Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05509


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Full Text

*
ANNO'K 1886. SEXTA FTJRA
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f l;K M\IO N. 101
ny.'ix^'.kfjr. .:.r-r-r:;.rrjn-tv.'ij'jtWiw

> :



DI \S )\ SEMANA.
0 egnnda (Nestes 3 ili' na* > se c < crne) 8. Gre-
' ,.ri Nan*. A do* i* > de "> ",l'" '
Thesoa arn Pul lica, cChnnc.de '
,,, rerqa'S. ntonio Arc.^jllel. dein-puil. do j.
le O.'d t.
11 Qnnrta (jejom)S. Anastacio M. ses. da Thea. I'ub.
12 Quinta >ff arseneao d> Senhor.
13 Setta X. Sra. dos Mart. ses. da Tliez. P. and- do J.
1 Sbado S. Gil Franc Re. de m. e aud. do V. G.
del. em Olinda. i
15 Domingo S. Isidorio Lavrador. L. n. as 4. n. e
58 m. da m.____________
toman
;

.*'

-* .-' -J .
PARTE OFFICIAL.
pK'i atanco; Tv r.
B M. f IHS8-
,
-
. 'XES*
PERNABMUCO.
LEIS PROV1NC1AE3.
i836. N.14.
Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
buquerqne, Presidente da Provincia de
Pe nambufo 5 Fago saber a todo* os seus
Habitantes, que a Assemblea Legislativa
Provincial Decreto, e eu sauccionei a
Resolacio seguinte.
Art. i. O Governo da Provincia hca
nctorisadocontractar aonde mais con-
vier, com hum Profesor hbil no me-
thodo do Emino mutuo, para estabelecer
n'esta Capital huma Escola normal do di-
to Ensino, noqual sero instruidos e ex-
aminados todos aquelles que para o tutu-
io BB destinaren este Magi>teno.
Art. i. O contracto rom o mencionado
Professor ser realisado segundo as condic-
ces estipuladas pelo rnesmo Governo, o
qaal effecluar a aquisico dos instrumen-
tos e ulensis indispensaveis para o esla-
belecimento pratiro do referido Eosmo,
mandando imprimir em vulgar os ejem-
plares e modelos, que foremuece.-sanos, e
aeacharem em oatraS lincas.
Art. 3. Dousannos d.epois de in't^Uoa
E-cola normal, nenhim dos actuaes PftJ-
fessore eWprimeiras letras podei conti-
nuar em o su Magisterio, em ser no?a-
mente examinado e appiovado no novo
tygtema deque se trata, perdendo o i-
reito percepco do ordenado todo aquel-
la que nao tiver esta nova hhilitaca.
Ait. i. O Governo da Provincia pro-
Trdenciari para que ain*t>urco primaria
m Bque em abandono, durante oedoai
aooos, e fina o Recular Ment mc.-ssano pa-
ra a instartocafi e receto litteraiia e e-
cononica da mencionada Escola, aubmet-
lendo-o ulterior appravaco da Asi-ena-
blea Provincial, pelo quefica de*de jaau-
rtorissdo faaet as despean necessarna
para aexeCucio da presente Lei.
Mando por tanto todas as Andorina-
des, quem oconhe.-i^ento e execoco
da referida Reaolll^Io peitencer, q.- a
cumpro, e -.c^ cnmpri. t,5 inteiramen
te como n'ellaae contcm. O Secretario
iVsta Provincia a laca imprimir, publi-
car eco. re.. Cidade do Re.-ife de l'er-
nemboco aprete demaio de mil oitoren
(Oa>elrinta aaeia, dcimo quinto da lude-
pendencia e do Imperio.
Francisco de Paula [Cavalcanti Je Amu-
querqur.
L. S.
Tarta de Lei pela qual,V: Esc. manda
-executar a Resolu?io du Asseinlilca L T-.i.. acdAd......idedn nsneHio. ria noMa|ni-
,^, ,, MiatratSo. e weeia eoBiinuemo cm
lirineiPia...... -".......P iimniadot com admira-
co eiur ai Naqoe maisculias.
Prnclnmnc'ao Ao J>t,mhU 0"-nl -i Bmt.l
SahwrtVff 0 a lOOOrs. mensaes papo adiantados
n.siTv|i..srafia, e na rra(H da Independencia .V
37 eSS : onde e reci-liein coreapondencia* iet'li-
naaa, eannencoai lnerindo- rrt sendo
do* proprioaaMifnantw, e viudo Miifnadoa.
lativa Provincial, que honre por bem sane-
cionar, sobre a criacaS de huma Escola
normal He Rnsino mutuo na Cap"tal desta
Provincia na forma cima declarada.
Pa.a V. Exc. ver.
Arttonino Joze de Miranda Falcao a fez.
Registada afl ai v. do Livro 1. de Lea
Provinciaes. Secretaria da Provincia de
PernambucoQ de Maio de i836.
Antonino Joze de Mirauda Falcao.
Foi sellada e publicada esta Lei na Se-
cretaria da Provincia de Peroasobucoein
9 d Maio de 1836.
Vicente Thomar Pires de Figueredo Ca-
ma rgo.
i836. N. 15.
Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
buq.-erque, Presidente da Provincia de
Pernarobuco: Faco saber todos os seu
Habitanles, que a Assemlil.a L'gi-laliva
Provincial Decreto, e eu sanccionei a
Resolncc segninte.
Art. 1. O Religiosos Carmelitas de-ta
Provincia podeio receber irinta jiovicns
Rrasileiros o quaea devem ser educados
na m instituto. _
Ar. 2. Os Rel:giosos CarmHil s hc*o
obn'gados em tempo, e no seo Con
p^tar profesores gfalnUoa s ai.l i
Humanidade, as quaeae.'taro 'b ixo da
inspecci do Governo.
Art. 3. O Corpino da Provinc fu a
netnrisado pi omover a rfoi nrfr Eccle-
siastica dos ditos Religiosos pelos canaes
rom pelen tes.
A't. 4. Ficao rerogarbis n'esta Provin-
cia todaa* as beis ero contrario.
Mani por tanto a todas as Aortot#la-
des, quem o conheciraenlo e execucao
daieferid ReanlueiO pertenrer, q e a
cump'<5, e facarumprir t8 iot eir men-
te como n'ell.i se c-iot. m. O Secretario
d'e.*ta Provincia a f ca imprimir, pi bli-
car e correr. Cidade do Recife de P*r-
namburo aos fete de Maio de mil oitocen-
tos e trin'a e seis, dcimo quinto da In-
dependencia e do Imperio.
Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
boquerque.
],. S.
Cartl de Lei pela qual V. Esc manda
executur a Rr-soloca da A>semblea Le-
gislativa Piovincial, que liouve por bem
sanecinnaj-, sol>re a adnfissaS de ninfa no-
sicos Ciimclias, na forma cima decM-
i a la.
para V. F.xc. ver.
CAMBIO.
Noio 11.
-iOmlre. 30 a 30 '|_ H-. St. l>oi l ctd. 00 prata
a 50 por esnto He pr
f,ibna 50 |ior o|o premio, por metal, Xum.
';-. por i
Riod Jan. a par.
Moedas 4..01W 6..8X)a7l '
Pczoa l*W
Premlbda prata 50 p. c
da* lettraa, porme 1 2poroio
Cobre 25 por oento de descont
iMUTin.A l)U.> (OIlhKtS.
Olinda_Tiidn* o diasao meio da.
Goiana. Alliandra, l'arailia. Villa do Conde, Ma-
i lar. Real ile S. Joo, Rrejo d'Areia.
Pomlial, Nova re Smi/a. (.'idade do Natal,
V'il'a-. ile (loiuiininha. e Novada Prineeia, Cdadd
da "i'.. ..,., Vil m do Aqairf, Monte mor novo,
i ;.- ivel. Caninil, Oranja. Imperatrii,
.::,:', *. Joan do L'rinripe, Solirr, Novad*
[co, 5. MalliM. l'.en'liodo san^ue. S.
rdim, Qucxprnuioliim. t l'arnahiba
. i' t\!-i- leiraa ao uieio dia por via da
j,;. .-.tino .tinao Todas as quintas fe i ras ao
meio da. fjaranhunt, a Boaito nos lias 10 e 24
le ada me* ao meio di*. Floresno dia 13 da
cada mea ao meio lia. fabo, Serinbaem, Rio For-
mozo. A roa Preta e Porto Calvo nos dia 1, 11
e -'1 dcada mea- Serinbaei, Rio rormozo, e A
fia Prel__Segunda*. Quaria, e Sexta feira*.
