Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05545


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Full Text
/i uno ce HMS.
O PIARI9 publica-sc i .do--, os diasque
l;'M foreill dcgiftirde: o preco da aghfgna'-
lillll lio di i-i'r-. ;n i;ii Ml"l/.:/n!i/i'i/:.'(.iiiW.
Os anntltieins dos assiglIn.li'S sin inseridos
.1 t > le 20 ris |ior nii i, 1(1 m. em ijpa
(lIHi lite. r .-ii ropoiiru, s p. i., .....i.,,;,..
Os que uo forcm nisIguantcK pago!
por lilil i, IGV 01 tipo l'll.vS! s |)\ ii \.
I.na nova a 8 as Ii. o 17 niin, da manilla.
Crcscratca I5a* II hnr. o 33 mili, lia lano'.
I.liaSllol : a :.' s liof. o.VI mhl, (la larde.
Mingoanlc a.''das > iiui. o I iiih. da lardo.
Torc fcira I.
PARTIDAS DOS corrf.ios.
Golanna c Paral*) l>a, Segundas o Sextas fia-
ras.
Rio (ronde do Xorte, choca a S c 22, o parta
a 10 o ,
fai>0, So aliaciu, ltio l-uimno, l'orlo ('al-
vo, cMaccv, no I.", II o-2l do cada me/.
(.irai.Imiis c i odlo a III o li.
I oa-Vista o Fimos a 18 c 2S.
\ iclorio Quintas Ii iras.
Uliuila todos os das.
de Abril.
Anuo XXI N. 71..
PHFAMAlt D1-. lid IF.
Primrira nos .10 niin. da laido.
Si finida aos f;! iiiiiiulos da iiianli
DAS DA RUANA.
_ .11 Segunda S. Balbfna. And. do J. de DU
9i\ffi relio da 2.a vara.
)' 'ff/ I Torea S, Macario. Rolaran, and. do ,1.
/ de iiiroiio di |.' vara.
2 Quarta S. Tlicodozia, and. di i. de DU
relio da .1. varo.
3 Quii i S. Ricardo, and. do J. de Dirclto
da :!. vara.
i Sonta S. Isidoro. au-1. do .1. di Direito ta
*r I vara.
j SahbadoS. Iria. Re., aml. do J. do l)-
l'cllo .la I. vara,
ii Domingo s M irccllno.
&lm^n*Pbfaw^~,XM^aKl^FXMJ**^^.
Cambios no da 'm de mah<;o.
Canil.ios sobre Londres 2.' '/,. a 25 :
.i Paria 3T2 rl* pnr franco.
,i i Lisboa ISOpor lOOdepreiii.
Premio do lonas de boas lii m i I por" .
Mocd.i de rubro ao par.
Orno IToedadeO/iO .. I7<200a I7#4u0
ii < doli/lini uov. 1'fOOa 171*<
. lio IINII UsfloOn l'-.Vio
PniN-VnLenos "..... la'OWla %HW
ii Pesos Couimuai os loMa MWHi
Dilos Mexicanos IsftKUn l.'lSi
tcroes da C* da Iiolnnii- .'> nuil
-~- -"-- -*-*-"-c-
*-.^T_j.tt .
i
i
)
A.O< XftSSOS ASIGNANTES.
A experiencia qu'olidiana, contra a qual do baldo
hatyucturconi cspiiHo^ do vanlaprm, noscoiiveii-
t'CO, de qtic o formato do Diario de Pernambjieo nilo
corresponde as neoessidades da Imprema ein nossa
provincia, ncn satisfacaos depojos, posto variados,
o exigencias dos subscriptores este jornal. Nossos
mesmos leitoreS teriltji rccotmccidn inuilas vezos,
que ns noticias que recebemos, assim romo miiilos
urtignsdomis alto interesse, iicr,> retardados por
lonpolempo, e vemassim algnia.s vezes a perder
.i siih inaior imporlnncia. Os annucios, cuja a,f-
liiioiioiacooronv juuilas vezes para esta demora, aug-
nii'iiif.o todos os dias, cnosendii possivcl eomelles
ir::i!si-ir ilo mnneira algtima, lonjozo he dar-lhes
lnuiir iodos os dias. Urna grande parle dos ledores
do Diario de 'finiai,ilivc&querer\a achar sempre nes-
la Iblha mu artigo do lUloiv.iura, dessr. lilteratura
(Mo a lodos leva as alionnos, [Ueralura cin vogn,
in ninda,eqursl iiulis]iensavel nos jornacs; Talla-'
mosdo olhetlm; e quereria olem disto que nao
lossc interrompida, u pelo monos, (no as nlerrup-
ciio-i nfio losscni longas era freuucnlcs, o islo
he o lino o actual rormalo de nossa rollia nflo com-
porta. "
Talve.z diga nlcuem que recurso ha, que sem alte-
rare frmalo dojornul, l'aiia qnu flie podessnad-
millirmuilo mais nnilcrla; Istolie, mudando o ty-
po para menor. .Mas todos sabem (|ii.iuto enfada
e mesino canea a loilura dojornaes em Ixpo miudi-
iilio, e para as pessoas, a queiu ja falta inn poyen a
vista he isso un veruadeiro incoinmotlo, sjotiiaes
da Kurona vilo pouco a pouco condemnando esse
lypo fatigador, c OS mnis aceilns sao liojo puhiiea-
dos era Ij pos como o do uosso jornal, o;n lempo or-
dinario.
Outnf necessidnde ainda Sctem sentido, o as re-
cia inacoes que a este respeito nos lem sido feilnsuos
hvo a l'a/or mais onira alleraoao. Depois qac
grande iiiimero de dias santos forilo dispensados, o
que nosses dias so ahi'ciu as Kslacrtes puldioas, e lo-
dos os Mlalieleeinienlos commerciacs onde indus-
tria, a falla do .' implicar I sses di;i toi no-se RtuHo sensivel, e podo
er it projudicil.
A vista disto, desojando, quanlo em nos cabe, sn-
< :.i l.aloa lodoa, < "lo.acnnuii i|u< |<
modo nao s o'^fbnotwi, polo que nos diz respeito,
a graudo didculitade dos jornacs, que nao esta em
ouolieiyi.s suas eolumnas, mas era qpicsentar uellas
ludo o quo soquer, c ludo oque nuiles deveappa-
i'ccer, Como lamben) evitaremos o gravo ombaraco
de nina escolh de malcras, na parte em quo podc.ni
inlcrcssar o Publico, islo h,.daqiieJlas que conveni
]iublicar immedialameule, demorar, u lejeilar, le-
ino del i bem lo aii; neniar n capuciuade material do
Diario de PeriiamUtiro, elcvando-oao rormato do Jor-
nal do CouHutuvIo, conservando comludo a mesma
grondoxH de ly|, e puldica-lo lanibein nos das san-
tos dispensados, medanle u subscri| qiio do 000 res
por trimestre, b quo Imn principio desdo boje. A
diHcrcnca ilc < i o ris raa mais em tres me/os foi
escrupulosamcnle cnmiiinada com o augmento de
as, que o indicado augmento produz o ne-
iilium inCerosse, fra dos mencionados, so teveem
\: ;ta. (I./ r-ial do Cminacrrlo los .1 aos seos subscrip-
to ivis por trimestre, cs6 pelo fado doser
1 lie "...ilieado na Corle lem vanlagcs mnilo consi-
d 'ravoi,, i|Uaudooulr.-vs nfio livesie.
I ii un.-- iiilencfio provenir os nossos subscripto-
res desla alleraoao, algiim lempo mies de a levara
eli'eito; na comose deniorassc a embarcaran que
: Lrazia o papo! que onconimendaramos para a
!: Iiia, haviamo-nos ja resignado a prorogar a nossa
il 'lil)i racilo paran futuro trimestre, (piando Domingo
entrn tiesto pulo a esperada embarcaeao, oque
nos resolvtfo 11 nao mais demortir osla mudauca, po-
nimio desculpu aos nossosassgnantes desla fallo de
defereneja para com ellos.
que a divina inisera, .io, ((raliiiaiiionlo enviadaaprol do
aflicto*-, contra rstease convert pola durea de cora-
pilo, c ospanlosa insoiisiliilidadc paia cun a mala deci-
dida beiiguidade.
^ao continuemos a sor mudos espectadores das ca-
lamidades, (|uc nos afllifgcill Sejantos sensiveis Aquella
piiilociao, (|iio soccoiTi' 11 nossa iiidio.oncia.
Ol pavorosa, o pasmosa immnralidadc, conrttptora
dos costuines, 11. 1 mais inl'oeiiiiios nossos coraies.
('essa d tialiilar culie mil povo, i|iio prolossa oeliristia-
iiisino. Retarda tert inoiistruoso curso. Suspende lita
portentosa lorroulo. A;io pcrveilas a iiieaula liiOuidade.
Ilciira'te para as cavernas iBfernaot, onde tua* falsas
persiiasi'ios (em sua ori^om. Nao mais coilttttltOS reos
do enormes criuies, os quo devem proceder com a uc-
oossnria circiiiispeerao, o religiosa proliidadi'. Desapa-
rvcao leus l'.inlaslieos onoanlos. Om lin ni teus tacos a-
qucll. s luostuos, oinqnem liifclimncliui dominas, Nao
oecnsiones ruinosa niaxaio entre os qm devem ser
OXactOS lio eilinpriuioiilo do seils deioros. Nao mais pio-
inov.is a falta d'aquella ediio.u.io, que os pas devem
dar .1 scus fllhoSi o a desobediencia, que estes eonlr'a-
i|uelios coiiiiiieiioiii. Ko enredes as lamilins, que fra-
101 n.lmenle soilovenianiar, om observancia do procci-
lo da dilecs.io do proxiiuu. Nao qnciras privar da exis-
tencia, aipielles, a ipioni mi a polos conceder .Vio
ipieias, uiSOinoS, allraliir inaior oppressao sobre osj
oppri 111 Idos, inaiores flagellos, sobre osjii Uagellados,
Nao arrojos no abismo os que ll'este nao qiicreill ser
precipitados. Nilo persigas os que anlnlo viver em por-
loia rcgiilaridado, (Jomolillinigodeclarado dasaa mo-
ral, conluudo-io, r eiivergoulia-to de la perversidade,
pela qual nsociedade te detesta- Xu pretendas vexar
intilmente a uuiea vordadeira religiao, que eoiideiulia
Icos designios, mas mximas, teoserros. Coiivenrc-le
de ipic ja mais prevalecers contra urna n Itgiao, que
eusiia os lioinens a seren Sinceros, (pie designa quaes
os pi opiios deveres, e decreta iiua^ a conduca, que de-
vem seguir os que a professio, para evitaron sua eter-
na 1 epiovaoao. N;io lacas dosapaia eer o Icmor do Dos.
mi o dos liouiens [pelo menos).
Caros diocesanos, tillios dilectissimos, Iributenios sin-
cero amor ao pau, que habitamos. Promovamos sua
prospcridailc. Kstorccmo-iins a consolidar a publica
Iranquillidade, que entro nos deve reinar. Apartemos
ipialijiier pi rtni liai;.in. que nos podo allraliir l'orini,lu-
tosas eoiisi'ipiouoias. Nao acouteca qttfl nossa ingratldau
ebeguc a poni de prescnclarinos novas dlssciiscs.
Ser possivol, que iicoliendo nos o prcciosissilllO
dom, com que a providencia ora nos niinioseon, exjie
rimoiiiomiis reiteradas desordens, dasquacs su Inse-
paraveis mais lemiveis rexni Si 1.'
Ali! Pcnnilisseiu os c4p 'i"- "' ""'a *e icunissein
ion.o ,1 iiinlaile-. e .1 as apre iassoin q lian (o ll.' ItSOII-
nuia cireniiistancla ulterior ha dividido aquellc elrcui-
to, parece que a lutencao do testador sesatisfai bem di-
vidindo essa dnai ao por lodo o circuito. Por ludas ra-
ines aluda voto polo rcquei iiuonln que apresonlei.
OSr. TagimsOv. presidente, a pretrncao da irnian-
didodeS. .los lio do alguina gravidailo. eujulgo que
a asscmblea. se achar i bem ciiiiiararad.i.para a decidir,
de\c proceder com mnilo lento; e por isso en me ai lio
em lima posicn dilllcll do volar pro, 011 contra o re-
qucrinrnlo, que foi ollci-eeido pelo membro da ooio-
n Usao, ilillieuldaile lano inaior', (piando O Sr. dopula-
(lo proei.a dos eseliieeimenlos poa (1 ir oonsconciosa-
luentc o sen voto; como porui se telilla dito olguma
colisa a ocrea dosta quesillo, que en .u lio do dillionlda-
de,tandil 111 .qiproveilo a occasiiio pan fitter algunias rc-
llevoes esto respeito : en rntendo, Sr. presidente, que
esta nsscmbla deve eollocor-sti na sua divida poso-So,
que deve proceder de mu unido conforme sua di^ni-
ilade; cassim ella nao proceder se qulier examinar
veri.as test.iinetilari.is, oque pertcliee ao poder jndiiia-
rio : se pas o nulire inemliro cwlciidc, quo a irinau-
lade de S, .los nao Lrill .. que re 01 ivr srn.io as vei lias
lestanieutarias para pi dir que a iruiaodade de Sanio \n-
tonlo Iheentregue a melado dos bous, quo liso liiio (loa-
dos, cnlao a Iluestao nao pe: lenco ti asscinlda; mas o
pie lie (andino 1,no lio que os csclareclincntos nao sao
pre sos; poripianto a niainria da commissa'o ja ion opl-
nio formada a respi ito da di*< isiio ilfl requeriinento da
Irinandade; visto que um dlsse, que r requerimento era
'llmenle impertinente, o ooul.o porque entolde que
nada podo la/or mais do que seguir as verbas lost.i-
u101i.1ri.1-.. assim esta assembla nao ter mais qnc B-
ter, porque 01 eutciid, que osla assonbla deve legis-
lar i\,' mu modo digno, o cnlao uo llie 1 uuiprc exami-
nar verbas testamentarlas.
Dlsse o honrada nlenibro da coniinisto, que nao
qner examinar as verbas, que quer apenas nina relacao
dos lien- : ora, isloilie parece que nao llie lie suHieion-
lo, porquauto, quorendo reconliecer a voniado dotes-
tador, precisa examinar as verbas rom iodos os sois
pontos e virgulas, visto que urna virgula de menos p>
de Iransloruar .1 iuleiicodo testador; ludo islo lie un
poucodilllcil: quanlo ao parecer da irmamlado lodos
com (nilaro. un que ella diriqne essa divisan llie lie
milito inconveniente, de mais 01 vou lser Ulna relle-
\.io, que iiij- p oei o de peso, c VCIII a sor que nao soi si
a asscmblea lie competente para legislar sobre a mate-
ria : os honrados nieinbros, que sao entendidos mi iiiio. lU-veni conlii eer que a acipiisirao de bens doral*
por qn.ii sqner eooiiarins, deve ser frita com dispensa
das leis de amortisncao; na eonformidade dolas he qui
so deve royular o negocio : ora esta assembla nao po-
ln dlspensni ni-M.il leis. nao jido lser com (pie ellas
ul-pdi ,111, e 110111 que dci.vofli o que posiueni; porque nao
goirn a posse da ni licita c permanente armonia entre j pdue desfaier, o que nao pude laxer; a assembla pwdi
os pie prolessao reciproco amor, palacio da .-(dod.do
2U ue marro do IS.'i.
Jit'io ltts[n> /... -. tono.

R!
MB;G0*
PArtT F
\C
\
HISPA DO DE l'ld'.N VMIICO.
/). Juan il 1 i'.-.'--,--i-.! a M'trquct Perdig/lo, r:,i regranlt
I il S. AgoilinHi), po* ataca de Ueot e da Suata S tipott- einiiriue ao nTeresse publico, iiSo compet i
/..i, bitm de l'iritatuiito, to eontelki) des. M. o Impe Idor judiciario; o poder judiuinrio someiilc |xidc maui-
ASSRMBI.KA PP.OVI.VCIAl..
COSTIM.ac.aO da si-ssvo do da -'S ni: marco ir. 1815.
OSr. t'iautlrido:Sr. presidente, o nobredrpulado,
que combate o iiicu requerimento, pan-ce que leve cm
va 1 .1 existencia de un parecer de eoutuiissao, (piando
lal mi lia; apenas a COIIIIIliSSaO, por un (los SCUS urgiios,
pedo fnforniaces, a liiu de poder dar o seu parecerj lo-
go nao soi n rasan por qils se lia de lolher a cnmiilissao o
direito de obter os csclareeimeuios, que ello julga ne-
cessarios orinar asna opilliao : emqunnlo esta nao
tipparecer, c uo foraprrseutada, nao se pdc discutir
qucslao do requorlincnlo do irniaudade.
O nobre depuUdo parece contundir a allribnioao do
poder legislativo, coma do judicial io, o d.npii uascea
sua arsuiiieuta^ao eiu coiitraposico ao requeiimeuto.
Pelas iiloias do nobre depuiado, todos as quesle* sus-
citadas a respeito do bous, que sao considerados publi
eos, enmo todos aquellrs dnado* is corporaedes de ino
mora, devem ser resalviilas pelo poder jlldlciarJO^Se
isto he assim, pergniitoeiiao liubre deputiido, eoiuque
llirello a assembla geral teiu disposta dos beus dos re
ligiosos, e ih' outros iiiuito* bens di* corporaces do man
molla, so nao polo lado adniinistralivo, sendo por ter
entendido que taesbens naosegiieiu um curso conve-
niente ao pnblico, 1- que preeueha as vistas dos testado-
res, i'liu .soniolll.iuti' ooiij-u.i-lua o puler poltico cm
l'.-i/aio do direito de suprema inspeceao, d-IJlC oulia di-
leer.io, qmtjiilga mais proiicua, sem ser necessrio re-
correr ao poder judit.iario, O nobre ilcpuiado sabe mui
bem, i|ue ;t aoco do poder jiidiciario s. ton lugar,
quaudo ba coutesiaci.....utre partes; mas, quando se ira-
la de regularice neos pblicos, dcllic du- tima direeciin
ao po-
o de jesns-clirislo si ja com
tador, fo. fe
>. poi, a saib' o a benc
todos os nossos ifioi csauos.
.'. lempre grata, 0 salisftloria milicia do estar ulli-
lll.ld.l a 11 in-iit 1, C oxliaonlinariaiiiente dispendiosa
'nena lliogramiense, que oOlclaluii ntc nos bi eouiinu-
nieada, deve oeeasionar exuberante jubilo nos coracnes
ver.! idcirameiiio cariilosos, o sincer.uiienle patriticos.
