Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05521


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Full Text
ANNO I)K 1836. SEGUNDA FBIRA,
.30 DE MAIO N. 116.
>.
PanaABBooo, na Tfr.Di H. F. S Pabia. 1838
DIA9 DA SEMANA- .
90 Segunda 8. Hernando Rei{ A. dos Ja, do Cr. de
in. e da t es. da | Theaouraria Publiea e
Chae, de V
01 TerCJtS. Pctronllla" V. Re!..'d m. aud. do J.
da a d t.
1 Quarta Primeiro de Junho S. Firmo M. sea. na
The*. P- _
9 Qninta J/f Festa do Corpa da Dos. Proo. de m-
no n. de S. Antonio.
S Sexta S. Ovidio B. scs. da Th. P. aud. d. de O. de t
Saltado S. Quirino B. Re. de m. a aud.
do V.G. de t. era (linda,
o Domingo S. -Marciano.
Tido agoradepande de nos meamos, da nossa pru-
dencia. mnderaeSo. a energa i continuemos coma
principiamos, a aeremos apontados coa admira*
cao entre as Nacoes roais cultas.
Proclamado da Antmbla* G#al i Brasil
8nlcreese a KHHIrs. mensaes pasrnsadlanUdos
nena Tporna. e na Praca da independencia: N.
37 a 38 onde se recebara correspondencias lejrali-
sadas, e annuncios Inserindo-sa astas gracia sendo
dospropriosasslgnantes, rindo assignados.
CAMBIO.
Unto 2 7.
XJOndrea, 38 l|3 a 99 Da. St poi l ctd. ou prata
a 60 por cento de premio.
Lilioa50 por o|o premio, por metal, N'om.
Franca 345 -953 lis. por franco
Rio de Jan. ao par.
Moedas de 6..4O0 13.. WX) ,
4000 O..800a 7000
Pcsoa I ,,440
Premio da prata 50 p. o
das lcttrn.o, por mes I a 2 por oto
Cobre 23 por cento de descont
~TA llTUM (JOS cokRkOS.
OlindaTodos os das ao mel dia.
Goiana, AHiandra, Paraiba, Villa do Conde, Mi
manguape, Pilar. Beal de S. JoSt, Brejo d'Areia,
Kaintia, Pombal, Nora de Souxa. Cldnde do Natal,
Til'as de Goianninba. e Nova da Prineeza, Cidade
da Fortaleza, Villas do Anuir, Monte mor novo,
Aracaiy, Cascavl. Canind, Granja, Imperatriz,
S* Bernardo, S. J080 do Principe, Sobrar. Nova d'
El Re j. Ico, S. Mathens, lieachodo saiifrue. S.
Antonio do Jardini, Quexeramobim. e Pamabibu
Seronda e Sextas feiras ao meio dia por va da
Pa ralba. Santo AntioTodas a quimas feiras ao
molo dia. Garanhuns, e Bonitonos dias 10 e 24
do rada mea ao mel dia. Floresno dia 13 de
cada mea ao mel dia. Cabo, Serinbaem, Rio For-
mono, ARoa-Preta e Porto Calvo-nos dias I, II
e 91 Ae cadn mea. Serinhoem, Rio rormozo, e A
yoa PretaSegundan, (imrta. e Sextas fciras.__
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
a
AS8EMBLG1 GERAL LEGlSLATlTA.
SestaS de Abwtuia, em 3 de Maio de
-i^36.
Presidencia do Snr. Bento Barroso Pe-
reir.
Pelan onse horas e tre quintas da ma-
nbi, aclirtiido.se reunidos na sala da Ca-
mar do* Smadores, grande parte dos
* mernbros da Assemblea Gera!; o Presi-
di-nto damesma Assemblea nomtou para
membros da Deputac,a5 que deve receber
o Regente os seguales Snrs. Senadores :
Marcos Antonio Monteiro de Barros, Ma-
noel dos Santos Martins Velasques, Fran-
cico Carneiro de Campo*, Lou renco Ro-
drigues de Afidrado, Joio Antonio Rodi i
gues deCarvalho, Jo/.e Bento Leite Fer-
reira.de Mello eJoze Custodio Dias; De-
putadi-s Venancio Henrique de Rexrnde,
Francisco de Paul. Araujo, Carneiro Le-
lo, Ferreira da Vaiga, Chichorro, Asms
Matcaienha., Sooza Mar tini,, Duarte Sil-
va, Alves Marchado, Ferreira de Castro,
Marcondes, Goncalves Martins, Climaco
e Lessa.
Ao meio dia, sendo .anoanciado haver
ebegado ao Paco do Senado o Regente,
que, em Mume deSua Magestade Impe-f
rial o Snr. D. Pedro II, vinh abrir a^
Assemblea Geral, q Presiden.t oonvidou
os rnenjbros da Depu lacio a receberem o
raesmo Regente, o qual leve ingresso na
ala com as formalidades do estilo, rindo
acompanhado de todos os Ministros e Se-
cretarios de Estado, tomou assento na me-
sa direita do Presidente da Assemblea
Geral; eos Ministros de E-tado ao lado
direito do Trono; e dirigi Assemblea
Geral o segainte discurso :
Augustos e Dignsimos Snrs. Represen-
tantes da Naci.
O dia 3 da Maio he o dia das pperanpas
do Brasil. Se os Brasili iros solT'rem resig-
nado os males que os opprmem, se o
Governo Imperial nao esmorece na luta de
tantas difficoldades que o inhabilitad de
proteger o Cidado pacifico, o homemno-
nesto; deeproveitar os immensos recur-
sos com que a naiuresa nos dotan ; de dar
nome e realce Naeio Brazileira pela es-
tabilidade de suas instituicSes, pela paz,
teguranca e tranquilidade de seus Cidadi-
os, epelo progressvo desenvolvimento
de sua industria, he na esperance deque,
reunidos os Representantes da Naci, do
seu saber epatriotismo sahirS leis adap-
tadas as nossas cirenn-tancias, que satis-
Faci as necesidades mais imperiosas do
Estado, e reformero amigos e novos aba-
sos inlroduzidos nos diversos ramos da
publica administradlo. Por tsnlo, tenho
a satUftcio de cong atular-me com a Na-
ci p<-la esperanzosa e inleespante reuni-
io dos Augustos e Dignisiimos Senhorea
Reprerentantes della.
Gostuso voscommonico que amiga veis
relaces to entrelidas com os nosses n-
tigos alliados, e que parece inaltersvel o
sentimento de Amiudeque nos une. Te-
nho recbido lisongeii -s eiprea5es de es-
tima e consideradlo ; e, todas as Potencias
amigas mostraS-s* interessadas pfla con-
s- r rago do Trono Conrlituoional do Sr.
D. Pedro II, em cajo apme rejo o Impe-
rio pelo voto nacionirW
Nio pnsso com tudo occu'tar-vos que
Soa Saut/dade, drpois de dousannos de
explicaQes reciproca, resolveu nio acei-
tar a Api esentar^io Imperial do Bi'po E
(cito delta Diocese.
OGovcrno tem do seu lado a lei e a
jtislea; mas SusSsntidade obedece s sua
consciencia. Depois lesta decisa5 jul-
goti-se o Coverno desonerado de ter con-
descendencia onrn a Santa S, sem onm
tudo faltar jamis ao resp'elo e obediencia
devida ao Cbrfe da Igreja Universal.
Em vossas mos est livrar o Catholico
Drazileiro dadilficuldade e mnkas veses
impossihilidade de mendigar tio longo, re-
cursos qaelhe nodevem ser negados den-
tro do Imperio.,
He to santa a nos-a Religio, t5 bem
calculado o systema do Governo Ecclesi-
astico, que sendo coropativel com toda a
casta de Governo Civil, pode sua discipli-
na ser modificada pelo interesse do Esta-
do, seminis comprometter oessencial
da mesm^eligo. Na obstante esta col-
tisio comoS. Padre, nossas relaces ami-
gaveis continoso com a Coi te de Roma.
O Brazil est em paz com todo o Mun-
do. .
Outro tanto na5 posso dizer do nosso
estado interno. Do Para falta noticias
modernas; porm, vista dos esforcos e
providencias do Governo, be provavel que
se j nao est, brevemente seja restituida
a Cidade de Beim Provincia e ao Impe-
rio. Por bem ou por mal ser ella ar-
rancada s ferS que a domins.
