Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05547


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Full Text

Auno de iMl%.
Quima lcira 5
O Di ARIO publica-sc lodos os das <|iio
liiiu loi cni de guarda : o proco d.i tissigu.i-
tiua lie di' 4/rs. por quai lelpni/o adianlados.
Os annmieos dos assignantes sao inseridos
a raan de 20 rla por linda, 40 rs. cni lypo
ditlcrcnlc, c as rrpoliees pela Incttiilc.
Os que nao Ibrsiu (signante pago 80 rs.
pin -linda, IOciii lypo dlflercule.
"BASES DA LA.
I .un nova a G as 5 ll. o 21 niin. da larde.
Proseen lo a H as 7 liar. c 4 miu. da tarde,
l.ua rhi'ia a 2J as i hoiv o M inin. da man.
Milln.i un- a 28 as!) luir, da larde.
PARTIDAS DOS CORltF.IOS.
(iuiaiina c Parad)ba, Segundas < Sextas fri-
tas. -
Hio GraQdo do Norte, choca a 8 c 22, e parte
a 10 c 24.
Galio, Scriuhacm, Kio Formulo, Porto ''al-
vo, e Maccj, no I.", 11 c2l de eada mci.
(iaiaiiliuus e'lionilo a 10 c 21.
Hoa-Vista e flore a 18 e 2S.
Victoria Quintas iriras.
Olinda todos os das.
PHEAMAIl DE lln.lK.
Primen a as 1 li. t"> inin. da mandila.
Segunda a 2 h. c .'ti inimilos da tarde.
de Abril.
Auno XXI N. 75.
das da semana.
31 Segunda S. Balhina. And. do J. de l)-
reilo da 2.* vara.
1 TercaS. Macario. aVIacao, and. do I.
de Direilo da I.* vara, f. do I. dos Foilos.
2 Qiiarta S. Thoodo/ia, and. do J. dr l)-
reito d i .1. vara.
.1 Quinta S. Ricardo, and. do J. de Direilo
da 2. vara.
\ Sexta S. Dicloro, and. do .. de Direito da
1, vara, e do Juii dos Fritos.
5 SahbadnS. Irla. Re., atid. do J. de Di-
reito da I. vara.
0 Domingo S Marrellino.
CAMBIOS NO DA 2 DE ABRIL.
Cambio* sobre Londres 2.'/. a 25
Paria 372 iris por franco.
n n Mabo i 120por KHldi' proiu.
Premio de letra* d boas Urina I por" .
Uoeda de cobre ao par.
Orno Uocd i de 0/400 .. I7200a I7M00
deli.-im uov. I" -ii i i i?,-jiiii
.i dcifOOO '.i-.tiin.i ft#50li
Prala- Palaedes .'..... IJWMla 2Hiu
Pesos Colnuiuarc* l/flS0a J uno
Diios Mexicanos ... 1/050 a l*isii
Arcos da CJ do Beber! be 50/000
DIARIO
PAUTE 0FFIC1AL.
Comniando das Armas.
I loo, 1,1 (ieneral na ridade do lleeife 2 de aliril de 184J.
mili u do nn n." 30.
Ende recaudo o III.'"" oEx.""Sr. concelbeiro Tiloma/.
Xavier Garca de Almeida, presidente desta provincia,
11 ni convite ao brigatleiro coilllliaodante das armas para
assislir [i'um todos os Sis. ofuciacs existentes nesta pro-
vincia) a mu solemne Te-Ucum em acciiu legraras ao
'l'odo Poderoso, pilo felii naclinonto de S A. Imperial
o Principe hrrdeiro da coroa do brasil, o bein assiin
jiara o cortejo i ollgie deS. ,M. o Imperador-, lein o Hirs-
uto biigadciro a salisfaro de traiismittir ao conhrci-
ineiilo dos Srs. olliciaes das quatro ciarse* do exereilo e
.ios da extincta segunda liulia o referido convite, ospe-
i-.iodo que os seus camarad.is assislir a esles actos, que
ferio lugar no dia 7 do correte inos, o primeiro pelas
II boras da inauha ua igreja matriz de S. Ao Ionio, des-
la ridade, e o segundo no palacio do goveroo da pro-
vincia.
Aulonia Carreta Sidra.
pemXmbco.
ASSEMBI.KA PROVINCIAL'
CONTINlr,A0 DA SESSli 110 DIA I" DE ABRIL DE I85.
Entra em discussao o seguinle parecer :
Aiilouio Pedro de Figiioircdo, professor adjuneto do
lco, pede que se lile conceda autorisaeo para pgal-
os novos C velOOS direilos de Seu emprego de con-
formidad)' rom o *> 13 do art. 3. da lei provincial nume-
ro 130 do auno pausado apeiar de baver sido uomeado,
ler lomado posse do lugar antes da publicacao da refe-
rida le.
A ciiliimisjo de pelicoes, eutende que nao pdem
le forma alg.niia proceder as raidos allegadas pelo sup-
plioaiilr para demonstrar que a disposifio do $ 13 do
aii. I.') da lei numero 130 lite pode ser applieada : por
quanlo importara isso o misino que aduiittir o princi-
pio de que a* lei* leeo -licito retroactivo, o que he e-
xldeiiiemi'iile absurdo. Mcconhece a eomiuissao que
ra algniii tanto pesado e oneroso o imposto que pa-
gavo os cniprcgailns puldicos em vil tilde da lei pro
vincial niiinero 110, cao qual est obligado o suppli-
anle ; poiriu allendeiido para a deficiencia e po-
lire/a dos cofres provinciaes C considerando que nao
pude esta aS3cmbla eslabeleeer una disposico Intel-
amonto imso.il em favonio peticionario, julga que,
anda como iiu-m": uo e Ihe deve conceder a auto-
larlo que pede. He por tanto a eomiuissao de pare-
ier. que seja imleliridu o reqiieriinenlo em qucslao.
i'uei Hrtelo IU. Ciiinleiiiiti Htt* e Silva.
O Se. HtftUta:Sr. prcsidenle, cu nao posso dar o
meo voto a favor do parecer da cooiinissao; o reque-
reiite lein jnstica. A lei provincial l.'Vl do anuo pas-
sado rediuioos novos e velhos direilos, que pagavao os
inprrgailos provinciaes, a 10 porcrnlo, e, suppostoque
i peticionario tivesse sido prvido, r livesse tomado pos-
se poneos dias ames da promulgarn desta lei, coiu lu-
do nao pagan os direilos do seu diploma : quer-se agora
saber, se elle deve pagar conforme esta lei, ou se con-
formo a lei provincial n" 110 que exigia ( por eeiilo.
Kn enlendo, Sr. presidente, que o empregado reque-
reiile deve pagar os novos e velbosdircitos conforme a lei
l.'ldoauno passado; esta lei mostra evidentemente asshu deve ser, ou se recurra ao sen espirito ou a sua
lellra. Quandoa lei provincial n" 130 redu/.io os direilos
n lOpoi-ceiilo, uo lol senao porque reeoulieceo o iin-
poslo enorme c pesado du liO por orillo que pagavao os
empregado* provinciaes, imposto regulado por Icis gi-
raos o para os emprego* gerara, que sao de mal solidas
garanta*, que os emprego* provinciaes. Alni destesor
o espirito da lei, as suas palavras bein inoslrao, que, de
pois adata daquella le em dianie, j nao he possivel
xigir-se d'enipiegado alguill niais de 10 por cont sol
pona de se inl'ringir a mesilla le; norquitUtO iiaqnella
lei oxistem aS seguiules palanas : desdeja Scfio reJll'
IU por ceiilo I", o que quer dixcrdesde j.i f Quer di-
aer, queda lei eul diante nao tem lugar iienliunia oulra
iniposirao, que nao soja a de 10por cenlo. Ora, o re-
lcrente aluda nao pagou os. direito* do litulo do tea
i'inprego; assiui pois o laclo, que vai sor -siigeilo lei lie
o faeto do pagamento, e nano da posse anterior, e esto
faci do pagamento mi podo ser regulado senao por es-
ta lei n" 130 que lie a lei vigente.
f> Sr. /'( llnrrelo:Mas devia ter pago.
O Orador: Milito oinbora- mas aluda nao pagou, o
c enlo, repilo, o faeto que lein de ser siiliini Itiilo a lei
lie o pagamento, o qual jamis pode ser sugeilo a urna
lei j revogada -orno quer a nnhre eomoiiss.o E por
que motivo o requereute nao pagou os direilos Se a eul -
pa fui da secretarla ou da lliesouraria provincial, enlao
o reqiierenle nao lleve carregar coiu culpa* allioias. De
in.lls, oque me parece evidente he que, leudo o reqiio-
i-enle de pagar os novos e voltios direilos, jamis ha de
pagar nina iinposicao, contra a qual j nina lei so pro-
iiiiiH-ioil;e se prom'im-iou de lal modo, que nao quil que
Disse a connnisso, que o incluir o eiupivgado na dis-
posiio daquella lei n 130, he dar osla le elleilo re-
troactivo: Sr. prcsidenle, o principio da nao relroaelin-
ilade das leis nao he lo ampio, como a algn parece;
pois que casos existeni, em que o futuro est to ligado
rom o passado, que n,"iO se prjdcni segregar; o enlao
que a lei dispoe para o futuro lein applicavno. Tal he por
oM-niplo o C.I-.0, am que est o requereute; porquan-
lo, quaiido a lei numero 13J se proniiiiciou contra a im-
posii o de O por cenlo,loi seni duvida pela injusliya uue
solliiao os empregados provinciaes, pagando nina impo-
snoque ahsorvia quasi un anuo dos seus ordenados^
Assiin nao he possivel, que, depois deste juiio da le,
ainda se commeita a inesnia InjIMtlca, ainda se faca o
niesino mal a pretexto do empregado haver sido despa-
eliadoaules desta lei. Se elle loi despachado ante* da
loi, coui ludo ainda nao pagou. e se ainda nao pagou,
porque se Ihe ha de latir un mal que urna lei uao quer
que se la\a mais alguoin ? Alm dislo essa ruesina lei
130 inostrou que o principio da uao retroaclividaile uein
fttiiprc he seguido; por quanlo lodos sabem que a lei
un ore.imeiiio lema duracao de un anuo, ante* do qual
ella nao piidc expirar; nas a lei ir 130 nullilieou, ou
pelo menos alterou urna verba da reecita da lei do oiva-
inenlo n 110 antes que rila expirasse, poli r.duiio a 10
por cenlo nina verba que devia reuder (>0 por eento, c
diminua aatlin recella do anuo linaneeiro, para o ipial
% se bavia legislado. Se o espirito da lei ir 190 nao Ibs-
se acabar logo e inmediatamente em a imposiio de
O por cenlo, ento diria ;de junlio em diante, os em-
pregados p.igar.o. por seus ttulos del por cenlo; mas
nao, a lei deiormnoii, que de sua dala em diante nao li-
vesse mal* lugar a imposiio de (0 por cenlo.
Sr. presidente, direi mais alguma cnus em oppnsi-
cao ao parecer : me parece, que o principio da relroae-
lividade nao piule caber nos easos em que o poder legis-
lativo trata de llruiar a ntellgeiica de nuil lei; r trata
dedar nina iuterpretaco aiilhentca. Para o poder Jif
diciario eexecutivo, coiu elleito aquello principio he
sanio; pois d garandas, c evita os caprichos da voli-
tado.
O Sr. Paes Brrelo: A COOttltUlcSo di que neiihiim.i
lei lera 'licito relroaclivo.
Orador: Assiin be; mas la CU duendo, que cate
principio he para prender as maos do poder execulivo o
Judjrlario; he para assogurar a fiel cxccucao da lei se-
gundo a iiilelligencia lo poder legislativo; mas este
principio nao pode, coiu o rigor que algiiem suppoe,
prender o poder legislativo, o qual, quaudo lein dedar
a intcrprelrarao aulbentiea a una lei, consulta as eon-
veniencias publicas, e busca apoiar-se na ratea e na Jua-
nea) e nein da juslira se pode aberrar. Ecoinopde
valer o principio da nao relroaetividade, quando o po-
der que le a lei, lie o inesiuo que vai explicar o seu pen-
saienlo eonlido em una lei diivitlosa? Nestc caso elle.
declarando o que foi que qnu determinar rom a qual
lei/ bem longo do oH'ender o prinoipio da nao relroacli-
vidade, nao fai mais, que declarar como aquella lei
deWc ser entendida, e como deveria ser entendida inos-
ino antes da Iuterpretaco della. Eis o caso em que nos
achaiHos.
O Sr. Mono, I Caraleanli: O caso presente?
(Orador: Silo, o caso prsenle; porque o reqiie-
renle nao pedio ao poder jndiciario ou execulivo alguma
:iai a; mas recorreo a esta cmara para ella diior, romo
deve ser entendida nina lei, que elle julga ser-lhe be-
nfica.
Vour. Pede una graca.
O Orador: Elle nao duque pede graca; a connnis-
so he que cucaron a questo por esse lado; disse que
era urna merco, pie se Ihe deveria negar, porque a as-
sembla provincial nao devia legislar para individuali-
dades.
Sr. presidente, en nao posso tambeni dar o meii *
sentimentoa este fiiudamoiito do parecer da connnisso.
He corto, queum, dousou mais individuos he que seni-
prc reipiercni a interprelacao de nina lei; mas mesmo
ueste caso nao he para esles individuos, que o poder
competente d a iulelligencia a lei: mas para lodos a-
ijiielles viduos: assiin pois, a iuterpretaco he para a gencrall-
dade: entend), que o requereute lein justiea, que deve
ser deferido favoravel.....ule, para o qucmando una e-
menda siibstiliiiliva a mesa, o declaro que bel de volar
contra o parecer da connnisso.
OSr.t'ae .'lama: Como nieinliro da coinniissii
de pelicoes Icnho de di/er alguma omisa em lvordo pa-
recer, que assignei, e que acaba de ser Impugnado pelo
noln i dopulado que me precedeo. En entcmlo, uue nao
so pude sustentar coiu vanlagein, que adisposifao do j
13 da lei n. 130 do atino passado notsa favorecer a pre-
leii\-odo supplieaute, Aulunio Pedro de Kigni indo: bas-
ta considerar, que esta lei prineipiou avigorar CIIIO
niel de inaio, e que o supplicantc fui uonieado, r tomn
posse do sen lugar em abril, para se concluir que a lei
nao o favorece; por quanlo o contrario Importara o inca-
uto que eslabeleeer a rclroaclividade das leis. o que nao
me parece admissivel. Sr. presidente, a coinniisso leve
de defeiir a prHefio, que foi submellida ao seu.conheci-
nienlo de accordo coiu a lei, que, sendo bastante clara,
nao precisa de interprelacao ; 0 uein iiicsino o pclicio-
nai o pedio isso; elle disse, que a sua preloiieao se a-
ehava bascada na lei n 130; mas a coinunsso, enlen-
ili-niin. que nina lei publicad* em malo, nao poda apli-
car-so un fado sin cedido em abril, den o seu parecer
conlra o requereute, que, leudo tomado posse do sen
emprego, quando vigorara a lei provincial II.110, conlra-
liio a obrigacao de jiagar o Imposto n'r**a lei cstabele-
cido. O nobre dopulado di/, que o reqiierenle nao pedio
-iilinni favor, e que somonte exigi a cxccucao da le;
mas en poco ao nobre dopulado que lea ti sua petiro,
c d'eila ver que o professor adjiiiclo do Iyciio,depois de
li.iver procurado mostrar que a lei II. 130 Ihe he applica-
vel, desconfiando, seiti llovida, da ellicacia [dos seus
argumentos, eonclttio, pedndo que se IbcconcedcMc a
aulorisilcao que impetra, como una graca, e foi por is-
so que A eomiuissao, leudo mostrado,que a preteneo do
supplii'aulo nao stf luiidava na lei. disse, que ainda co-
mo una graca, ou inerc, nao se devia perniillr oque
deseja o peticionario; nao so porque o estado dos cofres
nao comporta fazer favores d'esta nalnroM, sono tain-
liiiii porque haveria alguma iiijusliea para rom os ini-
tros oinprcgads, que, achaudo-se as incsinas circums-
lanciasflo pelicionario, pagarn todava o oneroso im-
posto estabolecido na lei o. 110; Injndica lauto malar,
quanlo he sabido qu"e o reipierenlo nao lein fejto gran-
. serviros, e at, segundo ouvi diicr, ainda noexei
coo o seu lugar; entro lauto que empregados lia, que
leein prrslado relevantes servidos, o que pag;iro esse
imposto posado: se pois a assoiubla quer fa/or esia
graca ao prifossor adjuneto do lycco, enlo deve, para
n'io pauar por injusta, eslabeleeer urna rrgra geral,
mandando restituir a todos os empregados, que paga-
no o imposto na confoiniidade da lei u. 110, o exces-
so da iinposioo eslabrlccida na lei n 130. Em concluso
direi, que osa asseuibla nao pido agora conceder ao
peticionario o que elle pede, porque deve sor coherente
em suas decisoes: ha poucos dias decidi que o profesaor
juiilatlo dcgrammal e-a latina de S. Anio nao lioha di-
reito de receer a gralilicaco do seu ordenado, que dei-
xou de percebereni ra/o de se adiar em vigor, ao lem-
po de sna jubilaco, nina lei, que mandava pagar aos
professores jubilados somonte o ordenado; ainda que
pouco lempo depois, una outra lei apparecesse deter-
minando, que os professores jubilados tinho (Incito nao
s ao ordenado, sono tambem gratificaran; e esta
deciso da asseuibla fmidou-sc eiu que a lei nao lem ef-
feilo relroaclivo, c que as criticas circumstaucias dos co-
fres provinciaes nao consenliu que se ft/esse favorc-
d'cssa ordciii: ciclo que ocaso, quando nao soja comple-
tamente igual, te ni uiuila analoga coni o de que se tra-
ta, e que a deciso deve de ser a mesilla. Ora, se a as-
seuibla enlcudro, que devora indelirir a prejrucan iln
professor de S. Antao, porque uao se ratribava na lei, o
nein se Ihe podia faicr urna erara, para sor coherente
deve tambem indelirir a prcienco do professor adjune-
to do Ivcco; porque a le a repelle, ti o estado do tbcsoui o
ainda he o mesmo: voto por tanto pelo parecer.
