Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05508


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Full Text
ANNO DK 1836. QARTA FF.1RA
1 DE MAIQ N, 101
DIARIO DE PEBNAMBUC
Pita"
DMS D\ SEMANA.

<, Sfcnnd* (Nestw 3 dias nao se come carne) 8 Gre-
Torio Nan/. A. Ha Tl.ezouraria PuWlca. e ( hanc. de i. .
10 Tere S. .nto.io Are. Re- de u.. aud. do J.
de O.d t.
11 Quarta (jejn). Anastacto M. es. da Thea. Pub.
12 Quinta *fa assencao do enhor.
13 Sexta N. Sra. do Mart ses. da Thea. P. aad- do J.
H s'io V' O Frane. Re. v- '
del. em Oilnda. .
15Domino S. IiMorio LaTrador. L. n. *.,.&..
58m.dam- ^___


CAMBIO.
Jtfoio 10.
LiOndre*, 39 a 39 l|3 Ds. St. poi 1 ec* ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o prem-o. por metal, Nom.
Franca 245 -940 R". por franco
Rio de Jan. ao par.
Moedaide6400 IS.J0O
4000 6,.8n0a700O
Pe'zo. '"
Premio da prata 50 p. c
dlettras, porme 1 iSporo
Cobre 6 por cento de descont
PAKTIlA DOS CORKKIOS.
Olinda-Todoto diaiaomeio dia.
Ooiana. Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, lia-
manrnape. P'lar, Real de S. Joio, Brejo d'Area.
Kainha, Pomlial, Noa de Souaa. Cidade do Natal,
ViMa de Goianninha. e Noa da Prineeia, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquir, Monte mof ojo,
Araraty, Cascavel. Canind, Granja, ImpenUrii.
S. Bernardo, S. Joo do Principe, Sobrar. No^ad
lite*, Ico, S. Mathed, Reachodo aanpte, 8.
Antonio do Jardim, Quexeraaaobi. e Parnahiha
- Secundas e Sextas leira* ao meio dia por ra d
Paraiba. Santo Antio-Todaa a. qutntta feiraa ae
meio dia. Garanhuns, e Bonito-no. da. 10 e 4
de -ada me. ao meio da. Flore-no '*
cada me. ao meio dia- Cabo, Sennhaem. Rio For-
mo^. Agoa Preu e Porto Cal-nos dia* 1, 11
e 91 de cada me.. Serinbaem, Rio vonnoao, e A.
roa Preta-Segunda.. Quartaa. e Serta
1-.,
ERRO ESSENC1AL.
No Diario N. 101, de Segunda
leira, no Artigo -Assemblea Pro-
vincial-No pargrafo em que
diz- 0 Snr. Padre Gama fez o
seguinte requerimento &c, &c.
lase--O Snr. Padre Fonceca
&e.
PARTE OFFICIAL.
PERNABMUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
AcU M. d. Sess*6 ordioaria da Assemblea
Provincial de Pernambuco sos 5 de
Mato de i836.
presidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Monteiro.
Feita a chanada as horas do costme,
chsrio-se presentes 27 Sen*. Depularlos,
faltando com rawa partecip.-da o Snr.
Padre Josquitu Rafael, e Jote de Albu-
querque, e sem p*rtecipaca osSnrs. Leo-
nardo Ramos, JoaquimFranci.ro, Mei-
rs, Dr. Gomes, Mauoel Cavalcanti, Dr.
Bnto. ,
O Snr. Presidente declarou be.ta a
Seshio. .
Foi liria espprovada s acta da Uesao
antecedente.
O Snr. i. Secretario dando cotila do ex-
pedieute, mero ionou hum officio do Go-
bern da Provincia incloindo o parecer
da Commissio mista das Ornaras do Rio
Formozo, e Serinbaem, que se rtmeteo a
Outro com copia da paite do ofhcio,
k qnn a Cmara do Rio Formoio di'igira so
Governo sobre ohjertos, cujas providen-
cias depndem desta As-ecublea; remel-
teo-se a Commissio de Proposlas das Ca-
ntaras.
Hum requerimento de Silvano 1 hom^z
de Souta. que se remetteo Coro, de Ins-
truccio Publica ; e o de Marcelino_Jv*e Lo-
pes, que Ibi Commissio de PetivSea.
Fizerio-se a>senunJa leituiasdos Pro-
iactos qoe cri-6 hum Senado Piovincil:
b..n Tobliiio de Notas e apontamentos
p.otebtos de letras Commei i ue*; e o ds
cnacio de huma Companhia pra o rorne-
cimeuto d'-gua potavel para esta Cidade ;
e todo forso julgados objectos de delibe-
tacad. .
