Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05544


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Full Text
A tino de 1845: Segunda Feira 5!
ODUMOfmbliw-M lodoeoe .!>.qnen3o forem ...nficm, o rr.yo da MBatWi
(i. de tres mil ... por irii.rt.l |,.eo. adianiados O. nuncio dos a asignanle s3o naeridoa
. r.sao de <2 .is por I,l,.. 40 res em typo diflereate, e as repeticue. pe. amel.de O,
q nao toreas ...iCD.nl-, p.gao ^0 rei.por lml..JQU a y,, dilTerente, ror c.J public.co
kpuARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
"" l.* M r k "/""I"* "X'" f,i'"*w Grer.de do Norte, oheg. 8 e ...i
l *, "S* 'S,?'I"T RiFofo, Macer, Por.oC.Uo, iUgo.. no 1 '
.. ^"^St'tv B,,n,i -u- -,4 .13 So dito._Cd.de d.V.cior,. quinu. f.ir...-Olind. odo. o. di..
,. ,- .... das da semana.
31 5>g B.lbm.. Aud. do J. de D. d. 'i. T,
i l'eroe s. Macario. Re ud. do J." de D d'ed...
5 (uari* Theodoiia. And do J. d I), d. 3 r,
l Quieta Aicirdo Aod do J. d. D da 2. y.
S.it. Ixidoro Aud. do J. de D da 1. T.
6 *ab t Ira I ,ud do J. de D. di i. v.
6 Doas Marcellino.
f VJtO/TSlft. .ay-;
de Marco.'
Anno XXI. N. 70.
hbimbwi
.::.-...
>S" epeaae de ao. sao.; di cain pradenoie, i-.odomfjlo, e enerjia > r>n-
como principiado. .ore*, apontaoe <:iua adoaira.jo entre as na;ne niais
(ProoUre.g.1,. da Assambi <>>r.l '.o Nuil,
C A M 101 Ro un 9 K MA0
Lao,u,i8l,Lodr.. '.'6 i{3 iOjt.-Moed.de 6,U0
Parte 572 reta por frtnco
(.isbo.iIOpoilUO dapr.ni,,,
ifloed.de cobre .o par.
Idta de .ira. Je boa. Braca 1 p'Jroio
I r -
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de 4,00i
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PHASES DA LA NO MKZ DE MARCO.
I.-dot. S 4 h e 1? ,,.
Creadme a 15 as J1 llore, e 37 da lardes
".'.<- ., "fistiaaricb-i
Prim.ira es 'I
I La ,!
PrUMar lia i >. 5 hr.s 59 aaie da t.
faassM a 30 si .' horra a 41 uin d. t
-------------------------------------- ---------------------------------------- mi ii i iii i a. i iiiaeiimiina
DIARIO DE PEBNAMB
''""!_~' "'** J""_'"1'1' I Seguida, a. \l horas e (i minutos da 1.
aBSBBBBaaaaaaBBBBBBBBl .1
PARTE QFFICIAL.
GOVERNO D\ PROVINCIA.
Endiente do dia 18 do rorrenle.
Ofiicio Ao commissario pagador, declaran-
do em rcsposta ao sen otlicio d'esta data (18 que
o termo de que trata o imperial aviso de 10 de
levereiro ultimo deve, segundo o sen pensar ,
ser lavrado o livro da receita e despoza e no
fini do resumo ou synopse das mesinas.
DitoAo iiiesnio ordenando, em conse-
quencia de requisicao do coniinandante do2."
batalhao da guarda nacional do Brejo, que
Pedro Francisco de Mello mande pagar a im-
portancia dos prets do corneta do mesmo bata-
Ihao vencidos nos metes de abril dezembro
do anno prximo passado. ( omuiunicou-se ao
commandante do 2." batalhao da guarda nacio-
nal do rejo.
Dito Ao Exm. e Rm. bispo diocesano pc-
dindo, para ser presente A. 17 P., o seu pare-
cer cerca de uma representaco dos habitantes
de S. Miguel dos barreiros, c de Una ao Sul do
respectivo rio.
Dito Ao mesmo, remetiendo, para que, se-
gundo exige a assembla legislativa provincial,
haja de informar a respeito, un requerimento,
em que os habitantes de Flores pedem a creacao
de urna nova reguozia no lugar denominado
Mathada dos llois.
Dito Do secretario da provincia ao 1. da as-
sembla legislativa provincial, acensando remes-
sa do exemplar do regulamento para os conser-
vadores das estradas, que, em nomo da mesina
assembla, fol por S. S. requisitado.
iriianir rrn nnriiTUMiiiiai
v- :.&
..>....-. j,\ .'. .
| Cartas do urges ditera, que 1). Carlos o a sua
familia mudou do habitacao, indo residir para
o palacio archiepiscopal, que se acha situado
n'uina posieao mais coinmodaepitoresca.
I ni peridicoprogressista assegura, queogo-
vei no mandn levantar o estado de sitio as pro-
vincias onde por circumstaneias particulares
ainda subsista.
O Castellano diz ter sido nomeado corregedor
de Madrid D. Manool Larrani, alcaide consti-
tucional, que foi no ultimo ajunlamicnlo.
Na provincia de < orunha linha-se descolar-
lo una quadrilha de salteadores de alguina con-
sideracSo.
O Heraldo diz ter roeebido carias de Tuv, Vi-
go, Gijon o outros pontos das Asturias eCaliza,
ora que se lamenta o trauco que se osla faaendo
eoni os inlelizos habitantosdaqiiollasprovincias,
angariando-oscomo esclavos para diversos pon-
tos da America. Diz que nas ilhas de Cies, entre
Vigo e Bayona, existo un brigue para coiuiti-
zii distes dosgracados, o que tem chegado o es-
candaloso exeesso do vender urna mullier o un
menino por 100 reales. O periodista chama so-
bre estes tactos a particular attenco do go-
vemo.________ (i), do Governo)
INTERIOR.
COiVMANDO DAS ARMAS.
Quarlel general na cidade do Hccife, 2 de 1845.
"M.I..M do ou n. 27:
O brigadeiro commandante das armas, publi-
cando a esta guarnicao a noticia inserta no ofli-
cio, que abaixo vai transcripto, do Illin. o Exm.
Sr. presidente da provincia, felielta-se dupla-
mente de tao feliz resultado que rostittiio a gran-
de familia brasileira una parto de seus lilhos,
entrados outr'ora no delirante projecto do urna
einancipaciio poltica, dospoito da reconhecida
vantageni que a patria resulta da sua integrida-
de e unio brasileira.
lllm. e Exm. Sr. Por aviso da secretaria
do estado dos negocios do imperio me foi parti-
cipado, em data de 2() do crreme, achar-se
completamente pacificada a provincia de S. Pe-
dro do Rio Grande do Sul, e todo o seu territo-
rio desinfestado dos grujios armados que nella
existi.io, tendo-se apresintado e pedido amnis-
ta 08 cheles que os capitaneavao ; o lie coni a
maior satisfacao que coituiiunico a V. Exc. lo
alegre o interessauto noticia. Dos guardo a V.
Exc. Palacio do Pornanibuco, 28 de marco de
1845. Tlwmaz Antier Garca de Almeida lllm.
e Exm. Sr. brigadeiro Antonio Corr ia Seara,
commandaute das armas. Antonio Coma
Sidra.
Conformo. Jos da Silva (Inimanies, aldan-
te de ordens,
MMMMaHMiiajaBMssauatta
EXTERIOR.
RIO DE JANEIRO,
os enzrros da causa !!
HESPAMIA.
SS. MM.o.A. permanecido em Madrid, o go-
savao do boa saude.
O governo tinlia publicado, pela secretaria de
guerra, instrucedes relativas ao modo, por que
bao de liaver os seus sidos os empreados nos
archivos o expediente nas capitanas generaos-
e pela secretarla da justica urna circular cerca
doestabelecinieiito do registro das hvpotliecas
lias cabecas de districto.
A verba podida pelo governo, nos orca-
HU&njff! i ,",Vs',"no dafazonda, monta a
3O,jos,j40 reales, o 52 maraveds
No senado tinlia-se tratado do projecto de do-
ta.-todo culto o clero; o na cmara dos deputa-
dos ultimou-so a discussao da loi para a aboli-
cao do trafico da esclavatura.
Tinha chegado a Madrid o general I). .los de
la Concha, capitogeneral das provincias Vas-
congadas, que vein para tomar asseutoem cor-
tes, como deputado pela l'.ioja.
Parece que D. Joo Quintanilha o Montova,
que leu ltimamente expulso da cmara dos di-
putados, por motivos estiaiilios poltica, pe-
alo a demisso do cargo de assessor fiscal de
correios, quedosenipenhava, cuja demisso Ihe
mi dada.
Trata-so de mudar do edificio a bolsa de Ma-
oria, eiu consequencia de representaedes. que
}| tyim teito a osse respeito. '
O governo ooncedeo licenja ao general I).
autos, do A. Miguel, para vir estabelecer em
uaurid o seu quarlel, que tem em Soria.
Noticias de Alicante o de outros pontos da cos-
u aiiiiuiieao que teem reinado lories temporaes,
"squaes teem causado a peda de alguna na-
> tos.
Lc-se na Senlinella :-^-
Acabamos de receber a tristissima noticia de
que a 7 do coirento foi assassinado alto dia ,
coni mu tiro disparado domatto, na estrada
geral da provincia do Minas 14 a 15 legoas dis-
tante de S. Joo d'El-IUi, o Dr. Herniogeneo
d'Aguilar Pan toja que emeompanbia do sua
mullier e de utn cunhado rctirava so d'aquolla
cidade do muda para esta corte. Tros horas
apenas sobreviveo, cutre as mais pungentes an-
gustias, traina horrivcl de barbara traico!
tres horas apenas o nos bracos da desolada es-
posa a quem inda ha tao pouco teinpo se liga-
ra I.... da misera esposa que, petrificada, nem
tinha lagrimas para dosal'ogar a dor que lhc op-
priinia o coracao !....
O Sr. Dr. Pan toja era ainda multo moco, c
todava goza va de estima e eonsideraco superi-
or a sua idade : formado em lois no curso jurdi-
co de S. Paulo ahi nostrou o que d'elle deva
esperar a sua patria como oidado honesto o
virtuoso. De fresco entrado na earicira civil ,' o
Sr. Dr. Pantoja ora tuna das esperancas do son
paiz. O assassino feroz, porin que tantas
vidas tem sacrificado ora nas sombras da non-
io ora mesmo em campo raso ; o assassino feroz
sacrilicou mais osla victima!
Qual a causa da sua morte .',...\ causa de
mais esta nioriehe a inipundade a impunida-
de sim que nao ha boje erime da classe a
mais perigosa que soja que nao tcnlia recebido
un alent.
0 Sr. Dr Pantoja lora em S. Joo d'EI-Rei
unidos mais dedicados compedes do partido or-
deno por cujas idoias bastante se distinguir
contra o vandalismo dos turbulentos que der-
rotados em Santa Luzia faz hojeutn anno,foro
amnistiados !.... Faz hoje mu anuo o praza a
Dos que nao mais tenhanios de lamentar em
todo o imperio o tristissiino o amarga fi noto
das doutrinas as mais anarchicas, que o Sr. Ma-
nool Alvos raneo conlirinou no fainaso prem-
bulo que precedeo o decreto da clemencia im-
perial !.... A'energia, que ento desenvolveo na
nualidade de juii municipal de S. Joo d'EI-Rei,
aereo o Sr. Dr. Pantoja a sua remoco para La-
rras que alias nao acceitouA tena Ihe soja
leve.
crrente, tenhopor estaoccasiao decommuni-
car a V. Exc, que esta provincia se acha em
iranquillidade, monos na parte em que nossas
lonas oontiniio as suas operaccs contra o \'i-
cenle eseus compreos,
Constante ha sido a perseguico feita a osse
coito de facinorosos, ecabe-me a satisfacao de
levar ao conheciinento de V. Exc, que no dia
II foi balido o tomado o poni do Trapixe; no
dia H a serra do mesmo nomo, o no da 17 o
Bspinho, ultimo acampamento onde estove o \ i-
cente. Osdous prhneiros pontosforSo vigorosa-
mente disputados por ellos; o Espinho pon'in
foi oceupado qiiasi sem resistencia, e mu pouca
forca all apresentro A nao ser a habilidado
coni que so dirigirlo nesles conflictos OS eoni-
iiaiidanies das partidas, nosso prejui/o teria si-
do grande, eassini apenas tivemos uns!5al6
loridos.
