Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05546


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Full Text
Auno ce IM.
Quarla feira 2
O IHAMIO publicarle lodos os diasque
uo forcm do guarda: n proco da assigua-
luri lio de-i^rs. por (|iini tclpagos adiitnlailos.
Os nomnelos dos assignantos sao inseridos
a rnzu de II i is por liba, -l rs. ein lypo
dilVorcnto, c as ropolicoes pela inelade.
Os que nao fbreill assignaiitos pago 80 rs,
por lilil i, lOeiu ivpo dill'erenle.
PIIASKS DA LL'A.
I.ua nova a (i as i li. r 21 nin. da tarde.
Cn siente a 11 as 7 lioi. e A inin. da tarde.
I na elieia a 22 as-I lior. e .72 inin. da man.
MillgoaulC a 28 as '.I lior. da tarde.
PARTID \S DOS CORREIOS.
Goianna c Paralij l>a. Secunda* e Sextas fei-
ra s.
Rio Grande do Norte, chogn a 8 e 22, e parte
a 10 o 14.
Cali, Seiinliaem, Rio FonnosO, Porto ("al-
vo, oMacoyi'i, no 1", II e2l de rada mcz.
Garaiiliiins e t'onito a 10 r 44.
I'oa-Visla e Flores a 18 e 28.
Victoria Quintas leiras.
Olinila todos os das.
PHF.aMAK DE HOJE.
Primeira a 1 li. 18 inin. da maiilia.
Segunda a 1 li. e 42 minutos da tarde.
de Abril.
IIUS DA SEMANA.
31 Segunda S. Balbiua. And. do J. de I)i-
reito da 2.* vara.
1 Terca S. Macario. Relacao, aud to I.
de Diroilo da I." vara, e do I. dos I-Vitos.
2 Quarla S. Theodoiia, aud. do J. de Di-
roilo da .1. vara.
3 Quinta S. Ricardo, aud. do J. de Dircito
da 2. vara. ...
\ Sexta S. Iiidoro, aud. doJ.de Dircito da
1. vara, e do Juiz dos Keilos.
j SabbadoS. lria. Re., aud. do J. de Ui-
rrito da i. vara.
(i i).....lugo s. Marcellluo.
Anno XXI N. 72-
CAMBIOS .NO NA 1* DE ARRIE.
Cambios sobre Eondres 8B*/. a 2.") */,.
,. Parta 572 ris por franco.
), Lisboa 120por 100 de prcm.
Pn iniode letras de boas tirinas 1 por8/,.
Moeda de cobre ao par.
Orno Moeda de <>4 100 17*200 a 17M0O
lclW-iOO nov. 17*100.1 17/201
de- 4/000 .
Piula- Palaees ....
Pesos Columuarcs
Ditos Mexieauns .
.cebes da C do Beber!be .TosiHin
'.1/300 a U/TiOO
1/980 a 2*000
l*080a 2*3011
IJ06Oa lf!
FERfflAMBUCO.
EXTEPIOR.
lill'l hf.lCA ORIENTAL.
Montevideo, 2tide feverelro de 181.').
As eousas eoni|iliian-se cada voz uiais por aqu. As
opera.nos de guerra parceem ter sido suspensas por ac-
cordo commuiu as buhas da prara : dir-te-hia que se
pneinml tliu armisticio, O sitiador contina, di- quaudo
oin quaudo, aatirar por rlevaco.ligninas balas; mas das
limitas que lem alirado si'i uuia aproveilou : essa levou
luualil i de 1.7 lioniens do hatnlho numero j, que ia em
marcha.
As balas, que lia dias, atirro dotis dos navios blo-
quendnres n:o eausro o menor estrago. Parte dos com-
iiiandautos neutros representaron a troven sobre a inu-
lilidade e barbaria de senielliante boslilidadi', e lirovtu
respondo que lilil i feilo logo, porque una cm barca-
can pequea da placa Ibe liulia alirado primeiro, bem
romo as bateras acierra. Na ventado assini Ibi; mas
lio provoca militas ve/es os foso* das baleras, approxi-
inando-se milito, oque nao pude peiniillir-se, porque
ncrla taso conceder libordade para fazor os reconlicei-
liionlosquo qulieffsc.
Dcpois que foi ropellido o bloqueio absoluto do por-
to, Krowu nao tem querido visitar embarcanlo iicnhii-
111.1 para continuar 0 bloqueio parcial, c mandn dizer
yos pescadores que pniliao sabir llvreinentc a pescar.
A repulsa do bloqueio total produzio grande irritarn
febril pin Rosas e seus partidarios. Ruonos-Avros osla
em grande fermentaran. Nada pode igualar a violencia
do toni das notas que Bro\\ n, por ordem especial de Ro
sus, tem dirigido aos rominandautes neutros, protostan-
lo eonlia o nao rocnnlieciuionlo do bloqueio. Ignoro as
rosposlas que Ibo tcein dado. Entretanto Rosas juiz to-
mar una represalia, o publicou no lia 13 iiui decreto
jirolilblndo desde o di.l I" de marco a entrada, em tVue-
nns-Ayres, de lodos os barcos que liverem locado, por
qimlqiier pretexto, em Montevideo, lio una segunda edi-
efio em uiinialiira do nicmoravel decreto de Werlin. Viu-
da nao sel como o consideran os neutros, mas parece
que nao lia que nppr s proposicoes segiiintes :
Sendo Montevideo um porto slrangeiro Repblica
Argentina, o unin dircito que Rosas piidc ter a esse
polio lie o que llie compelo como belligerante.
Esse dircito nao Ibe foi reeonbecido pelos neutros.
('onsequoiiteiiieiilo, os navios que entraron) ein Mon-
tevideo, porto nao bloqueado, nu atacan uenliiim di-
relo lo Rosas.
K nao atacando dirrilo sen, uo pode elle impr-llies
:t pona do prohibir-Ibes que desea riegue: em tlnenos-
Ayrc os gneros que para Buenos-Ayres frcn lespa*
rfndos na Europa ou ouirot pmisor.-
Isin me parvo vidente. Entretanto be Incxplicavcl
a oonfiisao e prejnuos que esse decreto liara, porque
todos os navios co ultramar trasPin semprc carga para
as litas piacas. Accrcsce diada que a mr parte dos ar-
tlgos que boje se tratein para consumo de Montevideo,
que sao mamllenlos deluda a casta, oslo probibidos
ni /luenns-Avros; de inoilo que os navios que os (i.lzeui
neiii sequer loill a opiao de irein vender all os gneros
que o decreto Ibes nao pcrmlttc vender aqu, lem de re-
gn ssar eom a carga !
As iilliinas cartas do Vuoiios-A) res anuuiiciao Ulna
reuniu dos agentes estrangeiros para adoptar nina re-
soluiao sobre esse decreto \ eremos o resultado,
O novo enearregado de negocios de Franca elicgoii a
Jtticnos-Ayros no dia li; mas anda nSo tloha sido rece-
iiido no da 21, nciii SO (lilla piando o seria.
Rosas fretou um patacho portugus no dia 8 para le-
var illiclos ao Rio de Janeiro. 1) paladn pnri'-m anda
nao sabio. C agora so dll qilC fui anniillado o freta-
llli'lllO,
\s eousas pelo lado de Corrientes do mili -serios eui-
d idos em Renos -A) ros. Nao temos aqu noticias direc-
tas daquella provincia, masenrria em Ulienos-Ayresque
Coreas correiilinas liaban passado F.iilro-li os, c que por
oiilro bulo linlia passado o general l.opoz o Paran em
(ova, niarebava pela suaiiiargoni direila sobre Santa
IV. Oque he corto be que reina grande inquictacao ein
liiicnos-Avres. I .i algiiiuas 'artas de negociantes ingle-
ZCS, o vejo, pelo pie ili/.em. que vivem all sol a inipres-
so de temores vagos, que uingUCIll pode ilolermjnar, c
que por taso momo niais os atormenta Quasl todas as
i ai tas di/coi:Nao sabemos oque so prepara, mas a
iiiipressao do lodos os espirilos lio que est iiiimediala
alguina eataslrophe.
Cbegou liontem do Rio a corveta Dous ile Julho eom o
novo i'iK'.-irregado de negocios e novo chelo martimo-.
O enearregado desembarco)! boje ti foi pousar na casa
ni que resid' o Sr. I.eal. 0 ministro dos negocios es-
Iraiigeiros j.i o niandou coinprimciitar.
No dia lli do crreme reimro-sc as cmaras; o dis-
rniso de Obertura nada tem de nolavi'l. No dia 16 r-e-
legeo o senado para o si u presidente a U. Joaquim Soa-
res, que coiiseqneiileiueiito continuar a exorcer iiiteri-
ii inicnico cargo do presidente da repblica.
Carla uirliriilar.)
J. 'lo C.)
nein so esporava que baixasse), ltenlo o estado em
que SC Scblio as provincias; o pelos ros nada so tem
Icilo eom recelo dos piratas c da invasao eorrentina. Ks-
lc oslado do Inaccno, osla dcscoiillanca o temor que rei-
nava, augmeiitou prodigiosamente desde sabbado para
e.-i, tanto por motivo do tratado eom o l'aragna>, como
por causa das noticias que eorreni de se acliarem em
conflagraefioalguuuts proviuclas do interior, c de estar
o general Paz em vesperas do invadir Entn -Ros.
Tudoaununcia una crise, o falla-so milito em de-
dciiionstraciies de patriotismo popular. Ora, tollos sa-
ben) que no diccionario do general Rosas dcnioiistia-
c.Oesde patriotismo e eniusiasnio popular signiflea do-
gollaro goral.
O nossoeominoroioiipodcrou-se de um terror pnico
pie sii podoni explicar os que conhecem pratieanienle a
eidade de //uenos-Avres no dominio actual. Todo pre-
sagia nina clise, um desfcclio l'uneslo; lodos saben) so-
bro qiiein eom mata particularldade ser descarregado
o golpe, mas ningiieiu so jnlga seguro se lrcui ilesaia-
mados os tigres.
Eserevo soba iuipresso dolorosa de p.ilavras de lilao
agoiiioque acabo de ouvir. Dcosqucira que o resultado
mo justifique- meus temores; mas inulto recelo que as
calamidades vo ab'-in de minlias tristes previses.
'l"iiilaiurtiniar )
[lile ni.
INTERIOR.
BI'F.NOS-AYRI'.S. II DE FEVEBEIRO DK 1845.
Apresso-me a lar-lbe )ui.i nolicia impoiiaiile que
compre cheguc ah quanlo autos
Assi guio-ine que do I'aragiiav vieran cilicios para o
cnsul (lo brasil insta eidade, o pie esses olt'u ios antes
do i'liegarrin < muodo eonsiil passro pelas de Rosas,
que leve a prceam o le os lr antes de os mandar entre-
gar: esses odelos cobrin uina copiado tratado cele-
brada cutre o Parngtiaj o o brasil, c parece que a sua
li -tura accendeo todas as iras de llosas. Nao quero fazor
omentos, ncui sobre a Indiscricfio que c*uiineueo o cn-
ivirregado de negocios do brasil no Paraguay. mandan-
do por Dueos- \\ res nina copia do tratado que celebra-
ra, ucni sobro a iodo govirno argentino, ser verdade
qucasiatusas sepassraocomo meafliruiao. OquenAo pos-
so por.'iii doixar do dizer be que andsl aqu tildo FUI redo-
niuinlin, o que o governo frctoii o paladn portugus
//('ni/e .liiioriin por 800 pesos lories para levar ollicios a
essa corte. Dix-SC que rao ordeOS ao general Guido para
reclamar do govprno InipcrW a nio ratlAcafito do Ha-
lado, que no caso de nao poder conseguir taso, devela
i. lirar-s.- iiiunediataiiieiilc.
O patacho leve ordoii para sabir no da 10; loi demo-
rado denota para o dia 14, ('agora me asseguran que nao
aliir ames do dia I'ion 16. J rcccbco poreui os 800
pesos folios, cesta de verga d'alto.
Este aconteciinenlo o uniros boatos que c cspalbao
vierSoangmentar os sustos c a desconilancacm que es-
t.uainos.
lia j muitos ibas (iiie a nossa praca se aclia em com-
pleta eitagnacfio, e que nao lie possivel cllectuar a uie-
iinr venda. Do Interior nao teem baixado compradores,
CE ARA*.
COaaBSFONDIHCU nmieinn.
tortolea 14 de Mario 1845.
Reeebi boje a tuadol." doeorrente, o lieando sciente
de tudoqiiauto ncllit me participas, estime! saber que
gosas saude. Aqu eheguei a23 do mes lindo, o logo eom
pequea demora aportou'o 6'ii;u'(i.i'i eom as 300 praeas
viudas das AUtgoaS. Exist ni ueste pono 2 brigues de
guerra, o HraiiUiro, ct'amarao: dliem, que aluda vira
outro do norte; assimeomo una forra de 300 do M.i-
ranluio, no caso deje tornar precisa para conquista
eleitoral; sdestartc a canalna podia vencer aelelcSo.
Aqu so ada 0 Piulo; csljdo lodo niiilido COIII a sucia;
liccoisa milito ordinaria. Os Doutores Audr, o Rai-
mundo j segulro para o cent/O, e o l)r. Machado par-
tir, i para Sobral a 17. Aluda nao se nian'aro aselcices;
suppoe-sc que estar.) a espera leste vapor, no pial li-
iiluiu esperancaa deviroruem para seineremeleicaes
le camaristas^ juizes de paz; porque noquer.in Kt/taa
car a eaiiiiianha, apesar de tercii. ludo em leufavor;
o h**4iMignmcancia dafteyao. O presidente Vascon-
cellos, instrumento do Menear e Iragao de Marah vai
desorgaiiisando a provincia para que a eloiro se faca
eom a regularidade que recoinmendou a conveneo,
A secretaria da presidencia s so'toiu oecupado COIU
demisscs, depota que conslou aquj^a niillidade da e-
leico.
O Vasconcellos em opposiyao a lei das reformas, sen
rcgulamcuto, e ordens positivas, mesilin diste gabiniio.
tem alterad}) a ordem dos substitutos do juta municipal,
como ver do niappa cm n.l." Os regulainenlos dos con-
cellios nao eonoedeiu aus presid utos a faculdadc de do-
initlir os respectivos agentes, o Sr. Concia de \ ascou-
eellosha, s. ni dar COUta ao governo, usado de soiiiir
loante atiribuifSo; a relacao Junta mostra quaes os do-
inilliilos, o Horneados. 'Temos nina lei provincial de
IS-'M que dco a presidente a laculdadc de nonrear os
olHclacs da guarda nacional as bis deorramento de
43, o 44 estabilcenlo nina laxa sobre as patentes, como
um arligo da reeeila, mas ionio elle conliccessc, que a
sua paudillia nao liiiba nulos para tirar seus litlos ;
suspenden o art. da lei, c val dcmittiuilo ; o malina n. 2
musir o numero dos diminuios, que sciu duvid.i lera
de ser em mor esealla. A polica est em completa des-
ordeiii, alcni das deiuissos que fez o Bilancoui t, leni-so
dado ate boje as que dcmonslro os niapnas n." 3, o 4.
Quaudo aqu -llegamos ja se bavia mandado destaca-
mentos para varios punios, porein como estes lio sejao
anda sufilelcntcpara a conquista dos vndalos, tem de
sabir breve para i li, dizeui, que 800 praeas. Ali. que
calamidade, em um lempo de terrivcl secta, que esta
anua, ando ludo lie piando se cspalba Hopa pela provin-
cia; Dos nos que ira aecudir comsua misericordia, dan-
do-nos quanto antes multa chura ; parece huma (atali-
dade de scinpre acontecer isto, quaudo a lacco excrce
eu predominio nesta provincia. _
A chapa,que o Valap COUl'o Cobra roniotir-rao ac seu
.nstruniento, coiiipoe-sc do Carlos, Piulo, > osla Barros,
r'rederico, Vicente, Barros, Soares, o maluco Secco. O
rri'.jo dessa gente cbcg.i a tal ponto que se lenibraruo
e mandar fazer 3 supplentcs, juiz de dircito do Ico, As-
tis Barroso, e Lcssa da secretaria da guerra. Edigol
que oCear he qiieni ciego seus representantes; he
inulto zumbar dos Urasilclros.
IVlo que loca a segurauca publica a provincia vai
milito mal: na coniare.i do Ico tcciu-so fiilo varias mof-
les j na de Oiieixajamobim eoiisla-nie, Jue j ando por
Jos morios"; em uutros pontos os ogentCS da pulida vo
espaiicaudoefcriudo eom inauifesta iinpunidade sas-
Sim podom vencer a cleif o. Alguns arligos do Pedro 2."
n.'.o seria moqiie fosseni all publicados; como o ga-
binete ]ierautc as cmaras quemsao ellos. os 77
dias as prxima eloiiies a convcncao nacional.
S." 1.
