Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05519


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Full Text
1
ANNO DE 1836. SEXTA FEIRA
27 OR MAIO N. 114.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PlRRABlloo, I* TTP. na Jf. F de F*an 1836.
DAS DA SEMANA.
aSSagvri i. oit. Baaileo Are
MTeaga, |t S-oit b. Afra M.
S Qaart* Temp. jij. ?. Germano Q. oes. da Thea. P.
26 Qalnts 8. FHippc Neri Re. dem. aud. do J. do
C de m. e Chanc de t-
21 Serta Tp.jej. S. JoaS P. sea. da Th. P. aud- do J.
de O. del
98 Sbado Tp. iej S. Germano B. Ilel. de ni. e aad.
do Y. G. de t. em <>limia.
Doania*o da sS. Triadadc
Tcdo agora depende de naraesmni. dano*mpru-
dencia, mvdcracao, e enerva coarlinuetm com
principiamos, e ereraon apnnladoa com admira*
cao entre aa Macoca uiaia calta.
rroc/maf da JftmbU* ral i traail
Sahacreve-ae a lOOOrs. menaaea pajro adlantadoa
neitaTypoarrana. e na Pra$a da Independencia N.
Vi e 3S i onde e recehem correspondencias lepali-
gadas, e annuncios iierndo eatM rratia iendii
doi proprioaaaiipnantea, viudo aiaiguadoa.
CAMBIO.
Mote 16.
.LiOndres, 38 l|2 a 39 D. St. poi l ctd. oo prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa M) por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 -255 Rs. por franco
Rio de Jaa. ao par.
Moedas de 6..40 H.,800
4000 0..8JOa7000
Pesas I ,,440
Premio da prata 50 p. t>
fla" Icttras, por me I a 2 por 0|O
Cobre 25 por cento de descont
PARTE OFFICIAL.
RIO QE JANEIRO.
Ministerio do Imperio.
Rito. Exm. Snr. Ton to chegsdo ao
ConbecimentodoGovernoa noticia deque
as immedtaces do Engeriho Montt-iro
dessa Provincia havia apparecido huma
Mina deCarva de Pedra, que nao fui ex-
plorada, por se mover quese entre o des-
cobridor, e o propriettiiio do t>treno. O
Regente, em Nome do Imperador o Snr.
Dotn Pedro Segundo, Ordena, que V.
Exc. entrando no conhecimento deste Tac-
to, inflarme qudtttn antea tudo quanto
encontrar a tal respeito, e pro pon lia mes-
mo o arbitrio msis judicioso que pus-a
tomar o Governo, para b-m de apiovej-
tar-BP este combustivel, alias de summa
importancia nos muitos usos que delle la-
semos.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio
de Janeiro em 6 da Abril de t836. Joze
Ignacio Borges.Snr. Presidente da Pro-
vincia de Pe iiambucu.
Ministerio da Justica.
Expediente de 28 de Margo.Decreto
Declarando que o Arl. 50 do Regalamen
to de 4 de Janeiro de 1833, na parte em
que determina que se tira traslado dos
autos, quaudo a appekc.-G for receida
noeffeito devolutivo tmenle, compre-
hende nicamente as cousas, cuja ex-cu
cao deve, conforme direito, correr no
menno Uaslado, em aquellas em que
n parte tem, na forma da h- i. de exlra-
Mr sentenea do processo para bir decaa-
la.
D;a 30. dem Decreto Authoris'ando
os Presidente.-. d.>s Re la c oes a mudarem,
se Ibes parecer conveniente, para as dez
horas da inunda al as du*s da tarde, o
despacho das mesms Relaces nos mezes
de Maio autubiotie cada anno.
Avi.-,oAo Presidente da Relacio desta
Cidade, com acopia do Decreto t.upra: e
para propor as ulteracts, que as sitas lu-
jes e experiencia Ihe indcaiem, neressa-
lias nu Begularnenlo de 3 de Janeiro de
1856.
Na mesma conform dade aos Pre> len-
es das Relaces da Babia", Peruambuco e
Maraubio.
Aviso so Commandante Superior deste
Municipio em resposta o Ollicio do seu
antecessor, de 2y do crtente, com o do
rVlajor Commandante interino do 2. Bita
lilao, que amaneira de applicar aos fictos
sspieciiios doArtgo i do Decreto de
a3 dtOulbro do i83a, e do Art. 57 da
Lei de 18 de Agosto de i83l, nao pode
seroutra, genio ou por meio do Cotise-
II10 de Qu.il.fn-acao, nos casos de que o
Cidadio deva deixar de peitenrer, por
motivos que nio involvo griminalidade,
Guarda Nacional ; ou por meio do Con-
seibo de Di.-ci plina, nos casos em que a per-
da do posto Ihe tenha de ser declarada, co-
mo pena, por tran-gressa dealgum da ver
imposto'por L' i; caso em que est o Cida-
dio Anacido Venancio Valdetaro, que
se ausento sera (cenca, e nean se fardou;
cntnpiindo por consecuencia qaeoMajor
Comurandite interino do 2. Batalhio pro-
ceda neta conformidade, nio havendo
oulro modo |. gale justo, de haver-s* por
vago bum cargo lectivo da Guarda Naci-
onal.
Mi ni le o da Fa zonda.
Expediente do dia 21 de Margo. Cir-
cular Manoel do Nascimento Castro e
Silva Presidente do Tribunal do Tbesou-
ro Publjco Nacional, em con-equetnia do
Aviso da Secretaria de F.s'ado dos Nego-
cios da Guerra, de ag- do mex passado,
ordena que nabThesonrar' cias se eon-ideiem como Empregados de
R paitices ex 1 indas o Empiegados das
Pagadoila^ de Ti opas, abolidas pelo De-
cido de 7 de M .reo de i83; e se lance
em conta do Ministerio da I'kz nda. na for-
jna do Art. 53 da L i de 24 de Outubro
de 183a, a desp.za dos ordenados duque!-
les que pelos seos Ttulos tivei-pm direito
sua cotitinuacio ; deixando de levar se
corita doMmi teiio da Guerra, quando
por ventara i.**o se lenha prallcado : o que
partecipa ao Snr. Inspector da TheZou-
raria da Provincia de.... para su* iutel
ligencia, e devida ex> rugi.
Thesouro Publico Nacional em ai de
Margo de i836 Manoel do Nascimento
Castro eSilva.
Maran.bio.--Participando ao Inspector
da Thezouraria, em resposta ao seu Olli-
cio de 24 de Dezemliro do anno passado,
sob N. u0, que foi approvada a resolu-
gio que tomara depiobihir o transporte
de moeda de ouro, ou prata estrangei
ra de bnns pata outtos Portosdo Imperio,
em Embarcaces Estcangeiras ; pela ra-
zio que depois de dc.-p sumo, fazoobjecto do commercio de ca-
botigem vedada aos Eslrangtiros.
N. sendo ainda baniautn para a boa
fi calis.ic.i dos Diieitos Narionaes, as pro-
videncias dadas tas P01 taitas de la de Fe-
vereiro ultimo, e 30 de Junbo do atino
passado, de se exigir fanga nOs despachos
de reexpoilaco aos direito* de consumo o
expediente, at se apreseutar certificado de
liaverem entrado na Alfandega do seu des-
litio as mercadorias reexportadas para
dentro do Imperio, 011 para fora dille rom
escala por algnm de seus poftos: o Sur,
Inrpertor da Alfandega fique na inlelltgen-
cia de que em lugar das flaneas, he exi-
girio d'ora em din nte, e em todos os des-
pachos de reexportadlo e baldeacio. As-
signados, pu Letras endorsadas por bum
A*sjgtiante (as quaes tero a mesma forca
dos Assigtiados) com os seguinles fnci-
mentos: de 3-mezes se a ree.xportago e
baldeacio for de bum porto para nutro da
Costa Oriental, ou Septentrional do Bra-
sil; de 6 mezes de huma para ootra das
ditas costas, ou para os poi los Estran-
gei ios ao Sul do Brasil, e frica Occiden-
tal ; de hum atino separa a Europa e A-
frica Oriental, e ptartor. E-trangeiros ao
Oeste do Brasil, e Costa Occidental d'A-
merica ; e de dous annos para osportos d'
A->ia. Estes asignados, ou L tras, fie-a-
rio em poder do Thezmireiro da Alfande-
ga para os cobrar no st u veri-cimento, se
os Despachantes, 011 seus endessadoie*
na5 apresentarem dentro dos ditos praaoa
o certificado da Alfandega importadora,
recnhecido pelo Agente Consular Bra-
sileiro abi residente, ou, na stra falta, pe-
ta competente Authoridade do paiz, le-
vando-ae a importancia recebida aoLivro
dos Direitos. As partes que preferiretn
s Letras e Assignados depozilur em di-
nlieii o a importancia dos diieitos e expe-
diente, se llie adiniltir, perdeudo o de-
posita, se dentro dos prazos mencionados
nao apresentarem o cerlifi ado exigido. O
que assim compro .
