Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05533


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Full Text
Anno de 184*1.
Quinta Fera 15
O IM- Kt" pnbIioa-r todoe oa diae qa. nao foretn aantififla'-n : (preo da aiiinalara
ha / Ir mil.rt. por quanal pagua edienlaJoe. Oa annuncinidoa aeeu-nanlee eo inaendoa
a raeao d. 'iO iie por linba. -ti) m en irpo differente, e ai repeticoea pela amelada Oa
que nao oreai aaalcnanl-' pagao "tOreitpor linlia,46(l e o lypo djfTcrente, rn cada poblicacao.
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
lioum, tfarahjba. aegondae. aexiaa feiraa.Rio (irande do Norte, chega a 8 e Si e par-
la lOii.Cabo. Serinhaera, Rio r'ormtiao, Macer, Pono Cairo, a Alagoae: no 4, e
11 e dcada >. Garanhuna e Konilo e iii '24 de cada met aoa-Taia a Flor
>a i8 -2 dilo. Cidede da Violn i quinlaa feiraa. Ohnda loiloa oa diaa
DAS DA SEMANA.
10 Seg *. Meliio. And do J. de O. da '2. t,
4. Ter06 C .ni >. Re. aod. doJ. de D.del. .
i'i Quera a G ifrorio. Aod. J. de D. de i ,
t Quiat. Eufr .iia. And do J del), da 2. .
11 Seit. k Mal ildre. Ad. do J. da D.d. 1. ala.
15 Stb. He rique flel. aud do i 17 Doai 'e Ramo*, a. Cyriacn.
1 I laaalalllllMllaliajeaacajaB.lia,^,
cuta.
ci Marco.4
Anno XXI. N. 39.
, f*'o^-ri-"n, e enerrir rnn-
aaaaaaaaajaaaaajaaaajaaaaaaaaaaaaj.i l I
luio apira nape n ir* 4 nt amiioi; da Bojea p
t:^ueakua eOsa. ,'.jii:>.ip,aaioa aereaaa pOtttadoa ooni Kjaeifasau **. aa nayose maie
dfroweanajje* : AS*
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CaMOIOS a |U i: i,r ha'.o.
i.fcre I.OBiira" '.'5 ilS 00r, .V.v,,i, da .4U
e Par 571 MU por fraseo e !*.
, /.icboa 110 por Mi) !- preaaie'l 4 4,0011
I Frala~raiao3*<
core ao par. I ;. PeaOt OalaauaarM
I or a de boae afataf 1 p i ojo I a D rf eaaxioaaae
PHASES Di I.UA PO ICEZ DE MAKCO.
a S aa 4 h. e 1? aia ,; man. Loa !a5 o es t
a 15 aa J1 b,aa a da Urda ) ir ... ,
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.asesas
PARTE OPFICFAL. I
GOVERNO D\ PROVINCIA
Expediente do di a 4 do corren le.
OfticioAo Rm. pirfrito do Hospicio deN.
S. duPrnlia nosta cidade, sollicitando a conti-
nii.ir.Ki dos srus valiosos servlcos dos lugares,
tin que se acha niissionaiido.
DitoAo chefe interino da legiao da guarda
nacional de Serinhaein, declarando eni respos-
taao seu ofncio de 26 de fevereiro ultimo; I
ijue para coagir entrarem ein servido os guar-
das deridamente qualifcados; que elle se re-
cusaren! deve empregar os misinos meios, que
a le tem ostabelecido, para isso coagir aquel-
los, que, dopois de havoroiii coinef.ido servir,
procuroesquiyar-se; que doveni ser iiiinifdia-
tainente attendidos ein suas reclainaroes de isen-
ctto os que as fizerem por virlude de qualquer
dos cargos de juiz de paz, vereador, inspector
dequarteiro, etc.; oque os domis empringa-
dos pblicos so pdem sor dispensados ein eon-
sequencia d'ordem da presidencia, expedida a
vista do^ requisiyao dos respectivos ebefes; 2o,
que ficao sugeitos s penas, oomminadas pelo
cdigo aos que se oppoeiu a ordons lgaos de au-
toridades constituidas, aquellos dos guardas,
que, liavendo-se tornado merecedores de priso,
a ella resistiiom, quandose bouvor do elleituar;
3o, que por falta do servicio nao so podo impr
pona maior do que aquella, que se acha marca-
da na loi, e que, a baixa do posto, decretada
para os offieiaes, que tal falta cominottom, be
naverdadeum castigo, o nao til premio, como
s. me. Ktippe : 4o, que, verificado o impedi-
mento do tonente-coionol chele do mu bata-
Ihao, e o do respectivo maior, deve tomar o
ominando o capito mais antigo.
COLMANDO DAS ARMAS.
Quarlet fgeneral na eidade do Reeife, 12 de Marc
de 1845.
ORDEM DO Illa. N. Ii:
Tendo a Divina Providencia felicitado este
imperio con o nascimonto de un principo,que
Sua Magestadea Imporatriz deo a luz cun feliz
successo no dia 23 do fe ver el ro prximo passado,
conforme foi cninmunicado por oHicio do Exin.
Sr. presidente da provincia ein referencia ao
aviso imperial da mesma data ; o brigadoiro
oommandante das,armas tem a satisfacao de
dar publicidade a to feliz como anhelante e-
vonto.Antonio Carreta Seara. Conformo.I'e-
dro Francisco Nolasco Ptretra da Cunha, ajadaute
de ordons.
Un parecer da commissao de estatistioa;
marcando os limites da freguezia de Papacaca :
julgadn objocto de dcliberacao, inandou-so
Imprimir.
O Sr. Taques :Sr. presidente tenho de
aprosentar um requerimeuto podiudo o orea-
monto das obras publicas para o anno econ-
mico futuro ; j pedi o rotatorio do engenheiro
em chefe assiui como o bataneo da thosoura-
ria ; documentos necossarios para a commis-
lo do orcamento poder trabalhar na fritura
da loi do orcamento provincial: tcui-te demo-
rado a remessa dostos documentos e como o
presidente da provincia em seu rotatorio so re-
foro aos mappas d'osse rotatorio, tratei do exa-
minar os mappas para vor so me pdio servir,
nao pudo porm licar satisfeito ooin olios, o o
seu exame me levou a presumir que tambem o
relatarlo nao pdor satisfazor-mo : os mappas,
tabellas, e contas tomadas ao rotatorio do enge-
nheiro ein oliefo o juntas ao rolatorio do admi-
nistrador da provincia todas tem o deleito ca-
pital de se reforirem ao anno civil o nao ao
anno econmico ; dosle deleito resulta outro
que alias poderla ser evitado, o venia ser, de
so aprosentar consuetamente o bataneo do anuo
anterior,coni a conta do auno crreme e o or-
camento do anuo futuro o que impossibilita do
se saber alguina cousa coni e.xactidao, nao com-
binando domis mis mappas
Quanto ao estado do anno cqrr
na cousa pde-se conhecer quanto a conta
do anno lindo limito pouco o pelo que toca ao
orcamento do auno futuro menosrdo todos os
exames que fis, oque apenas pudo collier he
que haver a pagar no anno futuro um.resto do
34 contos de rs. do obras portencontos ao anno
sao do constituidlo o poderes, que julgou le-
gal, o conforme cun a acta geralo diplomado
Sr. deputadii supploutc Joaquim Toixeira Pei-
xoto do Abroo o Lima.
O Sr. presidente convidou os Srs. deputidos
secretarios supplontos a intiodiisireiu na sala ao
Sr. depurado, cujo diploma foi julgado legal.
Sondo introdusido com as formalidades do
regiment prestou juramento o tumou as-
iento.
(Contimiar-se-ha.)
actual, nao pude pori'm conhecer mais nada.
PE51X.OIBUCU
ASSEMBI.A PROVINCIAL.
SESSO FU 12 DE MAllCO DE 1845.
Presidencia do Sr. Pedro Caralcanti.
A's 11 '/horas da manbla oSr. 1."secretario fot
chamada, e verificando se estaiom presentes 19
Srs. doputados.
( Dopois da chamada entrarao mais cinco Sis.
doputados).
O Sr. Presidente : Est aborta a sossao.
O Sr. 2." Secreturio loo a acta da sesso an-
tecedente, que foi approvada.
O Sr. 1.Secretario fez fritura do soguinte
EXPEDIENTE.
Un oflioio do secretario da presidencia ; par-
ticipando, do ordoin do Sr. presidente, para ser
levado ao couhecinieiito da assembla, o nasci-
niouto do principe imperial :rocebida ooin es-
pecial agrado.
l'in requerimt uto dos habitantes de Floros em
que pedem a creacao do nina froguozia, no lugar
da Malhada dos Uois: coiuinisso de estatis-
tica.
FOLHET1M
HONRA AO PINCIFE IMPIBIAI.
A aurora de prosperidade brasileira, que to
duvidosa pareca at boje oni nosso turvo hori-
sonle, acaba euilini de mostrar-so to alegre,
to formosa o tao pura, como todos os homeiis
sisudos aueiosaueulo dosojavo A providencia
acaba do accoitar os votos ardentes de todos os
amigos da monarchia, c de derramar as suas
heneaos generosas no seio da Familia Imperial o
sobro este solo fecundo, enviando-nos o dom
iiiaprociav 1 de um novo Anjodo Concordia, que
viiilia perpetuar na augusta estirpe de Pedro
Prbnelroa redempcao do Brasil, e com ella tam-
boTiiSA do todas as liberdades naciouaes.
O ficto do nascimento do Principo Imperial
nSo he mu faclo'isolado noni comiiium na histo-
ria de mua nacao; he um accontccimentode fa-
milia de tal magnitude, que delle dccorreuicou-
Quanto s obras publicas por adniinistraco,
apenas se podo conhecer o que se despondoo
no anno anterior porm nada do que so pildo-
ra despender no anno actual, nrm do que se p<>-
di-i.i despender no anno soguinte nao pudendo
por eonsegiiinte fazer-ie com exactido o orna-
mento para o anno futuro, deterniinarem-se
quacs as obras do mais urgencia eulilidado, jue
dever sor fritas; poco o ornamento das obras
que podeio ser fritas no auno soguinte, o boin
assim das desposas diversas, o as que se preci-
so fazor com os esludos graphicos, cstudoj que
cousoiuem uina boa parte da quota consignada
para obras publicas; por isso aprsenlo o se-
guinte roquerimouto assignado por mim o polo
nieu nobre colloga da coikaUisso de ornamento
o Sr, Macicl Montoiro.
Requeremos se pona a presidencia da provin-
cia um orcamento espocilicado para a distribui-
no daquta de rs. 150:000,000.
>< Io das di'spezas com lauros de estradas e ou-
tras obras arioinatadas, que tero do vencer-so
no anno linanceiro prximo futuro.
2" das dospezas com obras por adniinis-
traco ein andamento, que tero de sor fritas
no auno viudouro.
3" das dospezas com obras novas mais ur-
gentes ou uteis, que devo fazor-sc no inesino
anuo.
4 das dospezas con cstudos graphicos no
mcsino anno.
5 das despesas diversas no inesino anno.
Sondo apoiado, eiiirou em discusso e foi ap-
provado.
O Sr Presidente : Vai nonioar-so a coininis-
so especial, (jue deve formular o projecto, cni
que so marqiieui os casos, oiuquo o presidente
da provincia pode dcinittir, suspender e no-
mearos eniprogados pblicos provnciaos.
O Sr. Aguiar prope que a nomeaeo dessa
commissao sejafrita polo Sr. presidente.
A assembla concorda com esta proposta.
O Sr. Presidente: Ento ou uotucarei em
tempo: preciso estudar a materia.
I.co-se e foi approvado o parecer da conimis-
CORREIO.
CORRESPONDINCU DA CIDADE E FHOVINClA.
Temos noticias do Garanhuns, as quaos nios-
trao o mal que nos fez o ministerio, ou por el-
le o Sr. Antonio Carlos com decisors parciaes,
em que as intrigas lcaos, so aclio mais rm-
penhadas anda que os partidos polticos. O
delegado d'alli que se acha despetuso por nao
sabir eloitor na eleico que so aiumllou ein COII-
seqnouoia da prevarlcacSd doJulzdePaz, o do
vgario por elle influenciados, recorre a lodos
os meios para vencer, o rhega a desatinos. Ar-
mado com ordem do rocrular, alm do direi-
to do processar, o de levantar as collectas, tem
platicado todos os excessos. A puvoacao de S.
liento est ha niuito sitiada : all recruta-se,pren-
do-so o solta-so todos os das com um forte des-
elo os nitros./ acmenlo ; a sombra do qual o delegado, o seu
rento anda algu- coinmissario Manuel .loso de Oliveira que por
ser criminoso no Rio do Pexo, nao he o subde-
legado, fasem assignar chapas para oleitores.