A sedica de Poito Alfgre foi ta rapi*
da que em poucos dias eomprehendeu a
Provincia intcir. O liem do Estado aon-
sclhou medidas conciliadoras, e ;t boje
lem tilas obstado que actos de ferocidade
se multipliquem, como he de costumeem
taes circunstancias. O Governo tem dei-
xado entrever aos sedicios-v, que se o de-
sejode nao oacriGcar Brasileiros ao estra-
go da guerra tem feito dar espJo refle:
xao, no caso de contumacia pora em mo-
vimento todos os recursos do Estado para
sugeita-Ios obediencia, naS romper-se a
integridade do Imperio, enafi deixar pas-
sar hum exemplo que traria funestas con-
sequencias.
Augustos Dignisaimos Senhorea Re-
presentantes da Na<;a8, a falta de re/peito
e obediencia s autoridades, a impunida-
de excitaS universal clamor em todo o Im-
petio. He a gangrena que actualmente
atara ocorpo social. A nacaO de vos ta-
pera que diques se opponha$ torrente do
mal. t
Noaaas intitnic5ea vacilla5. 0 eidada5
vive receioso e as-u.tado. O Governo con-
som o lempo em vis recommenda^5es.
Seja elle responsabilisado por abusos e o-
missoes; dai-lh% porm leis adaptadas s
necessidades publicas ; dai-lbe for?a com
que pnssa fazer eCTectiva a vontade nacio-
nal. O volca5 da anarqua ameaca devo-
rar o Imperio, applieai a tempo o reme-
dio.
O Commercio propera, porque nossos
productos augmentad, e as rendas publicas
tem bastado para as despeas correntes.
O Governo tendo em vista fomentar a
agricultura promove a indu&ttia, procu-
ra ntroduzir a arte e os .melboramentos
conhecidos.
O Exercito exige ser de novo organisa-
do, removendo-^e oa obstculos que se op
poem a conservacaS da disciplina que Ihe
d importancia e vida. A Marinha vai
com brevidade tomar aatlitude necessarn
para prestar anda maiores servicos ao
Estado. <
Augustos e Dignissmos Senbores Re-
presentantes d% Naca5, os Brasileiros tem
necessidade de huma edueacad nacional.
Sem esta, nunca teremos acord nos pon-
tos ma9 vitaes sociedade. Ese no i.ys-
tema representativo as maiores decidera
dos "negocios mais importantes, qaanfo
na5 he necessario generalisar certas m-
ximas para que possa ellas predominar no
maior numero?
A moral, fundamento de ordem, deve
ser mclhor ensiuada para qae sirva de,
sustentculo s leis, seja as consriencias, e
teja a man solida garanta da publica pros-
per idade. Senhores, sem educaca3 e sem
moral, nao he poeivel verdadera civilisa-
As Assemblas Provincaes tem produ-
lido oseffeitos que se desejava. OsLe-
gistadoies tendo adenle dosolhos os meios
e os dados necessarios, livres de complica-
c^, de inleesses e paixes, p.idem rer-
tamtnte melhor providenciar as uteessida-
des loraes j ms lie innegavel queescessos
senot^ que ao vosso alcance est corr
dr e logo para que arreigando-sc os abu-
sos, na seja depois diicil, e talvez pcii-
goso remove-Io; Brevemente apparece-
raS conflictos prejudciaes causa publica:
compre acautela-los.
Os Ministros e Secretarios de Estado
no relatorio de suas respectivas Reparti-
eres vos fario conbecer em detalbe as ne-
cesidades publicas, e os meios que a ex-
periencia ibes tem feito lembrar para re-
movel-os. A' vossalabedoria pertence des-
obrir remedios eflicaze; elNaga tem
direito a esperar tudo de vosso patriotis-
mo. Da minha parte, sustentando o pos-
to que a mesma Nac,o me ha confiado, se-
rta fiel ao juramento que bei prestado em
vossa presenca.
Esta aberta a Sessa6.
Finda esta falla retirou-se o Eira. Re-
gente cora as mesmns formalidades com
que fora recebido, e termnoa o acto da
abertura da Assemblea Geral ao qual con-
correu qua-i todo o Gol po Diplomtico
que occnpoii a Tribuna do lado esquerdo
do tryno ; grande numero de espectado-
res que encTieu na6 t a galcria, como o
pavimento da sala alun das cincellas. O
Paco do Senado se acbava elegantemente
armado interior eexteriormente; e por-
ta principal delle se acbava postado o lu-
sido btalhio de Artilheria de Guarda Na-
cional, como guarda de honra.
PERNABMUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta 32. da Sessa ordinaria da Assemblea
Provincial de Pcrnambuco aos 18 de
Maio do 1836.
P'esidencia do Sr. Dezcmbargador Ma-
ciet Monteiro.
Feita a chamada as horas do costme,
aohario-se presentes 3a Snis. Depulados,
fallando com causa partecipxda os Snrs.
Fiancisco deCarvalho, e Padre C->irea,
o sem parlecipaco os Snrs. Joaquirn
Francisco, e Pe*soa de Mello.
O Snr. Presidente declarou aberta a
Sflolo.
O expediente constou de luim reque-
rimento de Pedro Joze Carneiro Montei-
ro pedindo se Ihe passe a norneacio d A-
manuense d- Secn tu ia desta AsseiLblea;
a Com. de Polica,
Huma repiesentaca dos habitantes do
Bonito pdanndo a conservaca da sua Co-
marca ; a Com. de Estatistica
Principiou-sc a ordem do dia, e aitroii
em diseassio o i4 do art. >.. doPiojc-
to n. 18; o Snr. Lepes Gama requereo
que nio'a se manchsse provtr as cade'iras
vagas da S de linde, como que se Ihe


2
DIARIO DE PEfiNAMItUCO.

-
augmente a Congrua elevando a do Oc-
io a 500$ ; dignidades s 450$ : Pre-
bendados a 400$ : meios Prebendados a
300$: Capees a 200$, ficando revo-
cado o art. 18 da L-i de i \ de Juoho de
1831, que suspendeo o provimetito das
Cadeiras, que vagarem. A spprezrnta-
cao destas Cadeiras ser feila pelo Prn-
dente, e a proposta, e Concurso na forma
das Les a respeito.
O Snr. Pereira de Brito Para a fa-
brica 500 $ reis.
O Snr. Selte com a Cathedral Reis
G:465"$795 por se augmentar a5 porcen-
to as Congruas do Vigrio Ceral, Provi-
sor. Dignidades, Prebendados, e meios
Prebendados, cabelles, e mais Empregidos
com exclnsio as do Cura e Coadjutor e
tendo-se findo a discusso foi appi ovada
a eonen la doSar. S t't, sendo as outras
eo regeitados.
Ao i5offVeceo o Snr. Dr. Chacas a
emenaa para que as Congru as dos Paro-
chos fosaem da 300$ res, e as dos Coad-
jutores de a00$, e o Sur. Tiburtmo--
Aos Parodies 600$ nao cobrando outra
alguma couza dos fiegueiel, mito cnter-
ros solemnes e festas, e eos Coadjutores
500$, sendo osma9 lendimentos das Fre-
guezias aplicadas para a Receita Provinci-
al e tendo-se concluido a discus-o foi
o e emenda do Sar. Tiburtlno" regeita-
da eapprovada emenda do Snr. Cha-
gts approvata.
O 17 foi rgcUdo a nquerimento do
Snr. Dr. Brito.
O 18 foi approvado.
O i9 adiado a rqutfnmarilo do Sur.
Ancora.
Os20e2i f->io approvados.
O'2, que da para despezis .cveiitn'a-
s 12:000$ foi emendado pelo Sor. I)r.
Brito paia 4.000$ e pelo Siir. Pixoto
de Brito pai a 8:000$ e oncluida a dicus-
sio fui approvada a qmeuda xoto le Brito.
O mismo Snr. Peixoto de Brito man-
dn hnm aditivo marcando 20:000$
pira a constru <;So de hnm armazem -
sobrdalo, seguntl a. Le i d 10 de Ju-
oho de 1835; e posto o em hscusso, e
concluida, f approvado.
Sof. Si tte tarobem rffiecfo o fe-
auno te aditivo -Com os Carceieirosdas
Cadeias l:400#000ieis que foi a'pprova-
d-..
0* i, 2, 3, 4. e 5 do art. 5. das
Rindas Provinriaes foiad-appiovados.
0 6. estando em di, o Sur. Dr.
