Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05548


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Full Text
Auno de
184.
Sexta feira A
O IHAItlO publica***, lodos os diasque
nao lo re ii i de guardis,' preco da assigun-
lura lie iXei/fn. poi quai |<1 ;..< Os aununcios dos asuntantes sao inseridos
;i razan di: 20 ris por linlia, 40 rs. cin tjpo
ilillcrriile, o as rrpetices pela niclade.
Os nUC lio forem aUiglianlCI pagoBOrs.
pin lilil.i, lOein lypo dillcrrnlc.
M1ASKS DA LA.
I n.i nova a 0 as 5 h. e 21 min. da tarde.
Cresccnte a II as 7 !ior. o 4 miu. Ja Urde.
l.u.i chi-ia a 22 as 4 lior, e 5 miu. da man.
Aliugoanlc a 2S as !i luir, da larde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
(oianna c Parad) ba, Segundas e Sextas A i-
r.u.
RioOraiid. do Norte, checa a 8 c 22, e parto
a l .
Cali, bcrinliacni, Kio Kormoso, Parto 'al-
vo, e Maccyii, no I., II cal de cada mes.
Garaiiliuns e bonito a III e 24.
Hoa-Vista e Flore* a 18 c 28.
Victoria (Jiiiutns feiras.
Ulimla todos os dias.
PltK.AMAIl DE HUJE.
Priiueira as 2 li. r .VI miu. da mauliaa.
Segunda ai 3 li. e 18 uiiniilos da larde
le Abril.
Auno XXI N. 7*-
das da semana.
:il Segunda S. Il.illiina. And. do J. de l)i-
reilo da 2." vara.
1 Tiica S. linearlo. Rilarn, aud. do J.
de Direito da I." vara, < da J. dos Peitos.
2 (nula S. TheodoslO, and. dn J. do Di-
reito da 3. ra.
3 Quinta S. Ricardo, and. do J. de Din ito
da 2. vara.
4 Sexta S. Isidoro, and. do I. de Dlroitoda
1. vara, e do Jit dos Fritos.
j SabbadoS. Irla. Re., aud. do I. de Di-
reito da I. vara,
(i Domingo S. Marcellino.
CAMBIOS NO DA 3 DI'. ABRIL.
Canil.iis tolire Londres 3S ... -> ;
.. ii Pahs 37 rrts por franco.
ii n Lisboa 120 por ICIO de prciu.
Premio de lelr i< de bo is Urinas I por ".,.
Uoeda de cobre ao par.
Ouro-Mocdad BflOO. .. 17*200a 171400
i. il,-('..l'i.i iiov, I7IMI i .1 i:..-:!ci
de l.sii.lil O#300a 0SMI
Prala-Pataces......IsWla 2*1)00
>i Pesos Coluiniiares Is'JSOu i .-" s
Ditos Mexicanos l#D0a l/BHll
.>,-, oes da <-' do Beberibe .iu,mhi
DIARIO DE F
PARTE CFFIC1AL.
Gobern da Piovncin.
Kxpedicnic ilo i/in 22 do fiwdJi.
OMieioAo eoiniuissario pagador, reinettendo a guia
do alteres da coinpanhla de cavallaril desta provincia
Jos Mria de Ccrqucira Cesar, que'para aqui foi re-
ini niila prla F.xm. presidente de S, Paulo.
DitoAo presiden!" da cunara municipal doRccifc,
declarando pin resposla ao sen ollicio de boje (22;, qu
visto ;iinil.i nao tereni alguns rollegios mnettido as ac-
tas da eleirao para senador, fiea a respectiva apuraco
gir.il espadada para o dia (i de abril (presente)
DitoAo delegado do termo do l.imoriro, seienlili-
cando-o d'baver resolvido, que o deslaeanientn de guar-
das u.ieionaes, que alli fai a polica, seja substituido por
outro tambein de guardas uacionaes, pnrni de 20 pra-
vas, e sol o commaiido do leiceiro cnmuiandaiitc de
companbia do corpo policial Manuel Zelerino de Castro
l'itucntcl,que para aquel la comarca vahuarrbar.-- Expcdi-
r.o-se as precisas ordeus, para que se eH'celiiasse a mar-
t'ba do mencionado 'I' cotniuaudantc.
dem do dia 2.
OllicioAo Exm. e Rui, bispo diocesano, convidan-
(lo-o pan olliciar no Te-Heum, que eni accaio degradas
ao nasciiiieuto de S. A. 1. o Principe berdeiro da corda
do Brasil vai ser celebrado eiu a igreja matru de Santo
Antonio no dia 7 de abril (presente); e bem assim para
assislir ao cortejo, que nesse dia C depois do Te-lleum
leill lie l'aier-se cligic de S. M o Imperador no palacio
la presidencia.
Dito-Ao presidente da cmara municipal do Rin-For-
nnoso, declarando eni n spnsla ao sin ollicio de 12 deste
nuc, que as licc nr.as para aberturas de tojas e vendas
tidcm ser expedidas sob assignatura do presidente c se-
erclario daquclla cmara, por isso que be eill viitudc
das respectivas posturas, que as cmaras concedciii laes
licen\as; e que a correspondencia com as autoridades
superiores deve, na lrina do artigo (ida ledo I" de
ontubio de 1828, ser assignada eiu coiporaco?io mes-
ino sentido ouiciou-sc apresidente da cmara munici-
pal desta ciilade.
DitoAo inspector interino da lliesouraria das ren-
das piuviuciaes, renieltcndo una iifmiuaco do direc-
tor interino do jardim botnico deOIiuda, para avista
d'ell i roruiular as condiciVs, eom que se deve por cin
arremataran o arrendamenlo do mesiiio jardim.
DitoAo dacdarrl Vicente Pereira do Reg, coucc-
idodo-llic a denntsiio, que pedio, do lunar* J.- p.-ionio
siipplcnte dojuii municipal da 1" vara desta cidade. e
le tercciio do juiz d'orpdfios; e ordenando, que paste ao
segundo supplcntc da 1 das referida* raras os fcitos,
ella pe ilenceiitei, que estiverein eniseupoder.- Ofliciuu-
sir i respeito ao incneionado segundo supplcntc, ccoui-
muuicou-sc ao presidente da relacao.
Dito Ao COIIIIIlissario pagador, ordenando, que
Gantllno Agoslinlio de barros mande pagar 4:112041100 rs.
Mr Son laceas de farinhn, rcniettidas para a liba de
Kernando, Coininunicou-sc (andino Agostinho de
Barros.
PortarlaMultando, na formada declaracio t| do Be-
rrctndeSOdcjulllodc IS28,ncollcgio elciloral de Cimbres
ta r | ni n lia de 300/ rs., rabiados por entre os respectivos
Miembros, e com applicaffio s ilespexas do curso juri-
ilico, poruito baver o mesiuo collegio remettido a acta
ila eleirao para un senador a lempo, eill que podess
cmara municipal desta cidade proceder apurarao ge-
ral no dia, que para islo eslava desuado.Igual mul-
ta, e pelo inisuio motivo, fol imposta aos collegius clei-
loiais de Papacara e Cabrobii; C reiuettiro-se copias
das portarlas aos respectivos juises niuniuipaes para as
l'a/eiiui cxecular.
Oflii'ioaDo secretario da provincia ao primeiru da
assciubica legislativa provincial, c......iiuiiicaudu, que
vilo icr o coinpctrutcdestino as posturas da cantara mu-
nicipal do Unjo, e os artigos addicioiincs is d'esta t s
la de Garauuhuus, que, approvados pelamcsiua assem-
llla, acompauli.iio os seus olUcioS d'llOJC(2uj8 18 do
crrente [marco).
JuVm ilo Un 27.
OllicioAo delegado do Orejo, acensando rccepco
do sen ollicio de 20 diste mes ('marco), co que dava par-
le do assassinio docnpilo Tr.ijano Targine de Moma,
das eircumstaucias, que nelle occorrrao, c das provi-
dencias, que tomara pira conseguir captura doassas-
sillO, c a puni'o d'esse ciime; reciiiumeiidaudo, que
rom ellicicia prosiga nessa trela, e na de f.r/.er conven-
cer os habitantes d'aquelle Icrino, de que devem con-
tar com a pruleccAo das lels na lunuutcilfaoc segu ama
le (lias pessoase bens; c iliicnilo, que, se necessitar de
inaior torva que a do destacamento, que l est, deve rc-
jtiisilal; da gualda nacional.
DitoAo presidente da cmara municipal do I.mo-
cho, declarando em resposla ao sen ollicio de 15 do cor-
lente (marro;, que os fregueses da respectiva paroebia,
moradores em una fraccao da frrgueaia, que pertrnc
OO (crino do Orejo, nao devem volar na referida paro-
ebia, por isso que, segundo a doudina do a viso de tiinta
C un de Janeiro de (835, lie a divisan civil, que nao
a ccelesiaslica. que deve regular no caso present
cuiupre prevenir o caso, por S. me. supposlo, de vota-
leni aqu Mes moradores em un termo, leudo j volado
lio oulro, e eill elricao da niesina naluicza
lii.nA cmara municipal desla cidade, ordenando,
em coiisequeueia de requisieo daasscnihla legislativa
provincial, Cica expedir diploma ao suppleiile, que lle-
ve substituir ao meiubro da mesiua asscmbla .los Tcl-
les de Mcncies.Coininunieou-se ao 1" secretario da as-
scmbla legislativa provincial.
dem do dia 28,
OllicioAo comniaudante superior da guarda navio-
nal do municipio do Reclfe, determinando, expeca suas
nid.-lis, para que no dia 7 de abril (prsenle), em plena
igreja de Sanio Amonio vai cclebrai-se un Te-l)eum em
aci.ao de graeas pelo leli naseiinciilo de S. M. I. o I rin-
cipe berdeiro da coroa do brasil, os batalboes 1", 2,e3a
da mesiua guarda nacional, c o respectivo esquadnio de
<.iv,diaria, reunidos companbia de artfices, a provi-
soria de guardas uacionaes destacados, c de carallaria
de I" liaba, Ibiuie'm Pin grande parada as 10 lluras da
lii.loli.i, para, depois de estar postada na l lia Nova, em
qu.iiito durar o referido Te-I)tiim, iiiarcbar para O largo
Je palacio, liui de dar as descargas do COStIlllie, c as-
sislir a ollicialidade ao eorlcjo, que leteiu de liucr ao
relalo de S. M. o Imperador; e reeoniinendando-llie,d
as neeessarias providencias, para que DCSSO dia, e no
.....lediatameu'.e antecedente seja a piara guainecida|
das cmupanbias de cavallaria de linda, e de guardas na-
fionaes destacados, o ao director interino do arsenal de
nena sobre a de artiliees.
D(oAo administrador do crrelo, ordenando Tara
dar deslino todos os processos, e correspondencia of-
licial, que pilo eoncelbeiio presidente da ivlarao llie
for reinellida.Parlicipou-sc ao presidente da relar.io.
DitoDo secretario da provincia ao primeiru da as-
scmbla legislativa provincial, acensando remessa das
posturas addiciouacsda rainara municipal desla cidade,
mili in.nneiiie appi ovadas pela presidencia, C por S. S."
exigidas em ofliciode liontem 27;.
Command d.s Armas.
Quarlel teneial nn cidade do Hecife 3i/< Abril de 18i,"i.
(1I10KM no div n. 31.
S. Exc. o Sr. general couimandaule das armas man-
da publicar, para euiibeeimeiito daguarnicio d'esta pro-
vincia, o ollicio abaixo transcripto do H""1 c Es. Sr.
presidente da provincia. *=
III......e Ex,.....Sr. Hateado a junta do histica desla
provincia recusado tomar conliecinienlu do procMSO
pelo criiue de deserrao do soldado da '.' companbia do
Z.'batalllSo d'arlilbcria a p Francisco K/.aquiel da Sil-
va Arouca, como le ver a esla presidencia o antecessor
deV. Exc. em ollicio de.') de selembro p. p., quena
mesiua dala foi levado ao conlicciineulo do gov i un de
S. M. o Imperador, dando por inodvo de lal recusaran
ser o dito soldado subdito portugus; liouve O uicsnio
Augusto Sculior por bem resolver em aviso de I.) de le-
vi reiio p. p., sobre consulta da seccao de guerra, e inari-
iilia, do roncclho d'eslado, que, sendo principio eslabc-
leeido no dircilo das gentes, que lodo o estrangeiro que
coiniui'tlc crinie em mu paii, deve ser punido pelas leis
desse paiz. e bavendo-se o dito portugus ligado volun-
lariameuie so srrvlco militar do Imperio, oceultando a
SUS qualidade de eslrangeiro, licou desde logo sugeilo a
lodas as coiisequeueias d'aquelle acto, e por isso, leudo
couuncllidu o crinie de descreo, deve ser julgadii pelos
liibuiiaes militares C sollrer a pena que for imposta, sen-
do demelliilo do servico depois de ciimprida pelo reo a
entenca; o que coinmunlco a V. Exc para lser constar
SOI inembros militares da referida juma de juslira. e
para que lique na inlelligeneia de que no UICIUIO aviso
lia o mesino Auguslo Scnlior por uiuito rrcimimendado
que na admisso de voluntarios se traba o mais escru-
puloso examc Sobre a qualidade de cidadao brasileiio,
ni ilc evitar paran Inclino aconlcciinculos senielbaii-
(es. Dos guarde a \ Exc. Palacio de Periianibuco 10
de Alai i n|r ISi.a. -T Thoma: Xiiricrarein dr .HauiU --
lllmi. o Excel. Sr. brigadeiro Anlonio Concia ^iira,
conimandaote das armas.
Joic i/ii Silva Ijuinariiea,
Ajiul.iuie d'ordcus.
u
RIO DE JANEIRO.
Nosso leitores lerd comprascr os seguliites extrac-
tos Cmara din Deputiulo, artigo da Senlinella, onde se da
o resumo de alguns debales da mesilla cunara.
Basta de prembulos, e vamos ao olijcclo d'esla car-
la, que seni duvida eslreia-se por materia iniporianle,
qual lie o projeclo das eleiriies.
O >.ilil.inli i, aquem mais a uiiudu ou.o, por 1611-
l.ir-se a qui perliullo de niiiii, allirnia que esle projeclo
val salvar o Brasil; nao sci se o lleva acreditar, porque a
alguns deputados Icnbo ouvido que os Humeros que u
redigirao d'esla vei doiniilrao; e assim n deve ser, por-
que o Niines Machado Imje o disse fin liliui; c bem sabe
Vine, que o Niines be lioniem entendido em materias de
salvacao da patria, de libcrdadc, etc. Ora, coiiii reinos
pelo principio
ii I.evaulou-se o 3.* secretario, 111090 de militas es-
peranzas, c iiiuilo deseniliaiarado c dcscnipocirailo, e
fes opposico au projeclo. Ouaiido lal ouvi, disse logo
com os ineus ponleiros: Est ludo perdido. O projec-
lo mi piide deixar de eabir com esla opposlcao. E en li-
nda raao para diirl-O, porque o lal VHiela lavares, qui
be mu dos dapafra/aa disse, dadlas, que la em Peruam
buco reccilia iiiiIiiiik de piliii, anuarias (arfas, e amea-
rou a socicil.ulc brasileira com tapora lieiliamu (qui
tifio sei o que be), dcclatou que mi era boiucui pol-
tico, mas eslava acomunado a cstudar as leis, apreciar
:i sua raso, etc., 6 que por isso encontrara ilefeitos limi-
to Importantes no projeclo. Einblrrou logo no princi-
pio com a palana SIWIMIUO, que vcni no i 2." do arl. I.",
disse que nao sabia como se bavia de ir buscar o
juil de pasque eslivesse prcto 011 degradada pata presidir
juma de qualiAcacao. llein se ve que o bouiciu est
multo acostumado com o esludo das leis. Depois to-
mn grande cnlliusiastuo, defendendo os foros dpcida-
lo brasileiro, c atacaudo o projeclo, que exige para vo-
lar tas eleirocs primarias o ler lOO^UOO rs. em prata.
Parece que o doitlor quer que baste o ler 100/000 rs. ,
anda que seja n'aquellas notiudas verdes ecr de lijlo,
que vicrao la do Marauliao, segundo aqui disserSo. Em
nina roda de deputados que se juntoii em torno de inin,
allinuava-se que o impugnador do projeclo alirava-se a
esse artigo para nao plivar do voto aos 2:000 arliilat de
Pernanibuco, e nao sci a que outras jiessoas; so assim
be, fe milito bem o Sr. 3 secretario; os 2:000 artistas
pcleni servii-lbc para inulto. Depois aggiedio o pro-
jeclo por alguns crios de Imprenta. Nada eseapou ao sen
talento e agudeza!
Pedio a palana pela ordeni oPeixolo de linio. Esle
he lim cidadao dislinclo, que fez cessao do subsidio, na
legislaluia passada, para as urgencias do Estado: ducm
que a cessau nao passou de parola, mas cu nao cielo.
Disse esle depulado que a diseussao do 1.aartigo, rom-
p rbciidcndo tantos pai'Sgrapuoi e lautos meiiipros, era
lima verdadeira sorpresa; e leqiicico que se disculisse
o projeclo por $, ajiinlando-sc os meiubros aos que nao
tivesseni Ui.....broslO requeriiuciilo Ibi indeferido, que
j.i a diseussao eslava encelada.