III.'" e Kx.'"" Sr. Pelas portaras, por copiajjunlas,
era \ Exe. a resolucao que tomcl de fazor afgumas al-
icraeoos na ordem da classilicanlo cm pie estavo os
Substituios dos juizes niunicipaes do diversos lugares
dcsta provincia, o que aprsenlo a V. Exe.. para que se
digne levrosle negocio ao alio conlicciniciito dc.S. M. I
Uniendo que assiui como, sendo os julies municijiae
nomeados para ci'ilos lugares, eio dolles rouovidos
para outros.iieuliuma razao bavia para que os seus subs-
titutos nao podcfscm ser mudados da ordou em que,
quimiii forao nomeados, teuho sido enllocados; niaxi-
mo nao s teguindo de tal alteracao n dcstiiuico da
emprego que elle aecupra. Alcm disto luda inesmoqutj
se ii i ni i i---i- a ai ici.o .ni como una remoc.ao de um lugar
para outro, eu nao podia perceber romo islo se podi-.se
dar a respeito dos juizes niunicipaes, que passavao pelo
grvame de transporte para o lugar para onde erijo re-
movidos, c nao se podesso dar acerca dos substituto*
que alienas passavao pela mudanca na ordem duque
tinbao sido collocados. E de mata inda reputando tato
como mu.i cabal rciiioco, nao sabia, como podoudo ut
juizes de dircito pela coustilui.o seren rouovidos de
mis par^iulros lugares, o nao podessem ser os substi-
tutos dos juizes niunicipaes. A tildo isto acresela a m -
cessidade que bavia do laes mudan(as para a boa mar-
cha da adiniiisii icao da justiia em diversos lugares,
ni que os prlmeiros substitutos nao mei ocian a con-
lanca leste governo. A vista pois dostas razos toniei
em
llanca leste gov..
a resotutao que S. M. I. vera das referidas portarlas
que junto coni este V. Exe. so dignara siibinrller ao sen
alto juizo. ..
D.os Guardo V. ElC. I'alacio do goveruo do Coala
em l.ldo marco de 184;. III."" o Ex......Sr. Manoel An-
tonio Calvan, ministro o secretarlo d'eslado dos nogooos
dajustica. anaci Concia de VaitOHCtUoi.
AI.Tl.lU'.lH S.
(./Ht'.rcrnHio'/iwi.
O primeiro Sltpplonte passou para sexto,
o segundo
O terco!ro
il (piarlo
O quinto
O sexto
i) punto.
licou no inesmo.
i passou para primeiro.
, ii i. segundo.
Aijiiir'.
O primeiro Sopplente passou para sexto.
primeiro,
.. quinto.
leon no niesma.
passnu para segundo.
o lereoiro.
Cinto.
O primeiro Supplonle lieou no inesino.
O segundo
O segundo
O tereeieo
(I quiln
I) quintil
O sexto
Iiassou para quinto.
emettldo,
> licou no iii'MiH
,i passou para segundo.
.. i. lerct'iru.
. Bernardo.
O primeiro Siipplentc licou no mesino.
O torceiro
i) qnarto
t) qtlllilu
l) sexto
passou para sexto.
lienii no inesmo.
n passou para segundo,
i, licou nu mosiuo.
i, passou para quarln.
Km outro Jermo.
I) primeiro Siipplenle passou para quinto,
t) segundo
O segundo
ti torceiro
o quarla
o quinta
O sexto
t) tereelro
O quarlo
O plinto
t) sexto
sexto,
licou no uiesnio.
ii n inesmo.
passou para primeiro.
i. i) segundo.
CssmmI.
O primeiro Supplonle passou para lereciro.
0 segundo n >' quinto.
o tereelro segundo.
II quarlo > eslava vago.
O quimil passou para primeiro.
O sexto quarlo.
l'tVa Yoi'd do Ip.
t) primeiro Supplente passou para quinto.
O segundo
t( torceiro
O quarlo
t) ipiintn
ti sexto
denicllidn.
ii vago.
ii passou para primeiro.
i, denietliilo.
fi. 2.
OMciact da Guarda \aeioiialdemillidoiirloIgnacio Cumio.
Domingos Jos Pinto braga, coronel do municipio do
Sobral.
Joaquim Jos Peroira, coronel do municipio lo Cascavel.
Joo los doCoiiviM, coronel do municipio do Jardiin.
Francisco Lopes Freir, lente coronel do municipio
da Villa Yieusa
Antonio Feiis do Menezes, (cuente coronel do munici-
pio de .'/aluiiu1.
los llom.io da Molla, lenle coronel do municipio la
Orauja
Antonio da Costa //raga, lente coronel do municipio
de Qlirixaramobilil.
Joaquim Jos Alvcs i.inliarcs. tenente coronel do muni-
cipio de Sobral.
Jos Bcrnardino do Ollvelra tiondu.....nenio coronel do
niesuio municipio.
Joaquim Rlbelro da Silva, lenle coronel do mesmo
municipio
Paulo Francisco FerreiraCan,
eoroncl do niu-
lonciil
nicipio de Cascavel.
Joan l.aptista Forreira dos Sanios t.aininha, lente coro-
nel do municipio de S. Bernardo.
Amonio Forreira dos SaniosCaminlia.loiioute coronel du
municipio do Araeali.
Alexandrc Forreira dos Santos, lente coronel do ines-
mo municipio.
Manuel de Souz.i Machado, tenente coronel do munici-
pio de Aquirita.
Francisco de Salles Lima, tenente coronel do municipio
de Larras.
Hanoel Pinheiro de Mello, tenente eoroncl do munici-
pio do Rio do Sangue.
los Cimillo Lindares, major do municipio de Sobral
.lllguel Xavier Hennques de Oliveira, major do munici-
pio do rato.
Siino Peroira de AzevOdo, major do municipio de S.
Bernardo.
Angelo da Silvcira Lima, major do inesmo municipio.
Francisco Fernando Peroira da tirara, major do muni-
cipio do Araran.
Antonio Forreira do \ alie, capitn do municipio de Cas-
cavel.
Manoel Jos Peroira Jnior, capilo do municipio do
Ararat).
Manuel da Costa Jnior, eapilao do mesmo municipio.
Joaquim Jos da dista Nogueira, capilo do mesmo mu-
nicipio.
Joaquim Pereira deAievdo, capitao do municipio le
S. Bernardo.
M. 3.
Delegado c siinptentes de polica, demillidos pelo presidente
Ignacio Corrcia.
Nomes.
Vicente Ferrelra do Freitas Ramos
Coroucl Joaquini Jos Pcreira
Capilo de i.' linba Anastacio Lopes For-
reira do Valle, I.* supplente,
Ten cor. Joo Baptislaherreira dos Santos
Di. Manoel Fernandos Vioir.i
Major Jos Fructuoso Dias, 3. supplente,
ii Joo Carlos Augusto
Cor. Joo Jos deGoveia
Major Francisco Paulino Gal vo
Capitn Manoel da Costa Sampaio
Ten. cor. Jos Roinao da Molla, 1. supplente,
Capilo Joo Alvos l'asso, 2. suppleute,
Ton. cor. Francisco Lopes Freir
Dr. Joaquim Victoriano d'Almoida Pinheiro saturit.
Capilo Pedro aarroio de Souza Cordciro linperatrii.
(*) Esi mudado da provincia.
Termos.
\qilll 1/
Cascavel.
>. ni i ii.i 11 Id
Ic..
i
I.ivras.
lardiiu.
Ip.
Cranja.

V. Virosa.
Major Cae tao Martina dos Santos. 2. supp.,
reu. cor. Antonio da Costa maga, 1. supp.. Qnei.xar.
teii.cor.de l.'llunaeex-omnmandantesu-
superior Diogo tiomes Parele, i. supp., Sobral.
Dr Francisco Alvos Pontos, 2.
los Pi Machado, ox-coiiiiii.indanlc superior, Capital.
N. i.
SuMclegadas e supplcntes de policio diinillidot pelo presidente
Ignacio Concia.
Tenente coronel Francisco Fideles aarroio, da capital.
Joo da Ciinha Percira, do Moicejaiia.
Francisco Jos Pinto, do Suip.
Francisco da Rocha Paos. I. supplente, do Siupe.
licnrlquc Luis de Pontes sarreto, 4. suppleute, de
Slup.
Joaquim Rodrigues do Oliveira, supplenle.de Sinpe.
Antonio de Souza Machado. I. suppleute, dcTrahlrj.
Major Manoel de Pontos Flaneo Jnior, doMar.inguape.
.los Antonio de Araujo, de Aquiraz.
Teneule coronel Mano. I deSouM Matlndo, l.supplon-
, de Moute-iniir.
Major Jos Lupes dos Alijos, do Moiilo-uuu .
Tenente coronel Paulo Francisco Forreira Can, le Cas-
cavel.
Francisco Victorino Soares Dantas, l. supplente, -V
Cascavel. '
Alexandrc Ferrelra dos Sanios Cunara. 1. supplente,
do Aracal].
CapluloJos da Silva Pono, 3. supplente, do Aracal).
Joo Ferrelra dos Sanios Cunara, do .liqui.
Francisco Rodrigues Peroira, 1. supplente, do Ji|ui.
Kstevo Jos da i nu, 2. supplenle, do .liqui.
Gaspar Pcreira do oliveira sarros, I. supplente, deS,
ocinardo.
Major Angelo da Silvcira Lima,do lbaro d rea.
Padre Manoel \ cenlo Collares, 1. supplente, do Taba-
co d'Arca.
\ ictoriiio Crrela V ieira, do l.ivranicnio.
Malhias de srllo Peroira, I. supplente, do Livraiiienln.
Antonio Jos CirSo, da Morada Nova.
Joo Forreira los Santos, I. supplenle, da Morada
Nova,
Manoel Kogueira da Costa l'errcira, I. supplenle, do
Caxaco.
'folente coronel los Francisco Carnelro Montciro, i.
supplente, do leo.
Francisco Manoel Das. 2. Supplenle, do Ico.
Antonio Cnelho da Silva Murta. Sorra do l'oroira.
Aii'onso de Albuqiierqne Mello Jnior, l. supplenle,
do Grato.
Sebastin Per-ira do Alem ar. do arejo Ciando.
Joo AntOlllO de Jess, Missn \olha.
ScbaStifi Jos de Alomar, Pojo da Podra.
Tenente coronel Antonio Alfonso Forreira Monieirn,
da I elha.
Francisco do Salles Lima, 1 supplente, de Larras.
Jos Martina dos Santos, de I mar).
.Major Daniel Peroira de Azevedn, dn Cajiiciru.
Padre Antonio Peroira de VaSCOUCelloa, I. supplenle.
do Cajiiciro.
Major Jos Thoni Rodrigues, de Sanio Antonio.
Joo Antonio da Silvcira, le naturile.
Simplicio .Ins da Silva, 1. suppleute, deaturit.
Tenente Coronel Francisco Jos Pcreira, I. supplenle,
do lUtOS.
Gaspar Nogueira de Lucelia, do Acampe.
Ai,ton i Joaquim ('ionios de Mello, I. supplenle, du A-
carape
Major Jos Camello I.inliaies, 1 supplente, do Sobral.
Major Gabriel Jos Cavaloaule, 2 supplonle, do Sobral.
Manoel do Araujo Cosa, I. supplente, do Acaiae.
Joo de Araujo osla. 2. supplente, do Acarac.
Prudencio Faustino le Mendonca, do Campo Grande.
II i\ niiiinlii la Silvcira Gadelba, S. Concalo
lose lmaro Fernandos, de Quexaramobim.
Concalo unes l.oo, I.supplente, de QucxaramoViiu.
Jos l.uiz Soares Neiva, >. supplente, de Qucixaiiiuo-
bini. I I
l.uiz Antonio Diiarte (iraugcl, 3. supplenle, r.iiuobim.
Jos da Silva Bczorra Jnior, da uo.i-viagom.
Joaquim Jos da CriitSaldanha, I. supplente, da soa^
viagem.
filis, r, ulna tu de Oliveira, 1. supplente, le Sitia.
Flix de nulo Peroira. i. supplenle, de Sili.
Amonio Goucalves da Silva, 1. supplonle, de M.mi-
llaca.
Cosme Ha bello V ieira, 2. supplente, de Mouibaca.
i..q.it.iii nenio Freir do Prado, 1. supplente, deS.Joo.
Huilln Jos do lioveia, I, supplente, do Jardiin.
Jos Joaquim do Albuqiierque. 2. supplente, do Jar-
diin.
{gentes dos corrrios demitlidoi pelo presidente Ignacio
Correia.
Romee.
Manoel Felis Xavier Maeambira
Cmalo Jos de Mello
Jos Francisco Pinto
Joo Jos de Oliveira Cavalcanle
Manoel Jos I- en eir Machado
Jos Marlius Porto
Narciso Alvcs de Souza
Lugares.
Villa-nova do Int'i.
Ico.
ralo.
Misso Vrllia.
Jardiin.
S. Bernardo.
b.iturit.
M VRANIIAO.
nr.rrzi do .s. un. vuuTO axNui'inx ni tan.
Aos iiieus amigos o ao publico.
("'.I / pudenr publique cn face regardit,
Tandis qu'il s'aceomptait i son infame idee.
Cal l'lioniieur, e'est la foi, la pilie, le sermenl,
i'niln ce que cejuifa vrndii lacliement.'
V. lleco.
Apon i.ubi pola polica como suspoito deinlroduiirna
Circuladlo cdulas falsas, nao podia desohrigar-me, M.i-
raubenses, da tarrfa de innsirar-vos o quanto he ealum-
uiiisa essa iinpiilacn foilapor um uluiigo ii.cu, que
em verdade descubri mu lucio infernal para cevar sua
vi ng.una. Como hoiiieiii particular, ora mcudever guar-
dar a uiiiiha honra ; como empregado publico, defen-
der iiiiuha reputarn de magistrado at hoje iuunacula-
da. Develes tan sagrados poique cu pens que nada
he ni.ns ponderoso insta vida que a virlude) merecen,
que vos na oicasi.o da leitura dcsta niiliba publieacao.
appliqueis toda a Silencio analyse que vou fazer do of-
licio, no qual o chele de polica Jos Manaui tcntou in-
laiiiai-iue eom o labo de um crinie que considero mais
prejudicial a socU'dadc do que o homicidio, mata aggra-
vaute, e das causas que o movern dar um passo tan
temerario quo odioso. L'onfcsso-vos, que he eom o co-
racn repassado de din que entro em irabalho lio dcs-
agradavel; mas a conscicncia tenho-a vigorosa e tran-
quilla.
Eu principio, e bem certo vou de que pelo decurso de


1__
lunas observaaSes nenbumtlt vos dritar de estreme-
cer con) a considerarn dr (|iio hojf Pin nosso paiz os
direitos iiiais cliarns e sagrados estao nicrcc da audacia
' il i calumnia ollicial. Coniecarc publicando O olllcio
que il.i lugar rata rxposicfio.
(I) offieio do eliefc de folien, a (lie se refere a prsenle ilrfi-
s,jd foi publcenlo natft Diai io, c por /'.> i> omUtimot.
\ mes di' entrar no draenvolviinenlo d'raia i<-v; rica
*'|."- itlcias c do palavras, asscnlci ser mus urdonuda a
minha jiislilieaco niustrando-vos, clll |ii ini- ii o lugar, n
i<> lio iaawigo iiicu o chele di- polica, e os uiaue-
jos contra iiiiiu ciuprcgudos para sariar sua iinpl.ieavcl
vinganca 'noivui scinprc Infructuosos, desgraeadamcn-
le liara rllr) desdo a poca d'oudr dalOII a eesvu o do
luda a communicuruo iniulia coill esse lioniriii i|llc
pulcntcava rada passo principio* que nao se ooni-
padeciiio com os mcus mi su ruino particular mas
como magistrado.
Em 1842 quando se proco'Ico s cleiccs geracs para
unlados nosla provincia, elceoos liradas de falsilla-
!dos e vcigouliosus tropacas, levado pila adhesao. que
voto ilion paiz, represenloi contia esso lioiiioin i|iic
ilovia no lugar, que oceupa. in amor o socego no actos
deiloraos a nao consentir que se conilliettcsseiii vio-
leticias como eulao se les privando-so a nimios i i-
dadosao livre uso do seui votos. Koi esta tlmaoflonsa
iiuperdoavel paia nicu iuillligo mi se leinlii indo
que en devia presar emprimoiro lugar a prosperidad*
publica c dopois a amizade dille Jote Miriam qu
voluntariamente c sem saerllicio deixei com aquello
procedlmcnto. Kespondendn aquella representaciio, ap
preseutnu o esoriplo contuso c desordenado qm
forma o documento u." I peloqual scjlllgou jiislifua-
do e puro de toda macula, onde verft as leilores ,
pie fui niiniosoailo com algm.s insultos Indas as ve/es,
que elle toeava no nicu nonio, all eiuaixuilo a mal til-
lo pois a sua defina devia versar sobro laclo-. o lulo
sobre nomos o eosluines dos que o acensaran. \o
lie nicu proposito i cuitar ueste lugar aquello esoriplo ,
> i ii o trago to Mmenle para prova de inimizade en-
tretanto nao ser perdida B leitlira da inloriiiaro do
presidente que o acompanha. Desde entfio nicu no-
mo Coi inscripto no grande livrii dos proscriptos da po-
lica do Sr. .los M.n i.ini o Sino, nao poupoii lieni
i'Scnllieo niais os llieiOS pira desforrar-se d'aqnolle
pl'OCCdillieutO Ilion como vcrii.