(i r 1 livel massacre, e doloroso exterminio de nossos
l'oslar a sua acean desde O motlenlo 011 quo ha quosto
entro parles, e nao qiianilnsc trata de tuna quistan, em
que o iliCeresSF lie illlllicdiatailieiltc publico, como nos-
te caso : ora, se pois 01 oliendo quo a aceda do poder
11,li, i.11 in so. ton lugar quando existe queslao entro par-
tos inloressadas 1111 negocio, o mi (piando so trata de
bens que sao de adiuinislra^ao publica, i\r beus qife
nao tov-ni una propriedaile individual, ecxclusiva; mas
rujo prop iota: 10 lie o publico, He o cullo lio lia duvi-
n.-i.l idans, lumiltando medoilhos flagellos, insepa-jdi ipto o poder administrativo pude Interferir, o ni!', 1
ravois de to remuda, c diiradoura lucia, bem como asjco'uvniexaminara verba testamentarla para que possa
sniniiias, (apenas linaginavels qucU nacao consumi na-i elle aeompanhar quanlo for possivol a kileucao do les-
qiielle revoltoso territorio, exlremamente nos peo.ilis.i-' tador ; por ella se eonheccru so o testador quix.quc o
1' ... por ctiio inc.iivo inaior deve ser o nossa regosijo, I culto fosse promovido dcsia 011 daiiucll.i maueira, nes-
mai's ah'eetn'osno nossa n oonheeiuienlopara com aqiiel-l la pu naquclla igreja. Uas dls o nobre depuiado que Is-
la pro videncia, que, cm l.io repelidas, o assnsiadras to be illlposslvel, que lio 11111 Iraballio superior as uossas
irises, pronglisaincnlc nos leus Isenladodos maisfis-
nestos acontocimeulos, seiunre atienta a palrocmai
I : n habitan! do pl Sartta
Levantemos, pois, as nios ao ei'o, arconneeeudo a
bou i.i'eja, cpoderosa nio, que^niguamente occor-
1, ns irilini.iei'ios, que nos Ion npprimido.
l.ntiien ns huimos de louvor, c acedos degradas por
1 1 .is-.i-oal.ida' bneiiceni ia. Beill digamos u-. que Coo-
p -raro para la) impiirlanlo victoria
Diligeneieinos a demiMlslrarao de nossa graUdao .-
ciernoreguladar dos hiimahos destinos, dominador do
miiverso, o excelso bemfeitor, pelaren icjSq dossenti-
meiitos nao conformes com a doulriua evanglica, i re-
pngnautos aos preeoiliis da |ef, pela qual llevemos ser
nlgadoscm lempo convouicole. I'.ico.rdeino-iios desle
', d'onlros benolieiS, que nos ton si-lo jirodi:-. disados,
ninda inesnio lias uei asi.i,-, Pili quo. pela gpral (lepra
vi io. nos devino, ser negado* e uo concurramos para
torcas, o nobre depubido quo lie trabalhador, creo,quc
concordar commigoeiii que isto uo he superior as uossas
Aireas,nemas Ibrfas de niiiguemipor que mi vamosexa-
uiin ir os" testamentos eom espirito coiileucioso; vamos
iucarara voulade dos instituidores ni seu piimciro pon-
to 1I0 visl 1 : sllennos qual lu a sna iuleiicao a flu r
podermn-uos dirigir, Cjlllgo ao mesino lempo (pie he
militonecessariaa inn rvoe.ao -la opinlo uVi inuandado;
I.....I lie, qilCIU sabe so ella ach ir i.uoal coiivir lia (liv i-
siio Pode ser a irniaudade Lio fervorosa, lao oriliodo-
xa, ipio, recoulicceudo o seu patriinoiiio iiiuito czce*sl-
vn pina as despezas docilita da matrisde Sauto Auto-
alo, queira lanibem auxiliar o mesuio culto cm nina
igreja, oulr'ora lili il Depois, Sr. presidente, oeoorre-
iiie, que qtiein fas tuna doaro ao santissiino, 00111 a io-
tencSo deque o pasto espiritual, o viatico, sej.-i bem dis-
tribuido no circuito d* treguedla, alten !e son duvidaa
iodos quaulos lilis ixislem uaqui do circuito : se por
legislara cerca de* rasas, soccorros pblicos de iruian-
il.nl'S, a 1 crea ile Ma (liri-oi ao; mas, quando so lala de
ac(|iiisiran de bens, he sii a assembla geral que podo la
"i-a, que pode legislar com loda aamplilude, o nao
IIS, que estamos limito neanliaili.s a esto rCSpcitOJ a ir-
in.md.ide pede que so dividan o; bous, a assemblca nao
pode dar essa aittoridnde & irniaudade; pertence isso ao
poder geral : .i vi-.li dislo relo, que os csclarocimenlos
nada s.ivn..o cnminlSSao, ao passo que se demora a
ivsolllcfio, sem titllidade; lio verdade que CU nao con-
sidero lambn que soiira algnnia cuusa a causa publi-
ca com a demora du defer.....uto desle requerimento,
que no meuentender he o mais extraordinario, clin-
perln lite |ossivel; a minlia oplniuo, pois, he que os es-
1 i trecigi ntns de nodapddem servir, |rquc assem-
bla mi pertence legislar sobre a inalcrla.
OSr. i-un.; .a j,. i,: \o lie son abruma surprsa
que cu acabo douvir a opposi\:o formal, apresuiada
con Ira o requerimento; digo, que uo foi sem sorpresa,
porque CSlOII acoStUmado a presenciar a lacilnlaile e dc-
l'orencia, com que todos nos aqu estamos promplos a
approvar os r.-quo inn alus em que quolquer commissao
pede csel.1, ceimenlos, c ti.io s(i das commissoes, mas de
lula um ileputado; mas para de alguma forma justillca-
reili osla Oliposieiio, OS Sis. deputados recorrerio j.i a
improilcuidade dos esclarecimeiilos, piando fossent a-
presentados, j.i a iuipossibilidade de seren riles mcsino
aprosenlados Quanlo lui|ossibilldade do serrn apre-
senlailos ;, na diro a esse respeiio, porque uina emenda
existe pi diodo .1 urgencia ; quaulo o hnproletlldade di-
rel, que lbrao os uobres deputados, quetlrro a ques-
illo do seu curso ordinario, porque enlrariio noexame
do direito. que liuba a iriuaiidaile; l'orao os primeiros,
que enlr.n.io nnixamo daquestilo, o agora discni qui
uo compete o.vainiii.i-1 a,e um nobre deputaoo mullo f-
loso da (iigiiidade da assembla, nos aconscllia, que fu-
jamos ucsiaquesio, porque uosabaixamos daelevada
posii ,1o, em que nos adiamos. Ku por corlo nao ontoi-
di o lluslrr di pulado, 011 nao foco Justa Idela do que lio
diguidade, porque nao supponbo Improprio dadlgnlda-
ile da assembla dividir bens, uojiilgo que soja tulla di
dignidade dar dirccc.lo aos negocios, que Ihe sao com-
llleltldos: a ill.ieao que o noble doput.'ido lirn foi lilll 1
do si n rilo fervoroso pela nossa diguidade, porni nao
foi justa; e 11 nobre di pulado tanto caliio nesla dillicul-
daiio. que acaba de por 0111 discussao aqulllo que eslava
liu-.-i dola, Irouxe a discussao o direito que linliamos ile
legislar sobro 1 sle ponto, e i lo eslava fura da discussao;
loas a 1 -le i.spcilii nada poileroi di/.er, pulque liada la-
na mais, do que reproduzir o que 0 meu nobre coiupa-
nbeit 1 acaba de explicar, acerca dos bous pertencentes
,ls diilorciiios corporaces, que lera sido destinados para
nutro lim pelo podo- legislativo; mas o nobre dcpula-
do, que impugna o parecer, di/., que so uo pode legis-
lar acerca de*l i materia, porque os bens das corporaco-
M de ludo mora eslan sujcilns as leis de ainoi lisa, o,
como seibssemos crear novos direito*; Sr*., mis nao ra-
semos mais do que distribuir bens pertcnoonles a essa*
corporaces, dar-lhe* direeco, lser distribnican, e
com itt nao o'cndcmo* nsleis de amortisaeo: mas
para quo tanta celouma per mu requerimento to siai-
pli i, iinando seuiprc a assembla lem itdo nronipta em
t'.ioiliiar os csclareclincutos que cada mu do nos pede
lauto que o un sino noble depill ido, que lana upposi-
.-.i. fas .10 11 ([iioiineulo, aiuil.i lia pomo pedio a iusli-
11.1 .....lo convenio da Gloria, c que llie l'osse presrnie a
verba da *nalustlluic4o daqui conhecer a assembla
que o nobre deputado se ada em conlradiecgo, porque
usa de um direito, que naoquer conceder ao* outros.
Nada mais aeereseenlarci; eslou cetto, que aassonitila
guiada icio espirito dejusca, uo se recusar a forne-
oer o* csclaivi imcnlos. ipie sepedn, sem nsquaos po>
derruios sofl'rer essa pecha, que o nobre deputado quer
arredar, lato be, podoonios ser lachado* de precipita-
do* as noisas decisoes, e de termo* querido levar de
afogadilho urna quesio, sobro a qual poderemos nao
dar decisSo rouvcuientc. Esperopou, que oSr. deputa-
do appro ve o inpieriiuenlo, c que mo soja setupre. co-
mo ciisliima, coniradloorin.....
I) Sr. Tiiifiii': Sempro coulr.idi lorio!.
II Oruili.r: Pcrdo, perdi, foi lapso, naoquitdl.
ler lal cousa.
A' assembla approva o requo iinenlo c a emenda.
(1 Sr. Minie!Monltiro metlica um eugaun que a-
chanoDi'arM, quando trata da concluso do parecer
da coiiiiuisso (le iiistiuoe.ni sobro o requerimento do
padre .loaqiliui llalael; di/.i mo ipio a CiiUlllllssilo nn
loiibrara a nCCOSsIdade de se marcar nina quoia para
aluguerdo casi que servisso do aula .10 lito profCSSOl .
porque a sua nlonio era que se Ihe do-M- .ilguin con-
sistorio, ou qualquer oulro bu al, que nao fosse onet'OMI
aos cofre* pblicos. ,
0 Sr. .Vutaeo pede que a integra do* pareceres seja
impressa (piando culi arcm ein discussao.
,1, III lio til V.
Conlinua a segunda dl*cuss3o do projecto n,8 des te
anuo.
ii Arl. i." Todos osles diversos l'uiu (anuarios, scl'O
nonieados pela presidencia da provincia.
OSr. I'iqneiiittii otlerioo a seguinte emenda:
(i Do enlie os eidad.ins lalos, un natliralisados.
OSr. rafas*.' Sr. presidente, en voto cnica a o-
inonda. parecc-nie mesura que ella uo podo p i-s.u-, son
grande preJlllSO do projecto na sua dispolicao capital.
quciicaipie SC encerra un arl. 1." quando dil n ilous
pharinaceirtieoa experimentados cm analisc cilindra e
orticas toxlcologlca* ote Ora cu creio que uinguein '
dnvida du (planto oulro mis se aelia atrasan.i a pll o ma-
cla, do maueira, que multo dlicil ser que se acllein
entre mis pharuiacoullco*ca|vase* do taiislhuer ao que se
exige no principio do projecto, porisso que he sabido,
que olios nao seguein mais do que lima rutina, o nada
salieui, ou iiiuito pouco <\r aualises clilmicas.e toxiclo.
gioas: (piaulo aos Doulures ou adoptara a emenda, mas
na parte dos pliariuaceulicos mi possu appiova-la. la-
/.i ndo-so osla inodillcaeo nao telilla duvid i ou a appro-
var, do conliai io viilo cunta.
I.-se na mesa a segniulc oiienda:
ii luslallado O ooncellio. so ao 0* lllgaiV* vagos, pre-
onchiilos, por proposta do COncelIrO, que piopora lie/
candidato* dosquaesa presidenciacscolbcni um.
l'ltlitrM o Jintu.
lie .111.1 i,1 i. centra em diSCIISSio,
OSr. .Vaiiil Mmiiiiro'. Sr. presidente, achoque i
emonda que acaba de ser lida esta us Ii irnos de -er ni
uiiitiila. i.om etl'eilo depois de instaurada o canselbo.
niiigiiou inellior do que elle conhecer os candidatos
quecstao no caso de scrcui nouicados; lo urna corpo-
r.ioo scientillea, e exgindo^c cerlos couhccimeiilu,\
niuguem nielhor podecoiihecer os cidadaos que estn
no caso de bou prerucliei as funeces, que Ibes loeu-
carregadas, a sua capacidade professloiial, Sie.; porrou-
rquencia eslou de acord a res|ieito distas ideias.
Quantooutraemenda, so bou que cu tenha desrjo* de
animo- a olla, nao o posso l'asor, porque vejo, que rc-
sullar da sua adopcaoalguus iucouvenientes: ja o meu
nobre collega e amigo poiidoroii alguinas; na verdade ,e
experiencia inosli.i. que ims uo tono- escolas pb.irma
coutleas, nao badesses conheeimeulos que alias abuti-
dao na Kuropa ; os nossos phariiiaceutico* na realldade
sao inulto pouco completo* em seus couheciineuto*, -li-
bre ludo nao Ion as coildicoCS oslabetci idas no ai ligo I.',
nao sao habilitados eom esses coilhcclllicnlos loxlcolo-
gicos, o que ha essencial para a formaeo de un couei -
Iho de s.-iliibridado publica, que he o que se quer lxer,
e iioum cnncelho teraputico, ojiara aqueili nao esio
habilitados os uaeioiiaes, visto que se precisa de laborar
em mu grande laboratorio, ler ludo quanto he preciso
para aualises eliimicas, o no pai/. nao ha Isto : precisa-SU
pois de aproveitar algiiiu eslrangeiro: all i'OIlheco Ulll
Dr. uijl /, que be pessoa milito habilitada para issu,
depois de organisado islo, c do se ler dado ao espirito
essa direceao, a medida (pie os aossos pharmacciiiieos
so forom habilitando ou conheeinientos, he que pode-
rao ser a|iroveitailos ; masagora he isso ililpossivel, nao
se poiloiii proenclier as vistas do projecto, nao osla sa-
(isl'eita a iieeessidado publica. Por ludo sso uo voto
pela emenda, son que se Ihe Rica est rcslricco.
OSr. t'lgitcirtdo: Ku eslou mui satlsfcilo ein ver
adoptada polos nobres deputado*, quo me eomliateruo,
mu i parle da tniuli.i emenda, c-l.iliiiudo que smenlo
pussti sor Horneados para ludidnos do conocido de sa-
liibridadc cidadaos brasilciros, natos, ou naiuralisados,
mas a grande dilliculdade que encontro n'ella os nobres
deputados, que me precedenio, he n.iu lerilOS aelual-
nieute pbaruiacciiiii'os habilitados para o ca*o. se assim
lie, nao duvidarei de uioditiear um poUCO o meu pensa-
tuenlo. de aduiillir alguma restricrao miaba emenda:
lie verdade que CU (pie re re i que es*a resti nv.io soja ad-
mitiida ein quanto uo houvrrrlii cidadaos brasilciros
Instruidos as materias, exigidas pelo projecto; porque
entoldo que couvem-nos mnilo criar incentivos pira
que d'aqul por'dianle lenhaino* pliariuaceulicos habili-
tados para os tugues; lie justo que entrn para ellos os
estranlios, ein quanlo uo tlvcrmos cidadaos natos, ou
naturalltadoi, competentemente habilitados; por uiuiu
vou mandar .i me/a nina snli-i mcinla.
1.0-ve a scguinle suli-ououda :
ii A* rxccpco do* pliariuaceulicos. que poder ger
escolhidos de entre os eiirangelro*. Fgutiredo.
lie apuiado, e em seguida approvado o artigo, o io-
gciada a emenda,
Ficou prejudieada a *ub-emenda.
I'oi tainbem regeltada urna emenda cono, bida ueste*
termos:
(i >'o podeiii ser eslraugeiros o* do arl, '-'." i
A emenda doSr. Francisco Joo ful approvada.
Entra ein discussao o
" Arl. ." Ao consclho de salubridade iueiiiiibe no
oceionar, vigiar o prove-sobre todos os assliuiptos, que
se refericcm higiene publica e i polica medica: o mui
determinadamente Iheeonipote: i.*, propagara vacci-
na, c selar a pureza e ePJcacla do pus; 2.", visitar a*
prlsAes e rasas do soecorros pblicos, rxamiuat-ilics in-
ipieutenieuie o estado o o rgimen; '!.". inspeccionaros
esiabelociiucnios Industriar*, fabricas e oiliciiia,, em
lolaen saudo publica; i.", examinar a planta e mais
circunstancias das ciliados, villa* epoioafoes; suas pia-
ras, mercado*, feiras, aqueductos, inaiadouro*, itera
quelinios, lie., tic.; .1.", vigiar *obre o* comilcrios, ca-
tacumbas, o outros quaesquer lugares de iiiliiimaio ;
t.", ciliar do*nielo* do prevenir *sepidemias, ende-
mias e contagios, c verificada aapparb;aa de lae* fla-
gellos, accordar no IrUainentO, que a experiencia baja
rooominoidado como mais adoquado e olhoas ?." ,,".1
priuiiros ofleiios do charlatanismo, ou seja no que toea
a pratica da medicina, ousrja no que rrspeita renda
de droga, ou quaesquer preparacues pliariuaceuticas'
>.", cxaiiunar a sanidack- dos alituenlos destimdosjao
:

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
',


n
i
2
^wSf.P2h2 '"''*''."" Wiflc"^ dM I "'das: I I.i.I.. | emenda : l.c aurorada,
' Xl,' ",{*lyHM ,v""';,l,,s npcUos, el O Sr. Figueircilo : Sr. presidente, ni t*cjiao-mc a
dos ',','" "K''11 Mb,t ;l '""''"' dM VM0 Puiiiiv-Itoi ir i I.. monda .1.. nobn- depulado ; popo, sr sup-
l V,- /.'..i c i ||UmtO'lll as palavras ftiWO por rrMMto,*o., parocc-tlir
MiiiiVemI m7 i I"VS"1,'""V vo" mJH,nnr ''"" 'l'"' *' ""'" d a" <'"'"' UCCCSSaila ailiplldo ,.a.a
RrotZl^qlV^M -" 'lr, '-" "'" ""''"'' prnlne.\aiuh*ltodos OS casos queoccorrciu no Ion...-.
l>mi ,..jp, io "oartlgo;Pm7* condicu, guando du: Fo.- : M, lela o ai Uro, .
