Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05513


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Full Text
ANNO OK 1836. QUARTA FF.1KA
<*
18 K MAIO N. 108.
LCO.
pKR1.MBOco. Tr.nM.F de ?.. IH36-
i>^^-re^^mre^tts^^ 3SSS
DAS D\ SEMANA.
16 Segunda 8. Joao Nepomaceno M. A. dos Js do
Cr.de m. e de t. ses. da Tbezourana Publica
eChanc.de t.
17 Terca S. Pn>coai Bailao. Re!, de m- aud. do J.
a'auarta S. Venancio M. ses. da Thez. Pul.
19 Quinta S. Pedro Celestino Re. dem. aud. do J. do
C. de m. e Chae de t. .
20 Sexta S. Bernardino de S. ses. da Th. P. aud. do J.
de <' < 21 Sbado (jejnm)S. Manco B.,M. Re. de m. e aud.
do V. G. de t era Olinda.
22 Domingo Pascoa do Espirito Santo. Quarto c. as
2 h. e 15 m. da t
Tt.do agora depende de no* menino*, da nowa pru
denoia, modtrac... e energa i continuemos com
principiamos. r*m Piado com admira-
cao entre a* Nacoes mais cultas.
Proctamacao do JitrmbUa Oral o Brot'l
Subscrere.se 'lOOOrs. mensaes pago adiantados
nesta Tipografa, e na Praca da Independencia N.
17e38; onde se recebem correspondencias legali-
sadas, e annuncios; inseriudo-se ete eratis leudo
dos propriosassignantes, e rindo signados.
'A: ti OFFICIAL
CAMBI.
PERNaBMUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta a5. da Sess.5 ordinaria da Assemblea
Provincial de Peruambuco aos 9 de
Maio de i836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma-
del Monteiro.
Feita a chamada as horas do costil me,
aohario-se presentes 28 Sari. Deputados,
faltando com causa pirtecipada o Snrs.
Padie Joaquina Rafael, e Padre Meira, e
sem pa-iecipac.o osSnrs. Dr. Pedro Ca-
valcan Antonio Carneiro, Pessoa de
Mello, Df. Baptista, Francisco deCarva-
lho, e Maimel Cavalcanti.
O Sor. Presidente declarou sberta a
Sesso.
ForaS lidas eapprovadas as arts das
Sesies de 5 e 6 do presente mez. Na5 r-e
fez a leitura da ultima acta por na5 ter com-
parendo o Snr. Scietrari. SuppUnle.
OSnr. 1. Secretarlo dederou terrece*
bido hum ofli. io do Secretaria .lo Gove no
da Provincia cora as copias deoivers<-s leis
sanecionadas era 6 do co.rente mez, que
be remettera para o archivo.
Outro officio cora omappa e informa-
les sobre a Forca Policial, respectiva
Commissio.
Outro com a copia da correspondencia
do Cnsul Ceial do B.azil em B.uxellas,
a quem tinha encarregado do engajimen-
lo de urahabil Engenheiro hidrulico,oro
Mr. Van Lede.
M.ncionou mais o mesmo Snr. Secre-
tario hura requerimeiito de Jlo Henri-
quesda Silva, que foi a Cotnmis>o de pe-
tic5es.
Outro de Manoel Francisco de Souza
P.ixe, que se remetteo a mesma Comrais-
so. ,
E o de Joze Pohcarpo de Freitas, proles -
sor de p.imeiras letras do Colegio dosOr-
fios: aCommisso dos Negocios do dito
Collegio.
A' mesma Com, foi remet ido o re-
querimento de Francisco de Paula de Al-
buquerque Paiva, porteiro do dito Colle-
8lFiierio-se segundas leituras, e fora
julgados objectos de deliberaca os segua-
te Projeetos. .
O queda a nomeaca dos Escrivaes de
Paz o Governo da Provincia.
O que providencia sobre a ausencia dos
Parochos das suas Ig-ej^.
O |Ue approv O fMBlrt*Ol ieltOS
pelo Hospital de Carid-.le de P"1* ai
quintal da Penha.
O que considera Collegoa Elleitoraes a
Cidade doRecife, e as Villas que forem
Cobeca* d<-(jo'iiajca.
Oq'.'e augmenta o ordenado aos Lentes
ePiofessores do Curso Jurdico de Olin-
da.
Eo que marra cetas altribuicSes aos
Pre-idente das Cmaras.
OSnr. Vieira de Mello fez o seguinte
lequerimento.-Reqneiro, que a Comrois-
s5 deStatistica d com urgencia o seu
parecer a re-peito do resultado de huma
conferencia 'havida entre as Cmaras de
Naiaielh e Goanna sobre hum terreno;
confrontando a Commissio aquelia confe-
rencia com bum requeiiraento dos hab
tantea de Goianniohd sobie o mesmo ob-
jedo, existente tudo na pa.-ta da Com e
concluida a disoussa, foi o requerimenlo
approvado.
Principiou-se a ordena pela conliua-
cSo da di-.cos-.ao das Posturas da Cmara
da Villa do Cabe, e estando eni dscuss
oart. 8. do Cap. 4- Snr. Barata reque-
r. o .1 .-upres-a, eoSnr. Vieira de Mello
fe o seguinte requei imento--Illraine-se o
art. 9 do Cap. \., erequeiro, que a sua
doutrina v huma Commissio encarre-
jjda de organizar hum sistema preventi-
vo do funo de cavallo*e concluida a di--
cussio foi o artigo suprimido e aprovada
a 2. parte do requerimento do Snr. Vi-
tira Oart. I. do Cap. 5. foi approvado.
O art. 2. fi'i approvado com esta e-
menda do Snr. Vieira de MelloSe a me-
dida fcc-diga-se-se a medida ou peso
depois de aterido, ou revisto etc.
Osarts. 5, 4, 5, e 6 fbraapprovados.
0 7. foi regeiladoe prejudicada a envn-
da do Sor. Lopes Gama-- Supiima-se des-
de- sem iceeca at marcado--e fique o
mais- eaprovata a emenda d<> Snr. Mora-
es Ancora--sub-tilua-se-He absolutamen-
te prohibido o tirar pedra no recife na
romprehencado Municipio, sub pena de
30^i de mulla, e as reincidencias al o
mximo que as Cmaras podem impor pe-
lo seu regiment.
O art. 8. foi approvado.
O.arts. 1, e do Cap. 6 fora appro-
vados-sendo regeilado o requerimento de
supre-sio do ai t. 2. di Sir. Barata.
Oatt. 3 foi approvado com asegra-
le emenda do Snr. Lopes Gama-substi-
tua-seo Boticario, ou qualquer individu-
o, que vender drogas venenosas a escia-
to, ou pessoa que na5 seja de reconheci-
da moralidade, ser multado em a0# res
e 8 das de prisa-omais como no art.
Osaits. 4, 5, e 6 foi aaprovados, ten-
do sido regeitada asupresaio proposta pa-
lo Snr. Barata aoait. 6.
Tendo dado huma hora ficou adiada a
disrussa destas Posturas, e enliouse na
2. pj.te da oidem do dia.
Os Proi-101 ns. 18 e i9 foro appro-
vadjs eoil. discuatio, e n. 20 foi regei-
Uflo. ... -
Moio 17.
J-iOndres, 39 a 39 l|2 Ds- St. poi lctd. ou prata
a 50 por ceiito de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, N un.
Franca946 -240 Bs. por franco
Rio de Jan. au par.
Mcedas de fi.,400 1^..800
4(W0 6..800a7O00
Pesoa I..440
Premio da prata 50 p. c
da lettras, por me 1 2poro(0
Cobre 25 por cento do descont
Deo-se principio a 2. discusso do pro-
ecto n. 48, que ficou adiada pela ho-
ra.
O Snr. Presidente deo para ordena do
dia d futura sesso, Pareceres de Comis-
ses, continuacio da 2. discuti do Pro-
jecto n. 48, eadon. 14 3. do n. n,
i. dosns. al e22 e2. dos ns. 15, 16, e
I7, e levanto a Ses.-.o depois deduas ho-
ras da tarde.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Pifcsidente.
Lsufentino Antonio Moreiro de Carvalho.
I. Secretaiio.
Lu/. Rodrigues Sette.
2. Secretario.
XPEDIENtE d'aSSEMBLEA.