.. Lcvanlou-se ento o Odorico, e disse que s dc-
Icndeiia no projeclo as ideias que elle cosen amigo Pau-
lo Barbosa havlao consignado eill outro, sobre o qual se
elaborara !o da coiiiinissiio. Esla declararan, segundo o
asscvcioii mu depulado que eslava sentado delionle da
mesa, lia importautissima!-----O tal projeclo paieec-iiie
que de un serido de leinendos: da ideias que sao dos
ilous amigos -- da Juanita c com as quaes a coiinnis-
sao nao concorda; da unirs que sao da comiuissu, c
com as quaes nao coneord'O o Odorico c Paulo Barbosa j
da outras finalmente [vn
que a propria coniinissao nao
pelos liatallines ( e .V la j mencionada guarda nacio-lesla de accordo! D'aqui coucluo cu que le decleijoes
rial.- -Olhciou-se ao coiiiniaiidanle das armas u cereal nao se fai este auno.
.. Como lile la disendo; o Odorico ilefcndeo a palacra
riisjifiuii eos ItlillHIO rs. etn prala. mostrando grand
recelos que a uiocda papel descesse a tal poni quequem
livesse diz putnnirs livesse IOOM0O rs. boa noticia pira
qiieni tem os laes papelinbus! Todava nao se assiisli
\ me., porque ahi est o Sr. Manoel Alves Brauco qui1
da de remediar ludo. -- O illusde preopinante declarou
que o svslema do projeclo npousava cin duas grand
ideias salvadorastirar toda a inllueneia ao governo
e toda aos proletarios.
11 O Nuiles Machado, que lian tem papas na lingo.i,
piando 1.1I ouvio, tifio pode mais eonler-se, levanlou-
c passou lam.iulia sova no piojeclo que o piibrcsinlio li-
cou dilacerado! O projeclo, no entender d'esta fnrfi/eti-
m parlamentar, beInconstluicioual; eluda mais, todas
as operaees por elle decretadas para a mialincaciiQ do
votantes,' urgauisaeau das juntas, etc., sao bio emuiara-
udadas que nao se podera executar. Depois que uiui 1
posto Nuni'S, euleudi que tiuliaii'oiubado da boa le di
pobreS ild.iuli.i. Com ell'eito lian lie Sil 0 CBNSO elciloral
como por aqui Ibe eliamao, que esta contra ,1 coustitui-
ffio; lambeni excluirn do voto as 1 leones primal as ,i
pessuas que pela eoiisliluir.io nu PStfin excluidas, como
sejo os guardas uacionaes. que pelo laclo de estarci
destacados nao pdem votar. E di/eiu que ogovenio nao
tem mais iulliicneia eill eleirocs...
Ao Nuiles Machado segUlO-SC O I). Manuel, que dis
te odiado! 'leve o arrojo de avaluar que acliava li
lioasteinstrucres de i (le main de IS12: que nao que-
rix profressos anti-ioiKlititrioiincs: que estiva 110 regresso
eonslitariimal, e que lio desejava que tornasse o pdel-
as lilaos de liomeus que estivtiin por instantes a perder
a nao do estado! O projeclo, segundo este nobre de-
pulado, nao previne nenlium dos abusos e eriines que se
teeui coiniiieltido, e que nao sao senao o resultado de
nina legislarn que nao est em relay fia com os princi-
pios, liabllOS e cosluines dos povos.-- Disse ,linda, que,
te pastaste senielhante lei, nao serla entendida nos lu-
gares do interior. A islo at 1II1011 o Coellio Bastos, di-
mudo que l pelo sel tan da sua provincia se entenda lo-
go a le! Ora, o qiu> pensa \ me. que responden o D.
Manuel.' Apottoque nao adevinha. Poisdlite-lheque
assim baria de ser na P.irabvba, onde o lal legislador de
re; que, quando ojuii de par. o fosse consultar a res-
peito do qgi' quera lluer a lei ci......s laes eqHiufaulif,
elle responderla: Isso lie inulto simples; quer dlter
qrte votein na niinlia r/iiqiii.' O Cnellio Haslos mlico
a viola no tacen
Depois do I). Manuel fallaran o loscino eo Urbano,
que nao acuario una espinlu no projeclo nulo para el-
Ics fui liitil, nulo eslava uot ralas da cuutlituico. Eo
mais be quenft tcl o que Idesjdo de responder.
A gente dapalrnllia esleve na multa ; etainbem a-
moilados eslo oulros Sis., que litio sei por que espciaii
Met amigiinbn, o silencio de alguns deputados nova-
tos, que devem querer mostrar que niiu sao iieuliiins
liirpas, tem-uie leito liauar: llavera por ah alguina coli-
sa.'!... Olde, en cstoit iniiilo deseonliado que a ignji-
ulia quebre-se algum dia, c entao tereinoi moscas por
curdas!
' per m7 wi Bi/ca
ASSCMIII.KA PROVINCIAL.
CONTINUABAN DA SESSMi DO IUA I* DE ABRIL DE ISi.
O Sr.Alcanforado responde aos argumentos do Si. Ta-
ques, e concille volando pi la sua CUIPIlds,
O Sr. i"atais d algiimas explii'ariies; sustenta os seus
argumentos C declara continuar a votar pl'lo pare-
cer.
0 Sr~. Olivcira: Sr. presid ule, pedi a paluvra,
somonte para justificar a secretaria do goveruu, 011 pa-
ra repellir a acensaran que llie fui lil.i; son ullici.il
inaior desta repartirn, llevo diter algum.1 eoiis.i.
Tcein varios Sis.deputados aceus.iilii a secretaria,por
se ter passado o proviiueulo ao peticionario, sein lercllc
payo os direitos demerco: onobredepulado ufio me
apona tuna lei,'que obligue a secretaria a nao pastar
diplomas de provinientn de empregos de eoiniui'.sn,sein
se li.iver satisfeito os direitos; a secretaria exige soiueii-
le o previo pagamento de direitos, quando teiudc pas-
tar ttulos de serventa vitalica; mas nos pruvinieiilos de
coiiiiuisso sempre se seguio esta regra; iieni da lei que
mande o contrario. Aqui esta un nobre depatado (a-
pona para o Sr. Lopes Cania) que leve mu pioviiueuto
pan o Iveco, cujas empregos anda boje san considera-
dos de cotuinissao; teve o scu diploma assiguado pela
presidencia, sein daver pagu os ilireilos, e todava uiu-
gueiu disse que o oblcvc siilirepliciaiuriile ; o mesiuo
nobre depulado que loiiiou parte insta diseussao [O Sr
Lodo), quando foi prvido 110 lugar que occupa,rcccbCO,
o si 11 diploma sein daver pago os direitos de meic.
U Sr. Lobo : .Nesse lempo 11.10 se pagavao.
II Orador : l'agava-sc, sim Sr.; o selo laminan era
direito do merec; entretanto o diploma foi-lde entregue
sein daversatisfcilo esse oiiiis: a obligaran de do elidi-
da 1 r]i.niiro, que uo deve dar poste, tem que o titu-
lo esteja legalisadu; te liouve falla, te o peticionario
foi 1 inpostudo sein daver pago os ilireilos, o erro foi do
ilir. clor dptycco, que Ule den posse sein esse oims es-
tar salitfciU ; da parte da siciel.nia nao liouve fal-
ta algUUM ; proeedeo-se no caso em ipieslao ,
como lie di* ciisluine. Agota dircl algiima SOII-
se a cerca da questo. I'.u nao nedo destituida de funda-
inentoa pielenr.io dn peticionarlo, milito inalt quando
lia excniplos em se.11 favor, como se d no succedido rom
o uosso illustre collcga.'o Sr. Floripcs, que eslava as
mesillas eircumstaucias; que, sendo prvido ,10 inrsiiio
lempo, pagou os direitos do scu titulo na raas de lo
porrelo : pareec-iue pois que o peticionarlo el:i 110
caso de gosar da mesilla vantagein, por equidadr.
Ilejulg.ida discutida a materia, c poslo o parecer a
votaran Ibi regeitado.
Eill seguida fui regeilada a emenda do Sr.I.obo, e ap-
provada a do Sr. Alcanforado.
C'oiiliiiiin a diseussao do parecer n. 10, adiado daseuio at-
Urior.
O Sr. Lopes Oama : Sr. presidente todos sabem
que nao son legisla, do que alias leudo milita.pena;imc
111 lini nao me dedique! a oses esludos; respeilo milito
OtSrS, legislas; e como leudo eseripto a respeilo da ma-
teria MU diseussao, convido alguns dos Sis. legistas que
estn uesta casa alias pessoas muito dallis, para me
iiislruireni sobre iiiiki duvida que tenbo; e vem a sci
a competencia desta asscinlilca para legislar criminal-
mente sobre cidadfiot, que eu considero, nao militares,
mas bomrus q ue eslo 110 goso do foro coinniuin. Que o
corpo de polic ia nao de tropa, islo parece-me de pri-
meira iutuiro; cirio que todos nos conviiuos em que o
cupo de polica de un aggregado decldadaos seni ne-
nliiim cai.ieter militar; ora iiiieiu nos autnrisou para
privar ilo fino eoiniiuiiii .1 etsi i botlieut, .1 esta eorpo-
r.irn, e inaiear-llu penas, e neil.lS alllicliv.1t, C0IIIO sao
as penas de prisfio, ele, etc. ?
(bu-da leis militares, teieii; e lalves mesiuo liaja
mu cdigo militar, que uo sei se lie do conde de Lip-
pe; tifio sei se lie este que cita eill iliscuss.iii, mas em
iiiii he una lei geral; taudem tei que rcspcltaveit ju-
I Itcousultos,i'uiie nos, pestoat de priineira ordi*m, ate
eit isi.is nostot, qiiereui, ou ti'm entendido que as
assriiiblcas proviuei.ies pdem legislar ti esle respeilo,
mas eu qu itera conbecer as ratOet em que se fiindfio;
poique slmplesnirntc diter prfi m nao un- riinvence; qu, -
10 saber as raziies por que pdem; qui 1 > pois ouvir lia-
lar csia quesillo previa, que para iiiim de uiuiln iuipor-
lanle.
(Ira, se se di/, que a resobran esta no aeto adilicio-
nal, entilo vuu tirar illa, oes e dar una grande amplidau
a esla lleterilliuacfio do arlo aililieioii.il ; porquauto,se
por estar estabelecido o pi'incpiu de que a atteinbla
compete marear a rorea policial, te pude deduxlr, que
se pude formar mu eoditto prual pora o eorpo policial:
illrci laiubeili que n nssenibln pude formar cdigos pe-
II es, para os Irades, para as irmaudades, roQJnrias,
etc. etc.; mas aoude Irla parar isso ? Pela iiiesnu rarfio
que pela palacra marrar ,1 lona policial, se dedil/, que a
asseiublii pode formular mu cdigo penal ttmbeni eu
digo que pude lbrillllj.1l' II111 cdigo peo il para as cor-
porariies religiosas, e para lod.is as irmaudailet ; os ca-
sos em que os irmiios devem ir para a cnleia bao de ser
laes e lies, etc. onde val p.nar ittO < ivio que o nego-
cio be id* algiiuia dilliculd.ide; creio que sem esta dis-
eussao previa a asscmbla nao pode dar um pasto, com
argimieutos de autoridade,coui qnanto sejo muito res-
petaveit as pestoat que emiii-'iu cssat upiuldcs, toda i i
para miiii nao f.i/cui lei, sao tiIII multo etjieilaveis; mas
bimbeiu ja do uve um ministro que por um ivisu maudoii
abolir una lei notsii, et pela sua autoridade ileviamot
nos abolil-.i t irlo que nao; tfio hoiiieut que pdem er-
rar, atsiin como me parece que etle ei ron; porque me
persuado que elle nao eslava auloiis.iilo para mandar a
esta assciubica que rcvogastc nina lei sua; do inesilKi
modo piiilem errar outras; eu trullo estes escruplns, de-
tejava ouvir de algum juriteontulto as razes da eom-
jieteni 11; son Ignorante; quero volar routeieiiciosaiiieii-
1 reqiteiio srr ese alri ulo. Repilo, al gilientos de
autoridade nao me servem, inn enncelheiroi e iiiinistrn
de citado j cirou, ao menos segundo ininjia opinin, e
boma seja feita au presidente i\^\ provincia, que nao qm/.
cumplir o scu aviso; ettaiuos iii'tie cato, nada de auto-
ridades; caqui esla um illustre iiieiiibrn lito esclaieeido
qneni pero me instiua.
OSr. Tuques : Eu tu posta aprender do Sr. depu-
lado;
llOrador. OSr. depulado pude aprender de lllilll
ceremonias da igreja, ajlldar iuissa, iiirsuio di/er inis-
ia, parece-ine que sei mait do que o Sr. depulado; mas
i respeilo de jurisprudencia en Iblgarcl lliuitu em ser
lilisrilido pelo Sr. depulado.
0 Sr. Taqutr. Sr. presidente, pedi a palacra, nao pi-
i esclarecer o nobre depulado, cujas Unes sao muito
superiores as que vil posta ter nao su em material d.i
igreja, que faseill iilijeelo da su i prollttfio especial, mas
eni minos ramos; porque, alni de nina iiitelligeuri.i
superior n mull a. tem ettudadu muito mait na longa
iil.ulr i ni que j.i vai ; Cun qnanto poit nao leuda Hilo a
fortuna de ouvir ot notsos graudet estadistas, cuja opl-
nifiodeteja tabero nobre depulado ni tettfio pattada
toniei a liberdade de lser alguma* cousldrra(i)et a ca-
ta para ser coherente com o pareen' da comiuistfio de
eonstiliii. o, que assiguei o auno paitado ; expui .'lign-
inas raides, pelas qu.iet me parcela, que a asscmbla era
competente para legislar na materia ; ecomquanto nao
seja muito de opioiao de me decidir pelo pensamento de
algueni; COII1 ludo julgo, que Pili questes delicadas de-
venios atlcndcr a tiiitoridadr c ao modo de peusar
em.....IIni nao devenios ter a prelcni ao de quererfairr
prevalecer a Oossa rato individual; iiiima queslao to
iiiiporlanle coiiiu esta, parece-ine,que val milito o cxci;i-
plo de todas as provincias e o pensar de \ arios minif-
(rus da eor.i e do supremo eoucclho militar que eu-
lendcrfio, que as titteiublat i rao rmpeteme! para le-
gislar a respeito lia materia sujeila. Eu poiciu pedi a
palana priliripalllirntP para reeliliear una pule do
ineu discuisn proferido na ultima tessfio e que fol pu-
blicado pelo jornal da casa, com una itiexactido sobre
a qual nao potSO dci.xar de reclamar.
Iliui fallado a cena da vantagein, que liavi.l do er-
p(i de polica estar sujeilo ao ebrle de polica e niais au-
lorid.i'li's puiiei.ics, e, depois de tcraddutidoalguma cou-
>.i para provar estas vanl igeus, eu disse, que talvci des-
;rai ailaiiieule i ni .ligninas ciiciniislaiii i.is fOtte grande
,'antagem ufio estar o crpo de|iolicia sujeilo aochefe
le polica ; que una occasiiio us deverumoi multo ter
fulgido do clni'e de polica nao ti i acciia iuimediata so-
bre esse corpo pal.i elle nao o seguir e para se oppr
i seus desvalidos' alguns collcgas iiossoi comprcheude-
r.io ineu peiisameiilo e a dpploravi'l qu.ldra a que cu
feia-me e opoirao-iiie. lleferi-me ao pastado, e
nao a actualidade, ionio vem uo jornal da casa nema
qiieni actuallliciltc OCCUpa esse eiuprego. prssoa a qtiem
pello, e que espero sala da autoridade que lite fui
confiada, eill favor da causa publica [npoiados J
Dini alguma colisa anda a cena do argumento, que
foi lia/ido pelo llObrc depulado, quando disse. se nos
compela legislara cena de irmaudades c contrarias c
iiiipui Ibes penas CU ciein que sim. uus nao pde-
nlo-, cslabel.c, r una legislara^ especial para contra-
rias ; nao podemosdiser que baja mu cdigo civil* ou
penal particular para Irmaudades c confiarlas ; as re-
lares geraes nao podemoa legislar, mas, considerando
is rclacrs dos mciiibroa de una coufraria ede nina
iimaiid.ide entre si, coiuii de iiieniliros desta irinauda-
de, corpuracao, etc.; eiiiisideraudo o ii man,como inno,
pdenlos estabelecer obrigaoOesc impr penas porque
imiMir obrigaedes sem sanecao importa o uiesmo que
tifio legislar ; no iiicsinu caso estamos a cerca da poli-
ca. \ oto pois como j declare!,
O Sr. Lopes limn : Eu nao impugno quero Ilus-
trarn; nao a (inin nanateria; antolho-se-nicdilli-
eiildades c quero, que ellas se reniovo : o illustre de-
pulado loeou a materia mas aluda upresentou argu-
iiientos de autoridade, e exemplos de autoridade limi-
to valiosos qual o de todas as asseinblas terein enten-
dido que sao competentes ; com ludu aiuda tenliodu-
vidas; porque, esl.dsleeido o principio deque aasseiu-
dlca pode legislar para as irmaudades, estabelecer pe-
nas, ele.; entao pdr-se determinar que o irmao me-
tario dequalqtter iriuandade v para a cadria portan-
tos dias por fallar esla ou aquella reuiiio ; e sei a
islo legal? O cai'ccreiro icccbctaeste preso? Creio que


*--**>&JO
a
i

r.in
i-ccr qm
mi untes, que 11,10
17 tli- niai'i o de
nao ; cu nio o rcccberia so nsilvrstc nessi
fin iiuo combato, mis llco-1110 esculpidas.
