra, queja se osla preparando om Chorbourg, o que ha
de ir ao llio da Piala para acabar COIU I guerra que, lia
lauto lempo, devasta aquellos paizes. Na sua couipanhia,
acercsceiito, que ha do ir tambem a princesa, aqual ll-
oara no H mi de Janeiro em quanto sen marido foi ao Sul
para deseniponliar o objooto da sua misso. Tildo isto he
por ora iniiilo iiiccrto; mas o que mo teiu dnvida nen-
liiiin.i he o que j Ibes mande! dizer em outra correa
ponileueia, c que agora se ve couliliuado pelas declara-
bles de II. Pecl no parlamento, que a Franja o a Ingla-
terra, de acord com o brasil, ho de fazeruuia demons-
trarn armada no llio da Piala, nao para iiilcrvircni en-
ire as duas potencias belligerantes, mas para darcm a
Importancia aecessaria mediacao que va oHereeer
ambas ellas para acabar com a guerra.
A familia de Lula Philinpc vai progrediodo com adi-
aiitaiiioulo a que so pude dar o lime de falalissinio ,
se i'hegar a passar a le das dotacoes. Tildo se aeha prc-
nhe as Tulherias Aescepco da rainha portpio nao
pode c da duqueza deOrleaus, porque nao quor. So-
bre o estado de accrcscentamenlo da princesa do Joiu-
ville da duquesa de xciuoure e da princesa Clcmen-
iiua j nao ha a miuiiia duvida ; prcsuiuc-se purm
a mesilla cousa da duqueza d'Aiiinale que, cun porp)
de 3 inez.es de casamento j leill tidu teuipo sullicien-
le para fazer ver que uo he menos do que as mais. Se-
cada nina das piinee/as nao der mais do que un lilho ,
lie.ira l.uii l'bilippe no Iiiii de 1 S."> cun 13 n. tos : de
todos os soberanos que at: agora teeill reinadoein Frail-
^a he 8. Al. aquello que se prepara para mais nume-
rosa descendencia. Amigamente seria esta circumstan-
cia una felicidade para a naco que nada pagava por
isso ; actualmente he muilo pelo contrario.
l de fevereiro.
A abertura doparlaineutu de Inglaterra leve lugar es-
te auno com umu ciicuiiislancia mui singular : no mo-
mento em que o enverno se preparava para abrir a lueta
parlamentar difierenii-a luembros da gabinete cuja
falta se reputa Irreparavel, danto a sua demissao. O
mais notan I do todos ellos he o ministro do coiiiincreio
Oladstone, homein profundamente versado as niate-
rias da sua reparlieo orador mui dislincio c que fa-
lla na cmara dos commiius a primeira figura abalan de
!l. I'eel o 0 mais curioso de ludo lie que se retira para
entrar no estado coi lesiastico. o vai ser blspo, O uioli-
VO lia sua demissao lie a ilissideni ia que se SUSCltOU Mi-
ta elle o o prliuciro ministro sobre queslAes religiosas.
Pruteslante arienegado mas .sincero nao pode sullier
que o goveruo rceonlioeossc a existencia legal do cloro
oalholico de Irlanda como roeonheceo por nielo do bil
dos logados pms; coque lobreiudo odesgostou foi ver
que, nao COIItOllle coiu osla coneesso, o gabinete esla-
va resolvidu a dar ao inosnio clero os lucios nceessarios
para rocriilar-se o instruir-se por nielo (la lundaeu de
seminarios pagos polo oslado, lio bello ver Ulll hoinein
de tal maneira liel s suas conviecos que nao duvida
saorilicar a brilhante posicao poltica, que oceupava, aos
inteiessos da eonsoieuoia ; o quor isto so verilique com
protestantes c ingleses quor nao, ueiu por isso be me-
nos digno de lodas as uossas s\mpatli\as o do todo o
nosso louvor. O substituto do ministro doiiii-isiouario be
lord Dalhousie rapaz de 32 anuos, que llClll teill o ines-
mo talento oratorio nem os lucimos coiibcciuieiilos
nos objectOl de que se acha cncarregado o cujo nico
mcieciniculo ao que dizClll praguenios, lie a docilida-
de com que ha (le obedecer a lodos dictamos do prinici-
ro ministro sen protector.
Osoutros inenibrosque se rctll'So, sao Tilomas l-rcc-
mautlo ministro da guerra, que vai ser seei otario ge-
ral 'Irlanda, o lord Stanley, ministro das colonias, que
passa para a cmara dos pares. Ambos ellos, especial-
mente o ultima erao liomeus de inulto inerecimenta ,
o om lodoo caso mui superiores a Sjdlioj lleibei t o lord
Joceh u que os suhstiluem, de quoili se diz, que sao bous
inoi-os o nada mais. Parece llIi-SIIIO que a onniiauea que
UCllOS ti'iu I!. Pool como oradores he lao poma que se
prope supprir o que por este lado Ih.-s falla de una
maneira que se pollera considerar como Ulll verd.ideiro
progrosso, ou, pelo menos, ionio lima grande illliovaco
parhiinenlar. F.scollier-se-lnio cutre os inelhores ora-
dores da cmara os que qui/erein esiguar-se ao papel
de assessore dos inembros Iracas do gabinete e todas
as vesos que algiiiu desles se vir ali'apalbado eom al-
guin atlaquo da opposieo a que mo possa responder,
remetiera a coisa ao BSSCSSOr respectivo que o des.if-
fronlai.i segundo a occasio o exigir. O que desta feliz
iem branca resultar nosii; mas pela miiih.i parte tu-
rnara ja ver algiiuia dest.is ocoasies, em que 0 mililitro,
posto eill apuros por algiiiu adversario mais forte do que
elle, diga ao enearrcgailo de Ibe guardar as costas
/iY;>oni/'i ii. .
Do que liea dito resulta que o gabinete Ingles pi i leo
muilo mais Mil loica parlamenta! do que ganhoii ein bo-
mogcneldade ; mas por mitra |iarte tambem a forra de
resistencia da opposieo'sera menor, visto0'_Connell le
folio adoptar a proposicno que subuielteo deeiso da
assoclacio cathoiica, para que iienhun deputado irlan-
ds se apreseiitusse no parlameuto, o qual pela sua ac-
tual cumposicilo, diz elle, nflopodeollcrecer a Irlanda
nem conliauea, iieiursperaucasde remedio aos leus ma-
les ; medida', polo menos extravagante, o que so pdl
servir para diminuir a massa das dilliculdadcs com qill
o goveruo teni de luctar.
Ou mo falla do throno Mil particular, nada mais
conni do que o que ja so sabia que havia de eoiile
verilica-se o auginciito do blidgel da maiiuha Mil razan
da necossidade do augmentar 0 numero dos vapores d
guerra ; prometloin-se cuiiccssoes a Irlanda ; e declara
se que, apozar do inelhoranienlo iueoiitostavel que Uve-
rao ueste auno passado as rendas publicas, he impossi-
vcl prescindir do novo ImpostoineoMt-lax [concedido poi
sos i anuos) para fazer face ao de/iril. Para dizer a vorda-
de, pomas ve/es documento tao importante lera apre-
senlado lao grande numero de grosseiras contradiccoes.
F.izom-se grandes congratularoes ao parlamento pola
oootinii.ieai. da paz do mundo, em queso nao espera al-
terarn, e diz-so-lhc que he ueccisorio aug.....ntarcon-
sideravebuciile o nuinoro dos vapores de guerra : lelu i-
t.i-sc a n.iefio pelo progrosso da prosperidado publica,
eaiaele-is.'ulo pelo aiiginento das rendas, o aiiiiuncia-se-
Ihoqiie he linpossive prescindir do novo imposto ,nro-
mv-ln.r'. Declaro que uo entendo.-
A anarcllla, sopiada por Inglaterra, as populacOes
io Lbano, tem fcllo progressos doploravcis. Atcaqui
cro smente os Maronltaa que caUvno em guerra coiu
MDrusas agoro sao os pioprlos Maionitas que se ile-
gollo mis aos OUtroS. A desordein coiiiecou pelo clero,
que devia ser o que a devia impedir. 0 clero Secundarlo,
apitanoado polo prior (lo convento de Iteislam, attaeoil
com armas na mao o alto clero, que se linha ciilrincln i-
rado no palacio do pan -archa, o debalxo das suas or-
dena. Bate ultimo foi vencido, c expulso, pon ni tratava
de desforrar-so. \ c-se que a cataatroplie se val appro-
iinaudo cada voz mais. ,
Parece que a gra duqueza Olga Iilha do imperador
da Alsala, ainda so nao rosolvoo de todo a ir sepultar ,
segundo se di/ii. em un convento, a sua niocidadc, as
suas esperances, o a sua belleza : pelo menos he cello
que S. A. acaba de sor promovida por sen augusto pal
ao posto decoronel de um regiment de turnares a ea-
vallo, oniprego que nao est muilo Mil harmona com a
sua primeira voeaeo. Oque daqui lleve inferir-so, lie
que a princesa trOCOU, pelo menos inteiiiiainenle, o cul-
to de Vala polo do Marte; mas he preciso cuidado com
estas coisas, porque foi precitamente pelo proced-
Menlo anlogo de nina Vestal que viero ao mundo Ho-
rnillo o Remo, eque snrgiro os altos muros de liorna.
Estas relacdei de Vstaos com o dios Marte sao sempre
punco seguras.
P. S. Qiiaudo hoiilcni escrevi oque anima digo sobre
o Hitado da Chin, anda uo linha lido senao o pre-
mbulo do dito tratado, cujo espirito he nleiraiuciile
conforme,! exposieo que lica folla; boje poienl, tondo
lomado o tiahalho de ler o texto por evteuso, segundo
acaba de sor publicado pelas lolbas indi pendentes <\.\
capital, o portaulo si ni carcter ollicial, vejo que em
lugar de a coisa ser lao gloriosa para a Franca, como ao
principime parecen, nao he senao Ulna vcigouba de
mallas instas do gabinete duilriuario que ja era tao
rico rm filCtOS desta natureza. \ cidade he que o artigo
:l."> do Halado concedo Franca lodas as vanl.igens coin-
iiiiii i.us que parao futuro houveroui de serconcedldaa as
outras nacoes europeas, poriu declara aoniesnio lempo
que franca uo peder prevaleccr-se de neuhumadaa
aitceaadea j fellas Inglaterra, e aos Estados Unidos,
una vez que dealguinx dellai nao baja ineiieao expressa
no sen Halado pailicular. Daqui se ve que a Influencia
iuglesa lie o M iteresscs di Franca por toda a parte, lie forte fbrtali-
d.nle !
O duque de Uroglie llo parti liontrill para Londres.
Segundo estiva ileii'i'iniiado ; illirnia-se pon ni que
pal lira qunlquer dia di sem na que vem
NTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
n IRLOCtO ni i llllRl nos DKPI i!lios.
'CorrespondcHciti rrsrrtvidii. t'-orreia da Corte.
Scmjii de se\l i feii.i T de marco,
u.sv. Siniimllii. Ksta tribuna vai ropresenlaiidu una
comedia soHiivolnieiile engrac id i. mas sobreuioda pi -
sad.i para o paiz. Eni quanto estos >rs. arrauju eseau-
car idamente sciis uegooins litio lia leuibi i a paran
estado lastiiuoso do f/r.isil que solliv o vive emagoiiia
lenta o dolorosa! Que respondern os patrohuquaudo
aquellos a quii oiiganriio lies pergiintareiu cuino a-
nrovoltrtlo o lempo como so dosempauliaro duque
llio solemnemente prometieran Ainda nao enciuilrro
um siM'lubaraeo o lodavii ainda nao li-c r.iu n.ula .' lis
pas i/u patria vo caldudo ii'uiii ridiculo que sem du\ i-
il.i os matar para senipro.
Doixari'i porin rssas reflexile para os publiefilaa, o
tornaroi i iiiinha prolisiao de contador du que vejo c ou-
rii. tleu caiuarada fique vocc na cortesa de que as
cousas s.io como su o nao ionio parece ni ; acredite
laiiibeui que o diuheiin hollina colisa milito preciosa; o
que nao h i patriotismo, que nao soja sedtlzido por urna
posicao, que da dinlieiiu, c aliu di-so iiillueiu ia sobre
os que esli lia posse c repiiteiu 0 pdo-de-l o que he
ouro sobre azul.
Conliiiuou boje a discussao do eequclcto encarnado
pela oimiiuissu de consilmi(lo. Tocoii a palavr.ian
Moiira Magalhi -. que. segundo os entendidos. p.upa-
vcluicnle iTomoiislrou, que a ulna da coiumisso nao \ a-
le ni.lis que o tal enlacelo do Paulo //arhosa. t.oin elloi-
lo os cinco Miafuariuf projoctistas liem mostrado grau-
draabrtloria em suas obras e palanas: o assiiu devia
ser, porque os doui priuirlroa, Paulo Jt Odorico, sao
genuino! representantes chefei da Joaima o Otloni be
u capitn dos I.iwi.is, o I rbnuo he o bey da prala eo
pobre do Antonio Carlos he ludo q uanlo quizen-ni que
ello soja, Denria, pois osla obrinba sor a quinta cs-
seucia do que La de mais Importante entro os Jnauuai .
I.uzias, praieiros. c oulros rele idus nu iinvo iiiclhodo
da a:i ni lii i ; ileviio M patriotas que perleueem a to-
d is risas familias oriundas da inesnia estirpe dar sua
lienc.io a tai) bella cun opean ; mas qual ilion amigo .'
as omisas sao ionio sao o llilo enino pareeeiu .' A illS-
conli.i inlroduio-seentre os proprios capites e lavrou
pelos soldados de SOl'tC que o combate vai sendo cada
vez lliais renhido.
.. listas hitas Inquietan gravemente os raptuai, que,
mais matreiros, preveem dosaccordo sempre fatal aos par-
tidos, que n.in leein iil-is.....ni principios, o que por um
b.iinbuniu, provocada por alguns pichles,sobem > al-
turas da sociedad '! I'., mi lie historia i o historiador de
Miu II liem o Icio avisado, bem tem pregado -- que osla
eom muilo niedo.eque niio temduvtaarecitaruiii pouco,
para ua'o perder ludo Tom-ae visto multa reviravolta re-
pentina, c nao aero para admirar que se va o po-He-tn
antes de havrrem osles golosos il ido coma delle. 0 que
ha de ini ii-ss.inte be ver o ministerio romo logo do iii-
tervir neslas desavein;as ; parooe-me isto um jbgiiinho
Piltre i speilalliiies, que se d, rao as inaos para Clllbacar
alglllll pino e que mil n i.i dse.inliao lilis dos outius ,
e prrtendeiii lirnr o mrllior partido de sua rspertesa.