Illm. Snr. A Assemblea Legislativa Pro-
vinc.al quem foi presente a representa-
ca5 da Cmara Municipal da Villa do
Pao doAlho, dei4deAbiil do correnle
enno, naqual faz ver, que os Povos do
seu Municipio por urna oulra rep.esenta-
cio a ella dirigida, se queixavaS, que o
Collector daijuella Villa, lera exoibitado
das suas attribuices, por cobrar bizas do*
predios de taipa, pediudo providencias :
esolvto, depois de ou vira respectiva Com-
mi.Nso, que se r.spondesse a dita Cmara,
que sendo o n.gocio da altnbiico do Ei-
< cutivo, devem dirigir se ao Exm. Presi-
dente da Provincia, para dar asproviden
cias, quejigar necessai as a tal respeito:
compre pois, queV.S. leve ao conheci-
mento do mesmoExm. Snr., para expe-
dir as suas ordetis, fira de ser tiansmil-
tida a referida C-mara esta Resoluclo.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de IVr-
namhuco 9 de Maio de 1836Snr. Vi-
cente ThooiHi Pires de Figyeredo Camar-
go, Secretario da ProvinciaLaurentino
Antonio Morvira de Carvalho, Primtiro
Secretario.
Illm. Snr. Tendo sido presente a As-
semblea Legislativa Provincial, na Ses-
sio doanno p. passado urna repreenta-
ca dos habitantes da Frt guezia do Bui-
que, naqtwl sequeixava do seu Paro-
cho o Padre Fiancisco Joze Coelho de
Ges, por se ter ausentado da Freguezia
a 16 anuos; etendo sido adita represen-
taca por determinaco da Assemblea, en-
viada ao Governo da Provincia em officio
de 23 de Mio doanno lindo, para ser re-
mtttida aoExm. Bi>po desta Diocese, p-
ra que ouvessede dars necessarias provi-
detic^srespeito. BcomO, de novo cons-
te esta Assemblea, que nenhumas pro-
videncias se derad, e continu a se achar
rMKTIIM l)i>S~Ci)'Ki Olinda Todiis o dia ao meio dia.
Goiana, Albandra. Pat-aiba, Villa do Conde, Ma-
maii|;uape, filar, Real de S. Joao. Brejo d'Areia,
Rainba, Pombal, Nova de Souza, Cidade do Natal,
Villas de Goianninba, e Nova da Princesa, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquir, Monte mor novo,
Aracatv Caacarel. Canind, Granja, ImperatriK,
S. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Novad*
Elltev, Ico, S. Matbeiis. Reachodo saiigue, S.
Amonio do Jardiin, Quexeramohim. e Parnahiba
Sepundac e Sextas feiras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo AntaoTodas as quimas feiras ao
meio dia. Garanhuns, e Bonito nos dia 10 e 24
de < da mea ao meio dia. Floresno dia 13 de
cada uiez ao meio dia. Cabo, Serinbaem. Rio For'
mozo. Agoa Preta e Porto Calvo nos diaa 1, 11
e 21 de cada mez. Serinbaem, Rio Formoo, e A
poa PretaSegunda*. Quarta. e Sextas feiras.
aquella Fregueria em abandono, e.seni
Sacerdote algum, que administre o Pasto
to Espiritual: resoleeo, que com urgen-
cia se peuisse ao Exm. Presidente da Pro-
vincia, exigisse do Exm. Bispo aquellas
providencias, que o caso exige. A qual
Resolucio V. S. fai presente ao mesmo
Exm. Snr., fim de ser tr-nmiltida a S.
Exc. Revm.
Dos Guarde a V. S. Seoetaiiada As-
semblea Legislativa Provincial de Per-
nari'boco 9 de Maio de i856 Illm. Sr.
V. T. P. de F. ("amargo, Secretario da
Provincia.Laurentino Antonio Moreira
de Carvalho i. Secretario.
Illm. Snr. Tendo a Assemblea Lg;s'a.
tiva Provincial, approvado as Poxtlirat
da Cmara Municipal da Villa de Nazareth
com as alteracSes, e reformas, que a mes-
ma Assemblea parecero convenientes:
manda remettel-asa V. S. para fazel-as
presente ao Exm. Sur. Presidente da Pro-
vincia, fim dome-mo Exm. Snr. dar aS
ordens necessarias, para serem remettidas
a mencin .da Cmara.
Dos Goarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Pcrnam-
bu.-o i3 de Maio de i836. Illm. Snr.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
margo, Secietario da Provincia. Lau-
rentino Atonio Moreira de Carvalho, i.
Secretario.
Illm. Snr. Tendo de ser deferido por
esta Assemblea Legislativa Provincial, o
requerimento de queixa, que fazem os En-
gajados da Fortaleza do B.um ; resolrto
a mesma Afsemblea, que se p. .lis-e ao
Exm. Snr. Presidente da Provincia escla-
recimeotos, sobre o suido e mais vncimen-
tos dos Soldado, e Inferiores ali engaja-
dos. Sirva-se pois V. S. levar ao co-
nhecimento do mesmo Exm. esta Besolu-
qio, fim de dar as suas ordens rea-
ptito.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legisla iva Provincia! (3 de Maio
de i836- Illm. Snr. Vicente Thomaz Pi-
res de Figueredo Camargo, Secretario da
provincia-- Laurentino Antonio Moreira
de Carvalho, 1. Seoetario.
DIVERSAS REPABTICOENS.
EllTAL.
Antonio Pedro de Carvalho Capitio-Te-
nented'Armada Nacional, e Imperial, e
Inspector do Arsenal de Marinha d'esta
Provincia de Pernamburo por o Regente
em Nome do Imperador o Sor. D. Pe-
dro 2." &c.
Accontecendo algumas veses que Prli-
cos d'este Porto, nio habiliudos para e


H
2
DIARIO DE PERNAMBUCO.

ncarregarem de -rigiros Nvio* 'le maior
'orle, as entradas, e sahidas do Poitu, se
"i'ogto incouapetentemente d'isso, sein
Mm de lies ciicuustanria* tenhio scieocia
3 Proprietario-, ou Consigoaiarios dos
Navios, e sendo de inlrre$se Publico, e
particular, que tacs abusos cesS' m de huma
na
CORRESPONDENCIA.
Sr. Vicente F-rr.1 dosGuimaries Peixoto.
Di'pnisde hum n lonco inlprvallo, eu
l" g
?ex: Caco publico para conhecimento d'a- | nio p>p rava mal* ver tevivi joent.e nos o
quelle., a que poy iss<< inie-essar que do debate que Be s scitou por ranaa da sus-
i. de Jurihoem diarite. toja vez que e>li- peusio il Tu* O ordenad* de Cmu g o de
ver pare sabir qualuuer En>b- partido daCatnaia Municipal d'esta Cda-
pre. ise de Pi tico, devera o Capitn, ou de. E orno Contis v-, que voluntaria-
Mtstie, dirigir-se de vtsp.ra ao Arsenal,
api ementando ao Patrio- mor, n rju-l tl.i '
de Piloto-mor, huma dedaiacio por is
erita do nome do Navio, e pe d'egoa ein
queseado, para que este, -efundo a es
cila que vai ser estabeheida. designe o
i'itico;-* que secundo o c..ll do d'agoa do
Navio deva pertencer por escala. E pan
'^ue chpgue ao conhec-rpento de tolos.
nandei affix r o presente Edil I nos lu
;are* publico*, e enserior no-Di rica d'ea*
i Cidade. Arsenal de Marmita 16 de
.;laio de i836.Antonio Pedro de Carva-
Conforme
Alexandje l\". .aues -ios Anjos
societario do Arsenal.
MEZA DASDIVERSVS RENDAS.
A i*aula he a mesma do N.9 99.
CORREIO.
O Brigne Importador de que Capitso
[tanoel Pinto de A r-iu j. sai para o Poi to
no dia 15 de Junho p fu toro.
A Sumaca Emiliana, recebe a malla
nara o Rio Grande doSul no da *jfJdocor-
nte as 4 horas da Urde.
ARTIGO .OMMUMCADO.
Continuacio do Artigo
Tolerancia.
Mas o que pi inrij> lmenle demonstra,
o ge> tnen da intolerancia perseguido-
ra nio tntia na Religio, he o liai biro fu
r, com que os Filsofos, e atheos da e
ha persegu) in o Cruislianismo. A
principio aquelles nio liio, se nio a lo-
f'ancia, nao reclamavo, se n/iu alihet-
dade de pencar, que asno**a| leis a nin-
uem d:sputavio, eells Gugiiio confute
com a liherdade d'e-crever. e dogma-
tizar publicamente c-ntra a Religiao, e
poiTcja do Estado. Mas a arrogancia, com
que pi gavio as suas douttinas, o zelo fa-
ntico, com que a assoj.Ih..vo, sea* idj.