L-se a seguale emenda :
Est o requereute no vaso de ser altendidy, e as-
siin deve pagar os direilos na forma do lei provincial
ii. 130. ttaptitla.
Apiada entra em discussao.
O Sr. I.ibo: Sr. presidente, eu pretenda votar
siiuplcsuiciite peio parecer, seiu me envolver na discus-
sao, palo fundamento em que elle me parece bascado ;
maso nobredepntado que se asienta do lado opposto,
uo sen discurso, me chaman discussao. quereudo que
eu informe a casa ocrea da falta CO.....icllida pela llie-
souraria, por nao ter pago o profesor esses direilos ;
ciimpre-mc pois declarar, que, se alguma falla existe por
sseempregado nao ler pago os direilos, nao lie da llie-
souraria, mas liiu da secretarla; porque a thatonraria
S registra esse ttulos, depois de pagos esses direilos,
C ella anda nao o registrn; apenas existe a p:u lieipaco
de que foi prvido, c nada mais. E mais direi, porque a
isso son foreado, que enlendo que a prelenro do sup-
plicantc he odiosa, pois toda a talla qucjia lercecbl-
uicnto tas vaiitagens que Ihe coinpoleiu, be lilil da sua
volitado. Dcvfa un professor Substituto deixai de pagar
os direilos de GO por eento, quando todos, em igualdade
de eircumstancias, e niesino prvidos depois, pagrilo?
O pelicionario poraccaso deixar de querer receber des-
de o da em que foi prvido? Nao por ceno; cmo pa-
gue os direilos que oxislio uessa poca, eluda a dis-
pensa aislo he odiosa, excepto se se mandar restituir aos
oulros oque pagarn de mais.
OSr. Bapllila:9t. presidente, primeiro que ludo
cu lenho de responder a Ulna argirn, que o Ilustre
membruda commisso fes ao empregado requereute.
Sr. Piuu llanda:--Nao fu argui.o.
O Orador.-Pareee-me ler fcilo urna nipnlarao. O
nobre depntado disse, que o empregado ate boje nao
tem prestado tervicoa no magisterio. Eu sei do contra-
rio disto; o empregado lie substituto o proprictarios
tem sempre oslado em servico; pelo que, seo requereute
nao lein servido COIU ellcelividade tanto, quanlo desoja
o nobre ineinbro da connnisso, nao he por culpa del-
le requereute. Polcr-*c-liia acctnal-o coni justa ra-
zo, se constasse que, havendo necessidade dellc en-
trar em servico, rile se eximir do fa/ol-o; mas islo he
oque realmente nao lein acontecido Direi ainda mais,
que esse empregado tem servido, tem anlstido a exa-
mes, nao s de geometra, como de philosopbia c geogra-
phia; he un empregado prompto, scnipi c que he cha-
mado para o servico, que Ihe compellc.
O Sr. Loba:Coiu que litulo .'
O Orador:.Nao sei responder ao Sr. ilcputado; mas
kupponhoque como titulo iiuc lem do governo; o Sr.
depntado quer por em duvida o litulo du eniprogado '
Quer duvidar da legalidad!' desses exa.nos a-que elle as-
sislio ?
O Sr. I.olio:-Tildo lie millo...
O Onufor:-Enlo porque nao pagou os dirritos, he
millo o sen diploma.' Eu quisera que o Sr. dcpulado me
moslrasse a le que d por uullos os actos dos emprega-
dos do magisterio, por nao Icrein pago os direilos de
niorcc, urna ves que esteja legal o sru diploma: convi-
do-o inesiuo para que me cite ou me mostr esta lei;
(lilis eoni islo milito lucrare!. Disse o nobre depntado.
que se senta do mitro lado, que ha ouiros empregados,
que eslo no mesmo caso, em que est o requereute; o
(pie assiin, qualquer que fosse ti medida que esta asscni-
blca toinassc a favor do reqiierenle, seria odiosa. A islo
respondo, que unta ve que esta asseuibla determine
bem a iulelligencia, que 8 deve dar ti lei u" I JO, nao so
o rrquerenle; sono Ijinliom lodos os mais, gosartio do
benclicio da lei.
OSr. /'mi /Jrrelo:A sua emenda nao be geral, re-
fero-so sii ao requereute....
O Orador:yucn quier urna emenda mais lata, po-
do apreseulal-a, que jti de agora proino'.to volar a favor
della; mas enteiidoque nao he preciso; pois Irala-se de
interpretar urna loi, que approvcitara a todos aquellos
que osiiverciu cni idnticas circiunstancias.
Sr. presidente, eu estou bem Informado, de que ntn-
sucm esb as circumstaucias do requereute; porquan-
io algiuis lentes que forSo despachado* conjunctaucutc
coiu elle, saliendo que nesta casa, o auno passado, ja se
discuta a lei ii" 130, que redii/ia os dit ritos de increc a
lli por cenlo, nao lirro titulo, e s o tirarn depois
que aquella le foi promulgada. O requereute fui o ni-
co, que so apreSIOII, (' lirn logo o sen litulo; de sorte
que poneos dias depois foi promulgada tupidla lei u
(30. Ora, litio he justo, que por lies ou qiialro das an-
tes da lei n" 130, o rrquerenle tenh.i de pagar um im-
posto Icrrivcl, quan'do alias oulros, quocoin elle lor.io
despachados, soubero eximir-sedcsle mal. Da parle do
requcrenle hoiivo milito boa f, e nao he esta boa le,
quanlo .'o inou voto, que ha de aggravar a sua smte.
Por tanto votare! pela niiiiha emenda, c contra o parecer
dti couiuiisso.
O Sr. Alcanforado : Sr. presidente eu enlendo
cotn a nobre coininisso que a lei nao pode ler o sen-
tida que quer o peticionario sem que lenhti ell'eilo re-
troactivo ; lie inhiba opiuio que i>-deidejn que foi
consignado na lei nao se refere sono ao que liver lu-
gar depois que a lei lr saiieciouada porque desde en-
lo he que principien a ser lei O crcanieiilo que nos a-
qui l'uemos ; mas, visto que, como procurador fiscal .
oppiu-me a que o pelicionario li/csse o pagamento na
eoiiformidade desta lei quando recorieo ao govonio ,
e actualmente estou resolvidoa votar favor por prin-
cipio de equidade voil dar a asseuibla as raides que
trullo para l/.cl o : o pelicionario foi prvido poucos
dias antes do sor publicada esta lei; at enlao os em-
pregados provinciaes pagavo o imposto de (Mi por een-
to que era sobre modo pesado c odioso c tanto sr
reennliece que islo era assiin que basta discr-SC ,
o imposto abs'iiua quasi un anuo de ordenado; um
empregado provincial quasi que pagava de direilos a
lolalidade do ordenado de mu auno era preciso sof-
frer um posado grvame : CIU consequencia disso, a.is-
scnibla detcriiiluou que o*empregado* rnente pa-
gasseill 10 por cenlo sobre seus ordenados. Est assiin
plciiaiuente demonstrado que o espirito da lei foi aca-
bar com esse oiuis que pesara sobre os cuqiregados :
ora se o empregado de que se trata foi moneado pon-
eos dias antes da publicacao da le c nao pagou os di
reilos que devia pagar segur-sc que he de equidade ,
que elle seja altciidido e parece-me que nao deve
ser gravado com o imposto de 00 por eento ; visto que o
espirito da l,-i foi acabar rom este onus que pesara
sobre os empregados provinciaes. Accresce que no
oesmo dia fro Horneados oulros rinprcgados, que
dcixro pa.sarS, ou 12 dias e dahi foroiiagtu os 10
por eento; ora, se os oulros que tocio nomrados no mes-
mo da c na iiiesma occasio, pagrao somonte des
por cenlo creio que ser de equidade que oslo nao
pague os 50 n porque tomn pise A .', ou (i dias
anles.
Q nobre diputado que se asscnU daqucllc lado ,
disse, que nestc caso li.ivin odiosidade, que se Ta/.l.i
lima exeepeo coica deste i'llipregailo m.is he preciso
notar que este eiiiprcgada esta em una ra/o especial,
por quanlo os demai* foro prvidos durante o impe-
rio da lei quando nao ha va proposirSo pira ser alte
roda; estes euipregailiis, assiin iioiueados, aceeiltir.io coiu
esta* eotidi oes ; mas este csla cni nina ra.'o especial ;
iftlc he o Ulllco que est j ueste caso ; por "isso he de fr|U1
dado, que soja deferida .i su i pretcnco, multo mais
qu indo esta cquidaile est.i conformo COIU O espirito da
lei. Sao estas as raides ijuc icnho a apreseutar em fa-
vor da emenda doSr. deputado.
( OSr. I.aeerda oreuM o emleiro d,i presidencia \
(I Sr. Lobo: Sendo quasi iiilerrngailo a cerca da
existencia le algn* empregados, que, em igualdad.* de
eircuuislaneias.tivessciii pngu 0 direilo deliO por cenlo,
ciitiipre-inc declarar que agora me nao Icmbro de ue-
llliiiui, a exeepeo do substituto de gr.iium.ilie.i latilll
o fual, possoaaseverar, em Igualdade le raides,rc|iif-
reo cotn o peticionario que hoj' SC aprsenla, cuan
sendo deferido, pagou os Bu porceulo. Mas fnrailesie
lia oulros em igiiais cirriiiustaiicias, que pagrtio (o por
cenlo. Mandare!, pois, se quicrcui una euiciula.i
mesa, part que se UlC pague, il '(da quaildo olio ellee
tu ir o pagamento dos l<< por eento. .<
Pose ivenus'ZZ Isto lieollender a justiea.
O Orador : Nl'lO sei ,urque .' Elle quer pagar ni ra-
ifio de Mi por CCnlO; o que nao liulia lugar durante a
poeti, em qUC elle loi prvido, e tOlUOII posse, logo re-
ceba o ordenado.depois que livet i lleliiado o paramen
lude 10 por ccnlo;e ueste sentido vou mandar a uilnlia
' iiicnda.
I.-sc a seguinle emenda : Oni' seja deferido f.i-
voravcliucntc, leudo sotnoiile o tupplicaillr direilo .10
pagamento do ordenado do da einqiie ell'ecluai o paga-
iiii-uto do iiuposlo--/.'i'iii.
l.-se a seguinte emenda : One seja defctnlo livor, i-
velnieuto.rccebendo o ordenado depois d i prouilllgai ni
da Id II. l.'IO.--.l/eiiii/iiiiti/,i.
Saoapoiadas, entrfio cni discussao.
0 Sr. Baptitut: Sr. prosi lente, trnha de fallar
sobre as duas emendas, qm- estn em discussao. Km
primeiro lugar direi algiinia omisa sobre a emenda do
Sr. depntado que se assenl.l defroiltc di- uittii e que
quer que o Clliprcgado requcrenle mi leiibti direilo me.
seus ordenados depois que pagar os direilos que de
verla j tei pago, (aun rlleilo Sr. presiden le esta
Hienda bein pruva ser de mu enllc-.i IIOSSO, ebefe d.i
IllCSUUrarla provincial e que quer /dar os itileresses
da fateuda; mas eu eiilr odo (picotes hoilS desejos
nao deveni chegarao pomo de se calcar aos rtt ajusti
ea o ilo se coniiiiciier liriquldadcs, Segundo a emenda
do nobre dr'puiado (er.i a lliesouraria provincial de *c
locuplet.ir com o daillliu o piejui/o de um professo .
que recebe os ordenados como paga dos seu* servico* ;
lera de se locuplctar COIU O ordenado di- un auno que
he o lempo que esse piofo>sor tem servido. Assiin a
ClUCuda do nobre depntado tem de peior.it a condie.i.i
do requcrenle : he por eouscguilltu lima emenda ainda
mais injusta que o inesiuo parecer da coiumisso que
liiiha combatido.
Eu enlendo que este empregado lein direilo .ios seus
ordenados uiui principalmente nao havendo lei que
diga que o) i'iupregados.si> depois que pagarcui os no-
vos e vi'lbos direilos be que tcjlhao direito aos sel1.-,
ordenados pelo lui-iins he para niiin deseonlicciila so-
iiielliante lei : convido .ios Sr*. di put idos que ti d.io
por existente ti que m'u prcacntcinj he lei que se exis-
tisse, seria contra toda a ra/o. Eu. interpcllando o no-
bre deputado a rrspeilo desia falla que homo do em-
pregado nao ter pagq os novse velhos direilos,c\po/.elle,
que da lliesouraria nao bouve falta c liquci saMsfeito.:
mas, se a llta litio be da lliesouraria, he da srerstaria .
ou sejti.'i falla desla ou diqilclli o que lie verdade lio,
que ti taita mi foi doeiupregndo c asslm a euiriida do
liobre deputado he milito rigorosa ; porque quer que ii
CUipregado responda por falla que elle nao coiiiiiK-llra.
t'o:,s : Ello lem culpa, por pie sabia que devia
pagar.
O Orador:- Tem culpa pois o requcrenle be jurista '
ftu profisstto do esludo das leis.' Sr. presidente, coiisii-ino
que he pravo os empregados pagarcill os direilos iplati.
do vtio pela pt iuieiiti ve/, n-ci Inr OS seus ordenados .
fa/eiido-se cnltio o descont ti lioiva do eolre ; e be isd,
o que se lem fcilo COIII IllUtOS cinpiegados.
Agora lllarci da emenda do Sr. deputado (pie se
assenta to incii lado; i-inend.-i,que manda pagar o or-
denado do cinplcgado depois da promulgarn da lei II.
190. Esta emenda me parece que est no caso de
ser appruvada por C(ta asseuibla ; por quanlo assiin
como o requereute quer pagnr os direilos, segundo a
lei provincial n. 13o. justo ne, que lanibeiii da data
dcsia lei em diante se coiiieec a contar os seus or-
denados. Por linio vol por esta cnu-inla. ..
OSr. TtHut$ : Allega .ilgiuntis raido* e rola pelo
parecer e contra todas as emendas.
Continuar it-ha.)
c o r ii i; i o.
l'ORI'.r.SPIlNDFNCU l CIDADK B IMtOVIXCIt.
Mal (pie me eucouimeuilci liotili'iu tis pragas da praiei -
rada, achei-me logo li\ re da eiichaqucca, e boje, que c*
Ion fresco como un pipiuo, mello lilaos ti initili.i I irel.i
com vigor novo,protestando recuperar o lempo perdido.
Piiiicipiai'i i pelos M'ogados, de cujas eleii oes ipii/eiti
desde doilllllgo ler fallado. Tein sido aquella povoarn,
durante rstesdias, coinoeni setembrn aparada geral de
todos os patriotas desta cidade, verla grada, vadlos, po-
rtillas, trancantes, etc., etc. toda ti sucia val para alli
ai ni ola da inscpartivi i librrima blenda e de ve/ em
piando ehovem os insultos ios botiieiis boueslos que l.i
le aeltao, principaliiieute ao juii de pac, que coiu qu.iu-
los sc pre/o de iirdciros, te. ni solIVido com tamo mais
resiguaCO estes ataques, quaillO i nidio! cni que lim
desses indignos he acliarrin um pretexto,por frivolo que
sejti, itira coineco das veipents sicilianas,
Eslo i testa de lodti a malla turbulenta os I iai luiros,
o Villela; este coiu sua VM i' snvclao. tu rolando dou-
n inas Incendiaria*, toma a palavra, c falla, e grita, como
o paleador rill chele dos laes fregiieies uiiiversaes de In-
das as parocllias tupidles, os Lmenos, eslo no sen
elemento, testa dos leus aguerridos (aquistas, amea-
rando a Dos e ao inundo, passaudo de quando cni quan-
do revista nos seus ai-souacs, etc., etc.