Contino na diligencia de exterminar por urna
voz o referido eoito, cnipregando lodos os unios
de que posso dispr.
0 coronel Joaquim Jos* Luis me officiou no
dia 21 do eng nlio San-, d'onde nao pode a van-
ear ainda, por falla de cavalgaduras, o do ou-
tros obstculos, que pretenda remover.
Dos Guarde a \. Exc. Palacio do Governo das
Alagas 28 de mano de 1845. III.'"" o Ex......Sr.
Thoinaz Xavier Garca d*Almeida, presidente da
provincia de Peiiiainbiico. llairituc Marques
d'Ol reir Lisboa,
PKttN.MBUCO'
BAHA.
A expedieco de (JO piaras do coi|io proviso-
rio da guarda nacional destacada,que lia.dias,no-
ticiamos liaver embarcado no arsenal da inari-
nha, sem que se soubesso para aondo mareba-
va, acha-se de volta nesta cidade coin quinxe
scelerados entre osquaes se compreendem al-
guns da quadrilha de salteadores o sicarios, ca-
pitaneada por un celebro negro de nonio Lucas,
que,ha bastantes tcmpos.tcuiconstituido thoalro
dos seus horrores e atrocidades as iimnediacdes
da villa da Feira de Sant'AuM, Nao foi anda
por agorapossivel verificara captura daqueile
malvado negro; mas elle nao escapar porcer-
to as diligencias que S, Exc. oSr. general pre-
sidente da provincia, do accordo coin o activo o
honrado chele do polica o Sr. desembargado!'
Joo Joaquim da Silva, lem para isso emprea-
do; multo Importante servlcoj be sem duvi-
da a priso do quinze assassinos o ladies CO-
bortos de outros crimes, cumprindo ao deverde
hnparciadade o apresentaripos aqui o nomo do
Sr. capilo Elias Jos Rodrigues da Silva, que
dirigi ossafbrca, ecom tamanho Rcertopreen-
oheoas determinaces do prcstantisshnu gene-
ral presidente. (Do Mercantil.)
, ALAGOAS.
III.'"0 o Ex."10 Sr. Acensando a rocepeo do
ofhcio, que V. Exc. me dirigi na data dt: 22 do
ASSEMBLA PROVINCIAL.
COSTINUAfAO DA SESSAfl lio DIA 28 DE MARCO DE
1845.
OSr. Figueiredo: .Manda mesa o seguinte
requerimento:
Requeiro, que pelos meips competentes, sa
solllclfe, da Irmandade do SS. Sacramento da
matriz de S \ntonio, una rolarn especificada
dos bens do patrimonio da inesma confiara,
com declararn das verbas testamentarias, que
Ibes disserem respeito; o do quanto rende cada
umdelles: bem como, que se exija da mesina
Irmandade, que emita o son parecer cerca da
justica, econveniencia do ser dividido o mes-
mo patrimonio com a confiara da matriz de S.
Jos.
Acrosceiiia, que precisa, como nicmbro da
coiniuissao do negocios ecelesiaslioos, osles es-
clarecimentos, para que estapossa dar osen pa-
recer sobro o requerimento que a irmandade
de Jos siibineiieo a considerarn da assem-
bla, pedindo a diviso dos bens do patrimo-
nio da irmandade de S.Antonio.
O Sr. Ferrara Brrelo: .\ .o inepareoeo jus-
to o requerimento da irmandade de S. .lose, o
en eslava na ideia de o conibater, se por ventura
nao livesse fallado o nobre ineinbro da coniniis-
sao. Em verdade aquelie requerimento nao me
parece razoavel, nao uie parece legal: estou qne
a assembla s tomar uma resolu$ao mais con-
veniente, urna nsoliiro mclhor, (piando vio-
i em a casa os eselaret iinentos precisos; o be nes-
sa occasiao, queeu emittirei aminha opinio, e
direi francamente aquillo, que me occorrer.
0 Sr. Nabueo :Sr. presidente se o requeri-
mento do nobre memoro da couiinisso pudesse
ser com l'acilidade satisfeito seas informaces,
nue elle pede piidessem ser dadas com brevl-
dado en nao duvidaria votar por elle ; mas an-
iolha-so-mo que nao pode ser satisfeito no cor-
rete da sessao, porque as informales sao taes,
que nao pdeiu soldadas deprompto: a nobre
eomiuissao nao quer simplesineuto a bpiniao da
irmandade do Santissimo de Santo Antonio,
quer unta copia, verbo (id virbinn das ver-
bas relativas a cada mu dos logados o doaedes ,
que foro foi tas essa irmandade ora bem sa-
be o nobre deputado que,sendo nnumeraveis as
doaces dessa irmandade sao laniboin muitOS
seus legados essas verbas i>ois >.-.....lultipjica-
das e asna extracco em copia levar muito
lempo; daqui se deduz que na corrente sessao
estas informaces nao ebegaro. Mas nao be
smente este o ponto de vista por onde conside-
ro o requerimento por outro o encaro ou ; o
eutendo que as iufurmaces que o nobre depu-
tado exijo em nonio da Commissono voein na-
da ao caso ; ontondo inesiuo que so pode pres-
cinda* destas Informacdcs para se einittir um
juizo a este respeito ; porque trata-so de saber,
se as doai,oe l'oitas a irinandade de .auto Anto-
nio, pela diviso da fregueziade Sanio vntonio,
dcveill ser repartidas pela irmandade de S. .lose;
ora o nobre deputado sabe, que, sealguma
verba ha que tonha previsto o laclo da diviso ,
para determinar que em consequencia sejo
partilhados esses bous ento be desnecessaria
a intervento da assembla ; se essa verba exis-
te, he muito clara que a partilha se deve fazer;
mas pprffunta-se em geral.se os bens conferidos
airniandadt deS. Antonio pdein ser divididos
com airmandadedt?S.Jos pelo factoda diviso
'l ifreguezia? Oratfitouotem nadacom as verbas
das difieren tes doaedes; porque, se as verbas
sao particulares nto nao depcndcui da n >o-
luyao dosiu assembla deve a irmandade de S.
MUS
Jos pedir a diviso judicialmente ; so nao tem
osle carcter, pergunta-se Sr polo lacio da
diviso deve liaver a partilha ; logo as informa-
V'os da commissilo nao adianto nada jar;i a
deeso daquestao. Com ludo, se as informa-
rnos pudesseni ser dadas eu nao teria dtlvda
em votar pelo requer nclito ; mas parece-me
que levaran muito lempo e que nao chegar
na sessao cor re u le. Fu nao omiti opnioacer-
ca da partilha digo s que estas informafdos
nao seiVOIll para a cominisso ; em primelro
lugar,porque seas verbas prefiro o lacio da
diviso, a irmandade de S. Jos deve Recorrer
ao poder judiciario seas verbas sao giraos a
quosti)rodliz-so a saber se pelo tacto da divi-
so dovoin pariilliai-se os bens que i'ro doa-
dos a esta freguezia ora p.na isio nao he ne-
cessario saber qu. es sao essas verbas o ser so-
mente dar mu irabalho .....ito grande qual o
do copiar tantas verbas ; por mj voto contra o
requerimento.
OSr. Figueiredo:Sr. presidente, o nobre
deputado que me precedeo comba te mo o reque-
rimento; nicamente p la circiimstaucia de nao
podereni vir casa m termo breve as iuforina~
edes que pedi paroco-nie que o nobre deputa-
do a visia do que expenden devra concluir
de ouira niaueii.t isto he, devera requerer a
urgencia, o mo volar contra o requerimento.
Sr. presidente, quaudu so trata de distribuir jus-
tica enm rectida nao me importa coin demoras;
iraia-se de dividiros bens de urna Irmandade ;
ou nao se qual a uatureza da instituico, nao
sei quaesos sentimentos do instituidor, quando
duoii osla ou aquella propriedade irmanda-
de ; se fui especialmente para que em tal gru-
ja e s naqiu Ha igreja .so houvesse de pro-
mover o hrilhaiiiisnio do culto ; ou so foi para
se promover em geral o brilbaiilismo do culto ,
sem especificaco de localidade de ser aqui.
oualli ;so eu rooonhecei.quea votiiadodo insti-
tuidor ou o sen liui nao foi senSopromover
oculto em geral, talrez possa me Inclinar di-
viso digo talv z porque por ora mi rirmei
o iiieu juizo : quero partir da iutenco do insti-
tuidor ; pniiu se essa nao loi a su a menle ou
talvez me tenha de prouiuiclar cnutra i diviso;
iii.is poderei ou ja formular nina deeiso justa a
este respeito, nao leudo dados sufiicientes ?
nao posso. Disse o nobre deputado que lia mul-
las verbas testamentarias e que harer gran-
de dllieuldade ornas exirahir verbo ad irr-
bum : eu nao pejo a copia verbo adverbum,
isto he nina ideia que me enipresloii o nobre de-
pulado ; eu pero una reinan destes bous com
referencia verba toslainontaria o nao so deve '
suppr que a iriuaiidado que tem mu avulta-
do numero de propriedados nao tenha um
tombo destes bens; basta moa relacdo tirada
desse tombo: 0 que uto parece iniii fcil : alm
de que eqlendo ser de jusiira que a irmandade,
de oujo patrimonio se trata,soja ouvd.i no nego-
cio c que emilla lanibeni o sen parecer a
fin de que a assembla mellior possa formar o
seu juizo. Sis., cu enteiidoque o requerimento
he justo, he til, e conveniente o (juco mais
que so poder requerer lie que com urgencia
se peca a irmandade (pie d oslas informaces,
anda que OU uo roooulio'o milito essa necos-
sidadede se decidir de prompto a questo, como
enteude o nobre deputado que inipuguou o meu
requerimento ; porque a matriz de S. Jos func-
ciona, o continuar a funecionar, como poder,
einquanto se examiua a questo, emquanto se
roconlieco, em vista (los esclareciinentos, a jus-
tica mi injustica da preleucao, Voto pois anda
polo requeriiiientu, o nao duvidarei votar pela
urgencia. Ora, agora em quanto ideia que
apresentou o nobn deputado, de (pie as irman-
dades podem dirigir-se ao loro commum para
partilhar esses bous, eu eutendo que nao tem
lugar isso : he preciso que o poder competente
decida, se o patrimonio deve ser coiuinum ou
nao depois de decidida essa questao prelimi-
nar, os rnios se dirig rao ao loro commum, ao
juizo das capillas para fazer a diviso : sao COU-
s as bem diversas ; a diviso, o reconhecimento
do din ito, sao quesillos separadas ; roconhocido
o direito, compete aojuizo das capellas fazer a
partilha; portanto, Sr.presidente, contino a
\ otar pelo requeriuieum.
Lc-se a seguinte emenda :
Requeiro que se perao as iuforinaces com
urgencia.
t) Sr. Presid nte: Eu nao sei se posso consi-
derar isto como emenda; he um novo requeri-
mento!
A' assembla resolve apoiar a emenda doSr.
I- igueiredo.
O .S. ter reir llc.net;: Sr. presidente, a o-
meiida jiarcce-mc jiistissiina; porque ella, leude
a (loli i.ili i, o a rej til.tr o direito depropiiedado.