.ejosem dirigir exclusivamente a opiuiio
publica, desde logo anuunciavio a todos
OS homens per-pic.ses o qu ao depois re-
velou a corresp-ndencia impressa do Re
de Pru.-sia com d'A.'embert, e V-'taire,
isto he ; hum designio premeditado de dar
cabo daReligio Chrisl por todos os meios
possiveis.
Faci! era de ver, e Rousseau, que bem
csconhecia, o tinha predicto, que, se ai-
ra dia os Filsofos cbirt-aem p-eponde-
mcia, seriio os maisim. le raines d s h<-
v-ns. A Kevoiucio toruou os 1.pialado-
res, e logo elle reduzirioa decietos oksp-
s sistema-.. Euto no screveti.. ma
s contra o CliristiauUmo, po. r- p> osera-
'o-o ; e juntando crueza i. Calero
3 artimanhas de Juliano, rleclariio ao
- hristiarnsmo huma guerra sanmn.)lenia,
perigoza, qual nunca elle experimentan
uois do aeu iinsciitipito.
Nao he pois na Fil-eo.i i, e inc,e t c lidade, \ ^ ""J*^
devemos buscar o remedio, a e-se vicio
oraefu liutiK.no, qiieo in ia; p'.re'm sim ^m .> elho, que uso ie-pira. senio hum.ldade,
paciencia, ecaiidade, e ipip nos roo-Ira a J.
'J. lepriiindi. o velo dem.isia to atdenle
de seus Dscipulos, e entinan lo-1 lies com
o seu ekemplo. que todo o p-pu ito da sua
Religio cifra -se emsofrer, e perdoar.
Continua -se-.
no nte me tacasteis, h*veis du pennetir
que, nio me afastando do i espeito detido
ao Publico, edasr.g'as. e U" 'es da civi-
lidad-, e de-cent a, esp.-iid i a vos-a caria
publicada no Diario den".. Pn;vincia, de
ontem \j do mu i'Ciu.l : micha re-posta
>et bree ; por ,ue sinto repugnancia em
medir-me com to Alta P' rsvnngem, e
espero que desia vei eonvlulienioa para
s>mpre doss. si o respondencias s bre o ob-
jecto.
Vosa carta, ainda que ba-tante anloga
com voso carcter, nem prova que tundes
cumplido o que vos determinou a Assem-
blea Provincial, documento N. i, queri-
do vos reintegrnu no lugir de que a Cma-
ra vos havia despedido por determioaclo
do Presidente m Con-elho. e em obser-
van ia do de-posto no A-1. 70 da Caita de
Lei'lo 1. deOutubto de 1828, nem vos
justifica da lOspetta de queniocumpris em
tu 'o o nirtiscom os vosos deveres.
Se \< tivesseissid' originariainenle ata-
cado por miro, jeriiirn direito a n>e
i esponderes da roantira t,civil, e ijrossei-
ra porque oizesteis; de huma maneira
s digni do compadre do ex Inperodor
Pedro i.: no caso porem em queslio Cos-
tis vos o mcu voluntario off-nsor. En-
giaste-Vos tiesta contenda si m a menor pro-
vocacio da raiitha parle, taires para lereis
o piaser de vens em letra redonda vosso
comprido nome.
Da confotmidade com a deiermiiiacio
daA-embleia Provinci-I, a Cmara vos
officiou, e ^n^sa resposta a este iYu io cons-
ta do dopumenio N. a. Nio quizesltis
fiz. r a inoculado da vacina na c.isa dos
Expostos noadias det< mimados, como af-
Grma o honrado, h philandopo Cid.dSo
Francisco Jo?.e da Silva, documento N. 3 :
desta vossa conducta opposta inteiramente
a resoluci da As emblf-ia, soubeaCuna*
ra pot via de sen P.ocurador, tlocumento
N. 4, a qual em cumpriroento d seus de
v. res determinou que se vos nao pagssse o
ordenado ; aonde p'ds est o -eu ciime, e o
met, que de roaoeira algnma intervim em
tal negocio? Vossas quixa^ da Cmara,
p de m m io infundada!.
E com que direito queris \ perceber
o ordenado deum lugar, cuj- m-iur parle
dejsuastb igacoens niodesemp. nliats; vos,
que itcusiaVs a spu^recer para xeriei
vossa profis-io n'squellai CSSaa d'on 'e f>s-
teis d'Speiliilo, sendo l i ugo de part
do, pelo m modoco" que vos p o l.iv.-,
quando chamado para curares meninos* e
estraves? Com o de ser Macn? B-m
pouco h' importa o Pon. q e vo- sejaei
Macn, a Compadre do ex Itnpead.u ; o
que He quer, lie que seja.s boni E.npn-
gado, enulamai.<. E o ipiedn ei d> s do-
cumentos N.' 5, 6 7, e8? Q e si f..|-
sos? Sois capaz disto, e al de muilo ira-
is.
E como descaradamente diztis. que ne-
nhum.. inf rmacio d u a Cmara a<> Go-
ve no SupiP'tio f it.< neb' Sur. I)r. Mon-
tero, po (]ue est' tienlium raso' fez dos
papis da Cmara de que s< li (.-ado, peraa-iti que v.>s ai pre-enie essa m-
fiiiOrtCao. documento N'Q, a .|ual est
mesmo poi letra d'aaoelle iilustre Parla-
mentar ; e as-im sio (odas a-- vogsaa asset-
eoOSfa : do Livro das actas das sessoens do
Consellio ta Presidencia do atino de i833
a sim co'i.o laCama Muni-
cipal, a re-olucio que el e tomou levos
mtndar despedir p r nio ip'tveies vacinai.
Perg Mi anda enti Memb o d'i)iie|leConsellio,
e Moje da C m -ra. eaoEx-l. Pienid.nte,
d qnem ioi ali a propoata, e nio calum-
niis ao Benemrito < honra lo\lanoel Z-ft
rio de qu m moito me lionro de ser ami-
go : e nunca lu couselheiro.
crificios nesla Provincia, onde somos bem
conhei idos, ou seja como Veterano da Li-
bertlade do Brzl, ou como Emprtgado
Publico, cuios deveres procuro dsempe-
nh.r o melhor de ininhas babelidddes.
Posto (pie eu nio sija, como vos, fa-
vorecido de bilis da foi tuna, todav a, ain-
da posso, em vos-o favor, despensar parte
de meu ordenado, nico motivo da guer-
ra, que em vio pretendis f.zer-me, pata
reini, VoSSS, msis u> gentes necessidadis ;
e fi ai certo. que de immigos como v< ue-
nlium caso Caco, antes mecumpadeoo.
Joie Tavares G mes d Fonceca.
documedtos.
N
i.
A Commissio das pelicoens, tendo ex-
aminado cm a devida attencio o tequeii-
mento de Vicente Ferreira do>Guimaiies
Peixoto, os documentos que oinsiruiio,
ea tesposta da Cmara Municipal desta
Cidade, que fui ouvida, he de parecer,
que ao Supflicante se fez grandissima iu-
jus'ica. Hum seivetituario, que se presta
com promplidao, e zelo uo dezempenh
das suas obrsgac6e, como testemunlia o
otlicio, em que a Cmara o despede de Ci-
riiigiio de partido, em que elle eslava do
Hospital, Prezos, e Pobres : hum serven-
tuano que no tein commettido crine, ou
erro nao podesem injuria s^r namovido do
seu erupieg >, nem perder o honorario, or-
denado, que percehia, tanto roais tendo
vitalicia a mer<- da conlirmacio do m .'smo
Emprego. Que a Camata de ia continu-
ara ter Cirurg'iii de p .nido pura curar os
presos e e pobres he eipresso no artigo
69 da l.ei do i deOutubio de 1828. Se
< ci, ficatioos piesos, la ai So os pobres.
As ra-es, cm que se a C mar escora,
de gratiGeaci >, (|ue, como Ficultivo do
Grande Hospital, percebe o Supplicante,
da escassez das rendas, de ter sido o con
ttacto bilateral, que exie o concurso da
vontade dss duas pote.-, contrai tantes, nio
p^recem altendiveis. A da ^ratiicaro ;
poique do oflicio dos adjiinisiradotes d<>
Gtande Hospital se v, que essa raesma
gralificacio de lOOj^ rs. annuies j outro
ora percebi^ o *Ujip icante no extinelo Hos-
pital do Paraizo. A da e-casse/ das ren-
das ; porque a Cmara passoo a darao no-
vo Facultuivo, quenom ou, maiororde-
nado, do que p-rcebio o Su|tpcante, e
Medie tambera departido. A de ser o
con'rado blateral ; p rque por isso nies-
Otu que segundo ella argumenta, ue fasia
pr- cis < a vontade das du.i> pa- tes OontraCr
tantes, e no int-rveio a do Supplicante, o
contracto se 'i'1 podia rescendir. Conclue
pois a Coinmissi 1, que he de justica ser
redintegrado uopplieonte, rom a obliga-
ci une lne imp em o artigo 09 do Reg
ment das Cama-as, sendo a no a Cmara
lompeUida p loE\ce|. Presidente da Pro
vi liria. PnS-o da Assemlibia Provin ial
ai de Maio de 1835. Antonio da Ti inda-
de entures M> ira, Fe mi <> Her. ulauo de
Mocaos Ancora. Re i fe 2.3 de Ab< il de
18J6.