Rio errial de Margo de 1836.Manoel
do NascimeOlo Castro e Silva.
(Corieio Offii al.)
GOVERNO DA PKOVlHCl..
Expediente do dia s5.
Oficio ; Ao Inspector da Tbetouraria,
a fim de entregar ao Primeiro Secretario
da Assemblea Provincial Laurenlino An-
tonio Mdreira de Carvalho a quattlia de
800^000 rs.^psra as despezas do expe-
d ente,, conforme foi -resolvido pela mes-
illa Asembleai em *esa5 de 21 do cor-
ren le mez.
Illm. Sr. S. Ex. o Sr. Presidente
manda parte par a'V.^S. que tt'esla data
ex pedio 01 dem ao Inspector da Thezou-
raiia para Ihe ser entregue a qutfpiia de
800$000 rs., coibo foi resol vid pela As-
semblea Legislativa Provincial, para as
despeCM de seu expediente.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Pernatnbuco a5 de Maio de
i836. Sr, Laurenlino Antonio Mo-
rena de Carvalho,'. Sei i i-tario da Assem-
blea Provincial. Vicente Thomaz Pi-
ros de Figueiedo Ccuiiargo, Seoietsrio d
Provimia,
PAIttiiia DOS COaKKIOs.
Olinda_Tndoa oa dias ao meio dia.
(ioiana, Alliandra. Parailin. Villa do Conde, Ma-
mangiiape, Pilar, Keal de S. JoSo, Rrejo d'Areia.
Kainha, Pi.mhal, Nota de Sou/b. Cidude do Natal.
ViWa de Goianninha, e Nova da Princesa, Cidads
da Fortaleza, Villas do Aquir, Monte mor novo,
Aracatv Caacavcl. Cauind, Granja. Imperairix,
S. Bernardo, S. Jaao do Principe, Solirar, Novad'
KlHey, Ico, S. Matheua, Iteachodo aan^ue. S.
Antonio do Jardim, Qncxerainohim. e Parnahiha
S'ifnndas e Sextas lei ras ao meio dia por va da
P.araiba. Santo Antao Todas aaquintia reina a
meio dia. Garanhuns. e lionilo nos aa 10 e 2*
de tada mea ao meio (lia. flore-no din l'i.l.
cada mea ao meio da- Cali, nrinhacin. Ilio For
mozo. Afoa Preta c Porto l"alvonos dias I, II
e 31 de cada mea Serinhottn, ilio vormoBo, eA
poa PretaSepundas. Quanas! c Sexts lcir".
Illm. Sr. S. Ez. o Sr. Preziden-
te enva a V. S. para ser presente a As-
semidea Legislativa Provincial o incluso ,
ollicio da Cmara Municipal de Itamara-
c, que aprezenta inconvenientes a Lei de
i,\ de Abril p. p.
Dos Guarde a V. S. Secretaria d*
provincia de Peruambuco a5 de Maio de
i836. Sr. Laurenlino Antonio Mo-
reira de Carvalho, Secretario da Assru-
blea Provincial. Vicente Thomae.i'i-
res de Fgueredo Camargo, Secietardo da
Provincia.
Illm. Sr. ,S. Ex. o Se Presidente
manda remeller a V. S. para serem pre-
sentes Assemblea as Posiuras Policiaes in-
clusas das Cmaras filunicipaes do Rio Vki -
mozo, e Garanhuns.
. Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Pernambuoo a5 de Maio de
1856. Sr. Laurenlino Antonio Mo-
re ra de Car val!)-;, Secretario da Assernble-
a Provincial. Vicente Tilomas Picea
de Figueradn Camargo, Secretaiioda P.
DIVERSAS REPARTICOENS.
MUZA DASOlVKliSAS RKNOAS.
A aiiU he a mntma do N.' 110. O
algodS passou a 9$000 rea.
CORRElO.
Existe na AdministragaS do Corres*
Geral desta Provincia tim cilicio do Exm.
Prezidente desta Provincia, de particular
i ulerease de Antonio Caetano da CtMkl
Monteiro, ao Ministro da Guerra, o quai
hade ser remettido aaseu destino depon de
pagoorc-pectivo porte pelo titeresdo.
Na mesma Administraga exislem muy-s
duas Caitas segaras viadas das Alagoas,
e Babia, a entregar se aos Srs. Antonio
Joze da Costa, e J->ze Freirs Maeiel Al-
cantorado : os mesmosSrs. as quebrad ir
receber na dita Adtnitiistraga.
O Pataxn Lea de.qOe Capita An-
tonio Carlos Francisco da Silva sai para
Angola no dia 5 de Junho p, f.
i Tendo*se de proceder nos termos
da Lei at o dia 4 de Junho p. vindouro,
o consumo pelo fogo das caitas retaiatadasi
nesta Administracio abaixo dMcriptes :
avisa-se por este motiv. > parles interes-
sadas, para que com lempo as tire'm, ou asi
matidem tirar at ve-pora d'aqaelle dia,
para que por inscencia dese mocoso nio
venho depois a ter os prop ielarios dellaa
IguB prejuizo.
Lista nominal das cartas que se refere o
aviso assima.
Anna DiasPereira
NoberU Miranda Henrqiie
Agostinlio Santos Penia
Angelo Custodio Sacramento
Antonio Costa
Femandes
Guimaraens
a

t Joze Rsmalho



1) 1 A 11 1
D E
P K 11 iS A M C U C O.
-a
Pailre Antonio Joze Sou/.i
Antonio Pedro Sanios
Rodrigues Silva
Padre Biaz Manuel A-laxado-
tLnto Bandeia Mello
Carolina Mara Quaresma
Cactaua R-iisGuinaraens
Cu-todii. Goncalves
Gamillo Jo/e Moieira
< mdido Jacinta nidio
Clemente Joze FeritirwjCi.ua
Deliino Anjos 'IVixtira
Eioj Perfil-;^ Leal
Flor inda Xavier Almeida
Froni iaca Oliveira
Fortnate Folbenqu nos
Felippe Francisco Kamaio
Joze Pticia Ltjl
Francisco Alhnquerque Maranhao
Padre Francisco Antonio S1-1 j>a Fenece *
Fincisco Antonio Miiauda
Que oGoverno transarlo liouvetse pro* I elle-lr-m conhece que o paradeiro da de-
Joze Araujo
Costj Guimaraens
> Silva
Oliveira
y, Paula Medio;.
m Soma Rung I
Ci.iiherine JacaV^IIciu
Getrudes Mari Joaquina Meudonca
Justino Antonio -Bap lista
Jacinto Joze Borge> Castro
Barra! Costa
u Isidoro
Apolinario Romano
Igbacia Francisca Nascin'entu
Ignacio. A di ia to Monleiro
Lidio Santa Clara
Joaquim Alves Rodrigue. Cilra
Antonio Pintado
Padre Joaquim Francisco Mfciel M.
Joaquim Joze Ferreira
j) u Gomes i M:>xa.do MTfo
>> Pinto Maia, Suva Rafael Mello Jjtriur
JoanuaMa'ria Francisca Ji-So Antonio Vieira n Bernardinu OUvcirn
Damasio Jnior
Francisco Anjos Costa
Gomes Jasmim
j. Heurique Mello Jacinto Medeln s Ignacio Vello Joze Andrade
Rodrigues Freir
* Manoel Pe reir GeraldvS Xavier Ribeiro Andfade
IJoto AzevedoC'mello Antonio'Pereira Foncera
> Pinto Cipriano Ribeiro Silva
Esp.' Brmco Ferreira Cotilo
5 ) i ,fi Diss Francisco Silva Can-ico
JJ Ignacio Buarque
*l Juaquim 'J'a va es Santos
>> Lua Pe eir Luna
i Moren a Guana Maia VVggetUi.y Pinto Md^lbw
Pe i ira Araujo Silva Carnei ro Salvador Cav,i|,-i:o
Silveira !Vrra Thomaz Lima
pisa Caetana 'Payares U| Pc.i.'i Fraca
aviario Fiancisco Mbnteiro iz Antonio Araujo ,, ,, Box a L.