Eutendo, que se ni pode, uem s'edevejulgar
proprii dade s i aquillo, que p< rtence aos parti-
culares, aquillo, que be so de qualquer indivi-
duo. As corporaeocs possuem bous, o por con-
seguinle teem piopriodados; muito cinbora se
de as ir mandados a deuominacu de coi-pos de
mo uiort i, un o leme, que bem se Ibes quizer
dar, ollas teem pruj cujos rditos, cu-
jos productos sao applicados para o eulio reli-
m



3
gioso, conforme Ibes fo determinado pplos doa-
dores desses bcus/Jan taes circunstancia como
he, que a irmandade da matriz, doSautissiino
Sacramento em S Antonio lia de repartir esses
bens, deque ella he administradora, bens doa-
dos essa matriz; e.onio lie, digo, que essa ir-
V*,andade os poder dar i irmandade, que nova-
mente so constituir? < nio, que nao lia le al-
isto
guma, que tal determine. Teria sto lugar, se
os bens doados matriz de S. Antonio losseni
doados eoui a condicc de passarein a S. .lose,
se se dividesse a frcgiiezia; de se dividiremos
bens eom a nova irmandade lo Sacramento,
creta agora na igreja, que he de S. Jos. lie esta
a ratio, por que he necessario, que se examine
o negocio; e he esse liui, que leude oreque-
rimeuto doSr. deputado; requerimento, que se
undainenia narazo, e todo de justica
lie pois necessario coiihcccr, examinar OS t-
tulos, a sua designaran, os lina, para.pie forao
doadas essas propriedades e nao diser a as-
sembla; partillicni-sc, dividan se OS bens, cn-
treguem-se, sem attender aos ttulos, s clau-
sulas, aos lins, qara que forao doados; sem at-
tender s intenedes dosdoadores.
He so no caso de alguns desses bens compre-
heuderiin a divisan Ja parochia, que elles se p-
deiu dividir: do contrario,nao havendo lei, que
tal baja designado, nao havendo costuine justo,
seniclhaute divisan de bens ser arbitraria, e
nao se pode eucetuar. Nao hotive anda alguma
igreja, alguma parochia, que, depois de dividi-
da, reclamasse os bens da parte donde se liavia
dividido, e isto certainente nao escapava a tan-
ta gente esperta, que se iotrodiw as ir manda*
des, para vivir santamente a e lista deltas, Isto
he, a COSta dOS bens do CeO. Mas anda se nao
pedio, anda se nao requeren tal. E porque.
Porque nao existe seim-lhaute direito. E coui
. efteito o que succederia? Hoje dlvidia-se urna
' freguezia, edava a outra niciade dos seus bens;
ainanha tornava a dlvidir-sc, e dava outrame-
tade; tinha por lauto de dividir, c subdvidir
Ihe restava? Em Hu tan-
i o da praia, anda que eom suBscripto trocado
(tambera nao sel em que querein licar esses as-
nos eom as suas iinputaces sobre a paternidade
do Corrcio), cerca da inielligencia havida em
Macelo entre o honrado Pernainbucano ebas-
bifio do llego e o caballo Vicente de Paula. Men-
lio o //(Virio da praia, quando disse que tinha es-
sas nfoiinacoes por cartas das Alagoas : naqurl-
la provincia nao ha homem natural della que se
oceupasse de < alumniar o honrado opposicio-
nisla por modo tao vil; isto s poda partir de
pr.iieiro, e l existem boje niuitos ; mas nao foi
iieiihum dos que l esto, porque
(I
rpatela nao tlver osaccochcio, haver grande
b Ora aqu me vejo obligadoa parar eom as no-
ticias particulares da corte: fique .sto pala ou
tro dia, paraan.a.ih ten. Vms. a da. aosen
leilo.es as das gazetas, c he prudente nao gastar
tudo d'uiua yez.
scu patrimonio; e (pie
tas fossein as divisoes, e subdivises, (plantas
vetes era ella brigada a repartir n patrimonio.
Ora isto he inipossivel; isto he lora da rbita
daratao; isto nao pude ser legal; Ue Inadmis-
sivel
Entendo pois, Sr. presidente, entendo que
isto he urna exigencia beui extraordinaria, que
dever ser repellida; exigencia, que esta as-
semblea deve terminar (se o pode); que deveria
iiiesmo, euodirci, destruir, porque he lllegal.
Acho, que a emenda, que mandn mesa o il-
lustre deputado, foi mu bem dirigida, e que
por isso niesino esta as cireiimslaueias, est na
ordem de ser appruvada; e praza ao eco, que
ella O se a.
USr. .Sabuco.Sr. presidente, eu lallo a rx-
einplo do nobre deputado, queme precedi, e
que me parece nao Ihe competa a palavra, se-
gando o regiment Approveito a palavra para
dar una explicaco; porque o nobre deputado,
autor do requerimenlo, nao me entendeo : eu
disse, pie a questo pode apresenlar-se dcbaixo
de douspontos de vista; oua nobre commissao
tein de resolver a queslo pelos principios de
direito, isto he, saber se pelo laclo da (livisao
ge deve partir o patrimonio, e entao nao se pre-
cisa dess verbas; ouquer decidir aquestao pe-
las verbas leslanicnlai'as.ec lilao ya i invadir nina
altribuco do poder judiciario, qucm compete
a execuco das voutades teslemeiilai ias; o po-
der judiciario he que deveentrar uo exame das
intei.CeS do testador; a asseniblca, (plinto a
liiiin, nao pode cutral ueste exame; a assemblea
he chamada siiuplesimule para decidir esta
queslo (i se conforme os principios de direito,
dividida una freguezia se deve dividir o patri-
monio della comaoutra; esta heaqueslao: a
deve n solver-se por causa (las
a irmandade tein sen direito
fundado as verbas, ao poder judiciariu tein de
recorrer, porque he este poder queexecnta as
ultimas voulades; tudoquauto nao for assiin, lie
usurpar suas atliibiices, he fazer un traba-
lho improprio desta assemblea; e mismo esse
exame de verbas he superior as nossas forjas;
isto no ser legislar : logo anda estou naopl-
nio de que o requerimento nao pode scrap-
provhdo, e voto contra elle.
O Si. 'residente:O artigo 12b do regiment
d direito a cada lim deputado de fallar una ve/.
sobre cada materia, que seapresentar fiudis-
cusso.logo sobre nina emenda tcem os Sis. di-
putados igual direito; he por isso que del a pa-
lavra aoSr. deputado.
(C era natural
pie a fatel-O, se apressasse logo que o Sr. Reg
: ai ros por all passou : a carta foi viva, aqui
existi, he un bicho de carrancuda catadura,
vista turva, bracos curvos e denles negros, que
aqui andou ambulante e lomando larguras, un
ente ingrato e humoral, que tlrou carta patente
de valente por um acto de covardia, calumnia
dor traicociro e vil, que leve o descaraniento
de asserevar que vio em Macei ir o Sr. Se-
bastio do llego casa do cabano Vicente de
Pau,a- n a
Para estupidos pra.eiros escievc o Utario_aa
praia, para intrigar os mais prestantes cldados.
para lisnar as mais Ilustradas reputaces pode
o infame calumniar a bel-prazer ; do seu lado
esto todos os antigOS alliados do Vicente, allia-
dos valiosos, prestrnosos, constantes ; o seu
partido militas vetes procuren incitar o Vicente
sabir do scu retiro para perturbar esta provin-
cia, un lempo da presidencia do nobre barao da
Boa-Vista; elles sb cabanas, comebanos sa-
I,, in entender-se ; os ho.uens da opposicao sa-
eril'no tudo ordem publica, rcpellem os que
seguem as doiitrinas da praia, os principios de
resistencia aunada e pcrtiirbacocs, e liiinao o
scu iriuiuphono tiiuinpho de seus principios, e
nao querem nem a alliauca de um ministerio,
que por imbcil e fraco Ibes facilite transaccoes,
que nao prociiro, que nao querein, que rege-
lao e esse inesiuo queni a praia calumnia
deo a prova do que acabo de allirmar, recusan-
do fazer parte de um ministerio que elle, pr
meiro que lodos, conheceo ejlllgou.
Mas nao he s o traste, de qu.in cima lallei,
iiieiu andou por all a abocanhar o eximio Per-
MABUF'IIE PBRNAIBiCO.
Pelo litigue fobim tivemos folhas de Lisboa,
que ehegao a 15de fevereiro ullmo; porrm, pou-
co adianto ein noticias de interesse pa.a It.lo-
res estrangeiros^ ^ ^ ^ ^^ ,e_
ra do crme! No Limoeiro, quanto nao temso-
f. ido a humanidade E anda vos era preciso
llerecer em holocaustro ao vosso partido, ao
vosso governo, a preciosa vida d um pai de fa-
milia que. rico smente de mrito e de virtudes,
as pobre dos bens da fortuna, de.xou urna mu-
her no desespero, cercada de nove lhinhos
dos uuaes a maior parte, apenas, vao agora pro-
unciando o nome de um pai que Ihes acabis
deroubar'! (onfessai que sois a unagein
degeneracao da especie humana, a quem nem
a lei, nem a relgiao do verdad.M.o Dos ten. o
'noder necessario para conter. Lis os quadros
au'se rVVodzen.'rodos os dias, em osdllcren-
.n..n.mhnm! Eo ue faz o so-
tes pontos de Pernambuco
verno salvador?
o go-
i'aiiibueaiio ;'ha aqui um celebre coronel Mar-
ti ns, (iiic se tein afanado uestes ltimos dias em
(|ii
commissao nao
verbas; porque se
CORREIO.
CORHF.SPONI1KNCU DA CIOADK
Na niinha ultima Ibes I al
geni, na inorte do capitao
que lance! essas linhas nao
assassinato
r PROVINCIA,
el,, como de passa-
Holliin : hora Pin
sabia ao certo desse
s a noute me contrao todas as
suas particularidades. Foi assassinado, sem du-
vida nenbuma, o capitao da guarda nacioiial
loo financio de Souza Rolli.....m dia 20 do
crreme pelas G lloras da larde, uiuilo prximo
ao lugar de sua residencia na Manela, COlll um
tiro, dado de emboscada, que Ihe aiabou eom a
vida na madrugada do dia seguinte, e esse tiro
parti do bacaiuaric ministerial, porque o inle-
liz tinha o crinie, nico crme, de ser avesso a
poltica do governo actuaba poltica da eonebo-
ao pelo assassinato e da reparafOo pelo insulto.
F cmo a praia ministerial, ou o ministerio
nraieiro so escolhe victimas, que arrastem a pos
ae si outras militas rictimas, o capitao l.ollun
era casado, e tinha 0 lilhos ...
Asvesperas sicilianas, proclamadas pela praia
c aplaudidas pelo ministerio de i de fevereiro,
para revelaren! toda a n.aivam/a uap.au.. .
seu preconisado governo ; e, pai lindo do inte-
rior da provincia, vceni ellas aproxi.nando-se di
capital, e j nos lic.io a quatro legoas.! I t.m
,.So ,-st nroninnuo o da irml h hejiosivel qui
spalliar por toda a parte, queaquellc honrado
JViiiaiubucano he chefe de urna conspirafnn
para se separar o Norte do brasil. Que 0 Mar-
tina era homem capaz de levantar um falso a
Dios, sabia di; masque chegasse eom a sita
protervia a andar denunciando eom as asseve-
races as mais positivas, ecomo testemunha de
vista, conforme me ditein ter feito cm casa do
chefe de polica, cousas que sem duvida elle sa-
be seren falsas, se nao sao de sua iuycneo, he
levar a barra adianlc do inesiuo mo concelo,
que eu delle poderia fazer Ora, porque mo
cuida o coronel nos setlS negocios i porque nao
vai para a Baha nadar em riquezas '! Quer oulra
placa para o pcito, porque nao embirra coni o
numero tres? Els-ahl um caminbo bem fcil.
L est anda nessas mallas, onde o levou a mao
do coronel, o Vicente de Paula, que he o agente
do pai tido oideiro desta provincia, ao dizer dos
seus correligionarios, se he que o coronel tein
correligionarios, ollercra-se ao governo para
prendel-o, de cabo delle pelo ferro, ou logo, ou
veneno, traga-o amarrado, plhe a correspon-
dencia dos b.uonistas Colli o chele dos caballos,
e eom ludo isto, quein ousar negar-lhe mais
nina L'oiniuenda, ou pelo menos una dignalaria,
ou a inda mu (/riio-cruzKo ? Por certo, nao sera
o governo de suas synipalhias, e elle nao pode
ter recelos de mudanca de ministerio. Es-aln,
ineu coronel, um caininho que vai dar direito
ao alvo dos seus desejos, e mais direito do que
a prisodo Karata e Joo Mendes, do que..., do
que..., do que tanta cousa !! !