Ue julgado discutido e apn-rovado o parecer, salva a
i 1, c em seguidaapprovid 1 iidoSr. Taques.
bntra em discussao o scguiut. pai ccr da coinmisso
de negocios das cmaras :
" A coinmissiiu de negocios de cmaras, u quem f-
1 10 prsenles o projecto n" 27 di.....no de I' i,ea emen-
da substitutiva dii inesmo proj elo, examinando coin
I escrupulosa atlcnco a luatei la nViles cunt la, enteiide
que mi deve apresentar umoutro projecto, ooiuo Ihc
lu od,nado por deliberarlo do 17 de Mario, de 1838,
nina \vt que a nalureoo da materia exelue qualqucr in-
gcrriu a da parte d.is assriiihh'-as provinciucs,
"> projecto e emenda supramencinnudos, alterando
as disposieocs dos artigos II!, 17, 37, 41, 15,54 e minos
da I-i do Io de outubro de 1828, 11 ue, serve di" regiment
:.s cunaras muiucipacs do imperio, tei-lll por lilll confe-
rir.ms presidentes das cmaras d'vata provincia uiuihui-
(oes que, pela supradita lei, pertoncem toda acma-
la, r cutirs que, por l-is proviiu 1 es, I oran iiieiimliidas
1 difieren tes lunccioiiarios pblicos, Entretanto, parc-
endo coinmisso ipie urna seiuelhanic lunovoco nao
i le subsistir, .1 vista do artigo 2'da le interpretativa de
iz de mato de 1840 que explicou o *j 7" do art. do acto od-
dieional, julgnquc nao deve ollerceer un projecto ruja
materia nao se ade eoiiiprelieiiilida no Circulo das it-
tribuiciVsquc o aeto addicional interpretado iracou s
asscmblcas proviiicincs; eporisso he de parecer que se-
jao 1 egeilados o proj co e eim
soj.1 diseiilidus. .'saladas comilllSS
is,''.Aijuiur.Sulmroilt Ara .-, 1.
Koi approrada a primeira par
.ili 1 1 ni discussao o segiittiie parecer da conituis
de pi ii. ,1, sobre u re lucrimcula do provincial do cou-
\ nlu 1I11 Cainio :
V louiiulsso do p.-i; .i-, leudo examinado o rc-
querliuento, ijtie i esta assembla dirigirn o provin-
1 i d e uiis religiosos carmelitas d'esti cid ido, em o
qual prdem, se lites mande restituir a parte do sen con-
vento, que se aclia oceupada pelo hospital de. s. Pedro
de Alcntara, ordeuattdo-sc asna reuiocuo para otitro
edilleio, ruteude pie a prolonco dos supplicnutcs me
roce ser deferida favornvelnioHIo, Porquanlo, dem de
ser inqiieslionavel, (pie a continuacu do referido hos-
pil d no convenio do carino lorna-se iucoiupitlvel coin a
IaeuId ide 1 oiiei ,!i 11 por csi 1 assembla aoa peticiona-
rlos para adiultrem rm sua ordein niais trila novi-
ros; acresce que oppuo-se ah> rlamcntc le provincial
ti. 37 de 2!) de Vhril de 1837, a qual ordenou o remorao
do hospital paia mitro edificio, e mandn que fosse o
1 olvenlo restituido ao< religiosos carmelitas, s> ns verda-
cl nos aj-ossiiidurcs. He por lauto a coininlssao de pare-
cer, qu| seja a poli io junta reiueitida coiuinissao de
urrami-mo, para que, ua deerctaeo da despe/.a,consig-
ue os huidos iiim cssai io-. para que possa ler lugar a trans-
ferencia do hospital pila miro edilieio, poildo-SV as-
sim ( ni e\c( u< .10 a 111 id 1 lei ii, 37. Sala das scsses da
assembla provincial de l'eruaiiibuco, 17 demarco de
1845. -- pan Hrrelo. -- .1/. Varaleanli. -- Ret t Silva.
l.* julgado discutido e approvado.
OSr.presidente : lia puraordem do dia dasestoo
si";iinie 3. discussao dos projrctuf nmeros 2, e8
desl aniel
I es adiados
I," dos projectos mi meros e 9,
r levauta a sessiio, Kniu '1 horas
parecc-
s! ss\o DI 2 UE IDRII. DE 1845.
Presidencia do Sr. /'iiim l'iinilrtiiili.
As II lloras r iros quartos o Sr, 1.a Secretario fas a
chamada c verilca estarci prsenles 19 seuhores de-
pul idos.
" Sr, i." seceelario le as 111 is d is ultimas acssdrs e
sao approvadas.
OSr. I."ictrclai /', da couta do teguliite
1 \r\ lll s .: .
i ni requerltneiilo de Igne Haibalho Lilis l cima ,
prufessora de primeiras letras da cid ule deGoianua,
((lindo que sbja augmenta I i_o seu ordenado eom mais
1 s. por .11:110.
,' eoiuiiiisso de ordenados.
(1 s, 1 ulnie |i ir, r da eominisso de posturas c nc-
, 11 1 1 uuai i>.
'" A cnniuiis*o do posturas r negocios das cmaras ,
I 1I0 c\ iniiii ido as posturas da cmara municipal dcs-
II cidjde datad is em 9 de malo de IS- hedepare-
que sojiio 1 gi tad is eom excepciio do arl. I.", que
'. koso substituido pi !.i Beguilile :
Na su pode edili 11 011 reedilicar, inesmo den lio
d muros, vallados, e cesiras, neslu cidade c povoa-
s do municipio e nos arn baldes eomprelieudidos
listiii'to de declina -.ni I ici'uca da cautart muuici-
1 sol, a nuil! t de ."I 1 .., c l.,ninliij'ao do obra a JIIS-
lo 'Ci.....
o cusan a conunissin ilar as raines ior ipn'
I ojhic 11 io das referidas posturas 1 a substbiii-
ila 111 1 que approvou. l'aeo da cmara em fl>ril
I: Ti-- 11'.' ,1 il'Ai itn.41 J iiitm --. I 1. ',0 i
l'osi- \.ao 1 1 ,1. .
i .y .. ; ... i, /(i-.-;.
.i 1 i. \o se poiiiia cdiiicar, 011 reedificar na ci-
1] i 1 :, u. nrrebnldcs aluda inesmo dentro de muros,
'reas ou vallados, qualqucr que soja a edilicaciio ,
cain.ua niuiiici-
oiilraveutor e
milita o II 1 rs. i 1 inisideradii cidade e sens arre-
. ludo ti'i'itorio do municipio, coiupreliendido
dentro dos liniin desi nados para o l.ue;aiiicuto da de-
1 iina dos predios urbanos. Vs povoaces que llcarem
1 1, 1 ,1a di o.o..1 .. u da dcima llcio sugeilas as mes-
..1 (ii.ii,,iin,i> a cima assini eoiuo taiubciu a edifica-
1 lias estrada .
Arl. 1. Fico prohibidos os baulioSi lavagcus de rou-
, dcauimaes, c de quaesquer objeclos, que possiiu
'rar a pureza d'agoa, iissim como loda qiialldadc de
prjo 110 assude c Iciadas do Mouti ro e suas agoas:
niitraveulures sollrcr a pena de lo OOfl 1 s. de 11111I-
c o duplo 111 1 eincldeucia.
\u. .'!. \ illsposictlo do 4. t. 8. daa posturas de 19
le icvcreiro de 1833 que prohibe a tirada de podra do
arrecife, nao comprehende ogoveruoda provincia, o
. Outro parecer da coininissSo de insiruccSopublica
11 A coiuniisSiio de instrucrao pollina requcr (pie
seja cnusullado o Esin. presidente da provincia a res-
peito do rrqucritnciitn.junto de alguns habitantes da
iregueslo de S>. .los,eiu que podeui u criracao do una ca-
(li 11.1 de latilll. I'aco (la assembla provincial em ISl.'i, -
Sabuco d'Araujo Jnior A. i'. lUacUi lUvniciro Almn-
forado.
lie approvado.
Outro parecer da inosiiia roniiuissao.
I). Isabel Joaquina d'Albuquerijuc prol'essora pu-
blica de primeiras letras da cidade de Oliuda pede,
(pie leu ordenado seja igualado ao da prol'essora da 10-
Irrida cidade e que se de lanibeni a gralllicaeu que
ellas veiiccui para aliigueis de casa.
Parece a comiuisso de instrucrao publica que pola
(lentidadc de ra/ao que a supplicautc allega seu i'o-
queriuirnto deve do ser lavoravcliiicnlc dcll'erido coin-
pulaiido-sc na verba do orcainento a quanlia nreessa-
ria. 'Paco da asseiulilca provincial 3 de abril de 18-i --
.Yifftueo il'Ai najo Jnior A. P. Machi Montcro Alean-
jnrnilii.i)
He addiailo por liavor ipiem pedisso palavra
un 10 parecer da conunissiio-dc cstaustica.
A eouimlssao de esuililica, examinando attenta-
lUTUte a representaruo do vigario do Altiulio sobre
existe iiia d'UIII administrador dos Sacramentos no
liacbo do Mato c suburbios babitaroes do Vicente
lavares, ou Vicente de Paula tomando outro sini na
di vida consideraran a informaran do ICxiu. bispo rc-
eonlieccndo a mesilla necessidade lie de parecer que
baja nos sobreditos lugares un canclo, c que na lei do
ou amento se dcsigllC ipiuilia sullicicnte para o luesuio
liiu. Sala das coiiiinissocs 2 do abril de 1845 M.J.
Carnclroda Cnnlia J. dr Jarros Barrtlo.
\di.nl) por haver quuin pediste palavra.
tintn parecer da uicsiua COlmuiSSllo.
i A coinmisso de estatistlca exaniinando a reprc-
sentacao dos habitantes do Itio da Alagoa, I'ereiros c
uniros, pedindo a creaefio de novos districtof depas,
be de parec'!', que se iudolira a uicsiua roprcscnlacao ,
visto que pela lei n.u lili de 2 de niaiu do anuo passa-
do se a'clia providenciada a sua exigencia. Sala das
comiiiis.socs 2 dr abril de IS,)-- .)/. J. Carneiro dn Cit-
alni --J. tlr llarroi tarrelu Lcenla.
A|iprovado. ,
Outro parecer da inesuia coinmissSo.
1 A Coillinissao de estalisliea precisa para poder
dar mu parecer dclinitivo a respeilo do requeriiueiito
Imito da ('amara do 7li'cjo das iiilbriuarcs que a tal
respeilo Ibe possa loruecer o Kxiu. bispo diocesano.
Sala das eouuuissoes I. do abril de Is i.'i. M. J. Car-
neiro da Huilln Litrcrtla .V. Uarrelo.
Approvado,
Outro da COUllllISSio do coiilas.
( A coinmisso de orcaiuculo de emitas inuuiclpaes ,
quer que pelos moios competentes seja otivida a c-
mara municipal dista cidade iccica do requcrimciito
junio, de Manuel .louqiiiiu da Sdveira liscal da nova
rreguoiia de S. .lose. Sala das eouuuissoes d'asscm-
bla I.' de abril de 1845 -- J.obo- Seliailio do Reg
Alcanforado.
Approvado.
I.iso o siguile requerimeulo Itoquoiro que so
peca i presidencia copia do contrato de arreudainoii
10 lia casa da viuva Pires para o lyceo o mais o Olttcio
do Inspector da ihcsournria, cerca do iummmi Taquti.
lie approvado.
I) Sr. 'iijaciniln : pede a palavra para ler o paro-
cor i\a coiiimissan de negocios ('eclesisticos cerca do
requerimeulo da irmaiidadc de S Jos oin que pede
Un- seja manilo o direilo d'adiuiuislrarao que ella
tem na mesilla greja.
A coininlssao de negocios ('eclesisticos leo, coin a
ueecssaria attenran o rcipiciiuiculo da irmaiidadc h
S.Jos de liba-iiiar e o da irmaudade do SS. Sacra-
mento erecta coi a nova matris da iiiesnia iuvocarao
omei lo mi reparo, sem liceura da
i su i pona de demolii 11 ust i do i
Iii d uid.'ia ma o.! ir rxli aliir do lugar que a cunara do-
signar a podra necessarla para as obras do melhora-
menlo do porto de aa cha le.
vil. '.. Vas iiifi.ic<. nao csiivi r deslgn id i nlguina pen i, serao Impostas aos
i onlrai eiilnres n multa de lo a 30.1:01! rs.
Arl. >'i. lie poriuillido aos inspectores de quartelrSo
lavrar aulos de nfraerdes as posturas eom lauto que
o assignailoi poi duas lesteiiiiiuhas e lubricados
|n los liseacs.
Arl. (i. .'. 111I01 iilade dos liio.ii s he cuiiiulativa C Si*
niull'uieaiuenle excrcida em lodo o municipio.
Arl. 7- Aquellos que deixarciu de pagar ns impos-
to, miioieip'ies un termo marcado lliCOrrcrO na pena
di Id a 2O#U00 rs. de mulla.
Arl. S. Todas as catas de negocios eitabeleclmen-
ii. nos domingos e (lias laMol nao dispensados ; sob pe-
na de5;i Ift/ttOOrs. do mulla paga pelo proprietariodo
1 I iliel.i imclito ; e\( eptnao- .e i\,i dfsposico a cima as
micas livcrnas, assqtlgues epadarias.
\n. 9. ti llseal que na sua froguesla consentir edlll-
. ir, sem licenca da cmara mi rrado.plauo, ecor-
ileai io dada pelo respectivo ongcuhciro 011 cordeador,
uo faxendo lavrar logopo principio de qualquer edill-
eio concert ou reparo, o respectivo termo de iufrac-
10. ser.i multado pela cunara eui 3ll lillo rs-. c no duplo
lia reincidencia.
Art. 10. Os empregailos da luimicipalidade, eque
ileixaioiu i\r ciimprir as disposieocs do rcgulaiuento 111-
lei'iio de 1811. scino multados pi l.i ramar.r, IMquautlal
de 10 i 3lln(IO 1 s. c no duplo lias i eineidem ias. | \ angcniblca approva o adianientu proposlo.
Arl. II. I'ieao derogadas todas as posturas co coii-I/>i irarin aos prsenles artigos. 1 11c approvado.
I'ritneira dixcu.uo do projecto n. 7.
nos quaes a primeira pude que ciu cousequeucia da
preleiieao (|ue a irmaudade do SS. tem manifestado ,
do enllocar o Sicrai io n.i capclla maior dasncsiua igreja,
e d liavcr por esta lliaucira a principal adiuiii.slra-
ao do templo pelo nico laclo de ser convertido em
matriz baja esta Ilustre assembla de declarar nao
nlli 111I11I0, pela lei provincial, o (Incito d'ailuiiuistiaeao
sobre a uicsiua igreja que suas expensas c diligencias
lora construida : c a segunda pede uu so que seja de-
cidida a lide entre ella, c alrniandado do S. Jote, co-
mo tambem que eom a sua confraria tejad divididos os
bens dclxados irmaudade do SS. Sacramento da pri-
mitiva frcguciia. Outro sini Ico a coininlssao a repre-
sem ieao (pico Kxm. c Km. prelado diocesano dirigi
esla assembla sobre omesiuo objecto, cia qual, no-
tando a pertinacia, eom que os Iriuoos de S. Jos no-
via......gado 1 onseiiliineiilo para ser collocado no altar
!maior o Saorario, he de opinluo que te removn a inalrli
para a igreia de N. 8. do Terco em raiao descresta
mais central, e de achar-tc a igreja de S. .los neces-
sllaudu de alguns reparos E depoit de todo madura-
mente pensado opina a coimnlssno :
One a elevaran da igreja de b. Jos matriz, nao
pi'nle c iiciii deve prejudicar o inqucstinnavcl direito
do admuiislracii (pie eonipclc a rinandadc de S. lo ,
em vil lude das prci'ogativas do padreado que eviden-
leiui'nte Mies calle COIIIO runiladorcs e dotadores da incl-
ina igreja tanto mais (planto lie bcni visto pie as
fiiui'cocs parocliiaes pdein ser coiuiuodaineiite dcteiu-
peuhadas sem qnebra das frauquetas da irmandade de
S. Jos sendo mol livrc a piodade da iriuaiidade do >S.
Sacramento edificar a capclla propfla para se n'ell.i
enllocar O Allissimo Objecto de sen /co o di profun-
da veneraeo de lodos os liis licainlo todava oOrago
da igreja lio lllgurque Ibe assignou a devocao dos dig-
nos ari'iices, que tambem comotaeti iiiereceiu uiui
seria coiitemplaclo da assembla, principalmente eni
ipicsto do lia tu reta tan pia que deve excluir loda o
qualquer tuistra inteueao de gorarchias. Mas, como o
ardeule fervor, qUc a irmaudade do SS. mauifestoii no
principio de sua carreira devota, parece ter-se un
pouco arrefeeldo visto como al agora iiodeo olla co-
ineeo a ca|M-lla maior que prolcslou logo emprebender;
e sendo por oulro lado corlo (pie as despezas eom as
mal i/es, devem de correr por couta do oslado uior-
meiile quando as esmolas dos devotos nao l'orem sitlli-
eieutes ; he a coinmisso de parecer :
Oue se consigne na lei do orcamonlo provincial una
ipiola para a ciearao da capclla do SS. e o respectivo
consistorio, na inesni 1 Igreja de 8. Jos por ser mal
adaptada ao ministerio -larocbial do que a estrella
igreja de Y S. do Torro onde actualmente seacha col-
locado o Saorario.