' Z 'f,' "'"'''"""""'" l'""l'"' dol ron,..... (, Orador: (,,!, ..,. v,., ,Uldr. concordo na suppros-
isp.-n.-au, n. re rio din lo dojsiio, raUva r.|iii\ orado-, poi isso nada mais din-i a ics-
pi-ilo, mandare! aproas urna outra emolida. \o arillo
da lima
eoaccao ao rmicolhu : a palavra reprimir Involvr a Id.,.
areoaa.ii, dr proceder rom corla forja toamiva. mas
culi oanlo nicparccc que com ili-ii. > concelho uo p-
<1- l i -essa | louldadc: mas SO reprimirse i-nli-ml,- por V-
mmrior parrco-nie que fall) clama na patarra cmpiega-
da. r lli preciso que se use de mura menos equivoca, ou
que i xckia a ideia de .naci, ripia parece aurihujr ao
*'""'' "' ama corta autorldadc icpressi va sobre OS char-
la!.n s. u que por corlo uAo seria da inleiu o do noble
autor do projecto; porque elle salir mili be.....pie o-a
id. la importaila tima rspnie Ir pria a liherdadc da in-
dustria, prnelamada em nossa iustimican r |mlt n no-
ble autoi do projecto entend.-, que osle dii.ito de re-
primir significa o mismo que denunciar o charlatanis-
mo, nao ilcixar.i lugai lie reprimirte dtoa denunciar.
M inda a emenda,e no apoiada. +*
1 Mam i .VoN/iim:Sr. pi, sidi-uie, declaro que
a patarra reprimir dito trui rll'ello atgum judicial, noiu
policial. rssascxprcssc.es sao copiadas por uiiiii do rogu-
auionto do concolho 4 aade iMtbliea de Paria, o qual
nao tetu atlrlbuiciVs jndirlaria, ola se emprea u pa-
lu.' reprimir, Kiu.u.le-se b.-iu o que aera mu roncoilio,
qili o.ni I, la animidad:' judicial, sal"se nimio lieiu u
pii lio; toilai ia,so o un.re ilopiil.ldo lom escrpulos so-
sso ponto, escrpulo liom fundados, porque ro-
i legislaran, lio inesirr da Iri, o ralii no caso de
h
tli i
brm av.iliar o sentido o iulruro q.....u don ao artigo;
n si eiilrinle, digo, que pode dar lugar aalg.....as dn-
vitlas a pal.ma reprimir, soja auppinunla; mas paroeo-
nir, que a palavra iltHuneiur nao ser a mais nrofuin; di -
iiiiiieiar a nueiii Uenuuciur lie le.....jurdico; so pois
.:'..ih.iiiiir nao i, ni nesle easo seulidu juridii-o, lameni
../.iim.'i-jn.ile ii.in trr rasa applicaciio ; reprimir, rulen-
ilc-*o iis.ir da forra moral para esse lim, o denunciar lio
un termo adoptado na legisla^ in, que tlvet nao soja o
niaispropiin, parque s, pido en tender, que o conre-
ino fu oi.ii- ulu a tii igir-ao a inna auioiidade jii.li.i i-
i ia eniu essa ilemiueia, e nao sei, sr Uto ooniriu; a a
'inldia as.-, ni..., un que llic paivccr mais proprio, u
pir en ine rin \ islas fui |...| pi as ao rli.nl ii.inismo por
molo do aduin -l.irnes, do insinuarnos, dos lucios: o par-
licipaeiVs Ici tas presidencia i as autoridades; q lian lo
ao termo i ,!>-.. minea adopte qual qnisi r.
0 Sr. Pijiirirrilo :Sr. iiresidenle, nssini romo mr
loxespCoii a patarra reprimir, por issaqueuii parece
Involver i il i aigiuua iiloa de h ici liu porque u faoulda
de de reprimir nada importa soiu odo-coagir; porque
iucni rop ni he preciso i mprogai eoi lo grao .;. Ihn .
issiin tamil, m ao nolire depulado li / espi i le a |i ilavi.i
fraimeiar porque esla palata lio uiais (iropria do furo,
mal liorli'ticrnte aos promotores pblicos. In porui
enteudo que a palavra denunciar rnipregnda no si ntlilo
que ao pretende, quor di/.-r manilesiar censurar,
deolarai ao publico os unios rlfeiios do uh.irlat mismo ;
. nadinmoi poi- omprrgar c.....inrllior ruih-osso a pnla-
vra ilrniinri.il mas. como lia escrpulos, poder-
se-h i euipregar oulra qualqitcr....., u us reprimir
1 ..;,.': CoiulialiT.
tirador;Siiu cumlialer, mi outra..., ru desde j
desista .11 quostfiu de palana : subiuetio-a ao nobrr di-
pill ido amor do projecto elle que suisliiua a patarra
reprimir poi oulra muis couveuii uto.
l.rs" a segiiinlo ouionda ulCni lugar de reprimir dl-
ga-sc romlmlir, impedir. Tanun.
O Sr. Xiiimcn: Sr. presidente, ru me opiionlto as
emendas que so acliiiu na mesa par i substituirn d i pa-
lavra reprimir, porque me parece que osla palavra nao
deixa iluvida alguuui ; por isso qu no projecto ie a iian
determinados osmoios do aeran, que t-ni ocoucellio,
nrllr se n; i .!.i'....i coarcliva ao couccliio; logo a
palivra reprimir ii.ln pido ser ouleudidn ruii ooui ro-
forruela aos un los de.....in que llir s o dados ; e n.-n
leudo i cnucellwi in'i idido para iuipr penas, mi i|.
iii mloridado ipie u u o, | se ve ipn* u.iu
i -I i/rr oulra rousa rpio mi sej.i o de ropri tentar no
prosidruti'; por couscqiioueia nsouieudas |Hidi'md kar do passar, r o proj rio pude n.issar soju iuoouvo-
nleni om esl i un suia palana combinaiido-se > ai i
'. i 'in o art. O.'aondi se inarc;io os lucios de uecao,
in i.i .i roncrlbo.
11 Si fraariVro Jimu : l'.u esperara quando ouvi
o noliii depulado acabar doler o artigo o.'1, que i II.
ipoi.i i siibstiiiii.:'.. do verbo reprimir, pilo verbo
' '-" : |.oiqiir, estando nesse artigo deloruiiuailo:!
iiiilus porque n iicellio pud,' luiicciouai e ua
s ii !.-i --.. s ineios sono os de participa! a autorida-
des l.i visto que elli mi lioqttem ropiinio, so denun-
cia, | ira que onlreni n prima; fo o aqi i i t que lio !.. ni
< do o termo deiiuui iar___
OS,. Tuques'O rliraiiatoiiisuio irpiiiiie-sc pela il- tituldnporuii
lustiarfio. leudo concebid
(I Unidor : 'Nao .|, mi de acri ilar rnuic, vrriladr u:ua
parte'la sua proposi .:.: mas s parte; porque 'rolo
que r lie ordoi qili !.. m cessailo que niiloiiil ule iu-
i ir. da para proliil i qur o charlatanismo iuvada ;
direi que tiais adiaulados r>iamos mis lio queos
Franceses parquea uobro doputndo, auioi duprojooto
ii i o.que esla eNiiressiloful lirad.i'dorogulaiuontodu
o Ido de Parii la om l'iani.i entonde-se qui lie con-
> ii itci-croiTi ras autoridades para ropiimir o ohar-
t.: mismo : ora, ie ilo aeouli re eiu lian n romo nao
succeil i. entro uos : a iilustia-au mo he bastante para
linpi Iii o iliarlai mismo he i recisn ninis algiiuia coli-
sa e in ib caso o iiohio depulado dro quinao nos 1 nu-
il nossn i .^u beque o dro...
loSr. depulado d tatuboin, elogiando
M s. rilJHi i :
UOriidm : I
. iligo.
.lu-nl.i discutida i materia, heopprovado'cartigo .
i udo reg*oifid.is as cumulas dos .->i-, ii-urii. loi
l'ariues.
Knlra ciii disi u silo o
.. irt. O 'f aiubein incumbe ao concelho ge ral de a-
bridado : I.", proporao presidente da provincia lis
. miaras iiHiniclpae*, ao olicfo de polica, e quaes<|U i
un Iras aiilnii l.i l-snu eorpoi aroes.coino fjr con veniente.
lodos qu :. j i i > r medidas c providencias, li luientes a
mctliorar n i lado da sade publica, ou a aeanielar o
sen rnqieii.i i.liento, cspccialiueulr as que teporta-
iriu :is tu id ras do ariigo antecedente *2.M. n Mi-ir .
ooorlen.ir luir os dados o material, que foreiu mi\<-
saiinsp.: i elaboracfto daestalistica medica da proviu .
3.*, saisliior a* roquisicjOes, que forem Mtas pclosdi-
versos chefes das rrparlieoos publiras, em indu que
l'r rolaiivo i higioue publica; f.':. dar nsirucrei aos
facultativos dos municipios, vigiar no dosouiponlia das
suas obn-a--'s o upcrilonderemseus arlos quaudo
filr convriiieiile, e Informar .i prcsldj uei i a enea da
idoiieiilid.'. o proceditneiito dos uiesmos &.", nrgani-
sar relatnos, e formular cniselhns inodieo-lcgaol
i in dksriiAso,eiu o n. 5, se d/. Oraetnitetr velatorios, e
formular ntualltu mcdiro-lcgart, &e. ; serla honi accros-
conlar as irguiuti s palanas : reqtriiiro das iiaiiiiidu-
fS ; poique, nao srndu assiin, paieee-iue que se dei\a
ao aiiiinio doeoncrlho o formularcssascoiihiIi is.quan-
i!n qui'i'r ; seniio pi l'guntnri i ; o concellio lia de inler-
vfr em todas as quesillos que se agilaroni no foro, seui
sri i llamado .' I'arece-iuo que nao ; mas he preciso que
si na iba, miando elle devr iutorrir. Com cll'rito, nao
p.ide lrrJiig.tr a lint iulervcucao em todas as qbeatei
que lo siisritareiu no loro ; poique seria mu tiaballio
riiiiiiiiissiino para u concellio, umitas vetes sciuullda-
de : visto qur umitas ve/es iuterviria em qocstors, em
que poda se dispensar consulta medica; c por conse-
gullltc Torea lie det-nuinar em que casos,ou quaudo de-
veo eimeelho lutervir ; isto be, quaudo l'or requisitado
pela anloiiilide uie.siio para se ovil ir ipialquei pretexto
ou alley.ir.io de i.ulliilade por falta da interven.rao do
eoueellio u. .ste un naiiltolle i aso : por todas estas ra/ors,
enteudo que heeoilV Uleille adoptar-.se a eiiieiidaquaii-
du iur.'in ri qulsitadas polas aiilorldadei eomprteutes.
lie apoi.nl.i a emeuua.
OSr.ilitctet Uunliirn; Prliueiraineiile direl, que
lie preciso uotar'qur existe no ortigo nina eipiivi cacao,
porque se di/, formular etiimllivs, quaudo se devera di/.i r
'dimitas. O uoiiie deputailo. que araba de tallar, quer
que se .".eerrseenle .. rriyiiis.V.i'i das aitloridades no
que concordo, a lim de que u euneelliii nao trabadle iiui-
liliin lite : pnique linde entender que Irlii de inlervir em
moa qiiestao de uiedieina, que se agita no foro, esliidal-
a a fundo, c no liiu nao ser uei'rssaiia a sua intervrnro;
sea pni lauto lu,in que SO diga, que formara cssas con-
sultas,quaudo l'iiri ni lequisiladaspi lasautu idades com-
pel ules.
Taiiibom lia outra emenda, Sr. presidente, que teiu
por olijocln siippiiinir os iiiiieii'uir.s casos tic medicina
legal que pc'dein ser apieseulailos na platica: o meii
nobre amiga quer que isso se supprima. cu nao iieusu
como elle ; emendo que o que e leve om vista Ibi cha-
mar a alleni ;':.i. t .ulu do eoiici llio, como da auloridaili-,
sobre estes dilferoutos pontos, que sao os que oais Ire-
queiiliMiioule npparcccm no lino; mas, se se ii.tend
que nao di ve liaver essa e.\- lupliliearau, OH concordo
nissu ; porque do laclo ha ulguus casos |>erlouci ules ii
jUStica en il. que pi'uleiu.carecer da opinio do roucelliu
porm isso pnilia arr.inj.ii-se, tirando as palanas nppti-
rtfio t1a.< pcHttt, e aeerrseeiilaulii as sitas dceheii, api
lar ile que o. casos de iuedieiu.1 legal; que (icileiieeiii ati
diroilo civil, siio noiiroii; sao apenas os casos tle aliena
can, de impoicucia, tle luortalidudo do feto para se de
(eliuiiai a surressiio, ele. : estes sao os casos inais fre-
i|ueutos; ooin ludo cuucordo ua supprcssuo
He jnlgado discuiiilo o artigo, c approvado com as
eineiidas prnpuitai,
lu seguida enliao eill diseussao :
i Art, 7. O coueelliodc salubridade publicar oppor-
Iiiii.luiente uas lidlias da capital ludas as noticias r regu-
larnos que loreni relativas i puliei i medir tlesl i ciliado
e provincia, e livereni por lim o un llmraiueiito da suudr
publica; o lodos os trimeatros suhmcttor nocoiilteci-
ineiiin da piesitlcucia o relatoi io doi seus Irabalhos. II
\rt. 8. Alian das oluigaeiies que Mies siio impostas
romo delegad s do euneelli goral de saluliiitlade, ,i
ipielll s.io iinniedialaineute Subordinados, e de queiu re-
reberA ai uecessoiias Itislrurros c regillaiut ulos, os
l.ieullativos dos muiilclplott silo obrlgados ; l.,a varci-
uar as crianzas e nutras peasoas ua van iuad.is, ou qui
l-o iiiiv.inieni. ; >., a medicar r operar omuir-
os presos o doeutes pobres; .'1, a linter cor-
ito, autopsias, e quaesquer unirs aveiigim-
I...niiii.> il i uiedieina legal, que furoin requeii-
auloritlude publica, listas cuioprid inieule u medicA do luillliclplo. .i
S.i-i appro\ado.
Il MI I). Os lu i.Ilativo- do municipio nao ivrelirr
salario, nein riiribuieuo alguiuu pelo descmpculiu da
SUOS liiuc. ni s nlli. i.ies. ..
(i >' -.' Fiyueiredo : Sr. pt esidente, pelo artiga do pro
j co, os facultativos da municipio nao roa bortio saj.uio
idgimillii retiluiieau. re.: orlo que podor-so-ha or
lenili'i' i ata disposlro a respeito do facultativo que tur
to municipio; mas parecc-iuc que esta disposieao piid.
dar lugar, por iiurargiiiueiilo ncontritriosenm, tirar-
tima illarau lavoravcl aos meiiibros doeoucolho, e
vi ni a s.r. qu. como o pr..jei l.i recuse rclriblliroS-
III. lile an I'.,, ullativn lio u.iinit ipio. pude ruteiidei-se
que lie i lin ao- un ni I, i es i l.i eoucolho o dil'CilO de 10-
rrberoili salario luitreti ilini. au pelas su.is linu urs olli-
ics; o en i au pan t e-nie qu este artiga p id la sor su lis
tro que si-ja lucilos sugeitO i tlili illas,
poiirn iu.ii-.im menos, uestes termos ;
. .Neiilium tle- iiiombroi dn eoucolho de salubridade
e seus delegado* rooobi r.i, al. ni tos seus urd nados,
s.l.llio nein 11 tiitiuira.i lllglllua pclu ilesriupeuliudesiias
linio ees olliciaos,
O Sr. IIiieiel Mnoliiro'. trelo que em vista do art,
Snii pi.ie liaver seinolhaiitr cou usao ; asubiigacocs
;ue au impostas aos delegados do couvellio goral esti
no ailigo ^. ejti -i ve que o eoucolho nao tem do liaver-
eoai iinlivi.iii,i-., ie in rom particulares; o coucelhi
liu liii.iiin.il s nao aeoiisi Miando OUI'cpirS litando
Utas os l'.e e.ll ilivos leein tle vaerinar. singlar, l.m l
[odas os>aS i misas: e, romo podeiiao persuadir-si,
ipe/ar de sen ni pagos e prestaciuiiado-, que eolu tuilu
puderiao recobet' nlgutuo oulra n tiiluiieau, por isso ai
dizque Uiio recebri.io salario ; o coiiei llio n.i teiu d,
ii. i i nar. sangrar, i lo., nao obra sean n pr. s. litando au
pn -:.i> iil -. lugo uo he precisa casa dcrlarafo.
U Sr. riiiHeireilo : viuda insisto na uiiulia idria ,
parqu a respeito '.i primerea parte do artigo ru com-
bino < mu o nobre depulado, mas clles nao leill ordena-
du iienhiim.
I'.,;/., : -- Tem
UOrndui: laigoosque forrio faculiativos inriubrus
ta eiuis- ihn pdem reccher alguiu.i ri'lribuico..... (>
nobre di pillado disse que o coifscIhu nao fas se uat.
consultar e tpie se nti podo sujipr, que elle possa re-
eeliei iitiil)U.,:io por es.e tr.ilialho o que se nao pode
iii.er ilu, facultativos pois que estes lie que poderu
estar em contacto etc.; mas rti din i. que isso uno ine
parece niuilo rirrieiili- ; poique o conselho pode Intcr-
\ ii as qtii si'i.s ile uiedieina legal lud is as VOSOS, que
s agilai eiu no liiro ni*, sino a inle esse de alglllll pai ti-
cular e pud. ra n'i ste caso receber qualqui r indepi-
le.v
lili.un
das i.-11
heudoiu
nisactiu listo lian i be -i i is>u prohibido coma a respeito
dos facultativos : e poiianto para evitar isto, bun ser.
que liiia una tin lid a noseiilido indicado; licarao assiin
sanadas Ind is as dn\ idas.