Principiou-se a ordem do dts com s lei-
tura do parecer da Commissio dePropos-
tas das Cmaras sobre a represntaca da
do Pao u'alho queixando-se do Collector
d'^quelia Villa cobrtr cb*. de vend 0>
que este negocio era ?cuivo, sedevra reroetter aquella qe
.oEm. P.esid.nte da Provine, pa-
ra dar es providencias necessanas; e as-
sim foi i esolvido. ,
A Commissio de Orcamento reconhe-
cendo >e.ero diminutos os ijhw- l
Emoteesdos da Saude do Porto, era de
p.X%uen.5Per,enc-aaesuA^
K resolver sobre a pertenco dos Em-
pregado, aquella Rep.rt.caO por ser a
Lell. despezadeConta Geral do Impe-
quena r /i(.rr9'e ao requeii
ro. equea*sim fe deierts e u i
mento dos Suplicantes; e posto o pare-
cer em discuto, U approe.de.
Cootinuou.se a d.scus^o da****
da Cam.ra del'amaraca, e os Uta. 7. e o.
ii" fo,.5regeitados, e pelas emendas da Gommi^o. .
P O art. i. dotit. 2. estando ero discussaS
.equereo o Snr. Morses Ancor, qneh-
ele sdfcu.Sio desta art. adiad, ate que
8ediscutissealeidoOrQ.roenoP,o n-
Hal, e concluida a disenssio, foi appro
vado o requerimento.
O art. i. foi approvado. O 3. art. lol
regei'ado, e.pp.ov.da a segumte emenda
'uLilu-ivadoSnr. Moraw Ancora- ron-
guem lev-niara caz. na Villa e n.s povo-
cfiei arruadas sen. licenca da Cmara, e
"r cocead, pelo Cordeado- on quem
,oai ve8es fiet, sob pena de 4^... d.
mult. e de ademolir ou >la demol-.
Tu. c^a se esliver forado alinh-roento
decJa:;t,4.,5.,6.,7.,e8. fora ap-
PfO M4 ."bsthuido pela eu.eoda da
COa'arK i0, xt, 12, fora approvado,
6alva a.ed.cca.
Oa.t. i3 foi suprimido.
O 14 foi .pprovado, s.Wa roelhor re-
"3"A. 15 foi approvado cora a sopres-
so proposta pela Con.m.s so.
O 16 foi appi ovado.
O 17 app'oVado salva a redaicao
Osrl. 18 foi suprimido, e o 19, aO,
eai fo.a6 .pp^vad-s, salva red.e-
9aP.oieco n. 71, qoeaugmenta o Or-
denado do Lente deBolao.ca foi regeit.-
Foi addiado oproj-don. l3em i.dis-
cus-io p .r empt na d-scus w.
O Proieclb n. 67 ^ -pprovado ero 3.
discuto com osegointe ari. ad.l.vo do
Snr. Mr.s Ancora-A Imsodad. de S
Jote d'Agona preatarigr.tu.Umeule.de
S Joio Baptista as wputtur-i iieeeaa.ns
p.ra o entrmenlo d seu.irmaos salva
'rEntCrn*u'em3. disrunslo o projecto n.
enio passando o aiiaroento; o Segando
Secretario offereceo o seguintejrtigoe*-
STO ordenado dos Jnize, do Oeel d s
Cid.de se.aigu.lao dos Junas do Uvel
do Interior da Provincia.
Concluida adiscussaS, fo. o projecto, e
art. aditivo approvado.
O Projecto n. 10 entrou em 3 discussaS,
etoi approvado. ...
0 S.n. Presidente ten-lo d.do para or-
dem do dia Pareceres de Comm.s6es, 1.
discuti dos projecto* ns. i3, i4, e 70,
erdo.projecHto.ns.liel5 lev.nloua
sessio as duas horas da Urte.
Thomas Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
Uurcntno Antonio Moreiro de Crtamo.
i. Secretario.
Luir. Rodrigues Sene.
2. SecreUiio.
bendo a prata eom 50 por cento dereba-
te, e pagando o Governo pelo seu valor
intrnseco: he a Commissio de parecer era
quanloaol. art, qoe sendo a. datas de
trras Propriedade dos Indios, e esU m-
iolavel e garantida em toda su. plenitu-
de pelo lit. 8 da Constituirlo do I ..peno,
nenhum Dieto.em a Cmara por tal ex-
igencia : quanto ao a.t. julg^ iguaU
mente a CommissaS nf o poder a Atseea-
hle. tomar medida algum* Legsl bre obiectos, que f.tem parte desoas ren-
das, em quanto se n5 desembarace, a
d fi.-uld.de que encontr. era remediar o
dficit, que se presentan, receit. c d*"
peta P rovincial para o seguite anuo h
n.nceiro.
Pacj da Aasemblea 4 de M.io de 183*.
Joze Telles de Menes.
N. J. V. Salgado.
IHII I I
EXPEDIENTE d'ASSEMBLEA.