N. 2.
Nao sois v-, n-m outros como s que
haseij de lunar, e Ctjer abalar mmha re-
pulajio es'abeletida a cti-ta de tantos sa-
Ulust. Sur. Foi-me entregue o ofli.-i-
o de V. S. un darla de 30 de Jullio docoi-
ti nt.-'ann ', em que me fez rerto, de que a
Cmara Municipal me maudava declarar,
que a Asserrn> < Prorin ial houvp po* bem
rtiuleg ai -me no lugat de Ciru> giao de leu
paitido. com a b< tgacio poiem q ra im|)o-
eni o Atl. 69 .Ja Lei de i. de Ouiubm de
1828 afiui deque pela pule queme taca,
baja de cnmp ir a referida deierininacio da
A sembles, ao que tenlio a re pond.r ; que
qoanto a reiotegracio ao lugar de Cirurat-
o de partido da Caara, esbu'h'do por
dar cumprim nio ao -i eu empn-go como
d'antes, e sobre isto fi, que eu dirig a
mioha repre-entaco a Asaerohla Nacional,
e desta passou a Proviccial para me faier
ju lic,a e deeiir a quesaioj cump e p<-
que a Cmara Moni, ipal ordene ao respec-
tivo Cari eren o ou enfermen o, de meap-
presentar os eufm uios que me compelem, e
o necessai 10 Iivt o para o reiceil .ano.
Quanto pmeo ao serviijo da vacina que
uiocatara anexa ao Cirurgiiu do*patudo
da Cmara, relativo a mim, nem aos n,U
antecessores, por isso que f-. sempre exer-
citado desde a sua criaclo por Pi offessore
para isso destinados; Nio foi sem bvilda-
cio ou falla de perfeita intelgencia da mis.
ma Assembla Provincial, que passou es-,
emenda, e sobre a qual eu tenbo pendente
hum requerinento, a mesrna Asembla
que foi remettido a Commissio de Petiij.
es, que deve ser dividido com a justica
que espero, logo que a mesma entre nos
seus trabalhos; Eolio me sugeitarei asna
finaldeliberaci". Entretanto coosideio-me
isento de*te beneficio acumulado em gran-
de prejuizo meu, sobie oengajamento das
obiigacoens a que son res po risa ve I dos cu-
rativos. Dos uuarde a V. S. Recifle 3 de
Agosto de 1835 Mus. Sr. Thom-s Joz
da Silva Gosmio, Presidente da Cmara
Municipal da Cidade do RecifFe Vicente
Fe reir dos Guimaraeiis Peixoto.__Re-
ciffe 26 de Abril de 1856.
N. 3.
lllusl, e Excel. S r. Prezidente. D'z
Prxedes da Fonceca Coulinho, Procura-
dor da Cmara Monibipal de.-ta Cidade
que Ihe faz a bem que o Cirurgiio Fran-
cisco Joze da Silva, tei tiflque se depon 1I0
dia iO de Maio de 1 833, que e le entrn no
xeci 10 do curativo dos prezos pobres da
Cadeya desta Cidade pela demissio dcCi-
turgiioque entio hera Vicente Ferreira
dosGuiroaraVs Peixoto, este continen a
cutar os presos juntamente com elle al o
dia em que elle Cirurgiio Silva foi tiobem
despedido desse ejercicio, certificando oa-
is se dt pois que elle entrn no excacicio da
Vacina, appateceo a ajudalo o mencionado
Peixoto. P. a V. Ex assim o mande. E R.
M. Atieste, querendo. Palacio doGo.
verno de Pe> nambuco 23 de Abril de i836.
CavaLanti. I lust. e Excel. Snr.
Em attencio ao despaxo de V. Ex. atiesto
qu uto uo curativo dos prezos que o Cirur-
giio Vicente Ferreira dos Guimaies Pei-
xoto nunca lo visiu por mim na enfei maria
da cadeia, desde 21 de Marqo de 1833 al
1535, que me con.-ervei n'aquelle lugar;
que nao me consta que la cui asse, o que se
evidencia do livro do receilutuio, e nem
hera compativel que em huma enfermara
cuia-sem dous facultativos* sein estar hum
ao ou'ro subordinado : quanto a vacina
t mqbra afumo que nunca vi o dito Cirur-
giio no lugar d'aquella reparligio, e que
11 ma me requezdou laminas de vacina,
corro outros particularmente otemfeiio.
lie ([Uatito se me oft'tieceatieslar com ver-
dade. Recife 26 de Abril de 1836. Pian-
cisco Joze da Silva, prinuiro Cirurgiio da
vacina.
N." 4.
Il'ust. Sr. Prxedes da Fonceca Coulinho.
Espero de sua honra, que declare ao p
d'est'i oque Ihe dissera o Sur. Fiatni-co
Joze ra Silva, a ceica do Sr. Vicente Fer-
1 eir dos Guimaraens PeiXoto nao ter Haci-
nado na casa dos Exp"sl->3, e se nio foi
Vui. que isto fez ve 1 a Cmara n'um dia
que a mesma asaigtiara a folha dos ordena-
dos. Eu sou de Vm. Atlante Venerador
Sur. Jo^e Tavaies Gomes da Fonceca.
A respaila de sua caria consta do Do-
cumento junio que rmelo paia faser d'elle
, o u/.o que que quizer, sendo o niais verda-
de por me ali una r o Sur. Fiancisco Joze
da bilva.
Seo Venerador eSet vo
P. F. Coitjobe.
Recife 26 de Abril ii>36.
N." 5.
Illttkl. Snr. Franci-co M.-mede de Almeida,
Sendo nereasaiio que me eu justifique
do que iuju-tamente diz de mim Vicente
Ferreiig dos Guimaiies Peixoto, preciso
que V. S. por obsequio a verdade declne-
me por favor ao p<5 desta, se nio foi por
V. S. pedir, que quena ser informado de
tudo quanto havia a espeilo dapretencio
do Sur. Peixoto, que eu ia I lei mostrando a
V. S. quanto a resp. ito delle se havia pau-
sado desde que fin a por ordem do Gove na
da Primucia, anyado de Cit u giio de saja


DIARIO 1> P R N A M B C U O.
tido da Cmara, lendo de mais o parecer
da Commisso da Assemhla-que V. S. io-
bemqu> *f: e n5 Pe:,i dePois dt> tudo
i$to a V. S. que lancasse rausniu o de--
picho, e &e V. S. nao querendo, nao foi
g|le brocado n'um pedaco de papel, e ap-
provado por V. S. e os mais Snrs. Verea-
dores por cujas nius andou antes de en o
eseiever no requerimenlo ; e finalmente,
9e ,, fui quera nessa orcasio gracejei eom
V S. disendo que bem sabia porque lau-
to se eropenhav i en> dito negocio. Eu sou
de V. S. A tu-n lo Venerador e Servo
Illust. Sr.Joze'/ravares Gomes da Fonceca.
Satisfazendo a exigencia deV. S. res-
pondo que he ceno tcr V. S. a requisicio
ininba, lido os documentos, que me de-
viso esclarecer sobre a preteacto do Snr.
Vicente Ferreira dosGuinuwoe Peixoto.
Que be igualmente certo o que em sua
carta V. S. diz sobre o despacho do reque-
rimenlo do mesmo Snr. E que finalmen-
te V. S. nenhum giacejo me dirigi, qan-
do francamente declarei o meu parecer
sobre a prelenco do que se tratava.
He quanto posso aflirroar em obsequio
verdade. Sou de V. S. Muio Venera-
dor e Criando.
Francisco Ma-mede de Almeida.
Recife 37 de Abiil de 1836.
tt* 6.
III.- Sr. Galdino.
