Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05510


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Full Text
V-
Anno nrc S.m SANADO
MlipH PWH. 1^1.11
r*: "- T
14 DKMMO N. 103.
i i
VAMBLCO.
DI 'S l SR'-l \N *.
g Site"'"4" (JfeeteaJ ilias lo w come cirne) 8. Gre-
gorio N'iinz. A. !<> .N. ilo (!r. o-iii. r l '--
itil Tlir/.unrarin Publica, e Chana. l lYrqa'S. '.iitonio Arc.^Rel. aV m-[aud. lo J.
, ,le O. d t.
11 Quarta (jcjum). Anastacio M. ses. da Thez. Pul).
12 Quinta > assencao do Senbor.
13 Sexta N. Sra. dos Mart. ses. daThez. P. aud. do J.
de O- de t.
14 Sbado S. Gil Frano. Re. de m. e aud. do 7. G.
det em Olinda.
13 Domingo 5. Izidorio Lavrador. L. n. as 4. h. e
58 m. dam.
PH*.uro. Tir. .. M. f '1- **!* !"*
T'.dn aeor deiipnde de nns meiann. rin..... |>ru
iiepivH. mo-ir.ruqfio. e enerfia! continuemos con*
iiriri|iiaiiiiis. r M|ret M'-mado rom admira-
IJ tMI* a> V;k;i".i-k iii.ii* <: lilla*.
Proelamaci da jtiiemtlta Btral Snriecreve-se a 1000 rs. mensaes pagos adiantados
nesta Typografia, e na Praca da Independencia N.
37 e 38 ; onde s recebem correspondencias lefrali-
sadas, e annuncios; inserindo-e en -ralis sendo
dos uropriosassifiiaiites, rindoessignados.
lambo.
Molo 13.
JLiOndres, S9 a 39 1|2 Ds. St por 1 ctd. ou prata
a 30 |>or cunto de premio.
Lisboa 50 iMir o|o premio, por metal, Nora.
Franca 2-15 -240 Rs. por franco
Kio de Jan. ao par.
Moe.lasde 64()0 I ..800
4000 6..800a7000
Pesos I,.440
Premio da prata 50 u. c*
das letiras, por me 1 2 por o[0
Cobre 25 por ceoto de descont
(MHTIlM wus luHHKIoa.
Olinda _Toitii os ilia* ao meio dia.
(imana, Albandra. Parailia, Villa do Conde, lia-
ni ina .i i;.r. filar, Real de S. Joo. Brejo d'Areia.
Rainlin. Pnmltal. Nova de Souxa. f'idade do Natal,
Villas de Goianninha. e Nova da Prineeia, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquir, Monte mor noro,
A racaiv Casca ve b Caninil, (ranja, Imperatrii,
>' Bernardo, S. Joo do Principe. Sobrar, Novad'
RIRev, Ico, S. Mathens, Reachodo singue. 5.
Antonio, do Jardini, Quexernninhim. e Parnabib*
Secundas e Sextas leiras ao meio dia por va da
Para'ilia. Santo A nio Todas as quinta* fe i ras a
meio da. Garauhuns, e Bonito nos das 10 e 24
de cada mez ao meio dia Floresno dia 13 de
cada n.ez ao meio dia- Cabo, Serinhaem, Kio For-
mlo. Ajroa Preta e Porto Calvo nos da* 1, U
e 21' de cada mez- Serinbsem, R io rormoso, e A
Ra Preta-Segunda. Qiiariat. e Senas leiras.
PARTE OFFICIAL.
PERNABMUCO.
LEIS PROVINCIAE8.
i836. N.17.
Francisco de Paula Cavalcanti de Al
buqneiqtie, Presidente da Provincia de
Pe nambuco : Fago saber a lodos os eeus
II.hilantes, que a Assemblea Legislativa
Provincial D Kesoluciu seguinie.
Ait. 1. Haver roa i. no Recife, urna
terceira Vara do Civel.
,\ Alt. 2. Os ordenados dos Juizes do Ci-
?el desta Cidade serio igualados aos que
actualmente perceb m osJuices do Civel
dasoutras Comarcas da Provincia.
Ait- 3. O ovemo da Provincia fie*
aurt'lisalo a des! 1 ibuir, e nrgauisai- o*
officios deEsciivies desta Cidade, e Pro-
vincia, inclusive os da Reluci, como for
Oais convii,li;ivel a boa ailminislracin da
Juslica ; devendo suomeier tudo a appro
vaco Ha Ass<-mb;'ea Legislativa Provincial
. 41a prxima S'-ao.
At. 4. Ficio revogadas nesta P.ovin-
cia toda*as Leu e Hipo.iiv..s era contra-
jo.
Mando por tanto todas as Aurtorida-
des, queui o conherix>ento e execucio
da referida Resolucio pe tencer, que a
cuopro, e fag5 cump ir l.i inteiamen
,4a como n'ella se conten. O Secretario
dVsta Provincia, a laca imprimir, publi-
care 001 rer. Cidade do Reiife de Per-
. nambuco aosnovede Maio de miloitocen
tos etrinta e seis, dcimo quinto da Inde-
pendencia e do Imperio.
Francisco de Paula Cavalcanli de Albu-
queiqui.
Carta de L>i pela qual V. Exc. manda
Xeeu4#r a Hesolucao da Assemblea Leg'9
lat va Provineial, que bouve por bem sane
licriir, sobie a criaeafi de liama terceira
Vara. doCiiel naComaica do Reiife. i-
gualanio os ordenados dosJuizesdo Civel
da ini-stai Comarca, uos que perrehem ac-
ualmejile os Juizes do Civel das outras
Comarcas daPiovincia, e auctorando a
Wtnbijici' eorganisavio di s ofiicios de
".Miiva'es da Ci'lade doR.cife inclusive os
la Relacio, ludo naMorma J cima decU-
a-ada
JPara V. Exc. ver.
Joze Xrier* Faustino Ramos a[f.
Registada afl a3 v. doLivro 1. de Leis
yiovinciae. Secretaria da Provincia de
i'criKinilniro iO de Maio de i85(J.
AnlOuino JoZe de Mandi Falca.
Foi sellada e publicada esta Lei na Se-
cretaria da Provincia de Pernambucojem
iO de Maio de 1836.
Vicente Thotnaz Pire deFigU'redo Ca-
ma Igw.
i836. N. 18.
FranrNC0 de Paula Cavalcanti de Al-
buqtierqoe, Presidente da Provincia de
Pernambuco : Faco saber todos os mis
Habitantes, que a Assemblea Lgi-laliva
Provincial Decretou, e eo sanccionei a
Resolorcad 'guinie.
