Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05514


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Full Text
\ _
AVNO DRIM. QUINTA JfFUW
10 K MAtO N. O,
M. V de Kaaia- i>j6.
n, i^iil II 11 M IIMil
Kiaabf
DUS DA SEMANA.
16 Sejrunda 8. Joio Nepomoceno M. A. dofJs-drt
Cr. de m. ede L k>. da Theaonraria Publica
e Chae, de t.
17 Terca S. PnsaoaJBailao. Re- de m- aud. do J-
He O. d t.
18 Quarta S. Venancio H. sea. da Thea. Pub.
19 Quinta S- Pedro Celestino Re. dem. aud. do J. do
C. de m. e Chae- d* i.
50 Sexta S. Bernardino de S. es. da Th. P. and- do J.
dr O. de i.
Si Saltada (jejum'r. Maneo B. M. Rol. de m. e aud.
.1,. V. a. de e.m iHind. '
S2 Dominyn Pacna lo Espirito Santo. Quarto c. as
i li. e 15 ni- iU L
PAKTli OFFIC1AL.
PERNaBMDCO.

ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Actt 9.6. d Sessa ordinaria da Aslemblea
Provincial de Pernambuco aos lO de
Maio de i836.
Presidencia do Sr. Dezcmbargador Ma-
ciel MonteiiQ.
Feita a chamada at horas do costo me,
arhario-se presentes 3l Sin". Depulados,
fallando c -m causa pailecipada os Sara.
Meira, e Francisco de Carvalho, e sem
partecipaco os Sin s. Vieira de Mello,
Posoa de Mello, e Dr. Gomes.
O Sor. Presidente declsrou aberta
Ssslo.
Fi lida eapprovada acta da Ses-o
antecedente!
O Snr. i. Secretario den conta do ex-
pediente, que consiou de hnma rcprsen-
tjcu de 0. Mdiidile Jnu.i e s-un filh |oe se lenitlteo Cominissio de Agiicul*
lu.
De btini requerimento dos Religioso*
do ('.nio seu C>nen'o, que se ai ha oceupada pelo
Hospial rieC*rJade, o ijuhI se remen o
a Coran.is.-o d.s Negocios Bci'lealaatl
t)*.
P. incipiou se a ordem do dia com a dia-
russio do Parecer d Com. da Purea P-li-
cial s< bre as riormace do Giverno da
Provincia areica dn mesmo objeclo, offe-
io crido a mesma CoroiU s-so dous Higos
aiicilivus para seiem discutido com o pro-
jeclo n. a. e concluida a di cu-sao foi o pa-
lecer appiovado.
F. i diM'tiii'lo o parecer da Commisso
dos N-gocios Beclesiasliioa sub.e a per-
teneci do* Peruchos na Piovincia, p.ira
augmento da i>uan Congrua.-; e ju>gan a l^mms iu adfiidinl aquella so o plica,
offertceo liuin projecto pata (ai Vicarios
lil.i Cr'dada leretn a cotia'ua de /jOO^,
e us do Interior a de 500$000 re* ; lin-
da a discuti, foi o pareter approva-
do.
A me-ma Commis-io apptesentou osea
p*iere< com hu*i Projerio tornando ex-
tensiva a di-posico d.. Le Provinrial de
7 do crenle ais Religio-o- Francis< ain-n,
' qul pancer, iluda a disl'Us.-o, foi #p-
pi ovado.
Tambem approvou-*e o parecer da mes-
ma Com. aobre a p< rtenro do D. Abba-
de dos Ijenedi tino de linda para na-
quellt Musteiro Mreo admiltidos a0 No-
vicos, para oque oil'ertcco a Com. hura
projeclo de Lei.
A nieaua Couimissfe dos Negocios Ec-
clniaslieos fui de pareve scbi e aprraui-
Ttdo acora depende d nos mesmo*. da nossa pru
denca. moderacSo. e energa: coniiniiemn c.ni.
principiamos, e aeremos apuntado*, com admira*
Cao uire aa Nacoes maia cultas.
Procomafi. da AntnbUm feral dt Brattl
8nlcree-e a lOOl rs. mennaen pao adiantado
ni-1 TtpoaraB*. e na Praca da iHdoPeadencia N.
.iT ^ 3H : onda fe receliein correspondencia* leftili-
saalak. a aiiiiiincioHi iiiseriiido.e mim e'n sendo
di. proprnitasNigiiaiitea. e indo ansipindo.
CAMBIO.
Mot 17.
JLiOiidres. 39 a 39 l|2 Ds. St. poi 1 cid. ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nora.
Franca 245 -240 Rs. por franco
Rio de Jan. a<> par.
Moedasde6..400 I..800
4..000 6..8Wa7000
Pt-aos I..440
Premio da prata 50 p. c-
da lettraa, pormex I n 1 por o(
Cobre 25 por cento de descont
f \ KTIDA U CUKHKiUJ
hnda_Todos os diasao meio dia.
Goiana, Alhandra, Paniba, Villa do Conde, Ma-
manguape, Pilar, Real de S. Joo. Brejo d'Areia.
Rainha, Pombal. Nova de Souta, Cidade do Natal.
ViMas de Goianninha. e Nova da Prineesa, Cidade
da Fortalexa. Tillando Aquir. Monte mor nofo,
Aracatv, CMcavel. Canind. Granja, Imperatria,
S. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar. Novad'
RlRer, Ico, S. Matheus, Reachodo saueur. S.
Antonio do Jardim, Qucxeramohim. Parnahiba
Segunda e Sextas feiras ao meio dia por va da
Paraha. Santo A litio Todas as quintas friras <*
meio da. Gnranliuns. e Bonito nos Jia* 10 e 24
ile ada tnez ao meio di Flor""no dia 13 de
cada diez ao meio dia. Cabo. Serinlineui, Rio For-
nio/o. A^oa Preta e Porto Calvoao lias 1, It
e 21 d* enda mez- >rrinhcem, Rio rormozo, e A
g-oa Preu Segundai. Quaruu. e eaia le ira.
ra parle do reqnerim- nto do Vigario da
Boa v'sta, que eslava dado o sea paiecer
com o que augmenta as congrua* dos Pa-
rochos da Provincia; quanto a 2. parte,
sobre o cauallo, qne diz *er necessario pa-
ra a conduciio do Sacerdote aus lugares
di-tantes da so a Fi < goeaia para a admini--
traeso dos Sacramentos aoa seosfi egueses,
deve o Parodio baver-lo, de de quem li-
cou com elle, ou ueu producto, cao te-
nba sido vendido; quinto poiem aulii-
ata p-irie dssu.is reclamscdis p^ra nova-
mente fiar periencendo aquella Igrej*
os lugares, que pela ultima di.isio fi di-.
perletirendo u Igreja do Puijo, d vea o
riego io ser remedido a Com. de^Statis-
lioa ; posto o parecer em discussio, foi a-
diado por tero Snr. i. Secratario pedido a
palavra.
Continuon a orden do dia com a dis-
cussio das Posturas da Cmara da Villa do
Cabo; e forao approvados os arts. 7, e 8
do Cap. 6.
O ai i- 9. t-ruhem foiapprova'o coma
i tu nli rte supicsso do Snr. l'eixolo -
das p I U lO e 11 tora dpprov.idos.
O l ti loi approvarto com a emenda do
Sur. rota para terein a eoultuias seis
p.il'iio al>ai\o da s ipeifeie.
Oarl. i3 rslando t-ni dlsCi0 focaof
fci eci las as si-g tiles emenda.: do Snr.
Hora** Ancn Depois de ulopsia ac
creacente-ae sendo po->vel : do Sur. Lo
pf> G.imaoude se diz, dienta diga s-
suba, e risquera se a.i pala.ras e mandar
proceder a ufopsi lU'a: e do Sur. Barata supi ima-.-e a Pos-
tu-a n. 15 do Cap. (i ; ecotuluul ii8< ti*
sao, loi ppiovuda a supiessad 0o arii-
( i4 foi approvado.
O.art. i5, e 16, eo i. e a. doC^p. 7.
fora ngeitados, e o 3. appi ovado, *t luido
d.ia, fcou a d'scts.ssS adiada.
F. '. uu-se Da segunda paite d. ordem
do dia, e sendo discutido o artigo 3. dii-
iivo da Commis-a5 ao Ptuj'co 11.48, loi
appiov.-do, e debberou'se, que oPrujerlo
com as emendas recebidas pasaasse a 5. dia-
cu**s&.
