Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05515


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Full Text
__ V

ANNO DE !36. SEXTA FKIHA
20 DE MAIO N. 110.
PsasMODoo. Tvr. dr M. f de Pabia. 1836.
DAS DA SEMANA.
1C Segundo 8. Joao Ncpomoccno M. A. dos Js. do
Cr. de m. e de t. bcs. da Thczouraria Pul)!ca
c Chano, de t.
17 Terca S. Pnscoai Bailad". Re-de m-aud. do J.
de O. d t.
H (lu.irt.'i S. Venancio M. ses. da Thez. Pob.
10 Quinta S- Pedro Celestino Re. dcm. aud. do J. do
C. de m. e Chae de -1.
80 Sexta S. Rcrnardino de S. ses. da Tli. P. aud- do J.
de O. del.
'1 Salmdo (jejnm)5. Manco B. M. Re. de m. e and.
do V. G. de t. em Olioda,
22 Dominio Pasco do Espirito into. Quarto c. as
2 h. c 15 -m- da L
TLdo agora depende de non mesmos. da nossa pro
do.-ici. moderacao. c cncrgia : continuemos coma
principiamos, e cremo spontados cora admira.
Cao entre as Nacoca niais cultas.
Proclamnfo do AiltmbUa Orrnl do Braiil
SuUncreTe-ae lOOOrs. mensae pago adiantadns
neata Typograna, e nn Pracn da Independencia N.
37 n 38 onde e rcceliem correapondenciaa legnli
arias, ca.....meio* : iiisirnndo-ee este grali sendo
rio proprio8ig:nanica, inlo aaaignadoa.
CAMBIO.
Molo 19.
JLiOndrcs, 30 a 30 l|2 Ds. St poi 1 cid. ou prata
a 50 por cento de premio.
I.islioa 50 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 -240 Rs. por franco
Rio de Jan. ao par.
Mcelas de G.,400 1*800
4000 fl..8:X)a7000
Peto l410
Premio da prata 50 p. c-
., das lettras, por mea 1 poroio
Cobre 25 por cento de descont
j PARTIDA OOS CORKBIS.
Olinda Todos os dias ao meio dia.
Goiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, Ma-
manpuape, Pilar, Real de S. Joao. Brejo d'Arcia,
Rainha, Pombal, Nota de Souza, Cidadc do Natal.
ViNaa de Goianninha. e Nova da Princesa, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aqu rao. Monte mor novo.
Aracatv, Cascirrel. Canind. Granja, Impcratris,
S. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Nova d'
Filie, [c, S. Mathens, Reacbodo sanpue. S.
Antonio do Jardim, Qucxeramobim. e Parnahiba
Secunda c Sextas feiras ao meio dia por va da
Paraiba. Santo Antao Todas as quintas feiras ao
meio dia. Garanhuns, e Bonitonos dias 10 e 24
!e cada1 mea ao nielo dia. Cabo, Serinbaem. Rio For-
moi), Aproa Prcta e Porto Calvonos dia 1, II
e,21 dcada mez. Serinbaem, Rio Formozo, e A
eoa PrctnSegnndas. Quartas, e Sextas feiras.
W-jwriiw.iraMa^-.-iLizaaji.TASiiuv.-MV'Hm r-trt
u*mmsnDiaBiBxit\\M i iiuiii'ii fiiinimiii iiiiiiii
PARTE OFFICIAL.
PERNABMUCO.
. ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta 27. da Sess.' ordinaria da Assemblea
Provincial de Pcrnambuco aos il de
Maio de i836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Monteiro.
Feita a chamada 89 horas do costume,
achario-se presentes 28 Snrs. Deputados,
faltando com causa partecipada os Snrs.
M. ira, Francisco de Carvalho, Leonardo,
Jote de Albuquerque, e Lourenco Bezer-
1 a, e bem parteciparem o* Snrs. Pessoa
de Mflo, Tellis, e Dr. G' raes.
O Sur, Presidente declarou abeita a
Sesiio.
FoiH ldas enpprovadas a ultima acta,
e a da Se^so de do prenote mez.
O Sur. 1. Secrt tarto deo conta do ex-
pediente, que constou de hum requeri-
mento de Joaquina Joxe de Oliveira Ca-
vans pedindo, que u As.--emMea Ihe man-
daste pagar aquantii dereis3iG$6G6 do
seui Ordenados de Secretario da Gamma
do Bonito, visto que a dita Cmara uno
tinha com que s*tifter oquelle debito ;
remetteo-sc CommissaO de Peticbes.
Outio d-.'R-ffino Joze Correia, que foi
& Com. de Polic a.
OutrodosCidados Militares engajados
na Fortaleza do Brum queixando-se do
iojuslica, eexl>ulho, quu s<-IV.ersQ cm se-
us diieitus Poltico ] or nio serom ad-
mitirlos a votar iiaE'lcicaS de Juiz de Pat
pola Meza Elleitoral da Freguezia do Sam
Fr, Pedro ConcaWes : Com. de L gis*
laca.
Huma Representado da Pantera de Pao
do Albo cobriudo a que Ihe dirigirnd oa
habitantes daquella Villa, pedindo a con-
servarlo do Juiz de Otlus e Municipal 1
a Com. de LegislacaS.
Prioripiou-se a oidcm do dia com a ds-
f cussa adiada do parecer da Com. dos
Negocios Ecclcsiasticoa sobre o requeri-
mento do Vigario da Boa-vista, finda a
qual, approvou se a primeira pjito c ulti-
ma do roesmo parecer, i->to he, quequan-
to o augmento de Congrua, que requero
dito Vigario, ja a rae9ma Com mi sao ti-
nha dado hum parecer para serem aug-
mentadas a Congruas de todos os Vigarios
da Provincia; e que quanlo a ser nova-
mente incorporada a mesma Freguezia a-
quella parte, que se tinha tirado para a
Freguezia do Pooo, devia este negocio ser
reromettido Coro, de Statistica, sendo
regeitada a 2. parte do mesmo parecer.
Ficra-se segundas leituras, e foraS
ju'gados objectus de dehberacn osprojec-
los seguintes: oque altera apena doart.
a97 do cap. 5. do Cdigo criminal, e 9 que
addicionou o art. 3. da Le de 26 de Ou-
ttibro de 1831.
O qtie manda concorrer s Assemblcas
Parocbiaes da respectiva Commarca os
Cidados moradores da metma, erobora
sejaS Parochno8deoutra Freguezia.
Foi lida eapprovada a redacca das pos-
turas da Cmara de Nazarelh.
Approvou-se o parecer da Coromissa
de Instnicca Publica para criar-se hu-
ma cadeira de primeiras letras da Povoa-
co deS. PedroTermoda Villa de Flores,
paracujofim oiTcreceoa Com. hum Pro-
jeclo.
Foi8oapprovado9 os arts. 4> 5, 6, e 7
do Cap. 7. das Posturas do Cabo.
O art. 8. do mesmo Cap. foi appiovado
salva a redaeco.
Os arts. de 1 a i0 das disposives geraes
forSn approvados.
Tendo-se concluido a 2. diirussSo, re-
sol veo-sc que as posturas da Villa do Cabo
pas'abscm a 3. d8CUs9a5.
Botrou emdisrussooart. 3. do Projec
to n. 15, eemenda do Sur. Plislo de
Drito, que tinba lirados addiadcis na S> s-
so passada, e posto oait. a rotaca, foi
apnrovado, e regentada a emenda.
Estando o art. 4 em disrussSo, o Snr.
Vieira de Mello ofFerocco esta emenda Ao
art. 4 accresrente sc Constituindo^e a
Asscmblea em Sesc secreta na hora da
disco -sao -salva a redaeco e o Sur. Di.
Haptista mandou esl'outra emenda No
tim diga-sece.rnadillevenQ:, que qaando
for adiado por orp ^ic,o lado entre logo cm diseussio n; Sessto se-
guinte e tendo-se concluido a diacuasaS,
foi regeitada a emenda do Snr, Vieira de
Mello, e pprovido o ai t. e emenda do
Snr. Dr. Baptista.
O art. 5. Ib i approvado. com a seguin-
tC emenda de f-upressa do Sor. Dr. Bti
to snp^ieiio-se as palavres pelos ii tercos at prezentes.
O att. 6. linda a discussio, fui appro-
vado.
Tendo-se concluido a 2. di cus>So deste
Projecto, resolveo se, quo passas.-e a 3. dis-
cussio.
Entrou em 2. discussa o Projecto n.