KBiafflf^roya^aBwnRV
Antonioo Joze de Miranda Falcao a fez.
Registada a fl. 22 v. do Livro i. de Leis
provinciaea. Secretaria da provincia de
pernambuco 9 de Maio de i836.
Antonino Joze de Miranda Falcao.
Foi sellada e publicada esta Lei na SJ-
cretaria da Provincia de Pernambuco em
9 de Maio de i836.
Vicente Thomar pires de Figueredo
Catnargo.
1836. N. 16.
Francisco de Paula Cavalcanti de Al-
buquerque, Presidente da Provincia de
Pernambuco : Faco saber a todos os seos
Habitantes, que a Assemblea Legislativa
Provincial Decreto, e eu sanccionei a
Resoliicr segninte.
Artigo Dnico, Fira revogada a R.-solu-
co detrer-edeOutuhro de miloitocentos
etrinla e lium. somente na parle relativa
aoHosp tal deN. S. do Paraizo, e S. Jo-
io de Dos easua administracao rontmu-
r rom' era antes da referida Resoluclo,
darane a vida do actual Admin-sira-
dr. .,
Mando por tanto toda* as Aactonda-
rles. qnesa o conliecimeiito e execuejo
da r-feridd Rea)1n*lo peitencer, que a
,... prSo efaci cumplir to inteiramente
,...,,, ,.||a serontem. O Secretario d *s
t, pi ovincia a fava imprimir, publicare
,..,..r. Cidade do Recife de PvrnarpHaco
l0S ,.e (]. M b dewil.iloeentosetrinta
eaeii, decimoquinto da independencia e
do Imperio.
Francisco de Paula Catalcanli ieAlbu-
qi i que.
1. S.
C,rta deL pelaqusl V. T.-c. manda
executar a Reauluctfoda Assemblea I.:"-
lativa Provincial, que houve por bem
gariccionar sobre a Adminitraclw do Ho-
pil.l de N S. ilo Paran e 9, Joio de -
os na ( iu cima dectaiada.
Para V. Exc: ver.
Antonino Joze de Miranda Fa'clo a f'Z.
Rpflis'ada a fl. 2'r. rm Li'ro t. de
L#,s Provinciaea, Secretaria da P"roin-
ci.i c i'<" nambnco 0 de Maio i!'' 1
Antonino Jote de Miranda PtlcSo.-
Foi sellada, e publicada esta L i na Se-
crelaiia da Provincia de Pernamluco em
9 de Mato de i836.
Vii eala Tliomc z Pitea de FiguereJo Ca-
margo.
GOVERNO DA PROVlSCJA.'
Expediente do dia 9.
Portara para se passar Propiza del
Vice Director do Colegio dos OrfaSs ao
Revereudo Joa5 Fnnaisco do Fapirito
Santo.
Ao Commandante do Corpo PollCr
al, para mandar demittir do ervico po
d'entes os Soldados do mesmo Corpo An-
tonio de Queiis, e Vicene Loit de Pau-
la, cegundo a informaca que o mesmo
Cormn.mdaute Geral deu.
PARA'.
ARTIGO D'oFFICIO.
Illust. ( Excel. Snr. Incluso achara
V. Ex. a Relaco das pracas que falecerfo
no mez de Fevereiro p. p. outra ReUcfo
dos Indiviilu.'S que nessa Provincia deixa-
ro p. milias, eoMappa daFoiga da Brigada,
doqu.lver V. Ex. o numero de prncaa
que falta a completar a mesma Brigada, cu-
jd fa'ta mui'.o se sent.
A Tropa est paga at o ultimo de Feve*
reiri deate auno, tem dinheiro para o mee
el** Marco, e nosei se o havei para o de
Abiil; poique boniem dise-me oThe-
souniro da Fazenda Publica que mu i lo
n ac numerario bavia no Thesouro, e
que lalvez nao bouvessem quatro contos de
res pira todas es di-spes.is. O Pagador da
Bridada recebe todos os mezts n quanti.i
necessarta para os pagamentos, que tem ai
faser da Sold, e F.iape, ea Tropa he pa
i fie'lizem drz das quando ha opporlu-
nidade.
Sobre maneira pecimo be o pao de to-
do o farda ment da Ti opa, e a pesar do
muilo cuidado S> Hados ha que j tem a
calca wiil, e a farda toda rota pela m
qualidade do panno, o peso do aei vico a
que >-o abrigado"! quando entrio em ope*
iai Nio failo das ralcis brancas por-
qoe V. Es. ere saber em que estado sMtt*i
r hnma Topa que .. troce dltM calcas
branca*, e dua* camisas de necnio brim.
p., s G*k ide < V. Y.*.. Q artel do Com*
man lo da Brigerla de Pernambuco na Ilha.
de Colijuba il<- P; _ Illust. i r.xcel. Sr. Jote da Costa Rahelio
i rio, Comniendaniedas Arme
nambuco. Joa(|wim Jote Luit da
Souta, G mmandanteda Brigada
Relaclo dos Individuos da Brigada dePer-
nartbuco Expedicionaria Provincia do
Pai, que tem falescido desde o I.0, at
a9 de Fevereiro de i836. .
i." Batalblo.
Capito Francisco Ignacio Ribeiio Roma,
ii
I
I


DIARIO DB PERMAMfiCUO.
Falesceo em 24 de Fevereiro, ta Ilha de
Cotijuba do ferimento de baila que so-
freo no ataque Contra os revoltosos da
Povoacio de Colares em 22 do mesmo
mez
Cabo Andi Avelino Apo-to, falesceo em
6 de Fevereiro afi'ogadocahindo do Bor-
do da Figata Campista.
An-pecada Manoel Vicente Ferreira, fa-
lesreoem 26 de Fevereiio no Hospital de
Cotijuba.
Muzico Francisco Antonio da Conceicfo,
falesceo no l.de Feveieiro no Hospital
de Cotijuba.
Soldado Joze Luiz Tavares, falesceo em
a4 de Fevereiro no Hospital de
Cotijuba.
Antonio Carlos dos Santos, fales-
ceo em 5 de Fevereiro no Hospi-
tal de Cotijuba.
deseraforca Brazileira sob o seu com
mando muilo maior que a ingleza. Corre
tambem que na Villa de Sanlarem havia
nbenlado urna sed icio em favor do parti-
do Eduardo.
comprometer gravemente a Monarqua
Constitucional, e a prosperidade do Paiz.
Pereca aquejle que se atrever a profanar
i hum ta sagrado objeclo Perec* o Cons-
Vim irco, da Ilha de Cotijuba, de pessoa fi- to com que a Asamblea Legislativa Pro-
difiri >**i. >li* bMHma aamakva aii *i.>>i>.a a _* I m 1 1 1
cujo acatsmento religioso pendem os des- que hoje se discute, assalterao-rne o
tinos de Brazil, e cuja profanacaS pode pirito graves melanclicas consideraccJ**"
e ou por timidez, meu habitual achaqu '
ou por considerar de tanta naeniluV'
(ue.ita. finp pritonrta.oo _.*-j a
a.'
Batalhio.
Ma
dedigna, que diz pouco mais ou menos o
mesmo, que arima extractamos doCorrt-io
Semanal do Maranhio, tendo |demais o
periodo seguinte :
O Prezidente antes d'tlles se fazerem
de vella para a Cidade, proteslou con-
ta um tal piocedimento, enio ob-tau-
te iso, elles seguirio o seu plano, e l
se acho ; nao sabemos por ora oque
elles querem, e quatssio assuas inten-
ces. ........

Soldado Luiz da Cruz, falesceo em i5de
Feveieiro deCctijuba.
