Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05526


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Full Text
Auno de 184&
Quarta Feira i>
O l>(' iiopublioi-i' lodosos diaeqaenJo loma aantiScadjs ; o prego di astignatura
ha a rssao de SO ris por licha. 40 rea em Ijrpo tliffereale, as repele oes pela amelade Oa
jai nao Core" sssijnant's psgao SOreispor linlia,160 ea lypo diuerenle,yo. esd publicar jo.
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
fioumia,' firahTbajStRundaao sextaa feiras.Rio Grande do Norte, ebega a 8 el e i.ai
ir lO 24 Cabo. Serinbaen, Rio Frmelo, Macej, PonCal..., a Alagoas: no 1. -
H 24deoida ases. Garanhuna Bonito a i 'Ida cada mei___boi-thi a fio;
as a 43 W dilo. Cidide da Victoria quintas feiras. Olinda iodos os dias
DAS da semana.
Hmete io. Aud. do J. de I), da '.'. a-,
.Casimiro. Ral aud. do J. da !).,!, I
Thiofilo. Aud J.deU. da 1 T.
a Olegario. And do J da I) da 8. Y .
i'eipelua. Ad, do J. da D.ila I. ra.
3 S.5
4 Viro*
5 (Jusru
<> uint.
7 Saita
S Sab i Qoialillo Ral. aud do J. a D.da 1. r.
9 l)oa_ 5. da quaresms a Francisca Romana.
de Ufarlo.
Anno XXI. N. 5*.
Tu ib s^-we uspinds da aos
linueaios oonu pnnoipiaaoa a
cuitas.
ios; da nossa prudencia, MOrferacjao, e ener-is : e n-
seraasis apoatadoa coas adairajfo entre aa ui^es nisia
(Proclamaba., da AJMabla Garal nu eieul.
caiioa ,
bioa aiiors l.imurs" .';, i(;
l*aris 17a rea por faco
a Lisboa UU por 400 de pr.niu
loada da oobre au pir.
Idsss da iairaa di boaa irau 1
por "|.i
f)ll 4 OH lu'V1'
Our-Moeda de fl,4U)
a al.
da 4,000
| P'rala l'ata.-a
a Paeos eolusaasnares
a Ditos sssiicanoi
compra
17 00
17.000
y 3.0
1.S80
1,'JHU
1,860
fiada
i 7, tOO
17,200
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<> WUU
l,Hl
d.i
PHASES DA LA NO MEZ DE MARCO.
Lua.oTa a & as 4 h 17 i... da m.n. Laaabaia ?s 6 boraa a 5tt .
UiioenM 1., .. 1 I h0,. 3 0. Urde. | Miaguante 30 te 2 boraa a 41 sai. d. ,
Premmmr de hoje.
___PJ",t" **' 6 manh.ia Segunda a. i boru e 31 minutos da I,
!SHae..aT.. -^^raaawiaaaBwsBa!T.:.-aM2K .-tMC2.i
DIARIO DE PERNAMB
t.^;aBsfef VattaSfi.;ga':r.-E\s*i..-.-^ -.ta.,. .-______:___ --------------------------------- ^^ ^^^ ataaaaa aaaaaaaaaaaer ^jajas-
OSnZJELZ:----^.JJ.SJ^J. ?.^.vi-i>j?.Matt-;ta*aaa.iTg,rr;v0-....l .,-. >- ZBBSS.VraCT3BRKZ
PARTE OFFrCFALi-. I 0Sr- T*9**r.Sr. presidente.certoestou, de.veo que o projecto doSr. deputado era obieeto
--------------------------------------- I que toda esta assembla, estar suiuinaiiiente de deliberaco.
GOVERNO D \ PROVINCIA.
Expediente do din 27 do pastado.
<)llicio-~**,o coniniandantc geral do corpo de
polica, declarando ein resposta ao sen offlcio
d'lioje (27), que pode passar o cominando do
itiesiuo corpo ao respectivo segundo coinman-
d.mte geral pelo tenipo, por que, como niciu-
broda assembla provincial, tein de nella estar.
DitoAojuiz relator da junta de justica, re-
metiendo, para, depois de visto, ser presente
inesina junta, o processo verbal do soldado da
companhia de cavallaria, Joo .los Ferreira.
PortaraNomeando ao bacharel los dos Ao-
jos Vieirade Ainorini, para, durante o impedi-
mento do procurador-fiscal da thesouraria das
rendas provincia.es, exercer um scmelhante lu-
gar. Coimuunicou-sc ao inspector da thesou-
raria das rendas provinciacs, ao respectivo pro-
curador-fiscal, c ao uoineado.
dem do da 28.
OfnciosAo inspector da thesouraria da fo-
seada, ao da alfandega, ao do arsenal de niari-
nlia, ao administrador da mesa do consulado e
ao chele de polica interino, intelligencando-os
dehaverS. M o Imperador, por carta patente
de 17 do mez passado (Janeiro), confirmado An-
tonio de Moraes Gomes Ferreira no empiego de
cnsul de Meklemburgo Schwerin nesta pro-
vincia.
DitoDo secretario da provincia ao primeiro
daasseinbla legislativa provincial, declarando
em resposu ao seu ofiicio d'esta data (28), que
no dia primeiro de marco (crreme) acliar-
sc-ha o Exm. Senhor presidente no paco da
dita asseinbla, ao meio dia, para fosero rela-
torio. determinado no acto addicional cousti-
luicao; e que o inesmo Exm. Sr. j convidou o
txin. bispo diocesano, para no referido
ahora competent-, ir celebrar a
ao Espirito Santo, em a
I'edro Goncalves.
dia, e
missa votiva
igreja matriz de S. Fr.
COLMANDO DAS ARMAS.
Quartel general na cidade do feeife, 27 de [evereiro
de 1845.
tniDi.M do uia n. 23:
As guardas produsirA a liuha para a esquerda
daquellas que houverem de reuder : esU collo-
cacao se eectuar precedendo passo ordinario
a distancia conveniente do lugar em que aguar-
da, que lem de ser rendida, se achar postada ; a
qual apresentar as armas, logo que a liaba da-
quella esteja no prolongamento. Nao havendo
congruencia em addir observaces cerca do
tundo seguido em algumas guamiles, de se col-
locarein as guardas paral lela mente, e, depois da
continencia reciproca, cora filenas abenas mar-
charein a passo ordinario de costado para se ren-
direui, nao porque ao brigadeiro coininandante
das anuas importe encobrir-se com o silencio
penetraco dos Sis. oliciaes habilitados para
julgarein da regularidade ou nao desta insinua-
Vio, mas por Ibes n.io ser novo o que ora se
aventa. Assignado = Amonio Corveta Sidra.
Conforme. Jos da Silva Guimaret, ajudantc
de ordena.
Circular.Havendo o Exin.Sr. presidente des-
la provincia deterniinando que os Sis. olhci-
aes e oliciaes inferiores de liaba e compa-
gina destacada se aprsentela na tarde do dia
<> Fr. Pedro Goncalves do Itecife a funde acom-
panbarein a procisso da trasladac"o doSr. dos
Pasaos para o convento do Carino assim se
coinmunica aos Sis. coimnandautes e mais
OfOciaes avulsos.Quartel general na cidade do
Recife 4 de marco de 1845. Jos da Silva ui-
muies ajudantc d'ordens.
--------la ii i
PKRS>MBUn
OSr.
que
convencida da necessidade.que hoje ha de regu-
lar o ensino entre nos; enao digo so aparte in-
teiramente instructiva, direl tamban o ensino
moral, aquelle mais importante para a causa
publica. O auno passado ib i ollerecido cousi-
derarao desta assembla, o projecto, que se
acha debaixo do n 22, redigido, sera duvida,
com o inelhor espirito, eaonde seacho provi-
dencias milito uteis e precisas; porciu, persua-
do-me que este projecto nao esta accounuod ido
nossa legislacao geral, nein as circutnslancias
particulares da provincia; o anno passado fui
elle remettido a una conunissao de que eu fo-
lia parte, porin o grande numero de ohjectos,
que estavo a nieii cargo, as coinplicacoes das
discussoes, e a falta de preparo em que me acha-
va, nao me perinittirao dar um voto a este res-
peito de accordo com outro nieu collega da
conunissao, e lucrao com que nos reservasse-
mos a propr na discussao as emendas que nos
parecessem convenientes; nao tendo porin cs-
sa discussao tido lugar, tratei de examinar a
materia com mais cuidado, e venho hoje otj'e-
recer casa outro projecto que parece poder,
depois de examinado pela comiiiissao respecti-
va, e emendado pela assembla, pela maneira
que entendern mais conveniente os Ilustra-
dos membros desta casa, passar com alguuia
utilidade publica. I m dos pontos mais impor-
tantes do projecto que oflereco, he aquelle em
que se estabelece um centro para a direccao dos
estados da provincia (apoiadot), he isto o (ue
existe em toda a parle aonde os estudos pulili
eos sao bem regulados; em todos csses estados
se acho instituiresdesta natureza, e segundo
me consta j em una provincia do-Brasil se es-
tabeleceo essa direccao, separada da congrega-
cao dos professores e com alguuia vantagem. e
esta provincia he a da Babia.
Sr. presidente una lei desta natureza he mili-
to diHicil de confeccionar tudo quanto se pos-
sa fazer, nao he mais do que um ensaio para
nos habilitar no futuro he isto a que devenios
aspirar, e a nada mais por cmquanto. Alera da
creacao de um eonselho de iustriiecao publica,
que est no projecto que tenho a honra de olle-
recer a consideraeo da asseinbl.r, outras dif-
ferencas tein elle do projecto n. 22 ; por quanto
naquelle projecto se dividem as escolas prima-
rias em dous graos : isto nao me parece con-
veniente pois que acho summameiili' dillicil
a diviso peremptoria dos dous grs como se
acha no referido projecto. As e .colas prima-
rias pdem restringir-se ou ampliar-se no
circulo do ensino ; na Allcmanha donde essa
ideia he tomada ha variada graduaco nas ma-
terias do ensino desde as escolas de campo ,
at s da cidade chamadas Progyninasios. Xa
Franca he verdade que si estabeleceo esta divi-
so mas nao me parece que ella entre nos
eonvenha. Outra materia de milita dilliculda-
de he a creacao das escolas normaes primari-
as que se achao estabeleeidas em todos os es-
tados adiantados nesta parle da adiiiiuislracao
para habilitar eidados.parao professorato;juigo
esta creafo suminamente dillicil, e por isso
nao me animei a decidir este ponto no met
projecto e a penas estabeleco que o conseibo
tle accordo com o administrador da provincia,
se haver a esterespeito como melhor entender,
foseado algum ensaio. Tambera me parece que
o nosso lyco se acha em um p pomo satisfoc-
qj'io e que ha umita necessidade de llie dar
algum remedio ; creio que milito proveito Ihe
vira da aeco do eonselho de iiistrucco ;pro-
ponho tambera que raaude-se por ein anda-
mento o curso de commercio o que he tle
grande importancia nao so |i..ra aquellcs de
nossos i-i un i >l.i daos que se dedicao a carreira
acao.
OliDI'M 1)0 DIA.
Segunda discussao do projecto n. 22 do auno
tle 1844.
Art. 1. A instruccao he particular e publica.
O Sr. Taques : En requeiro que este projec-
to seja remettido coinniissao de instruccao pu-
blica, para que, teudo em consideracao aquelle
que, ha pouco, ofl'ereci, aprsente um traba-
ran que preencha o grande fim que esta assem-
bla tein em vista, que he regular, o mais con-
venientemente possivel, o ensino publico.
O Sr. Presidente: O requerimiento do Sr. de-
putado equivale ao addianieuto da discussao do
projecto que est em ordein dos rabalhos da
tasa....