Km 2 de abril de 1843 contina o Sr. Jote Mnrianl a
inassar-me a paciencia com as suas uiysterlosat inda-
V. atoes, ionio se v do documento n." 2, oxigindo de
niiiii o motivo d.i priso de Vniaro Domicilio de An-
illado Culrim, lingiudo so nlhelo aquella pristi, quun-
ItX esse linmem l'ui-mc por elle inosino reniollido.
Mil se v tmbelo a miiilia rosposta prudente, r
logo aos loitoros, que a eompireiii COM ot arllgOl 406,
. segumos lo regulamcuto u." 120 de :tl do Janeiro
de 1842.
lie inais urna prova don.lio, que me vota esse Sl'.Jose
Mariani,
\ isto piide-se appcnsar o documento n.*3, peloqual
lie parece oulpar-iiio indirectamente da negligencia de
meiis cscrives.
Km 2 de malo do inesino nno, documento n." 4, velo
com un caso igual ao de Amato (uitriii. representando"
nie siilire api sao de Alina Theie/.i de JeSUS, e avan-
i ando oplliao errnea sobro imciiii1* de seiilonras cri-
mnaos, ao que llic respond com mcut oIBclos, que se
achilo t.imbom reunidos aosd'clle.
Aqu c\ci deo-se o Sr. los- Mariani tanto levado polo
odio, que me vota, que al eliegiiu a availg.ir no mu 01-
lieio de n.'607, que um.t simples informarn era sulli-
ciente para a soltura de um condemnado, e a dar nina
signiliearao do verbo portugus advertir, que su se
aoha na sua frtil, c vasta coiuprehcnsilo intelleclHal,
esi|iiocendo-se que nao era mili deoenle, que um de-
sembargador. chele de polica, produilssc taes para-
doxos.
Entretanto pouco caso tiz-tlas teas, con que pietiii-
dia envolvor-ine o ineu iiiimigo, o do :ir arrogante, in-
solito e deteommedido d'esse papel, e dirigi-lbo um of-
lieio oni rosposta a aquella peco doeliiqueuciaollioi.il,
onde cortexmeiitc Ibe mostrel o erro cm que luhuru-
va, eiisinaiido-llie o boin termo, e cortesa que deve
oiiipro guardar.se cm eorrcs|Mudcncias de servlco pu-
blico.
Rcprcsculou contra iiiiiu ao presidente, mas o resul-
tado d'ess.i represenlai'iio gii elle, e o presidente d'cnlao
poder diicl-o, Talves o chele uiais bem iicontclhado,
na i alma da puixo, ontondosso sor-llic inaisiHilietii.il
lotl i e-~a li igideira do absurdos,
I ni !l de outubrode 1843 dosniascaroii-sc enlao per-
foil.imonlo o linmem, que me persegu', com a sua ce-
lebre iul'iiiin-loan d'ess i data oonlra lllltll, doeuiueiito
o." a . lio de notar, que senqire esse Sr. loni-se servido do
eniprego, que oceupa, para obrar contra iiiini Assim
no Sino, acabruuliadii pela l'orca lia voidado, lulo pOtll
muir, que cu tinlia satisfciiu scinpre mrus devoro-.
i-Xi po nos tres casos pon lio apuntados i h.un.indo lili
La no excreicio de nicu lugar olor representado contra
elle como cidadSo brasileo, lie mui iiileressanle,c ori-
ginal esse tupien da sublimo, o bem redigida informar
do que tallo.
rinaluioiile o doeiiinonlo n" ti nioslra, que trullo |il-
rado suspeiro cm causas do Sr. Josc alariaui, por li
iiiizade.
uuein duvidar, dopois da.lcitura uestes documen-
tos, do odio e rancor, que me vota oSr. Josc Mariain .
illgueill por eolio, c cu me rogosijo iiiuilo de que to-
dos saibOa que nao merece suas sympalliias.
I'asseninsasprov.is.ipprosentulaseoiiliauiiin. o pelas
iiuaes elle decidi, que cuera introductor de cdulas
taitas.
.. Vuiiiiiii ei (iinii el unle liiinc ilUm imiiiililuiii.
Sao duas as giavissiinas proras, que loni o Sr. .los
Maiiani contra mima una da intioilui o.ni de cdulas
jalsasI" ler CU bospedado um da Clll niiiiba casa o oo-
lonei lligino, un u companheiro de vlagein da rabia a
esta provincia, oqual he tido como Introductor dos cedu-
l.isl'alsas mas contra quomnao alcaio.oii ainda a polica
nina prova.j2." ter cu aiiiiniiciado, que lamipiava casas
terreas r que dava dinliciro premio 0 que Rico de
ha multo lempo, cistodepois dos ovamos da lliosoura-
ria tabre ellas liitas. Com estas provas entretanto levo
a audacia um magistrado de nodoar a reputarao ileoii-
iro magistrado! D'cslis proras UuCOU lilao tllll illlml-
go para vingar-se do seu ininiigo, abusando do lugar
que oceupa ,
Oueiii uestes lempos sejulgara livre de violencias,
nuer soja liourado quer esleja colloeado no incllior
grao da escala social, sent de todas assutpcilat, que
.o oiiipinliao os niisoravois vagabundos .'
A limpies loitura do tpico d.iqiicllo ollieio, que me
diz respeito, he bastante para niinba defeza. Todo o lio-
inrui judicioso alli eonliecer um desojo apaixonado do
confundir ;i innoeenciaeoni o ciiine, e de vingaufa ne-j
grade iaimigo, pouco u nada cavallieiro. Kntretanto,
farol semprc alguinat ibservacoet para os aus nc
eoiiheccm, neiu ao Sr. Jos Maraiii, porque ate ellas
i cm de allivio iiiinha alma ulcerada.
F.in niinlia viageui do Rio de Janeiro a esta orovincia
fonios hospedados na Haba, PU e o capitn uo vapor o Sr.
IVhoto, oui casa do llcspauhol I), tfenlto, Ksto llospa-
nliol, que me tinlia prestado bous ofliclns do hospitali-
dad?, icL-oniiiieiiiloii-iiio aquello coronel lljgnio, que,
parta para o Norte do Brasil, com 0 bni do ver, segundo
no, o levou bordo eni sen escaler, com o seu cunha-
do los Jaiiscu do Paro, l>oiirando-o com a sua presenca
no momento da partida, e dando un -.igual pubjico de
coiilianoa para co.u elle.
Silo negar isso, e niaisque vl-me forrado a eseollier
mu nutro cscaler para nao aeomiianliar com elle, ineu
iuimigo, na niesuia embarciro. Quamlo o clicri' de pu-
lira ile una provincia se nioslra to amigo de un indi-
viduo de certa ordeiu, son patricio; como era dado
iiiiiu, que su o conhecia de bordo, ser culpado por lia
ver tido rdaco.CS patsagrlrss c de mera urbanidade com
elle ?
Estere o Sr. Ilvgino e son companheiro nseparavel. o
Sr. Alexandrino, que se dizia primo do Sr. ManoelTclles
da Silva l.obo, com qiiein leve relares, itln nico da
io un
ser-
i,iiiu i.iMiu.iiMii "' *."-.---------, : -,...'.
di-i... se expcriuienuva algin allivio aus soBVliueniot
dopoito. Nao sei se era real ou apparenlo esta causal.
'Elle tencionava cliegar at 0 Para no niosiuo vapor 0
cu. com toda a franquesa, olforeci-llie a iniuli casa ta-
aos das que tinlia de demorai-sc nosla liroviocia. nao
eo neta recommendaco do llcspanbol D. Iioni-o. como
DOTUUe mo o.vist.iii (J* provincia hospcoatiasi Tasases e|
niinha compaiillia ; precipitadamente pedio-me
primeiro que Ihe alugasse una casa, o que fiz., recorren-
lo para isso aos Srs. .los Podro dos Santos c Joaquilil
l'oroia de />urgos, e ilcsrao-ine. Kslranliando-llie
en dopois sua precipitada resoluco, delendeo-*e, di-
zondo-uie, cm preseura do Sr. I), francisco l'allliaza
que, corieudo pela cidade que elle tralla cdulas falsas,
so lilil i retirado de inlllha casa para mi me dar iiieom-
niodos ; mus queja se havia densa nipuUro justilicado
peraute o mesmo Sr. Jos Marani, qiiCT) absolver de
ludo
Se o ter (ido rclacOes com o coronel Hyglno lie prova
de culpabilidad!' na introducco de cdulas falsas, o Si
Mariani as ntrodusio, o seu cunhado Jos Jansen do
Paco, o o Sr. Manuel 'foliesda Silva Lobo, porque todos
Iravdrfio amizade com esse lioiuoiu e o argumento
lio li I lio da lgica apurada do inesnio Sr. Mariani
So a polica vigiou o coronel Ilvgino desdo a sua clie-
gada, se o qualilica r julg.i mal comportado, se do lacio
da sua bospeilageni, liuiaiiti- o enro esparo de vinte i
qiiatro horas, tira argunioiito para infaiiiuiar torpemente
o bospodr, que be um magistrado seu colloga, c sen
lllimigo, como be que Ilvgino que contamina os que
se Un- aproximan, fui poupado pela polica e nao l'oi
preso, iiiiii interrogado ao menos, e neiu se Ibe dio
busca cm casa ?
Se a polica, ou o Sr. Jos Mariani tinlia suspeitas
contra aquello boiiiem, como eonlssa elle mesmo,
porque nao dio providencias em quanlo elle aqu es-
tove, poique nao ndaguu quem era esse alguein
quem tulia ello entregado as cdulas luisas '
Nao terci dlreltq Uuubeill de dizer ou pensar, que o
clielc de polica ou o Sr. Jos Mariani era connivente,
ou cousa que Ibe dissesse respeito, no horroroso furto,
que se fes toda esta ponillacfio, por ler consentido
na partida do indigilado intioduclur de palpcUmoo-
ila tetu dar unr milco passo para soniollianle desen-
berta, clicgandoo csquocinioiito desous devores ,i pon-
to de ser uocessario que o Sr. (iresidriite o acordasso
com a reniessa do lid da tlii--.otii.iiii preso .' Nao ser
mui leprebonsivel, o suspeito ennservar-se o Sr. Jos
Mariani no sitio da Itamacaca polos dias de fes la o
anida dopois do primeiro exaiue no somuo da iutlilfe-
rouia.ioiio entregue aosprascres, quando as autor-
dadet polieiaes na cidade erSoem moviiuento, e toda a
piipiil.nmi clamava providencias para a deseoberta dos
lalsilicadorcs do papel uioctla .' Mas di/, o Sr. Jos Maria-
ni que inais siispcii son na prestarao de obsequios ao
coronel Ilvgino, attciideudo-se dill'ienoa de opiuios
polticas cutre iiiltn, que son intolerante, e elle que se
jacta de glande republicano.
A eoiisoienei.i do Sr. Jos Mariani o traillo insta
nec.isi.ii).lori;uiidu-o a dar inaior lesleiiiuiilia de iinlia
neulpabilidade, e do falta absoluta de provas con lia
lllltll. quando o levou li laucar niao de ruzo to ftil.
Kntretanto convein tenipro observarI .'que uotuQ
to intolerante, COIUO me quer l.izer ti nicu iuiuiigo ;
2." que n.'ui poda em vinledias coiibccor principios po-
lticos do um liomcui a qtieiu via pela prinieira vez em
iniulia vida, e limito monos o seu conipoi lamento an-
iel ior; .'!." que pelas suas conversas s vi que elle se
iaetava de ser iniuiign capital tos que nao respcitavi) as
leis do paiz, da iuinioialiilailo existente em lodos os
ramos da administraran publica to //rasil dos magis-
trados infames, que veiulio a sua eouscieueia, nier-
cadejaudn bous calamentos, C abusando de ICUl Inga-
ros para t liegareni a lint pouco honestos. Potler.i sor
republicano; mas essa eircumttancla nao era tiiOicicu-
ie paia me arredar de uuidcve de pura cortesa
Por cssa proposico do olllcio to Sr. Mariani pude O
publico tirar, soiu modo de errar, a seguiuto cnnclusao
O Sr. Mu i m. que he intolerante, o que leve rcla-
riics com o coronel Ilvgino, he sem lili vida republica-
no e introduz cdulas falsas e por consegiiiiile in-
capaz de servir de baivo do unir forma de governo, co-
m) lie o nosso e de entrar na pesquisa tos verda-
tloiros iiilroiluotoros to papel lurte.
Ilei.vo de fallar inais sobre a minlia grande culpa
de ter hospedado o coronel Ilvgino porque o met iuillli-
go eoulssou em teu olllcio, qirecu poda ter iludido.
1'iibliqiioi pola impreuta que detejava comprar al-
guni.is i-asas torreas, o dar diulieiro premio: logo
son introductor de niooda falla diz o Si. Jos Mar-
llalli,!. Esta segunda causa lie sobieiu.ini ira irrizoria,
e impudente. Primeiro que indo couvcm dizer em alto,
o linio soiu, que luin sou pettoa niisoravcl, que tenbo
prctlios nosla i idade, e un eslabeleoinienln de lavoura
que me IroUXC uiinlia iniillioi do sua legitima, e que
sou til lio do ooucellioiro francisco de I aula Percha Du-
,iilo, o genio to coinineiulador Manool (ionios da Silva
llcllbrt. ambos poSSUidoi'CS de bensdo algunia hnporla-
llda, r por lodos eoubeoiilos; C tligo-o, nu porque os
habitantes tiesta provincia ignorem essas circuiustaucias,
mis purque eterevo la ni bem para os que nao tcem
id-a alguma da qualidadc de miiilia pettoa c teres.
riihiimn deiconlianca por consequencia dcviSo cau-
sar taes aniiuncios. Ocoutrario acontecera se fosteiu
ellos l'eitos polo Sr. .lose Mariani. al o lempo em que
dopois do dousanuos c nioio de serviros polieiaes, ellce-
tuoii o seu casamento. .
Alui d'itto nao sajioin lodos, que, ha milito lempo,
don diiiheiro premio pondo Clll chcularo OS opilaos
produ/idos polos reiidinionlos de luinli.i casa; que sou
econmico, e que nuncadevi um real pettoa alguma,
sigua! de abastaura .' Sondo cu de inais administrador
di casa de ineu pal, como lio publico era-nie vedado
empregar scus capitacsna compra de bensde raz, eon-
sideraildo-ot muis seguros do que o papel inoeda, que
hoje be to l'alsilieatlo ?
Tenbo tlisslpado a uiaioi parto de minha fortuna, ou
toda em eleiciet, ou son por ventura alguiu caloteiro
para que podesse ser suspeila a existencia desses dinhoi-
ros cm inhiba casa
Vio sci onde ora o senso eommiini do Sr. Jos Ma-
riani. quando tracou aquellas linhas, que lauto o dcs-
lionrao
A existencia d'aqnclles annnncios pelo contrario
prova a minha innocencia, eboale, porque elles ap-
paroiiro em 28 de dezeinbro, e j 27 sabia das c-
dulas falsas, o se baria procedido H exaiue sobre ellas
na tliesouraria. Como me seria pottivcl de 28 de de-
tembro em diante later compras, c transacedet coin;
estas cdulas ? Soria para isso inisier, que o poyo todo
do Maranliao livesse caberas iguaes doSr. Jos Maria-
ni para as rceeber. Essa franqueza de minha parte
Clll auuuiiciarpelu inipioiisa lacs compras C Iransaeros-
postcriorineiite ao exame da inesourarla he razo pon-
derosa, que me escuda contra calumnia to negra, e
lufa...... I'.tretanto saibo os leilores que, ha um auno ,
jac havia entrado cm ajustes da compra de una casa
de sobrado do Sr. Fernando l'eroira de Castro como se
v ilo documento n. 7, c enlo nao haviaO cdulas falsas.
Nao hC com razos, neiu provas lo ordinarias, Sr
Jos- Mariani, que se nianeba a reputarao de imi hoiiiem
honrado, e de um magistrado probo. En o desalio, a
todos os seus s.ilolliics de polica, c a lodosos seus vis
esclavos, que humildemente o serveiu para que apprc-
Icin uo publico ou qualqucr juiz criminaj juna u-
0 simples projeeto dr urna ou outra transaccao, mas
on incnos avultada, da parte de una uessoa honesta,
nao pode induzr suspeitas razoaveis em nimos des-
prevenidos; para que ellas prtatsem no animo de \.
me., era inisier que a ininirnsas trautacfAet projeetadas,
o nao realisadas, pelo rpido descobrinirnlo da lalsihca-
r.o, se jtinlassem iinmensas liansaociios realisadas, qua-
s todas, todas talves em inoeda falsa; era niisle que
os que os lizessem, individuos obelados de dividas, a-
eostuuiadns a pagal-as a inuito cuito, ou a nao pgal-
as totalmente, apparecesseiu inopinados u fazer paga-
mentos com espanto dos jnrsmos credores j sem espe-
railvas; eraihister finalmente que as liaiisaccoes l>ai-
tissem de individuos aeostuinados a criuies, com espe-
ealiilade aos de Introducefio de inoeda falsa.