Quoin nao assigna, he preso, o so dopois de pre-
so nao assigna, nao so solta. Cerno lia all um
lilho doPava, que tem toda a influencia, e nao
pude sor rocrutado, neiu so deixa intimidar
com prises arbitrarias, est sondo processado
pelo Sr. delegado, que nao contento com isso
ofticiou a S. Exc. para o mandar buscar preso ;
o jacta-so que os 65 votos que seu to (o nao el-
lo que lie praioiro) doo a S Exc. com os sous
41 oleitores, o tem segurado na polica, o o ha
de grimpar com todos os sous primos na guarda
nacional, para derrubarom a uluencia dos l'ai-
vas, o Mae.dos. Nao fallemos nos pobres In-
dios de Agoas /ellas, roerutados assim que que-
rom deixar de servir como oscravos.
Por fallar nesse delegado, he do notar que el-
le nao so justilicou plenamente com aquellos
attostados, que juntou de destacamento de po-
lica, pois vimos os rasen nlioe do (jue assignaro
os soldados foito por lettra do propro agracia-
do, e assim consta-nos que foro assiguados de
eras todos os mais. Esse delegado pde diaria-
mente as suas ordons dous o tres soldados do
corpo do polica, o perguntando a S. Kxo., se
os coinmandantes do destacamento podom tir
tantas ordenaiicas, nao confessou que OCCIipava
em seu servico igual numero do soldados. Vi-
mos a copia de una carta de um primo tiesto
delegado, que o aceonselhava a levar a eleicfio
de senador forja, reiuovondo para 12 leguas
distante do collogio, o coniniandante do desta-
cainonto de polica, que nao ora de confianca
para ossa empresa ; o que nao fara agora o M\
delegado na eleictto primaria Rsquecia-me diierque o Antonio Alecrira an-
dn por Garanhuns com cdulas falsas, que in-
iiuudaio o tormo, oque em voz de ser perse-
guido pelo delegado, fez transacdes com esse
empregado, qno tem una lojmli.i. Por todos
os districtoi da comarca sahiro logo cortos
coinnaissarlos acompTarein tanta la, e tanto ga-
do, para o que certamente nao d a venda do
reta Idos.
Muitos tero lido o projecto de le para as o-
leices, o qual esl.- inserido no Jornal do Com-
mercio de 15 do fevereiro passado ; nas lalvcz
passassom, assim como gato por brazas,sobren
i do til. 1.* art. 1.', aonde o am mi do projecto
tanto cuidado iiiostrou no bein estar do jui/. de
paz presidente da junta qualificadora No to-
soquoncas d'immediata vantagem, e do urna
directa applicaco a todo o terreno amorcauo,
d'ondo fallamos.
Veja-so d'um lado como vacilo todos os nos-
sos estados da America Meridional, e como os
mais ingenuos patriotas dossas infrlizes repbli-
cas desaniman O se auu'di ontaoao ver cairo san-
guo de sous nobres irmos polas pr.u as e vias
publicas, sino fructo neiu esperam a alguina pa-
ra o actual soculo: e do outro a nocessidade em
que ossos paites se acho do una inmediata
confederadlo americana, para que se posso sal-
var dos lajos ambiciosos o immoraos da artera
rainha do Atlilantico, que boje os agita, o os in-
triga, o os despedana para os dominar, o digo
os homens mais couscienciosos e aiuda os mo-
nos porspicazes, so ha outro paz nesta parte da
imerica que, urna voz liiino e consolidado em
mas institniedes monarchicas, e com o carcter
moral do permanencia pie o prestigio do Sobo-
rano, o o bom juzo de seus lilhos devoin dar ao
inundo, olerena mais seguro centro a ossa uni-
o continental do que o imperio do Urasil of-
ferece. O urasil, e nao potencia alguma da Eu-
ropa, ser o lao coininum de todos esses esta- I
dos, e sustentar um da o equilibrio da Ame-
rica com a nciilralidade que couvlii. O /rasil
ser o natural juiz o mediador em todas as dis-
sennes que so suscitaroiu; o so nos livessemos
coniprohenddo a inais teinpo a uossa feliz jio-
sino, o trabalhado cordialmonto para cimentara
honra do paz, nao succederia agora que a In-
glaterra so apodorasse com o maior escndalo,
de urna parto do territorio do Nicaragua, como
acaba do faser, sein dar satisfa(es a Dos, nem
ao inundo.
E d'ahi, o nascimento do priinogonito da casa
reinante, adorado por todos os homens que sen-
tem agitar-se-lbos o poilo de suninia gratido,
quaudo couteiuplo oque a patria deve ao Au-
gusto Avo do recom-uascido, servir (ainbem
de desengao s ambicuis insipientes dos nossos
perturbanores. que fasem consistir a gloria da
repblica na adopefio do una palavra banal com
que ellos imprtein niullidao, em vez de alira-
hirom ao trabalho polo exemplo, o de Ihe pro-
poreionareiu os meios de ser feliz. A Providen-
cia dignoii-se ate" marcar a poca em que veio ao
muido o desojado infante, para t'azer coss.ir a
calamidade da guerra civil, que ha tantos anuos!
po da mesa haver nina cadeira de i spaldar pa-
ra o presidente, e dos ladosasseutos para os
membros oh! Pois a junta couipde-sc il.-
niouibros, de eleitores c de supplentes ; estes
assonto-so em torno e aquel 1 es nao se diz en
(pie. e todo cuidado eslevo no asenlo do pre-
sidente .' Todos sao iguaes ; a Jei ser i^ual para
lodos ; eo cmara so tora cuidado no bein estar
do presidente quem sein appellajSo, nem ag-
eravo mandar cadeira de espaldar.' Esta
disposico deo-ino que fazer, o nao soiu razo a
qual voii dar.
Houvo as eleiedes passadas um juis de pat,
nao sei se era o de Pilimini (esta miiilia memo-
ria .' o qual embirrou o se queixou multo por
nao Ihe ser dada di/i.i elle) na oceasio das elei-
n<3o8, una cadeira de espaldar : mis riro-so da
exigencia, porque siippiuiho lilha da I a i\ lar-
rice do mono, e en nada disse segundo o nieu
louvavol costuuie, porm nao deixeicahir em
sacco roto o quanto a respeito se disse. Agora
vai seno quando apparece no projecto a lem-
bran^a do espaldar para o juis de paz Sm, .*!.,
agora vejo que n juiz de paz snppra referido ti-
nha (que he peior que morrinha) carradas de ra-
zao i seni espaldar nao |de haver elelcfio : to-
da a validado d.i cousa esta noassento do juiz
presidente ser de espaldar; ganhou o mono o
deve lavrar tres lentos ; o todos ili'voiu d'agor.i
para todo sempre licar cutendeiido, que limita
cousas ha que tirito toda a sua importancia dos
asseutos.
A depulafo de Pernainbuco val-fe dosenca-
dernando. Dizein que O Mello dopois que deo
em escrever cartas ao redactor do Jornal do Com-
mercio, inildou do eoiupanheros, deixando mes-
no o seu antigo amigo Peixoto de Bflto. iju
coracaopor mais duro, o empedernido que la-
se, poderla deixar de inagoar-se, presenoiand*
tal despedida, que dizeiu, levara a barra milito
adianto as da mareehal a seus lilhos.
tilinte ni foi preso um daquelles tres rapasi-
uhos lo que ha lempos Ibes falle!, e que anda-
vo ento sempre em sucias nocturnas, que
iiiiu tudas rr.io das mais innocentes. Este he o
Seixas ; mas ignoro O motivo da priso. que me
dizein ter sido ordenad.! pela polica : ha de ser
algiiui engano, porque o moco lie capasorio,
visto que hoje deveui Vinca, ter mais algum
espaco, aqui llu's remetto a resposta do nieu
prezado collega de Goianna, que existe em mi-
nhas mos desde os i'uis do mez passado. Eil-a
ahi :
Nao ora de iiiuha intencao responder ao in-
mundo cominunicado que ein sua defeca publi-
eou o lnanliiiso cao de lila, esse animal indmi-
to, que, conhecendo perfeitamente a impossibi-
lidade, em que se acha, de pioduzir urna defrza
digna desse iiome, assentou que poderla Iludir
o publico,desfigurando grosseiramente osfaotos,
e, vomitando torpes e alfroutosos insultos contra
algiius eidados desta comarca, os quaes, sup-
posto neiihuuia parte tenho em uieus escriptos,
nao podem todava deixar de nllligir t Incommo-
dar o liomem que iurou guerra de morte to-
dos quantos reprovao sua marcha de loucuras e
atlentadoa, de violencias e de eriuios. Mas, co-
mo nessa Intitulada defrza apparecein alguns do-
cumentos, apreseutados, sein duvido, com vis-
tas de fazor crer que tenho sido menos exacto
em inhibas narracocs, forja lio que v demons-
tre a improcedencia dossas pro vas, c procure
restaliclcccr a vcr.icidado das lunillas assercdet,
Nao me oceuparei com os insultos o improperios
que roehoio essa obra-prima do dispeijo e au-
dacia ; nao por corto, que julgaria nbaixar-me
se por v< iitura me empeiihasse em desputas lo
ignobeis e abjeclas alm de .ni' multo me com-
pras ver o cao de fila chafurdar-se I i vr emente
no lod.ual dos convicios o insultos. Antes po-
r< m de entrar as ligeiras refli xoesque me pro-
pouho lzor aocoinmunicado que corro impres
so no /'. noto de 15 do coi rento, seja-inc perniit-
-*j*-mnmmm:.3r. aaBaaB :ziak..-^tmt.XKwam^
assolava a mais remota provincia do imperio,e cu"
jos chotes, seguudohe corrente, acabando dopr
asannas t radculas aos pes do throno imperial.
I'ernainbueo .apressar-se-ha sein duvida, a
cougralular-so com todas as (tenais provincias,
por dio faustos aconteciinentos, o a adorar a
.Man do Todo Poderoso, d'onde piooedem todos
os bous. No en tanto, he boje a primeira vos
que os amigos da monarchia se acharad reuni-
dos no tlicatio l'liilo-Diamalii (i para saudar o
lime du Augusto Menino, que acaba do ver a
luz, o que representa no Brasil um grande pen-
saiuenlo :a Integridade e a Ordem. A oonipa-
nlii.i italiana, que transisoriamente se acha de
posso desse thoatro, vai por em scena pela se-
gunda ve/, a Italiana tu Alyeri do Maestro Kossi-
ui, mas lioje com limito mais pompa do queda
primeira; porque pretende com esta opera ac-
companhar o entliiisiasiuo de todos os arasilei-
ros, quando saudo o sen innocente Principe,
ainda reclinado no regaco materno.
He de esperar por tanto, que, iodos os since-
ros amigos do throno o do Senhor n. peiihoji
concorrer ao espectculo dista uoute,coiuo um
testemunho espontaneo dasua nobre dedicacSo.

a
I


'
tido diier ao bacharrl Domingos Lourenzo Vat
Curado, que nao me sobra tempo para me occu-
par com sua ciceronica pcssoa, e que dcsprczo a
sii.i correspondencia publicada cm o .novo de
14, como despiezara os dislates tic un loucco
rema lodo.
Principia u delegado dista comarca a sua ini-
serayel defcia, procuraudo justificar a arbitra-
riedade, por elle platicada, de oppr-se a pie o
coniiiiaudantc superior recrutasse na guarda na-
cional do seu coinmando, chegandu spii arrojo
ponto de dispersar a patrulha incumbida di' con-
duzir tres recrutas, presos por ordeni do referi-
do comniandaute superior, e de soltar um dri-
les. O fado uo he contestado, nas oc;io de li-
la assevera que o podia praticar, por isso pie
CUmpria-lhe aburrir a escandalosa trrenle de ini-
quidades e violencias coiumcttidas pelo chefe da
guarda nacional, o qual para se vingar laque lies
que o nao quiserao acumpanhar as prximas
passadas cleires, fazia-os prender titulo d<
recrulaiiif uto, sendo que ueuluima ordem mi
atttortsaffio para isso tinha, como se via de um
olhcio do Exm. presidente.