Queira por sua honra, e ero obsequio
a verdade declarar ao p desla, se por d-
os ou e- mez, durante o Je.opo, q..e
hP,vioc..mRO.Ie TViivo do 1. Destn-
cto de P-t do Golltgi. B0 procuro,, a Vi-
cente Ferreira do Guuna.aens Peixoto
em sua casa, e seo enrontiou, para faner
?Citoria, flame em alguna preso., fei
dos na Cadeya deta Cidade. Eu sou
De Vm.
Attento Venerador e Criado.
IIIm. Sr. Jore Tavues Gomes da Fonc'
Em respostaa sua Carta tenho a diser-
]he que s-goudo a tnitiha bmbranca por
duas vezes proourei a Vicente Ferreira
Guimaraens Peixolo em sua ea-a por or-
demdeV. S. para fazer exame e reato*
ria nos pivzosque se achaS feido na C-
deia, e o nao achei, pelo que vieia5 as
mesroas a fazer-se em das diferentes, e por
ouiro. He o que po>so respondr a V. S.
dequemsou .
ltenlo Venerador e Criado.
Jua Galdino dos S.-nlos Vital.
Recife a6 de Abril de i856.
N.7-
Illms. Snrs.:I'iz Joze TavaresGomes
da Fonceca Secretario desta Illoslriss mn
Cmara, que a bem de eu direito preri-a,
que Vv. S. Ihe alteslem i. .-eelle desem-
penha coin inteligeni ia, honra, e zello o
lugar queoecupa de Secreta i o ; 2. se nao
fi.i a Illustrissima Cmara, que em conse-
quencia do que Ihe fez ver o Prw mador.
a cerca de VicenU Feneira dos Guimaraens
Peixoto, orno Cirurgiao da vacma, que
mandn su-pender-lhe o rdenado a re-
pi esuntar a respeito, a As-emb!eia Provin-
cial: e3.'; se nao he qu< m minuta os
deapacbos sobre objertos ni.-is poodeosos,
e secantes de asignar no lero, assim cs-
tes,como os de tai ifa. P. a Vv. Ss. sejo
servidos Ihe deferir E R M.
Atteslamo i que o Supplicame *erve
oofi*iodeSecrtario da Cmara Municipal
desta Cid* com inteligencia, honra, e lelo;
Je* que foi esta Caroaia quero, pro coroe-
queociado qui'repiesenioii o Procurador
Prxedes da Fonceca G ilinbo, mandou
suspender o pagamento do o deviarecebeico.no CVurgo departido
da m*roa, 3." finalmente qu< ellaquem
minuta os despixos de mais ponderacn ;
o* quaes assim rom os 'le latid nao os assig-
iiB sem ler. Rerifeem -Sesso de S de
Abril &%, franco, Silva; Pessua.
N." 8.
de grandissiroa punderacaS. Coro eff-i'o
sendo o peticionario o meMiio Ci'urgia
do grande Hospital civil desla Cidade, e
rec> herido do patrimonio daqnelle E-ta-
helecimento hum piop.ucionado estinen-
__ Illm. Sr. Promotor. Diz Gon-
calo Ferreira da Cruz, que a bem de seu
diieilo precita, que V. S. Ib" ateste, se
qurfiido servio de Prefeito Interino desta dio para tratamento dos aferraos ali reco-
Comarca, por vezs mandando procurar lindos, bem estianho devia parecer, que
o Cirurgih Peixoto para cura dos Presea continuasse na frui-adehum empicgo, de
da Cadera desla Cidade, se em algumadel- COJOS on O* era elle j-t por outro lado indem-
nizado, e que por e-ta rasao V'nba inlei
raiut-nte roiive ter-s" em hura beneh'l-'
simp'ef, em hu'iia paUvia, hum vrda-
deiro sin--cura; oonsideracaS esta, q ;e
na5 podia deixar de repugnar com os
principios de.-la Cmara, que tem p->r
verdade irrefr gav. I, (pie em hum sysle
ma cleGoveino lum organizado, Ulqual
o nosso, nenliuin empipa d>ve existir
sem a xpressa condig.5 de sua necss'da-
de; circunstancia
es'
a, que se
nap veri-
con.e
lai foi achad<>, motivo pelo qual mandara
V. S. a caz) do Procuiador da Cmara
perguntar onde mora va, por i;so que na
caza onde mora, ja mais foi adiado: por
tanto. Pede stja servido Ihe attestar
com o acontecido, do que E. R. M.c".
Atiesto que sendo Preieito Interino
desta Commaica ero hum dos dias do roez
de Abril fora tra/idos minba preznca
dois pelos que e-tava5 brigando e qoe re-
sisliraa pUrulha no Atierro dos, mandei-os rerollnr Cadeia e como
estivessem c< ma cabeca quebiada e muito
ensan^uenlados, ordnei ao Carreieiro
que rbama>se a Cirnrgi.6 dos prezos para
cura-lo.s: no da segninte deo-me parteo
Ca cereiro que o dito Cirurgiao na5 dor-
mir ero caza e estava fora da cidade, c
ouede dia o tornara a procurar e o n6
achara, foicniaque drteimimi qne fo.-se
ier com o p.ocurador da Cmara fim de
dar providencias, por que muilo K>e en
lemia que os prrtos morres-era por filia de
curativo vjatu lerem peridu muilo san-
gue, Eis o que h'e ver lade.
Recife 16 de Maio de i856.
JozeThomaz Nabuco de Araojo Jnior.
Piomotor Publico.
N. 9.
Illm. e Exm. Sr. A Cmara
Muni-ip 1 da Cidade do Rtcif'-, lendo de
mfoi mar acerca do requerimenlo de \ cen-
te Ferreira dos Guima aens Peixolo, con-
cprnenle supi osla violencia, e illegalida-
de, com que fora despedido do lugar de
Cirurgiao de partido da me-ma Cmara,
como Ihe foi ordenado ero a Poit-ria de
13 de Jobo do rorrete anno, expedida
pela Secretaria dos Negocios do Imperio ;
tem a honra de submeter c nsideraca
de V. F.X., para f*zer prezente a R gen*
cia em rime do Imperador, as razSes ex-
plirahvasaoseu proridimenlo a respeito,
as quaes, por aso mesmo que deduzidas da
immed ata inteligencia da Lei, e accorde-.
com o bem intendi.lo desemp. nho dos se-
u-. deveres Munic'pa-s, nao podem deixar
He ser dtvidarnenle spprfC'adas pela Re-
genra eio nome do Imperador e conse-
quentemenle de merecer sua necess.ria
acquiescenria.
Dous sa5 os p>nlos, em que se resol ve
a queixa do peticionario: i. o ler e'ta
Cmara suppremido contra a expres-ade
terminacho da Lei do 1.* de Oulubro de
I870 o lugar de Cirnigi.5 do seu partido
para o curativo dosdoenles necessiloioi do
Vlunicipio : a. o haver privado o pe i
cionario do ordenado A<- 3oT$000 rs. an-
nnaas, que percebia titulo d Cirurgiao
da C-imara, em viitude da Proviza de
15 de Abril de i8>3. Contrahindo esta
Cmara labein sua informaca a estes
dou-i pontos essenciaes, deve poru'eiar,
quanto ao primeiro, que nada Ihe parece
mais conforme com a Lei citada do que a
sua deliberaca sobre e te as-umpto ; por
quanto depr'hendendo-se dar'mente dos
arl'pos 69 e 7O ''a mesma Lti, que as C-
maras tenha Mdico ou CirurgiaQ de
paitidosoroente em quanionaSse eiig-m
Ho.-pitaes e outras cazs de C-ridade, em
(luedevem er recolhidos e nmvdos o< en-
fermas indigentes, Expo-los, fcc., cazo
este, ro queso Ibes oumprc auxiliar es-
t(S Estabelecirranlos, promcvtndo |u
augmento e prospeiidade; evidentissimo
p^receu -'la Cmara, que era cbegwla a
t'-poca marcada na Lei paia suppiess.5 do
luar oceupado pelo peticionario.
Parlimlo de>tes principios, he de pri-
men a inlu.ca, que sla Cmara lone,
e bem iongede h'aver violada a Lei, como
gratuita, ou estlidamente afGrma op.tu
cionaiio muito ao onlr-rio, proredt-u I rjuaessna podera convencer do peti
na mai-rigoroza conroi dncia com o sen .'cionai io, u < ra/.a obcecada pelo oleres
g^n-ino, e literal sentido; a. crescendo a rae privado certo n5 pode descobrir a v. r
e-ta r*za derivada da Le ouir-s rooiivos j d?de. h- bem palpavel, que esta Camar,
de conven encia, que esla Cajnaid ju'gr empra-cie u obA-rvancia da Le, e 110
Picando no cazo actual nao poda
ginntemeiileservii depretexto para se sa
ciar a ensacisvel cobiea do peticionario.