Ait. nico. Nenhum herdeiro, leeata-
rio on testamenieiro be >biigado reco-
llur Thesouraria a taxa do sello das
herangas e legados, que se verificarem em
dividas activas, antes da occasio de rece-
ber de seos devedores toda ou parte da
respe liva divida, e na rezio do que for
prebendo.
Fica reecgada n'e ta Provincia qualquer
disposiga em roiitrai'lo.
Mau'lo por tanto luda* as Auctorida-
des, quem o cinherimenlo e execucao
da referida R.soIncaS peiterr, q-e a
cumpia, e facacumprir ta6 inteii-dmen-
te como n'ella se conti-m. O Secretario
d'e.-ta Provinci a f ca imnrimir, pobli-
car e correr. Cidade do Recife de P-r-
namhuco aos dez de Maio de mil oitncen-
tos e trinla e seis, dcimo quinto da In-
dependencia e do Imierio.
Fiancisco de Paula Cavalcanti de Al-
buqoerque.
L. S.
Carta de L"i pela qual V. Exc. manda
pxeriitar Resoluca da A-semblea Le-
gislalia Provincial, que bouve por bem
eaneconar, sob'eo pgamenti> da taXa do
sello das herancas e legados, qo* se Vi ri6-
caiem em dividas activas, na foima i ci-
ma declarada.
Para V. Esc. ver.
Antoiiino Joze de Miranda Falclo a fez.
Reeisiada afl. 24 v. do Livro i. de
I^-is Provincia*. Secretaria da Provin-
cia de Per nambuco 10 de Maio de 1836.
A iitonino Joze de Miranda FalcSo.
Foi sellada, e publicada esta L- na Se-
rreta* ia da Provine de Pernambuco em
10 de Maio de i836.
Vireuie Tliomaz Pires de Figueredo Ca-
maigo.
GOVERNO DA PROVlRCIA.
Expediente do dia iO.
Officio Ao Inspector da Thezouraria,
para infirmar qual foi a despega Provin-
cial no correte anno finanreiro que baHe
findar ero o ultinio do pieximo mez de
Junlioeom deelaraca dos objerto e di-
veiss Ri pirticaen' por onde f-i ella feit,
e qual o dficit, ou sobra da receita ap-
plicada para tal despeza.
Ao Barhaiel Nunes Machado Juiz
de Direito do ci ime"d'asta Cidade, remet-
iendo Ihe por cop'a o parecer do Preii-
denteln'eiinoda RelacaS, ao 'goal o G'o
ver no ouviu sobre os requenmentos de
LiiJ! Ferreiri Campos, que se conforma
com os despachos que tem do dados ptlo
mesmo Coverno, em consequencia do que
deve o Supplicante recorrer ao Juizo de
Arbitros.
A' Camarade Villa de IguarasM re-
metiendo llie un officio do Tenetite Coro-
nel do Rataihi de G. N. d'aquella Villa,
para informar quaes sao as du-s Cbmpa-
nhias de Ma. hados, e Araripe. de que fax
mencaS o dito Tenenle Coa-onel, quando
furam creadis, que numero de pracastein,
e por que motivo ficaram avolsai.
__A' Cmara de Rio Formoxo, dizen-
do-lhe que o orsame-to das despexas p:ra
aconKtrugaS da Cadeia, n< qul a mesma
Cmara iovolveu ourros objectos destne-
los, nao satisfez o fim para que veio, e
que por tanto he precixo que ella mande
fazerouln.em que se e*pecefiquem -a raa
teriaes p erizos, a quaotidade, prego, e
ma5 de obra.
PoH*ra ; Ao inspector Iotirino das
Obras Podl cas, p*ra r-roetler com ur-
gencia Secretaria do Coverno o plano
e orcamento da estrada do GUui a tanto
lempo comecado, e por vexr-s leqo.sita-
do ; e diaendo-lhe mai, que si dentro 'e
tres das o Eocarregad d'esle trab^lh..na5
o appreeetar Coiioluido, o memo Inspe-
toro >u>peiida. e < parte ao Governo
pira ulierior deliberac .
S. Ex. oSr. Prezidente manda remet-
\er a V. S. o M<*ppa topogrfico da Fre-
gue7a da E-cada para ser pi exente a As-
semblea Legislativa que o nquesiiou.
D.os Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Peroambuco iO de Maio de
,836. Sr. Laiiietitino Antonio Mo-
rena de Carvalho, Secretario da As-sem-
bles Pioeincial. Vicente Thomaz Pi-
res de Figueredo Camaigo, Secretario da
Piovincia.
Dia i.i.
Lio iwpoatado sed'officio de 6 do cor-
rente tratando da exegencia que faz a The
zouraria de sei em sellados os documentos
dos gneros, que por esse Arsenal se con-
pra5 para forneeimento de seos Armasen,
tenho a d'zer Ihe que como na Tabella da
8deOutubiode i833, que acompanhou
a Carla de Le da mesma data, e anuo, na5
veto especeGcados tsses documentos; como
os que devem pagar a taxa do Sello, aegue-
se que tal exegencia he destituida de fun
danvnloe legalidade, e que por isso na5
deve ser sstisfeita.
. o- Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Peruamhuco 11 deMaio de 1836.
Fiancisro de Paula Cavalcanli d'AIbu*
querque Sur. Inspector da Tbezourtr
ra,
Com urgencia exijo informagaG de V.
S. sobre a inclusa reprexentac-iO do A o*
ministrador da AJua das Diversas Randas,
ouvindo o Procurador Fiscal para que ea
possa responder ao rtferido Administra*
dor, qup pede esclarecimentos exea da
isemppa do emposio de anchoragem, que
rec'-'ma o Br;gue PorluguelOrculo-^
avisiadoArt 18 da Lei do orgamnt
de 31 de Outubro de 1835, que ceocede
essa i-emncaS s Emharcagoens que troxe-
11 m ao Brazil mais de cem Colonos.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Gover-
no de Pe nambuco li de Maio de 1836.,
Francis-o de Paula Cavalcanti d'Albo-
queruue. Sr. Inspector da Thexoura-
na.
Officio ; Aos Dezembargadores Re-
lator, e Vogaes da Junta de Justica, eaoi
Commandante das A rmas (um officioa ca-
da um) communicando-lbts que a Ses-ao
da mesma Juila ficou tiauaferida para O
dia 13 do crrente.