Antonio de Freitas, falesceo em
25 de Fevereiro no Hospital de
Cotijuba
Joze Ignacio Monteiio, falesceo
em 22 de Fevereiro no ataque de
Colares.
Arcanjo de Santa Roza, llera.
Joze Joaquim de Mello, falesceo
em 28 de Fevereiro no Hospital
de Cotijuba.
Companhia de Arlilheiia.
Soldado Manoel d'Anunciacio, falesceo
era 2 deFtvereiio no Hospital
de Cotijuba.
Euzebio Vercelencio, falesceo ero
17 de Fevereiro no Hospital de
Cotijuba.
Quarle! do Commando da Brigada de
Pernambuco na liba de Cotijuba i> de
Marco de 1836.
Joaquim Joze Luiz de Souza.
Commandonte da Brigada.
Do Gorreio Semanal do Maranhio, de 9
de Abril, transcreveraos o seguinte :
Em 4 do andante mez entrou d'ali
com 12 diasile viagem o Paquete 1. de A-
bril, diz : que no Sbado, e na altura de
Caite, encontrara a flutilha em que hia o
novo Presidente Andia, que daqui havia
sahido no d falaro, eque no Para haviio ah entrado
no da 12 do passado Hez embarcac. s In-
;lezas, a saber, urna Fi gata, uro Brigue
le guerra, eoutro de transporte, e derio
inndo ao p da uossa Esquadra. Que Mr.
Taylor iraediatameote Ibe mandara tim
nimo de4bois, a para a Fragata, e um
para cada Brigue. que no dia 13 houvera
grande jantar abordo, a que ticbem assis-
ira o Marechal Manoel Jorge, e fingindo
o Iliust. Sor. Commandante Inglez atender
pelas razesdo bloqueio, e declaraces que
arespeilo Ihefez o mesmo Marechal, to-
lavia no dia i4 suspendeu o ferro e se a-
>alou para a Cidade com os dois Brigues.
\opasaarpela fortaleza da barra, que se
cha guarnecida, pela nossa gente, man-
ara arrear a bandeira Brasileira, eque
1 obedecido pelo Major de Ariilhena,
MINAS GERAES.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
45.' Sessa do dia 28 de Marco.
Presidencia do Sr. Mello e Souza.
11
ORDEAI DO DIA.
A Asserubla L. P. de Minas Geraes
nao pr. encbeiia a elevada missa de que
aievestioa con fia rica deseos Con-tituin-
tes, nem correspondera eos votos da bri-
osa Piovincia, que se uffana de represen-
tar, se deixasse de fazer echoar no Augus-
to Recinto da Representaca Nacional se
os temores e fundamentadas suspeitas de
que ma-.sacrilegas tentera feir de morle
a Conslituipa do Estado, substitoindo
Regencia do Acto Addicionul huma outra,
cuja inconstitucionalidade forcejad por
tttenuar acobertando-a com o Nome da
respeitavel Seienissima Princeza Imperial
a Sra. D. Januaria.
A Assembla Legislativa Provincial sa-
be acatar debidamente o Throno Consti-
tucional do Sr. D. Pedro Segundo, e an-
hela para que este Throno Americano, ci-
mentado na amisade de todos os Brasile'i-
ros ru tenba oulras b. instituices verdadeiramente livres ; por
quesomente assira poder inspirar aosPo- periodos do penltimo $
vincial nao duvida hypotecar sua palavra
de honra ca da Provincia de Minas.
Paco da Assembla a6 de. Marco de
i836.
(Assignados.) Antonio da Costa Pinto-
Jos Feliciano Pinto Co. Ib.> (la Cunha
Antonio Gomes Nogueir Freir. .
Dorante o debate o Sr. Antones ofife-
receo a seguinte emenda substitutiva.
Augustos e Dignsimos Srs. Repre-
sentantes da NacaS Brasileira.
Ao encerrar assuas sesses ordinarias a
Assembla Legislativa de Minas Geraes en-
tende de ver seo commuuicar-vos, que
procede em todos os seo* trabalhos, teodo
sempre em mira as instituices livres, que
legem o Imperio, e o bem do Piz que re-
presenta. Este procelimento, Augustos
e Digni-simos Srs., alm de ser huma 0-
brigac.5 da A'setnbla Legislativa, e a
marcado pela vontade unauime de Minas
Geraes, rujo carcter be a legalidade, a
mais libbalavel adhesa a Constiluica
e suas reformas. E se esta Asamblea po-
de ser considerada, como orga fiel dese-
os constiluintes, se abalanca a a.-severar
em Vossa Augusta presenca que loda esta
Provincia confia de vosso patriotismo, que
as faeces, que por- acaso surja, ou exis-
ti, ja >eja p*ra alterar a forma do Go-
vemo, ou para romper a unia, penbor
da seguranca e prospaiidade do Brasil, ou
contra o Regente legtimamenteeleilo, se-
ra5 suFocadas, e completamente supplan-
tadas. Estes sa5, Sis., os votos da As-
sembla Legislativa de Minas, os votos u-
nanimes de todos os Mineiros.
Paqo da As embica a3 de Marco de
1836.
J. A. Correa.
O Sr. Pinto Ferreira o (Tere, eo outra
para se supprimir a palavra au'stocratas,'
e para levare pluralidade os 2 ltimos
poada Comandante da Fortaleza Fun-
ados pois no Porto da Cidade, muita
esta para a fe,ta, salvas de pa rte a pi te, e
uardo logo aborco, e outra vez salvas,
.ue dahi a trez diasSahirioa fundear c
)ra os dois brigues, e l ficara a Fragata
mpanhaudo o Eduardo.
Do Echo do Norte de 11 de Abril,
nscievemos o seguinte :
o Para sabemos, alem do que narra o
ci do Presidente, (*) quetrez embar-
es de guerra inglezas roraperam o
oqueio, e forio a Cidade a pretexto de to-
rem satisfaces ao Eduardo, porem cora
fin v.rdadeiio de negociarem armas e
lunices, segundo se diz ; o Taylor pa-
SDt que constntio em tal infamia, apezar
vosa confianza de que nelle acharsem>
pre o protector dos principios e garantios
consagradas na Constituido e acto additi-
anal. Possuida conscieijciosamente desta
convicca, como se nao penalizar a As-
sembla Legi lativa Prcincial, quando
amibos bypocritas da Monaiquia ou>a5
querer abrigar se sob o mint Imperial
para d'ahi bostilisar as instituices Fede-
ralistas ?
Sim, Augustos e Dignsimos Sis. Re-
presentantes da Naea, a As-embla Le-
gislativa Provincial de Minas Geraes .^e
hoirorisa com a leu,branca de ver no li-
ma do Estado, e debaixo da Egide do
Nome Respeitavel de S. A. I. a Sra. D.
Januaria as influencias aiistocraticas, cu.
jos caros e criraes fazendo desmoronar o
Governo do Imperador Pedro 1." sao a
causa oiiginaria dos males que anda gra-
vitan sobre o malfadado Ria-il. Mis al-
tamente convencido do acri-olado patrio-
tismo, afierro, e adhesa Goustituica
reformada vos faz justica, accreditando
que dignos represeutantes do povo Brasi
Findo o debate, que durou ateas 2 ho-
ras e 5)4 havendo-se vencido para tto a
prorogaca da ses-a; esendo posto a vo-
Uf6o prbjectopor parte fora approva-
das, exrepca dos 2 ltimos periodos
do penltimo e suppi mi se no 3. pe-
riodo a palavm aristcratas, nao se ven-
en lo por tanto a 2.' p^rte da emenda do
Sr. Pinto Ferrei a do Sr. Aniunes.
Dada a ordena do dia levantou-se a Ses-
si.
leiro, sent nellas avancadas da Constitui-
(*) No prximo N., publicaieoos o
nencionadoofllcio.