Estou em verdade ineiis amigos me engol-
fando limito boje em cousas graves vollo pois
ja c j os ollios para o lado ridiculo do partido
praiciro-ininsti rial que me oli'ercce muita
disiiacco. Obegou finalmente a suspirada no-
menean do Kagado para ajudaule de guarda-
inr da alfaudega dessa estajo onde a praiei-
rada tein os olhos pregados eom tanta gana ,
que nao ha ahi nem un tiro, que os faca tosca-
nejar. Eslava como de seu costuine chegada
dos vapores o homnculo contra-feito no cor-
rcio onde tantas decepedes sonrea quando
receben grande papelada, c dentro oh inaudito
prazer! d eom a sua nomeacao, e voltando-sc
para o bando das harpas aberto o papel coiu
as lettras para o circulo diz : eis-aqui ineui
Sis., a niinha... e tantos Coran os abramos ao gri-
to de um dos gualdriperos ~ vivao os nossos
valiosos amigos que se nao fra a dureza do
casco, esmagado litara o Kagado. A alegra Ibi
geral ; porque, ditein os patuscos se este s
por ser o andador leve tanto nos... em nos
ca... se sabe!... o Kagado na alfaudega nos
cm ludo. Ah Ah agora baronistas he nosso
o bollo E sabio por all o homem eom as per-
nas anda mais tortas, e os saltos anda mais sa-
cudidos Ora em liin o governo leve razio; a
pi iincira e principal he ser o agraciado digno do
governo e o governo digno delle, isto he, tudo
infame, a segunda he que como o bicho he ani-
pbibio e o lugar tein exercicio em Ierra e no
mar he elle o mais propro possivel. Por mais
nada nao, mas tanibcm para o governo que mais
he preciso ?
Ditein-me do llio que tambem vira o pare-
Iba do Kagado o Paula (.abra, que como elle fo
andador arrumado para a alfandega ; e oulros e
o u tros.
.Nada mais le importante trouxe este vapor
para o praieiros de c : agora aos de l.
Ando os deputados da polica un pouco za-
rolhos uns eom os outros, nao fallando j na
separaco do Mello. Na occasio em que este sa-
bio da casa onde toda a bichara eslava junta,
grande algazarra houve, ferveo a descompostu-
ra, e quasl quasl que roda o moco, ministerio
teui-se visto aburbado para conservar a hypote-
J______... J. .. J n ..,;.. i ,. .I -, I,, II. II I U lili'
Continuavao------
gslatvos. Na cmara dos pares dbJCUO-se,
votou-se oprojecto de lei pelo qual se cria mu
banco ruralI; e ltimamente a commissao espe-
cial, encarregada de apresentar o projecto de
lei orgnica do paralo, oflereceo jt approvacao
da ...esma cmara a final redaccao do mesmo
projecto, reconhecendo a existencia de pai es he-
reditarios e pares vitalicios, o qual foi de novo
submellido discusso.
Ka cmara electiva foi tambem approvada a
ultima redaccao da le dos foraes; term.nou a
discusso sobre a dos pesos c medida ; c con-
cluio-se igualmente a do projecio sobre as eai-
xas econmicas.
Em consequencia do ilagello que tem perse-
guido as libas dos Acores, causado por uin m-
scto destruidor dos pomares de laranjas, deno-
minadn cocus hisperidum, votou-se na cmara
electiva um projecto couteiido medidas extraor-
dinarias tendentes a por-lhe termo; para o que
fui o governo habilitado eom os necessanos re-
cursos pecuniarios. O mesmo projecto ja se a-
ehava na dos pares, onde hava entrado em dis-
cusso. .
SS. MM. aRanha, e seu augusto espozo, lia-
vio se dignado de annuir supplica da uni-
versidade de l.oimbra, fazendo-lhe u graca de
No dia 4 de fevereiro linha chegado a Lisboa,
como expresso, Mr. de Savigny, camarista de
e|-rei de Prussia, comearlas para SS. MM., e
..s insignias da gra cruz da ordem da aguia-
negra, que o monarcha prussiauo env.ou a el-
rei de Portugal, em testeniunho do desenvolvi-
mento que leen, tido asrelaedes d'aquellcs dous
paizes. .
A opposicao preparava-sc para a campanha
eleitoral. .
O Sr Jos da Silva Carvalho, regressando de
Coimbra para Lisboa, leve no da 26 de Janeiro
a infelicidade de se Ihe voltar acaleca, hcando
CMMKRCIO
mmikm -;y K.
ALFANDEGA.
10:6S6^G42
eixe.
um pouco magoado; pode eom tudo concluir
jornada sem maior incoininodo; porm, chegan
do a Lisboa, appareccro-lhe symptonias de do-
enca grave, que foi classillcada febre maligna;
e tal fo a gravidade, que se Ihe perdrao todas
as esperancas, e chegou a ser sacramentado:
todava, foi depois obtendo algumas melhoras,
e i o iulgavo quasi salvo.
As noticias da Ilcspanha alcan9ao a 8 de fcrei-
ro e as mais recentes sao as que vao transcrip-
tas em lugar competente.
Tivemos jornaes do Rio pelo vapor Hahianna,
e dilles ipianto podemos colligir a respeto de
noticias, pouco nos adianla se nao he para
persuadir-nos cada vez mais da protervia do
bando ministerial. O assassinato do l)r. Panto-
ja cujos pormenores nossos leitores lero em
oulro lugar a sem-cerinionia eom que o Oxa-
l pasela na corte e frequenU ministrse de-
putados ; certos antecedentes a cerca dos ne-
gocios do Rio Grande cuja paclficacao anda
nao sabemos sob que auspicios fo concluida ,
ludo em una palavra concorre para nao haver
a menor esperance lisongeira a respeto daquel-
les, que se acho testa da adininistracao do
estado.
-_^im>w !!( BMBBBBttSHH
COMMUMCADO.
Rendmento do dia 29.
Uescarregao noje o.
lirgucoWm-mercadorias.
tfarcafribacalho.
Uiigue EUminercadonas.
iiarcaSuperiorazeite de pei>
IMPORTACAO.
Robim, brigue porluguet, vindo de Lisboa,
entrado nocorrente niez.a cons.g1.a9ao de Tilo-
mas de Aquino Konseca, manilestou o seguinte:
97 pipas e 200 barra vinho tinto e branco 35
pipas vinagre 55 barris azeite de oveira 10
caxas chapeos castor 3 ditas rap 10 barris
chouricos, 5 caxas toucinho; ao consignatario.
1 caixa rosarios de inissanga e as albas de
barba ; a Antonio Jos Fernandes.
1 voluinc marcas d'osso ; a Jos Joaquim de
IS'ovaes. '
1 caixa facto feito c ainendoas ; a Antonio
Francisco Bandera Jnnior.
2 barricas carvu animal; a Miguel Joaquni
da 1 osla.
3 caixas livros ; a Jos Jnaquim de Castro.
650 molhos ceblas 1 barril chombos, 1
sacca bacalho 1 caixa bixas I embrulho li-
nos ; a Francisco Antonio Pe re ira de unto.
45 gamellas cera branca ; a Jos Pcrcia da
Cunha. .
1 caixote torneiras de pao; a Domingos Jos
Vieira. ...
15 caixas queijos flaniengos, 1 dita niarniela-
da ; a Antonio Jos Marques Guiniaies.
1 barris vinho 50 aucorelas azeitonas 22
barricas sardinhas ; ao capitao.
1 caixa livros inipressos ; a Manocl Joaquhn
Ramos e Silva.
liria pipa Vinho ; a Manuel de Carvalho Mc-
deiros.
1 barril dito; a Jos Caudido de Carvalho Me-
deiros. ..
3 caixas chapeos de pelo 2 caixotes doces; a
Polycarpo Jos Layne.
40 barris azcte de olivrira 20 ditos chou-
10 caixas toucinho ; a Manocl da Cunha
ricos
Gu.naraes.
1 caixa tafet
Filho.
branco ; a J. P. de Lemos &
iplaud
vo-se verificando ponen a pomo, para seren
mais dolorosas, para seren mais aggrayantes,
para rcvelarcm toda a n.alvade/a da praia do
--- ...................11 mido do inte-
da
no
yaooateixrm r.r|.*r.que
eom tal governo baja um homem honesto, um
homem de costum. s brando, um homem de vi-
da regular que se nao revolte contra elle.' I ara
ser ministerial hoje he preciso ou ser malvado,
uu mais tciinoso do .pie um burro, ou menos
^ffiSlretber a carta qUC me enviou o Dia- ^^^^'^^'^'^^7^
Mais una cora de gloria acaba de ser ollere-
cdaao partido narioruil : inaisuin triumpho bri-
Ihanle acaba de ser obtido pelo governo da
ronciliacaue reparacao : o cidado Joo Amando
lloliui expirou no da 20 ao correte, victima
dos bacamartea da gente que. he hoje sustentada
pelo governo nesta provincia .... Tendo esse in-
feliz saludo do engenho Monjope na tarde do
da 25, ao chegar .10 lugar da Maricu, onde
inorava, em distancia de quatrocentos passsos,
pouco inais ou menos, de sua casa, recebeo um
tiro, cuja bala matou instantneamente o ca-
vallo cm que ia montado, e neile alguns bagos
de chumbo se cinpregrfio em lugares to mor-
taes, que no oulro dia expirou, apesar dos
promptos soccorros de que foi assstido. Essa
victima do canibalismo da gente da praia, pen-
is do governo, hava commettdo em sua vid o
gravissimo crinie de, unido ao Sr. capito-mr
Joo Cavalcant de Albuquerque, oppr a mais
firme resistencia aos criuies e desvarios dos de-
sordeii os do termo de Iguarass. elo posto de
capitao que exercia d una companhia da guarda
nacional, pelo lugar il'uspector de quarteirao
que, eom tanto acert, Ihe hava sido confiado,
c especialmente, pela actvidade e coragein que
sempre desenvolveo as occases em que os go-
tenitstas tenlavo perturbar a ordem publica, a
sua vida era un obstculo quecumprasuperar;
e como ? Por que meios ? mais fcil, o que es-
t na ordem do da, o que mais casa eom os
principios dos ininisterialistas, o bacamarte go-
vernista... E he desta mancha, gente sanguina-
ria, que argumenta a vossa poltica ? Sao estes
os raciocinios que oppondes aos vossos adver-
sarios ? He assiin que chegareis a convencer-nos
de que os vossos principios poder salvar o bra-
sil ?
Ministros que sois! No Bonito, sacrificastes
o infeliz Feij, assassiuastes o infeliz beterra,
Atestes duas viuvas, c una multdao d'orphos;
PRAGA DORECIFE, 29 DE MARgO DE 1845.
llEVISTA StMANAL.
Cambios Por falla de navios forao limitados
os saques desta semana a 25 '/j d. o
hoje houve una ollera de lettras a
25 3/4d. p. 1/rs. por quantia mais
avultada. -
Assucar As entradas esta semana fro re-
gulares continuando as vendas pe-
los piceos de 1^050 rs. sobre o ferro
por arroba
Algodao Inda eontiiio diminutas as entra-
das por falta de churas que teem
chegado a ponto de nao havcreni
pasto para os aniniaes e ha compra-
dores a 4/400 rs. de 1." Borle, e 3/JOO
rs. o de 2.'
Couros As vendas teem continuado a 130 rs. a
libra.
Alcatro sueco Ha falla.
Bacalho l liegou um carregamento esta se-
mana de 2,040 barricas de Terra No-
va o qual seguio para o Sul : o car-
regamento chegado a semana passa-
da est se retalhando a 10/rs., por ter
sahido de qualdade inferior ; e o de-
pozto actual he de 3,000 barricas.
Carne secca Nao houverao entradas esta se-
mana, e as vendas teem regulado de
2/100 a 2/400 a do Rio Grande e
\}W0 rs. a de Buenos Ayres : c o de-
posito hoje he de 10/000 (.
Farinlia de trigo Chegou um ca rcganicnto
de i-nlliniore eom o qual o depo/.ito
tcou lllll pouco mais augmentado ,
continuando as vendas moderadas, e
os piceos mais firmes, porm sein al-
teracao.