A pouca confianra que inspira/a polica por una par-
te, os terrores inais que justificado de alternados que
nao serd novos nesta lena, |xideiii proiirter as hngoas
das victimas das transacedet de inoeda lalsa, mas ollas
derramarn os sou queixumet no scio de toda esta po-
pularao. Iiameios de convencer os que Bfgao poi inedo
deque elles foriio bem e devidamente roubados, anme-
os, Sr. Jos Mariani, arranque-1 bes a verdade, examne-
os livrot.
Nao ticniaconicsla niinba ideia; Vmccomo diere Oc
polica,nao pode sem dezar seu eximir-se de por em piv-
ilca lima providencia que a mru ver, c segundo o pen-
sar de todos descubrir os culpados. Euconio eniprc-
gatlo de polica tencionava hincar linio dessa medida, e
taires por isso esteja hoje colloeado na posu.ao cm que
me .o lu. ._.
Tcnlio notado que esle Sr. Mariani he semprc inft-
liz. as suas indagarles, nunca descobre os culpados, e
iiicominodaos iuuocentes.
Ser iuhabilidade, ou falalidade.' Soja o que loi a-
cnnsellio esse senlior que tleixe de ser elide de poli-
ca para quesejo punidos os criminosos, e a provincia
nao continu aislar agitada todas as vezes que elle se
apprcscnla em campo com as suas mystenosas C agou-
rciras provideucist.
Nao sou en o apoutado pela popularuo cuino Intro-
ductor de cdulas faltas, contra miiu nao existe una u-
uiea prova, una nica voz, i exceptu da do Sr. Jos
Mariani, tiuc parece querer de proposito involvrr pes-
soas honradas, e Innocentes n'cstc negocio, cinmara-
i.lnn.lo o lio, que por ceno guiarla as autoridades oni
tal pesquisa. K latir porin nao hade approveiiar; a
eonsciencla publica, posto que atornicntada porempe-
nlios e podidos de lodo genero, bem como pelos terrores
da Vinganca, nao pode ser trau triada a cerca dos ver-
il uli i i ns culpados. ....
Maraiihensos, lenlio-vos mostrado a talsidade de urna
to infame aeeusacro provado plenamente que o che-
le de polica lie de ha inulto lempo ineu iuimigo capital,
que as razos nicas que elle interessado cm vingar-
se e fazer tliverso, appieseutou contra llllin erao de ne-
nliiim peso, e considerafo.i abiro una .- nina dcbalxo
da alavanca da verdade como as ped as solas de um c-
ililieo vclbo, c decrepito.
Sou informado, que todos vtis me Atestes justua nim-
io antes da leiliira dista miaba justilicaro, c conU-sso-
vos, que ineu coracio grulo foi pequeo espaco p
ixWe scrseno a assenibla geral. A id deve ser en-
r,ndidare't.ictame..te: ..ella sJ se uos daunaattri-
buico nao podemos tomar duas.
OSr. A'alwco : Temos organisado.
O Orador:- Essa be a queslao...... estamos Ha-
lando disso ru desojara, que V.Et. |MwW
iruposesse commisso esta. questno I"' ""'' a' ''
If.-se esta assembla he ou nao competente paia Uai i
beo siiinente nina p.i.......- --
tendo, Sr. presidente, que um regnlamento deve su
mu lodo completo um corpo de regias campos ote
partes igualmente vitaos das quaes una nao pod. I.al-
conter a torrente d pratrr, que um to grande tcsie-
luuiilio publico de IIIOUI principios de honra devia pro-
duz.ir.
A face de Dos, e de todos, cu vos juro, que nao
depositas tes mal votsa conflanca, que lenbo sido teiii-
pro digno ile vossa estima nao so pela minha conducto
aiitcrior, como porperteucer tuna numerosa l.uuilia,
que nunca temanclioii com crinics to infames; por ser
llnalinciile lilliu de um vellio Ilustre polas suas virtu-
des boni cunheeidas, c quem o ineu uimigo nao du
v idou mu inslaiile despedarar o eoraro, ufuiumaiido o
lilbo com labro to negro. Pcrtloai-me so foi longa nii-
nba justificar jo. +,
Muatiho, ludejauciio de 184.ri.
ririnln Bandeira Duarle
PERNAlVIBCO.
I.llll-S lUlllllllllllIk .< .....----------- ,t,,ii_i.
lar sem grande detrimento da aceto, que deve resulta
do todo completo, e bcni orgunisado. Se so que. ti
po de polica bem rcgiilansado Indispciisavd
se Ihe inarquein as suus obriga\oes e sera esta
,te urna parte oss. ucial do regulaiiiento. Se so
- que o corpo tedia nidos de poder dosalogada-
esempenhar os scus devores soja elle conve-
iini i ni i
he que i
certamen
pretende i
mente desompen
iiionieinente aiteiidido pelo lati econmico.
( Oceupa a cadeira da presidencia o Sr. I." secretarlo}.
O rador : E ser esta nina segunda parte do ro-
gulamriito. Se se desoja eiiilim que ns develes pros-
criptos nao seju desprosados, loica heuuir-lhealguma
sanerao penal, c eis a ultima parle do roguianionto.
Todas estas partes, Sr. presidente. achao-so ma.s ou
menos desenvolvidas no regulainento da presidencia ,
que a nohre commissiio de couslilun..io e poderes mu-
lilou adoptando nicamente a parlo penal ; cercioquo
nosla circiiinstancia a commisso se aprsenla em con-
iradieco ; porque ao inesnio lempo que concede as
Alni disso. era bem natural aue ea.eaianao|nie;i transacro niinha na qual iiouvesse illndido al-
acceuU's.
rlnte dias bordo com um homrilt, que vinna ,iara ier-
ra eslianlia, que se iratava com decencia, coronel cbob-
de logiao, Ihe ollerecesse hospitalidade. Diversas pes-
sons do pas o prociirro, brin como o Di. Ceiquoira
Tinto, son prente, D. Francltco Baltbazar daStlvelra,
o Di. Jos Jansen do Paco, o oulras c ale o M loso Ma-
jlan. que, naoccasiao do embarquedcsc coronel llvgi-
guem com cdulas falsas
En o cito para obligar a todos o negociantes delta
prai a a que approsentoin seus litros de commercio por
oiid'cvcnhao senlior, ou a polica a couhecrr os ver-
d.iileiros introductores do cdulas falsas, vista das tran-
taei nos.i- paganu utos que seleubo foito hadousuiczes
osla parte.
assi:mui.ea PROVINCIAL.
O discurso do Sr. .Kigueiredo, que abolso publica-
mos, foi proiiuuoiado na sosso de 29 de marco ulli-
nio iiniiiediataincnte depois de haver fallado o Sr. ia-
U Sr. Fiyueiredn:Sr. presidente, eu tenho mui boas
dlsposieoos de volar pelo rcgulaiueiilo de polica, qiu
sr ti-ui prcsculado casa, assim nao tivesso alguma du-
vida a respeito da competencia d'esta assembla para le-
gislar sobreest materia : a nobre comniisso de cons-
tuicao e poderes, que nos tico o seu parecer a corea to
mesmo regiilanienlo, e que o approvou somonte ciu
parle, e dlspensou essa approvacao em outra, cetilondt
nue a assembla provincial he competente para dar re-
unlaincntos ao corpo policial, fundando-sc clll dous avi-
sos iniporiacs. mu do ;i do outul.ro de 42, e oulro de /
de abril de 43, e no artigo II $2 do actoaddielonal: eu
nao Uve oceusio, Sr. presidente, de examinar o espiri-
to e lettras deileavisos; porque, procurando-os em nn-
nliasoolleccdet, nao os euroutrei; mas, dando lodoo cr-
dito as informal oes dos nobres dopiilados, autores do
parecer, eque entendem que a assembla lie competen-
la, tenho de notar que estes avisos citados nao podein
ler outra fbnle, que nao teja o artigo II {,2* do acto atl-
dlclonal, nopilein sor senuo explicalivos diste para-
grapho; pois que tal artigo lie o asseuto da materia; mus
elle nao conclue outra cousa senao Que lie coneedulo
as asscuiblas provinciacs o direito de hxar, sobre pro-
potta do presidente,ia loica policial.
Sr. presidente, Hxar a lona policial nao importa mal
do que determinar o numero de pracat, determinar o
pcttoal do corpo. Ora, determinar e nxar o nuuiero de
piaras nao he estatuir, ou determinar seus devores o
obrigaedet, parrce-ine que estas dual operacoet sao mui
dillerciiles; e se he boin tllleiente a laculdadc de hxar
a luir, da laculdadc de dar mu icgulainento, isto lie,
do croar direitose obrigares, do eslabelecer penas pe-
la iul'raccao tiestos diroitos, podemos concluir que, eon-
cedondooaeto addicioual mui explcitamente s assrin-
blas provinciacs o diroito de lix.ir a Ibrca, negoii-lhcs a
faonldade de tlar rogiilainoiitos; poique saben, muito
bem os nohrrs doputadus, que em materia de attribui-
coos, tciliprc se entende a lei de una mancira restricti-
va ; o tanto he corto que a faculdade de lixar a torra, ou
o atunero de piaras nao he a inesuia de dar regula-
nieulos ao corpo, que, em mullos casos, as assenibleas
leeni direito de determinar opessoal dosempregados p-
blicos, inesnio daquelles que teeiii alguma iiatmeza de
geraes, etodaviaso podedar-lhe atlrlbulcoet, ncui pu-
de inarcai-lhc direitos eobrigafOet, e mui tu menos es-
tabeleccr-lhe penas; lie o que acontece com os juizes
iniiuicipaes, com os promotores, com os parochos, etc.
ete ;a cerca dcstes empregados teem as asseniblcas pro-
vinciacs autoridade de Ibes lixaro nuineio, mas nao lenn
direito de Ibes impr obrigaces, nein deterniiuar penas.
Sr. presidente, cm quanlo a iiiim, pareco-ine milito
evidente, que o lixar a loica policial, e o determinar, c
eslabelecer rrgulamentos, nao sao ideias correctivas,
nein lo ligadas, que se nao pona suppr una sem a ou-
tra, c vico-versa, nina nao he collroario da outra .. isto
(achnente so confiece, altendendo-sc as razos intrinst;-
cas dr urna e outra....
O Sr. Loba:E pagar ?
O Orador: f-i Irel : a assembla tem o direito de
fixar a forca poique tem de lixar a quota com que ella
tem de ser paga: pe teneondo-lhc a faculdade de pagar de-
ve tainbeiii pertenec -Ihe a de Arar: aqu reconliece-
mos nina relaco inlinia; fixa-se o numero de pracat ;
porque smente lal quota he que se deve applicar-lhc :
anda por nutra r.ijo tcem as atsembleai provlneiaes a
faculdade de fiar : vrm a ser porque sao as assenibleai
provinciacs, oslas glandes municipalidades, asquees-
lao milito ao faci das eircuiustancias particulares da
provincia, e por consequencia sabem bem qual a forej
uocessaria pora manter a srgurauca publica : mas o di-
reito de regulaiiientar de eslabelecer direitos o obli-
garnos, de Ibes addiclonar urna pena pude vir aliunde ,
p assemblas provinciacs a faculdade de legislar sobre i.
corpo de polica no que diz respeito a peualidade ne-
ga-llie esta faculdnde na parle quanlo a niim inais in-
lerestante, na parte altribuitiva. Mas entende a coni-
niisso que nesta parte cabe ao presidente da provin-
cia regulameular. Nao posto me conformar com esto
npinio da nolire commisso ; e lie iiecessai io Senho-
res que se nao de tanta espanso ao diroito que tem a
presidencia de dar rrgulamentos. Ao mon ver o direito
que toni o poder execulivo e seus delegados de dar
rcgulaiiieiitos nao tem o grande alcance, que Ihe sup-
one a iioorecoiuinisso. O iireilo de rogulaiiieiilur tem
una osphcra mui circunscripta e inicuamente subordi-
nada ao poder legislativo. Depois que o poder legisla-
tivo estatu depois que lisa os deveres c obrigaones .
he que o poder execulivo trata doproersso on do mo-
do de oxeeulir o que o poder legislativo leni estatuido ;
de modo que o poder administrativo comer d'onde a-
caba o poder legislativo; este consistindo na scienua h-
xa o precedo; o poder administrativo, consistindo na
arle de bem executar segu o eaniinho marcado pelo
poder legislativo. Deixar ao presidente da provincia
determinar os deveres do corpo de polica, he quanlo
a mira iinpordoavel anomala. K o nobre deputauo
que me preeedeo acabou de corroborar o ineu ponsa-
mento. Elle allinnoii que O policia nao devia ser en-
tregue ao presidente da provincia; que olla estiva lora
de sua misso que nao prestava serviros adequados....
E como Sr. presidente nao quer o nobre diputado .
que leuha a assembla a faculdade de Ihe determinar a
misso niareandn-lhe os seus deveres < orno quer
une esta iiuportanlissiiiia parte do sen regnlamento seja
coininetlida presidencia? Como quer censurar a poli-
cia antes de Ihe dar a regia de conducta .' Se a poluta
lie entre mis urna machina inteiramente Obediente que
censura pode razoaveliucnle merecer ? trelo que ne-
uliuma. lie justamente, Sr. presidente, porque cu
cnlcndo que o corpo de polica deve ler nina lal OU qual
SCCO propria e que u;io soja siiiuoiile una machina to
fazer logo que julgo de ultima Importancia inarcar-
Ihc nina escala de deveros anlogos ao seu Hu, que he
reprimic, obstar, e deuuuciai os dolaos. Por tanto
ionio a requerer a V. Ex que aulepeuha a queslao de
competencia de discusso do regulamcnlo ; porque, se
a assembla se jiilgar ennipetente cu volaroi pelo pa-
mn dn cofinnho do lo8isluyo que chaina a dis-
cusso a parte ao regiilameiilo di-sprezada pola ram-
missfio de coiislitnirao e poderes.
SKSSxO DO I.1 UE AIBII. DE 1845.
Preiiilencia do Sr. Pedro Cavaleanli.
Ka nido da o Sr. I. Secretario faz a chamada e ve-
rifica oslaran presentes lil senhores deputudos.
O Sr. presidente declara abena a sosso.
O Sr. I." secretario d.i eonta do segllilltC
RXFIDIRHTB.
Um ollieio do secrelario do governo aecusando
a reniessa do orraiiienlo para a deslribiiicao da qnolu
de IM eoulos, votada para obras publicas : a comuiissiii
do orraineiuo. ,.
lu requeiinenlo do Jeronima francisca do I aula t.a-
valcanti de Alliu(|iicrt|iic regente lo rei-ollilmento de
N.S. da Gloria, que representa o ter chegado ao seu
coiihecimcnlo que no inesnio rceolliiincnlo so pretende
eslabelecer UlU collegio tloorphas, o por isso recorre a
assembla para que soja garantido em Inda a sua plciii-
tude o seu direito de proprrdade : a cniuniissaoccelc-
siastica. .
Outrodo presideiile, e volcadores da cominissao uiit-
nicipal da villa do mojo, pedilldo a rciilcgrarao ta par-
te que prtico a fregtirza do llrejo com a creariio da de
S. liuetuuo : a eoiuuusso de stulislica,
I.-se O seguinte lequeiiinento.
tiKequeiro que se pera ao governo as emitas da admi-
nistrarn dos orphfios. Toante.
Approvado.
t'iiiid'iiiiai-f-'iu.
C O R R EIO.
rORRKSPONOKNCIA DA CIDADE i: PROVINCIA.
lina inipoi tllente eoebaqiioea me nao deixa desde
hontem socegar, e por isso, pero a Vines. desculpa. II
aos mrus luiralgof nina grosa tlepragas, a ver se luelbo-
ro inais deprctia, que esloil inquieto por dar cara a
i-crios valdcviuos.
fendimenlo total da .ilfandtga de l'ernambuco no mu
de Marco prximo passado.
Rendimentololal IS0:59#6'*4
llestltulcoet I.70#62
14U:53i02
Direitos duCO poro'.i
Idoni u SO
Iduin 40
dem > 30 )i
dem 2a
dem n IO
dem )> ti
dem 5
dem 4
Idetn X) 2
dem l
Arnitienagem du f. i por o/o
Premio doi'assignados
Muliti
Etpediente de I 2 por o a dos gcneroi do pait
liiuuluiiieiilos de cerlido
I r
8:850 S75
2:397/71
lt):l3l^6SJ
14:636*859
47S90
7*200
ll'795
15^080
l#20ll
6/ill
200/.48
2:o24tl 164/250
18^1011
9/OHO
I4t:6g*|022
AlftndentprimeirodaAbiil.de 18(5.-0 Bser-
io da Allaodegt Jacome Gerardo Marta I.umachi de
Mello.