A' Cmara do Pau d'Alho, remet-
tendo-lhe por copia um officio de> Secre-
tario da Assemblea Provincial; e diten>
do-lbe que com ella fica sotisfeita a exigen-
cia da dicta Assemblea.
Ao Inspector do Arsenal de Marinha
dizendo-lhe que iu5 convem, que por o-
ra se ja ni reniettidos para a E.cuna i9 de
Outubro as pecas de cabo, e torrente que
f. .ani encontradas a bordo da Galera &
Joa Baplsta.
Pirioiij ; A*> Commandante da E-cuy
na Victoria, a lim de mandar para borde
do Paquete Patagonia 8 homrns dos re-
crutas que tem, os quaes o dito Comman-
danle do Faq ele requesita para comple
tai i ella gunircaS.
Ao Commandante do Paquete -Pa-
fagonia, comniunicaudo-ltie a ordem pee
c denle.
-
Perfecturia da Comarca do fecife,
Iiistrucces para os Notarios dos Di&tii
tos da Comarca do Racifa.
Arl. 1.
Em cada um do.- Di-tiieloa da Comal
tfPLAR ENCONTRADO


t
2
B I A R I O i'* P E R N AMDCO.
ra do Rerif- baver obd Nota i o, que, con-
dado como Official de Polica Judi< i-
ria, teosa aro cargo pesquisar rao oler*
ritoio, para que f..i juramentado, si as
Lr Pociaes sao exactamente cumplidas,
e verificando o contrario, dewrfo part'
cipac isto mesmo circunstanciadamente
a Snq-.Pi>Teiio da re peciivu Paruquia
pa*a proceder, segando as suas Instruc-
tora.
Arl. 2.
Os Notarios, por roeio de Processos ver-
baes pioeurario recolher, econ-eguir pro-
vas, e indicios, que sirvi para mostrara
naturesa, circunstancias, lempo e logar,
em que foso rommetlido* os delictos, e
cnutravemSps. N> cas e que por a|, 0.
btenhfo pleno conlieciroenlo de que rm
algum Jugar existem cos*s fui tadas, elles
irlo immediatamenie esse lugar, e faro
aprehender, e depositar peranle psoa i-
donea easas mesmas roisas ; mas nio pode-
r5 entrar para esse fim em casas, offiei-
nas, e navio* c u.. em piesenc do Pre-
eit, ou SubP.ello : os Processos ver-
baes, que por orcasifo disso prepararen!,
serio por elles assigmdos, e por duas les-
tamonbas, e reuiettidos logo ao Sub-Fre-
feito.
A.t. 3.
Devem os Notarios prender qualquer
individuo, que for encontrado em fligif.
te dilicto, ou que o clamar publico per-
seguir^ qnandn pelo Cdigo p-nal esleji
portal dilicto imposta a pena1 de prs-5,
oo outra maior, cotidmindo logo o pre-io
pre^enca do Sub-Prefeito para contra
elle proceder, segundo as suas ntrucc5es.
Art. 4.
est rstabelecido o Juito de Paz de^ta Paro-
clua dando-se as audiencias em s dits Se-
gundas, Quai tas, e Sabbiidos, de radajSeroa-
i na em iiaza de sua residencia petas 4 oras
I da larde. Para constar mandei pa-aar opre-
j zenie. Bairro de S. Antonio do R^-rife 13
| de Malo de 1836. En Inocencio da Cunha
Giauna, E>crivio Juramentado oJE^cievi.
Joaquina Bernardo de Figueredo.
Antonio Carneiro Maxado Rop, Juis de
Paz da Fiegue/ia da Boa V'i^ia da Ci-
dade do Rerife por Elleicio Popular em
virtude da Lei.
Faz saber, que em oonformidade'da
Lei Provincial de 14 de A dril do corrmte
aun, est e.stahelecido o Ju'zo de Paz desta
Paro.-ba dando se as audiencias em os das
Quarias, e Sahbados, decadaSemma m
a araz de sua residencia pelas 4 horas da
larde. E para constar irandei'passar o pe-
teme. Bairro da Boa-Vista a os 15 de
Maio de 1836. Eu Jos Albino d'OIsnda
Cbacom, [EscrivSo Juramentado o E crev:.
Antonio Carutii 0 Maxado BioS.
Sendo necessario ra Notarios para o
fim decumprir as suas obrigaces empte-
?ar forca armada, elles podtrio por ai
mearnos reqnisitar em os negocios de ur-
gencia, eoidiuarios respectiva authori-
dadk Militar de quatro oito h-omns, ou
*)*0 da Forca Policial, cu da Guarda Na-
cional; dando parte ao Sub Pre^io do
resobado da diligencia, e ficando respon-
tsveispelo abuso, que nisso pralicarem.
Art. 5.
Os Notarios nos seo? respectivos Bistri.
^umprir u. 5 o que e seo car-
g* peb art. 13, e 14, da Lei de sua
nc*, mas igualmente oque Ibes re-
i-oir.meiidado por estas Instiuoces, e pe-
laa d Sub-Prefeitos, cujas or den* deve-
! .1 *-xeci.tar; e piocuraii exerutar por
tois os modos prevenir os dilictos, e
iler .. seguranca poblica, que o fim
Beoile 11 de Maio de 856.
Va noel lo Nascimento da Costa Mon-
Itro. i'i-eeito da Comarca do Re ife.
Na Port di Alfan Jega, e peranle o
nsoeclo' da mesma se h^ de arrematar
a quem maia der no da 10 do renle das
onzeorasem di.int'1, buin Caixa con di-
versas njiudeas existente nesta Esiacs a
rnaisde tujz aniis.
A fandega da Pernamburo i5 de Maio
de 1836.
O Inspector interino
Jacome Gerai do Maria Lumacbe de Mello.
MHf.K DAS DIVKUS VS RUNDAS.
A pauta hf. a me. una do A"." 99.
CORREIO.
A Sumaca 5. Joze Palnfox de que 5
CapiU Ignacio Marques sai pata o Aiaca-
tinbdia a'2 do crrante.
O Brit-ue Bray.leiro Le.<5 2." rere-
be a nula pura a Ilha de S. Miguel no
da i4 do crrente a* iOoras da manb.
OPaqueteN. Prmeiro da Abril de
qued Commandante o 1.' Tenerife Mano-
el Coi Iho Cintra recebe a malla pa o Rio
de Janeiro amanhi (i5)as 11 horas da ma-
nila.