Illm. Snr. A Asseroblea Legislativa Pro.
vinLl, tendo approvado c,parr da
Commissio dos Negnos das &.-,
do sobre a Repres-ntacao da Cj
nicipal de Co>bre, emqual pede para seu
Pa'i.nonio .du..dat.s de Ierras deno-
min "sCaipy, e S.nta Clh-nn., per-
Sncente. aos Indios do seu Mt.nic.p.o, a
Xenpr^qe..ffr.m^58rKu-
lores de Algodio no pagamento do Uui-
Z^> "<" M""1" de C""a'h0 "
Secrt-rio.
PARECHR
Ciinrou cu. "--------
7, e o Sur. Moraea Ancor, requereo, que
Le adiado su. discus^.6 ale a deeuo
do Projecto sobre a Corotaarca de Ohada,
Commiso de Poluto e negocios las
Cmara., ene.rreg.d- de dar o ,eo pera-
rfX- Represen.acao q-d-g--
Zl A seo.bleaa Cam.ia.de Cimbres, pe-
dmdo p^r. seu Patrimonio du-s d.tas de
S denominadas caipy, e S. (Mlianna,
cenles aos Indios de etl &>
S pretexto de as conse.-..re inculUs
tBea.re.n de 600 que e.io redutidoa a
oc0. representando mais sobre o pre-
fuU que o.en os Agricultores no pags-
'"ntoVdairoo. do AlgodaS ,em h.ver
teiLfi o beneficio, e .fretes o. con-
d cco do e>roo, e a dilereng. do v.lor
Jmoedi coro que p.g.5 d diz.mo, rece:
GOVERNO DA PROVmCI*.
Expediente do dia 9.
Illm. e farn. Sr. Aoctorisado pe-
lo Coverno de S. M. o Imperador, como
V Ex. ver pelo Avino incluso por co-,
pi'a para dife. ir os Reque. itientos ta5
bem inclosos de Antonio Alvares de Sou-
za Antonio Luiz Bezerra Burburema,
Bento Lopes Guimareens Jnior, e Joa- ,
quiraJoze dos Santos Araujo, que me- I
tendero ascender ao estado Sacerdotal de-
nois de me certificar de seos bona eoatu-
rnes c.p.cidade sientifica, e idonedade
para qnalquer caigo da Igreja; tenho
juleado de raaafi e jastica conceder aos
Suplicantes a licenca, que peden visto
qe V. Ex. e o aeo Rm. Delegado nitor-,
raar.5 bem dos memos : o. que tenho a
a honra de participar a V. Ex. para su
iiiielligencia. r*
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do Go-
verno de Pe.nambuco 9 de Maio de 1836.
Exm. eRm. Sr. D. Joa da Pun-
fic-e.6 M-.ques Perdigad, flwpo *!*
Dioc V-. Francisco de Paula Gaval-t
canti de Albuqnerqne.
*
Illa., e Exm. Sr. Srvate V. Eavj
o ,.fll, o incluso do Secretario, da Assem-
b'a Legislativa d'asla Provincia, e dar
., providencias que a roe-roa AssemhleL
exige a cerca do Reverendo Parocho di I
preguezia do liuique, coromumcarido-aai I
este Governo, revertendo o referido offijP
Cl Dos Guarde a V. Er. Palacio do Go.
ernn de Pern.ml.uco 9 de Maio de 183(11
1 Exm. e Rm. Sr. D. Joafi da? Purificaj
ca6 Maraes Perdig.6, Binpo ileafa Du
ceze. Francisco de PauU CavikaB^
de Albuqnerqe.
MUTILADO


DIARIO DEPRMAMBUCO.
'I

Illra. Sr. Attendendo a representa
c5 do Coramandanle da Fortaleza do
Bi um sobre os inconvenientes, que encen-
tra va em ficar s rhtves d. Armazem, em
que est guardado u armamento em poder
do Almoxarifedo \iseal de Guerra, ex-
pedas convenientes oidens para qoe o
Almoxarife v assiatif a contar-te o dillo
armamento roblando recibo d'aquelle Co-
mandante que se respon-abelise pela t>ua
guarda, e entrega segundo propoz no of-
fcio, que Ihe deiigio, e que V. S. roe
apre*entou com o sen de 6 docorrente.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Gover-
no de Pernambuco 9 de Maio de i836.
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albu-
Snerque. Sr. Joze da Costa Rebello
1 go Mooteiro, Com mandante das Armas.
O Cqmmandante da Fortaleza do Brum
no oflicio incluso representa os inconve-
niente*, queenronira em ficar no poder
do Almoxrrite d'esse Ars-nal a chave do
Arma- m giande onde existe o armamento
por ser es-e mesmo Armasen deposito de
muiti'8 utencilios, e d ff.rentes objectos
periencentesao ser vico da mesma Forta
lesa ; epropoem para obviar esse incori-
venji nte seren as Armas que tem de fiea-
rem a cargo do AlmosauTe, contados em
aua nfesenca, assar elle Gommandan-
teTerroo as mesetas, re -pon-a bel i.-ando-
&e pela sua Guarda, e entrega. E como
esta proposicad me preca-ju-ta, atten-
direy, rdenno, que Vm. a onimuni-
que o Almoxarife afim de ir assisiir a con
tar as refieridas armas, cobrar o recibo.