Qa, e das liberdades publicas, era vos a
chara os conspiradors inabalav.l ioxa
sobre que ha de quebrar-se as vagas tem-
pestuosas de suas pixes desiegradas. E,-
t longe a Assembla Provincial da injusta
supposica de que possa achar guaiida
entre vos o pensamento desorganisador
que a retrogradarlo astoalha ; e se ergue
sua voz em nome dos Mineiros be s para
protestar solemnemente face do Brasil,
e do mundo inteiro, que a Provincia de
Minas por isso me.-mo que he profunda-
mente affei r*da s ideas de ordem, ede
libordi.de legrada, por sso mesmo que
est disposta a delender inda custa dos
maiores sacrificios instituices represen-
tativa, o Throno Constitucional, e a In-
tegridade do Imperio, nao deixar de pres-
tar franca e leal cooperac-< aos Poderes
Supremos para que nem levemente con-
sinti cjuesejs. offendiJa a Arca Santa, de
O Const., e Pedro 2." aprezentoii-nos
em s-ii ultimo n. o extracto da Sessa da
Assembla Provincial de Miri, em que se desculiu, e aprovou o projecto
de urna Reprezentaca, que deve ser le-
vada a Assembla Geral coro o fim de nao
8esuprir a I lade. qi.e a Princeza Imperial
a Sra. D. JANUARIV preciza para, se-
gundo a Constituica, Ser a Regente do
Imperio: convem por tanto mostrar aos
nossos Leitores que n'aquella mesma Ses-
sa, na qul se prttendeu oppr um obs-
tculo ao vital Acloque ser o Paladio da
Monarcbia, da ps, e da prosperidade do
Imperio, houve um sabio intrpido, o
Sr. Depurado Bernardo Pereira de Vas-
concellos, que com a franqueza propria
do homemlivre, e fiel mostrou com evi-
delicia a injusticia da R'-prezentaca, e a
utilidade Mnima que resultar ao Bia/il
si a Regencia pustar as mas de S. A. I.
Copianpo nos a Acta d'aquella Sesa ; o
que no peridico 7 de Abril se dice sobie
o cazo ; e o descurso eloquenle do Sr. De-
putado Vascoucellos, parece-nos que te-
mos bem esclarecido o negocio, e satjsfei-
to nossos Leitores.
Gm.
_ -------- "*-h,"1uue
questa, que entendetse ns6;dever com
promettl-a em um improviso, conten"
tei-me cora instar pela observancia do R^
gimenlo,_poiuaiespaco para a necess.ria
meditacao. Agora cabe agradecer i0s
illstres Deputados que se dignara ap.
dnnhar meu requerimeoto, e assim me
babihtarao a votar hoje depois de afean.
reflectido estudo : sinto porm no .
da alma nao poder mostrar Ihes minha
gralidao adoptando cora elles a Represen
taca mencionada. Foifa nao ser com-"
prazenteiro em materia de lio alta trans-
cendencia.
Sim, Srs., importanlissi'ma a qoesto
que ora oceupa vossa altenco, e s esta
consideracio me poderia obrigar a repetir
hoje labres parte dos argumentos qne i,
produzi, e abusar assim de vossa pacien-
cia. Protesto porm ser breve e nio em-
pregar termos que possSo offender oenhum
dosillustiesMembros d'eata Assembla-
mas, tratndose de materia de tal vilali-
dade, pode urna oq outra vez escapar
expns,a menos ajustada, al spera e
irritante ; oflerecome porm a cuantas
satisfaces se julgarem necessarias: eu
sou um dos homens pblicos que durante
toda minha vida parlamentar tnho pro-
curado honrar-me honrando meus adver.
sarios, ajuizando sempre favoravelraente
de suas intences. Nio recceis todava
queeume desuse de senda marcada na
lei, era menos qoe exoibite das conveni-
encias, da dignidade.parlamentar.
A dignidade d'Assemba Legislativa Pro-
vincial niooapjnagiode seus Membros
bros ; um parlrmonio publico, um de-
posito sagrado cdnfiado nossa guarda, o
que nos cumpre zelar cora a roaior solli-
citude, aom urna fidelidade toda virginal.
Infelizmente eu vejo prostiluida esta dig-
nidade na RepresenUcs o que estamos
discutindo.
Versa esta Representaca sobre afac-
ca que ella assevera existir no Imperio
com o criminoso intuito de substituir o
Regente actual pela Augusta. Princeza;
trama que, segundo nos assevera a Com-
miss., urdido por amigos bypocritas da
Monarqua coro o fito de subveiter nossas
Instituices Federativas, de restauraras
influen.ias aristcratas que perdera Pe-
dio i., ecujoscriroes e errosanda pesa
sobre o malfadado Brasil. Sei decoroso
ser da dignidade dos Legisladores Minei-
ros asseverar factos de tanta monta nao
tendoem suas mas documentos, provas
8lgumas ero abono de tal asserca ? Qua-
es sao os elementos de convicca da Assem-
bla sobre a existencia da apregoada fac-
ca ? De que natureza sao essas provas e
onde para ? Perduai me por afiirmar-
vos que nenhumas tendes. Nao rae es-
q neceo que em outra Sssa foi dito em
apoio da Representaca : alguns Srs. De-
putados julgra p ovada a existencia da
facca porque na Cmara dos Deputados
altuern pedio votos para ser acclamada
Regente do Imperio a Augusta Princez eoulros por ser publicada a dea da Re*
jenciaem peridicos que se diitmesteados,
no geral consenso dos Brasileiros.
Oovi tambem que votos foraq sollicit.i-
dos para a dita Regencia n'aquella Cama*
ra ; mas pessoa bem informada me asse->
verou que nao passra de 8 ou 9, e que
alguns d'tlles os reclamaran immediala-
menle depois que os promet tra. Quem
deduzir d'est-- fado um indicio sequr
da existencia d'essa facca que tanto ater-
ra meus illastres Collegas ?
A Imprensa um argumento a que daS
mais pe-o os defensores da Representaca :
>Ta fortes, la resolutos esta esses fac-
ciosos, que em seus peridicos assevera&
ser a Regencia da Senhora D. Januaria
um voto unnime do Brasil, de Norte ao
Sul, deNascc-nte ao Poente ; suas in vedi?
vas routia o Regente lin podera ser mais
descomedidas ; tratado este Sr. como
o derradeiro dos cidadas, bem que seja
irresponsavel : eis o como justifica
a asserca de que se trama uraa nova Re-
gencia contra a actual. Admira que tanto
peso se d ao que dizem esses peridicos:
Srs.. quando I se os Srs. Deputados os julga ta dignos
O Sr. Vssconcellos. ars., quando j se osdrs. Ueputauosos julgao ta dignos
pela primeira vez o lid.a a Representaca | de crdito que recej o ira partido, s
_
MELHOR EXEMP


DIARIO DE PERA MBUC.
porque elles se apregoed orgas do senli-
mento geral, so porque ostentad e lar-
dead muiU forca, devem aduittir que
vcrdade tudo o mais que se l n'elles, o
que elles ditem a respeito do Regente;
oais islo decerto nao admittirad. Quem
pode tolber a un periodista que se pro-
clame no seu jornal o orgia fiel da Opini-
a5 Nacionrl ? I'de-o fazer at om boa
porque natural ao bornem suppr
que o seo partido 5 nacional, o nico
ou o mais favoravel ao Paiz. Quem ja
mais considerou estes b-.forad^ (permita-
se me espr-'ssad) como prova n refraga-
vel da existencia de um partido poderoso
e obstinado de que seje instrumento esse
redactor? No meu conceito nenhuma at-
tencad merecem, nem se qur como in-
dicios, essas reflexSes. Longe de dar im-
portancia essesgitos e ameacas dos pe-
ridicos, longe de os considerar como re-
sultados da forca e do poder de um parti-
do, r- se rae afigurad como signaes de sua
f raqueta. .
Srs., a violencia de taes peridicos re-
vela, trae sua desespe.aca ; os grito, as
violencias sa6 empegados para supnr a
falta de forca?, a to'al impotencia. Nada
direi dos conventculos em que o Sr. De-
notado fijrRia se d'est Regeocia : se tem
d'elles ta6 perfeito conhecimento como
inculca, porque es n denuncia a Au-
toridade competente, visto que os reputa
criminosos?
N5 se limita a Commissao a flirroar a
existencia da conspiraos sr.m se fazer
cargo de aprovar; ella se arroja a desig-
narcomo principaes conspiradores, a-
migos bvpocritas da Monarqua, arist-
cratas que levaraS ao abismo o Primeiro
Pedro, homens que procurad abrigar-se
debaixo do Manto Imperial, para d'a
hostilizare as ln*lilucdes Federativas.