O BrigueJJ ao, recebe a malla pa
ra Lisboa amarilla (15) as 11 horas Ida ma-
nhi.
so poder o Hiate com ha 111 rodiiio de ca-
libre 9 de bronze, 5 bocas de fego de
bionzi-, 4 de ferro, 12 gi aadas, 52 Mpto-
gardas granar1,, ira?, 4 vellas deromposica,
bastantts' baila-, e Innle netas, todos es
Barcos, 5 pri/ineiros. e2 morios noi Bar-
cos, e quaze lodos os 300 hc-meiis desar-
mados; poique se lancam ao rio e para
poderem nadar largario as armas, e fora
morios muilos n'agoa, calculando se per-
fo de50, e faiendo sahir o dito Tenente
Castro, logo en barcacoes com gente ar-
mada a encontra-lo* nos siib s onde devia
pa-sar, encontrara quasi lods desarma-
dos, e firara5 mais 5 p- zi<>neir' si qnecS
firmaS o mesmo, eu numero dos morios,
que sendo feridos, e nao podendo nadar,
fora por agoa abaixo: os que etava
em tena nao onzara atacar, e erando a
vista das trin. beiras. 0-
rao a atacar os rebeldPS no rio Cju uba,
e encontrando a reunia no Engenbo da
viuva do Valle, alacayo e lomaran Ihe to-
da a Arlilberia, pi>et^ e 2 morieiros de
ferro. 5davinas, x granadera, 1 B.te-
lao, I Lanxa, e todas as''icarits ; ,'*e-
ra morios 16, e pn|0s vestigios tiveraS
muitos ferid.s s cu>tou-nos esta victoria
a rooi te do valeroso Tenente das G'"rdas
Naciona-s Domingoa do Espi-ilo Santo,
e dous Guardas de Abal. e 6 feridos;
.ncluzo hum Varinheiro da Escuna Rio
G>ndense qUe SP flhou nes,p c0,baie ;
olommandante dos Rebeldes Saraiva, foi
fendo ; estes aconte. imento tivera lu-
gar no da i5de Marco. Cintra est to-
mada, tem 3Q0 bomens apprezenlados, e.
arrnados ; as exploraces se tem feito at
Sabnas, e "Villa. Nova de Santarem.
De Mac -pi no da 28 de Fevereiro sa-
bio huma expedido commandada pelo
Capita das Guardas Nari-nacs, Rimun-
do Joaquim deOlirPi'ra Pant-ja, e o l-
feres Ajndante da Praca Francisco Perei-
ladeB.iio, rOObo-eus Ilha de Ch-
una, huma Ilha a Fste da de Maraj ; a-
tacaraSos rebeldes, que se acbava ali
fortemenleintrinebeirados, sendo o rezul-
tado ser'em complitamenle batidos mor-
rendo aO, sendo muilos feridos, disper-
sando se pelo mato ; tomaraS-se-Ihe to-
das 4s Canoas, um grande Batel-6 de cqn-
duzr gado ; apanhara. sa atgurnas armas,
arrimadas, e arcos de flexas.
(guando nos rongratulavamos por es-
las vaulagens, alcancadas solire os rebel-
de recebo uoticia de haver ebegado a Ma
cap o Juiz de Diieito de Tapajs, fgido
em consequenria da revolupaS ali havida,
parece, para o laucar fora ; por que nao
consta hourese? morte ; ium o contrario
surcodeo em Monte Alegre onde tem ba-
vido bastantes, e saque ; e dos mais Po-
LWVERSAS RF.PARTIGOKNS.
CSSCC33I

EDITA rs.
Francisco Cavalcanti de Mello,Jiiz de Paz
da Fn-gu,z a do Recife por EHeivio Po-
pular em virtude da Lei.
Faco sabir'a qaem convier, que em
ean*orrnida4e da Lei Provincial de 14 de
ib il do conente anno, est ex'abele. ido
fuizo de Paz nesta -Parrochia, dando.se
*saudiericias em os das Quart*s, e S.ibbd-
Boa ceda S^ruana pelas 10 horas da ma-
uli. Pera const.ir mandei pi-sir ojpi espntc,
Cairo do Rerift 13 JeMaio de 1836. Eu Si-
mio Machad B.ra'ocourt e Mello, Escnvao
Juramentado o Escrevi.
FiaiiciiCoCavaldanti de Mello.
Jiiu Bernardo de Figueido Juiz de
P 1* da Fr*guezia de S. Antonio do Re
ofe por Eljeicu Popular em vutde da
Lei.
Faz saber, que em con for mdale 41 Lei
P.'jnarigl de 14 d'Abril d emrmtt* 3uo,
PARA'.
IHm. e Exm. Snr.-Pela falta detemno,
por nao dever demorar o PaquetePi.
Weiro leAbrilnao lveahoma de noti-
ciar a V. Exc as occ.rr. ncias desta infe-
liz Proinri', tanto prosperas para a cau-
za da Legalidade, como adversas e furc-
ias a humanidade, o que ag'-ra faco rezu-
midamente.
Ma noute de 9 para i0 de Marco p.p.
donnra todos suas trinebeiras espprando seren atacados
por mar, e tena : as 10 horas da manb
atstara a forca que os \nha Macar por
mar, fundiada na liba do Capio, com-
p-sta de boro Hiate armad, 3 Ba'elSes, i
Igariis, e muilos bareos pequeos, com
mais de 300 bomens: segurando o Te-
nente de Cagado'es JoauLuiz de Castro,
que ficava responsavel pela defeza do Ar-
r.iial por trra, e mar, se fez immediata-
mente de vella a Barca de Guerra -- Inde-
pendencia -- Commandada pelo 2. Te-
nente Cruz, e seguidamente o Hiate ar-
madoRoa fcom mandado pelo Cpi-
U5 Joze Piancisco AlVes, e hum Batelio,
intrincheirad", guarnecido de Guardas
Nacionaes, eforio sobre os rebeldes, que
l.ara ta perturbados, queso os primea-
ros dera j sendo o multado ficar em no-
vos nada consta ; Obidos eslava soregado.
Teriho espprancas, que cbegmdo o meu
Siicressor com as forcas tudo se tranquili-
zara, anda que com mais cusi do que se
tives Dtos Guarde a V. El. Bordo da Fra-
gata Co-npi.la surta na Babia de Santo
Antonio no Para i. de Abril de i)36.
Iilir. e Esm. Sr. Antonio Pedro da
Co-ta Feri<-ira Seriad r do I repino e Pre-
sidente da Provincia do Maranh; 6.