Brito "mandou os soguintes rtigos tddl-
livos, onde melli-r conver -Fu e--tal>e-
|-eida d'ora ero dwnte a laxa de 40 reis so-
hre caada le agoa ardente, v'inhos, Itco-
es, e mai- bebdas espnituosaa no consu-
M.p desla Pro*inca.O charque, oucar-
ne seca pagai 16*0 r> is por arrobaEsts
imposicM> serio ariecadada* 011 cornadas
romo oGuvemo juigar mais fcil, ecou-
'veni ritesalva o redacco eo Snr Lo-
pes (> >ma esta--cincotitt* muris p>rra-
da ohr'a--ecouo d>s-e;i hora o Sur. Pie-
sidenle d de hojp, e2 3|WOssfio ooPiojecto n. 48,
. 1. dosns. 54. .39, e 4:, e, levanlou a
M ; '> dep i-i de dras hocs da tarde.
Thoinaz Antonio Muciel INliUiw.
Presidente.
Laurcntine Antonio Moreno deCart
1. Secretario.
na Vitoria, a fim de passar para bordo da
galera S. Joa6 Baptisraa tripulacad, e Ar-
tilheria da mesma Escuna, em quanto a
conceita, para o que esta expedidas as
convenientes ordena.
Dia 28.
Oflirio ; Ao Exm. Presidente da Para-
hibi o Sr. Bazilio Quaresma Torread, ac-
cuzandu a recepcad do oflicio em que com-
munica achar-se mpo-sado n'aquella Pre-
zidencia, e em que o fi re ce a sua coadju-
vacaS para quanto for do servico Publico ;
dizendo-lhe, que o Governo de Pernam-
boco offeree igual eoadjuvacad, e que
far. votos para que a Adrninistracad deS.
Cx. seja, como he de esperar, tad pros-
pera para Parahiba, como o foi para o
Rio Grande do Noite.
- A'todas as Cmaras da Provincia a
excepcada do Recife, remettendo-llies
or cdpia a solucaS dada pela Asserablea
Provincial sobre s duvidas e deficuldades,
# oncoutrou, o Procurador da Cmara
do Rrcife no cuniprirnenlo de aeus deve-
res, depoii'd'* publicaca d Lti Provin-
cial de 14 de Ah I p: p;
? A todos os Prefeitos da Provincia a
exrepca do d Comarca do Recife, pa-
ra seu governo ; remeltendo-lhes por co-
pia o Parecer da Commissa de LrgUlacaS
pprovado ppla Assemblea Provincial, e
dado s bre as duvidas, que se offereceram
oPiefello Intiiinodo Recife.
A^Camaia d'e?ta Cidade, para fa-
zergeiente ao Procurador ri-sp- ctivo .da
.-oln'ciB liado pela Assemldi-a Pi osiuiial as
duvidus p->r II- propostai depois ca pu-
bfcacada Le do 14 de Abril.
Exti. Sr. Doulor Aguiar na Presidencia
de huma Provincja que saudoza recebe as
despedidas do Exm. Sr. Bazilio Quares-
roa Torread, S. Ex. ser ta amado co-
mo o seu antecessor, se, regulando bem
a sua conducta Publica, conservar em e-
quilibro a Poltica de sua Ad.ninisiraca,
procurando sempre trilhar a senda da
Justica e da igualdade. Nao tenha S. Ex.
coisa algoma a recear do genio dcil e sub-
misso do Povo que foi confiado ao seu cui-
dado : nesta Provincia ama-se a Liberda-
de, oda--e toda a sorte de arbitrariedades,
segue-seaLei, elogia-seaAulhoridadeque
a destribue rom leclidao, e ernbora ho-
mens de'partidos .bocauham a conducta,
de hnm tal Empregado, seu home fica gra-
vado em o coracaddos bons Rio-Granden-
ses. Na5 acanhe pois S. Ex. as boas in-
tenedes que deve ter formado em prol des-
ta Provincia ; empor)ha-se a pena ao cul-
pado com a mesma facilidade que he jus-
to se ale vieao innocente ; cavcm-e preci-
picios ao vicio, mas eijaS se Templos
vi. lude. Em (im o Exm. Snr. Doutor
Aguiar nao he bum bomem : de hontem a
pratica de-r-XercerEmpresos de Magistra-
tura Ilieter deixadosem duvida conhecer
as mximas de hnma sa administrac.5 :
nos foi ruarnos mu boa Jea a -eu respeito,
e"esperamos que nao desmerecer nosso
coucito, e menos o do Governo qoe o no-
ineou.

DIVERSAS REPABTICOENS.
Luif! Rodi 'Mi'-s Selle.
2. S-cnt i 10..
NK4S
GOVKRN'O DA PROVlH-
Expediente fo dia aG.
Nota, ; Ao Cnsul dos *tad<> Unido,
em re-poata a Nota < m qoe comini .o Goerno acbar-se iuffiio, e por fsso
obligado a voltar a sua*Pa.<>ia, n.,meando
para azpr sua vezes durante, a ausencia
>en Irma5 T. Wauslield ; diinj|-lhe que
o Governo reoflbcc-r como Agente dn-
solar dto-i Estados l"nidoso dito lomeado,
roneluindo i Nota com t-raioa obsequi-
bou, eiiviz.
Dia :>'.
Portara : Ao Conunaul.'ii't' d.i Escu-
EHTAL.
Antonio Ppdro d Catvalho C^piio-Te-
nented'Armada Nacional, e Imperial, e
IrVsbector d Ars>nal de Marinha dVsta
Pro/inciade Pein.imbuco por o B-^ente
era No'ihe do Imperador o Sm. L). re-
dio2.0&c.
Arrnniecendo lgumai vrt< s que Prati-
cos i'este Porto, nio h-biHtads para .-e
en(-rng.ir porte, nas entradas, -sabidas do Pinto, se
ano^So incompelenlernehte d'isso, seni
qmde 1ae< ciicunslancias teuhio scieocia
os Proprietarioi, 011 Consignatario^ dos
Navios, e sendo de nteresse Pulilic pai tii ular, qoe tacs abusos <-e.-s- m deluiria
Vez: fico publico para conheCiruento d'a-
quelles, a que possa isso inteiessar qoe lo
i. de Junboem diante, toda ve pie e-ti-
verpar?sahir uabjuer Emburacao qu>-
preiise d**Piataco, dever o Capitio, ou
M.-stie, dirigir-sf de vespora ao Arsenal,
a presentando ao Patrio-mor, na qualidnle
de Pilolo-mor, huma declaraco por es-
crita do nome do Navio, e pez d'agoa em
f escacha, para que este, segundo a es-
j jije vai ser e-tabelecida, designe o
PratLo;a que segundo o Ciliado d'a,oa do
Navio deva pertencer por escala. E para
que chgie ao c.nhecimento de todos,
iiiandr-i affix g .ren publico, e enserior nos Diarios dVs
ta l'.idade. Arsenal de Marinha 16 de
M.iio de i836.Antonio Pedro de Curva-
Iho.
Conforme
Alejandre B > liignes los Anjos
Secretario do Arsenal.
Antonio P.dio de Carvalho.
No da 4 do conentr mez pel^j 4 horas
e m. a da tarde o Exm Sr. Bazilio Qaa-
r..sma Toneao, dando as ultirms despe-
didas o Bio Grande do Norte, embarcou
ueste PHo cm sua l.imilia .ara o Sitio
Envito-ioi to, donde tem de partir to-
mar posie da Presidencia da Provinria da
Parahib, p' que foi de-t removido pe-
lo Governo de S. M. I S. S.- Ex. foi
bistant dbiiquiado em sua sabida; hum
ciescido numero le pssoaso acouipanhou
a lugar do embmque, 9 alguns de seiis
amigos o segn ao al o Sitio paia onde se
destia va. O Exm. Snr. Doutor Agin-
ar, qifetamhem o arompanhou, ]' hava
expedida ordens pira que e Ihe fizssem
as honras devidas 911a Authoridade ; e
wni elf. i'oarhou se aquella hora poslado a
frente de Palacio o Coi po de Guardas Po-
lo iaes desla Cidakpor queui Ihe fma
feitas na passag'-m ts continencias do es-
tilo : depois lo que o Parque d'Artilhara
leo as salvas lo oVisturn,
As>im se retirou de-ta Capital o Exm.
Sm. Tocr.a, d<-ixando em perliita Iran-
quillidade e^Ia Provim i.i, que adminis-
t'ou por quazi trez annos com agiadodos
Povos, e com bum betn mere, !0 nedito,
e 1 ppuMe- para Coiii o Governo de S.