Dos Guarde a Vm. Palacio doGover-
no de Pernambuco 9 de Maio de i836
Francisco de Paula Cavalcanti de A b-
querque Snr. Director do Arsenal de
Guerra Joa Nepomoceno da Costa Mon-
ten-0.
4* Officio ; Ao Command.nte das Ar-
ma dizendo-llie que o da 11 do corren-
te e* ta marcado para a reunad da Junta
de Justica.
Igual participica se fes ao Dezem-
bargadorJuiz Relator da Junta de Justga
Gregorio da Costa Lima Belmente, e aos
V'ogae.s os Oezembargsdores Hemique
Verloio daSilveira, e Tiburcio Valeriano
da Silfa Tavares.
A o Com mandan le das Armas, para
emetter a Secielai w do Governo as 62
Guias dos Soldados que foam mandudos
para o Rio Grande do Su I. ^
Ao Inspector da Tliezouraria, or-
denando- Ihe de novo : que determine aos
Empregados das Repartgoens exliuctas,
que vencem ordenados, que passem a ter
exercicio no Arsenal de Marinha d'e.-ta
Provincia al que >e ponha em da ares
ectiva evcripturacad, que >e ach tra-
suda, devendo o mesmo Inspector certifi-
car ao Governo do cumprirnento d'e.-ta
ordem, informando si alguna desses Em-
pregados lecusam obedecer.
Ao m^smo, p-nvi a vi-ta do officio
do Secretario d Ass'inbla Provinci.il, in-
formar si o pi- Cfdi 11 to do Collector da
Villa de Pau d'Alho em robrar sizas dos
predios de taipa, he contra a de-po.-iga
da Le respectiva.
Ao Ir.spict' r do Arsenal de \fai-
nba, para fze. desembarcar o Piloto e
Escrivad do P va fieadoaqui deente, visto que o me.-mo
P.quete ora c! vido d'esia Piaca, como informa o dito
Inspector.
Ao Commandante do Paquete Bra-
silia, dizenth -Ihe qua n 5 pode ser alte-
ada a lotacad do mesmo Paquete, por
quanto pata isto nem urna ordem foi di-
rigida ao Coverno pela Secretaria de Es-
tado dos Negocios da Marinha.
A'(.-'amara do Lim<>eiro, dzendo-
Iheque nd sati-fez o orcamento da obra
Ja Cadeia len.ettd pela menina Cmara ;
or que be precizo que venham 01 cada
pai admeme a ma d'obra, e aos male-
. iaes de Carpina, e Pedreiro com deca-
185-5 de quantidades.
Continuar se-d.
mesmo Exm. Sr. afim d'aprsentar qua-
tro Resolugdes para serem sancionadas ;
manda responder a V. S., que no dia se-
gunda f ira 9 do corrente pelas in oras
do dia pode comparecer a referida Depu-
taca5 na Slla do Palacio do Governo.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Pernambuco 7 de Maio de
i836. Se. Laurentinn Antonio Mo
reir deCarvalbo, Secretario da Assemble-
a Provincial. Vicente Thoms Pires
de Figueredo Camargo, Sccretaio da
Provincia.
S. Ex. o Sr. Prezidente manda re-
metiera V. S. o Mappa incliizo, que con-
tero as informagdes, que em virlu te do
a.doart. 11 do Acto Adccional deve el-
le dar a essa Assemblea para afizaca da
Forca Policial.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
provincia de Pernambuco 7 de |Mao de
i836. Sr. Laurentino Antonio Mo-
reir de Carvalho, Secretario da Assem-
blea Provincial. Vicente Thotnaz pi-
res de Figueredo Camargo, Secretario da
Provincia.
S. Ex. o Sr. Prezidente tendo sancio-
nado as tres Rczolutdes d'^sembl* le-
gislativa Provincial, que bontem llie fo-
radappresentadas, manda remetter a V.
S. para o Archivo desea' S' cretaria h'im
dos outogr|fos d" cada huma das ditas Re-
zolucdes, que desla vez verad pr dupl-
cate, e parece que para ter o destino que
oia.se Ibes d.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Berpmbuco 7 $e Maio de
i836. Sr. Laurentino Antonio M-
reira de Carvalbo, Secretario da Assem-
blea Provincial. Vicente Thomaz Pi-
res de Figueredo Camargo, Secietarioda
Provincia.
cial, de onde opodei haver. E por ser
dada a hora alevantou-sea es*ao. Joze Ta-
vres Gomes da Fonceca Secretario, a es-
crevi. Gosmio, P. P. ; Pessoa, Mame-
de, Miranda, Silva, e lira neo.