O Sr. Tiiqtlti : lu arlin de ir i-essidide a emenda ,
tqile si ajircsenla ; porque se uiio din lugar, quaulo
O Si. Figueiredo : Sr. presidente o nobre deputa-
tlo explicou o sen prusauento, qnaudo disse, que a pa-
tarra farallalirus (on.iprrlirndia mi sti os mdicos do
conceUlO como tambeqi os laiullativos do municipio ,
uieiubroi do conceiba ele., e o pensainento do nobrt1
depulado lie, que, nein mis, netll outros recebo sala-
rios : o nobre depiitatlo aeostumado a encararas ques-
les nos seus principios geraes ua sua tbeoria milis
elevada ; mi aeostumado a descer a pequeos di ta-
llies que a pialica uiio dispensa ; julgar Ijilve, tpit
iienliuiu Inconveniente poden resultar tle mi passar a
ininlia emenda ; mas cu que pela ininlia prollsso co-
lillero a quanlas inlerprctaroes se presta un pequeo
artigo de Ici continuo a sustentar a emenda c anda
voto por ella.
Ueapoiado cun a emenda doSr. Figueiiedn o
Art. 10. O concelho geral de salubridade organisa-
i.i o seu rogiinenlo interno, no qual estanelecera as de-
\ idas rearas para o seu regular andamento c lioin de-
-enipenlio das tibrigacOes dos seus respeclivos ineni-
liros ; o dos facultativos dos municipios. Kste rgimen
lo uAo ter porm vigor SOUI a approvarao da presiden-
cia que o poder mudilicar como julgar conveniente.
Apprnvado.
Art. II. A presidencia da provincia ouvido o con
criba geral de salubridade far a dislribuicao da ron-
signarao marcada-para suas despejas c liscalisaia
exacta appHcacSo da luesma.s
Apprtivadu.
Art. 12. As providencias siiggcriilas pelo concclitu
geral tle .salubridade c suas sanitarias regularnos seiiio
examinadas pela presidencia, que as maudar porrin
praliea qu indo njitlgar conveniente...
Approvado
Arl. 1.1. concelho geral de salubridade polo in-
termedio ta presidencia soli atar ludas as inl'oi nia-
l'Acs o esclaretiineiitos que fretti ncccssarios para o
CkWIO descnipi libo des suas l'uncros.
Approvatlo.
Art. H. A presidencia da provincia desiguala o edi
felo em que se bao de celebrar as sessties do eoucolho
geral de salubridade c llio proporcionara todos os
ineios necossarlus para regulai idade c vaulagciu dos
seus Iralialbos
Approvado.
Arl l.i. Km raso de noccssidado.o precrtlondo ortleni
il.i presidencia,ou deliberar.io tloctiucelbo geral de salu-
bridade o secretario doeoucolho be obligado a auxi-
liar o medico do municipio om ludo qiianto ua presenil
Iri llio be prest-ripio.
Approvado.
.. Arl. Iii. Pleno desde ja suppi midas todas as con-
signa! ties marcadas para os lugares de professor de ohs-
Irelela e cirurgiu da eaniara de I.", o 2." clriirgio
da vacrina i- bciu assiin a quola votada para a soeietla
de tic uiedieina ; o igualmente llco do uenhiiiu clleito
tudas as disposiies legislativas, coiicorueiilcs laes lu-
gares, que por esta Irise rnloodor abolidos.
OSr. IVii/iii-i : Oppe-sr ao artigo com nliindamrn-
to, de que a suppressuu dos lugares de cirsu-glao da ca-
uiara nao poda ser le i la se nao quaudo se trataste do oi-
raiueuto municipal.
O Sr r'iijueiiedn : Oppoc-so a parto do artigo em
que se propoe a supprossao dacadeira de obstreticia
poiiilciaiido as suas vanlagcus.
O Si. Uaelel ilunlcira : Sustenta o artigo, declaran-
do, que o seu lim l'oi nao augmentar a despeja pul.lira ,
oque SC consegua com as suppresstH's que ti artigo
propuiiha c no que o publico nao era prejudiesdo,
por quaulo pelo filie dista respeito aos cirtt; gies as
suas fuueroos passavao para os delegados do concelbo :
(JUantO caldo ira tle obstreticia, que asna iililidade era
para comparar com a que resultarla do concelho, por-
que apesar da reennbeoida habilidatle do professor a-
quell.rs a qiiciu elle huta tle leccionar tiuh.io tanta jai-
ta de rnuhfchucutos nccc.ssarin.s para o ctmiprcliemle-
rem que iodos os rsforyos dcile professor, erao infruc-
tferos; que por rouscguiile 110 iiiteresse lia repinaran
In pitipian professor elle piopunlia a suppn-ssiio es-
perando, que a presidencia na it ruiacSu do concelho ,
tlteiidcria aos seus vastos coiihecimeulos.
O Sr. tiyueirciio. Kiisteula a ana priiuiliva opi-
nlao
O Sr. BupIMa : Opina no mesuro sentido. Duen-
do ver a ncei ssitlatle da c.xisleuci.1 daqiiclla cadoira,
ei.ino meio tic inelliurar de algunia furnia o mal que
prnvi'tn ta ignorancia tas pesios que so oceupuo gi -
ramente duquolla arte.
Juh>ada a materia discutida lie approvado o artigo,
salvas ns emendas, sendo approvada urna emenda du
Sr. Mai ii I Montelro, c lieandn empalada a volaran ta do
Sr. Figueiredo e regolfada tuna to Sr. Taques para
litio sei Sllpprililido o lugar dr ii. urgan da cmara.
(I Sr. jiii'iiilent : Ha paraorthiii do da ta sesso
si giiinto a uiesiua que vnlia para boje c h vaina a ses-
so iKra 2 limas o lucia.J
que
quaudo Tur mislcr, acerca dos variados pontos da tur-Icoucolho teiiiquuulu ao medico to miiui. ipio da ca-
dlcina legal, que fueni debatidos no furo, como por
rxeuiptn, etn i aso, de aborto, lufaacidlo. vl.il.ilidade Ju
feto, alliei.a o, iq.hvxia. iiiveir-nau.ei.lo. e mitins, n
ti ii i de esclarecer a jiista e dirigir os jui s ua ap-
pHcaeo das penas.
l'.s'i. TaeiHei: Si. presidente, ni maudarri taui
l,rm urna emenda, para que se sujiprliuSo duas partes
do ullitno nirinlirn ueste artigo que tlii: roaiopoi exem-
pln. lie., porque lia man ira por que est rodigida tsla
parto du artigo, como que se liinilao as fuuccos do
pilal por t iinse-uiut.- a tle laraco lian piejutliea
" Sr, Mariel Ifuleira ; Sr. presidente, a emenda he
suporllua porque repito, quaulo ao concilio, ello liau
esta em contacto eoiu pi sso i alguma e qiiauto ao me-
dica du lll 11 ii i, i pi elle s euiiqu eheiide n.ip.il iv r.l facul-
fqfiftu e-te termo abrange tanto >.s.....dtcos como os
limrgidrs i logo nao ha iiecessidade de mais declara-
[<> : vi.lo poli i oulra as enii udas, ]inr extemporneas.
o Sr. Taques : Sr. prrsidoute sorel breve ; eusei,
tur a palavra fueullulieiu abrange mdicos e elrurgloesj
concellto, nao Un- dando Intervenaao em materias ci-| mas cu. aue lhlto obrigacaa detln- aos termos de mus
veh, Visto que os i xeinplu.s uue se auootau perVDCCUi ::;>".'i- seniprr i mesilla siguliearo ; Insisto na declararan,
direito criminal; o como ou acscio ci: :o. '.co at-sioaoM he eoiuprchendido w medico do muuicipioda
iijaa JUStica n a apreri i.;ao dn eil. ello civil, qne o COII-IOUpKal vi-lo que igual d-elarae.io j.i sejiilgou neces-
soihn e enctlrregne de esclarecer i ju -"ea tnu., ..i a-
valiacao dos dolilo! como lambeju u.\ apreclacio di
factos jurdicos rrlathros aos diroltos do eldadiio, sobn
os quael be neeessario consultar a uiedieina 1< gal, pol
isso mandare! uina emenda para que se supprimjio es nho de suas func(oes vilician Figieirtdo
tas |ialavrasa que me n lili. | Uespuiatla, c entra ciu discuSSttO.
aria no in. sino piojeeio : voto pois pola emolida.
I.ce a si guinte emolida :
i. Nriihuiu tos membros do i onselhn dr salubridade,
ni mus delegados lein nli ilmic.io alguma no deseinpe-
srssIo evi 2'.i me xiMiconc I84r>.
. I'resiilrneia dn Sr. Pedro Ciicaleunli.
Ao inolb tlia o Sr. Secretarlo fas a chamada
rlficacsiarcn presentes Iii senhorrs depulados.
I) Sr. /iic.tii/eiKctleclar.i ah ra a sessan.
O Sr. 2."' stcrelarin lo a acta da sessiio anterior
be approvada.
(i Sr, I." s.rrelario d.i conia do scguiitc
EXPEDIENTO.
(i dipli.ina do Sr. depulado supplcntc I.oiiienro lli-
seria. Aeommissiiode poderos.
Um olliuio do Secretario da provincia, participando
cslai pacificada a provincia do llio tirando do Mil:
reei liiiln cun, cspeii.il agrade,
lluirn do un sinu secretario, remetiendo as postu-
ras addicinuaos da cmara desla cidatle,.que Ionio miel i-
naiiieiite appiovatlas pela piesid ncia pulidas pilo Sr
l-'raufisco Joo : para a secretarla,
tli.no do.Sr. depulado t.ustudio f.iiiin.iiaes parli-
cipando que au comparece por tlocnte : intciratla.
Igual p.u licipa.-o li' o Sr. tlepulado Abren e
I.iina.
Din loquei inienlu do padre piel'eilo da Peuha pc-
diudo que se consigue una quola para coucliisao tas
obras du hospicio : a cunimissudo uieaiiu nln.
Lc-se o si guinte parecer da coiuiliissfio de con.ni
ci e rtes.
A cuinmifsflo to agrirullura, eommercio, &c. londo
prestaiio o llovido aproen bou projecltw, n. 3 do cr-
ranle anuo e fi do anuo prximo pausado, depolstta
reconliccor a Iraiwccndcncia da malcra, soja consi-
derada dolinixo do ponto de vista .scieutilico coi
tiuo nos ltimos lempos tem sitio tratado o processo
to assucar, que muis aprupriado soja para menos
alterar i pureza do caldo da ratina; soja pois que se
considere como tos ramos mais Importantes de nos-
sji agricultura o principal fonte das lleudas Publi-
ons Provinciaes, indo isto reconheca a ComniissAo
a itili'ijiiiiiiiuic- deslas l'oreiis para lioiti (Icsoniponliai
o ili'senvolviiiieiilo do plano mais conveniente a uli-
lidade publica. No volunto fot-coso lie que ella, om
cumplimento do sen dever, venba apresenlar o lin-
oto do seus Irabalhos,que, posto oslejfio longe do
preeneberos ampios tlesojns da Commissfio a res-
peito, ao monos sera linm eslioro, quo oxposlo a
salieiliii ia e patriotismo do to Ilustrada Assetnlilea,
possa mala nerfeitaniente scrcorrlgido tr ampliado
ooni isillitslrat.'os que olla julgar neoessarias. Ac-
crost'oniando que, com quanto muito louvaveis se-
jiio as boas Intencdes tos autores dos rofcritlos pro-
jectos em se OCpuparem de litnn olijoeto de tanta 11 t
liilailo, ajla nada piide rolherdo projecto n. Ifi, uiio
s pela abslraooflo com que esta concebido como po-
la impralicabilldade de sor exacutada alguma itlc
til que por ventura netie se ucltasso; no entanlo
que o de ll. 3 to crlenle anuo foi summamenle aco-
Ibido e ampliado, como tiiellior pareceo a tiommis-
silo. Finalmente a CominlssuO ententle que o olijec-
lo do iiiellioraineiilo do labrico doassuoar deve oe-
cupar a altencilo dessa Asscmbla; pois*que seu in-
difTcrcnlismo liar O anitiquilnmenlo uo so da-
fonte mais perenne tas nossas i iqtie/iis proviocjncs,
oomo do ramo mais imiiortanle tle possa agricul-
Inra; vislo que o aperfoiooamonlo, A que tem ehc-
gailo na Europa esse fabrico, teto sido accolliido
por linios os lugares ta Amrica mulo se cultivan
(atinas d'assiicai*, em quanto nos lalvtv por falta
de eapilalisliis eniprelieinloilores nos acliamos esla-
oionarios: isto nos tiara cortamente n regeicnb pom-
pleta de nosso assiicar no mercado ; o que lie porto-
dos os Estadistas reconhecido, cj por nos em glan-
de parte sentido; por isto que, se oulr'ora eramos
os nicos ou principaes fabricadores do assucaf, a-
poiiidos nos recursos da foitilidaile do nosso solo, u
nodos bracos a trica nos, tle qucdispiinlianios, boje,
gracas u destreza, e u ardil commoroial de atgumas
naoOos ostrangeiras, lomos iulcirantonlc sido priva-
dos desses ineios; poiquen industria eslrangcia ,
melhoraiuloo seu producto, olevu-o o estado de pre-
ferencia, que nullilioa a vaiilagem que Ionios da
maior fertiTidade to nosso paiz ; a qual va i tlodia
m.dia decrescendo, maioriuonle as proximidades
deiiossa Capital, pela assuliiidade do Iraballio Rem o
recurso darle, que ajude aos esfurcos da na lu reza
na conservadlo >\<' Ierra humus, tornando assim nos-
so producto agricola inais dispendioso pelo transpor-
te om hum paiz sem estradas nem tos navegaveis
que l'aeililcm os meios de connnunicaco; e linal-
tncnle os bracos africanos nos loro hitoiranicnle
corlados, sem que al boje otiorerno nenliuin es-
for^o tenlia em pregado para nos ajudar no abando-
no em que nos po/, no eniattto que os iniscros ngti-
ciiltdics e coinmorciantes sao lembrados somonte pu-
ra as continuas contrbuicocs do Estado: por tmo
islo enlende a Commissflo tlevor prupr a esta As-
sombloii o seguinte projecto de Ici; o qual, posto que
foniprclicnd huma medida incompleta, por nitn ser
O apparellio lodo que montara a quarent cotilos do
ris, por islo que comprolicnde a nioenda cop onlins
aperl'ecoamonlos entre s relacionados; masa t:otu-
ntissfio, recatando sobrecarregar muito os cofres
provinciaes, bc absten) de ludo reclamar, limltan-
do-se apenas a cousas mais indispoiiMiveis, o que
SflO entro nos actualmente desconhocidas ; (icio que
B (.OmmissAo, &< julga que essa Asscmbla, reco-
uborcudo os verdaiioiros inlercsses desta provinciiu
tleve adoptar o seguinte projecto de loi :
A Asci/ibliia Lri/isltitira Provincial ae Peruamburo
Decreto,
Arl. l." O Presidente da provincia lie aulorisadon
comprar um appareiho de fabricar tissurar pelo svs-
tcma ilo vacuo, e de clleito duplo, segundo o me-
thodo ltimamentesperleicoado por DcrosneS Cail.
Arl. 2." Oapparelho uo oonipicliohilora a nioonlla
para oxprctner as caimas, e nem o iiieclianisnio dc-
pendeuie para o fabrico do carvao animal.
Arl. 3." O apparollin sota de pinporcoes de prn-
(litzirlio arrobas dcassucar, purgado om 2i horas
de Iraballto.
Atl. l.u A acquisicodo appatcllin t niiipi'olieniler
innn ou doiis iroclores, sullicientemente habilita-
los para fizerem marchar o procesan desde oassen-
laniotito tas machinas, e todas as 8tas dependen-
cias.
Art. 5." O Goterno contratar, do renda, com hum
mi mais croprlctarlos de engenhos o assentamouto
da machina, para entrar om exercicio, piolet indo
aquellos que mais vanlagetu) ollerecorcni a ulilidatle
publica, o economa dos corras provinciaes, sobrejts
segttinlos bases:
^ I." I'oncorrer o rendeiro com a dspeza necessa-
ria para inonlara machina, c enlrcter osen servico.
2 Facililar a djyulgacio do processo, c mcciu-
tusiiiu; nao so ailniiltinio as pessotis otie < quelrao
aprender, como forneeeivdo untos os csclnrccimcntos
que doli so exija para o mcsino lim.
Art. li." O contracto sera l'cito por tres anuos ; lin-
dos os qiiaos, oGoveruo podera ronlractar avenda da
machina, com quem por ella maior proco der, de-
vendo preferir aquellos que a tiverem assentado,
inda 2o por rento menos que os outros concurran-
tes.
Art. 7." Para se oll'ecluar o contracto do rentlfl do
u t. .">."so procederao a editaos por.iodiaa publicados
pelas l'nlbas publicas ; lindo esse preso, os enipre-
liciidetlores ipiesontarao suas propostas escripias
e assignadas peanle i Thesnuraria Provincial, dt-
pois de lialiiiiiuilns para conlractar com a fazenta
publica, segundo as leisoni vigor.
Arl 8. As proposlas soro, dentro de 8 das im-
prorogaveis, discutidas cuite o Inspector du Thesou-
raria l'rovincial, o Procurador Fiscal o o Ijigonlici-
ro em Chefo da provincia; e depoia levadas ao co-
itbecimeiilo dO (invento eoni lituii relalorio, e n.jfti-
zu delinitivo desta junta o o fioverno dar prefe-
rencia au que mais satisdzcr a tlist osico do art. 5."
Art. !." Quaudo livor lugar a venda sc;;iiiuln o
dispo.sto no att. 6., se observar ludo o que esla
determinado nos dous iris, antecedentes, sendo po-
rm os editaos por (iO dias.
Arl. 10." lis rendnosdovorfio ter o maior cuidado
e zelo na consorvueo da machina, e devenid apre-
soiilul-a, no lim do irientlaniento, crranlo, o prom-
pla conio a recoliOro, sol pona do multa correspon-
dente ao daino causado, imposta polos meios l-
gaos, quaudo por sua otnisso tiverem arruinado
i machina.
Arl. II. Fica o Covcrno aulorisatlo a despender
alo 38:0001000 de ris para a compra do appareliio,
o inais despezas de son transnorlc, segundo o dispos-
to na piesentii le.
Art. 12." Ejcio fevogadas todas asleis o disposi
cocs em contrario. Paco da Assoniblea Provincial
de Pernambuco 27 do Marco de l.s. /;. Bhrrelo
Francitco fuAo C. fin Ciniha. Cosa.
Foi iiiljiido objecio de ileliherarao o mandado Im-
primir.
lie tambeiu lido o.seguinte parecer:
A cominissao de constituirn e poderes dopois de
ter examinado o diploma de supplente, o Sr. Lourenco
lliserra, o aohnii conforme com a acta geral. Assiin,pois,
be a comniissao de parecerqtte oniesmo supplrnle tome
asseutu. Saladas coiuinlssurs 28 demarro ilc lS4>,
Herpliila,Figueiredo.ScbaslUa do Iteao.