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tegido os verdugos da Provincia, grati
ficando rom pensos e d.inuo toda a im-
portancia ao principal d'entre elles, aecu-
sado por vai ios Presidentes, e por todqs
os homens si.-udos da Provincia, como'
i 'o de alta traico; e j finalmcote dimit-
tindo alguns Presidentes, nicamente pa-
ra satisfacer aosdelejos deases pe versos,
augmentando-llies dct'arte algorna influ-
encia que ja uhio, nao le pa.a admirar
porque todos saHemos oselemenli s de que
elle se compuulu -t potecn que oGoverno
dirigido pelo Sur. Feij, o escolhiJo do
povo, o Mini-lo da Ju*iica rjne ecK.3^ ., .Dep.ojs que o .PuHlicoJa, insultando ar-
me, elle se commrtte diaiiameole, p >r
tr
tiobem i-ervo ao Brazil, continu a ti :ilr
rom condescendencias aqoelles cheles de
ass.T-sinos he o que ua verdade faz tiagar a
ultima tota docalia da amargura a todos
os hon* Brazileiros, e particularmente aos
l>io-Grnndei^es amibos da ordem, da u-
nii-o e do Sur. D. Pedro II.
A Assemlilca Provincial faz circular que
'Presidente f illcgalnieole inpossado
do Govrno da Provincia; este dclaia
haver obrado conforme as leis, e em ar-
mona rom as instruccei do Governo ge-
ral, e exiue doiuesmo Governo huma de-
claracSo formal a rr-speito, para destaso"-
te destruir a intriga deque havia lancadn
mi a hypocrisia da Aasemhlea Provincial-
O Gove no, gol! assonbro do Brazil e un*
nifesta pr<'teccio moral aosanarchistas da
queila Provincia, se conserva silencise
sobre este importante asumpto: como
explicar ernelhhte conduela?
Hum dos rh< fes dos malvados ali he ir-
mio do Ministro da Guerra. Q.ie e le
facto importa huma decidida prolerca -
quelle partido desorganisador, copela se
pidos olho do observador mais snperlici
a!, e tem sido so!>ej.iniente provado por
liversns occorrencMS. No entarito esse
Ministro, que era tem a decencia de pe-
dir asua demisso, nem decumprir o ira
perioso dever que Ibe impoem as circuns-
tancia11, de declarar altamente ao Brazil
que desaprova a nfroe oondu'cta de sen
ii mi, he conservado no eminente eim-
p >rlanti 'ai io de Estado dos Negocios da Guerra!
lim pre->rnca (lestes Lelos, como podem
os B ar.ileiro" que amfio a snn patr>, eem
particular'os soffredoies Fio Crandense,
deix.u- deexp< rimenlar a mai pungente
lr, e de vermovei-seem seus pe;tos hi>m
gio de indign-tca fa< il de seolii-^e, im-
pissivel detlesCrever-se ? Tal he a per-
f/inta que 1^7. aos individuos tue forano
pa'te as deliberaces dos conselhos naci-
onae?.
(Corresponden-ia do Jornal do Commer
cii.
vas tabora refoluca ser odia feliz em que que o criminoso acha n'aquellas mesmas
ao Mrito, Viitude, e 'Scien'cia se re- Leis que o deviam punir o meio de cs-a-
entregar o deposito Sagrado que boje, par-se a pena. O n^sjo Jm;;', mal 0r~
pltofanando se o decoio Nacional e a Ma- nisado routo tefn coiSperado pira o ma!e.
gestade, anda existe as roaos impw.asda quesofremos ; Cm'fifi) spfn ri-c, ,|,. Cr,
incapaculade, do vicio, e da ignorancia;
poretn o Publicla anda com piejuizo de
sua cauza nid.-via Jansar ma do indeco-
roso meio de aflii mar urna falsidade, em-
buaa seja isto o ntnco lenitivo, que no no-
vwsimo de sua existencia politice cncoo-
tr^ni os corifeos da reoluca, que eulu-
tou o desditezo e roubado Brasil.
rojadamenle a-maior parte dos Brazileiros,
diz peroles para reutar un nosi-o artigo
no qtial sustentamos : que os Begressistas
o quede/.ejarii he que se eleoiinem de nos-
sos Cdigos Leis que. dicta(}a9 polo espiri-
to revolucionario, prf,tenem a ladroens,
e assassjoos, e eni sarama que n* Begres-
sistas dzejam que o Brazi! tenha Monar-
cliie, Constitt)wie Lea, que protejaro os
bons, e ca$tigi]jm 0s ms, comj;> live"
mos, ainda que incompletamente "^ ^~
s primeiros annos depois de jurada a
ARTIGO COMMUNICADO.
Continua) se-'d.
RIO DLJAKKIB'J a3 DE ABRIL.
',-contemplar o esi..do laatiii!0>o a que
e|a reduzi !a de-gia'c.'da 1 rivini i
Rio Grande do Sel, segando as ulti-
'" noticias d'ah recebidas, e as coUsjs
a tem conduzido aos boi-ioies em que
;' erivolli fiz na verda 'dignaca o Coraca de todo o Bra-
ro qae verda leijarntuteama o n, izque
nascer.
OConst. e Pedro a. em seu n 15. trsz
uniait. do'Publicla--; cscriplo tedegi-
do no Rio de Janeiro, e que sem rebuco
advog o progie-so revolucionario, e fas
d'esParte cru guena ao sistema Monar-
chico, canza de constante qnesla para o
Publicla. N>5 notamos que este Reda-
ctor deixe de sirnpatyzr com a idea da
B"{renc*ia da Princeza Imperial a Sra. D.
JANUARlA ; e nem uwmo era de espe-
rar que o tillio miraoo das iu'^as simpa-
tvz*sie com un Acto, .que hade p> ter-
mos desgraqas com que a levoluca tem
fl g<.-lado o innocente Brazil ; mas o que
nao podemos deixar de notar he a" sem re
remoh' cora queo Publicol i afrirma, que
a i.lea da Regencia de S. A. I.,* emittida
pelo peridicoSette de Abril ainda nao
euCODtrou echo m psite algutna do Bra-
zil, exceptuando este Diario Ora he pre-
cizo em verdade milita coragem para p-
firmar ta notoiia fal-idade, ao mesmo
tempoqueuma aluyiaS de period eos e ou-
tros impressos (rnuitos publicados no mes-
roo Rio de J..neiro) pila maior parte pti-
mamente escriplOs, advog^me proclamam
em todo o Brazil esta idea com enthusias-
nio nunca visto, e ao me-uno lempo que a
grande maioiia di FfocaC f vios aVaen*
t-se sinceros pela Sferrissirrla Princeza,
para Ouem olha como o rnais firme pe-
nrur do Throno de Seu Augus'o e Inno-
centinho IRMAO'. lie veidale que o
Publcoli adv'gi r propria canzj que
ConsttuQ5 conclue o Publicla com
a segrate lirada ,Ora nos oia priraei-
ros anuos depois de jurada a Co"stitui-
cao nao tinhemoi Codito Pena', o do
-i Processo, e todas as outras Leis <]ue se
segoiram, (A tlenca) e*.t^ deram de.
senvolvimento ao 7 d"Abril ^% cue
&c. &e.
Com*(R j|o o Publicla adrinhou, on
alguem lhe tirou e Ora si. como o Publicla reconheee, es-
sas Leis dei'aVn desenvolvimiento a h.tncza
-evolnca de 7 Je Abril, segiie se qu<- sao
Eeis ar.adas e propras* para desenvolver
revolupotns, que para esse (mi fwiam
fetas ; enuepor i,,nto he inconte:tavel
que ellas foram dictadas pelo espirit re-
voluciona, f.>. S>ndo pnis exaciissima es-
ta conclu^5, segue-se ta bem que deze-
jando o Brazil acabir com ai revolucoens,
que ta proficuas tem so-menle sido a Pu-
blicla, e rnais comtante Marrecadi, d-
v ni ser elmnedas de abasos Coditos es
sasLeis (|osnvolvednris de revolucoens, e
substituidas por oulras q' protejam oCida-
da ea viriude, e que contenliam o Pu-
blieoh, e outrosespiritos revolucionarios ;
e b^ e-se dezejo dos Regressistas.