Aiii tem estado o chele de polica, o houteiii lambeiii
i'steve o nosso delegado suppleiite ; era iiiuilo part ver,
ao que me Ulero, o aspecto venerando deste irspcitavcl
aucio, cuja presenca s pioduiia sobre aquella genio
tac seuiinientos de acalaiiienio. que um s nao houve
pac ousasse expirrar em sua presen;* Se o beiieinerilo
juii de ptu, delegado, (citar, coronel, lidalgo, ele. ele,
etc. ostivesse alli sempre, uao hottvcMc, mod?, seria mais



.h
n
acll vir o inundo abaixo do que tlnuem uui cabello da
coroa la caneca dcita chave mestra da irauquillidadc nu-
nicn. '
rfi
i
pici.l
da se
Asscverao utuitos que, apetat de todas as cautelas, a
pobre urna au llcara vil geni iuio n'uina 01 casillo pra-
a sucia laquista profanar a pobre vestal, quoalu-
:onscrva pura, porque vein todas as nonios dor-
mir iicstn cidade cin lunar seguro, para onde hecondu-
yi.la todas as tardes pelo i lii le ele polii a.
vcremoscui queaproveiliin no uosso governo, c inais
caterva npuradora lodos i ses sustos da popula; o pac-
hca, discos da Iranqnillldade publica: achara ruque
com ;, vergonli i que i si i gente os leu 11, to curial le ia
iliscr: Tcao ns habitantes dos erogados Inhibidos de
votar, e i na i i estes c aquellc, e la os utios, romo
1 .-.-1-, n que illssi i.'ii -- Sao millas ascleicdes, procc-
diio a m.vis. etc., etc. Mas eni ii.i isio lie neceado 1110-
lento ; rollemos folln,
Toinou liouteiii posse do cinprcgo ainphibin, que llic
mandarn ns depul idos da polica, n uosso Kagado. 1>-
' in-mc niie csi i\ i mal* radiante do que o rundo de.....
pratfl velho no cisco que a man'- leni dclxndo na prala ;
na verdade por i mas c tilo infames calumnia* i r is-
nlo a cidadiios honestos, mereca o cetceo essn re-
compensada gente creadora do Cometa, de ruja gerencia
lora por ella incumbido. Mo di* por-m cscoTieo elle
; ri i strcoj a mu cal n ii. que
hm i I." de abril pitia tolo aonde ndo deve ir,
DItao-,i i-iiii os nossos rclhos, e cu crcio que mal a-
; ouradn rala tal anlmalejo Dbciuquc ral proprtimn
conomla 11.1 ill indi i.para Ihicr cpncaa suaentrada na-
quella rcparliro: he a suppressu do escaler, porque
nao precisa desse mnrel pira ir .i bordo das ciubarca-
1 es, d'inde i iinliem pode condnzie para Ierra, sobrrn .on-
harijn, nlnmi rahimt, de nr-irii. S oque o atrapallia
lio rallar lingons da estranj i : rerdadi he que, li......ito,
talla oaiubiiuda mas mo vccni r;i navios da na
falla csc dialecto.
Diiem que minio ag isl ido esl i o Ir. Colnol i, que dei
urandes sustos calila pian ira na pcnulliiua semana
ile sorlo queja o julgaro npoplclico : mas logo que si
disslpr i o vapores, deo-si o Ir Masmarro por pioiup
lo. I-si., milito ngnslndo, dizin cu, porque, sendo o l'ome-
Mcousasuq, e tendo o kagado to grande despacho s
pela gereni ia, para se elle contentar lie preciso un bis-
pado, oeste -.. inparlilnu llic pode caber.
Quem ua lem pndrinlio iiiorre Mouro. Se assim he,
I'O'a |.....lispular-sc sobre a lllili'ladc un iiuililiil.ule il i
ndcir.i de nbslrecticin Quem nao julgar ser uccessa-
i'lo liitreter qualro mi ehicii rclhas lia arle de lirar os In-
lesiinos a una oppriiuida Se ns lacs reinas mi rilo pa
ii a aula cumoculose c.....cnngnlhas, cutan vio pedll
petas pollas, porque niuguemqiier servir, on riio pelas
casas alucias prescuciar o que u lias se passa para con-
iaieni a ipii ni as qui-r ouv ii. Ni ste caso vio para a aula
Irabal.'iar eni teeeu, rao l'.i/er su is cxpi rieucias na hone-
de trapos, lireui c inclino, docm uiris diuia de mar-
radas a dormir, e vivan as parteiras, de quciii. granas i
Dos, estou e estarc lirio, emquanio a na nuera se nao
l ralis tornar, no poni de parircm os Correim.,..
Ja que estou de pachorra dtreiduas patarra* sobre al-
guusartigosdo fbnr/o-prai.i (lestes das, nao por cnlrai
eni poleiuii a i mu a tal folln, mas sim eomo distrarro.
Seja o prlmciro o de snbbado, onde Ibi ainuiltidtf aoca-
ihnlngo ilas vii limas ,!.i pi n i o coronel commlssario pa-
gador, cuja hoiiradei o grao pasquim j em oulro lem-
po rccoiilieceo. Alas agora reve o coronel a inl'elieiilaile
de ealiir no desaireado 'a seu cscrivo, e eomo pairee
que esie hii ilguiu -los predilectos da prnia, no inesnio
instante cvapnrnit-sc n seu incrccimento, e neni iiinos
ilo que synonima de iniris i he n noine do Urito Ingles,
Ser porque nos olhos de oulro rorriiel c nos dos que
lile dctil rcspeilo, lodos quaiitos so uno conformau rom
os seu* caprichos sii iuirigantcs lie provarcl que sim.
Km oulro artigo paga as cuitas do porco processo que
me mor m os traanles ila prala, o artacho, quem os
tinrabulhas do rJriiWo-pi llnuriiiho, que seiupre san mul-
lo bous mocos nanos lamba o gato teem umita amba-
ile. hiles ici'iu riuao, porque sabem pagar amor com
amor : e neiu amor lie cousa que telilla nutra rccoin-
peusa seno amor amor aman reeompeiualur. Diga
qiieni quiter qualqiier cousa esrri va qnem poder al-
gilin (iir/ii, mi algiiiu lopirii, e pague as cusas o Carin-
cho, poique elle Ibi iiiimigu do pal do \ illcla [que Dos
Maja un sania pal e nillglleni pode fallar de \ illcla se-
uio qili'ni lio iiiiuiigo ilo p.,i. qnem lalve elle lio vis-
ro e conhecesse Ora, riraquem assim raciocina (Jra-
inivi n padre Kslrclla, quaudo cstudaule, porque nao
sabia dier qnem era o pal dos lllhos de/ebedeo, Cello
so lamentara, ilixeiidn --stou ipanhaiido por qnem
iciii vi e neiu ennljei o i.sia historia lalrc lonlin ap-
liearao mas quer i'-nli i, qner n.io, deiciiios-uos de
historias o vniuon ao que importa.
hi/. o garabiilhn do /*. imrn n. 71, que o Cartaolio Por-
leOirtacho, esercvi contra \Hiela, porque osle fel-n
perder, com todo nr de corpo, nina aoro, ein que pcdln
liouorario de ndvogadn, npi'xar ilo soi cslrangciro, aqui
no seu fwis natal, e nao podci cuiisegiiiiitemeiiti' ligurn
cm Lui/o como adrogado. Kls aqui como siio os gara-
billhns do D.novo ( Oarlacho leve na rrlnrau dnus
ficcordlos iicssc processo a seu f,iroi',|)assrao em |ulga-
ilo ; o \ ahiii io do \ i I le i, misil.' il'.n mas, mellen a vin -
i i no sacco: o (larlacho, em lugar de zanga, leve coui-
paixiio 'l<< p.iiiono. qiit1 tao mal nrlicnloii ; e al leo pa-
laliens .i su i 'nimia do ler eoiitrn si un I il carauglioijo
ni advocada: os autos eslo no eartorlo ducscilvao
' indcira, onde se pdein ver c rever ; r o pago que tein
i jora o lal Carincho de sua couimiseraoii he ih/er-se que
lo inlnigo ilo Hela! o garabulha do .mmo, o defen-
sor lo \ illel.i rom sin liceiirn mimi c se incntc lito
seni vergouh i, auno quei si r uccreditado .' Argumentar
oin mentirosos doslc lote he perder o lempo : assim
inesnio i nniiuii.il 11 a surxii esse pedaulc inciilirom,
\ssi......pierom, assim o teliho.
Corno estou com o pasquim sol) ftsollios, Vil mal* una
ii-pnsii. Velo e.impon iiravo coronel Marlins, e con-
ioii-nos iini i historia, que em nada o ustilica, c oiites
malsina a gana que llm nisiste le intrigar pessoas, cm
nulo c por ludo suas antagonistas. Se o coronel penan
aluda adiar peixiiihos a qnem pregue, pe den na mal-
la: para que as sitas palavras uo sejo descrida*, mi
pense que basta seren suas. Qucixa-sc que u Xlco Pi-
res o iiitrignu i mas conl'cssa que rile Ibi qiiein falln
ni sop.u.ii .ni do Norte, c aqui lie que ost o ponto casen-
ial I i qneslo, Que iinporU opposiviio que o honra-
do Coronel diga que lllll dos seiis eli.les lie [uesideule de
itiiinassocine.au poltica Nada: se ella existe, fes a op-
posii :1o muilo beui; mas lie minio d.i nossa conta capa-
lllll elle, i 111 f,ir(|-in HtHt'lU tijigellai, pie esse pre-id li-
le, on css.1 sociedade, quer grparaco do Norie, e olc-
llitismo com que lie dii que se ailinrava, l'lll nada at-
loiiua a gravidade da iutrlgn, lauto uiais uunndo se sabe,
lile nao fui S lia asa do lele le polica qin elle lem
.suscitado cssas r'mi'ti'.s'i tingeUttt, as quaes uio ninlla
(S. s. dir se com o vodo iufaiiic iraicoelro, oucom al-1
Tainlifin no.dissc, que elle linlia lelneocscom Vicen-
le de Paula que me nao divino em assacar baldas, que
me nao sej.io iniiilo cunliccidas disse sim, que a inao
do bravo coronel levou u Vicente i cssas maltas, theatro
de suas lai'oea*. Ura creem \ mes., que o Mnrtins nao
DUlonai o islo? To alilodo e prrtplcas nao vio o que is-
lo quera duer ? Devia cu uo expllcar-lh'o ; mas que-
ro atropclnr este dever cm bencucio dcste pohrcziulio
(iiinmln o huurado coronel culendCQ ,
. pie (india ser
i fmsjnrador, porrtuc outros o Crao f ho coulisso inge-
nua, ni veruade!) quaudo o honrado coronel tara gal-
garas honras ciiiprcgo* c titulo* iiiinou a queda da
n inquillidade publica cm 1832 porque para iss.o ha-
vi.io miuado outros n queda do Sr. I). Pedro l. em IH.tl
( lie i, 1111 i conlisso, que acccito com todas as suascon-
siqnemins; conseglo-sc restaurar a ordem publica
liesla capital ; mas no interior da provincia a rcvolln
progrediu e duroii multo* anuos, ]>roilu i'mi i. Ora parece que nao resta durida que a koan
diisrelacOrs do Vicente perlencc sein coutrndiceau in
pinifi loco ao cliel'e geral dessa rcvolla isto lie no co-
ronel Francisco Jos Marlius. Para avallar isto, uo he
preciso saber nomo de mnis ningucm c milito menos o
UlCII.
Son punco curioso di'saber se o honrado coronel
velo rico, ou polne para esta provincia nao son cu da-
quedes, que eutcndeiu, que nina provincia s aosseus
naiiirai-s perlencc, neiu inesnio, o i'iitendo assim de mu
pai/. ; sel que o coronel se ha de retirar quaudo llic ap-
prourcr e crcio que iihu dcixar calote* a pus de si (o
coionel 'st i;i<> rico ''') mas pareee-me que era
pindn le que nao lailasso em pegadas de arlas ha-
biliiltiitrs que le or; seus oliios la/em o hourozo tim-
bre de iilijiirm pude Qlgllcni por luab'volo dilOfi qili' el-
las la/eni o compendio da vida de ttlijum o liciu ve que
esies iiIijiiiii, calinum assim em grifo pdcm dar, c dao
oque ellectiraiueiite lugar mil Interprctacoe* inals, ou me-
nos teiui-.irins que piideni nlc prejudicar n S. S.
D ii coronel qunntii npoio ruiiter ao actual ministe-
rio honra seja p ira mu c para oulro; niugueni Ih'o in-
vej iniii Mu- disputar c lique persuadido que pa-
ra pi',r algtieui i tutu Mais iloeei eiperanftu em Vicente de
,Paula era preciso le os meSIIIOS precedentes lo hon-
rada coronel v. de mal* a mais ser lonco rematado.
Acoiisellia-mc lliialmeutc o brioso coronel, pie mnis
rae nVi /ni liriue cu com o uicii iiome o que delc qulier
diser, lie hi/nrro na verdade ocorOOCl! Masqneror
elle expiiear-me para dir-ine piiimiro cxcniplo de
cavalheiro, como lie que I > no sen pensainenlo ciiloudc
enlapir que tieitos ihefrein f Veja o nobre coronel, que fuioag-
gressor e que pilas ligias da boa cavallaria nao llic
cabe a cscolha las armas,
Aiiula oiilra do OarJo-pmil, l'oino os nsuus derao n
soleiunlssimn barrignda de pegarein em Higo quaudo
iqui chegou o vapor sexta Icira da patxao c Ihes nre-
bui i a c.issu.'iil.i esta gente que nao he capas senAode
Imitar c de imitar muito mal assentrdo pie tiravo n
narli da lama Inventando urna fbula inulto deaencha-
biiln n lespeito do vapor, uno trouxe a noticia cilicarao doul, dequeo ministerio gamba fox grande
misterio caoilicsiuo lempo grande tallada, Us bobos
peuso, ipu' se piule encontrar fiira da prala um pupal-
vo pie acredite que uma iiiudauca de iniuitterio me-
rec a pena de se andaran einb.lluloiaiido os vapore* !
Porles burros '
lie do IIICSIIIO calibre a historia do nniriro ile era ,
preso por ladino de gallillha*. Kssel Halantes su pru-
legeni ladino e assassino de miln cheta, como por cxcni-
plo o amigo do \uionio iflbuso o patriota Orelhas ,
ao* mais negilo-lhcs a palcrnidndc: opobrediabo para
sim- praiefro basta ser lllll rasgado, que neiu topo trat ,
por liaver perdido 0 que Ibe dcr;io no lempo do balalho
iigeiro o pira mais proemios mili barba ICUI. Masa
genio da prala, qile tcm n espcclalissima nuioridadc de
ver coi los lugares talVCl l lio deseobi isseiu a til po-
ra, niesnm quaulo ella u/imp.r la que no domingo lite inloi romperao na segunda
niio tive pachorra de i-oiilinuar au ri'grn n trela c
honteui nnda pude fiuer, vou boje concluir a* noticia*
lo Rio.
Seno ministeriohouvessciu homens, que tomasscm
'Mi groSSO algllllia cousa j ha milito estarla a igreji-
uha derrocada: mas qual Por mais que os coulrai iciu,
por mais pie o Couro-d'anln rcvolvn c n Paulo vene-
ren os niali'aquoie n.idalnqiiillo ha do desinoronnr-sc
quaudo a priidrid'iii ehegnr au (crino de completa dc-
eomposiaii. He esperar. Iluia lllll din o Aulouiu Allbjl-
S0, lian peuseiu ja, que era na camal'.i, pie l nao luj
mu iiuiji' o Iremeilor ora sim Pin \ illagalho onde
sucia praieira la cadeia vidha liarla ido de pnluscada
p iss ir n illa cm quntilo os uniros pnsscnvno un prnia ,
por sympatllia, a qucill COIll elle llcura a sos pnra u con-
rsai" : KstOU IllItltO desconsolado, c s) suspiro por
rollar a Pcriiaillblico pobre inoro !} os males ta patria
IIIO I em remedio bnvia iloserollc c seus consuelos
que Ih'o dcsseill !) os Sis. ilo luiuisierio sao n incsinn
i ous, que ns dos passados ( salve Dos tal lugnr ) com
i dill'ci'Cllcn de que o llouoriu diuia os seus senlimcutos,
e puiilia em pralica a sua poltica c estes sno trnitluros
e I. poeritas { ahi tein ello rasfio do snhor ) ii.h di/
o quesentem neiu seutcni u que di/.eiu ; por nrles do
dinbo uiitiiio-se COIll um t.avnlcnnti ( he o ciiiirlicmttr da-
iuelie rapa/.! ,' que su servo de empecer os negocio* de
l'criiaillhlico aqui. aqui he que me diie !); assim que
se pilhni'o servidos em nina amara, que os npoia (ora!
na! que desgrana ? ) leciii fallado iodas as suas pro-
inessas ( povcrlllO j a lllilll inesnio se me pronielleo um
lu^.ir illlpsrtnulc c me eslo bigodenudu ( coi lado )
o lugar de hele de polieia nao me serve que nao que-
ro oslar a merco lo Honorio tuoY rttro !) Ura vejo
Vinca, se sin lem proposito,
Tilll-SC assenladu ni ciirli-, que o ministro da guerra
prepara-so para grande balalhai;;io : deoonlein de so
recolhcrcill a seus corpo* todas ns litaras addidns c de
eslareni lodos os olliciacs proniptus prlllicfra roz.
O ministro dajtIStica rei'oiuiuondou no cholo de poli-
cia da curte pie uno culcudcssc com u Oxnl. K os
piaieiros, que nndro aqui ineltendo a ridiculo este a-
llligo do/.'oliadella, com queill nuda na sege.' Ora quei-
ra lieos nao tcnlulo 'lies aluda de jiislilicar-se !
Elle* dous ministros sao os ntimos amigos da prai-
eirad.i e iiiuito desojan sorvil-a. Todas as cartas dos
asnos de e.i aos hueros de la Ibes sao mostradas ; entre
muas milicias, que do c Ihes oiiviro fui que Pcr-
naniblico eslava iinicacado de ser invadido pelu Vicente
de Paula que bnvia sido visitado pelos deputados ex-
cluidos do Ccoru e l'ernaiiibiieo na sua volta do Hio ,
como o Dlario-praia aqui publoou iiltininnionle dteiido
le arlas ilas iVlagas qiU'.assiui Ih'o roferiiio qunndo
na uccasi.io em que nlli locou o vnpor, que os coudu/.ia ,
j o \ cenle eslava fgido havia ilous das; circuuislaii-
cia, que me nao ni correo duci-lhes qunndo Ihes l'nllei
le rcspeilo.