Eleicoes Parcchiaes,
Para Juizes de Paz na Cidade do Recife.
Bairro de S. Fr. Pedro Goncalves, os Snrs.
Francisco de Mello Cavalcanti 280 votos.
Supplente
Antonio Annes Jacome Pires
Bairrode S. Antonio, os Snrs.
Coronel Joaquim Bernarda de
Figueredo 443
Supplente
Francisco Carneiro Mazado Rios.
Bairro da Boa-vista, os Snrs.
Antonio Carneiro Maxado Rios 255
Supplente
Joze Ferreira Catio 251
DIVERSAS REPARTICOKNS.
CAMARi MUNICIPAL DO RECIFE.
Sessa odinaria de dia 28 de Abril%
de 1836.
*'.
Presidencia do Snr. Gi-smio.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A nauta be a mesma do NS 99.
INTERIOR.
Comparecera os Srs. Pessoa, Mame-
de, Miranda, Branro, e Silva ; fallando
com rauza os Snr. Mena.
Abei ta a sessa e lida a acta da antece-
dente foi approvada por estar conforme.
O Secrelario dando conta do excediente
ineni lotiou os seguintis ifficios.
UmdoExc^l. Prezidente para que se
Ihe matid >sse huma tabella dos ordenados
'a repai tigio da Saude, com declarado da
E ligio por onde sao pagos: que sesatis-
lize-se a S. Ex.
Outro do mesmo Eicel. Snr. para que
se cenferisse posse do lugar de Promotor
Interino da Comarca ao Bacharal J< ao Ma-
ra |de M"oiaes : que te convidasse o no-
meado para se Ihe dar a posse.
Outro do mesmo para que a Gamara
pedisseo resaltado dostrabalhos dosGon-
cellios de qualifirac5es aos extinctos Juizes
de Paz: que se expendes-em as o-.dens
necessarias pira o dito fim.
Outro do ex Juis de Paz do Pillar re-
metiendo oque se Ihe havia pedido acer-
ca da in.alileacio : inteirada.
Outro doV das eleicoens dos Juizes de Paz para o dia
8de Maio: que se lherespondesse, fazen
do ver que a ele he que competa por o
Art. 5. da Lei do i. de Outubro e Arl-
11 das Iusti uc >ens do 1." de Dezembo de
i828 fazee as listas.
Qulro do Snr. Christovio deOlanda Ca-
valcanti acerca das eleicoens de Juiz de
Paz e seo Supplente para a Freguezia da
Vanea : que se Ihe fizesse a declaraco que
elle pedin.
Outro do Carcereiro da Cadeia pedin-
do a cando elle respongaveJ pelo que eslava
dentro da mesma : que se Ihe mandas-e
mais nao para que elle fizesse prizio da
Illm. Sr. Sua Ex. o Sr. Preziden- dita Salla.
>ei quem fiz presente o seo ofiirio debo- L Outro do Engenheiro Antonio Lei >,
je, no qual commonica, que a Assemblea f.pedindo o orcamento da Ponte da Magda-
Provineial tero deenriar na Depuiaca ao {lena : que para na Tbezourarii Previa-
Huma das grandes vantagens que se
va5 colhendo do estabelecimento das As-
semblas P ovinciaes. he secn duvida o
conbecimento de muilas proporces, que
para seus maiores commodos iuvesliga os
seus I). potados, ou aqOelles, que, para
icalis-g-5 de uleis empiesas, publica o
que ob-erva e experimentad nos lugares
em que as querem fundar. Ha bem pou-
co lempo as iwssas Provincias estava co-
mo o borlo das I le-pei des guardada- pelo
ciume dos que mm s? aproveitava das
pieeiosid*des ne'las depozitadas pe|a ma
da naturpz 1, nem s< ti ia que as reconhe-
ce-s m e Ibes apontassem homens mais sa-
bios e industriosos, mas de outros pnzes.
Hoje felizmente, que a riza e va i depu-
rando de antigos prejuizos, ja se exami-
nad as nossas trras, malta, e rios, esses
mananriaes de grandts riquezas, para que
0 s o -\ai lo ci>nhecmento sirva de base
d-.versos projectos de associacSes, que
fe pres-ntaS s A Oscbedaes, e a sciencia eslrangeira vem
confundir-se no nosso paiz c;ra as nossas
luzese fundos, postoque ainda ffaeoft, e
desenvolvendo se desparte o nosso espi-
1 ito publco, abrimos nohre carreira, tan*
toa nos>a 1 ivilisac 6, como a nossa verda-
dera g andeza.