Ao ler to despropositada defeza, dir-sc-hia,
jue aquelle que a mprega nao he mu simples
delegado de polieia. porcia siiu algiiuia autori-
dade administrativa le pi iueira ordem, um pre-
sidente de provincia, por fxcmplo, u quem com-
pete inspeccionar os actos los luncciniiarios p-
blicos <|ue Ihe sao subordinados, cfazel-os esbar-
rar, quaudo os julga contrarios lei e nfensos
ao bem publico. Com elleito, dado niesino ue
o coinniandante superior li/csse um recrula-
ineiito illegal e oppressivo concedido que ne-
nlimua ordem tinha pie oautorisasse para re-
centar, ser menos arbitrario, sera menos vio-
lento e illegal o procedimeuto do delegado, que
de seu moi u proprio arvura em esbarrador los
actos de una autoridad? que Ihe he intcirainen-
" te independe ule .' Aonde foi o Sr. C. achadi
deparar com una lei que o autorise para COllhe-
cer da illegalidade das ordeus do coinmandanti
superior, e para oppr-se sua execucao ? Ue
inais, nao eslava ahi o presidente da provincia
para conter essa torrente de iniquidades ? Se pob
o facto existi, e em nenliuina disposicao 1.
le se eitribou o Sr. delegado para o praticar, hi
evidente que nao o calumnie!, e iiem tao poueo
oftendi as leisdajustica qualicando-o de arbi-
trario e violento. Mas, continua o cao de lila,
di/.endo que dsperoil a palmilla que devia con
du/ir os prezos, portille tinha levado o negocie
ao conheciuiento lo Exm. Presidente, e espera-
va por tuna deciso que le iniiasse o conlliclo
Ora, se um conlliclo se deo que eslava afiecto nn
Exm. Presidente, entilo mais criminoso se torun
o proced ment do delegado, que, sein esperai
queS. Exc. decidisse esse souliado conlliclo. sol
tou um dos recrulas para o conservar em sua
companhia.
Se o Sr. delegado tivesse procedido deboaf,
ainda pie erradamente, nao teria contiuuado,
depois que S. EXC decidi aquesto em favor dt
cominandante superior, persistir em nao que-
rer entregar os dous guardas pie por sua ordem
se achavao embargados na cadeia, e nein i;u
pouco teria tido o arrojo de fazer voltara escol-
ta que condu/ia piatro recrutas da guarda na-
cional reiuettidos pelo conimand inte do bata-
Ihao de Pedias de Fogo, deixando smente d
continuar em taes desatinos depois que o Exm.
presidente o reprehendeo spera e severamente
era um ofllcio, que foi publicado no Diario di
Pernamburo. Esse ollieio, de que venho de fallar,
he a resposta mais conveniente que posso dar a
esta parte da defeza do cao de fila, e sobre elli
chamo a atlencao publica.
Nao passarei adiaute, sein fa/er Ulna reflc-
xfio, e vem a ser : que a continuacio do -r. <
Machado na delegada, depois de haver sid
tao acremente reprehendido e censurado pelo
Exm. Presidente, e da delioeracao por S. Exc.
tomada de o dispensar da Incumbencia de re-
amar na guaida nacional, enearregando des
sa tarefa ao coiiiuiandaute sup- rior, contra o
qual acabava sua mercc de dirigir tantas quei-
xas e representares, lie a prova mais eviden-
te de sua impostura e hypocrisia quando af-
fianca, que faz nao pequeo sacrificio em exer-
cer o lugar de delegado desta comarca; por
quanto lie preciso nao ter un pouco de bro e
achar muitos atractivos no emprego, para nelle
continuar depois de tao claras, e patentesde-
monstrazoes de falla de confianza e considera-
cao da parte da primeira autoridade da provin-
cia. Prosigue o cao de fila em sua defeza af-
hrniando pie o calumniei quando disse, ju
o subdelegado de Tijucupapo lora por elle vil
e indignamente insultado em um olhcio, e como
que para dar mais Corea s suas palavras, solli-
cita a publicarao d'esse olhcio. Nenhuma res-
posta poderia eu dar este tpico da defeza do
Sr. delegado que mais adeqiada fsse do
que publicar essa peca, cuja copia lenlio en
nieu poder mas eonio he ella multo longa e
viria tornar este escripto deinasidanieiitc exten-
so coiitPitar-ine-hei com publicar os scgiiin-
tes trechos = seu misernrel ollieio he a prova
mais irrefrngavel. de pie o habito do crime torna o
criminoso audat e petulante, he a pi ova inais sali-
ente do quanto ha V. S. puluito o lugar que im-
merecidamcnle oceupa... i .ertifique-.se mais, que
mo trnlio impostores, jue me obriguem a O-
brar d'esta uu d'aquella mancha como me
disse em seu ollieio. ao contrario he cei lo. que
V. S. por servir, e pe" soflame, que tem de adorar
alguma alma de lama lein-se tsqueeiiln do dever ,
que a lei Ihe impoe, etc. = Nao ii.i avante, e pro-
testo nao mais receber olHcios de V.S., e medir-
mecom urna inconsiderada, ignorante e pdanle pcs-
soa adverlindo-lhc,que ofarei entrar na rbita
dos seus deveres.-- V vista restes bellos pedaci-
nhos.ajuise o publico do carcter dotan le lila,
e decida se o calumniei afnrmaudo ter elle di s-
couiposto. e insultado o prudente e digno sub-
delegado de Tijucupapo. Emende o Sr. dele-
gado que obrou em legra o inspector de Japu-
iiiim, iiiaudando ou consentindo espancar un
criminoso, que, diz elle, resisti a pairulha en
carregado de o prender. Devo declarar que
segunda as iiiforinaces que teuho nenhuma
resistencia oppoz o fallado criminoso o que h<
tanto mais acreditavel quanto he sabido pie
nenhun dos individuos, que compuulio a pa-
trillll-i, ri-cebeo a menor oiiensa. .Mas concedido,
que tal resistencia houvcsse, c que em vrlud
d'ella fra o prezo ferido ainda assim nao se
poder o delegado defender de nao terproces-
s.itlo o inspector e a pairulha que acabaviio
tle derramar o sangue de mu cidadao, posto que
acensado de haver couiniettido una morte. A
omissao pois tle um processo em taes circuos-
la ucias foi da parte lo Sr. delegado una falta
gravissima por nao dizer un crime e autori-
sa-me dizer tpie s o desejo de alentar o cri-
ni" e o lirme propozlo de fechar os olhos to-
llas as malfcitoi as platicadas pelos seus agen-
tes o faria assim proceder. Quanto ao facto pra-
licatlo pelo inspector de Goianniuha o cao de
lila la ni bem nao o nega; mas diz que deixou-o
impune parque iguorou-o completamente e
em abono le sua assercao aprsenla mn officio
do subdelegado d'atpielle districlo. Pecoliceu-
ca ao Sr. subdelegado de Goiauninha para afi-
anzar ao publico que esse ollieio foi agora ar-
ranjado por pa uto he absolutamente impos-
sivel que um facto tao publicamente pratca-
do, cque tanto alarme produsio n'esta comarca
se conservasse oceulto por mais de dousmezes
ao subdelegado que muilo perto mora do lu-
gar, em jue o crime se commetteo e ao activo
v dilijente delegado, que at sab- do que se pas-
sa, e conversa as casas dos outros Ninguem
por certo, naveta de una boa f e simplici-
dad!' tal que de o menor crdito tao inisera-
vel desculpa que ainda quando admitala ,
provaria o desleixo, o abandono com que o cao
de lila, c seus asseclas tralao os negocios mais
importantes, por despregarem toda a sua sat-
nica actividade eni perseguir ellagelar os pa-
cilicos habitantes d'esta comarca que recusao
icoinpanlial-os em suas iniquidades O motivo
pois que levou o cao de fila deixar impune o
inspector de Goiauninha foi o mesiiio que o
ubrigou n3o processar o de Japumim isto he
i sen plano de imperar pelo terror dando am-
pia laculdade seus agentes para cominetterem
todas as castas de atrocidades e adquirir por
sse ineio as syinpathias d'esses homens arden-
tes c capases de todos os attentados. Prosi-
gamos, i.om urna certidao passada pelo carce-
iciro da cadeia d'esta cidade julga oSr. dele-
gado ter conseguido provar jue o calumniei.
piando disse, que, individuos evidentenient-
isentos pela lei, tinhao sido prezos 'conser-
vados no tronco i titulo de recrulainenlo. Jul-
go-uie dispensado de responder esta parte d
defeza do cao de fila ; por quanto estou inti-
mamente convencido, de tpie o publico assin
como en, olnar com despiezo para uinacer
lidao passada por mu individuo, que vive de-
baixoda immediata dependencia do delegado
o qual por nao puncas vezes o tem ameacadr
com una demissao que o vai laiifar nos horro-
res da miseria, sendo que esse despresivel do-
cumento ( se tal nome merece) luta aberla-
nientecom a uotoriedade publica.
.\ega o Sr. delegado, que o Alecrini ti-
vesse din nwdn cm sua casa enos diz, com
aquelle destacamento que o caracterisa, qu
anda nao o prendeo por motivos que logo ex-
por. Quanto primeira parte direi, que ht
publico n'esta cidade ter a clieirosa planta per-
noiado por tluas vezes em casi do Sr. delega-
do o que por certo nao he para admirar s<
ittender-se para os antigos lazos de amisade ,
que exislem entre essas duas personagens, e
para a eircumstaucia de seren correligionarios
paliticos, pertenerntes a sociedade bentficenV
que aqui existe e da qual he presidente o tene-
broso diabo cxo. Nao fui pois Precipitado en.
lar nina noticia que tantos visos tem de ver
dadeira. A' seu lempo direi os motivos por-
que ainda nenhun passo dei para prender
Aleciini. Essa reserva e segredo <|ue incul-
ca o delegado nao passa de um ardil com qu<
pretende elle Iludir o Exm. presidente, fazen-
do crer que nao tem cumplido as terminantes
ordens que Ihe forao dadas, por circunistau-
Cias nue nao tem estado ao seu alcance remo-
ver : ijesg rajadamente porm poro cao de lila.
ahi estao os seus factos por desuiintir tao feuieii
tido embuste. Ka verdade quem acreditar .