Cutre os despachos esperados na corte os mais nota-
dcscohio urna mina. Os uniros alugro cnsa em qm
>e aipi u 'telarn mas elle Coi hnfprdar-sc em casado
lente coronel Muni com mandan I dos permanciiles
de quem se diz prenle. Km reintinernco ensinndhe
lodos os das regias de economa em ipinuto come o
bebe largamente o gaguza. Ao jantnr faz-lhe as con-
tal ao saldo dizpndo-lhe : Primo 80^ rs. da patente e
lu/rs. docommaudo dos municlpacs he muito bom di-
nhero ; a prima que zele iiulbor a sua la/.eiida ; c pa
la'miin nao sao precisos lanos guizndos. -Kntoh
tolo o padre? A noute vai para a casa de mu mnnseiihnr
lidalgo muir priilrsta sua adhiso n monnreha e tas
nuiihaqunndo podo no velho hispo director da acule
inia poudo-o de demente. Jlypnthcca o seu voto em
tildo c por ludo seo Drngo Ibe der esse lugar e osl<
ministro est inclinado porque di/. que o padre he u
nrajeiro imu assim como lau.ibcm diz que o Urbano
he amigo de si s e niio de partido algiini. O dinbo
que julgue a todos tres.
O Antonio dos Holladeras senta-se sempre na cmara
de mancira que d as costas ao MeNo. Dizio, que o
rellio pretenda npresentar-sc no da do baptisado do
frincipe Imperial com calcis de algodaozinho.
O nosso incompararel Villela est no Hio dando l-
s'cs de vinl.io o lomando de llanta. O tempn que Ibe
sobra cinprega-0 elle em eseorar ns notas do rebano do
sociedade com o l'eixolo de arito qitc anda por l a
gritar contra os Cavnlcanlis para servir de echo a seu
amo.
O energmeno Mondes, l como aqui uo se lira
das tojas ; na de um lal Jos Joaquin Torres na ra
da <>uitanda, mnlti-alou elle de palavras a uiu sujeito ,
eiiuheeidi. tiesta cidade d' nomo Jos Tavaros da Ga-
n com quem eslava politicnudo sobre Periianihiieo ,
porque esle llic dissera que o goveruo podin lirar ex-
cnente presidente para esta provincia da familia Caval-
eaiiti e com os olhos esbugalhados e a cara cm chain-
mas concluid assim : a Kssa familia uo he nada '
o lempo da i-egiieira iindou em l'criianibiieo I ha milita
genio capaz do presidir nos destinos da luinha Ierra !
au essos lioiiiens cbenos do criines horrorosos
\ cobra inordc o sco, que a aqueceo euregeindn
I-1 ii l.i i c i aqui que cm demasa estirada vai esta nii-
ii h i carta com mais una noticia. Teui-se gasto na
orle mais de dnzenlos coulos com una lluiuinaeo pa-
ra o da do baptizado de S. Alteza o aquellc* que cho-
rrao ntitros dinheiros dispendidos em cousas duradou-
ras mi tcem dilo urna palayra sobre este. Nao son ou
do numero dos que lastiman o que se dispende para lu-
/iiueulo do thi'otio mas para Ulna cousa to transito-
ria o ftil como una illuniiuaco crcio que he um des-
perdicio, as nossas eircuinstancias, iiupcrdoavcl. Mo-
Ihor liira que os ministros zclassem nlgiuua cnusa os u-
lorosscs da coln ; que nao dsscni lantns nzns a quau
i revolucionario ha no Brasil; que o Otton nao fosse
coinpriiiiciilar
seu compadre
eusassem.
a S. Alagesladi' como quem fallara
, o que apparencias lo cuslusas so es-
COMMANOO SI.PEHIOS 0V UL'ASDA NAOIONAI. DO NL'MCIPIO
DO RBCIPI .
lllm Sr.Mande V. S. roculhcr preso, por tres dias,
fortaleza do /Jriiin, o capitn minie.ido para (azor din
i praca booleni; visto nao ler oslo ullicnlcnniparocido I
parada, e nom distribuido o sanio pela guarni;ao, al
iiuas oiio lluras da notc; ou a i|iiem fo causa d seino-
lliaiili; falla. Dios guarde a V. S. Cuartel do coiiiiimtido
superior da guarda nacional do municipio do Itecifc, 8
demarco de l84o.lllin. Sr. francisco Mamcdc de Al-
enla, coronel chelo da 1.* legian. b'ranciico Jarinlhn
l'ereiru, commaudaiile da guarda nacional do municipio
do Itecifc.
Illm. A/.Conmiunicindo-ine o brigadeiro nspceloi
geral da gualda nacional dcste iuuiicpo,|.los Joaquin
Coeiho que o ospiadro do eavallnia tein dcixado,
h.Viiiiiilo.de fazer exercicio, e isto contra as ordens des-
te coininnmlo superior; determino a V. S. que, sob sua
respo;.sabilidde,fac rcrolln r prcso. fortaleza do llruiu
|)r ti lidias, n coiniuandaute do respeclivo esimndrao,
ouo ollkial que mlciinniui'iHc > ,iiy,rrnnimaiidando;
dnudo-uio V. S. pnrlo.logo que trulla ciunprido esta or-
dem.Dos guardo aV. S. Quartel 00 commaiido su-
perior di guarda nacional do municipio do Rccife, 27
do marco de 1845.Illiu. Sr. Francisca Mamcdc de Al-
nieidn coronel chele, da 1." Icgio.f>aiici>r Jariiiu
/V na ia, coimnandantc superior.
Hcuilimcnlo da meta da cumulado dttlacidade no mez de
mnrfo prxima panado.
A saber :
Despacho! martimos.
/
1I/-U0
1 lty(i(
ysis
15 Ancoragem do n i-is
,i de 20 i)
i de ir>0 .i
i, do "mi ,
de de 10
m de 4.'i <
(i:(W8f3ti
Espartarn.
Ili l.'t p. o o das embacaees traiigeiras que ]iassn a naeio-
naes 30f000
Dircitoa de 7 p. o/o 4S:2H.,{>i;2
10>a20
/ .
b8l/37
i'J/281
308/S15
40U/VM
17
18 >i de 2 p. O/o
l'J de 1/2 p. o/u de mu u e
prala amoedado
22 Expediente da espalada
2.1 Kinoliinieiilos de ccildes
24 Multas decididas
Jnlerior.
47 Sillo proporcional do l/#
i de Xfi
" dos ttulos e freta'inciilos
> lxo dos documciitos
Depsitos.
Si Consumo
92 Iinpusto de ,"i p. o,o na compra
c venda dasoiiibarcnros unciu-
liaes
Diversas provincias.
Diino doassucar da provincia de
Alagoas 1:387/757
Dilo (lo dito du Hio (ii ande do
.Norte 1^010
Algodau da Farahiba !i.,''.' i;
48:304/503
1:033/308
: mu oulro feriraalheiarepmaeo, predicado de que elle I vaca ero o le huno da prala para o .Man do Souta, o
parece querer rnier privilnii c monopolio seu, Je de marque/ para o Tobas, que clulgacoin esse rii-
Julga-sc o coronel de tai bellas agons, luopscoiniadolreilo pelo lado de sua miilher que he marquesa. Diz-
le fallas o sombras, que p ra ser av aliado vanlajos.im.ii-l.se por. ni, (pie S. M. osla pOUCO disposlo a coucurrer pa-
lo pelo publico sensato, si voqui r que o ineii mime pn- Ira a depreciaco das suas gracas.
\ disc ussan do urtlRO da le de cleiedes, que exeluc
os iui/.es de direilo (em causado iiranues quesillos ; e se
' n mi u n un
ulia.'i claro lie donoso o coronel.' illla que nao possn
aatislascl-o e coinocom osle veo, que ao coronel parece
aftiniame traic,oelro. no tenho a iutencilo de ocaluiu-
*nnr : neni nao amisar do favor do auoii) mo.
I i /. que me nao entenda bravo corouel em umita
misa ; procurare) explicar me, rinanto i ninas as de-
mais, de-se, so quiter, no irabalbo de pensar mal* un
ponen, c as entender : vamos l nao se laca pacovio!
tolo nunca llic chamare!; e j nA lie lao pouco, relo eu.
>\o disse, pie o coronel bnvia levantado falsos ,i
Dos, lis,o su i|ue i iulgava capa/, disso : bom v elle I rara ello os inleicsses do s. ti amigo /'elinond
uf en nao son ubrigado a fazer bom ou inte coucciio inout, valha a verdade occusuruii a camal a
a gente lo**C de olgUIII lirio de pane c. pars, soiia nego-
cio do graves oonsequeiicias.
Aquella genio da curt' nao porde oecasio do chas-
quear os provneiaiiiius.Ouaiidou Noltulnuiou.isseulu na
cadeia velha, perguntou o Oiiun : Aquellc leputa-
do osoaldnti-se .' Nao responden nutro aqullo lu
ell'oilo do clima da Kliropa. Este rapaz estrenu asna
misso, mostrando que. nrm so oni Pornaiubuco procu-
ou Ucl-
poi nao
aoaic on (i.iquellc : n denuncia do (po fallei he a jue 'hnver j inandado reintegrar oboliiiui
Me renelin no grao-iiasquim da prnia. .\:io tenho ein-l, O Coslinha est cuidando em casar
penno que se niuuo para a ii.ihia, ou lique aqu o bravo
coi unc i muilo pouco me importa que sejn rico ou pu-
lir ; b iiilin-se du que pin ahi disse, quaudo ltima-
mente dr la vein, o combino lito CON o nalurnl enipo-
nlio que en o os milis correligionario* deri.imoi ler em
dosc'olirir o inovel da sun ullimn Intriga, c lia do desro-
blar 0 sentido do nicu dilo
dizeiu, que ia
comprar cen apolicrs para colar a sun futura, por coin-
l>eiisacao de liaver sido dolnao ello pida sun priuici-
ra era.
O Manenaco s Cnld* em ser coronel, do queja licava
lo ospranciis para 25. Para isso est por ludo faeno o
que qui/ciini.
0 nosso Jesuta padre Miiniz < Polidori luacdrte)
Diversas provincial.
Disiino do assuear 17:102#7lil
do algodo 2:788>372
i) do caf 8/418
do fumo 3/020
Taxa de 4o res por sacca de algo-
do U8/4O0
de 100 res poi caixa de as-
suear 430/800
de 40 rispor foiebo de dilo 2/880
do 20 res por sacco de dilo 7ft3j2fi0
75,^000
ug3rJ/404
1:298/493
57:334/897
cnlrcgG pura c simplcsmcnlc no hcstuilto c arbitrio
de um ente que s lem cm suas facilidades opuso
da ignorancia, o no cracKocssas paixOes sanguino-
lentas que, ii menor provocacilo, pdem fazer mon-
tos^c victimas : a administiaco niio temouvido ;
porcm a iiiiprcnsa dnsonlcirn nao cessa de endeosar
osen henil), heiiie digno do goveruo i|ue preside aos
destinos da inicuo. Qnem tiver lido una folha mi-
nisterial qws se publica na capital Ja provincia, lia
tic ter visto os encomios lecidos ao Sr. Ilarho/.n c a's
orasde innocencia e virtudc que Ibe so offercci-
dns, entretanto que n'essa folha lie coherto de nial-
ilit'iios, de injurias, de :i|]iamias um dos lioiiiensque,
n'aqui'lln comarca, tem sahiJo disputar ao dele-
gado essa inritiencia justa c razoavcl que de ordina-
rio aU'aneo o mrito e a probidade; quero fallar do
Sr. |)r. Joo Mauricio Caralcanti da Rocha Wan-
derley.
He verdade, Srs. Itcdaclorcs, que -a imprensa
annrehista faz o seu dever. dando importancia a ho-
mens que, se a verdadeira jusiica os julgasse,ha mili-
to, seus troncos terio cafiidodo cadafalso, porque
tal he a pena que a nossa legislarlo criminal impiiu
aosassassinos; masqtieessn imprensa, sujeita s ins-
piraciies do romm/sMr/oUrbanoSabinol^rjsaoade Mel-
lo, justifique e faca a apologa do Si-, llarlioza, cao
mosmo lempo ligue ao polourinho de siiashnbituaes
descom|iosluras oSr. Dr. loffo .Mauricio! he cousa
que mcsiirprclienc e a que costo dar crdito Digo
quo me sorprehende, Srs. Iledaclorcs, porque esses
lialiliiosc essesconvicios, longe de allectaietn a re-
piiiaeo do .Sr. Dr. Joo Mauricio ferein, ao contra-
rio, mortalmentc o.Sr. L'rliano, cohrindo-o da torpe
infamia que resulta da nposlazia na amizade, e da
mentira apregoada altamente pelo inleiesse. V. nem
liescmmui boa razo que me abalancoa fallar com
tanto ilesre.sneito do(letortlelro-moi de Pcrnamlitico,
do mimoso do ministerio to onlriro como elle.
Revolvcqdo os mcus papis velhos, que as vetes
servem de algtima cousa, cnconlrei uma correspon-
dencia assignada poras quatro seguintes iniciaos
V. S. I. M.que querem dizer l'rlimm Sabino l'imson de
Mello, e examinando-a com a attcnco de que lie dig-
no o sen autor, deparei com a completa defeza do Sr.
Dr. Joo Mauricio, o com as duras verdades que o
caliccillia dodia dodttmgmmi piihlicou a resucito
do Sr. Barbosa. Assombrado com esta descoherla,
inda hesite! em dar-lhu o merecido crdito, porque
nffosabia como o Sr. Irbano.qucsediz prente doSr
Barho/a, c que em virtudc da oonlianca que llic ins-
pirara, oidenou a um r/iiiilmn que por algtim lempo
fez nesla provincia o papel de chele de polica, que
o propozesse para delegado do l.iinoeiro, uo sabia,
repito, como esse l'rbano, depois de publicar de uma
manei.ia to estromlosa ojuizo que formara do seu
prenle e o que fazia do Sr. Dr. Joo Mauricio, Con-
genia agora que este seja vilipendiado e aquello
santificado -pela imprensa ministerial! Felizmente
um amigo veoein met soccorro, c depois de algu-
mas explicacOcs, lique saliendo que, em quanlo o
bonradissimo Sr. Joo Mauricio do alguna votos s
qualro incaes, o Sr. Urbano pensava da mancira que
se exprimi cm sua correspondencia ; mas, logo que
osen verdndrirn amlyn se dispensou desse tributo,
entAo appareccoo parentesco com o Ilarhoza e sua'
reliahiltaco, licando esle ahsolrido da morle deioSo
Itoilriijues, e porconsequencia indigno e infame o Sr
Joo Mauricio !!! Kis o vosso liomem, hotcqiiincro
deS. Calliaiina!
Muito temo, Srs. Redactores, que, em vista de
urna infamia tilo qualilicada, me nao crea quem me
ler, e amela iiiaisreceio queos dous hroes dessa tor-
pe comedia me alcunlicm de calumniador, e para
nor-me a abrigo d'-esses temores, tenhlto a liomiadc
de transcrevcicm seu jornal a correspondoticia quo
com esta Ibes remeti, e entilo o publico flcara con-
vencido de que cm nada alterei a verdade. Tam-
lioin lioarao cerlos o Sr. Ilarhoza c o goveruo da pro-
vincia de que uo son eu, porcm o Sr. Urbano, quem
eflirma que o actual delegado do l.iinoeiro leve par-
le, no astmotinato do infeliz Joo Hodrlgue* Honorato:
que hcoSr. Urbano quem pOe de mentiroso* calum-
niador a esse delegado, volando-o ao odio e despreso
dos homens sensatos: que he o Sr Urbano quem com-
para oSr. Ilarhoza as qnltandeiratdos mercados, \u\-
gando-o desprovido de melindre, falto de educar ao c
MM sombras de ririlidadc: que he o Sr. Urbano quem
diz queoseu prente tem abssa do assassinaloe por
onseijuinlr apio pura perpetrar lodos os erimes : que
he o mesmo Urbano qiieinol.issiica de desordeiro, in-
cendiario, insultante, avesadoa soltar presos pronuncia-
dos, o actual delegado da comarca do l.imoeiro:
que he, ni hu o Sr. Urbano quem aprcgiin como
probo, digno do,furor publico e de um crdito ndo a/ui-
roco o digno juiz de dircito d'aiiuclla comarca o
Sr. Dr. Joo Mauricio .'!!
Estas hieres rcllexoes, Srs. Itedalores, me arras-
lito a uma concliiso Cuja justen ningucm me po-
llera contestar, c vem a ser que, sendo o Si'. Urbano
intimo alliado do ministerio actual, e sustentando
por meio d'csle um liimceionario coherlo de tantos
Crimea; uo so o tal Urbano, norffl anda o tal mi-
nisleno, deiXO ver que, repclldos pela parte sa da
poptilaco comprno o apoio dos criminosos com o
desprezo das leis eos gemidos dos orpbose viuvas
l'iovavelmeiite anida os importunar o
.Xavier nocen.