Se o s.iid.inlia nao audasse lao desconfiado c receloso ,
de que baja alguin protegido de Madama un da Sanlinha,
que Un- unjo o lugar, j eu o linha mandado acata
de informarnos que nao posso obler, purquo hoin sa-
be que 1110 nao he lieito inover-ine desie lugar em que
el ton. Muito me Itei de ou rii se o ministerio inot-
n.i-se doi'ia vea experto! fai-ie ttrthu gnudel, e uiauda
lamheiu estes lujeiliiihos partear. Se tal vejo, nieii
cam.ii.ul.i ilou um abraco un Saldauha ; o peco-Ido ,
que d un a rala nos laes paii-da poli ia Olhe, he cousa
bem possivel, bem natural:-- (' t''" '" '/"""'. ledo
lo pierde diz o castelliano.
uO MotiraMagallies, como Ihe ia duendo, deo a es-
tes Sis. uma lleno ib- diroito, o ao inesmo lempo de ur-
banidade; mas erlo que lie lieo perdida : oaiaemo
tonino emenda. \ Iro que j nao he lempo de tentar
um nova 30 de julho (voe> nao he do lempo de .tu de
iulho ? .... Sao importa ; rites me entendora pcrlcila-
inenle viiao-se para outra tctica.Vi ro as tretas!
Bellos ciieonimc'nilaiidoaosseus doutorea que ailulte-
rem o sentido obvio, natural, e legitimo da constitui-
rn o pobre do Odorico sabio ao ForuM com a ineuin-
!.,,, ,...,,,,,,,..i.,.|., pregou-lhc urna cayoaila que ha
delcnibr.ir llie pul limito lempo ; mas ainda ha rabi-
nos multo astutos, rala/anas vollias, que teem perdido
o pello n'oslas ir iiieaiu as de fi/ei da branco pn-to, o du
pino bramo, c.....o lazeni os iiizes quandn setcnceao,
segundo oiivi o'osla casa. .
Depois do Monra fallou o Barboiinnada /rabia,
que he lino como l.ia de Logado, o bem vio que 0 arti-
guilo dOllllDei de diroito dava-lho Ulll golpe mortal...
na sua amada eeiulKNirdo. Tambem nunca vi um consti-
tucional tanto as direilis como este patriota : dizciu por
mu que elle eiitrou na ruiga do Sabino, o que ate re-
dalo o lancou a acia que eonstiliiio o goveruo revolu-
ciona) io; mas risa su o Saldauha acreditara, que en nao.
\,|i,clle.....nio revolucionarlo I... pois nao: isso he ca-
li.....ia que Ihe levaulo.
i, OOlltroque falln depois fol o Mello Franco, que
me diseui he elrurglo OU cousa que 0 valha. la lias Mi-
llas__Cantarada, v esta em legredo, bem sabe que nao
imito de fallar icnSo do que lepawa Resta casa : se este
lruralSo nnrcceita molhor o seno o o ruibarbo, mal
rao os seus doentes. I.m verbopolticahe inesmo
tima miseria! Estaleideelcireanao herousaeni que
auainuer asno possa rallar: lenho assistido a todas as
discussoesqu, se t.-ciu aqu suscitado, ha anuos, a este
l-espeilo. o vejoqUC os mais sabieh.os einbioao. e K nao
cacill, rscorr.'go inlllivolnieiito : o neg, u- tem denlo
de cocll.oO i:.ioiillo(. he o nuil Ihe.niomelro a res-
ucito da bondad,'ou ruindad.- .los discursos; se elle ro-
-osla-senacadeirae fechaos.....os. be signa que os..
ostando; omagano, quando......a_ea P^"-*"
Mboroando, eit selavandoem agua de .uso,, ma se
elle continua a garan.ja. I 110 MU pulpito. ;*"
MIH dmlsll,,los descera, be ,p.eacou,a,heinaoag,adao
i Camilla andou paiseando einquauto la lou o aietto
,.;,';,';,;,.,'., o. uiasse d-aquelU espiabas que leu.
(I
1
no rosto
m He um dos amigos olbeiros do Jornal do Commereio;
assiui como o vclhu Saldauha he poitcno da casa.
.


( Wanderlej lambrm melteo asuacolhcr no nego-
cio; mas disse to ponen, que tlflo merece ser iiieuciona-
I".lonn illie iiiv.i por isso, e lano que nao me leiu-
brei dille logo depois ilo Ijarbosinb.i, que fui piando fal-
lo;, i; VYandrrlcy. f.sie cacorio lio esperto de mais; lie
digno objeelo de esludo para um observador. Ou eu me
engao, ou o tal bahlanelc ha demostrar para quanto
pi su.
i. Miivi'ni ohisloriadordcMInas ot'ii/ciii'ioinrdroio.eoino
'IhchatuouoU Manuel, oilluslrechcfc ilainaioria; e vem
tan humilde, tilo luaiisinho que al se declara codea !'. '.
Rs inulto VIVO rom CSSCS ICUS ulliinlios malulos; mal a
iiiim lie que nito embacas ion essas niellurias : qiicm
iiuiscr que te eouia por vafea, que d'isso me lia de Dos
osso St-nlioi livi 11__ iira deile fura essa pona de cha*
rulo, Sr. Scnlinelta, i* ou, a : voec ua*o he iicnhum bdn-
n io, c i*o n \ ira coimnigo que o tal historiador he da pclle,
i- .Yo principiado di$curw,O artigo sobre que mais
lem rccaliido a diseusso o taldosjutzes de dircitoj lie
evlileiiteiiientc incoiistitucioiial
V" //i dodiscurso:He miiilia opiniao que a constl-
mil o nao quer que os incmbros do poder Judiciario sc-
jiio debutados!
lalo ln- i'udea .' Diga, so Senlinella.
n Vb principio:Kti son mcddeei,
.Vii /im.-l.siou experimentado! eslouexperimenta-
do !Segundo emendo, llevo fuxcr oiiposico ao gover-
no que conserva na presidencia da ininha provincia ho-
nii"' que nao rslo eonforiues com a miiilia opiniao,
que nao reniove ui/es de dircilo, que deveiu ser remo-
vidos (assiii, pide palo, a>siia !)', posto ogoveruoac-
lual nao leuha frito as cousas como i u ciitenuo, iod.iv la
voto rom elle, porque lis transaccia .'
i oh Sis. co ministerio, oiivem o que dit o histo-
riador de Mu is' !... Vejao la o ii i Ira, ln ni ve mu- 11 ue o historiador uo he codea, pe-
lo coutraiio bebe azeile O liomem nao lu opposic.o
ao goVCI no, eluquautO este IIO lomar direceo oppOSta .
se elle se conservar inactivo, se rrpudiai a iniciativa
que lhc compete, se incsino absliver-sc deintervir as
liscussin s, se liiialmenle nao rmlniraiiir i he CSIC o pro-
pliolelino de eapell.io da Santa, as del bera iii'ies da c-
mara; conteque lera o scu vol; tino, '... Islo be
i I III).
i Quer ser juls dedireito porque a eonsiiinii ao sii
i vigepara os empregos pblicosclenlos c virtudes.
I. be 'lil/'.l !! '...
s juizesde dircilo veein para acamara, pleitean
becas, pn sidencias e inclliorameiilos de lugar. I-i se ha-
vcuban com o boiiicn os juizes de dircilo; mo leulio que
iiiellii-iiie li'essas pendencias : elle que n diz be por-
que o sabe; amia to ligado eoni os senliores da go*
veriiauca, que deve coiihecer as baldas dos seus collegas
da canfina O giiveruo do inslinelo, ohiiuciu o dera :
V ore talvez pense que o govemo doimlinelo be alguma
bicha de arte caberas; poiseugaua-se; goveruar pelo
in.yin.riii he cscolhcr para os cargos pblicos o mereci-
uieiilo, edirigir o negocios da repblica ionio Heos
mandasegundo os principios do justo e do honesto; e
l'azerque eauu un se dirija pela consciencia, c leuha
por norma o di ver K cuto Voee pciisava sein duvi-
da que goveruar pelo instincto era... era..-, era goveruar
iimo o padre tViji; pois, meu unilgo, tomo a dizer-lhe,
, iigaua-si* h doudaueiite.
uO hisloriadorpoz as rousas eni seusdevidos lugares
n os de tuda esta barabnda, que vori la vira no
jm mi i/n CoiHiitefciii,o lioniem dcsenrola um requeriiueii"
io, para que se inaude o artigo destacado para a lei da
o mis a ao judi aria !Os destiicanieiitos sao mullo
iit is i ni lod is as pocas que se hala de rleicOcs.--lo-
me nota d'esle axioma poique bem pode ser que vo-
eechigue.i all'eres e anda veuba a ser ministro o
que nao sera de admirar '-. Quando onvio le' o reque-
rimento disse ao baldauha'/h ha roma: es-
tovan asseules u'islo; eagora, tem nials nein mais ,
drstaqiie-sc o artigo!o Saldanha biou laiubeiu de
boi ( a aliena e o caso era para isso : o l.impo levaiilou
,i i -s.iu !
Appareceo boje por mais niio poder demorar-
se, o parecer da eommissao de poden sobn as clei-
iues do l'i.iubj. O fionralvcs Marlins Ico com elle .la
purtedi tai.' e parece que sabio como este deputado
qu mi. ..Mua Magalliocs requerco que se inipi-
li..-..e e assilll se M liceo.
i Sabe que mais? Oi Saldanha boje andava por
aqui resmuugando, rosnando : logo vi (pie alguma cou-
i o iuquietava. que havia de ser.' Depois de per-
; uiitar-lhc lullilo disse:l'uis nao be assim. O Sr
i ampo \ eiu para aqu com una grvala de emia asa! ce-
deramugrin branca eIndacm cima vemoar. .loo-
(ii. 11.1 francisco com collelc de cima !... Bonita mesa!.
-i s|. Id mei est no inundo da lu i icio que que-
; uiueoSr, prealdcule vlesse de beca, e o Sr. scuun-
., -un i.uio de casaca de corle. Tem colisas o .-abbi-
i
Scsslll de !s de mareo.
Aqu lie parecer de coniiuissio a respello do Auge-
Din n que cuiioii por incidriiii u.Vibiiui, mirrou-
'.... anda l anda iii uii iia do presidente i pesar
ngcnriii cencida! Esl lazendo eompauhia aopro-
, ii, ,l,i.- i. (i uta meiilo calculado para evitar a-yini-
i i riii! ou a cafada humana.Jan m no cemiterio dos cs-
i idus ; C O Allgelll 1.1 e-l l cm I i I u.lllilo de -Nolo-
nlia!....O deseinbargador Veiga nao ollcreeco boje
I rojrctos (lesna iuveiiriio ; parece que se Ule seccou a
* '' i
Entrou cm diseusso o parecer da coinmlssao ar
poderes sobre as tii-i. .. s do l'iauhy. r'allou-se uiiillo
ubre isto : o Moni a Magalbea disse que um ci i lo l.ii io
ou l.ivio nao ouvi bciiii l'ol do WarauliSo ao riaubj ,
onde levaniou l'oreas para perturba' as eleiies ; que
. teLirio lie um .lo, lacs, capaz de pegar logo a poule
do l'aialijbaii.i que eei. ou nina \ illa ; e.jue, se nao
i :.:a chuva copiosa une cabio l lerialeilo odlabo
quiltro. I>e que laia be o tal amigo que leve mulo da
chuva A accitsajo se nao be ridicula certamen le
llj'lO deve ser de S.'dico mas de loleiina,
(i o ministro da guerra disse. que na provincia do
l'iaiiby liubao havido iluas eli i'.i'is c aln esl o Ma-
linbo rcqucrtndo o adiailieillo para ser adiado o nego-
cio iini de se pi direm iirorniaii.es ao guverno. lies
la ve linba o padre carradas de ruzu ; mas a maioria
cnlendeo .pie llii vaha a pena averiguar CSIC lie-ocio .
< voioii couir.i o adiameiito e pi lo pan cer. --- K dizcm,
que cala senbol be depuradora!.'.'... .lino, que nao
lie: bem disse o liligioin .pie, se a cleicu recahisse
i-iii partidistas un govemo, elle as aunullaiia com sen
vol loas COIII0 OScleilOS sao da opposieao, entenda,
que devino ser julgadas boas e validas! K o mais be,
qu( a maioria s., para evitar (pie se diga que ella be
depuradora, voion, que ah qualquer io/'ardo pode
QilUUliar i leii.iis .... IstO be lgica mullo lina, e (!OUS-
titucionalisiuo luuilissimo transcendente riu que vo<,
nein oSablanba, lielll cu. mellemos o denle. Dos
parabeus ao patrulka (pie apauharan mais dous sol-
dados. O lleiiiilauojaosipi.iblici.il, ja Ibes dio alta
pala O plmiliw. Ilepois desle luir d'inu ir vi io a baila o
icn.-imiento ib. Alaiiulitt, de que liz iiiensao na COIlta
que del da s.ssao de lioutciu.
.. Esta hucha aciiou o Alvares Machado, nao so porque
.i i lie tiuba entrado cm cmbale, conforme o ajuste, o
nao paiccia bem disionvir no que se bavia Halado;
como porque oMaiiol.o, ou aiguem por elle, eincndoii
na mesa o reipicriinclito; desorle que, sendo primiti-
vamente o deilacmenlo para a organisaeo judiciaria,
que hade vir as kaleudas gregas, agora era para urna
lei especial. E com eileiio, oprimeiru requerimenlu
ca iuqualilicavel, porque deslaeava lanibem os presi-
dentes di |.roviocia, i omiuaudaiil. s das anuas, he.,
para a organisaco judiciaria..
.. Aluilo sentido licoujo riini/>u ''" intmelo que se des-
se mu tal passo, inulto mais quaudo tiuba ouvido que o
.virno iuilicra aos opposilorcs do artigo que tomas-
"ciu o alvitre do requeriiueulo, e que cales o nao
quizrro seguir. Bem lisia cu qu* amii havia
,v.i esU geule que he maioria, excepcao dos da pa-
trulha, anda desmautclada; os coripheus do palrwlumo,
que tem coinsigo lodaaeasa, que vola nemine diicre-
mlnir nos negocios illipoi lautes, leiuein mullo a dclee-
,1, aleuns votos. ES all porque velo o leqilill-
iiieuto; adoptado elle, o artigo Irla destacado para onde
1
lui o parecer do An"i lini e a lei do reeriitamcnto, c CS-
tava acabado este motivo de desavenca. O ,Mariiilio,i|iie
nao be codea, aiuda f|iie diga que be, couipreliendeo o
negocio; alguns oulros o couiprebeudero laiubeni, e
pjiro-o i'iu favor do ilrtuc-imtitlii. -Mas o Alvares ala-
chado, o Andr.iili l.iiiibeui .Mai liado, o ll.irriiibos de Ser-
Ipe, e outros, eiitendeio ipie era desar, O eoiuba-
teio o requeriiueuto, que aliual Ibi retirado por scu
autor. O domingo arrelccr estas eabecinbas esquen-
ladas, e aiuda esta ves Nossa Senhora da Paz se na de
llli'tter no meio dos repiiseulanles doijrandepartido na-
rioiuil.