M. : aceite elle os su lozos teures que
Ihe enva aijiulhs dos Rio-giandciisc que
0 ainao.
(Do Na tlense.)
IXTEMOR.
Hl
MR/.A D.VSDIVRR8\S ni.NDAS.
j4 tai/.'a h* a metma do A'. II .
11 ,. 1 ..
1 a iiibi 11 1 ii Bfiaiiii ni mi 11 un iniianai
RIO CP.VN E DO iVORTC.
lia vendo chegado esta Capital em o dia
29 do pasado mez o Exm. Si. Doutor
.lo.i Jo 'Ferreira de Aguiar ntoeado
Presidente desla Piovinci', tombu posse
do Governo a'm o i. do enrente com to-
das a: fu nulidades do estit>. Inv-SlMu o
Escrevem de Cracovia o seguinte:
Osexcessos commettidos pelos Rus-
sos, a violencia com pie tem prendido as
pensoas u ;ii- innocentes, rliam^cm fin
a allenci do general Anslraco Kaufmanu,
que cala de reprehender speramente mu
offiial Russo, h de por cm liberdade al-
guns prisioneiros ; porm o litros lera si-
do conduzidos ao Reino de nlonia, sem
.ueo tenha evitado o general Austraco.
certa fermentacao em Lemhi rg ((lit7a)
em resultado de unu; medida de. poliri >,
nue indiguon os habitantes. O general
S/eplycki, morto rv lo com uniforme de general Polaco, al-
gpns agentes de polica i>cebeiam oide pira tirar Ihe este uniforme, e sub ti tu ir
Ihe urna simples sbrecasaca. Os que guar-
davain o cadver quizeram fazer resisten-
cia, dizen lo jue tal era o desejo manifes-
tlo pela Sra. Sceptycki: poi;m a polica
11.1 atltndeu a razi-s, < p unifrnie foi
substituido apcaar de todos os 1 umoies.
AG-zita de Lanz.ma de 15 de Mar*
co, conlt'ni os' guinle : j
A execmja do decreto do Governo Fi-
cez, dirigido contra a Basila exteri- r, Se
suspendeu ha das. As authoridades Fran-
oezas permittem agora aos camponezesdo
Basilea cultivar as trras que possuem m
Alsacia. Parece igualinente que nao m;
levam avante 8s medidas de expulsad to-
madas pelo corr< gedor (maire) de Mulhou-
se, e outros funccionanos do alio Rheno.
L-se ii'um peridico Inglez o se-
gninte:
O numero total dos peridicos carirn-
badosquese publicamem Inglaterra, nao
chega sead a 356 ; o numero dos carim-
bos pagos annualmente por'estes diarios
sobe a 56 milhdes, que vem a ser o do-
bro dos sellos pagos no principio do secu-
lo.
Nos Estados-Unidos txistiam era i834,
19.65 permdicos diversos, e calcula-se em
75 milhdes o numero de exemplares pu-
blicados por anno. Por is>o, sendo de
24 mil lides a populacad total em Inglater-
ra, resulta que cada individuo tem pela
sua parte exempiar e rneio de peridico
n'um auno. Na America resultim seis
exemplares por pessoa.
Em Inglaterra ha um peridico diver-
so por 70 mil habitantes ; na America h%
um por 20 mil. Porm de advertir quu
a circulacad d a peridicos muito mus
f'cil, e mais geral em Inglaterra, que nos
E-tados-Unidos.
O Duque de 0 Icans chegou a Bru-
x-l .as, Sahbido 11^ do Curente, s qua- ,
\0 horas da tarde.
Asseeuram n"9 que tcdo sp oTere-
ci lo a enibaixrtda de aples a Mr. Cui-
te!, e-te a re. usaia fomalim^ate.
Dizm que o tliesouro Francez en-
mecou \ n pagar as iudcoinUaces estipu-
ladas aos Estallos-Undo9.
(Conslitiitionnel.)
O Marqu-z de Stradr, Eslribeuo-
Mor do Ri i, shio lepentiuamente de Pa-
rs para lug al na, encarregado, segun-
do di/.ein, d>- urna mis-ai e-^ecinl, COJO
a p paren te fin e comprar cavallos. Aoii-
n*d publica d a esta viagem muila impoi -
la m ii poltica. Madrid, efCiacovia |>- (
de ser q^ie l riba motivado urna corres-
pondencia jue iind se ulgou pioprio con-
fiar a urn imples crrelo 'le Gabiiiete.
(\Ii tisagci'ro.)
R- parador le .eon diz que as mli-,
irm-i, viuvas, e filhas dos presos p' sas politi r, dirigiram urna petica B.i-
inha, supp1i< au lo a S. M. conceda aquel
lis um perd.5 geraVsen exceptad .Juum.
O Liberal do Norte annunn'i como
muio certa, a formacad de |uatr ackm-
pamenios nfaanno, cuja f*rca eflectiva
siibn a 53 mi hoimti-i. de S. Orei,
cooim.ind.ido pelo geneial Oudini't, con-
sistiiaem 12 mil b mens; o de Roen y,
dihiixo das o> dens lo Duque de Ofleans,
em 20 mil. O de Comp j^'.ne se compora
nieamente d- 8 mil ; o Duque le Or'.e:ii>s
deve inspeccionar as ti opas', e mstiibutr
recompensas entre elIbb. O ararop.meu-
lo de Luuville consistir em 1O mil Do-
mea.
Nad sabemos te a questdda reduc-
ca das rendas tai lado hoj'e alguin pas-
sogr-.nde ; o eiito !, que vota Cmara na
su 1 se-s.:d- de 2a de Mai?o ou a suapen-'
and para nutra occasiad, quasi unrfritme
mente. Nad uisputareroos sobre o leriuo,
pois s j suspeusa, seja dlacad, ou p'a
im II101 diV.er, nddiamentopouco imporln
edeve decar se ao amor proprio a pe-
(pieni satMacad d a ter-se dilenc de
denominaedes, quaudo neressalioce :ii,
e se pertende orculta-lo. Dizemosqu- so
votou quasi unnimemente, porque mi vo-
laralb contra 40 Deputdbi, quando mui-
lo. Pica por votar-seo additanioiito apie-
sentado por Mr. Salveile, concebida ues-
tes termos.* A Cmara se reserva, nofi
obstante, o direito de fafr que cessea
suspensa, e voltar discussad piando o
julgir eonvenieote, sij na presente le-
gislatura, reJM prxima. A dUciissao
leste pargrafo desigiou-se paia odia im-
ntedialo.
(Debis)
MUTILA


DIARIO lie PERMAMBCUO,
3
Das fronteiras (le Bosnia cscrevem-
nos em dala de 9 de Marco o seguinte,.:
Segundo a* noticias de Sarajevo de 3
de Marco, mallogioii-.se.uiiiAteutativa fei-
i,i para introducir a.ivforma. Todos os
distiicios pe^aram'em aroias, o assassins-
ram as tropas do Sulta. Os que pode-
i,iin encaparse acoutaram-se na cidadella
iltj i.ivno, onde se defendein com energia.
O rommandanle das ti opas'estacionadas
nos can toes fez um movmenio para soc-
conera cidadel'a porra augmentourse
o numeio dos ebrldf, c Gcou,coitada to-
da a communicaca com a cidadella, JL>-
pera-se a inlervenca de Rumeli-WalUssi*
mas nao deve p nsr--e que* se assegure q
tiiumfo sera. tff.isaS de.sangue. Prova-
vtlmente se ver obrigado o Principe Mi-
hscli e tomar urna parte activa no nego-
cio, se continuaren! as desordena.
(Me. de Souabe.)
QBsra de \lortier araba de s.dic
para Haya com o encargo secieto decon-
iinnar?ia* dttlaiacoes taitas directamente
pelas augustas peTsonaen3, com ici'eren-
cia conclus6 do negocio Hollando-Bt Igi. i
Assegura-se que o Rei Guilherme mos-
tra-semais di-posto a tractar do que do-
veria suppvi-se da.; su anterior, e tenaz
resistencia. Somente S. M. Nevlandeza
d a entender, que estrih.indo ',aa princi-
pies difliculdddes em quesles de dinheiro,
c na5 oflVivcendo lufficientes 1 segurancaso
estar!, de cousas establecido n* Blgica,
.seria tal vez necessario que a Franc* con-
Mi.iasse com a sua garanta, a liquidacq
que deve mediar entre as duas fi ac-
tes, que oram anteriormente o reino
dos Pies-Bailo*.