N'aqnplipi dois primeiros annos que ci-
tamos, Lec.lacaS criminal Portugueza,
coaretnda pela Constituigao- em tudo que
linha de herbara, garanta ao Brazil se-
guranca interna ; e os homens pacficos.
e Irmrados nunca se molestaram porque
as Leiseram severas, prquanl: que se
importa com a severidade da Lci, quem
n5 vetende delinquir ? Hoje porem te- ,
mos L'is protectoias db crirr; temoso
Ai figo 36 do Codito criminal, o qual de-
fendendo que se emponha pepa alguma
em consequencia re presumpeoens, pro-
hibi cjtisequentempnte a pronumia por
indicios, resultando d'aqui. e n'uto paiz
como o nosso, dexare'm de ser punidos
muitoscriminos-'S, por nao pptle'cui. ser
pronunciado1'por indicios : temos o Arti-
go r 16 do mesmo Cdigo, qu/ he urna so-
lemne zombara. exegindo vinte mil Des-
loas parase realizar o "rime de rebelia,
isto he destruir a Constituica, destroni-
tar o Imperador &c. &c. ; de maneira que
iunUndn-.se i9,999 pessoas pa destnii-
rer a Cost tuica. ou dcjtrn'nizarem o
Imperador e tendn mesmo levado a eTeito
e-te infama proecfo, nao commetteram o
crime de rebelia!! temos os Artigas
224, er?25 do dito Cdigo, os-quacs to-
cando no meis sapeado das f.imil.-., api;
nhalaram a honra, que ferida rnorlalmente
parocecstar dizendo le do, que muito prezas a reputsca de la
familia, quandn um consorcio que t^
deshnrese effecluar ou qnanda te ferir
tima in'.imia ainda maior ; vinga lu
mesmo a tua honra, por que as Leis
que a protegan], e o sagrado das famili-
as forara derogadas, e substuids* por
Leis.'.. mas..., lie melhor calar. ..,,
Temos era fin outras muitas Leis que a pe-
quenez de um artigo nao admite analizar,
que s as protectoras do crime, e que co-
mo, (cora conhcimento de canea) diz o
Publicla despuvolveram a revcluca de 7
tle Abril, e desenvolvern muitas outras
revolucoens".
pode-se afllrmar : As Leis que temos
protegern a ladroens, assssinos, e rev.,_
lucionarios ; os homens honrados, os C-
dedas pacficos es-a Cura da hrutecaSda
Leis. le pos em consequericia ct\-\\is
que tamos roubos, e] as-assifiies tem' ha-
vido ; foram ellas que a poneos dias in-
humanamente assassmanjjp 0infe!izJo
Ta va res Gomes dn Foncera ; he 'vp '
. "c ..*e,ujde
que seu genio brusco, seu ar e ruedo ir.
saltante abreviaram-lhe >>\ deflio r prixj
suido do espnitoj revolucionario, persua-
ddotal vez que P:rnam;bufe:he a Franca
dosecnlo pas-ado, egijuecendo se, de sua
inferior condica, ellern!(Vizcde,crlcuns-
crever-sn no*tircu|o era queia ?aj(flt iocoi.
locou na Sociedade, ousadamrn pileto de cabras e bode insultar 'a cYdat
dasdeuma origem legitima, e-fceritotsu-
perior a d'elle, em lina o nfefiz 'JWrpi
romprou milhares de inimigos, e,sem ad-
vertir, que as Leis dictadas plb'espuPt?
revolucionario, assim como d^?i^c^iv^^
revolucoens, e proteg m os revwrozs d;i
mesma so te pn t. gem ao !adri, ag .. .
sassino, elle fui victima da nfSS?i.:! .
para qae tanto concorrea l CQmjjjdo
embora tivesse dquerido tafoT iniaj:-
gos, embora sem "cessar desafiasse o odia
publico, elfe n^ socumbiria ao-'fawf assssino4 6 as Leis nao prutigesseni o cri-
me, si ellas"na5 tive.--sem plantado a im-
m^ralidade. Doslo tenha em. sua Santa
Gloria!
Crie-se qnantos agentes de Polica se
crarem, hajam as rondas que Hotfvefeuj,
como he impossivel hnver sem'c.'.'.r tima
patruiha ehi cad esquina, em'cadi cal-
sada, em cada beco &c. Ve, os ciitrvos
nao se evitars em quan'o tverni'ijd'a [ac-
tual Legislado cifminal. De que .seffe 1
actividad da'Policia, de que serve assuas
pesquisas, s as Leis man, tandea uro as
protectoras dos criminosos ? Felis'mento
PernambucT tndo arrancado a sua'Poli-
ca de mas1 inhabeis, boje pode dTzr'qoe
goza alguma scgmvnpa : fmu-sos assss-
nos e ladroens que sempre vjveram i'nc-
lomes, e atc^ fazendo gaibo de suas atr..-
cdadea j esta encarcelados; graeas mil
sejam dadas a Nossa Assemblea Provincial,
graeas a salutar Le de i4 de Abril Que-
a Deus que o Jury nao torne infroctlews
asdeligencias eactividaBe do Sr. Picfeit-
Manoel do Nascmento da Costa Monlei-
ro Quera Dos que os Cdigos das sim-
patvas do Publicla nao ponbam ua ra,
p#ra,rometler novos crimes, os facinoro-
sos capturados em consequencia da dicta
Le Provincial 'Pudo se deve esperar e
terr.er de Leis, que servem para desenvol-
ver rcvolu9oens, como a (Tirina o Public-
la _
Finalmente anrma o Publicla que o
Diario prega o Serma que lhe ve.n enco-
mendaao do Rio de Janeiro. Que graci-
osa aecusaca Ser o Publicla ts mio-
pe que tn descubia a identidad': dascau-
zas na conformidade dos resultados ? Tan-
ta stultice m verdade na5 cbe a quem
escreveo Publicla. A nossa correspon-,
dencia cora o Rio de Janeiro lemita-se a
simples livilidade, ou a rclacocus lamili-
ares com os nossoa parentes que ali sao
Funcional ios Pblicos, Si somos concor-
des em ideas, si aprezentamos iguaes ar-
gumentos aos a presentados no Rio de Ja-
neiro no mesmo tempu, he por que as
cauzas sao a3 mesmasem todo O Brazil. As
tristes circunstancias que nos oprimem, a
delapidaca escandalosa % o despotismo
chimangal sao as camas suficientes que
euduzem todo o Brazil a recladar por um
Acto, que ponba (emito a tantas'desgracas.
Dos Ilumine a Nossa Assanjblea Geral!
G
m.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
Correndo a vista pelo Diario de Vms. n.
77 De 11 do mez p, p. encontn i a cor-
Piotegcm pois as Leis o cri- | respoadencia can que me miuiozio'u o S'.


D
IARIO EPERMAMIICUO.
s
Bndjrr tr*im rmr&tM"-'~"'''Mrwm
Feliciano Joaquim dos Santos ex Oiricial do
Corpo de meo.Caminando, li-a urna e ma-
is vazes, e quando coroessava a impassien-
tac-me, por tetme lio falsamente calum-
niado,' restitu rae a minha prudencia por
duasideia:., que rneoccorrerio, a primeira
da poca em que desgraciadamente estaraos,
nueos calumniadores e intrigantes pi ocu-
lto dezacneditar de toda sorte, firmados na
impunidade do tempo a os que nao esto no
cazi ri'i !lts, persuadidos que assim ganho
oopiniio eempregos, e a Segunda que as
nessas^ que bem sabem da l'alcldade de
iunto .avancou o Snr. Felicianno, por
t-starem ao factu do negocio, nao seriao c-
pales de {altarera a verdade, quando fu$-
s.-raclitroados a juico para declararen!.
Donaoce do Snr. Felicianno peante o
.Juisdaprimeira Vara do Crime e a vista
da prova*, que dei foi elle pronunciado a
mrizo e livramento, econdemnado as cus-
.las, como veroVms. da Certidio junta da
Pronuncia, qulrtambe.n far-ine-ho o ob-
sequio manda la eropremir para chegar ao
conbefcimerrto do Publico.