Esta linguagem ser decorosa, quadrara,
s. vosea dignidade ? Como ousa a
Commissao chamar amigos hypociitas da
Monarqua aos que fazem votos pela Re-
gencia da PriHceza Impeiia! ? Nad po-
deaser amigos sinceros da Monarqua,
amigos sinceros das InstituiQes Federaes
muitos dos que tem abracado a opiniad da
Regencia Imperial ? Acaso aera probido
aos que nad *ejad aristcratas, inimigos
do Brasil, amigos hyp critas da Monar-
qua, intensos s Inslituicdes Feder.es,
abracar a opioiad da Regencia de urna_ Au-
gusta Princesa? Nad Sr., com inju-
rias e sarcasmos que se convence o enten-
dimento, que se orienta o deaencaminha-
do ; peisuadi-vo de que cidada nestos como vos cidadads amigos cordiaes
da Monarqua, podem nutrir etes senti-
mentos, fcem que diversos dos vossos.
Estas frases de que venho deoecupar-me
podem tr intelligencia mui funesta ao
Brasi1, se a m f as quizer interpretar.
Dirse-ba: As Inslituicdes Federati-
vas nao podem existir conjuncta-nenie
com o Governo Monrquico no conceito
da Commisad, porque ella rec., por Ni
conse vacad, se for collocada na Regencia
urna Pessoa Imperial, esta Regencia se-
xk acompanhada infallivelmente dos ini-
migos do Brasil, dos que tramad contra
.as Instituicde Federativas que nos re-
gero 11 ,
Ta5 fatal intelligencia sera roborada
xomoutrssponderaces. Dirad que vos
Srs., na6 julgaea possivel o Governo de
urna Pessoa Imperial sem quetrilhe a ms-
nia senda quetnlhou o Primeiro Impera-
dor, esemquaseja rodeada d'aquelles que
em vosso conceito o perdrad e aggiavirad
as desgracas publicas. Os inimigos porra
da Realeza deduzirad de vosso paiecer
argumentos para persuadir quad onerosa
a Monarqu.a ; repel ndo aa palearas d'ea-
ta RepresentacaS, inculcarad que a Au-
gusta Princesa a origem e causa d este
medonho partido, e exclamarad : V-
de quanto anda no berco pesad osMem-
bros da Imperal Familia l Anida nos
meistenros annos sad bandeiras de cons-
preles
Para que misturar um.norae Augusto
com aristcratas infeiisos ao Brasil com
hypocrita, coip conspiradores ? h com
tal desrespeit. que se mantera a Monar-
qua? De que proveito ser ella, assim des-
bolada, assim deprim la? Nao em urna
Assemhla de Legisladores Miueiro* q ie
esplendor e respesto deve rerrar-se o Pro-
no Imperial sim, o masi profundo re-pei-
lo, sobreludo o cimento do Trono, hern
como da Ordem e Libe.dade, de que este e o
mais seguro penhor. A provincia de Minas
eminentemente monrquica, e nao, per-
mita Dos que ella renuncie a Governo lio
Tutelar. ... o
Longe de aproveilar, prejud.cera iOHf-
gente essa Representacio que parece ieita
em seu favor. Os inimigos do Regente ve-
rio n'ella no o .-entirneuto, a opiniao de
Minas Geraes, mas um artificio que tem
por fim criar a fortificar um partido e
accesceotar-lhesattiibuicdes, queja tem,
outras talvex exurberantca. Sendo sea ha-
bitual estilo insinuar que o Regente nio
tem as sympatbiaa nacionaes, nio e o ho-
mem do Brasil, alies fia. io ver que esta Re-
presentacio, estigmatiaando urna oprouo
innocente, deve ter em resultado formar
um partido, como oidinano em caaos,
era impudencias taes, e que a testa do
contrario ser posto o Regente convertid
assim, deChfedaN-co quej lhe compre
ser, era Chefe de partido em prejuiso de
no-so repouso, de nossas liderdades.
Reect, S.s., que, quandoseqoerop.
primir, esmagar up .vo, hMiM*
cida formar partido, dividir a Naci era
diffeientes bandos; en meio mais etLcssde
organisar partidos violentos, injustos e m-
ronc.liaveis, perseguir uraa opiniao que
se tenha li lo cuidado de representar oa po-
vocomo offnsiva, destru tora de seus di-
rei'oseinteie ses,
Direi que vos ides promover a tros perse-
guicio, e nio s estigma.i-aes, innocente
opino, que jolga p.efemel a qualqur
outra Regencia da Serenissima Priorea se
esla propos/icio me foi contestada. App-Iio
para a leilura d'esse Representacio ; a;leio.
d-pois da manif stacio dos mais rancoio.es
sentiroenlos, imprecaedes contra os homens
da opinio que coudemnaes, e que vos jul-
gees habilitados a denominar conspirado-
res. Vede como termina a Commissao o seu
Paiecer : Perece o conspirador que ou-
sar por mos sacrilegas em tio sagrado ob-
jecto Perec o con-pirador quem quer
qua elle seje! Se uto nio guerra de
morte, ignoro o que o seja.
Nio posso persuadir-me, cora alguna de
moos colleg, que n'essas palav as que ac-
bei de referir perece .... perece o cons-
pirador.... timase em vista a Commubio
designar ind.viduo certo : nio: eu consi-
dero a Commissio seria e sensata, de manei-
ra que a nio posso julgar capaz de seme-
Ihante insinuaco. A insinuacao, rs., e
urna guerra cruel, uraa guerra com a per-
fidia de mais e cora os pengos de menos : e
a tanta franqueza nio poda descer a Lom-
missio. _
Procnrio os defensores da Representado
cohonestar esta medida, queme permitti-
iv is chamar indecoiosa e av.ltadora de nina
Assembli de Mineiros, alera de irancen-
der os limites de suas attribuicSes, procu-
rio cohonestl-a, digo, cora a violencia
dos peridicos, orgos da opiniio que vai
nostiliar. Reconheco nio pouca violencia
em alguns artigos d'esses peridicos, eex-
cessos nao lera o meu assenso; mas bravatas
eroncas, mas violencia, indicio sohjidao
de recursos e de fo.cas ? I .. Nao S.s a
violencia dos partidos revela, trae su. de-
sesperaca'o: ce. los de sua impotencia su-
n.Im comgiitoaa debilidade de suas forjas.
mo meu intento que taes partidos sejio
animados e benignamente acolhido pelo Uo-
vtrno ; mas a Poltica nio t aconselha que
se disface, quanto a ordem o permute, a
forca d'e,sea partidos, seno tambera que
*e attene, quanto ser pos>a, sua mHuen-
cia : e lio salular prereito ob-ei vaes qusn-
do p. oclamaes face do Br.ail qe o p- tido
de vosso odio tem sympathias em todo o
mente promovis a perseguido o .-s*e ima-
ginario partido por meio da Juslica e mais
Autoridades a quem ides remetter copias de
voasa Representacio ? Em que ai tigo de
nossos Cdigos, era que le imposta pena
de morte aos conpiradoios como tslha
impreraes ?! .
Este ponto de meu discurso me obnga a
discutir ante nd^ a materia por outi o lado :
at aqoi me propuz mostrar qua- aviftante
era para a A-sembla Legislativa de Minas
Geraes a. .rmar a exigencia de urna con>pi-
racio de qu nenhomas prov .s pode ap.e-
sentar, comprometter um Nome Au.:"-to
e por todos oa tituloa crdor do noS respei-
to c veeraefio, baratear alcunhas injurio-
sas aos sectarios de urna opinio, fcser acre-
ditar que o Governo domina nossas d. libe*
rac6es, dav origem e incremento aos par-
tidos eexacerba! os talvez ateo galano.
Azora me faco carg de demon.-trar que
essa opinio, ou segundo aftirmaes, esas
partido e ser innocente em quanto nio
em pregar vias de foto, em quanto secir-
ennscrever a propagar suas doutrioas e a
ganhnr-lhes proslitos. Sis., a R gencia
da Senhora D. Janoaria pode ter conslitu-
cion^lmente decretada : o que e.n cuitas
vozes me proponho tomar evidente.