13, que eleva a Cidade de Olinda a Cathe-
goria de Commarca ; e concluida a discos-
sao dol. art., foi regeitado. Julgou-se
que os de mais arts. estava prejudica
dos.
Passousea 2. discusso do Projecto n.
16, que marca o modo porque o Premien-
te da Provincia pode suspender, ou di-
mittil-o ; e tendo-se concluido a discus-
so do i. art., foi approvado.
Estando em di-cussu o 2. art. u Snr.
Dr. Pudro Cavalcante requereo o aa-
meato j e que o Projecto fosee remeltido
a Com. respectiva para aprezenta-lo cun
ouior desenvolriruento, Bnda a discusslo
foi o reqaerimento approvado.
Principiou se a 3. discusso do Projec*
ton. 43, que augmenta os ordenados do
Porteiro, e Esaa^o da Chancellara, e
tendo dado a mira, fcoa a discusso adi-
ada.
Deo o Snr. Presidente para ordem do
dia da lutura Sesc5o : Parecerea de Cotn-
mi-sOis, rontinuaco da 3. discusso adi-
ada don. 43 ; 2. dos Projertas ns. 18, 2a,
e 17, e 1, dosns. 25, 26, e 24, e levan-
tou a cs.-o depeis de duas horas da tar-
de.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Piesidente.
- -
Laurentiao Antonio Moreiro de Ca valho.
z. Secretario.
Luiz Rodrigues Sette.
2. Secretario.
GOVERNO DA PROVlHCI*.
Expediente do dia 17.
OIino ; Ao Exm. Bispo, para infor-
mar a parte do requerimento da Ii manda-
de da Si o. S. Anna erecta na Igieja da
Yadrcde Dos, que pretrito os ornamen-
tos que foram da exlincla Congregacao,
qvie.-e achara na Matriz da Boavisla.
AoCommandante das Armas, para
ordemnar ao Commandante da Fortaleza
do Brum, que faga exercicio do ponto em
brrtnco, a lim de exerritar cm pontanas
as pencas da guarnic.', como pede o mes-
mo Commandante das Armas.
Ao Inspector da Thezouraria, pa-
ra lars.ir a competente veiba nos aasentos
Corneta da 2." Compa-ibia do Batalh;'G de
G. N. de Cimbres Francisco de Paula
que falesceu a a de Abril p: p:
. Ao Inspector das Obras Publicas,
rommunicando-lhe queseexpediu ordem
para que aguarda dos Calcetas que trab.i-
Iham ons Obras Pnbbras seja augmentado
por mais 1 Cabo, e 4 Soldados.
Ao Prefeito da Commarca, remet-
tendo-lhe para sua inteligencia o Parecer
da CommiafaO de Legislaca approvado
pela Assembla Legislativa Provincial,
soliendo as duvidas aprezentadas pelo
Prefeito Intirino sobre os mandados de bus-
ca, e officiaesencarregados dos executar.
AoJuiz de Direito Joaquim Nunes
Machado nomeando-o para prezedir ao
andamento da prxima futura Lotera a
beneficio do Seminario d'Olinda.
A o mismo, dizendo-lbe que tendo a
Lei provincial de 14 de Abril p: p: su-
premido toda a jurisdica dos Juizes de
Paz que nao for pe tencenle ooncia-
(oens, eleicoens, e julgamento das cau-
Vas. civeisat a qaantia de 50^5000 rs-, e
LAR ENCONTRADO
devolvido aos Juizes de Direito aquella ou-
tra jurisdQa5, parece incontestavel que a
algum d'elies compete o conhecimento da
cauza de Joaquina Mara Pereira Vianna,
cu jo requerimento o dito Juiz de Direito
remetteu ao Govtrno, pedindo esclarec*
mentos.
Ao Procurador Fiscal, para remet-
ter por copia a Secretaria do Governoas
ordens do Thezouro Publico Nacional re-
lativas a descripc. dos proprios Naciona-
es, e dos quaes faz mencaS em seo olicio
de iO do correte, e ta6 bem a ordem de
2 de Sctembro de 1833 que neo existe na
mesma Secretaria, a fim de que a vista
d'estas pecas se exnecam as ordens qae O
dito Procurador Fiscal requera.
Porta 1 id-, Ao Inspector do Arsenal de
Marinbi, para rem-tter pela Sumaca P*-
auete do It o as medidaa de alqueire, e ca-
ada que se mandaram aproinplr pelo
mesmo Arsenal, recommendando a sua
entrega na Secretara de Estado dos Neg'
C03 da Mariiha.
Para se expedir o competente Tita*
tulo de Tenente Coronel do BatalhaS de
Guardas Nacionaes da Freguezia deLaren-
gi iras a Manoel Pelisberlo Marinho Faleao,
t'apiade 2. Linha, e de Major a Jo/e
Francisco Lupes Lima, M.jor do mesmo
Batalhi.
Ao Commandante do Corpo Poli-
cial, para remetter Secretaria do G o ver-
no una relaca nominal dos Soldados que
se tetn engajado, e aos quaes se tero abo*
nado dinheno para faldamento, declaran-
do as quantias.
DIVERSAS REPARTigOENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Pauta do proco correte dos gneros pelo
qual se fazcm os despachos do assucar e
,i\',oJo na Meza das Diversas Rendas
d'esla Provincia de Pernambuco na se-
mana de i9 a 25 de Maio de 1836.
1400 As. B.
1200 velho
Velho
l.'sorte 2^5450
a.' ,, a$225
>
3.',, i925
Novo
2$650
2^425
1^)125
2^000 a^400
1200 Dito M.ji.'st."
1000 velho]3.
1 j
Algodo em pluma
1 #700 1 #900
1&600 1^800
1&500 1^700
8^600
Monteiro, Administrador.
Manoel JoZe da Silva Braga.
Manoel Goncalrcs da Silva.
M. C. Sones Caineiro Monteiro.
J. M. Braga.


DIARIO DE.PERNAMBUCO.
. p-
ICO p^ vi ICADO.
Sus piofi sao. A Europa trahalha como
pa
*.-.... ; na
Cor-os Jurdicos.
Ulil ser ao publico, segundo me pare-
ce, l.r algnaia noticia do que vai pelos t
E>t*belt-rmenlos' Luteranos onde se en- '
sinaS Moridade Brasileira os elementos
da- Scienciao Jurdicas e Sociales. Des-es
E'Ubeleciromtos ero grande parle depen-
der os nossos vindoiioa pce-cressos, era
m-is de bu ID lamo da M icidade publica
dellcsdevem sabir os Legi-JaJoles, es Ho-
rnea! de Estado, os Politices de
| hum gigaot.. na BohieaS do programlas
loriaos ; t"du os dM nov-s esforcos, no-
v- s combates, novas comb.uacoes e resul-
ta ios surderu dos pelos que gem n sob o
BNO Ota ideius aova*. De Cad.x a Vlos-
kow iiuotid'anaim nte mil liares de dmeos
pensaS" nos deslinos da humauidade, com
bina&as theorias da Legi-laca, calruUa
Corea do* piocesso adms, e me-
dil.- sob-e o anda ot ic-olrdo prb'e
cdi roia perle hum liornerri liabil ; vem
liiim substituto (jue segu a mesma esleir
elaiga; vem oulro, vem ou'ro, e sem-
ina da Soriedade. A moc dade An erica
na di ve famheni rulb C" tannnbo ti I ao porfiado, e par.i onse-
gu-!o compie que (au muios Boa annos
de sua vida esrolss'ca. un qDanto os ir
algum
da; cmfiro, nelles he que se e.-t- elabt ten s-cs ambiciosos e a ag'ao 5 tumuliua-
rando grande paite da geiac5 futura : ra <'os negocios do mundo lite nfi r-u-
ecerto no pa em qne .s Liis gov.imf
forca he que os Legisla! ponderen).
Mas para que essa futura ii fLencia le-
ja por todas as faces til s instituicoes pa-
tria?, eastu vigoroso incemento, torna-
se xnister que as Escolas 'le Dfretose e.-ta-
beleca de mantira que todas as vantagens
colga, equani'o m,is nao seja, tedas o
irenos quantas em noaso paia se flVrece m.
Por agora cieio que multas deilsfl lem sido
tomadas era mein,-preio, que huma refor-
ma, como se pretendo, dte compreben-
de-las todas, e queja se vai tornando ne-
cessaiio tratar disso com piomptid.S; e
pois somus lodos interesados nos piegres-
sos da ilJuslraga Brasilea, julguei dever
cootiibuir com o contingente de minhas
reflex5es para essa obra tjie anhelo.