O Snr. Felicianno vendo que se segua a
sa prizio correo a c>za do Snr. Antonio
da Sdva Gusmo erogou-lbe par servir
de seo Fiador, em o que foi servido. No
Tiibunai competente eu acabarei de pfo-
var a calumnia doSr. Felicianno, que co-
rno aemum Emprego til tem, e nem em
que seoecupar, llie sobra o tempo para
couzas ociocas, e'pensa que eu estbQ no
mesuio cazo para empregar-me s em res-
ponder suas futilidades.
Si ftise Vais, darem publjpidad% a es-
tas njias penque rnutoobiig*do deixar
a ente que pjKMtttt de Vms. amito
Atiento VeneradoB e< Criado
Franciaco Antonio deSliarretfo.,

lulgo com criminalidade o impresso de-
nunciado, e obligado oseu inclu' Felicia-
no Joanuim des Santos a pnsioelivramen-
t, por estar cumpreheudido em o artigo
lmenlos e fiinU hrJm dflfiutiiga Crl.u-
j|. _. O E-^ciivo lance o seu nome em o
rol de culpados, e remella a notta ao Pre- ,
feitoy e pag Us. Hecile 9 de Maio de i836. Joa-
q uim-N unes-Masado.
il r .... i J ,
GR\M-BRETAMI\.
Londres, i7 de Feveteiro.
Na sessaS da Cmara dos Lords celebra-
da hontem, ttactou-se da dissoluc.i das
ojas Orangistas, principiando os debates
pela permissao que pediu u Conde de Wm-
cheUea., par? dirigir ao primeiro minis-
tro a'gumas inlerpelacos- com motivo das
resoluces adoptadas na outra Cmara so-
bre o mesmo negocio. O nobre Conde
per^untou ao primuro Lord do Thesou-
ro, que uso sepropunba fazer o Governo
das resoluc5es dos Communs, e se a sua
Jaieiicflse limitava a applica las tmente
s sociedades Orangistas, ligadas com ju-,
ramentos e biguaes secretos, ou se esta va
decidido a estender a prohibica a todas as
sociedadea formadas para mauter ua Irlan-
da a religia'5 protestante, qual deve o
Soberano actual o estar *entaJo no thro- i
ao ikG-l'ietanba.
jF-u considerei sem pre, ajuntou Lord
Wir* helsta, como urna cousa mui deplo- ,
ravul a exigencia de quat-sque' especies .
de alsociacSes, que usem de signaes serr*
tos/e estejam ligadas aulre si com jura- |
metrieaigualmeuiesecretos; poriim enten- '.
do quepoderia fazer-se urna excepca a
favor das sociedades Orangistas.
Levantou-se o Duque de Cumberland,
edisse: (Movimeuto geral de curosida-
dr) Eu declart) que desd? o momento em
que tive noticia da mensagem da outra
Cmara, e da benvola res pos la de S. VI.
aprevsei-rae, de ai d-do com os meuihros
mais influentes da associaca, a recomen-
dar s sociedades Orangistas que iroaiediatarnente se dissolvem. "' a-
gora ajuntarci de passagem, que falso
quedos associados so ixiisse juramento
agura.i
O Visconde Melbonrne : Com som-
' mo prazer ouvi a declaiacao.'que acaba
de fase'r. onobieDuque, e ceitamenteeu
n5 espera va menos de urna personagem
enllocada na summidade social, que ta,
dignamente oceupa. Experimentado a
mais viva satisfaca, e o mesmo sucefcde
aos domis neaibi os do'Governo, vendo
ijiie este negocio se regula de urna maneira
ainigawel, poiso nosso desgosto seria ines-
plicave!, se nos ,vissemos obrigados a re-
correr a meios de rigor para fazer ex-cu-
tai; as resoluces da Cam-ra dos Co inuns.
Teiyiinoo aqui a, conversaca, e fe-
rhou-sea sessa.
(Globe.)
VAIUEAKS.
S mana Sinta em Jerusalera Domingo
.de Ramos, e Quarla feira de (revas.
Eis-me aqui com o padres Latinos na
greja do Smto Sepulcro, para assistir s
ceremonias da semina santa. Estabeleci-
hjc na empella da Virgem p> rtencente aos
latinos, e vou descrever quanto vi, e sen-
t neata commumoraqo dos' matares mys-
terios consumados c-ntie o horneas.
Piiucipiuu esta triste seojjna pela tata
de Ramos. .Eiigiu-se um altar polla do
santo sepulcro. 6 padi e vigiio, iia au-
sencia do padre reviren sMmo, oHio.av.i
Pi.itificalinente ; anda que p(o b-vava
nem.baculo nem mitra, porque o padre
reverendissimo pode usar dosajiibutp*- e-
pi-copaes. Todos os religiosos de S. Sal-
vador eos catbolicos de Je-ru.salem, ede
B-lem reuniram-se naigieja do santo se-
pulcro; tambero acudiram ucna muUidio
de musu!m;>nos atirahidos pela curio.-,i i.<-
de. Deve- advertit-.-eque a magestosa |>ym-
pa dasceremoni,s lalina^ encanta os mu
.sulmanos de J.^rusalem, assim con?o as dos
gregose armenios, menos i-.raves e solem-
ne-, parecem-'hes jogos de meninos.
Os nosso" religiosos lioham antes o cos-
tumedeirno Domingo de Ramos ao logar
onde era a villa de letfage, urna hoa de
jo-nada ao oriente de.Terusalem, e donde
Je-sus Christo sahiu par.i Fosar sua gloriosa
entrada na Santa Cid. mo, revestido de sobre peliz e emola, ie-
cressava de Belfage cidade, montado so-
bre um jumento i icamente ajaezado, que
conduziam pela redea dois dos piincipaes
catholicos de Jei usalem ; a comitiva adi-
afltava-seentoando liyinnos ecaniigos sa-
grados, oscaminhos por onde passava es-
tavam cobertos de palmos e flore, inleresJ
sanie e fiel le.nbranca daquella marclii
ti iuiufal seguida da morte mais ignomini-
osa, como seChiisto quiebra ensinar-nos
quo curto o transito da alegra dor, e
do ti iumplio ao suppioio.
lia mui'js asos que se nao fc a pro-
ci.-sao de Betfage, por teiem acrescido graf
vos inconvenientes. 0> latinos conten*
tam-se cora celebrar nodia de Ramos urna
missa solemne, e aspalhar palmas lientas
sobre o divino sepulcro, asques lev.im do
xni/. de Gaza. A palma do que celebra, e a
do padre procurado.-, adornadas com as
primeiras fljres da primavera, trabalha
das cora arte*, formara como urna triple
coia, emblema das dos pontfices rom-
nos. Depois da dstribuicao das paltaS
aos religiosos e princpaes catholicos de Je-
rusalem, o resto des liis, em paiticularos
de Belem, temerosos de que nao os alean-
cassem, precpitaram-.-e de rojo porta do
santo sepulcro, resultando disto grande
confuso. Os musulraanos, encarregados
da polica do templo, davam em vio com
seus paos e azorragucs para apaciguados ;
es catholicos disputavam e renhiam entie (
si; moitos niusulnianos arrojavain->e so-
bre os ramos beatos, e rechacavam com vi-
olencia os chrjstosquequt'riam anticipar-
e-lhes ; a desordem Foi tal, que o ctle-
brante viu-se obrigado a encerrar se no se-
pulcro parto de um quarto de hora. Ft-
iou a aliona alinelo um de Belem, que foi
dos mais maniatados, e cujos lamentos
partiam-me o coracio; dei-Ihe a pairad
que recebi das mos do queofficiava, o por
bre paraexpressar a saaalegra nao
mais que estas palavras (bom Fance!
bomFrancs!) Franca cuiaitb! Franca
oui taieb Depois de algilns in-tanles,
passadoj o tumulto, o padre vigario den-
me outra palma. Os padres l.linos diss*
ram-im- que todos os anuos repete-s a
mesm i desordem.
Filando as palmas distribuidas, fez-fe
a proci>so ao redor dosepu'cio, edepois
cele'brd'i-se a mi-sa. Tras sacerdotaa re-
vertidos dealva, e estol la, roxa cantaran!
a pai*o como na Europa. Eta historia
dos ltimos dias e morte do Redemptor em
todos es paizes interessante : porm ";s
portas do seu Sepulcro, a fcririta passos do
Calvario, senle-se n'alnia urna religiosa
mtdancoli.i.