OMarinho lem tuedo que os Juizes de dlreito, vendo
ipie Ibes ipierein tirar estas lorias da depiitaeo, vil'CHi
le bordo, u uavegucm em outro ruino. Temjuizo o pa-
dre eapellao: o negocio nao be para brinco. O j.iiupo
chaillOU .i indi ni o Mai lidio. A'esta qucslo o presidente
lie a favor dos juizes de dircilo. He provavel que o ne-
gocio passe aos descniliaigadoies e ineuibios lio tribunal
supremo dr jusiiea..... c nada degracas.
Taiiibein boilteill O l.impo fez alguiuas obserrifOes
ao mesuro Marlnbo, que saltou dizeudo-Uie que J
eslava acosturnado com suas iujttstlfas, e que elle [pre-
sdeme) nao lilil.i mais direilos do (pie qual(|uer ilcpu-
tado ; o que o r-aldaiilia coulesla com O regiiuculo na
uiao. Depois lizerao as pases, e llcarao aiuda caiua-
radas.
((o Saldanha disse-me boje Yin., Sr. Ilelogio,
fe linutem chacota de inin, porque cu repare! m> col-
lele do Sr. Joaquilll Francisco; veja agora se tenho ou
u;io i.i/ao : o Sr. .loaipiiiu francisco faltn boje, mas
lliaildou o lucsinissimo collete aoSr. WailderleVi i|i" o
devia substituir na mesa. Estboui, Sr. Saldanha,
respond Un- en, deixe-me com essa bistoria de COlIctCS
egravatas. l.oni clfello, o \\ aiuleilcv eslava COIII o
collelc do MiinU Brrelo! Ser alguiu partido, cujo
inembros se con.licfjio pelos eolletes...... baliianos
sao elles ambos!......
(( Sala das SCSSOCS, II de mareo de 1 S-i">.
O RLOOlO Ha i:isi.
lesla lei, fo conciliar a garanta, dos empresados
pnbl icos com a acelo do poder execulivo. A mo-
bilidadedos enipregadospulilicoslic. tuna rcgragcral,
porque he urna consuquencia da responsnbilidailc,
que he imposta ao poder deque elles silo agentes, he
um meio da unilade e eeulralisaco que earaeterisflo
aessepodor: essa mobilidade porm leve ser limi-
tada pelas neeessidades do servido publico, e utili-
dade da administraQfio em relatlo a outros empre-
gos, que potsua natiire/a eonslilucni urna exeep-
eaoila legra gcral estabeleeida : estes empregos silo
aquellesquc por sua influencia uo pJem ser hostis
a administraeao, e eniharaear o seu pensanienlo;
so aquclles para os qua'esse requeren! habilitacflea
especiaes que ao nSo improvisto, que niio sSoau-
istituilos fcilmente sem inconvenientes da admi
lislraeao publica, que alias Oca prejudicada perden
do coma mobilidade as tradkcocs de servieo publi-
co, c as lu/.esque so a pratica pode prestar: sobre-
leva que para se ailquirirem essas especialidades
que illustrflo e habilitao o poder administrativo cm
sua aeco complicada edelalhada, he preciso Favore-
cer as vocacOcs B nao desanima-las eotn essa insta-
bilidade que ilestroe longos anuos de servieo, que
obriga a contralor novos hbitos, e demandar no-
vos inleresses aos empregados, que se apnlicSo
exclusivamente a algUUI ramo de servieo publico ,
que uelle eiieaneerfio, e se inutilisrfio para urna
nova vida : todava estas eonsideiaees que levarflo
a commisso a porem salvo de um arbitrio desorde-
nado osliomens pralicos e especiaes, para chamar
assim para o servieo publico o talento e a probidade
pela garanta da VQCatJflO nflO induzem utn principio
absoluto em prejui/.o da acefio governativa : assim a
commisso, leudo dividido os empregados, cm razBo
dos principios que expo/, em anioviveis e vitalicios ,
cm relaei'ies a estes eonferio a admitistraciio os ne-
cessarios recursos para eliamar os empregados per-
tiiaiienles a seu dever, para corrigi-los e para ella
obrar sem embarai;o.
A commisso aguarda a diseusso para demons-
trar a vantagom e necessidade das medidas que pro-
pile no projecto de lei, que oflerece a consideraco
ilesta assembla.
A assembla provincial de Peinambucodecreta o
si'guintc :
Da nomeafo, demlttto c nupento dosempregado*
publico* /iiuriiirittes.
CAPITULO I.
Da Homeaco.
Art. I." .\o podem ser noineados para os empre-
gos pblicos provinciaes
> i." Os analfabetos.
> >." Os menores de H anuos.
.'t." Os que nao forem Brazileiros natos, adopti-
vos, ou natiiralisados.
}i i.* Os culpados.
jj .")." Os fallidos, durante o pra/.o do compromis-
so, ou moratoria.
6." Os que liverem soll'i ido alguma comlemna-
cSo porcrime de banca-rota, de homicidio, furto,
ron I) o estelionato, falsidade moeda falsa, anda
que ja tenho cumplido senlenea, ou d'ella oblido
perdo.
i 7." Os prdigos, ou aquellos, que por senlen-
ea estiveiem privados da adminislracfio dos seus
liens.
^ 8." Os que liverem itnpossibilidade pbysica, re-
eonlieeida por exame medico.
Art. a. Os empregados provinciaes, ou sao vita-
licios, ou anioviveis:
S I." Sao vitalicios os empregados da thesoura-
ria provincial; mesa das rendas internas; os da se-
cretaria do govemo; os do professorato; os do ly-
ii'o, a outros que as leis posteriores como taes qua-
liliearem.
$ 2.a Sao anioviveis os olliciaes do corpo de poli-
cial thesoureiros de todas as repaflirocs; collecto-
ros e seus esciivaes; porteiros; continuos; solicita-
dor da lazend provincial; empregados das obras
publicas; prufessores substitutos ou adiunetos; em-
pregados dos eslabelecinientos de caridade, e de or-
plios.
Art. 3.' A nomeaeflo ou he discrecionana, ou
por accesso, ou por concurrencia :
i.* A nomeaeflo discrecionaria he smente su-
jela as regias do art. 1."
S -2.' Sao de nomeaeflo discreeicnaria os cheles
das repartieres publicas', os empregados anioviveis,
c os procuradores flseaes.
:t." A nomeaeflo por accesso, que sera determi-
nada pela antiguidade de servieo, solera lugar as
reparlic&etfcomprenendidas no art. ." *i i. al o
emprego immediato ao de ebefe.
^ t." Nao lem dircilo ao accesso os amanuenses
ilasrepartic/ies publicas, e prufessores substituios
ou adjuncios; os quaes todava terflo preferencia
no provimonlo em gualdade de habilita(des.
i 5 Perde o dircilo ao accesso o empregado que
livor sido suspenso por duas vezes.
Art. i.0 A nomeaeflo por va de concurrencia d-
se nos empregos luteranos, de fazeoda, ede secre-
taria :
j I." Os empregados Iliterarios nao podcraO ser
Humeados seno preccilendo concurso e habilitaeoes
na forma das leis existentes, salvas as disposicOes
do art. I.
^ -2." Os de fazenda c secretaria, alem dos requi-
sitos do art. 1., nao pdem ser prvidos seno por
meio de exame publico.
^ :i." I.ogo que vagarem os empregos do *i antece-
dente, mandara o presidente da provincia declarar o
concurso, convidando para elle os cidadSos que se
acharen) competentemente habilitados nos termos
tiesta lei, marcando um prazo razoavel, dentro do
qual tlever ler lugar o concurso.
\." Kindo este prazo, determinara o presidente
da provincia o dia e hora do exame publico, que se-
ta presidido por elle, servindo de examinadores o
chele da reparlico, de cujo lugar se tratar, e mais
dous cidadflOS versados as materias do exame, e
que sern previa e secretamente Horneados pelo pre-
sidente da provincia.
$ >." Os examinadores proporO, por escriplo, aos
concurrentes as questes que julgarem necessariiis
para formar o scujuizo, com tanto porm que se-
jo as niesmas para todos os que na mesma occa-
siflo concorrerem; lambem as respostas sero da-
das por escriplo, eassiguadas pelo opposilor, para
liearem archivadas.
* 6." A vista da soluqo das questocs os exami-
nadores classiflearO, por escrutinio secreto, e a
pluralidade de votos, o mrito do concurrente, se-
gundo n forma que l'i\r determinada em regulamen-
lo.
$ 7." Vcrilicado o exame, o presidente mandad
passai o Ululo quem tiver oblido juizo mais favo-
ravel ; e no caso de empate sera nonieado aquclle
que o presitlente da provincia julgar mais apto ,
salvo as dispOSicOes do art. :i Ji 4." e art. 14.
1^ 8. Os empregados de facetada devr se mos-
trar habilitados na escripluracflo, cconlabilidade,
que se pratieflo as reparticOes respeclivas.
Segunda letra, 10 de marco.
i. Sr. Sriiliiulla. A sessao de boje nao te ve grande
importancia, c milito peior ser a de auiauha. Estaca!
Iliaria Clll que esta a cmara dos diputados be mentiro-
sa; rele vem no fundo militares de jiaxes suscilailas
|ior numerosos inleresses coinproinettidos. Os negocios
cada vez mais se complican, e os palriolai nao teeni a
iiccessaria forea para ilesenibriillialus: o iiiinislero est
resignado com sua sol le uiesquinlia; a maioria vai liia-
troca, sem saber o pollo para onde navega. Mgiiin dia
lliuila gente tei reinorsosde ler levado as cousas aest
poni: o goveriio de un |iaz ionio o brasil be negocio
mullo serio; cu nao qmzera, apezar de ser relogio, es-
tar no lugar dos diputados; elles sentiao algnni ilia us
niales que CSlo causando, lilis pelo que fazi 111, e oulros
pelo que nao f.izcin.
O.Mell'i llamo, que be doulor Clll medicina, e nao
cirnrgio. como cu lile disse no prcei denle, lavou boje
acara le seus collegas, dizendo pie elles estao senipre
proinplos a volar para que baja scsso, e que depolS
niio apparcccm na casa. Que habito este de se desacre-
ditaren! mutuamente! Esta desgravada arguico velo
lllllic por occasiao de um icipu iiiueulo.ipic ler. o iiicsiuo
doulor para que nao boiivesse scssfio nos das 11 e I-i do
concille, Acamara, volou queso nao baveraacsso no
da II Mi o amigo, queui nao apparece esquece : a Sc-
iibora I). Janu.li i.i csia mulo long, ja iiasceo o Princi-
pe Imperial, eo numero dos ingratos be inundo. C es-
tamos mis cu. voce, c o vclbo Saldaulia ,quc nunca
nos esqiiecereiuus da nossa linicc/i; e como nos lia
inultos brasileos que se rceordao com saudade di- suas
\ II tiltil s.
(iulilillOU a diseusso do projecto cleitoral, e leve a
palavra o rabugento Antonio Carlos, que moslrou-su
mugado pila iilijuzairii que lizerao os opposilorcs a hor-
reiidissma Venus. Os rapases nao ouvirao com bous
ouv idos essa palavra, e sem llovida uiugueiii adiriaeui
boa conipanbia. 1) l.iai lio alidalgado rvviudicou para Si
as bomas de ler leilo a conslitunao, que, segundo elle
disse, be copia do piojeclu que ollereecra a consliluiu-
li ; e ionio pal preleiideo explicar suas disposiecs.
I ni mi. lieissiuio; se nao disse lanos despropsitos coniu
oOdorieo, be porque mo lie dado a iiiugiiem c.\cider
a este doulor da uiuia riissa : cnlrelanlo usseguio-llie
que, tanto lia queslao de conslilucioualidadc, como na
de conveniencia, esteve inulto inlciior. Asmlas U'a-
qili lia iulelligcncia afroilXlirao de lodo ; esl como relo-
gio cansado, que nial anda, e nunca ndica as huras
eoin certesa, Taiubem ja uiiiguem ihe presta alte ncao;
amigos c adversarios laslimao que o pobre vellio linba
libido to bai\o. lornou lioje a lazer elogios ao Jos
l.ai los, loinoii a aliunbal-o tlladtiUH JoseUailos
deve quanto antes luandal-o para o senado, onde o po-
bre vclbo dir : Veut nobit hircolia fecit!
Alncsla na ante-sala o ministro do imperio, que vem
di.cutir O ni. amento de sua ifp.irlic.au O cabo da /-d-
tiutlia toma a lianleira, c iiilernella oMtodi'todeMutai-
lic para que Un- diga se concorda com os corles que uu
orcumeuto fea acouuuissao.U -lose Carlos dizque nao,
e Eerraz coiiliiiua O si II (Incluso, leve scus allos e
bai.vos; e niesuiu nao be pOSSIVCl que un deputado novo,
sem experieucia da admiiiisiracao. falle por mais di
duas lu.ras sem repetir, e SCIII dcscallr em colisas losig-
uilic.iules. huir, tanto liingiieni descoiivira que o fel-
raz denioiislrou que havia guindes desperdicios ua re-
partidlo do imperio, que algUllias verbas nao liubao
llllldaucuto em lei, e que alglinias ibiniuilieocs que s
notavao recahio justamente cm servidos que nao cout-
l'in la\.io issa diii.iullicau Depois ifislo l< cabo da pu-
l uU.u fez diversas iiitcrpcllafoes ao Jos Callos sobre
pontos que dizcm especialwcule respello aoseu minsle-
lio. Eu podo, n sumir aqu indas essas ililcrpellUcOCS,
porque o Saldanha he curioso, efaz sciuprc lembrauca
d'ctsas colisas u'uiii qiiaderniubo que ten mas seria
cansar-iue debalde. Espero as respostas do ministro ,
e cutan veremos,
1)1 erra/, fez laiiibeiu alguiiias observaeocs a eeica da
dolaran de ^ M. a liupcraliiz, e pedio ao Jos -arlos
que o esclarcccssc a respeilo da iiilellisencia do tratado
de casamento, (piando o .-'alumino baixiullO o icpre-
liendco por aliar em taes cousas.E que Ule parece
un u amigo .'. o Eerraz rcspoudco-lbe ao pe dulcllra ,
como coiiviulia ; e o Saturnino ealou-sc; poique rcal-
Uieiltc lie iieeessaiio ser iiuprudciile de mais, querer
Impedir que os depuiados cxailiiueill toda e qualquer
verba do oK.amenlo .'
O Saldauba dls que o lempo inais malgasto be este
que se leva cm discutir o on,.menlo; e cu crcio que es-
ie vclbo servidor do estado lem razfio.Os niUiislios
gaslaoscmpie ipianlo qiiciciu c cuino queieni
Aiuauliaa nao, mas depois de anianliaa le cilios a
ii sposla de S. Ex. de .Macali.
(t'oiiliiU(ii-c-/ia.)
I ,mu ui Bill ii usi ii Hiii^mnirir
ASSEMIII.EA PROVINCIAL.
laiMIM AI'.Vl") D* SESS.V 1)0 IIIA 8 l)IC AUISIL Dli 1845.