Se considerardes a moralid-^de da accio,
seris forcados a distinguir duas quealdm :
questio de p.irdencia e que-tio de legalda-
de. Ser de nteresse publico, convi. a ao
Brasil confiar o Governo Supremo do Esta-
do a urna Jovem Princza que te-, comple-
tos apenas 14 annns de idade ? Eis a ques-
tio de p.udencia cujo exame e Usci-io,
por exoi hitante de nossas attribuicdes, dei-
xo de parte.
Ser probido pela Constituyo do Ls-
tadoqueo Regente do Impeiio, na mei.o-
ridade do Imperador, tenha m. nos de 25
annos de idade ? Os deten* res da Repie-
sentacad nos cilio o art. 12a la Gonstilui-
cSo : lembra-me lanchera de tr lido esse
art. 122 ; por.n |a par dVsse ha oulro,
e o ait. i78 que importa combinar com
a doutrina do aa. Declara a Lei Funda-
mental que nem todos os arta, ms rtosno
Cdigo Constitucional -o constHu. mnaes ;
hia-seesse arl., sua disposicio nao pode
ser mais clara ; estahelece em liguageu.
pura e correle ser constitucional tmente
o que dwrespeito aos limites e altribuicea
respectivas aoa Pod, es Polticos e aos d.-
reitos polticos e individuaes do cidaaao,
podendo s. alterado pelas Legislaturas Or-
diaras o que consliiucion-1 n..o O a,
sera contitucional a fisacio da idade de 25
annos que o citado art. 12a ex-ge no P-
rente do Imper.dor para reger o Imperio
durantrsuamenoridade? Quanto a mim,
evidenlis-imo que essa idade ai fi sada nao
conslitue a.t. constitucional. Se razoes
tivaseni sido produaida< em aliono do pa-
recer contrario, expralar.me.hia i.ode-
senvi.lvimento da propostgio que acab -de
enunciar, e que t-m por si Jurisconsultos
e PoLticosde grande vulto na Repblica da*
Letras.
Continuar se-a.
DIVERJAS REPARTICOKNS.
3
Oiiqss H'si^hliola-.. 2^^)500 a 245J50O
d'Amei. Hesp. 21^800 a a3^500
S-heranos......... 6^7M> a 75O0O
Ouro cerceado..... 300 a 3#400
Cambios.
Sobre Londres.... 35 /, a 36 por 1^000
Franca.....Nomioal.
Saques scb.e Portugal. 68 a 65 de premio
Gneros.
A'oda bom.. 9&000 a 9^100 arroba
Diio de Maquina 8&20O a 8#|600
(Do Investigador Marsnhfetosa de i de
Abnl >
VAIUEI)\1);S.
Brasil, tem forca mesmo superior ao repu-
blicano? Srs. adoptando esta Repreaeula-
rio idessalisfazer aos partidistas da Regen-
cia da Senhora D. Januai ia, querido o que
vos cumprie, o interesse geral o exige, e
finura, mo nos al ignorantes d esses votos,
d'esses desejos; nio cedaes s proyocacoes
do, partidos ainde quando virulentissimas ;
a Historia altesta que se a forca tem conse-
guido suffocar, debellar os partidos, a mo.
deracic e s moderad0 q.iem os enfra-
qoece, annulia ediaolw, e_oi g"-" '-
dade os mata Para qu ""'
MEZA DASDIVBRSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 99.
CORRElO.
OPaqoeteN. Patagonia recebe l mal-
|,s para as Provincias do Norte boje (13)
as iO lloras da manhia.
MAIUNHAd II DE ABRIL.
Premio dos metaeasobrea moeda correle.
ai-
1 :
tr&**^?.^w 1 7**-^n->.!-***-
Prat B- asi ira......... 55 a 58 p. %
n H.- ....hola....... 53 a 56
- Mesicana......... 52 5-
Cobr-..............' *" : .
M..cu 4OU00 ?$20 61 ^
'ecas e-b^OOrs. 13^500 a i^OOO
Ai istocracia dos E-tados UuidoSi
A cada passo a gente do G'Verno nos ci-
ta por modelo a igualdad democrtica doS
Estados-Unidos. K.nliom Paii a onde
t* divise mais aristocracia nem mais mnr
de ditincidese de honras. Para o pro.
var citaremos duas pas-agens das Via-
genso Coronel Hami'ton.
O filho de um General Haytiano
mui lo favorecido do P.e-idente Byert
Veto ltimamente a New York para cuidar
desuaiiistiuccaS. Este moco, anda que
mulato, juntava a mentiras ,-g adaveis
maise.'pirio.to que lm ordin-rtamemte
os seu> cora pal t iotas. Habituado oosea
Paia s homenagens devidas sua eliva-
Cd, parti para NeW Yolk. saboreando
de autema todos os prase es que pareciad
esperl-oem ama Cida le tad opulenMt
Apenas desembarrou, fe levar sua baga-
gem para o Hotel que se 'e linha indica-
do como o melhor, mw lecusou-aaalfce
brutalmente a entrada; eo memo lhe
succedeoem tdos os out.o>. A hualclo-
se por muilo feb em achar um quarto que
nafa ne.a lhe alugou. O org-.lbo do
moco haytiano, qu<- (-eja dito de passa-
gcm)r^dcedia m nada ao petimetre
mais elegante, f- i loo chorado por este
contratempo ; m-s a experiencia de todos
os minlos na5 laidou vm lhe provar que
elle era um tr d- gradado aos olbos mes-
mo do hranco o mais obscuro. A noite
fui ao Theatro, porm recnsou-se-lhe a
entrada nosroelhores lugares, e desdenho-
samentese lhe fez coropieheuder que os
homens de sua re deviad oceupar as ulti-
mas galeras.
Nodia segunte o meu compatriota
(de Harailto.O, que lnba rauitae vesa
iantado em casa do pai do mulato, foi vi.-i-
lal-o : achou a este moco desesperado.
Todos os seos sonbos de praaer se lnn6
esvaecido ; elle se apres-ou a voltar ao seu
Pair., bem decidido a nad toruar mais aos
Estados-Unidos.
Fm outro lugar dir Hamilton : N^d
ha Pa.z, onde se faca rmis ap-eco da me-
nor dslinccad. Os tituloa mdi'a.es sad
procuradas rom urna avidez que p.rete
bem ridicula a um Inglea. E' nu'in he-
uuente, quer no Tribunal qur no Escri-
torio, irataremsede Mejores, de Coro-
neis, deGeneraes; e como t'das as mili-
cias gor.d de piivibgio; de ehger os seus
Officiaes, acontece muias vezs que o P"-
meirogio concedido a um hornera >em
neuhum mrito militar. Em um Paiz
onde a populacad pou.-o numerosa, os
candidatos distinctos sad raro> e o homem
da mais baxa extraccag algumas veies
revestido do grao 0 mais elevado. Peusar-
e-biaqu esta rircjnstanci| deveria desa-
creditare-te genero 0 bou as, e que, se-
melhanle ao titulo de Cavalheiro em Ingla-
terra, sena despiezado pelas pessoas mais
qualifkades: nad assim. OsGeneraes,
os Coronis, os Majures forro-g^ por to-
do os Estados Unidos. Estes ttulos aa*
amhicio< dos, tanto pelo Presidente e Se-
r uno pelo Juia e pelo Es a .j .dei
i
(PoSetC ''Al)..!)
5LAR ENCONTRADO

1


DIARIO
AN NUNCIO.
5!
DE IPRNAJfBUCO.
Afr-anhiSibbado ii !nz o Peridico
intitulado C.ixi de Guar* Vende-,s-;
na praca i Independencia hija do Rnqna
dernadur de liyros D. 26 ; preyo 6.0 reis.
AYIZOS PARllCULAUtiS.
* O.ib. i xo asignado tendo de faser urna
Magetn aoCtrtioa trartar de sua saude e
por causa de eachar bastante doente nio
pode deepedir-.se pessoalmente de todos
os seos huicos o que faz por meio do pre-
sente inniiii'o, de-pedindo-se de todos
m peral, e uuvrece-se em qualquer parte
o seu iuu lado pi estimo.