Huma outra iazao em fim, dc-dozi la
des principios de economa, que nunca
as Admini-tiages publeaf devera jierder
de vista, ddf rroinoii P8u Cmara a .'Up-
premir o lugai em ,iU stao ; por iso que
sendo b^m ronhecida a escasees de suas
rendas em comparafa5 dos pezados enu-
merlos, encargos, de que por Lei se ec;-a
onera-'a, loururafoa remetida gastar em
p.oyeilosomente de hum individuo osdi-
nh. ros, que deveriafi ser ap lirados oh-
je< tos de n e.-sidadeou commodidade pu-
blica, taes como aqadles. qnp se aclta5
designados em o Ti'-.lo 3. d Lei do 1.
deOulubiode 1828 ; rumpriru!. adver-
tir, que com 0 cnsideravel atitrmento.
que a-aba de le,- 0 patrimonio do H-pilal
ciiil dtsla C'da.le pela recente cqozicao
de nunurozas propn'edades, que lh- fo
ra5 devolvida-, amitos e "'"' grin'esfi-
ca5 sendo os recursos dest-' importante
EsUbeiecimenlo, que lanos servicos ra
prestando bamanidade enf-rma.
Pdo que respeila a l'rovizaS, de que se
quer pievalecer o peticionario para < 011-
tiuuara re< e|,er 0 ordenado marcado na
mesma, esta Cmara tem a observar, que
evidenli.ssinio >e Ihe antolha o haver c-
ducdo aquelle Tilulo rom n promu/gaca
da Lei do i.dp Oulubro, a qual O'g ni
zando as Municipalidad-s. aellas CODferio
o direito de nomer seus F.mp"gad s; a-
lem de que nao s"odo o paililo de hum
Facultctivo qu. chama partido) se naS hum CODlraco bila-
teral, que exige o concorso das vontades
das duas partes con'rctanles, e sendo, na
hypotbese em queta esta Caufra hum.i
ib .-t 's p-'r|. s. he manifest, que por foi-
ma alguniadevia anhaistir limilbanteOoo-
Iraito contra a expressa vontde desta C-
mara, fundamentada na L> i de sua rga-
nisacd. da su organizaca, e no inle-
resse publico; sendo patente todas a-
liiscs, que se o peti servir o lugar d- CirurRa5 de-la Cmara
desde Oulubro de i828. foi iao Decena-
rio eBeitod hum novo c- nlracto, se nao
expn-^a, ao menos tcitamente realizado.
Enfin esta C*mara)ulga ta- to mais n
-ostentavel o direito, que o peticionAUO
de-iva da rilada Proi;.a5, quanto naS po-
de ella coaceber coNl'i em siiiiilhanle ma
teria possa hav^r vit.di edades ; por so
que sendo o*lugar de Ciiugi.-5 do parndo
da Cantara criado rnente com hum lim
de utilidade publica, clarissimo lia. que
11 <5 < x:sti'ido simlbanle uli'idade. exis
tir nao leve t6 b m o telendo lu^ar ;
sendo por outro lado induOitavel, que
quando mesmo deve>se subsistir hum tal
emprego, ella curopiia piov-oem
o Facultativo, que mas idoueo Ihe pa-
rmosse, ou em qu.-m roai^ confiauca ti-
Tesse; nao pudendo similh.mle 'Pimo es-
tabelecer preferencia alguma em 4Vor ao
peticionario, or ser contra-io o espirito
da Consiituica do Imperio, que no Tiru-
lo 8. art. 179 XIV est belece co no u-
nicas condefiea dos pubirosa
virtudes o mito. A vista des punei-
pios de I '/i los, e dos motivos determinan-
tes, que leve es'a Cmara par. suppremir
o lu>ar desunpenho de seus deveres, obrou tai
respito, u. so em conformidade da Lei
do seu Ri gimento, romo t,<5 bem dos
principios de eterna ju-tica, que ella pro-
fessa < pralica em lodrs os seusactos, sen-
do anda urna piovadi to a mesma nu-i-
xa do peticionario, rujo pailicular inle-
rese esta Cmara jama|i podei ia lizonge-
ar, qual quer <)ue possa ser o despiezivel
est. nip d-i d^ sua vos -ci uzadra.
Sn estes por tan'o os esoLre' imentos,
que esla (amara ju'ga d*ver subjeitai a il-
lus'rada critica de V. Es. para os levar
-o con be- imento da Reg ncia em n- me do
Impr-radoi, a qual pe-/.ndo m sua sabe-
doi ia es iazes expend as nao poder del-
Kar de lesolver ie.peiio, romo sempre
O-tUnia, islo he com p,u lenria, e jusli*
9a.
KXTI'KIOH.
HESHANUA
aaaajjpjjaji
(Do Correspcri lente do M-rning I .-.. i j
Biioniia aa Dezembro 1835.
Por mai-huma vez de a volla d.-s Pro-
vincias do Norte, Na vari a, Bisrda, Goi-
puzcon u Alaia, e p^sso a espend o re.sultado de minba vagem. Pimuel
s ber minuciosamente dos recursos de D.
Cailos, frateinisei cozU o exeiciio, e nao
besito a dtdaiar, sem nreio de ser des-
mentido, que nunca, que em pocba al-
guma de-de o comeco da revoluta, Ir-u-
ve lano erilbusiasmo entre os toldados,
tan tu decis.>5 da parte dos habitantes em
su t-nlo do que elles rhamaS.O justos
dreitos de D. CallosEm Navarra, e par-
licularmente na parte desta Provincia li-
milrophe de Amescoas, non de a guerra
aleoo-se c zes, lugis'ase pequeo Prcpiiel..r:os ru
raes, l< m para D. Ca los uuanima dtvo-
ta, e ell8 ape-ar d.is immeusas exarges
une >ern toflii lo, n..5 e-cnorec'a5 no seu
affirio causa que kbraqara com tanto
le v. N/ Bastan, trav i conveisa com huma
m tlht-r p>-s*u doiu boas trras, e de al-
guma con-id rac.' na Prourcia. A
guerra, dase lh-, deve vos sei aiui pesa-
dapesada he ule ceito ponto, respon-
des ella, mas perd dous lilbo n;> tervico
de meu Rei, e estou ag ra pronta, eoc
Cupada a d< spedii-me do meu ultimo e u-
ncofilhoj be o mais piecioso donativo
que pesso 1 ff. recer a meu Soh rano.
Verdade he, rontinuou ella, que soffre-
mos pesados impostos, roas os p-gamosem
errande paite com ra<,-5es as tropas e a co*
Ihe'a de hum armo zesseu valor Pergoutei Ihe a roaioria do
pov.i paililhaVy de sua opiniaS jero du-
vi la replicou ella ; temos muilos Chris-
linoi as Pf0*i cias, poim mai-das duas
pa>t s da populaca5 he la devota ao Re
como eu mesmo.
P-dia eu ci'ar muios e muilo- exem-
plosapsrdoda mulhei do Bastan. Era
cada Piovinria pal- nteou-se-me o no.smo
erillin-i -smo, mBescudado be repi-ai na?
is a e^te respeito. Hadousinnos que es-
'ouesrrevendo a mesma cousa, e pr va
rao O'-conteiim oto que eu na5 ijnha
errado. O entbu-i-sno dos povo> foi
que ti sustevet manleve a lula, em quan-
1 > D. Carlos vaga va rfesienado e pe se
guidoem Portugal 4 a dedi v.-s cusa d- D. Ca los o dtff-ndoo con-
tra o brutal R dil ; o u.e-mo aff rr- e en-
thusiaamosnslentnu C ros q: ando a-
me cado por mdh-r-s d meive a ios
Ing'ezes PortuuuHZ-s e F me/e ; a
eori, depos ded> us anno de pa tee.....n-
lose privacs, estes mes-no- poo- coo-
-erv o m.smis-imo ze o pa< a a 1 u d -
D. Carlos, e determina!; e lvalo Ui
umpbante Madrid. Poder- elles cu-
pri: 011 n com seos diiuiiios; po-ie a
foi;s-uperar o diiei'oi bordas I- etin-
>eiros po lem b lar a vonia e do povoj
mas estojis cei tos qoe, aban lo-adoi a j
raesmos, o xito de sua impiesa lita f de dnvidi
Deixai Me'idizabal enviar su f i.nida-
Vl levd, dei*a os mais cehbrts do exalr
lados tshirem ao campo: HWTQrO| t&


\?
ws^ssm
^
R I O
R PRNAMBUC O.
susto, que toda n forc unila do- Chii-
11ii< s m,io ioiiM'.iiiii vencer OS gueuetr>
d. >s monUnha-, nem amoilecer o rdor
dos esluls Bi>cain<;5.