que o delegado nutre sinceros lesejos de cum-
plir as ordens do Kxm Presidente, sabendo ,
que n Alecrn tem estado constantemente em
Pedias de Fogo exereendo o lugar de fiscal, r
pie o delegado leudo 25 soldados de polica
sua disposirao anda uo deo sr cpier una tle-
nionstrazo de o pretender capturar ? Em 184:)
o all'eres//arbalho com urna lorea talvcz infe-
rior foi Cedras de F'ogo e prendeo, creio ,
pie Manoel Alceriiu que se achava processado
noCear por igual crime : o Sr Cunta Macha-
do porui entende que 25 soldados sao poucos ,
e a fin de achar um pretexto para Iludir as or-
dens do Presidente vive continuadamente
pedir auxilios da guarda nacional e disprsal-
os logo que Ihe sao prestados svesCS por-
que os soldados veein desarmados e outras
porque chego multo larde. Miseravel! confes-
sai antes que o Alecrim he um dos VOSSOS agen-
tes Uin dos VOSSOS homens de acedo e que por
isso nao vos con vem prendel-o e nao procu-
ris engauar o publico com embustes e pata-
cuadas. Quaudo o delegado se dignar dizer-nos
os seus motivos lerei o cuidado de exaiiiinal-os,
e para ento guardo o que sobre este assumptu
sei. Tambera falla o cao de fila na morte do i~
Iho da senbora do engenho Lages e finge en-
cher-se de indignacM por ter eu dito que o
autor d'esse herrivel attentado era por elle pro
tegido. Vejamos se consigo mostrar que nao
disse se nao a pura verdade. Ningueiu igno-
ra n'esta comarca que o assassino do infeliz
Sr. Concia, foi um prente do Sr. delegado e
i mili ido da victima ; e ate em nina correspon-
dencia publicada no l>.-novo em defeza do cao
de fila e que eu julgo ser prodcelo sua
legado protege o seu prente criminoso ; por
quanto cumprindo-lhe, em sua qualdade de
primeira autoridade policial da comarca empe-
nhar-se para que fosse punido o perpetrador de
uin crime to hediondo nao deo o menor pas-
so n'esse sentido, e'consentio que o sub delega-
do supplente de Pedras de Fogo fizesse un
processo tao escandaloso, e oll'ensvo moral
publica. Nao tem desculpa o cao de lila : o as-
sassino do desditoso Sr. Correia he bem conhe-
cido; deixal-o impune consentir que ande
elle por toda a parte affrontando a opiuio pu-
blica que r ni altas vozes o aecusa de ter inorto
brbaramente seu proprio cimbado he com
elleito inuito escandaloso, he mostrar clara-
mente que paraosparentes e amigos do Sr. de-
legado nao ha lei que Ibes he permitlido pra
tirar todos os criines. Tratando ainda deste
assumpto afrina o cao de lila que he urna
calumnia atroz o dizer-se que o assassino do
filho da se oh ora do engenho das Lages esti-
vera na casa do diabo coxo. Confesso que
nao vi o prente do delegado refugiar-se no en-
genho Po-amarello, porque nao teuho a honra de
ir a hab [ai. io do sata mu de (miau na; porm sr de-
vo dar crdito pessoas mu sisudas, e que estilo
no caso de saber disso.no posso prestar a maior
f s palavras do Sr. delegado; por quanto essas
pessoas me iimruio, que o assassino teniendo a
vingauca dos raos da victima, procurara aha-
liilaciio do diabo coxo, c pie d'ahi salara alguns
dias depois, para refugiar-se em casa de un ir-
mao aonde se conservou at que se conseguid
acommodar os prenles do inorto. Nao fui pois
calumniador, tanto mais quanto, o que fiz foi
referir o que me havio dlo. Aqui linaliso poi-
que o cao de fila nao procurou defender-se se-
no das aecusaedes que acabo de ser tratadas,
deixando no tnteiro umitas outras, alias gra-
vsimas, e que pelo seu silencio devo crer, que
is confessa. Podra aproveitar o ensejo para
mostrar ao Sr, delegado que nao deixo de ter
razo aquelles que o chamao perverso, c o a-
presentao coberbo de sangue; porm esta cor-
respondencia, j vai um pouco larga, e por sso
deixarei essa tarefa para mira occasio. Rema-
tando devo declarar ao cao de fila, que nao pu-
blico o ineu nome, porque entendo que de se-
uelhante publicado nenhuma utilidade pde-
la provir, se me quer conhecer, chame-ine a
esponsabilidade, que nenhuma duvida trrei
ni apresentar-ine perante os tribunaes para
ustmar tudo quanto teuho avanzado contra o
Sr. delegado, fon te e origein de todos os niales,
fiagellos, porque est passando esta desditosa
.oiiiarca. Por ora contenle-se com saber, que
MU iini cidadao //rasileiro, e que possuo tocias as
pialidades necessarias para legalmente respon-
der por airas escriptos ; o mais nao passa de
nina pueril curiosidade, ou ento lo desejo d.
adquirir urna certeza para a rcalisaco de al-
Uin plano, que nao me pude convir, para o
pial nao devo concorrer.
JHBHBHSW^
COMMUMCADO
As calumnias, mentiras infames, e inais as-
querosos insultos,com que o impvido liberal coin-
iiiunicante do D.-novo n 52 de quarta-feira 5
do corrente, ousa cobrir o nome respeitavel do
Sr. lente coronel Manoel Joaquim do Reg e
Mbuquerque, nao inerecio por certo a honra
de una resposta, ou discusso da parte dos a-
nigos deste honrado cidadao; porque cm flill
no homein de bem nao he datlo degradar-se ao
ponto de entrar em contestaran com um mise-
ravel, jue (alvex em a gum lempo as tra/icancias
de moedeiro falso, t presentemente no furto de cavat-
'os, e tscravot achando. sustentando a sua pesada,
e onerosa existencia, tita hoje toda a sua audacia,
e atrevimento da impotencia laineutavel denos-
sas leis, eda nossa clamorosa corrupeo, e im-
moralidade; e mais que tudo da bondade de
curazao, do carcter generoso, e pliilantropieo
,la pcssoa respeitavel, a quein esle indigno to
cobardemente insulta! Com um vil, que corri-
do do seu paiz natal, tendo j endurecido o seu
coracao na pratica de todos os crimes, e perver-
sidades, a que est sujeita a desgranada hunia-
uidade, veio requintar em maldade, adquirir a
crueza do salteador, que rouba por ollieio, as
extorses eom que tile fomt canuda tnatava os
desgranados soldados na guerra de I anellns, e Ja-
cuipe N'osso uin pois nao he entrar em polmi-
ca com entes, cuja vida de vergonhas, latrocinios,
e infamias nos dispensa disto; mas mostrar ao pu-
blico imparcial qual a gente, qual a canalha
infame, que compe nos A logados o abandalha-
do partido praieiro, o grand* partido nacional, e
que assim infamemente, guerreia ao Sr. Manoel
Joaquim I Levar ao seu conh cimento, que es-
tes manejos de fraude e violencias, que o se-
vaiidija coinmunicaute diz terem sido adopta-
dos, como meios para o vencimeiito das elei-
Zes dos Afogados nao passo de calumnias to
grosseiras, e estupidas, quanto sao os seus mi-
seraveis fautores ; que tudo isto sao mentiras
nojentas, e asquerosas, monstruoso, e hlame
parto, do nao menos, iiiiinundo, nojenio e as-
queroso inonstrengo pai do lote ido mala-mou-
ros i apilan de funil.
0 impvido liberal, que tanto grita, que tantos
baldes, e improperios assaca ao Sr. Manoel
.loaqiiuu, que no excesso do seu brutal deses-
pero iiilende com o co, e com a trra,que con-
jura os elementos sua vinganca, que sacrilego
pi'iturba as cintas e interioiupe o silencio dos
morios, a paz dos tmulos, e que era suinina al
r
te coronel promove contra os que nao assigna ~
rao a sua chapa as passadas eleiz5es ? Mostrai-
nos quaes foro esses recrulados ? Dizei-nos
os seus noines, suas oceupazes, estado, ou
modo de vida ?! Calumniadores, vis, e infames,
vos deliris ao peso do vosso desespero ou
pensis que nos dormite os O Sr. Manuel
Joaquim, como ti'nente coronel commandante
do batalho de guardas naciouaes desta fregue-
zia recebeo ordem superior para por a disposi-
cao de autoridade competente um certo nume-
ro de guardas nacionaes, a fin de servir na com-
panhia destacada, que se organisa por ordem
do governo geral; o Sr. Manoel Joaquim em
cumplimento s ordens superiores, e de con-
foriuidade com as leis Pin vigor a tal respeito,
tem procedido em seu batalhiio a esculla ne-
tessaria guardando as excepzoes da lei. Ser
isto recrutar ? Respond'i infames assassino*
da honra alheia res|>ondei a isto O que po-
rm move mais o riso do homein sensato, e de-
safia ao mesino tempo a sua maior indignazo,
o que finalmente prova exuberantemente, que
a raiva eo desespeiro, e todas as paixoesdo
negro inferno, que borbulhu em vossos depra-
vados corafes, he quem vos dicta e vos im-
pellea apparecer no jornal das porcarias da praia
he o dizerdes, que o Sr. lente coronel Manuel
Joaquim do Reg e Albuquerque, uo tem In-
fluencia legitima nesta freguezia Miseraveis!
Neiu vergonha ao menos leudes de fallar con-
tra a vossa inesma cousciencia O Sr. Manoel
Joaquim um dos ricos proprietarios desla fre-
guezia, liUn de um homein de represenlae;m, e
de fortuna, membro de nina das principaes fa-
milias da provincia, nao tem influencia he
uullidade nos Afogados Agora o Sr. Joo Pin-
to, que ana tem coitado o jue comer, o Sr.
Lcite, que nao aprsenla um ineio de vida visi-
vel, capaz de fazer face as dispesas da sua sub-
sistencia o Sr. Firmiiio que sabe Dos com
que liabas vai coscado a sua vida, lodos Sein
represeutaffiu corpos de sua mesma natureza
opacos, sem servizos, sein precedentes honro-
sos, sein prestigio de familia, he que san as In-
fluencias legitimas, he que sao as entidades dos
Afogados Risum teneutis amici! Fallis em ig-
norancia, loucura, praselas, esto os vossos sabios, os "vossos homens de ge-
nio, e de talento? Quaes sao elles onde habi-
ta o ? Eu nao os vejo, t-Itai-nos nos Afogados
nina sii dessas entidades Iliterarias, que advo-
gue a vossa causa que combata em vossas
lucirs. Ser o Sr. Francisco Carneiro aigum lit
lealo Ao menos como tal o nao con liceo, ma
ninguem cm Peruambiico. Scr o Leite, o
Firmiuo, o Rangel, e o Pintinho homens de al-
guma ustrueco?! Nos Afogados sao eslasas
vossas notabilidades, ao menos nesta Ierra nao
vejo outras,que visto cazaca, queadvogiiem a-
vossa boa causa! Oh Sr. impvido liberal. Vine, neiu
sabe com quem se metteo a respeito de scien-
cia, veja que no artigo instrucrao, e no prece-
dente nao chega nenhun driles ncni as dis-
ciplinas que fazem o objecto das priiueiras
lettras, e se quer urna prova da crassa estupi-
dez da sua gento pergunte por exemplo iw pai
do lote, se sabe levantar uina perpendicular ao
extremo de una recta sem a prolongar; que
dou a cabeza cortar se este alarve attirando-
Ihe ij u.itii) couces Ihe nao perguntar o que he
recta, o que he perpendicular !!!! Ora se o pai
do lote, que he di lies o orculo da to modesta
resposta, o que dever esperar Vine, do funil,
do cara de cavallo, do pintinho, e de outros que
taes ?! So todos uns burros nieu Sr., uns bur-
ros de quatro costados, e por tanto para nutra
vez meu impvido nao aventnre mais a questo
de sciencia por |ue elles iiiesuio uogostao des-
sa palavra; o que Ihe assevera o
Peliguar.
ni um appelido de familia julga achar mais
um crime, ou urna injuria com que sobrecarre-
gue o honrado lente coronel, porque uo pro-
va nenhuma de suas asseredes? Poique nao
ou do seu ad'jeetivo Vas Curado", se diz que esse ; transpc o circulo vicioso de suas declamazoes
funesto acoutecimento nascera de um desagui-| vagas ? Onde
sido havido entre pessoas da inesma familia ice.'
dando assim entender |ue sao exactissinios
os boatos que gerahuente correni cerca de
quem s'ja o autor da referida morte. Ora ;
uo se tendo at aqui procurado capturar o as-
sassino que por toda a parte passeia e antes
pelo contrario vendo cu que um processo se
arranjouem o qual sahiro pronunciados dous
individuos inteirainciile tlesi uubei idos e que
cerlanieut-, uo cxisteui.pois que,como diz a pro-
nuncia,um be morador no certo.e o outro nao
se sabe quem seJa,devo concluir, que o Sr- de-
? Onde esto essas violencias inauditas
com que por elle sao oppressos os Afogadenses?
Se isto he assim, se he verdade o que dizeis,
porque nao as punierais ; porque em vez de a-
prrsentardes ao publico esse grande cathalogo
de criines e attentados contra os direitos do
Cidadao Afogadense, substitu* a tudo isto urna
catilinaria de convicios, de improperios, e de
hediondos sarcasmos ?! Quem tem por si a ra-
stra, e a existencia verdadeira dos factos, precisa
contra os seus adversarios cscorar-se as ca-
lumnias, as mentiras, e nos insultos ? Qual
he esse recrulamenlo desabrido, que o tenen-
m
CORRESPONDENCIA
Sr#. redactores: No seu Diario n. 52 appa-
rece um communicado qualificaudo-me co-
mo sustentador da companhia italiana organ-
sada nesta cidade ; eu agradezo milito o favor
]ue nesta parte me despensa o Sr. redactor do
coininuiiicado, mas a delicadeza nao permitte,
deixe de mencionar, que se bem por minlia liar-
le fazo e farei quanto possa, por sustentar nos-
sa sociedade, como todos os ineus coiupauhei-
rss, o nosso socio o Sr. Ciuseppe Gallelti tem
nina principal tarefa na tlu airan da parte lrica
sceuca das uossas represenlacoes : declara-
Zo jue julgo justo fazer em obsequio do nosso
companheiro.