Os arts. 1., 2., e 5. do rrojecto n. i4
lor5 approvados em a. disco-sa, e deli-
bv'iou-se que pahsai-se a 3.
Fui approvado em 3. di>cussa o Projt-c-
to n. 11, e as emendas recehfdaa na 2. dis-
cusaao.
Approvara-se em 1. discussa os ;'ro-
je< tos ti, ai ea*2.
O ait. 1. dopio)ecto n. i5 foi appro-
ado com a emenda do Sur. Dr. Pedio Ca-
valcantr para em lug*r de Jui Criminal
diii-r se, Juit competente.
O art. a. foi approvado, o 3. foi adiado
pela hora e a seguinte emenda do Snr.
l'eixotu Depois da palavra, membro., di-
ga-se, a qual munida do processo, e do-
cumentos i elle juntos, astim como dos
mais, que reqoisitar para seu esclareci-
tiieiiio, int. rpoia o seu parecer tm dia im
rit''dtmlo sobt- se deve ou nao continuar
o Processo- salva a redaccaS.
O Snr. presidente deo psra ordem do
dia eoritinuaQrfl das posturas da Cmara
da Villa do Cabo, conimuaga da 2. do
projecto n. i5 2 dos projectos ns. i5 e
16, e 3. don. 43, e levantou aSessade-
pois de duas horas da tarde.
Tbomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
Laurcnno Antonio Moreiro de Carvalho.
i. Secretario.
Luiz Rodrigues Sette.
2. Secretario.
RXPRDIRN'TB D'aSSRSIBLKA.
Illm. Sur. A Assemblea Legislativa Pro
viudal n*>olv-o, que Idsse ouvido c Ii^m.
Bisoo desU Diocize, sobre os Compro
11.i toa inclusos drt Irmaudade do S.mtia-
liiuti Sacramento da Villa de S-rinh.om,
e N. S. do Rotarlo dos Homen-. pieto-
desla Cidade. lim de dai a sua approva-
eio na parle espiritual, e Rehgio-a. Qne-
ia pois V. S. f*zer pt e>nile aoEui. Sin.
Pit-.-idente la Provincia, esta ResoIug..5,
pata dignarse dar as suas wrdens pira a
reinessa dos referidos Compromissos S.
E*C Revm.
Dos Guarde a V. S. Scrr. taf'a da A.-
aeutbha L'g'slaliva Provtneial d* P<-rnam-
bti'O i4 -e Mao de 1836. Illm. Snr.
Vicente Tliomai Pires de l''igueido C-
ma'go, }*! tario da Provincia. Lau-
reo) iuo Ai. ionio Mu eir do Caivalbo, 1.
Secietaiio.
1836. Projeito N. 4i.
A Assemblea LegilaliVa Provincial Re-
sol ve
Ari. i. Da senletica proferida pelo Ju-
iz deUireito do Ci une sol re contraven-
eso sPo.turas Municipaes, bavei re-
curso sem Mispensfio para hum Jo>y cial de i2 Jurados Xtrabidos da urna ge
ral sem iuierviiQa5 da- partes: e para o
mesmoJu'V ser devolvidos os pioces
sos, que a tal respeito esliverem penden*
les n.is Junt-s de Pax.
Art. 2. Por bem do artigo'anteeedenie
na& haver oalro recurso, sena o da
Revista.
Ar. 3. Da dicisaS do Juix de Direilo do
Crine, que obriga t rmo' debemViver,
e de segu-auca, queob'iga ou nad o de-
nunciado a prisio, ou que concede, ou
denega a fidn;ay ha-er recurso jem us-
penso para o Jury especial, e deste par*
a Revista.
Art. 4. Da dicisaS do Ju nos ci mes, que Ihe nao compettem jul
gar, haver recurso p^ra os Jurados: noa
cutios porem para o Jory especial, e des-
te para a Revista.
Art. 5. A jorsdica, que pela Lei de
13 deSeternbro de i830, era da compe-
tencia dos Juizes de Paz, pasta ao Juit
de Direito do Grime.
Art. 6. Fica5 sendo da competencia do
Juiz de Direito do Civel todas aquellas
causas do Juizo da Almotaceria que pelo
Decreto de 26 de Agosto de 1830 pasaarS
aos Juizes de Paz.
Art. 7. Das sentencaa proferidas sobre
taes objectos, qoando exiedetem a qoaots
de 50) rei.i h.iveta appelacud para a Re.-
Uc-5.
Ait. 8. FicaS rt-vogadasasLeisesnron.
(rano.
Paco ra Assemblea L. P. de Pernaso-
buco aos 15 de Maio de r 836.
O Deputado Joaquim Manoel Vieira d*
Mello.
GOVERNO DA PKOVmCI.
Expediente da dia 16.
Pela Secn tsiia da Presidencia s* expe-
dir s Ttulos competentes pata T-men-
US Coronis Commandaotes dos Balslbo*
ns de Guardas Marionaes da Provincia
d.s segunles Cidadd-.
P^ra o Batalba N. r do Rerife, Fr-
cisco Mamede de AImeid., Major de
Guardas Nasions s.
Para u Balalh^ N. 2 de Santo Anto-
nio, Manuel Juzc da Costa, Major de G.
Na> -onaes.
Para Batalha N.* 3 da Boavisia, An-
tonio Carnero Mediado Rios, Teneol
Coronel deGurti'd-s Nacionaes.
Pua o IMalha5N i da Varzea Ma-
no le Coronel de Muira*.
Para o Batalh..6 de Olinda, Fratusco
de Paula de iioUM Leaf>, Major de Lvgia.
Para o Ba'.alli<6 ilo Cabo, e Ipojucs,
Doutor Mainel Francisco de l'.uil* C.<-
valcante d'A'huquerqtie.
P. rengo Cavnlcante de Albtiquer Tcnvuls)
Coronel do mesmo Batalha.
P-ra o Batalba de Nazareth, Francis-
co Xavier de Albuqoerque, Teneute Co-
ronel de Mein as.
Para o Batalha do Limoeiro, Manoel
Francisco Bflendes da Cunta Azsvedo.
Para o Batalho do Biejo, Antonio
Francisco Cordeiro de Carvalho, Tenen't
Coronel do mesmo Batalha.
Para o Batalha de Cimbres, Leonardos
Bizerra di Stqoeia, 'lente Goieaelsfoi
51 AD FMmMTRAnn


E R N A M R C O.

** m B itnlhaG.
5 Caranhuns Lnu-
' C alrauU de Albuqueique,
Tenante C i ... ..-.. smo B*taliu6.
P. r*o Batalhatjde P.ja, goflinhn
lNogu-ira deCarvdbo, T-oeflte Coronel
do mi sino B.laha.
Pura o Batalha de Taranto, Seriffim
de Sonta Ferrai.
Para o Batalh.- de Goianna, Joze Cr-
rela ('e Oliveira e Andiade, Ttnente de
Mjlicias.
Para o Batalha de Tijurupapo, Joa de
S de Albuque-que, Tllente Coionel d<>
mesmo li talli 6.
I ara o Batalha deG'.iannha, J.-a Jo-
ze da Bocha Granja, Capitao de Milicias.
Para o Batalha de N. Setihura do O',
Lodo? ir o Fianci.-co Cavbante, C a pila 5
de Mili" as.
Palacio do Goveruo de Peinan.buco 16
de Mino de- lis36.
Francisco de Paula Cavalcanti d'AIbuq.*
Pela Secretaria da Presidencia se expi*
ira i.s Tilulos compt lentas para Majoits
d>>:> Baialhdes le Guardas Nacionaei sos
aeguiritisCidadus.
Para o B^talh-N.0 a de Santo Anto-
nio, Domingoa Afilmso Neri Ferreire.
Para o B lalha N". 5 oavista, Gula
vo Jote do Reg.
Para o Batalha N. 4 da Vanea, Joa
ni tn C Para o Balalha de Pao do Allio, Fran-
cisco Rege Albuquerque.
Paiao Batalha do Limoeiro, Joa de
Moma Lo> ba.
Para o Batajhd do Brejo, Joa Cela
'ode Mcdeiros, Major do mesmo Bata-
ha.
Para o Batalha de P.ja, Francisco
buza Nogueira Paz, Capiu do mes-
o Batallii.
Paia o Batalha de Tatarata, Franris-
Marqie de S.
Para o Batalha de Goianna, Luiz Fri-
co de paula Bego, Major do cntsmo
atalhao.