He approvado,
S;io iitimi-ilus os Srs. Atoiaiidre Uei nanlino e lia-
bollo, para iiitioiliulreiu o sr. ueniiiaiia.'ue,enni as |'.,r-
inalldades do costuinc, presin juramento c toiuuii as-
sonto.
or.nr no nit.
< onliniiaran da diseuss.u. da emenda do Sr. Figuei-
ido ao projecto n" 8, artigo l. cuja votaro lloara em-
patada cni a sessao anleiior.
Nao Iiaveudo quem pedisse a palavra, foi posta a votos
e approvada
Kutra em tliscussao o si guinte narren-:
A coinniissjo Uo legislaran oenois oe ter e.x.uninado
cun lodo o i uidado e aiieucao a iiiiirm ,.is de .' de ju
uiio de 12, iusiriieviies uue reein itnaervii' ao corno de
pulira, c que tinao siiniucuiaiu a BDOrovacao tiesta c-
mara, he de pancer que se auouuui ns dalas iuslruc-
Vtiis, menos na parle que au rcspeiio a qiialilicaeao tos
eilines, e ao JiroccSSOpara a imposieao lias penas; por-
que nesta parle lie inais priloilo o tinbalho to Sr. de-
pulado Barros Cavalcaull; pola licite os criines esnio
mais boui tpialilicados, as nenas in.iis nronoiciouadas
aus dt lelos, c o processo com turmas mais scuuias ]ki
s
MELHOR EXEMPL/i


r
la a cflcclividadr dojuslo caMigo Sala das sessors, 18
(1. marco di- tt-.llaplitla -Malinos. /'. J. Carnti-
ru d.i (uiihii. (Coni rcsticr.esjl
" Ac. /nii.nVrn Jo,: ; i oran a*sjgiir o parro r que
se ai-ha iin diseussao com r.cslrlrr'tJoH, lindo ilo algiim
mudo obligarn (le clorar os ndicos justilieiitivi.s
dess mcu voto, dcssa luinha assignatuia.
'I' mi lulo otcasiu di |,i i ssc n gitlaniento olliroc-
lu i-.nin projeelo p> la nubre di puiuiln, oSr.> MarrosCa-
va h -un, e.compulsiil-o pom oque>xlsia, sent a nrcrs-
nlaquo liavia de se formular de ambos mu
competente, que divessc nrs
projeelo
oslado entrar em dte-
oussao; mas. como os mrut nobles ......paulnos moni.
bros Ua cominlssuo tipposrsscm, r|iic rtsr traballio lo-
mara gr.iiide,rajiacu de lempo, c que coiiriulia apro-
vi ii.a! dabaUo (rito; uo podanlo vigorar ornen pcu-
SliuuKu, isSij.|,r coin rcsti 01,01 s, n ivando-mopara
lia Si glliida dlSCUSsaai presentar 04 miiilias iiloias. Por
Cimitiaulo nada mais teiilin a nrcrrscrular.
O.Si. f i./.i.i ; Sr. presid-ule ni nao'posso dar
<> nii'ii voto ao parecer rui lodos as suas parles : qiianto
a pn Icrcuci.t (|uc o parece* dl, para quo entro rio dis-
Hss i., o prtiji, lo dn Sr. Podro Alcvandrinu conFor.
un-iue lulcifamcnic em ella por isso que 0**0 pro-
ji'oH un' parece uiolhor desenvolvido doqur esses arli-
Kofqnc se achira ntei lacados no rcgulamcnto do"2 d
Jiiu.io do4-2 c Hvp mesmn ooeasio di' combinar o dilo
piiiji iio cun iirogulalnedto quo l'oi elaborado pela pre-
sidencia c na.i posso doixnr do iipprovar quasi com-
pletamente o piojillo olio neldo pelo Sr. I'arros Caval-
ihIi ; porcui, Sr, presidente a toinmi.ss.io de consti-
tuirn, o anuo pascado, harta proposio a approvaco ua
pille i nal piso rcgiiaiUl'lilO da presidencia c ipi
qnanlo nos mitins capitulo* nao era isso materia qur ea-
locosso de approvarao da Assemhhia porque ora ob-
jecto rcgnlanieitl ir e de administrarn para o que ora
sullii ionio a anlc ridailt' da presidencia que o alterarla
quaudo ujlllgasst- eonvenii uto : ora ru fui un dos IllOIII-
liros dess.i oinniiss.il que euiilli o parec r dt-baixo dos-
las ideas au posso por lauto approrar o parecer que
agora se dispute ein quinto quer que soja silbmcltido
a diseussao o irgiilamonto da presidencia, na paiti
que n.ni dl respeiios peu is, nolaiido do passagom qui
me uie piirep harcr algum equivoco no parecer dacom-
lllissno porque a eumiuissan di/ que sejo approv.-
das depnls de diseululas as instruoiYics da presidencia
acerca do corno policial, c que ein qtianta a parte re-
lativa pi'iialidaile o jolg.imouto que dovo ser prele-
rido o pioj,-cin do Sr. I arios l.avaleanii ; dio que lia
algum equivoco lio parecer porque llvese disliu-iiii
o i'i'uiil.-uiipiiio ile i de liinlio de \i das in,li ueiiic- c!.i
mcsina dala visio une o rrglllamPiitO eouiprelien.le un
eapilulo de penomade c diversos captulos rejallvos
aduiInUlraco do corpo e as insiruerisque mo d.i
mesilla dala oque lorao uosias oi^^M'eu^'.rt sao c.\-
Iraliii!as do iiiesmo i >'^ijMM|^*^7,.in ouiuiire-
beiideui a parle penalJI H^euuiule nada tem enni
o rcyul.iiiicnlu. M.isTrj^^Rssao quer ipic se appro
voiii as inslinprries iiiein^^rqi.'irlo penal o ojuluainon*
lo, o quo nao est iris :is(i iiccaies : a ililiercia qne
l,i enlie isis iiisiiui i.es e n fegul.....-uto beque
CSIC conten a materia d lipidias calem della dis-
posieis pon es relativas ao proeesso C execilfo da
senteie;,! do corpo policial : lia pols mu rquivo 110 |> t
recer quo devera di/.i i que se appiovassein as ins-
IrucfoTes de 2 de .Inulto que a presideneia tem Hi-
lo, e qne se approvasse u prolocto do Si. llanos.
>ao posso pnrein M-. presidenlo, apoiar o |-,aroper da
pomiiiissa|i, como j.i disse eiuquanto pretende queso
approvein as iustrnccOes do 2 le .lunlu, di 1844, e o re-
(.'lllamoillo no que niio espeila penalidade porque
nao lie m noria que e.\iji approvacio delta asscmbtca i
nao se trata inais do que, il.-si nvnlvendo a Icpslaiao ,
marearas relaei s (lo oorpo policial coill oiweriilo,
i'oni as autoridades ole., niaieria pinainento regula-
110111.11', materia que pelo aein aildieional di ve sor pro-
vida pelo presidente da provincia e nao por esta as-
Kcmbla, porque auatureta dasfuncfdesdo corpo po-
licial o sen Rui so cousas que cstao estaboleo.idas |ioj4
Ii i; por rouseqiii neia prrtencem ao presidente essas
illriliuii;iies p nl a ass'inlil.a ; o l'oi por v>o que a
nrosi-loiu'la mandn por ein cNiplifo as instruonies,
luns iiAn n regulaiiionto no (To cnniinha parle penal',
porque isso nao .. centro; e n polioia anda bojeso
rege por nutro rcjjulaiuenlo iiitqo, Mlil de.-ta laiii ,
anda tenlio iniiia para nao adoptar o parecer da oom-
inissao ratgu que iullue pinito lia uianeira, por que (o-
nho de dar o ineu voto o vi ni a seo, que nao posso ap-
pro val' estas instriccAcs poique ssaebo mal coiubi-
ni'l.s; as iiKlriH'v'Ars la', ni iui:i eiiiiini'i'.ii;:io limito
l01lj;a o eoiil'usa d is atti l,u; m' s i|Ii eot |io polo-ial re-
t i ni em algn* paragraplios atraillo que se acba enm-
prelieildido em parngr apiras aniel ioi s, oslan misino
concebidas em bilma lingoagcip que niio lie mullo con-
veni'iile, ou que nao it de aetiudo pon a nossa |p.
islarao geral criminal, pon quaulo bijiiu algniuas dis-
|iosiiti|'s milito i "uveineutes tomo por OM'liiplu a
disposiiao que estilo leee t|llc o eorpo de poli, a lo
iihiigado a vigini' na segnraiifn publica, observaros
ciiuiiiiiisos., lomar notas, e''sclarocimoutos a-liiudo
eniibi uereui-sc os doliuyiu'utes'j m-la parlo tu aebo a-,
iustiiiei;ni's limito boas, cdiplnio misino, que ossa.-
tllsposinioj nao sijao mais alt inlidas na pralica i
que o corpo policial leulia sillo i:o desviado do flu
ii i. sua institiilejlo d' lorie que boje Falla notrlliuiiao
a prova uooossaiia para Cn m punidos os m.iUVilnies .
prava iiiie a polica poda Fornecer se nao loso des
viada do sen lim ; mis acontte asim porque roal-
nieiilc coiii quaulo o corpa do polica lonliu muilo
Inii na n iitlo ta pioviutia, |n 11 mamila, por
que tem susi.ut ido a cidein publica canilludo nao
posso tlivar de lamentar que elle oileja desviado das
:i is piineipaes I'iii i nrs.qu es asile investigar os eii-
nies, e os ei iniinosos; o corpo de polli : i osla boje eon-
silerado tomo para apparecer as gramil s paradas, co-
mo para ostentar urna gramir hrf para nianteraor-
tl 'ni publica; mas nao se uve upa coin a avrrlgnaca dos
rmese lomar nota tos spus autores, quaiiilo este lie o
lilll principal c o' mais til que podr: i pn beneber O
i arpo policial Ku vejo que o corpo tem mu eommaii-
d.inte (listincto, que tem todo o /i lo pola disciplina
ib lie, o pelo il, seiupenho das su is liim .es ; mas din i
a i lli la nutra ve/., simo qucocorptl lOllla sido desviado do
ntii da sua posic.o. Anda loulio mais oulra raTtiutiara
negar a iulnlia approvat;ffo ;is Instrucrdoi, c lie polo
I miro roul icio. Pin que di iva n corpo coin as aiilorida-
dis poli, i.us; s, r tal. / una vantay ni que o corpo
lia estoja niiiiio tibordlnado ao rilen* de polica,' dos-
granada monte, talv./ inesmn tenlianuis il l'elyar. que
inrpo policial'nao PSleja de liaivotla imanliita din e-
i o do olile de polica, que tonlia al de l.i.er opposi-
i_.,o a seus devancos- mas. Sr. pn slenle, tu nao dovo
considerar as cousas iiosto piuitu (bvo considcial-
as do bahn do puHIO que lie mais ooiif'oTiao ooma llti-
liilade publica : niiiuiiom que coutircc as liineros
d i autoridade policial ,i-,s ,|,,,. ,|,.vc. (,.,- porpo
I olicial tlci>a ilf reoonbrcor que este corpo lio li-
ma li.rea que tleve estar imnieili ,i imonte tlebni-
xi das orilcus to obele de polica, e seus delegados.
Ionio, Sr. presidente pdela baver polieia inli, i.u i.i,
qiiaiulo a Forra policial c-i aclualnirulo desligada do
ciu le de pqliaia o stiis delegados, o inmediatamente
subordinado ao preildoiito ? Oeliofe ito [elicta quasl
que nao tem inlhirneia lio Corpo, apparetee-le inetin
veniente; o regulnmenln to corpo policial lia partead-
niiiiisiraliva deven subordinar u corpo no rin Fe de po-
lioia si us ti. I, g.idi,s, o i oiumanilante dt \, ta cuten-
do r-so coin o obele de polieia, uaquillo qur llil .sprilo
nos i-rmcs, e aos Criuihiosos, e ans meios iioccssarios
para conseguir o H|it das suas rncciiei. O a'iiigoS. d, s-
as nsiiueror he sobreinaneira liicnjivemoiile, e o
iiiosino digodr ontiosartiuoteuiAib o 39, olM), ote., qne
100 tiesta man ira concebidos (''"> ; rsle artigo 00 i -la
mesmo li'ua ta nossa legislar.io i riiiiin al, pirque (lia
que qnalipirr individuo do corpo policial l')o pDSM
prender si au un caso de flagrante, de ni.un ii i que um
toiiileiiiuatlo quo se evade das prisoes, pat i sol presu
pola polieia precisa de nina o'rdui da mitoridule eom-
M*tl'l le; no iiiosmo caso i s|a o 01 ligo qne l'.ill i ,\ rebrl-
Hno, ito; i or Issojulgo mais coni i iiioute que se appro-
\e a M'guiulc cuitiida : Ouc sija soiiicute siibiuolli-
do adlcutlSo o projeelo ofl'crot ido i co Sr. Barros Ca-ifeudo rm prhuriro lugar que moadiiiirei muilo daop
vnicaoti, coin proForenciaao regulainonlo de *2 tic iiulioj positao, que O Sr. diputado, meniliio da coinniis.-o
de IH*i2 na liarlo pial relativa ao julgaucnto. iri ,is minlias ideas, poique, tcildo elle sido inouibro d<
(Juairtu ao Ufis votare! por mu ai ligo rm quo so in-
dique pn miIoik ii a ni coMidatlp ta rtTurma il.iqin lias
inliueeocs, no sentido quo rspux : veto contra o pare-
cer
O Sr. Cpltn: Sr. prrsldrute, o parecer da coin-[nio, "din i que be principio rccoiihrojdo t|ii
lar poilonce ao poder psecntivo
i7-ae. uapiuin: m. prrsitionto, o parecer da cotu-iateo, duu ,
inlss&o trm sido tacado por todas as partos, de soiielbe regiilanirn
quo i u mesiiio nao Sel so alenla a exlgi.idudo de uiiiiliasfsru delegada ;
eoniniissao do anuo passadn sustt nlou assignaiitlo o
parecer que ossa coniuilssflo deo, as ininlias idi'as;
aqui esta o parecer lonccbido instes tormos (no.)
Sr, preside, como dovo lundamentar a.muba ojii-
0 que
ou a
Avisos inarilimos.
Forras pndi ni desenvolver o un u pensamrnlo, riltro-
locao a lodos os lados por onde o paixoor l'oi Combatido
ITinu ir.nni ule FalUrei do quo disse o nobro collega
inciubio dasrommltsao, que BMjfifn opsrteer coin
icslricfOos. >r. presidente, nuuca l'oi da Inleneo da
eoiiimissao, iioin da inhiba, que o regulaini nlt'i Fosse
votado em globo; hei de volar contra, so tal ai propo-
ter votaf o ; ru quero quo a voUteSo sc| ortigo poi
artigo, insta discuss',o o ineu colloga peder extremar
o que l'iir lioni, do quo lor m.m. o apiosonlar as emolidas
que lile pun ccreiu convenientes, isio be o mais prolieuo
inoio, para que o resultado soja lioiu; acbci-uie nos
inosuios ouili. nacos que o ineu colilla, o reeouluci cjnc
lano o projeelo, como o ripnlaiuoiito tem lioasdisposi-
Cdes, mas nao podcrcl aqui apre-rnl.u as razos, quo
tivo para dar preli renca na parlo penal ao projeelo a-
prrsrnlado polo Sr, l'ooro Alexandi ino; lombro-iuo ape-
nas de urna ; no rigulanicnto de te tratando-so da qua-
lileaiaoilas Injuria*) o das calumnias tl/-se, que o sol-
dado, que Tallar mal do sen Mipcrior si r punido eoni
lal pena ; nossa parlo o reguloilirilto do illuslro dcpii-
lado paieoe-mo ltala polifilo, lie obra mais cumpl la ,
porque CU eutondo, que na cspliera juiitlica lodo o lin-
'" 'ii tem ilireilOii sua repnlai'o o Fallar em'desabono
de outio lo mu crime so he um Mine atacar a irpu-
tarfio invadir essa cs|ibera jurdica, como poder con-
ceiler-so ijue o soldado, quo nao est em guarda ou
destacamento posea Fallar do scu supi rlor desacri rtilab
q, assassiuar o sua esislcncia uioral ?. isio nao brpss-
sivrl que se conceda tanto mais, quaudo se trata de
mu coi po amule o elemento mais pecinoso be o da insu-
lioidinaiiio. Ksl.ls o Otilias la/oes me obrigro a ti ir
pn l'ereiicia ao projeelo do Sr. Pedro Alexaudiino to-
dava reeoiibei o que esse outro projocto on rrgula-
iiieuto em ou ti a parle conten dispvsi{des bollas, emes-
llioalgllllias na parte penal; mas roservo-nic para na se-
gunda diseussao aproseiilar alguus arligni addilivos o
que nao era possivel que a coniuiissan iilCSSc so nao
orgaiiisando um projoeto novo o que lmbelo nao era
possivel atienta a oscacex do lempo, porque le exigi,
que coin prossa a ooiniuissSo dsse a sua opiniao. Ago-
la responderoi ao oulro illiistre depulado que Inipllg-
uo o parecer pelo lado da hteompeieiiola oa aasenibla,
Beba O llieu nobro colloga que o assonlo da nossa ooiu-
pelencia para legislara ti rea desla especie, be o artigo,
que 1109 da o direilo do lixar a luir policial prcccdflldo
pioposla to presidenlo o di/., que linar a (orea nao lio
dar regulailieiltes : awilll be. Sr. presidente, nciu sao
precisos grandes csliu rus de ra/ao para coinpi olu lder ,
que livar nao be llar legiilaiueiilos, noli! cslabcleecr di-
reitos e obiigacoos ; mas alguuias altribuifAcs baque
veiii do poder compeicule como por mu torollaiio ,
ionio por urna oonsrquoncia (inmediata qiioui Olier
O lim qitor os lucios a assembica tem o direilo de li-
var alona, apiesenla-se nina Torra que lie.....com-
plexo de boinens COIII anuas ; m is oque laz-iii estes lio-
meilS? aqui est o direilo do livar a liirr.i, tra/omlo eli-
mo i'i-nscquciif i.t n diroito do orgauisar ', porq.....u mo
posso ioiisitJor.il essa Ftiiea dispersa ; poique enlan luc-
IborTia, ifcio mi c.vislisso, porque slrana ouusaoeo-
Fre provincial, SCIu lia/i r proyoXtOalgum, oniosinonau
sii mo tbi vanlageni, mas o i a iiieonvenicnles ; poi lan-
o to direilo de lixar una Forra resulla o direilo de or-
gauisar ; mas o quo be orgauisar essa linca ser reu-
nir esses domen* tlar-bV o direilo de obrar sruuudo sua
volitado? por corlo, que nao poique sso lie mais pi-
ngoso do quo a mi tor ; aqu osla o diroito do pstabele-
oei tlin ilos o olu gares ; oiuom apoio da inhiba opi
lilao vconnis exemplos j seguidos em outraa provincias
do imperio; a llabia, oollio de Janeiro poruioiodt
suas nssemblas prorincihes doran rrgul iiiiciitos bol
ca; logo anu e*-i-i mairt jt |,i.i rosjionder sduvllla
do M. ib'pulado a quriu uie ti libo rel'eritln
l'assarei a responder agora ao onlin Sr. depulado ,
que se assenta deste lado o que aceusoii a coiuniissliu
por dar o scu parecer ein opposicao ao parecer da ooui-
inissao de couslituicao do auno passatlo ; esta conious
sao, qlicm piimeiraiucuie loi rcn.ruido o regula-
iiieulo para dar o scu parecer, disse que o quera rc-
t'ul.iineiilar nao prrii liria a esta assoinbli'a ; mas, que
ella podia legislar sobre oquerrapin.il: n spritoa pe
nalidade, susli nloii que a assoinblea ora coiii ptenle
mas oque era riaiiilainoul ir que nao ora da poiupp
teucia desla asseuibl a ; mas segundo o o.litio poique
s o.vpressou aebo que sustentado leon o parecer da
tonunissao porque rcooubecondii o Sr. diputado, qui
nao beihi coiupi (enca dista asseuiblta legislar em re.
gula.ni utos na parlo administrativa enirou na diseus-
sao desse regulaueuto uessa uiesiua parte uoiaudo-lhe
lllllilos di Tcilos i- delrilosoni ptintos oapilaes eoiuo ptu
eM'inplo a sua rolaran coiii as autoridades policiue* a
sua Tiniiia de proceder na avcrlgiinco doicriiues, ele,
Islo be eoiibeeer, que elle i ra tloleiiuoso que desviara
ate o corpa do flu da sua instituirn : ora sr o regula
lliento esta tiesta lu na pulque nao discut 1-0 e mc-
Iboral-o ? Sr. presidente ou voto anda pelo parecer ,
queassiguci, c vol para que a diseussao to regula-
ueuto sej i artigo por artigo.