Srs nedaclorcs-hod'ssano uma (irmeamizade ao
Sr. Joo Mauricio da Rocha Caralcanti Wanderlev
no pude ler com indillcrenca (las vis, e insultan*
es correspondencias, que ll.e dirigi o Sr. Manocl
Barbosa da Silva. A verdadeira amizade lem deve-
res mu restrictos c nao pode mu amigo, sem so fa-
zer indigno do honroso cintlelo de sincero obser-
var em silencio a honra de seu amigo apom.uonlu-
da sua repulaco e conducta viperadas pela mais
infame calumnia. En mO son habitante do Unmiro
todava reates tenho tido de instruh-me da orit/em '
o pngresso da nefanda guerra que por all se mow '
A amizade me uo eega ; s.i poder estender seus
elfeitosaocoraco, e nunca perturbar-mc o espi-
I rilo
21:283^911
fi i n un Ion ai, 1.
S.l 8/808
de Abril de 1845
administrador,
J'nio Xavier Carnsiro da Cunha
Corresponlenca.
Srs. Redactores.
Por mais de urna veza imprensa opposicionista
d'csta provincia, posto quo em balde, lem levantado
brados de indignaeo contra a conlinuae.'in do Sr.
Manuel Rarhoza da Silva nO emprego de delegado da
comarca do l.imoeiro: por mais de uma vez se tcm
Tendo a cmara municipal d villa do l.imoeiro,
iiicluindo osacluacs inimigos do Sr. Joo Mauricio
denegado a altcstacioao padre Jos Pedro, professo
lelatiin, pela sua immoralhlade, c irreligio, cellos
vereadores so depois cmpeiiliados favor do padre
por tuna sauie que miserarel barreira aos deveres do ka.
man publico'.'.) cm umjantar, dclihelaro-se a prote-
ger o |iatlrc; os outros se oppocm, esustentoa .censa
a atlcslacio,qiie deycria conlinuar, em quanlo se
niio morulisasse i indigun conducta do
quaiuo se
Irc. Eiaa fonte primara de toda'a iiiTriga a cansa
desprezivel de um odio to rancoroso chenano na
BmasS^V^T C'"fC d" 'aMlla' "> ridadnS
JoaS Kodrnjucs Honorato por negar seus servicos ao
imperio da maledicencia e prepotencia. I'scuso se-
guir o progresso da intriga por ser bastarte conhe-
ciuo, e vamos as correspondencias.
femado a attencHo do govcrnod/provincia' paraaide ^\&^\$^V^^&
situacao e estado ntelmdrosc, dauuclla comarca,!de tactos wdflSw, ckpeSfl^, ^docmncS ,T
\
3


5
i
'
coes indecorosas, esle excita a attencao do publi-
co; que, dcvcndo fazer Justina, acha pravas seguras,
ou pelo menos provaveis, onde possa bascar seu juiso
imparcial; mas aquello que solta injurias deslaca-
das smenle imputa fados vagps que nada prova,
e luda mistura de improperio ridiculos e atrevidos,
isl ofrende a decencia publica sita aecUsacaB equivule
a una pura mentira e incanc no odio e tlesprezo dos
/torneas tmalos. Tal he a calumnia do Sr. Barbota. O
Sr. Joflo Mauricio he mu I....., um mareinoiro des-
prcsivel praticou volumosos feitos em Pindoba ,
lie Iransgrcssorda lei moedeiro falso, restaurador,
Mliano/mentiroso, &c. &C. Eis toda a accuMCflo
leila ao Sr. JofO Mauricio acensaras que em nada dij-
ftn das brindes mui decoiosos que mutuamente sr diri-
gen! as quitandeiras nos mercados. Tomo cm ll(^ pou-
cas palavras se assacio tantos crimes, c com tanta
t'alsidade se procura redvzir a cinzus o crdito nao'
equvoco do met amiijo! Sao porm baldados lao'
ridiculas es/orcos do Sr. Harbosu : O liomcm de SCIISO,
leudo lito horrorosas imputados sem recorrer a
provas nao se decide o nilo as achaado vola odio
ao calumniador estima e favor ao calumniado.
O Sr. .Mandil Barbosa fallando dos que Ihe fa-
zeni opposico, em rujo numero entra o Sr. Joito
Mauricio di/. i|ue alguna sao L.... .Sr. Barbota que
i/tter dizer vm /.....? O sentido mais obvio he la-
drilo; e com tanto despejse chama um homem la -
diAo peranteo publico:1 Se o Sr. Barbosa se julga
eomdireiloii isto uflo poderei igualmente ru o
outro qualqticr rhamal-o n n I.....!' e qual seria a
resposta do Sr. Ifarbo/a ? prove : eis a nica respos-
ta que niereciAoseus insultos. Ou esta memora-
vel letra significa ladillo ou cousa pieacairele o des-
crdito ou osen sentido he mui innocente : no l.
caso o Sr. Barbosa devia especificar cprovar os fur-
tos ou indignidades que o meu amigo tem feilo ; no
2." devia completar o galante epithelo evitando in-
terprctacoes mais, ou menos dolorosas. O Sr. Ilur-
liosa milito se engaa, quando ult/1 nivel urna acensa-
dlo totta fundada cm palavras cada urna das quaes
implica um vergonliosovrime ,r exige por conseguate
militas e evidentes provas.
Iz o Sr. Barbosa na segunda correspondencia
|ior ora desamparo o rampo deixaudo a trela
aquello* que estilo as eircumstancias de se dcscom-
porem no publico (Junessao' as eircumstancias em
que se acliao os que se dcscoinjioem no publico i Sem lu-
cida sao' desprovidos de melindre fallo-: de etlucayw
e. sem sombras ao menos de civil dad* : ora nilo se podia
desconipnr mais ignominiosamente do que o Sr.
Barbosa : qual be pois a consequencia ? Ella lie fillta
dos eternos principios do Sr. Barbota,* como ofrende o
decoro publico, tlcxo ao arbitrio de cada vm o li-
rnl-a.
Diz mais oSr. Barbosa que, supposlo nao niestre
d'armas, com tudo poden medil-as. Eis urna nieara,
que descreceperfiliuncnlc o genio de sen autor : elle
declara peanle o publico qne lia de empregar as armas,
c por conseguale perpetrar lodos os crimes consequen-
iiis do em prego das armas.
Owlictoso publico uvalie quaes sao' os desordeiros ;
se o meu ricridoamigo, contras que voluntariamente
iiba.idonrao' seus domicilios, e propriedndes do I.imo-
ciro para evitar as conscqucncus de urna paciencia ./-
UuCta oh aquellcs que conslanlcmcnte insiiltavao'
aiucacavao' com palacras e pasqun* inceadiarios;
aquellcs quetcem procurado os meios legaes para
manutenerlo do seu crdito, ou nqitellesquc Unturuo'
no l.imociro com forra rmuda asaltara dos presos pro-
minciitdos ,scus clientes; aquellcs, de qtiem se nao
aprsenla um so fado de desordem ou aquellcs que para
salisfacao' de ana vlnfatum iutactavft recorrfrao' a mor-
ir do Joo' Rodrigues ftcando ao abandono sua fami-
//V.; aquellcs cm fin!, que sempre leem guardadoos
deveres da rivitidsde cm seus cscriptos, ou aquellcs,
vttjos escriptos se ticliui/ inli rcalat^is de insulsas peln-
laiicins, que s merecen! o tlesprezo.
Sr. Barbosa lodos nos ronliccemos, c por obsequio
preste atlencao' a lim consellio de quem nao' he seu ini-
tjn. Qoando tiiii/er desacreditar seu inimigo, csco-
Iha somonte aquellcs tactos que poder juslifirrr, e
uo se approveite indistinclamcntc de tudoquanto he
vicio, e crime, sem provarum s, alias se tornar o-
dioso ao publico. I o, P. 31.
bailes de malcarados pu-JiWiira ) os Idanos franee-
blicos e particulares. Knizcs, latannos e portugue-
virlude de nina tal.nti qualljzc.s (poitnilo parece) a con-
cvpci enca e guiados |>or[jcorrido a niiiilos bailes de
ella, designamos os eotlu Umascarados pblicos e par-
m com que se disfai 'i;a\ ,io| ticulares.
dez individuos. f| He verdade que aps ,
Lomo toda a forja du o-V maiidou-nos consultar urna
brigarao, que nos quer im-jj obra que spote 1er sido
por o Argus lie bascada no.'i itnpressa na Blgica sol o
que nos nao dissemos dis-Wlitulo de traja uuu t coi-
peusaiiio-uos da unieu,n>[ tumis da* pocos mas como
dos caractersticos ,- evita-llofto se dignou dizer-nos em
inos salisfazel-o tambeiti .J^ipie lingos l'oi escripia, iiem.
porque, leudo-nos dado les-(Jo uome do aulor, a ediro,
teuiiinlios da sua boa le ,lilou anda a cidade em pir
sabemos o que deveiuosWul obra se imprimi nao
pensar. Se ueste lugar dis- ] Sfsscmo?, que Abailard foi ila por nao possiiirmos
cavalleiro i'etorqiiir-iios-ydom de adevinliar; e o fae-
hi.i ii .(fifn.e. <|uc tol frade | lito de se-callar eslas eir-
se asseverassemos i|ue foimcumstaiicias importa que
frade, replicar-lMM-bia quemiconteinporaneoaiiida des-
era pbilosnplio ; se nos ap-ljia vez foi apandado em lla-
proinessc iuculcal-o poi, 'Ranle be uuia prova irre
pbilosoplio em uiateriasWl'ragavrl de que nao soube
ile religio nada oitliodoxo,u|o que cscreveo.
(liria t|ue Abailard foi ca-fil Filialmente, diz o miiira-
valleiro. Como inio pode-^rado que em quauln des-
uns mostrar ao Arguto bel-Ironeordanria que oliscr-
lo qiiadro que Ha Europari|vamos foi eeitauenteaniu-
viuios em elijo quadro, srWdan(a de uma- em o
nossas reiiiiuiscencias nao Jon leila na typographia, ou
eslau em defeto cstavarii|orquc ludia na iiieutt
rcpreseulado Abailard 'Ira-Wsubslanlivo masculillo e
jando como o inascarado ,(]rom elle coucordou o ad-
que fallamos ; nao teiuos(-|jeelivo o que muil.is ve-
nieiii algniii de salisfazer orizes acontece a lions aulu-
eoulemporaiieo. -Na obra ,U|res deixaudo de o l.un
segundo eremos, iinpressaiAeom o substantivo csoriplo;
na llelgjea que se iiitilu-^e neui por isso, se Ibes
la Trajes usos c cos-lJiuipiita erro,
lunies dos povos rncon-M Islo mostra cvidcnleinen-
trar o costume do- negoii-Wle que o aMMMMMiaacredl-
ailte Armenio. O pageni daluia que a concordancia do
poca de I.uiz XIV oere-jnuonic com oadjeclivo n.io
ceria lambn interiuina-~procede de regras, ou aiuda
vel contenda : os payens|;do uso, que geralmenle ie
daquelia poca, como dcjjolha como lei rcgulameutar
todas, liajavao de diversasxdas lingua;. que liugio ig-
ftloviiicnto (lo Porlo.
Publi
cae i es a
pedido.
Se para se julgar com dl-ijj
li ilo o eonleniporaneo /Ir-H
INDt O DOLE ll.M'.imwi.
uporanco Ar-i\ l)ecidio-sc linalnienle o
f tu para luer pergunta* i'^iuimn, por si. oupor ai-
leeeber resposlas se riinda'rguem a reapparecer em
lia sem eeriiuoiiia eoui qucWsceua mas em vez de cin-
asseguiamos serillos .'iiilo-jgir-sc aqiieslao, comn llie
lidade para decidir sobremiunipria, s liatn de alra-
rnilMiiia c bailes inaseara-~pallial-.-i em una longa la-
dos; mal fundado lie tal di-jjjmcnlaeao de Jereinias, cs-
n-ilo r mi mili lo boa fMeripla cni estjlo gygaulc c
di'inonslra qiu ni adullerao*eslvllo miau com chora-
que se escreve para dar vi-y]dcira e colera cm lingna
guras sua argiiiroes, bcmptpropria e lingoa barbara,
como para motivar exigen-Wiia qual Iralou-nns de des-
ias. Kstc proceder niio lie||leal e poucocavalleiro,clan-
leal ; nada Irin de cavallri-fijdo t a entender que uosso
pinMprop
n-Hna qi
liidjleal e
. Jlri-fijdo t
lo. S o que dissemos notdesejo era s deprimir e
ailigo a que se refere o con-lJilescoiieeiluar, segiiramcu-
leiuporaiico foi que nos filie norque ousuios censu-
iWral-o, como se com tal la-
fiirmas, e una estampa co-jjnorar, que o adjeclivo,que
lorida, que nos podei'iaiuosfOpor si si> nao tem genero ,
producir nao sabemos aVneni numero adquire es-
qu lu a enviar. Jr'sa duas propriedades por
l'.slainos anda mais g-sua junerao ao lime, eque
Huanles no que diz respei--o genero e o numero do
loa existencia do l'oyem,doQJadjccIivo depende do ge-
queda nicsiua se moslra oMiero e do numero do subs-
eouteniporaueo: pagcmes-xtaulivo de que resulta
elevemos mis; na Ivpogra-uja hi.(;ra kerai. que o
pliia se comincltco o erro mjeclvo deve concordar em
assini como no inesmo In-xgenero e cm numero com
gar frao es impiadosos no-'X'o mue a que se refere
mes prnprios das iiotabli-lfi K se o contrario lora .
dades lilleraras porque se l'urrou o niazra-
lle necessario que o con-ujiuilu ao Iraballio de citar ai
liiu|ioraueolenlia um ilr-'jiiiu prol'esso namaleiia
sijo desmedido de jeensii Xque aulorisasse o principio
rar para fallar as uiscras[!}iiuc inculcou ?! A resposla
de noiuesestropeados; poisfOlie obvia e preceplivel a lo
ainda que nao fossem porcias as iiiielligcncias e por
mis escriptos com a devidnu'si inesmo nos dispensa de
exaclidao o .lija, deve sa-pjir inaislonge;fariauios mes-
ber que scienca de iinniesKiuo grave injuria a"
nao lie una grande scicn-Uscnso dos lelores ,
ca eque inulo pouca c-f'loulra sorle procedesseinos,
rudicSo ter quem possa ,se viesseinos reprodiisir a-
sem o recurso de una bi-(j]qii cousas milito familia-
bliollieea escrever com jilres a quem eursou as au-
loda a exaclidao o* iiuiiieVlas ele eilucaeao primaria ,
ilos autores que tetilla I ido [ja quem passou pelos olbos
ou i-.iiul.nln. mot escriptos de Moracs e
F.iiiquaulu desconcor-sSilva Stares Uarboza, e
dela que observou o i mi-JUmli i Portugal.
temporneo foi eertamen-m Trrnilnainoa aqu eiti
le a miidanea deaemWnosso artigo, pie j val
o, ou leila na t^pogra-^baslaule longo coujuraii-
pbia ou porque luiliainoslildo ao contemporneo, pa-
na mente o subsianiivo^ra que aaaifne seus coni-
masiulino e toin elle con-liJiniinitados j que lano
cordainos o adjeclivo, o quclilllic ineoninioda 0 auorn-
niuilas vezea acontece a Mino ; d O exemplo que
bous autores, deixaudo dcbjnus o Imitaremos
o l'ater com o substantivo I
escrito, e nem por isso srX
llies iinpula erro (+) tlitlrauJ
nao se ach em uossa cor-fll
respondencia, ese existe
Navio entrados no da '1.
Itio de laneiro ; 23 (lias, patacho inglez Cotiqiiat, de 2IU
toneladas eapItSo.Jobn I.. Wllson ^equlpagem m ,
carga couros ; a l.e Hrelnu Sehrainiii Si <-.'
Itio Grande doSul ; lidias brigue brasileiro Castro/.,
de 101 toneladas capilao Mara Itibas cquipageyi
II carga carne seeea ; a Amonio linios.
Rio de Janeiro ; 24 das brigue brasileiro fft, de 200
toneladas capitn Manoel Marciauuo t'erreira, eipti-
pagem 10 carga larinlia de mandioca; a Krniino Jo-
s relia da Roza.
S. Malbeus ; lidias simiaca brasileira S. Cruz de "4
toneladas capilao Manoel Percha deS cqupagein
10, carga lamilla de inandiura ; a llenii |iic Hernardo
de Oliveira.
Itio ele Janeiro ; 30das barca brasileira .Mana, de .'llii
toneladas capilao Mauoel Pereira da Silva Jnior ,
cqupagein 17 carga familia de mandioca, ke. ; a l.
G. Kerreira 8i linipanlta."
\ario tahido no mamo din.
Falinoiitli; patacho nglez Conquesl, capilao \\ ilson, rom
a niesiiia carga que Iroitxe do Rio de Janeiro.
Leila.
2 O corretor Oliveira far Icilao de 16 eacravos da
ambos os setos perteneenlcs a una pessna protima
a relirar-se para lora da provincia ; sexta feira 4 do
corr nle as I', borjs da manilas na sua casa, ra
da Caricia. &
Alisos diversos.
Edita..
Miijuel Areanjo Moiiteiro de Andrade, oficial da ordem da
Ilota, iiuallriio da de Chritlu, e ittftetor d'alfandriia por
S. M. 1. e('., que Uroi guarde, etc.
Paz saber que nodia .'I do coi reme,ao lucio da,na por-
ta da tiiesma alfandega, se bao de arrematar ent piara
publica oilo espingardas de caca lio valor de alienta mil
ris, apprelicmlidas pelo ajumante iiileiiuo do guarda-
mcir,!Manuel da Fonseca e Silva, uoaclo da visitada bar-
ca iugleza Swordfi'h, poras nao ler niaiiileslado, sendo
dita airrmalaiao livredettirritos.