O Sr. Taquu Shn, Senhor ; c mando i me-
sa a seguinte indicaco :
< Requeiro que 0 projecto em discussao seja
remettido conunissao de instruccao publica,
liara que, com o projecto que boje o'ereci,
aprsente um trabalho ulterior.
sendo o addianieulo apoiado, entrn em dis-
cussao, esobre elle pedio e obleve a palavra
0 Sr. liego iarros : Sr. presidente eu fui
que appresentei 0 projecto que est em discus-
sao: e entiio ped que l'osse remetalo nina
conunissao, por que couheci a vantagem que
haviasobre seinelhante objeeto, independente
inesmo da maneira, por que estivesse redigido,
ou anda da collocaco das materias; a commis-
os scus eleitores tudo a eoniinha em um limi-
te puramente de vergonha eontentando-se
emreeomniendaro Sr. Antonio Carloser-officio,
< empregando os seos disvelos ein favor dos ou-
t ros aspirantes; mas, depois que o vapor Impe-
rador^ cn a noticia deque o relator da coin-
inissao de eonstituicao e poderes da cmara e-
lectiva arrastado pela sombra de nina eadeira
senatorial como o cao faininto por um osso que
se Ihe mostra havia proposto a nulliicajSo
dos resultados tle alguns collegios e por COJO
milagre se excluiao da representa;So nacional o
ex-ininisiro da guerra, o Sr. Sebastio do Reg,
o ex-ministrn dos estrangeiros o Sr. Mactel
Montelro, e o Sr. Alvaro ffarbalbo para entra-
rein o Sr. I'eixoto de Brito, um tal padre .Muniz,
e o foverinlio Pbilippe desde esse momento o
Sr. Antonio Carlos lirmnu mu lugar na lista
trplice e obleve as defezas que o antro praieiro
costuma prodigalisar aos scus vis instrumen-
tos.
Seniprc propensos a ajuizar bem dos homens,
e nao conhceendo de perto o Sr. Antonio Carlos,
nunca supposeinos qi.....ste Sr. nos restos de
sua existencia qub.esse enlainear os scus ca-
bellos blancos, e com seus proprios dedos gra-
var sobre a lapide que o tein de cobrir a bem'
merecida palavra- vergonha mas, llevemos
confessar, estavauos era erro : o Pacto he de
naturesa tal que repelle toda a duvida. O rela-
tor dacommlsso de poderes, influenciado pe-
los inspectores de quarleirw* ou committarioi inan-
so deo o sen parecer, passou em priincira dis- dados pela polica de Pe nainbueo para o Rio de
Janeiro, eonheceo que asna eleicao corria pe-
rigo, se por ventura nao preslass'e algum ser-
vico relevante a praia : um hoinein que tivesse
eonsciencia, um hoiuein que presasse a sua dig-
nidade, repelera com toda a corageiu una tao
degradante instnuacab ; mas o Sr. Antonio Car-
los entendeo que isto de dignidade hefriolcira,
e nao duvitlou subscrever urna condicao que
Unto mais Ihe aproveitava qanto a nullidade de-
veria recar sobre collegios em que o seu nonie
era repellido com desdem e despreso: assim.
redigio e firmn o parecer que o tein de vili-
pendiar, inesmo, alni do tmulo Estara o Sr.
Antonio Carlos persuadido de que o seu mrito,
sitas virtudes e scus servic.os foro os motivos
que decidirn o gorerno a appresental-o por
nina provincia queja una ?ei o repellio de suas
urnas cleitoraes e que determinaio a praia
a aceital-o ? Pensamos que tanta nao deve ser
a sua siinplicidade. Nao se i Iluda, Sr. Andra-
da; o gove no apresentou-o por que, fraco ein
sua orgauisaco, tmido por falta de principios.e
oscillante por que ninguem o pode comprehen-
der, teme ver-se aba bati com as marradas de
um touro velbo em desespero : a praia o rece-
ben, por que entre S. S. e ella houve um ver-
dadeiro do, ut iena i. ,-. s. s. sacricou aos
iuteresses da praia a sua eonsciencia o seu
nome, a sua inlelligencia ea sua honra, a praia
sacricou S. S. os scus amigos particulares, o
seu tlever e a dignidade de IVrnambuco. E, ein
verdade, que outro meio restava ao Sr. Antonio
Carlos para adquirir a probabilidade de sentar-
se no senado ? Esta provincia a despeito da von-
esforcos de um importante amigo do Sr.
cussao, e actualmente offerece o nobre depu-
tado um projecto, que na rcalidade tein inuitos
pontos do contacto, convoque appresentei, co-
mo elle inesmo acaba de tliser : tein tambera ,
he verdade, suas dillrencas, ea nieu ver es-
senciaes, e que alterno o projecto pormimap-
presentado. Fallando com lranqueza, nao (ios-
so concordar com algumas dessas alleracoes,
porm como o nieu desejo e o de toda a c-
mara he, que baja um projecto tic utilidade pu-
blica por isso que todos recondenemos que ne
muitissiiiio til por em regularidade a educa-
cao publica primaria a (im de que tendamos
professores aptos para educar a mocidade nao
sou contrario, a que o projecto v acoanmis-
sao.coin a condicao poriudc qticcllaapprcscutc
quautoantes um parecer em o qual sejo re*
fundidos os dous projecto, aproveitando de
um c outro, o que nelies houver de bom, para
tjue melhor se possa discutir ; por que inesmo
conheco que se se apresentar para typo da dis-
cussao um ou outro, e se discutir qualquer
d'elles,artigo por artigo, a discussao ser multo
mais demorada; neste sentido concordo em que
v a conunissao o nieu projecto.
OSr. 'residente : Sao havendo quera mais
peca a palavra sobre o adiaincuto consulta-
rei assembla, se o approva da maneira por
que Ibi proposto.
Consultada a assembla, se approvava que
os dous projectos lossein conunissao para os
refundir, resolvi allirmativaiiiente.
(Conlinuar-se-ha.'
ASSEMBA PROVINCIAL.
SESSA DO DIA 4 DE MARfO DJi 1845.
'residencia do Sr. Pedro Cavalcanli.
Feita a chamada acharao-se presentes 19 Srs.
ueputados, o Sr. presidente declarou aberta a
lessab, e lida a acta da antecedente foi appro-
v ida.
OSr. Io secretario deo conta do seguinte
EXPEDIENTE.
tn ofticio do secretario da provincia, partici-
pando, que o Exm. Sr. presideute, expedio as
convenientes ordens. para seren chamados os
Uppleutes : inte i rada.
Outro do inesmo secretario, participando, que
0 inesmo Exm. Sr. eslava solete, de quaes
'''ao os membros tle que se coinpuiiha a mesa da
assembla : inteirada.
Outro tloSr. deputado Francisco Ferreira Har-
r,'it. participando, que nao viuha tomar assen-
J. por estar iucoiumodatlo; mas que o (aria,
OgO que Ihe l'osse possivel : inteirada.
Outro do Sr. deputado Rabcllo, no inesmo sen-
tido : inteirada.
coinmercial como para aquelles que teem de
ser empregados nas repartifes publicas tle eon-
tabilidade. A geometra e a mecnica applica-
das s artes e ollicios,jtilgo-as tambein de gran-
de vantagem entre mis e por isso oilercro um
artigo para que seja autorisado o administra-
dor da provincia de accordo com o eonselho ,
a estabelecer una eadeira desta materia aon-
de julgar que melhor convem. Tcnho expos-
to Sr. presidente as principaes distincfrtcs
que Se noto,entre oprojectoque vou ollrecer,
e aquelle tjue j foi ollerecido ; reservo-me para
a dlSCUSSo para entao mostrar a razo parti-
cular de cada um dos scus artigos e fulgo eu
de esperar que os nieus honrados collegas da-
rao a esta materia a attencao que ella exige a
litu de que se forme deste tosco trabalho que
eu tomo a liberdade e tenho autlacia de ollre-
cer a esta assembla to Ilustrada una lei que
seja til ao paiz. (leo)
O Sr. Presidente : O nobre deputado pede
que o seu projecto v conunissao ..
O Sr. Taques : Keservo-ine para quando en-
trar em discussao o projecto n. 22 ; ento reque-
rerei que'vao ambos conunissao para os refun-
dir ein umterceiro ; por agora nada peco.
O Sr. Pretidente : lieiu ento consultare! a
assembla sobre se o projecto do Sr. deputado
be objeeto de deliberaco.
Consultada a assembla este respeito, rcsol-
CORRK10.
CORIIESPONDKNCIA I>A CIDADE E PIUIVINCIA.
Tudo quanto prolere na cmara o Villeia ou
he pedaciuho do seu (iuarda, ou he, cora perdo
tle VlUS., asneira : prova-SC. Disse na sesso de
2'J de dtveinbro, que nao era a justica da cau-
sa que defenda que o autorisava a declarar a S.
Exc., e a cmara inleira, que a nobre conunissao
nao poda levar em linha de conta os votos re-
sultantes do collegio do Cabo.... Se nao era a
justica, quera entao era que o obrigava? O dse-
lo de fallar, c de parecer deputado tinuleia'. Ora,
liinpe a nnio parede.'!! Disse mais no ines-
mo dia, mez, auno c hora que: o procedimen-
to ta cmara municipal do Recife, em apurar os
collegios de Ouricury cGaranhuns, era Hlhu de
um partido faccioso : e o governo estrauliou a
incsnia cmara municipal por nao apurar Taqua-
ritinga, que a praia diza peior que todos. Ora,
entendila Villeia, e seus discursos parlamen-
tares e extra-parlamentares! Brava Villeia
Viva Villeia ; e logo em quera diz ue Villeia n5o
he a nata, o reme da praia!
a torpeza sob o titulo detrau-
partido extremo, o Sr. aii-
COMMU.MCADOS.
Antes da chegada do ultimo vapor do Sul'
di/.ia-se com indiflereuca que a praia havia acei-
tado como candidato para Senador por esta pro-
vincia o individuo imposto pelo governo (luc-
remos dizer o Sr. Antonio i arlus ; porque era
preciso refrescara bilis d'este Sr. que se havia
derramado COin a esculla Itanhauheiu,mane-
jada pela Joanna, em cujas nios volvcni as c-
ticas que sopalo a brida imposta aoduroquei-
XO do Sr..los Carlos do imperio.A praia,conhc-
eendo quanto de torpe de infame linha unta
senielbaiite imposico .apenas aveuturava-sc a
prono ociar pelos ein tos o nonie do Ilustre descen-
dente d'Ainador Bueno : a degrada;o que urna
semelhante candidatura traiia a provincia de
Pernambuco a (raico que ella a forcava pa-
ra com os seus outras candidatos filhos da pro-
vincia,a ignoniiiiia de que era obligada a cobrir
tath
Andrada era outro lempo j o repellio de seus
elcitus: o governo, em 1841, nenhiim caso fez
de seu nome que foi mandado inscrever na lis-
ta trplice do Cear durante o seu ministerio
dos 8 inczes: o governo acaba de dar preferencia
mu sandeo em despeito de todasas habilitaces
de que o Sr. Amonio Carlos se suppe ornado :
a sua provincia Un tein constantemente negado
as qualidades precisas para tei um lugar na
cmara vitalicia pelo olvido ein que 0 ti'iu dei-
xado em todas as elcicocs; c. avista disso, oque
la/.er ? como ser senador .' os lucios ordinarios
nada produzein as vias honestas nao esto
seu alcance, logo, a que recorrer? degrada-
co, infamia,
sacefioase!!
Abracando es ti
diada uo podia negociar com inelhor gente do
que a que conipoe o bando da praia : os seus
inaioraes tendo renunciado ao pejo, guerrean-
do tudo que lem t r da houestidade, julgando,
um lardo demasiadamente pesado a tan fa de
sustentara dignidade pernainbncaiia aprovei-
tosempre com ancla inaudita qualquer ucca-
siao de transigir, com tanto que lucreni algu-
ina cousa. e por isso he mais um accresciino de
deshonra que vem caber ao Sr.Andrada sVucim o
racto de dever a sua eleicao praia da Ribeira
da cidade do Recife. Tal foi a sensacao que
causn o picaro e inesperado procetliinente do
relator da conunissao de poderes tal foi a in-
dignacbque suscitou nos nimos dos homens
honestos da provincia a baixesa do republicano
(Ir ea aeo que,misino aquellcs, que, por conside-
pai tieulares, istavo dispostos a dar-lhes
literao timbre de nos collegios
onde podio inllilir nao seren manchadas as
>iias utas com o nonie de um verdadeiro col-
porteur e, mesmo, ncm os esfercos da praia,
nein todo o poder ministerial ebegariao a alcana
jar un lugar na lista trplice para o Sr. Aulo-
nio-i arlos, se o v.ipoi que fez conhecer o seu
piocedinicnio aos pernambucauos livesse che-
i,n o
os seus votos
t.