O Sr. iti'/iiii : Soroi niiiito breve : o nobre dpputa-
do que me pr"oeib o, niembro da coininisso de legis-
Iscaoi o niembro tU\ coiuiulssao de coiisliluico to anuo
p.issado, elijo parecer laiubeiu a(iroseutnu uesi,i casa ,
ja tlnnoiistrou sullieiouleuioule como osla assoinbla
be compoleiite fiara legisla? em lotloi os Sentidos a cerca
du corpo de polica, o parece-mo realmente que raja*
direilo da asseiubla be iiiiniostioiiavol, rile poisse
encarregou de sustentar esto direilo, porque elle be a
base da nossa diseussao, nao podemos dar um posso,
sem livar acouipelenci di assi mbln.
Sr. presidente, a palana /irur au tleve srr entendida
110 Sentido restricto, porque no acto adtlieional osla pa
lavra be onpregada fui sentido muilo ampio porque
all sr diz, quo as ass.....nicas /.rum as desposas mu
uioipars, c islo nao tjuer dixcr que a assembica mi po-
de entender solnc os meios de arroeadaoao de hupostos,
etc., logo lambeui o linar a Torea policial nao se pial,
entender como nicamente maican o numero de solda-
dos, divo ciileudei-se t oiijiiiieanienle cun o direilo de
orgauisar essa torca da inaiuira que For Conveniente
ordein publica; al porque nao serla multo conforme
que a asseinldra marcasseo numero, c livesse do espe-
rar lodosos anims que a assembica geral li/.osse o ro-
glllaiuoulo da orgauisaro desse corpo, 0 que era m ces-
sario, porque potlondo allerar-se o numero, (le noecs-
sitlado liuba tle allerar-se a orgauisaro ; Islo cwi mes-
ura iiupossivol. Do mais osla iiHelligencla i, ni sido sein-
pre dada por todas tts provincias no acto addlcloual, o
loni em sen Favor a opinin de tlous ministMS muilo
i espoilavis por suas lu/es, o pela inaneii.i roela por que
adiuilllslrriio, nao pono deudo que as assi mbleas pro-
viuoiaos lonlnio mais direitOS de que aquellos que Ibis
eiimpoleni: o nobro presidente da provincia toiitlo dado
o rogulameiito do do junlio renicltoo-o ao govorno.
o por aviso do ,1 i\c ouiubrn de b2 o asslguado polo Sr.
I'auliuo uii elle rrmellido a presFdeniln aiiendo*
se-lbe que nao porteneia ao poiloirrrr.il approval-o ,
mas su as assrinlilas piovineiaos. Aindamis, rin
virtutlo das Icls provineaes da l'.irabiba l'oi cubmrilldo
a junta de juslira do Periiambueii um proeesso folio a
um soldado to corpo tle polieia il'alli, o ooiidoniuado
pelas bis ta provincia ooiiTornic o lucio la designado;
a junta tle jumicn eutrou em duvida se poda lomar
eoubooimonlo daqnello proeesso uo sendo orgauisa-
do na lumia das lois do rxorcilo o proeesso loi rriiiet
litio ao sjfiveruO gerai, este depois (le envido o son oou-
selho, declamo oni aviso de 7 de Jiinbo dr43asslgnado
pelo ar. (ariioiro 'Lean quo junta de juslira compela
tomar ooubociincutu do proeesso do uiauoira que os
dilloroiitos uiioistros que oitoi e todas as assembbjas
leiu entendido a eapecle sujeita desla iorma.
Agora paseare! a iwteuMcto da nimba opiuo di-
os rcgiilainonlos para a boa oMeinodas
bis be con .pon ma do poder cxoeulivo o nao lia \an-
tagom lignina ein pie as assoiubb'as (lesean essa- mi-
nuciosidades. Ostlclalbes da economa de um oorpo .
a sua regulai dado administrativa ectonoiuica sao omi-
sas que nao coinpetoni a lllll corpo tolleelivo Por
ludo islo, o pelo que ba pouco Ove a honra tic e.vpor.
|>olo oonlra o parecer.
O Sr. lliipiisin: Sr. presidente, ou ped a palavra
para tlcli utlcr-iue do urna Incri paran que me Tez oSr.
di potado tleslo lado; peroalleorao acamara, lie corlo
que oam.o passatlo eomo menibrt da comuiisso assig-
uei esto parecer que aqui est {'en,'. Ora islo piitnei-
ra vista parece contradi,.ni, ciu picsonca (la iiiioba vo-
tarn bojr, poroto nao lia lal eoiiliadiro e se lia be
du parte do br, drdutadn.
Sr. presidente, be venlade que os objeelns regnla-
meiilart s. san Halados i niiiuiuinenle pelo poder excril-
tivo pon'in nao ba loi que prohiba ao oorpo legislativo
entrar uestes tlealbes, t|iiaudo Iheppprouver niose
Ibe coutesta oslo direilo noin a coluiiiissuo Ihc contes-
tn disse apenas que a pal te regulatucntat mo tan ca
do approvarao ora niio carece nao be o iiie-ipn*pii
dixcrnao compelo* por cousequeneia da iiiinlkii part
nao ba couti adico, quaudo agora mais bom nliu mallo ou
leudo mi Huir pensado, opino pela appiov.uao da as-
seiubba : o inosiuo nao atontece aoSr. depulado qin
leudo dispensado ossa approvarao. agora nola ncssi
regiilameiito niuitos deToitos: ora para aproveitar as
tuses to ii'.bro depulado para que o rcgulamcnto sai
coin priTciio cu voto pi-la diseussao ilcllc ; leosle
nieu voto.
Kilo bavendo nimiero legal para a diseussao progre-
dir, fleon esta addiad.i.
" Sr. i'iriidiiili dando para ordeni illa ta sess:o sc-
giliulo a uiesma de linjo. levanla a srsso. l'.ra 1 bora
Iros (natos .
CORIIKIO.
conr.r.spoNnKNcm u> clOAM i: piiovinci.
I udo so est iliM-onjum lando |,i pelo l',io.... Tem da-
do o molo na Irtcii-arleriii dos nossos depulados. de ina-
iien.i que uno lia loiuedio quo os Tara Tallar I (I .Millo
aoiuii-sc, porqueponloo a esperanza ti cscolha para se-
nador ; lumloll dr casa, lulidiiu de lugar, o FocllOU o
Ideo, t Rues nao osi.i coi rente coin o historiador
He Minas, porque ()iiiz evclnir os padres..... quo di/
ello, eoirouipein o povo COIII a doiiliina du Kvnnge-
llra.... o barreda esta coma todos e lodotcontrn o bar
relia, que Fax o papel de Itmarl.... i) Continua lodo seoe
(upa no piojillo de um baen [amfiCQ-Httdotltll, o n.io
Me ebega n lempo ICIIO para cuidar da inolbor niancra
de nos linar de lodo. O 'l'icmodor eslcoillO qUCIII vio
ralOi o todo occiipado na Iiirmorla, quo val apparecer
Obre a campanlia ol itoral tos Alegados, O Manigna
ein nao lom mos a medir na Factura de ruieud.is para
por aos orr.uiK utos.... O lirilo esliipoiiiu ; nada di/, su-
mi por letra.... o Moni/, que est coiii o saugue na
guolra, liepnu-sc nos lentos do curso de Oliiula que n
oscdugalboti.... Kmilu, indo val ii mil inaravilhai 1*1
se passa por l, o por ti'.' Fique para oulra ve* a bislo-
I ia do nossas na/ollas.
ro UK IllO (lo 1 OllO.
A'arFoi mirados no din Sil rfo p p.
ilii.i ; l'.ldias, sumaca brasilea A,'!relia rfo Cubo, de
8! toneladas mostr Ignacio Marques da Fonseca .
cquipagcii! II caiga lariiiba de mandioca ; a Anto-
nio llodl IglICS Lima.
\'illa de \ ib nrj ; 1(1 das hiato brasileiro AOCO Olinda,
tle y, tonel.idas ihcslre Joo da (.osla llil eiio iqui-
pageni 8 eaiga Tarinba de mandioca ; a Antonio ilo-
drgiies Lima.
Sanios; 2t)dias; barca austraca l'i rastilla de .'!.'l!l lono-
lailas; capilaoMarcosScrovicb; rqulpagem II; cama
lastro, ordeiu,
Aarins saliiiliis iioSSSMNO rfia,
/(uenos-Avres ; csouiia anuin na nli i irise ; capito
I liarles Mcbolsoil : caiga assiuar o carne salgada.
Maranbao ; briglir escuna bra/lriro iniua eapiao An
Ionio Kerrriia da Silva Maulus; carga diversos -ene-
ros: passageiro brasileiro, Eugeido Mara da l.osta
o l'aiva.
AVirM eulrailnt un lia 31,
llio do Janeiro ; sumaca braxileira Jenttlita, de II& to-
neladas ; ciqiito .loao Ignacio Ferreira; oquipagem
10; earga carne o Tarinba, a (.andino Agoslinbu de
Horros.
tabia ; 2- (lias biate brasileiro .S. Jote Vrnccilor de .'ii
toneladas; lueslre .loaquim dl'Souxa Gomes; equipa-
getnO; cuya lariuha, a Auioriiii tu. Irnijio; passagei-
ro* brasiloiios Angelo Custodio da Cimba, o Joo b.q-
lisia dos Mantos .liuiior.
Rio de Janeiro; 2(1 das; brigne brasileiro Principe An-
guila de 20."i toneladas ; capitn Jos Alvos t arueiro ;
equipagoiii II; carga carne a Aiuorim i Iliiliiv.
Ano'" saludo no mismo din.
(lo (le Janeiro barca braxileira I-'irmiza ; capito .Narci-
zo Jos do Santa Auna; carga diversos-curios ; pas-
sageiro*, I). Ursulina crmruegilda deSoiua e Silva,
brasileira, I lilho menor, nina criada c '1 rscravo* ,
Jos tos Sanios bospanbol ; Jos Jacoioe las-o. sar-
do: Francisco tle aula o Soma portugucx e 2 es-
clavos ; Julio Loi* Jaoqucsson Trauo/. o mais 10
osoravos a entregar a diversos.
ilill.
eapi-
i a Fajo sabir, que em observancia do art. 2
lulo 2."do* estatutos desla academia luridlca, jionlio a
concurso a SUbstiluiclul da eadeira de pbllosopllla o
gcoiuetria docollegio das artes vaga pelo Faliccimen-
lo do s. ii lubstituiu O b.ubanl Maiuuel \\ all.ii o Alai-
Don di marcando o praso do hez mozos contados
da dala desle.
IC para constar inaudri adi.var o prsenla no lugar do
eosimue. Secretarla da academia jurdica de Olud
14 do marco de isi."> 1'komtts, blspo director
'II
Ue,
aiicoes.
2 O arsenal de guerra precisa compra* sapatos pa-
ra soldados, e mantas de algodiio: q.....i lar* monos
livor, couipareca na repartilo do dilo arsenal, s boras
do sru evpodionlo, coin as aiuoslia. r os si us ltimos
prerns. .
O admiuislrador da mesa da loeebodoria do rendan
ger.it s iuteiins avisa aos collecUHHM do bairro do Reci-
, que veuhlo pagar o imposto do banco de 44 a *t, i
os dos bairro* do S. Antonia, tVort-vislac IFogados, que
vrnli.io pagar o imposto do banco C ,.\a de esclavos da
tlata dista n quiu/e (lias, pona de c proceder a evolu-
tivo.
lieecbcdoiia, 27 do mano de 1815. FrontinoXnier
lieii/eniit de Albnquerque.
2 = I) particular do batalbo provisorio do lnba di
provincia do .ara. Mauoel Lu* dos Santo?, qur s
arli.i nrsi.i provincia coin lioeuca, aprosonlc-so ueste
quartoi general quanio untes, a obji lio do sci,,s. y
TIIKATIIO PuilJCO.
B Doibingo O do abril, a benolioio do ( onst.miino dos
Sainos Albauo, e I i amisto Ludgero Rodrigues Cancela
se reprsenla a escellente peca = U Judi remaund
o espectculo coin a eugracada Farca = O Enredado)
I lim apura as S boias c una em ponto. 0'
.'( Para o ( i ata salmo iioslestlias a sumaca l-'etiridir-
lic. (le qilC lie mostr Ignacio Marques ; qneiii lia iiifs-
iu,i quizor cariegar on ir do passagein trate cuiu o mos-
tr, ou coin Antonio Joaquim de ron/a liibciro, na
ra da Cadoia do RiciFo n. IS. o
2__Para a labia sigue coin toda a brevidade a su-
maca .Santo AnUuiiKilr l'adua: quera na mesma qulxer
earregar, tliiija-se na da 'ni/ n. 1."i, i tratar enm
Nasciineulo Seb lell'or kC." M
saja
Le.l
iies.
.'!= Jones l'alou & C, l'anni Icilo. por intervengan
do eorrotor OlivoilO, do varias l'azendas av.iii.ulas, por
otra i a o risoo de quem pertcnct r. e de inuia-, outus | ira
Fechar COIIIOS, tcrra-Tcra I." tb abril, s 10 lioras da
niauli.ia, no sen arraa/.ein, ra do Trapiclie Novo. (
;t_ Uussell Mellos 8t t:. Taro Iril.io, por in(,rv, ntao
do corrotor livcir.i. fle grande variedade de la/endr;
Inglesas, as mais propriai deatemercado, quana-leira
2 do abril, S ID limas da in.iuli i.i, no scu aniiazcui, ra
da Cartela. (*'
2 (juana Tea 2 di! abril, polas 10 horas da ma-
nha, solar leil.io do navio .Vina Altura, v seus per-
lences, no oslado ciu que se .lebo. .i pagar em letras
a largos praxos: os pretendemos pollera dirigir-50 ao
l'oi le to Mallos, piensa do Sr. I.obn. (."i
H-B"
Avisos diversos.
gen;
al. El
[.i-
iiii
\R ENCONTRADO
O l.lll VDOU n. sabio I117. e acb aso a venila na
pina da ludopendeneia. n. O o 8.
1 MI.IIIODODK TI.NIR S CABELLOS K tS si 1 AS.
l.a\ao-sc os cabellos coin Ogoa moma. C depois csft'O-
^o-se boni coiii i laia do ovo batida a lira lia os doseu-
gordurar, depois torna-so a l.ival-osemn agua iiiorna o.
ciando enchutes, molba-se luna osiovinlia ou jiinoel na
agoa do vitlro, inesiuo Tria, o tla-so no^ cabctlos ale que
liqueni bom iiinlbados, trndfl o cuidado de nao delxai
pingar lia roUpfli o para evitar o nao pintar o rosto un-
to-so o dito coin una pequea ponao de baiiba. J'.slan-
dn beni ora bulos eslVrgO-SC o rosto coin moa toalba e
sai-so para a un. Esta agoa da-so nina Ve* por da, C
mili pomas vezes precisa de Ii o/ a qua no (lias. Ailn r-
le-sc que a lavjgciudd ogoae clara de ovo basta su no
pi iie.eii o da. Ksle inrlboilo be o mais simples, o o sen
resultado he o inolhr que letn appareeido. No flu de
quatro mozos ^ la bom dar nova appllca
\ ende-so na na doOuciuiado lobilis.oli i.' i i ;-.
0 moilindo de applioar acoiltpantia os vitlros. (IS
Ilog i-se aquellos Srs. que assignirao seus nomos
na oeoa.ao de reeoboieln cipas pe (enceiii-.-, a iriuail-
dade do Srnlior dosl'.issns do HeoiTe. na scxt-l'rii i san-
ia, para aoonipanlian ni a precisado tloonloii.i hajo
to mandabas eiilrcgariucasa aonde as recebirao.