A reforma grande e capital que he, em
meu entender, raais urgente, consiste em
fundir e Iran.-plantar os Cur-os Jurdicos
para o Rio de Janeiro. Dar, i as miuhss
risOes.
Em piimeiro lugar, entndo que orto
nais proprio p?ra n -i b leciinenlo d
inraa Aca-lemia qu-liner, beaqmlle em
uemaisfue-s 68 os meios de illustracao
pregas o. Sendo a^in, crio que ler-
.10 algom de rom p. 1.19. ose n6 d entre
CidadedeS P-oI ., nu mesmo a de O-
da, e a Capital do Imperio. Aqu a-
mdaSos livios, os Jomae- Europeos e
encanes, a- noticias litteParias e < u a
as; aqu ncon'r-5 se B-ni mecas,
bneles de tritura, Correspondencias di-
--(tascom a Europa ; em fim, be o Bio
a Janeiro, p< demos dize-lo m medo de
iiar, o ponto do Bras 1 fm que rcsiJe
aior nmmro de h-mens' ilustrados o
ontodo Imp> rio mde .ppaiecem a d^s-
:u(Ko a^ sun.miiiades do nosso mundo
'tterario.
Confesssdo esle faito, ruj< veracidade
m.uem contetar, lanctm se olhos de
'tenoaopara as circunstancias em one .e
chao 0.1 FM-bele> ifsn lito-, lili rOiloa e
-. Paulo e Olioda, edeci-ia da* vaiilagen
-pon'caS o borii s-u o in>parcial. S.
<;i hum g^bm ted. le ura, nao tea. hu-
BlbKtheCa si.nicier.te : e.-sa que li
I", b-galo (I" Frades Fianci cano!,
' pa hura Theologo, ou mesmo p^-
iuob Juns. on-ulio do secu o 17; ma
a bum bomem de goia, que .-i r su-
cia es.
dit.
altura ai tual das Sci ncu
bum auxilio pie-ta. Alm
ladedeS. Paulo he muito mtaaunbi
1 illu tiates ; s hind se do ri.c. l.> dos
tldantes e dos Lentes, raro he o b? t.deii mente litterato que se enrontra
s 6 os grandesaorcorroa que se> Re
ui ao joven ambicioso de il'u-lraca e
serial _^ Nada di-ei de Olmda, que
la la nao eslive; quero mesuro suppo
em melhor aituaou6, pois sempre a>
is ao longe parecem mlhorque vi-tas
lerto; mas ainia assim, prtce-iae
vagante a romparara que se intentar
ella e a Corle.
S todos Sbem que nao he so nos livroa
las que se ap en m as cous.is. A
rsacaS e O trato com os bomeos eru-
diala iticrvelroente maasa dos co-
mentos proprios, eabiv largo .ampo
lanedilacoe, aquec m os recaaos
iduaes hum joten ni5 ih.gai, A
ioiidade do Rio de Janeiro, portan-
inda be ueste re-peiio iuqaJnouavel.
sce que, nem L'ufe- nem Eslud..n-
n S. Paulo, e.taUet em 0.1 1 la, tem
ade para te p 1 em fcilmente ao pal
h a i.ttt nca e os cuidados) viva o mais
p. r'o que puder do centro des e inmenso
inoviminlo intellet lual, defle par licipe, e
seja por elle violentamente impellida !
01a no Brasil o Rio de J 10 i. o he o aimel
mais prximo que nos pren te cadeia ele-
cti ira que abala o centra Europeo ; no R o
de Janeiro, por tanto, dcum ser e-tabe-
lecidos os IStodos Acadmicos, que h" a-
(|U st.bieti d> que elles podem aproveilai
as |-..:-es qu. a Eu'opa de. ran:a, e os con-
Seibos que pode ministrar a experiencia
illuslr ada.
Em segundo lugar, a mudanca dos Cur-
sos para a Capital o Imperio tem a gran-
de vantagem de reclamar dos* L p'icagae esfoicos, que lua da Coi te sup-
poi m de algum modo perdidos. Quanto
maia ampio he o theatro, quanto mais
vasto o auditorio, quanto mai.r o possi-
v*l renome, tanto mais porfiado s-i o
tiabalho, tanto mai-. poderosa a emul> (los Prct^ssores. Todos querera p.recir
bem, t< bretudo nos lugares onde as re-
pulaces se distnbuem, e onde I..5 bri-
ibantes-aoos piemius dados ao merec-
menlo.
Querido huma cousa se be u't'ma ins-
tancia, o advog.do desenvulve (piantos re-
cursoe tem, nada equrce, ludo aprov.
ta, ci ia at foiQas novits : o Rio de Janei-
ro lie a ultima instancia de n> ssas repita
c6e Brasileiras ; aqu se conbrm .5 ou se
aiinu. ellas, e d- pois de perdida a causa
ueste Tribunal superior, todos os recur
sos flb.cem ; p-is bem, c da quil he o
ait gdo de ta g1- lia ; oh Qu'. ra que*
r< r peidei a causa ele que dep'tiipem ^ua
honra e s-u en dito.
De mais, quera be que em S. Paulo
fe.o na a- Ves do Cur-o Juiidiro?
Ninguem : eo -edipre ras Aulas,-o os
q;e aprendiao, e pela maior p.rte os que
apreudtni menos sabuMn ,ioque oj o. tr.s.
O e -e ... g i- ihsle e-ta-.lo de (ou Svguese qoe apenas lenha < l'iofesso,
p st> qi.e mal, expiado a I91 Scguinte,
leii ...; a.iado ao E.-tu i-nte. que binia a
nao sabia, Vapoim humbom-m i los
tr.uio assistir a essa Au'a ; pode muito
be u se que iia sata sali-leito. e que.. .
deplore muita cou a. Maa colloqoem as
Aula em bum sitio em que po-sa esMia
v slt.ser freqiifOles, em que o P.ofssor
subiudo Cadeira reja mollas ve/es no
han. os do auditorio aliruem ue n-5 quise-
ra a! avistar, em queao abru- a b-ca sin
ta a necessi la ie de medir suss expri-asSes,
e de pensar no qoe dir, e eu don nioha
paUvia ipiea Academ a Jurdici do B>a-
SI ha le fl iv-cir.. .
Poroulra parte S. Paulo ainda be hum
reijio que lepelle de si os bomeos de es
pe aucas. N-5 quero dizer que la es'ejn
hornens de brilkaotes talentos, e d guos
de todo o conceito ; seiia bUsf .ma bmua
t.d asserca. Digo poiem que S. P..I
he hum theatro muito pequenino para
quun tem ibi'ClS grandes; que lodos o>
liOtnens que conli.5 em si, e la perra me
cem, Batafia espera de mais lumativoem-
piego. Demor- 80 alguna anuo-, e qu-
do mais aptos estao para pr-eiichen-m uas
f. uc.espur teremcoi traludo o habito do
msgistei io, buril ac no que os 1 h .roe p .ra
theatro mais vasto os leva apoz si, e a A-
() Hum Lente o. nloco eu de diiliocloa
talentos em S. Paulo, que disse a. alguem
agora Fechei-jPuos bvros, ria5 es'udo mais ;
o que sti para aqu he oastante ; se muda-
rem isl > pai( o Rio, enta abri-los-lui
E
de novo. E cuio que cumplir a pala-
nljecinen'os Europ-os nj iuio ce rra.
Vre mesmo, ea Academia nunca tei hura
Lente con-ummado.
Nao e>t*5 i, h i perto de hum anno,
duascadeiras em concurso ? Quem ja ap-
paroceo ? Quem -ahio do Rio de Janeiro
ou deoutr. Provincia p. ra liir lenta las ?
Ningucm. Ha oas fui prvido h-mmo
co de huma cadeira de substituto; mas
quanto I he custou ? Por rns t-sperou
hum concurrente (condica que a Lei
exigia para o exaroe) e mu hum^|)pare-
eo ; por fim, qu.nd > ja quasi eslava a
abandonar o projecto, bmua resoluea da
Assembl. aulh. ri.- 11 os exames singla
res : se tal aulhorisac. 5 n;5 pasasse, es-
tarla aiirla boje a cadeira vaga, e sem is
p( raneas de ser pieencbida.