Alfandega, "de Abril de 1845.
_____ Miguel Areunjo Slonteiro de Andrade.
Detlaraca.
I Pelo qnarlel general se avisa pela segunda vez ao
particular do batalhao provisorio de lluha da provincia
doGcar, Manoel I.uiz dos Sanios, que se aclia coiu li-
cenean'esta provincia, baja de comparecer no inesmo
quartel general ao objeclo de servieo. ,-,
U Arg.
IOS j
doQ
s
utoslre-a, e|Ue se lu jusla, ,,i
com a niaior dncilidade ar- til
ceiiaremos a suaearilalivafj]
advertencia, como licao 11111 "
multo res]ieilamiis. til
O conlcinporaneo pde||]
recorrer impreiisa i|ue cs-
lainpou o nosso artigo; odi
aulorisaiuos a redaecao de
Diario de Pernamlmio pariim
manifestar ao autor do ar-Uj
ligo assiguado Argur o ori-uj
reipoii-ji
delicia ; i visla delle o con-U
teltiporailCO poden ionllc-|)
cer a iuipoi tancia que leemh
las jensuras.
^o artigo do contrinpo-
raneo vem Altailard "
mal eseripto ; lie a uni do
0
iniisiderainos coiu alguiii. ._. _,-----------------------------
vol na materia. A dille-j; mura podesse aprescnlar
renca do que nos escreve-fj liuipn aen prinieiro artigo :
moa ao que nos faz dizcr!*o que suppomos consegu-
o coiilemporaiieo be asiazjj, r, ipiaudn algorn, a frca
grande) porm foi nrcrssa-i ele lavagens, tornar o |ireto
lia a importante altcracojj branco,
paraOifnvrserJuis, emisU Sentimos rUrcilvamentc
to, a lim de que possa ter incurrido no desagrado
tranquillo aguardar a coii-i^do contemporneo mas
leslayo. | como he essap oser so, a t
\aiuos com iiigenuda(le|'.(iuc ergueui a voz mi lavor
dar a razan, por que nos a-Wda verdade,nuviremus com
tu venios o (luc que no<|Jpaciencia seus gritos c do-
considerntamoi comalijuin eo-jleslos ; uo o imitaremot ,
(o na iialeri*.Temos eonlie-pnorque, sem termos ido a
i i.....mu do alguna llvros .UBuropa, avalialno* devlda-
i|ue Iralao dos usos c tra-Miiiruic o respeilo que se de-
gea de diversos povos no'vc ao publico.
citamos autores que jics-bj Abslenio-nos de locar de
le momento nao temos aXneivo nos irapos dos inasea-
iitilo recearniosV rados nao s poique veio
olabilidades; le-y a liime o nosso segundo ar-
c consegiiinlemeiitc
estropear
1
mus lainbem observado uiuf}tigo e co
linm numero de epiadrosV acreditamos bstanle ven-
os quaes se achavo rc-D litada esla queslao c rxu-
pi escolados personagent ,( beranle demonstrado que
que gurariio ein'dlleren-*; a inascarado labornu em
os pocas; temos frcquen-grosseiio erro (piando se
lado na Kuropa os Ihealrosfjjjulgou com Iiabillari'ics pa-
Irancez italiauno c poilu-*pa designar o costume com
gtiex c taber eleve o .1 ri/iuU'i'ic se dlslkrcavflo os de
que nesses llientros rcpre-Midiviilmw que eilnu; co
srnio os artistas trajau-Kmo porque lu elle inesmo
du os rigorososeotluma dasUJipieui nos diz, que nao lem
personagens que ligurao ualdmein algum de nos salisfa-
-iipera, comedia, drama, ouzer ; sem embargo da de-
tragedia, sendo cm tal poii-jclaracao que fez cm toui lit-
io o iheatro mais escrupii-mmestre de ter frequenta-
loso o francez; temos linal-Jdo na Kuropa, (taleez a vii-
piente coue-orrido a iuuitos(u>e em alguma curia grogra-
composilor da iiupieus.nl
que castiga criticas ricli-n
cutas. V
O Arijas pode mui lo sua(!
voniaiic escrevrr sobre oS
tlinuunuto decantado,?ain-f.
da da tul reuniao o que sciun
diivida val milito a pena ,nj
iiiui principalmente se cuiji
Indo qn.uno eserrverobser-y
var a modestia e boa f qucM
manifesla lias pcigunlasx
que fez a uin matearado. N's.bj
contemporneo Arg, 'i-f||
(anus por aqu. Sabemos ,*|*
lie o incgnito lem gian-jjJ
des vaulagens, porm co-fj
nlieeeinos lambcm as obri-W
gayes que elle impele aoU
iiomi'iu ele educa, .io ; obr-j
gaces que nao eslaniosW
disposlos a postergar cm-bj
bora para tal conseguir eiu-fd
pregue o .Irouz seus avaii-}*(*)cr Mas j o planeta, que
tajados recursos. IJJ noco prmeiro
iNciii una palavra inaisfllabila cinco vezes apres-
escrever ao Arg "i sada.....
l.'m matearado. ] C'ametcanto >'.,t'l., AXIY
I
THKATRO PHIIX)-l)RAM,VTICO.
eOUPA.MIIZ IT.M.IlNX.
Sabbado, j de alirit.
Espectculo exlraordiuario eui bcnelieio parlieiilai
da cantora Margarida I^mos.
A beiielit-iada pela ullima vez se reeuunnenda ao I-
lustre publico desla capital, e com espeeialidade a seus
lia patricios, oll'ei (Indo-llies seu iillinio bcnelieio, o qual
d- constar da variedade seguinle:
Primara parle.
1 Oepos de urna escolbida sympliouia subir Ser-
na a segunda rcprcsenlaco do grandioso e bou acnlhi-
do terceto dla jucheza i prieghi da opera,
I.UCRKXIA BtinUI.V
Musica do celebre Donizelli.
Lacrala liorga a beneficiada. Duque de Fer-
rara I.uigi Guiconiii, poroliscquio.(icnaro. capilao de
guardas veuezanas-f (.arlos Kieeo.
A'. I. As pessuas que tuto assislirn a rcprcsenlaco
desla subli.....peca, por exUliteni lora da ciclado nasOC-
casiao da piinieira rcprcsenlaco. san rogadas a exami-
nar os numeroa do l/iarit di Pernti&buco em que vem
transcripto o prograinwa desia peca io chela de acci-
dentes e inleresse.
2" O Se. Guscppe Gallclti (priuiciro balso Indo da
o h 11 mili.i por oiiscquio a beneficiada, executar, cm
carcter de capilao fraueet inhabilitado de: urna perna
na guerra, e poi lano subsliluida com outra de pao, a
rngraeadlssliua arlarra ntmle ricura, ricura, da opera
Adelante i-Coiiiingc, msica de l'aciiu.
3" Seguir-se-ha pela primeira vez a seena do bellis-
simo duelo ron aNUMM unjiorno, da opera // Viruta, mu-
Sica de Hi lliin.
Futre as sluaces mais inlercssaules desla seena ri-
laremos, como mais digna de altcnco, o momento em
que Oualliero, clieio de ciiime e raiva, subendo o casa-
mento ele linogeiies com Krneslo, quer desca regar sua
furia imiiiulando o imioeenle lilbinlio de luiugenes, que
por acaso vem procurar suanii, durante a conferancia
daquellca desgracadoi amantes! a infii corre a salvar seu
iilliu. e lodos dous dejoelhos iuiploruo perdiio atiual-
ticro; a visla desle leruissiiiio quadro que commove oco-
racao de (iuallieio ja prximo a clavar o puuhal uu pcilo
da enanca, e cuando a luz da razao no seu perturbado
espirito, o torna a Iniogeues, protestando iulcriiar-se
nos mares para csqucccr os perigos da sua alllieliva si-
luac.io pe lo de linogenes.
Gualticro, proscripto na ocoasiao chele- dos Piratas
Carlos Hiceo. Imogenes, sua amiga Binante, depois
casada com Ernesto por ter-se propalado liaver sido
mono GualticroA beneficiada,
Segunda purlc.
1* Kseolhida ouvetiura pela orebestra.
2 Se'guir-se'-ba a segunda represenlaro da engraca-
da opera em um mo a cstalagan da punta, msica do cele-
bre Coccia.
Piceos de entrada.
Cadciras de galera da I'ordem para liomcns 2/01KI
n'is; ditas da 2* c 3' para familia 2 la J/4MJ0.
s biibeles veudem-se na ra larga do Rotarlo ii .'10,
prmeiro andar; na ra doQuciiuadon" II, loja de Cas-
im fcC.'l c no dia no iliealro.
us inesiiios lugares veiidem-sc os folbetos da ope-
ra A etlalugem da potta, (radutida em portiigucz, a 200
ris cada un.
O espectculo comecar a chegada dcS. F.xc. (17
THEATR0 PUBLICO. I
A bcnelieio de Constantino dos Santos Albauo e
Francisco Ludgern Rodrigues Caucella grande galla .
7 de Abril, exallaro do Sr. 1) Pauso II, ao llirono do
brasil. Depois de umaexcelleute overtura se recitar
um elogio app.ircccmlo pela primeira vez o relalo da
Augusta Imperalriz ao lado de S. M. I. (.'. o Sr I). Pa-
iikii II, peanle os utiaes se cantar o himno; lindando
o espectculo com a peca O Judio, ti Iheatro estar
liegamente armado c com toda a decencia possivcl.
Principiar ai horas do cotlume. 11
1 Airenda-se nm gtande sitio em Releas, cum boa
cssa de sobrado mudos ai uredos do Iruto e propor-
c5es para se ter la 20 acras de lelte ; na rja da Glo-
ria sobrado n. S'.>. ''
Dao-se 300/ rs. a premio sobre penhoresj na ni i
da l eineeir;io d.i Hoa-\ista. 11.8, se dir quem da.
Joo Jacinto I areiro pelo presente convida a lodos
OS aclis creelores, e|Ue Ihe apeesentem su.is eoulas lega-
lisadas no praso de 3 das, para seren pagas, na ruada
Prai.i, n. 12.
1) Sr. Ignacio Pires da Silva baja ele appareeer na
ra do Sebo, u 31, para reeeber nina carta viuda do
sul, de sen inleresse. Na inesnia casa preeisa-se de um
c.uxciru para venda.
I lleun II. Iliieh relira-se para fra'do imperio.
LOTERA n v IMH-VISTA,
I O riic.-oiiiciio eoiiliiiii.i a pagar os bilheles
premiados da 4.a e ultima pane ds 2.* nova lotera a fa-
vor dn* obras da matriz nos das 3. i, e ." do crreme,
das ii horas at ao lucio dia, depois desse praso mi paga
as lenas e sabbados as incamas horas. j;'
A pessna (|iie .iiiuuucioii precisar de 2o.ii00(l r, ,
pagando niensaluieiite 2l'j rs. cojuroq.....onveiiciu-
naase; dirlja-sc no pateo do Carino, renda do Sr. .Nar-
ciso, qeie dir quem d.i. S
I Quem precisar de um caiaeirode Idade deis an-
nos, e de boa Conducta, parama, loja de ferragens, yus
niiuileziis, do que lem bastante pratic.i, dirlja-sc au
(lleno da lioavisla, II. i', ou .iiinuucie.
NAZARENON, 00
Estii a venda boje ao linio di i nos lugares du eosiu-
liie : Ir.ti umitas c inquiranle-, noticias, e o proces
ilo Hi'geucradar.
1 Hesappareceo no dia \~ do mes p. p. lima camVi
a ber la de ca reir, sem paneiro curia, pintada por
denlru de cluaenlo e por lora de pelo com una c-
nida ele ferro., em (.ida nina da> cavernas ele popa
e puia com silbposla nos eneol iiuclilos por le sido
i oga-sr a
Joaeliiiui
ou un rer i
* U
Alfandega.
Rcndimeulo do da 2.......
Uaearrrga hojt 3.
SuTaca^S.Tlano-^uni e charutos.
IlrigueA'tixafarinha de trigo,
brigue; oeVissmercadorias.
Hyale--A'. C'raspolassa e albos.
12:303/023
A\S0S lilil ill'lllS.

2Para o Rio Grande do Sul segu .com brevidade o
brigue brasileiro Competidor ; para passageirns e escra-
ros a fete Halase com Gomes & Irmao, na ra de
Apollo n.'2. (.f
Frcla-se a bem construida e veleira bare'aca Flor
do Deeife, para Macelo : quc.....-lia quiaer carregar ou
rde passagem dirija-seao seu proprletario Manoel Jo-
s Gonealvcs Braga, ao arco de Sanio Amonio loja
n. 2.
I =-() brigue Irancei liabrielle e Charla capilao Anto-
nio Francisco Duraiid, arribado no porlo do Rio Grande
do \m ie.por ler dcsalvorado dos dous maslros, na sua
recente viagein, que Tazia de Mancille coiu di-sliuo a S.
iiui/. Iba de lloui liiin. precisa para seus concerlos,
lim de poder seguir seu destino, da quanlia de oito eoli-
tos de ris pouco mais ou menos; os Sis.,'a quem, cou-
vier dar arisco a mencionada quanlia, queiro dir'icii
suas propoM.i.s por caria fee-bada ao consulado de Franca
u'esla cidaele. Por maiorrs iiilbrmarcs os pretciideules
piHleiu se dirigir ao el un capitSo no holel Francisco, ou
ao eserploro eler hernardo Lasaerre S C. |2
l=Parao Rio Grande daSul segu viagem iinpreleii-
Teluiente no da 15 do concille mea, o brigue brasileiro
Unu le Guarde; recebe nicamente escravos a fete, e
passageiros : os prelendeiitesdiiijo-sc a ra da Cadca
do Reeife armase-ui n. 12, ou ao capilao Manoel Jos ele
Azevedo Santo. a
finado de bicho rom concille na popa :
pessoa que della souber avisar a SCU dono
Lopes de Almeida atrado Iliealro velho
de pollas II, 1 (!
I tlllrecc-Si' mu uioco poilugiiez para eaxeiro
de loja ou venda uu iiiesuio arni.iseni do que tem
bastante pratlcn: quem do uieaiuo precisar annuncle
or esta follia a sua inoradla para ser procurado. 4
l'revine-se ao Sr. .1. A. (i.. queira obstarose nao
filiar de pessoa que o nao oilondco certilieando^llu1
ipie a qualquer puailailiuie niin vale o ler diuheiro
para ser ensinado ..'..
I Manuel Jos M.u lilis como tend de ira Portu-
gal halar de sua saudc deixa n sua casa de negocio
na ra da Prala u. li. girando debaixo de sua firma co-
mo at o prsenle ; (leando por seus procuradores ,'ns
Sis. Domingos Ribeiro de Paria Seralim Joaqiiiiu \ i-
ulias Maronilial e Jos Joaipiiin Dias le nandes. li
1 Alnga-se mu aruiascill COUl i pollas de fenle .
na ra da Apollo II. 13, confime ao llieairinlio c na
ruada Moeda li. 23. um sobrado de un andar varan-
da de ferro, piulado, promplo deludo: quem qiliser
alegar dirlja-sc a ra da Madre de Heos confronte a
igreja, no segundo andar n. 23, que achara coiu
quem Halar das li as S lunas da maulla.i e das 3 as .'>
da larde. S
_ No dia i do corrate pelas i horas da larde se
ho de arrematar porta do Di. ni- municipal da rl-
dade d'Oliuda i I moradas de coas, alias lia inesnia
lidade : queill Helias qui/er laucar eompaieea no lu-
gar a lima iudiada.
ermiMiio Mai lini.uio Piguelra de Mello comprou.por
eonla do Si. coronel Jos l'in Machado, do Ciara, o bl-
Ihele iuleiro, n. 12111, pe Henenle a segunda pal le da
Segunda nova lotera a lavor das obras i.v igreja de \ S
do Livraiuenln desla cni.ule.
1 Aluga-se nina grande otara com porlo de embar-
|Uea poila, e corredor largo para a ra : a tratar na rila
da Gloria sobrado n. SO. (3
I Alugao-se mis grandes arinazens prnprios para
qualquer eslabcleeiuiciitn ele fabrico, OU para padiiri.i,
oni porto ele embarque apuna: na i lia d i (.lu i i so-
brado n. ."i!1. j
=Pergiiula-sc, se os esciiptnrios c lujas se liansloi-
marilo emboticas, e se sao lugares competentes para
poderem vender aspilulas vegelacs do doulor Uran-
drclli'
Qual a postura da cmara municipal d'esla cidade,
que Ibes autorisou paro tanto, e qual a lei, ou universi-
dade medica d'este iiiqierio (pie o.s babllitOU para es-
le lilli?
Seno Rio de Janeiro as ditas pilulas sao vendidas
em lojas, eseriplorios. e cln qualquer parte iudisiincla-
inente, ou embotica;
Seas que ltimamente anuunciou por este Diario, que
dlirin, (lieg.iioifaiiiieila cidade. foro remetlidas pe-
los unicoa agentes a ti i encarregados por seu amor >
Filialmente se s8o aqu nicamente os prlviligiados
pelo aulor das mencionadas pilulas para as vender '
O I -- 1 (is abalaoassiguadoa fhiein publico, que deaiuan-
chrao no da 31 ele Marco p. passado a sua so. ieiladc
que iinhao Jos So.ucs I inlo Conciac l arlos Monleiro
'lexeira a qual girav'a lia lirma de Suares Piulo 8e 'lei-
xeira, Meando o socio Jos Soares Piulo Crrela cornos
eslab le iinenlos, e obligado a pagar todas as dividas
de que a mencionada lirma de Soares Pinto aeTeixeira.he
devedora al 2llde Marco do eonenle anuo de Idi.'i.