O ir. Xaiuco l'edi a palana para ler o parecer da
commisso cncarregada de aprcscnlar o seu parec'
sobre os casos, e modos, por que o presidente da pro-
vincia |nide iioniear, siispci.dcr, c deinillir os cuiprc-
gados provinciaes. lie o parecer, be o que passo
l,i--
A commisso especial enrarregada de organisar
um projecto de le que determine os casos e a forma
por que presidente da provincia pode nomear, sus-
Ipender c anda mosmo uemittir os empregados pro-
. viuciaes, conforme o art. i i 11 do acto addiconal,
ver, vem, sema prosumpvfio de ler precnebido a
sua niisso, cuja dilliculdde se revela pela longa
ausencia d'eala lei tilo importante, aprcscnlar o re-
sultado <" sen liaballio
i 9 Os empregados de secretaria deverao mos-
trar-se habilitados na grammaticuiacional, ler boa
letra e expedieflo na eseripturacTO.
CAPITULO 2.
Da mspentto.
Art. 3. A BUspensSo ou he por preveneflo do cri-
me ou por correceo.
tj iu a suspensflo por preveneflo teta lugar,
sempre que o presidente mandar resp.msaliilisar
judicialmente O empregado indiciado em crime de
responsabilidade. .
i >.<> A suspensflo por correceo nao se eslenue-
r a mais de sosente dias, O sera imposta pelo pre-
sidente da provincia : I.', ao empregado omisso ou
negligente ; 2.", ao que nao se portar com decencia
na reparticflo; :i., ao desobediente; 4., ao que fal-
tar o reapeito devido ao seu chele ou injuna-lo no
exercicio do seu emprego ; 5.% ao i|ue der dez Tai-
tas nao justificadas ao juizo dos seus clicfcs.
4 3. A suspensflo por correceo importa a perda
de gratilicacflo e de tres liarles do ordenado.
$ 4." Na portara de suspensflo o presidente da
provincia devora espeeilicadamentc declarar o moti-
vo d'ella.
CAPITULO III.
ta ilcmissiiO.
Art >. A dcmisso dos empregados amoviveis be
discrecionaria. A nica trma exigida para ella ,
depois de ouvido previamente o empregado, he a
doclaracflo especificada do seu motivo.
Art. 7. A demisso dos empregados pblicos vi-
talicios si'i tem lugar por senteuca dos Inhunaes
competentes salvo nos casos segufntes
i l.* Quando o empregado ji tiver sido suspen-
o iluas vezes por correccflo todava reincidir.
> 8." Quando dirigir ao presidente da provincia
injurias verbaes ou por escripia no exercicio das
suas funcettes publicas.
* :i. Quando sem licenqa deixar pon mala de oito
mezes o exercicio do emprego.
$ 4." Quando houver itnpossibilidade physica OU
moral, reconhecida por exame medico.
$ 5. Quando o,empregado da secretaria revelar
o segredo do expediulc.
Art. 8. Para, nos casos do artigo antecedente,
poder o presidente la provincia demittir devera
primeiramente ouvir o empregado publico, e de-
pois ao chele da reparticflo respectiva, e na portara
da demissflo declarar especilicadatnente o motivo ,
e as razos, em que a tiver fundado.
CAPITULO*8
l)s])tisiroes yeraes.
Art. 9. O ordenado dos empregados provinciaes,
de quaesquer classes que seja, ser d'ora em
diante dividido em 3 partes; das quaes una
sera considerada gratlficacflo, que o empregado
perder quando nao estiver em exercicio excep-
to quando servir no Jury ou em alguma commis-
so publica deque nao perceber veiiciinenlo.
* 1." Esta disposieo nao coniprehcnde os em-
pregados-, queteem' porcculagcm ou emolumen-
tos, que perderao nos mesmos casos, em que os
oulros perdetn a gratilicacflo,
$ 2. A gratilicacflo, porcentegem, ou emolu-
mentos que os empregados perdein, pertencera a
aquelle que o substituir ou reverter para a fazen-
da publica piando as funcciies do emprego nao fo-
rem distinctas, mas cumulativamente exercidas por
outros empregados.
Art. 10. Esla lei nflo comprelicnde os engaja-
dos que serflo regulados pelos respectivos con-
tratos.
Art. II. Nflo se considerflo empregados pblicos
provinciaes, para os elleitos d'esta le, seno aquel-
es que prestan juramento e pago direilos de no-
meaeflo.
Art. l. O presidente da provincia podera inte-
rinamente prover qualquer lugar provincial que
vagar at que seja definitivamente prvido nos ter-
mos d'esta lei.
Art. 13. .Nao piide haver aecumulacflo de. empre-
gos provinciaes.
Art. 14. No provimento dos empregos provin-
ciaes prelirirao, em ignaldaile de requisitos, 08 Ci-
dadflOS casados, e d'ontre os casados os mus ouera-
dos de familia.
O Unidor continuando: llevo declarar, que, nao
sendo este projecto da natureza daquelles, sobre que
a assembla tem de resolver, se sao, ou nflo objeclo
de deliberacflo, tome! a resolucflo de o mandar im-
primir, e actualmente se acha impresso, para mais
brevemente se poder llar para orden) do dia.
O Sr. t'residenlc : Pica reservado para ser dado
para ordem do dia convenientemente.
ORDEN DO un.
I'nicccrcs QtHadOt,
I.-se mu parecer da commisso de estilstica sobre
o conflicto de jurisdiceo entre os vigaiios de Seri-
iibeni e Hio-I'oi nioso, por causa delimites de suas fie-
gUrsias. (Vide Diario ii"7(.;
He approvado.
Outro da niesina COminlssO, a cerca da pretenco do
vigariodo Allinbo sobre a existencia deiiui admiiistra-
dorde sacramentos no Riacho lo Maito c outros luga-
res. (Vide Diario n" 74.)
O Sr. Lopes dama:Opponlio-ine ao parecer da coni-
iiiissan pelas raides que vou dar : ni emendo, que esta
assciubla nao deve continuar a pagar as congruas dos
nai odios; porque os parochos sao reconhecidoi empre-
gados geraes. .
O Sr. !\abucu:V. os eonegos ?
O Orador:Os eonegos lambem; ru quero que se Ihe
pague por ciiiquauto pelas razoesque veein no pareen;
mas o parecer da COmilliSsSo que se disciile, uo lem os
incsiuos bindaiiientos dnijiiellc que dit respeilo aos eo-
negos; quer esle que se pague nao so a qiieni be paio-
cbo, mas a ipiem o nao lie : ora, era preciso que ine di
mollSIrasSent que depois da inlcrpri larao do acto oddi-
(ional, os parochos ero empregados prorlm iaes, e an-
da assim lus nao podanlos dar dinlieiro para aquclles
que nao sao parochos, e sopara parochos; mas eu leulio
una razio uiaior, e be de que...
O Sr, Xabueo: lie para promover a calhrchese, que
o parecer adiuittc esse eapcllo...
O Orador:Aqu nao se falla nisso, be um curad'al-
inas novo, be mu capellao, que. iiiesniu nao tem carac-
ler de cura d'almas; os vlgarios be que teein obrigac.io
de em taes e lies lugares, aonde nao pideiu aemlir, por
la mu seu coadjutor, mu eapcllo, que suas vezes l&cn
mas a assembla nao be que deve pagar m-sse caso, e
isto Alando mesiiio a assembla devesse pagar aos paro-
chos; mal u que vejo he, que os parochos sao recoiibe-
cidaineiile empregados ge raes ; boje O govrruo provin-
cial nada lem com riles, e enlo como continuar a pa-
gar-lhes ? Talvez que us parochos gaulicm muito com
reui pagos pelos cofres giraos; os uossos dinheros nao
sao liiuitos, e at me consta pie j nos uo d.n ,i(|iii II :
(piola, que o cofres geraes nos forueeio; e enlo como
liavemos de pagar a eniprcgados, que nada tcein cuiii-
iosco y Ku Icsejava que Ule ilisscsseni, e que o Sr. de-
putado, que me tem dirigido algmisaparles, com asna
pericia coslumada me coiivenccsse de que os paroebos,
depois da interprelaro, ou reforma do acto addicioiial,
coiilinu.iraoa ser enqiregados provinciaes...
Vnzrs:ICssa uo be a queslao.
O Orador : .Nao be a queslao' Kuiao que he? A
religio he provincial, ou gcral l'ue he geral, iiingiirm
duvidar; ora tanibem uinguem duvida de que os pa


HHB
ocho* 'sao coadjuctorcs dos bispos, estos sao geraes ;
logo ao sci como aquello que sao, por assiin dicr
partos Integrantes (Testes nao lio ele ter a mesilla na-
lu ir u ; i' ola vejo carcter nen|uuu por onde posta
diser-sc, que sao provineiaes isto depoit da iiiterpre-
Incodii acto addicional, porque rssa iniriproiaro velo
i nina linlia divisoria entre empregados gerars ,
proviuclncs lie verdade i|iie, nao obstante esta Hnlia
divisoria, en vejo militas duvidas inrsiuo entre aquel-
es, que disetu buf entender a iuterprctacao rss
nesinos eslo uit.strando que ella nao lie bem clara ;
entre ettet mismos enteudedores se teem suscitado du-
vidas ; uiisdizcm, que os pal odios sao empichados ge-
raes,' outros, que nao; mas, euleiido cu que, seos
|mi uc lu. sao einiio disse, ctiadjuclorc s dos bispos sao
geraes como estes ou alias lainbciii os bispos sao em-
pregados provineiaes mas isio nao be assiin ; o gover-
iii. provincial nada Icui eom os parodies; nao teni
aprrsriltacSo ; nao teiii cousa algiinia ; cnlao nao sci
ionio i bflinai'-llies provineiaes, nao ser, porque es-
trio na provincia ; mas se be por isso, Ianibi ni o presi-
dente deve sor enipirgado provincial visto que esta na
provincia. Sr. presidente, eu oppouho-nie ao parecer ,
)ior este motiv ; porque icnho de propr uiesiiio que
se marque quota para osvigarios; mas que clles rc-
queiru assembla geral.
O Sr. h'erreira Brrelo :--Ku tinba determinado nao
l'al lar na presente quesillo porque suu parte: mas
peticionar anda os parocbos Te rom osvigarios de re-
' querer asscmbla geral ou terein de esperar por de-
oises da assemhlea geral! He melhor albgal-os lie
lucidor matal-os de foinc. Un cmprrgado (parece-me
sto) que Serve uestes nio* lempos e que nao pratica
indecencias, nein aeros improprias e indecorosas ao
eu ministerio, acba-se mal, l'elo menos posso ditera
esta asscmbla. oque se passa comiiiigo. Km lima pa-
lodiia aonde existe ocorpo do comuiercio; em nina pa-
ocliia tal como lie esta, em Ulna paroebia, riquissiiua,
eu passo de mu modo iuesi|iiinlio, e tiro una subsisten-
cia uiiscravcl. Ora, sr por ventura desla vez me tiraiem
a congrua, que tanto Importa o rrmetter para a asscm-
bla esta prelciuo; acbar-nie-lici aluda mellior, do que
vuli.
Sr. presidente, eu sri,que iieiiliuiiia cousa, neni ou-
1ra prrslo, mas em todo o caso rcocbo os parodies is-
so, que recebem, porin por aqui niosino, do contrario
acabarn s mos da necessidade. Nada mais justo, do
que ser pago, siilliciciitenicnte pago, e priiniplaiiicnte
pago, aqucllc, que exorce o sen cniprego. (I que traba-
Ih.i be digno da sua reconipensa. Oppoiilio-me insta
parte ao parecer da Ilustre coiuuiitsSo..
O Sr Lopes Huma :O ineii illuslre collega e ami-
go aposteinou se algmia cousa porque nao conside-
ra a iufencao eom que fallo ; piule multo bem ser*qu
tros Sis.pal odios lrem pagos pelos cofres geraes n 1111 < 11
mais bem servidos porque o pagador be rico, lie pa-
gador abundoso tem seiupre coloque pague nao tic
......ii o lliesourciro da provincia que anda como se cos-
liiiua dizor sempre eom a sella na barriga ; nao lie
essa a quesillo dizoni alguus Srs. dcpuladns ; mas eu
entendo que a questo nao bc.se se deve pagar ou no
80S parocbos ; eu entendo que se deve pagar porque
un sino cutendo que, se lia rclribuicu devida, lie sem
dnvidaa dos sacerdotes ; matqurin lie que deve pagar
essa iclribiiifo? He tuda a qticstu ; nos, lio, porque
sao rinprcgados que nos nao pcrleiicein...
O Sr. b'gueiredo :IVrlenconi pcrlenceiu ..
(I Orailor : Como beque pcrteiicein ? ,
USr, Figneiredo : l'cla lei...
U Orador :Pela Id ? Aonde est a lei ; no acto ad-
dicional depois da interprelaco, nao, su se Mr na opi-
uio du Illuslre deputado ; lie verdade que o acto addi-
cional, depois de interpretado est como acsciiptura
sagrada depois que se eslabeleeco pelos principios do
protestantismo, que cada un fez-se o interpreto don-
de se segu que cada mu ciitende como quer e da cs-
criptura so tira argumento para o bem c para o mal
mus 01190 aqui dizor que lia iiilerprelaco aullicnlica ;
mas qual ser essa Interpretadlo aiitliciiliea ? Ser a
pinino do Sr. deputado, alias mullo digna de crdito,
rrspeilo* .Nao, Sis., porque lie opillio rospeilavel
sim, mas de homem que pode eugaiiar-sc ; de mais, eu
i'Sloii lo convencido desta miiilia opiuio que me cus-
la o adinillii outra c nao son su cu ; 110 llio de Janei-
ro ja appaiecco essa ideia de pagar aos paroclios ; I.
mesura enteuderfio que isso Ibo pcrtencla mas caanlo
se para ver o que faziao as assemlilas piuviiiciaos ,
poruuc lie preciso saber que l lia milita vclbacaria ,
de-so o seu a sen dono o cu cirio que na maior parte
ilesle negocio tem bavido urna boa poican de vclbaca-
ria ; quoroiu ver o que as assemblas provineiaes resol-
vi, para ver, se pagando ellas os ordenados, lico por
l ; mas a questo que se deve resolver be de qiieui lle-
ve pagar ; nao me oppoubo por em qiianto a que se pa-
gue aos paradlos mas provisoriamente ; denudo cl-
les requerir asscmbla geral para que os atienda ,
porque sao sciis empregados c dcvciii por l ser pa-
gos
USr. l'erreira Barrito: Sr. presidente requere
rom os paroelios asscmbla geral, sabe V. Kx. o qui
sto quer diter? i ullas do papa para o imperador da
Lilia 1....
I'osm Nao nao.
0 llriulor : Sini, sini. O resultado ser o iiirsmo,
pouco mais 011 menos, sto levar un Iciiipo enorme ,
11111 lempo imiueuso. I'ois se a asscmbla lilla se leni
br.l dos pobres da cadeia da cidade que uiorrrm de lo-
me Irinbrar-siha dos pinochos.' I'ois nao Ora, cu
julgo-iiic de llielbor condico do que 11111 preso o por
isto 1111 sino trullo motivos a menos espeluncas. Scnho-
l"cs, nao IIOS Iludamos. A asscmbla leinbrar-se-lia
deste negocio por tabella alguma vez se ebegar essa
vez; qu nulo boiiver algilin vigario, que trulla pin l
un prenle deputado ; quaudo buuver algmii cmpenliu
para l'.izcr cngaliuliar este negocio : lie cutan (|uc lato
se mover o dar alguui passo : mas de que modo.'