IDesoja-no saber onde existo a sonliora I clriau.i Ma-
lla da Ti Hilado tpio se eason era abril de iM'!l ruin lo -
quii Jos Crrela, subdito portugucx, o qual so re li-
rn iFaqui para o Riodc Janeiro cm de*ciiibro do mes-
mo anuo, eqiiimlo n.-o exista j cslnscuhoia, So (Icou
alguui lilho deste matrimonio muilo dosoja-sc saber
alguma noticia d'esio i ni beneficio da inoran senbora
Ti hulado ou son lilho so o livor: na I na de Apollo II. IS.
fin casa de Mauoel Ignacio de CNIvcira. "i
1 C0L1.KCIU DA Al HORA.
IV I/abel de Austria Pessailha c su.i prima I). Aurelia
I mheliua de (arvalbo lecitt eslabelecldo Ulna casa de
odueacfio de mi ninas, sol a denoiniiaro de .".7, ofti ,/1
.liirord, de pujos osfalulos o extracto he o seguate :
Admitiera aluinnai internas, imias-penslonislas o rx-
Irrn'ns.
As almonas internas sao as que habitu dentro do Col-
logio, sugcila* a tuda asna disciplina,
As lucias pensionistas sao as que vcem de ma ulula para
o collcgio, ussistcni a lodosos ai los do (lia, i van no lim
da tarde para suas coas.
As externa* sao as que nSmi me Frcqueniilo as mi is do
collcgio, o, lindas ellas, se reliro
O oiisino do oolii gio divide-so em Iros tei les I
1.' Si ira: Rudimento*.
Doulrina chrishia, civil id,oh, hjre*cri ver, contar, co-
ser o Faier ineia.
2.' Si i:ii K'llldol.
.or. oscrevrr, norOes de oritliiuetlca, ditas de
pina, ditas de historia sagrada c proFana unir es
niatioa nacional, coser, marear o bordar.
3." Si ir Aperfeit naim nt i/,-. iludoi.
I.er. aranrai.ilii a nacin,il applieada a an.llvse, e\, r-
oieios de escripia c corrector* ortogruphlcas, exercioios
de y llhnielbica, geographia, hiatoi i i sagrada c profana
universal, historia do Hrasil, bordados a tapete, i bi.ni-
Oo. mal/, ti Troque, limissanga, prata, a miro e ., ca-
bello, lilbar o Tazrr v, slidos e chapeos de senbora.
As retribuiroos sao as ICguintCS, pagas por un tcill Ii i-
nioslros adijulados :
Cada aiiiinna interna
'Jatla luca pensionista
Cada externa
AU'iii das i riendas materia* de cnsii
docoIIi gio a* seguidles :
Llngoa li iiiee/a, lingo.a ingli'/.i. elementos de lin.r.i-
luri. msica vocal o insiriiment il. tiesonbo dansa.
Cada una desla* aulas ser retribuida i m separado, O
pagai -so-lia por
Lingoa Iranccxa
I.ingoa inglesa
Principios gerars do bellas leUras
Sitica vocal o piano
Desenlio o piulla
Dansa
O envoval coin que asaluninas inli mas devora entrar
he o seguinte .*
Ulna cama do vento ; una oatleira: uma eaiva do eoslu-
ra, prvida de lodo o incessaiio ; o niale al iodispensa-
VCj para os osludos, como uuu cseiivauinha. livros. pa-
pel, peuu.'is c caivete mu baln nina aliuolaila de cos-
tura ; mu espelho, com pentes escora de denles; mu
lisourapora aparar asmibas, nina ligclla de lavar, com
o son coiupelrille jarro ; nina baca para o quarlo II
tamisas ; li vestido* ; (i saias > ,v, m s de t.ilcl i p|C-
lo; li loncos ; 12 pares dr Un i II 3 pare* dC s.ipains li
mes ou loinoiras pamo pesooro ; luiros lisos; ico-
bertas de (hita : 2titinlias grandes o 2 piquen is, ,oin os
competentes iravesseiro*; i loallus de rosto 2 toalba*
mais grossas, para alimpar ojps.
0 osiabelecunrnio le.....m andar lepa fado para as
uieas-peiisionistas o externas; para dcsi'arte llcavcni
sem correspondencia inunediata com as Interna*
a directora se dirigir aos pal* ou com pondente* de
suas aluinua*, a lim de Iho remeltcreni as Faxenda, li-
nbas erotrozes para as obras cm que, seguut.....scu
adiantanirnto, tivoioni tle se ompn gal a- meninas.
Una da Aurora n. 20, .ios 2)de narco do I- ... -- \ di-
rectora l). Iznbel de Auflrin e Pcssanh.i'. 7()
1 Oubaivn assi-.i.ulo Fax corto, que desta data CIU
beao revogado* os poderes (las procuranios bas-
tes qne at o prseme tem aesignado, porissonuc
i eonstiiiiido ouiros procuradores para sen* nminos
.lililioiacs; o lodo e qiialqlur arlo platicado CIU viitudo
iiaqueiips proenradores, desdi |a os declara sem vigor
sondo e..s proenradores os Srs, advocados Di .lose Ber-
nardo (.alvao Alcanforado, Dr. Casimiro de s, na Madu-
roira ; o sol lidiadores os Sr*. Monoel Pi reir Uagalbaes
o Miguel Jos de Abnoiil.i I', ruaiubiioo. lloeiTo, 28 do
arco de 181.1. sJote Rcdrigtiudo Paito. n
Ullorece-se um rapaz Portugmi para caixoiro de
venda, (loque lera bstanle pralica, o qual anda esta
arrumado, o por nao esta, satisfeito seolierecc aquem
del le precisar ; aniinnt le para u procurado.
1 o Sr. Jos Jaemtho Guede* bala de Ir pagar o que
Uve na ra da Madre do Dos ,,. Unnu-i de se retirar
desla provincia, do contrario ser embargada a sua via-
gein. ,^
1 -- Aluga-se tuna boa casa Ha i na rila, pora duSsa-
ta*, nos alcovas, to.luha Fra,quluial ecacimba ; aihi-
laii no tercero andardacasa n. I?, na ra doColleglo. (3
a--Joba Broadbeni val n Inglaterra.
:'.. non
I... IKII
olio
lian rao uiti*
.iMlillll
.'l -I II III
iU i'lllI
'i i ud
('.iiiiii
aieu
ili Hile
tanto
tora
)


J O Capitn Sardo, Gaetano Francisco Gimelle vil
para o Bio de Janeiro. o
1 Preosa-tede um bom coslnhoiro ; na rus larga
do Rosario, botequlm n. i7. I?
i Ruga-se a Sr. que por engao tlrnu ama car-
la inda do Rio de Janeiro oo vapor 5. Salvador, pa-
ra 7. ferino Francisco da Silva, queira a eotregar na ra
0 Vigario n. 3S. 4
J Roga so ao Sor. Mamad Jos Fcrnandes Cupido
suevslonesta cidade, de dirlgir-se a ra do Vigario
n. 33 paro negocio de seu interesse ou seu corres-
pondente, (j
O VERDADEIRO REGENERADOR N. 19
Estar a venda hoje ao uni da. I) noticia da
perseguic3o qua es soll'rondo seu redactor : he do
interesse publico eitudar o monstruoso processo, que se
llio tcm instaurado, e elle espera, queconcorrlo a com-
pro nos lugares docoslutne a 10 rs. cadaexrmplar.
Roca-se aos Srs. assigoantes do JS'atareno e Ver-
dadenoReymerador que ainda nao ten pago suas
prestscoes de o fazerein o mais prompto, que Ibes lor
poitliel.
1 Precfsa-se alagar um preto, oo preta captiva ,
quo salba coslishar, na ra Nova n. t. (3
'Jando o abaixo asstgnado dado orna procuracao
io Sr. Fredcrico Cbavea para me tender uina escrava,
acontece que a mencionada escrava evadi se da cata
do dito Sr. Chaves, pelo que se pede as autoridades po-
liciaes ou capltaes de campo que a prendan e con-
dujo a seu Sr. em S. Amaro na entrada da estrada ,
que val para Itulein sitio de J. II. C. Iresse que sc-
lii recompensados ; suspeila-so que esta escrava fos-
le loubada ; por isto tnesmo avisa-fe a pessoa que a
lea comprado quo o seu legitimo Sr ho o abaixo as-
signado ; lijo slgoaes sao os seguinles ; de nome Flo-
ra, de nacao Costa bemeonbecide Resta praca por
\endr frutase verduras, eser multo barolhenta entre
asoulras], altura regular, naris chato cara talhada
beicos grossos denles saos olbos grandes tcm os
dedos mnimos de ambos os pscm cima uns dos ou-
tros que bem fcil he con hecel-a por estesignal ; fu-
Kda no da S de Fevertiro deste auno, com sala de ahi-
ta rcuxs cabeceo de algodoziobo, e panno da Costa
j usado. Trate.
(Jucm precisar de urna ama para todo o sen ico
de urr.a casa e que da fiador a sua conducta dirja-
se a ra de S. Amaro o. 12.
4-
m*
soas de polica ; esla preta tem filhos tanto no mallo
como aqui na praca [1\
I As peasoasque de*r-jarcm visitar o encanaiiirnio
do Prata, e ver correr auou na ultima Corneira, culloca-
da junto apovoacao do Moutelio, encontrard nlll du-
rante estes cinco di.is at Sd'AbijlJ un sei 'vente ell'ei li-
vnmente proiupio a satlsfazcr este desejo, abrindo a
referida tornelra. (O
3 Aluga-sr una casa terrea no breo do Padre Lobato,
travessa de S. Thrrcza, com 2 quinto, quintal e cacini-
lia, piulada: narua estrala do Rosario, n. I, 2." andar.
i. Icria do tjUttdelupc.
Es'a lotera lie a |u tiieira tiue deve
correr agora : o resto de seus hillictes a
cliao-.se venda nos lugares j annun-
ciados. (t
No armazetn de assucar de F. E.
\lves YOflal, na rita dn San/da relliu
n. i to, ha sempic deposito de bons asstt-
cares finos, proprios para exporiacao, e
por precos razoaveis
:
Compras.
SpCIEDADE
PHfLO-D'RAMATICA
2*-Compra-se um bilhar com seus periences em bom
U'o ; queni liver aunuiicie por esta fulha.
Compra-seuin bonito cavallo que ten lia bous
andares ; na ra do Crespo n. II.
i Compraos eflectivaiiiente para lora da pro-
vincia esclavos do lo a 2 annos sendo do benitas
figuras pagao-so bem ; na ra da Cadeia de S. An-
tonio, sobrado de um andar de varando de pao n. 20. 4
Vendas.
O primeiro secrelario lembra aoi Snrs. socios que
hoje ha scssSo ordinaria.
1 A pessoa que trojxe urna certdSode baptlsmo
para sellar, de Manuel Andrade Avellino, queira pro
curar no Sello. (.1
I Caelanoda Silva Asevedo avisa ao publico que
Domingos Jos Vianua deixou de ser seu caixeiio de
escupa desde 27 de Ma>(o do corrento anno. ,3
(Jucm precisar de um homem casado de pouca
familia, para calxeiro dequalquer oceupacao, ou me -
mofla desla prava otambem para leilor dn sitio, o
qual sabo ler o escrever, dirija-se a ra de S. Rita No-
va n. 'JI ; na mesma casa existe urna caria para Sentid-
la Joaquina Mara da Conceico.
1 fiia mulfier de bous costumes se encarrega da
criarlo de meninos de peito impedidos e desimpedi-
dos no que promelle esmerar-te ; quem de seu pres-
umo se quizer ulilisar, dirija-se ao pateo do Carino
n. 21.
t Pucise-se de urna mulher para ama de urna casa
capas. quo saiba cr.saboar, eiigommare cosinliar ; na
iuu la.ga do Rosarlo venda n ''A. [3
A luga-se una escrava parda, boa cosinheira, en-
gommadelra e tambem fas algumas compras na ra;
k tratar na ra dos I'ir. s n. lis
A pessoa, que por intermedio do Ferenla Jos Pe-
dro da Silva mandou urna carta para sor entregue no
Rio de Janeiro ao Capilo Jos Feiis Uaodeira queira
appancer na roa do 8. Pedro Wovo ero Ulinda d 2,
para ler respesta della.
1 Julio Bcranger (as sciente ao reapeitavel publi-
co que nao so rtsponsabilisa por cousa alguma, que
em seu nome possao ir tomar seus escravos ou outra
qualijuer pessoa da sua casa e s siin podero entre-
gar o que pi'duein, levando peuhor que cubra ou .-lie
annnnciaiitc indo mesmo em pessoa e o que o contra-
rio liier, nao poder laier reclarnaves; porque nao
seri attendida, 18
1 AGENCIA DE PASSAPORTES
Na ra do Rangel n. 3i, tiao-se passaportes para
dentro o lora da imperio, despacho-se escravos e
torrern-se follias ludo com multa brevidade e pri-
vo coinrnodo. o
I Ilcmiquo Holilogef, Prussianno, vai ao Rio de
Janeiro. 2
1 Precisa se de um bom official de allaiate para
1 ': ill,.ir | or da ; narua Nova n. 60. i2
"Aluga-se urna casa terrea na Solidado n. 17;
es prclendcntes dirijao-se ao pateo do Carino n 17
2Precisa se de 2 ofliciaes bo;is chapeleiros; na ra
da Alegria n. 7. 1
2 A i renda se o segundo andar da casa n. 18, na
ra do Fogo ; a tratar com seu prop. tetarlo na ra das
C uzes o. 20, primeiro andar, nosdias terca* e quintas
letra*, c sabbados. 4
2 Precisa-sede urna ama de leitc; na ruado Ca
boga loja junio do Bandeira Jnior. 2
2 Precisa-sede um caiielro de 10 a 12annos, para
venda dando Mador a sua conducta ; quem esliver
i,estas circunstancias, annuncie. (3
2 Joaquina Jos Pereia relira-se para Portugal a
tratar de sua saude. 2
2 Recebenj-e cncommendas e farem-so com prs-
tese flores de toda a qualidade de panno e de peunas,
para dentro e lora do imperio, por prevo coinrnodo; ua
ra Velha n. Sl'.i. 4
.1 Ausentou-se no dia 8 do correle urna preta do
gi olio de Angola, ja velha, alta, seces, tem cabellos
trancos pela gaforina, cara redonda e ossuda, beicos
grandes, olhos vermelhns, tem as carnes em roda dos
nliios mais pretas do que o rosto, o andar ligero e es-
pigado, em ambos os ps urnas caspas, que moslra ter
tido leridas de era vos, que iebeotou-llie por cima dos
ps junto dos dedos, ps e ruaos mal leilas, bebe ca-
chimbo e Cuchita; levou vestido de cinta azul com pal-
mas ama relias, que os matulos cliamo chita dourada,
panno da Cosa usado, urna volla de cuntas a/ucs ros
sus no pescoco, de nome alaria do Rosario, foi esciava
do Uado Louronco Jos da Carvalbo, tenbor do enge-
nho Cinipepo, e li posta em asta publica nesla prava
pelo senhor Jos Das da Silva letUmenteiro do dito
tinado, eloi anemstada pelo Sor. FnOOiaM .'o'cDuar-
te e consta ler tido de mais peisoas nesla prava e l-
timamente foi comprada ao Sur. Jos da Fon teca e Sil-
va ; icga-so as pessoas, que a posiiiiu teobio a hon-
dada de a mandar pegar, sendo que a virem, e leven
a ra do Livramento o. II, que se car obligado, e a
pes oa que a trouxer acia generosamenle recompensada, I
o uiciiuo se toga a todos osoapiliesde campo e aipes-|sol.
Vendem-se dous pares de castanholas com seus
cotddes, porprefo muito cornmodo ; na roa de llor
las n. 62
IVendem-se na loja de macames de Francisco Ma
ineJe de Almeida n ra do Vigmiu n I, caixas de
velas de sebo, propilas para caldear com carnauba,
por prec.) cornmodo. (4
1 Vendem-se 10 escravos se do 3 moleques pa-
sas de 13 a 15 annos, lindos, com olflcios ; duas negri
nhas do 12 a 14 nnos c un habilidades, e de bonitas
figuras 'i pretas de 20 annos Com habilidades ; um
preto de 2 annos bonita figura ; na ra do Aguas-
verdes n 22 segundo andar. /6
IVende-se, para lera da provincia, realto. ou par*
oulra qualqu annos de idade sadia, d bonita figura, bom Utadeira
e boa de campo; na ra estrella do Rosario n 2, segun-
da andar. (5
t Vendcm-sc pecas de bretanha muito larga, com
10 varas a'J; rs. coitet de chitas finas a ledo rS. ,
biins brancos do quadros a 32 rs. o covado algodao
trancado escuro multo largo proprio para escravos
a 2i0 rs. o covado corles de cambalas brancas e de
edrescom G varas e meia a V rs. ; ditos du cambram
lisa transparente a 3 rs. pevas de hretanha do iinho
fina a 3200 rt. e oulras inuitis lasendas por pceo
cornmodo ; na ra do Crespo n. 14, luja de Jos Fian-
cisco Das. (|0
I Vende-so urna morada de rasa (enea em chaos
prprios nos Coelhes na ra dos Praieres feita a
moderna acabada a 4 anuos, com duas salas, 3 guar-
ios i-,sii.ha fura, quintal murad >e cacimba, por pie-
V''cornmodo; a tratar oa misma ra n. I;l, das 6 as U
lloras da riianha e das duas as C da tarde. (i
I Vende-se no Cocido, narua dosl'iareres terre-
nos na Torre nn estrada quo vem da Magdalena, pul
pre^omullo cornmodo; erreoda-sa, ou vaode-se um
sitio na mesina estrada junt< ao l'uquu com liou pal-
mus de fenle eliOO do fundo, casa para familia,
dita para prelos e-tnbaria para um cavallo ; o silio
pude suslenlai 4 a 0 vacias, diarias : no mesmo Coelho
aluga-se uinn casa na mesara roa com buns com mo-
dos duas salus 3 <|iiurtos, co.-inha lora, quintal mu-
rado o caci ba ; e um sobrado na travesta da Concor-
dia com grandes commodut, e igualmente a loja, por
junio, ou separado. no
1 Vende-se farinlia do mandioca do muilo boa
qualidade ; nn armasem delronte do caes doCollegio ,
junto o Imte .iiiin da 1,- tullo ou a bordo da sumaca
Estrella du (abo, tundeada diTr-mle do niesiiiu caes du
Collegio peio mdico prevo de SijaOU rs. cun sacan ,
e 50"U is Sam sacco (5
I Vcndcm-sc dous moleques sendo um do idade
de 12 aun's, eoutiode'J; um mulaluilio do idado de
12 annus optimu para pagem ; 4 esclavos de mi ,
com bonitas lgulas e ptimos para todo o semen ;
urna negriiiha deidade de 9 annos; outra dita de nacau,
de 20 annos eugomma liso o rosinha bem o ordinario,
lava l.em'T na ra llircita n. 3 {''
I Vende-e superior faiinha de mandioca ; a bor-
do do hiale Nota Ulinda tundeado delimito do caes
do Collegin. ,'3
I Vende-so um mulcque official de pedreiro de
idade de l(i a 18 annus vende-se com a coudivao de
ser para lora da provincia; na ra laiga do Rosario
o. -7 14
I Vende-so urna escrava de navio, de bonita llgu
ra com 1S annos, cosinha o diarlo e urna casa, Uva
muilo bem e lem principios de engommado ; no bec-
co do Sarapatel .oblado n. 12. |4
I Vende-so um cavallo muilo novo, bom carie-
gador ; na ra do Aguas-verdes n. 22, segundo an-
dar. |3
Vende-se rap Imperial temelbante ao do Lisboa,
dito arela prela Meuron dito principe e princesa de
Gasse, dito mel ;rosso,dilu tinagriiilio, dito do Cam
pello e de todos vende com a responsabilidadu da
qualidade > do autor que se pedir e para Qrir-Cta se
ra firmado com o antluo sigusl e tirina ; charutos da
!lauia.bUpciiiue-,eda llataiiaem caitiohase a relalho.e
varias miudesas luduein cunta'; na ra du Cabuita ,
junto a botica defroote da matiii loja de Antonio Jos'.-
Uaodeira e Mello Jnior, loja de urna porta ;6
.xUl'IK.H II
Vendem se t'i caiia6Com papelio ; quem as pro
tender dirija-se para as ver no trapiche Novo e para
tratar de seu ajuste na ra da Li u: do Recile, depo-
sito do rap.