gado alguns dias antes da cleico. Te nha pa-
ciencia o grande autor do celebre decreto sem
calenes estamos avesados a diser verdades por
incoininodas que sejouio teuieino suma restau-
racao como em outro tempo e nein temos urna
mulher para facer-nos reeear o punhal de um
atsanino brutal e incontinente.
A praia, ha.ido de gauhadores e saltirobancos,
pode facer com que o coiuuiiss irio de S. Paulo
veja o sen iionie compreheudido na lista trplice
que a prvviucia de Pcriiunbiico teui d apre-
sentar ao poder moderador : pode inui bem
acceder que esse noiue seja preferido outro;
mas lembre-se o objeeto (Testa preferencia que
ter de seular-se em urna cadeir.t enegreeida
pela torpeas) e manchada pela deshonra : lein-
bre-se de que nunca se poder chamar, dedi-
reilo, senador por IVruamhueo ; e fique beiu
persuadido de que mu goverim de facto s pode
lser un senador tambera de facto.
N. r>. Temos em nosso poder este artigo ha
algumas semanas, c por falta de espato o nao
temos publicado. (is ti!.
Gracas a Dos I J se vo rarifazendo as nu-
vens de desgosto e enfado, que, lia tanto lempo,
pairavo densas ueste nosso horisonte ; j pos-
suinios um lugar onde vamos, ao menos una
noute de quaudo em quando, aspirar una ath-
mosphera inais suave, embalsamada de amor e
de poesa,e ah esqueccrino-nos, por momentos,
das fadigas montonas da vida e das miserias en-
sanguentadas da poltica que nos obstrue Este
abencoado lugar he o nosso theatro italiano,
presidido pelos mui louvaveis esforcos e tenues
recursos do Sr. Carlos Rico.
E de feito, a msica, essa sublime poesa dos
sons, essa tnyslica lingoagem dos lber ubi ns,
essa primeira maiiif'cstaco do bello, tem tilo
ampio poder e to arrebatadora magia na trra,
que nao s a especie humana, mas at os mes-
uras brutos inclinfio orgulhosos a cerviz, rendi-
dos ao sen imperio A msica he o laca invisi-
vel que liga aterra ao < o ; he um balsamo
consolador para as nossas inagoas ; acalenta a in-
fancia, excita a eoragem, modera a colera, e e-
leva o espirito essas regioes celestes, onde ha-
bita Aquelle que he a essencia da harmona; e
dos uo nos deo s flores para lisongear os nos-
sos ollios, neni perfumes para nos embreagar o
olfato, tambeiu resumi na harmona ludo
quanto a alma pode experimentar de temo e de
enrgico, de melifluo e de doloroso.
Alguus povos da trra lio entrado para o gre-
mio da civilisaro, arrastados nicamente pelo
mysterioso encanto da msica; e sem precisa r-
mos remontar idade fabulosa da arte, nem
inesuio a pocas longiunuas, (embracemos ape-
nas o que succedeo em 1814, quando a torrente
dos semibrbaros do Norte laundou o nieio dia
da Europa, osquacs, assim que viro e frequen-
tro os theatros de Paria e de aples, se tor-
nro outros honieus em costuinese tracto. E
sendo tal, como he o feitico da msica, nenhu-
nia provincia do Hrasil ella inais convin hoje
do que a Periiainuuco, onde, por desgrana nossa,
os costumes se vao tornando de inais em inais
feroces, e o nosso terreno inhspito, gracas ao
predominio endmico da poltica, e s hcina-
venluradas cleiedes populares!
Ura, todos sabem que na poca actual, nao
teni havido homeiu que haja derramado maior
copia de balsamo artstico sobre as chagas da
civilsaco do que o nosso Ilustre contempor-
neo G. nossini, anglico, nemitavel, que a-
l)i iu urna era nova nos annaes da harmona.
E com tudo, nao ser a nossa dbil voz que te-
nha de fazer o elogio do grande Maestro. O seu
elogio he o sen noiue ; e una eternidade de glo-
ria na ierra; e o suave concert de suas no-
tas no (.o, sao o premio reservado ao genio a
quem dos inspirara as sublimes ereat-es d-Otel-
lo e de Maomello Secundo,
Todas as creacoes producidas pelo insigne ar-
tista sao de un valor inaprecavel; e a opera
intitulada /.' Italiana in Algeri, se nao he una das
obras primas de Itossini, nem por sso deixa de
ser d'iim brilhante e apurado goslo Ser esta
a peca que tem de ir a scena hoje. A sua ma-
geslosa introdueco, que he de um bello pen-
saiiieulo potico ; a teruissiiua ari Lanyuir per
una bella; o duelo de Muslaph eLiudoro ; o bri-
lhante quinteto, Ti presento di ma mano ; e o
lindissiiuo rondo di' (tabella, Penw alia patria,
recnmmendo sobre modo a Italiana ni Algeri.
a que vamos assistir; e uo diividaiuosfpoisqtic
j tambein assistinios a um dos ensaios da peca),
que a companhia ponha em obra com fortuna
to difiicil execucao e sobre tudo o papel que
coube Sra. Wargarida Leuios, a qual, sobre o
ser dotada de mui suave e hariuoiiiosa voz, tem
a vantagem de possuir os inais importantes sr-
gredos da arte. F.
CORRESPONDENCIAS
Sr. Redactores. A guarda nacional desta ca-
pital, que at certo tempo se conservou no nit-
Ihor p de disciplina e organisaio parece que
agora marcha, a passos rpidos, para o seu com-
pleto aiiniquilainento: para islo di versas eiiupor-
tantescircumstancias leem occorrido.e para que
ninguera reformando ojuiso,quelheapprouver,
ou Ihe convier para seus arranjos mesnio po-
lticos que hoje em tudo entino tioni ser ,
que cu va declarando algumas dessas causas,
que, em meu fraco modo de entender, inais fui -
<;a tem.
Em priinero lugardirei, que, o servico atro
pellado, em que tem conlinuaniente estado a
guarda nacional desde a sua o cacao e princi-
palmente nestes ltimos lempos inulto tem
concorrido para que os guardas, pela maior par-
le jornaleiros, ou artfices, se esnuivein ao ser-
vico quanto Ibes he possivel. Fcil he conde-
ceros motivos que para isso leem : nos dias
ein que esto de servico, nao ganho cousa al-
guma eslragao seus uniformes, e he quanto
basta. Nao obstante conhecer-se, que leem el-
les carros de razo para este procediiuento, to-
dava nao serei quem para isso Ibes acouselhe ,
nao que bein sabemos qual o dever de quem
veste a libr da naco ja por bem longos anuos
nos alisou ella costado e se os guardas me
quixerein ouvir dir-lhes-he, que tenhao inais
um pouco de paciencia sirvo a ini patria ,
que hoje, contra a ordem da natureza da a t-1 Srs. redactores. He asss lastimavel o estado
ta aos pais e mama nos tilhos esoerein que o I presente da infeliz comarca do Liinoeiro onde
losso liberal e paternal governo nao tenha inais I a vida honra e propriedade dos seus habitan-
do icocs a fazer ein oulras provincias e mande tes (bein entendido, os que nao pertencein apan-
dara c alguina tropa dessa empregada ein con-
quistar as urnas e entao folgar por alguin
lempo.
Ein segundo lugar creio, que poderosamente
teeni concorridopara indisciplina e rebelda, que
se nota na guarda nacional, as famosas doiitri-
uas tao apregoadas pelos jornaes da praia que
iberiamente proclamavo a desobediencia e
insuflaran oscrimes! Tal vez que hoje j no
faeno o mesura porque em fin esses meus se-
uliores esto no poder ; mas o resultlo de suas
terrlveis ideas que por todos os meios procu-
larao imbuir no animo do povo deve por mili-
to lempo anda lag lar-nos. Os que por vas
promessas, se ternario seus adeptos, c que sup-
piinhao adiar, na denota do partido opposto,
os despojos de Mithridtes.devein pouco a pou-
co ir-se desengaando tendo talvez de incre-
parciu das suas doutrinas aquelles que tao
afincadamente lh'as pregavo.
utro motivo existe que inais que nunca es-
t hoje mii pratica, e vem ser. Nao ha sugei-
to que vista casaca e mesino jaqueta lmpa ,
que queira servir c quando os cominandantes
dos corpos apertao com elles apparecem do p
para a ino l'eilos olbciaes dos batalhdes de fora
da praca.c alguns at de municipios longinquos,
onde nunca lro, nem pretendein ir. Ora, es-
cusado he dzer que taes tiomear,oes sao pri-
vilegios para nunca inais servir; no entanto
esta pratica que tanto concorre para que des-
appare9a o luziniento da guarda nacional na
capital, he mui lo frequente. Nao admira, que
quem inora na praca procure ser official no niat-
to porque todos procuro o que inais lhe con-
veni,oqiie he porni niuto para admirar, limi-
to para esti aullar e at muito para notarse, he
haverein coininaiidantes de corpos de lora que
para tal concorrao propondo para ofliciacs a
honiens que no iiioro em seus districtos !
He para estes abusos sobre tudo que quizera
chamar a attencao do Exm. Sr. presidente da
provincia. S. fcxc, que he tao providente e
que lano gosta de ver no seu inaor esplendor a
guarda nacional, deve acabar com semelhaiite
pratica assim como deve tambein saber que
c oinniandanles ha de taes corpos tao pouco
escrupulosos que com a maior sem ceriuionia,
peni a iiiargeiu dos propostos reside no dis-
tricto.
A esle respeito nierecem particular nienso
os batalhdes- do Poco da Panella, Pao Ainarello
e Oliuda. Nao se passoseis meces, sem que ba-
ja proposta nesses dous corpos. As vagas de
olbciaes s<> all continuadas, c para preenchel
as l vo guardas do Recfe isto he l vao os
nomes poique os sugeitos c lieo no santo
ocio e riudo-se dos outros que Serven). 0 mo-
tivo desse desfalque de olbciaes quasi perma-
nente nesses corpos que de certo causa espan-
to e tem ilus id,1 niais extraordinario do que
o que sofirio os batalhes do exercito liberta-
dor as trncheiras da cidade Eterna, he sobre-
maueira escandaloso. No sao os combates, que
dismo os olbciaes, nem as molestias, que os
iiupossibililo ; no, que ahi andan elles saos e
salvos apandando sol chova e mesmo sereno
sem haver pial que Ibes entre ; be sim o 111a-
naucial dos 11, marides ; o desidertum dos 111a-
landrnos e egostas ; e o potos do patronato, so
as reformas em fin. A le de 14 de abril que
lauto melhoioii a organisaeo da guarda nacio-
nal deixu-lhe esta brecha por onde lhe pe-
netra o maior dos males. As reformas se mul-
lplco de dia em dia e se assim continuar
em breve converler-se-ba em officiaes refor-
mados toda a populaco mascolina do Recfe 1
chega a tal ponto oescandalo, que inultos se
einpenho fortemente para seren olbciaes j
com a teneo feila de se reformarem 110 fin di
seis metes c licareni assim livres doserv90.
A vista pois do que levo dito, crcio, qne ne-
iibiima din ida restar que, para a guarda na-
cional desta capital no levar de todo a breca ,
preciso he que quem est no caso ponha ter-
mo a taes males fateodo parar o carro ( uo
llC O da l'CVOluco lio, IIICIIS seohores ) dos
abusos e rrlaxaces, que corre veloz ein alcan-
ce da desordeiw.
Os genitores couuuandantes dos corpos da
capital, a quem estas inhibas mal aliu(lavadas
lellexes tenhao talvez daunnogoto, eque ao
Icl-as vo dando sua risadinha e puchando sua
pera nao peiisrm que esto de todo puros e
que iieiihuma parte tcem no negocio. Vejo
3S. Ss. a aluvio de houiens que sos como 11111
pero esto por patronato na reserva a titulo de
(lenles : diro que no lro elles, que l os
posero ; pois bein chameiu-os de novo para
o servico que pdeui lzel-o e no consinti ,
que os que tcem padrinhos riao-sc dos que o
no teem.