I. rrterva-sc a coinmisso para dar seu parecer acer-
ca da divisan dos bens do patrimonio da confraria do SS.
i'.i niatri/. de Santo Antonio quando Ibe ebogarem is
unios os i'sclarecimeiitus que j pedio. Sala das ses-
soes das conniiissoes em marco de 1845 t'igueirrdo
l'crreira Hnrrilii."
He adiado por se ler pedido a palavra sobre elle
(IIIIIKM do un.
Tirreira discussao dn .rnjeclo que Iraiufere a abertura da
autmblea tara o i. de jolito.
lie approvado coui una emenda do Sr. Nabuco
para que o auno liuanceiro coiuocc ciu o 1." de oulubio,
c .o abo no ultimo de setembro
l'iinirn ditcniiso do urojiclii, pura rcnlauraeiio da villa de
llaiiiurac
He approvado.
Tlrceira discuito dn projecto que cria um concelho de $a-
lubi idade pnhlira.
O Sr. Aguiar : Propo o adiaiucnto doste projecto ,
para dopois da discussao da lei do 011 amento.
O Sr. Macicl Mnnteiro : tloucorda.
71;
Paro da cmara municipal da cidade do Reclfcde
l'ornanibiu'O 0111 sossio do ti di' maio de 1844 Josdt
(arras l'ttteao de acerda PraneitCO Manale de Ahnmln -
Manuel Cailann Soares Carneiro Miinteira Pranritro AhIo-
11 d'OUveira -- Luis Prancirro de Mello Cuvalcanii.
He julgado objecto de deliberaran c mandado im-
diiliiu.
" \ assembla legislativa provincial de l'crnaiubuco de
cnia o tegulute :
Jleijulainento para o crpode polica.
CAPirilLO 1,
, /Jo crimer e penat.
Art. I." Todo aquello, que tcni legitima liceura faltar
ao sorvico por 8 das consecutivos ter no flm driles
ipialilicado desertor ; mas, se a falta for por exersso de
licenca, a descrean ser qualilicada 110 lim de20dias,
( ornados inclusivamente (faipicllcViu que principiou o
excesso. I
Art. 2. Todo aquello, que faltar por mais de 3dias ao
sorvico o for preso antes de sor qualilicada a deaercao,
na forma do artigo antecdeme ter 1 nicz de priso ,
l'a/.oiido o sorvico que Ihccompetir. Se fr ollicial infe-
rior antes de Ibe ser imposta a referida pona, ter bal-
xa do posto por dclerinuo.il, ao do coiiimandaiito geral.
Art. 3. Aquello, porin, que se apresentar nocOrpo
antes dos prazos em i|ue he qualilicada a deserrao ou
(|Ue dentro d'elles declarar peraule alguma autorida-
de territorial civil 011 militar, que quer logo vollar
ao sorvico e assim o platicar provando coin docu-
mento ;iiil lien I ico a SUS declararn e que dopois d'itSO
fez sompro marchas para chegar ao quartol do corpo ,
do 4 logoas pelo monos por dia quando nao tenha para
tal lim impedimento invcncivel, o que deve lambem
provar satisfarn do concelho llavera tmente prlsao
pelo dolo o dos lias que lirer fallado fazondo o tervico
que Ihc competir.
Art. 4." Aquello, que couimetter a primeira desercao
simples,ese apresentar voluntariamente dentro del me/.
contado do dia em que houver sido qualilicada a dita
desercao o trouxcr em bom estado os seus unlforines ,
o outros objeclos por que esteja responsavel, ou lizci
promptamouio a liidemnisaco d'elles sotfrer a pena
de 2 mozos do priso.
Arl. 5.* 0 reos de desercao, que nao estiverem com-
prehondidos 110 artigo autreodente ferio punidos coin
priso por 4 12 mozos sendo a desercJo simples e
eom mais melado do tempo, se a (losen..1 o fdr aggravada.
Art. li. O que faltar 3 vezes dentro do inesmo auno ,
tomado do dia da primeira falta, e em cada una rstiver
ausente por mais de 3 dias chichos de 8 sejulgar
qualilicado roo de primeira desercao simples e como
lal Ibe ser imposta a pona de 3mezes de priso.
Art. 7.* Km todos os casos cin que o reo tenha do
cumplir tentrnca por detercao perder o tempoqur
anteriormente tive'r de servieo no corpo c prioelplar-
se-lhe-ha a contar novamentc o lempo de praca do dia
em que acabar de cumplir a senlciica.
\rl. 8. O que fugir, estando cumprindo sentenca por
crinie de desercao soll'rer em castigo o dobro do lem-
po do priso, que Ihc faltar para o cumplimento da
sentenca.
Art 9." A detercao se julgar aggravada quando
reo a oomiiielter : i", oslando de guarda, ou em servi-
i'ii importante ; 2., em destacamento ; 3. achando-se
1111 marcho ou teudo para isso rocebido ordem; 4.", es-
tando em sorvico fura do crpo ; 5.", levando objecto da
fosando publica ou pertenceute ao corpo ; 0." 1011-
baodo ou lu laudo ao superior, ou a seu cantarada.
Art. 10. Aquello, que desobedecer s nidons superio-
res coiicei'iicnlo.s ao sorvico ser punido coin 1 .1 3 nie-
le* de priso. Mas se a desobediencia iuvolver algum
acto do iutubordioocao a priso ser por 3i 12 mezes.
Art 11. A injuria fcilaao superior ser punida coin 4
12 meiet de priso.
Art 12. AoineOfO ao superio. ser punida coiu 18
mozos de priso; c se fr praticada, sorvindo-se o subdi-
to de qualqucr arma a priso ser por 1 3 anuos.
Ari. 13. Aollensa physica ao superior seudo leve ,
c sem alguma circiimslancia aggravante ser punida
00111 2 li anuos de priso 1: eom 3 9 anuos so fr
gravo, ou acoinpaiihada de eircumstancias aggravantos.
Art. 14. Se Ot Crimea dos artigos II, 12 o 13 forom
conuuettidos contra inferiores, ou cabos scimporao
reo melado das penas fulminadas nos citados artigos.
Art. 15. Se a injuria, aunara, 011 ollensa physica,
fr fcila igual 011 a interior, a pena ser de priso, no
I. caso por 8 24 dias, no 2. por 15 a 45, o no 3. por 1
3 metes.
Art. Ili. A tentativa do criino designado no artigo 13
era punida coin inetadc das penas fulminadas no refe-
rido artigo.
Ai i. 17 Todo o ollicial que. estando niollior infor-
mado, der aos seus superiores por rscriplo ou vei'bal-
mente sobre qualqucr objecto do sorvico alguma falsa
informar.), provada em concelho ser dcinitlido.
Arl. 18. Todo aquello que,por fraipioza.occcasionar a
pona de qualqucr diligencia, ser punido eom I a (i
me/es do priso; c se fr ollicial scr.alm d'isto.doinit-
tido.
Art. 19. Todos sao obligados respoitar as sontinel-
las 011 guardas : aquello que o nao lizor ter castigado
coin priso por 10.1 .'lo dias, porin, se atacar qualqucr
tentincllOjO priso ser de loSonnot.
Art. 20. Todo o ollicial, inferior, cabo, corneta, ou
soldado se deve acliar onde fr mandado, c a hora que
se Ihc determinar, sem murmurar, em ipreteutor
obstculos; mas, se entender que Ibe l'uero injuslicn ,
dopois de fclto o sorvico, so poder ipieixar, senipro
coin totl 1 a inoderaoo : devendo oonsiderar-se como
dosobodieneia o iiifraoco d'oste artigo.
Art. 21. Todo aipiollcquc fr cabrea de motim.ou por
discursos, gestos, acones, o desobediencia promover
quahiiicr moviincnlo no quartol, guarda, deslacouioiito,
ou diligencia, que comprometa a ordem c disciplina
do corpo, ser punido coin 3 a 9 anuos de prlsao. Mas,
scneiiiium trantlomo causar ordeiu e disciplina, a
priso ser.i por 4 a 12 mozos.
Arl. 22. Aqu lio que abandonara guarda, polrulha,
ou diligencia, ter punido con 1 met de priso. ecom
o duplo, seo abandono se verificar as guardas do the-
touro, alfaudoga, oadoia, e outros pos tos importan-
les.
Arl. 23 Todo o soldado que.ostaiido do tentim lia.a-
bandunar o son posto antes do ser rendido, solfrora a
pena de 2 a 8 inezos do priso ; e a de 1 a 3 anuos,so o
posto abandonado fr algiiin dos classilicados no artigo
antecedente.
Arl. 24. Aquello que se servir das armas que Ihc To-
rio confiados para a inauiloiico da publica tranquil.!-
dado, 1111 prejulto d'olla, favorocendo ajuulaiiieuios
illicitos, nppnnao-so ao cumprinientn de ordons lgaos,
ou platicando qualqucr aclo prohibido pelas Iris, ser
punido coin 2 0 (i anuos de priso.
Art. "25. Aquello que iiidovidamontc dislrahir, em
provoito sen, un de oulrcin.diiihciros, ou quaesquer ob-
jeclos da lazeiula publica ser punido eom 2 a 6 aunos dr
priso: quando porin a dittraccoo fr frita por possoa,
a inja guarda, ou lidelidade rtlovlo nimedialauontc
con liados, solfrora mais a motado da pona comuiiiiada;
salvas em ambos os casos as competentes acodes para a
restituirn.
Arl. 28. Aquello que por negligencia, omisso, ou
outro motivo deixar fugir um preso que houver sido
condado sua guarda, c seguranza ser punido eom-t
a 12 me/es de priso; e por 2 a 8 anuos, seudo por conni-
vencia, prila, ou soln un. Quando porm o preso uo
seja doquellet, a quem te llevo impr pena, aera preso :
no priuieiro cato por 20a80dias, e no segundo por 8 a
18 mozos.
Art. 27. Todo aquello que fallar mal de seu superior
ser punido coin um 1 a 3 mozos de priso, ecom 4 a
12 mozos, sondo no quartol, ou corpos do guardas; po-
rin, so na indagarlo que se lizor se conheeer que a
liiurmuraro nao loi procedida tmente de una soltu-
ra de ling'oa, mas siui eom o lim de desacreditar o su
perior, torual-o odioso, ou fazel-o perder a forra mo-
ral, a pona ser do 1 a o anuos.
Arl. 28 Aquello que fuilar ao superior, ou a sen ca-
uiarrda, ser punido eom 1 9 mozos de priso; ecom
3 a 18 mozi s, se coiumelter roubo: salva a restituiro
dos objeclos rnubados, ou fuados.
Art. 29. Todo aquello que de proposito deixar arrui-
nar o seu armamento, ou uniformes, que.os vender,
etiipeiihar, ou jogar, alm da reposie.io dr uniros ob-
jeclos, ser oasligado arbitrio do coinmanduutc geral
eom pritlo ato20dias, carinas de castigo.
Art. 30. Oque te valer do seu eniprego para d'ollr
tirar lucro do qualquer maneira que srja, sendo ollicial
ser demttido, e se fr piara de pret soll'rer a pena de
2 ti mezes do priso.
Art. 31. Aquello (pie no quartol, nos corpos de guar-
das, casas publicas de jogo, ou eom seus companhelros,
jogai'jdgos dca/.ar, ser punido a arbitrio do coniinan-
daue.
Arl. 32. Sao eircumstancias aggravantes: l.sor pla-
ticado o ci me em acto de servico: 2. a reincidencia:
3. ser commettido de caso pensado, ou em estado do
embriaguez: 4.<>sol-o por paga, ouesperanca d'clla.
Art. 33. O reo condemuado pena maior que a de 9
mezes de priso ser logo demitlido do servico, e entre-
gue juslica para o cumpriniento da senteuca.
Arl. 34. Niiiguem se poder queixai do superior, sem
licenra d'oste. Pena de desobediencia.
Arl. 35. O coniinaiidanle geral lio competente para
castigar lodo o delicio que nao esliver imposta pena
que exceda 20 dias de priso, e para punir em geral as
faltas, ecrimes nao especificados n'esle capitulo; eom
reprehenso verbal no circulo doe officiaes, ou em or-
dem do dia; eom priso al 20 dias: ordenando que os
inferiores, o cabos facao o servico de soldado, por tem-
po designado- que nao exceda a 15 dias; tornando os in-
feriores c cabos elasse de soldado; coin servico de cas-
tigo s pracas de pret; c bem aitim para mandar cairo-
gar de anus, (nao exced endo estas ao numero de 8) e
fazor a liuipeza do armamento em reserva, aos toldados
e cornetas.
Art. 36. Ot coinmandantes de destacamentos, sendo
omciaes, poder nos iiiesmos casos do artigo antece-
dente, impr at 12 dias do priso s pracas do niesmu
destacamento.
cvpitulo. 2o.
Du Pt acema.
Art. 37. As ausencias que, excedendo de 3 dias, nao
Chrgarem constituir dcserc.io, scro julgadas por un
concelho pereinptorio, composto do segundo coiuuiaii-
dantc geral, como presid-ule, o mais dous ollioiaes, dos
quaes um, por cscolha do presidente, escrever no con-
sclho; e na falta ou impedimento do segundo coiiiniau-
daute geral o substituir um primeiro commaiidante.
Art. 38. Logo que o reo fr pi'CSO, ou se api osen lai-
da ausencia, o coiniuandaiitc da compauhia, a que elle
prrtoneer, entregara ao coiiiiiiandanto geral una parto
que mencione o da da ausencia, o-aquclle eiu que velo,
so preso, ou apresentado. Quando ao criinc de ausen-
cia accrescer outro que deva ser julgado em concelho
criminal, dar-se-ba d'elle parle oin separado para o res-
pectivo processo
Art. 39. O concelho poremptorio, a visla da parle da
ausencia, ouvindo vcrbalniente a defosa do reo, Ihc im-
pona pena que houver merecido, lavrando-sc una as-
scuto, que assignro lodos.
Art. 40. Terminado o processo do conselho peremp- .
torio, sera i m media 1.1 nien te aprcsciilado ao ooiuinalulan -
te geral, que he pora o cumpra-semandando execu-
i a i a tentcnco ijuc ser publicada em ordem do dia, e
avoi bada nos assenlos do reo.
Arl. 41. Se houvercm eircumstancias tilo altendiveis,
mi so o reo por sua excinplar conduela, e servijos no
corpo merecer conleinplaco, o concelho peremptoriii
poder releval-o de loda a pona, salvo pelo que locar
satisfarn de algum prejuizo que livor causado.
Art. 42. Nocaso dedeseryao convocar-sc-ha un can-
ecillo de disciplina, c nos do mais casos, um concelho
de investigacao, coinpoudo-sc qualquer d'elles de um
primeiro oonimandanlo, como presidente, 6 de dous su-
balternos como vogaes; oestes concelhoa sorvird de
corpo de dilicto ao concelho criminal, que se devora
cotupr de um presidente, de um auditor, que ser o
promotor publico da comarca em que esliver o estado-
niaior do corpo, ede cinco olliciaes; rrgulando-se estes
llieimo! concribot pelo disposto no alvar de 4 de se-
tembro de 1765, c mais bis, usos e dlspnsiccs que re-
geni os concelhos do disciplina, investigacao, audito-
rias e concelho do guerra, e nao forcm alteradas, ou re-
vocados polo presente rogulaiiicnto^ -
Art 43. A iiomeaco o convocaran) dos conoolhos se-
r frita polo coiiiinandaiito geral, quando o reo fr pra-
ca de pret, o polo presidente da provincia sendo o reo
olfuial, c ueste caso o presidente evcaos serao de gra-
duaran maior, ou pelo monos igual do ro"o.
Arl. 44. A falta de olliciaes do corpo que sirvo nos
concelhos ser substituida por omciaes.da guarda na-
cional, rrquisico do commaiidantc geral ao presiden-
te da provincia.
Art. 45. Concluida a sentenca do concelho criminal,
ser o processo remotlido aocomiiiai-dnitr. geral que o
(ara subir junta do juslica para sor julgado em ultima
instancia.
Arl. 46. A junta de juslica, no seu julgamemlo, se
regular polo que so ada eslaboleeido no presento regu-
laiiiento, eom applicaco as disposieocs legislativas que
regem a mesiiia junta
Art. 47. Baixaudoao corpo o processo coin a teiiteu-
(a do tribunal de superior instancia, o cnniniandanlr
geral Iho pora oo oiiinpra-so, a fr li-f ao reo, pu-
blicar em ordem do dia, xocutar o averbar cin srus as-
soutns.