Para o Batalha de Tijucupapo, Joze
S de Alhoquerque e Mello Gadelha,
pita de Milicias.
rara o Batalha de Coi.ininha, Manoel
rreia de Oliveira, e Andrad*.
para oafiatalha de N. Si-nh.ra do O',
noel Xavier Carrniro da ( uirtia.
alacio d-. Governo de remambuco 16
laiode i836.
cisco de Paula Cavalfanli .i'Alhu *
OmYio; Ao Ex.-.. Bispo dVta Di
dizendo-he, que trndoa ts-etnhlpa
ativaPiovir.c.al leeolvido qun V. El.
vmraasa maquinas de punc> de cobre, v*to n haver Paquete que at"
condura, orno S. Ex. exqf.
-- Ao Inspector da Thz'Uraiia, pira
fietara bul-a, ou canoa, e com (oda a bre-
vidade facer a iemes-a das maquinas de
que Irada o o(fci<> precedente.
Ao Inspector da The/.ourai a, di-
zendi-llie, que fira xpedi.).i ordem para
ser entregue a despnticaS do i." Medico da
extincla Junta do Bospit.il Militar a caixa
de instrumentos chuigicos, recolha Acampamento, epettemente a enferma.
ija da IMarinha, segundo > mesmo (rispe.
clor nf..rma em sen ollicio de i3 do cur-
enle.
Ao mesmo, pirticipm lo-lhe que*
As-einbla Legislativa Provincia] nomeou
Francisco Xavier Carneiro Lin* 3.* Ol-
licial da Secrelai ia da me.sroa Assemblda
om o ordenarlo de 400^000 rs. annuaes.
A'Can ira de Iguaia-s cort'mtt-
nicaudo-'he que Aysemblu Provincial
i enviado o i fin-i", e a representaran
dos poo- desi'ii Hesiriclo, que a d.'ta Ca-
mar envin ao Governo.
A" Administrador da Meza das Di-
versas Beodas ; ilizenlo-'lip, que o Gover-
no ou< indo o Inspector da Tbetour-tris,
e Procurador Fiscal sobre a duvida que o
dito Administrador encoritiou em despa-
char o Brigue piu Itigi.ez Oracu'o, que
conduziu rolnos i)a liba da Matle r.i para
esta Capital, izrmp! milo-o de pagar o im>
po.'lo de anclioragein durante os dia- de
sa demora n'este Poi lo, iulga o iius.no
Governo que, a vita do Art. 16 da Cai-
ta 'le Li i de 3i de Outuhro do un no p.
p., he improcedente a mencionada duvi-
da.
i He couza bem notavel o e-tado de des-
le\o ecn que se aclia este Municipio, a
respeilo da falla de methodo que regule o
mercado Publico, cujo total abandono tem
tornado sobre maneira perniciozo, e in-
buppoi tavel, e que alian.enta reclama pi-r
providencial mui sei ia, e attendiveis. He
sem (j'i. >to, que em lodos es lai/es omle
asLei.ssio boas, e acommodadas a razio,
este tihjet to de economia p licial, foi seni-
pie huma das principaes ait>ibuit,5es, e
ing reucia das Csipara4 ; mas squi em
Pe nambocq por no-sa forluua be oppobto ;
porque a Cmara l pus. us caprichos i ir-
c un-creven!o-.-e d>se deer, tem cuni-
mutado isso em negocios l-em alheios do
sen puderio, e que nio sio da sua compe-
ten, ia, arrojando-se mnito nletn da {.ca-
lillada esfera deseos limite-'. Tal tem si-
i'o serfipre a sua marcha.
pouco: Invente a Cmara a seu bel prazer
novas instituices : approve-as os Depila-
dos da As-emblda Provincial : e mande,.
execotar o Goveruo: e o Povo cctisdtra.
doiofiio huma beata de ca-ga seja exgolai
do. Grande Dos, que Fado ma nos psr-
cegue !
ARTIGO. O.V1MUMCADO.
uvido sobre os Compromisos das
ladea do Santisv,,,. Sacramentada
eS renliaero, edN. Sra. do R
Fiagutxia de S. Ant nio do H~
..n de que lej.oj a p pro va do, M
pe.itu.l, oGovarnoe-.via a S. El
ocionado Conpiomasos, par, qUe
nsmita osiu parecer.
AoExm P.e/d,.,.e da Par.l.iba.
uetlindo-lh< para te,- o cmprenle
9, es p;oresso, dos Soldados da euar-
uaquel.a Proviu i. Manoel Rranei.
P^a. RomudMo Joze de Iranio Jo.
bu va Machado, julgados peU Junta
Uica.
Ao Exm. presidente d*l AIaf*uw,
eltin 10-lhe o processo do Soldado
rnicad dVqqejta Provincia Jote Car
le Lima, julgado p, : Junta rfe Jus-
-o Commandmle. das Armas, re-
o a piocessos dos Soldados Joze
^ Moma, Barnardinn de Sena,
Oliveira, Joaquim Jote de S.
Mnita Francisco, Sim- Far-
ilva, e do Corneta J ai|uim J
sta todos do A." rorpo d'Artilhe-
mldddo da rompanhia de Artfices
j Jote dos Santos; e de Joanjiim
tas,,e Francisco Antnnio de Lira
<<> Batalha 7, julgados todos
'a Eaoi. Piezdente da Porahiba,
ando-lhe que Tbetouraria se
rdem a fim de fretar orna buha,
qo conduza para aqutlla Pro-
Illm. Sr. Envi a V. S. re m
de S. Ex. oS Pr., p^ra s> r pnz n .<
Asembla Legislativa Provincial o in. luo
i.flicio, e mais papis, que o Exm. Rispo
Dio?eiano envin a Pieaidencia p"r mo-
tivo da lesoluca da rnesnia A-sembla
communicada por V. S. un ollicio de
9 do coirente a cerra da Fregoezia do
Buique.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de P. rnamburo 16 de Maio de
1836. Sr. Laurentino Antonio Mo-
reira d- Carvalho, Secretario da A'sem-
blea Provincial. Vicente Thomaz P.
res re Figueiedo Camai go, Secieiario (a
Provincia.
IM.n. Sr. Deonl. mdeS. Ex. oSr.
Pietidente envi a V. S. para ser pr--
zenle a Assembla Legislativa Provincial
> incluso offi io da Cmara Municipal da el
Villa de Igoarass, ronrpanhando um
abaixn i asignado dosseus desli i. tanca ; pe-
dindo refoi u a de Imm Altivo da Lei Pro-
vincial do 14 de Abril p. p. p.ra a cria
cao de hom Jim do c i. el em todos os Ter
mos nn exisleritf's.
Dos Guarda a V. S. Secretaria da
pr. rincia de Pe namb, o 16 de. Maio de
1836. Sr. Laurentino Antonio Ho>
reir de Carvalho, Seeretaria da A-si-m-
b'ea Provincial. Vicente Tbo.naz p'<
ras de Figoeredo Ca margo, Secietarioda
Pioioi ia.
DIVERSAS REPARTICOE.NS.
MEZA DAS DIVERSAS RI.NDAS.
4 uta he a mesma do A'. 99.
CORRKIO.
A Sumara S. Joze Pala fox recebe a ma-
l para o Aracaty no dia 22 do corre te s
4 horas da tarde.
ARCENAL DEM \R!MlIA.
Fat sesrienleaos Operarios de-te Arse-
nal, que anunlia (19) le luyar o paga-
mento da feria venrida 15 do enfronte.
Ai seal de Mai i'nha 18 de Maio de 1 83C
Antonio P. di o de Ci valho.
Inspector do &renal.
roda vja beai'Ster convir, que a Cama*
ra lem buui famo/.o Calendario de 11 .vas
posturas, engendr do por penna mui ha.
b I e dd cada 5 mas tobem be mister i.izer,
que ten de mais para oainteressea da mea.
na Cmara, e p.na en^'o-sar o seu per
lio, tornando lulo em seu proveito: Ho
que para medial' as \ icissi' u! s do 81U
Moni, ipio : abun Unte (e os que mais loiein aopaierend ) ac.com-
modados a cliicana, proprios para exinanir
qualqoerpariente vu tima, que for pilhada
naquelle enredo de Minos : nao etperi-
nnntiridoo Povo f'ra da* arbitral edades
di Cmara (q e nao dilucidamos neste,
por -el pu .li.o) mais do que m nhum bem,
neoliumi couza til. JEeni>; laoce-se
hum golpe de v-ta sobre os oh jeitos pul li-
eos? calsadas, pnnles &i. &e. ; qual foi o
sen resultado? Oinwacre no Povo,
Que radi'ho poig dern .'e o ilinbeiro, que
spteceb^ inrnialm. nte do Erario para o-
In-.-is puhliC'S ? A Cmara, que responda,
.^e pode- Oansio-se entao os no sus e-pe
ciil ilivos'em mandar vir bixas de fora,
quindoaqui t- molas demarca. Bem se
pode pplicar a sto O judjcioto dicto de
bnmS.hi"-' SJrs, et fortuna omnia per-
vertunt.