Em quanlo Mr. Polk,actual presidente da Unio Ame. i-
cana, agredeerndo aos scus coiuitlados os sullragios du


f^v
,,
>
(
sna cleiro,declara o programla do scu govrrno, di/en-
dn que seguir os principios, ra poltica daqucllc par-
liilo que o eleg o, c que todos os dentis cumuladnos si -
i.i.i igualmente rrspeltado* nos seus dircltos, pronto-
veiulu a fcllcidadc geral de iodos, o presidente da polica,
do l.imociio, vencida a sua importante tarefa de eoni-
uilssnrlo de rleicoMj desenvolvi por va dos seus a-
gClltc* polica** a mais aeintosa peiscguicao contra os
il'aquclle lado, que nao paclua com asualacc.no; a in.-
prenia assiiu o denuncia,!; os fados elaiuo mais alto, do
j 11 a miiiha di liil voz.
Convido a lodo o l.inioeiro, para (pie me aponte mu
acto rom o flin do brin publico, que tenha sido pratica-
vida, c pioprirdadc por amor do bein (eral seno o
arbitrio, a vmgaiien, e Irracc3o turbulenta. Itcspon-
dan-ine as pessoas imparciaes, e apontcm os Tactos; cu
red agniei com os insultos, e ultiagcs |> cadapasso a-
l'ronlando as pessoas grada* pelos agentes de pulida, i
scu liando, (0111 os repetidos assassiualos, e ferimentos,
rom os inmensos runos de caviillos.gracando as ladros
pela comarce, impunemente. Eli mostrare! o pobre po-
to gcincndo por loda a parte opp> iinido, ou assustado
sem conlianca alguina, antes chcio de terror dos lia-
chas da polica lecheada de leus criminosos, que assiiu
i leonino n Ici, c a justo ti !! lixainiuai os archivos cri-
ininaes da polica, encontrareis a vinganca sendo ob-
jecto de proeessos nionstruosus, ea cadeia chela de mi-
seros sem culpa formada jazcudo na oppressao por in-
menso lempo. I'cnelrai nos arcanos mysteriosos da
chrouica das celebridades dessa polica, e o que encon-
trareis:'Ol dor! A miseria, c a na estrella do l.inioeiro
vos iieclarcm Declrelo os manes de Francisco Xavier
/meca, de Jos (turbosa. Camello, e de sctl lio Ignacio
/barbosa, de Joo Rodrigues Honorato, de Miguel Joa-
quiui, do sargento l.arneiro, do Jos haplista (Jrdouho,
ilt Joaquim le Antonio Tcixcira, (te. Dcclaiein, a usurparn l'eila
-asa de Tabocas, a divida do l'orcitiueula, as Ierras dos
b rilciros dos sobredilos /nubosas, os desalios, amiacas,
' tentativa* atroiei contra a vida do proprio irmo.... o
i o i ni cauuibal dos dou* calillados, disparaudu o baca-
marle um n'uulio, errando-sc felizmente o tiro etc.
ele. etc.
Tcmlc ainda a pachol ra de sollicilar pela divisa poli-
tica d'csso partido; reiiioulai ao COIIICCO da presiden-
cia do bario da (toa-vista; deacoribial pelas pbazc*
d'essa adiuiuistracao e su ueonlrarcis a iigraiido a
maisairnt, a incoherencia a mais vergoiibosa Acharis
essa genio sendo inslriiinculo ceg das eclcbidadcs
turbulenta* da praia sem ni iiliuin i convieco publica
piopria SCIlu a luandoiiiauia mal entendida. Ilaja
vista as hajlllaciics, que ella, e seus inandoj lizcnioa
.iqnclle goieruo, que a lirn do esqueciincnlo para os e-
iiiiut'ntes poslos da gualda nacional, (o que Ihc pagrao
COIII a guerra a mais encannaa depois do scgiimlo pe-
riodo da sita adinimslrtieiio] (piando una das nulabiii-
dades jesuticamente implorando, e cuiiseguindo a
uomcaiao de inajores para un Pililo, c mu gi uro, olle-
icccndu seus *ervi(0(( os lisera logo guerrear cun essa
presidencia, com o ni.iioi alliuco litis eleicOC* da legis-
latura passada al o prsenle. I'crgiiutai as ras da vil-
la do l.inioeiroo rrcniziiu phcslival, com que b.tclianal-
iliente se npplaudio a ipicda nio Carlos (hoje tu idolatrado por motivos que asss
desltislrtio o sen oigullio i ) com vivas eullinsiaslas ao
liaran, e couihiuai islo com o actual prucedimeutu ex-
tremoso d'csse partido, C IIIC esclarecer!, se lie um
partido puiilico.uu ante* una l'aeco turbulenta, c reac-
lora, para nao dlier perversa, l'accinora, e disposla a
impdr o terror, como na actualidade, aos pacillco* ha hi-
lantes do l.inioeiro !
Oque deve esperar aquello lioin povo.sugeiins osseus
destinos prepotencia de una tal i aliild i sem conlian-
a, e sem o prestigio dobom coucoiio publico .' I Ir mu
partido sem couvicenes *scin carcter piililicn, sem po-
jililaridade, c despido de todo o sculiuienln pllilanllo-
pico de ni iliiii, e de caridade clnisl.iti Ou deve deses-
perado ir despovoaudo a comarca cuino vai acuulcccndo,
iiiaxiiuca classedesvalida; ou deve appcllarpara a 1)011-
lade dogoveruo d1'quciu este partido se di/, susicnta-
dor, 110 uicsiuo passo que o dcsac edia, u varen.....sen
crdito loriicecndo armas aos seus InitlilgOS; se acaso
mu boiu gnvcnio ueci'sslia de una lacean opprcssora
para Ihe servir de iiislruuiruto, e se fui pura rlcices ,
ellas passurtio ; trate agora o goveruo de velar sobre os
abusos ai biliarios contra os (lucilos espesinhados dos
seus subditos do l.imoi ro.cumpriiulo, como he obliga-
do, o progiamma du presidente dos Estados-f nidos ciu
representar os dircilos de todos os cidados brasilc-
1115.
l-iii quauto assiiu,por amor da ratiio, c liumanilade
para com o Infeliz povo do I,inocuo,(cacamos Pitas Ios-
cas phra/.es, Citara lalvcz sendo dcscouiposlo o juiz de
drcilodo ciinic da luesnia coniarc.i, e elogiados os ver-
dugos do povo pelo Dinrio-tuivii como no de 7 do passado
IIIC4 de fcvcrciro. .Nao me lavo cargo de leccr elogios a
ninguno, os hoiucns sao chelos de deleitas e aquelle
(pieos tiver menores, c melliores fntciifcs, merece o
coiiceilo no IIICO uiouode pensar. Cnsul tai o juizo ini-
parcinl dos (pie conbecem aquelle cidado; iiil'ormaj-vos
sobre o sen proccdiiucnlo, c ciicnnlrarcis dcfcilos sem
diivida, por is.-o que lie lioinein; mas o amor do beni
publico por lucio da justica, e huilianidade, de un 00-
rai.'io generoso para com seus desafectos, UIII0 alma gra-
ta, e Ix infa/cja, um calaeler liriuc, corajoso, resigua*
(lo, e coustaule liciilcnro por ventura dclcitos, de que
se sirvan seus desafectos para o desacreditaren!.' Casai a
popularidade dcipiegosa lia sua coman a,imnosados da
sua justica, onde o desvalido innocente est encontrando
prolccco, e garanta; onde as familias, rocilo o pao
da miseria, vtiu chorando conseguir o abrigo; quercrcis,
que VO* explique ile que modo .' Ali l'uupai-inc essa
vergunlia, se acreditar podis, que triste da comarca do
l.inioeiro no frreo jugo aclual,sc nao livisse un juil de
direitu com lo patriticos si'iiliuicntos. l.ou\orcs ao
ministro que Ihc fez justica. Assiiu o provar pora es-
clarecer aos Iludidos
O iniwijii ilii lui/ioifiira.
Con csponiJeucis.
Sr*. Iluliieliirei. Se o Sr. Xico Alai lilis, para sejns
lilicar da aecusacao que Ihe fez o Corriin do sen lliariu
de 'II du passado, se liouvcssc limitado acOllipor inclhor
ou prior a sua fbula, sem In indar-nic rom um tjliilu,
que a ningucni mais do que elle cabe, CUIII uutros
milito* de Igual e at de mais subido quilate, cu guar-
dara silencio, edcixaria quem tirn ilireiio o te-
Inivel campean, o cuidado e trela de cuuibale-lo cuino
Inin lite approuvesse; mas, puisqtic o Sr. Xieo Marlns
litio o julgou assim conveiieiile: cu litio eslou dispusto
a ilcixar passar inclume* uciii ti suti lalsidtidc iieui u sna
injuria, porque lia iul'clizinciile milita gente que avaha
a honra eaverdad, partlllia inieparavel dos poslos f;
(iisiiiicci s, ou antes galoese loucAfuhas, cojo uso elid
iniilltio. I'orci todava de parte o que dala doSr Xi-
co Maiiin* me nao diz positivamente respeito; aspro*Jt*>
sienes ein itlico deque O illnslre coronel das coioiucu-
d.is a recbeou llio UM pOdeui locar por casa.
O Sr. Xico Alai lilis diz, que me pcrguotoii por nina
sociedade que elle Iti sabe, cque CU Ihc respond, que
eom cll'cito ella exista, e contava com elle. Para qucal-
glicm iI.-iimii llr-,i|in- a mis ambos nos conbcccni.pudcsse
acreditar islo era nceessario que se me altribuissi' um
carcter chasqueador; p*r|ue uaverdadr su por chasco
poda cu dar essa rrsposla ao Sr. Xico Marlins, que co-
iilieceudo o genio brando e por extremo benvolo do
liten honrado amigo o Sr. Desembargado!- >i|ucra, ntio
hesitou ch.iin.il-o para tcslcniuiiha de un laclo, un cuja
anal)se elle litio poda lignrtu sem dezar do Sr. XiOB
Aiartiiis. como o caso se passuu entre tres pessoas so-
inentT] c urna s indHerente, cujo trsteuiuuho uou
quero invocar, para nao imitar o Sr. Xico Marlns, ap
pi llarci para o publico, eelle que decida, depois de sa-
ber que esse homeiii que tao arrogante se musir ,
qu* linge esiuagar-ine COIII osen desprezo ( cqiicn lera
i ni emita a estima do Sr. -Xico .Marlns.') que lauta in-
dependencia inculca nao disse oque o Crrelo ailir-
jiioii com toda a verdade Stneiltc ciu casa do Sr. chele
de polica pois o un repetido como he publico aos
I.mus. presidente c coiuuiaudautc das aunas, c ou-
Iras mili las pessoas. ^^T
ijii.into a genio intrigante, declaro, que me nao a-
cho com o indispcnsavcl desenfado para analysar a vida
do Sr. Xico Marlins e fazer assni o pnrallclo della com
a nimba e mostrar qual de nos foi prendado pela uatu-
rea com essa qiialidade ; direi cun ludo que, (piando
il|C o prava*** exuberantemente o mesiiio laclo (in
qiieslao.pois (|iie sopor genio i ni ligan le poda o Sr. Xico
darlinsdar-S( aolrabalhudtM spalliaruma noticia falsa tao
desabonadora de pessoa dequem nunca receben mal
alguin ; ah ainda estii muito viva a lembraiifa dos Per-
iiainbneanos que tomaran parte na poltica eni 1823,
e 182, e os lacios dessas duas pocas semiente sao sulli-
rciiics pai a caracterizar o genio do Sr. Xico Alartins.
Anda duas palanas em resposia ao oulro insulto do
Sr. Xico Marlns. Ha liouieus, Sr. Coronel, que, sendo
niiiilo e muito dcsprcziveis taes artes lazciu, galgaudo
posiccs, a que por dirctos etiminlios nunca ebegaritio,
que o publico deixa de os drsprezar, porque lia ou-
trn sentimento niais violento que o anima; contiuuo
slui a ser ilespri'/iveis. mas as Mas acones os toruno
merecedores de averstio, de odio, de execrado, e cin
preseni ti dcstes desappaieec aquelle outro seutiiueiito
Se Yoltar, Sr. Xico Marlins, achar-nic-ha anda
proiupto; ,i materia he incsgolavcl, se calar-se, por me
despiezar, declaro que nao Ihe posso retribuir na mcsina
inneda, mas sim rin nutra de superior valor
Com a publicaran licitas lionas, Srs. redactores, mui-
to obligaran ao sen etc. ele. .Viro Hircs.
Senlmret Iteilurloie*. Qiiandn taino publicado ncsla
cuuceiliiada tulla mu termo de adiada e entrega da
Africana Victoria Alanuela ; quaudo sabio no Braea*-
rnilur una censura l'eila a iiiin posto que iuluudada,
falsa e iilha siimenle da vil calumnia, e desejo de mal-
dizer de iiiiiu ; qnando liualiiiciitc vi nina correspon-
dencia iinpri ssa no n. (>4 u'esic Viarin assiguada poi
los da Silva Olivcira cnlendi que ludo islo tenda a
provoear-me e l'azcr-inc sabir do silencio cm que Ic-
nlio estado, para dar palha a qticui d'ella iiecessila
nunca cscrevl para u publico, c m ni o pretenda lser
por ser o lempo poneo para tratar dos ineus eunstanli
afazeres ; o loen liui pois nao he outro seno dar una
plena satisfarn ao publico a qucn milito respeito e
uiiiicti responder a estes cscriptns, que cm nada me
dcpriinem.
lisse Olivcira signatario da referida corresponden-
cia he iiteu iiiiiuigo desde longo lempo, e o motivo
dista iniiii/.adc proviu de ler-inc procurado ,i infeliz
Africana, de qiicm i cima se falla e pcdii-me que II-
xesac sentir as autoridades competentes que era ella
livre a todos os icspciios jti por le* vindo para o brasil
o anuo de 18,'lli (piando pela le de 7 de novriubro de
1831 era iuleirameiite vedada a entrada d'AI'rieanos, e
considerada esta ( havendo ) erimiiiosu ; j por liaver
ella dado Mil Luanda tres esclavos a Souza Copes para
gozar absoliilamente de sua liberdade e existir ainda
tiesta cidade para prova disto uiua eserava das.quc forilo
por ella dadas: e cu in< nao pude por lruiti alguiua
sublrahir a um tal pulido por coiisideral-a pessoa mi-
sera vel, e digna de atlenro de tndoo lioineiu justo ; e
neni islo deve maitiv ilbar ao luesino Olivcira que UM
conhccc mais que iiinguein e que sabe quauto eos-
tumo proteger aos uecessitados segundo inhibas tor-
cas por j le" elle participado do incii amparo u es.
dou* seus irintios, Joao C Antonio, piincpalnicnie
aquelle que em mllii encontrn um rerdudelro pai, que
Ihc presin ludo qiiaulo carecco etc. ; esta vcrdtidc he
Itio saliente que o signatario da correspondencia a
qurin me redro, litio pude contestar a nao querer ne-
gar nni laclo de todos sabido: ora se cu podiaeoui
ineus Uticos recursos apoiar a todos os Srs. como In
palete como me i censara a nina desgranada que vi
uha de procurai-inc mxime para mu lm Itio louva-
vilejuslo? Islo posto SC coiibcce que ludo quauto
dcniiii se tem dilo parte desse ingrato Olivcira hoje
tidu por nieii ininiigo, e por cons guiiile siispeilo em
seus ditos.
Klltn i-emeiii a ineiiclonada Africana ao Dr. curador
geral, para que elle, no caso de entender juslu sua prc-
leni-tio se cncairrgassr de promov -iIhc us lucios di
delc/a o que juslaniciile sneceden de sorte que litio
mais lignrei cm prol de seus direi tos sentio (leste mo-
do ; desde enlo (|iie versa no foro drsla cidade essa
qucsltio na qual sd figura o uiesuio l)r. curtidor geral
lio termo que trill liclmeule dcsem|icnhado seus de-
veles aprcscnlaiido seus ai i azotlos COIII aquella loica
cencrga, que calicm a una causa de luda justica ;
boma pois Ihc seja fcita ; c a esse digno curador in-
cansavcl cm pioniover o Lein de suas curadas, sao dc-
vidos Inin merecidamente immensos encomio*.
A' vista pois do quo venlio de expr se cnuhcee cla-
raincntc a origeni dissa inini/.ade e a causa de se en-
cbeigarciu CIU mim tantos dcfcilos. l'.ssa pela esteva
realmente cm miiiha casa poriu com tanta publlci-
daile, que Hir todos era vista e recebi-a pelos moti-
vos, que indio declarado; e se he Islo crine tenho
salsfactio cm COIIiparecef ante o rcspcilavel jiirj para
patentear que leudo essa llllseravel entrado ueste por-
to cm 183G nao deve geincr no duro captiveho ti que
eslava pelo correspondente su ge i la c maltratada, r
alornieiilada al com ferros o enlo queto coiihccer,
qucn seja o criminoso se cuque justamente moslrci
os meios de defrsa a essa desgracada crraiura ou o
corresponden le que quer rcduzir a cseravdtio lima
pessoa lvre r que este scu proeedimento lie criiiiiuosu
pelo que se aelia disposto nnarl. 1"'J do cdigo penal :
se he outro u mru criinc O espero eom resignacu .
ceno de (pie lera elle o resultado de um outro celebre
proeesso contra mim intentado pelo signatario dacor-
spondencia na qual vein um trecho, ijuc lie urna
perfeita patai'oaila por se querer leu autor inculcar
como pessoa inulto nolavel quaudu diz que s escreve
para os que o ntio eonheceili pois que os que tem dcllc
noticia e conlieciniento nao necessiltio de ver sua de-
feza : se o correspondente be coubecido de niuitas pes-
soas e estas nada acud Itio do que contra elle se diz ,
realmente nao carece de iinonnnoda as folhas publicas,
para apreseular-sc com a referida correspondencia ; e
quinin.ios demals, quede si ntio tecm i onliei nicnto
alguui menor carencia ha para sejiisliiicar pelo prlo
para com estes atiento o neiilium cunlicciliicuto que
se dti = presuinpco c ago.i bcnlu cada um loma a
que Ihe parece Sr. correspondente existo necia ci-
dade a l'.l anuos c rill todo este lempo tenho vivido no
comuicrcin a principio como caixeiro e ao depois com
iiieu preprio estabclecimcnlo se licm que dimiiulo ;
procure pois se me ipiizer dcsconceiltiar os Tactos ,
que liei couimcttido e os faca patentes ti todos ; ao
^contrario nada ccrtainente conaeguir poli com facto*
lie que se prova a boa ou m conducta de cada um e
o publico ntio quer s ouvir drclainarrs quer lacios ,
quer provas claras e coucludenles pelas qiiaes espera
o uiMiuo esclarecido publico e cu laiiibein.