Art. 48. Os reos que coaimcllrem algum delicio em
destacamento scro reiuotlidos para o lugar onde se a-
achar o oslado-maior do corpo, aliiu de seren procos-
sados; dovondo aoompanhal-os as proras, ou iiistiumeu-
tos do crime; assim como as testeuiuuhas, que perlon-
cercill 00 corpo; providriiciaudo-sc para que todas as
outras posso igualmente comparecer peante o conce-
lho criminal.
Art. 49. Logo que qualqucr reo livor de responder
coiioolho, ser immodialiimcule preso.
Arl. 50. Kico rovogadas lodas as lois e disposicfios
em contrario. Paco da assembla provluoial, 10 do mar-
eo de 1815 /'r/ro Alexandrino de Hanoi Cavalcanti.it
He approvado.
Sao approvadas, rm primeira discussao, as posturas
da cmara de Nazareth, o ciu tercena as daa c-
maras de < iuibrcs c Olinda.
OSr. Kabuea : requcr que os projeelos iiume-
ros 7 r 9 posso entrar cm segunda discussao dis-
pensando-so o regiment, ltenla a urgoiicio.
O rcqiici iniento he approvado.
O Sr. presidente : d para ordem do dia a segunda
discussao dos projeelos nmeros 7 e 9 e levanta a
sesso ( Era una hora}.
SESSO EM 3 UE illlll. ni 1845.
Prcsidcneia'doSr. Pedro Cavaleanti.
Ao nieio dia o Sr. I." secretario faz a chamada c veri-
fica estarci presentes 20 Sis. depulados.
O Sr. presidente declara aborta a srsao.
O Sr. 2 secretarlo le a acta da sesso anterior que he
approvado.
O Sr. 1. secretario d cont do soguinle:
EtrMlMM.
fin ollicio do Si', depulado llizorra Cavaleanti paitl-
i pando, que por doeiile nao pide comparecer: inlel-
rada.
l'm n.piei mcnio dos moradores do Agoas-Hellas,
/luique, e Papacara, em que pedoni soja eb-vada ea-
Ihegoria de villa a dita povoaoo de Agoas-J/cllas: iimi-
missu de estalisliea.
(t'on/inuar ir-As.)
COR R F. I O .
CORHESP0.1DENCIA Di ('ll)AIiK K PKOVINCU.
Oonliniia o grande partido nacional a disputar na po-
voaro dos Afogados o direilo de, eom insultos o amoa-
COI, fazer euimildoeer os homons ordoiros e honestos :
l continuo a apresontar-se diariamente lodos os eam-
p.ni lias dos Carneiros, vomitando i ojonas e improperios,
verso ha um detagulsodu, a cuja sombra o ljrrooxor-
ca as suas habilidades. Mas v.io os nossns liomens por
(liante 0111 seu compon.enlo de prudencia e resigna-
ran, oni que os maiileiu a onnviero do seus principios.
Folguc o ministerio eom a noticia destas proezas dr sua
gente, oveja quautas syiupathias Ibe deve carear eulre
os que se uo piidoui accoiuodar eom o imperio do pu-
nbal o b.icainaiie, o couiporlamonto dos seus assoclas,
rellexo do proceder de seus amos.
As eleiodes do Cabo lizoro-so, no dia aprazado, rm
sei eind.ide oomp|oia. Os eleitores sao os meninos, que
os Bobadrlas. os Dr.igdcs, e mais cuuiitaiitc caterva prai-
ciral dero por millos.
Rendimento da mena de lecebedaria de reniat internas geraet,
no ir: de marro prximo pensado.
Siza do bens dr raiz
2.* dcima de unto murta.
2:050*794
761^458


-,
a=
liireiios novas c vrllios
Ditos dr chancellara
Di/iina da incauta
M if i i' 'illas do cuito jurdico
Sello lixo
Dito pornorcional
l.iiioliiiucnlos (le certiiles
liarlas de hachareis
Ultima ni liana
linposlo de lojas
--Dito de barcos do Interior
'J'axa de eacram
Aubtr
Ili'iiilliiirnio do anuo eorrenle
|>ilO .l.i divida activa
107/034
2/-in
ilA/HW
l:U07#(Ull
1:377/380
7/7*0
lAKMl
48/127
4Kty80(>
4>800
1 :.1tMi/r(MMl
1 i:740/.57
I3:44/!)I8
1*740/357
Jlcecbcdoria, l. de Abril de 1815.
No impedimento do esemaej
Manoel Antonio Simoes fu Amara!.
Coiiimumcado.
Nio falta quem, coin as estrategias c inane iras cap-
ciosas, i|iieiia Iludir ao poder.
Consta que o Sr. Francisco Xavier de Paula, outr'ora
chele d.1 legiao do termo do Ai c o, c boje do de Cimbres,
uoiido inora, e para onde l'oi cin conscqucncia removido,
baveudo lanibein contribuido para isso a crcacao de mu
eomiiiaudo superior iiafiuclie municipio, eier o enver-
no Horneado para chele da sobredita legiao do hrejo o
prestanlissiuio cidado Francisco Alvca Cavalcanli Coui-
boim, lenta reclamar do governo a sua reinlegraco no
coiiimaiido da legiao de que priiuciro lora chele, e para
u conseguir prevalecr-se do falso pretexto de nunca se
haver mudado para o termo de Cimbres, quando he ver-
dade, sabida |or lodos daquclla comarca, que o Sr. Pau-
la lemprc residi no Giiiipapo, daquellc mesiuo termo ,
e tanto isto he inconteslavel, que sempre elle se deso-
hrigou na tregenla de tambres, e fui all volado para
elcitor, ooiuo o poder diier a cmara d'alli.
Ktitrc tanto, acbaudo-se agora o Sr. Paula removido
para aqucllc termo, e inhabilitado por cousequencia de
prestar seu a no o as preteiicoes de MU prenles c co-
religiouarios do /rejo, que, sob seu nonic, na qualidade
de chefe de legiao, faii.io ludo que Mies pareca condu-
cente aos seus altos lins. he que estremece com o mal
que trin feito; e, levado da desesprrarao, mudoti-sc in-
mediatamente para a Joreuia, termo do Are jo, para des-
la maneira iiibahir o governo, c Ibrral-o rcinlegral-o
no comniaiido da sobredita legiao, que j Ihe mi perten-
ce, e iiem Ibc pcrleucer jamis, altcuta a circuinspcc-
co e prudencia que respiran os actos do administrador
da provincia, sempre sabio c cauteloso cni suas dclibc-
racnei. Se entretanto constar-nos que o Sr. Paula Insis-
te tiesta sua extempornea prrtcnco, lercinos o praxer
de provar, com docuinentos irrecusaveis, cui como elle
sempre morou no termo de Cimbres, e nao no da Urcjo.
que llie devo ser obligado ; pois bem, Sr. I.tiix Jos Mar-
ques, por Vm. nao ter pago a mim e a uicu mano Joao,
Ihe tico milito obligado ; esl satisfeilo, Sr. Marques ?
Agora resta-me. Sis. redactores, declarar, que o Sr.
Marques he tilo Imm que al me quix melter na cadeia
por en defender o direilo que teulio sobre a preta Vic-
toria, e seno, haja vista urna denuncia crime que con-
tra mim deo o Sr. Df. Francisco Dooiiiigucs ta Silva,
aonde se apresentou, como icsleiouuha contra mim, o
mano do Sr. Marques, com cujo favor lamben, lico mul-
to obligada ao Sr. I.uU los .Marques. Se S. Me. quer
que cu lanibcm Ihe fique obligado pela perseguirn que
lem feito ao Sr. Seralitu Joaquim Vinhas, lanibein en
Ule licarei ; se quer lambrin que Ihe srja obrigado por
um aununcio que seu primo Joao Francisco Marques
mandn inserir nesle Diario, em que duia que S. Me. o
liuba forrado a assignar nina letra, luiubeiu Ihe licarei
assax obrigado ; ctuiii, por ludo lico agradecido ao >r.
Marques, menos o estar S. Me. desfructaudo os serviros
da preta Victoria, que com tanto afn ten querido li-
bertar ni i n ha eusta. Ora, diga-nu. Sr. I.uis Jos Mar-
ques, se a preta Victoria he livre, parece que tainbem o
leve ser a blliadella, que lie eserava do lilil. S, coronel
tfurlamaque, que tambem lugio, quamlo fugio a Victo-
ria, e que at boje se u".o sabe della ; acabe, Si.Marques,
de faier esse acto de liumauidadr, mande citar ao lllm.
Sr. coronel llurlainaque, c )iniiha-lhc mu lihello, e ao
depois mande buscar a lilba da Victoria, e o Sr.Jos Ma-
ra que assigue deposito para Vm. ]>oder desfruclar s
ciaras os seus servicos, r nao me venha duendo o Sr.
Marques que iiao sabe dalia, porque a Victoria cm casa
do lllm. Sr. llurlainaque publicou quem tiuha sidu o
seu raptor; mas, ia-ine esqu.ee ndo mu trecho da cor-
respondencia Oo Sr. Marques ; dii elle que, depois que a
quesillo da preta passou ao Curador, mais nenhiiina par-
te tomn iiclla ; ora, S. Me. vcio cassuar eoui o publico ;
pois o Sr. Marques tein dilo Dos e ao mundo que tem
gasto coaa esaaquesto tantos e quantos, e vem agora di-
rer que mi se impoi-ion mais com ella 1! Com rll'eito,
he preciso ser o Sr. Lu/. Jos Marques para se contra-
di xer com tanta rapidez.
Por ultimo declaro ao Sr. Luis Jos Marqucs.que des-
preio ludo quanto de ridiculo se encontra em a cor-
respondencia que S. Me. assignoii de crux.
Dcetn Vms., Srs. redactores, publicaco estas li-
ndas, pelo que minio me penlun arao ; e .lesculpe u res-
peitavi'l publico o meu mal-arrazoado, pois uao leudo
lido a insiriiccao uecessaria, u.io posso juntar o ulil con
o agradavcl.
Son, Srs. redcteles, o seuassignanle
Jos a Silva Oliveira.
nos mares para'esqueeer os perigos da sua afllictiva si-
luaco pe to de linogeiies.
Gualliero, proscripto na occaslo chefe dos Piratas-
Carlos Rlceo. Iniogenes, sua amiga fluante, depois
casada com Ernesto por ter-sc propalado haver sido
mol lo GuallieroA bencliciada.
Segunda parle.
1* Eseolbida ouverturapela orchestra.
2" Seguir-se-ha a segunda representaran da engrac
da opera cm u ni acto a eslalagcm da posta, msica do cele-
bre Coccia.
Piceos de entrada.
Cadeir'as de galera da 1' ordein para honiens 2.4U00
ris; ditas da 2" c 3" para familia 2,^MMt;blhete de pla-
tea 1/000.
Os bilheles veudeiu-se na ra larga do liman.i u0 30,
prnieiro andar ; ta ra do Qtieiiuado 11" II. loja de Cas-
tro &(!.*; c no dia no ibcatro.
.Nos inesnios lugares vendem-se os folhetos da ope-
raA estalayem da posta, tradiuida em portuguex, a 200
ris cada um.
O espectculo comisar a ebegada de S. Kxc. ((i
Avisos maiitinios.
COMMErlUO,
Alfandega.
Itcndi ment do dia 3......... 13:87!)/Uno
Descarrego naje 4.
brigucIlobiminercadorias.
HrigueMizafarinba.
Sumaca Tentativa fumo e caxas com foguctes da
Con espondencias.
Srs. Hedaelarei.Quandoimi intrigante infame he a-
P iiilia.lo em llagrante, quaudo esse ingrato he o nraior
sevandija que ha no inundo, qu nido esse sevandija he
j calvado pelos anuos ii'uin tbeor de vida cni que as tor-
pezas se ene i.lean scui iutcrriipco, que pode esperar o
lioinem, que houver cortado o passoaesse cute abjecto
i! vil r Seiu duvida nenl.....11, o que o famoso coronel
Fi.ineiseo Jos Marlins me fez no Diario da praia de boje.
Nunca esperei, neni se pode esperar nutra cousa do
ente mais infame que mais trajou urna farda de milita
esobre ella potgalocs e perendengues, do ente cuja
fronte fui fundida de materia onde nada fax a main ligeira
liissa. Por tudo isto, e porque fclioiieule uesla ci.Ia-
tle lodos me eooliec-ein, e ciuiheceiii o coronel Francisco
Jos M irtins, esta s resposla lite don. son, ele. etc.
Francisco Kibeiro l'ins.
Com o apparcciiiiciito do sen eslimavel jornal de
aiileboiilem, 2 do crlente, tivetnos um bocadinho de
i'hitva, e isto he, sein duvida, devido s virtudes do seu
corresnoudeute I.uii Jos Marques, que, dando-llie pu-
blicidad!', cbegio logo aos pes do Todo Poderoso ; por-
laulo, Srs. redactores, pecSo Vms. ao Sr. Marques que
continu a dar publicara.) aoi seus actos beml'aiejos,
ver se escapamos da grande secca que se nos aulollia.
l'eiios os meus conipiinienlos, cutio em conias com o
Sr. Luis Jos Marques. .
Cumpre-mcein piiineiro lugar declarar eslc senhor,
que iieiijiuma parte ti ve com oarligodo/ejnfrnrfor, cjia-
ra o que invoco desde j o lesteiuuiilio do redactor ; em
2. devo dizer ao Sr. Luis Jas Marques, que, quando llz
appafeeer a iiiinlia correspondencia iinpressa no ti. 04
desle Diario, fui instigado pelo Sr. Marques,que,ardeudo
em rain por ter perdido a aeeo da pela Victoria, des-
eulreoii lodo o sen i ancor contra iitiin, querendo impii-
lar-iue eriiues s prop ios do Sr. Marques ; que o Sr.
Marques furlou a preta Victoria, duvida ueiihuiua resta,
cu Ihe prometi que ilecijirei esses filiis embargos,
que apparecrao exeeuc.io em que o l)r. curador se
lonsiiiiiio procurador de terceiros ; eu levarei o Sr.Mar-
ques barra do jury, e l enlao poder S. Me. mostrar
luda a sua innocencia : mas, Srs. redactores, j que o Sr.
Marques lo. ou ua qitcsto da preta \ ictoria, CU vou re-
latar esse faelo veigonboso do Sr. Marques, e, depois de
bem ponderado pelo respcitavcl publico, elle decida ,
que a rssejulxo iniparcial en me sngeilo.
Fui do.na no anuo de 1830 pelu coronel Francisco Jo-
s deSouza Lopes meu fallecido Ulano a eserava Vic-
toria, que sempre a pussuio como sua que era, al a epo-
depois desaptiarceeo a pela Victoria ; repetidos aiinuu-
cios se lixerao sobre a sua fuga, at 7 de dcxeiubro do
iiiesmo auno, dia em que live noticia de ella se adiar oc-
ulta em casa do Sr. Marques ; e, dado varejo. foi a pre-
ta encontrada, que logo me foi entregue. Ora, se o Sr
Marques sabia que ella era livre, porque nao se apresen-
tou, quando eu atniuiiciara a l'itgda da preta Victoria.'..
Para que se guardn para o f.uer depois de ella Ihe ser
lirada de casa ? Se oSr. Marques livessc boa l' ueste ne-
gocio, logo que eu auiiuuciava a fgida da pela \ icto-
ria como eserava, S. Me. devia declarar que esta preta
eslava em seu poder, mas que a litiha como livre ; isto
lie o que devia platicar o Sr. Marques mas, se nada
disto fez, como vem agora qurrendo-sc inculcar de in-
nocente e veudendo gato por lebre, dizendo que a preta
Victoria se foi valer da sua proteceo .' He preciso pos-
suir-se um carcter como o do Sr. Marques para vir em
publico coin semelbante desca menlo ; mas, diz o Sr.
Marques a preta Victoria vcio em 1831), por couse-
quencia he l'orrra ; se assiin fosse, taiubem cu dina o
mesiuo no sentido da lei, e anda mais diria ; Yin. bem
me en leude, Sr. I.uit Jos Marques ; ollie que o publico
iniparcial be tiiuito iniparcial, e quando elle proferir a
seuteiK'.i..... fique puraqui, rs.redactores, a qurstao da
preta Yictotla, e o Sr. Marque renda gracas ao Sr.......
que o lem llvrado at aqu de receber o justo castigo
pelo furto da mesilla pela ; e quanto proposiro de
ser ella vista, quamlo se achava em sua casa, para des-
mentir o Sr. Marques bastar o testemiinho de seus c\-
caixeiros, que em lempo oppnrluiio ser pruduiido.
A parle mais engracuda, Srs. redactores, do seucor-
lespondeiiic he elle diier, que cu e mcus manos j rece-
bemos seus benelicius ; quanto mim, cuniprc-itu: dc-
larar, que os benclicios que recebi .lo Si. Loiz Jos
.Marques foi o ter sido seu caixeiio e nao me ler pago
meus ordenados, pelo uue S. Me. astenia que Ihe devo
ser obligado! Onaolo meu mano Antonio, favores
iieiiliuns Ihe .leve, porque nunca esleve em sua casa,
liem de caixeiro iieui de hospede ; c nieii, j fallecido,
mano Joao, os favores que deve por esla parle ao Sr.