Esta5 ja persuadidos os Bra-il iros, que
infinitas produeges do sen interior s po-
dem dar lucro nos mercados do littoral,
quando os seus transportes se facilitaren)
por meio de boas estradas, e roelhor por
meio de canaes, aproveitando-se muitos
rios que deseem s no-s? praias, cortando
c.tnt. na-de legoas de feteis terrenos; e
a-Folhas de Minas e de S. Paulo tem pu-
blicado umitas relaces de exames feilos
por emprehendedores de commodas estra-
d'<, e de nevegacaS a vapor, que, se re-
ceberem o necessario impulso das Assem-
blea* Provinciaes, como ludo taz cier, da-
ra5 era resultado hum rpido e grande in-
cremento nossa Agricultura, Irniu-tii,
litica, a que exclusivnuente se dad aquel-
las de quem a Patria espera bons servicos
por suas luzes, he eterna causadora dessa
desunia, que tantos males vai produzin-
do no Brasil. Divergidos por opinides
polticas, os Brasileros se desunem logo
possoalmenle ; daqni as raivas e as contia-
diices, que eraharacd empresas uteis e
necessarias em algumas Assemblas Pio-
lo, tem rivalisado em attencad estas 0-
bras de decidida utilidade s suas Provin-
cias ; e parecem fazei hum uotavel cou.
traste com algumas Assemble'as ao Norte
do Brasil, em que o bem Provincial pare-
ce nad ter sido procurado com bastante ze-
lo. Talvez que o Presidente da Cmara
dos Depotados da Baha nad possa fazer
dos seus trabalhos hum resumo tad agr-
davel, como esse de S. Paulo, que ha
poucos dias publicamos ne.-te Correio. So*
mos levados este pegamento pela leitu-
ra do golpe de vista sobre a Babia, publi-
cado jxi huma de suas Folhas, e tamben)
por muitas noticias particulares de homens
de senso e amor da Patria, que lastimad
perdido o lempo das Sessds Par lamen ti.
es, em que nad entra de forma alguma
o bem provincial, objecto primario des-
sas Aseen blas.
Boai be que se apresentem exemploi
em vanas Provincias, que marquem a
marcha que devem s'guir outras, cujas
Assemblasse desusad do verdadeiro tim
de sua creacad ; e que os povos se deixem
penetrar bem da ideia, de que nad hec^rn
politices calorosas, e opinides di.-sidenk-s,
que terad os ses almejados melhorameu-
ts. NaqueMas Provincias em que os seus
D. putados roajs euri'dos em zelo pelo bem
da Patria, melhor prbm'dv'e'ietn a Agricul-
ttir'av drCrtmrnercio, e a Indust 1 ia, a.pros;
peridade avu'tar rom raDd.0 ^rgresso,
fizendo huma quasi expiobracad al*"que
se deixarera ficar estacionarias. Equan-
to nad seria para tou'vr s s lodas en-
trando no verdadeiro espirito das refor-
mas, que essas Assemblas Ihes outorg-
rad, re de.-velassem em por corrente a ad-
ministracad interna, deserto*ragando-a de
tintos obstculos, que a peadem sua mar-
cha ; e abrindo, ou de.-entupindo osea-.
naes da riqueza publica com providencias
Legislativas, filhas de madma reflexad, e
de constante zelo pelo bem da Patria He
inegavelquea desunan causa o retarda-
ment nossa prosperdade, eque a po-
lerancia rom que sad tratados sensautho-
res, e nad pelo preco que devem merecer
taes propostas, como parece acontecer na
Bihia. Daqui finalmente esse fermento
de guerra civil', qu m alguna lugares tem
f i'o ferrvel explpsadcom quebra da nos-
sa civilisago, ecozn tamentaveL rfetarda-
mento do nosso melhoramento. Quando
develas nosoc'cuparmos todos do* bein'e
honra da Patria, a Agricultura, Industria,
e Commercio, favoiecdas pelos Brasileros
quepiesarem o ttu'o de verdadeiros pa-
triotas, nos descobrirad vantagens que a
poltica, e huma intolerante ambigad ago-
ra embargad ; e ni reconheceremos que
so reunidos, e em paz, poderemos ser gra-
des e felices. Temos iiberdade, e delta
n.' usamos em nosso bem, e sim em nos-
so descrdito, como provad em grande
pirte os nossos Peridicos; emendemos
esse ciro, que acensa a nossa impe frita
civili-ocad, ea nos.a prosperdade nos en-
ch
era
loria.
(Do Correio Oflicial.)
Hum dos Peridicos da opposicad tem
enchido extensas paginas, e revolvido nu-
merosas livrarias para mostrara nullidade
da eleQo do actual Regente. Queremos
ser genreos, concede tudo quinto elle
avanga 5 mas no fin dsso ob-evamos que
nada tem app'cago p4ra o cazo. Tra-
a.se de jure constiluto, e nao de jure
constituendw.