Prestes a lindar este, j bastante extenso, aran-
/(1, loica he que dirija tainbeiu ao Sr. comman-
llaiite superior deste municipio algumas consi-
deradora que me no pareceni fra de proposito.
S. S., que, sem din ida. he um dos cidados mais
habilitados para oceupar tal lugar, j pelos rele-
vantes servicos prestados emerises melindrosas,
j pelo bein merecido eonceto de que goza de
sincera dcdicaco ordem publica ; j em fin
poi sua pericia e aplido adquiridas em longos
anuos de tervi(0 ; parece que de algum lempo a
esta parte tem perdido seu natural e tao louva-
vel enthusiasino, e como que tem deixado ein
abandono a respeitavel corporacao de que he
digno chefe. 'oposso, nem me be dado, pe-
netrar os motivos disto ; mas, scjb elles quaes
foieni, sinceramente os lastimo, porque ettou
persuadido que a guarda nacional muito perde-
r se S. S. continuar a mostrar por ella lo pou-
co interesse. Considere S. S. que hoje inais que
nunca os corpos preciso de tom, disciplina, or-
ganisacao, e at de doulrina. O carro (agora sim,
meut senbores) da rev0lu9.no acaba de ser nova-
ineute iiupellido, e se aguarda nacional no se
conservar em p, entao teremos de ser esniagados
por suas lomuda veis rodas.
O objeeto pie me obrigou apegar na peona,
quando di II.1 io pouco uso teuhov continuar a
merecer a inhiba attencao.
Sou, 8tc Um sargento.
VAR TEDADE
CAUTA DI
di I ha, porque esses sao sagrados e inviolaveis pela
constituirn da praia) se veem expostos ao furor
da polica do Sr. Manoel Itarboza da Silva, onde
o pacifico habitan te,amigo da ordem e tranquil li-
dile publica, nao encontra nutra guarida alin
da ligeiresa de sua evasao : e tal he o terror, de
que se ai han possuidos os seus habitantes que
expostos se acho asoll'rer aqualquer momento
as invectivas d'essa cohorte infernal, que para
flagelo da hiiinanidade surgi do averno. Mise-
ricordid uieu Dos, aim de anuo secco, falte de
moda inais esta praga ? Sim Sis. redacto-
res estamos ein verdadeiros apuros e a espe-
ra da sorte de alguns dos nossos nfelizes co-
mrcaos, os quaes, victimas dos bacamartesdtt
delegado, inmolados teem sido as aras da vllt*
ganea dos hoiuens do poder: os Tactos, que p<"
so a relatar-lhes sao verdicos, epor elles sugeU
tamos a nossa responsabilidade.
Quando, Srs. redactores, aolr no seu jornal
n." 23, de 29 de Janeiro p.p., deparei com um
coininunicado relativo ao estado d'esta malla-
dada comarca, entao exclamei: oh meu Dos,
gra9as vos sejao dadas por creardes um en-
te com tanta eoragem que a despeito da per-
seginrao, e inortes de taes canibaes atreve
se a denunciar ao publico sensato ( o iinico juiz
imparcial em taes casos } as arbitrarieda-
des assassi nalus e roubos dessa gente, des-
ses reos de polica dignos da mais severa pu-
nirn que com a capa de agentes policiaes
vao matando, roubando ferindo etc.; pois
para tudo que fr tendente a deslruiyo d'es-
te malfadado torran de tena teem carta bran-
ca ( como dizein ) : eis uina verdade ; eis u-
1110 narraeo que, com quanto verdica, se
resente ainda de algumas omiuisses, que mui-
to aggravao a ominosa conducta dseme Iban tes
hydras.
Com quanto esse nosso companheiro no sof-
frimento desabafasse o seu coraeo com a de-
nuncia que fez ao publico, das bravatas, e
perversidades d'um pugillo de despotas que
hoje teem ao seu dispr a sorte d'esta comarca,
com tudo foi bastante lacnico na 11arra9.no dos
(actos ; talvez por ignoral-os nos porin de-
nunciaremos outros mais horrorozos, que na rca-
lidade fazeni arrepiar as carnes !
No dia 27 de Janeiro passado, 110 lugar do Ca-
imbda freguezia do Liinoeiro,houverao3 mor-
ios sendo um homem, e una mulher pejada ,
a ciijo assassino deo a polica escpula, para que
o malvado se retirasse para o serto. A infeliz
Petronilla irma do fallecido Ordonho vive fo-
ragda, por constar, que ella procura Justina da
primeira autoridade da provincia contra os ver-
dugos ecarrascos do seu desgranado irmao; a
sua casa tem sido cercada por duas vezes, a fin
de ser niorta aquella infeliz que tem a desdita
de procurar a vinganra da le contra a inorte
do sen irmao. Nao se limita ah a persegnieo
d'essa familia ; um filho da victima inmolada
por seu competente delegado est tambein fo-
ragidu para uo sotl'rer a mesina sorte de seu
infeliz pai, talvez por decreto inimutavel da
sucia.
0 uso da faca de ponta he garantido, e perde
toda a eniiiianea da sucia aquelle dos seus com-
parces que com ella nao andar armado. 0
comuiandante do destacamento tem timbre ein
a trazer como distinctivo do seu partido. 0 ins-
pector do I." i] 11.11 teirao d'esta villa a sua imi-
ta9o, nao sulla a sua fiel companheira do quar-
to assim zumbando vao da le derramao o
susto, e o terror por toda a comarca: a tanlo
chega a impudencia e audacia de taes cori-
feos !
A hiimanidade geme sob o podero d'esses
mandos do da que a despeito do honesto e
licito tudo emprego para destruir, e pertur-
baraordem e tranquillidadepublica. A perver-
sidade, e violencias so todos os dias exercidas
por taes canibaes. Por iguacs circunstancias
l est bonito ein armas. Osdireitos individuis
dos cdadaos so atropelados continuadamente ,
com evases c varejos a titulo de recruta-
inento ; e sob essa capa exercein elles as inais
inauditas atrocidades : quantas inortes plan-
tos orphos, quantas viuvas esse maldito recru-
tamento nao tem causado ?! Inipossivel he e-
xistir ein semelhante estado o terror nos ha de
desesperar,e entao o direito de defeca ser inan-
tido em toda sua plenitude. E tal be o ludi-
brio, e desacato que esses Srs. fazein da lei ,
que at 11111 lente da guarda nacional ( Anto-
nio Jorge ) anieaea ao niajor coinniandante do
seu batalhao com o tronco, (.ontinuem meus ri-
cos inais teman a reaceo : que a pratica de
suas facanhas e criuies algum dia ser pre-
miada com justiea.
O matulo desesperado.
PUBLICACO A PEDIDO.
A' chegada do Illm. e Exm. Sr. Senador Caeta-
no Mana Lopes Gama nesta cidade de Macei,
em S de dezcinbro de 1844.
HIMNO
offerecido por 1. P. Parque Tamarino, e posto em mu-
sica pelo compositor Joseph Fachineti.
J das urnas do P'rahyba
ureos productos provni,
Os Inicios da paz, o bem,
0 Gama nos faz gozar.
Salve, dia venturoso,
Que a christandade proclama,
Que nos trouxe o invicto Gama
A Macei restaurar.
Sobre o solo alagoano
Torna a ver-se a ierra pura ;
O commercio, a agricultura
N'Alagoa prosperar.
Salve, dia venturoso, &c.
O imperio portentoso
J ao pama hroe proclama,
O seu nomo tem a fama
Para seinpre o memorar.
Salve, dia venturoso, &c.
Bit AZ TU ANA BOTICARIO DE LIBOA K
AO BARBIRO.
Janeiro 21.
Ilion cher. Nao se pode faier ideia da eite-
rllidade de noticias que *ai por esse mundo
de Cbiitto He mesmo urna miseria Tanlo ca
por casa como 14 po- fra esl tudo ama ins-
pida moootonia Al se monte pouco o que
parece impossisel. D. Iberia, a joven d'antes
lrnfcis-nos fusilamentos e pronunciameotos ,
appirefello os Lucas e os Peixels, que davSo
s.-mpre, que fa l nao vi em esses penseos : o prole>to do Mar-
que/ de Villuma, o palacio do Narvaez, e a ver-
il da Rainha Christina, eis o que de l vem ,
<|ue mais interessante seja Mestre D. Iberia
|le ein paz.
D'antes o ratazana do aguador O'Connell da-
va-nos grande sortimento da dloutsos inflama-
torio!, de ovtQoe, de bandlrolas, e meetings :
entao dhia-se, ^ue D. Habernia se levantava
como um s homeril phraie athletica, que diz
muito) contra a mil 0. Inglaterra, porm boje
oSr. O'Connell ell lh fferias, e IL Irlanda jaz
em paz D'antes I Slllbora Franca de Julho
nos mimeseava crh beljou'enas polilicas. com
programmas e com barricadas Tbiars inun-
da va a Europa eOdillon Barrot vulcanmva
Asia; hoje os doutrinarios arrefecerao o entbu-
tiasmo ; e de Franca alin de algum contra-
bando nao nos vem senao o Judeo Errante ,
que faca barulho Mestre Madame jaz em
piz.
D. Russia nao nos entretem senao com os
sopapos, queda em D. Polonia, para a ensinar a
ler juizo; o com a mantea guerra da Senhora
D. Circacia I). AuUria nada laz, que mereca
um supplemento ; o velho Melernich nao d li-
cenca, e 1). Prussia oceupa-se c;m as comedias
latinas de Terencio. Em flm mestre, a Europa
est em paz, e paz pudre. E os jornaes coi-
ladinhos vo inlyphsicar a olhos vistos o
que Ibes vale sao os folhetius, que nos intretetn
com historias da carochinhs.
Por c tambein as novidades esmorecrao ,
esl tudo urna podrir. 0 Ministerio est como
os calos, ganhou raizese lodos os especficos
de D. Opposico tem sido baldado*. O Parla-
mento val andando o seu caminbo, eom decen-
cia, que se parece com frieza e esperaodo bre-
vemente a Extrema-UnccSo. A Senhora Impreo-
sa Peridica, essa coitadinha tem molestia
chronica ; o que diz hoje he o que dizia hon-
tem, eo que lia de dizer amenha ; sempre o
mesmo com outras palavras. A orchestra da
opposicio toca sempre as mesmas pecas com
varisedes, sobre o motivo Tudo esl per-
dido desgranado e comido os Cabraes sao
causa de tudo I A orchestra ministerial toca
sempre a mesma symphonia Tudo vai n'um
sino a prosperidad esl s portas do paii!
os Cabraes sao os maiores homens de Estado do
nosso Heino. Mestre, nem um nem outros.
ah m destas olas de msica que o Sr. Povo
j ouve com lastio.
[P.dosP. do Porto.)
COMMERCIO
ALFANDEGA.
Reiidimento do dia 4.....
Descarrcgo hoje 5.
IlrigueItunamerendonas.
' HrigueBoa Viagemme rea dorias.
GaleraAVoro" Fislidem.
8:515/374
IMPORTAgO.
Stephen Hennxj, brigue inglcz, viudo de Halifax,
entrado 110 mee passado consignaco de Me.
Cahnont & C, manifestou o seguinte:
1,320 barricas e 25 ineias dias bacalho, 10
caixas cha ; aos consignatarios.
Sicord-fish, galera ingiera, vinda de Liverpool,
entrada no prximo passado inez consignaco
de Me. (.almoni S C, manifestou o seguinte :
2,000 caixas sabo, 15 ditas velas stearines. 101
ditas e 48 fardos fazendas de algodo, 10 lencoes
de chumbo, 30 bairis dito de munico, 100 folhas
de (landres, 4 voluntes amostras ; aos consigna-
tarios.