Manoel Francisco Monteiro.
%y Precisa-se di uA caixeiro Portu-
gus de 14 a 16, que d fiador a sua con-
ducta, p u'a una venda : na Typografia da
ra Dir-ita D. 20.
jrj O Fcal do Recife FeRs Suena
de Mello Litio precia de quatiu, ou cin-
es sei vente*: quem os ti ver e quiser alu-
Qpr, diiija-se ra daSanzalla vellia casa
n. 56 primeiro andar, a tractar cora o mes-
mo.
jry Quem precisar de orna ama ca-
puz para o tractamenlo de urna casa de
hornera solleiro, a qual cosinha e engoma,
dirija-seao b sa D. a.
V^k" Dio-sea premio de um e meio por
cento 100$ reis : no primen o andar do
sobrado D. 8 na ra do Collegio se dir a
pessoa que os d.
V&* Damilo Francisco do piado, faz
sciente ao publico que no da 11 do cor-
rente desapareceo da ra da Conceico da
can de Rotno de tal onde costuroe a ran-
xar-se pea oas deTora um mol. que crilo
de nome Jacinto, de idade de 16 annos, bai*
xo, e greco do coi po, e das.pernas, cara
larga, bfeos gromos-, levou ve-tido camisa
de xilla, e siroula de algadio todo velbo, o
qnal natural e morador na Frrguezia fe
Bom Jdidim da Commarca do Limoeiro,e
mmador no Destricto de Paltos no lugar
Sitio do Meio; a pessoa que souher do di-
to rooleque, dirija-sea casa do refeiido Ro-
lino que ser recompensado.
j^" Quera precisar de um caixeiro
Brasileo que sube bem !er, escrever e con-
tar, para cobrancas, ou para qualquer ca-
ra de negocio de portas a dentro, e en-
lende de loja de faaendas; annnncie para
> ^^ Precisa-sede um fcitorpara traba-
lbarem um sitio; na ra do Argo D. 18.
r Quera t^ver e qui.-er alugar urna
escmva para o servigo de portas a dentro
em urna csade pouca familia, pagando-se
hfti queira dirigii-sea ra da Crac O. 4l,
o niinunrie a sua morada.
?ty (j Encadernador da praca da In-
orpeiideiiciaaiitinnu'a que tem os Patuscos
< venia, e s disse o contrario foisupoft;
do nfofosse alguma xalaca asemdhanca do
Bateque, venhio os fregaeses a dar os /fO
reis que a obrioba he guapa.
jry Quemtiver urna esera va que quei-
ra singar para lodo servio de uuu casa :
aununcie.
"ry Quem pregar de i50$ reis a li-
1 os de 2 por (entono me/, sobre penlwres
d* amo ou piala, dir.ja-se a Fura de Por-
ta.s u"-di n. 96, que l se dir qn< m rf.
tC2P" A pes>oa que sequisrr enesrragar
V lser un concert em uma casa os 4
cantea de Olinda, dirija-e a ra da O dz
u, 56, a iractar do seu ajutle de emplei-
Uoe. *
ra8" Urna pessoa cbega.-Ja ;'i pouco lem-
po de Portugal, e que estudou n'um dos
melhoresCollegios, offeiece-se para enje-
rtar 'jr.i dsta Prac-, pridfctras I-iras, e
G aunlira Latina com peificio; quem
>equi-er ntilsarde sen preatirao ; annn-
1purera tulla para her precurado.
K&* Uma parda forra de bqps costa-
mes offertce-se para .ser ama. d'uma ,
abe engomar, cosiuhar I cm, e lavar de
>abio: q.ieiu a ptrlender diiija-se a ra
Velli.i V. 17.
*9~ Avsa-seaos Snrs. Lourenco Jote
das evet, e Reverendo Padre Jot^ Gonca-
lo, queseacbio em peder doAlmoxarife
( do Arsenal de Muiha duas Letras dos
roesmos Sors. s- n!o a do Snr. Neves da
quantia de35^000, e do Snr. Pex', rrnHo
Padre'Gcncalo da quantia de 205JOOO i>.,
eque queiro mandar no rremo Arsenal
s-tisfaser dita importancia das 9 horas da
manb a* -ida tarde.
W^* Qiiam tvajrJ|onta com a Ga-
lera HoIiide7a Corn'^ia Sara queira a-
piesentar-se no Eciiptorio do< tifus Con-
signatario* N. t). Bieher Sf Corap. at o
da Sexta feira i3 do corretrte inez, nao fi
cando responsaveis os mesmos depois des-
ta dicta por conta algoma.
tP3* Quera annunciouquecerdarSOO^i
reis sobre hipoteca em uma casa tenea sita
nesta Cidade, diriia-se a ra dosQuarleis
D.5.
yf9* Cs Aclmini-tradores casa do fa-
lescido Joze Francisco da Costa tendo con-
V'.c.ido os Snrs. credores raesm.i para se
reunirem no din 4 de Maio, Tirio de facto
queatgons Smliores comparecero, epro-
duzndo rss5es ponderosas, foi uuauime-
men'e concordado, r|e re-idindo alguns
dos diios Snrs. credores fra da Praca, e-
ra justo e necessario convidados por carta,
ou a comparecerem pessoalmente ou no-
mearemqiiem os representa.ssp, epor isso
anida ter logar nova convocaco que er
devidamente no da 16 do corren te, com
tndo todos os Snrs. inlerrssad' squeperten
deremsabe/ qual o estado daquelh casi t
admmistrago, po:lemdirigr-s<*a Joaquim
doSouza pinto, que o guarda de todos
os documentos relativos.
Rita de Almeida Costa.
Joaquim de Sonza Pin'a.
Fiancisco de Paula Pires Ramos.
COMPRAS.
Um Ceremonial Eterlesiasl ico : quemo
tiver annuncie, puta nio se repara o prego.
NAVIOS A CARGA.
Para Amsterdam
t
Sihe-at 8 de Maio a Barca Holl.'ndsi
Zevaan, Cap. Vau Drieotcm.
Para Genova.
* 1
1 ', ,
ley Sabe at i5 de Maio a Polaca Sar-
da Mananta, Cap. D 'deco, forrada de co-
bre e nuti vt leita. Quem nellas ajuiser
carreg.ir ou ir de pawsagem dirija-se ao
seu consignatario A. Schramm.
VENDAS.
y^ Precisa-se de um feitor pira um
ajtio : alraz da Matriz da Boa vista segun-
da casa a fallar com Manoel E'ias de Moma.
Y9P No dia 29 d'Abrit prximo paasa-
do appareceo em casa de Joaquim Jo d'A-
moiim, morador nesta'praea, um Escravo
crilo de nome Antonio, fi I lio de um Es-
cravo do dito Amorim. procurando-o pa-
ra o comprar, edu ser sua Senhora D. Je-
ronima, ou Francisco d'Araorim Rege,
moradores no Engenho Arass, de Porto
Calvo. Avisa-se p9r tanto a dita Srnhora
D. Jeronima, ou ao Snr. Reg mandem
tractar do seu juste caso o queiro ven-
der, edo contra i receber o seu Escravo,
pois nio obstante elle estar em companhia
do Pay, e nio ser mal trac lado, oannun-
ciante nio se responsabiliza pela fuga do
dito Escravo.
yp^ O Snr. Francisco Rodrigue dos
Santos queira annunciar por este Diario
onde he a sua morada parase Iheentregar
uma carta v*nda de fara.
*y Pergunta->e aoi sapientiss'mos Se-
nhmes Me.ubros da Meza Eleitoral da
Fiereza da B a-visti, em que Lei Fun-
darlo as suas decises, a pfimeir', para J
poderem exclm'r da vatacio aos Soldados, !
que eiiives-cn nn ca-O" elididos pela Li
para pode em volar: a seg'inda para dpci-
dire'm, que o S ir. JoSo M.n'el Mendes
da Cuoll 1 est.ndo protnin indn e^i um Su -
ruano a livramenfo ordinario pelo critne
de fooeda falc-, podes-^e ser Juiz de Paz.