Lanse'.'p agfra as vistas sobi'e os Issou-
e>es, e vi j-mos o que se passa por c ses co-
viz de la ib ae-, (|ir- *So imnini.-(.s porcssas
Buis: al 111 da est m iliva do prec da ra-
ne, o furto no pezo d 1 roesrna st lio ar-
raigado, oue j passi *'li por bu .0 direito ;
ms a tol^i nnci 1 nesse gei ero lem dado azo
aos I .li -- pata rouharem muito a .seo sal-
vo a e te P. V -off. e lo e b tal audacia,
flu nem oroobado tem o det,bafu de re-
clamar pela indemnisacio da falta, que h
uo prao da carne, que compra, por que se
11 (-'.-..na, h" maltialad1 .
Passemns sRibe'ra: SofiFre-aeal outro
tanto ; na a!em da inaudita ranslia poi-
que vendem o pei\e, o podre, e o mo podiep alto preco cer-
tosde que tolo aquelle, que sobre pujer a'
rssa ganancia he passad o pela (ieira do sal,
oudasgre'has s> mpie hec mputalo pe-
lo mos'im din' ero ; porque para eesegene
rod Consumo nio h regr<, nem pr telo.
Siga m'.sji Praca : a Farinha, e.*seoutro
gpue-o lantoda priman a necendade a lem
da alternativa do nreco, e do corte das me-
didas, que s- ffr n ( para nrremedar a Capi-
tal, cojo opnt-ficio he divjlo a cello Mag-
nata. que in desseo asabobedas do averno )
em f >voi- dos trafi. an'e ve-sa liabem alli,
hom cardume de atievesaadores, que o tur-
nio em mais dolor, za penuria, 00 que o
constilue mu tas vezes a alternativa das nos-
si- staees. quazesempie ragas eincon-
t-m s: E piu lodos ratee logues a onde o
Povo he alternadamente condolido, pela
dura preeizo de manter a vid nao appa-
reep o menor vi.lumbre de providnp 1.-.
M-s qu^l a razio de toda e-sa cruuinoza
o liff"r.i)ci, e de cmermos tanta-lori-
las. Hp, que a C niara na orf anizaclo das
novaj posturas, em sua mui alta Si hed ri .,
mu le propoiilo, earle-manha, abulio 04
Alm-ta. i's innovando hum espio p-g .,
cir> vez de hom Juiz ; e .-ludio mais huma
poslora antiga, (|ue mandava laxo- os g-
neros, que o vivnideiros vrn-.o no mer-
cado, l-bpinas de.*.... E que nos re-la
mais : Hoc. ^uslinete, m ijua ne ven at na
lum : S f'ei estes malas, em qaautu nio
soisaubcarregads decuittosnuiiore?. C> la
A 17 do corrente appareceu o n. t5 do
-Const. e Pedro a..__ Ler todos oanu.
meros, 011 u-n s he com pouca diferenca
a mesma couza. Ancioso sse Jornal p0r
sencusar a Administrado do Exm Sr
Presidenta Franci co de P.,n|a, m,'s c
i- cuido de f,ctos njuatOS, ou illegaes e,n
qiielirme as sen^u.a-, elese vio ua tru-
je neceasi da de de adulterar as sccoen* mais
innocenles, de inveclivar, e al memo
de calumniar despajadamente, aggravan-
do esie comportamento inlecoroso com
insultos, e virulentas diatribea soltadas
confa a primeira Authoridade da Provin-
cia, econtra todos aquelbs que nao p.-n.
sam como o Jornal. Emboca se leoha
prpva''o com evidencia a falsilade de todas
suss..ciusacoen-, emboca minunriosamen-
te selenlia levado e.ssa vidneia sobre ca-
da nra d 8 fados, cuja injoatioa inventou,
ojoui'l, firme ein ra teima, fuita-sea
toda a quadade de prova, foge dos argu-
mentos, eq'mdo seus canhoens nao vo.
mitam urna metraliada de injurias, repe-
le os eaesmes faetos ja tantas vezes victo-
iios.menie cnmbjtulo.s : e m se Ihe nota
issa pertinacia, deca la-se dizendo que
em quanto o Diario negar, o Jornal aflir-
rrar. Mas advii ta o Jcinal que o Dia-
rio npga, < piova a iazic da mg.tiva; e
o Jornal repele o que diz sem num a o pro-
var Ora d'.sta cega pcrlioicia, o que e-
vdentemente se conclne? Que o Jornal
n.- ten'lo materia para miher as suas pa-
ginas, segundo o plano que adoptou, se
v nbrigado repetir o queja tantas vezes
lem dicto para enebel as Que triste po-
siga he a do Jornal No numero i5po-
rem, tndo com a sdica repetica, aug-
atf ntoo-lhe miis algumas fdlsidades, e u-
ma d'ellas he .lizer : que tt-m sfdo pie-
sos paVa asienar praca m i. Liulu
propri- tli ios e hbmehs cazados- Res-
pon damos ao maisnotavl n'blas disida*
des. II i I"' be falso, he falo : "os ca-
zlos qui em sido prezos s- aquelles,
que nao viv> ndo c..m as mullie's, e que
11 nestn, esli in circunstancias do Di creto
'le 2 de N venibro de 1835, as lo Exm. eRm. S Beg ote .Diogo Anto-
nio Feij, que positivam nte manda re-
crutar, e com .oda ju.-tica, laes cazados;
pemquanloa proprietarios he falso, he
fdso, befis-, repetimos : e como seria
enfidonho o publi ar a lista de todos qui-
to- l-m assentado praca, e anas circuns
tancias, que he 0 meio que temos para
provara rano de ims-a negativa, apunte
o Jornal ouem for-m, como se chainain
e-ses prupr e'arios, es-
sido prez- s Oh i
es-es tazados que lem
isso h ..le ler bello
Q-e respeitav-is nomes nao via por
ahi!... Note o J01 ncl (,ue o ecrolamen-
lo for adois' ab.rto em vi.tudedo men-
ciimad 1 Dec numero de h mens exigidos d'esta Pro-
vincia, aida falla mnito..
O Jornal, com o fim de depremic a pes-
soa do Exm. Pre/.i.lente Francisco de Pau-
la de quem a pag. 2 do sen numero i4
confessa (o que eia escusado, porque
nnguem o igomaj ser inimigo, diz que
S. Ex. muida insultar a honrados, e vir-
l'jr>S"S CidadaS as folhas Aristarco, Mes-
quila Jnior, e Ponte da Boavista, mas
na forma do seu cos u me, nao o prova.
S poiso Jcnal quer que o cieiam mostr
por seus nomes qaes foram os Cidadas
h nrido-, e virtuosos que foram insulta-
dos, e sobre tudo, como, quaudo, e por
q em S. Ex. mandn riSuUal-os ; C em
quanto islo nao fixer permita o Jornal que
llie digamos nutra vez : he falso, he falso,
he falso. Mas nao se dedusa d'aqui que
de a'guma maneira aprovamos, e nenj
mi-rno adiamos o Sal do Caiapucciro
as virulentas stiras que se leem 00 Mer
quita, euaPonle; p>l; oontrario lamen*
MELHOR EXEMPL




DIARIO LE PERNAMBCa
3
tamos cordialmente que urna Lei protijt,
e mesmo que, por seus del", los, coope-
re para que ppancam taes esciiplos, que
naSservem se nao de mosir.tr o gran de
nossa imuioralizacao. Admira-nos pi que o Jornal, mase! milo-se tanto tomo
Mesquit, e a Punte, lenha presentado
stiras, virulentas, tanto, ou m is mino-
raes do que as d'estes Simias non rcspicit
re'r.