Sal estrangeiroVendeo-sea320 rs. o alqueire.
Vinho de Lisboa dem a 120/000 rs. a pipa de-
marca PRR.
Vidro para vldracas Idcin'a 9/ rs. a caixa.
Fretes Continua a falta de navios para fe-
la rein-se.
Entrro nesta semana 15 cnibarcaccs, e sa-
hirao8: existem no porto 47 sendo; 5 ame-
ricanas 20 brasilelras 1 hespanhola, Sfran-
cetas, 1 hamburguesa 8 inglesas, 5 portugue-
sas 1 2 suecas 1 sarda e 1 sciliauna.
MOV MEMO D POKTO.
Navios entrados no dia 29.
I 73 toneladas capitao Joo Antonio da Silva .
equpageiu 10 carga farinha de mandioca ,
&c. ; a Manuel de Souza l.outo. # *
Portos do Sul ; 12 dias e 20 horas vapor brasi-
leiro iahianna de 300 toneladas coiniiian-
daute Henri(|ue Olton equipag 111 26 car-
ga lastro ; a .loaipiim aplisia Moreira : pas
sageiros Padre Justino Pereira deBritoe
cscravos, (aciano Mara Lopes Gama e 1 es-
cravo Jos Antonio da Rocha Vanna, Anlo-


s
noCaetano de Almeid Baha, Augusto da
Silva Telles Jos Manoel Francisco Ra-
mos Bento Ititancurt Wcrengucr Cezar Jo-
s Angelo Mcio da Costa Augusto Anto-
nio da (-osta Joaquim Jeronymo Fcrnan-
des da Cunha, Leonel Stelita Fernandes Ne-
to Jorge Mayno Falcao Virginio Henri-
que da Costa c I escravo Fre Jos de Santa
Engracia, Fre Francisco de S Bernardo, Ma-
noel Joaquim de Almeida Moda, e Manoel da
*>unha Guimaraes Ferreira Brasileos; An-
tonio da Silva Aboiin e Manoel Antonio Tei-
xeira, Portuguezes ; Williain hapinen In-
gles ; o cadete Jos d'Avilla nitanciirt Neiva ,
2 soldados 40 recrutas para a P.irahiba ; pa-
ra o Maranho o alferes Ayres da Serra Car-
nero e o padre Manoel Jos de Soiua Lo-
bato, Portuguez; para o Para Alexandre Flo-
rentino de Albuquerque Mello um solda-
do sen camarade c o sargento Jos Urbano
da Silva. .....
S. Matheus ; odlas geropeira brasileira A. A
da Pcnlia, de 32 toneladas, capitao Luiz Alves
da Cunha, cqupageint carga familia de
mandioca; a i.'aetano Alves Moreira: passa-
geiro Brasileiro, Manoel Alves da'.unha. Vem
arribada e segu para o Rio Grande do Norte.
Villa de Valenca ; hiate brasileo Flor do Recife,
de 33 toneladas
Axevedo, equi
dioca e piassava ; a Luiz Borges de Mquc
o capitao Rodrigo Joaquim Correia na pra9a do
Commercio.
Segu para o Porto o brigue hoa-viagctn ;
para carga e passageiros traia-se coin Francisco
Alves da Cunha, na ra do Vicario n. II, pri-
meiro andar, ou coin o capitao Antonio Ferreira
Nunes, na praca do Commercio.
2 Para o Ceara sahir uesles dias a sumaca
Felieidade, de que he mestre Ignacio Martines ;
quem na mesma quizer car regar ou Ir de-passa-
gem trate coi o mestre, ou coin Antonio .loa-
luiui de Souza Ribeiro, na ra da Cadeia do
Kecife n. 18. (t
4 Para o Rio Grande do Sul segu viagem
com brevidade o brigue brasileiro Doste Guar-
de ; recebe escravos fete e passageiros: os
pretendentes diriiao-se a ra da Cadeia do Re-
cife armazem n. 12, ou ao capitao Manoel Jos
de Azevedo Santos. (t
4 -~ Para as ilhas de S. Miguel e 'ferceira o pa-
tacho portuguez Oliveira, de superior marcha,
forrado e eucavilhado de cobre, capitao Antonio
Germano Soares, pretende seguir ein poucos
dias : quein nelle quizer carregar, ou ir de pas-
sagem, para o que tein excellentes commodos,
dirija-se aos seus consignatarios Mendes Bt Oli-
veira na ra da Cruz n. K. (8
1 Para a hahia segu coin toda a brevidade
LOTERA
de N. S. do Uvramento.
O thesoiireiro lisongea-se poder asseverar ao
2Aluga-se urna casa terrea no beco do Padre
Lobato, travessa de S. Thcreza, coin 2 quartos,
quintal c cacimba, pintada: na ra estreita do
Rosario, n. 1, 2. andar. (4
5 =Aluga-se mu sobrado de dous andares e
loja coin quintal e cacimba, -
e tem estribara
a ; niaie urasiieuu ri"i .!>, "****%," -- ---; ,, y--------------------------
as mestre Domingos Gomes de I a sumaca .Sanio Antonio ile t'adua; quein na ines-
ipa'geni 3, carga farinha de man- ma quizer carregar, dirija-se ra da Cruz n.
iva a Luiz Borges de Siqueira. 45, a tratar com Nasciinento Schacller & C. (4
ED1TAES.
LE LOES.
manda l'azer publico, q
xiino vindouro, ao meio dia, se ai remaiaiao, pe-
ante a mesilla thesourara, as obras comple-
mentares da cadeia da villa do Brejo, oreadas
na qnanlia de 5:802^125 rs., sob as clausulas es-
peciaes abaixo transcriptas. ,.,.., ,
Os licitantes, devidainente habilitados deve-
r comparecer no dia, hora e lugar indicado^
com aspropostas, na forma do regulameutu de
11 de iulho de 1843.
Secretaria da thesourai ia das rendas proy.n-
ciaes de Pe nambiico, 18 de marco de 184o. O se-
cretario, Luis da Costa l'ortocarretro.
OBKAS COMPLEMENTARES DA CADEIA DA VILLA
DO BBEJO.
Clausulan especiaes da arremaloco.
Art 1 As obras coniplemenlsres da cadeia da
villa do orejo far-se-hao conforme ao oicainento
e plano approvados pelo Exin. Sr. presidente, en.
8 de marco de 1845, e pelo preco de cinco con los
otocentos e sessenta e dous mil cento c vinte-
cincoris (5:815-2/1125).
Art 2 As obras principiarao no piazo de dous
meze, e serf.o concluidas no de do/e m.zes.
ambos contados ein coiilormidadc do art. 10 do
reguiamenio das ari ematages.
Art 3 O pagamento lar-te-ha conforme ao
art 15 do precitado rcgulaiiiciito, sendo de 12
mezes o piazo da responsabilidad*.
Art 4 Para tudo > inais que nao esta determi-
nado "as presentes clausulas especiaes, scgim-
se-ha inteiramenteo que d.spe o precitado regu-
lameuto de 11 dejulho de 1843.
Renartico das obras publicas, 10 de marco de
1845 O engenheiro en. cl.efe Vaulhier.
Appiovo. Palacio de l'ernainbuco, 12 de mar-
Sode-.lM&.Almeida. >4l
4=Faco saber, que em observancia do art. 2.
camtulo2.dos estatutos desta academia jurdi-
ca ponl.o a concurso a substituirao da cadena
de nllosophia e (.eo.netr.a docolleg.o das ar-
tes vaca pelo falleciiiieulo do seu substitulo ,
o bacliarel Samuel Wallce Mac-Dovvell mar-
cando o praso de tres mezes contados da data
dtEpara constar n.andei anisar o presente no
ear do costuine. Secretaria da academia ju-
rhfic deOUnda,*M de marco de 1845.- Tlwma
bispo director.
II
nx*xa*Bam?-
eclaba(;0es.
=Existeiu no eorreio geral cartas seguras pa-
ra os Sis. Jos Antonio Ribeiro e Silva, Mi-
guel da Fonseca Soares e Silva.
O administrador da mesa da recebedona de
reudas geraes internas avisa aos collectados du
bairro do Recife, que venhao pagar o imposto
do banco de 44 a 45, e os dos bairros de S. An-
tonio, zYoa-vista e Afogados, que venhao pagar
o imposto do banco e taxa de escravos da data
desta a quiize dias, pena de se proceder a txe-
cutivo. ,,,.. .,
Recebedoria, 27 de marco de 184;>. trancis-
co Xavier Cavalcanti de Albuquerque.
1 O arsenal de guerra precisa comprar sa-
patos para soldados, e mantas de algodao: quein
taes gneros liver, compareea na reparlicao do
dito arsenal, as horas do seu expediente, com as
amostras e os seus ltimos piceos. (.)
=0 particular do batalh.io provisorio de linha
da provincia do ear, Manoel Luiz dos Santos,
que se acha nesta provincia com licenca, apre-
sentc-se neste quartel general quanto antes, a
objecto doserv9o.
-*-------
3 PUHL1CACO LITTERARIA.
A'i pesioai religiosas de ambos os sexos, e parti-
cularmente aos sacerdotes.
Acabo de chegar de Fiauca-- Ueditacocs re-
ligiosas, em forma de discursos, para todas as
pocas e situacoes da vida Novissima ediyo
ein 6 voluntes in-8. grande france/., contendo
413 discursos, e mais de 3,400 paginas, encader-
aaco elegante. Vendeni-se na ra do Crespo
n. It.
2 = Jones Paln & C. faio leilao, por inter-
vencao do correlor Oliveira, de varias fazendas
avariadas, por couta e risco de queni pertencer,
e de umitas oulraspara fechar conias, terca-fel-
ra 1." de abril, as 10 horas da maiiha, no seu
armazem, ra do Trapiche Novo. (t
2 Russell Mellors & C. faro leilao, por ia
le venhao do conetor Oliveira, de grande varie-
dadede fazendas inglezas, as mais nroprias des-
te mercado, quaita-feira 2 de abril, as lhoias
ila uanha, no seu armazein, ra da Cadeia. (5
1 0_uai ta (Vira 2 de abril, pelas 10 horas da
n.anhaa, se far leilao do navio Nova Aurora, e
seus perlences, no estado em que se aihiio,
pagar em letras a largos prazos: os pretenden-
tes podein dirigir-se ao Forte do Mattos, prensa
do Sr. Lobo.
1
.
A\is(s diversos.
I'ergunta-se aos entendedores da materia,
qual o capitulo, artigo, paragraph ou termo d.
visita dos estatutos da vencavel ordein tercena
de Nossa Senhora do Monte do Carino, que Inhi-
be os irnios da niesnia ordein de assistireni,
de habito iiileiro, aos actos do respectivos con-
venio, sein a presenca da mesa regedora.
2=No dia -it do corrente, entregando-se no
armazem doSr. tfacelar urna saccacom o peso
de 4 arrobas 31 libras de arroz a un pelo c
como este a nao eulregasse aoudc se llie deler-
miiiou; roga-se a pessoa que talvez por engao
a recebesse, de avisar na ra da < ruz n. 0,
venda de SAraujo &. lruiao: quando por ma-
licia o nao faco, se proceder contra quein a
recebeo ou comprou ao mesmo escravo, jiois o
niesino esclavo he beni condecido. (10
2- Aluga-se o 2." andar do sobrado da ra
do Aniorim n. 14 a tratar no priineiro andar
do iiiesmo. i**
2 -- John Croadbeiit val a Inglaterra. (1
3 0 abaixo assignado faz sciente ao respei-
lavel publico, que nao he mais caixeiro do III.'""
Sr. Coininendador Francisco Antonio d Oliveira.
Alanocl Joaquim da Silva.
2-- A pessoa que, ha tempos, auuunciou ter
para vender uin remedio para extinguir porse-
vejos, dirija-se ao 1. andar do sobrado n. 12 da
ra larga do Rozarlo, ou annunciea sua inorada
para ser procurada. (
Lotera do tiuadelupe.
Esta ioteria he a primeira que
de ve correr agora : o reato d seu
bilhetesachao-se venda nos luga-
res j annunciados.