Carlos Ricco.
------r .,-aa
iurlicacOes a pedido.
He preciso nao morar nos Afogados, nao co-
nhecer seus habitantes, ter perdido o senso
COmmum, ou raan julgar este lugar habitado
polleras, para suppr, que s nelle tem influ-
encia um Leite, Firmiuo, Rangel, Mand do
Curado, e cinco a oito biltres ladroes e assassi-
nos. Se os influentes da praia, das outras fre-
guezias, sao iguaes aos que por aqui appare-
cein, poili'inos dizer sein inedo de errar, que
he o partido mais infame e vilque pode existir :
he o puro jacobinismo francs, que tanto en-
sanguentou o solo da Franza. Se a imnioralida-
de, audacia, ra-criacSo, vaguearan, ladroeira
e .'iss.issiu.-ito, sao qualidatles apreciaveis, que
ornao algiins individuos, ento com direto se
devem vangloriar, o pai, com -seu competente
lote, por que era seu bello e brilhantc circulo,
exislem com toda a profuso.
Nao pretendemos tomar a defesa do Sr. tenen-
te-coronel Manoel Joaquim do Reg Albuqucr-
por pie elle he bem conliecidn no Afoga-
m sua vida publica e particular s ha a
notar-se ter nutrido em seu sein estas vboras,
que hoje o desejo tragar; mas nao podemos ver
correr uo D.-novo a sangue fro, os desaforos, e
paularlas serapre escripias pelo pai, entre o (&
lote, pie o Sr. Manoel Joaquim he odiado por
todos no Mugado, que he um despola, um ty-
ranno, ele Julgara aquelle vagabundo I.eite,
que OS Afogadenses nao o coiihecem? Pensar
esse nioustro, queja se csijuetr.io as layanhas,
que fez era Panellas, pelo que foi ameacado pe-
lo Carneiro de coi tai-Ihe as o ribas, fazauhas
3ue; po
o, e ei


iiie eal E poder o Afogado soilrer a sua influen-
cia ? Ko, "ll-i s poder apparrcer, quando
desmoronada a ordem publica, banida a lionra
,. uioralidade, appareccr a anarchia, ecoui ella1
ospunhaes: entao toda a inQuencia ter um
Leite, e um Firiniuo, que coin os punhaes na
dextra, todos salpicados de singue, com sardo-
nico i s0 'rao enviando as victimas do seu furor,
dando vivas a liberdade. Afogadenses, nao vos
engais com estas aereas: ellas vos illudem
rom o nonie de liberdade, i|iic desconliecem,
grado os mnioros despotas, quando sobein ao
poder. Vede os Tactos hoi riveis praticados rm
[odas as occasies, que individuos tries tein tido
influencia. Que fez este inesino Leite aqui
miando escrivo da subdelegada em 1842 a
/Sil ? E quetn foi (pie trouce aos Afogaden-
ses o repouso das familias, e suspendeo este
jiioiistii que com nina lome canina pare-
mia querer exterminar a raca humana, lasen-*
do l'.iriua que os proeessos d'esta frrgueza cqui-
libraviio em numero aos de todas as outras ,
oeeiipaiido o jury em todas as suas sesses. A-
fogadenses, que garantas vos pode otterecer
rin vosso soeego e tranqtiilldade, um Firmi-
110, um Leite, redusidosa urna qiiasi total men-
dicidad', e [iie suspro por desordens, e guer-
ra civil, porque s uestes elementoscontao en-
contrar felicidade? Que penlior vos poder dar
mu 1-eite vagabundo que possuindo a faznida
na sola dos pos uao sendo catado neiu tendo
lilhos, lauto lhe faz estar hoje aqui. como ama-
nan a aool (menos na sua patria ) s tendo por
nica garanta, o sen volumoso crpo ?
Drscouliai pois Afogadenses desses moustros ,
que saciando suas paixes vossa custa rir-se-
bo ao depois de vossa leviandade, e loucura ,
tomo fez a Raposa com o Corvo.
Nada mais escandaloso como ehegareni aqui
navios abarrotados de Acuri anos, e all all'erro-
liados, e expostos venda! lomo esteja a sa-
bir para as ilhas dos Acores o patacho Venus ou-
n'ora Alberto, be de um de ver dlier alguma coli-
sa i este respeito. Nao se persuadan esses Sis.
que intentarais sedu/.ir mais alguns daquelles
eoni que aqu, ha poueo tenipo, ehegrao, olhein
cpie a drsgraca desses que com capa de br-mfei-
fures sedmirao ; olhein que em lugar das vanta-
gcusollerccidas para nielhoreonseguirem seu ef-
leito desejado, nosei tfio fcil agora o podereni
conseguir, porque elles jeslao bem cellos que
esses monopolistas s querein delles se assenho-
rear para depois de sua chegada alli a bordo, af-
l.rrolhados, e entregues a quein despende 100/
rs., para por este mel ivdu/il-os i escravido,
e a desgrana destes que aqui se aclio redu/idos:
foi um dos principis motivos que levon a que
os Portugueses residentes ueste paiz lizessein
una representacao S. M. F. a rainha de Portu-
gal, aln de prohibir tal einigracao, com tama-
ito escndalo ; a sobredita representacao j foi
remettida para Portugal, e a nossa augusta so-
berana nao ser indllereiitc a tantos males que
rcclamo sabias providencias, e os nossos com-
patriotas, que de boavoutade prestara* suas as-
signaiuras para couseguirein um tal lim, sero
sempre pelos verdadeiros Portugueses louvados
e agradecidos, assim como sero sempre cobor-
tos de eternos npprobi ios aquellei que para tal
lim se negro. O bom acolhimento da nossa
representacao nos faz ttcar certos do bom resul-
tado ; c assim o espera Um Porluguex.
M.awBK
COMMKRCIO
ALFANDEGA.
Rendmento do dia 12......6:521/873
DescarregCw hoje 13.
/frigueEmprehentledorniercadorias.
BrigueMuaferro.
MOV MENT DO PORTO.
Navios sahidos no da II.
Rio de Janeiro ; brigue brasileiro Feliz capi-
to Manocl Jos Ribero, carga dulcientes
gneros.
Antuerpia ; brigue ingle* Emmanuel Boulrhir ,
capitn FrederickTompsor caiga assucar.
Navios diluidos wo dia 12.
Lisboa ; brigue portugus Emprehendedor, de
188 toneladas capito Francisco Podro Fer-
reira equipagem 13 carga sal, vinho Stc;
a Francisco Severianno Rabello.
Barcelona ; 45 das barca hespanhola Rosa, df
1-41 toneladas capilao Marianuo lloig equi-
pageui 15 carga lastro ; a Manoel Joaquiui
Ramos c Silva.
Rio de Janeiro; 24 dias, brigue brasileiro Com-
petidor, de 199 toneladas capito Alexandre
Jos Alves, equipagem 15, carga familia de
mandioca c mais gneros ; a Gomes & Ir-
ma.
Nova Hollanda; 62 dias, barca ingleza Calcula,
de 480 toneladas capito R. C. Ross equi-
pagem 3 carga la, azeite de peixe e quina ;
ao capitn : passageiros 30.
Cabo Verde ; 14 dias escuna americana Enter-
prise de 200 toneladas capito liarles Ni-
cholson, equipagem 10, carga al; a Hen-
rique Forster & < ouqiauhia.
Navios sahidos no viesmo dia.
Macelo ; vapor brasileiro de guerra (iuapiass ,
cominandante o capito enle Lassancc o
Cunta. ..
Havre de Grace ; brigue francez tuse Amelte ,
capito Gra.ser. com a niesma carga que trou-
ce de /lenos Ayres.
Observafiio.
Fundeou no lameiro no dia (II) para acabar
de carregar o brigue Ingles Thomas Leilch.
a lus com feliz successo no dia 23 de fevereiro
prximo passado conforme lh cado pelo Exin. presidente da provincia em of-
ficio de iO do crlente loga aos habitantes de
seu municipio que em demonstradlo de to
fausto quao interessanle motivo se dignem
Iluminar as frentes de suas casas ein os dias
14 15 e 16 do correnta mea.
E para que chegue ao conheciineiito de lodos
mandn f izer C publicar o presente pela im-
prensa. Pavo da cmara municipal do Recito
em 12 de marco de 1815 Manoel Joaqucmdo Hi-
go e Albnqtterque presidente.Luis de Franca
e Mello Jnior secretario interino.
*~%^^trr iipa wmm ^rrvfKrpFt'S
DECLARAS ES.
1=0 administrador da mesa de recebedoria
das rendas internas geraes avisa aos conecta-
dos do I) lino do Recife e Santo Antonio para
que venho pagar a taxa de escravos do auno
corrente e o imposto do banco do inesino an-
uo, pena Ue proceder a executivo. Recebedo-
ria, 12 de Marco de 1845.Francisco Xavier Ca-
nalcanli de Albuqnerque.
3=0 I." escripturario da mesa de rendas inter-
nas provinciaes desta cidade, abaixo assignado ,
encarregado do lancaniento da dcima urbana
do bairro de S. Antonio,tendo breve de concluir
0 lancaineuto, avisa a os Sis. proprieiarios que
verein reclaraacdcsa lser, que deverfio corn-
il urcer na dita mesa at o ultimo do andante
mes, Recife em 10 de marco de 1845.
Jos (uedes Salgueiro. (8
3=Pela delegada d'esta cidade se faz publico,
que seacln na cadeia um preto que diz cha-
inar-se Athanazio e ser escravo do reverendo
Gregorio de tal morador em Oliuda. Recife
5 de marco de 1815.O escrivo FWmtlfeo
Ignacio de Athayde. (6
3 Companhia de Bebiribe.
Os Sis.accionistas da Companhia de Cebiribe
hajo de realisar una prestavo de p. ("., den-
tro do prazo de 30 dias contados desta data em
diante. F.scriptorioda (.onipanhia 10 de Mar-
go de 1845. O secretario, U.J. Fernandes Uarros.
1 PUBUCAgO LITTERAR1A.
Tratado Elementar de Moral por F. G. D.
Snell, traduzido do francez pelo l)r. C. J. de Mo-
raes marnenlo; acha-se venda a 1/000 rs. cad*
excmplar na piaga da Independencia n. 6 e 8.
A moral mais pura e sa que ha sabido das
mos da philosophia, he, seni duvida, a moral
de Kant; masa terminologa philosophica deste
grande pensador he to diilicil que a tein torna-
do, assim como a mor parte de suas obras, inac
cessivel ao eouiinum das iutelligencias; o Sr.
Snell, professor de philosophia ein Giessen (na
Alleniauha), com a publicacSo do seu tratado
elementar conforme os principios de Kant, poz
a moral do philosopho Koenigoberg ao alcance
le todo o mundo, com oque fez repblica das
letra un servico impagavel.
Emquanto lidelidade da traduego, nada te-
mos que dizer, quando sua frente v-se o nonie
do traductor da = Solido de Zinieruiann==, de
cujo estudo e depurado gosto pela nossa lingo
j bastantes proras nos ha dado.
COMPANHIA ITALIANA.
THEATRO PJULOHMUIUTICO.
Hoje 13 de marco.
Espectculo extraordinario.
Em applauso do nascinicnto do PRINCIPE
IMPERIAL a companhia ha deliberado execular
o seguinte divertinieuto.
A chegada de S. Ex. o Sr, presidente da pro-
vincia ser descoberto o retrato de S M. O
Imperador e cantar-se-ha
O HYMNO NACIONAL.
Solo da Sr.* H. Lemos e coros de toda a coui-
pauhia.
Seguir-sc-ha a representacao da bem acomi-
da e interessante opera ein 2 actos.
A ITALIANA EM ARGEL.
Muzira do celebre mestre Uossini.
Personagens e Actores
Mustaf Bei da regencia de Argel Luigi
Guizoui. .
Elvira. Sultana repudiada do dei.Adrianne
Muller.
Allj, personagein da regencia e chele dos cur-
sarios rabes.iovanni Toselli.