J3iz o Jornal, -< que por consentment
de S. Bx. "Qi temos velipondiado o
(( Exm. e Rm. Sr. Regente n'esle Da-
rio. E>ta aecusaca in*olve% duas f d-
udades; a priroeira lie a c'rcun-Uncia,
isto he o consentimcnln, e a a.* o facto :
privemos. Nunca *e> vimos de lala de
feno : (como vulgarmente se dit) dotado
de un genio indep^ndente, natnialment-.
fram o e sincero i.- jamis cui vamos nem
curvaremos nossos pensamentes a outra
Potes-'ade, que ua5 seja a nossa conviccaS :
ora tendo-nos e.ita mostrado que a Regen-
cia d, S. A I. a SNR.' D. JANUU'.IA
sei o Paladio da Monarctiia, da orden,
eda prusp' ridade de nossa Patria, e alem
d'jse" retido nos com incrivel rapiae *er
essa R- uencia dezmada pela grande maio-
ra de Peinsnilui'o, [inclu-ive os lio mena
que lem nferesses solidos a defender, nos
com a nossa coslumada franqueza emitlimos
nossos sentimentossobie e>-a grande quea
ta, que hoje desafia tola a atiene ,
eassimpathias do Brasil. Era por tanto
indespensavel, parapiovar a convenien-
cia da R gencia de N. A. I-, o provar a
inconveniencia da Reg -ocia do Arto Ad-
dicional ; mas como si ja o Regente tm
consequencia d'Es-e *cto o Exm. e R Sr. Feij, nos pela for a do aigumento,
e pan com man facilidade provarmos a
conveniencia (i. R-gencia de S. A. I. lo-
mos obligado a toc.ii-na Administraci de
S. Ex., nas suas opinioens sobre formas
de Governo, os ai ts platcalos duiante
o lempo em que fui Minis'.ro de Estado, e
finalmente era todos aquelles pontos da
vida Publica de S. Ex. que ns leva-sem
ao no-so fim } poreru junis filiamos ao
respeito que tributamos a<> Hjinem que
tem a raui destinla bonri de governar no
Augusto N'ome do Imperador Constituci-
onal o Se. D. Pedio 2. Se nos, apn/ar
de provocado, nunca insultamos os Srs.
Hdadores do Cou.-t, e Pedro 2." como
incivil, e ousadam ue insultaramos gra-
tuitamente. O, jielo Alto Emprego oceups, segund(f\2idail*5 do Brazil, e a-
lem d'issp a. uid Rispo ? Si pois he falso o
haveimos nos;, nem por sombra, velipen-
diado a mui rc.-peitavel Pessoa do Exm.,
e Rm. Sr. Regente, ainda raais falso he
o tt-r es'e faeto, (pie com pro vas negamos,
s'do p sto em practica por consentimento
do Exm. Sv. Presidente. N\ como
i dicemos, somos franco, so curvamos nos-
sos pen-amtntos nossa conviccaS, e d'a-
qui se evidencia q\ oupenceS. Ex. d'e-.-
ta, ou d'aquella uiaiieira no* emil timos o
iiosso juizo, independ ule de influencia
alheia: o Exm. Sr. Presidente nunca,
nunca nos dice diga sto, ou diga aquillo,
tanto as.dm que 5. Ex. nunca eu artigo
nem um uosso antes de ser publica lo. R^s*
ta agua que u J nial pnve como fui e-se
cousentimeuto ; e em nanlo o iia fizer
como na5 o pode, porque nunca tal hou-
,ve, permita que r pitamos : be falso, he
falo. Refhta-se, e cotopsre-ae agoia o
que pela fol'aa do argumento llevemos di-
cto n'este Diario Subte a Adininistiacad do
actual Exm. R> g lite, en un tem dicto
o Jornal contra a Pe-oa do Exm 8r. Pre-
zidenle, e julgue o Re.^peilavt-1 Publico
qual de nos insulta, qual de nos tem exor-
bitado do circulo da hune.-tidade, qual em
lim prouiove o desre-peito, e a miar. Ira
com hipotheses le Vices Presidencias...,
sabendo-se que o Vice Presidente] pela
constante escusa do Exm. Sr. Dezembar-
gadur Maciel Monlero, he o mesmissimo
Sr. Francisco de Paula. Permita o Ser
Supremo por sua infinita Mise icordiaque
aAsStmbla Geral, ouvindo os ardentes
votos do Biazil, Delibere de maneiraq'a
Nacaj desassombrada, e livre da- ci ueis
garras da demagogia possa Com enthusias-
moenlor : Viva o Imperador Con titucio-
nalOSMR'D. PEDRO 2 l VivaaPrin-
ctza{lmpeiial a SPR. D. JANUARIA
Regente cmS.u AuP.usto NOME Viva!
Viva !
Sencura o Jonial em outro n.*a S. Ex.
oSr. Presidente, porque nunra deu vi-
vas ao Exm. e Rm. Sr. Regente. O
Exm. Sr. Presidenta tendo ddo vivas aos
objectosmais respeitaveis, ecaros d- Bra-
zil, temcumpridocom s deV8iej de Gran-
de Funcionario Publico, livrando-se ao
mesmo tempo com aquella dignidade pro-
pria do hometn honrado, e delirado, e
que muilo preza o seu melindre de que
em v. z de atribuir se a simples e civil ob-
sequio "s Vvrts qu. S. Ex. desse ao C'ie-
fe do Poder dequtin he D-d.gado, a tribu-
a-se a stntimenios que junis tiveraiu en-
tradr noC .raca de Paula Cavalcantide Albuqueique. Ta
pouco fino nao nos parece o Jornal, que
n5 teir percebido islo ; mas quer mo-
tivo para ehclier suas paginas, pegt-sea
estas, e nutras cuacas d'alhos ; que iazer-
lnep Desmascaral-o, he o recurso: ire-
mos fazendo isso como pdennos.
Cni.
KXTKHIOK.
P*\RIZ a9 DE M\RCO.
Negocios de Hespaulia.
Abertura das Corts.
Discurto d Rainha Regente.
IIlustres Proceres, e$r?- Procuradores do
Reino.
r He sfrnpie com o mesmo prazor que
eu vos vejo reunidos em roda_ do Toruno
da mirilla Augusta lilha para me fazer co-
nhecer, segundo o objecto principal da
vossa convocacio, o voto da Naco sobie
huma dasbtsts da COQsttuicio do Esta-
do.
O raeu Gnveriio vosapprezentai im-
mediatameiiie o proeeto da Lei tleitoral
que, eu o e-pero, sei examinado pr voz
om a madureza que exige a sua impoi tan
cia, e com a rapidez que pre-cieve a ne-
cessidade. He e-la a maneira legal da le
vizo das n ssas instituicSes, pTa assegu-
rar simultan aminle todas as v nilagtjn's de
<|ne esta Nac<> magnaiiiina se torm cada
dia mas digaa por f-ua leal iade, por seus
sacrificios, e por sua constancia. Porem
ainda que ela L^y s- ja o olijeclo princi-
pal dos vosos tiobtlbos, oulias impoitan-
tissimns seru appiezentadas ao Vosso exa-
me.
As negociacSes comecadas rom os Esta-
dos da Amerita lle-n nimia, cliamai
p irticularmenie a Vn>si al'encic. Ileem
fim lempo que duis povos que a nutuieza
ft-z irmiofl, sejo amigos para sempre, e
que aos despedass.'dos IaaSvS da sobaAdiua-
co, e da dependeucia, succcdjlo lassos ma-
is doces emais duiaduuios, us da igualda-
de, eda concordia, fundada sobre reci-
procas vantgens.
n Vos sabereis, assim como eu, com a
mais viva sati-fico que os Augustos M.
ii.nca, ligados a s nit-resses de Izahel se-
gunda pelo Halado da quadrupla allianca,
nos dio cada dia novas pro vas da sua cons-
tante smisade, e de sen dezeju sincero pelo
tnumlo i!a nossa ligitima caust, e pelo res-
tabetecimenlo da trampiilidade na Penn-
sula. A Franca e a Inglaterra nos fornt
cem todos os socorros que nos llies ped-
mos, e .i-Jop''as medida^ asmis efiieazes
para que notsOS inimigos nfo po sao rece-
ber nem por mar, nem por trra, nem
pelafronleira secorroa dequaldade algu-
ini, Em fim, a devisfo das bravas trop is
Portuguesas que entrarlo em Castelii em
vii lude dotraetado do roes de Selemhru
uliimo, se junta no-sas liopas para obrar
conjunttamente com ellas contra o iuimi-
go cominum.