Sabemos que algumas pe?soas censumd
o ter-se ponderado a falta de meos dis-
pozicio do Coverno Geral para rehaleros
laccioos de Porto Alegre, vendo-se agora
que para ali se enva huma forca, que
pode operar com vantag>m da Causa da
Legalidade. N'- nao s hemos se be exac-
ta a ponderacad q<'e se inculca, e se ella
tem ocunho de huma deca tacad Oflicial:
entretanto se essa forca existia no paz,
como aquellas pessois dizem, e he innega-
vel, por que motivo nad dispez della a
vincaes ; ellas se malograd s pela nlo- transacta Administracio em beneficio da
e Commercio. A empresa do Rio Doce Provincia do Para? Seria essa Admini--
e seusronfluentes, a do Rio das Velbas, tracio connivente com osMalcheies, e os
eoutias, tem dado lugar a inters-cantes Vinagres, da mesma sorle que boje se
exploratdes, quede certo nad sera per-
didas. As Aemb!as de Minase S, Pau-
10 pe
. Pa
inculpa a actual Adrainislracad deconni*
vente com Beato Goncalves?


... _,.- _-
DIARIO DE PER NAMBCO,
8
N5 he licito duvidar de qoe o actual
Ministerio deve car regar cono todas as cul-
pas. He desta sorteque o vemos censu-
rado por causa do mao estado da estrada
de Macac, que, segundo o que della se
diz, naSesl peior do que quando por ali
transitamos era 1818, je i8a4-, bem como
por na6 ter feito esgotar os terrenos bai-
xos roda da bahid desta Cidade, terre-
nos, ruja innundacaS remonta era do
diluio universal genio sobe ainda da
creaco do Mundo. Na6 se lembro os
censores de que isto pe tence Provincia,
e que o Presidente della tem nomeado
Coiumisses de Engenheiros, que se achio
encarregados de trjb.>lhar para o melbo-
ramento (lestes, e de outros objectos de pu-
blica utilidade.
Hj quem note cnntradcca em serem
de-pedidos Empregados de Reparticesex-
tinctas, que e^tava adddos Secretabas
de Estado, eemadmittir se agora huma
peasoa para ajudar o expediente da dos
Negocios do Imperio. O laclo he de sira
pies explcaco, e decorosa j.araoGover-
tio. Elle despedio aquelles Kmpregados
porque venciio nao pequeas gi tifica-
ce-; eadmittiooque ora serve, porque
estava desfrutando huma Pen io, sena
nreetai''servido algum ao Estado.
(Correio oficial.)
Do Fluminense transcrevemos a segoin-
te correspondencia.
Sor. Redactor.
Fas tedio, faz dores de cabeca, a bara-
fuide, aqooxinifada do Raio de Jpiter,
00111 a sua lenga lenga da eleicio do Re-
cente popula/, ou nao popular. O ho-
rnero, e esta he sua balda, quer-se mos-
trar forte em citaces, poi n suce le-lhe
.exactamente o qoe diz o anligo rifio
quem com muitas pedras bole algama lhe
cae.ua cbeca queeu ci'o porque o nos-
ao Sancho Panes lie amigo dos adagio?.
Entre outros muitoscita tile hum exemplo
contra producentem, e outro de Falso.
Bo^ Estados Unidos he a eleicio do Presi-
dente feita ppr, E'eitores especiaes (mas
nunca peU* massai), e se nenhnm dos
Candidatos reunir maioria absoluta, quer
dizer, seso unirem maioria relativa, o
Congressoescollier entre osdois mais vo-
tado hum, o qual dever reunir a maioria
absoluta dos votos do Estados representa-
dos pelos ruembros respe tivos do Congres-
so, e figurando por hum voto : e conclue
.que uosE lados Uuidos o Pie dente he
eleito di Naci, e no B nao. No Cougresso a eleicio he feita por
maioria absoluta dos Estados, que aleen de
poder nao ser a maioria ahaoluta dos Re-
presentantes da N<-co, tem ella de recair
por tarca sobre individuos, que nao Uve-
rio senio maioria relativa em eleicio iudi-
recta, seja ella ero hora especial. Logos
Cliimangos apontio este exemplo de elei-
cio de titos funcionarios em Governos Re-
presentativos, que nem he directa, nem
por maioria absoluta.
No Mxico a eleicio do Presidente, Vi-
e-Preidenta da Repubtica, segundo o
Acto Federal, he feita pelos Congressos dos
Estados, eoRaioaqui citou de falso, di-
y-eodo que ali a eleicio do P- bidente he
quasi como nos Estados Unido*: pensou
queosCh'niangos por nao terem hido a
Cdiz a muitoaaimos, nao podem saber o
me vai pelo Mxico, Gunita &c. &.