Hogo-lhcs, Srs. redactores o obsequio de inscrireni
estas IIlillas cm sua conceituada folha, pelo que licar
suuiiiiaiueiilc agradecido o seu allcicoado e couslaulc
lelor.
l.uit Jos Mlurquet.
das capilao James Malcolm rquipagcm H carga
assiu ai- c algodo ; a James Lrabtree Se C
Ichaboc; SI das, barca ingleta Ttntilor de .116 tone-
ladas capio W.'" Granara eqnipagcui 15 carga
lastro ; ao capittio.
Hio de Janeiro; 4 (lias brguc brasileiro Menlnt de
173 toneladas capito Joaqulin Fiancisco da Silva ,
equipagcui ID carga carne secca ; a Anioriin Irinaos.
.Vario sahiilo no tiirsnio rfi'i
6 Aluga-se mu sobrado de dous andares e loja, eom
quintal e cacimba, e tem estribara para trez cavallos,
sito ua na da Scnzalla \elha por detrs da ra da
Cruz n. .16; aluga-se lodo o predio uu cada una das
suas partes : quem o pretender dirija-sc a r-ua do Quei-
nitido u. M, terceiro andar. "^
3 Alugo-seduas catas terreas ns. 3 c 5 nos qualro
ranlos da sYoa-visU; aloja do sobrado no niesnio lu-
gar u. 1 ; n.1." andar do sobrado no aterro da /Yoa-visla ;
dous andares na ra do Kagiiudcs n. 25 :
Liverpool; Iiriguc inglez Malcolm, capltio W.1" (iraliam, [o sobrado d
de Macelo. | tallar com Manuel Caelaiiu .-oares Carueiro Aluuleiro.
2 Amonio Joaquim tionealvcs Ciuinartics relii.i-
eom a mesilla carga que
Edilal.
COMMEntlO.
Alfande^ja.
Rendimculo do dial." ....
Vr'rarregiiu feo/* i.
SumacaS. Ama mercadorias.
liriguiTentativafumo,
brguc A/i;afai inlia.
i tarcaSuperioraselte.
rigiiefVoiiim mercadorias.
i:425#852
UloV'llR'lllU lio l'oilo.
Macelo
Kavioi mirados no dia I."
2 dias briguc ingle/. Malcolm de 265 lonela-
1O lili, ar. inspector inclino da thesouiaria das
rendas prnvincsars, ein cumplimento da ordeiu do Kxui.
Sr. presidente da provincia de 26 de fevereiro prximo
passado, manda fazer publico, que no (lia 4 docorrcnlc,
ao lucio dia, se arrrinalar peante a incauta thesouia-
ria, quem por liienos lizer, os Habadlos u obras da 2.a
parle do III." lauro da estrada da Victoria, oreados na
quaiitia de 2U:860/!I28 rs., sob as clausulas especiaes pu-
blicadas no n. 65 destt Diario, e em oulros.
'l'liesouraiia, etc._______________ fl"
l5eclara(;oes.
3 0 arsenal de guerra precisa comprar sapatos pa-
ra soldados, e mantas de algodo: qucn taes gneros
tlvcr, coinparera na rrpnrlifao do dito arsenal, as horas
do scu expediente, eom as amostras e os seus ltimos
pri'i-os. (J
3V-O particular do batalho provisoio de linlia da
provincia do (cara, Alanoel I.niz dos Saulos, que se
acha ncsla provincia com licenca, aprcsciilc-sc ueste
quaitel general quauto antes, a objeclo do srrvico. (i
'feudo o obtiixo UMUitnado concluido O lonvoiinii
lo da dcima do baiirMo Hectfo avisa aos Snrs. pro-
iii ictarios que tltereni reclamaces a Imer para se
diriflirem repatllco competente a flm de seren ai
tendidos. Kcclla prlmeiro do Abril de 1845. O Se-
gundo Escrtpturario trancitco dr Paula e Silca.
THKATRO I'IIII.O-DRAMATICO.
.COMP.vMIII.V ITvI.l.vNv.
' Sabbado, 5 de abril.
I'.spectaciilo extraordinario em beneficio particular
da cantora Margarid* Lento*.
A beneficiada pela ultima vei se recoinmenda ao Il-
lnslre publico desta capital, c eom esprcialidade a seus
patricios, ollirtaiulo-llies scu ultimo beneficio,o qual
constara da variedade segiiinie:
Viimiiru parir.
1" Depois de una cscolbida svmphoiiia subir ti see-
na a segunda rcpresentacfio do grandioso e bein arolhi-
do terceto de la llurhczn i prieijlii da opera,
I.l ( lti;/IA liOltCI.V
Msica do celebre Dmiizctti.
Lucretla ltorgia A beneficiada. Duque de Fer-
rara l.uigi Ciii/omii, pnrobsequio.Cciiaro, capiltio de
guardas venesianasCarlos Ricco.
-V. U. As pessoas que nao assistirtio a represcnlactio
desta sublime peca, por cxislirein fura da cidade nuoc-
e.isi.io da pi'mciiti rcpresenlaetio, su rogadas a exami-
nar os numero* do vltrla it l'ernambueu em que vein
transcripto o prograuuua desta peca tau chela de acci-
dentes c inleresse.
2o O Sr. Cluseppc GalleHI (pruclro balxo bufo da
companlii.'ij, por obsequio ti beneficiada, cxccularti, em
carcter de capiio trances inhabilitado de nina perita
na guerra, c pnanlo substituida com uutra de pao, a
cngitieadissiina aria fin imiitc cicuta, ricura, da opera
Adi Itiidc e Coiniige, msica de l'aeiui.
3" S( guir-se-ha pela ]iriineira vez a sccniti do bcllis-
simu duelo cor* toimavaun jiorno, da opera II Pirata, m-
sica de Bell ni.
Entre as sltuacdes mais inleressanles desta scena ci-
taremos, como mais digna de altcuctio, o momento cm
que Gualtiero, chelo de ciuinc e r.iiva, sabendo o casa-
mento di lniogeiics com Ernesto, quer desca rcgai sua
furia ininiolaiiiln o innocente lilhinhn de linogeius, que
por acaso vein procurar sua mtii, durante a conferencia
daqnelle* desgravados amantes; a ral curre a salvar scu
lillio, e lodos (luus de joilhos implortio o pcrdtio a (iutil-
ticro; avista deste icruissiiuo quadio quecoinuioveocora
cao de Gualtieio jt prximo a crtivar n pnnbal no pello
da criauca, e raiando ti luz da razao no srsi perturbado
espirito, o torna a lniogeiics, protestando iiiteiutir-sc
us mares para esquecer us perigus da llia alllictiva si-
luactiopello de lniogeiics.
Gualtiero, proscripto na occasi.io chele dos Pirata*
Cario* Ricco. IlllOgene, sua amiga amante, depois
casada com Kriusto por ter-se propalado havrr sido
multo GualtieroA beneficiada.
Scijunda parir.
I" l'.scnlhida ouvcrliira pela oribcslra.
2" Scgiiir-sc-ha a segunda represenlacao da engraca-
da opera cm mu acto(i(. bre Coccia.
PrecoS de entrada.
Cadclras de galera da I" ordem para honiens 2#ll(H)
ris; dittis da V c 9 para familia 2;U(ill:bilhclc.s de pla-
tea l/i'IKO.
Os bilbele* vcndcni-se na ruti larga do Rosarlo n" 30,
prlmeiro andar; na ra do Quciinadon" II, loja de Cas-
lio &C."; o no da no incauto.
Nos misinos lugares vcndcni-se os folhetos da ope-
a_j| tslalayrm da posta, Irtidiuida CU1 purlugucz, a 21 O
cis cada mu.
O espectculo couiecar achrgadadeS. ate,
TIIKATItO PUBLICO.
Domingo 6 de abril, ti beneficio de Constantino dos
Santus vib.n.ii. e Francisco Ludgcro Rodrigue* Cancela,
se representa arxcellente peca O Jwtcor--., rematando
o espcciaculo com a eugracada larca = O Enrrdattor.
Principiara s S horas e niela ciu ponto. (
Avisos martimos.
|.Para o Rio Grande do Sul segu um In a \ ni.ol- o
igue brasileo Cumprtidor para ptissagcirns e esera-
vos a fete trala-sc com (ioines & Irmao, na na de
Apollo ii. 2. (4
3 para a labia segu com tuda a brevidade a su-
maca .Santo Antonio d l'adua; quinina inesma quizer
carregar, dirija-se ra da Cruz n. t, ti tratar em
Nascinicnln Schaell'cr & C,a (]
Leiloes.
A ltusscll Mcllors S C. lamo leiltio, por ntervenctio
do corretor Olivcira, de grande variedade de fazendas
iuglczas, as mais propiias desle mercado, hoje, 2 de
ibiil, i* 10hoias da inanha, no seu ariuazciii, ruti da
Cadeia. (5
3 Hoje, 2 de abril, pelas III horas da niaiiha, se fani
leiltio, e arrematar inipictenvi luiente du navio A'oia
.liiKiiu, e seus pertenec, no estado em que se acbtin,
pagar em letras a largos prazos : os pretenden tes po-
dem diiigir-sc ao r'oiic do Aialtos, piensa do Sr. Lobo.
1 O corretor Olivcira Tari leilo de 16 oscravos de
ambos os sexos petlencentes a urna pessoa prxima
a retirar-se para lora da provincia ; sexta feira 4 do
corrcnle, as II hor.s da inanha na sua casa, ru
da Cadeia. &
Avisos diversos.
l=Manoel Francisco da Silva Carrlco retira-se para
Portugal a tratar de sua saiide. (2
3 A pessoa que, ha lempos, annunciou ter para ven-
der um remedio para extinguir porsevejos, dirija-se ao
1. andar do sobrado n. 12 da ra larga do Razano, ou
anniiiicie a sua morada para ser procurada, (4
se para fura do imperio. '2
2 O Sr. Jos Jciulho Quede* baja de ir pagar o que
deve na ra da Madre de Dos n. 24 ante* de se retirar
desta provincia, do contrario ser embargada a sua via-
gem. (<
2- Constando ao proprietario (laneras couiprcbendi-
das na sesmaria, que tem na comarca do Bonito, princi-
piando pelo pocnle da barra da Xala ti da l'rala, se-
glicui pelo rio Cna at I t'.axo. iiti grande e pelo nas-
ccnle iiini os marcos de sua divistio que e**as Ierras,
outr'or.i oceupadas com lavoui as o sao actualmente por
gados de toda casia pe lenecnles a estranhos, i|iic all
os conserrao sem autorisac&o do dito proprietario; >
ntiu convindo a COntllinacao de seinelhaiile abuso cujas
i unsequencias pdem ser l'altics a seus tutores e de
laclo o stio tis rendas publicas, que sollieni considcravel-
mente com o desv lo do cniprcgo dessas tenas roga-
se aos Sis. liscaes da comarca do bonito liajtio de dar
por ellas repelidos varejos, e inultareiu su dimos de lo-
do c qualquer gado que l encontrarcm, vUtti nfioper-
icncer una sii cabera delle ao referido proprietario e
ser dignade scu esclarecido zelo essa diligencia.
2 Oabaixo assiguado fus certo, que desta data ciu
ilianie Hcfio revogadns os poderes das procuraioes bs-
tame* que at o presente lein assiguado, por isso que
tem constituido muros procuradores para seus negocios
jlldiei.ns ; e lodo e qualquer aclo platicado Mil virtude
daqiirltes procuradores, dexle ja os declara sem vigor ;
sendo seus procuradores ns Sis. tulvogailns Di..lose Ber-
nardo (ialvtio Alcanforado, Dr. Casimiro de Sena Madu-
re ira ; e sollicitadons os Sis. Manuel 1'eicirti Magaihties,
C Miguel Jos de Munida l'eruainbnio. Recile, Wde
intiiio de ISI.i. Jmr Uodriautt da t'asso. (II
- Alanoel l.ui/ da Vciga, aiilorisado pelo seuborio du
ciu apelado do Moulciio, a .qucn lem arrendado as fa-
zi nda. do Hrrjo, siib-tirreuda a quem quizer a porctio
de terreno quepuder cultivar; bella agua do rio prrin.i
nenie, bous tires, bull terreno p.na Inda ti qualidade ib
priidueeao agrcola, pcrlo do praca, cora excellente ca-
minho, c por prcro coilllnodo; a ipieiu lizer conla pode
fallar com o actual rendelro, rnt sua cosa du sitiando
Aracti, em S. Amaro.
2 Aluga-se nina negra cozinheira, e inuilo gil pa-
ra Halar de meninos, cora condicSo de nSo taser o ser-
rico de ra ; na rna do Costa, no Forte do Alados. n,12.
2 Nao lemlo-se reunido numero suflielente de ir-
intius no dia SO de mareo, por isso de novo a meta regi-
dora da Iriuaudndr do Apostlo S, Pedro derla cidade
convida ti lodos ns irmiios rra geral. para se reunirem
lio consistorio da mesilla n intuid.ule no dia ."> de abril.
pelas0 horas, em ponto, da mauba. ,6
2-- l'rccisa-sc de mu moca Portugus de idade de 16a
20 anuos, (pie emenda e (rahalhc de nadarla c tmiie
cenia de nina licgiic.ia tiqui inesmn na praca : lias T.in-
coponias II. 30. (4
1 Xo diti 26 do correiile, cuta gando-se no arnia-
/cni doSr. /lacclar urna sacra eom o peso de 4 arrobas
II libras de airo/, ti um pelo e como este a ntio entre-
gasse aoiidc se Ihe ilele iiiiiiout roga-sc ti pessoa que
lalvcz por engao a rcccbessc, de avisar ua ra dti
Crill ii. 26, venda deStiArtuijo & Ir lilao: (piando por
malicia o ntio faeno, se proceder contra qucn a rece-
ben on comprou ao iiirsmo escravo, pois o incunoea
eitivo lie lirm conhecido.' (
MI lio IMPORTANTE I'AI A O POVO DE PERNAHMJCO.
?He espantnto uniiii ro dos nonos semelhante* .
(pie cada anuo sin cunibe ti molestias que, se Vssciu
tratadas siiuplesmciile, siiitin aluda vivos! entre nos
estas molestia* stio geralinentc a thysiea cotnatro* .
Indigesto, dispepsia, apoplexi lebrrs de toda a
especie, assim como Intermitientes, bilis, escarlatina,
guita molestia de ligado picures! iiillain-iiiacrs .
paralisia, hidropesa, bixlgas, sarainpo, lombrigas,
dvseuleria erisipelas, inchassos de pe* e peinas,
bciiiurrlinidas, fura as molestias do si nimias.
Multas desta* molestias sao radicalmente curadas e
todas tilliv ituitis com aquella ('(delire nie-dcciuu pnpular
du Dr, Suell e as minias vi ge taes du Di. Hrtiiidrclh.
Recoininendanios a lodosos doentrs, polsonaore-
quer resguardo alguin, .Xa Inglaterra e nos Estados
Unidos eslas pillas tecm sido o nico remedio de mili-
tas familias por longo lempo, lirondo seuipre 0 deseja-
do lim, rcslabcleccndu a sade.
Na corle e as provincias tecm una extraceao enorme,
r stio i ci i i lulas por inuilOS dos incdieOl IIIOIS habis du
Brasil.
Acaba de chrgar nina nova poreao dcstas invalutivcis
pnula*, e adverte-sc ao publico, que a* nicas verda-
deiras pillas vrgelaes stio i nibrulhadas no scu rrcei-
luaiio, techado eom o sello, Mil lacre preto dos ni-
cos agentes para o brasil no Rio de Janeiro, c vnde-
se smentcein cosa dos nicos agente*, em Pcrnanibuco,
J. Keller atC, na ruadaCruz u. 18, e para uiaior com-
raodidade dos compradores, na ra da Cadeia luja dti
viuvti (le Ca/doso Ayres, na ra Nova, Guerra Silva &C*t
erro (la Boa-vista Sales ItChavCS, [aojircco del//rs.
cada ctiixinlitulc timbas as qualidade*. (3,1
Va (runde fuln tea de licores do Atierro du Boa-
vista n. 26.