N.ij novo esto dftSejp,"*e 'noelhor dire-
mos, pret.-nca do Bei Guilherme. No
fm .lo anuo qUi83i Lnba-se su-citado em
a Franca eslava em certo modo obrigado
* d..r cauc- Del Blgica, disposca su-
j.-jla a.s mais graves inconvenientes, so-
, dre tu'io eom Um Principe que possue,
romo oanligo chefe. da rasa de Na.-sau, a
irle (Ip enruilar-ios negocise piolunga-los
i:n laidamente.
l (Journal du Commerce.)
*
Os diarios Ingl 'fnmat.o da deatmissio de pesquisa en-
ai reliada de xvuinar a questo do casli-
i oscorporais u-ndo no x<-i GtojBl itaiiire -
como d< vi* esp; rar-se, a cuinmiaslo con*
dera ioopporlutia tola a vanneo nos re
giilanifntiM vidente-. Segundo oscommisa-
li'o.s i bastonada urna Cou*>a inJisp- nsavvl
poli niaiiti-r a b.a disciplina, bastando que
se encarrfgue oi olici >es que usem oom
discii.'lo daquelle tasti*o. A concluso dos
rom mi,su* os nf o deve causar eslranhesa,
eialvti nao s deva olbar cotno urna jnova
'i I oodide selvagem. O el'ei'0 neressa-
li-i dos o sliiV'!* coi porac- i; degradar os ho-
mens, MT.siumarmo 09 a nao distinguir o
I- m do m '1 -en' pela medida dos ..olpcs,
ouedeven mi totiseqincia lesnas arces.
Spprimir de repente o costino corporal,
que ha serillo* a ba.-e da disciplina Ingle*.,
iia verdaderamente urna impurdencia.
Sni duvida que de.-graca, e o vituperio
de vniilti.-iiite .-tado de COUS'S deve recaba-
indo st.bre os qu loraaram a seu cargo de-
gradar a humandade; poro.n ja que existe
.1 mal, meo-ario applicar ltie o remedio
rom summa prudencia e precauclo. Seo
bi tvieo tnililai loase l'arcado ira,Inglalerra,
como 11 na Franca, apoiariamoss-em vacil-
la'r a bolicf mmeii.ta do castigo Coj po-
Val, ''(''. It-brai iamo> a resist ni ifl,de lio-
inifis dteididosa airca-lo todo, ausque
racrili.-af : ua dunidaile; pOICIDeill Illfilu-
I.Tia o servido ejvi I o'? i'>, '" m'iaiii lo lie saliem ao que se txpem.
Sabe-se alui di-st>>, que oa miraos com*
niissario 'ti o i'e-opioio corporal deve supprimir-fc dcpie.s-a ; po-
ico, na.- tep. qticiido propor ..inda a^op
presso. pelos mol i vos que ci s.'mos; pualO
que se mandeu acs llu-a dos coips que
applirsase raras v< s cast gos, e que se toa*
e pou<^ b DOUCO provando que nao sao ne-
ci asaros. De modo que passados alguns an-
uos os dits n>tigoaui0ieifo n ais que urna
recordacfo bintorirt, nina pagina mincha-
da dos annacs de una grai.de naci.
C T. nirs. )
ARtIGOCOVIMUMICADQ. .>
""'Tiim ~ iliiiiliiiiiBsaB
Continuaco do Artigo
Tolerancia.
Farc a este proposito huma obcervaco,
que nunca deveao perder de vista osLille-
ratos, pelo menos ai|uelles que sepresiode
talentufj.e ven),a ser : em hum seculofi i
vol, ergotisld, e corrompido aplaudem se
as prodceles (icenciosis, tal sucesso he s
temporario, elocil,- por que a massa do
genei o humano volve sempre a rasSo, e vir-
tudej por isso que nada he bello, e univer-
sal, se nao o que he vei da^eiru, e moral.
As obras primorosas dos antigos, e moder-
nos, que constituem a biblioteca coramum
de todas as Naces nada devem licenca das
opinics; porque otilas sao respetadas u
Religio, a M01 al, e as Leis*. Ob$ervac,So
consoladora para a humanidade, e honrosa
para as letras, a qual prova, que ogo>to,
ea vii lude nao sao exaranhoshuru aooutro,
e faz-me persuadir, que eases livros filos-
ficos alguns tempos lo gabados, nao tero
de passar posteridades ou nio ubterio, se
ni" disprezo.
Torno ao meo assumpto. A tolerancia
civil nio se deve extender nem a os dogmas
subversivos da ordem social, nem a os cul-
tos, que podem peculiar a trauquilidade
do Estado. Mas entre os cultos, quediffe-
rero da Reli^iio dominante, ou das Religi-
esieconhecidaspela lei, hernisterdestin-
guirosque comeco amostrar-se, cosque
e achao etabelecidos, e fortemenle eurai-
zadus.
S. se levanta hma ora sceita, que di-
vide 09 nimos, deve o Govero por todo o
enipeuho em a sufocar no nascedouro. Elle
ten direito de mandar calar aos plegadores
da tal sceita, e de os punir, e nio como
bereges, ao menos como pertubadorea do
socego publico : Respeitai, e maniendo
a anliga Religio, ( dizia Mecenas a Augus-
to.) reprim e pune aos innovadores; por
que lo lo aquello que introduz hum po*a
c tilo, alire.a poila a nov'.lei" d'onde loyo
se oiigiiio as calalas, as facios, econspi-
raedes. O S'.'naiiVd- Boma tinba por m-
xima, que nada se deve iouovar eru mata-
ra de Rdigiao, e punia com o maior rigor
aqiiaulos leutav BUper.-litSts extranhas.
Esta regia sufre huma e\cep<;io, que os
Imperadoi es Ro/nain s di-gr..cadaro ntf
nio reonhe iio, e vein a sei *. quandoa
nova* Religio se annuncia com caiaclerea
manifestos da Diviodade ; porque o mesmo
Siberaiio nio deve ir cunta. ci,verdade, e
quaudo Dos falla, lodo o poder humano
d>-ve cru/,ar-M'. A verdadeia Refgiio
por sua parte instrne a seus segu lores a
respeitar aauctondade dosobiano, dnJa
(piando esie abusa della. A mixim du.-.
Apostlos, que mais val obedecer a Dos,
do que a s liumeiis uuni.a |>ode pe.linliai
pado F. lado ; porque u ohedienca de-
vida a l)<:os de xa subsistir lodos o* direi*
tos do^s b -i-iio; e anda no caso deste or
denar o'que D^os prohibe, manda aReli-
g o anie raorlr, do que nb. l..r.
o.: u Principe acha no E,lado s.eitas j
formadas, cuja doutrina, e urlicas em na-
da comraiiojis pi incipios de dum Goer
no saino, def-lli s ^a tolerancia, e aind
sob pteleato do nteresV da venia.te, h,
lalvaolo eterna nio lbe he perttido usar dw
violencia pua chamar sua R-ligiio os,
dissidentcs. Uio Principe, que leve a for-
tuna de conl.e. '! a verdadera Religiasi,
nao p..de dcixar de dtseinr'ardHiitenien'e,
que lodos osseussubdiios paitcipem com
com elle de lo preciosa vanlagem : mas
nao deve pt eai esiiuetiaiiiilo, de hum sobeano nio lem a- me.ma ie
graa, que o zelodehnm niMioiaiio.
Vemos em ceilos Estados minia*. Religi-
5es, que s ndo igUrtluiente apcioiic'das
pe'aUi, tim hum inllo p'.b'icu, e -a > do-
minante* a icspeitod'aqiieUa*, cojo eWr-
ei> io ap> lias se lulea : mas >i j <|ual for a
Religio, que o S bciaho piofessa, elle
deve proteccio as mais ; por isso que ellas
huesa parte da ordem pubfet, e nunca
peimitlir, que se peituihem mutuamente,
ou que para adquiir proselylos empre-
g'iein outros meio1, que nao stjio os do
1 n.-iiio, e perauaafo.