P.IS-.0 a examinar o e lado d*s Provin-
cias no que adminislrac.m das vanas Joiita-. B-la-
1,; i e i a o depi-is as lorc-iS Miil'tr>', e '*
b*r por vos expender o l u tu ros destinos
de I). Ca l,s.
O tu lo das quatro Provincias acha-se
em perfeiro e-Udo de. cultivaca ; nem hu-
ma s gera liea inculta ; as aldeias res-
ta numero baslan'e de lavradores para as
trras, e n5 oh-luiile a grande quantia de
gado suppnda no exercito, as Fazendas
rurara aida existe b stante boiada para
,..ra.io. Tal he a f. rtilidade das trras,
qaie ante.'da guenaseus productos linhaS
pouca valia ; agoia, as preoises do exer-
to augmenterao Ihea os precos, e facilitan
o pagamento la:- conti ibuices, que &ssnn
ib e loin. mais pe.-adas. Atrave>.-ei
s Piotincwa em'Dezembro de 1833, lor-
uei alrave-al as era Dezembro de i8o5,
por ii'P>vtil que vos pareca, mo-tiava
se ellas na ultima poca t-bem prvida!
romo i'a prin.eira. C 'd* liuma alieia pos-
Mie guilde numero de bois, caineiros,
porros eaves cada posada aprsenla bom
viudo, lenha, e ludo o necessario 5 pelo
rirminho iodo acha-se boas camas. Pos-
no a ssegui ir, por documentos que me 10-
r,i Milmellidos que era precisando-s', e
se lio mes se m armas, D. Ca los podia U-
zer as- quatro Provincias huma leva a I-
dicional de mais de 30 mil liomens. At
fl'go mai-, e he que, exc.-pluando-se as
praca sitiadas pelo Ca listas, e a piesenca
hcIimI das tropas, o paiz parece goar dos
orn i .-ii.s da paz.
(\loring Herald )
Continuar se-.

fm
THEATBO.
Quaita fe ira 18 de Maio a Beneficio de
Luiza J eopoldina F'danze, Actriz desle
Theatio, se repnsenta a pecaO Bom A-
nogo. Os enlervallos strio prehenxidos
ilt Maeeslosas Ove turas do in-iane Meslre
Rocina: no finido 1 "acto a Beneficiada
c.ulai a CavatinaTriste rouza he ser
tvrrava. f indo o 2." a me.-ma cantar a
Aria |).ce E^poranca : findando cora a
nova Faica inda ni' vista nes'e Thealro a
qualse intitula Velho presumido.
A BeiH fi- iade confiando na G'antropU
dosNobies Peuiambucauos, nio exita na
rspera-ca de vr gozar as amenas praias
iln Recife, dos meamos beneficius e ivo-
rs que uuir'ora gosou 110 Patrio Tejo ; ella
1 ipil'i-a .-eus votos aos ente valedores de am-
bos os muii lo, certa de que rivalisai
Ms mi tn > vii ludes que tanto condecoiio
estes Ooi povos.
A Benrliciada como Estranceira neste
Pai/., lOga encarecidamente a yeus protec-
tores se diguem satisfaser o leu Beneficio
na nie-ma noite, quando tila f'or receber
nos camarote .
AVIAOS PARTCULAKR8.
' O'abaixo assignado, professor do Ensi-
no mutuo do Cnlt-go avia ao publico que
h su aula -earha a berta, e por islo convi-
da aos raes le familia (nrmente aos po-
bies) que <|iiiserein dar necessaiia educa-
cao ao-fi h s para ali matricula-U s; as-
feverandx-llies o bom adiautamento e'm ra-
rio do mat hora man tu de cla.-e. Eelle es-
pea freade fl ,eni ia lemb>-ando que a
Ma au'a ifm api es nlado dr-npolos a exa-
me pub'iio, e quita rej.i a nica.
Manuel Caoeiro de Souza Ltcerda.
%TP" U Sur. JoZe de Mello Cezar e An-
drade morador na Cidade de lindi qu-
rendo reteber urna carta vinda doAiaca-
ly, difjja-ta a ra do Crespo D. 5, 1. an-
dar.
sjry Pecisa se alugar um preto cano-
eiro paia tirar areiaem urna canoa pagan-
do-e niensal, ou por semana : annuncie.
riecij-se aiugar um sobrado de
uro andar 1 n priroeiio andar, suido de
mais andares, e em as principa-s ruda de
Sanio Ai'li'i", p 1* p--qiiena familia:
qi.em u livt-r anitun ie pur es'e D'mio.
^JB- Qtlalqiier iH|)a/. B a>1riro, OH
l'stf, niiin que se quiser engtjar por
ne-idode urna cas* de familia, dnd'u ti-
d raua Conducid. diii|*se a Praca da
I mi. pandemia n. '.\ que se Ihe uir qot-m
ijiiel.
jyp O Sur. que annunciou querer um
hemem para tomar ronis de urna caa de
oegocio pata o Rio Formo-o procura na
ra Direila D. 41 iudo para o Terco da
parte direit 1.
ff^ Anlonio Ferreira Chri-tovo con-
tinua a advogar nos auditorios desta Cida-
de, quem quiser utlisar-se do seu servico,
ne.-t.i parte, podem procura lo na casa de
sna residencia D. 15 na ra das Gruzes a.
andar; e aporta da ra he no beco, que
segu para o largo do Paraso,
yy Q >cm annoncion 'juerer um rapaz
para o Rio Formozo queira procurar em
casa de Anlonio Pinto de Aievedo delronle
de palacio com ai masem de carne.
H_y iZ'-in os meninos da Gandinha,
que certo sugeito, creio, que natural de
Loureiro, coniasT despaxado por o Exm.
Presidente para Escrivo do Juiso de Paz
de Santo Antonio, porque dep< 1:200^J000 para ser entregue ao roeliante,
que por elle.-e empenha. Exm. Snr. Pre-
zidenle cuidado com taes batucadas, que
por Certo comprometerlo a sua leconheci-
(i.i boa fe, e illibada onradez : irra rom
tantos tratantes ? ? ? Dos liara de tal San-
to ao Rio Formozo.
99* OCiiurgio Joio Antonio Mar-
ques, vai a Furopa, a n arlar de sua snu-
de. Rog-seas pissoas a quem for deve-
dor, llie apresenlem suas cuntas pa rem pagas.
|_y Temi de fiser viagem a Europa
Jo/e Joaquim Marques Biaga, avizaaquel-
lesSurs., com quem tem cuntas, Ihas a-
presenlem, no seu armas m ra da Madre
de Dos n. ^07, para seiem pagas.
Ijf1 Precsa-se de urna casa terrea em
qualquer das ras do Bairro da" Boa-visla,
que seja Uoa, e que nio exceda de 10$ rs.:
quema tiver annuncie.
jLy Quem annunciou querer hipote-
car urna moldlinha deidade de 12 afinos
dirija-se a ra do Nogueira sobrado de um
andar I). 6.
^rjp Quem precisar de um hornera snl-
leiroestrangeiro, para IVitorisar Mera vos,
ou trab tlliar em todo o servico, dirija-se
atraz doCorpo Santo casa de paslo D. 65.
*t&" Aluga-seuma prela, ou preto que
saiba cosiiih.u-, para < asa de homem so'tei-
ro: na ra do Queimado loja D. 7, ou
anuncie.
X^ Roga-se a Senhora D. Maiia Roza
d'As.-umpco como le-tamenleira do czal
de gcu finado marido Manuel Rodrigues do
Passo, queira declarar quaes sao as emitas
que exige no seu anuunrio que frz no Dia-
rio N. 1O7, ou se o seo annuncio- fui feito
para enlietimeuto, iiodeM]i saber
Um credor.
*C^ Quem precisar de urna porcao de
entulho o q;,al consta de areia, cal, e tijol-
los miudus, pode manJalo buscar na ra
Direita padaria D. 33.
|E9" Amanha i9 de Va o sae p." o Havre
a Galera Franreza Bmibun, lecebem-se
as caitas a>he as 10 horas i\a rnanlia, em
cata de Lenoir Besm h< I Se Pug-1.
W (v)ia:(uer pessoa que qutzer em>
pieitar a facer liuma morada de raza ler-
na depedra e (onfruiite .-o Ca Mereiro, falle aoFsciivio
R, gis, que duquem perteode.
NAVIOS A CAR(iA.