Eludo istofpt'ique ? Porque agente
bal il nioquer bir enterrsr-teeoo S. Pau-
lo. No Rio de J.neiio hbundao advoga-
dos de tileiito, iu is. onsultos habis, e
mesmo hun.a ou outra capacidadesuperior
que pudera --er empiegada. Mas quere-
ro e.-les homeus Sabir de huma Ierra
grande, t.nde tem lucros considera veis,
onde gozo de todos osprazeres da vi la,
paiahiiem apoz hum emprego que mu
pequeninas vantagens offerec ? Ao me-
nos nao he es-a a mocha regular das cou-
sas. Tran poi tem porem o Curso para o
Rio de Janeiro, eestou certo que muto ho-
rnera de mrito procurar com ancia huma
cadeira m Academia Juiidica ; donde se
guir sc-hi que nao serio Lentes so os mooos
que ainda D<> tem oulro arranjo, mas sin
hornens provttos e vaies onsummados.
Esla razio, no meu entender, he termi-
nante.
Accresce que n-sta penuri.#de bomens
nem pode o Goverrio usar de rigor contra os
preguicosos e negligentes; como despedir
hornens empngados se nao ha quem os
substilua ? Se alguem me contrariar di-
ferido que estas ia/5es nao mitio p*ra
O!.na, convida-lo-be a que tome infor-
maies do piirneiro mocu i formado que
encontrar. A mim sempre succede, quan-
do peigunto por Olinda, ouvir huma saly-
1 a ferina. Vmosadiaiile.
Udimamenle m abono do Ro de Janei-
ro direi qne he elle o foro roas celebre do
Brasil: os mocos lem aqu antes s olhos
qU'st5es i npmlariti simas, ecotstaOte as-
sumptos p-.r.a lic s o'attrus, oque nao he
de de-pres.r; ese asBscoUs de Medicina
sen'pio se estabelecom ao pe dos gr.md s
ho-pitaes lievi ni as de Dieito >er col Ir c -
ra- na pioximidade de hum graude fo-
ro.
Depoisdo qnelenho dito ainda abrumas
cotisid 1 aces me iccri\m que formio o
nutro lado da (pie 'o. Procraiei expen-
de-las com b i vid- de.
No estado actual do Bi asi! e cons. r va cao
d-i dins e.-c-.].-, de Direito tiaZ al^uiii peri-
! 1. H ma est ao Sul, ou ri 10 N -rte do
Brasil; dua tendencias diversas resoiiio
d-s'e facto simpls/nen'e encarado, ees-as
tendencias desorganizadores, que alias se
lila podem evitar, -o masem todos os sen-
t I is, e to los os lias novo incremento tu-
rnio. Noespiito do Povo, ns convetsa
oes, noseci iptos, nospraconceitos ean
lipatbias populares lu-berao necessariamen*
le as AcadeiTii-s sse espirito de div.-io,
que, em mal, .todos os oas vai lavrando
entre o Norte e o Sul; e romo nos sitios
espe.tivcs nio ha quem o combata e ncu
tr*lise, ees ei ecaosar-nos qa desgolo.
Eu ja d s-e (pian lo comecei este emboco,
que em bum paz regido corno o kloNBU a
classe dos boiuOflS d 1 Lei be a que mais pre-
p ndera na balanca poltica ; m >s be por
i-so mesmo spie u tenho medo de-sa divi-
sio que ha de bii SOompanbaudo at no
trarule mundo os alumnos das duas esco-
las. Daqui a .ilguns annos tod. s os em
p.egos d > Norte est6 em m'.s de mocos
formados em Olinda, eos do bul era mos
de Barbareis deS. P rnens, i< 11 jo cada hum dvlleS pivcoiiceitos
e anlrpathias projiria* do lugar en que
Iiv5 *-ducad's, isula-se os do Norte dos
do Sul, porque a'em de iu do o mus, nafl
Be ("(nhecem, n <5 vivea jimlo.i, inore-
cebera a mesma doutrina. Que resulta-
r daqui? Resultar que em poucos annos
se ter realisado huma completa seissfi do
No 1 le e do Sul do Imperio, que as influ-
encias de hura e de outro lado nerilA
mutua sympalbia nutriraS, que o Inpe.
rio atar definitivamente p srtido, er
bora se conserve ligado, o que muito du.
vito.
Taires mesupponhio visionario, e a.
preciador de cousas insg.,;fi, antes ; nao
me julgo dest'a.le. As Instituices, no
meu entender, tem valor e merteimento
nio pela rapidez com que obra, mas pel
la c.i-l-za com pie por vas indi-eclai
chega ao alvo proposio ; assm eu na5 ad.
ro ro os bomens, pelo estrondo que L/.,'u
em plegando recursos grandes, admiro 08
sim guando os vejo pesar peqoeoiuaj cir.
constancias, conhecer-lhes us prestimos
como que n-plracionalmente, e dellas
dedusir resultados ampios. He esta a
grande scienca da Poltica que nao vem
a ser mais do que hum jogo, e em tolo o
j.-go por bum novo tcnlo de menos se
pode peid.r a pulida : nio a pereamosns
(|ue ella inlere.-sa summaraente nossa
g'oria, e piosperilade de nossa trra.
Essa circunstancia pequenina, |10e
quas insignificante, que menciono fall4n-
do da actual poz'cio dos Guisos, p. de ter
resaltados importantes, tal vez desastrosos.
Traiisplantem porem is Academias, funl
dio-as no Rio de Janeiro, os eB'eitos se-
ia oulros; eu creio queja os poso aut.
ver.
Erq primeiro lugar no Rio de Janeiro
ria5 ha espirito de Provincialismo, antes
eu rejo donrnanrJo hum cos?nopolli,mo
talv. z pernicioso; mas esta circunstancia
serve poderosamente paia extinguir riva-
lidades, econgiac; gun lo lugar a moridade de todas as Pro-
vincias, aqu estando, relaciona-se entre
si e com Corle, e essas releOes da pri-
meira idade lodos sabem quanto jnfl iem'
sobre o resto da vida ; assim os Legistas
do Imperio na maior geuealidade tera
alguna pontos de conta tos. Em terceiro
lugar observo que a Corle he naturalmen-
te cenlralisadora, e que a uiocidade q.,e
se aqui instruir beber csse espnito qe
he ode uossa salvaco. Em fim eu qui-
zera determinar as cousa-. de modo tal,
que a necessida le da Corte fo*se hum
poiico n.ais sentida pelis Provincias do
que o he boje ; e ado ser esle bum dos
meios podemos, sobietudo quanlo at
na ordem Judici^ria, coi Ira toda as r-
z6es de conveniencia, a independVntisa-
ca5 da Coi te vai lavrando.
Depois das razoes expandidas em que
b^seo a prowi da mcessidade de liansoLtj.
r era se e fuijdirem s-.- os Cursos Jurdico--,
enrapteme" responder a slgumus duvidas
que tenho ouvido suscitar. A primeira
ionsi-te nos prazeieae di-.lracc.5ea tU Cor-
te, ao que respondo que be extravagancia
sopor queoRO de Janeiro offerece dist. aj-
ines miis seductoras do que Pan* e Lon-
dres, onde todava asSctencaS secultiva
com progresos e-panlosos, e onde de .
todas as materias ha acredita lissimas seo-
las. A segunda consi-te no c'ima arde rite
do Rio, a quil re.-olvo aportando para as
Aulas de Malbernalica e Medicina, que
trabalhio comh<>n>a do paiz nio obstante
o clima. At-iveira be a caie.-tia des g-
neros; a e-ta ie-pondo, que ha muitos
iniihres de pestoas que vivem rusta Cida
de tem terem eolitos de renda, e que pas-
sjo s> m neces-idades ; e se he funJada a
duvida, ent.iS removi para outros sitios
as Academias de Mathematica e Medicina
que sao lio precisas, equedevem ser to
neqiif ntadas como as escolas de Direito.
Demas para o Bio de Janeiro ha facilida-
de em correspondencias e remessas de di-
nheiro de lodos es pontos do Imperio, o
que nio succede em S. Paulo, que para
ter transaeces com Provincias remotas,
|,eat prxima?, serve sedo intermedio da
Capital do Imperio.
Tenho pois manif.stado e desenvolvido
a minha idea, essa ideia que julgo capital
na relbrma de nossos estabelecimentos ju
ridicos. Em ouira occasiio descerei a por-
menores mais n nucioao*. Oxal uiit se
jad todas estas reflexes patva'idas !
(Correa oflicia1.)


DIARIO DE PERNAMBCU O.
i
CORR. SPONDRNCI *S
Snrs. Redactres.