Mudanca nenbuma lem hivido as
RelacSes do governo da miaba Augusta fi-
llia om os outros gove nos da Europa,
com o npecador do lir.-zil e com os l'.-U-
dos Unidos d*Amrica. Todos se COUSVI -
vo no mesmo estado de huma amizade re-
ciproca para com o meu governo.
Nenhum eligi por mus superior e
magnifico que seja, pude igualar aome-
reoimeoto das nossus bravas tropas de mar
e Ierra. Ag^d-.c^mcntos e elogios co i-
u^a^aaaa^iM^gla^s^IIg^l3gg^^gy^E^
gualmcnte devidos' as b-giVs Francezas,
Inglesas e Portuauzas, qn unem os se
u- a os nossusexfoieos, verleudo osen san
CU'1, e que, pailecipuido dos nosos tra-
ballio.- t- da nossa gloria, provio que, em
huma cauza commuin o- sai rificios-devein
igualmente ser cummuns.
Hum invern xcts-ivamen'e i igoro-
zo e longo nao lem podido i bstar a-suas
facilias. A sua (idelidade, s ia constan*
cia e suaineigia ugnu-riiac eom os rigores
e os inconvenientes d<- huma e.-taco ci uel,
e muliiplirando se totea de mar< has con-
tinuas e penozas, ellas se urhavfo por to la
a parle onde h'UVtssi* | e'ig0 e dequal-
quer lado que oiuimigu s'apprt Zuntava,
elle as arliava prorr pas a i fff i'ccer I be ba
talh.i. O .-eu ben-ico ex<- opio lem acen-
di lo o facho do valore do deVer nos Val-
les da Nav.rra, quese leanfaro conlra o
Usurpador eaivoraijo n l->tanuai'e em
favor denii'ha Augn t-. E'.ia; eos 70,000
boineus queja se arhio piomp's do ulti-
mo Recrulamenlu, -pie rmalos, e s luci-
entemente adestrados, serio incorpoiados
na.s filenas dos noss io rom elhs, em gloria eem devoiio por
I/.alielII. Dt-vemos esperar que seu-. e\-
forcos reunidos pord hum termo guerra
civil. A Nacao admirar commig os lou-
ros que elles vio colher, louros que serio
por cei to mais agradaveis pira mim, se
elles nao fossem colhdos cusa do sangue
dos infelizes, que posto sejo rebeldes e de-
generados, su com ludo lilhos da Hespa-
nbt.
A guarda nacional, esta instiluico con-
servadora da ordeni eda liberdade, he o
objecto constante de minba solicitude....
Por ser mfito longo e con te r medida! de
interesse peculiar da naco nao a copiamos
toda por inleiro.
ti-ge os valles de Roncal, Salazar, Am1^
coa, Valcarlos, &c. deffende a parte oc-
cidental do Ai-agio e favorece a soblevaco
do Rastan. Est> s resultados, obirdos em
huma#-taco lio ponto favoravtl as >pe-
racoes militaies, nio sao sem impoitancia,
mas tudo da pensar que o General Cordo-
< a se prepara va ubi ar ainda com mais vi-
goi, e obter breve bum suc e.-so decizi-
vo.
El Hespanol.
(No TempoJ.
MADR-IO l5DE MARCO.
sSabida de D. Miguel de Roma.
Hum jornal publica aseguinte anedocta
relativa D. Miguel, segundo a qual, nao
ser e-tranba precipitada sabida do ex-
Rei, sabida que deu lugar noticia espa-
Ihada, estes uilimos das, de sua viagem
a FYanga.
D. Miguel assistia ltimamente em
Roma huma d'aquellas c< ri monias te
1 giosas, as quaes .-e desenvolvem ludas
as pompas ''o Vaticano, e achava-se, em
huma das tribunas reservadas nobresa
Homa' a,junto dabe l.i Ingleza Mi.-sT.-l-
bot, boje cazada com o Principe Aldo-
brandui-Borghast.
Ahi, sem respeito Sanctidade do
arto e do lugar, as galautarias do pre-
tendente cbegaifo a lio den.asiada li-
k cenca, que <> Principe Italiano no da
seguute mindou desafiar a D. Miguel,
k o qual negiu se ao combate, aobopre-
texto de nao poder exporseu adversario
commeter bum sacrilegio, itlaondo
huma Isla cornada. Mas como estas
razoens nao lorio Hendidas, foi rieces-
serie a sutoridude Pontificia pera ar-
ce ranear o vi oso Miguel justa vnganca
k do irritado esposo.
Resumo das operaces do exercito H pa-
nliol, desde 1. de Janeiro ao l. d'A-
bril 1836.
Durante estes tres n'timos ir.ezes rte in-
vt rno as tropas o exercito do pretendente de aoOO homens,
Obiivero-se estes re>uItados, tanto nos
combates de Oidona, em 5 d* Marco, de
Btlmaceda, em 16, e de Unzo, em 79 ;
como pela destruicio da guiruicio do hi-r-
mitagem do Hort, naCatalunha, das guer
rilh.is do Cuia BoUneroe dos rebeldes que
infesta t o as provincias da .Mancha e ae
Toledo.
Ne.-le me.-mo lapso de tempo, retomou-
se Ralmaceda, deendeo-se e conservou-se
Guetaria, expulsou-se o inimig das m-
me.iiaces de S. S. bastiio, fortificando-se
aquelles pontos iodos, a im como Lei ui-
tio e o rio de Bilb
MADRID 28 DI. MARI/).
U General em Cbefe do Exercito do
N01 le e de Rest 1 va di igio a S. Ex. o Ml-
nisiro da guerra o de-p.. huseguinle :
Eu tenho o prazer de >os dirigir huma
copia da carta ollicial que o Commanda-ite
(laEsquai|ialugle/.a, sobre a cota de Can-
tabria n e enviou p-lo meu judante de
campo, o coronel Cacaste. Eu teuho le-
vado esta carta ao roribecimento de todo o
Exercito para dar huma nov.i prova da be-
nevolencia e da firmeza com a qual nossos
poderosos aiados sustentan a cauza de nos-
sa Augusta Rainha, eda .Liberdade Hes-
panbola, epara mostrar a inulildade do
exfortos e dos Sao t licios do-. no?sos inimi-
go.-. Quarlel general de Victoria a4 d
Marco de 1836.
(Assignado).
L. F. de Crdoba-.
AS. Ex. o Ministro da Guerra.
Exercito d'operaces e de reserva.
Secietariado de Campanha.
Estado Maior general.
O dem eeral de 24 de Marco de 1836-
o .
O Cordnel Don J. Lacaste, ajudante d
campo do general em chefe, chega nest
mesmo instante ao quarlel general com o
seguiite Despacho assignado pelo Com-
mandante da Esquadra Botnica sobre a#
co-ta de Cantabria :
Abordo da au de S. M. B. o Castor :
Santander 22 de Marco de 1836.
Es el. Snr., eu me aprenso de vos an-
1111 miar que ogo>erno de S. M. B. acaba
de dar a ordem de prestar a V. Ex. eos
tropas do .eu commando, o apj.oio o ma-
is eflicas a fim de impedir que as tropas do
prettndenteseapoderem dos pontos fortir
ficados do litoral que conservio a han ieira
de Iz. bel II*. e para ai ranear a os rebel-
des aquelles deque por ventura elles se
possio ter apoderado.
A esquadra de S. M. B. fo considera-
velmenie r> firmad com Navios c com tro-
pas, cht-gadas d'Inglaterra, com o fim de
appoiar. e de proteger lodas as operacSes
queV. Ex.julgar dever empiehender so-
bre esta pai tf do litoral. E 1 annuncio tio-
bem a V. Ex. que todos os navios do meu
poverno, inn recebulo insti ucqes que Ihe
detreroiuio receberem a seu bordo as tro-
pas de S. M. a Rainha, e de transprtalas
sobre qualquer ponto da costa que Ihe for
indicado. Eu entieguei ao portador do
presente Despacho instrocc^rs as mai de-
lalhadasa re.-piit->do n. de tropas que ca-
da nav:o pode nceber a sen boi do. V. Ex.
pode estar certo que as torcas que compo-
emaminha E-quadra cooperaiio activa
nismente o- mov(mAltos doExeivriu Hes-
uiihol, equeeu leiei o maior m jer do
pieencher os dezejos ;|ue V. Ex. b-UVer do
me mainfeslar. Eu lenbo a honra &c.
(Asrignado).
HaV, Commandante da Esquadra .'lacio-
nada sobiea costaSepteuinonal deHes-
panha.