L0111 o vagar de scmelliuntcs assemblas porque todos
luis sabemos ronm isto vai : nao vai como deve ir ,
val, como vai. Trax-te qualquer questo, anparecc
(|iialqurr negocio ursles corpos cuilectivos, o lii'o estes
negocios parados, c lico u'uin silencio de niorte. Por
stas raznes insisto e voto para que esta prelenco
los \igai ios jamis va lera asscmbla geral. Se para l
liir.jasei, o que lenbo dr sollrir. Querer por os pa-
rtidlos a espera tlisso lie drixal-os sem pao, lie prval-
os tos lindos priucipacs dos seus botlelicios c lio isto
de milita importancia. Sculiores todos nos sabemos o
que se passa notas assemblas nos o venios todos
os dias. //asta urna palacra para levantar nina crimina ,
basta qualquer cousa para una grave c importante
qucsl" : tildo lie tmidas uestes corpos eollcclivos : 110
em tamo lica parado e sem acro o negocio que tlor-
lue fin santa paz. \ oto para tpie nao va asscmbla
geral. .Nunca se mande pata all.
O .Sr. Nabuco: Sr. presidente, para nos pronunciar-
mos pi ou contra o parecer, nao era mister lucarna
queslan se os parocbos sao, ou nao empregados ge-
rae* ; porque me parece, que o parecer da tuuiuiissuu
fui fundado 11a obligarn, que temos tic promover ara-
tlicclicsc ; e ecrtaiiieule vista tiuscirciimst.iiidas, que
sr do iiaquclla parte da provincia onde a Icrocidatle
leui tamas vtzis armado o braco contra os cidadns
moradores naquelles lugares, parece-me, que se deve
procurar algum uicio eom que sr sdocrm os onstuuies
si Ivugens daquelles habitantes traiendo os ao gremio
ta rcligio o da sot iedatle : creio pois, que a uobre
tiimiuisso nao sr fuida.paia dar o sru pan cor, na ideia
de os parocbos seren. ou nao empregados provineiaes ;
mas o noble diputado insisti de novo na questo lo
debatida, se OS parodio* sao empregados provineiaes,
mi giraos; cu declaro ao uobre depulado, que rreonlir-
t o os parocbos, como empregados provincinrj, oque co-
mo tac* sao clles recoiiliccidos pelos poderes to esta-
llo ; e de outra frlua nao pdolo clles ser 11 cuiilie-
cidos em vista do acto addicional 1 mesino depois da
Interpretacao; porque sabe o uobre diputado que
sao enipri gados provineiaes todos aqucllcs que mo es-
lao designado* 110 artigo IU, paragrapbo 7.", du acto ad-
dicional, onde se declara que nao sao empregados pro-
vineiaes os que aqui eslao (leo). Ora, pelo argumento
contrario, semipi lodos os mais sao provineiaes; os que
aqui ufo esto sao provineiaes; isto he de toda a eviden-
cia ; mas a questo do pagamento lie outra, assiiu como
a da ioiue.iyo; pnrquaiito empregados lia provineiaes,
que sao de nninearo imperial, e sao rudos aquellos que
sao estabeleeidos por Icis geraes, desla especie sao os
parocbos: a assembla provincial legisla acerca dilles,
11 ti iiiiu ao iimuero; pdr augmentar ou diminuir aquan-
tidado tiestos empregados; nisto sao pruvinciars, no mais
sio geraes, porque sao creados por leis geraes ; a ques-
to do pagamento be outra; rosprilo desta tpieslau rn
mr reservo para quaudo se Halar da lei do 01 lamento ;
direi a niiulia opiuio, e dil-a-bei nicsino j ; a inhiba
tipinio lie que a assembla deve pagar-Ibes; nn deve-
laos cstabcfcccr tuna lucia entre a asscmbla gem ea
provincial; lie questo de graves inconvenientes. Voto
pois pelo parecer ta commisso, porque o parecer nao
trin em vista considerar como empregados geraes os pa-
rodies; nao tem por lim seno adoptar medidas para
1 llamar aquellos pnvos ao gremio da sociedudo.
Julgado discutido o objrcto, he approvadn.
Segunda parte da ordem 1I0 da.
Segunda discusso do pi ojelo 11. 7 deste anuo. (Vid.
Diario 11. 74).
Sao seguidamente approvados sem discusso os arti-
gos I o 2.
Entra em discusso o 3."
O Sr. Atjuiar: Sr. presidente, ou eu nao entendo
bem a disposieo deste artigo, ou descubro ucllc una
injiisiira : diz o arl. Ti.* Hit), Ora, eu, considerando bem
a disposieo que acabo de ler, estou persuadido que el-
le cnvolve una iniustica flagrante : porque, coucedendo
20 dias ao soldado que livor lieeuta, o 8 ao que nao a li-
vor, para que se aprstate no corpo, sem ser classilica-
tlo desertor, inipor todava tuna nena. So o soldado
nao lio desertor, se apenas couiniolteo una simples fal-
la, isto lie una culpa levo, como so llie impor nina pona,
10 mismo lempo que so o admitir (ambn a pruvar
que, por motivos invendris, independentes da sua voli-
tado, eommctleo rssa falla? ( 01110, apt zar dessa jusii-
liearu, impdc-se-lhe una pena Islo be o tjue 1110 nao
parece de jUStlc a ; porque anona, suppontlo iiocessaria-
mente 11111 1 rinir, e nao existindo este, porque se adinit-
tio a juslilicaco, o o soldado proven, que 1 oin'inriii o
essa falta iuvolunlai ianicnlr, o levado de molivos insu-
peraveis, lie evidente que na coimuiiaro ha una in-
justica, ou CU nao pudo bem romp rhrndrr o artigo
Se a penalidade deste artigo est regulada como cu aca-
bo de enunciar; repito, descubro nella injustica llagran-
te, e una Incoherencia de principios ; mas, so por ven-
tura a iiiiuia ntolligcncia me tem illudido, rogo ao no-
ble autor do projocto, para que me d urna explicarn
este respeito, porque do contrario vor-ino-lioi 11a preci-
so de votar contra o artigo.
(i Sr. Pedro Alejandrino ;Sr.presidente nao acho
razo para ser combatido o artigo, dix elle ('>}; nao so
tlcprefieiule daqui que a impnsico ta pena trulla lugar
quaudo o individuo tonlia filiado ao serviro por moli-
vos justificados e sim quaudo a falla for voluntaria;
quaudo elle resolvitlo a desertar, so arrependoo, e quiz
voltar ao serviro, ueste caso.observando elle o que tlis-
pOeo artigo,ineorre na pena fulminada no artigo, islo
he, a de i dias de prisAo por cadauutde falla. Parece-
me que o artigo lie claro, c est lias circumsiaiicias di
passar.
O Sr. Agiiiar: Sr. presidente, paroee-nio que nao
me exprrmi bem, porque a rrsposia datla polo uobre
deputado, realmente nao dissipou as duvidas, eiu qu
laboro ; eu procurare! por a questo de nina uiaueira
Inais clara : o artigo li." nao suppde desero-o a falla que
o soldado couiette, por oxcosso de llcenca por mu lem-
po determinado, pois que a deserrao qualilieada no ar-
tigo l. he o oxcosso de llcenca por zO dias, 011 de au-
sencia por oilo ; ora, se osse artigo nao classilicou tal
oxcosso de llcenca como doserco, o o considera antes
como una falla leve que pude ser justificada pe-
los unios apuntados no inesuio artigo; isto be por at-
leslados das autoridades civis, criminaos, e militares;
he evidente que, una vez produsida essa juslilicaco,
C saiisfcilas as exigencias du artigo pelo soldada, nao
tlevo este incorrer em pona alguma ; porque a sua lil-
la mi pude, neiii deve sor Interpretada cuino principio
tic doserro conforme prroco a un nobre deputa-
do,..,
Voiit: He tentativa.
O Orador : Ku nao vejo no facto de oxoceder a li-
nina por motivos justos tentativa ile doserro be sim
una falla queo rogiilaiueuto sitppo poder lian r, sem
existir totlavia crinie de doserro; mas depois disto, ad-
inittindo que se posta Justificar essa mosma falta, be u-
111.1 deslruico dessa prrinisso a iniposiro de pena
isto he que eu aeiin injusto, porque o soldado podo fal-
lar, por motivos independemos da sua vunlatle, por
molestia, 011 por outro motivo.
// Sr. l'edro Alejandrino : Nesse taso o concclhn
absolve-o,
// Orador : ~ Isso he o que se nao drprehontle da
redaccao em que est concebido o artigo, e lie por isso
que 011 voto contra; nao quero conceder .10 eoiieeiho
un poder moderador, pelo qual tenha o direito de dis-
pensar lias disposiccs do rOgulainento : quero que
elle c.xecule a le, c nada mais; por isso eu voto contra
0 artigo. ft'onliiiuar-sc-ha).
C O II R K I O .
n ilii'l sriiMil sru DA OIDADK 1'. PltOVINCIA.
Hontoni livero os praioiros nina alegra que aluda
desla voz duroii como a alegra do pobre : appaiecco o
Callioie (navio de guerra) e nao sei porque tralla mais
bandrr-as que do COStumc i d'alii eoncluiro os rapa/.es
que trazia o padre cobra para presidinti, o j voeiii Vinos,
ionio licario os malilafrdrs : boje os meninos que nao
doi nieni espalhro que corra na Habla, donde he pro-
cedente aquello navio, oslar Horneado o general Andrea
para presidente desta provincia.
Hojc o tllente coronel Domingos Alfonso IVcrv Kor-
rera ia sendo victima de un aeaso, deque poi fclioi-
dade Ihc resiiliou smente algum Incoinmodo: leud-
se espantado oca val lo do carro, o tononlo coronel fui ao
chao, runas! que llie passa o carro por cima.
O que acontecen eom outro carro 110 caes d'alfande-
ga foi milito mais desgranado: o carro havia parado em
quanlo desempachavoo ocainiubo, quaudo os cavados
pal liro, mu bomcm cuminotlou a imprudencia do alra-
vessar por oanle, e impedido pela lanca fui derribado
111.alineado polas rodas, deque licou gravemente le-
do.
Variedade.
Monumentos em honra de lertonayens illa'tres,
No Vienta jornal de Milito, leiuo o seguiute Inte-
reasante artigo
Os moiiuineutus que actualmente so Irvaiilo 1111
toda a Europa aos hoinens tiistiiictns vn-se augmen-
taiitlu de un modo prodigioso, limataiido-nos aapre-
soular aqui uieraiiieiitr os mais nolaveis pcdllldo i-
cenca aus nossos Iciluros para nos nao ligannol a oidrin
clironologiea.
I." A estatua colossal deGoithe fundido em bronxe
na fuudiraodo Monaco, pelo modelo di Schwautliale .
aoabou-so o est destinada a ornar una das pracas do
Francfort patria do celebre poeta.
i.' Km (iaillae se vai erigir-so urna estatua em brou-
se ao general d'Hautpon muri em F.ylay. Oconcc-
Iho municipal respectivo j votou para osle i'nn a quan-
lia de 3,0110 francos c o resto ubler-se-ha por incio di-
urna sulisrriro.
3." Na bibltilheca de I.oiis-lo-Sauluior collooar-so-
ha o buslo do t.arlus Nodior. bisando patria do illus-
lre escriplor Igualmente Ihe votou un busto.
i." Prepararse uuimonumento a Weber autor do
FrrjschlHi, o qual ser collocado'cm Dresda. Na \llo-
maiiha patria roste lioinoin dlstinelo o na Inglater-
ra onde elle morreo leill-ie abono una snhso ipio
para oslo lim.
6* Em-Auxerre vai levantar-te um monumento ao
don 1.1 Fourler.
(i." A estatua de DuquetUO val ser eonduzida a Oippr,
londo-se publicado o prograimna para a coroniouia da
iuaugurajao i qual pcstoaluieajlt attlstir o rei.
7. A cidade de //ourgos ral elevar una estatua a
Cevacio.
ti." O re da Pruttla maudou laxer por mu artista ro-
mano 11 buslu de l'alesd ina,
"J. Km Para na casa de oslutln de Molchenel ob-
serva-so cm bronze a estatua do almirante Duiuout do
Urville, a qual se vai inaugurar 0111 l.onil-siir-Nuiroau.
patriado intrpido naveganle.
10. Km H de agosto se priucipiou em l.ondres a cica-
var o local, mulo se vai collorar a estatua do Cuillinmr
IV, entre Krg-Willi4mfStreet,eGraoe-Church-Street,a
qual tem 18 prs do altura.
11. A 31 de agosto se iuaiiguruu 0111 Stenibaoh (Ha-
den'u inonuuioiilo do architoclo Krwin. all nascitlo, o
qual tinba edificado a catbcdral de Strasbourg. consiste
n'uina estatua colossal.
12. Trabalha-sc em I^iiulres n'uiiia estatua, represen-
tando o principe liberto, a qual se destina para o pala-
Dio de Vi iiitlsor.
13. Em Glaseo se elevar un monumento aSir Tilo-
mas (iampliell.
1-i A 20 do futuro agosto so ha de inaugurar em Mo-
dtein o monumento do celebro poeta llosclliut, a cujo
aclo so lio do seguir fcslas sinupliiosas.
I i Km Caen, no eollegio ta* artes, se erigir utna
estatua em bronze a Laplacc, nascido em l'.e.iiiuioiit-eii-
Ange, para cujo lim se abri nina subsc irn, deveudo-
se, se o producto dola o porinillir, ptir-se, cm roda da
mencionada estatua, os bustos do duque do Roadle,
Vicq tl'Azir, \arigiio, l.egonlil do la Oaluisiro, Vanqiio-
lin, Doscolils, Duriiiuut d'1'rvillo, lodos lllllOS da liai-
xa-Noruiandia.
10. Km Montdiclier couslruio-se mu monumento em
honra de l'ainu ntier.
17. Km Mayenna, a 8 de agosto passadu, iuaugurou-
so a estatua to eardeal de Chcverut, areebispo to Wor-
doos : esto celebre bemfeitor da htimaniladc tinba nas-
cido em Mayenna
18. A 22 do setembro so abenfoou em Brema o local,
onde se deve elevar o niimiiuioiilo ao disliuclo astrno-
mo Olbcrs, assislindo a esta ceremonia osnicuibros to
congresso, e inultas outras pessoas IIlustres.