Depois da missa, indo da igreja pia o
convento de Sio Salvador com a palma na
mi, accumrnttteij-roe urna mullidlo do
mutnres armenia*^, sunplicando-me que
Ib.i entregasse. Porm e-ta -palma, r.ece-
bida porta do satirio Sepulcro, guardei-a
como urna lembranca da minha vi.igem a
Jerusalem ; pendtirei-a na parede da casa
patei na, e na velhice reroi'dar-me-ha que,
(piando moco, fui pereg ino no paic de
Jacob, e de Chi isto.
Quarla feira detrvas s tres horas da
manfla* em ffuanto Jcrusaleni iadi faaia
envolta nassomliras da noil- fui com os
p.ulre.-. latinos a G- ihse'mani, grua em
que Jeziis Chralo se offrecetl em bolo-
eausloaseu Parsuande sangue, -egundoas
paljivris da E^cri^)t .-ra. Os guardas da
porta de Snelo Estevo tinlnm ordem de
a abrir antes da boa a a oslum.ida, Esta
gruti, prfxma igreja subterrnea con-
sagiada ;i VigetO, bastante vasta, h nel-
la tres altares? ao p do p-iticipil delle.
l.se esta inseripeo : Hjc R8t lotos ubi su-
dor factus est, sicut guita; singuitiis de-
cirrepcis interram. Desde as tres horas
e ratia at se:e dis-eram-se oito missas
reSadasthsagrada grafa* cmtou-se logo
prima, terca, e sexta j es sete cehbrou-
sea missa cantada. Por um antigo cOStu-
n-,e os religiosos hespanhots sao os que fa-
zem as bomas de (a soremnidade. DpOS
da missa solemne repeliranr se nos coros as
iidainhas da Virgem, a viole pavos do seu
sepulcro, a pequea distancia da rocha,
sobre a qual, segundo dizem, Mara dei-
xoucahirseu vo azul aosubir aoscos.
Coininoveu-m'.'ternainenle oouvir estas
Iddainhas, '-m que se chama \fii de
Christo estrella roatutim, porta do to,
roaa ipjr'atica, aica do testamento. Sea
tena conse vou algnm? rouJa da mais pura
asnillas de Ado, se ficuao redor do se-
pulcro de Mari-i aquella pallido e ultimo
crepsculo de vida, q*ia fta no dos mortfces
com o nme de sombra, a de Maria erran-
te pelo, olivaes deGeihcsemani deven de-
ter-secom ilegria, na gruta era que se ce-
lebravam suas graiidez.is, e sua gloria.
Em qiianto.se cehbiava esleolicio, urna
multido de peregrinos grogos, e armarnos
sahi..m p'eld porta deSmclo E-.lefio, e
baixavam pelo valle doJsafat igreja da
Vi.c m, que acbava de ab. ir-se. WT Q> Presar
Ve, a Jerusalem aeompanbado de um I oaxfelro de venda, ou armasem, que em
yiimjuu i _____ .........., nsii-nrc.ens: annuncie.
meio das ruinas da nova JVrusalem. A voz
de Jeremia all mu conhecida; aoonvi-
la parece que ludo hora, e gente. A-suas
lanie^ces, que excedem as elegas ge gas,
e romanas, egniram-se outras, e ouroi
suspiros; David quem cbora, e mal da
mus nimigoi; era como estranho a seu- n-
n:o-'. e como desconbe.ido dos filaos de
sr.a Mii, seus inimigns deam-lhe fel por
alimento, e vinagre por bebida ; O Profeta
Re roga a Dos que seus olhos seobseu>e-
cam, que sen corpo permaneca sem; ;
curvado at trra, que suas casas iiciu* i
desertas, e que singuen habite em suas te:: -
da-. Que ricas cores, que pomposas irca-
gens quando David aminncia a seu fili'f
Salamio o fotnro expb ndor do seu reio<>
O novo Rei baixar como a cht.va sobre
um valle, como a agoa que cahe aola a got-u
lohreaterra :. a justica recobrar seu impe-
rio, a paz durar tanto como ala ; O trigo
crescer ai ao curae d*s monlanbas, eos
habitantes das cidades, florece rio como a
herva dos campos. David cania ascousas
do ceo, e da trra de um modo que varia
sem cessar, e sem pre com novos ibesouro-,
de harmonio : ; sublimo em parliculac
quando falla do Senhor; qoanlo se eleva
cima de Homero, edo seu Jpiter INes-
te a lyra de Romero para a do Re Pro-
feta, o que um dbil echo qara tima for-
te voz que res -.. Depois de ter-se cantado
o oflicio, e recitado em tok boxa a oratjo
que o termina, os religiosos, segundo o
eos tu me ba christade, fucram alginn rui-
do, batendo ..bre os lvr estansess os rapase catholicos, espada-
dos ao redor do Santo Sepulcro, tocaratn
lugo as matracas, e outros instrumenta S de
madeira ; os romtnissarios musulmanc-
poseram-os fora da Igreja, e o pequeo
bando recorren todo o b^ii io do S.-nto Se-
pulcro com seus retumbantes instrumentos,
parando porta de cada casa catbclica.
(Do Diarlo doGoverno de Lwboa).
ANNUNCIO.
O Simplicio mocosaio boje ar. amarille-
cer do di, eacha-se venda nos lugares
j annunciado'j.
AV1ZOS PARTICULARES.
O Fiscal R. J. Barata de Almeida precisa
dealguns serventes que se devem apn.'=en-
tar com suas enxadas'psra o servico que tem
de User: quem os livor os poder levar a
presenta do mesnu Fiscal,
?13^ O S >r. que por engatio le vou un:
chapeo de sold Esciiptorio le Delinque
Foister& Comp. queira ter a bondade de
o levar para la outra vez.
Quem precisar de um moco para
religioso, que qoie eminar-meo'lgaf on-
de Jesu-. Christo cabio, quando com s mi
os atadas o levar, ni a casa deCaifaz; o sitio
da queda s brdaselo Cedrn, junto
ptate h urna pequea rocha p'anla, que
apieM-'nta algumas conlignraces qu se to-
mara, pelas pegadas, ou sgn.'ts dos p,
rriios, e olhos do Salvador. Os soberanos
Puntillees, sabedores" dos continuos menos-
cabos que a piedade dos cbrisosfizia sofre-
a estes vestigio^, prohibiram de baixode
pena de ejceommiinhg que se extrah.ssain
nem as mais minim-s partculas. Poim
os JErtgro eamentoi despreaando os man
dado.de Roma, tem desfigurado de tal mo-
do nqnelles veneravei's vestigios, que fui-me
diflcil coohecer nelles os dos olhos, pes c
mo-. Ao lado desla peuha l um pequeo
ped.H-o de Ierra plantado de seis oliveiras,
que comproa un armenio por mil pesos, e
ni., valer nem cincoen'a. Como todos os
arredores de Jerusalera esli consagrados
pelos signaesde Christo, ou dos profetas,
a pioptiedade do menor terreno Ut a for-
tnua de um musulmn.).
As ttes-hoios da larde Coltocaran se
bancos, eestantes porta do Santo Sepul-
cro, os religiosos do S. .K
o. ii ; i
I
de Jeremas, e os gsalmos de David, i
lidoa entre oG'gofa, eotnonto Silo, n >
boa conducta, e inslrucc>.ens: annuncie.
^ry Piecisa-se alogar urna pieta cati-
va, para o servico de casa: quem perten-
der drij.i-se a ra. do Rosaiio larga sobra-
do 1). 5.
IQP Quem ant'.unciou querer comprar
4 eseravos marinh.iros, sendo qaeira com-
prar um muito bom e" que tem bstanle
pralie, poisj anda embarcado a 3 para 4
anhos, diiija-sea ra Nova armasem D
^ry Quem aonnnciou querer JO^JJ rs.
a jures, com penhores, d.ria-se a Fora
de poitas venda n. i9; confronte o beco
larg".
ry Precisase de* 150-^ res apremio
de dois porceoto o meS, com hipoteca em
um morque, ou penhoies de ouro, o
piala : annuncie.
yy A tntoieirada ra Dneita V. 41
visa u lodaa as praaoas que tenhiu f.-zendas
obras na iua mo para tingir, de meses e
de anuos as vo buscar no prazo de 8 das
quando nao vai dspor della*, e laz esta para
nao se chamar a ignorancia.