II Acba-se sempre grsnde sorlimeolo dradas as
qualidades de licores ,c*de o mais fino al o ordina-
rio de I CU is. a garrafa asseverase que os licores itni-
to peIcitiiiin ule aquelles que vtera de Franca ; lam-
iiiin existe grande sortimento de genebra tanto em
botijas como em caadas ago'ardenTe dVreino e de
Franca dita de ani: espirito de 36 graos, cliaropes
du (odas as qualidades para telrescos, dilo feito da ver-
dadeira resina de angico, excellente para ludas as pes-
soas que parten m do peito ; na inesma fabrica se en-
canija du qualquer encommenda de charopes licores
e agi'tndenles, tanto para a provincia, como para ci-
poiiain; as auioslras seacho sempre francas aos com-
pradores c os precos sao por menos do que cm outra
qualquer fabrica. (15
3 Aluga-se um sobrado de dous andar* sotao o
arma'em, na ra da Moeda.com muilo boa vista para
o mar; quem o pretender, dirija-se ao Vicira com
casa de cambio na ra da Cadeia n. 2 Lotera
de N. S. do Livramento.
O lliesoureiio lisonjeia se poder ns-
severer do respeitavcl publico que as
rudas desta lotera correr impreleri-
vcltiiente no da 10 de abril, em con-
sec|iiciicH da venda que se tem elVettua-
do de um grande numero de hilhetes
nao s a uiua sociedade como tanibetn
a particulares ; espera o mesmo thesoti-
reiro que as pessoas que deseplo os pre-
mios grandes t-oncorro quanto antes
a t'Muprar o restante dos bilhetes, por isso
que os nmeros cm que bao desahir taes
premios ainda cxislem por vender-se
nos lugares j annunciados.
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10 0 abaixo assignado. mcslre do lerreiro e sorra
Iheiro, lem estabelecido riih oflicina na ra do Brum
n. SI; as peaxoas, quo do w>u presltmo soquieiem uti-
lisar, dliijo-soa mesma ra queso promelte apromp-
tar com inulta brovidade toda o qualquer obra com
perfeiclo e por preco rasoate!. Eduardo )}lsli. t
3,\ pessoa que te odiar falto da um iav..i;<> u
qual loi adiado na DOllla du illa 27 do p. p. dUendn
os signaos, dirija-se a ra no Cano u. I, que, pa-
liando os desposas, quo se esta lazendo Iheser en-
tro cu (>.
3 Francisco Antonio de Olivcira faz scicnto q
Sr. Manoel Joaquim da Silva dcuou de ser seu cal
xciio desdo o (lia 25 do p. p ; declara mais que os
recibos do alugucis das suas rasas ficao sendo s va-
lidos, passadospor .Miguel Augusto da Olive ira. 5
' Mr. Vigoes, ra do Quciuiado n. 12 respn-
detelo ao annunciodo Sr. Fredcri-o Fremor.d, lem a
dltcr, que ello annunclanlo morou junio com o dito
Sr. no Attenu da Boa-vista n 5, desde o dia l'j de
Dmcmbro p. p. aleo dia 9 de Marco do oorrente au-
no em que deixou a dita casa; o por todo este lempo,
elle ful quem cuncertou t; aflinou todos os piannos ,
que I lie luiSo encummeridado*, rumo opiidem ceilllirar
toda os fregue/es que all forio em uuanlo elle
\ ianes la assistia tendo ella 6 todos os objectoa a
avMnenlos para o dito ofticio que Irouxo do propo-
sito d? Patiz para 03 cuncetlos aperfeicoado* e allina-
es dos piannos. 10
I Alugo se o primeiro e leguodo andares do so-
brado da ra Dlralta n. 2ii, junio, ou separados toem
eommodos para grande lamilla ; a tratar ni ra das
Trincbeiras n. 4 i. Ifguodo andar, das t as !) horas da
manlia e das duasas i da tarde. |5
1 Sr. Joaquim (oncalves llastos ou quem suas
veres Ozcr, declare per esta Otaria o lugar do sua
morada para se Ihe aonuociar negocio importante, e
quo Ihe diz respailo. 4
I l'ma pessoa estabeleclda com bom negocio ped
300/n, emprestados, pagando201"rs. por nos, o faz
a vanlogcm l quem Ihe conviur pagar-lhe o juro
que combinar por inleiro, at extincla a dita divida. (4
I Acabado sabir a luz o acha-se a venda por
t>' rs. cada etemplai na ra do Apollo n. 6 a callee
Blode escalas de ditersas larguras para reduiir varai.
sinetelas a varas quadtadas pelo umeo meio do urna
mi cperacSu qual a da multiplicaco ; esta brnchura he
desumma ulilidadc tanto para as prtsoas, que Iraba-
llio na Alfandoga como para as docommcrcio. ti
I Aluga-se um ptimo escravo padeiio ; na iua
estrella do Hosarlo n. 81, primeiro andar. 2
t Aiuga-se metadedo primeiroandar do sobrado
n. na Iravcssa d > (Jucirnado outi'ora bicro do
l'elxe-frito quo Taz esquina na ra larga do Kotario,
separado por estar repartido ; assimeomo um ojuarto
que tom no inesmo andar separado, ludo proprio para I
lioii.iin soltciro ; a tratar no inesmo sobtado ou na
ra larga do Rosarlo venda n. 30. C
I l'recisa-se do um homeiii, quo tenha boa let-
tra c tenha os conhecimento.s precisos na esciiptura-
(loeommercial por partidas dobradas, para un s
otiptorio; na ra do Vigarlo n. 23, segundo andar. It
1 O Bacbarel Vicente Perelra do llego advoga no
tivel e Crite perante osTributiaes de primeira o segn
la instancia n'csla cidade ra das Irinchcirasn. 19,
segundo andar. .'i
I Qutm annunciou querer comprar um bilharcom
todos os seus peitences dirija-se ao botequim ao pi-
do theatro velho. S
o-- No dia Iti do p. p cntregando-se no armascm
doSr. Recelar, urna lacea enm o peso de 4 arrobas o 31
libias de arroz, a I pelo, e como esto a nao entregarse
aunde so Ihe determmou; toga-se a pl'Sloa que talvcz
por engano a recebesse de avisar na ra da Cruz ti.
2 licla o nao laca so proceder contra quem a recelieo
ou comprou ao mesmo escravo pois o dito escravo he
In ni conhecido. 9
' Aluga-se, ou vende-se um dos melhotes pianos,
o por proco commodo ; na la do (Jucnuado o. 32. 2
i Precisa-Si; de um pequeo preleiindo-so antes
i!.:' Ilhas do l' a ll anuos e que saiba osciover e
contar, para estar em una venda em companbla de
nutro mas qu ainda nao tenha pratiea do negocio; a
' tratar na ra do Colovello o. St. 7
I Jos Ignacio dos Santos deixou de bojecmdian-
t'e de ser caiieiro de J. I). Wallhopp \ Companhia. 2
I Precise-se de ttinta ionios de lis a premio de
um por cont ao mes dando-so por hypotheca boas
proprledsdeS de casas as ptincipaes las dosta praca
quero quizer dar annuncie para ser procurado.
1 Aluga-se por IO/rs. tDcnsaesu primeiro anda
de um sobiado na ra estrella do Rosario : a tratar na
ra do Nogueira n.
i Aluga-se una prela para iodo o setvico interno
iic urna casa com coiidiio de nao sahit a ra pnt
[ icio com mudo ; na ra das Crutei n 81
4
Vl*~
para donlro e fra do imperio, por preco commodo; na
ra Velha n. i 19. i4
2 Precisa-se do urna mulhor para ama de urna ca-a
eipaz quo saiba enssboar, engoinmare cosinhar; na
ra larga do (losarlo venda n '.]'>. (3
2 Jnliao Beranger laz seiente ao respeitavel publi-
co quo n3o te tosponsabilisa por cousa algums, que
i in seu nomo pnssao ir tomar seus escravos ou outra
qualqurr pessoa da sua cBsa c s sitn podero entre-
gar o que pedireni, levando penhor que cubra ou elle
annnriciante indo mesmo em pessoa o o que o contra-
rio llzer, nao poder fazer reclamacGei; porque nSo
sero allendidas. (8
2 ltoga-se ao Snr. Manoel Jos Fernandes Cupido
so existe nesta cidade do dirigir-sc a ra ti. 3,!, para negocio de seu interesse, ou seu corres-
pondente. (I
2 Precisa se alugar um prelo ou prela captiva,
que saiba cosihhar, na ra Nova n. 6. (2
2 A pessoa quo trouie urna cartido do baptismo
parasellar, de Manuel Andrade Avellino, que(ra pro-
curar no Sello. (3
2
halilidades e de boa conducta ao comprador se dir
o motivo da venda ; na ra estrella do Rosario n. 34 ,
primeiro andar. i
lVende-se um terreno em Fra-de-porlas junto
a ptoptiedade do Sr. Antonio Alvcs Barbosa, na ra
do btum ; a fallar cotn James Crabtree & Companhia
1Vende-se saccas com arroz de casca de alquoire,
pc-r preco commodo; na roa da Sonzalla-volha n. 144.
I Vende-se a venda da ra Nova do Brum bem
freguesada e por preco commodo por ter poucos
fundos; a tratar na mesma. ;|
i Vende-se larinha de mandioca de muito boa
qualldade a 5/ rs. com sacco e a 4800 rs. vindo o
portador com seu sacco; na ra Nova armascm
o 6". 4
1 Vende-se urna casa de um andar com grande
quintal murado e cacimba na rus das Trincbeiras;
e urna casa terrea na ra do Padre Floriaono ; a tra-
tar na ra da Cadeia do Rocife o. 25. 4
1Vende-se urna boa casa que lem frquartos e duas
salas com graode quintal multo bem plantado de hor-
taliza alguns arvoredos. e boa agoa de beber ; ludo
Caelanoda Silva Asevedoavisf ao publico que lem chaos proprios no principio da estrada dos Alllic-
*?
3
- Pieciia-IC de uin pardinho de 10 amos pono
nn.is, ou tiienos pata mandados do papis dndo-
se e com t e vestir ; na ra do Itangvl n. 34.
A pessoa. que annunciou queier um sitio porto
du prafa para plantar de meias dirija-se a ra de
Agoas verdes D. 16, para tratar.
Anemia-se. ou vende se, ou pcmula-se pot ca-
sas nosla praca um bom sitio em S Amato cum
grande casa para grande familia bastantes arvoredos
de fruto boa agua do beber e pasto para alguns vac-
ras de leilo ; a tratar com seu dono na ra do Cabugli,
luja de telojoeirodo Claudio Jos dos Santos,
Jos Jacinto liucdcs pedo ao Sr. que mora na
ra da Madre de lieos n. gt, que declare por esta loiha
quanto he a quantia de que llio liedevedur, sem o que
nao Ihe pagata.
Aluga-se asegundo andar do sobrado da ruado
Itongel defronte da botica; a ttatat na ra do Cabu-
g loja de mludesas do Joaquiui Jos da Costa 1 a-
joge.
Quem annunciou querer comprar um bilharcom
seus pertcncos, dirlja-se a Carnboa do Catino sobra-
do de um andar n. 2i.
Prccisa-se de um. caiieiro de boa conducta; na
ra Dircila padaria n. 82.
-f Oderece-se urna paida de muito bons costumes ,
ptima para casa de um homem soltciro cosinha com
asseio c perleiiio ; quem do seu ptestimo se quizer
utilisar, dirija-se a ra das Cruzes n. Ti.
j AGENCIA DE PASSAPORTES
Na ra do Rangel n. :ii, tiro-so passaporles para
denlto e lora do impeli despaehao-so esetavos e
correro-sc follias, tudocom uiutu brevidade, e pre-
co commodo. (5
2 llentique llotiinger, l'russianno, vai ao Rio de
Janeiro. >2
L. Precisa-se de um bom oflicial de alfaiate para
Mabslbar por dia ; na ra Nova n. 6t>. |2
3Aluga-se urna casa terrea na Solidado n. 17;
os pretendemos dirijflo-se ao pateo do Carmo n 17
3 Precisa-sede urna ama de lelte; na ruado Ca-
buga loja junio do Bandeira Jnior. (2
.1 liei obetn-so cticoinnicndas e faiem-sc com pres-
leu Mores deluda a qualidade de panno e de pencas,
Domingos Jos Vianna deisnu de ser seu caiieiro de
esciipla desdo '27 de Mateo do corrento anno.
- O Capitao Sardo, Gaetano Francisco Gimelle vai
para o Itio do Janeiro. (2
2 Precisa-se do um bom cosioheiro ; na ra larga
duliosario, botequim n. 7. (2
2 Roga-se ao Sr. que por engano tirou urna car-
ta viuda do Itio de Janeiro no vapor 5, SalcaJor, pa-
ra Zelerloo Francisco da Silva, queira a entregar na ra
do Vigario n. 33. 4
> MF-THODODK T1NGIR OS CABELLOS FAS SUIDAS,
l.av;io-sr os cabellos com agoa inorna, e depota ealVC"
gSo-sc bem com clora de ovo batida a lim de os drsen-
gordurar, depois torna-so a Inval-oscotu agoa uiorna e,
estando enebutos, molba-se uiua eseovlnba ou pincel na
agoa do video, mesilla liia, e d-SC nos cabellos al que
liqucui bem moldados, tendo o cuidado de nao dolxar
pingar un roupa, c para evitar o mi piular o rosto un-
le-sc o dito com nina pequea por(o de banlia. Estn.
do liein enrhulos eslVegu-sc o 1'OSlO COIII nina toalha e
sai-sc para arua. Esta agoa d-se nina vez por dia, c
mu puncas vezes precisa de Ircz a ipialro (lias. Adver-
li-se que a lavagi'iu ila agoa e clara de ovo hasta s lio
primeiro dia. Este methodo he.oirais limpies, o o sen
resultado he o inelbor que tein apparreido. noflindc
qiialro mrics sera lioiu dar nova appticaeao.
\ elide-so na na do Uoeini.iilo loja ni. 31 e 33 a i.jrs.
0 inellindo de applicar aeoinpanha os vidros. (IK
'1Oeseja-se saber onde existe a senhuta Kelioiana Ala-
li.i da Tiindade que se easou em abril de 1831 eoiu Joa-
qniiii .losi'-Cnrreia, sulidilo poitiigiie/,, o qual se reli-
inn d'.iqui para o Itio de Janeiro eiu deseiiibro do mes-
uio anuo, e quando nSo exista Ja estaseuhora, se cou
algum lilho ilcste matrimonio, muito eVaeja-ae saber
nlguma noticia d'esic em beneficio da mesma senhora
liinilaile ou sen lilho se o livor: na i na de Apollo 11. 1S,
ni casa de Manuel Ignacio de CKiveia. (9
2 IlUga-SC nuil boa easa na lila //oll.-i, COIII duas sa-
las, tres aleovas, COlillba lina, quintal C cacimba a fal-
lar no Icrcciro andar da casa u. I.'i na ra do t.'ollrgio. (3
1 i:OLLECIO DA AURORA.
I). Iza bol de Vustria Possaillin c sua jnima 1). Aurelia
l'iiibi lina de Carvalbo tcem cstabelecido nina casa'dc
edlieai ,io de meninas, sob a deiiouiinaeao (le Collegio da
turora, de cu jos estatutos o extracto he o sogulnto :
Vdinitteiu aluiunas internas, lueias-pensiouistas o ex-
ternas.
As aluillltas Internas sao as que habitu dentro do Col-
legio, sugeilas a luda a sua disciplina.
As meias pensionistas sao asque vem de maiihiia jiara
o collegio, asslstrin a todos os aelos do dia, e van no lim
da lardo para suas casas.
As externas sanas que siuenle iVcquenlao as aulas do
COlli'gio, e, lindas ellas, se rell;io.
II ensillo do Collegio i'irldc-se ein tres series :
I." Si un Rudmenlot.
Doutrlna ehrisl iu, eivilitludc, Icr, eserever, contar, co-
ser e lacr lucia.
2.* Si in Kttuiot.
Lcr, eserever, noeors de ai illinietica, ditas de geogra-
phia. ditas de historia sagrada epiufana universal, geaiu-
ni.itiea nacional,coser, marcar e bordar.
3.a Si.iiii. .liiri'/efriiiimciilo i/as estialn*.
l.ei. grainmntica nacional applicoda a analysc, excr
tirios de escripia e corrcccoes ortographicas, exercieios
de arithmotliii a. grographia, historia sagrada eprofaua
universal, historiado brasil, bordados t tapete, b ran-
eo, a matiz, i lioipio, mlssaiiga, piala, a ouro e aca-
llo, I.lili.ir e flizor vestidos e eliapos (le senhora.
\s leiiilniiiiies sao as seguimos, pagas por mexcill lii-
un -.lies adi.iutados :
Cada alcurnia interna 2M00
'Jada ineia pensionista i.V'hhi
I .el.i externa .rillt)tl
Alni das referidas materias de ensillo, havcro mais
no collegio as seguidles :
l.iugoa fraiiec/a, lingoa inglo/a, elementos de liliea-
iina. msica vocal e iustruiucntaL dcsonbo edansa.