No armazem de assucar tie
F. E. \lves Vid ma, na ra da
Sinzdlavelhan.iio, hasempie de-
posito de bons assucares linos,pro-
prioa para exporlaco, e por pteos
ra/oaveis 9
10 (> abaixo assignado, mestre de ferreiro ,
serrulheiro, tem estabelecido suaullicina na ra
do Bruna n. 21; as pessoas, que de seu preslim*
e qui/erem utilisar, dinjo-se a mesma ra ,
que se promelle apromptur com muda brevida-
de toda e qualquer obra com perleiviio i, por
pmco nsoavel. Eduardo WaUh.
J=Pedro ezerra Pereira de Araujo l'eltrao,
tendo comprado a prasos ao Sr. Antonio Pedro
de Jfarros oavalcanti o engenho bento-velho
na comarca da Victoria, passou-lhe lettras das
prestaces vencer-se; mas, saliendo depois
que o dito engenho est hypothecado em tres
coulos e tantos mil ris ao Sr. Jos Pbiiippe de
Sousa, por lliehaver o mesmo hypothecantt a-
preseutado a hypolheca, sein que o vendedor
Ih'o declarasse e sabendo mais que o dito
vendedor procura rebaler suas lettras ou tras-
jiassal-as por compra de outro engenho; de-
clara ao publico que essas lettras segundo o ex-
posto esto sujeitas ou subordinadas a ditahy-
(10 potinca, eque por isso iiinguem as rebata ou
aj#r>ijr, pois-qae o annunciante esta disposlo a
aQ pagiil-as enj quanto o vendedor, Sr. Anto-
nio Pedro, nao pagar essa divida ao seu credor,
----------------------------------------------------------- j ou remover a hypolheca para outro predio,dei-
Para o Porto segu, no dia 6 de abril, a xando livrede qualquer onus o engenho l'.ento-
barca portugueza Espirito Santo ; anda recebe vclho, que como tal loi vendido ao annunciante
alguma carga e passageiros; os pretendentes di- como consta da cscrlplura respectiva. (22
rijo-se a fallar com Francisco Alves da Cunha, Quem precisar de un. r..pa/. para cai-
sera en-
5
2Mr Vignes ra do Queimado n 12 res-
pondeudo ao annuncio do Sr. Frederco Freinon
tem a dlzer que elle annunciante morn junto
com o dito Sr. no Atierro da /ioa-vista 5 desde o
dia 19 de l)e/einbio p. passado at o dia !l de
Marco do corrente auno em que diixou a (lila
casa; e por lodo este lempo, elle foi quein roii-
rt-riou eal/i'iou todos os pianos que Ihe forao
encoinmeiidados, como opdem certificar lodos
os fregueses que all foro, pin quanto elle
Vignes la assista, tendo elle so todos osobjec-
los e aviamentos para o ditooftcio que trouxe
de proposito de Pai iz para os concei los aperfei-
cnados e artillares dos panos (1*
2 Francisco Antonio de Oliveira & FilUO la-
zem sciente, que o Sr. Manoel Joaquim da Silva
deixou de ser seu caixeiro desde o da 23 do cor-
rente ; decanlo mais que os recibos de alaguis
das suas casas iciio sendo s validos pnssados
por Miguel Augusto de Oliveira. (t
2 A pessoa a quein tallar un avallo, que
fol adiado na noute de 27 do corrente, dirija-se
i ra do Cano, que. dando ossignaes, e pagan-
do a despeza que se esl fazendo, Ihe
trege.
2 Quem liver un
queira dar nina pessoa, que enlende de plan-
tado e sabe tratar de arvoredos, para se repar-
lreni os nteresses, anuunce para ser procu-
rado. JJ
Precisa-se de nina ama de leite; na ra do
Rangel, n 52. t .
j Antonio Joaquim Goncawes iiuunaraes
relira-se para fra do imperio. (2
__ Nao tendo-se reunido numero sulliciente
de irinos no da 2(i de marro, por isso de novo
a meza regedora la irinandade do Apostlo S.
Pedro de-la eidade convida a todos os irinaos
ein geral, para se reunirem no consistorio da
incsiiia rmamlade no dia 5 de abril, pelas 9 ho-
ras, ein poni, da mandila.
= Na travessa deS. Jos n. 37, ensna-se nioc
todo zelo e aetividade ludo quanto diz respeito
as primeiras letras.
l=Preeisa-se de un moco Portuguez de ida-
de de 16 a 90 anuos, que entenda e trabalhe de
padaria e tome conta de nina fregue/.ia aqu
mesmo na praca as Ciuco-pontas n. 30. (4
No priineiro andar do sobrado da esquina
do hecco da Pol, que volla para a ra das Ora-
ses, contina-si- a dar comida diaria coin asseio,
assim como se faiein presuntos de fiambre, pao
de los, podins, bolos ingleses, pastis de nata, e
enfeit;io-se bandejas lie bolos e doces de ovos,
tudo por pretjo connnodo.
Aluga-se una otaria sita pordetraz da ra
da Gloria, a qual tem sobre as demais a vanla-
gem de estar dentro da praca, ter sabida para a
ra, e de poder vender os inateriai s com milito
mais facilidade, por ser aecessvel i_s canoras
trata-se na na Ja Gloria, sobrado n. 59.
Alugiio-sc uns grandes rmatens, sitos na
ra da (loria, com proporcoi s para qualquer
graud.' estabeleeinienlo de fabrica, padaria, etc.
por ter porto de embarque porta, e sabida lia-
ra a ra : a tratar na ra da Gloria sobrado u.59.
| Aluga-se nina negra COtintieira, e milito
gil para tratar de meninos, com condico de
nao fa/.er o servico de ra ; na ra do Costa, no
Forte do Natos, casa n, 12. (4
3 Ausentouse nodi S do corrente uiiim
preta do gento de Angolr, JA elba, alta, sac-
es, tem cabellos blancos pela gaforina, cara re-
donda e ostuda. baleos grandes, olhos verme-
Ibas, tem hs carnes em roda dos nllios mais
prelas do qu o rusto o andar ligelro e espi-
gado, em ambos os ps urnas caspas, que mos-
tra ter tido leridasde travos, que lebeotou-lbe
por eima dos c.s junto dos dedos, pes e mos
mal (eiliis, bebe cachimbo e cacbocj ; levou
vestido de chita azul com palmas amarellas ,
que os malulos i-lian.o chita dnuiaiia panno
da Cosa usado-, urna volla de contal Bues
grossas no pescuQo, de noaie Maris do Rosarlo
fui iscrava do tinado Lourenco Jo.^ de Carva-
Iho, senhor do enpenho Ginlpapo e fol poU
em asta publica nesln praf pelo smhor Jos
Dias da Silva lestamcnteirodo dito finado e
loi arrematada peloSnr. J-rai.ci.co Jos Hilar-
te e consta ter sido de mais pessoas Desta pla-
ca e ltimamente foi comprad! ao Sur. Jos
da Fonseca e Silva ; roga-se as pessoas, que a
possulio tenho a bondade de a mandar pe-
gar sendo que a virein e Irvem a ra do Li-
vramento n II que se Beata obligad, e a
pesu>a que a trouier tera generosameote re-
compensada o mesmo se roga a todos os ca-
piles decampo e as pessoas de polica; esta
2 Alugao-se duas casas terreas ns. 3 e 5 nos
quatro cantos da Aoa-vista;-a leja do sobrado
no mesmo lugar n. 1 ; o 3.* andar do sobrado
no aterro da Aoa-vista ; o sobrado de dous an-
dares na ra do Fagundes u. 25: a fallar com
Manoel Caetano .-nares Carneiro Mouteiro. (t
3 Frederco Fretnond, aliador e coucer-
tador de pianos, moi ador no Atterro da Boa-
vista n S, avisa ao re-peitavel publico e parti-
cularmente, a seus Iregueies, queelle nunca trs-
tou negocio algum como Sr. Vignes. morador
na ra do (Jueini3do n 12. e laz o presente
annuncio por ter o Sr. Vignes ido a casa de al-
uns de seus fregueses buscar pianos a concer-
tar Intitulndole como socio do dito Fre-
r.ond, 0OUSS queelle nunca foi. t'8
3 O Sr. Manoel Jos Dias Correia quo
mudou o mure para Manoel Jos Carneiro ,
queira ter a uondade de utinunciar a suj mora-
da, ou dirigir-se a ra da Cadeia Velha leja
o. 3. (5
2D-sedinheiro-a premio coin peohorea
AVISOS
.....~> MARTIMOS-^
lia ra do Vigario n. 11 priineiro andar ou coin teiro
dirija-se a piava da Boa-i-ta u.
0.
sitio perto da prava, eo de curo mesmo em pequenus quantias ; na
ra do Rangel n. o. (>
2Joaquim Jos Pereira relira-se para Por-
tugal a tratar de suj saude. 2
2 Precisa-se de um caiveiro de 1(1 a 12 an-
nos, para venda, dando fiador a sua conduc-
ta ; quem estiver ne^us circumstancias an-
ounrie. '*
2 Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Nova n. i; a tratar na loja do mesmo so-
brado. *
2 llecebem-se encoinmendas e faiem-su
com prestesa llores de toda a qualidade de pan-
no e de pennas, para dentro e fra do impe-
rio por preco comtn.'do; na ra Velha n. li'J.
2 Quem precisar de urna parda torra, quo
sabeo diuiio de urna casa, e engurrua com
perreicao dirija se a ra IHreita u. 28. 3
2 Alugo-so o primeiro e segundo anda-
res do sobiadoda ra Direita n. 20. juntos, ou
separados, tcein commodos para grande fami-
lia ; a tratar na ra das Trinchuiras h. 42 se-
gundo andar, das 6 as 9 horas da manhaa e
das duas as ida larde 6
2 Precisa se de um moleque, que saiba
losar as compras na roa, e o mais servico de
urna ca-a de poiica lamilla; quem tive annun-
ciesua morada, para ser procurado. *
= Constando ao propretaro das trras coni-
prebeudidas na sesinarla que tem na comarca
do i onito principiando pelo pocote da barra
da Xala ;i da l'rala segiiem pelo rio lina at a
Gaxoeira grande e pelo nascente com os mar-
cos de sua divisan que essas ierras, outr'ora
oecupadas com lavouras o sao actualmente por
gados de toda casta perlcncriiles a estranhos ,
que all os couscrvo sein autorisaco do dito
proprielaro ; C nao couvindo a contmuacao de
semelhante abuso cujas consequencias pdein
ser falaes a seus autores e de facto o sao as
rendas publicas, que solliem consideraveliuen-
te com o desvio do emprego deseas tenas ro-
ga-se aos Sis. liseaes da comarca (lo Bonito ha-
jio de dar por ellas repetidos varejos, inulta-
i--ni os donos de lodo e qualquer gado que l
encontrare ni, visto nao pertencer una so cabe-
ra delle ao referido proprietaro e ser digna
de seu esclarecido zelo cssa diligencia.
a A otaria que loi du Francisco Jos Al-
ves Gama, sita na ra do Cotovello est tra-
balhando ; o seu material he bem feitj e ven-
iie-se por n ui rasoavel preco. (*
3 Aluga se o sobrado de um andar n. 28 ,
sito na ra da Senzalla ; quem o pretender ,
dinja-su a ra do Rangel, rasa n. 60, (i
3 Alugao-se as casas seguintes; um sobra-
do i:a ra de Apollo n 27, todo ou por andares
e armasen, separado, outrs na ra da Guia n.
31, s o segundo andar, outro segundo andar
na ra do Amorun n. 20; quem os pretender ,
dirija-se ao p do trapiche do Pelourinbo, no
armaseiii de assucar de Silva \ Anlunes. (7
3 Precisa-se ue um capellao para um en-
genho perto do Rio Formoso, e que tenha os
coiilieciii.entos necessarios para enslnar de
Kiamn.alia latina em dante ; trata-se em ca-
sa de Manoel Goncalves da Silva, na ruada
Cadeia loja o. 39. !6
> Da-se dinheiro a juros em pequeas
quaotias sobre penhores do ouro ou prata ;
preta tem lllbos tanto no niatto como aqu na : e vende-se um relogio de ouro com correnti-
[iiara 1^7 nlia e chave sendo novo ; na ra do Livra-
2 Desappareceo do engenho Pirauhira, no| ment, loja O. 13. (5
3 Participa se a quem convier que a au-
dia 19 do corrente, um moleque ci ionio de no- ,
me Francisco, coin idade de 11 anuos, magro,1
acangulado, cabera acal neirada, e veio para o !