On Je. ex i; te huma, ou muilas RijgiG.s
ntictorisadas pela U, sem q 10 nenbuma
deltas seja nacional, o dominante ded-
riili, a le civil nunca deve estar em cen-
tradicco com amoral, ou disciplina d-s-
s:is Religies; poique hum Governo, que
tolera, e mais be auctoris*, e protege hu-
ma Religio, as-iegura a .-eos Ministros, e
sogrjidore.s a libeidade de seguir os seos
principios, obrigando-se a nio promul^nr
li-ialuuma, quea pnssa olTnder ; alias mu-
tos cidadios ver-se iio na alternativa da re-
volla, 00 da apostasia, e a tolerancia suc-
Oederia a perspguicio.
Mas para s'entender bem isto cumpre
destinguir duas especies de leis as impera-
tivas, e as permessivas : o que arabo de
diaertQ se enttude a icspeilo das prima-
ras. As leis de simples permissio riada tem
de contrario a os direitos da conirieticia ;
porque a os particulares cabe usar, ou dei-
xar de u ar dafaculdade, que ellas tonce-
dem.
Nio be necessario, nem possivt he, que
todas as leis cvis st-jo tio perfeita, e 1 igo-
rosas, como as Evanglicas. Por longo
espato de tt mpo vemos sob os sucessores
de Constantino leis pouco azadas pureza
da moral Cristi, u Alia est Caisarum lex
(d zia S. J.eronymo a este proposito) alia
Christi y aliud prmeipit Papinianus, aliud
Paulus noater. n Os tribunacs ju'givio
segunJo as leis Imperiaes \ a Igrtja, cujo
mando recae sobre a couscieucia, go-
verna-se coufoim** 9 leis, que havia re-
cebid* de seu Divino Fundador: ella pro-
puaha a sua moral, nio como regra dos
negocios civis, que lbe nio pertencem, se
nio como a icgra nica prcpiia para diri-
gir os ho'mens etn ocaminho da sal vacan.
A oltims consequencia d. proteccio, e
at da simples tolerancia concedida huma
Religio \u\ que oGoviruo nio dtve locar
em cauaa^lguma, que a iubg.io lem por
esseni-ial sua Constiluicio.
O enino, a admiuisiraci" dos Sacra-
mentos, a mis&io, ou a iustituicio dos Mi-
nistroc sio puntos e>ei.eiaes inslituicio
da Igrtja. A'Igrej pois. e .' a ella com-
pele 'pronunciar sobre o'Dugma, e Moral :
s a ella pe tence regular as praticas do seu
cult >, e prescreveras condices neces-arias
par.'J qua! quer ter'ailmitlido osS*na-
ment !8 : s ella pode oonfei ir a seus Mins-
tios os poderes deordem, e jurisdicio pro-
p. os p.ra validar, ou legitimar o exercicio
das si.as fiinctes. A Igreja deixaria dflstr
huma soi iedade indep ndent e peiltila,
nem de J. C. receberia rasis a sua auioi i-
dade se nio fosse 1 v.e 11.a es'olha dos s>us
Magi-trados, ou se.a inis-io, j in.diii
desi s eitiflituein 1I0 lium poder xtianlio.
A Igivja C'lliolica ( d7. Bossjel ) a-sun fil-
ia a-. Poso Christi : VssiU1* lium Povo,
hum P'-siado, e hv,ma Sociedad m-i9 J.
C., que he vo so Re. nada ree-be d *s ;
p vos nio U 'idea mais diieilo de liie dar Mi-
nistros, do que iiistituilo vosio Piimipe.
SUS MiuisLios po's, que si. vossos
Pasiore-s, vem du mais alto, assimcomoel
le mesmo e he rnister, que oVrivem de
liorna otilen, que elle baja est..b.decido.
O R-ino deJ. C. nio he dcsle mundo, e
Ije caduca tola a compracao, que poasaoa
far.er eotieesli! Reino, e os da letra. Fi-
nalmente na ia vos da a naluieza, ijiie te-
nha lelaco enm J. |C. su i Reino *
pelo que nenhum direito leudes lora 4a-
quelleque acbar.des n leis, ou em cos-
liinn-9 immenioriaes, coiuecaiidodus i-m-
pos Apostlicos, so, (pie os pa~torts j
estal'ele idos estbel. cao os mais.
A ReJigiio nio ten efli acia para a salva-
dlo, senio poique he Divina em sua fe, em
seu culi', e ministerio : este he o fundt-
meiilo do impeiio, (|tie eilaexerc" sohic
os espirito8, e conscieuci'S. Se o G vei>
no empieheiideHSP sujeitali, se prelendes-
se dictar-lhe UecisOes, e dar-lhe Mini-tos
a sru uno G'ado, econlia aaicgras da sua
disciplina, -lle seprivaiia por si mesmo
de toda a v.mtag m, qut d'ahi colhe, e
perdera eullO a Retgiio o caracle de Di-
viodade, nico, que a torna espeilavel *
ella ja nio seiia hum poder auxiliar, e fiel
aliado doJGoverno, porm hum simples
instiumento, que nio leudo forca, eaccio,
se nao, a que recibts-e do poder tmpora',
i servira para sobre airegar, etmb.ua-
cac a inaquii 1 poltica.
(Ti admiti do Francs de M. J. B.
D' voisin. Rispo de Nant-s pelo Depulado
Provincial Lopts Gama.)
CAMBIOS.
Rio da Janeio 3 de Maio de V
Londres. ......... 3o3/; a40 f '.
Pariz.............. 243
llambuign.....'. 448
Ouro em barras..... 85 a 88 p. c. pre*
Dobroes llespanhes. 24 ^sos............. 1,2)410
Moedas de 6400... 13500 a i8$650
de 4000 .. 6$G00 a 6#70!)
Prata............. 46 a 47
l'obrr moeda de 80 rs. i2 ai3 pe. do des.
Apolicesdiro pe, juro 87 p. 0.
(Do Jornal do Comercio.)
Baha I7 da Maio de 1856-
L" nares........... 31 d.
Dito cm mueda panela 33 '/,
Pars.............. -i85 por i franco
Lisboa............. 80 por cento.
Pernambuco....... i5a?.o por c.
Rio de Janeiro...... >8 a SO p. c.
Dobies Hespanhoes. 28$ a 2)}000
Pecas de b^ioo..... 16^000
Ditas de 4$........ 8,^500
Pesos llt-spaiiboes.... 8ft por cenlo.
Prala cunliada...... 85 p. c.
Descont........... 1 '/> a 3 p. c.
Moeda papel........ 20 a 25 p. c
Cobre.............. 15 a 20 p. c.

(Comi Mercantil.)
A NN UNCI,
S*hio boje ni.' N. do Di abo; vnde-
se 11.1 Piaca da Ind pendencia loja de F.o-
quadeniador D. a6.
AVIZOS PARTICULARES.-
Roga-sn ao lllm. Sur. Administrador do
Coireio desla Cidaile, o obsequio, de nao
maiular enlrt-gur aoSnr. Antonio Jote Go-
dmlio Jnior, i|ua'quer carta que no dito
Correio apetece, como nome Je Antonio
Joe Godioho, ou Antonio Jo/e Godinlio
da CiUB, (como tem coiis'anteineiile feito)
e sni onservalla.s no dito Coiriio al' qut*
o aiinuiiciaiite as v, procurar, vislo nio ser
o dito (lodinlio -J111 ior o propri a quera
-lias vem dirigida^, |''lo que lbe fictri e-
terjiomenle age dit ido.
Joaquim d'Aimuiu c,o e Siqueira Varc-
Jo.
tf&- () Colectores da Daina dea pre-
dios Urli.'ii*, das Fieguesias de S. Fe Pe-
dioGoncaUrs, Sanio Antonio do Red fe,
e Boa-vi-la, lacem ack-nte a todoa os seus
Collectados, que em virtde da Le, prin-
i-ipiio a trrecudar a Dcima, dos ditos pre-
dio-, do 1." semcsi e do crrente annu, noa
30 diasque decor 1 em do 1 a 'iO de Ju-
nho 6udos os quaes poctdei exe.cuti-
Viiiinnle Contra os que jrem omissos em
ni" p.'guri m como d vem, e sao obligados
pela iiusma Le.
Xjr Um Curio') Iguarasfuense, roga
ao Sor. Knca regado de promover naquel-
la Villa a shbi- r pcioa beneficio das fami-
lias vicliD's da ifbelliio do Pai, a rano
porque at boje nao pubhcou a lista das
uesaoas que p.>ra ella concoi rerio ?
itfif A pesstia que Umpos deixou na
ra Vtllia em casa de Joio Baptiila Perei-
ra urna cmoda de amarello, para ser
concertada-, queira dirigr-se a la do A-
ragio piiuieia loja de marcioeiro que ah
amata quem lh'a entiegue, pagando o con-
cert como f.> justo.