O Seminario Episcopal de Olinda al-
eteado por suplica du E.\cel. e Re. Bis-
po O. Joze Joaquim da Cunha de Azevedo
Oiulinho, foi a milhor n-tituicio pura os
que se dedicio o Sacerdocio, hoje est em
abandono, e descre ido, como se ese
sabe. .
Nio ha nelltf ob-ervancia dos seus Es-
taiutos, subordinacio as auctoridades, rts-
peito a os seos Padres Mes tres, e Lente.".
As portas eslo continuamente abertas, a
Oraco, quilo, e silencio de-aparecerio.
Nio seestuda, lem havido dezorden*, que
( un --ido cli.iin -iios a Juii de Paz. He o a-
gazalho dequnntos desordeiros, e intrigan*
les ha, que p i modo de vida exi-t-m
cusa da Caixa Pa, eLoteiia: Nao fallo
dos bons S mii.aristas, pois que h muitos
dignos di* l do < louvor, sim fdlio dos pes-
miuos, e de mos custumes, j conhecidoj
fora, eintrodu/.idos porempenho. O Se
minariu he boje o peor lu.>ar para a edu-
Cdcio da mocidade ; p elle ha liuma tropa
de canalha furia e captiva, que se sustenta
do que ha, fartfu o tjue podem pilhar, e
deslroem, e quebro os uencios de coi-
i:h *. Ei orno nao hade ser asssim, sete-
nios Reitor hua linmem que se l.i/, mudo,
surdo, e ctgo, e dentro do seu cubculo de
naiia se importa ? Niov-b i deludo i.-to
S. Ex. Rev.? Nao o posa v/er, pois mais
de urna prova tem dad do Contrario; e
cstuu persuadido, que*enio d as provi-
dencias, einatiencio a ser o Rev. Reitor
Lente de Filosofa, fregador Ap -sitico,
Examinador Sinodal, esobre tudo Depu
lado Provincial, e Irmo de ura Deputado
Geral.
Queiro, Snrs. Redactores, dar un
ca> tiuho na sua i'olba as quatro rabiscas
do
Ex-Seminar.-.la.
Srs. Redactores.
Nio era de rain ha inlencao escrever pre-
sentemente *.ca do f,co abaixo tiaus-
criplo, poim como o Sur. Bent. Joze
Fe inurlfs Uinosdependo na muira du (lia
J p- rauta oSin Juiz d-Diieilo Joa jiiiui
Ni.lie Maxado na denuncia que deu oSr.
Fran isco Antonio de S Brrelo da rn>ii!ia
o.< ra inser no seu Dario >lell -le \brl
p.p.; leve a friques de di/.c ( or ihe
'azei urna simples pergunl) que como eu
tjueria enrabiar (palavra ua) ao Sur. S
Rarreto, elle llobem quera enrabixar-
me, musitando com simi.lr.ute dito a par-
ciilidade, e puixo C'.m que deu o si u de-
poimento ; passo a fa.-er ja a pulihcaco do
laclo aba xo para ser enrabixado .pelo Snr.
Fernandes Batro.-: assim Ihe respond na
in-ma oicasiio.
Pascando o Sni. S Brrelo aCamman-
dar o Corpo Municipal a iO deJulbo de
1833, e querendo dos mezes depois fazer
oque nio poda, isto be, conservarla ban-
da de Muzca que tnha o mesmo Corpo,
poique jf eolio nio hav0 Pcacas bastan-
tes pura faser face a de,pesa que sefasia
com a Msica; tal vez- o Sur. Bcnta, oti
outraalgumapessoa fosse a que peisuadis-
se ao Sur. S Brrelo para que fizesse apa
recer como engtja los, s ii-nomine seis
Soldados, sendo dois na tercena Cumpa-
nliia deque era entio Cipio o Snr. Fer
nandes Bu ros, dois na quarla e dois na
quinta, para coni os veucimentos riesses
imagiu cioe seis Soldados ( neste tempo
vencia Ja m desoito mil reifl mi ncaes )
terem mencalmentca quantia de 108^000
res para a sustentacio da Msica: asim se
fez aparecendo como engajados as mencio-
nadas seie pracas, sendo os dois da terceira
os pintados Soldados Carlos Francisco, e
Manoel Felipe, engjdos assim em 18 de
Septeoibro de i833, na qaarta Antonio
Guilherme, e Manoel Jernimo em i5do
mismo miz, e auno, e na quinta Manoel
Jernimo de S. Anua, e Malinas Antonio,
no mismo dia, mez, e limo : oquedeve
constar das relaces de mostra < i'stentes
no arquivo da Tnezouraria, e feito de
maneira, que schegou ao niiu conlieci-
aisnto, paseados das, e por bocas peque-
as, como se costurna dizer. Ecomo eu
fallass, e nao pono respeilo, procurou
se dar algum geito isto, o que se nio po-
de obter ci>mo se quera; e nao obstante os
amigos do Snr. S Baneto nio tiveiio a
fraquesa de dizer-Ibe que desfi/e^se a sua o-
bra, se nao o persuadirlo do control o.
Tendo pois, como teulio dimonslradn,
sido engajados s in-noii-inine os mencio-
nado.-* seis Soldados em dias de Setemb' o de
1833, e tirando se os vencinr utos dos
mesmosatbequea Msica foi despedida nos
ultimas dias deFevereirodo an-ode 1834,
veio a tirarse osveucment'" dasdilas 6
Pr.icss, todos os mezes que decorretio de
, Setembio de iB33 a Feveteho de 1854-
I EUSnrs. Redactores, romo e delapdou a
Pateada Publica, Deacjw agora que o
Snr. Bento me dissesse se o Sm-. S Be-
lo delapdou ouno a Fazenda Publica l
Se he ou rio o respooca-vel por e.-se dinh< i-
ro ? Se o Goverrro, e os Fiscaes Pblicos
dovem ou nao examinar semelbante tacto,
eempellir aoSnr. S Brrelo repor ao
Tbezouro a quanlia que fraudulenta, e
criminosamented'elle seiirou ? Eiscum-
prida, Sms. Redactores a promessa que
iz na minha de 11 de Abril, e contada a
historh das 6 Pracas s n-nomine, eco-
mo nio seja rnui extenca, rogo lhe o ob-
zequio in.Miil a no seu Diario, no que
muio ubi gai ao seu assiguaiite.
Feliciano Joaquim dos Santos.
Recife ii de Mao i856.
N. B. Ainda voltarci ao Snr. S Brre-
lo porque ha materia.
soal, de Sub Pneito ese com islo millio-
ra este desgiacado IJe inctc.
Sou Srs. Redactores, o seu afectuoso,
eci.n.-tante leiloi.
O Rondante Atroctlado.
EXTEKIH.
Snrs. Redactores.
Mil loovores s-ia dados ao Sr. Joze
Antonio da Silva Gi lio, Sub Prefeilo do
Re irte; o quanto Sis. Redactores me
tm alegrado de ver a boa Polica, que
Sabiamente lem adr'ni$trado este honri.
HoCidad-5, esta esculla, que fez o Sr.
Pnfeito, fi int-iramente acertad na
pessoa do Sr. Grillo; porem a escolia, ou
a non eacao do Sub Pi efeito do B irru de
Santo Antonio, nao (o- para mim le.mui-
la sap sfac, por quanto o Sr. C iipt.o
Flix Coiria ja pela sua avancada i Jade,
e pelo seu talado morb'Zo, nrt pode em
'luanto a mim oceupar eite p'-zad-simo
Sargo, para que lora Momeado ; conhe-
cerido eu, e todut >-in geral, que esle C-
d n.eia praca at o prezente, rom muita
honra, e probidade, de que se faz digno
d'outr-s maiores Emprego-, poieni ete
em que foi Horneado, ju-lgo que e>te Bair -
i o, na5 ailar bem P diciado em raza6
do que j cima lheesps; sendo m isa-
ce>:ado e.-ia nomeaca em bum Cidada
mogo, que possa ben Policiar este Des-
triclo, que nao lbe peze o corpo em andar,
e correr, a todas as horas em que for pre-
. i/.o, e que d'.dguma maneira seja res
peitado dos fe iberos, que se acha in-
festando este Bairro. Ah Sis. Redacto-
res, se eu vis-e Ada nomeaca na pessoa
do Cidada Luiz Francisco Barbalbo, eu-
ta eu dina, qne tinha-mos iumG-ill'i no
Bairro de Santo Antonio; e que os. feiti-
ceros baviade desaparecer com esta no-
ticia, pois para elles he nspeitado este Ci
dada, desde que foi a Inspector do 3.