Marques l'oi ler sociedade com elle, e por liiu nao que-
rer ajusiar as i unas da suciedade, c licar com ludo
quautoea dtlle, pelo que laiubeiu asseula o Sr. Marques
china.
tfovHuenlu do l'orlo.
Navio entrado no da 2.
Rio de Janeiro ; 23(lias patacho braslleiro Valtnle de
150 toneladas capilo Fraitcisco Peixoto (iuiniaraes ,
cquipagem 12 carga farinha de man.boca c milbo ,
a (andino Agosliulio de Barros.
Navios entrados no da 3.
Mar Pacifico, leudo sabido dr New lledford,ha 38 mezes,
falera americana Sirift de 321 toneladas capitn
rancis Fisher rquipagcm 2,j, carga axeile de peixci
30 .apilan.
Rio de Janeiro ; II (lias briguc portuguex 7'erctira, de
r8Ssonetadas copitio Sttrcrio Arellno Avrlar equi-
pagem 20 carga caf arroz e uiadcira; a Joan Lopes
da Costa: passageirosp.ua a liba dos Acores Joao
liorges Tosan sua miillier e 2 criados menores, Joo
Concia, sua iiiullicr e 2 lilltos menores, Mauoel Vie"
ra Valadiio e sua mulher Jos (ioucalvcs Pacheco
Antonio Feruandes de Miranda Jos de Souza d'Or-
nellas Maiianno Machado da Silva, e Francisco Jos
de Faria, sua miillier, Portugueses; e dous lillm me-
nores, Arasileiros.
Parahiba ; 31 das brigue-escuiia de guerra braslleiro
(iuararapes eoinuiaudante o I." tencule Jos Segun-
dino Uoincnsoro.
Aavio tullido no mesmo dia.
Sac-iiabour; barca americana Superior capilo John
Bishop carga azeile tic pcixe.
1 A liai caca Flor do Hecife parte para o Pcnedo, coin
escala por Macciu, no dia (i do torrente, por ter parte do
seu carregamrnto promplo por isso quem preteudrr
carregar, ouir de passageip, dirija-se ao seu prop jeta-
rlo Manoel Jos (ion. alves //raga, no arco de S. Antonio
loja n. 2. {,')
2=0 brigue francs Oabrielle e Charles capilo Anto-
nio Francisco Duraud, arribado no porto do Itio (iraiide
do Norte,por ter desalvorado dos dous niastros, na sua
recente viagem, que fnxia de Marselhe com destino a S.
Iiini/.. illia de llotii-Iioii, precisa pura seus coneerlos,
lista de poder seguir seu destino, da quanlia de oito eoli-
tos de ris pinico mais ou menos, os Sis., a quem, COU-
vier dar a risco mencionada quanlia, queito dirigir
suas propostas por cana fechada ao consulado de Franca
ti'esta cid.ule. Por tnaiores iiiformaees os prclriidcntes
pi'ideni se dirigir ao dilo capilo no hotel Francisco, ou
ao eseripioi to de Hernardo Lasserre Si C. f|2
2=Para o Rio Grande do Sul segur viagem impreteri-
velinenie no dia l.i do eorretite mei, o brigue braslleiro
lieos te 6'iKiri/r; recebe nicamente esclavos a frete, e
passageiros : os pi eleiidi'iiles diiijo-sc a ra da Cadeia
do Reeife armazeui u. 12, ou ao capilo Manuel lose de
A/.eveilu Sanios. (ti
Leiloes.
Leilao, que faiem l'iiiiiino Jos Flix da Rosa 8c Ir-
ino, de una porro de caixas coin queijo cm boiu es-
lado, por conla de quem pcrlencer, boje ;4 do crreme;.
as 1(1 horas da manilla, lio caes da Allandega, defronle
da etcadinha.
S O enrretor Oliveira far leilo de 16 derivos de
ambos os sexos pctleocentes a uns pessoa prxima
a retirar-se para lora da provincia ; boje, 4 do cor-
rente, as II hor.i da inanbaa na sua casa, ra
da Cadeia. ,
..'mu
.VIIIHI
., lllll
h "mi
(tHHI
'JIMIO
Asos diversos.
Edital
20 lllm. Sr. inspector interino da thesouraria das
rendas proviiiciaes, em cuiiipriineiito da ordetti do F.xm.
Sr. presidente da provincia de 20 de feverciro prximo
assado, manila'fazer publico que boje 4 do crlenle,
ao lucio dia, se arrcinatar peante a uicsina llicsoura-
ia, quem por menos lizer, os trahalhus e obras da 2.'
parte do 10." lauco da estrada da Victoria, oreados na
.11x un.i de 20:8011^)28 ts., sob as clausulas cspcciacs pu-
blicadas no ii. 05 desle Diario, c em outros.
Thesouraria, etc. (10
Dedaraga.
O brigue nacional Confianca recebe amala para
8uenos-Ayrcs, ainanlia (5) ao incio-dia.
THKATRO.PIIIIXJ-DRAMATICO.
l.ll'iMIll 1TaI.I1.Vv.
Sabbado, 5 de abril.
Espectculo extraordinario cm beneficio particular
da cantora Margarida Lenios.
A bencliciada pela ultima vez se rccoiiimciida ao I-
lustre publico desla capital, .coin especialidade a seus
patricios, oll'ert.indo-lhes seu ultimo beneficio, o qual
constar davariedade scguinlc:
l'rimeira parle.
1* Depois de una eseolbida symphonia subir sce-
n.i a segunda represenlaco do graudioso e bem acollii-
do terceto de la ucheza i prieghi da opera,
I.UCRF./.IA BORGIA
Msica do celebre Donixetti.
Lucrezia Rorgia A bencliciada. Duque de Fer-
raraLuigi Guionui, pnrobsequio.(Jenaro, capilo de
guardas veucxianasCarlos Ricco.
-V. //. As pessoas que mi assistirao a represcnlarao
desta sublime peca, por existirem fura da cidade na o. -
casio da primeira represcnlaco, sao rogadas a exami-
nar os nmeros do Diario de Pernambueo em que vem
transcripto o programma desta peca tao chcia de acci-
dentes e inleicssc.
2O Si. Giuseppe Galletli (priiuciro baixo bufo da
conq.anliia por obsequio a bencliciada, executar, em
carcter de capilo fiaucex inhabilitado de una perca
ua guerra, e portanto substituida com nutra de pao, a
engi.ieadissiina aiiarra noute acara, escura, da opera
Adelaide c Couiiugc, msica de Pacini.
3" Seguir-sc-ha pela primeira vex a scena do bellis-
siinii duelo toce ju/iiiurii un j wrno, da opera II Pirata, m-
sica de llelllin.
Entre as siluaccs mais inlcrcssantes desla scena ci-
larcuios, cuino mais digna de alinelo, o momento em
que (juallieio, ebeio de ciume e raiva, sabeudo o eata-
lueulo di Iniogenes com Ernesto, quer descarregar sua
furia iiniiiolaiulo o innocente filhinbo de Iniogenes, que
por acaso vem procurar sua mi, duraute a coiifciencia
daquelles desgranados amantes; a mi corre a salvar seu
li I lio, e todos dous de joelhos iuiplorao o perdo a Gual-
liero; a vista desle tcrnissiiiioquadroqucconimove oco-
i ai, a.i de Gualliero j prximo a cravar o puubal no peilo
da crianca, e raiando a lux da razo no seu perturbado
espirito, o torna a iniogenes, protestando internar-se
O.LIDADOR n. !>estar boje a venda na prava da
Independencia, n. 0 c 8, depois do nuio-dia.
1 Jos Soares de Azevcdo, lente da lingoa Irauceza
no lyco, lem aborto cm sua casa, ra do lio/arioeslrei-
la n. 30, 3." andar, um curso de philnsupbia e nutro da
lingoa l'rai.eiva as pessoas que dcsejarciu seguir Ulna
ou mura destas disciplinas, pudem uirigir-se a indicada
residencia, de inanbaa at s l huras e de tarde a qual-
quer hora. (7
1 Domingos Jos de Carvalho retira se para o Porto
a tratar de sua saude. (2
2 Heurjr II. Hiicb retira-se para lora do imperio.
LOTERA DA BOA-VISTA.
2 O Tlicsoiiiciio coutiiuia a pagar os bilheles
premiados da 4.* e ultima parle ds 2.J nova lotera a fa-
vor das obras da matriz nos das 3, 1, c 5 do eorrenle.
das! horas at ao nielo dia, depois desse praso su paga
as ierras c sabbados s mesiuas horas. (5
2 Quem precisar de um caixeiro de idade de 18 ali-
os, c de boa conducta, para ra, loja de Crragens, o
uiiudezas, do que tem bstame pratlca; dirija-sc ao
aterro da Roa-vista, II. 27, ou aiiuuncic. (A
'2 Desapparccco no dia 17 do uicz p. p. nina cam'ia
aborta de carreira, seui paneiro, curta pintada por
dentro de cin/.cnlo c por lina de pelo com una ca
vilha de ferro em cada una das cavernas de pupa
e proa com subposla nos eiicolamenlos por ter sido
finado de bicho com crlenle ua popa : roga-se a
pessoa que della souber avisar a seu dono Joaquim
LopOl de .Munida atraz do Iheatro vclho ou cni Fura
de portas n. 06 y
2()ll'crcce-sc um moco portuguex para caixeiro
de loja ou venda ou incsino ai inasein do que lem
bastante pratica: quem do inesnio precisar aiinuucie
por esla folha a sua inoradla para ser procurado. A
2 Mauoel Jos Marlius como lenha de ira Portu-
gal tratar de sua saude deixa a sua casa de negocio
na ra da Praia n. 0 girando debaixo de sua firma co-
mo al o prsenle deixaudo por seus procuradores os
Sr!. Domingos Rlbciro de Faria Seranin Joaquim Vi-
iili.isMiirouili.il, e Jos Joaquim Dias Feruandes. 0
2 Aluga-sc um arinascm coin A portas de frente ,
na ra do Apollo n. 13, coulronte ao llicati inlio e na
na da Mocda u. 23, um sobrado di* mu andar var.in-
da de ferro piulado promplo de ludo : quem quizei
alugar dirija-sc u ra da Madre de Dos confinte a
igreja no segundo andar II. 23, que achara com
unci tratar das 0 as 8 horas da maiilia c das 3 as 5
da larde. 8
2=Aluga-se una grande otarla com porto de embar-
que a porta, e corredor largo para a ra : a tratar na ra
da Gloria sobrado n. 5'J. (3
2 Alugo-se mis grandes arniazcns proprios para
qualqucr rstabclccimciilo de fabrico, ou para podarla,
rom porto de embarque a porta : ua ra da Gloria so-
brado n. 59. (-1
2-i:0 Secretarlo actual da irmandade do Olurioso Patriar-
ca S. Jos d'Agonia, erecta no hospicio de N. S. dal'e-
uha, la' ver, que,leudo convidado os irnnios da nicsma
em geral por esta folha publica calguns em particu-
lar, para se reuuirciu no mesiuo hospicio no dia 30 do
me/ p. passado para se proceder eleieo da nova
mesa que tem de servir para o auno futuro de 1845 i
I84G; aeonteceo nao se rruuireiu irinos sulliclenies, e
por isso de novo convida aos nicsmos, e especialmente
aos de mesa nao dexein de comparecer no domingo ,
li do concille, para dilo liui as !) horas da inanlia; o
mesmo espera que a bem do serviro, c por devoco nao
haja falla. (1|
9 Manoel Francisco da Silva tarrico retira-se para
Portugal a tratar de sua sade. (2
6 Alugo-se duas casas terreas ns. 3 e 5 nos Quatro
Cautos da zYoa-visla; aloja do sobrado no mesmo lu-
gar ii. 1 o 3. andar do sobrado no aterro da zVoa-visla ;
o sobrado de dous andares na risa do Faguudes n. 25 :
fallar com Manoel Caelano .loares Carneiro Monteiro.
3 Aluga-se urna negra eoziuheira, e milito gil pa-
ra tratar de meninos, com coiulic.io de nao fazer o ser-
rico de ra ; na ra do Costa, no Forte do Mallos, u,I2.
2=Os abaixoassiguados lzeiii publico, que desuian-
ili.nao no dia 31 de Marco p. passado a sua sociedade
que imitan Jos Soares linio Concia e (arlos Monteiro
Teixeira a qual girava ua lirma de Soares Pinto & Tci-
xeira, licando o socio Jos Soares Piulo Crrela cornos
eslabclccimeiilus, e obligado a pagui tudas as dividas
de que a mencionada lirma deSuaies Pinto StTeiveira,he
ileve.loia atc2'Jde Maryo do eorrenle anuo de 1845.
Soares Pialo & Teixeira. (9
4Hese a-se saber onde existe a senbora Feliciana Ma-
ra da 11 iiidade que se casou em abril de 1831 coin Joa-
quini Jos Concia, subdito portuguex, o qual se reli-
rou d'aqui para o Rio de Janeiro em dcscuibro do mes-
mo anuo, eqiundo-tin exisu j esta seuoia, se Ikon
algiini lilhodesle inalrininnin milito deseja-se saber
algUllia noticia d'esie cni beneficio da niesina senbora
Triiidade ou sen lilhnse u tiver: ni rila de Apollo n. 18,
em casa de Manoel Ignacio de Oliveira. C
3 COLLEGIO DA AURORA.
I). Isabel de Austria PessaiHta c sua prima D.Aurelia
I iiiIk lili a de Carvalho Icein est.ib. decido una casa do
educaco de meninas, sob a denoniiiiaro de t'ntlrijio da
Aurora, de culos estatutos o extracto lie o srgulntc :
Adiiiiiicm nlumnas Internas, iiiclas-pcnsiouistas c ex-
ternas.
As aliimnas Internas sao as que habitao dentro do C ol-
legio, sugeilas a toda a sua disciplina.
As lucias pensionistas sao as que vcein de nianliaa para
0 Gollegio, assisleni a lodos os aclos do dia, c van no lim
da larde para suas casas.
As externas san as que smente frequenl.io as aulas do
eollegiii, e, lindas ellas, se reliro.
O ensino do collegio divide-se em tres series :
I." Si mi Itndimintoi.
Doulrina ebristaa, clvllidade, ler, eserever, roniar, co-
ser c faxer meia.
2.J Siiiii lisiados.
Ler, eserever, noeocs de arillitneliea, ditas de gcogra-
phia, ditas di'historia sagrada e profana universal,gram-
malica nacional, coser, marear e bordar.
3." Siiiii Aperfeicoamento dos esiudos.
Ler, graillinalica nacional applicada ti analvse, exer-
cicios de escripia e eiuree.oes ortographicas, exercicios
de arilhmelliica, geograpbia, historia sagrada e profana
universal, historia do brasil, bordados a tpele, a blan-
co, a in.ui/. a Croque, inissaiiga, praia. a ouro c a ca-
bello, lalbar e faxer vestidos e chapeos de senhora.
As rctrlbuiccs sfiu as segiilntes, pagas por inexcm tri-
mestres .'idi.iulados :
Cada aliiinna Interna -'.i.vimio
Cada meia pcnsi.niisla l.islKWI
ada externa 5/00(1
Al. ni das referidas materias de ensino, havero lunis
no collegio as segiiintes :
Lingoa IV,mee/,i, lingoa inglesa, elementos de lillera-
lura, mus.a voeal e instrumental, desenlio edansa.
Cada uina destas aulas sera retribuida em separado, e
pagar-se-ha por
Lingoa franccz.'i
Lingoa inglesa
Principios geraes de bellas leltras
Msica vocal e piano
Desenlio e pintura
Danta
0 cuxoval com que asaliinin.s inlernas dcvcni cnlrar
he o seguale.'
1 na cama de vento ; una cadena; nina cala d.'vnsln-
a, prvida de lodo o neccssai io ; o material indi fcnsa-
vel para os esiudos, como una ese ivaninha, livros, pa-
pel, peiiuas e catiivcle ; iiiii bahu : una alnuil'ada de cos-
tura ; mu espelbo, com pentes e estova de denles; nina
Iftoura para aparar as millas ; nina llgellO de lavar, com
o sen competente jarro ; una hacia para u quarlo ; 12
camisas 0 vestidos ; salas 2 avenais de lafel pre-
lo ; (llneos ; 12 pares de nielas ; 3 pares de sapalns ; 0
lencos ou roinciras para o peseoeo ; 4 lencos lisos ; 2 cu-
beras de chita ; 2 fi Otilias grandes c 2 pequeas, coin os
competentes travesseiros; 4 toalbas de rosto 2 (oalhas
mais grossas, para alimpar os ps.
0 rstabeleciinento teill lllll andar separado para as
ineias-pensiotiistas e esternas ; pata deat'artC lieareni
seiu correspondencia iininediata com as Internas,
A directora se dirigir aos pal* ou correspondentes de
suas aliiinuas, a lllll de Ihe rcnieltcreni as lateadas, li-
nhas c retrotes para as obras cni que, segundo o sen
adi.iiitaniciuo, liwreiu de se cnipregar as lucilinas.
lina da Aurora n. 20, aos 29 de marro (le IW5. -- A dj-
rcclora //. Izalnl dt Austria I PeSKnha. '70
4 Nao Iciulo-se reunido numero siiHieiente de ir-
inos no dia 2li de mareo, por isso de novo a meza rege-
dra da irmandade do (.postlo S. Pedro desla cidade
convida a lodos os irinos cm geral, para se retinireiii
no consistorio da iiiesiua innandaile no dia 5 de abril,
jichis !' horas, cni pomo, d.i manda.i. ib
METUODODE TIKCIR OS CABELLSE AS St'IC AS.