*y Preci-a-se de urna ama deleite,
forra ou captiva na ra do r-orto das ca-
noas, casa do Chalaga 2.J anda.
Xi^ D-se um cont de res em prala
por o vallor legal a quem der por premio
\D0
m ~ i
m^


1
DIARIO DEEPRNAMBUCC.
-o
uic sobrado de um'andar para morar-se ;
riuncie.
*JQF A pessoa que*pertende vender uma
casa terrea na roa dos pires beodo ainda a
queira vender ha ja de ir fallar cora o eba-
xo asignado no Forte do Mallos na pree
que foi do falescido Miguel Arcanjo oc.Bar-
roa Corroa, o mesmo ahaxo assignado
compra uma casa terrea na Praca da Boa*
vista ou aturro, assimeomo unta de sobra-
do sendo yol ras piiucipaes dut-trez Bair-
roa
Joio Manoel de Jezus da Multa.

Roga-so pela segunda vez a todos
aquelles Snr. que na noite do dia i3 cora-
parececlo na casa da ra da Cruz, onde loi
solemnizado o Antiiveisario da Sociedade
Ha* raonico-Terpsicbore, eqe iu retira-
rem-se levario os chapees trocados, 8e dig-
nem mandar a raeania casa, afim de ser
restituido o seu a eeu dono.
fjc^ Os Snrs. JoSoTeixtira de Soma, e
Manoel de SouZa Camello, quiirio diri*
gir-se ruado TYapixe D. i3 paia tfata-
jem de negocios de seu interesa, nuan-
nunciem sua morada para ser procurado.
ItJP* Piocura-9% uma peesoa capaz de
cnsinar primeiraa letras, lingoas Fienceza,
Leticia e mais algum preparatorio, em
uto Eugenho prximo a eata Praca : quem
se adiar tiestas circunstancias dirija se a
loja de taitarugneirc, D. 6, na ra larga
do Rosario, ou a casa de Antonio Hercuta-
no de Soma Bandeira na ra de S. Pedro
Novo eui Oiinda.
%q^ Os Snra. que se lignario acetal-
os bilhetes da Beneficiada Joanna Mara de
Freitas poder entregar n que determina-
ren) ao mesmo portador das caitas, o
qual Ihes npreseutar urna rellacio com pa-
pel de Olanda firmada, e sellada comosi-
mlede F. F. G. dignando-se cada modos
sius protetores de indicar A margem do
uome correspondente, a quantia que e dig-
nar enviar-lhes-.
fcy Precisa-se de uma mulher forra,
ou mesmo captiva, para ama do casa:
na ra larga do Rosario pada ia D. 5.
Jjt^T Em poder de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva achio-se cartas de importancia
vindas do Maaanho para serem entiegues
aos Snrs. Cadete Manoel Januario BzerraJ
Cavalcanle, Nuno Cuedes Alcanforado9,
Antonio Ftrreira Bizerra Cavaloautp, Jo
ze Candido Martns, e Antonio Bizerra Car
neiroda Cunlu. Roga-se por isso aqual-
quer destes Snrs. que se dirijio a ca*a do
annunciante para as rcraherem pois que
por ignorar suas moredae nao pode entre-
gar-lhas.
Ifjp Na ra do Rosario larga na venda
defronte do beco do peixe frito procisa-se
de um caixero qme tenba ortica, e de lia-
do*-a sua conducta.
%C^ Quem liver, equierallugar uma
negra que saiba coziuhar, e fazer o majs
arranjo nicessario d'umacaza, pagan Jo se-
lhe 3a0 rs. por dia ; dirija-se a esta Tipo-
grafa, que se dir quem a pertende.
%t^p O Snr. Viries genio do falescido
Joio Joze, queira drigir-se a ra do Ca-
lbebouce velho, D. ir, o anuncie l-a sua
morada, para se le tallar a negocio de seo
nterease.
PARA FRETAR ou CARREGAR.
A Barca Hamburgueza Corrier, Capto
Iliorichsen A. I. forrado de cobre e muito
veleira., do lote do 28O caixaa de assucar,
pera qualquer partea tracur com o t>eu
cunsiguat* 110 A. Schi atnui.
COMPRAS.
Ucn banheiro de folba oa da pao : no
ermaaem da Joaquim da Silva Salles, na
praia do Collegio.
t9" Uina'toalha de lavrinto: annun-
ce para ser procurado.
tgp" Uma morada de casa terrea em
qualquer das ras do B.iirro de Santo An-
LEILAO.
Joio B. Foi faz leilao no dia Quarta let-
ra 1." de Junlio de panos ordinarios finos e
su pe fios de lia, e 011 tras diversas fasendas
na casa da sua residencia na ra do Trapi-
xe d'Alfadiega Velha D 15.
VENDAS.
Listas dos bilhetes premiados hontem
(4. dia) na Lotera, e continua-.se a ven-
der as do* primeiros : nesta Typ\, na Pra-
ca da Independencia loja de livres n. 57
e 38, na rua do Collegio Botica D. 5, a
em Oiinda rua do Bom-fim n. 2.
tV InstruccSasdos Sub-Prafeitos des-
ta Comarca; pelo preco de 80 res: na
Praea da Inpendencia loja de lvros n. 57
e38.
tUr* Uma molatamoca, que sabe faser
todo servico de uma casa om intelligen-
cia: na rua Nova loja da ferragem D. 18.
Igg* A Polaca Sarda Rosa, CapitioCor-
sanega de superior marcha ton ada de zin-
codo lotede 100 lonelladas a tractar com
0 consignatario A. Schramm.
V9* Uma porco de telhas muito boas,
e algum tijollo de tapamento: annuncie.
ypf Cebo em paens, e boas esleirs de
per per i' : no armasem de Joaquim da Sil-
va Salea, na praia do Collegio.
ICF A Sumaca Gentil Americana feita
no rio de S. Franciscos um anno, muito
valleira : ao ladu do Corpo Santo bija fer-
ragem n. 69, a dinheiro ou a praso.
VJF Trez pretas uma de i,\ anoos, nu-
tra de aO, e a outra de 30 snnos ;|as abili-
dades a vista do comprador se dirSo : na
1 ua do Cabuga loja de miudesas ao p do
Sur. Bandeira, se dir quem vende.
H^ Uma canoa aberta que carrega
um railheirode tijollos, e est em bom nao:
na rua da Concordia na primra casa da
esquina. ,
U Uma cama de eondui embutid-*
com emergi e colxio; um fandes de
vender azeitecom uma medida de caada,
a duaa pequeas, un gamio em muito
bom uso, e uma caixa de amarelio tudo
por preco commodo : na Camboa do Car-
ino D. i7.
V9" Um moleque de 0 anuos de idade,
proprio para aprender qualquer officio por
ser moito eperto ; avista do comprador
sedii o motivo porque se vende: na rua
da Cade! du Recife 11. 5.
vy* Uma escrava|de 15 annos boa en-
gomadeira, cosinha muito bem, cotecbio,
lava de sabio e muito gil para todo servico
de)uma casa; na rua do Nogueira la ;
vende*-se por precalo.
**jr A plices da extinta Companhia
(ei al, de Pernambuco, e Parahiba : na rua
da Alfandega velha n. 3 casa de Joaquim
Leocadio de Oliveira Guimaraens.
Umaescrava moca, que abe co-
tonio, ou Boa
aunuucie.
vista, nio sendo em beco :
ziuhar, e engomar, ten vicio : atraz da
Matriz doa Boa-vista segunda casa a fallar
com Manoel Elias de Moura.
W Rape deL! do ltimamente a 30 res em oitavaa em
libras a 2880 : na loja de Antonio da Silva
Guarni que faz esquina para o beco da
Congregacio.
W" Familia de mandioca em saccas
por preco commodo : no armasem da rua
da cadeia n. 59.
Vi*- Bisas grandes e pequeas da boj
qualidade vindas de Lisboa, tamancos para
hornera e seubora, ag* da primeira e se-
gunda sorle, volantes largos a streitos, ta-
pioca, e boct t.is de mermelada : no arma-
zeiu do Machado, rua do Vgario n. 14.
tfjf Um moleque de Angola que repre-
zeotater 20 annos de idade, sem poota de
barba, boa figura, e bom para palanquim,
por ser muilo poosante, e bom carregador
de canga ; preft-re-sea sua venda pata lo-
ra da Prapa : na rua da Cadeia do Recife
no armazem do molhados 11. 59, e se dir
ao comprador o motivo da vends\
f/y Para fora da provincia um escravo
de 16 a i8annoi, bom oficial desapateiro, e
abe cosiuliar o dia. io de uma casa, e abil
para todo servico: ao entrar da rua do
Rangel no prmeiro andar do sobrado D.