Destricto do Carino; por quanto com es-
ta boa la la de gente elle nao bj inca va ; e
m'ui b iucar, e para prova do quanto
teohodito recoi r5 ao Sr. Ex Juiz de Paz
Joze Feix de Sauz*, que milhor abonai
a este honrado Cidadad, e os grandes ser
vicos en que o enca regava, e a boa exe-
cuca, que havia, nao querer, i com U*0
desabonar aos ros Inupectorrs do 3. Des
tricto, pois todos ciimprira os seus de-
veres, porem o Sr. Ba.balho deu-me no
gotto, por ser testemunlia occular da boa
execucao que seunue praticou quando
heia nomeado para ellas ; em tim nunca
leve para elle Sol, ebuva, fro, noites
ms, tudo bera bom ; e nempre prompto
para o expediente em que eslava encarre-
gado ; com lato esi>ero -S. Redactores
que Vms. deem publicidade a estas mfl
trabadas liabas a ver se mudamos de pes-
PARIZ 1. de Anuir..
0 Principe Fernando de Portugal e as
p ssoas (|U o aci'oinpanbio deviso erobar
car em Poitsmouth a i9 do mea passado
pai a Lisboa. O G 'e.ruo Portuguez Ire-
tou o barro d- V p i Man ebester pa-
ra o seu tranpurle. d andes ptepa ali-
vos tem si lo feilos em Lisboa para a recep-
co de S. A. R. O cazamento com a Jo-
ven Rainlia, se concluir no dia seguiote
ao de sua ebegada. ( Pensa-se que estace-
rimonia le logar no da 4 d'\bril, dia
emque a Rain lia completa dezacele annos.
MADRID 2 D'ABHIL.
1DEII 6.
Nos recebemos boje o Monitor Argelino
em data de -5 do passado Marco. Elle
conten na sua paite oficial i. huma or-
dena do Mare. bal governador que nomeia
os membios doGonselbo Municipal d'A<-
gel e de Oran. Eslas nomeaees se ach
repartidas com igualdade, pelos Fr e naturaes do l'ai/ ; a. huma ca ta diiigi-
da pelo I i ao Marccbal Clauzel, da qual
exaqui o texto:
Meu caro Marechal.
Pariz 18 de Janeiro de i836.
Eu me julgo feliz de poder annuncar-
vos que a Franca -ppreca como eu .. nri-
Ibante rezult,.Jo da mis-so que eu h confiado a VOSsa experiencia e habdi.'ade.
Depois de vos baver testen'unh.'do como
Rei, toda a minlia salisfcio, en quero a-
inda agiadee r vos corno Pdy. Eu sei com
quesocitude j velasles sobre meu filho
e eu lenbo a suti-feco de vos. dizer o quan-
to o meu coi-co se uf ilion de o ver par-
tecipar di.'n.mente com vosco, e rom os
bravos S diados que vos hevei- i.iobe n di
rgido, las fa iig expeJc. a h ura da> (tosa, ai m.s foi lao
g|. riozuuent mantida.
Recebei, meu coro Marechal, lOguran-
cm de todos es un-us sintimento por vos.
Do Recenciamen'o deposlo no Ministe-
rio da guerra, lezulla que <. Exercito Real,
C'ii)|. ehend.'iido o 7O 000 iunens nova*
11 ent' organizades 1 pronipi a.tinaiem
em romp .1 h.i at i do correte, secom-
poem de 300.000 homena, e me.-mo de
mais, se c"inpieht ndermos no numero dos
homens que podem enerar emcampanha
e que sao pagos pelo estado, todos os cor-
pos francos, as companhias de seguranca, a
guar la nacional motel, e as legie estran-
geiras. As inti mi s despi zas que exigem o
Mijnim ni., detod sistas m.i-ns armada-,
devem euiiar seiiamenle em lmba de con-
ta, para deztjaimos a termin^cio de huma
guerra que desSola e arruina o Paiz.
(Le Temps).
ANNNCIO.
Amanhi sai o 2. I. da Caixa da
Guerra. Vendc-se na Praca da Indepen-
dencia loja deEncadernador n. 2G.
(Asignado)
Vosa! afFeii.oado
Luiz Feliipe.
DEM 9.

O Ministro das Fnancasacaba de dirii ir
aos Dinctores das Alfandegas dasfronle-
rasdus Pyrinos oidens e ioslincoes asm-
is precisas sobre a vigilancia que devem
observar para impedir ocontiabando d'ar-
raase munices de guerra que se tem feito
para o- Carlistas. Por meio destas iuergi-
Cas medidas, o foruecimento dos bandos
Carlistas se torna quaze impossivel, apezar
da grande exteii'o da iiulia q ie somos o-
brigadosa guardar.
As pet.ces relativas f milia de Bona-
pai te serio provavelmente lidas amarilla na
Cam.-ra dos Deputados.
Oj habitantes de Toloza pedem a abo-
lcio da Ley que prohibe a entrada no ler-
1 torio Fraocez Ha familia de Napoleio,
e a remossio para Franca das Sinzas deste
hroe.
OsSurs. Principa de Mo-kowa, Du-
que de Paiua, Alfred, eGustavo da Mn-
lebello, Meueval &c., pedem a abolicio
do ai t. 4." da Ley de ia de Janeiiode 1816
concern nte ao desterro du familia de Bu-
naparii.
Os habitantes de Pariz pedem a abolicio
da Ley que del. na a familia de Bonapaite,
ou ao menos ao exercicio dos direilos ci-
viz.
73
AVIZOS PAIMICULARKS.
O abaixo a-signa lo (que ven le B Ilutes
daLoleiia p> r ronta da mesii.o S mina-
rio) faz sciente a OesSjOa que no Diario de
II do crrenle annuiiciou ter perdido,
meo Bhete N. 4613 da Lotera pioxima
a coirer, que boje vendeo meio Bilhelede
igual numero pe tturente ao Livio 41 00
Snr. Joz Francisco Cabral, e no ditoBi-
Ibele pois urna nota em que se assignoUj,
{ brando sempre ao Snr. annunciante que
depois desle publicado he que pode o Snr.
Thesoureiiosaber qual o., ci Bilhete per-
dido poL do contrario podem acontecer
pagar ambos na boa f (visto ser dois dos
Aleamos nmeros e nao ter declarado o Li-
rroa que peilencia, o que s se podiria
saber estando assiguado, o que tambem no
de. laiou.
Joze Mria Seye.
I/y O abiixo a-siguado tendo de arom-
pauhar para a Vdla < e i todos os seos amigos e mais pessoaa que o
1 bztquMil o faz pelo piesenle asseguran-
ilo aos dito.Sil. que a realeza da sua par-
tida e nio o pouco apres-o em que os lem
o fez faltara tao n'gorojo dever, igualmen-
te faz scienle as que tiv-rem de procurar
papis e documentos deixados pelo mano
do bnxo as>iguadoo Doutor D- der faser em a casa do Sur. JoZe Tlieo-
doio Gome-, ,ua da Assnmiico D. 19,
perto aoSnr. Monlero.
Miguel Primo Villar do O' Barbea"
'JJr* Joio il'Andi ade de Bananeiras, que
por molivos, tem usado de differantes cog-
nomes, faz sciente ao respeilave! publico,
e com especialidade aquellas >enhores
romquem elle lem cornlaQe- de negocios,
que elle u'liora em diante se assignaJoio
li'Andrade Freitas da Gupabj. (Esta-
me cupuba foi aado pelos Indgenas aser-
ia de Ban^neias, ramo da Borb trema, e
i.m dos seus mais altos cabecos, donde
natural o annunciante).
fc^ A pe.-S' a que se ajuslou com o an-
nunciante do Diario 11. i0- paia ir ao Rio
Formoso, querendo tambem ir para essa
mesma paite, annuncie a sua morada para
se lhe fallar.
Sty A pessoa que annunci>>u precisar
de um rapaz, pua ir tomar conla de urna
casa de negocio no Rio Formozu, dirija-se
a ra d'Agua verde D. 4.
aj-y Urna pessoa ebegada a pouco tem-
po d Portugal, e que estudou em um dos
melhorcscollegios, oflVce-.se para ensinar
fura desta Praca, as primeiias letra;, t gca- -
mtica latina ; com i.eif.ico quem se qui-
ter uiiiisai" de seu pieslimo annuncie por
eslafilba para ser procu.ado.
ry dbjlxu asig'iad-. f publii o, que nudia 9 do c.1 n di >pa-
ecco da sua compauhij uai meaino Qprdp


D A li O r> E P W N a >i i. I C O.