Isabella, joven espirituosa que eniltalia fura
amante de Lindoro e na occasio da scena ti-
nha cabido prisioneira do Bei que a nonieia sul-
tana favorita. Wargarida Lemos.
Lindoro negociante Ilaliauo depois pnsio-
neiro ein Argel e feito escravo favorito do Z/ei
Carlos Ricco. ....
'ladeo Italiano de idade avansada ridiculo
pretendente de Isabella que tambera traba ca-
bido prisioneiro e flcou, debaixo do nonie de
seu lio, escravo do Hei.Giuseppe Galctti.
Goroa de t,orsarios Turcos escravos Italia-
nos e Papalaclios.
Director da orchestra Mr. Grosdier.
No intervallo do 1." ao 2." acto da operaos
Srs. Luigi Guissoni e Giuseppe Galleti executa-
ro c engragado duelo despistlas da opera.
Chiara de llosemberg:
que nao pude ler lugar na anterior repre-
sentacao por doenca do Sr. Galleti.
A illuuiinaco do theatro estar augmentada c
as galeras guarnecidas de cortinados &c. com
o maior gosto possivel.
PRECOS A ENTRADA,
Cadenas de jaleria pHmeira ordem para ho-
mens............. 2^on
Ditas ditas de segunda e terceira ordem para
familia..............$00
Bilbetes de platea.......I^UUU
Os bilhetes vendem-se na ra larga do Roza-
rio n 30, primeiro andar e no dia no theatro,
i pateo do Gollegio.
rente pclf insigne pintor americano residente
no bairro do Recife desta cidade, para se apre-
sentar em scena ueste dia, que ae representa a
grande befa Sanio ElUu arre botado ao eo na car-
roca de fogo. t
AVISOS MARTIMOS
(56
E I)IT A L.
A cmara municipal dtila cidade do Ihrife e seu
termo em virtude da M &'.
Fas saber (pie leudo a Divina Provmdencia le-
licitado a esle imperio com o uascliueuto de um
iucipe que sua Magestade a lnipcratnz deo
2 THEATRO PUhLICO.
AMNIVEBSAKIODE S. M. 1. i SR. 1. THEREZ* UARU
CHRISTINa.
Sesla [eir 14 do corrente.
Para o festejo dos anuos de S. M. a liuperatriz,
a direccio obteve doSr. Cardozo Ayres um re-
naci da niesma Augusta Senhora, dn qual man-
dou extrabir oulro em ponto grande, transpa-
3x=Para o Rio de Janeiro segu com toda a
brefldade a bem condecida e veleira barca Fir-
meza por tera maior parle do seu carregamen-
lo prompto : para alguui resto de carga escla-
vos a fete, e passageiros dirijo-se os preten-
den tea a Gaiidiuo Agostinho de Barros praci-
nlia do Gorpo Santn. 66, 011 ao capito Nar-
ei/o Jos de Sania Anua. (8
3 A barca portuguesa Espirito Santo segu
para o Porto no dia 23, e, se por algum motivo
nao puder seguir sua viagem, salina iinprete-
rivelniente no dia (i de abril: para o resto da
carga e passageiros, para oqucteni milito bous
eommodos,trata-se cora Francisco Alves da Cu-
nha, na ra do Vigario n. II primeiro andar Ol
com o canito a bordo. ('
4 Para o Maranhao sai com brevidade o
brigue-escuna nacional laura, capito Antonio
Kerreira da Silva Sanios ; quem no inesmoqui-
zer carre/ar. ou it de passagem para o que
tem excellentes conunodos. diiija-ao ao Capilao
a bordo, ou & Novaes j Companhia, ra da Lru/
n 37. (
1 ParaoCeari sai niuito breve asuma
ca Yelicidade.mestre Ignacio Marques, por ler a
maior par'e do seu campamento prompto : os
quo nella uuizeretn carreaar, tratera com o dito
mestre, ou com o proprietario Autonio Joaquim
de Souia Ribeiro. (6
LE i LOE&.
3=sRichad RovIe&C faro leilo poi in-
lervenco do coirelor Oliveira de grande sor-
limento de l'a/endis Inglesas todas de le e
as mais proprias d'este mercado : hoje 13 do
corrente as 10 horas da nianba no seu arma-
zem: ra da Allandega Velha n. 11. ,6
ilvt;n\\ort!iy c\ Brender a Branilis conti-
nuaro por intervenco do corretor Oliveira o
seu leilo de forragena finse giossas entela-
ra, e miudesas, devendo ludo ser vendido par
liqidaco. e por fsso a quslquer preco ; ses-
ta fera, 14 do corrate, as 9 hora da manlia ,
no seu arinasein, na run daC'Uz. 7
1__ O leilaodos restantes perlencss do brigU'-
Ann Mondel annunciado para aeita leira, 14
crenle, lien tranferido para ssbbado 15 do
correte.
tnVJULT

Avisos diversos.
^Precisase deofticiaes de alfaiate de obras
muidas : na na da I.ingoeta u. H.
A abaixo assiguada avisa ao respeitavel pu-
blico, que tem execuco contra //azilio Alves de
Miranda Varejo ; ha mais de tres anuos fez pe-
nhora e embargo nos rendiinenlos de loda a casa
de sobrado da ra da l'enlia, com lente para a
ra Dlrelta, pertencente ao dito executado ; os
alugadores sao dilados por ordem do Sr. Dr.jui/.
municipal da 1/ vara do civelpara nao pagarem
aodito executado azilio, com pena de pagarem
segunda vez,mas sim lecolherein ao deposiloge-
ral, para nao se coiuproineltereiu a ir a cadeia,
coiio acouteceo a /Rilonio Tyranno, para pagar
cento e tantos mil risque devia ; e para que
iiinguein se chame ignorancia faz o presente
annuncio : e quem duvidar do exposto va ao
cartoriodo escrivo Magalbaes (pie achara a ver-
dade. Mara llosa do Carmo.
Sr. iMaximiano Francisco das Neves baja
de ir ra Direita, padaria n. 80, resgatar o seu
cordo e um par de botes de puuho, que lem
empenhado porI5/rs., no praso de6 dias, do
contrario sera vendido para pagamento, Bcan-
do-se desonerado deqnalquer responsabilidade.
r-. Roga-se ao Sr. que lem em seu poder una
capa i oxa de gui guro, tenha a bondade de rea-
tituil-a a seu dono visto que precisa da niesina
para o acto do dia 16 do corrente urna vez que
nada se lhe deve do contrario ver o seu nonie
por extenso. ... ,
I-_ Na fabrica de chapeos deso, na ra do
Passeio Publico acha-se aempre um sortimento
de chapeos promptos assim como sedas e uo-
tras fazeudas para cobrir os mi sinos na nies-
ma coucerlo-se todas as qualidades de chapeos
deso. f(V
2-Os abaixo assignados declarao pelo presen-
te ao respeitavel publico, que o arinazem da
ra Direili n. O.pcrtencente ao Sr. Autonio Pe-
reira pertenee desde o dia 11 do concille em
diante aos abaixo aasignados ; litando o dito Sr.
Percha obligado e responsavrl porqualqucr
divida, que o mesino al essa data possa dever,
e por isso que nenhuma ingerencia lem mais
nelle : oque fazein constar a quem couvier e
para evitar qual duvida ou engao.
Bairao st Macedo. (\ 1
LOrERIA DEN. S. DO LIVRAMENTO.
2As rodas desta lotera audo iiifallvelinenle
no dia 10 de abril ; c os bilhetes acbo-se a ven-
da nos lugares j annunciados. (A
,i=Pictende-se fazer una hypotheca no sobra-
que, se fssem tratadas siuiplesnieule, serijo
anda vivos! entre nos estas molestias sao geral-
inente a thvsica catharros ndigestao dis-
pepsia apopleiia febres de toda a especie,
assim como Intermitientes, bilis, escarlatina,
otta molestia de Rgado pleuresi inllam-
macoes paralisa. hvdropesia, bixigas, saiaiu-
no, loinbi igas dvscnteria, ei vsipelas inclias-
sos de ps e peinas, heinorrboidas, lua asmo- t
lestias de senboras.
Muilas destas molestias sao radicalmente cu-
radas e todas allivia las com aquella celebre me-
decina popular do Di. Snell e as pillas vege-
laes do Dr. Biandreth.
Recoinnieiidaiiios a todos os duentes DOiS
nao requer resguardo algum. Na Inglaterra e
nos Estados Unidos estas pillas teem sido o ni-
co remedio de militas familias por longo lempo,
tirando sempre o desejado lim, restabcleceudo
a sade.
Na curte e as provincias tem umaextraceao
rnoriue e sao reccitadas por muitoa dos m-
dicos mais habis do Brasil.
Acaba de chegai nina nova pon.o deslas m-
valuavcs pi.ulas c adverte-se ao publico, que
as nicas verdadeiras pilulas vegetaes sao eiu-
lirulhadaa no seu receituario, fechado com o sel-
lo, em lacre preto, dos unicoa agente para o
lirasil no Rio de Janeiro, e vende-se smente
em casa dos nicos agentes, em Pe nanibuco ,
I. Keller Si'-., na ra da CriW U. 18,e para maior
commdidade dos compradores, na ra da Ca-
deia loja da viuva de Cardoso A) res, na ra Ho-
ra, Guerra Silva &C." atierro da Boa-vista Sa-
les Su haves, ao preco de l/ra. cada calxlnha
de ambas as qualidades. i,w
3_ precisa-se de uina ama de leite, prcierc-
se captiva, que tenha bom leite ; na ra da Lin-
goeta n. venda de //eniardo Roque. (>
6 Na fundieiode ferro labrica do macln-
nismos nt ra da Aurora, eontinuao-se a lajer
com a maior presteza e porfeico machinas de
todas as qualidades e lamanhos como lejo
mchicas de vapor pura ongenhos, barcas e ser-
iaras, &., moendasde eaiiua de todas as qua-
lidades senarias e qualquer peca para as mes-
illas barcas de ferro de lodos os tamaitos,
bombas ranos de ferro, varandas. columnas,
portaos, soleiias, guarda-porldus, loue- e em
zeral todas as obra por grandes que sejo., que
te fatetn em semellianle eslabeleciuiontos na
Europa. Na mestna lubrica acha-se um sorti-
nieiito de machinas de vapor da rneluor cons-
trueco possivel e moends de canoa de lo
dos os tainaiihos e algumas de nova invonco
e todas com aquelles melhorameotos que a
longa pratica nesla provincia tem mostrado se-
reui indispensaveis tachas, machinas de moer
mandioca, do inveoeo desta fabrica, que pela
grande eslracvo, quo tem havido, b.'in moa-
lia o bom cuello que re* arados carros do
mo, boceas Ue ionio e de lornalha crivos pa-
ra dita, mangas de car roca, serras grandes de
ayo, urna bomba dblotfa vBrackuia) para pren
a hydraulica, ou para provar canos de ferro .
e inultos outros objectos desta naturesa ; a boa
qualidade de todas es.as obras he garantida. (25
2 rrecisa-se de urna ama que tenha bom
leite ; na ra do Collegio fabrica de chapeos
" (?
Os Srs. lustino Jos Garca Jnior e Jos
Joaquim deMoiues Costa teem na ra da Crui
n. '2-2 defionle da cacimba cartas a receber ,
vindas pido vapor. <3
2Precisa-se de um felor para um sitio pe-
queo perto da pruya quo seja Portuguez ;
no sejiundo andar da casa da ra do Trapiche
Noto n. 10. .(*
3Munoel de Souza Guimares est assis-
lindo na ra do Queimado n. U segundo an-
dar e por isso todas as pessoas, quo teem pe-
nliores un seu poder os venho tirar quanto
ules, visto j se ocharen os presos vencidos
dos inestiio. perdiores.