Soma Pinto $ leixri'ra. , Antonio Jos da Fonseca fas saber ao respeitavel pu-
blico, que catando de eaixeiro t ni casa do Sr. Jos Ma-
la Placido Magailuies, Ihe cnlrarSona venda de noute e
Ihe liirlanio nina lellra daipiaulia de 100/rs., c roga-
se SM>Sr. /lernardo Joai|iiiiu da Silva que nao pague a
leltra ainda lile sendo aprcsauada SCllo a eiiicm a
deve. '
l <)Secretario actual d i irmandade do Glorioso Patriar-
ca S.Jos d Agona, erecta no hospicio de N. S. daPe-
nha, faz ver, que,leudo convidado os innos-da nu sma
enigeiai por esta li.iha publica ealguos cmlpartlcu-
lar. para se reunireui no inesmo hospicio no dia .'lodo
- p. passado', para se proceder eleico da nova
mesa que lem de servir para o anuo futuro de 1845 a
IH4; acontCCCO nao se reunieni innos sullicienles e
por isso de novo convida aos meamos, e esiiecialinente
os de mesa naodelxem de coiuprecer no dominara
b do crreme, para dito lim as doras da manlia
nesino espera que a bem do .servieo, c por devoco nao
baja talla.
Tiiido-se desceaniinhado .....a leltra da iiuami,.
de cento e desmuris, acceitaprlo Sr. Domiiuros in de Oliveira Soares em is de Marco (le |845.a 30 ibas ,n-
ga-se por isso a quem acbal-a o livor de aentresara seus
cinos Mesqiiita Duna & C; pois que OS ineimos Srs
ja leem prevenido o aeeilaiileparaanaopag.il SCOaO
aos puquios pelos iiiesinns Sis.
2 Manoel Fraucisco da Silva Carrico rrtira-se
Portugal a Halar de sua saude.
4 -- Alugao-se duas casas terreas na. 3 e 5 nos Quatro
Cautos da zyoa-visia; aloja do sobrado no IUCSIUO lu-
gar n. 1 ; o 3." andar do sobrado no aterro da />oa-vsia~
o sobrado de dous andares na ra do Fagundes n 25
a lallarconi Manoel Caelano Soarea Carneiro Monleiro'
3 Antonio Joaquim Gonyalvcs Giiinaraes rctira-
para fura do Imperio, .,
.1--- Vi,i I, i,.I....... .. ......!.. n.M... ---^^^B^^V
para
Nao teudo-se reunido numero sullieieiUe de ir
maos no da 20 de marco, por sso de novo a meza Tene-
dora da iriiiandade do Apostlo S. Pedro desla cidade
convida a todos os innos en. gerat, para se reunireu.
no consistorio da inesnia irmandade DO dia 5 de abril.
pelas IIhoras, cm ponto, da manlia ij


Na ra do Crespo, n. 23, desoja-so fallar ao Snr.
Francisco Pcreiru Jos .-..lo., Lotnbo a negocio de scu
Intercale.
' .Muge-sen prlnruiro andar do sobrado atroz da.
mirlada boa-visla n. 6 mullo lresco por aer da par-
te di sombra o tero muito cotnoiodos ; a tratar na
iiv sms ra ii. 22
gordurar, tlcpois lohia-sc a leval-oscoin agn moma o,
oslando ck'Iiuii.s, mullia-sc una ca o\ liba nu pincel na
agoa do video, Inesnlo l'riu, c il;-se nos cabellos at que
liquem Iiiiii molliados, tendo o cuidado do uo deinei
pingar na roupa, e para evitar o nao piular o rosto un-
ic-si- o dito cara una pequea porjo de bamba; Halan-
do Iiiiii cuchillos osfrcga-sc o rosto coiuuina toalba
sai-ae para a ra listaagoo d-ae nina vea por dia, r
IJuao Jacinto Ctreiro retirase para Portugil mui poucaa veaca preciaa de trex a quatro dias. Adver-
t-
ir itoi de su.i laude.
i Victorii o Jos deOIlveira retira-so para Portu
i Aluga-se o segundo andar da casa da ra .Nova
i', b a tra'ai na loja da mesma rasa. i2
l Aluga-se uma caia'de dous andares e Irapelra,
sili na ra da Moeda o. 13 ; a tratar na ra do Koran-
tamenlo n. 8 A. '>
i M. Anibcry retira-10para foca do Imperio.
1 Precisa-so de ui reliuador de estucar; no At-
ierro da Boa-vista n. -'i. ,2
i Precisa-se alugar urna preta para ludo o servieo
do urna cusa ; uu la do ijucliiiudo n. l'i; segundu an-
dar. 3
i O r. Bclarmlno Firmlno Bezerra du Mello op
parece na roa do Coelbo, casa n. 2, que muiio so Ibe
d Sf-ja fallar. 2
i Na rita do Coelbo, casi d. precia-ae alugai
prctos e moloques parevendercm aieile do carrapalo,
pagaodo-se pataca por caada, o dundo se roela gat-
rats pura quebres. 4
i- o ataixo essignado, Diestro do fcrrciro e sorra-
lliciro, lem estabeiccido sua ollicioa na ra do Drum
n. \ as pi sgoas, que do scu preilimu soquiereui uii-
lisar, dirijao-sea niesnia iua queso promelleapromp-
tir com multa brevidade toda o qualquer i,\a cun
perfeicSo e por proco rasoavcl. Eduardo \fttlsh o
'. Mr. Vgnea, ra du Qucimado n. ly respon-
dido oo annunclo do Sr. Frederleo Frcmond, tem
ilixcr, que elle annuncia tilo morou junto cun o dito
Sr. no Atierro da Boa-vista n. s, desde o du lu da
JJeiembro p, p, al o da'.' de Mareo do corrate an-
uo em que deisnu o dita casa; e por todo elle lempo,
elle ioi quem coneorlou c aflioou todos es pisnnoi,
que Ibe lorio cncororaendados, como opdom ceitiBear
lodosos freguezes, que all Corito, un quinto ello
Vignbs la asslslia Undo elle s lodos us objeclos e
aviamcnlos para o dito olllcio que irouxe do propo
sito de Pariz para o coucirtos aperfeicoados o aulna-
i ii dos pennos lo
.'aAlng."..- se o primeiro o segundo andares do so-
brado da ra Dimitan. 211, junto., ou sopaiados Iccm
commodos p ra grando lamilla ; a Iraltr na ra dos
Trincbeir: s n. ii, Segundo andar, das 6 as '.) luirs da
iiiejiliia o des dos us 4 da tarde. (>
2 <4 Sr. Juaquiui (joncalves Bastos ou quem suas
eses Bzer, decate por este Diario o lugar do sua
morada para so Ibe annunciar negocio importante, e
que llu' i:/ respeito. .'
2 Dina possoa Dstabelecldo com bom negocio pede
2flO|rs, emprestados, pagando20,/ rs. por mes, e lat
a-aanlsgorri a quem Ibe eonvier de pugar-lbe u juro,
que combinar por inleiro al entnela a dita divino. (4
0 Acaba do sabir o tur. o acba-ie a venda por
l.v rs. cada escmplar na ra do Apollo n. C a corlee*
cSo de escalas de diversas larguras para leuutir varas
siogelas a varas quadradas polo nico meio de urna
mi cpera(Goqual a da mulliplicacio ; osla broebura be
i!- summu utilidade ionio para as pessoas, que irubj-
liio na Alfandega coino para as do cumroercio, ii
2 Aluga-se um ptimo escravo padciio ; na rus
estrella do Kosarlo n. 2!, primeiro andar. 2
J Alugu-sc melado do primeiro andar do sobrado
n. 1), n,i travesa d i (Juelroado outi'ora beceo do
Peine-frito i, ic faz esquina na ra larga do Hoaario,
separado pr estar repartido ; assini como um quaito
que li m no uicsmo andar separado, ludo proprio |iara i
bcrocm sollciro ; a (rolar no mesmo sob.ado ou na
larga do (losarlo, vendan. 30. (i
; Precisa-sede um hornero, quo loolia boa le-
Ii i lenba os conhecimenlos precisos na esciiplura-
i ncommcicial por partidas dobradas, para um es
Iptorio; oa ra do Vigario n. 23, segundo andar. 4
1 O Iiatharel Vicente Pereira do llego edvoga no
i vcl e crime peranle os l'ribunaes de pnmeira o segn
Instancia, n'csta cidado, ra das'1 rinebeiras n. 19,
i gundn andar. \!
i (jai ni annunciou querer comprar um bllbarc m
lodosos scus lictenles, dirjase ao bulequlm ao p
i IbesIro ve!lio. 8
Aluga-se, ou lendc-se um tos melhorea pianos,
e pur proco commudo; naiuado (jueimado n. 32. S
-j Precisa-so de um pequeo, prel
i! s libas de l' a lli aunes e que s;
uontar para estar oni urna viuda em companbia de
nutro mes qoj aiiida i.ao lenba pralica o negocio; a
tratar i a ra do Cotoveilo n. 81. 7
2 Jof Ignacio dos Santos dolsou de bojeemdian-
le de ser caisciro do J. I. WalihoppCj Companbia. 2
2 Precias-se de trinta conloa de ris a premio de
; ni porcentoao mes, dando-so por hypolueea boas,
proprl dados do casos nos principos ruasdesta praca ;
quem qulzer dar annuncle para ser procurado. 4
j Aluga-sc por 10/rs. lueneaesu primeiro aoda
do um sr.brado nu ra eslvita do Rosario ; u Irelai na
ra do Noguolre n. ~'i. 3
1 Aluga-so urna prola para lodo o ser vico interno
de uma cosa com condifjao de nao sabir a ruu p*M
preco coro modo ; na ra dus Ciuzes n 31* 3
3 AGENCIA DE PASSAPOIlTES
Na ra do llangel 0. 3i lirfio-ae passaporles para
dentro e lora do imperio, dospacbaose escravos, e
rorrem-sofulbes, ludocom nimia brevidade, o pre-
cocomrando, >
:: enrique iloltinger, Prussianno, tal ao Biode
Janeiro.
4Aluga-se una cosa terrea na Solidare n. 17;
os pretendemos dirljao-se ao pateo do Camin M
:, Becebem-se eneoromendae faiem-ae com prs-
tese flores de toda a qualidade de panno efo peonas,
liara dentro c lera do imperio, por proco com-nodo; oa
ra VeH n. 119. *
3 Prccisa-se de urna mulhcr para ama do uma casa
rapaz, quo saiba ensabuar, eugominar e tusinbar; na
larga do i.osario venda 0.83. (8
.'. luliio Beranger las tlente ao rckpeftatel publi-
ao, quo nflo so responsabilice por cousa algoma, que
. n sen nomo pnssao ir tomar leus escravos ou outia
qualquer pesio da sua casa e r sim poderfl entre-
nar o que pedlrem, levando penbor que cubia ou elle
annnnciante indo mesmo em possoa e o out> o contra-
rio li/er, n5o podei lazer reelamaedes; porque nao
seri attendidas. "*
3 itoga-sc ao Snr. Manoel Jos Fernandos Cupido
so existe nesta cidade de diriglr-se a ra do Vigario
11. 93. para negocio de scu intoresse ou seu corres-
uonuenti.-. '*
- RogS-se ao Sr. que por engao lirou uma cor-
la vinda do Bio de Janeiro no vapor .S. Saltador, pa-
ra Zelerino Francisco da Silva, queira a entregar na iu<<
do Vigario n. 33. '*
W HKTHODODR TING1R OS C.AIir.T.I.OS F. AS si k;\s.
l.iMii-'.r o- cabritos coro agoa moina, e aepols 1
go-se beincomelara de ovo batida a llindc o-.
(uc a lavogein da agua e clara do ovo basta so no
piimclro i'.i. l.sio nioibudo he o mata simples, eoaeu
resultado lu- o inelhor que tero apparecido. ^0 fim do
quatro mozo sera bom dar nova applicacdo.
\eiide-ae na na doQucimado loja na. 31 o."13 a yn.
11 methododenppllearaconipanliaos videos. (IS
3lli soja-so salu onde oxisp' a sonhoia Feliciana Ma-
iia da Tiinilade que se caaou cui abril de 1831 coinJoa-
ijitiui JosCurreia, subiliio potulguex, o qual so rcli-
1011 d'nqui para o Itio de Janeiro em desembro do mes-
mo anuo, o (piando mo oxisia ja esta scuhora, so licou
alguu slllio deste niali'iinonio j muilo deseja-sc saber
nlgumn nolioia d'ostc cni benelicio da niesnia seuhora
Tlindado 011 son lilhuse o tiver: na na do Apollo 11. IS,
ein "asa do Manoel Ignacio de Oliven a. ('J
i -- Aluna-so urna boa casa mu na /ella, com duas sa-
las, tros alvovas, coiillha lora, quintal C cacimba ; alai-
lar 110 lei'CCil'O aullar da casa 11. I. na na 1I0 Coilegio. (3
i O Capillo Sardo, Uaelanu Francisco Gimeiie vai
inra o itio do Janeiro. (2
3 Precisa-se de um bom eosinheiro ; na ra larga
do Botarlo, bole^ulin n. i". ("
Compras.
2 Comprfio-Se eOcclivomente para lora da pro-
vincia escravos do 13 u 20 annos sendo de bonitas
ligurus, pog8o-se bom ; na ra da Cadoia de S. An-
tonio, sobrad do um andar de vuranda de pi n. 20. 4
I Compra-se a obra de direito. natural par felice ;
na ra du (ilor sobrado 0. j.t. -
Vendas.
2 Vendem-se3 propriedades sondo um sitio na
o--lrada dos Aflliotos com casa devivenda e arvoredos
do fruto com porlo o cacimba ; urna casa de sobra-
do sila na ra do Bsngel n. 5, com -<; palmos de
frente e6t de fuodo eosinba (ora, quintal murado,
cacimba; urna casa terrea na ra do Pudre Floiianno
0. 12 co-n 21 palmos do Ire.iloo 50 ditos du lundo ,
com eosinba u i|uinlal ; a Ilutar na ra da Cruz n. 43.
9 Vende-so urni'inda escrava de l ancos com
habilidades e de boa conducta ao comprador se dir
o motivo da venda ; na ra estrella do Ir.sari 1 n. 34 ,
primeiro andar. 4
Vende-so um terreno em Fra-de-portas, jonto
a propriodadedo Sr. Antonio Alvos Itarbosa na ra
do llrum ; a fallar com James Crabtrco & Coinponhia
2Vende-so saccas com arrot do casca do alujueire,
por proco commodo; n ra da Sentalla-vclba n. 144.
2 Vende-se a venda da ra Nova do Hrum beni
afregucsada e pur precu commodo por ler poucos
fundos; a trular na inesma. 3
2 Vende-te larlnba de mandioca de muilo boa
nualldade a 5/ rs. com sacoo e a 4800 rs. vindo o
posador com seu sueco ; na ra Nova armosem
n 6". 4
2 Vende-so ama cosa do um andar eom grande
quintal murado e cacimba, na ra das Trincbeirts
o uma cafa terrea nu ra do Pudio F'lorianno ; a Ira
lar na ra da Gtdeia do Berilo n. 25. 4
2 Vendo-80 urna boa casa quo tem C quartos o duas
salas com grande quintal multo bom plantado do hui-
1. Mea alguna arvoredos, o bou agua de beber; tudo
1111 daos nroprios, no principio da estrada dos Afile-
los ; a tratar na ra du (adela do Itocile n. 25. 8
2Vende-se uro catallo rur;o bom carregador bai-
0 e meio, o be muilo novo; na ra do (Juiimudo,
|oj 1 de lerrngens 30. 3
'imauo n. j. :;r vtv n. u <-
lcrindo-se entci Icdrescom 6 va
saiba cscrever elllsa transparet!
2Venden se os dous lomos do diccionario inglez ,
grando do Vkira em meio uso ; na ra do Muro da
l'er.lia n. 36.