Vende-se urna preta de idado du I? annos, cose
chao fai lavarinlo sem vicios propria para o ser-
vlfodccasa; na travessa da ra das CillaM, sobra-
do u. 4.
Vende-se a obra intitulada Administrarlo do
Marques do Pombal; ua ra do Queimado, loja o. 6.
Vende-se urna mulatinhn de 15 annus pouco
mais, ou menos, cose e cosinha soffruel; ua ra du
Queimado u. 2, segundo and. r.
Vende-se urna cmela do 3 pi-loes com seu
coiiipelei.te mi Ihodo ; um uilanto com o piloto pio-
nco e varias cartas ludo por prevo commodo ; no
Passeio do Collegio cata do fabricante de chapeos de
Vend-seom berfo anda em bom uso com seus
cortinados; atsim coma tambem se aluna melado de
urna casa a orna seohora capuz; no paleo do Carino
n.24.
Vende-s um moleqoa de fJ a 13 annos; no For-
le-do-Kalli s, em casa de Joaqun) Francisco do Alem,
epara ajuslar com o abaixo asssignsdo morador na
cidade de Olioda quo lio o senhor ; o mesmo tcm
muilo boas vacias do testo paridas o prcobes para
vender Jos Theodoro de Moraet Lint.
Vendo-so urna prensa de lylhographia com todos
os poitences incluindo pedras do sobra, tinta de e ver o imprimir verniz e papel j preparado ; em ca-
sa de Hu.'sell Mellurs & Companbla, na ra da Cadeia
Velha.
Vende se om par de brincos e um aderefo de pe-
dras muito finas e encsstoadasem prata e ouro, obra
muilo ba, (ella oa Europa ; urna tablela de ourives ,
com um vidro grande ; na ra du Agoas-verdes n. 15.
Vendem-se 3 barr's para Selle de carrapato )
flandres para dito, em bom uso, e algumas medidas
de flandres ludo por 8# rs. ; na ra das Cruies ten-
da de lanoelro delimito da Typograpliia.
Ilap do Principe.
3 E-le superior rap, que tem a particularidade
de imitar ao princesa de Lisboa, cuja falta a multas pes
snas he sensivel vende se no deposito d i rap de Gas-
se. narua da Ciur. n. 38, confronte a cacimba. 1
2 Vende-se um cord&e sem frlllo.que tem 20 oilavas
de i.uio ; no largo do Carino venda n. I. (2
3 Vendc-se, por prepo commodo, urna porcio de ve-
las de sebo de llollanda; uo Alieno da lioa-vista, venda
n. 8. (3
3 Vcndcm-sn duas inoradas do casas do i andares
cada urna.sitas na ra Nova; urna dita de dous andares,
nos Qualro-cantos na Uoa-visis, duas ditas trros,
juntas a. mesmo ; urna dita terrea na estrada do Man-
guind; uina dita na ra du Padre Flunano ; urna
inorada de casas de 3 ndales na ra do Amorim ; a
tralar com Manoel Caetano Soares Carneiru Munteiru.
3 -Vendc-sesuperior atsucar refinada branco o de
todas as rnait qualidades caf moido e em grfi >, e
imiii e'ij liiss in, por prevo coiuinoJo ; na prava da
S. Coi n. 127. (4
3 Vende-se sal do Ass a b ria l.uia, tundeado defrunte da Lingicta ; a tiatsr com
Antonio Joaquina de Suusa Ribeiro ; na ra da C..d i.i
do Recite n 18 (4
3 V ende-so urna casa na ra Augusta ; atralar no
largo do Carmo, venda o I. ii
S Veude-se familia do Muranho a 80 rs. a libra e de
8 libras para lima a 00 rs ; no largo do Carino, venda
n. I. (3
4Vende se urna rasa terrea nova, na ruada Pal-
ma ; a tratar na mzsma ra n. N ; vende-se mais una
canoa de familia, em bom uso, por preco commodo; na
mesilla casa, das t a: 10 horas da manha. ,
3 Vende-se, muilo em cunta, urna canoa que tar-
raga 11 caitas a qual se acha tundeada por del m do
a'inasem do Dnado Coronel Rento Jos da Costa ; quem
o pretender a poder ir ver, e seus perlences se achilo
em casa de Fiancisco Pereira da 'lunha morador na ra
de Apollo e para tratar de seu ajuste dirjase a Jos
Margues da Costa Soarcs ou a seu caixeiro que tem
ordem para esse llm. S
4 Vende-so um sobrado de um andar e2 solitos,
em chaos proprios ha pouco acabado na ra do Fo-
go n. 27 ; a tratar na ra estrella do Rosarlo u. 10,
le redro andar. (a
3 Vende-se brim trancado pardo de linho com pe-
queno mofo a 360 r. a vorn lencos de tilo de corea ,
pmprios para meninas a l'0 o l'iO is lisiarlo lar-
gos proprios paia camisa a ISO is. o covadu ; na ra
do Cabug lija de Antonio Rodrigues da C.rui. [0
3 Vendeiii-so duas vaicas do casia tourina, muilo
li-'us leu. iias, sendo uina da pilonara ciiavao, uina
Helada iiiesma casta e com 2 anuos de idade ; na es-
trada dos Aflictos, no primeiro siho da entrada ao lado
esquerdo, com o poilao verde. (o
3 Na ra da Fio.entina n 18, vendem-se ceios de
botijas vidradas, jarros de lustro de bmn barro c vasos
paia llores, ruis em conta que em oulra qualquer paite
2 Vendcm-sc reos nuvos de mudeiia, para pipas ;
na ra dos Guaraiapes n. 36. 2
2 Vendem-se saccas com n.ilho ditas de arn.z ,
ditas de farinha, ditas de arroz de cusca ditas de fe-
Jlu niulaiinhu. tudo por privo commodo ; na ra da
Cadeia, armasen) n. >\ \h
2 Vende-se bolacha de superior qualidade fcila em
Genova, por preco commodo; ra ra da Cadeia, venda
n. I, do Pilumbo. (3
2 \ ende se r troz de priuici a sorle, para qualquer
sorliuiento procurado nielas de linho. pevas de cori-
tos dcalgodu, chapeos d' sol, do seda, pendras do ra-
me arcos de pao, birricas de enxadiis, paos de plnlm
para inasl'cavan, btese una boa catiaia, tudo por pre-
V'O coriiinoiio ; na la do Vigario n II. (t>
i Vende-se Superior panno de linho do Porto, en
pecas, por preco commodo, para liquidavao de conlas
Je um capilao do na>i >, que se retira ; na loja da es-
quina da ra do Cres|.o,i|ue volta para a ra das Cruz< s.
2 Vendem-se nn las barricas pura assucar de dille
rentes (Ataas nn glandes o pequeas i or fus, por
prrf-j commodo; na ma da Muida, aimasem n II. 3
2- Vende-se urna bonita parda recothida de 18 a
iO annos sabeodo peileituiuentu engommar e lie mui-
to boa costureira ; duas uegrinhas de II annos, pro
pilas para se educaren) sal em coser mullo bem ;
uina pieu lavadora de varrolli c sabao e ho cosinheira,
por e'ii'i is ; um cavallo com multo bons andares e
he bstanle carnudo ; na roa Direitnn bl. (7
1 Vendem-se 3 tomos de Virgilio, un Saluslio .
um de fbulas de Pedio e um de cartas de Cicero, tu-
do ainda novo ; na ra Vi Fia n. 11, secundo andar. i3
2 Vende-se urna prela recolhida,eugomma, coslu-
reu.i de coi tai e lazer cainitas de hmnei.-. e testidude
enhora ; duas ditas que cngoininSo. e coslnho ; duas
ditas por 2iii/r< que coslnho o lati roupa ; urna
ucgriiiha de 10 annos ; dous escravos bons para o tru-
balliu de campu ; um dito do rucia idade, por Voii 'i rs ,
qut servo muito bem a uina casa, e he bom para bulai
sentido e Irabalhai em um litio ; um pequeo sitio na
Vanea, com cata e ai vorcdoi do frutu ; na ruado Cres-
po ii. tu, pii'.ieiro andar. 0
2 Veudu-se urna venda em muilo bom local, bem
surtida o afreguesa a no bairro da lioa-vista, ou se
d suciedade a eui ni entrar com al^uin fundo, por mo-
tivo do dono ler de Fizar uina viagem a Euiupa ; na
ra Nuva, venda o. 65. (0
2 Vendem-su borzeguins de duraque gaspeados para
homem a 4500 n. ditos de meia gaspea 4/ rs., tapa-
tos de courO de lustro a a 2/ rs. dilu para aenhuia a
1600 rs. ; na Fjadavtujs Cunha Gulwares, na ra
do Fie-po n. 12. ,5
2V'Odi-s*1 urna rana nuvade aiuariiio, que es*.
rega 800 a 000 lijlos de ah nana grossa, bem ene.ver-
nada encanillada e pregada a qual aluda se acha no
estaleiro, por prevo cmodo ; oa ra aos t^uarteis o. ti,
primeiro andar. 5 1
4Vende-se urna ptima aimafio, propiia paral
qualquer eslobeleclmenlo, co.-n a vanlcgem de se poder
armar sondo convier a falhi com o'Si Reaende na
ra esbelta da Rosario n :).'!. 4
Charutos Uegftjia.
Na rus da Cadeia do R-i jfu n 'id. ha -.empiomn gran-
do carpteiidido tiirlimento destes fartTadOS cha-uto-',
vinrios no ultimo vapor da Dnhia. 'i
5Vendo se um escravo de navao, de 26 annos, do
bunila finura, rilorvado do carpo, ei,leude do baibeir,>
ii caiioeiro, o lie de lodo o servifo braval, e ganha 5G0
rs, par da, vendu-te por preclsao ; na ra do Livra-
menlojn. 33. (5
2 Vcndc-se urna ptima estribara para 2 cavallos.
por prev0 commodo; no Atierro da Ba-a-vlsla, bolita
doSr. Victorino, n. 32. 3
5 Na prava da Independencia, lojavns. Ge S, ecli-
sa u venda pelo diminuto preco de 320 rs. o expeliente
Opsculo intitulado Historia abreviada da Keilemp-
vao do Genero Humano ou Resumo a Vida, Paixao,
Morle, e Rissuireivo de N. S. Jess Chrlslo dtsda o
seu nasciiuenloal a (inda do Espuito Santo; eilrallldo
tudu dos quadros Evangellslts, o dos aclotdos Agosto-
Ios para livao dos alumnos das escolas piimaiias, e
collcgios de educavSo.
Nao lia hwiuho mais til pera B mi cidade, e pora
quanlos ignoran inleiran.enlo a serie dos portentosos
faltos da Hed uipcio, o que sio as bases da S. Religio,
que Muiente prolcssainos. (Juantos Chrislfios nao
ha, que sao do todo ignorantes de modo prodigioso, o
eslu crido, por queso oper u a grande ohra da itedeinp-
. ao do iiHii.do Kqueleilura mais proveitosa su pode
dar a mondado, e geralmeiile fallando, uo conmino
da gente du pvu! I!)
4 Vendc-se pulasss rotsiana muito novaedomoi-
lo superior qualidade, om barris pequeos ; na iu > di
Cadeia do llecife armaiem de assucar n. 12. )(1
2 Vende-se o sobrado n 7 na travessa do Madre da
Dos, de dous andares o Sutao, em chaot proprios, tam-
bem so da com algum praso commodo ao comprador;
na ra da Ciui n. 50. ;'i
Vendem-se duas cxceilente*) uicsjs
redondas de Jacaranda, tuna meia cotn
moda, e unta cania francezi de inoc-
uo, por barato preeo 5 na ra de S.
'Vancisco, loja de trastes.
\ Vendm-se Jiiidcts coi les de tarla-
lana, ptimos luios e lans di: (|it idros |.a-
raralcjs, Ideos de sw muilo Ltalos,
lindos lencos de seda e de cassa para gr-
valas, bonitos eorlfs de cassa de seda j
11 ra Nova ti. 13.
Kscm't'8
F u g i (I os.
INo dia tS do p. p. mez fuglo um mol que de mi-
me Fian cisco que icprescnta ler 18 a 20 annos do
navio Bcnguella. alio, magro, cor fula cabello corta-
dojrcnte, c com falla d-lle no mi io da cabe va, de ca r u
.ar peso com falta de um dente na trente, pea cha-
tos c o calcanhar um tanto ambilado pala lia/., tein
urna lerida pejuena em um p junto aodedo mnimo :
levou camisa do rnadapnlao o calvas de algodao. inin
linio ; roga-se autoiidades puliciaes c caplliies de cam-
po ou qualquer pessoa o prendao, ou o iai,oo pica-
dor e levar a seu senhor Domingas da Silva Campos ,
na ra das ('rures n. 40, que si ico geneiusaiiiciitu fe
1 00.( e. su :os. f li
besopparecco na noute do Milihado 29 do rol -
tente da casa de francisco Ai.Ionio Vlelra da Silva ,
pulas 7 horas da rioula urna prela por nonic Joaqui-
na, bastante buval reprsenla ler 1) e lanos anuos ;
levou camisa de algudoziuho, vestido docilita a/ul com
palmus amarellas duas voltas du cotilas brancas o
urna pela no peSCoCn e 11:11 panno da Costa pan
maior signal ; adverle-se que a nusina pieta se aio 1
gratida e com a barriga bastante crescida com as
ou llus pur lurar; quooi da uicsina liver noticias, quei-
ra dlrtgir-so au Bieausu Vlelra, ua Solidado uu no
Recile casa de cambiu n 2> qucsei recompensado.
-4- No dia 20 de Novembro do auno proxnuo passa-
d fuglo o pelo de ni.iiio Pedro, du navao haca, de ida-
de de IS anuos, punco mais ou menus baltu lost.i
picado de litchigas, urelha furada IrOI uina belida u.i
olho esquerdo he canhuto levou canil .a de alguna 1
da Ierra, de mangas cuitas e o lolas do mc-inu pan-
no, com um bon de palhinha de vanas tures, de llan-
ta f- na a n/ii Ira de icdc.o qu I trabelfuva de tvivaule
do jieillelio BOU) o llil'slreManuel e aguia auJava Ven-
deudo Irulas du titiu ; quem o pegar, levo a la do la
Huiliento sobrado de duus ndales deliuntu das ca
Incumbas, uu 11 callada de Joan de (jarros, silio de-
Iruiii" da capellinha da Couceivu que sel recom-
pensado.
i 100/OllOrs. de gratiflcavao.
A quem pegar um inoleque de nome Antonio, re-
prsenla ler 18 annus de idad.', baito, seco, bastante
espalo, tcm urna marca no pello e uina cicliii em ci-
ma da junta du um dos d dos da n.o diiella ou es-
quema ; levou camisa de madapolao n caifas de nsca-
do, est lumdu di sde Jsoelru p. p.: quem o pegar, leve
ao Forle-do Mallos 110 primeiro andar por rima da
venda do Sr. Alem que iccebei;' agralilicavao a cima.
3 Na maiihaa du 25 du correlo dciapparcce do
Grande ilospilal do Cumiado um pardo acanelado,
de idade du Itia 18 annos, de meia estatua, loriado
do curpo bonita figura, < llios vivos Icio o e 1 i. 1
bem pichaim, um pouco ItlatuObo, lio lnnpo de pes e
mos ; levou cam sa e .emulas de algodotlurtu sojas,
o chapeo de palha ji vedio ; quem oappn l.emler en-
tregue ao tr. Podro Cimillo uo Meod \i\j hurlado, ie-
gente do ni sino llo-piiii, que ser bem recompen-
sado 10
2 No dia 13 do enrente ausenlou-sc um molequo
de n"ine Joaquim, Cavange, quu representa 14 inuusde
idade, ro prela, relujado d curpo, leivoes propor-
cionadas; levou ciiuiisa de algoaao e calcas du rlScado
doch.drez, lem sido encuutrado as ras deslas cida-
de; roga-se perianto as pessoas emarregadas da policia
dos escravos, de o appiehendereni e conduziem-o a
ra Uircita 11 4, porcuna da botica, que ah se recom-
pensar lO
3 Km o dia segunda ira do E-ipilito Sanio do annu
p. p lugio, uu luilaiao, cui.lonue u actual co-luuie a
preta Calliailua de Baclu Angola, ladina, alia, L:i.-l- li-
le suri du curpo, solo ptqueno, tur muilo prela,
bem feita de lusto, uihos urcudesa verjielhos, com to-
d.s os nenies dllente, ps urendes e mellidos paia
den tro muilo conversadera e risuolia l.aa vil a 2J
annus de idade ; tem sido encontrada na Kstraua nota
na Passageiu da Magdalena i.e.ia oen.eaio na tono ;
cuja cscrata peitenee a Manoel Fianciscu du Silva, 1110-
radur na ra estrella do RoSalto o. 10, lercelro andar,
que proinello gratificar a qui m ili'apicscular. 12
''I
l'ERiN. J NATVP. Ut M. F. Uli I-'AllIA ib.'|.


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