Cada una destas aulas ser retribuida em separado, c
pdgar-se-ha por
f.ingoa trncela ."i/ntiti
Lingoa iglcia ,vihhi
Principios geraes de bellas ledras .VjtlKK)
Msica vocal e piano (^iKH)
Desenlio e pintura ufWO
Dansa 'i.vtiiiil
0 euxoval com que as almonas internas dovem entrar
he o segulnle .'
1 na (ama do vento : una cadeira; Ulna caixa de eostu-
ra, prvida de lodo o ni cessario ; o material indispousa-
mI paraos estudoi, como una escrlvaninba, linos, pa-
pel, polillas o caivete ; mu bah ; una abnol'ada de cos-
tura ; mu espelbo, com penles c escova de denles; nina
liso.na para aparar as uiilias ; luna ligella de lavar, con
o sen competente jarro una baca para o quartp ; 12
camisas ; (> vestidos; 0salas ; 2 aventaos de tai'ei prejr
lo ; f] lem;ns ; 12 pares de meias ; .'i pares de sapalos ; (i
I. ii. i is ou ioiiii iras para o pescoeo llneos lisos; 2co-
bei las de chita : 2 frouhas grandes c 2 pequeas, com os
competente!iraveiseiros I toalbas de rosto; 2 toalhas
uiais grossas, para aliuipac os ps.
O esiabelecinienlo tcni um andar separado para as
nicias-peiuioiiistaaje externas; para dcsl'arte licareui
sem corrospondancia immediaia coiu as interna'!.
a directora se dirigir aos pais ou correspondente* de
suas aluiunas, a liiu de lbe leinelteieui as fazeudas, II-
nbas e retroxes para as obras em que, segundo o seu
adianl.iiuenro, livercn de se eiii|vrcgar as ineniias.
Una da Aurora n. 20, aos 29 de marro de |S-|;>. A di-
rectora I). Iznlirl ilr Austria f Pestauha. (70
Compras.
Compra-se um pilio novo, ou que estoja em bom
uso ; na ra latga do Rosatio bottquim da Cova da
(inca, n. 31.
Compra-se um bonito cavallo que tenha bons
andsrez ; na ra do Crespo, loja n. II.
los ; a tratar na ra da Csdeia do Recite n. 25. S
I Vende-se um cavallo rugo bom carregador bai-
voemoio, e he muito novo; na rus do Qufeimado,
loja de letragens o. 30. 3
tVendem-sc os dous lomos do diccionario inglez ,
grsnde do Vieira em meio uso ; na ra do Muro da
Penha n. 36. g
Vende se urna cabra (bicho com dous cabritinhos ,
acoslumada 8 ciiar meninos, bastante manea e d
urna garrafa de leilo lodos os diss ; na rus de Hurtas,
casa terrea n. i
5Vende-se polsssi russiana muito nova e de mul-
to superior qualidade, em bsrris pequeos ; na tua do
Cadeia do Itecife armsscm de assucar o. 12. (3
5 \ ende-se urna ptima armaco propria para
qualquer estabelecimento, coa a vantegem de se poder
armar aondo convier; a fallar com o Sr. Resende, na
ra estreita do Rosario n 33. ,4
Charutos Ilegal a.
Na ra da Cadeia do Recife n. 46, ha sem pro um gran-
de e esplendido aortimento destes afamados charutos,
vndos no ultime vapor da Bahia. >4
Vendern-se dous pares do cattanholas com seus
rordoes, por proco muito commodo; na ra de Mor
las n. 62
iVendem-se na loja de macamos de Francisco Ma-
mede do Almeida ns ra do Vigaiio n I, calvas de
velas de sebo, propilas psra caldear com carnauba ,
por prcej commodo. (4
2 Vendem-se 10 escravos se do 3 moleques pe-
cas de 13 a 15 annos, lindos, com ollleios ; duas negri-
nhas de 12 a 14 nnos com habilidades, e de bonitas
liguras 4 pretas de 20 annos com halilidades ; um
prelo de 22 annos bonita figura ; na ra de Agoas-
verdes n. 22 segundo andsr. (6
2 -Vende-se, para lora da provincia, mallo, ou psra
nutra qualqurr parle urna escrava crloula de 18 a 20
annos de idade sudia, de bonita flgura, bom lavadeira
o boa de campo; no ra estrella do Rosario n. 2, segun-
do andar. (5
2 Vendem-se pecas de brelanhs muilo larga, com
10 varas a -i^rs. coites de chitas finas a I60 rs. ,
brins brancas de quadros a 320 rs. o covado slgodo
trancado escuro muito largo proprio para escravos
a 340 rs. o covado corles de cambraias brancas e de
ores com 6 varas e meia a 4/ rs. ; dilus de cambraie
lisa transparent a 3 rs., pecas de brelanha de iinho
Una a 3200 rs. e outras multas fascodaa por pr.-e.,
commodo ; na ra do Crespo n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias." (|
2 Vende-se urna morada de casa terrea em chaos
prprios nos Coelhes na ra dos Praieres feila
moderna acabada a 4 annos, com duas salas, 3 quar-
tos cosinha fura, quintal murado o cacimba, por pie-
(,'> commodo ; a tratar na mesma ra n. I o, das 6 as U
horas da manlia e das duas as 6 da larde. ;fj
2 Vende-se no Coelho, na ra dos Praieres terre-
nos na Torre na estrada que vem da Magdalena, pot
preco muito commodo ; arrenda-se ou vende-se um
sitio na mesma estrada junto ao loque com Olio pal-
mos de frente, e I1011 do fundo, casa para familia,
dita para pretos estribara para um cavallo; o sitio
pode sustentar 4 a 0 vaccas, diatias : no mesmo Coelho
aluga-se urna casa na mesma ra com bons comino-
dos duas salas 3 quaitos, cosinha fura, quintal mu-
rado o cacimba ; e un sobrado na travs,a da Concor-
dia com grandes eommodos e*igualmente a loja, por
junto, ou separado. (ro
2 Vende-se farinha do mandioca de muilo boa
qualidade ; no armasem delronle do caes do Collegio
junto ao botequim da Estrella ou a bordo da sumaca
Estrella do Cal/u, fundaada defronte do mesmo caes do
Collegio polo mdico preco de 5^000 rs. com sacco ,
e 48 '0 rs. sem sacco [
'i Vendcni-se dous moleques sendo um de idade
do 12 annos, ooutrode; um mulalmho do idade de
12 annos, ptimo para pagem ; 4 esetavos do nac-m ,
cotn bonitas lgulas o ptimos pata todo o setvico ;
urna negrinha de idade du 9 annos; outra dita de naeiio,
de 20 annos engoinma liso e cosinha bem o ordinario^
e lava bem na ra Dlreits n. 3 (7
2- Vende-se superior farinha de mandioca ; a bor-
do do hiate zYora Olinda fundeado delronlo do caes
do Collegio, '3
2 Vende-se um moleque ofBcial de pedreiro de
idade de 10 a 18 annos, vendo-se com a condico de
ser para fura da provincia; na ra laiga do llosario
o.n (4
2 Vende-se urna escrava de naci, do bonita figu-
ra com 18 annos, cosinha o diario de urna casa, leva
muilo bem otero principios de engommado ; 110 boc-
eo do Sarapatcl sobrado n. 12. (4
2 Vende-se um cavallo muito novo, bom carie-
cador ; na ra de Agoas-verdes n. 22, segundo an-
dar.
3 Vendem-se saccas com milho ditas de arroz,
ditas de farinha, ditas de atroz de casca ditas de fol-
jic mulatinho, ludo por preco commodo ; na tua da
Cadeia, armasem n 8. 4
3_ Vende-se nlroz de primeira sorlo, para qualquer
sorlimento procurado meias do linbn, pocas du coei-
ros dealgodao, chapeos de. sol, de seda ponchas dejara -
me, ateos do pan, barricas de enxad.s, pos do pinho
para mastreacSo, btese urna boa catrala.tudo por pro-
co commodo ; na ra do Vigario n. II. (Ct
3Vendem-se meias barricas para assucar do dille-
rentos firnas em grandes e pequeas porces por
preco commodo; na ra da Mocda armascm n. II. .1
3 Vendem-se 3 tomos de'Virgilio, um Saluslio,
um de fbulas de Pedro e um de cartas de Cicero, tu
do ainda novo ; na ra Velha n. 72, segundo andar. I.'t
3 Vcnde-so urna prela recolhida.engomma, costu-
reira de cortar e laier camisas de homem e vestido de
senbora ; duas ditas que engommo, ecosinhSo ; duas
ditas por 230>Ts quo cosinho e lavio roupa ; urna
negrinba de 10 annos ; dous escravos bons para o Ira -
balbo de campo ; um dito de meia idade, por 2501' rs.,
qot servo muito betn a orna casa, e he bom para botar
sentido e trabalhar em um sitio ; um pequeo sitio na
Vanea, com casa e arvoredos de fruto ; na ruado Cres-
po n. 10, primeiro andar. i9
:i Vende-se utos venda em muilo bom local, bem
sorlida e afreguesaiia 110 bairro da lina-vista, ou so
d sociedadea quem entrar com algum fundo, por mo-
tivo do dono ter de fazer urna viagem a Europa; na
ra Nova, venda o. 65. (
3 Vcndem-si! borzeguins de duraquo gaspeados para
homem a 4O rs., ditos de meia gaspea 4^ ts., sapa-
tos de couro de lustro a a 2/ ts. ditos pata senhora a
liiiiti rs. ; na lujada viuva Cunha Guimataes, na ra
do Crui-po n. 12. (8
3-= Vi ndc-se urna canoa novado amarillo, quo car-
rega 800 a 900 lijlos de a I venara grossa, bem enver-
nada, oncavilhadu e pregada a qual ainda se achano,
estaleiro, por preco cmodo ; na ra uos tjuaiteis n. 2l,
primeiro andar. 15
5 Vende-se um sitio na estrada de S Amaro para
llelem com muito boa casa para grande familia, com
bastantes arvoredos de fruto torras para plantac/ics
e pasto suflUiento para ter li vaccas de lente ; a tratar
na mesma estiada passando a ponte no primeiro si-
tio, ou na ra do Rangel loja do louca n. 17, ,6
FABKICA DE ESPlRiroS,
NA III 1 til. S. HITA N. 85.
Adiase sempre grande sortimenlu de espirilus aus pre-
fo. srguintes a dinlieiro a tilla,
Ago'ardente do Franca a caada.............. 960
Dita do teino............ ............. 800
Dita de Mil/............. ............. 64o
Espirito do vinho.......1 ............ |00
Uenebra................. ............ 7o
(ienebra................bolija............ 00
Licores..................garrafa............ ico
Ditos finos................ ............ ion
Vinho do caj............ ............ 4011
3Vende-se, por preco commodo, urna poico de ve-
las de sebo de llollanda; no Alieno da Koa-vista, venda
o. 8. ;i
Yeadem-sc duas excedentes mesas
redondas de Jacaranda, nina meia rom
moda, e urna tama Iranrcv.a
rio, por barato |>reco ; na rita
Francisco, loja de trastes 11.18.
de 1110-
de S.
Escravos Fgidos
i Crallcaio do 100^000 rs.
Fugio um escravo da provincia das Alagas, ha fi pa-
ra 7 annos, com os sgnaos seguioles ; do norio Jcaquim
lutado por n8o ter dedos nos ps por ter amassado
cal com os inosmos o a cal ter-lho aberlo feridas e co-
mido os dedos, lem marcas brancas nos ps das mes-
mas feridas, cor preta, cabello meio fulo, cara larga.
ollins tneios grandes, curpu do e.talura ordinaria pis
meias largas, do idade de 30 a 35 annos, de nacao Cas-
sange, falla bem claro por vir moleque pequeo, tom
signaos do surra o quando anda inanqueija alguma cou-
sa lem lomado esta disiancia, por su ler fcilo c .111 do-
ensade mal de gota, pedindo osmolas e fazendo se fimo,
e aula tea paitada to 10 este lempo ha noticias de'
andar do l'crnambuco para C-oiaima i'aiahiba al ao
llio Grande do Norte; quem o pegar, levo as Cmco-
pontas, padaria n. (3, que receber a gratilicacao a
cuia. (|7
k Em o dia segunda (airo do Espirito Sanio do anno
p. p lugio, ou furtato, conforme o actual costume a
pteta Cathatina de naco Angola, ladina, alia, bastan-
te secca do corpo suio pequeo, cor muilo preta,
bem feila de rosto, olhos grandes veruielhos, cum lo-
dos os cenes da Irenlo, ps grauues e mellidos para
vi)
II
Vendas.
I Vendem-se3 propriedades sendo um sitio na
estrada dos AfOiclos com casa de vfvenda o arvoredos
do fruto com' porlio e cacimba ; urna casa de sobra-
do sita na ra do Itangol n. 5, com 26 palmos de
frente e6t de fundo cosinha (ora, quintal murado,
e cacimba ; urna casa terrea na ra do Padre Floriaono
n. t'2 com 21 palmos de frente e 50 ditos de luodo
4Vendem-se duas moradas de casas de i endures
cada urna,sitas na ra Nova; urna dita do dous andares,
nos Quatro-canlos na Boa-vista, duas ditas lerrei|
juntas ao mesmo ; urna dita terrea na estrada do Man
guinbu; urna dita na ra do Padte Floriano ; urna
motada de casas de 3 andares na ra do Amorim ; a
tratar com Manoel Caetano Sosres Carneito llootelro,
4 Vende-se nma caa na ra Augusta ; tratar no
largo do Carmo, venda o i. iv
4 Vende-se farinha do Maranhao a 60 rs. a libra e do
8 libras para cima a 00 rs. ; no largo do Carmo, venda
n.
3
5Vende-se um sobrado de um andar e 2 solios,
em chaos proprios ha pouco acabado na ra do lo-
go o. 27 ; a tratar na ra estreita do Hosarlo 11. 10,
terceiro andar. ,
4 Na ra da Florentina n 1S, vendem-se ceios do
botijas vldrada, Jarros de lustro di boro barro e vasos
para flores, maiscm conta queein outra qualquer paite.
3 Vende-se bolacha de superior qualidade feita em
n. i*, con zi rannos ao 1 rente e su anos ue nimio 8 Vende-se bolacha de superior qualidade feita em
com cesihba e quintal ; a listar na ra da Cruz n. 43.|Genoia, por preco commodo; na ra da Cadeia, venda
I Vende-se 14mi "inda eacravado lu annos, coir|d. i, do Pitombo, 31
dentro muito conversadera e nsonba lera a0 a 2;i
anuos de idade ; tcm sido encontrada na Esliada nova
na l'assagcm da Magdalena para oem.ei.Uo a lotre ;
cuja escrava peitence a .Manuel Francisco da Silva, mo-
rador ha ra estreita. do Rosatio n. 10, terceiro andar,
que prometi gratificar a quem Ih'aptosoiilar. i!2
3 Fugio nu dia l de Fevereiro um puto de nomo
Joao, do naco encango, grosso do cotpo estatua
regular, Tallo de deules da fronte da paite superior, com
os loroojclosdus ps lovciios ps giosso, com urna
leuda en: nina u 1.ella ; R-vou calcas e camisa de abjo-
dio azul o un. ferro em urna pirna ; quem o prpar,
leve a rna Dlreita loja n. i. que si l lecompensauo.
Fugio no da (cgunda lena do Psltoa 2't de
Marco um moleque de come Miguel do idade de 10
a 18 annos de naco Coifgo andava vendendularan-
jssem urna gaveta e dcixou litar as Uranjas mi urna
venda na Solidado ; levuu caicas brancas o jaquela do
panno ; cor preta lem 1111 srgnal de una lerda na
peana, rosto curto e largo, a barba meta tachada;
quem o pegar, leve a ra Huella 11. Ui, ou n\ ra da
Guia n a segundo andar, que se pagar toda a des-
posa.
3 lOi/ODo rs. de gratificado. .
A quem pegar uin uiolequo do nome Antonio, re-
presenta ter (8 annos do idade, batxo, secco bastante
esperto, tcm una motea 110 peito o urna oieatril em ci-
nta da junta do um dos d dos da man direila ou es-
querda ; levuu camisa do madapolao e coicas densea-
do, est lugldo desde Janeiro p. p.: quem o pegar, levo
ao Forle-do Mallos no primeiro andar por eia da
venda do Sr. A icio que recbela a gratilicaco a cima.
3 Nu da 13 do crrenlo auseulou-se un moleque
do nmeJoaquiin, Cecange, que representa 14 annos do
idade, cOr pteta, reforcado do corpo, leiedes propor-
cionadas ; lovou camisa de algodo e calas do lisiado
dochadrez, lem sido encontrado as ras destas cida-
de; roga-so portanlu as pessoas enearregadas da polica
ds escravos, de o apprehvnderom cunuuzrem-o a
ra Direita n 4, porcuna da botica, que ah se recom-
pensar. ,(j
>
PEBN, J NATYP. pEM. F DEFABIA 1.'|5,
v"


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