C-p ra rosposla dossapieutisjimos Senlio-
res o
Medroso.
Quem tiver, equjeer illugariima
negra pa> a o servigo de casa; dii 8-se a e>-
ta Tipografa, que se dir quem a perten-
de.
^5*3" Q-jem percizard'um homrm.para
: i" cxei --ii f it., ranla fiad, <
su 1 conducta ; ditija-se ao Ari-.o do Af!'-
ffado, fvlir com Joaquirh Gregorio
Curreia G-'b ndo, que Ihe dir quem a i -
so e pn j,d-,
*3T" W-se600^)000 rs. a .iros, ro/n
eguranca a contentti^j tem |fie eonvier
annuncie sua roradar
9T7" Ai.t nio Leita de P n'10, roM .o-.-
S-m tbe necfiro algo mas quantias
erap'eM ;,s "a Pofoaaja da Agoa prets, e
nem r q'uahVo de.iu 00 qu lliea
str. p-ilo o a kh't.
- XW-O .v. -.i i f compra para o
Snr. J. C. F. resiJenle na CjJadc da
ParahHia, tira meio billiet-: da lofitia pro-
xinn a correr, de N. Ii07.
Um escravo de 28 a 30 annos, polieiro :
no fim da ra da Sanzatla velha n. 61.
W^ Um escravo de 18 a so annos de
idade, ffic'al dp sapateiro e cosinheiro : na
ra das Agoas vei des O. 6.
t2*~ Una padapia na ra direita D. 12
com commodos para familia, e paga i$40
por mez de'aliiguel, e juutameiite ara
moleque padeiro de 19 airaos: ras 5 pon-
as padar a do lado direito D 20.
VW* Duas cabus e uma j parida ro
preco commodo : na Praca da Boa-vista
Botica D. 16.
tT^P* Bixas cliegadas ltimamente de
Lisboa grandes, por prego commodo: na
ra do Rosario estreita D. 16, venda da
esquina do beco da Igreja.
W^ Urna porcio de madeira de jaca-
randa por preco commodo, e tambt-m se
vende em porc5es pequeas: no caes da
Alfmdega, na ra da Cadeia doRecife Bo-
tica n. 32 ao entrar da ponte.
4r Urna e.-crava de 25 annos, c sinha,
lava, engoma chio, e *z todo o servico de
casa com intelligencia : na ra do C.bu-
g loja de miudesa ao p do Sr. Bandeira.
V& Uma riquissima cadeira de arruar
prximamente chegada da Baha : na ra
do Collecio D. 9.
V^ Uiu teneno cora 60 palmos de
frente para 8 Norte, e duzeutos e tantos
de fondo para o Sul, no lugar da Capunga :
na Cimb>a do Carmo D. 18, que lem a
Frente paia opoente.
^^y II n terreno com 5 palmos no al-
te, ro do Algalos, junto ao terreno, de
Loiz P'iti.a de Paria o qual tem 280 pal-
mos de tundo; na ra Direita na luja onda
se vende t.ibaco defronltdo beco du Seii m-
do.
*>2^ B: xas de Lisboa por preco com-
m alo :rna praca di B.'H-v.,ta renda junto
da B 'tf;M do Braulio.
%3T* Uma birretina nova e piompti pa-
ra guarda Nacional feita deencornenda em
Lisboi, e como j aquino exi>teo dono
deLogarit^roos, Dice, piancez e P0it. de
^omlanciq,. Aventures de Telemaq',,e
Lhomond, Giammatica Franceza, QnI
liliano de Barbota em Latim, Henriade
de Volt:ii.v. Dice. Ingln eFrancez 1 tora.
Dice. Magnum Lexicn," Dice Foncec
Hretii Ppei'a 1 toro. Cuid de la Con veis,.
lion FrancatV, Oraces de Cirero, Ge-
"iiens- (Lgica) Ai te de medir ecompnr
Versos Latinos, Vademeco de Poetas todo
por iveco commodo : era Ofinda em caza
do Distribuidor do Diario.
*y B.xas muitoboas xegadas proxi.
T-ament de Lisboa; rm b co de S. Pedro
i nia da esquina que vita para o Liv.a-
m nt en iv. ndi S. I'edro, pr-ro milito commodo.
TSP" Ufn escravo fVeano, com menos
fe :t0 annos bom ranneiro, e^tambem ta.
talha deserra, e machado, de ptima cons-
titoicio e robustez, e boa figura, conloc-
ta mansa, sem exemplo de tuga desda
que he cativo : a sua pinga de Dos Ihe ve-
nha o remedio, porera sempre senhor de
si, sem desordem, nem transtorno, e se
em alguma festa doRozario he mais pe-
sada .' muda de Divindade, e passa-se de
Baco para Morfeo : na ra do Livram?n-
to lojadecouros juto a venda do Car.
dial.
3- Folinhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente anno de 1836, por preco
commodo, na Praca da Indeppn-
tWncia, loja de Livros N. 37 e
.38, e na ra da Madre de Dos
venca que foi do Rezende.
ALUGUIS.
Aluga-ae na Trempe um sobrado de
um andar n. 433, e proprio para uma fa-
milia pequea: noraesmosob a lose acha-
ra a pessoa, cora quem *e tracta.
*5P" Aluga-se uma canoa de carreira,
que eeodfai 6 a 9 pessoas, c pintada de no-
vo: quem a perteo !t dirija-se Baa-vista
na ra de S. loncalo casa d. io.
fc^ Aluga- tas de ca regar 800 a 900 tijollos, e por a-
luguel com canoeiro, ou sera elle, assim
como tijollos de alvenaria de muito bao
qualidade, caf em arroubis, era libras:
na Olaria de Joaquim do Bego.
Taboas das mares cheias no Porto de
Pernambuco.
para quem foi encomendada raaio porque e
vende, assim como um par de chapas donra-
das pa outra ^ na fu do Cresuo loja
D. 6. '
*y Um cav.11* rusilhnem rauito boas
carnes, b rocunegador de baixo e meio,
por preco commodo : no principio do at-
ierro dq Af igadoa a'rmalem de couros.
W^-U-.ua loja de miu lesas, ouf.z-se tro-
c p'lgqmpredra de Casas, pendo a dinhei-
iolr.'-5c um rebate que hade agtaiar ao
ompradr: u. ruada Cideia defeonta de
J Ca'doto Airea, mi na ra da Alf.nde-
gi vemB n. (, a.indar.
TJ- L:!ie>cravodeao a 21 annos, pi-
ra o.ser vico do campo: na ua doLjvra-
monto ven la D. 5.
3T" Plvora em barrji por preco com-
modi: i.aruada Cruz a fallar com J..
Vfatheus.
*P* Tiboalo depin'io de todas as gro-
e curaprimeatos, puf preco cora
no arrnasem dos sal do faleseado Bea-
to Jo'.e da Coala, junto a ssrraria.
"~f Uosaiiet historia Universal, Tilo
6 totn.. Algebra de Beaout, 2 tom.,
nio Cuici-, li. em F. e Pjit, Taboa
24 Segunda
a5-T:~,
.a6-Q:-r-9
* 27-Q:i
Q29-S:r
S -
T3
C
E
Oh. 54 m \,
i4a .
2-30
3 18
4-54
5-18 .
6 6 .
Manli
NOTICIAS MARITIMA8. <
Navios entrados no dia 11,
PHfLADELPHH 35 dias B \mr.
Crlube, Gap. lo'.n Watson : Varios gne-
ros : Ferreir & Vlansfield. Ton. afio.
BOSION; 4i dia,; B. A'tir. Ganra. t-
uni, i^ap. James Rome: faiiuba de trio:
II. Forier.
Saludo no mesmo dia.
LISBOA, ron 8. MIGUEL; B. Port.
Orculo, M. Franriieo Jos dos Reis: ge-
Ri ros do p-iii. I'as. 8.
Equivocaco sobre a ELeic& do Bairto
du Recife.
JuilO Sr. Francisco Cavalcante de Mel-
lo. ..............I 22G votos
SuplenteO Sr. A. A. J. Pires 175 I
# mu. A TlP. DJ DIARIO. 1CJ36.
Mi
MELHOR EXErV


Full Text
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