P. S. Segundo as circnnslancias que
refiri parere moqueas Forcas de Tuiy-
a-s, naQ devem t r receto de sobir al
Bragmqa, e dahi Krem comroonica9do
os de Cintra.
Manoel Jorge Rodrigues.
(Continuacio do N. antecedeilte.)
Discurso doSnr. Vdsconcellos.
Dezarrazoado f>a sem duvida consi-
derar oalteravel a tixacio de idade do art.
122; em exigencias melindrosas inleres-
sara dea5nnos, e na sao raros oseados em
que a razio madruga ante dis 5 anno.
Notinhi o ebegadoa e.ta id..de Pille Fo.
j sua eloquen. a, ,eu profundo saber po-
ltico e administrativo inaravjlhavii o
Mundo. V-j-se poi no citado ari. 132 a
idade legal do R. gente ; mas cumpre con-
sid.'ir essadisposi^oioino simplesuiente
legiil-tiya nao constitucional, pudendo
ser alurada pela Leqislaturas O diaras.
Cora a mais profunda convicio declaro que
a Assembl.i Geral Legs|4tA1 p(1(je .
o idade de um Prente do Imperador 1
lhe conferir a Rrgencia, do Imperio BVt
dos 25 annos do idade.
Supponde que a inlelligenciajexpost.
nao a yerdadeira ; admit.re. que 8
possa considerar como mais concitan,,,
nal a inleHigencia que nao reconheceni
Assmbli Geral autoridade para dar o di-
to.-upplemento de idade. A quem cl.
executara lei da Regencia ? A,sem-
blea Geral Legislativa : pois desua com.
pelencia deierm mr se o referido art. iaa
constitucional ou ni.. V nao podei-
5rs., inlervir n'ea inleHigencia da lei e
sua execuca com legitima autoiida-
de; e se o fizerdes, constituiris em gra-
ves embocos a Aisemble'a Geral.
Desgrapadamente n'essa Representaga
vosan-njaes ao excesso de prescrever
Assemhla Ceral qual seja o sentido e in-
leHigencia que deve dar ao artigo constitu-
cional; e, nao conlentes dV-ta usurpa-
cadealheia autoridade, a ameacaes em
nome da provincia de Minas Geraes, de
naserem ob>ervadas suas dele miriacoo-,
de se ihe fazer directa, cra resistencia [
A tanto me nao autorisou o meu Paiz !
De>raneco me de tr naturalisado no
Bia-il principios jmidicos os mais garan-
tdore? da Oidem e da L berdade que re-
gem nos Paizes cultos e lvres : um d'es-
tes principios a esislencia legal canoni-
sada no 5. do art. 14 do Cdigo Cri-
minal ; mas nao foi meu intento, e al
absurdo fra autorisar o povo a re.-islir
s ordens emanadas do Poder Legislativo.
Mas, ainda no caso de abranger o direito
de resistencia os actos legislativos, nao po-
dia comprehender a lei que a Assembla
Geral fizesse conlerindo a Regencia d
Imperio a um Menor de 25 anuos : se bou-
ver semelhante ResolucaS competentemen-
te expedida, mister rerronhecer o Re-
gente que assim for Habilitado pela As-
sembla Geral. Nao podis exercer em
tal bypoibese o diieito de resistencia, por
se n*6 verificar nenhuma das figuradas no
ait. 143 do Cdigo Criminal. Nemaau-
toridade incompetente, nem a ordem se-
r destituida de solemnidades externas
necesssrias para sua validade, nem man-
festamente contraria a Cons(ituc*6.
Verdade que todos os defensores da
Represeulacad aecusad de conspiradores,
de traidores, os cidadads brasileiros que
lem ousado fi' Srs. ; roas al o presente nos nao lm mos-
trado a le que elles infringen!: oair. i2a
da Cnnstiluca5, j o lenho dito, nad
constitucional, ou quando mnito, est em
duvida sua constilucionalidade. Quando
diveigem os pareceres na inleHigencia de
um arl. constitucional, nenhum acfo .-e
pode dizer manifiestamente contrario lei
duv dosa, porque leprovado por urna*
das opines divergentes: autoiisar a re-
sis'encia em caso lal fra promover, ca-
nonizar os tmulos, a anarqua. Nem se
illudi.5 alguns frs. com a estudada confu-
sa da Ropresentaea ; se esta for bem mc!-
ditada, se attenca for dada aos discursos
dos Kua d- fensores, resaltara a verdade de
que vos des, Srs., ameacar a Assembla
Geral deque sob o irnico termo de Re-
pieseut'Ca Ihe crdenaes que nao reco-
nhecaoutro Regent sena o actual, em-
bora Con^iiiuica as IV formas com-
nietlaS este importante objecto exclusi-
va comp-lencia d^aquella Assembla. Ai
dos Legisladores Nacionaes que forem sur-
dos vosai-i ord- n", que recusarem pres-
tar v 18 servil obediencia Mas quem sa-
be se elles tera de nos um meio igual ao
nosso ai -i-ojo ?!.... E se elles despreza-
rem vossa vontade assim declarada, nao
lemerem vosso i 1 resistvel poder ?.'....
Med'tai, Srs., no precedente que des
eslabelecer j hoje impondes Assembla
Geral a obu'gacade nao dar supplemen-
to de idade a um Prente do Imperador
para reger o Imperio ; man lia quem no-
loafianca que |he na5 vedaieis empossar
do Supremo Mando o mesmo Principe,
ainda com idade exigida, allegando ou-
tio-, pr*textos ? E como hi-de a Assem-
b''a Geral sali-fazer a algnnns outras As-
semblas Legislativas qae represenlem,
a n ssoexemplo, mas em sentido contra.
rio ? Em vossa alta Sabedoria e Poder ha-
veis decretado que nao cabe as atlribui-
es da Assembla Geral dar sappfmentc'


DIARIO DE PEfiNAMBUCO.
*
de dado a uro menor para regef o Impe-
li j ese as ou tras Assemblas .-egislati-
vas, igualmente sabias, lhs Itzerem con-
tralla mtimaga ? Na5 cabendo no pos-
-ivel sati.-fozer a vonkades diameiralme-
teopposlas, e senda, como de esperar,
de vonladesirorautaveis seguidas de iess-
tencia ordem que n5 for confirme
vonlade intimada Assembla Gcral; eis
por toda a parte desordens, eis a anarqua,
M Brasil mergulhado n'um insondavel
plalo de calamidades.