25 barris alvaiade, 100 ditos manteiga, leu-
enes de chumbo, 18 caixas cobre, 3 barris fl.la-
dres em barras, 40 fardos c 52 caixas fazendas de
algodo, 4 ditos lencos dito, 10 barricas ferra-
gens, 2 caixas 11111 piano r pertences, 5 ditas iniu-
dezas, 1 embrulho livros, 1 calla 1 sellini, 1 vo-
lunte schils; a ordem.
11 caixas c 4 fardos fazendas de algodo ; a U.
Gibson.
5 barricas ferragens, 3 ditas linhasde algodo,
4 dita quinquilleras, 21 toneDadas e 17quin-
taes de ferro em barras, 3 ditas e 11 ditos dito
em arcos, 1 caixa fazendas de algodo ; a Gco
Kenworhy & <-'.
2 caixas fazendas de algodo, 1 fardo ditas de
la, 4 caixas ditas de liubo ; a Johnston Pater
8c Comp.
10 caixas e 15 fardos fazendas de algodo a
Deane Youle & C.
(jrj caixas fazendas de algodo, 1 dita 5t) duzias
de camisas ; a Russell Mellors 8t C.
(i barris oleo de linhaca, 1 caixa papel; a N. O.
Bieber Si C.
3 fardos fazendas de la e seda, 3 barricas fer-
ragens ;aW,C. Cox. _
1 caixa fazendas de seda, 11 caixas fazend^de
algodo, 5 ditas lindas dito, 1 caixinha gnora-se;
a \V. E. Smilh.
4 caixas fazendas de algodo ; a Latham *
Hibbert.
5 fardos fazendas de luho, 16 caixas ditas de
algodo a Lasserre & C.


ggg ...........-i-l- ------------=m .......
8 caixas Atiendas de algodao, 1 dita ditas de i salvo e nomeado Kat-makan (moco teoente)
laa c algodio, 1 dita boloes; a Ridgway & C. da regencia d'Argel.... faltava o principal de-
5 fardos faicndas de laa; a James Crabtrec senvolviinento do melodrama a fuga dos a-
i Coinp. mants europeos... esta Ib i combinada por ha-
ll lardos Aupadas de algodio, 1 dito ditas de bel de una maiieira, se bem siiigela, propria
laa e algodao, 1 barril lingoas ; a Rosas Maga para por a roda a cabeca do orgul.'ioso Musala ;
& Cump. : liabel o persuade a nomeal-o un sen papalaeho
25 fardos e 30 caixas fazendas de algodao, 5 (equivale eiu portuguez a estpido) eni paga do
tas ditas de linho, 4 fardos ditas de laa e de li- favor que elletiuha feilo salvando seus pa-
ho, 1 fardo ditas de linho e algodao ; a Jones tridos; tudo se prepara para a ceremonia, e
%
d
i.li
Patn & C.
1 caixa Ignora-se ; ao r. May.
1 caixa ignora-se ; a Veitch Hravo 8t C.
2 voluntes ignora-se ; ao padre Ingles.
1 cesto ignora-se ; a Monteiro.
" MOVIMENTO DO POKTO.
Navio sahido no dia 3.
Sag Ilabor ; galera mor icaua Columbio, capitao
U. F.dwards, coiu a mesma carga que trouce.
S'avio entrado no din 4.
Maranhao ; lt dias brigue escuna brasileiro
aura de 163 toneladas capitao Antonio
Ferreira da Silva eqtiipagem 13, carga fari-
nha de mandioca e inais gneros ; a Movaes 8c
Coiupanhia.
Navios sahidot no mesmo dia.
Jvova Orlcans ; brigue inglet Agnes, capitao
Charles Cobb em lastro.
Aracaty ; brigue escuna brasileiro Henriquela ,
capitao'Doiiiingos Antonio de Aievedo carga
dulcientes gneros.
Parahiba ; brigue inglez Diana, capitao Walter
Greg 11 lastro de assucar.
Demerara ; patacho inglez Slephen lienny capi-
tao I. A. JAayne em lastro.
New Hcdford ; galera americana ratiludt, ca-
pitao Pelley Stepson, coin a nesma carga que
trouce.
U6crvafao.
kuspendco do lameiro no dia 3, para a baha
a barca ingleza lrtne capitao John hyron em
lastro.
DECLARAgOES.
1 O arsenal de guerra compra azeite de Gar-
rapato e de coco; quem o tiver para vender
conipareca no uiesiuo arsenal, s horas do seu
expediente. Arsenal de guerra, 3 de Marco de
1845. escripturario Francisco Serfico de Assis
Carcalho. (6
Admtntstraco do Patrimonio ao Urphdos.
11_ l'eranle a adminislracao do Patriwon o
dosrphos, se ba de arrematar a quem mais
der s rendas da casa n. 24 sita na ra da Madre
de Dos do bairro do K. cile, pelo lempo que ha
de decorrer do da da arreiiialoto o lini de
Junho de 1846 ; s pessoas que quizerem lici-
tar, poderao comp^iecer na casa dissesses da
mesma tdministraco no dia 6 do futuro
mez de Marco, ao meio dia, com seus fia-
dores.
Sala das sesses de adminislrscao do Patri-
monio dos Urpbos 13 de Fevereiro de 1815.
./us Mana da Cruz.
Escripturario.
COMPANHIA ITALIANA.
THEATRO PIULO-DRAMTICO.
Quarla feira o de Marfo.
Eicutar-se-ha a primeira represenlacao do
Melodremma em mmica eni dous acto.
LTTALIANNA 1N AL-GER1
lio Mt*ne (i. Hottini.
SUMMARIO EXTRADO DO MELODRAMA.
Em Liborna (cidade de Italia) resida a espi-
rituosa joven liabel, pertencente a una fami-
lia honrada e proineilida.ein casamento ao ac-
tivo [.Induro, joven negociante da mesilla cida-
de, e que com ella devia desposar-se dentro de
uin anuo. Entretanto como negocios de gran-
de interesseobrigavo Lindoro abandonar, por
certo lempo, a sua patria e futura esposa para
dirigir-se a Santiago de Caliza (provincia de
Hespanha),enibarca-se elle, prometiendo tornar
ao cabo de 4 metes para cumprimento do seu
contracto ; mas desgracadamente seu navio foi
presa dos piratas berberiscos que naquella po-
ca crusav.io com frequeneia o Mediterrneo e
tanto elle como todas as pessoas da ti ipolacao
foro levados ao licy e iicrao escravos de a-
quelle potentado.
Isabel, vendo que Lindoro demorava-se aletti
do lempo convencionado,movida pela sagacida-
de tfiocouimum as Italianas, e um peueo re-
celosa da forca o juramento de Lindoro, deter-
niinou seguir seus passos eaeonipanhada de um
amigo amigo da sua casa, chamado Taddeo,
honiem que depois teve a ridicula pretcncao de
inspirar sentimentos amorosos a bella Izabcl
eiiiharcou-se em Liborna com a mesma direcao
de Lindoro. Dcsgraca igual a deste, acontece
aos dous viajantes, que lorio victimas dos pira-
tase tambem levados ao Hey para augmentarem
o numero de seus escravos.
O Hey lisongeou-se sobre maneira d esta pre-
sa, poique, havia inuitos annos. era dominado
pelo desejo de possuir urna Italiana por escra-
va : e tao grande foi a sua fantazia por esta par-
te que repudiou sua propria inulher cedeudo-a
a Lindoro com liberdade, dinheiro e navio para
que parlissem a Europa. J preparada a par-
tida, segundo o costume dos rabes, Lindoro
eademis cometiva, foro ofl'crecer os seus
ltimos adeoses e servicos ao Hey ; poiin, oh
combiiiaciio Lindoro reconhece a 1/abel e es-
ta a seu amante. O que fazer, para fallar-se na
situaco em que se eitconlravfio e observados
pelos barbaros beduinos ; aqui desenvolve Iza-
bel todo o seu ardil, fai com que se demore
a partida de Lindoro.supplicando ao Hej a gra-
va de por em liberdade todos os escravos Italia-
nos que em Argel residio ; o ley, senipre na-
niWado de Izabel.a ludo coneentia.emesnioTad-
deo, que o bey tinha mandado empalhar (*.) loi
(*)Karbaro castigo dos Turcos.queconsistia em
introducir um pao no corpo de una pessoa, a-
travessando-o de extremo a extremo al cau-
sar-Ihc a morte.
Mustaf, jurando por esta inane!ra guantr c
observar os precritos que Ihc lor&o conferidos
em qualidade de papatacho... se deixa engaar
com nina facilidade extraordinaria : de repen-
te todas as ungidas personagens do cereino-
neal tomo seus verdadeirus caracteres de
Italianos e fogeni em um navio que j os
esperava, burlando as intencoes do Hey. As-
sini aquelles disgracados christaos puderiio es-
capar-se do furor dos beduinos e regressar, a
gozar a frlicidadeque os esperava no seu pas.
A cena se passa em Aigel assento da re-
gencia. Os vestuarios decoraces scenas
e demais accessorios sao preparados ao venia
d iru carcter e com toda elegancia nao se
poupundo despenas nem fadigas para o bri-
Ihautismo do espectculo.
Personagens e Adores,
Musala Bei da Kegencia de Argel.Luigi
Ghiioni.
Elvira Sultana repudiada do Bei.Adrienne
Muller.
Ally Personagem da Kegencia e Chele dos
Corsarios rabes Giovami Toselli
Lindoro negociante Italiano depois pri-
sionero em Argel e leilo escravo favorito de
Mu.tifa.Carlos Ruto.
Isahella joven espirituosa que em Italia
foi amante de Lindoro e na occaiio da secna
tinha cabido prisioneira do Bei que a nome-
ou Sultana favorita. Marga riela Lemos.
'Ladeo, Italiano de idade ayancada (eito
ridiculo prelendenle de lsdxIL que lamliem
foi prisioneiro e lirn debaixo do nome de >eu
lio iscravo du Bei.GuiseppeGalelli.
Coros de Corsarios Turcos escravos Italia-
nos e 1',.patachos
Director da onbeslra Mr. Grosdidier.
J-HUCUS DA i .VI I! A DA.
Cadeiras de galera primeira ordem para
bon.ens..........2000
Ditas uitas de segunda e terceira ordem para
familia..........2^000
Bilhetes de platea......1/000
As pessoas que se quizerem prevenir de luga
res poderao entender-se com Carlos Hicco ,
ra larga do B sano n. 30, primeiro andar.
O resto dos bilhetes ven ler-se-hao no dia da
represenlacao no theatro pateo do Collegio.
O espectculo comecar as horas do costume.
COMPANHIA GERAL DE AGRICULTURA DAS
VIMI AS DO ALTO DOURO.
1 O abaixo assignado, agente desta compa-
uhia n'esta provincia de Pcrnambtico, acaba de
receber pela barca Helia l'eritambucana, o pri-
meiro carregainento de vinhos daquella coiu-
panhia depois que ella foi rehabilitada pela le-
gislatura de Portugal e dotada com fundos p-
blicos pela lei de 21 de abril de 1844 tara levar
a todos os mercados os padroes e balisas do vi-
nho genuino e puro do Alto Douro, (feralmente
conhecido pelo nome de violto do Porto,
a lni de scrvirem de guia ao coinniereio. Este
earregaiuento, contendo vinhos das mais esco-
lhidas novidades, deve ollereeer aos Sis. eonsu-
inidores nao s a certeza da sea pureza e supe-
rior qualidade ; mas o tjpo verdadeiro dos ex-
celleutes vinhos do Porto Espera pois o
abaixo assignado que os Sis. consumidores se
dirijao a sua residencia na ra do Yigario n. l,
para trataren! do ajuste de todas e quaesquer
porcesque desejareui.
Tliumaz de Aquino Funseca. (20
AVISOS MARTIMOS.
5A barca portugueza Espirito Santo re-
cebe ctrga e pasti.geiros nicamente para o
Porto; qut m quizer canegarouir de passa
< ni para o que l>-m muit > bons comu.odos ,
Jirija-sea Francisco Alves da Cunha ra do
Vigario n. 11 primeiro andar ou ao Capitao
na Praca. (7
1 A barca portugueza Vella fernambueanu
sai para o Porto no dia (i de abril iuipreterivel
mente, e recibe ainda algiima carga a 20 por
arroba de assucar, e passageiros por ler bous
conimodos; trata-se com o capitao Manoel Fran-
cisco Ramalbo, ou com o consignatario Thoinaz
de Aquino Fonseca, na ra do Vigario n. 19. (7
L E 1 L 0 E S.