4 Furlroda loja de alfaiate da ra Nova
n. (j, una casaca de merino lino, verde escu-
ro forrada de sarja nas costas. e as mangas
forradas de madapoln, e duas pecas de brim
de cor e de lislras; roga-se a quem forera offere-
cidaaas cujas fasendas baja de as tomar, ou
mandal-as leva a dita loja que ser recom-
pensado. I*
4 AGENCIA DE PASSAPORTES.
Na ria do It ngel n. 3'i, tiro-se passapor-
les para dentro e lora do imperio, correai-se
folhas e despacho-se escravos tudo com bre-
vidade e por preco commodo. Ia
3 Francisco Raiin'S da Silva subdito Hes-
psnhol. retirase para a cidade do Porto [2
2 Alfonso St. Martin, vai a Pars. 1)
1F. Duprat participa ao publico, e parti-
cularmente aos seus fregueies da loja sita na
ra Nova n. 7, que foi dos Ss. J. P. Adour #
Cuinpaiihia que oSr. Jos Antonio Goncahes
j Bastos nao lie mal seu caueiro desde o dia 10
| do crrenle. ;6
3 Domingos Francisco, subdito Portuguez ,
! retira-se para Portugal. v'
No arinazem de assutar de
F. K- Alves Vi(nna, ta ra da
,.v., un ra
diulio de un andar, silo na ra da Couccicao | J.
da Boa Vista n. 8, de cujo he proprielario Jos | 5aUZdla U." IIO, ll Seilipie depO-
sito de bous assucares linos, pro-
prios para exportado, e por preces
ra/.oaveis (9
Joaquim Alves da Costa mu-
da para defronte da I reja da .Ma-
dre de Dos n sua fabrica de ta-
mancos, e continua a vender por
coininodo proco tanto a retallio co-
mo por atacado. (^
oa noii iii '-"j" i---i----------------
Machado Soares e se ha alguma pessoa que te-
nha alguma complicado no inesnio sobrado,
baja de anniinciar por esta lolha. (6
4-Alugo-se tres escravos para o servico diaiio
e cei to, pagando-se, por dia, quatorze vintens e
dando-se almoco ejantar: tanibcni se alugao
pessoas forras; a tratar na ra da Cloi ia.sobrado
n. 7, onde taiiibein se conipro dous ou tres en-
cerados de lona em bom uso, sendo por preco
commodo. ('
MLITO IMPORTANTE l'ARA OPOVO DE PER-
NAMRUCO.
2_He espantoso o numero dos nossos senie"
lhautea, que cada auno suecumbe molestias ,


2Oabaiio aitigando, morador do Atterro
da Boa-vista n 44, com quanto esteja bein per-
suadido, que nada dte, todava pelo presle
convida todas aquellas pus&nai, que se julgarem
suascredoras por qualquer titulo que seja,
a apresentarem-ihesuas coritas para seren im-
mediatamente pagas ; e outro siin o mesmo
abano assignado laz sciente 80 respaila vel pu-
blico, ter de se ausentar desle pai por algum
.totopo por Ihe s*r necessario Is/er urna viagem
a Portugal Manuel de Aztvedu Mata. (10
Quem precar de urna dma forra com
excellente leite. dirija-se a prega da Boa-vista ,
sobrado n. 3U.
O NAZARENO N. 8fi
Est a venda nos lugares do costume e traz
importantes noticias.
OfJerece-so urna ama capaz para o servico
interno do urna casa de pouca familia ; quem
precitar, dirija-se a travesa de Joo Francisco ,
na Boa-vista casa terrea o. 6.
Quem tiver n quizer alugar um primeiro
andar, ou casa terrea no centro do bairro de S.
Antonio, com tanto que tenha sala espacost ,
annunrie
Arrenda-se um sitio na Ibura, denomina-
do Estiva com casa de vivenda boas baixas ,
rio corrente de agoa doce ; quem o pretender
dirija-se a ra de S. Theresa, casa n. 2, que alii
achar com quem tratar.
O Capito do quarto batnlhao de Artilha-
ria a p, de primeira linha, abaixo assignado ,
tendo de marchar hoje para a fronteira delta
provincia, roga a todas as pessoas, que Ihe li-
zerao a honra de o comprimentar e la*er o
aprtco para oqual nao tmha merecimento re-
1 cebao esta despidida ; visto que pessoalmente
nao o pode fazer por ser soldad i ; e oflerece o
seu fraco prestimo em toda a parte, que o des-
tino o cooduzir.Izidoro Jos Rocha do traiil.
4 PHOSPH JBOS
A pesaos, que fazia phosphorosna ra Im-
perial n. 165. n,niou sua residencia para a ra
Formosa, defronteda casa n 3, na Boa-vista, e
nao vende por mais de 3/ rs. a grosa. (5
A pessoa, que annunciou precisar de 804
rs, a premio sobre penhores de ouro, ou prata,
anouncie sua morada.
Perdeo-se desde a repartico do Sello at
a ra do Queimado n. 4, urna piocuracao pas-
sada por D. Marparida Candida da Cunba a
Albino Jos Ferreira da Cunba, e outros; que/
a tiver adiado e quizer restituir, dirija-se a lo
ja a cima.
Tendo sido convidada pela veneravel or-
dem terceira de N. S. do Carmo a irmandade do
Sr. Bom Jess dos Passos do Recile a acom-
panhar a procissao solemne de Triumpho a
mesa da mesma irmandado roa a tod s os ir-
ruios, para quehajo de reunir-so no da H
do corrente, pelas duas horas e meia da tarde ,
na igreja matriz do Corpo Santo, para o flm de-
signado ; outro sim pede a aquelles que nao
comparecer!, e tiverem cepps em seu poder ,
se dignem mandal-as entiegar ao thesoureiro a
fim depoderem servir aos que se prestaren) a
urna to religiosa terimonia.
Precisa-se de urna mulher capaz
queira andar com duas pretas vendendo fazen-
das e que esta d fiador a sua conducta; a tra-
tar na ra estrella do Rosario n. 43 primeiro
andar, das 9 horas da munliaa a.-> duas da tarde.
e das 3 as 6; na mesma casa vende-so urna es-
crava para lora da provincia a qual cosinha
engomma, ensaboa, e fa todo o mais servico de
urna casa.
Precisa-se arrendar um sitio perto da pra-
ca, que seja na Passagem, Manguinhu, e Ponte
de Uchfta e que tenha pasto para 4 vaccas
quem tiver annuocie.
Na Passagem da Magdalena, casa terrea n
29, permuta-se esta por l sitio e tambero se
vende, aqul lern linstantes coinmodos, com
bonito sotan, 8 quartos, duas salas cosinha,
um grande telheiro, quintal murado porto de
m8r, bo cacimba, chaos proprios, e lugar para
banheirs ; a tratar na mesma casa.
1 M C. Cintra, depositario do aluguel do
sobrado da ra do Atierro n 78. previne a quem
convier, que desde > dia i do corrente deixost
de occupar dita propriedado por tiavcr-se mu-
dado para a ra Formosa. f
1 Pinlo-se e bordn-se coeiros, c tambem
pinto-see bordo-se toalhas, lencos, ecamisas;
tambem vendem se amostras de lavarinlos e b >r-
dados ; e ensina-se a meninas a ler. e contar, grammatica da lingo nacional, coser '
fazer lavarinto, e bordar, ludo por preco corn-
raodo; na ra Velha n. 103 ,7
1 D-se dinheiro a premio com penhores
de ouro mesmo em pequeas quantias ; na
ra doBangeln. 3, primeiro andar. 3
1Vendo o mesmo autor dos primeiros eo-
nbecimentos praticos do foro civil, que pela le
da reforma se tornava imperfeita esta obra por
nada ter dito a nspeitodas replicas, e tr plicas ;
assim como dos eggravus de peticao e inst u-
uiento, fes dar a luz um apndice, em que de-
monstra a pralica deslas trez part.s esssenciaes
do processo civil, o qual se achaa venda napra-
ca da Independencia loja de livros os, 6 e8 ,
pelo prego de 640 rs. (10
i Roberto Felippe Wood retira-se para fo-
rado Imperio -
i Aluga-se urna escrava de 17 annos, para
todo o servico, interno, ou eiterno de urna casa
que lava bem de sabo e varrella ; a fallar na
ra das Cinco-punta n. 160, uu annuncie 4
Precisa-se de um pequeo para caiveiro de
nuda, prefere-se delles chtgados proximauteo-
te; na ra daSenzalla-nova n. 7, se dir quem
precisa. (i_
iPreclsa-ie de 1 rapaz pira caixeirode ven-
da, dos chegidos ltimamente das Unas, ainda
mesmo nio tendo maior pratica, porm que le-
ja de boa conducta, e laiba escrever e contar;
quem estiver nestas circurostancias, dirija-se a
ra do Cotovell., venda o. 31, das 6 as 10 ho-
ras damanha, e das duas as 6 da tarde (7
i Aluga-iea propnedade de casa no Reci-
ce n. 3, na ra do Vigario, defronte da Inspe-
cao, talve a melhor, que hoje ha no Recife, pe-
la sua localidade; .juem a pretender falle a Ma-
ooel Alv.'s Guerra. (5
1 Oabaixo assignado faz publico, que desde
o dia 11 do corrente deizou a freguesia, que ti-
nha na casa do Sr. Bernardino M. Duarte, em
a ra da Madre de Dos, oi.de eostumava fazer
todos oz mezei sua dispensa, o que sucedeo de-
pois de justas e saldas pas contas ; como sem-
preandar-o; que em consecuencia disto passou
o annunciante a contrahir nova Ireguesia com
o Sr Francisco Martins Ramos, residente na ra
do Vigario, e finalmente, que por especial in
teresie do abaixo assignado he que se fazem
estas declarares. Salvador Coelho de Dru-
mond e Albuquerque. \ \
t Na luja de alfaiate no Atterro da Boa-
vista n. 40, precisa-sede um homem, que seja
bom alfaiate; para ser empregado no corte das
obras. (a
COMPRAS.
2 Com prao-se efectivamente para ra da
provincia escravos de l3 a 20 annos sendo
de bonitas figuras paggo-se bem ; na ra da
Cadeia de S.Antonio, sobrado de um andar de
veranda de pao n. 20. (5
2Comprao-se as Ordenacoes, l.\ 2., 3. e
i." livros; quem tiver annuncie, ou dirija-se ao
Atterro da Boa-vista loja de miudesas n. 72.
VENDAS.
! No Recife, ra da Cruz n. 23, vendem-se
saccas com alqueire de superior farinha de man-
dioca, por preco commodo. (3
1 Vende-se um piano inglez em muito bom
estado, opmo para quem quizer aprender e
por preco commodo ; em Olinda nos Quatro-
cantos, sobrado da esquina ao voltar para a ra
do Coixo; na mesma casa vonde-se um armario
pintado deazul claro, com portas de vidro, bom
psra guarda-louca.ou livros. (7
I Vendem se sotins e lencos pretos de seda
da India, velas de espermacete, e barrilinhos de
carne salgada ; em casa do Malheus Auslins A
Companbia. na ra da Allandrga-velha n. 36.
1 Vende-se urna canoa ainda no estaleiro,
que carrega 800 lijlos ; na ra da Praia des'
Rila n. 25 (3
Vendem-se 8 pipas arqueadas de ferro; na
ra da Calcada Alta n 12.
muito bem, proprias pira mucamas; duas pre-
tal de todo o servico, cosinbio, lavao, e engom-
mio, por preco commodo; um cavallo bailan-
te carnudo com todoi os andares ; na ra Di -
refta c. 81. (8
2 Vende-se urna bonita escrava de idado
de 19 annos, engommadeira, cosinbeira e cos-
turara propria para todo o arranjo de urna
familia ; um moleque de 16 annos, de boa con-
ducta ; na ra ealreita do Rosario n. 34 pri-
meiro andar (6
2Vende-se um bom cavallo carregador, I-
seiro e he bom de carro ; na ra Nova ti. |1 ,
terceiro andar. (3
2 Vendem-se dous escravos crleulos.de
bonitas figuras, sendo um delles vaqueiro ; ua
ra da Aurora n. 4. (3
iVende-se urna escrava crioula, de bonita
figura de idade de 20 annos, pouco mais Ou
menos, propria para mucama, por saber amar-
rar cabello cortar vestidos e fazel-os, cose to-
da a qualidade de costuras, faz camisas de ho-
rnero engomma, e cosinha o ordinario de urna
casi, e he muito carinhosa para enancas; ua.
ruado Vigario n. 19. (8
2Vendem-se duas molecas de 12 a 16 an-
nos, com habilidades, o de lindas figuras ao
comdador se dir o motivo da venda ; na ra
de Agoas-verdes n. 22. (4
i Vende-se em casa de Fernando de Lucca,
na ra do Trapiche n 34 um sortimento de
charutos da marca regalia la fama voi chega-
dos pelo vapor Imperatrix. (4
2Vendem-se saccas de farinha de mandio-
ca a 6/is. a sacca no arco de S. Antonio, lo-
ja n. 2. (3
Oh! que pichincha!