Ao General L. F. de Crdoba.
se a linha deZ.ibiri na Navarra, que pro
Ag^seta de Madrid fas as refiexesse-
guintes sobre ocoiiteudo do Dep..cho que
precede: j0>socorros humus. rn--r e
m fim esl >!>el 10- g< ueo-o- itaN^-5 '
n-.>s assegura a promwta ses?ac5 da gm,:.-,
_AR ENCONTRADO


% I

DIARIO DE K P R N A M B V C O.
a
h

ya civil, que sinceramente d.sej-5 arden*
temenle todos os hons lle-panhoes. Agu a
que as fi\a* naVaes de ngulieira ajuda
o* movimenlos do na-so EtercitO, he im-
pos-ivel que os rebeldes se apod lienhnm ponto da costa Septentrional; ri-
les sea desle nimio privados da leilida-
de deestabelicer hum n?eio le conimuni-
eac.a, de receber soeoiros, e de dirigir a
su* von'ade seus moruncnlos o-ua ii-m-
l>inac.5e;>. As no-sas (r ellas recebea liuin apoio effioai e <-n-i*
ico para desenvolv<-i m. as sUad operecoes
militares, seiio mais lvres pa per-eguir
?rs I'jCo do iotetior al au sen co.npleic
estei iiiiuiu.
O (jove no Francs; da sua paite, no-
ten inviadu armas e inunicu's ; lie
deu ordena para seren aviados para o in-
terior os rebeldes que se tetn refugiado no
solo de Franca, e teni tomado as mais i-
neigicis medidas para impedir qulquer
rcmessa d'armas e muui<,ea para oPreten-
deule.
(Le Tero ps.)
-Londres iS de Marco.
10 Principe Fernando de Portugal <"he-
pou hontem ao Palacio de Kensiugtun;
lie vtio acomp imo, o->Piiiuipes Fernando, e AurusIo
deSaxe-Coboui g, e do Pi iocipe de Leiuin-
geo. Nolou-se no seu accompanhamnito
Lord Elphinston, o Conde de Lavradio,
Ministro extraordinario de Portugal, o
Bar6 de Moneorvo, Ministro Poi tugue,
aqu residente, Mr. Va.conceIlos, o Ha-
r 5 de Drie&kan ice. As quairo horas a
Duqueze de Kent e a Princesa Victoria,
sabitoS do Palacio de Kensioton para se
dii igirem a Wendsor. O Principe de Por-
tugal, e O Principe de Saxe-Cobom g hia5
na Carruagem de Suts Altezas Reaes. Hm-
Te hum grande jantar no Palacio de Wen-
dsor, e noate ali se reuni huma nu-
xneroaa e brilhante Sociedade.
(Le Courrier Franeis.)
COKKksl'Uft tiKINOlAS
Snrs. liedaities.
Tende en lidoo anuum io, de andaras
rod.5 do curenle in-
di peo tav el, corr a lium singo para me
imp estar dinheiio, para comprar hum l>i-
Ihete, no da i4; e ja nao lia va hum, nos
*loga>esdo co-lome, festinos mai.ipolis-
la, por inais diulieiio, peigunlo, p.rq.e
>->Io nao .ni lou as rodas a i'rj, sei para
Mar lempo a venderem, aquelies biliielts.
Hum que ii > comprou b Hiele.
'Pode nao ser esse o motivo que su-peita
oSnr. que nao comprou billiele, dUts siitl
ser u lempo que se caiMilou par a Venda,
e para apioniar os precisos, para coi re em
as roda. O Snr. que nao coinpruU resol-
veu-se tarde, foi e nioai hou, Dea pena de
quero lie muroo : quem quer fui luna acor-
0a cedo. Qnem nao quiser dar galillo aos
especuladores, dcerto nao pe dei'&c. &c.
Os Redactores.
\
S'hrs. Redactents.
Rogo Ihes o favor dedecWem sope: dea-
ta, se fui eu o auctor da coi. e-pondi n. j
ioei ida no Diario de 16 do crreme, aasig-
naduHum morador do atierro.
Silvestre Joaquim do rVascimeuto.
Nlo he o Snr. Silve-tre liaquim do Jia
cima-uto o aaiguado-Morador do atierro.
Os Redaclore.
**-
AVIZOS PARTICULARES.
Mr. Larouceii, Emilio, seleiro e seg-iro,
!
e seu cunhado Gilli t, pintor em Equipa
geus Scc. lem a honra de prevenir ao ie-
peilavel publico que elle toai de ib'ir o
seu esUilielecinieuto na roa dos Quautri
D. 8, e queches fui io ludo qoanlo lH
i- i.s i anees p.ia nii-ri-c r a C'.i fi.iica das
pe-soaaque quiserelU s* utilis.it' tl< sen-*
pequeos piesiimc-. Mi. limilio .-e eni'-r-
lega deeusinarcavados de carruigein elle
sella, e de ti arlar delod-sas lnpu->li.%s dod
nie.-moa ravallos. Madama Larou.iip Si
encai'iega de la.-er ve^lido. de aenbwra do
olliii". g)sl<>, as.-im como de engoiflaa tu-
das as qualidadis ile ionp...- tio^s ele s-uho-
ra e le li. nurn. Mr. Philipp^ L ni una, na sua casa, < u na >sa das pea
sua-q.eo qni.-er. in mandar cnamur.
%3F r'cd.-- euci Snr. fciub- PrelellO, di i te SUas \ i ,i- p.n .( o
pateode N.S. do'feico, omi ..pie pas
sa, mande retirar as quitandeiras p..ia a
praca que a Cmara Ibes man cu, porque
nao toroo o tr.inziio, como tiobem
mimozeto aos pacficos moradores, com
palavraj eudeceutes, e escandalosas, e a-
zem da mesma ra logar onde so deita o
lixo. Nao hade costar tfio pouco as desa-
lojar, poiquero valentonas estas pretinhas,
por le em o patrocinio dns vendas.
WT" D-se 3:600^)000 res a premio,
com hipotecas, ou boas linnas: nu-m os
p**rtpndt r dii ija-se a esta Typografia se di-
r quem tero.
V^F* P rerisa-re de nm bom sobrado
rom armasein, no Bauro do Recite para
om negociante Inglez : anuuncie.
IV Quem liver mn pelo, ou preti
cosinheira, que queira alug-r, dirija-se.
aq porto das canoa casa nova do Mezquita.
%W' Alnga-se urna escr*a, qu-- sailia
cnsinhar o di.n o de urna casa de pequea
familia, e la.-er o Servid ordinario, me-
nos o de Comprar na roa ; e se pagar ge-
nerosamente pi-la preci-'i, q i ha : a pe>-
soa,- que tiver anuunn-, ou dirija-se a ra
do Nogueira D. ao do lado do sul.
WT Quem annunciou querer 200^J
reis a juros de 2 por cento ao roez, com hi-
poteca em urna molatinha, dirija-se a ra
do Nogueira sobrado D. 14.
?jrj" O abaixo a-signado fai soiente a
Senhora O. Mara Rosa da Assumpco viu-
va de Mnoef Rodrigues dosPassos, que el-
la es Ihe sio devedores da quantia de 30$500
reis, importe de varias fasendas compra-
das na sua luja sila na ra Nova 0. ai.
J'jao Caris Orine.
W^ Quem pr- ciliar de um ho-nem Bra
zeiro, iie 25anuosiie la>l, soilHIM, e li
vre de penso elgumH : de bna costme,
ecapta de tomar eunta de alguno eatabele-
ei roen tu for* desi piaca: aaaunic iiiin ada.
VT>" \fanoel Conga I ves da Silva, e L i
Bpifanio Muurico Vranlerly d iaarau de
ser ca xe-iro de Ignacio Uent de Loi..||a.
cy Qne.niivir pa aiugar oma za com Cmodos par., ftmilie, e que imha
quiin..i e ccimba, srndo perto da ponte
da Ho.t-.i-iH, queira aimuuriar por esta
follia. ou dnigir sea i ua N.ivajdelrunte do
iiao du Sacramento, luja PraotO** L). 5 e
6, que se Ihe dir quem quer e dar-se
liador contento.
WT Na noite do dia 6 deste mez lira-
rio di casa de Antonio Francisco de Salles,
rita de Malina Ferieira em Olinda ; um
collele de velmdo pelo novo, huma calca
de panno pelo tambem nova lium
lenco preln, mu chapeo de sol compom:o
uso, um relujo de prata : nao se t-in an-
nuuciadoa mais lempo, por Julgai' >er
biuiCideira de alg m. naijo; poieui co-
mo pa-saiio ja muito.s da-, (e ..e jnlga-
do s.rr furto ; e toga-se a p< asna j nuoi lr
ol icckJo algorru desla* pe-.-a-: quena
participar ao memo a*sun* j Uvi;*.1a-se
ser algum negio mesmo da esiu l.nles o au-
tor do tuitu.