3 O corrector Oliveira fsr leilao da es-
plendida mobilia do Sr. Dr. Felippe Lopes Net-
lo consistiodo em lindas cadeiras riqusi-
mos suplas, tremse bancas de meio de sala ,
um riquissimo leito de cupola com eolebao de
marroquim cortinados 'c., tapates de cou-
ro de onva asss raros esleir de sala corti-
nados do melhor gosto empannadas para ja-
nellas lindamente pintadas, candieiros dehron-
ze de cima de mesa com mangas lanleinas di-
tas um relogio de cima de mesa talvez'sem
igual nesla cidade assim como mullos vasos
da mais rica porcelana de Sevies e do mais
apurado gosto, um piano perpendicular de
excellenles vmes, aparador, eusta s cadeias
de balanco urna cama de Ierro, algumas obras
de prata e mudos outros objeclus de valor ;
na quinta leira, 6 do correte, as 10 horas da
manhSa. no segundo andar da casa do dito Sr.
Dr. na ra larga do RosbMo. 20
2Lenoir Puget & <., ferio leilao, por Inter-
venco do corrector Oliveira, de grande sorti-
menlo de fazendas, sendo militas propriaspara
aquaiesuia, calcados e miudezas, &c. Sexta lei-
ra 7 do correte as l horas da mauliaa, no seu
armazem ra da < rus. (6
1 M/ Calmbnt & fero lellfio em presen-
ca do Sr. cnsul ingle/, por intcrvcncao do eor-
tor Oliveira, e porconta e risco de quem per-
lenier, dos maslareos, cordoalha, vi lames e
mais pertenees do brigue Ann Uondel, capitao
l'.oberls. eucalhado em < otuania, pello da bar-
ra de Goiauna, na sua recente viagein, que fe-
lia de Icbaboe para este porto o casco, mas-
tros reaes e gil upes do dito brigue, sern
igualmente vendidos sob as condlces doarre-1
matante tomar conta no lugar, e no estado em ,., do Liviamenio u. 24. lazscieute ao publi-
que se acharem, advertndo-se, que j> dito bri- ,. ,1IH, S(. ,-,.(jia para i.ii do imperio e quem
gue beencavilhado de cobre, e loriado tainlx ni S(. jtl|^.-ia- sen eredor por qualquer lilulo que
LOTERA Da MATRIZ.
Por delerminarao do Exm. Sr.
Presidente da pioviiicia andarn
as rodas desla llcria no dia 6 do
conenle
Arreiidn-se mu sobrado de dous andares ,
silo ii.i iii.i da Sentalla com couuuodus sulliei-
entes para qualquer familia cun um grande
aruuueiii para qualquer estabeleciiiiento com
quintal cacimba e estribarla para dous caval-
los, o metmo quintal tendo portan para servicu
dos cavados j arreuda-se todo ou em retalho :
quem o pretender dlrlja-sc a ra do Quelinado
lerceiro andar n. 14. (9
2=Aiilonio Jos Alves, que teve venda na
de cobre at 13 ps : segunda felra 10 do cor- 8pa anuncie pelas follias publicas ou v rece-
rente as 10 horas da iinnhaa ; no Forte do Malo be(. |l;l ,.., do fjvraiuento n. 32 pois que elle
prensado Sr. Mcndonva. (14 |u|Ka nadadever. (7
Avisos diversos.
O luiz de direito do criine do Linioeiro, leudo
o U. novo na. 86 e 29, ped- aoSr. Dr. promotor
publico Luis Jos de S. Payo declare pelo inesmo
diario, qual a branquinha pela qual lora censu-
rado por S S. Memoro da junta revisora da qua-
lilicaiiio dos jurados no dia 13 de Janeiro; salva
a imparcialidade e rectidao com que o inesmo
jiiiz presidente da juma propoc e defendeo a Jus-
tica de nina inflnidade le cidadSos capases de
ser qualilicados juizes de tacto por elle propos-
tos, e pelos dous seus collegas da dita junta in-
justamente excluidos, do ao Kxiu. Presidente. Declare lambcm, qual a
nerversidade do referido jniz.
Outrosim, declare o 0. imroquaes os furtos,
roubos e assassinios pelo julz de direito perpe-
trados; explique o enigma deste seu feitor ilcfuni-
lo; e finalmente quaes os sganos assassinados
em Satuba, e os escravos por elle berdados. Sis.
do novo, se ojuii de direito do Linioeiro leni
lautos criines e prevaricacoes, fazei com que o
vosso digno amigo promotor S. Payo o aecus
peante a juslica publica, para que ao depois
possais publicar a verdade com toda a ufana ;
e n;lo esqualideis tao torpemente o respeilo pu-
blico de quem, disposto a allrontar lodos os pe-
rigos etiabalhos para defender a sua honra e a
sua dignidade, tendp paraisso superabundantes
dados, nao tein culpa alginna de que, pelo ve-
hculo da imprensa,estejao sendo censurados os
actos reprelieusivcis ilos vossos amigos einprega-
dos nesta comarca, cujos actos seriao mais de-
centes justica do vosso partido, l'ossem cuntes
tados pela lei da responsabilidade, (loque, em
refem disto, assim derramardes vossa asquerosa
bilis sobre um cidadao couccito.
O /m: de dircilo do crime do l.imotiro.
. Ja i_ i?.........:___ J. IU!.-.
Precisa-sc de urna preta forra para casa
pouca familia, preferindo-se ser de idade.
Linioeiro, 8 de Fevereiro de 1845.
Pergunta-se ao Sr. coronel ehefe de legiilo,
delegado da comarca do Linioeiro, Manoel bar-
bosa da Silva, porque assim como elle falsa mente
informou aosm.Sr. presidente da provincia que
o tenenle coronel do 1." batalliao da guarda na-
cional da mesma comarca Joao de Moura lior-
ba eslava ceg e paralitico aliin de ser refor-
mado com verdade nao informa ao niesino
Eun. Sr. que elle est Ihysico, pediudo tam bem
a sua reforma de coronel de iegiio e demlss&o
de delegado : isso deve facer por amor daquel-
lesque o substiiurem em ditos empregos ; lein-
brando-se que a sua molestia he contagiosa, e
que deve estar separado da sociedade, e nao pe-
gar em objectos que outros leeni de pegar, bem
como em papis dos archivos da legitto e dele-
gada. (' Chico Hocen.
CASA DECOMM1SSO DE ESCRAVOS.
2Ha ra 1)1 relia n. 3 sobrado de tres andares
defronte ao becco de S. Pedro recebe-se escra-
vos para Se venderem de commissSo nSo se le-
vando por este trabalho mais do que dous por
eento seni se levar cousa algunia de comedo-
ria.
de .
e de bous eostiimes, e nao ter vicios, HUgeitan-
do-se a um pe(|iieno Servico de casa ; quem es-
tiver tiestas eiicninstaneias dirija-se a ra do
collegio venda confronte ao nicho. (
Nao se pode vender a propriedade Rabo de
Giqui, de Joaquim Crrela de Araujo, junto ao
eugenho Penedo de Haixo, da freguezi.i de S.
Lourcnco por estar esta obligada a Duenda
nacional pelo que est deveudo dito Joa-
quim Crrela de Araujo, pagamento de siza
da compra que este fez do referido engenho
Penedo, e que veiidendo este engenho e se-
parando ou desmembrando a dita propriedade
para si este est obi igado ao referido paga-
mento.
= Eugenio Saisset, negociante francs tiesta
cidade, teudo de relirar-se para Franca eoni a
maior brevidade, e nao Ihe sendo por rsse mo-
tivo possivel dispidir-se, pessoalmente de to-
das as pessoas de sua ainisade, o faz por meio
do presente annuneio, e s mesillas pessoas of-
ferece o seu diminuto prestimo em Paria, seien-
tifeando-lhes que ser pontual no ciiiupii-
ineiito de suas ordens : e feralmente declara
que a sua casa coinmercial continua o seu gi-
ro como dantes, e debaixo da mesma firma,
Saisset & C
| es Jos Maria Goncalvcs, subdito portugus,
retira-se para Portugal a tratar de sua saude. (2
1 O deposito do rape de tasse do Hio de
Janeiro transferio-se para a rua da Cruz n. 38
defronte da cacimba, aonde se acha a venda o
Iga nada dever. (7
2Aluga-se una casa terrea com bastantes
commodos, cozinha lora e estribara cuma,
dita mais pequea e com uuia grande otaria ,
ludo por preiu eoinniodo : quem pretender di-
rija-se a rua da Cruz n. ". (5
2 Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
17 da rua da Cadeia \ elha, com comuiodos para
pequea familia a fallar no mesino. (3
1 =MadameThdard, modista na rua Nova 11.32 -
primeiro andar leudo recebido ulliuiaiueiit''
de Frailea chegado pelo Casimir telurijnc <
um rico sortiiiieulo de gulantarkis de modas
para asSeuhoras apressa-se em avisar as pes-
soas do bom gosto e em particular as suas fre-
gu/as ; acho-se na sua casa chapeos de sedas
ricos para Senlioias toncas de padroes moder-
nos romo tisau as Scnhorns einl'aiiz. llores de
vellido, gi imtelas de llores c plumas para ca-
beya chapeos para uoivas litas mui lindas,
bicos eseonullia e seda de (odas as cores para
chapeos, lrmas todas piomplas para se facer
chapeos fritas a ultima moda em fim tndoo
que se pode desejar de bom gosto competente a
modista. (Mi
4 O llou'.or em medicina Alexandre de
Sou/a l'cieira do Carino est residindo na rua
do \ gario, ngundo andar da casa n. '25; nes-
se \Uf.at estara piomplo para prestar-se as pes-
soas que se dignaieni procural-o e as que
se quizeiem utilisar dossoicorros de sua pro-
flsso. (7
2 Vestem-se anjos para procissao, por
mdico prevo ; na rua das Trincheiras casa
t rrea com janella de vidracas, n. 14. [3
2- Quern aununciou querer urna pessoa pa-
ra ensinor geometra pruna e regencia de por-
(uguez dinja-se a Fra-de-porlas rua do Pil-
lar 11. 74, segundo andar. (4
oAluga-se urna casa terrea na rua do Mon-
dego n. "1 ou nos Martyrtos rua do Alecrim
11. I, e unto duas pequeas tojas, dous sitios
na cainiiia da Casa-lorte com boas casas de
vitenda Iruleiras Ierras de plantar e boa
ugoa e varias casas no me.smo lugar ; a tratar
na rua do Amorim n. \o ou no Cordeiro, si-
tio n 1. 18
3-Quem esliver as circunstancias de leccio.
nar geometra pralica, e a regencia de prosa,
erso em grumioatca portugueza annuncie
ti
3 Dao-se 200/at 5U^ rs. a premio, so-
nie penhores de ouro, ou prata, e tambem com
iijpoiluca ; no Atierro da Boa-vista primei-
ra venda ao p da ponte. (4
3 Precisa-se alugar urna ama para criar
um menino, que lenha abundancia du leite, se-
ja sadia e de bons lostumes, e paga-se-lhe bem.
linja-se a rua do liosario estrella n. 30 ler-
ceiro andar. (5
:i O abaixo assignado (em abeilo unta au-
la de l'rui.e.r; s Ltltrus, GramnidliCd Portugue-
za e Mus, a vocal, e insliuiiienlal, leccionan-
110 ni si;, flauta cianiiela e violao em sua
1 asa na rua du Guia n. 28 a ora que mais con-
vier aos alumnos, mormente de Msica ; ou
em cusa de quem de seu pieslimo pequenu se
quiierseivir Candido Jos Lisboa. H
4 Precisarse du 'lOun^ de rs. a premio de
um e meio poi cento pelo lempo de um au-
no -obie hypolhrca em duas moradas de ca-
sas leni'i s 1 ando-se as inesmas para recebe-
rem os alugueis; qm 111 qui'ei dar annuncie.(a
3Antonio da Costa e Silva diluale Portu-
gus, reiira se para PortugAl ; quem se julgar
eredor do me.smo qui ira no praso de 3 dias
presentar sua cotila no becco do Abroo so-
brado n. 4, primeiroandai. (
3 Lsvao v os cabellos com sgoa moma, o
depois eslregao se bem com clara de ovo batida
lim de os desengordurar, depois torna-se a la-
val-os coin agua m rua, e estando enebutos,
inollia se urna escovinba ou pincel na agoa do
vidro. mesmo na, e d-se nos ci.be 11 os at
que liquein bem inolhadiis, tendo o cuidado de
nao dtixar pingar na roupa, e para evitar o nao
pintar o rosto unte se o dito com urna pequea
porco do banha. Erando bom enchutos cs-
rega-se o rosto com urna toalha e sai-se para a
rua Esta agoa d-se unta vez por dia, e mui
poucas vez.es precisa de tres a quatro dias. Ad-
supe, or rap princesa fino, grosso e meio gros- erle-se que a lavagem da agoa e clara de ovo
so, e a nova qualidade en ti tufada Principe, che-, busla s no piimeiro dia. Este metnodo be o
gado ltimamente no vapor S. Salvador, fabri- niajs simples, c o seu resulta lo he o melbor
cado nicamente coin o genuino tabaco Ver- ,. .... j \: r._. j ..,. ,.