10. O ro de llanovor maudou erigir um matisolru
magnifico em honra de sua Jefuiit.i espota,a princesa
Krcdorioa Carolina de .Malvleiiiburgo-Strelilz, imitarn
do ta rainba da l'russia, elijo inoiiiiuieiilo importaraa-
proxiinadameiile na quanlia do 200,000 ihalors (700,000
francos), e collocar-te-ha cm liento ao palacio de llcr-
rt'ghaurf 11, as liuiuediacOes da capital,
SO. O celebre escultor KtX trabadla em l'ariz na osla-
lua 0111 mai inore de Itotsini, que so deve enllocar no llie-
airo ta opera cmica tl.it] tull cidade.
Alin tiestas ha as tluas grandes estatuas que em
FrancaeInglaterra se vo elevar aNapoleaoe a lord
Welliugtou, as quaos por seren demasiadamente co-
uliecidas julgamos desiiccessai io dcscrevcl-as.
(/'(Jliliiraeiio.'
oMME.'vtlO.
Alfaudega.
Koiitlimoutu du dia 0......
Ucsearrega hoje 10.
WrigueAdolyhomercadoiias.
/i 1 j; 11 Armoriquc ideui.
IlrigueTarujo I.idcni.
lianaIrtbacalho.
2:.a'.',Vi8l
liovmentu o Torio.
Declara^es.
Correspondencia.
Sn. Bedaeloret.
Sumamente ponhorado de gratitlo para eom o ver-
d ni. 11 o amigo, que no seu Diario de boje (9 de abril)
pulvrrisoii completamente, em um elegante cuiiimuiii-
catlo, o complexo do grussriras o allozos injurias, eom
3ue me brindoil osse desgranado ente, que se oncarregou
a mesquiuha trela de renovar a exlinrla discordia ,
que por alguus anuos rrinoii, assoprada por elle, e ou-
trus de igual loor, entra os nossos patricios, os l'nrlu-
guezos, e zV.iasilciros adoptivos, eu nao posso debute de
sigiiilicar-llic polo mesiiio vehculo do seu jornal, o
allanto osse seu aelo voluntario, o to uiim doscoulicci-
o luedcixapara eom ello individado; morinentc por lr
fe i lo ver a queiu 1110 nao cuuhoce quacssu os lutos sen-
intentos polticos, que de corlo sao intoiranionle op-
postos a ossos que me imputa o aiiarchista republico.
Beata-fUC porm rogar-llie que se por ventura solfrer
por sua geuerusidado alguma rt'iuessa de dcsconiposlu-
ras parlo limito piopilo do Verdadeiro Bigenerador
que a soflra eom paciencia sem que do novo responda a
esso ti eslocado animal, que parece nao desojar oulra
cousa pira poder eom siiat torpes prodiie;cs eiioher, e
lomar mais venilavel osse papeluxo Infame que redigo ,
e 110 qual a niiigiiem rospeila a ningueiii isruta, pois
que att'a nostaTierenissIma e Augusta luiperatrii oomo
Principe Imprrial, dous alijos que pdem muilo concor-
roi para livr.11 o /(rasil da auarchia que o aiucaja, uau
fol poupaila !
C0111 a publicaco dostas liuhas milito obrigar ao
seu obligado criado
Lourcnco Avellino de AlOuguergue Helio.
Naviot entrados no dia 8.
Lisboa ; 29 dias, briguo portugus Tarujo, toneladas 2(il,
capitn Manuel de Olivoira Kaiieco, cquipagom li,car-
ga vinho, sal, etc., Mentios 81 Olivoira.
Val Paraso ; <>i dial, barca franoeza Orean, toneladas 22,
capito (iorain, equi|iagoui 17, carga salitre c guana,
ao capito.
Havre de (iraca ; .'1 dias, briguo fraueez Arinorique, to-
neladas 223, capito Varlct, equipagem 12, carga la-
sendas, Dedlcr & Colomblcr.
Babia ; 8 dias, briguc escuna brttilciro do guerra Callio-
pe, conuuaudaulc o capito-touontc Kliziariu Antonio
dos Santos.
Icaracii ; 28 dias, briguo escuna nacional Aguia, tone-
ladas l.V), capitfio Joaquini Auluuiu Conjalvct, equi-
pagem II, carga soda, Novacs Se C.
Rio tltr Janeiro ; 20 dias, 11.11 a 1 i 111 >. Jote Amcrinino, tone-
ladas 132, capito Jos Antonio Matlozinhos, cquipa-
gom II, carga familia de mandioca c milho, Oaudi-
110 Agoslinho de Marros.
Naviot taliidoi no mismo dia.
I'orlus do Sul ; vapor nacional Imperatriz, coimnaiidaiilc
u rapilo-trnrnir Jcsiiiuo I.aiuegu Cosa.
Cowet ; briguo inglcz Jersei, capilau \S 111. PctersOO, car-
ga atracar.
Naci entrado no dia 0.
Trieste, por (ibraltar ; 03 dias, trazondo 33 dias do ulti-
mo porto, a polaca austraca Sronttsreee, toneladas 206.
capilo I.uea Tripcovicb, equipagem 13, carga farinha
do 11 igo, ote Le Uretou achramu Sl i..
.Vaco tullido no sMiaw dia.
Trieste ; paladn sueco Coirrirr, capilo Charles l.ud-
grou, carga atracar.
: O patacho nacional l'cllirano recebe as malas para o
Rio de. Janeiro e llio Graude do Sul, 110 dia ldocor-
rente ao ineio dia.
COMl'VMIIA DO RP.UERIBE.
j O caixa da couipauliia to lleberlbc tvita aos Srs.
aeeinuistas que lio tlia lll to crvente mas sr linda o
praiO n.airado para o irrolliiinrnlo da prestar ao de II
por rrnio ultimaiueute exigida r que at o tlia 3o de-
ve prrttar as Illas COIItat administrarp j a qual te
de excluir os que sr arli.u rm rm atraso quaudo sr rrii-
1111 a assembla geral tos accionistas, lio principio de
malo. Rcclfe 2 de abril de I8f U calta, ./ U. da
Silva. lo
PI'hLICACAO LITTP.RAHIA.
I Veha-so relmpresso e a renda o Englii-Sprlling-
Book (llvro de solidar ingln] de Murraj rom lifrt de
Iriluia que puileni servir igualmente paia se inicia-
reui us estudantea dalingiia inglrsa na sua versao par-
lindo do mais fcil para o mais dillieulluso. Por este
opsculo comcciio os ineniios na Inglaterra a estudar o
a aprender o seu idioma pur sn- limito cleineutar,ea
rciuinudado a ludas as capacidad.is 1- tlesliuatlu a adi-
autar us discpulos por giad.iinrs ualurars o larris ,
desde os priuieiros elementos di llugua ; por cujo ineio
adquirem a par ta oribograpia a verdadeira pro-
nuncia 1 que lie cerlaueute a parte mais dlfRcil d'clla.
Proco l.'OOO rs. na piara da Independencia 11-. li e 8. (li
TIIEATRO l'IIII.O-DIl IMATICO.
rutii'txuii ITaLIA t.
Domiinj" 13 do eorrenlt abril.
A coiiipauliia desojando quaiuo rsia nassuas forja-
aprrsentar ao rospeilavel publico toda a variedade poss
Slvel 110 decurso tas su.is repi rsrnlarors ha cuiubl-
uailu para osle dia levar a seeua pela priiueir.i xi',
o draniaseiiliinciil.il em dous aelns O engao feliz
coiuposiro roiisidriad.1 como 11111.1 das priucipacs lia
celebre iiiettrc Giaceliina Rossiul. -
.Irt/ii/iindo.
rertoHagmt.
Bertrando tiuque de Dorgolia
Ormondo priineiro ministro .
//alone, privado ta corle .
tirus de t oilr/aos.
Isabel, debaixo do nomo de Lisa,
considerada como sobt iuha
do ebrio dos muirnos, tlli-
queade/'orgonha .
Tarabolo, homem franco, de bom
corarn r clirfr tos mima-
ros iiaqurllr durado .
(ainis de guardas de palacio,
liabalhatlures das minas.
A serna reprsenla um lugar montauboto onde ha
Ulna pequea callana residencia de TarobalO defruu-
le ta estrada que ronduz os irabalhadores para as feroulrs minas. -- liuoctor tlaordicsira .Mr. brosdidirr.
I'ftrf de entrada.
Cadoiras tle galeras d 1." ordem para lioairiu 2s'000
Dila da 2.' o 3.J. pa.a familia.......2*000
lilhelrs de platea...........l.#W0O
Os lilhelrs vomlom-si' na'ra larga du Rosario 11.
30. 1 liiuciro andar : o no tlia notlieatro.
Irtorr.
tallos Rieeo.
M.iuoc Francisco daC
lu. llilXOIIJ,
Margal ida Lomos,
\
(iiuseppc Galletli.
Avisos inaiilimos.
I Para o Porto sal o muilo veleiro brigue portiitruex
/'i un a 11 ni de que lie capito Josc Carlos Ferrcira Soa-
ros; quem 110 uietino tjuizer carregar ou ir de passa-
grin Halo eom o dito capilo, mi eom o consignata-
rio Antonio Joaquliii de Sonsa Ribiirn no sru cscripln-
rio na ra da Cadeia 11. 18. (j
I Para oCearsabir uestes dias a sumaca PeUeidtde,
de que be mostr Ignacio Marques; quem na mesina
quizer carregar ou ir do pa.-sjgoni, trate eom seu pro-
prietario Antonio Joaquiui to Sonsa Ribeiro, (-
2l'ara ti Rio Grande do Sul srgiio eom brrvidadr
0 brigue nacional Competidor ; para passageiros e escla-
vos afiele irala-sc eom Gomes Se Iriuo, na ruado
Apollo 11. 2. (-1
.") l'ara a /'ahia sai eom brevidatlo a sumara nacional
.s'iiiifn .luna ; para carga c passageiros trata-se rom -No-
vacs Si (/., na ra ta Cruz U. 37. (3
2 l'ara o llio do Janeiro segu eom lotla a brevi-
datlo o patacho Valnlt; para carga, passageirose escra-
|>vot frele trate-te eom Gaudlno Agoslinho tic llanos.
110 praciiiha do Corno Santo 11. (MI. (\
i w sexta leira II du corrente sai para o Rio de
Janeiro o patacho l'ellirano;recebe nicamente esclavo s
fren,' ; Halar 00111 (andino tgostillho tic //arios. (3
I vende-sc o hiatc denominado .s Jote Fittcedor de
lote de 34 toneladas, de boa marcha, prouiptodc iodos
os iiecossarios; quem O pretender pude exaniinar a bor-
do, fniiilrado drlronlr to tais do t.'ollegio, e tratar do
ajuste eom Aiuiuini Irniaos 11.1 ra da Cadeia n. ij. (,'1
Edital.
A enmara municipal da eidade de Olinda c Mil termo,
em Virtud* da lei, ele.
Faz sabor, que nos dias II, 11 o 17 do con rulo abril
sr ha dr arrematar, por renda animal, a casa 11. I da roa
do Vigario, defronte to Corpo Sanio, onde esleve ,1 se-
parlirao do eonsulado ; us pretendemos, que quizerom
arrematar, comnareco nos dias cima aplazados, habi-
litados, c munidos dos coinpctrntes fiadores,
K para que chegue ao eoohecimento de indos, mau-
dou a cmara alixar este nos lugares (lublicos c pila Im-
prenta.
Cidade de Olinda, ) de abril de 1846. JotJoaquim
de. Ahneida duales, presidente. Joo Paulo t'erreira, se-
cretario,
Leilao.
1Me. Calmont ,\ Compan li ia (ranferem o seu lei-
lao do fiiM'ndas inginas,aunjii'iado para quinta feira, e
terva Irifd 1 '1 du enrenle js 10 Moras da uianhaa ,
pur falla de tumpo para u despacho de multas outrtt,
qud [irelendem vender no mesuiu leilao. (5
A visos diversos.
0 I.IIHDOR n. (i estar boje a venda na piara da
Independencia, u. 0 c 8, as 3 horas ta tarde.
O Clamor Puitacon. 2 achar-te-ba ao raeio-dia
venda na penada Independencia 11. lio 8.
__Encarecidamente pede sr ao Sr. Joo de AlcinEo,
011 prssoa qur suas vrzrs l'ara, que dirija-so rila da
Gloria casa n. S, a negocio de seu uteretse.
I Antonio l'ereira da Silva Marlins avisa a scus
crodoros, que no pia/.o de 3 dias Ihe apresonlcm suas
contas legalisadas para seren pagas, 3
I Antonio Pcrcira da Silva Martina retira-te para
fura do Imperio. (2
I Joo Pcrcira da Silva Martina retira-te para fura
do imperio. (2
3- Aluga se um sobrado de dous andares e sotan,
ioni muilo boa isla para o mar, na rus da Moeds ;
a tralar na ra da Cadri casa de cambio do Vieira. 'i
Quem precisar de nina ama parda forra, que cosi-
ulia diario de urna casa, o tugeila-te [a fuer compras
de porta fura, e alguus niaiitlados; procure no beceo do
s Pedro u. 8.
1 Precisa-soalugar una sala eom um qu.ii lo, aluda
que soja pequeo, acudo na ra do Vigario. ou l.ingoe-
la: qiiriu livor aniiiiiirir. ,1
- Manocl Luis de Mello embarca para o Rio Grande
lo Sul o sru rsriam Tiloma/., na. ao Angola.
Quem precisar de una mnlher pretade uieia ida-
do para ama de tasa de boir.CIII sollriro ou rasa to pon-
en familia, a qual da Mador a SU3 COttdUCta, dirija,, i
ra da Mocil.i, aruiaxi m n. IA.
3xc Prcciso-sc dous irabalhdores de macelraque
sojo pililos na sua occupacSo ; tl-sc btiin ordenado o
soll'iivrl patsadio; qurin eauver as circumstanciat, di-
rija-sc ao atierro dos Alogados n. 120. (4
3 Oil'erico-sr um Braslleiro adoptiva catado i de
avaucada Idade para entinar mcnlnot do ambos os
sexos em casa de SCUS pais a* primeiras letras : Ma
inoradla he na ra de Santa Thereta casa n. i2. [A
I 0 Sr. Vicente Jos de Carvalbo anuuncie sua mo-
rada para negocio (2
2--Desoja-so saber aonde mora a familia do Sr. ca-
pico Lourelro du i. balalhao de fuzileiros, que te acha
presentemente na provincia do Monte-Video para se
Ule fallar a corlo negocio tendente a sua familia ; diri-
ja-sc a ra dr Sania Rita nova u. 91, OU anuuncie a sua
morada para ser procurado. (>


te
ele N. 8. do I,ivi menlo.
Jlojo 10 do correle devem correr a*
rodas dcsta lotera, e o restante (ios b-
lliclcs arbo-se i venda nos lugares do
costme.