37.
" Uma porcia de fai oha. de trigo
chegada prximamente Jde Inglaterra, de
ramio boa qualidade e por prego commo-
do : nos armaseris novos por detraz do
Theatro.
W 100 barricas de farinha de trigo, a
dinheiro, ou a praso : no armasem de Jo-
ze Antonio deSouza Maxado no porra das
canaas.
?jry Urna negra, que sabe lavar ecoz-
nhar, com urna cria de um anno : na rua
da Gloria, sobrado defronte do lampSo,
D. 34.
t|ry Uma negrinha de n a 12 anoos,
com pricipio de costura : no mesmo sobra-
do cima.
yp^ Urna venda na esquina do beco
das bar reirs : no mesmo sobrado ci-
ma.
yfir Umamolatnba de 1O annos: na
rua do Cabug, luje do Mello, D. 6 ; ad-
verte-seque (opeen se trocador uma ne-
gra cozinheira, e engomadei, ou um ne-
gro cezinheiro.
fV* Uma moUta de a3 a 34 ennos,
cozecho, engoma liso, ecozinha o diario
d'umacaza; na 1 ua d'Ortas, prmeiro so-
brado, vindo dos Martirios.
ffTJJP* Ornatos de Lisboa para homam e
mulher, botini de todas as qualidades, a
raas canquilherias : 'na rua do Cabug,
loje de miudezas, de portees amarelloi.
V7* Uma escrava ciila, de 18 anoos,
lava, cozinha, e engoma sorivelmente:
na rua Direita, sobrabo parede em maio
do do falescido Joze da Penha, por sima
de um capateiro.
&* Urna farda de G. Nacional muito
fina, um corrame de lustro, e um honct:
na rua Velha, defronte do sobrado do Co-
ronel Pessoa, ou na caza pintada de ver
de.
|ry Uma olajia, com uma boa canoa
cavilhada de bronze, quartos, e masper-
tenees, cita namargettdo Monteiro : de-
fronte d'Alfandega velha, fallar com Ber-
nardo Antonio de Miranda, as9 horas da
tnanlii.
UJ? Uiu molalinho de|ia anuos :nt>
Becfe, rua do azeite de pexe, armazem
de couros," N 18 ( e liobvm se troca por
umescrvo que sirva para o servigo d en-
xada.
MP* Uma caza de sobrado, cita as
tetras do Engenbo Magdalena, junto a
pontinha que vai para os Remedios, cora
uma venda por baixo : ua Boa-vikta, rua
que vai da S. Cruz para S. Goncalo, O. 9,
fallar com Nicolao Tolentiuo Pinto.
IfW Saccas de sevaja a ltOrs. a ar-
roba, e em libra a 60 rs. '
Vi'hos, Cbainpaygue., Feitoria, Porto, e
Madeira seca, tanto era barris, como
engarrafado
Barricas de boloxioha sida de i5 libras
Serveja preta, branca, em garr fas a mei-
as ditas
Saccas da arros branco
Caixaa de cha -.son
Ditas de traques
Ditas de njacns
Ditas de pacas
Barris deameixas
Caixasde sabio
Barris doazeitocios preta, e brancas de ej-
vas
Presuntos de Lameg'o
Paios, Linguieas, e nui ganaros por pi e-
co cmodo : na rus dos Quarteis, venda
D.2.
%^ 30 Cazaes de pombos : na Aterro
dos AiTogados, 1). 5c.
IV Mara, crila, cheia d corpo,
uma cicatris uo rosto, um dedo da mo
esquurda (orto, e pes apalhetados ; fgida
no dia 8 do correte, cora pao da costa :
rua Direita, padana D. 6.
ESC RAYOS FGIDOS.
Offarece se iooj) reis aos aprehendedo-
res do*escravo Antonio, naci Angola, es-
tatura regular de 20 annos de idade pouco
mais ou menos, com pez grandes, e cha-
tos, pernaa cumpridas, corpo curto, com
uma marca de ierda na canella direita,
bem pelo, cara redonda, nariz chato, sem
barba quando anda cmbalauca o corpo
como que os pez I lie pezo ; fugido ou fur-
tado no dia a7 de Maico ; tambem ganhar
50^) reis quem Ihe noticiar onde oxUte di
to escravo e prometo inviolavel segredo *
noticisdor no atierro da Boa-vista a
Joio Baptista deSouia.
t^y Roza, de Idade 32 snnos, tem ti-
mas costuras no pescoco dealporcas; fugi.
da no dia 25 do corrente, e levou vestido
de riscadoaznl: osaprebendedoieslevem-
na a casa de seu senhor Joaquim da Silva
Salles na rua do Collegio D. 8.
IfB" Em 26 do corrente mez fugio uma
preta de nome Joaquina, naeio Rebollo,
que representa ter *}5 annos, estatura ba-
xa, cor retinta, levou vestida uoa|saia do
riscado azul, argolas !e ouro as arelhas
e con tas de mssanga azul no pescoco, e
com um am pao da Costa : qualquer Ca-
p tio de Campo que a aprehender pode l-
vala a rua do Vigario D. 18 onde ser bem
recompensado de seu trabalho.
tj*JJf* Joaquim, crilo, de ao -tantos
annos, muito ladino, e falla bem desecn-
baracado, altera regular, cheio do corpo,
muito pouca barba, tem uma coroa' na
cabeca por ter servido deservente de pe-
dixiio ; fugido no dia i9 de Marco do cor-
rente anno ; consta que foi para o matto :
os aprehendeJorej levem-noa AmaroGon-
calves dos Sanios no Recife, que gratifi-
car ao portador com 50$ reis.
AO patacoens de gratiGcaco.
No dia 8 de Abril passado fugio
um escravo crilo de nome Jos, que re-
presenta ter de idade a 5 a 30 annos, pouco
mais o menos, cor fula, sem barba, esta-
tura alta, corpo em proporcio; bracos
muito grocos, o qual levou com sigo diver-
sas pas de roupa, e chapeca. K.te es-
cravo foi de Manoel Jos de Almeida Cos-
ta, tendo sido antes de Antonio Paes da
Suva, natural do lugar Tfrra Oaca na
Freguezia de S. Berilo era Pono Calvo para
onde h toda a desconfiarle* que fugio eali
existe: qualquer p&isoa que o aprehender
leve a rua da Cruz n. a8 a Roza de Irmio.
t9* Anjonio, pardo, 16 annos, 5 pal-
mos Taltusa, corpo alguma epuza cheio,
cara bocetada, olhos regulares, uma argo-
linha na orellia eiquerda, nariz urf.* tanto
chato, um signal da chbala pouco rezivil
junto da fonte, denles j espacozos, unbas
dos pez um pouco gastas Que bem mostra
ter sido criado em roca fugido and*
Setembio do anno p. p. : seu Snr. Ange-
lo Custodio Ramos o "Oliveira.
Taboas das fruirs chcias no Porto lie
Pernambuco. 1
15- Segunda i 4h.30 m )
i 16T:^=f6 1 5-4a .
jl7Q:^ 6-30
4 18q.^a -: 7 18 Tarde
5 19S:-*f~ - 8- 6
5 20S:* 854
*i~pm 94a a
DOTICIA MARTIMAS.
Navio entrado no dia 28.
RIO de JANEIRO; i3 dias; B. Ing.
Rapide, Cap. Thomaz Simnem : lastro,
pedras, e dinheiro : Calmont & Comp.
Ton. 255.
LISBOA; 32 dias; Barca Port. Activa,
Cap. Sabino Antonio do Cabo : varios
gneros: Antonio Joze de Amoriro.
Ton. 250.
FALMOUTH; 35 dias; B. Ing. H-
ward, Cap. Biaziky : fasendas, plvo-
ra ; Crabtiee & Comp.. Ton. 150.
Sahido no mesmo dia.
SATOS ; Pataxo N. S. do Rosario e S.
Joze, M. Joaquim Antonio Mara : sal, a
couros.
PE.M. KA TIP., DO DIARIO 1836.


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