" ... ._____- f, ,i > que tem apparec do. I>o tunde quatro mezes
gima, e a sua preparacao tal qual a do Prince- '; r," ,
prevo he de 1/4(H! rs. de ciu- ser:i bom dar nova apnlicaco. bis o metbodo
seu
eo libras para cima, 1 1 I/B00 rs., sendo menos de tingir os cabellos e as suissas, cujo melhodo
desta quanlidade adverte-se aos fregueses acompanlia os vidron.
deste deposito, que acaba de ehegar sor ti liten to w._j_ .. _. .
do rape grosso e meio
conforme desejvo.
grosso cm lucias libras
Vende->e na rua do Queimado lojas ns. 31 e
(12 33, preco 4*000.
(20



A pessoa que no da 2 do correte per-
deo um annel na matriz da Boa-vista dirja-
se a ra Augusta n 46, que, dando os signaes,
Ibe sera entregue.
A Typographia Nazarena precisa de mais
um compositor ; quem quizer encajar-so com-
parece na iiiesdi no pateo do Paraiso n. 4.
Boje o do correte pelas \ horas da tarde,
a porta do Sr. Juiz do Civel da segunda vara ,
no Atierro da Boa-vista, se tia de arrematar as
lasendas constantes do escripto que se acha
na mo do porteiro peohorados por execuco
de Deane Yule Cnmpanhia, contra Miguel da
Fonscca Soares e Silva.
Arrenda-se urna casa muito fresca e com
muitos commodos, coin dous quintaes sendo
um murado e outro grande cercado de limo ,
com muitas Crutciras de diversas qualidades e
boa agoa de beber, por preco commodo ; na
ra Nova, armasem n. 67.
Precisa-sede um trabalhador para pada-
ria que sirva para Tornear e para masseira; na
Boa-vista, ra da Alegra n. 8.
Hoje, a porta do Sr. Dr Juiz do Civil da
segunda vara se ha de arrematar o escravo Joa-
quim de naco penhorado a I I. A. por
execuco que move Joaquim Martina Moreira.
O abaixo assignado nao podando dispi-
dfr-se pessoalmentede alguns de seus amigos o
faz por meio deste eoflereceseu presumo na
Ilha deS. Miguel para onde.se retira. An-
tonio Pereira de Furia.
O abaixo assignado, nao podcndo dispi-
dir-se pessoalmentede alguns de seus amigos,
o faz por meio deste e oiTcrcce seu prestim>
na Ilha de S. Miguel para onde muda a sua
residencia. J.uit Pereira Raposo.
1 ONAZAKENUjN. S6
Est a venda nos lugares do costume, a 80 rs.
da exemplar. Cara subscrever a 2/ rs. por
trimestre.
Alugo- se dous pretos que entcndode
tratar de sitio ou para outro qualqucr ser-
vico ; na ra de Agous-verdes n. lo.
IFrancisca Mana de Oliveira embarca para
o Rio Grande do Sul o seu escravo, de nomo Je-
suino crioulo. (o
lJoaquim Jos Pinto Guimares embarca
para o Hio Grande do Sul a sua escrava, de no
me Joaquina, crioula. 5
1 OlTerecese um rapaz Portuguez de 16
annos para caixciro de qualqucr estabeleci-
mento excepto venda ou padaria o qual j
tem bastante pratira de negocio u abona a sua
conducta ; quem o pretender dirija-se a ra
da Praia armasem n. 13, ou annuncie. (6
1 D-se dinheiro a premio com penhores
de ouro inesmo em pequenas quantias; na ra
do Hangel n. A, primeiro andar. {3
1 Precisa-sede um lomeiro bem entendi-
do no seu oflicio ; na ra larga ao Kosano, pa-
daria o. 48. (3
I Cede-se com rebate urna etecucao da
quantia de 1:60o/rs. compcnhora leita pr-
ximamente n'um predio no largo da Trempe ,
livre e desembarazado do qualquer outro encar-
go ; a tratar na ra da Cruz n. S'. (5
i Na ra da S. Cruz ao pe da igreja n
1*2 precisa-so alugar prclas para vendercm
azeite docarrapato ; e tambem so vende em ca-
sa a 2840 a caada mesmo em pequenas por-
cocs. (S
1 Mara Victoria dos Aojos, Portugueza ,
retira-se para a Ilia de S. Miguel. 2
JConstando, qjo Simio Ant >Do Goncalves
uprctende vender lodo o sitio de l'onted'Uclia
ueque he smente com-senhor,declara-se,que o
ito sitio perlence tambem a seu iimao Frau-
uisuo de Paulo Borges, o qual nao anuiena ven-
a por ter deteiminado a parte que Ihu loca
''ara pagar a um seu credor. (6
16 LOTLKIA GllADLLPE.
A lotera do Guadalupe que lora preterida
no andamento de suas rodas pelas de 5. Pe-
dro Martyr e Ibeatro deve correr imprcteri-
velmente no da lo de Marco, como por S.
Ex. o Sr. Presidente da provincia loi conlir-
mado. s billetes esto venda as tojas de
cambio na ra da Cadeia do Recile na de
n.iudezos do Sr Fortunato praca da Unio ,
na botica do Sr. .Moureira Marques em &.
Antonio na botica do dr. Couto largo da
lioa-vista e linalmente em Olinda luja do Sr.
Domingos nos (Juatro Cantos. (Id
de bonitas figuras, pagao-se bem ; na ra da
Cadeia de S.Antonio, sobrado de um andar de
varanda de pao n. 20. (5
VENDAS
C 0 M 1 R AS .
I Compra-se um lito Livio e um Horacio >
em boin uso; na ra estrella do Bosariu n. .'>. 2
1= Compra-se balsamo do Toul ou de
S. Thoro para a sagracao dos Santos Uleos ;
que,n liver annuncie. 3
1Compra-se urna escrava que saiba en-
gommar e coser alguma cousa prefoie-se que
seja recolhida ; tambem se troca por outra es-
crava com as mesmas habilidades ou por um
uioieque ; na ra Nova n. 36, (a
1 Compro-se asobrasdc direito natural ,
por Ab'rens eJoulTruy, j usadas ; quem ti-
ver annuncie. (3
tCompro-se garrafas vasias ; na ra Di-
reita n. 62. (2
Compra-se um preto de 20 annos, pouco
mais, ou menos, sendo bom cosinheir e re
bons costuines ; r.a ra do Viga rio n. Ti, a fal-
lar com Flranno J. F. da Kosa Sf Irmo.
2 Compro-se elleclivamente para lora da
provincia escravos de 12 a 20 anuos sendo
1Vendem-se cavados para seia e carga '
tambem curo-se esangro-se; na ra da Con*
ceicao da Boa-vista n. 60. '3
) Vendem-se 10escravos, sendo duas or-
las com habilidades de 18 annos ; um roole-
que peca de 16 annos cosinbeiro; S pretas de
20 annos de boas figuras, e sao quitandeiras e
lavadeiras ; dous pretos de elegante figura de
2o annos ; na ra de Agoas-verdes n. 20 se-
cundo andar. (7
^.l Vende-se um diccionario portuguez por
Moraes, quarta edico, 2 v. em folio; um Ibea-
tro ecclesinstico, 2 v. em quarto ; na ra da
Cadeia do Recite, loja de Jos Gomes Leal. (2
I Vendem-se 5 moieques sendo dous de
naco, de 18 annos, com bonitas figuras, sen-
do um bom cosinheiro e o outro para todo o
servicio; dous ditos de 9 a 12 annos; um niu-
latinho de 12 annos ptimo para pagem; urna
escrava de naco de 22 annos, com algumas
habilidades ; urna dita lavadeira e cosinheira,
na ra Direita n. 3. (6
1 Vende-se um preto ofcial de pintor no
que he perito ; em S. Amaro, em casa de Fran-
cisco A. C. Guimares. (3
1 Vendem-se dous pares de esporas dela-
tan modernas ; um braco de batanea grande
com conchas e correntes de Ierro ; urna porco
de caixas vasias do porto ; as Cinco-pontas
n. 100 ; todo o negocise far. 5
I Vende-se carnauba em porco e a reta-
iho por preco commodo; o cdigo brasiliense
ou collecco das leis do Brasil ; na ra estrel-
la do Kosario n. o. (4
1Vende-se um preto de bonita figura, bom
olTIcial de funilelro 3 botes de abertura de
ouro dous pares de brincos 3 ditos de rose-
tas um annel, e um cordo; na ra do Ban-
geln. 3. (5
1Vendem-se lceos com arroz de casca a
3520 rs. ; na ra largado Bosaro esquina do
quartel de Polica n. 21. 3
1 Vendem-se saccas de milbo com al^ueire,
ditas de larinha ditas de arroy pilado ludo
de superior qualidade ; na ra da Cadeia do
Kecifb armasem n. 8V (4
1 Vendem se.por muito commodo preco, os
preparos de fazer velas de carnauba por um
modo novo que pode fazer urna grande quan-
lidadoem um da e com muita faciiidade ; na
ra daslrincheiras n. 22 ; e na mesma casa
aluga-se um armasem que foi de madeiras ,
ptimo para qualquer eslabelecimeoto, por pre-
co muito barato. (8
1Vende-se na botica da ra estreita do Ro-
sario n. 27 defronte da casa amarella limo-
nada gasosa febrfuga preparaco especial ,
bastante accreditada e recommundada pelo seu
bom saboi por varios mdicos de diversas la-
culdades de medicina da Europa, especialmen-
te contra sezes e mais intermitentes rebeldes
e fcil de ser abracada pelo estomago som alie-
ral-o e com vantagem de combater as irritacoes
do ligado que do ordinario acompanho es-
tas febras cujus bons resultados teem idoga-
b dos por diversas pessoasdesta cidade. (10
Na livraria da esquina da ruado Colleyio
I -Vende-seo piloto instruido ou campen -
dio ttienrico e pralico de pilotagem edico cor-
r ca e augmentada em 3'.); diccionario de ma-
noha ollerecido aos olliciaes da armada na-
uiooal 1841; roleiro geral dos mares costas ,
ilhas, e baixos recouhecidos no globo; parle 1 i.*
uomprehendendo as costas do Brasil, do Cabo
do Norte al o rio da Prata com Patagouia ,
Chill, Pei ateo Panam com as libas adjacen
les o navegaco nesles mares, 1 v. 1820. (10
1 Vende-se labio inglez em caixas a 100
rs. a libra ; na ra das Cruzes n. 42. (2
1 Vende-se folba de Flaudres de superior
qualiade, a 23 rs. a caixa e dita mais In-
ferior a 20 rs. ; na ra Nova fabrica de cal-
de ireiio n. 27, de Jos Pereira Teixeira* i4
1Vende-se ou Iroca-se urna canoa de car-
regar agoa por tijolos de alveuana grossa ;
na ra estreita do Hosano n. 4. 3
1 Vende-se um cavallo novo bom carrega-
dor ; na ra Nova loja n. 16. (
Vende-se na ra da Cadeia, em casa de Jo-
s Rodrigues Pereira Qj (Jompanhia excelleate
farinha de trigo de Trieste da marca SSSF
Vende-se urna canoa aberta que pega em
1000 tijolos de alvenaria nova e bem cons-
truida ; no Forte-do-Mattos estaieiro de Ja-
tinto Elisbo
Vende-se, por preco commodo, ainda que
seja com alguma espera as drogas e medica-
mentos e ludo o mais que pertencia a botica ,
que exista as lujas do sobrado n. 12o, da ra
Mireila ; j nao tem armacu' ; a tratar no pri-
meiro andar do mesmo sobrado que todo o
negocio se lar.