3-Vendem-so na loja do macantes de Francisco Ma-
medo de Almelda ni na do Vigaiio n. I, caitas de
velas de sebo, proprlas para caldear com carnauba,
por proco commodo. (4
3 Vendein-sepecas de brellnba muilo latga, com
10 varas a >'rs. coitos do chitas Tinas a 1600 is.
brins brancos dfl qnadros a 320 rs. o eovado, algodSo
trancado escoro, muilo largo proprio para escravos
a SAO ra. o eovado, cortos de cambraius brancas c de
arar, o meia a '',: rs. ; ditos do cainbraia
nto a 3/ rs. petas do brote riba do hubo
lina a 3200 rs. e outras militas [aseadas por pieco
commodo ; na ra do Crespo n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Ibas. 10
3 Venderse urna morada do casa terrea em chaos
prprios nos Celhes ra ra dos Praieres foila a
moderna acabada a i anuos, com duas salas, 3 quar-
los eosinba trs, quintal murada e cacimba, por pie-
;o commodo ; a tratar na misma ra n. 10, das 1; as 0
horas da roanhia e das duas as (i da tarde. Mi
3 Vendse no Coelbo, na ra dosl'raieres lorre-
nos na Tone na estrada que vom da Magdalena, por
pnce multo commodo; arrenda-se ou vepde-se um
litio oa inesma estrada junto ao Toque com COO pul-
mosdefrcnie, eiSO do lundo, casa para familia,
dils para prelos, estribarla para urncavallo; o sitio
pudo su'lontai i a 0 raers, diarias : no mesmo Coelhu
alga-se urna casa na mesma ra com bons coinmo-
duos sulas 3 (piarlos, eosinba foro, quintal mu-
rado e cacii ba ; e um sobrado na travrssa da Concor-
dia com grandes commodos, c igualmente a loja, por
unto, ou separado. (10
3 Vende-se larinha do mandtnca de muilo ba
qualidade ; no armasem deiionte do caes do Coltegio ,
|unld ao bolequlm da Estrella, ou a bordo da sumaca
EltreUa Cabo, fondeada defronle do mesmo caes do
Collegio, pelo mdico puto de 8//0U0 rs. coro sacen ,
o 48 0 rs". sem sacco (5
3 Vonde-se superior failoha de mandioca; a bor-
do do hiato .\'oia linrfa tundeado delrontu do caes
do Uollcgio. .'3
3 Vende-so urna escrava de nafao, do bonita figu-
ra com 13 annos, eosinba o diario de urna cusa, leva
muilo bern c tem principios do engommado ; no boc-
eo do Sarapatel sobrado n. I;. :4
3 Vende-se um cavallo muilo novo, bom canc-
hador ; na ra do Aguas-verdes n. 12, segundo an-
dar. (3
5Vendem-so duas moradas de casas do i anderos
cada uma,sitas na ru Nova; uma dila do dous andares,
nos Qualro-canlos na lloa-vista, duas ditas ierre.,
juntas ai mesiiio ; urna dita terrea na estrada do Man-
guind; uma dita na ra do Pudro F'loriano ; urna
morada do casas de 3 andares nu ra do Amor un ; a
trotar com Manoel Cutiano Souic Caroxito Monteiro.
6Vende-se um sobrado de um andar e 2 solos,
em chaos proprios ha pouco acabado na ra do Fo-
go n. 27 ; a tratar na la estrella du Rosarlo n. 10.
tereciro andar. (4
!'- Na ru da Flo.cnlina n 1 \ vendem-se centos de
dos( n-1 botijas vidriolas, jarros de luslio de bom barro e vasos limbo a 440 rs
para flores, roaisem corla que em oulra qualquer parte.
4 Vende-se reros de primelra sorte, para qualquer
iortimento procurado meias de bnbo, pecas do coei-
ros doalgndo, chapeos deso, de seda, penetras derra-
me, arco de pao, barricas de enxadas, paos do plnho
para maslteatio, boles e uma boa calala, tudo por pre-
(OcummuJo; oa ra do Vigaiion. II. (6
4 Vende-se uma prela recnlhida, engorrona, coslu-
relra de corlar e lazer camisas de bonicos o vestido de
senhora ; duas ditas que engommao.e coslnbio ; duas
dilas por 250/rs quo cosinho e lavio roupa ; uma
negrinha do 10 annos ; dous escravos bons para o Ira-
balho de campo ; um dito de meia idade, pur 2511/ rs.,
qub serve inuito betn a urna casa, e he boro pera botar
sentido e Irabslhar em um litio ; um pequeo litio na
Vartea, com caa o arvoredos de fruto ; na ruado Cres-
po n. I (I, primeiro andar. i9
0-Vende-se um litio na Irada de S. Amaro para
Iteiem com muilo boa casa para grande familia, com
bailantei arvoredos do frulo terral para plantecti
e pasto sulucientc para ler 6 vaceai de ieite ; a tratar
na mesma estiadi plisando u ponte no primeiro li-
tio, ou na ruado llungel loja delouea n. 17. ,6
I Vende-se uma estante para litros, nova, de Ja-
caranda duas mesas de p de galo com pelra tudo
por proto commodo ; a tratar na ra da Aurora n. 26,
ou com J. Baptida, marcineiro no Atierro da Boa-vis-
ta. !
1-Vmde-sc doce de goiaba muilo superior; na ra
Direita venda n. 72. Z
I Vendem-so couros de cabra coi lidos, de boa qua-
lidade Vin porco e aos teios; na ra da Conceffio
da Iioa-vista n. 8. (3
1 Vende-se um pretomoco de"20annos, canoeiro,
e ho muito bom serveule e pagein ; uma preta de bo-
nita figura iavadeira de varrella e sabio, compra e
eosinba minio bein por ">'."c rs. ; urna negrinha de
II annos, sabendo ja coser muito boro e faz lodo o
mais servifo de uma casa ; urncavallo bastante carnu-
do com bons andares ; us ra Inreita o. 81. ((i
I Vende-se rap chegado ltimamente de Lisboa ,
em libras e as oitavas ; na ra du (Jucimadu n. 31', lo-
ja de Antonio da Silva tiusmao. 2
I Vende-se um bom cavallo baslante carnudo e
novo, com todos os andares, e ho muilo liberal at
bom de carro, por ler sido onsinado por prefo com-
modo; na ra Nova armasem n. 07. (4
IVende-se um cavallo noto bom car regador ; na
ra Nova, loja n. 16. '2
I Vende-se nm sitio per lo da praca, com boa casa,
com commodos para escravos e estribara com Ier-
ras pera plantare ler vaccasde Ieite tambem lem no
mesmo sitio uma olaria com barro para toda obra a
qual esta trabalhando e tem multa freguesia ou tru-
casa-se por casas na praca ou a dinheiro ; tamboril
so rurebem dous moloques em pagamento; quem o qui-
rer annuncle. i7
\ 1Vcndem-ie osseguinles livroi de dlreilo : direito
natural ,'ouflroi, Felice, e llurlamaqui: direito occle-
siastico ; a obra completa deUmencri om ltiro; indis-
pensuvcl porque a tradcelo, que sahio alm de sur
Incorrecta sendo somonte do primeiro ulume, dei-
sa-nos privados das importantes materias, que oceu-
pao o segundo o terceiro ; e a obra de llioger, o eicrip-
tor, que mais se conforma com as doutrinas da escola
ultramontana g( ramente seguidas o sanecionadas pe-
la igreja ; direito constitucional o bom coohecido
Renjamim Constanl, o Federalista obra muito inte-
ressanlo o muito rara; nu ra do Cabug n. 6. (10
VI Vendem-so os seguidles livros ; os diccionarios
t-randei em Ingle por Vlelra ; a obis de Couiin de
Itlaekstone e de Voloey primor da litteratura ; Vir-
gilio trnduzido em verso porluguez pelo classico r.
lama l.eiin ; curso de Geometra por Lacroix ; Virgi-
lio ero latirn ; Cicero ; Tercocio ; (juinlo Curcio, e ou-
Itoslivrcs, por prcto commodo ; no Atierro da lloa-
vistan. 51. {7
t Vende-se uma escrava ciinula de. bonita figura,
sadia Loa Iavadeira ptima engominadetra perita
cosinbeira lamosa bocetuira ttabalha alguma cousa
de pnha ; cose chao muito diligente ; e ha capa de
dar cotila do completo arraojo de uma casa de lamilia ;
um escravo crioulo mofo de bonila figura, sadio ;
boro tanoeiro u melhor janoeiro ; urna parda Iavadei-
ra e he muito propria para o arranjo interior du uma
casi para n quo tem buslar.tu habilidade ; na ra
da Cadeia do lenlo o. 40. {9
I Vende-se uma prela mofa de bonita figura sa-
be farer renda lava de sabo o varrella eosinba bem,
e engomma alguma cousa ; na ra da Cadeia Veiba
n. 30 (3
I Vende-se um sitio na Vaizea com casa de vi-
venda e arvoredos de fruto ; na ra da tilorla sobra-
do n. o'l. (3
IVende-se um jugo do breviaiios em muito boro
estado o com boa encadernatao ; na ra das Ctuzes
n. 154. ;3
4 Vende-se um cordo sem feilio que tem 20 oi-
tavas de ouru ; nu lurgodo Carino venda n. I.
Vendo-so calcados de.tuilas as qualidadrs por
privi cumtnodo ; caitas de tartaruga do Aracaly mul-
to bem follas e aliadurus de Oortifh Irancezes para
aliar tuvulhas.
Vende-se a posso de um terreno na estrada dos
.Milicias, com urna meia agua de pedra e cal ; na roes-
mu aihur-se-ha com quem tratar.
Vende-se a venda da ra do llustrio da Bea-vista
o. 2, propria para qualquer um seohor, quo liver la-
milia, por ler encllenles commodos ; assimeomo al-
guma mobilia quo na .t 1 se acha o islo porque o
dono lem do ir a Europa a tratar do sua saude ; a ira-
talar na mesma venda.
Vendem-se 40 varas de corda" e colar de ouro ,
do Purtu a peso sem feilio conforme se a justar com o
comprador, gargsntilhas de dillerentos modelos, leilas
no Porto e no Ido de Janeiro, corddes grossos do
diffi rentes mdulos, o outras militas Obras de bom gus-
to ; dous lindos apparelbos de cha de prata obra
leita no Porto ; 4 faquoiros inteiros, caslitaes calis ,
ambula turibulo e nav>ti,um taboleiro de bum gosto ,
pesando 3102 oitavas sem leitio, 4 mil oitavas de
prata velha de toque ; no Atierro da Uoa-isla casu
de Juaquim de Oliveira eSousa das 1) horas ao meio
dia e das 3 as 5 da tarde.
Vende-se uro escravo do Ango'a de 20 annos de
idade, muito rubusto o sem achaques bom olllciai
do canoeiro, cosiuheiro, calador, o poritu meslru de
rede, baslante civilisado o be de bonita lisura ; von-
de-su por pro. iso do m ilo-t a ; na ma do "ueimado
n. 10, segundo andar, que se dir quem vende; na
mesma casa coropra-se uma casa terrea no bairro de
S. Antonio.
- Vende-te uma negrinha do 12 annos cose cbao,
faz lavarinto e lodo o mais ser vito de uma caa ; ua
travesa da ra da Cru n. 4.
Vende-se panno lino prelo do superior qualidade
a .V e 3500 ri. o cuvado, merino verde e prelo de (luis
larguras a I2D0 n meias casimiras de quadros e de
Intrai a 500 e 600 11. o eovado, brim trancado de qua-
droidolinhoe palbaa 6'i0 n a vara, dito pardu de
dito liso a 360 rs., dito branco de al-
godio de lislras a 480 rs fuslSo branco alcochuado a
60 rs. ditos de cures a 400 e 560 rs. o eovado, risca-
do francs a 140 rs., dito de duas larguras a 00 rs. ;
petas de ganga oiu! da India com 14 covados 1 1410
rs. chila americana com 4 paluos do largura a 220
rs riscados de lislras ames', propr o para escravos
a 200 rs ditos euros a 1?0 rs petas de bretanha
de puro linho com 6 aras a 3500 rs. ditas do algodio
carn 10 varas a 8/ rs. corles do lindesas a 3501 e 4^
rs. petas de cassa de quadros abortos com 8 varas o
meia a 2/ rs. caua-cbltai do assento escuro a 2OO rs.
o eovado chitas escuras e trancas do cures Das a 140,
100 e 180 n. atualhado de algodao a 320 rs. a vara ,
guardanaposa,9>00n. a dutia, e outras murtas laion-
das de seda e ilnhu por bar.to proco ; na ra do Cres-
po n. 10 loja da viuva Cunda (uimaraes.
2 Vende-so um moloquc ulllciel de pedreiro do
idade de 10 a 18 annos, vende-se com a coudifio de
ser para fra da provincia ; na ra larga do Kosaiio
o. 07 I*
Vendem-se, 1:0 primero sndar do sol rado n. 120 ,
da ra Direjta, os oojrctos abuso declarados que lo-
rio de uma botica por junto ou a retalho
18 lib>as de gomma de batata
4 libras e meia de coralina
10 oncas de sar^a em po
3 libras de caparrosa verde
2 libras de angelim
I libra e meia de semenle do cardamomo
I dita de raipa de marlim
de qulns ero p
de pedra medicamentosa
de atibar
do t'.-rra Japnica
de almecica
11 de gomma alcadra
. do mirra
de ipecaquanha
de linimento do sabio
untas de coralina em p
de coral rubro pp
de olhi de carangueijos pp.
de tintura de jalapa
a de b. provianna liquida
libra de olhos de cnrague'Jus pp.
12 potes brancos de louca sorlidoi
1-2 ditos ditos pequeos ditos
) Ibesoura grande
t mocho velho
I mesa com gavela usada
I Ierro pera pendurar balaota
1 gral de pedra sem mao
I macbadu enm cabo velho
70 potos do louca a; ul do duas libras
29 pai.ell.is de louca a/ul do 4 libras
21 dilas de 8 libras.
23 redomas de vidr 1 do 6 libras
8 frascos oitavados de 2 libras
32 ditos redondos de 4 libras
54 ditos de duas libras
67 ditos de uma libra
18 ditos do meia libra
G diloi de 4/o
1 medida de lalao do I 1
I candieiro de lolha corn vidro e usado
600
i 2Mi
Mili
4(10
100
1000
200
100
t'mi
uOO
40O
|0O
5OOII
600
1500
1000
.'oo
yon
no
200
200
UOO
voo
4011
50o
120
1500
60o
1000
320
1ZOOO
6000
800o
4000
2C.00
'.1000
800 0
9000
1500
500
300
500
Escravos Fgidos
1 100/000 rs. de gratificefao
Do I lo d aguol Crrela, deque horendeiro o abal-
lo aiilgnado desapparereo um prelo de nome Paulo ,
de natao Cacange estatura regular, rosto quasi re-
dondo or llus pequeas pouca barba e esta saltea-
da cabellos grandes e um tanto vermelhos, rcpiesenla
30 annos pouco mais ou menos; tem um pequeo
alejan em o dedo polis-garda mao direita de um pa-
narico ; he bstanlo bisonh 1 e. um tanto bucal ; julga-
se, por liavercm indicios, ser seduiido; roga-se a lodos
as autoridades policiacs, e pessoas particulares ou
por quem possa ser oncontrado o mandem pegar a
levar ao mesmo sitio, ou na ra largado Ilusorio, jun-
to ao quarlel de polica loja de miudesas n. 20, onde
scro recompensados com 100/ rs
/ icen le Jos Goma. (13
i Fuglonadla 9 do p p. um moleque donme
Juaquim de nafao Angola de idado de 15 annos;
levou caltas de rlscadoe camisa de chila roua ; des-
ronfla-sescrseduido porque minea fugio ; quem del-
le soubcr ou o pegar leve a ruada Cadeia do Itecife
n. I, venda do Pitomba, quesera recompensado. (ii
t Fugio no dia 24 de Marco o prelo Gil de nu-
cao Quicam baixo, cheio do corpo rosto ludondo,
ainda sem barba olhos e testa pequeas e cabello
bastante grande ; quem o pegar, leve a ru da Aurora
n. 30, que ser gratificado. 5
1- No dia 18 do p. p. mez rugi um moleque do no-
me Francisco que reprsenla ter 18 a 20 annos, de
natao Benguella. alto, magro, cor fula tabello cuita-
do rente, c cum falta dalle no meio da cabeta, de carro
car peso com falta de um denle na Irenlu pea cha-
tos e o calcanhar om tanto ambilado para Ira tem
uma lerida pequea em um p junto aodedo miuino ;
levnu camisa de madapoln e calcas de algodioiinbo
tinto ; rnga-se autoridades policiacs e cap toes de cam-
po ou qualquer pessoa o prendi, ou o fatuo pren-
der, e levar a seu senhor Domingos da Silva Campos,
na ra das dures n. 40, que scia generosamente re-
compensados. /13
6 lOOfOOOrs. de gralillcacao.
A quem pegar um moleque de nome Antonio, re-
prsenla ter 18 annos de idade, baijo, lecco, bstanla
esperto, lem uma marca no peito e uma cicatrit ein ci-
ma da junta de um dos d dos da mao direita ou ei-
querda ; levou camisa de madapoln e caltas de risra-
do, esta Infido desde Janeiro p. p. : quem o pegar, leve
ao Forle-do-Matlos no primeiro andar por cima da
venda do Sr. Alem quo receber a graliflcatao a cima.
Gralificacio de IO0//000 rs-
Fugio um escravo da provincia das Alaglas, \.t C pa.
ra 7 annos, com os signaes seguinles ; de nome Jcaquirn
Torado por nio ler dedos nos ps por ler amassado
cal com os mininos o a cal ter-lhe aberto ferida, e co-
mido os dedos tem marcas branca nos ps das mes-
mas ferida, cor preta, cabello meio fulo, cara larga,
olhos moios grande, corpo do catalura ordinaria pis
meias largas, de idade de 30 a 35 annos, de afio Cas-
tange, falla bem claro por vir moleque pequeo, u-m
signaes de surra e quando anda manqueija alguma cou-
sa lem lomado esta distancia, por se ler felto cm do-
ensa de mal de gola, podindo camotas e faiendo-se fono,
e assim tem pastado tolo este lempo lia noticias de
andar de Pernarnbueo para Goiauna Parahiba al ao
Kio Grande do Noile; quem o pegar, leve aa Clnco-
pontas, padaria n. 03, que receber a gratifleatio a
cima. ,.y
Ii
PERN. ; IVATYP. DE M. F- DEFAMA 1846,


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