2 Vende-se, por baratissimos precos, os ob-
jectos seguintes : urna rica e linda facca appa-
relbada de boa prata, rom dourados e bainha do
mesmo metal, umeandieiro de machina, mo-
derno, em perfeito estado e com particularida-
dade ; o novo diccionario francez-portuguez por
Jos da Fonseca ultima edico e dedicado a
estudiosa mocidade do Brasil ; dous pequeos
alflnetes de ouro prezos por um proporcionado
cordao ; um par de fivelas de prata, novas um
dito de correles; urna rica baca de rame com
o pezo de 28 libras e meia, a preco commodo a
libra ; na casa n. 15, do lado do novo theatro
J Vende-se um piano inglez, com boas vo-
zes, e com pouco uso, por preco muito barato-
na ra do Crespo n. 12, a fallar com Jos Joa-
que quim da Silva Maia. <
I Vende-se urn braco de balanga grande
com conchase correntes de ferro, dous pares de
esporas de lato, modernas, duas conchas de
pao, novas, de balanga grande urna porcao de
calas vasias do Porto todo o negocise far-
na ra das Cinco-pontas n. 160. (g
1Vendem-se cortes de chitas com 13 cova-
dos e meio, de lindos padres e cores fizas a
it, '2(l0 e 20M rs ; na loja de Manoel Jos
Goncalves, na ra do Queimado esquina do
becco do Peixe-frito, ou travessa do Queimado
n 2- (6
Vndese Q. Horacio, traduzido lateral-
mente em verso portuguez, principio da vida
christa prophicias p.-liticas, instrucco mo-
ral, epstolas de Cicero, um novo methodo do
Padre Pereira a historia de Alexandre XII Rei
da Su-cia; em Fra-de-portas n. 74, segundo
andar.
=Vende-se una escrava de bonita figura de
idade de 20 a 2 annos, propria para o serijo
decampo ; ni ra do Vigario n. 3 segundo
andar, a tratar com Firmino Jos Felis da Rosa
S, Irmlo.
Vndese um escravode nacao, que ainda
nao lem 40 annos de idade, toda pratica tem de
engenbo, sitio e mesmo do servico aqui da pra-
(a, muito sadioo robusto; na ra Imperial
casa terrea eovidricadl do fallecido Rebello, do
lado da mar grande, n. l"i
Vende-se um moleque de 16 annos de
bonita figura ; na ra dos Pires n. 9.
Sende-se ma lerranjenta'propria para fer-
reiro, constando de foles. salras, dous lorooi, e
toda trramente de taboleiro ; na rna de \gos-
veidei n. 21.
2Vende-se urna armacaode venda, feita, ha
pouco lempo, eem muito bom lugar, taz se es-
te negocio por o dono ter de se retirar ; a tratar
na praca da Boa-vista, venda n. 18. 4
iVende-se urna morada de casi terrea na
ra da Palma ; a tratar na mesma ra n 8, das
6 ateas 10 horas da manhaa. (3
2 Vendem-se gamelas grandes o pequeas ,
leitas na Babia, superiores para banho, algui-
dires vidradoi, de gommos e lii.is, pequeos e
grandes, ludo de bom goslo; ni ra de Apollo,
venda n. 1, delronte das casas do Sor. Angelo
Francisco Carneiro. ((
2 Vende-se urna escrava moca, perfeita en-
gommadeira e co.tureira, faz renda, bico e hor-
no largo de Palacio das b as 9 horas da ma-
nhaa, e de urna as 3 e meia da (arde todos o
dias ; assim como se avisa a quem tem penho-
res na dita casa pertencentes a quantias que
tomrao por tempo certo, cujo j terminasse ,
hajao de os resgatar no praso de 3 das, depois
da primeira publicarlo deste annuncio o que
nao fazendo servir de autorisacao ao annun-
ciante para como seus dispor delles, o que Ihe
approver. (20
3Vende-se urna parda de 19 a 20 annos ,
com algumas prendas ; na ra do Fogo n. 52.
3-Vende-se urna prtla de nacao ae idade
de 25 a 30 annos boa engommadeira cosi-
nbeira ensaboa e veode na ra com um mo-
leque de 7 annos de bonita figura a vista do
comprador se dir o motivo por que se vende ;
na ra do Cabug n. 9.
3 Vendem-se borzeguins gaspeados para
homem a 5/ rs. ditos para senhora a 1600 rs.,
sapatos de couro de lustro para homem a 2500
rs. ditos para senhora a 1600 rs. ; na ra do
Crespo n. 12, loja da viuva Cunha Guimares
3 Vendem-se dous(dicciunarios um Mag-
uo rn Lexicn, e outro portuguez e latino urna
Selecta urna (abula, um Saluttio, um Come-
ti 'i tomos de Virgilio um de Ovidio, urna
lgica urna arte latina um elemento de dita,
e igualmente um banlieiro de amarellocom ps
de roda, em bom uso; na ra do Rangel n. 17.
3 Vendem-se saccas com milho, ditas com
arroz pilado, ditas com farinha 800 garrafas
vasias tudo por pieco commodo ; na ra da
Cadeia armasem n. 8. (4
3 Vendem-ie us loguintes livros: histoire
de la revolution francaise par Mignet 'J v. ;
sermona de M. le Abb Poule 1 v. ; Cometi
Nepote ; Baptislorum et teremonle sacra-
mentorum Snela Ecclesim ; promptuano de
Ibeologia mural por Fr. Francisco Larraga il-
lustradoe augmentado por I). Francisca tantos e
Grusin, 4 v ; suecurro evanglico aus paradlos,
2 v.; ooces oratorias extrabidas dos melbores
mestres, por Fr. Jos do Sacramento; biblia
sacra em 12, 6 v. ; sermn de la Tourdu-
pin, o terceiro tomo ; dictiouaire aposlolique ,
o nono tomo; theologise uiuralis sumia auct.
Clemente Pisielli; tleinecil lumia menta stilicul-
tions;logica de Cundillac;ioslitutlones tbeolugi-
3Vende-se um aitio na estrada de 8. Ama
ropara Belem com muito boa casa para eran"
de familia, com bastantes arvoredos de fruto
trras para plantacfies e pasto sufllcleote Dar
ter 6 vaccas de leite ; a tralar na mesmi estra-
da passando a ponte, no primeiro sitio ou n"
ra do Rangel, loja de louca n. 17. ,
3 Vende-se superior rap princesa grosso
6 meio gross.i da fabrica deGassedo Rio de ja
neiro em libras e as ollas; na Cidade de 0|jn"
da venda de Antonio Ferreira, conlronte a*
cadeia. ,~
2Vende-ae urna bonita escrava de Angola
moca com algumas habilidades ; e um piano
quasi novo e de boas vozes por preco commo-
do ; na ra estreita do Rosario n. 10, terceiro*
andar. /.
2 Vende-se, para lora da provincia um
pardo de muito bonita figura ptimo pagem
por montar muito bem a cavallo, e entende ben
de redea, muito cuidadoso em viagem e com
principios de alfaiate ; no pateo da S. Cruz, a
tratar com a viuva de Joo Sebastio Peretti.'
4Vendrm-se 6 escrava mocas, de boas fi-
guras duas cosem engommao e cosinbo
duas negrinhas de ii annos, boas para seren
educadas ; urna mulatinha de 16 annos, com
principios de habilidades; 3 escravos mocos
ptimos para o trabalho do campo ; na ra do
Crespo n. 10, primeiro andar. ,7
2Vende-se uro preto de 20 anuos de idade ,
bom bolieiro pagem e servente de urna rasa-
na ra da Florentina n. 2. ;
2 CHARrOS REGALA
Vendem-se na ra da Cruz n. S7, por pre-
co commodo, em caixas pequeas. (2
3 SARfA PARRILHA
Vende-se por preco commodo; no armasem
de temando Jos Braguez ao p do arco da
Conceicao. ,3
3- Vendem-se superiores caixas de charutos
a Tama da Cachoeira, maii superior, que tem
vindo a este mercado.e saceos de arroz de osea,
ludo por preco commodo; na venda da esquina
para o quartel de polica n. *. (3
2 FABRICA DE ESPRITUS,
KA BA DE 8. RITA N. 85.
Acha-se sempre grande sortimento de espritus
aos precos seguintes a dinheiro avista.
Ago'ardente de Franca a caada....... 960
800
640
1000
720
200
Dita do reino...........
Dita de aniz............
Espirito de vinho.......
Genebra...............
aneara.............. botija
LCore8................garrafa..'..... 160
Ditos finos.............. 400
Vinho de caj.......... ......". 400
Veivie-sc sal de Lisboa de
muito boa qualidade a bordo do
brigue J\. S. da Boaviagem ; a
tratar na ra do Vigario n 11,
Vendem-se atraz do Thea-
tro, taboas de pinho a 5o ris
o pe.
Pianos horizontaes e de ar-
mario de ptimas vozes, ltimamen-
te chegados e por varios precos; em
casa de Kalktnain & liosemutid,
ra da Cruz n o.
ESCRAVOSFUGIDOS,
da; duas negrinhas de 12 a 14 annos coiem je muito emconti.
i, auct. Gaspare Jueuio 7 v. ; institutioois
philosopbica?, auct .Francisco Jacquin 4 v. ;
sermona du Pere Elise, 1 v.; rbelorica ecclo-
siastica, a D Thoma Bari; o optimismo, ou
philosopho enforcado em Lisboa e appa.eci.io
em Conslanliuopla ras gales novella de Vol-
taire; picecepliones rbeloricea ; novo methodo
grande du Padre Antonio de Figueiredo; olllcio
Uos santos Conegos Regulares, e dos Santos no
vos; na ra Nova, loja n. 58. 22
3Vende-se urna carruca com dous bois, lu-
do em muito bom estado, e por preco muito
commodo ; na ra Nova n. 60. 3
3 Vendem-ie na ra Nova, loja de ferragens
n. 41, de Joaquim da Costa Maia ricos appa-
relbos de metal para cli, e cssticaes de dife-
rentes gustos e tamaitos. 4
6 Vendem-se dous pianos horisontaes de
boas vozes, e quasi novos; ua ra do Collegiu
n. 15 das 9 horas da manba as 4 da larde ,
(4
Fugio na larde de 11 do corrente Marco da
icasadeJoanStewart, no Hospicio, urna neri-
nha de nacao de nome Maria lavadeira, bem
feita, baixinha bem parecida, sahio com cami-
sa branca e saia azul, j usadas; eslava sangra-
da de poucos dias, em ambos os bracos, por es-
tar doente ; quem levar a dita negrinha a casa
de seu senhor, ser bem recompensado.
I .No dia 9 do mez de Fevereiro do corren-
te anno, fugio urna preta cri.ula, de nome Cui-
ta MI bu da Bahia. representa 5 annos de ida-
de sahlo vestida de saia e panno pretg, de boa
estatura tem o corpo bem felo, bastante prets,
e bem fallante. So alguem a quizer comprar,
procure sua senhora, na ra Nova n. 58, segun-
do andar, que far negocio ; e quem a pegar,
leve a dita casa, que ser recompensado. (%
3 Desappareceo desde sexta feira de Passo
urna preta de idade pouco mais, ou menos de
o0 annos. de nacao Mocambique. baixa, muito
fula, ps de papagaio, canellas finas tem mar-
cas no rosto da oac,o dalla nariz chato, e bas-
tante leia he muito ladina e (em muita la-
mura para illudir; levou vestido de chita preta
por cima deum de seda e algodo e panno da
Costa ; andavn vendendo na ra levou um ta-
boleiro com 3 masaos e 9 pares de meias de al-
godo grosso leitas em Portugal 15 Varas de
babados de linho < 24 bagres seceos; he mui-
to conbecida e tem servido a differentes senho-
res no mallo e na praca; roga-se a todas as au-
toridades policiaca tanto da praca, cmodo mal-
lo ou outra qualquer pessoa de apprehendel-a
e levara ra da Praia armasem n. 35, quese-
ra recompensado o seu trabalho. (T
PERHiTYP. 1JE M. F- DEFAMA10*45,


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