Vende-se urna meia commoda de Jacaran-
da um toucador dito, e um rel ; na ra da
S. Cruz n. 10.
Vende-se um relogio patente inglez, do
autor Roberto Boskel com um trantelim de
ouro ; na ra laiga do Rosario n. 35 loja de
luiiudesat.
Vendem-se taboas de pinho a 50 rs. o p,
largase de todos os compnmentos ; atraz do
theatro armasem de taboado de pinho.
| 1Vendem-se superiores velas decornaba,
faltas no Aracaty, a 360 rs. a libra ; na ra Di-
reita n. 62. f*3
V Vendem-se superiores sapatos de couro
de lustro para meninos a 720, 800 e 2240 rs.,
ditos para meninas a 1800 rs. ditos para se-
nhora a 2100 rs. ditos de marroqu) para me-
ninos a 600 rs. ditos para senbora a 4280 rs.,
borzeguins para hornero a 6400 e 7^400 spa-
los de panno para hornero e senbora ricos lo-
ques de seda a 3, 3500 e kff rs. oculos do ar-
maco a 1280 rs., superiores carteiras de mar-
roquim para algibeira a 800 rs. agoa de Co-
lonia), muito Ana a 600 e 800 rs dita em fras-
cos grandes de 4 graos a i rs., baoha fran-
cesa em jarros de vidroa 1200 rs. franja de
retroz dita branca de algodo para toalhas ,
banho de cabras (bicho) todas muito prximas
a parir, e urna dolase o bode sao de raca tou-
rina, nos Affltctos sitio defronte da venda. [\
2Vende-se um moloque de 18 annos bom
cosioh iro lava e engomma ; na ra da Cru*
o. (3
3 Vende-se sabo em porco de 50 caixas
para cima, a 110 a libra, em caixa de 3o libras;
na ra de Senzalla-nova n. 42, em casa de
Johnston & Nash.
4
3Vendem-se pecas de bretanba com 10 va-
ras a 1600 rs. cortes de chita com 10 cova-
dos a 1600 rs., cassa-ebitas decOres fizas a 240
rs. chapeos sem pello a 2$ rs. lencos para
grvala de la e seda a 400 rs. e outras mui-
tas fazendas po; preco commodo ; na ra do
i7
luvasde seda, curtas ecompridas para senbora, Crespo o. 14, loja de Jos Francisco Das,
agulbas francezas em caixinhas e carteiras a
320 360 e 400 rs. brincos dourados linha
de carretel branca a 240 rs. a duda boldes de
duraque a 480 rs. abotuadura pentes do
baleia para alisar a 480 rs. ditos de marfim a
1280, 1400 e 1600 rs. caslicaes de casquinha
2400, 2600 e 2800 rs. botos de seda de cores
paracollele, bons debrim, veludo e de panno
para bomem e meninos a 100, 1600 e 2# rs.,
estampas de diversas qualidades medidas pa-
ra alfaiate machinas para ilboses a 2j rs. ca-
da urna pentes do tartaruga para marrafas a
I200rs. e outras muitas miudesas por preco
muito barato ; na ra do Quetmado loja de
miudesas ns. 53 e 67.
^1Vende-se urna obra de tbeologia moral, Francisco Joaquim Duart ra do Cabug.
pelo Bispo Monte quasi nova, eareoreaco Marcellino IWrigues Lopes na escadinb
pbllosophia ; na| ra das Cruzes loja de re- ,ua Q Crespo.
lojoeiro n n. 38. tUenezes Jnior rus do Collegio.
Vende-se oleo de linhaca em barris e quar- (\
tolas por menos preco, do que em outra qual- Ferreira & Oliveira \ 7L^ue,,m" *
ACUDO AO BARATO
NA LOJA DE F. DUPRAT, NA RA NOVA N 7
2Vende-se o resto do calcado de toda a es-
pecio uiblas luvas e chapeos de todas as
qualidades annunciados nos Diarios de 20, 22
e 6 de Fevereiro; e todas as mais fazendas del-
ta loja sao vendidas com grande abatimento
nos precos. (8
2 RAPE' 1MPEKIAL.
Este rap, imitando ao rap princea de Lis-
boa, vende-se em libras, meiai libras eoilavas,
nos seguintes lugares : "> as lojas dos senbores.
Bandeira de Meljora do Qabug.
quer parte ; na ra do Vigario n. 23 a fallar
com Firano J. F. da Rosa 6 Irmo.
Vende-se urna escrava de naco, de 18
annos de bonita figura sem vicios nem acha-
ques sabendo fazer ludo quanto he necessa-
rio a urna casa com asseio e perfeico ; no
Atierro da Boa-vista n 26.
Vende-se urna escrava de elegante figura ,
de 22 annos de reconbecida conducta, saben-
do perfeitamente engommar, cosinhar de todas
as qualidades faz doces e cose; duas ditas boas
engoVjimadeiras e cosinheiras ; urna dita para
lodo o soi vico ; duas pardas recolbidas eom
boas habilidades ; um casal de escravos com
um molequinbo de 8 annos por 750/ rs.; 3
escravos para todo o servico ; na ra de Agoas-
verdes n 46
Vende-se urna prela crioula, de 40 annos,
lava bem de varrella cosinha e be diligente
DO servico de casa ; na ra do Hospicio n. 1,
onde tem venda
Vende-se no arco de S. Antonio, loja n. 1,
farinba de mandioca a 6^ rs. a sacca, de supe-
rior qualidade.
Vende-se urna caldera nova de cobre este-
rillada por dentro que serve para 200pessoas,
propria para engenho ; na praca do Commer-
ciu, venda n. ti, de Jos Mara Palweira.
Vende-se, por preco commodo um pre-
to) para o trabalbo de campo; na ra das Cru-
zes n. 30.
2Vende-se urna parda ; na ra do Cabug
o. 16. .2
2 Vende-se urna canoa de car regar agoa ,\
por idOy is. ; na ra Nova, venda n. 65. (2
2 Vende-se, permuta-se, ou arrenda se um
sitio pequeo muito perto por ser logo ao
sabir da Solidade para o Manguind com nao
poucus arvoredos de fruto chaos proprios
com grande e decente casa do sobrado toda en
vidracada contundo A quartos um algrete
na frente com dous portoes de ferio e uo
fundo outro porto grande cocheira, casa pa-
ra pretos, cosinha, poco d'agoa de beber e tan-
que para banho ; na ra do Muro da Penb* ,
sobrado u. 3o das 6 as 6 horas da manba e
das ti da tarde em diante. lo
'i Vende-se uina canoa de 2 varas.com
assento para 8 a 10 pes6oas mu bem construi-
da e por preco commodo ou se troca por ta-
boado de louro, ou amarello, conforme se ajus-
lar ; na ra doCamaro da Boa-vista venda
do Tbeodoro. (6
2Vende-se um excellente globo terrestre,
eumaesphera armillar ; urna atlas porttil,
contendo a geographia histrica e poltica dos
povos de todas as naces ; no Atierro da Boa-
vista n. 78. (5
2 Vende-se, para (ora da provincia um
bonito escravo ; as Cinco-pontas o. 71. (2
2Vende-se alvaiade da llollanda.de supe-
rior qualidade em barril pequeos, de um
quintal, instrumentos de msica sendo gui-
tarras, rabecas, trombetas cornetas, flautas ,
drmelas, trobonnes, fagotes campainbas de
todas as qualidades, tudo por commodo preco ;
na tua do Amorim n. 55, segundo andar. (7
2 Vende-se genebra da melbor qualidade ,
em caixas verdes de doze garras ; na ra do
Amorim n. 35, segundo andar. (3
2 Vende-se um forno proprio para assar
bolinhos. pio-de-l e pastis ; na ra do Quei-
mado, loja de louca n. 32. (3
2 Vendem-se queijos novos e muito fres-
caes a 1280 rs., ditos de pinha a 360 rs. a Ib.,ve-
las de espermacete de 6 em libra americano a
S80, e Irancez muito alvo a 800 rs., ameixas
novas a 320 rs. a libra passasa 320 rs. ligos
a 160 rs. macar rao branco muito novo a 200
rs. lutria fina a 240 rs. ; na ra das Larangei-
ras venda n 16. (g
2Vende-se por preco commodo um re-
(pracinha doLivramento
Tilomas Pereira de Mallos Estima aterro da
Boa-vista.
Joo Fana ra da Cadeia do Recite.
Guedes & Mi lio dito dito.
O preco he 2/000 rs a libra e 30 rs. a oi-
tava. (18
3= Vendem-se 6 bustos grandes de gesso
bem feitos, proprios para desenbo, um grande
sortimento de imagens de Santos e Santas li-
tbograpbadas, um retrato de S. M. a oleo, e
um sortimento completo de miudezas a preco
commodos : na ra larga do Rosario perto do
quartel da Polica loja o. 18. (7
6Vendem-se saceos com farello pelo m-
dico preco de 3/ e jj rs. ; na ra da Senzalla-
velha n. 138. (3
4Vende-se urna parda de 26 annos sem
vicios nem achaques, engomma bem liso, coso,
cu.- intm lava e he muito diligente para todo
o servico de urna casa o muito carnhosa para
meninos vende-se por preciso ; na ra do
Livramento n. 33. (g
4Vende-se chocolate fino a 7500 rs. a ar-
roba ; no paleo do Carmo venda n. 2, da es-
quina da ra de Dorias. (3
\ JNa ra do Crespo, loja n. 11,
de Bento Jos da Silva Ylagulhaes,
vendem-se ricos cortes de seda da
Escocia, brancas pretas e de cores,
sarjas, pretas napolitanas com lus-
tro de setim maco, sarjas pretas
dita hespanhula lisa e com llores,
setim de Maco preto patente, bicos
t pretos de toda- as larguras e muito
linos, novos cortes de tarlataua com
listras avelludadas, goslos ainda
nao vistos e em corles de 8 i/a va-
ras, e outras muitas fazendas de
gosto, e por preco commodo.
Vende-se um cavado gordo
e muito novo, ptimo passeiro e
carregador foaixo j na ra Nova
n u3
Vcide se potassa russiana de
superior qualidade, por ser no-
va j na ruada Cadeia velha, arnia-
zein de assucar n. 12.
3Vendem-se espadas para officiaes mui-
to finas douradas e prateadas ; em casa de
Kalkinaunt Rosenmund, ra da Cruz n. 10. \i
E SC R VOSFUG1DOS.
2 Desapparecerao desde o da primeiro do
correte 3 pretos do gento de Angola sendo I
de nome Felis estatura baixa cheio do cor-
po cara redolida quebrado em cima das ve-
nillas os dedos d.is ps muito abortos e torios;
oulro de nome Jos, bem bailo, ou ano, cheio
do corpo nariz muito chato o falto de um
dente na frente ; e o outro de nome Bento, al-
to, bonita figura com urna grande cicatriz do
lado esquerdo e outra as costas ps carnu-
dos eomumdelles tem urna cicatriz ; rogase
as autoridades policiaes e capites de campo a
apprebencao dos ditos ascravos, que ser ger,
ocrosamente recompensados por sua verdader-
ra senhora viuva Cunha Guimares. (13
PEKMj TVP- DE M. F- DEFAMA1^5.
-


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