*..:..* '^..^?A'ao'ITMIIIIIIH ie.-i3-iiaaB."g3yHg^
rlaro por nonie Manoel Luif, idade i2a
15 annos coro os sigtiaes seguintes; cabcl-
loe crespos, .olhos pretos, denles largos-, le-
vou Vestido camisa de brttanha, calca bran-
ca ja iota; e um bono de oleado, rajo mc-
niao. he forro: peso que o achar pode
leva-lo a i ua Direita sobrado de uro andar
D. .21, onde ser gratificada.
ItP^HV1 Amonio AvelinoFeneir Lopes.
" yy Offerece-se um palacio a quem
achou urna mai requinha, com urna aza
cottada, no sobrado de Francisco Redro
Soares Brando na ra do Hospicio, lado
direito.
yy Ouem tiver um prtio, ou preta
cosinheira, que qoeira alugar, dirija-se
ao porto das canoas, casa nova de Mezquita.
yy Quem annunciou querer urna pe: -
soa para o Rio Formoso, diiija-sea ra
do Rosario sobrado de trez andares que
lera taja de trastes.
yy Quero annunciou precisas de um
rapaz, que d fiador da sua conduela, para
tomar conta de urna casa de negocio r.o
Rio Formoso, dirija-se a ra da Guia n. 55.
yy Na ra do Collegio no 3. andar
do sobrado aonde se acha a casa da Cansara
precisa-se de urna pesaoa, que entenda de
fazer pi, o bolaxa, que qneira tonar con-
ta de urna padaiia na C'idadO da Parahiba,
dando fiador a sua conducta.
+JJ O.Sur, que receben em 833 na
Povoacio de Agoa-preta 50$ mil reis em
n.oeda de cobre, pea mandar dar igual
quantia nesta pracaa 3. r. S e que al o
presente nio tero ftito; tenha a bondade
pagar essa quanlia com toda brevidade;
com o que cumprir um restricto dever
m abono de s-eu crdito, e livrar-se-h,
de ouvir, e sofrer mais alguma cnusa a
respeito.
yy Precisa-se de um bom sobrado
com armasem, no Bairro do Recife para
um negociante Inglez : annuncie.
yfOwni ptecisar de uro caixeiro pa-
ra rae, uu para loja de ferragens : annan.
' ci a sua morada.
yy Quem tiver um negro fiel, que
qneira alugar para o rrvgo d'uma caza de
homem solteiro; dinja-se a iiiaNova de-
fionte do oitio da Matriz loja D. 4 Paia
trac-lar do ajuste.
yy Precisa se d'alugar uro sobrado de
um andar, ou mesmo um* casa terna, que
tenha coro modos para familia, e que nao
seja em ra esquisita : quero a tiver anun-
cie para ser procurado.
%y Lniz Francisco da Silva, tendo
comprado dous bilhetis da presente Lote-
ra, um de N. a5a4, eentro 53, e es-
tando esta prestes acorrer, declara que o
priroeirop^rtence ao Sur. Jale Francisco
de Castro, morador no Ai cali, e o se-
gundo ao Sin. Predi rico Augusto Pamplo-
na, fiobem morador noAfaoati, de So-
ciedadecoro elteannunciante; cajos Sor*.
para isso o aactorisaiSo.
yy Qualque;- pewua que nui/.er em-
preit.u- a f.uier huma morada de caza ter-
ria de pedia e<*M no lugar de pintobeira,
confronte ao Calderero, falle aoFsciivio
Regia, que dir quem pertendo.
yy Joze Francisco do Reg Barreto,
avisaaSenlwua I). Alejandrina d'Almeida
Forte, que vilo nao ler dado cumprim n -
to ao que ajuslou sobre a venda d'nma caza,
e sera mesma pertenrente a os Orfos fe-
os filhos, pelo que a mesmaSenhora a nao
, pode vender, que qaanto ante venba to-
rnar eonta de soa caza, e entregar-lhe o di-
nheiro que por conl da mesma recebeo,
vistoque, elle a tem procurado.no Recife,
onde lhe consta assistir, e ja mais podido
tem encontral-a.
NAVIOS A CARtA.
Tora Genova
A'Polaca Sarda icarianna, Cspitio Dodc-
ro, forrada de cobre, e mui veleira, a sabir
no dia 25do crrante, epodei ainda rt
ceber >0 caii.isde assuca a fete.
COMPRAS.
UmsConstit'iicodoBii'pado, inda que
sci vida, estasjdo errt uzo, e fecos de cla-
vinotc : quem tiver annuncie.
fcy Compra-se e aloga-sc urna escraia
de meia dade sem vicio e nem mohstia pa-
ra servico depones familia: na ra do pi-
res D. 4-
U9" A obra de Camocns completa, n-
inda sendo Miada : na vcoda da ra Nova
junto r ponte D. 36.
LEILAO.
George Brockle-hurst cr Compor.hia fe-
sem leilio hojefi.* fi*. 20 do corrente pelas
10 horas da manh de urna pequera por
ci de prtv untos Ingleses por conta de
quem pertencer; em o mu armasen*, roa
da Cruz n. 7.
VENDAS.
(Impar de biincOS do brilbantea de S
quilates emeio, do milhor rost da Corte,
e mui propiios para urna Roiva, ou qunl-
quer Senhora de goMo : nesla Typografia
so clira quem i ende.
&y Cal branca o preta de boa qualida*
ilt* por prego commo-lo { em Fora do Por-
tas sobrado n. 26, 1 ."andar.
try A loja de midesas da praca da
Independencia n. i7, e um cavallo carre-
gador: na mesroa loja.
jry F.xceliento capim de planta a 16O
reis a ariouba, em urna venda defronte da
Fortaleza das cinco pontns, e tambem an-
nualmente a 200 reis a arrouba ; e quem
qui-erassim contractar, achara na mesma
venda o Snr. Manoel da Cimba, pessoa
authorisada para essefim. Oannuncian
te s conipi rnete a mandar levar o capim
a casa d'aquellas pe-soas, que conlracta-
1 em por anno sendo-lbes convenielne.
yy Diariamente capim de planta, em
bons feixes a 120 reis, e.bixas de todo ta-
manho e por preco commodo; na venda
da ra Nova junto a ponte D. 36.
yy Urna mulata moga coro cria, e bom
leilc para criar, engoma pe faltamente, co-
ze, e co-nha o diaiio de urna rasa: na
111.1 du N S. do Tei <,"" s"brado D. 6 no m:-
gondo and..r.
yy Um rooleque de idade de 16 an-
nos sem vicio: noattmro da Boa-vista em
casa de D. Laurauud Roza Candida Ri-
guiira.
yy Urna venda com poneos fundos, na
ra da S-mzala nova. n. 36, adinbeiio ou
.1 p'-iuo com boas firmas,, e dois pezog de
duaaarroobab rada urna.
y^* Urna molatifiliH de 10 annos, sa-
dia, e com principio do costura, e um rm--
leque: na ruado Cahug D. 6, na loja do
Mdlo.
yy Um pelo do gento de Angola, of-
feiel de Alfaiate; na ma do Collegio D. 7
."andar.
yy Urna obra de Borlemaqui: na ra
do Crespo 8.
yy Um sitio cm Santo Amaro, com
bastantes fnutiias, boa ag>>a do b< ber e
boa casa : na ra Nova D. 5, dclronto do
Caldeirciro.
yy Bixas ebegadas altimamente de
t Lisboa, e muito grandes por preco com-
modo: na ra do Rosario estreita venda da
esquina junto do beco do Rosario.
yy Mcios Bilhctes da actual Loteria,
que vai correr no dia 25 do correnle, a dez
patacas em pi ata : na ra das Flores casa
da Typografia.
tey Um violio em bom uso, o qual
tem boaa voses, e vende- e por preco com-
modo: na ra Nova D. 53 2." andar,
fcy Cdigos CiimiiHe-, ditos du Fro-
cesso, e Regiment da Jostic 1: ua ra da
Cedea ve Iba loja de J, C. A'res, e na ra
di Fieros casa com frente piulada d'ama.
relio D. i7.
Wy- Curso compkto dcTb ral por Mntpellir, dito por La Croii, di-
to por l.irraga, collec^o do(arapuceiroe
muitos outios livros p-r piejo commodo:
na ra Nova D. 5 e 6.
yy Um refajo de repelfaao muito bom
regulador : aoiado do Aico de S. Antonio
armasem da esquina.
y^ 200 e tantas oitarat de muito boa
prata por i^O ni- oitara : na ra do Col-
li jio no 3." andar do sobrado cm que se
acha a casa da Camaia, de manh at as 8
horas, e de tarde das 2 a? S.
yy Bilhetes e meios bilbetefl da pre-
sente Lotera : na ra do Rosario larga D.