I.avao-sc os cabellos coin agua uioru.i, e depois csl're-
go-se heni com chira de ovo batida a lim de os deseu-
gordurar, depois lorna-se a laval-os com agoa inorna e,
estando eucnutos, inolha-sc uiua cseovinlia on pincel na
agoa du vidro, inesnio fria, e da-sc nos cabellos at que
liquem bem luolhados, tendo o cuidado de nao deixar
pingar na rotipa, e para evitar o nao pintar o rosto ilu-
le-se o dilo coiii nina pequea puiiao de banha. Estan-
do bem ent linios esl'rega-se o rusto com una lualha e
sai-se para a na. Esta agoa d-SC una vez por dia, c
mili pomas vezes precisa de tres a qnalro dias. Adver-
te-se que a l.ivageiu da agoa e clara de ovo basta su lio
priiuciro dia. KstC Uictliodo lie O mais simples, cosen
resultado he o mellior que tem apparecido, .Noiiiude
qil.'ilro mezes sera hoiu dar nova applicarao.
Veude-se na ra do Queiiiiado loja ns. 31 c .'VI a Af/ rs.
O uiethodo de applicar acuitipaiiha OS vidros. (IS
.'(Coiistanilo ao propiielario das Ierras cuuipieheiidi-
das na sesmtiria, que tem ua comarca do fnuitii, princi-
piando pelo pocote da hara da \a[a da Praia, se-
giicm pelo rio Una at ti Caxoeira grande c pelo naa-
ceute cun os marcos de sua divisan que essas (erras ,
outr'ora oceupadas com lavouras o sao actualmente ]>or
gados de toda casia pe I. n.eul.s a cslraiihos, que all
OS conservan SCIII auto'rlsaco do dito propiielario; c
nao conviudo a cOntluuaciio de seinelliaiilc abuso cujas
eonseqiicitcias pnilciii ser fataes a seus autores e de
laclo o sao s remits publicas, que sollrem considcravel-
nienle COIII o desvio do einprego dessas letras roga-
se aos Srs. liscaes da comarca do Bonilo hajo de dar
por tdlas repelidos varejos, e iiiiillareiu os dimos de lo-
do r qualqucr gado que la eiicoulrareiu, visto nao pcr-
lencer nina S cabera dille ao referido propiielario c
ser digna de sen esclarecido zelo cssa diligencia. 117
3 Precisa-so deum moco Portuguex de idade de loa
20 anuos, que cumula c trahalhe de nadarla e lome
conla de tuna fregue/.ia aqui inesnio na praea lias Cin-
co-Ponas ti. 30. (4
1 Avisa-se ao Sr. .los Joaquiin da Costa e a sua se-
nhora 1). Dellina das 'hagas Xiuiciies, inte o seu terreno
no comeen da tita Imperial aeha-sc aterrado, e por isso
se Ihe participa, a lim de vil concluir o que l'oi tratado a
respeilo com Vicente Thomai dos Sanios. 0 que j Si-
lbe le/ sal er, e se las de novo por esla folha. (i
3 Aluga-se por 10/rs. uiensaes o prlmeiro andar
de um sobrado na tua estrella do Rosario ; a tratar na
ra do Ntigueira n. 27. 3
2 Arrends-se um glande sitio em llelem, com boa
casa de sobrado inultos ai vori-dos du (ruto e propor-
crs psra se ter 16 a 20 vaccas de I rile ; na ra da Ulo-
lia sobrado n. 59. (4
Lotera
de N. S. do Livrament.
0 lliesourciio lisonjeia se podor as-
severar ao respeilavcl publico que a*
rudas desle lotera correro iinpreteri-
velintiilc no iiia io de abril, eiu si'tjiirin i.i da venda que se lem elTectua-
do de um grande numero de hilhetes
nao s a nina sociedade como tambem
a pai li( ulaii s; espera o mesmo lliesou-
reiro que as pessoas que desejao os pre-
mios gramlea concomio quanto antes
a comprar o restante dos hillictes, por isso
que os nmeros cm que bao de sabir tacs
premios aiuda cxislem por vender-se
nos lugares j aniiuuciado9.


4
(Jucui preaisar do ptimo extorco pode mandar
buscar na iua das Lorongelras n. -i.
I iiu mulher se otTercco para sur urna sccca de
qualquer casa ; quem a precisar, dirija-so a Combo?
do Corno, Iota do sobrado d. 21.
A pe:soa, quequer faltar can Jnaquim Gonc, I-
vus Basto, dirjanse a casa do Major Juao Vallcotln
Villela, no Atierro da Boa-vista.
Doje pelas 4 lluras da lardo lera lugar, na puita do
Sr. Dr. Juiz do Civil da priineira varj u toreada t
ultima praca em que ten du ser arrematada a luja de
cliapi'lciro de Iticardo Antonio V launa sita confronte
ao l'asseio Publico, por eiecueSo do Antonio Prieto
Oll'ereco-se una ama de leile ; na ra do Kaogel
n. *
Prccisa-se de un offleial do funilero |iara toda
obra ; quem estiier nestas circumstancias dirija-so a
ni i do (laciniado venda da esquina da ra do Han-
gfl.
Precisase fallar com urgencia ao Sur. I'bilipo de
S Tago Pcrcira a negocio do suu in'eresse ; na traves-
a do CJueimado r.. 3.
Precisase de um ollicial Je charuteiro ; na ra
Imperial n. 83.
1 Preciit'-sede um caiteiro que do fiador a sua
conduela ; na ra da Seos alia Nova, relinaco n. 4.
1 Aluga-se um sobrado do dous aunares o luja,
eom quintal o cacimba, com estribara para : cavatina,
si o na rus da Somalia Velha, pi>r detrs da iuadu
Cruz n. n .'>!>; oluga-so lodoo predio, ou cada urna
r! s >ai. paites : quem o pretender, clinja-so a ra uu
(Jucimado n. I'i. teicelro andar. ((i
i Josqulm Candido ouus retirase para Lisboa
a tratar de sua salido. |
1 Joaquina Nunes da Silva retira-so para Por-
tugal. ':-
i J. C. Giaf ial o Babia.
j j..,rio Jacinto Ciroiro rclira-se para Portugal a
tratar de sua saudo. (^
Vlctorinojoi deOlireira retira-so para Portugal
Aluga-sooseguudoander da casi ou ra Nova
n o : a Ira'ar na I j Aluga-so urna casa de dous andares o traueiru ,
sila na ru da Moedi n. 13; a tratar na ra do Rucan-
tarnento n. s A. '
2 M. Amberj retira sopara fura do imperio.
a_i Precisa-sede um icliuador de assueai ; no At-
ierro lia lloa-vlsla n. i. (8
i Preclsa-se alugar una preta para lodo o servico
do uma casa ; na ra o Quemado n. 14; segundo an-
dar. 3
o Sr. Bolarnlno Fumino lieicira do Mello ap-
i :n; i,a na ra do Cotillo, casa n. -', que inulto se lile
d.'seja fallar. 2
.j iNuiua do Pocilio, casa n. precisa-te olugai
relos e moleques para tenderen a elle de earripato,
pagando-so pataca por cenada, e dando-so neis gr-
rula paia quebras. 4
5_ .Mr. Vignes, ra do Qucimado n. l respon-
dendo uo annunclo do r. Frederico Frenond, ten
dlier, que ille annunciante moiou junto con o dito
Sr. no Alteirn da Bon-tllle n. 5, desde o du l'J de
Deiembro p. p. at o da '. de Marco du correle au-
no en que deixou a dita case; o por todo este lempo,
elle lol quem eoncurtou e allinou lodos os plsnnos,
que Iho loro enconnendodo, cono o poden coi tilica r
todos o freguezes, que all foifio, um quanto elle
Vlgnos la asslSlia leudo elle s* lodos os objecin O
avloinentos para o dito olliclo que trouxe ue propo-
sito do Parir. para o' concerlos aperfeicoadoi e allina-
(Oes das plaos, (10
3 Alugo so o primeiro e segundo andares do so-
1i da ra Direito n. 21), junto., ou separados leen
connudos para grande lamilla ; a tratar na la tas
Trlliclieirat O. segundo andar, das (i as U lioias da
nianha ,.e das duasus 4 da larde. io
;, o Sr. Joaqun luncilves Bastos, ou quem suas
i otea flzer, declare pol este Diario o lugar do sua
moraba para se I lie aonuoclai negocio Inportante, o
qu i llio dli rospeito.
.; Urna posioa estobcleclda com bom negocio pede
Ulrs, omprustadts, pagando $!> n. por uio, o fas
a vaiilcgcui o quomihu conviv do pagar-lbe o juro,
quo combinar por inlciro, at exmela a dita duiua. ['i
Acaba tie sabir a lu/. u acha-sc a venda poi
1 i.. cada cxemplal na roa du Apollo n. 6 a colloc-
rio de escalas do diversa? laiguias para rouuiir raras
: is a varas quadradas pelo nico noto do una
lacioqual a do niultiplicucao esta broebura be
i mua utilidttdo, tanto para es pessoas, quo traLa-
llio na Alfandega couio para os do commurcio. (i
:i__ Aluga-se inctade do primeiro andar uo sobrauo
n, y na travesa d (jucuuudu outi'ora becco Pclxi frito que faz esquina na ra arga do Koisrii
separado por estar repartido ; assim to.no um quailo
que ten no inesno andar separado, tuo proprio para i
rioncm aollclro ; a tratar no nosno soti.ajo ou na
.ua larga do ilosorlo, vendan. 30. o
Joro limado dos Santos deixou do bojeendion
te de ser caiteiro de J. I>. Walihopp & Compauhia. s
;__ Precisa-se de trinta conloa de iels a premio de
um por tinto ao mei, danuo-so por livpolbeca boas
propri dades de casas as prlocipaes ruasucsu pro(i;
quen quizar dar snouQClo para aoi piocuiado. 4
; Alugs-so una preta para lodo o mhhu intemo
de uma casa eom CondlCO de nao lbil a ra pm
preco commodo ; na ra das Crutei n. 3U
5AlUga-Se urna tasa tenca na Solidado n. I?;
os pretendentes dirljo-se ao paleo do Canno n 17
3__ Precisa-te de um liomem quu lenba boa le
tra e lenba os conbecinunlos precisos na eserlptura-
(Soconnicrcfal por paitldas dbradas, para um es
crlptorio; na roa do Viga rio n. 23, segundo andar, 'i
3 O Bacbarel Vicente Pereira do llego uavoga no
civil o crine pirante os Tribuoaesde priueira c cgun
aInstancia, d'ettacidado, ruadas'Jrlucbclraso. 19,
segundo andar. ,4
3 Quen annuneiou querer comprar um bilbarconi
lodos os seus pertenec dinja-se uo butequim sope
doibeatru velbo. :i
J Aluga-se, ou vendo-se um dos melilotos pianos,
e por pn V" commodo ; na ra do (Jueunado D, 3. 2
3 Precisa-se de un pcojueao, prelcnudo-so antes
des llbat, de 1 a 10 anuos e quo saib escrever e
contor para estar em uma venda em companbii do
nutro mas quo inda nao laoba pratica do negocio; i
irutar na ra do Cotovcllo ti. 31. 7
4 Hccebein-so encoinncndas 0 fjrrm-so com pro>-
tesa llores de toda a queiidade do pnno e do peonas,
para dentro e lora do imperio, por proco can nodo; ua
ra Velha n. llt>. ,4
4 Juliao Beranger taz sciento no respcilavrl publi-
co, que nao se responsubilisa por eousa ilguma, que
em seu nomo posso ir lomar seus eseravus
tantos que at o presente tein assignado, porissoque
d ni constituido odeos procuradores pata seas negocios
jitdiriaes c (ovio e qualquer aelo peatieado ciu vil'tuile
'l.njm lies procuradores, desde Ja os declara sein vigor ;
senil), s iis procuradores os Ses. advogndos De..los ller-
naiilo Galviio Alcanforado, Dr. Casiiiilro de Sena Madn-
tiia; c sollieitadoresosSrs. Manoel Perclra Wagalhaes,
. Miguel Jos de Almcida IVi nainliiieo. Hecile, 28 de
marco do 1845. .lusc /,'ni/r/iie da Passo. (II
Compras.
II Compro-so efectivamente pira lora da pro-
vincia escravos do 13 a 20 annos endo de bonitas
liguras, paSo-so bem ; na ru da Cadeia de S. An-
tonio, sobrado de un andar do varando de pAo n. 20. *
2 Compra-so a obra dedireito naluial por Felice ;
no rus da Clona sobrado n. 59. (^
Comprs-se um cornpeodlodo direito natural por
Felice; na ra do Quemido n. 45, luja de Antonio
Baplista Itibeirode Faria Jnior.
Vendas.
qualquer pessoa da sua easa c so sim puderio entre- vista n. 54.
3 Ycndem-sc3 propiedades sendo um sillona
entrada dos A Illa-Ios com casa de vivendo e arvoredos
do Iruto com porlao c cacimba ; uma casa do sobri-
do sita na ra do Hangel n. 5, com '(i palmos de
fronte e (i t do fundo cosinba lora, quintal murado,
o cacimba ; uma casa terrea na ra do Padro Florianno
u. 12 eo.ii 21 palmos de IreatOC 50 ditos de tundo ,
com cosinba e quintal ; s tratar na ra da Cruz n. 43.
3Vende-so um terreno em Fra-de-porlas, junto
a propriedado do Sr. Antonio Alvos Barbosa, na ra
do lo un. ; a follar com James Crabtreo & Companbia.
a Vondo-so saetas com arroz do casca de alqueire,
por proco commodo; na ra da Sonzalla-velha n. 144,
3 Vendo-so a venda da ra Nova do Brum bem
freguesada o por preco commodo por ler poueos
fuedoi; a tratar na mesura. 3
o veiide-so laiiulu do mandioca de nuito boa
qualldadaa 8/ rs. com sacco e a 4800 rs. viudo o
portador eom seu sacco; na ra Nova armasem
n o". 4
a Vcnde-se Oni casa do um andar com grande
quintal murado o cacimba na ru das Trinelioiras ;
o urna casa terrea na ra do Padro Florianno ; a tra-
tar na ra da Cadeia do lioeife D. 25. 4
(i Vendem-se duas moradas do casas de 2 andares
cuila uma,sitas na ra Nova; urna dita do dous andares,
nos Qualro-cantos na Boa-vista, duas ditas torres,
juntas ao inesino ; urna dita terrea na estrada do Mau-
guinlio; urna dita nu ra du Padro Floriano ; urna
minada do casas do 3 ndales na ra do Amor un ; a
tratar com Manoel Cuetano Soares Csrneiro Monteiro.
7Vendo-so um sobrado do um andar e 2 solios,
em chaos proprios lia pouco acabado na ra do Fo-
go ii. 27 ; a tratar na la estrella do Hosirlo n. 10,
lereefro andar. (4
ti Na la daFloienlina n 18, vendem-se ceios do
bol jas ndradas, jarros do lustro de bom barro e vasos
paia llores, maisem tonta que em oulru qualquer parle.