ARREMATA^O.
Hoje 19 ro correle pelo Juiso doCival
da segunda Vara, na ra Nova pela 4 ',0
ras da|taideaecontinuar rom anemaNcio
dos beo do iliudo Miguel Arcanjo de Bar-
ros Correa incluindo um terreno &c. rio
linhameiilo da roa d'Aurora, escrav s
Ser. ; constante da 'elacio em poder do
l'oitfirorla mesmo Juiso.
COMPRAS.
Urna Graraa'ica da Lingoa Iia'ia-
i-i. o-s'l'. ou nova ; .nlo Italiana e Frl*
<( u i>f hor sei a : qmn> lit^r equeira ven-
il.-r aiinnneie para ser p-ociiiailu.
LE! LA O.
Jo/.e Antonio M iafaxlein por mu con
la, e de quem m i> pe tencer no boj' i9do
Crrente me< no aim.t-em dn J>o l'il<'
de Atvedo. ronfiju'e a- C> rpo Sii'lii. d 9
pertences da Sumaca SjiiIo Amonio lri-
umpho, que vem a ser ferros, fateixa, ca-
bos, panos, e urna lanxa, achando-se todo
a vista dos pertendenles no mesmo lugar:
principiar as 10 horas da manhi.
J^ Geoige Bro.klehurst rComp. fa-
s<*m leilio Sexta fe;ra 20 do c 10 horas da manhi de urna pequea por
ci de pre untos Inglezes por conta de
quem pertenec ; em o seu armasein, ra
da Ci u* u. 7.
Meios Bhetes da Lotera que bade cor-
rer no dia a5 do correte, a nove patacas
e meia em pi'ata : na 1 ua do Collegio Boti-
ca D. 5.
tV Artes Poticas de Horacio, Apen-
diz as pi imeiras Linbas de Pereira e Souss,
Jugos de Breviarios, Biblia Sagrada, His-
toria de Bei toldo, Bert, In-toiia F, lezias-
tica, calecismu) de Mouipeli-r. Uiccinna-
rio Clstico de J k, 0>to Ja Fbula, II r
lorias dos dons Li^lezes, dilas das Uuas
DespozadoS, Escolha das milhores novell,
EuclidesGeometra, Historia Unifei6ald
Millo!, em Portuguez, dita do Brasil, uita
do Joven Ciciliano, dita de Joaninba, ou
a engaitada, LuiZa ou a cabana, Mil e hu-
ma noite, Mil e hum quarto de hora, A mu-
Iher feliz, Recreacfo do hornero senrivel,
R> portoiio das ordenaedea do Reino, Ro-
binson Enesae, Secretario Portuguez, Vc-
tor ou o menino da Selva : na Praga da la-
dependencia loja de l ros n. 37 e 38.
iry Umpar de j.irros de sima de meza,
e5pnelUs Ua Piules D. 8.
*F3r* Um caballo m^ la'lo, com muito
bousaauia 1 ea, e uiu pi.mo d ptima.-, vo-
ses : na 1 ua da cruz :<~.
Ifjaj" i MHgnum Lexicn, 1 Drcionaiio
Fouceca, a obra di Jernimo S >area, 1 Ho-
ra "e Horacio por Sjarts, 1 Arle Latina. 1
Sintase do enN-, 1 Curiieln-, a obra de
Cicero Cornel o-, 1 Telemaque, 1 Novo
Meiliodo, as Falndos de phedro, e a ulna
de Tito Livio : na ra du Jugo da BJIa em
Olimia, descendoda lina do.- 4 cantos casa
da esquina a direita.
fiCf- Kolinhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pr-
senle auno de 1836, por preco
coiuniodo, na Praca da Indepen-
dencia, loja de Livroa N. 37 e
38, e na na la Madre de eo
venaa que l'oi do Rezende.
ALUGUFIS.
Quem qui-er alogar una e-crava para
venc.r isenda, ou Oolra qualquer venda
licsia uaiuiesa, cujaes-rava tem lodosos
i'-quisilo- necessarioi pata o mencionado
fim, du ija-se a roa da danta Ci uz do B .ic-
io da b\>a-vista, la Jo direitu, terceira
casa antes de voltar para oCotovelo.
ordinaria com falla de dojs dent* s na fren.
le da parte de sima, tem urna roa lu brau.
ca na costa da man esquerda, pez peque,
nos, cheia do corpo, altura regular ; fuf.o
no dia Sexta feira 22 de Abril p. p. p^|u
roeio dia, lev. o vestido cor sul escuro
com palmas ameradlas, p^s no chin, V|Q
chales pela c-b-ca o'e cor ciuzenta veiho, \,.
vou niflis um les rorts ; natural ce rort Calvo. J0J.
ga-so ser desriicamiiih.dH por mn pardo
de pehdo Cazuza cffici.l de Carpina, inU-
rador no Mailguinhu : quem a aprehender
ou dell.i souler leve-a ao sitio na Sol. do|e
que pertenceu BO defnnfo J.?. Ri b-rio
.oiian.a da ,...!. i., luja do Snr. Joz
ThomaZ >i> C-mpo.. Qu .re-nia que lecebe
1 a una geileO/a grii6c>
Tuboas das mares cheias no Pono de
Pernambuco.
3
6
2Segunda i
3-T:^-;
4-Q:.
5-3:
6S: 1
7-S:
8 :
- 6h. 54 m \
- 7 - 8 30 >
- 9-i8
- 10- &
- 10 54 n
- 11- 4a
Manhi
KSVUA VOS FGIDOS.
De!fina molata, cor aira, olbos pelo
nlo gianda, cabillos li.es e pelos, boca
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no dia 17.
CEARA', pelo ARACATY; 44 /'as;
EsC. Mucuripe, M. Manoel Gonc..o ves : al-
godo, couros, e sola : Antonio da Silva
cV Comp. Passagpiros Raimunda dos Reis
Motta.com urna filha, e 4 esciavos, Jo-
Amonio de Barros, com 1 escravo, Joa-
quim da Rocha Moreira, Luis Antonio da
Silva Vianna, Raimundo Jos de Sa, e
Fmncsci.Luizde Magalhaen*.
LIVERPOOL; 36 dias; B. Ing. Ma-
ria Rdinia iW K.-corcia/Cap. W->!Sellery:
fasendas : a Salmn! & Comp. 'lo". ,-,;8.
Passageiro- 2.
JERSEY; 29 dias; B. Ing. H.lu, tu.
Eduardo Seboutelhec ; bacalhu, e abo,
Ton. 152.
Dia i8
B\RCELONA; 40 das; Polaca He*
panhola .^. Joze, M. Joio |B..iiia R.-ber:
sal : ao mes o Mesire. Ton. 6s.
GF.NOVA; 5o dias; P.laca S-rda Ro-
a, M. J >|Cor< anani/o :^varios genera-:
a Dubouicq. Ton. 189.
W avos sabido $ no dia 1 -
PH1LADELPHI\; B. Au.er. Ande,
Cap. .1. hn Cold : as-ucai.
LISBOA; B. Unio, Cap. Antonio Jo-
ze doa Reis: trancar, e mais g neos do
p.nz. Pa-sa^eiios Antonio Joa<> da Ressu-
reicoe Silva, eSibasiiio Mauricio Vaii-
derlei.
LIVERPOOL; Gal. Ing. Chitan, Cap.
Nuuucy: assucar,|,e couros. Paasageiios 3.
Dia 18.
COIANNA ; Ili.teS. Amonio Flor d-.
Brasil, ,M. Joaquim Marques Pies: Vi-
rios genero-, Pussageiros 4.
Tendo hontem as 6 horas einciu
da tarde, pouco mais ou menas,
sido brbaramente assassinado, o
honrado Cidadadao Joze TavareH
Gomes datFonceca, cenvidamo*
a todos os seus amigos, para que
cumpa recio hoje, pelas 9 horas da
manlia, na Matriz de 8. Antonio,
onde se pertende{ dar a seu corpo
sepultura, e azer-lhe as honras
funeracs.
F.M. NA_TiP.,I)o DIARIO
1836,
MELHOR EXEMF


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