- Joo Viiidnio i'oriho, barbel rn, sangrador c den-
tlsta, participa ao publicor em particular aosaciM mili-
to dignos lYruiii/rs, que iiiudou i su i loja da ra Dirri-
u para ;i do Rosario eslreta n. 17, aonde sr acha pronip-
iii i riuahjur-r hora para servir n iml.is aquellas pessoas
que de leu prestimosequixcrein utiiisar. ((i
t CJil'i rcii -,< nina niullier di assento c capacidn-
de para ana de casa de pequeiia Ihuiilia mi 1101111*111
solteiro para iodo o servicio de portas i deutro, do que
tcui inulta pratlca efai nulo coin porlcicon cassrio, e
da Qador .i sua conducta! sendo preciso ; na ra do lio-
iulo eptreita loja de barbeiro n. I'J (11
Precisarse de uiiibom liabalbador dciuasseira
aoude se paga mais que einoutia parle; na padnfia da
na Imperial n. 13. (3
o Aluga-sc nuil casa terrea n. 37, na ra da Glo-
ria com bons coiumodos, quintal murado, cacimba ,
coin boa igoa: queui a pretender, dirija-sc uopaleo du
Santa Crus pada i.i u. li. i
2 Precisa-se de ."lOO 000 rs. a premia quein quiser
dar, dirija-se ra da Roda u. 38, qunda-sc por segu-
ranza nina casa que vale mu ionio de ris, e rende ^UO
rs, iiieusaes, livre e desembarifeada, "i
.". k pessoa que Pul na padarin do pateo da Santa
Cruz, buscar a* chaves do sobrado da ra do lio/ario
da, Uoa \ isla n. 53, para o ver, r que nao levou mais a
chaves sendo que queira alugar o relerido sobrado ,
faca obsequio appan ecr para u ajuste e nao qnerendo
queira mandar entregar as chaves na dita padarla. ((i
3 Iiiriiinaio Fi rreira, l'oi lugiiei, retira-se para tan
da provincia. (i
.'t_-Joai|iiioi alendes le florba subdito portugus ,
natural da liba Tercciru embarca para lina do im-
peli. C-i
2 Rapliael \niouio 'oellio retira-sc para a Europa.
2 Jos" Valeutim da Silva contina a receber alum-
nos para asuaaula de laliui ama da Alegra da Boa-
vistan, 2. Autores latinos que o anoiiticiaule emprega
prcseiitemciite no rxcrcicio da suaaula: os provectos
iitoLiviO, O I."lomo ilo Horacio, arle porlica, ras
cartas de Cicero, Os semi-provectos Salusllo, e o 1.
2." tonto de Virgilio. Os da I." selecta, e denois Come-
ti c l'nalro. Os da 2.* o epitome por .los Vicente Go-
mes de Moma. fS
.'! ManiM I de KrciUls relira-sc para i Iba de S. Mi-
guel a Halar de sila sanile. (2
2 Joaquim Antonio da Silva retira-se paia a Rahia
'i Preclsa-se do um preto, loiro uu captivo, nut
enlenda de plantar hortallca em um sitio; quem es-
tivcr ncslas rireuiiislancias dirija-se a ra do l.ivra-
mento luja n. i, que achara com quem tratar. 'i
2 As pessoa que suDUflcirao querer saber
do Sr di engeobo Camacarl os ilgiisesdo escravo ,
que elle lem em scu poder, dlrijaO-ao ao mismo enge-
obo, na freguesia de Jaboato ; pudendo assegurar,
queneohum dossfgoaesanounciados couiblnao como
do dito eacravo, (n
4 Anenda-se um sobrudmho de dous andares c
lojaa, na ra estrella do Rosario n. 'i ; quein o pre-
tender dirija-fe ao seu propiciarlo no Atierro da
Boa-filia n. 'i3, lujado pintor. i'i
2 Precisa sede um calxeiro para o lotequiui uo
pe do llieatro e que este dO liad n a sua conduela ; a
lral.tr no rie.-mo botcquim. 5
j Aluga-ae umu Loa casa tarrea n% ra Baila ,
coin duas salas > quarlus cosioha lora quintal c
cacimba; na ra do Colleglo n. 8, terceiroaoaar, i3
- Aluga-se orna casa de dous andares uu ra da
Moeda n, ti com commodo! para grande familia o he
bastante Troteo ; afiliar na ra o Hospicio li. li,
roui Preiedea daPooseca Ceuliobo. 4
2 Precita-se de um eaiielro para venda o que da
n.csnia tenha sullicieiitu pratica csrja Ue boa condue-
la c inesino preste liador sendo agrade promcllc-
se bom ordenado ; na ra do Amorlin n. 1?. 'A
2 OITercco-ie um moco para paduria, cu outra
qualquer oceupacoo; quein do mesuro precisar, dui-
ja-ae a ra do Atnorim o. i". 3
8 Jullo Berangor las setenta uo repeila*el publi-
co que nao se responsabilita por OOUSa alguma, que
un SCU neme possao ir tomar seus esclavos ou outra
qualquer pessoa du sua casa e s sim podero entre-
gar oque pediros), lavando penbor que cubra ou elle
annnnriante indo mosmo em pessoa e o que o contra-
rin liir i Tii> pndi i late! reclainates ; porque nao
serS attcndidaa, 18
Com toda a delicadeza e asseio so azem boliohot
puiu di j u bulos de diversas quididades, e se enleilao
baodeijas dos meamos, eoui figuras, llores e ramos
de alliniu.; como taiiibcui se lateo tod..s as iguarias de
sobie-mesa b&Bl como pastis do nata e de carno, tor-
tas, Iremcdeiras papos u'anjos e fruas da especie e
ludo quai.io for apetecido pur preco coiiiinudo ; na
ra Direita sobrado de um andar n. 23.
xeiro de qualquer estab leci:nento excepto venda ; un
i.uiiciu para ser procurado.
ijucm precisar de una rnullicr parda de assen
sent o sem vicios quaallianca a sua boa conducta,
para ama interna de urna casa du bomein solteiro ou
de pouca ramilla aununciu ou dirijo-se a ra dos
Copiares n. ^0.
BOCIBDABTBRPSlCHORBOLINfiBNSB.^
O director cuntida uos socios para urna leuniao no
domingo i' do crrenlo pelas 10 botas da munlia.
O aliaixo assignado pede ao Sr. do eogenbq
Camas.-aii o lavor de ver, se o escrito aniiuncudo pe
lo dito Sr. Um os signis seguidles : de rime bene-
dicto talrcl se Un 1 m du mudar o nomu j, de navau
Movainbiquo mas nao lem os signues da Ierra que
COSlumo a ler os dcsta nacao de idudo de -Ji> anuos ,
pouco mais, ou menos, bailo, ebeio do corpo, cara 10-
donda olbos pequeos c oupados, na til (bato, bei
eos grossos denles saos, pes e ruaos a proporcu, an-
dar pesado e vagaroso, falla descansada, cor nao mul-
to preta fgido, ou roubado no da 'la do l'everciiu
do anno de lh38 ; este escravo loi comprado ao Snr.
Joo Frcdeiico de Abreoltego, c boje purencu ao abal-
xo assigoado francex du nacao ; e oeste caso roga-se o
lavor ao iiiciniu Sr. de o rcoietter em seu sitio em S.
Aiimio, na entrada da estrada que val para Ilelein ;
suscitando se a todas as despesas, alem du su licar
multo obrigado ao dito Sr. J. t. C. Tresse.
Aluga-seo segundo andur do sobrado da ra lar-
ga do Rosario n. 7, com inulto bous eommodos; a tra-
tar no lerreiro andar do mesmu sobrado.
ubuiio assignadopede ao Sr. do engenho Ca-
inassun o lavor de ter, se o escravo pelo Snr. un,u-
ando lem os siguaes segunde di: u ya aaaoi,
altura regular, rosto descarnado, olbos pequenus u
multo vivos cor fula fallo de um. ou dqus denles drf
(rente no rucio da cabria umu marca decairigar peso,
bracos e candas finas corpo secco llgelro no andar;
fgido, hall mi'Zes de nomo Po, que lalvex mude
de rime ; e ueste caso rogase o lavor ao un sino Sr. de
o reiucller a sua ui uj patuo do Carmo em sua bo-
tica sugeitando-se a Indas as despesas alem de ae
Uu- Bear muilo obrigado. Joo taptisla rSet Petxiiio.
Aluga-soa loja do sobrado novo do varandas no
nllioda ra da Palma logo ao sahir do becco do Po-
cinho coro .' quartos, sala copiar, cosinha lora
milita boa quintal rom cacimba e portao sendo a|
n.csina loja muilo dar: e fresco, na raan do copiar; I Lisboa prximamente mais superiores doqueasime-
a tratar no mesmo sobrado. Iricauas a preco de S00 rs. a libra ; o fannha de uun-
Mara Joaquina de Castro Pcrclli embarca para o diuca do superior qualidade ; no arco de S. Autonio,
Veode-se um prelo de nacao Angola ; de idade di
*8 a -M annos, para fura da provincia ; na ra do
Vigario n. 17
Vende-se potpreto com modo urna canda, de
novse lorie constru'rao e que pega em mil lijlos;
no Forte-do-Matlos estaleiro doSr. Jacinto Elisbo
Vendem-se velas de espermacete ebegadas de
Rio Grande do Sul o seu escravo de nomo Jacinto.
O aballo ssijinado pergunla ao autor do annun-
cio inserto no Diario do 5 do frrenle com as lertras
iOfciaea J. O, V. I)., se se enlendu com Joaquim
Gon(alva Tirn i'iuinnrei
AGENCIA DI! l'ASSAPORTES.
Na ra do Colleglo botica n. 10, o no Atierro da
Boa-isla I- ja n. 48.
Joao Antonio da Silva lar scientu que, por appa-
lacereoo pessoas de igual non e, eilede ora em dintese
signara Joan Anlonio Carpioteiro da Silva.
Joo Jos Kibelr'o dos Santos embarra para o Rio
de Janeiro a sua escrava parda, do nome Hellena.
(Juilqucr pessoa natural da liba de S Miguel
ijuc tiver legitima nu dita liba nos lugares seguintes :
tanas da Lux. Calbeitas Pico da Pedra Faropo S.
Vicente Ferreira Capellas n Rabo de Peixe e mos
trando os seus ttulos lirres econm as possue queren-
do vender, dlrija-se a ruu do Rosario da Boa-Vista
n. 1.
Mauvcrriaj previne ao Sr. lie/. Desoyes ra No
va ii. 54 que se elle lem alguns lilulos ou recluma-
ces quo justifi juem qu o annuncianlu llio deve ,
osquria upresuntur ao Sr. Justino Meros, na praca da
liiuependencia pura ser pago.
1 Eduard i Keller Suisso vai para a Europa.
I Aluga-se um prelo para trabalhar em aigurn
sitio perto da praca o qual he minto lid e hbil para
Indo o servico ; quem o pretender, dirija-se a ra lui-
peiial do Altcrro n. 47. '*
1 AGENCIA DE PASSAPORTES
Na ra do Rangel n. 3i tiro-se passaportes para
dentro e lora do imperio, despachio-se escravos, e
tudocom bievidade, c preco multo commodo. (o
1 Aluga-se a casa terrea n 66, na tua Velba do
bairroda Boa-vista ; a tratar com seu propietario An-
tonio Joaquim de Sou/.a liibeuo. (3
I C. Mautirnay la: una viagem a Franca.
I Aluga-sc na ra do Trapiche, n. 31, o lerceiro
andar, solo U cosinha, co;n soberbu vista paia
mar. (3
I Roga-se ooSr Tiburcio quo so julga morador
no pstou (Li Carrno o favor de dingir-su a ra do
Queimado n. 17; rogando sc-lhe esso lavor pur so ig-
norar b sua casa.
Manoei Antoro deSouaaReis roga ao Sr. do en-
geobo de Camessari, seo preto quo existe eiu seu po-
ler Iriii os sigliaes que a baixo declara Ilie l'at un
grande lavor, rumeltcr no Recifc ra da Guia sobrado
deires andares n. 53, que se paga rao ios conductores
todas as deapesaa que luerem uo camiuho e sera seiu-
prc graln a sua pessoa ; os signis siio os seguinles : cor
lian preta marca no pello esquerdo i hmia$fio d'unia
iiicnr.i, lata descansada, loma bstanle tabaco, lera
2oanuos, c dcsappurccco nu 184!.
Compras.
2i'onipiao-se eHecliviuiienle para liira da provincia,
escravos de 13 a 20annos, sendo de bonitas llguros,
paeao-M bem t na ra da Cadeia de Santo Anloulo, eui
um sobrado de um andar. COII1 varanda de pao II. 20. (-1
2 Compto-se ou alugao so pritos canocirosc
trepadores du cuqueiros ; a trular com Manod Joa-
quim da Silva ; na ra da Aurora n. 36.
'i Coinprao-se dlVctivaiiunle na ra Direita
ni a se m n. 8, quaitulus e bairis vasius du quulquer
qualidade a excepcao do excite de carropulo 3
Compra se samantes do liortalico e dous, ou
3 passaros viuva da costa d'Alrica ; na venda que Tai
esquina para a ra do Sebo ou annuncic para ser pro-
curado
i3
ar-
Vendas.
cu Alarios regala.
Na ra da Cadeia do Recifo n. 16. lia sempre, a ven-
da um grande o esplendido sortimento destes a lama-
dos ebarutps vindos ultiinamenlo nu vapor da Rabia.
IVendein-so qunrlos novos Iralo su, curo-sc
e sangrao-se cavavailos ; na ra da Concoivo da Boa-
ista n. 60. (3
I Veode-se sal do Ass e palbaa de carnauba a
bordo do patacho Mora luiza, viudo do Ass; a tra-
tar com Antonio Joaquim de Suuxa Ribeiio. (3
1Vndese um pido do boa ligura de 20 annos,
perleito olcial de pedreiro du toda obra ; na ra do
Crespn. II), primeiro andar. (3
1 Vende-se Orna commoda de vinbatico muilo
boa por preco commodo ; na ra do S. Rila casa
terrea n. 12. (3
I Yendc-so um ptimo canooiro e duas lindas
escravas, sendo urna cnsinbeira u outra com algumas
habilidades ; nu ra estrella do Rosario n. .Vi, primei-
ro andar. (4
I Vcndem-so sacras com farinha de superior qua-
lidade, e pur menos do quo em outra qualquer par-
te ; na ra da Cruz aririaseui n 54. (3
I Vende-se urna casa terrea nova, por prego corn-
inodii na ruu da Palma; e urna canda du familia
em bom uso ; a tratar na ruu da l',.lma n. 8, das 6 as
10 lunas da manliaa ,'i
t Vende-so um molcque de Angola, ladino, de
idade de 15 annos multo esperto e sem vicio alguiu ;
na botica du Rartholomso Francisco de Souta. (3
i Vcndu-se urna bonita mulatinha du t annos ;
una negrmba du I i annos u outra do 10, todas mui-
lo bonitas ; e um bonito molcque de 18 armes ; na ra
doQueimado ein casa do Autonio da Silva Gusmao. 4
I Vendc-se urna escrava de 18 annos, cosioha ,
eengomma; alrax do theatro vriho n. -20, segundo
andar. (3
I Vendem-se saccas do muilo boa farinha vinda
do Rio do Janeiro e caixas com 100 charutos de su-
perior qualidade e de difTe-rentes autores; nu palco do
Odenlo venda dx esnina o. l. (4
I Vende-se a padar da ra da Gloria a. 55,
pruinpla de ludo c trabalbando ; a fallar na padaria da
s. Gru. (3
1 Vende-se urna casa dj sobrado de um andar na
la do Cod .rnix por barato preco ; tratar na ra
Velba n. 110. 3
v i Vendem-se as tabulas de de La Fontaine em
Trance* v. ; geograpbia de Gaultier; as cartas geo-
grapbicas em ponto grande a carta escripia por Tal-
Iryrand a l'io Vil llorado em laliin por 500 rs. e
uulros livros; no pateo do Cxrir.o n. 3. (5
Vendem-se quarlos ; na Roa-vislt, armasem do
Sr. I!ufino.