Recife por ter mai moradora na Ponte d'l cha;,
roga-se a todas as autoridades polciaes e olli-
ciaes de campo aprisSo do dito moleque, en- *us
tri gar na ra das Agoas-vcrdi s u. 42, que ser
bem recompensado (9
a publica de primeiras lettras de Fra-de- Por-
tas continua no exercicio de suas uncoes e
recebe todos os meoioos, que nao forein escra-
seguodo a le. (5
3 Francisco da Cunha, subdito Portuguez,
retira-so para a eidade do Porto.
2 As pessoas que de*cjaren. visitar o enea- 3 Na ra da S. Cruz n. I), ao p da igreja,
menlo do Prata, e ver correr agoa na ultima prec|M.M alugar pelas para vendercm ateite
torneira, olloeada junio a povoarao do Montei- r Cif,auato (3
ro, cncontrai all durante estes cinco das Jr l
at 2d^brilH.... se. vente electivamente pro...- Naoaicados Lanhos precisa-se alugar
po a satisfacer este d.sejo, a brindo a referida um prelo para nella trabi lllar diariamente ; a
torneira. (7 lallar com o dono a bordo da mesma barca. (3
-.


Precisa-se de um rapat Portogoei, de
12 a 14 annos para caixeiro de urna venda na
Cruz de Almas, e que d fiador a sua conducta;
na ra do Collegio n. 8, loja de chapeos.
A pessoa, que perdeo, no dia 19 de Mar-
co, urna lettra de t \0# rs. passda no dia 18
do dito Diez a vencer-se no praso de 30 das,
annuncie por esta folba o quanto d de grati-
""'ffcago, como tambem a sua morada.
O Sr. Jos Antonio Correia Gomes quei-
ra dirigir-sea ra Nova n. 41, a negocio de
inleresso
Offerece se para ama de urna casa, para
o servido interior, urna parda que sabe en-
gommar, cosinbar o fazer todo o irais servico
proprio de urna casa ; na ra de Agoas- verdes
n. 58.
FE, Alves Vianna remeti para (ora da
provincia a sua escrava Domingas, crioula.
Desde o dia primelro de Abril acha-se
aberta no primeiroandar do sobrado atraz do
theatro velhoa aula publica de grammatica la-
tina transferida do bairro do Recite para o de
S. Antonio.
O Padre Joaqun Rafael da Silva da li-
coesde grammatica portuguesa de tarde em
sua casa.
i Precisa-se do orna ama de leite; na ra
do Cabug loja junto do Randeira Jnior. 2
1Aluga-sv urna casa terrea na Solidade
n. 17; os pretendentes dirijao-te ao pateo do
Carino n 17 i 3
1Precisa se de officiacs bo;is chapeleiros;
na ra da Alegra n. 7. 2
1 Arrenda-seo segundo andar da casa n.
18, na ra do Fogo ; a tratar com BOU propie-
tario na ma das C Otes n. .10 primeiro andar,
nos dias tercas e quintas (eiras e sabbados, (4
COMPRAS
tCompra-se um bilhar con seus pertences
em bom uso ; quem tiver anouncio por esta
folba. 13
2 Compra-se urna rotula de porta ainda
que seja usada; no Alterroda Boa-vista n. 72.
YENDAS.
l-=Vende-se urna canoa nova de amarrello ,
queearrega 800 a'.too lijlos de al venara gros
sa, bem encavernada encavilbadu e pregada .
a qual ainda se acha no estaleiro. por prego c6
modo ; na ra dos Quarteis n. 2l primeiro
andar. (3
1 Vende-se urna venda em muito bom lo-
cal, bem sortida o afreguesaoa no bairro da
Roa-vista, ou se d sociedae a quem entrar
com algum fundo, por motivo do dono ter de
fazer uma viagem a Europa; na ra Nova, ven-
da n. 65. (6
1 Venden se borzeguins de duraque gas-
peados para homem a 4500 rs ditos de meia
gaspea a kff rs. saptaos decouro de lustro a
2/ rs. ditos para senhora a 1600 rs. ; na lo-
ja da viuva Cuoba Guimares, na ra do Cres-
po n. 12. /6
1Vendem-se meias barricas para assucar
de dilTernetes formas em grandes e pequeas
porcoes por prego commodo; na ra da Moe-
da arma.sem n. II. (4
i Vende-se uma bonita parda recolhida
de 18 a SO annos sabondo perleitamenlu eo-
gommare he muito boa costureira ; duas no
grinbasdo 14 annos, proprias para se educa-
ren sabem coser muito bem ; uma pret* la-
vadeira de varrella e sabao e he cosinheira ,
por 380^ rs ; um cavallo com muito bons an-
dares e be bastante carnudo ; na ra Diieita
B.81. g
1 Vendem-se 3 tomos de Virgilio, um Sa-
lustio um de fbula de Phedro, e um de car-
tas de Cicero ludo ainda novo ; na ra Ve-
llia n. 72, segundo andar. 4
1 Vende-se uma prela recolhida, engm-
ela, costureira de cortar e laier camisas de ho-
rnera e vestido de senhora ; duas ditas que en-
gomoiao, eccsinho ; duas ditas por 2a0/rs ,
que cosinho e lavao roupa ; uma negrinha de
l annos ; dous cscravos bons para o trabalho
de campo ; um dito de meia idade por %W9
rs., qut serve muito bem a urna casa, e he bom
para botar sentido e traballiar em um sitio;
um pequeo sitio na Varzca com casa e ai-
voredos de fruto ; na ra do Crespo n. 10, pri-
meiro andar. 10
1 Vendem-se arcos novos de madeira, pa-
ra pipas ; na ra dos Guaraiapesn 36. 2
1 Vendem-se sacias com milho ditas de
arroz, ditas de farinha, ditas.de arroz de cas-
ca ditas de feijic mulatinho, ludo por preco
commodo ; na ra da Cadeia armasen) n .
1 Vende-se bolacha de superior qualidade
feita em Genova por preco commodo; na ra
da Cadeia venda n. 1, do Pitn.ba. 3
1 Vende-se retroi de primeira sorte, para
qualquer sortimento procurado, meias de 11
ribo, pecas de coeiros de algodao chapeos do
sol, de seda, peneirasde rame arcos de pao,
barricas de enxadas paos de pinho para uias-
treacao, btese uma boa catraia, ludo por pre-
co commodo ; na ra do Vigario n. If. |7
Vende-se um pelo perito aluciaJ dechapu-
leiro ; na ra da Cruz o. 1&.
Vende-ge superior vinho de Champarme
em garrafas meias ditas na ra da Cruz
n. 18.
Vendem-se duas estraves de naco, de 20
a 28 annos, de bonitas figuras, eogommo, co-
sinho e lavao de sabio; 3 ditas de naci, mui-
to mocas, de ptimas figuras, para todo o ser-
vico ; duas negrinhasde 12 annos de bonitai
figuras e uma deltas cese chao e faz lavarinto;
um molque de naco de 18 annos, e de mui-
to boa conducta ; na ruadas Cruzes n. 41, se-
gundo andar.
Vende-se a obra de Eva e Ave ; na prica
da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
Vendem-se os segulntes livros ; dicciona-
rios grandes de inglez por Vieira ; commenta-
rio das leis inglezas por Blackstone as obras
completas de Volney primor da litteratura ,
ditas de Virgilio, traduzidas em verso portu-
guez pelo clansico Dr Lima Leitio rhetorica
de Quintiliano em portugus obras de Cou-
sin, curso completo de geometra, Virgilio Sa-
lustio, Selecta e outros livros latinos como Te-
rencio Cicero, QuintoCurcio, por preco com-
modo ; no At erro da Boa-vista, loja n. 54
Vende-se uma preta de meia idade, boa
cosinheira o quitandeira ou permuta-se por
um preto da mesma idade ; na ra do Rosario
da Roa-vista n. 2.
Vende-se uma escrava moca, mucama
recolhida de idade de 22 annos, de boa con-
ducta, bonita figura com excedentes habili-
dades tem uma filha linda mulatinha de ida-
de de II mezes ; duas ditas boas engommadei-
ras; uma dita para o servico decampo por 3-.0^
rs. ; uma parda recolhida boa engommadei-
ra, cosinheira corta e Taz toda a qualidide
de costura e bao he viciosa ; uma moleca de
idade de 15 annos; 3 escravos de naco ven-
dem-se por seu senhor retirar-se ; um bonito
esoravo oltkial de pedreiro e barbeiro ; um ca-
sal de escravos com um filho moloque de idade
de 9 annos e a negra pari, ha pouco tempo,
tambem molequ, por 800/ rs.; na ra de
Agoas-verdes n. 40.
Vende-se um sitio na Varzea com casa
de vivenda, o diversos arvorodos de fruto, co-
mo larangeiras, e cafeseiros por preco com-
modo ; na ra da Gloria, sobrado n. 59
Vende-se o Panorama de 1841 por 2 rs.;
12 quadms de sala por 6/ rs. ; na ra do Cal-
deireiro atraz dos Martyrios n. 56.
Vendem-se dous barris para azeite de
carrapato dous (landres em bom uso e al-
gumas medidas de folha. tudo por s/ rs. ; na
ra das Cruzes, lenda de tanoeiro, defronte da
Tynographia.
2 Vende-se uma parda que tem leite pa-
ra criar, por prec,o muito commodo ; na ra
das Cruzes n. 6. 3
2 Vende-se superior panno de linho do
Porto, em pecas, por prego commodo, para li-
quidagao de contas de um capito de navio ,
que se retira ; na loja da esquina da ra do
Crespo, que volta para a ra das Cruzes. (5
2 Vende-se o sobrado n 7 na travessa da
Madre de Dos, de dous andares e solio em
chaos proprios, tambem se dcom algum pra-
so commodo ao comprador; na ra da Cruz
n. 50. (5
2Vendem-se duas vaccas de casta tourina,
muito boas leiteiras, sendo uma da primeira
criacao uma vitela da mesma casta e com 2
annos de idade ; na estrada dos Afllictos no
primeiro sitio da entrada ao ladoesquerdo, com
o porto verde. (6
2 Na ra da Floientina n 18, vendem-se
centos de botijas vidradas, jarros de lustro de
bom barroe vasos para flores mais em conta
que em outra qualquer parte. ,4
2- Vende-se urna cama duas bancas de
amarello, novas, 8 cadeiras uma banca do
condui um espelho com gaveta de angico ,
uma mesa de pinho para jantar, um bahu gran-
de, um casal de rolas de Hamburgo, um papa-
gaio muito tallador, tudo por preco commodo ;
na ra Imperial n. 67, se dir quem taes objec-
tos vende. (7
ttap do Principe.
2 Este superior rap, que tem a particu-
laridade de imitar ao princesa de Lisboa cuja
falta a muitas pessoas he sensivel vende-se no
deposito d. rap de Gasse, na ra da Cruz n.