5 Vende-so retroi do priuieira surte, para qualquer
soi lmenlo procurado nielas de lindo, pecas do cuel-
los do algodao, chapeos deso, do seda, pendras de ra-
me arcos de pao, barritas de enisdas, paos de pinito
para mtllieacao, botoso uma boa catiaia, ludo por pre-
tu commodo; na la do \ igario n. II. (6
o-- Vendo-se uma preta recolhida, engomma, coslu-
reira do corlar o lazer tamisas do horneas o vestido de
seuliora ; duas (Illas quo eogomiiiio, e COSlOfeiO duas
ditas por 23(1/N quo coslnlio o lavan roupo ; urna
negrinba do |0 anuos ; dous escravos bons para o tra-
balbu do campo ; um dito do ruda idado, por 'MU rs ,
]ue sei ve mullo bem a una casa, e lie bom para bolar
sentido e Irabalbui oin um sitio ; um pequeo sitio na
Vanea, com casa o aivoredos do fruto ; na ruado Cres-
po n. tu, primeiro andar. (9
2 Vendo-so um preto moco do O annos, canoeiro,
e lio mullo bom solvento e pagem ; urna preta de bo-
nita ligura lavadoia do vorrolla e sahao lompra e
cosinba inuito bom por 380^ rs. ; uma nogrinlia do
ir anuos, saliendo ja coser inulto bom e faz lodo o
inais Servlcodfl urna easa ; um tavallo bastante carnu-
do con bons andares ; ua ra Direita n. 81. (c
- Vonde-se um bom cavallo bastunto carnudo e
novo, eom lodos os andaros e lio muilo liberal ule
bom decarro, por ter sido oosioado por proco con-,
ni: do ; na na Nova afinasen n. (i?. i4
Vonde-se um sitio na estrada de S. Amaro para
llclcm eom muito boa casa para grande familia, com
bastantes arvoredos do fruto torras para plautacdcs
pasto lufflciulita purs ter ti vacces de loito ; a tratar
na misma OSti&ds pausando u ponte no primeiro si-
tio, ou na ra do Itangel toja delouca n. 17. 6
2 -Yendi-so urna estai.lo para livros, nova, do Ja-
caranda duas mesas do pe do galo com podra ludo
por prego connodo ; a tratar na ra da Aurora n. 26,
ou com J. Baplista, marcineiro no Atterro da Boa-vis-
I.i. (5
=Vende-sc doce de goiaba nuito supeiior ; na ra
Direlta venda n. 72. 2
Vendem-se couroi de cabra curtidos de boa cjua-
lidade em porcito o aos ceulos ; na ra da Conceicao
da Boa-vista n. 8. (3
2Vendo-se um cavallo novo bom csrregador; na
roa .Nova, loja n. 16. <2
i.- Vendse um sitio pcrlo da praca com boa cosa,
com connodot para escravos o estribara con Ier-
ras para plantare ter vacias do tullo tambein tem no
inesno sitio urna olaria, com barro para toda obra a
qualesla Iribalhaodo, aten muila freguesia ou tro-
cass-se por casas na praca ou a dinheiro ; lambem
se rr el.i in dos moleques em pagamento; .quem o qui-
zor annuneie. (1
9Vcndem-teosseguintesIIvroi dedireito: direito
natural J.n.llr i l'oliee, e llurlamaqui; direito occio-
Stastlco ; a obra completa do(Jmeneri em lalim; indis-
peotatel porque a tradnecao, quo sabio olm de ser
Incorrecta, sendo somonte do primeiro totume, dei-
xa-nos privados das importantes materias, que oceu-
pao o segundo o tercelro ; e a obra do ltleger, o escrip-
lor, que mais se conloima com as duulrmas da escola
ultramontana gcralmento seguidas esanecionadas pe-
la igreja ; direito conslituciorii.1 o bem conbecido
Konjamim Constsnt o Foderalista obra muito inte-
resante o muito rara; na ra do Cabuga n. 6. (M)
2 Vcndem-8o os seguinlcs livros ; os diccionsrioi
grandes em Ingles por Vleiri ; os obras do Cousin de
Blackslone, edo Volney primor da lilteralura Vir-
gilio tradurido em verso poiluguez pelo classico Dr.
Lima Leita ; curso do (ioometna por Lacrois ; Virgi-
. lio i ni lalim ; Cicero ; Tereoeio ; Quinto Curdo, e ou-
ou oulia Jiros livros por proco commodo ; no Atterro da Boa-
i'
i-. i o ijue pedirem, levando peiibor quo cubra ou tile
annnutiaute indo uiesmo em pessoa o o quo o contra-
rio lizor, n8o poder loier tecla mages ; porque nao
sern a Hendidas. 18
1 O abaiso assignado fas certa, que drsla data em
ilime licfio rcvogodoi os poderes das procuraces bas-
2 Vende-so uma cscrava crioula de bonita figura,
sadia boa lavadeira ptima engommadeira perita
cosinlidra famosa boecleira trabalba alguma cousa
de pinba ; cose i b.io muito diligente ; e he capaz de
dar conta do completo orranjo de urna casa de familia ;
um escrotocrioulo moco, de bonita figura,, sadio ;
bom tonoeiro, c mclhor canoeiro ; uma parda lavadei-
ra e ha muito propria para o arranjo interior do uma
casa pora o que tem bastante habilldade ; na ra
da Cadeia do lenle n. 40. (9
2 Vende-se uma preta moca do bonita figura so-
bo fazer renda lavo do sabao o varrella cosinba bem,
e engomma alguma cousa ; na ru da Cadeia Velha
n. 30. (3
2 Vende-se um sitio na Vanea com casa de vi-
venda e arvoredos de fruto ; na ra da (iloria, sobra-
do o. 59. (3
3Vende-se una boa casa que tem 6quartos eduss
salas com grande quintal muito bem plantado de bor-
talica alguna arvoredos e boa agoa de beber ; todo
em chaos proprios, no principio da estrada dot Afile-
los ; a tratar na ra da Cadeis do Recite n. 25. 5
3Vende-se un cavallo ruco, bom earregador bai-
voemeio, eho muito novo; na ra do Queimado,
loja de lerragens av 30. 3
3Vendem-se os dous tomoi do diccionario inglez ,
grande de Vleira em meio uso ; na ra do Muro da
Penlia n. 36. 5
2Vende-se um ogode.brevlaiJor,' ero muito bom
estado ,ecom boa encadeMttio ; na ra das Cruzes
o. I5i. ^ ,;3
I Vende-se nina preta moca ; en Fra-de-Portas
confronte a Intendencia, n. 147, primeiro audsr 19
1Vende-se a bordo do hiato fitea Olinda fondea-
do defronte do caes do Collegio.,/ foriohi dp mandioca,'
tanto ern porejo corno a retalho e quo porj-ser un
das mais superiores, quo so achaO lo porto tem me-
recido a preferencia. (5
|_ Vende-se urna cscrava de 18 a 20 anuos, do lin-
da figura sem vicios nem molestia alguma.em quin-
to habilidades a vista do comprador isdira a qual se
vende por precisan ; na ra do Queimado n 29 ou
por detiaz da rus do Cildeireiro n 4. i
1 Vcnde-se um bonito cavallo novo con todos
os andares ; o um preto de bonita figura e he de todo
0 servico ; na ra do Crespo loja n 4 (3
1 Vendo-se urna loja de miudeios no Atierro da
Boi-vista n. 78 ; a (rolar na mesina loja. (2
1 Vendem-se csixas de cera lavrada em muito bom
sortimento ; no ormaiem de Fernando Jos Bragucz. 2
1 Vende-so um crloulo trsbalhailor de enxoda : no
um da ruada Aurora n 4. i2
I Vende-se a obra de Eva e Ave ; na praca da In
dependencia liv.'aria ns. 0 e 8. (2
I Vende-se um braco de balarla grande que po-
sa mais de 100 arrobas com bonitas conchas do amo-
relio ferradas e com frrenles de ferro o lambem os
pesos que qufierem ; o dous pares de conchos novas ;
quem pretender annuneie. (5
I Vendem-se dous bois mancos crioulos, dos
melhorcs, quoexishem i.a procs, oumacarroca muito
bem feila ; afllanca-so a bondadodos bois ao compra-
dor sendo ludo nuito em eoota por seu dono se
quorer retirar ; no pateo da S. Cruz, venda n. 7o (5
1Vende-ie arroz da casca em saceos de alqueire da
medido velha cera de carnauba couros de cabra, be-
terro e sola ludo por prefo commodo ; na ra da
Cruz n 51. (4
1 Vende-se uma porcao de carnauba ; na ra lar-
go do llosario, venda de porta larga n. 29. (2
I Vende-se farinba do mandioca de muito boa
qualidade ; no armasem defronto do caes do Collegio ,
junto ao botequim do Estrella ou a bordo da sumaca
EnlrtUado Cabo, Tundeada defronte do mesmo caes do
Collegio pelo mdico preco de 5^ rs. com sacco e
4800 rs sem sacco. (6
I Vende-se toboado de pinho de todas as larguras
a 50 rs. o p dito da Suecio costado cosladinbo
forro assoalho e forro para fundos de barricas ; atrae
do thealro vi Iho. (i
1 Vendem-se 3 moleques de nsc;oo de bonitas II
guras, de idade de U a 18 annos ; 4 escravos pecas
de nacan proprios pero lodo o servico ; um muloti-
nho de idade de 12 annos ptimo para pagem ; 6 es-
crovas do nafo cosinho laviio c leein principios de
costura e engominodo ; urna negrii.ha de idado de 9
anuos, muito lindo ; na ra Direito n. 3. (6
Vcnde-se um por do mongas do vidro lisas por 0/
rs., um dito de costif oes do mesmo por 1600 rs., duas
arralas brancas lapidada por 'Aj rs. ni ra Direilo ,
padario n. 40.
Vende-so uma casa na rus deS. Theresa n. 41 ; a
tratar com sua dona, na ra das Cinco-ponas n 05.
Vende-se um refe; na ru Nova, loja n. 18.
Vendem-se saccas de familia ditas du arroz pi-
lado ditas de arroz do cosca ; ua ru da Cadeia do He-
cile armasem n. 8.
Vende-so urna osera va do reconhecida conducto ,
copaz de so Ihe entregar todo o mondo du uma casa,
perleila cosinlieira do um ludo cose chao engom-
ma 11 i in lamento eom 22 o 23 annos de idade o mo-
tivo do venda so dir ao comprador ; 4 ditas com ha
bilididcs sendo urna deilas uma inulalinho de idade
de II inezes ; uma linda moleca de lo annos; ume
pardinho boa cosinheira, engomma e cose tuda a quali-
dide do lOi'iTi; 6 esiravos peca, sondo um b ni pagem
o ollicial de pedrelro ; urna escruta ptima paro o cam-
po por Joie- is. ; ira ra de Agoas-vcrdcs n. sii.
Vende-se zoilo do carrapolo o olto patacas em
qualquer medida ; na ra Direilo loja defionto do
travessa de S. Pedro n 5; na mesma loja pcrmula-sa
uma casa sita na ru de Agoos-verdes, por oulra qual-
quer neslo cidado : de ambos os negocios, trata se com
liernordino de Sena, ua dita loja.
Vendem-se e olugao-se bichas de superior quali-
dade pur varios procos couunodos o aos ceulos o
30# rs. ; na ru do trapicho n. 28.
Vendo-so no arco do S. Autonio loja n. 2, a lari-
nhadeMog, do superior qualidade u chegado lti-
mamente.
Vendem-so 3 moleques pecas de lindas figuras,
com .Hielos e sem dt-ITeilo algiim ; duas negrinhas do
13 a 18 annos de bonitas figuras com habilidades ;
i pelas do 20 sanos, com habilidades ; um preto de 22
annos propiio para padario por ter muito boa ligu-
ra ; na ru do Aguas verdes n. 22 segundo andar.
Vcndem-se dous oculos de thealro por preco
commodo; na ra largo do itosano n. 35, loja do iniu-
de'ss.
Conlinuacao dos objictos onnunciados no Diario
ok 73 para venderem-se no primeiro andar do sobrado
n. 120 da ra Direito :
4 garrafas de agoa do Colonia de duas libras
1 libra de solip
1 libo e meio de sol polecrepa
1/2 do champo de casco do laranja
5 deso deglouber
1/2 do mogitirio do cncholro
1/2 de litio ilorinlino
4 do vinagre de scilla
1/2 do torra futlada de trtaro bom
2 oneas de hejoim
-2 libras e meia do sublimado corrozivo
17 de bollo armenio
2 calumba
(0 do vitriolo branco ordinario
I o niela de gomma amoniaca
l'i oneas de vidro de antimonio
t gairolo grande de agoa ingiera
0 libros de emplastro de squilio niior
G onfas de pintonnho
8 depulipedio
7 de songue de drogo
3 arrobas de gessogrosso
0 oneas de almecica
8 libras de sement de embira
1 duzla de brochas pequems
2 oneas de verde estilado
do magiteriode antnmonla
do trra doce de vitriolo
do espirito do nitro doco
do ethenpe mineral
do onlemonio do oforitico
de tinturo balsmico
de quenlilio
do gomma alcatifa cm p
de gomma gula em p
Venanse uma escravo com muito bom leile, e de
boa Sgura fin cria a vista docomprador se dir o
moiiv.i da venda; na ra Direito n. 120.
I
4
4
1
4
1
2 w
1 J>
1 .
121
200
300
500
400
(00
1000
4000
1401)
400,
000
700
500
800
20<>0
100
100
1000
600
100
300
300
100
100
20o
200
700
..no
860
2oO
I to
400
Escravos Fgidos.
libra do flor de enchofre
de oogclim
do espirito de tinho
de dito de ciato
de olbos de carongueijos brutos
de er.cholre dourado de antimonio
de cbarope de sarco-pair.lha simplea
de sarca-porrilho em p
de trtaro emtico
de ferro pp.
de chorope emtico
de licor anodino
1 ib
4
1
1
4
i i
1
3
1
1
l/
t
25011
900
000
200
300
100
120
6011
320
300
2000
1000
240
100
No dio primeiro do Abril desoppareceo um mole-
quo do gento de Angola representa de 12 a 14 aunos,
loiorcapo rosto redondo sem signsl algum visivel ,
do nomo Mathias ; levou calcos ozues de algodao tran-
cado camisa de riscado azul e branco americano ,
ludo lavado chapeo de palha j velbo, bastante la-
dino; quem delle der noticias ou o levar a seu sonhor
Jos4 Francisco Itiboiro do Souzo no ra do Alfandego
Velbo ounus trapiches da mesma seiu recompen-
sado
Desapporcceo no dio 27 do met p. p. um mole-
quecrioulo, crio de cosa do nomo Jooo com idade
de 12 a 13 annos pouco mais, ou menos bastante ma-
gro cabeca puchado para l-raz olt.os grandes rosto
comprido o liso, denles scangulados beifos grandes ,
cosleludo ps grandes e apslhotsdos esperto pega
muito no lallar oin razio de tero liugoo pegada; lol
com ca.Tiisa de algodaotinho grosso, com mangas cur-
tas calcas de casimira j rolas no Joelho esqucido, loi
vender, aturde, levou bandeja e toalha do brim do
la va r i n to ; rogo-se a lodos os autoridades policiaca e
capitaes do campo a prisao do dito molequo e entre-
gol-o no ru da Koda n. 44, que scrO lecompensados ,
os segundos
I Na noule de 30 do Morco p. p. fugirSo ou fur-
tarando engcuho Magualiipe do Bolxo froguoiia da
Muribeca os escravos seguintes : Suzouo, do gento do
Angola, de idade de 50 annos baixo, corpo regular,
quondo anda entorta o corpo, proveniente de ter as
pernos arqueadas he coiioheiro, edesrtico dp cam-
po ; Manoel, tambem do gento, balso, grosso, co-
siniieiro e mallo bom carreiro de idade de 40 e tantos
annos ; a mulher deste de nomo Simplicia, crioula,
olla, magro boa costureira do idade de 30 annos ,
levando em sua companbia 3 lilhos menores sendo
Constantino, Paulo e Moho ; Fianciaco Songo do gen-
to baixo, secco lie carreiro, de idade de 45 annos.
Francisco da Costa, alto, grosso do servico de idade do 46 annos. Consto que lorio vistos nu en-
golillo S. Estevoo na mesma Iregueiia da Murrbeca ,
o que vio ser mondados para o llio Formoso. Itoga-se
a qualquer pessoa do povo caplio de campo e as
autoridades, bajAo de upp'elienderem os relaridos es-
cravos o remetlel-os o Jos Antonio Comes Jnior, no
Hetile ra da Cruz n. 23 onde, querendo, serid bem
recompensados de seu trobollio; assim como igualmen-
te ser recompensado quem der noticias exactai dilles ;
igualmente se protesta proceder contra quem os liver
reeolhido em sua tasa nao s pelos seivifos danos ,
como tambem por todos os prejuisos causados porsimi-
Ihante fuga. (23
t Fugio no dio iO do p. p. uma cscrava ciioula, do
nome Theresa que representa ler de idade 22 o 21
annos all c magro rosto comprido nariz bastante
grosso c cholo I em leilo de corpo, o j s, cabeca lom-
piida e g. llorna alta, levou visillo de t lula rousacoui
palmos tambem rouxas mais escuras ; quem a pegar,
leve a ra do Cruz n. 51, que 6cr recomprnsodo. 7
5 Km o dia segunda leiio do Espritu Sanio do onn
p. p fogio, ou furlrao, conforme o actual rotluaie .
preta Cothoiina du noco Angola, ladina, all, bastan-
te setca do corpo seio pequeo, cor muito preta,
bem fets de roslo, olhos groodess vermolhos, com io-
dos os denles do lente, ps grandes e meltidos pm
deolro muito conversadeiri e risonbs lera xtl a 2
onnos do idade ; tem sido encontrada na Kttroda-not
na Passogcm da Magdalena para oenger.ho da Jorre ;
cuja cscrava pi-i tonco a Manoel Francisco da Silva, mo-
rador na ra estreila do ilusorio o. 10, terceiro andar,
que prometi gratificar a quem Ih'apreseotar. (12
No dia 22 de Murro fiijio Intu
preto por nome l'edro cmn os siynaes e-
ttiiiles : carniza de cltila loda desLotada ,
calcas aziics (("algodao transado
corpulento
lirada
tarea
algu
bai\o ,
ni lano
, Icniln
, parece
c tem o andai'apressado:
e depois
nariz
dos
chato
lados
cara
iara baixo ,
um i.llni de litim
ser i| ue lirado ,
oi escravp do fallecido Daniel ,
de sen filho o Sr. Jos Antonio do
Carmo. Iloga-sc a todas as autoridades
policiaas que se o viiem predao-no e
jos Senliores Capiles de Campo que o
pegueni e tragfio casa de Nicolao lio-
drigues da Cunlia onde mora o sen ge-
lber.
2 Fugio no dia 24 de Marco o prelo Gil do na-
cao Quicam baixo, chelo do corpo rosto redondo ,
"inda sem barbo olhos e tests pequems e cabello
bastante grande ; quem o pegar, leve a ra da Auroro
o. 30, quo sti gratificado. 5
90|HERW. } NATTP. DE M. F DEFAMA t8/|5.


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