4 Vende-se sal de Lisboa em grandes e pequeas
porces ; na ra da Moeda armasem o. 7. {
loja n. 2.
Vendem-se somenles de horlalica de todas as qua-
lidades muilo novas, e chogadas prximamente do
Porto ; na ra estrella do Rosario venda n 8.
4 Vendem-se as admira veis navalhas de ac ds Cbi
na que leem a vantsgem de corlar o cabello sem olleu-
ca da pille deixando Bear o rosto, paiecendo estar na
si:a pfimuira rnocldade.
Este ac vein exclusivamente s da China e s lid-
ie trabalbao dous dos mdhores, e mais abalisados cu-
tilciros du rica cidade de l'ekim capital do imperio da
China. Autor hore
A. lio recommendadoo uso deltas navalhas
por todas as suciedades das setnelas medico-cirurgi-
cas da Europa como da America, Asia e frica, nao s
para prevenir as molestias da cutis, mas tambem como
um malo cosmtico. Na ra do Crespo, loja u. i US
4 -Vendem-se 3 escravas mocas de boas figuras ,
engommao, cosinbo u urna he perfuila coslureira ;
3 ditas por 00/rs. cada urna cosinliao lavao rou
pu e vendein na ra ; una mulalinba de 15 anuos, cun
principios do habilidades, boa para se educar; um
proio ja de idade por Io0 rs., bom para trabalhar
cin um sitio por estar a Isto acostumado ; um uioie-
que de 16 anuos do aullo bus ligun; um pardu bum
bolieiro e pagem ; dous escravos bons para o traballiu
decampo; na ra do Crespo u. 10, pnuieiro andar. U
4 Vende-se multo superior lariuba de mandioca,
,nir prei;o coininodo ullnnuiii.-iile ebegada de S. Ma-
lli us, a bordo da sumica Incangavel Carrol, tundea-
da defrontu do caes de Palacio ; uu ua ra da Mueda ,
armasem n. li. S
5 i eudein-se barris do superior vinlio da Figueira;
nos ariiiu/ens de Das Ferreira ao p ua Alfandega e
na ra da Mueda n 7. (3
4 Vndese a mais nova e boa farinha de mandio-
ca ltimamente ebegada de S. Matlicus na sumaca
S.Cruz, tundeada no caes do Colleglo a uj rs. o al-
queire pela medida vellia, e a mesina rnedia em saceos
a ;i)U rs. tonto a bordo da dita sumaca cuuio na
ra da Cadeia de S. Antonio n. 19. (5
4_ Vende-se lagedo de Lisboa ebegado prxima-
mente ; nu eicriplurio de Fruncisco Severiunoo Ra-
bello.
0 Vende-se farinha du mandioca de muilo boa
qualidade ; no armasem delrouto do cues do Colleglo ,
junio ao botequim da Estrella ou a bordo da sumaca
Estrella do Cabo, tundeada defionle do mesmo caes do
Udlegio pelo mdico preco de a rs. com sacco e
4800 rs sem sacco. (6
8 Vendc-se urna casa de um andar com grando
quintal murado o cacimba na ra das iriucheiras ;
o urna casa terrea na ra du Padre Florianno ; a Ira-
lar na ra da Cadeia do Rale a. 25. 4
2 Vende-Mi urna porcuu de cuia de camaba a-
na de casca a 4/ rs. o alqueire da medida velha dous
caixdia enviilravados em bom dso para venda; na ra
larga do osario venda da porta larga n. 'xD. (4
2 Vende-se um ptimo escravo perfeito cosinheiro
do ludo quo se desejar ; na ra da Seo/alia Velba n.
112 ou na ra da Cadeia Velha loja n. 26. |3
2 Vende-se larinba de Mage de superior qualida-
de a SOO is. a sacca do alqueiiu da medida velha *, no
arco do S. Antonio loja n. V. (3
i Vende-se um molcque de 21 anuos, sadlo du
bonita iigura bom trabalnador de pa e enxada pes-
cador e canoeiro do cilicio ; na ra da Aurora em S.
Amaro a fallar com Jos Goncalvet Ferreira Costa. (4
VenJe-se potassa russiana multo nova e de su-
perior qualidade em barris pequenus ; na ra da Ca-
deia do Itecilu armasem de assucar n. 12. (3
2 No armasem de temando Jos Brsgucx ao p
do arco da Conceicu ha pala vender loucinln em
pipas, que su vende as arrubas pur preco cummudo. (3
2 Vende-se a casa n. 4j da mu das Cinco-ponlas,
a tratar na ra da Muro da lVnlia com o procurador
Anuda. (3
2 Vende-se o sobredu n. 7, na travessa da Madre
de Deas du dous andares e solo, em chaos proprios ;
tambem seda com algum praso commodo ao compra-
dor ; na ra da Crux o. 60. 4
>.= Vendem-se os dous lomos do diccionario ingluz.
grande, por Vieira em mein uso ; a grammatica por-
tugueza, eitrnbiJa de Jernimo Suares Barbosa, e o
elogio dos Reis do Portugal em muilo bum uso ; na
ruu do Muro da Penha o. 3. b
2 Vende-se um cu vallo muilo nuvo e carrega bem ;
na ra das Flores n. 21. (2
2 Vende-se una commoda feila de madeira gon-
ealo-Mendea e com pedra marmoto anda nova;
quem a pretender annuncie para ser procurado. 13
2 Vendem-se saccas de multo boa faiinha do Rio
de Janeiro por preco commodo ; na ra do Vigariu ,
armasem n. 24. ('>
2 Vende-se um cavado ruco carrega baixo emelo
e he muilo novo ; na ra do (Jucnnado > loja de fer-
ragens n. 30. (3
o Vende-se muilo boa farinha de mandioca em
saccas ebegada ltimamente du Rio do Janeiru por
prei;o mais commodo do que em outra qualquer par-
te e saccas com inillio de inulto boa qualidade; na
ra de Apollo n. 2, armasem do Gomes f Irma. (5
2 Vende-se urna parda sadia e de boa condue-
la coin varias habilidades inulto fiel e sem vicios, ao
comprador se dii o motivo da venda; atrado tbua-
tronlho, sobrado da esquinan. 22, primeiro andar.
1 Vende-se tabao inglez em porces de tOcaixas para
cima a IUa rs. a libra a dinlieiro ; na la da Cadeia
Velha n. 00. (3
2Vendem-se ps d limao proprios para cerca ,
a rcldho, ou em poreno e alguns ps de iersngeiras;
no sitio de Joio Carroil no Manguinbo-papa- Ierra. 13
2 Vende-se farinha de muilo boa qualidade ebe-
gada ltimamente a 48110 rs. a sacca ou alqueire e
sem o sacco a 'ibiiu rs. para u'lnnar cuntas ; na ra
Novan. 67. 4
2 Vcnde-se urncavallo ruco, com iodos os anda-
res ceia de carnauba sola couros de cabra esco-
liados arrox de casca ludo por pieco commodo ; na
ra da Crux n. 51'. (4
2 Vende-se um prelo bom olliclal de sapateiro ;
uo Porto das Canoas do Recile n.'.. (2
2 Vendem-se duasprelaa de bonitas figuras, mul-
to habis par qualquer servipo ; no segundo and ir da
primara casa Junto a ponte da liua-vista pur cima do
bello armasem de loufa tina yj
2 Vende-se um cavado de estribarla, alaran, de
bons andares, por preco commodo ; na ra do Cabu-
g luja drfroutu da matrix n. 18. 3
2 Continuao-se a tender na ioja de Manocl Jotl
Goncalves, oarua do Queimadon. 2 os baralissimos)
cortes de vestidos de chitas finas com 13 covados e moio
a 2/ a 2200 rs. cada um. <*
2 Vcnde-se urna negrinha de idade de 12 a Mari-
nos, cose e lax lavarinto ; na ra eslreita do Rosario
o. Ifi, primeiro andar. I3
2 Vende-sc una superior guitarra de chave, um
jo"0 de gamita coin pedias de marlini ; dous vivaros
COin casaes de canarios para liraicn ci iarao e dous
bous canarios cngaiulados ludo por precos comino-
dos: no largo do Terco u. 10. >
2 Venilc-se una otaria de pedia col com ebuos
proprios com barro para toda a qualidade de obra e
coiumodos para familia dous quartos para escravos ,
coin fenle para o rio (Japibarine, e fundos para a
estrada velha que ral para o Cnrdriro ; para ver, di-
dlja-sc a niesnia e para tratar em o Alieno da .'.'oa^
vista n. 1 loja de louea. ~
2 Vendeiu-se suecas coin faiinha minio boa, por
nrreo co.....iodo defrontc da ribeira da Aoa-viata, ven-
da n. 58: na niesnia precisa-ae de um calxeiro menor. (.{
X1=; \ ruda n se por preco commodo as obras seguintes,
estando em bom uso : 10 vnluines da obra de Locr, Ks-
prit du codede conicice, 5 ditos de Pardesaus, cours de
dn.il coniniercial, 1 ditodilo, traite des servitudes, 4 ditos
d'iim a Cinco, fallando o n. 3, (Ciivics de rilangicri, tem
cominentarc da niesnia obra 2 ditos de theoric de IV-
eononiie polilique 2 ditos de Valtel. le droit Jes geni.
3dilosdeSav, economie polilique, 3 ditos de Gnieinri .
inslilnilioiie'sjuri PccIeSiastici, 1 dilo cdigo civil, 1 di-
to lices de diieito publico 1 dilo cdigo do proecs-
so criminal 1 dilo principes d'conouue 2 ditos gra-
dos ad parnassuin 2 ditos collcccdcs das Ir-li do rVrasil .
de 1808 a 1813 1 dito de 18-2(i (l (820 2 ditos dicciona-
rios trance/, e portugus de Souxa, I dito den. 2, hes-
panhol c ingles, 2 ditos de droit de la guerie, I dilo c-
digo do processo crlinluai de primeiro instancia, I dito
deabrtlns, manual dlploniatlque, 1 dito dos poderes .
e ohrigai oes dos jurados, I dilo da classe dos criines, 1
lito de licutham tials, de u. 2 ; 1 dilo de indique des
isaruiblcs, 1 dito de Fritot, ranrit de droit, 1 dm de
Beiiili.ini ilefense de lesiire 0 dilos de Cavallar jus ca-
iioniei, 1 dilo de Rousseau contral social J ditos
de (Turres de Monlesipiieu 2 ditos esprit des lois de
Moiilesqueu, 1 dito, processo orphaualogico, I dilo mc-
thodo de csludar, 1 dilo de necearla des dlicts, I dito
de Fleiirigcon, guide des jures, 1 dilo de cathecisine de
eoiioinic polilique I dilo dla adiiuiistraliou, I dilo
de Aignan histoire du jury, 1 dilo de Pailliete, supiile-
uieiii, ou manual de droit frnjala: quem pretender,
dirija-se,i ra doVgarion. 19. > < (.'50
Vndese assucar de prime-ira,
eguoda c terceira qualiiiade seeco c
bom para expoliar e por precos rasoa-
veis a dinlieiro e a praso ; no armasen
de F. K Alves Vianna na na da Sen-
zalb Velha n I 10.
Vcnde-se urna porcao de meios de
sola com pequeo deleito por milito
barato preco ; na rita do Crespo n. 10 ,
l'ij.i da vinva Cutilta (itiiiii.itaes.
Escra\(!S Fgidos
2 Fugo no da 8 do corretn um pelo do nonio
Jos de nacao Calabar, de 20 annos pouco mais ,
ou menos ; levou calvas de ganga americana riscuda ,
camisa branca ; lem uns calombos a cima do nariz ;
quando fugo seguio ss parles da cidade de (iluda ,
levando un* bon de galio e din cmbrulbo com mil-
pa rmbrulhado em urna toalba ; roga-se as petiuas en-
carriladas da polica ecapilaesde campo do o'ap-
prdi'-n.lerem e lev.irem a IUa da Crux n. 26, quegene-
rosamentii su gratificara ,'1U
CIncenlo mil ris de gratilieacao
a quein pegar a pela Eugenia, de nacao
Angola, reprsenla ter 20 anuos de ida-
de, estatura regular, be milito descalca-
da (piando falla, condnzio, (piando fugo
em 29 de Janeiro, urna caixu com roupa,
por tsso (ne se ignora de que trje ande ;
be bem conbecida nesla praca pur ler si-
do do Sr. Jnoquim Jos Ferreira da re
nba, e rpiando Itigio anda va venciendo
finias : ba toda asuspeila de estar occul-
ta cni nlgr.ma casa nesla praca por ter
toda a propenso para estar scrviniio
dentro de casa. Quem a pegar leve a
praca da Boa-visla, botica n. 32, que re-
ceber a gratifcacSo cima.
lOO.yobo ris deftialifici^a
A quem pegar a escrava Joanna de
uaco Angola cor fula ipic OHlr'ora
pcrlenceti ao Sr. major Nicolao Tolenli-
tm de Vasconcelloa da Parabyba do
iNoi te a qual consta com certeza adiar-
se bulada desde 18'p em urna fazenda
junio a villa de Caico : mas o iufor-
inante nao sabe o titulo que se d a c.^sa
Id/.euil 1 apenas informa que os dono*
sao fallecidos e que a dila escrava ficoil
em poder dos lilltos menores, sendo osla
a nica prova de mais evidencia por on-
de mellior se poder conseguir o nome da
dita fizenda e dcpols com mais facililla-
de a aprebensao da dila escrava por ler
ella visivclnieulc um dedo do p com-
pletamente alcijado ou denominado
modobim : quein a pegar leve- a ra do
Sebo n.n 13 que se dar a referida
quautia.
3 Fuginnodla 13 de Janeiro urna escrava de no-
me Benedicta de nacao Angola com os signses se-
guintes : representa '2-2 annos baila, secca do corpo ,
he vesga di um olho lem bastantes cicalries pelas
cosas, tan os denles da parle inferior podres e na len-
le da parle supe.Jor falta dd.es ; levou vestido brumo
vellio e urna sala de ganga atui nova e pai.no da
Cotia com lidras aiurse brancas, letou mais urn la-
bolero com sapalos e fni encontrada calcada ; quem
a pegar, le\a t ra da Concordia n. 3, que ser gene-
rosamente- recompensado. (0
PEBN. J \ATYP. DE M. f\ DE FARIA l8/|5.


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