E tantos sacrificios d* ve fazer r ro-ssa
Palria ^ pa que os taes aristcratas, os
taes amigos liypocritas da Monarqua, nao
tornem a erguer seu odiadoolio, naS.tor-
nem a exercer soa detestada influencia ?
Sien, Srs., participo comvosco do hor-
ror que va* causaS taes recordaces ; e
esse sem duvida o inaii flagrante decto,
omais imperdoavel attentado queapresen-
tn o conspiradores que, sob *s auspicios
de lum Nome Augusto, projecto derribar
o Regente eleito.
Finalmente, voto contra a Rpresenta-
cao, porque ella contem urna formal de-
rlaracao de guerra Assembla Geral da
Naca; poique, comoJenho dito, se es-
sa Assembla n5 for .-hediente ao vosso
mandado, v* a ensillareis a respeitar vos
s.v< dtliberac-s; e urna guerra, urna
guerra interiijnsvel, porque anarqua
cst aehegara seu termo, rer. urna das
infalliveisl'ataesconsequencias de nossa re-
prehensivel imprudencia,' de nossos deli-
nos, da posleigacaS que fazemos s leis
do Imperio. Voto contra a Representa-
cao, porque a considero como um garro-
te das Liberdsdes Publicas, o tmulo da
Uuiae o abismo do Bi.i-.il.
Srs., n'uuia quadra era que as leis e a
misma ConsiituicaS ertaS vacillantes, n'u-
ma quadra em que a S luida pela falta de eoatumes pblicos, de
tradiefiese at da crenca religiosa, vale
nos um poder aniso, urna nica-espean-
9a, que o Poder Parlamentar. Nao per-
mutad os ('eos que o prostituaes a consi-
deraces estrsnhas ao vusso dever e que o
avilis promovendo a ruina do Paiz F-
gido campo das posibilidades e das intri-
gas ; esse terreno taS, fofo, la5 baofo,
que pode engolir, tr gar o Legislador :
em um terreno so podemos afoutamente
piar e firmar nossos passos, e o teireno
dos principios. O* homens pas'a, pas-
si6 as circunstancias ; mas os principias
subsi-tem adespeito das intrigas, a despei-
to das paixes, em todas as lutas sem tri-
unfantes e sabem vingar-se dos, ultrajes
que he irrogad a m f ou a ignoran-
cia.'! ,
Minha tarefa, Srs., est terminada.
Tinhade preeneher urna alta missaS, a
de impugnar essa ominosa RepresentacaS :
nao me cabe julgar se desempenhei esse
dever, masa couscencia me nao aecusa
de o ter ti ai Jo:
Continuarse-a.
. THEATRO.
Amanhi 15 docorrente se representa o
insigne di vei tmenlo que se pos em sepila
a & neficio do Actor Amonio Lorjes Ribei-
ro, c que tanto agrador ao respeitavel Pu-
blico, composto da Peca a Virluoza Ma-
ri, ou ososdoussssacinosde BruXelas
Aria, Cavatina, e a excellente Farca --
O Passador de Moeda faifa. Principiara
as horas do cosame.
AVIZ*S PARTICULARES.
O Sor. Joaquina Aurelio, que morou
no beco do Lobato, queira annunciar a
sua motada.
a/y Quem percisar d'um caxetro pa-
ra loje; annuncie.
?jG^ Quera tiver, eqoizer llugr urna
negra pai a o servico d<> rasa; dii ija-se a es-
ta Tipografa, que se dir quem a perlen-
de.
jqp- Quera annanciou querer 1 cont,
ou 1 contu e quinhentos mil res a juros,
sobre hipoteca em duas casas dirija-se, a
travessa da ra da Florentina ao correr das
cazas de Jlo Zurrik, confronte a D, 5.
Quero percizar d'um homcm para
criado, cixeiro ou f itor,, dando fiador a
sua conducta: dirija-se ao Aleo do Affo-
gado, fallar com Joaquim Gregorio
Corris Galnardo, que ihe dir quem a is-
so se prope..
tjy Da-se 800$ n., a juros de a por
eenlo. sobre hipoteca de predio: neta
nesta Tipografa se di. quem da.
V9~ Quem quizer dar 2:000 rs. a
premio dr 2 por rento ao mez, dando-se
ben por hypoteca ; annuncie. .
jrja- O abaixo assignado, faz Publico,
por esteaviza aos si< credres que oio
f So contemplados no rateio da execuco
q' iojustameme lhe fet Joz Luoio Corre,
e os mesmos q' entraro e nio ficario pagos
de seos dbitos ; que publico Iftr f-llecido
o fiador que presin aquelle Lucio Gorma
quando levaotou do Juizo o pruduto da exe
rucio, e agora exigiudo-se delle ru.va ban-
ca se opor. seo, esejp^rtende com brevir-
dade embarcar de muda para, Franca, e
como ao anunciante se negu todo o direito,
como sempre Ihefizerio,- queirio segurar
ao menos essa quan'ia pois que a execuco
se julgou nulla no Tribunal Supremo do
que tem documento, e por essa sentenca
tem o Direitodehir a ver d os seos bens indevidamenle arrenu-tados,
elle anunciante nao tem oulros ben* rom
que pague, pois o deixarao sem lr que co-
mer. ....
Thom Antono Marlius.
jrjr Em fi'm em se perdido o lempo
nutelmentecom nogativas ao Sur. Fiscal
sobre a tal madei.a do beco doTheatro por
que em lugar de algum* que se tirou ji ou-
tra alfoi iuprir,|parere q>'* o Snr. Francis-
co Goncalves da Rocha quer qu- a forra
aqueie beco teje seu p.ivativamente para
a arrumaco de suas madeiras, eo nr.