^y Qnemoj'iser s*rirae do presti-
., iloRetercnW > Caih-
trnapodese
D.*i.
gp- "o de \v%% ou
otro
y v: llvlt!.


DIARIO DE* BPRNAMBUCO.
Igual de Castro, queira aomparecer note
Theatro ou declarar a sua morada que se
lhe gratificar generosamente, poreqaaxom
1oda a brevdade pois he para a Opera de
Domingo 29 do coi-rente.
ty O actual Aferidor desle Municipio
faz aerete a todas as pessoas pie tiverem
pesos, medidas, varas, ovados, e marcos
fiara aferir, de Janeiro para c, hajio do o
aaer quaalo antes, para ao depois nao se
chamarem ao engao. O mismo avisa a
indas as pes.-soas que quiserem comprar as
Freguer.iasdo Matto, allem cora oanuun-
riante no atierre da Boa-vista lado de Noi -
te D. 33.
jray Quem precisar de 150$ res a
juros rom seguranza, dirija-se a Fora de
portas venda n. 95, que l se dir quem
ua da-.
iy Quem precisar de um preto forro,
< osinhei'O, dmja-sea ra Umita padaiia
n. 16.
y/gf Francisco Mulen Pelltiar da Nh-
co Frann-za chegado nontimente a esta
('ida0 oflereoe-st* pri ser ropiegudo eiu
ale tima xiMTa uu j'Midun no servido de
ilelio e jardineiio por desta ai te ter bs-
tanse pralica: quem sr qnumr utiiisar de
>eu presji nal para Sar procurado.
}f9* A |m*S'h qu p#rt< n l* facer ne-
gocio, coii urna mnind.i de cazas de mu
ou dois andares enserido nVste Oiaiio de
quatla feira 18 do i.....oy,l, declare a sua
morada, que ha <|U dito negoaio, sen lo |U fca couta as par-
ts.
COMPRAS.
A obia eomp'eta intitulada An-aes das
S'ieurias, das Altes, < das Letras; quem
a iier nrmutuie.
V7* Botijas vasias a 40-res: ao p da
Igrtj%deN.S. do TYrco venda D. 4.
VENDAS.
La-tas dn-> billuts premiados hon tem
(i. di.) n.i Loleii., e i'oa'inua-se a veif-
rti r as do prninro: tiesta Typ. na Pos-
ea la I;idepeiidnici lja de livros n. '57
e 38, na ra do Collegio Botica D. 5, e
m Olinda tita do Bom--fim n. 2.
yfW Um terreno no atierro dos Aloga-
da pai te da tnar pequea, coiu 100
I'.d mos de frente, e fundos at a haixa mar,
aia \olt do CoeUio*, com alicercps pron-
to para urna casa, ja alienada, % materia-
es para acabar a inesma casa : na ra do
Oespo loj D. 4.
ICp" o da piimeirode Junho prxi-
mo ter.i principio a venda em basta publi-
ca dos aprestos perteiicentes ao Brigue Bn-
zileiro Olimpia, sdez horas da man ha na
iraca do Coinmercio constantes da rellaeo
seguiote
Veame e massame
Veigame.......
MaSAaieos....... eafi lotes
Polialto........
Ferrageia.....%.
Um aiuo grande, duas melifluas de ferro,
e chapas das inesmas que sei veni ,de trocaa
para as duas vargas grande, ama hatmba
de cebra, duas agu has de matear, ion-
tras mimh-sus que M'io patentes no do
eo leate.
Objeclos qne se d l
Um fogio de ferio, Irez loneis e sette pi-
an para agoada, quatio capoeiras paiaga
ribas, e urna muiii da camera.
Oulroa objectos que te hio de vender
comocaaco do brigue que (-< ai ha
luiiOfado na piaia de Collegio..
k>is ferms a regolarpor doze quinlaes,
en<<> um com sepo de^erro, non dito dito
le ditos, um aiicm ele dito dois ditos, u-
iiia curente de trez e meia pollegadas a i e-
guiar por cinco, nta bracas urna correte
da twr. e meia pollegadas a regular por
qiuuenta e qualro bragas, urna dita de trez
p>r*f leas, quince bracas de corrente que serve
de liador para a amariacio do anilho, um
anilho p'oprio pira a dita amarrado, um'
virador de linho de seis pollegadas, e para
mais de cem bracas lancha rom pella-
menta, mastro, e vellaa e bote e remos.
*9 Um sitio em Sinto Amaro com
bastante fructeiras de todas as qualidades,
boa ago de beber, e casa pira morar : na
i ua Nova D. 5 de fronte do Caldaireiro.
\QPr Urna molatitiha de lOanmis, com
principio de coser fsser renda, e de boa
ti guia : na ra do Fagundes sobrado de um
andar D. 7, indo pela ffifaira, lado dii ti-
to, das 6 as 8 horas da manhi, e das 2 da
tarde as 4--
V5P" Urna barretina com todos seus per-
tonces, ama banda eom borlas, e um te-
lim, tudo em.bom uso, e por preco coa-
muS <: em Olinda ra Nova casa terrea
junto a Misericordia-
IP Vende-se, ou troca-se ama negra
de i|a 15 annoi, sabe coser e coainhare
vender toda a qualidade de venda na ra,
por um negro que sejii mosso e sera achs-
ques* ni i ua Nova luja de ferrsgens D. 10
W Urna dn i de jarros grandes de
l.iuct branca fina, encmente bordada pa-
ra lio i es, chrgados de Lisboa; e um sel-
litn, c>m lodos os seus pertences m bom
tizo :- n<> mu o da penhaNohrado D. 18.
1&* Huas vaccas paridas de prximo,
boas lnitts, com duaj cas Cerneas bem
nutridas: no sitio de Jete Pedro- de Faria,
ua Pnanga.
tp Sescravos mossAt, da mhor figu-
ra e conducta : um pardo idade 1 Camos
pmpiio para todos osotficios, ou para bo-
heiro : urna escrava de naciobonita e cm
algaimas habilidades : um motcfo de mui-
to boa figura eagilidade, idade de 17 an-
uos : na ra de Hurtas I). 48 a qualquer
hora para tratar-sedo ajuste.
HW Plvora da milhor qualidade pos-
sivel em pequeos barris, e preco rnuito
comm-do: na ra da crs a fallar com
Joie Matheos.
|L9" Taboado de pinho de todas as gro-
enras, larguras e cumplimento^, por pie-
co commodo : no armasem do sal do flea-
cido Bento Joee da Costa junto a serraria
de Joio Thomat. .
IV Bonitos brincos de ouro de fila-
gran, de dif&rentes tamanhos: na i na da
Cruc loja n. 37.
W A bem conhecida Escuna Mecuri-
pe, pelamais velbiira, queseconbece as
viagens da Costa do Sfi lo, era que se tem
ofeupado, at/ao porto do Maranho; de
lote de cinco a seis mil arrobas de pezo, for-
rada, eeneavilhada de cobre, quasi nova
e da milhor constroceso: quem a pcrfeji-
der pode ir examinalla no seu aucoradou-
10 junto da Langucia e depois saber de seu
preco na ra do Vigario n. 8.
V9 Duas partes de urna pequea casa
na ra d'Agoas verdes: nesta Tipogralia
do Diario, e dir o vendedor.
tfl" Urna serava de naci Angica de
idade 16a 18 annes para o servan de cSsa
cosinha, e lava: na 1 ua ealreita do Rosa-
rio D. 20 no 1 .* andar.
tfp* Vende se, ou troca-se por alguma
prop edjtde na Pr|vaf ou prximo .ella,
urna boa Propiiedade denominadaCam-
pos verdes-ita na Freguesia de Un-i, co-
marca do Rio Formse com meia legua de
trra emquadro margemdo rio de Una,
mui frtil para todo genero de plantaces,
e criaces tem solnvel cssa de vi ven la
com sua pequea smala, e estribara :
fallar com Nuno 'Almu-o de Mello na ra
do Viga rio casa de Elias Coelbo Cintra i.
andar, ou em a Villa de Nazarelh, com o
Prtfeito interino respectivo.