7, junto do cz-Botequim Cova da Onga,
t/y Um escravo do gen tic da Costa,
de ai> annos, boa figura : no fim da ra da
Penba D. 1 a, que bota o oitlo para a Roda.
yy Na loja de livros da Pra^a da In-
dependencia n. 37 o 38, acha-so a venda
Compendies de Geometra Platica, e de
Gramtica Portuguesa, proprios para nr,
Aulas Primarias, pob- Profesaor S. IL d'Al-
baquerque, e na do Enquadernador na
mesma praQa, Compendios da Doutrina
Chriiti, pelo mesmo Profafsor, c em 0-
linda na ra deS. Rento loja do Snr. Tei-
xeira, todos os trez Compendios.
y 120 a 150 pez de coqutiros novos
para plantar, que cstaro cm termos de
mudar-se por lodo o fim domez deSctem-
broa Outubro: quem pertender anuncie.
Igtp* 3 papagaiosque j falli, por pro-
co commodo: em Fora de portas n. 36.
3P ptimos licores de varias qualida-
dcs a 100 reis agar., em porcoens grandes
c pequeas pronto a emba ricnr para fora
da Provincia, esendoem porcio de mil pa-
ra sima se dai a 16O reis} e recebe-se
encommcndps de licores foit* de agurden-
te do R.ino a 500 reis a gar,: na ra da
Roda D. i5 ladodosul.
yy Urna venda com poucos fundos no
atierro dos Affogados debaiKo do piimei-
ro sobrado alem do viveiro do Muni.' : a
fallar no imroidito 2." andar.
yy Bilhetes o meios bilhetes d* proren-
leLoteiia, na ra do Crespo lado do sul
loja D. 6.
yy Um escravo de naci, nbusto pa-
ra servico de Engenbo, sitio, ou aqui mes-
00 da praca : na ra de Santa Thereza
casa terrea D. -7,
ty Um relujo pequeo, sahonete de
muito boa qnaiidade, e regula bem: na
ruada Larangeira D. i5.
yy Urna preta de naci de meia ida-
de, sabe cohinhar, lava roupa de sabio e
vai relia,comprar e vender : na ra do Fo-
go D. 11.
Vy Um refajo com saboneta d'ouro,
supeii'.r qualidade, e um chapeo armado
com prcjelha d'ouro fino, tudo por preco
commodo: na ra da t_adeia velha faja 11.
28.
yy Meios bilhetes a 3$20O: na ra
do Cabug ao p do Snr. Biideira.
WT' Colleccio das Leis do 1830, en-
quadernadas ; Diccionario geogrfico de
Echard coi rgido, o aciescentado por
Vosgien ; Diccionario uuiverscl Francez, o
Latino por L'- Brum ; dos Poderes o obri-
gacSea dos Jurados, traduccio de Pigneira
de Mullo; Linhas crimina.s de pereira e
Sousa, obra ainda ti til para se combinar,
0 mostrara dilfeienca dos nocesoi crnni-
naes d'entio e d'hoje ; Darjes, ohtervavSes
sobren Direito Natural, e das Gentes (em
Latim); Pufeodoifio (em Latim); e um
Mcthudo de piano moderno por Le Moinc:
na ruado Livramento D. 13 poivpreco c-
modo.
y^ A loja de couros e miudc^agda ra
do Livramento D. 14 a dinheiro'ou a pra-
ko : na mesma,
yy Meios Bbctea da nrtual Lclcria
que est para correr no dia a5 : na loja de
miudcs.'s da ra do Cabug D. 3.
yjy Urna porcio dh botijas do gonebrn
vacias, e frascos muito iguacs, urna balan-
ce de p.'.o com son braco de ferro com pesos
de 8 libras at umaquaita, um funil de pjo
cora seu cano do cobre, um cantono deno-
tar pipa, urna armuqSo de venda de, taboas
delouro muito boas tuilo por preco com-
modo : na ra do Cotovcllo passando o
beco das Barreiras D. 40.
%ty A posse de um terreno com 100
palmos do frente e Os fundos at a bajea niar
do no Capibjiibe, no atierro dos Affj-
gadoa do lafo do Norte junto a olaria, cujo
tciienoest proprio para so edificar urna
01 u i.t pelo bum porto que tem nos fundos:
no me-mo atierro D. 25 se dir quem o
vende.
yy Um dito cora a5 palmos de frente
e fundos-para casa e quintal ja com com um
oitio eum pe nena alicoree, no mesmo at-
terro deironte do sobrado que fui do Snr.
Monteiro : na mesm?casa ariroa.
yy Vendesi por preco commodo ma*
deiras do amarcllo, e louro serradas .m
costados, costadinhns, assoalho, c farro
do superior, e inferior qualidade; era
senaria que foi de Antonio Rebollo enia
1 ua da Praia.
yy Um cavallo castanho andrino \.
bonita figura, gordo, boro paceiro, e car.
regador baixo, at esquip r velos, sema-
chaqu e manso : na ra da praia serrara
que foi de Antonio Rrbello; adverte-^
que e&te cavulo nao o mesmo j snnatocia.
do por vezes, por se ter vendido,
ry Bilhetes e meios bilhetes < presen-
te Loteria a prego de 2$880, o palacio a
960: na pracinha do Livramento D. a9.
yy Urna carteira de duas faces, ou
troca-io por outra de urna face: na cidade
de Olinda, ra de MathiasFerreia n. 40.
yy Do'*s escravos, um pardo de 12
para lannos, c outro de Angola iO, pi-
ra 12 annos, ambos com principio de Sa-
pateiro : na ra do Rozao estreita D.
16.
C=3* Folinhaa de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sent anno de 1836, por preco
commodo, na Pratja da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
.38, e na ra da Madre de Dos
venca tjue foi do Ilezende.
ESCUAVOS FGIDOS.
No dia 17 do corrente pela rm-
nhi, fugio um rooleque crilo do nomo
Bento, idade pouco mais ou menos 10 an-
nos, calsa de brim branco, e camisa de
madapolio, urna orelha furada, e sem ar-
gola ; nao levou chapeo : h algnma pro-
ba bilidade de terse encaminhado a Villa
de Iguarav; quemo encontrar leve a rui
do Livramento D. 7.
yy Manoel, naci Angola, altura or-
dinaria, cor fulla, com falta de denles,
nariz grande e regacado, descaderado, pez
apalb--lados ; fugio do sitio do Arraial no
uia 6: os aprehendedores, ou qutlquer
pessoa que o pegar levem-noaseo senhor
Joo Carlos pereira de Burgos ronce da
Len, na pracinha do Livramento.
yy Francisco, naci angola, ladino,
24 a 25 annos, cara redonda, macaos al-
ias, denles limados, cor fula, pernas li-
uj~, boa estatura, corpo regular, alguns
panos pela cara, os peis proporciona-
dos elimpos, e olhos vermelhos; fgido
em Margo do corrente anno: Laurcnti-
no Gomes da Cunha, morador em Malia-
dinha, Coromarca do Limoeiro.
^y Gordiana, crila, 2O ann fula, cara redonda, e prezentementa al-
gum t.inlo encliada, olhos grandes c bran*
eos, peito pequeos, corpo regular, fila
ancosa, iilgmii tanto molerona, eadoen-
tada ; futida a tantos d'Abril : o mesmo
Snr. acin.a.
laboas das mares chotas no Pono de
PctnambucO
3
v
1
a
O
2Segunda
? T:- a
t~Q:--3
5 -Q:3
6-S:r
7-3:--
8- D:
a
- 6h. 54 m
- 7 4a .
- 8-30 o
- 9-18 n iManh
- 10- 6
- 10-54 H
- I 1-42
NOTICIAS MAUrriMAS.
Navio entrado no dia I9."
NEW YORCK; 30 dias; B. Amcr.
Tabasco, Cap. P. R. Stanhnpe : varios g-
neros: John Oldham & Comp. Ton.
147
ERRATA.
Diario n. 109 ultimo Aviso da pag. 4.'
quaodo diz convidamos, leia-se : convida-
se. Por acignaturaHum seo Amigo.
O" Redactores.
PUS, KA#TlP.,DO DIARIO
1836.
I
MUTILADO


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