38, conlrontc a cacimba. (5
2Vendem-se duas moradas de casas de 'i/
andares cada uma, sitas na ra Nova; uma dita
de dous andares, nos Quatro-caotos na Roa-
vista, duas ditas terreas juntas ao mesmo ;
uma dita terrea na estrada do Manguinho; uma
dita na ra do Padre Floriano ; uma morada
de casas de 3 andares na ra do Amoro ; a
tratar com Manuel Caetano Soares Carneiro
Monteiro. (8
2 Vende-se uma casa na ra Augusta; a
tratar no largo do Carmo, vendan 1. (2
2Vende-se farinha do Maranho a 80 rs. a
libra e do 8 libras pura cima a 60 rs. ; no lar-
go do Carmo, venda n. I, (3
2Vende-se um cordio sem feitio, que tem
20 oitavasde ouro ; no largo do Carmo, ven-
da ii. 1. (3
V 2 Vendem-so 4 pares de brincos modernos,
o ditos de rosetas, 8 unneles, um cordao gros-
so para relogio uma pulseira, 1 par de fivelas
parasapatos, um colar, um corago, duas me-
dalbas para senhora um alflnete de peito ,
uma redoma, dous pares de botdes de punho ,
urnas contas do Rio tudo de ouro dous pares
de fivelas de prata, 7 colberes, 2garlos de dita,
dous taboleiros para vender fazendas, sendo
um de folha ; Da ra do Raogel n. 3, primei-
ro andar. (io
2 Vende-se, por preco commodo, uma por-
Cio de velas de sebo de Hollanda; no Atierro da
Roa-vista, venda o. 8. 18
2Vende-se superior assucar refinado bran-
co, e de todas as mais qualidades caf mol-
do ea grSo, e bom cha bissoo por preco
commodo ; na praea da S. Cruz o. 127. .4
2 Vende-se sal do Ass a bordo do pata-
cho Mara l.uixa, tundeado defronte da Lingo-
ta ; a tratar com Antonio Joaquim de Sousa
Rlbeiro ; na ra da Cadeia do Recife n. 18 |0ja Je trastes
2 Vende-se uma ptima escrava com ha-
bilidades e sem vicios ; na ra estreita do Ro-
tarlo o. 34, primeiro andar. 3
2 Vende-se, muito em conta, uma canoa
queearrega II oaixas a qual se acha tundea-
da por detraz do armasem do finado Coronel
Vendem-se duas excedentes
mesas redondas de Jacaranda, uma
meia commoda e uma cama
lianeeza de mogno por barato
preco ; na ra de S. Francisco ,
ESCRAVOS FGIDOS
l
Gratifica cao de 100^000 rs.
Fugio um escravo da provincia das Alagdas,
Bento Jos da Costa ; quem a pretender a po- ha 6 para 7 ant,os, com os signaes segulntes ;
der Ir wr, e seus pertences se acnio em casa, de de nome Joaquim Turado por nao ter dedos
Francisco Pereira da Cunha morador na ra n0s ps por ter amnssado cal com os mesmos
de Apollo e para tratar de seu ajuste dirija- e a ca| ter.|ne aberto leridas e comido os d-
se a Jos Marques da Costa Soares, ou al seu u( f i_em marc8g brancas nos ps das mesmas-
caixelro, que tem ordem paraesseflm. feridas, cor preta cabello meio fulo, cara lar-
2 Vende-se brim trancado pardo de Unbo ga olnos me08 grandes, corpo de estatura or-
com pequeo mofo a 360 rs. a vara lencos dinaria ( pag mejag largas, de idade de 30 a
de filo de cores, proprios para meninas a 120 e 35 8,nos, de naco Cassange, falla bem claro
140 n riscados largos proprios para ca- por vir moleque pequeo, tem signaes de surra
misa a 180 is. o covado ; na ra do Cabug quando anda manqueija alguma cousa tem
loja de Antonio Rodrigues da Cruz. 6 tomado esta distancia, por se ter feito com do-
2-i Vende-seum bilhar com todos os seus ensa de mal degota pedindo esmolas e fazen-
pertences, panno novo sem ser pregado bo- do se forro, eassim tem pasfado tolo este tem-
as qpvas, duas mecas grandes, uma cama no- po f na noticias de andar de Pernambuco para
va com colchao tambem novo, um touca- Q0(aooa ( p8rahiba at ao Rio Grande do or-
dor, ma commoda, um lavotorio, uma game- te; quem 0 pegar, leve as Cinco ponas, paca-
la de banho ; na Gamboa do Carmo, sobrado ria n 63j qUU recober a gratificaco a cima.(17
No da (u na feira, 27 do cosreote Mar-
co desa jipareci-o um moleque de nome Joo,
que representa 12 a 13 annos, bastante tecco ,
rostocompridn e liso, tem os denles meto
acangulados, beicos bastante grandes custe-
ludo, ps grandes e apalhetados, muito esper-
to; foi com camisa de algodoinho grosso,
com mangas curtas, calcas de casimira j rota
no joelho esquerdo (oi vender, a tarde le-
n. de um andar n 2t. 17
3_ Vende-se um cavallo ruco, gordo e bem
feito, carrega baito atmeio, eesquipa aca-
bou de fazer a ultima muda, e nao tem deleito
algum ; na ra do Crespo loja da esquina ,
que vira para a cadeia n. 4. 5
.3 Vende-se sola, couro de cabra, bezerros,
saccas com feijao mulatinho, ditas com arroz
de casca, caixas com velas de sebo, cera de car-
nauba, tudo por preco commodo; na ra da
Cruz n. 51. (5
3 Vende-seum par de mangas de vidro
lisas, um par de casticaes de dito duas garra-
fas brancas, um jogo de gamao com tabolas de
marfim tudo por preco commodo ; na ra
Direita, padaria n. 'itt. (5
3Vende-se uma casa terrea nova na ra
da Palma ; a tratar na mesma ra n. 8 ; ven-
de-se mais uma canoa de familia, em bom uso,
por preco commodo; na mesma casa das 6
a.s 10 horas da manha. (5
3Vende-se um preto de naci, moco e de
bonita figura, proprio para todo o servico; na
ra do Crespo loja 11. 4 3
3Vende-se um piano de meio uso com 5
oitavos proprio para aprender e se tocar
qualquer peca por preco de 30/ rs e he de
muito boas vozes; assim como 4 passaros mui-
to bons decanto por prwco commodo ; na ra
Direita n. 61. (6
3Vende-se um sobrado de um andar e2
solios em chios proprios ba pouco acaba-
do na ra do Fogo n. 27 ; a tratar na ra es-
treita do Rosario n. 10, terceiro andar. 4
3 -Vende-se uma preta de idade de 20 a 24
annos; na ra do Cabug n. 16. .'2
3 Vende-se arroz de casca pela medida ve-
Iba a 4#rs. o alquelre ; na ra larga do Rosa-
rio n. 20. (3
4 Vende-se um sitio na estrada de S. Ama-
ro para Relem com muito boa casa para gran-
de familia com bastantes arvoredos de fruto ,
Ierras para ulantuces e pasto sufliciente para
ter 6 vaccas de leite; a tratar na mesma es-
trada passando u ponte no primeiro sitio, ou
na ra do Rangel loja de louca n. 17. i7
vou bandeja e toalha de brim com lavarinto;
roga-se a qualquer autoridade policial ou
outra qualquer pessoa que o pegar, de o levar
a ra da Koda n. 44, casa da viuva de Caeta-
no de Miranda, que ser recompensada.
2 Em odia segunda (eir do Espirito San-
to do anno p. p lugio, ou (urtio, conforme o
actual costume a preta Catharina de nagao
Angola, ladina, alia, bastante secca do corpo,
seio pequeo cor muito preta, bem feita de
rosto, olhos grandes e vermelhos com todos
os denles da (rente, ps grandes e mettldos pa-
ra dentro muito conversadera e risonha le-
ra 20 a 2a annos de idade ; tem sido encontra-
da na Estrada-nova na Passagem da Magdale-
na para o enger.ho da lorre ; cuja escrava per-
tence a Manoel Francisco da silva morador na
ra estreita do Rosario n. 10 terceiro andar ,
que prometi gratificar 6 quem Ih'apresen-
tar. (13
2 No dia 13 do correte ausentou-se um
moleque de nme joaquim Cacange que re-
presenta 14 annos de idade, cor preta, lelorga-
do do corpo, leiges proporcionadas ; levou
camisa de algodao e caigas de riscado dechu-
drez tem sido encontrado as ras destas el-
dade; roga-se portante as pessoas encarregadas
da polica dos escravos, de o apprehenderem e
conduzirem-o a ra Direita n 4, por cima da
botica, que ah se recompensar. (0
2 Fugio no diu 12 de Fevereiro um preto
de nome Joio de naci Cacange grosso do
corpo, estatura regular, falto e denles da freo-
te da parte superior com os tornozelos dos ps
fovelros ps grossos com urna lerida em
uma canela ,- levou calcase camisa de algodao
4-Vende-se potassa russiana muito novae azul, e 1 ferro em umuperna; quemo pegar
demuito superior qualidade, em barris peque-
nos ; na ra da Cadeia do decife armaeem de
assucar n. 12. (4
4 Vende-se uma ptima aimagao propria
para qualquer estabelecimento co;.i a vanU-
gem de se poder armar aonde convier; a fal-
lar com o Sr. Resende na ra estreita do Ro-
sario .*,. 33. 5
5 Vende-se um escravo de naci, de 26 an-
nos, de bonita figura, reforcado do corpo, en-
tende de baibeiro e canoeiro e be de todo o
servio braga I e ganda 560 rs. por da, vende-
se por precisao; na ra do Livramenton. 33. (4
2 Vende-se uma ptima estribara para 2
cavados por prego commodo ; no Atierro da
Roa-vista, bolita do Sr. Victorino, n. 32. 3
Charutos l&egaiia.
. Na ra da Cadeia do Recife n. 46, ha sempre
um grande e esplendido lortimento destes afa-
mlos charutos, vindos no ultimo vapor da
Rahia. .4
5 Na praca da Independencia, lojas ns. 6 e
8, ach-se venda pelo diminuto prego de 320
rs. o excedente Opsculo intitulado Historia
abreviada da Kedempgo do Genero Humano ,
ou Resumo da Vida, Paixo, Morte e Russur-
reicaode N. S. Jess Chnsto desde o seu nas-
cimento at a vinda do Espirito Santo; extrahido
tudo dos quadros Evangelistas, e dos actos dos
Apostlos para ligao dos alumnos das oselas
piimarias, e collogios de vducagio.
Nao ha livrinho mais til para a mocidade ,
e para quantos ignoro inicuamente a serie dos
portentosos fados da Uedempgao, e que sao as
bases da S. Religiio, que felizmente professa-
mos. Quantos Cbristaos nao ha, que sao do
todo ignorantes de modo prodigioso e estu-
pendo, por que se operou a grande obra da Re-
dempgio do mundo E que leilura mais pro-
veitos se pode dar a mocidade, e feralmente
fallando aocommum da gente do povo I i 17
leve a ra Direita, loja n. 2, quesera recompen-
sado. 8
2 Na manha do 25 do corrente desappa-
receo do Grande Hospital de Candade um
pardo acanelado de idade de loa 18 annos ,
de meia estatura, fornido do corpo bonita fi-
gura, odos vivos, tem o cabello bem pichaim,
um pouco tristonho he limpo de pes e mot ;
levou camisa e ceroulas de algodaozinhc sujas,
P chapeo de palha j velho ; quem o apprehen-
rjer entregue ao Sr. Padre Gamillo de Men-
d"nga Furladu regente do msaio Hospital ,
que ser bem recompensado 10
3 100/000 rs. do gratificago
A quem pegar um moleque de nome Anto-
nio representa ter 18 annos de idade baixo ,
secco, bastante esperto, tem uma marca nu
peito e uma cicatriz em cima da junta de um
dos d dos da mi direita ou esquerdu ; levou
camisa de madapolo e caigas de riscado, es-
t lugido desde Janeiro p. p. : quem o pegar,
leve ao Forte-do Mallos no primeiro andar
por cima da venda do Sr. Alem que recebera
agraliticagao u cima. (0
3 Contmuao a estar fgidos dous escravos
de Antonio Vaz de Oliveira morador na ra
do Aiiorim n 30, com os signaes segulntes :
Idenome Joo Camudongo, alto, magro pouca
barba, alguma cousu gago, sua oceupago he
serrador, constaiiititulai-se por torro, esl f-
gido, ha 3 mezes. Uutio tambem de nome Joo,
de nag.'o Angola, alto, chelo do Corpo, com um
signal branco debaixo de um dos dragos, pou-
ca barba, algum cousa bugat quando fugio e
est ausente, ha 4 para 5 annos ; cada um se
gratifica cmi t UOrf rs. a quem os entregar a seu '
seohor. |2
PERN} TYP- E M. F. DEFAMA \\5
I
,X m


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