Wk*" Muito bom t. Loado de pinho, 3
saccadas He pedia da trra; aMmcerno20
calxas e 10 fe!ioj para aburar, tudo por
preco commodo : na casa nova por dttraz
do Theatro na ra dos QuaVleia padaiia
D. 4. K
tuV Bolaxa a 2^J rei* a arrouba, bo
laxinha a 3^200, e biscoitw a 3^)840 a ar-
rouba : na un sma partira*
V3P* Meios brilhantes para obras : em
oasa de Josquim de Olivare e Souza no
afttm ro da Boa-vista de manhi aK; as 9 ho-
ras e meia, e de tardes das 3 as 5.
peloa precos mids mdicos pie he possi-
velj ou para milhor dizer, troca-ae por
patac5cs, ou sdalas asseguintes obras do
hom tom, e mui recommendaveis para
Senhoras:
Ricos tdrecos de ouro com bastante pe-
to, cravados de diamantes, e alguna com
'suas competentes pulceiras, brincos de ou-
ro com esmalte, e sem elle, de diversose
variados gosto, com o peto semelhante aos
f. los nesta CiJade, e cravados* de peque-
nos diamantes dispostos cora muito gos-
to ;. renles de ouro a Grega com aeus
eompelerWes paseadores, cordes, trance-
lint! surtidos em moldes e grossuras, .co-
races com diamantes, cruzes com ditos,
e algamas de molde pequenino a maneara
de urna estrella, diversas abotoaduras com
diamantes e semelles, caixasde prata lar
vradas grandes, e pequeas propriss para
tabaco, um bom aparelbo d cha de prata,.
ajajjs de ouro com o molde de urna cubri-
H enroscada, com diamante e sem elles,
e finalmente outras muitas galanteras,
que se rao patentes as pessoas que lhe fite-
rem a honra deTrequentar sua Toja.
Tfy Um preto moco robusto, sem axa-
ques, bom trabalhador de enxada, foure
e msxado por ter sido este o seo ofitcio,
eganbador na roa : no principio do At-
ierro dos Ahogados, ra do Munrz, cata
de Joze A poli na rio.
%W" Umajcsma de'lfazsdos, cmrh seu
competente Dregrau, duas mezas de Ju-
go, e urna de meiojde salla, um Toucador,
um sifl', e defenito Cadeira.s, tudo de 111a-
deira liras, e do ultimo gost o, e prxima-
mente ch''gado : na ra do Cahug N. 7.
|ry Urna molata, bonita figura moca*
com uns liIha de seis annos : na Pracinha
do Lvramanto toja, D. a5, que ihi Ibes
dirso-quem vende.
(L9 Prezuntos Ingletes de boa quali-
dade a la2rs. ir libra: no Armatem de
Joa5 Canol rut da Cruz N.* A t.
frar* Bixas de Lisboa de 16O a 6 O rs.:
na Pcaca da Boa-vista, junto da Botica
do Braulio raza D. 9*.
y/W" Dois escravos, um pardo de i2
para rannos, e outro de Angola fO, pa-
ra 2 annos, ambos com| principio de Sa-
p'teiro : ua ra do Rozaito tstreita D.
16.
C^* Folinlias de porta, de AI-
gibeira, e de Padre, para o-pr-
senle auno de 1836, por pre^o
commodo, na Praca da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
.38, e na rita da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
ALUGUEIS.
Aluga-e um segundo andar e sotio na
Praca da Bna-visti : os perteudentes diri-
jio-se a ra da Cruz 11. 56.
ARRENDA MENT.
Arrendare um sitio grande eom casa e
urna planta decapim na na estrada de 15-1-
lem para Olinda: a fallar com Manoel Bi-
ceria Cavalcantede Alboquerque no largo
do Tei co D. 13.
PERDAS.
Terdeo-seum meio bilhete, ou bilhete
da 2.' paite da 12.'Loteia do Seminario,
asignado por Joaquina da Costa Villau
quem o achou qtierendo rest luir dirija*
se Praca da Independencia loja da livros
11. 37 e 38, que se gratificar.
ESCRAVOS FGIDOS.

Fugio de Lamandar urna parda cscra-
va de Joze Faustino'Theolonio, com os sig-
naes segoinles: chama-se, Plotiuda, rosto
cumplido, denles liioados, olhos grandes,
e esbrnquicados, cabellos crespo, cheia
do corpo, e alta, idade, que repcenla,
ao a ai annos, falla bem explicada, levan-
do em sua companba um* Giba de rime
Altxandra de ijade de 6 annos, com os
seguintee sigues: ama sicatiiz na molei,
ra, que ainda seacbapor emcabal.r, ei-
cos grocos, fiziouomia agradavel, t>n
a mii, romo e fiIha sio pardas legitm,,
Desconfia-sequefoi seduzida por urn Sol
dado da Guarnicao da Fortalesa de llaman!
dar, e que com certeza se sabe que esti
coiuda nesta Praca: quem delia souber
ouai'oucer na Pracinha do Livramento
loja D. a5 receber de grstificacio a5^s
reis, e protesta guardar aegredo, ouese,
quserem comprar ditijio-se a mesma loja
para receberem o ultimo preco, essimoco*
mose protesta contra queme tireracoita'.
da com todo o rigor das Leis.
40 pilacoens de gralificajo;
Mf* No da 8 de Abril passdo fighj
um escravo crilo de nome Jos; que re.
presenta ter de idade a5 a 30 annos, pooco
mais ou menos, cr fula, cm barbe, esta,
ture aha, corpo em prfporoo; bracos
rauto gro?os, o qual levoy com sigo dver-
sas pessas de roupa, e chapeo). Este es.
cravo foi de Manoel Jos de Almeida Cos-
ta, tendo sido antes de Antonio Pues da
Silva, natural do lu^ar Terra O-ca na
Freguetia de S. Bento em Porto Calvo para
onde h toda a desconfianza que fugio eali
existe: qualquer pessoaque o aprehender
leve a ra da Cruz n.'a8 a Rota & Irmio.
ZJT Joz, n-gio Congo, "estatura regu-
lar, de 30 aunos pouco mais ou menos
pouca barba, sendo eeta s pelo queixo e
buco, cgo do olbo esquerdo, tem os pet
tantcpipo/do8 de brxos j fgido la da
Abril p. passado, calcanhar fino; dedos
um tanto largos uns dos outros, cabello gi>
de, e levou caUa e camisa de algodo. E$-
te negro muito regrsta, e foi vendedor
de pi para as partea dos Afllictos, Cruz da
Almas, Casa-forte, e P?o, por onde bem
conhecido ; d-se 50JJieis a quera o pegar
e levar a ra dos Quarteis padaria D. i.
W^ Francisco, naci Cabinda alio,
corpolento, t/m tanto descarnado da cars,
pouca barba, sendo esta s pelo queixo e
l>u<;o, i'pprnapntj fn unos ponen mais oa
meno^, aleijado do p esquerdo, e tendo
este comido al o peito do inesmo, e por
sso nio lem dedo, urna ferida no loto do
mesmo pquase secca, e outra no regeito
liobem ja secca, outra no meio da poma
de urna banda, um Unto grande, e a per-
na mais groca que a outra ; fgido a 10 de
Fevereiro p. p., econstater entrado para
o centro da parte do Norte, pedindo es-
molla e intitulando-se forro; d-se 50|J
res a quem o pegar e levar a ra dos Quai-
tes padaria D. 4, assim como se protesta
proceder conforme a lei contra quem, o ti-
ver agazalhado.
VJP Caiharna, ci i!a, alta, cheia do
corpo, tem marcas de bexigas, pet e mos
foveiras de calor de ligado, bem falanle,
anda calsada; fgido no da 8 de Abril p,
p.; e 6upe-se ter sido furtada : os apre-
hendedoies levem-na a ra da Cadeia do
Becife n. 69, que rweber 50^, ese
protesta usar com todo rigor da Le contra
quem a teuha oculta.
Taboas das mares chetas no Pono de
Pcrnambuco,
8-*-Segunda
j 10-Q:-M
'* 12S:^*.
5 13-:-!
li^D:-d
- 10hf 54 ra ) Mn
- 11 4a
- 0-30
- I 18
- a-6
- a-54
- 3- i*
a.

M
a
)
TarJe
Noa iciab martimas.
Navio entrado no dia 26.
LISBOA; 55 da. ; B. Tiiumfo Ame-
ricano, M. Manoel Simoen-i: varios gne-
ros : Antonio Marques da Costa So.ires^
Tun. a7. Passageiros 5.
PBi.. KA TlP.,DO DIARIO* 1^36.


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