Pora Genova
A Polaca Sarda Marianna, Capilo Dode
ro, forrada de cobre, e mui veleira, a sabir
no da 25do crrente, e poder ainda re-
ceber 50 caixisde assucara fete.
COMPRAS.
Compra-s, troca-se ou hipntera--e
um sobi ado de mn. ou deis andares em al-
guma das ras do Baii ro de Santo Antonio:
aonuiieie.
>jjry Urna estante que aconn de 600 vo-
lumes pelo menos, leudo p r haixo alma-
rio : in.su Tipografii se du-qne.n com-
pra .
LE LA O.
Joze Antonio M.-ia faz leilo por sua con
ta, e de quem mais peiUncer no dia i9do
crrente mez no armasem de Joo Leite
de Araujo, confionie ao Corpo Santo, di s
pertences da Sumaca Santo Anlonio Tri-
umpho, t|ue vem a ser ferros, t-teixa, ca-
bos, panos, e urna lanxa, achaiido-se tudo
a vi>ta dos perttndenles no mesmo lugar :
principiara as 10 horas da manh.
y Geoige Broiklehurst rComp. fa-
sem leilo Sexta feira 20 do crrente pelas
10 horas da manh de urna pequea por-
cao de presuntos Inglezes por conta de
quem pertenec j em o seu armascm, ra
da Cruz n. 7.
VENDAS.
Meios bilbites da presente. Lotera a
5$200, o paiacao a 960 : na Praca da In-
dependencia loja de livivsn. 57 e 38.
W3T 50 a 60 pi-z de coqueiros, proprios
para mudar : na ra do Collegio D. 11.
J*" Urna bii retina de Guarda N.icio-
nal com o seu competente aparelho : na
ra Velh defronte do Corom 1 pessoa.
fcy Urna cama de solteiro, de madei-
ra Jacaranda do ultimo gosto, por prego
comiuodo; na pateo do Carmo ao virar
para a Camboa.
ajty 2 e-cn. vos, um cabra, e outro ne-
gro; o 1.* ter deidade 14 anuos muito
bonita figura, propiio para pagem, o 2.
ter 22 anuos, lubuslo, e piopno para to-
do lervigo, ambiBsem vicio algum : na ra
do Fagundes, enirando-sepela ribeira, la-
do direito sobiado I). 7.
^ Duasivbi a- paridas de pouco lem-
po muito I) as leiteias, e propiias paia
criar meninos: do sito denominado da
Cavalaiia adiante da Igreja de Belera, do
lado esqoerdo.
fCy Urna casa terrea com chaos pro-
prios na 1 na do Jugo da Bolla em Olinda,
eom leneno ao popara fastr se maisdu-
as, ou lie/, moradas; una cadeira eni
di acada de muilo horn go>to, e um< negri-
nlia (para fra da Ierra) de pannos de i-
dade, que engoma, lava, faz renda, e co-
sinlia o diasiod'^ma casa : em Olinda ra
de Matliias Ferreira sobrado n. 4-
%3T 2 esciavos do gentio de Angola
proprios para qualquer servico : ni ra da
CacinV'a ai masem deassucar n. 5.
V9* Cui icciunano de Inglez p^tra
Francas, e e Francez para Inglez em
muito b m uso por preco de 4J reis, as-
sim liobem Guilherme Tell, ou a Siecia
Libertad^ por i$600 rs. : annuncie.
%^P Um negro b >ni canoeiro, mosso,
bem figurado, e lobusto, e com habilida-
de para qualquer oulro servico: a fallar
com o Guarda Livros da Fundico Ingleza
ra d'Aurora.
*y Um p.eto mogo cinoero, e que
kabecaiar, e piopuo para todo servico e
t deenrbad.i; na na d>> Cabug D. 7.
W Farmacopea UoivrM| da Jordo
em Francez i. e 2." lomo: na ra da
Cruz n. O, loja de louca..
yOT L'ma venia com poucos fuios :
em lora de Portas D. 18.
93P" Urna cadeira da Bihia, nova: no
arma-em de DoWsley.
W 3 bu 11/.(o mel or prego cum-
modo : na ra do Queimado D. 2.
9W Bixas, larinha da tena a oilo pa-
tacas o alquei.e medida velha, presunto
de Lisboa a 300 rs. a libra, e todos os mais
efleitos de venda por prego coromodo: na
^raca da Bua-visia venia D. 9, junto a
Botica do Braulio.
jqn \.i loja de rroj da praca da In-
dependencia u.37e38, acha-se venda
Compendios de Geometra Pratica, eNde
Cramaiica Portuguesa, proprios para 4
Aulas Primai ias, pelo Proftssur S. H. d'Al-
biupierque, e na do Enquadernador na
mtna praeja, Compendios da I)unlrina
Christ, pelo mesmo Pi-of<-fsor, e em 0.
linda na ra deS. B-mto loja do Sur. Tei-
x-ifa, lodosos tiezCompendios.
tCJf Um realejo grande, com boas va-
zea a 26 pecas de musir, e um dito niais
p queni com a3 pecas de muzca, tabeni
itim !> a.s voz rios caza de trez rotulas verdes.
tfJP" Dois esciavos, um pardo de i2
paia lianno-, e outro de Angola i0, pa-
ra 12 anuos, ambos com principio de Sa-
p-iieiro : na roa do Rozaiio'estieita D.
16.
H-9 Urna enda rom fundos de 500 a
400^reiscom commodos sudiciente* e
duas escravas urna crila, de 15 a 16 an-
nos, bonita figura, coze, faz renda, engo-
ma, ecosinba o diario de urna caza, e a
outra de angola com a raesma idadee ha-
bilidades, e urna dila com 30 annos, que
serve para servico grosseiro, e um masfro
com 75 palmos de comprido que serve pa-
ra hiate : no principio do aterro dos Affo-
gados defronte do viveiro do Muniz, cata
de Joa5 Baptista Correia.
C^f" Foiinhas de porta, de AI-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente anno de 1836, por precio
com modo, na Praca da Indepen-
dencia, luja de Livros N. = 7 ^
:?, e na ra da M de e L)i-us
venaa que fui uo Rezende*.
ALUGUEIS.
Aluga-se urna loja na ra de Malhias
Ferreira, sobrado n. 4, a qualtem enramo-
dos ate* para pequea familia, ptima pa-
ra q ialquer official de alfaiate, sapateiro,
ou mesmo pai a negocio, por isso que tem
urna excedente ruiacio, nova, e com fi-
ttiros euvidracados : no mesmo que se
a luga.
ISCuJt
ESCRAVOS FGIDOS.
.
2Segunda S 6h. 54 \
3 3-T:--. I 7-^
4Q:i o. 8-30
4 5-Q:I 9~i8
6S:! 10 6
5 78:-^, 10 54
8D:- i- 4a
Manh
Lourenco, cabra claro, s^co do
de 16 annos, farsola, olhos pret t> a>
pequeos; fgido no da i o do .', le,
e levou camisa e siroula de algo !a >sinho
servillas, caUa de dmaque tennelho, ea
cal.a maior por ter sido de outra pessoa, e
sem chapeo: os aprehendedoies levem-no
a ra do Queimido D. 2.
ia.y Em Janeiro de r832 fugio do Bio
Formoso um casal de esciavos; o negro
de uoine Joaquim, nagu da Costa, ou An*
gico, alio bdSlante, bom corpo, quando
lugiu, cara redonda, olhos pequeos, e
quando olha feixa um dalles, pi a. grandes,
de 25 annos quando fugio : a negra de no*
me Bosa, tobem da mesmaidade, alta, es-
tomagop.ira dentro, peitos pequeos,quei-
xo c.iinpri lo, cor fulla, tobem de Ango-
I', algmnaa espinhas pelo rosto, pez cha-
tos : os apr> hendedoies l'-vem-nos a F"i-
cico da lioxa Wanderle, q ie recebeao
100<2i n i;.
%V Joo, poralcunho g.oxini', ca-
noeiro, de iJ anuos pouco mais ou menos,
cara redonda, estatura regular, secco do
corpo, canellas finas, e com algumas fi-
lulas deferidas que tem tido; fgido no
dia 3 de Abrial, e consta que tem anda-
do pelosarrebaldes desta Cidade : os apre-
hended o res o levarn a stu Snr. no Re iw
defronte do caes da Lingoeta D. io, q,,e
dar toareis de gratificacoalem das mais
de>pezasque esta prompi ajpagar.
^*
Taboas das mares chelas no Pono de
Pernambuco.
ras^ KA TlF. DO
Dl^Bl
MFI HHR FYFMP


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