Fiscal que lio zeloso se lem mostrado em
querer as ras limnaa, elivres de cntulbo
parece q' tal beco nao existe pois o etitnlho
ali nao tio pequeo e de bem longe se po-
de ver, toma-sepoisainstar aoSr. Barata
para que estenda o seu zelo at aqrielc lu-
gar, por que he desupor que a Cmara,
que lhe pga pm cuidar no aceio e limpe-
za de lodo'IBairio a[seu c-igo nao fa-,X
cepcoens, ejquem ali mora liobem ja se
can^a deouvir, e ver as immensas poliu-
rias que sempre ali se esto pondo eiujpra-
tica.
lflp> Pergunia-se ao Snr. Viclpruo
com botica na praca da.Boa-vista, a rar.io
porque, chamando-se Victorino, uza nos
vazos da sua bol ios He rol ulos imp essos com
o nome'do Snr. Joio Ferreira da Cunha,
iguaes a aquelles, que o dito Snr. Ferreira
uza, assim roga-se enea, ecidamente ao dito
Sur. Victorino declare os motivos que lem
deassim ob.ar, se foi engaitado por quera
lhe o vendeos, ou se roudou o nome; se
foi culpa do vendedor declare, ese mudou
o nome faca cenle ao publico, a fin do
Snr. Joio Ferreira da Cunh mudar o seu,
para nao haver algum engao nos medica-
mentos, e viro depois a pagar o justo pelo
pecador ; puis nao he muito uzar dos ditos
roalos as carrafas dos medicamentos avi-
ados para o-fi eguezes, quem uza deles nos-
seus vazos. Esperase resposta a estas
perguntas, para nao se julgr do Snr. Vi-
ctorino, que fosse por tffeilo de felicana,
que foi parar em sua mo os taes rollllos
impressos do OCO da bulica do Snr. Cunha.
O Perguntador.
-
CP A pesfsoa que offereceu >. pro-
priedades em Oinda, pinhores, e fiador,
queira annunciar a sua morada para ser
procurado.
s/y Quem precisar de um caixeuo
Brasleii o que sabe bem ler, escrev. r e con-
tar, para cobrancas, ou para qualquer ca-
za de negocio de ("portas a ilentro, e en-
tende de loja de fasendas-, annnncie para
ser proetirado.
NAVIOS A CARO A.
Para o Aracali
Segu viagem no dia il\ do rorrente. a
Sumara F'-lecidade ; quem na niesma qu-
ter carrejar, ou ir de 0.isagem, dirija-se
ra do Crespo. D. 5, loje de Thoraaz
d'Aquno Pinto Bandeirs.
Para Maranbao.
Hjav Sahir cm toda a brevida o bem
ronlvcdo Hiate Brazileiro Nympha, rece-
be annualmente passageiros para oque
tem excellentes cmodos, e a,que se pro-
mete o- milher trat* ment ; a quem con-
vier,, dirija se a ra do Vigario, N- 3a,
1.* andar, a tractar com o Consignata-
rio.
COMPRAS.
F-pnhos em viviiro que ssteje em bom
tamaito para ceica; annuncie.
sjja Urna escrava boa cozioh ira: an-
nuncie.
ARRKMATACAO.
Po da 16 docorrente em praca doJuiz
do Civel da segunda *ara na ma Nova, pe
las 4 horas da larde se bao de arrematar os
bens do falescido Miguel Arcatijo de Barros
Corretea, rorMjnies da Relac. existeute
em poder do porteiro do inestno Juiz.
LEILAO.
Joze fereira da Cunha, f ma porcao de caixas com pretQSlOSt, no
dia Segunda feira 16 do correle, na porta
do Armazem de Antonio Joaquim Pe eir,
dtfi onle da escadiuba do Caes d'Alfande-
VENDAS.
I 4
.Una escrava de ^6 a i% annos, sada,
cosinha o diario de urna casa, e engoma
sof.ivelmente, co'ze liso, e sabe cuidar de
meninos. Pranle o romp ador se dir a
razK, porque se vende: na ra do L-
vramento sobrado D. i, cuja entrad
pelo beco do Padre.
a/9Um bom relojo romcaixade vidro:
na i ua d'Agoa-verde, D. 4.
?/^ Um cava lio caslaiiho de muto bo-
nita figura, muito bom feitc com todos es
andar-, sem manila ero achaque: na
ma eslrela do Kozaiio, D. 18.
tjrjp- Um psr de jarros com seus com-
petentes ramos e mengas, e 5 pane4las de
folha para ozeite: na ra das Flores,
D. 8.
jjs Um cayallo castanho escuro : as
5 pon tes. D. y 5.
fj^sj Urna negra de 16 annos, engoma
ecoznhabem, cozechio, e lava de sabio:
na roa Direita, i. andar do sobrado do
beco do Serigado.
/^ 100 pecas de 6^00 rs. por pra-
ta: na ra do Tr* pise, armazem de soc-
irassucar, N. i5, confronte ao Trapi-
xe novo.
a/y Um cavrtllo mursello, bom p^s
seiro, carregador baixo cora a rede* S'dta,
e sem achaques: na ra dasCruzes, ven-
da D. 15,
%ST Um moleque de xa annos, com
principio de capateiro : na i ua do Rosario
estreita, D. 16.
arjr Um quarlo novo, e carnudo :
as b puntes, caza da esquina da ra nova
do Monis.
fjry Un.a venda muito ifreguezada, na
ra do Rozarlo lar^a, e em bom logar : na
preen de Cordeiio Leile..
arjB Urna farda de Guarda Nacional
ero bom uzo : no largo do Terco, padana
I). 15.
y Um quano castanho <(U" serv.-
pata carga e montara, por s-r km pa-
seiro, e ler algum ai reg, preco n.uito
commodo; eumearneiro blanco ensma-
do para menino, com o competente se lira :
na i ua do nangel cata Ierres D. 2i.
*ry Urna escrava, de gento Angola,
idadtf finJe auno: engoma muito bem,
cozinha diario de urna caza, lava de sab. ,
muito lgeira para todo strvico, quem qui-
zer annuncie.
ry Urna preta dt angola, mossa, e
sada, cozinha bem o diario de urna caza,
engoma liso, e mais algatna cousa : na ra
dos Quarteis no 1. andar da ,casa D. 8.
ajja Urna Carteira, era boro uzo de
urna face, annuncie a ua niorada para
serjirocurado.-oadi ija-se a ra do Azei-
tedopeixe, N.# I7, a tratar de seu ajus-
te.
3* Folinlias de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente auno de 1836, por preco
commodo, na Praca da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ma da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
ARRENDAMENTO.
Arrenda-se. ou vende-se um sitio na en-
rrw-ilbada de Beiem com casa de pedia e
cal, e aryores de frur,to, e propor;5es pata
raers de Irite, e baixi para capim : na ra
Nova do lado direto quem vera da ponte
sobrado 18, a. anuar.
PERDAS.
No da 11 perdeo-se urna guia assignada
pelo Sindico da Ordem lerceira de S. Fren-
cisco Andr Goncalves de 'abo, mandan-
do dize.r lOOmssas, pela alma da (aleteada
Marcelina do Prazeres ; quera a tiver a-
cbado, querendo entregai-a, pode-o fazer
na caza do mesm> Sndico, ra do Rosa-
rio larga, D. 4, 1.a andar.
FURTO.
No dia 16 docorrente, das 6 as 9 horas
da noite, fui tarso da casa do abaixo assig.
nado, um a- mario pequeo contendo o se-
gninte : um traurelim d'ouro 1 orn passa-
dor, 1 annel rom um diamante chao. a
dobl oes de 1 a#800 6 moedas de 6^400,
ide4^rs. lde2^)rs. 2dei$rs. *
1 caixa de prat, 4<>e tantos pala, ea, 2
boliesd'ouro modelo franrez com pe jueno
diamante, e varios livros.. Oabiixo asg-
na.li> d 50$ rs. a pessoa que lhe f-T parti-
cparaoude est o furto, epromeie guar-
dar segredo; ao mesmo lempo rrga a,to-
das as petacas a quem algumas distas pes-
sas forero i.ffereocidasjasqueirio .prtender,
e levar na ra Nova, loje frauceza, D. 9.
Joo dos Martyres Barbosa.
;.? -
ESCRAVOS FGIDOS.
Dolugsrdoaltinho gado brabo, existe
a dois roezes uro pfjttu f'gido, crioulo.
de nomeSerafim, cor bem preU), sito em
.lemazia, olhos a fu macados, bem barha-
"docom snisaas : ruga se a qualqm r Capi-
ta de Campo, ouoatra qualquer pesoa,
queop.gue, elevem-oao Riejo da Ma-
di de eos, fa/en Antonio Cordeiro Falcad, que ah sera5.
b-m recomajen ados do seu tr*talho,ou
na liba de Ilamarac a Jo.p Cordeiro Fal-
^a5 Sr. do Engeuho Macaxeira.
Taboas das mares cheias no Pono dr
Pernambuco.
24-Segn.la S
2 sS I":
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27-Q: -
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&y GENTOS.
Agurdenle de Franca
de Mll.V..............
I.i Sin.i.'............
Ai^>? ra...................
at. ..
do Mediterrneo,,
.*ie-trSo Sueco.............
i ,, Americano.........
A Ifazema...................
j Alvaiade...................
Amaras de ferro conf. snas v.
i ,, de lindo Ing. pat....
,, da Russia......
Amendoa doce com casca mole
Ancoras e aneoretas.....
ARTICLhS.
n
Amagem ordinaria..........
,, lina..............
rame de Ierro............
I ,, de lato............
A reos de ferro.............
Arroz pilado estrangeiro.....
A^za rea o...................
Azeite doce de Portugal.....
,, de Mediterrneo.
,, de peixe.......
BACALIIAU peq. seco.....
' Bacas de lato...........
; Batatas...............'.....
Bezerros Franczes.........
Breu......................
Brini da Russia largo .......
"estreito......,
Inglez largo.......,
estreito.....
Bola xa fina................
,, ordinal -............
Boiaxinha
CABOS de lirttio Ing. pat.....
,, ,, da Russia...
Calle'......................
Carne se cea do Rio-grande
,, ,, de*Monte-video...
,, de vaou salgada d'Irlanda
d'Ainerica
de Porco ,,
U'lrlaitda
Camenas Francezas decores. .
Carvo de pedra....'.........
Cera ainarella..............
branca................
Cha Hissou superior.........
,, Uxim..................
perda
ftecl M ilion......
Swedish ....
Saint* o I lurpcntine___
Brandy Ficnh >. 3
,, Spanish ,, .
Tur Swtdisch .....
,, American.....
Lavander..........
White lead.........
Cables-chain acc. to size
Hemp Eng. pat..
Russian.....
Sweet talmonds sojt shel\
Anchors^and grapnels..
Crcquillas.............
.fine............
Iron ire assorted.....
Rrast ..........
Iron hnnps............
Rice white..........
Red lead..............
Oil olive Portugal.....
,, Medilerranean
Wiate.......
Codfsh Small and di y.
trass basins..........
Potatoes..............
Caifskins, French.....
Rossin ...............
Russia sheeting witle. .
Ravens duck.....
Engl, sheeting wide ...
,, duck..
Bread pilot...........
, navy.........I
Crackers .............|
Cordage Eng. pat.....
,, Russian........
Ca/fee ...............
BeeJ dried, Rio grande
,, Montevideo
Salud Irish....
,, American
Poi-k..^..............
Irish..
Skeep Skins French col.
Coa..............
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white..........
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Dame-jeaiinei......
Cerveja branca..............u botlled.... '. .''.'..,'.
.prela.
Chitas azuesda fabrica de Liab.
Chumbo em barras
i peart.............
em lencol..........
dentunico.........
Cobre para (JaU'ereiro.......
,, forro...........
ENGUADAS do Porto.......
Ervadoce..................
Espingardas lazarinos........
Eianho.................
FARINHA de Trigo A me/...'
i de oulra parte...
de Mandioca.....
Brown Sout..........
Priuls Prt. blue _c....
Lead in barrs.......
Sheit.........
Siiot aseortta..
Braziers coy per.......
Si.eathing............
IIoes Poi tugese.......
Anniseed............
Portuguese guus.......
Pewter............\\\
\Flour IFhcaten Ame/..
' other..
mandioca.......
Folha de Flandes. ..........\Tin piales assorted.
,, de ferro Inglez........\Slieet Iron... e
Fio-.de yeila................ Twines sail maJcers.'.'.
itio i6oj\ioo
i#8oo i^<)oo
9J00 lolooo
56o *54o
700 ^600
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3#aoo
13^ooo
11^000
0^000
0 <)^000
S^.IOO
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l!#O00
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3^600
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18^000
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Assucar 70 fr. nom.
Couros 180 a aoo reis
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Holiauda 5 L. 10 (i 5
Trieste i L. a 3 L. i5 4 5 por olo
Portugal, Algodo 600 Rs. por A.
1. Assucar 5oo .. .,
Genova, dito 3 _. 10 & 5 por olo

-1 Quintal'=: 4 arrobas. 1 ar. 3a Lb.
100 Lb. s=

1 Lanada (medida veUuxj= : 5/5 galn __ 0/7 verte.
4a A/quetres (idem)= y* but/iel = j^o til res.
1 Covado __ 5 palmos, 1 Taj. 4 palmos.
_L 2_? ',|,/m?*' r*lmo = me x. n, = 8 p. ,, /.
01. quintal, L... libra, Ar. arroba, To. tonelada, B_. b&a.
Urn Cx. ca.xa, Gl. galio Pp. p.p. Alq. abjucre Va. wrt!
?_2J._.;. jar* '^ aa-,a4,,u:'K i'-.
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