Seria hum parto-de loucura que algum
Legislador dos Estados moderno, que nao
Mp como Alhenas, nem Roma tulempo
los Comicios, exigisse precitamente mai-
oria absoluta cm huma eleicio feita sobre
milhares de leguas quadradas, porque se-
ria o mesmo que dizer, nio baja eleicio:
quando essas Consiituic5os"requeremmai-
oria absoluta, e no* Colhgios .Eleitoraea
note-se, dio logo o remedio pira a salva-
ci do Estado, devulvendo a eleicio as As-
semblasGeraes para escolherem entre os
mais votados, caso nio baja senio maioria
relativa, para nio trazeroPovo em con-
tinuas romanas. OsChimangos pois vi-
vo e mortos,' nascidos e por nascer, cilio
Bilis este exemplo doMextco, edeatiioo
Raio de Jpiter, para que mostr nos Es-
tados modernos, nicos que servempara
ocaso, huma eleicio do Supremo Magis-
trado Constituciooalmente feits, queoseja
por eleicio directa, eero que a manira ab-
soluta .seja condicio sine qua non. Eu acha-
lia melhor que o nosso Acto Adcional ex-
gese a maioria absoluta dosEleitores : mas
nio conheco. que boa r-soes teve o Poder
Conslituinte para o contrario : tlvez quiz
ser mais franco, e nio engaar o PVo com
o requesito fantstico de maioria absoluta
emhum teretorio como o BraZil; poique,
sej.rnos sinceros, o Artigo inmediato a
aquelle que requeresse maioria obsoluta, ha-
via de mandar, que nio reunindo nenhura
dos Candidatos maioria absoluta, a Assem-
bla escolhe.-ia entre oseos mais votados
etc. etc. Eolio talvez)ulou melhor evitar
huma segunda formaldade, cujo menor
dtfeito era f ua inutilidade, porque po^ia
mui hem ter o resultado de sabir cora maio-
ria absoluta na Assembla Geral, aquelle
dos doas que nos Collegios tivesse obtido,
menor numero de votos, e entio o Raio de
Jpiter no Brasil, eritari*..tripas,, como
fet eos Estados Unidos o Colum'nanno,
quando o Congre-so deu a m lioria obsoluta
a Aadms, que n>s Collegios teve menor
numero de votos do qu" J ksop sent ve-
jio o que est dizendo o Raio acerca da Elei-
cio do ;Sr. Feij.
Pensou o Raio de Jpiter meter huma
lanca em frica com a historia do Presiden-
te, Rozas que tendo obtido a nomeacao do
Corpo Legislativo, abri registro pira saber
se tinha por si os votos da populacio. Nio se
lemhrou o Raio que lie seropre assim que
obrio os que se querem constituir despos-
tas, ou mesmo horueos de certa tempera
que colocados na pos^io de Rozase vendo
que rom os meios legaes existentes c no esta-
do moral dos nimos, nio po lia conseguir
os Hus a qne se propot o Corpo Legislativo
chamando-o Presidencia, proemio saber
por sa e-ppcie de estatifica at oode podem
contar com o a poio do Povo nos saltos, que
pertendem dar por cima das Leis. Cora
effeito he o que tem praticado Rozas, vio
que a Imprensa barulhava ludo, tomou
medidas nigorozas contra o seu deseiua-
brestamentoj: bridou-a, reprim -a, e le-
v,.u esta medida at o Estado Indep-n-lente
e livre de Montevideo. He o qiwfez B..li var,
quando tendo voltado do Per foi procla-
mado Dictador por votos d.s massas : de-
clarou que a Constituicio deixava de exis-
tir, repremio a libeitmagem da Imprensa,
e prohibi mesmo a leilura de alguna desses
grandes Publicistas, que cita o Raio que
ialve com a sua desenvoltura naquelie Pau
provocou dt parte Jos Colombianas a ua
expulso para fora da Repblica. Nio per.
mila o Ceo que para livra-se d.s insolencias
do Raio, e outros papeluxos assim perci-
tem os Biazileiros de escrever em papel o
seu nome a favor de algum Rozas !
Que importa o q' dizem alguns Autores
acerca das eUe^Sea diredas, se todos sa-
b.m o como em Inglaterra se CompraO os
votos dos Eleitore? Eseiio mais livres q.d*
comprados por cerveja, ou quando orde-
nados pelos doiios das tendas, e offi-mas,
do que quaudo influidos por q'quer outra
maneira ? Traz-se a terreiro as eleicSes
da Vifla d<> Pod'AMo, porque asdesor-
dens dos Ctrneiros forcario a CaiVlho
a mandar para ali hum destacamento o
qual nio mfluio, nem pode influir naselei-
c5-s. He tl a cegueira, que hum pobre
Deputado H .llandez dis-e a outiouiuito
coacta eteve a Provincia de 11 as, pois b
as-im votara no Podre FeijPobre di-
abo Minas, a quem nm a Presidencia
de Joio Joz Lopes, senio me engao,
nem toda a presenca do Imperador Pedro
i. e de seu Ministro Maia, pode influir,
para quefosse reeleito, deixo-se agora vi-
dentar pelo Senador Feij Porin a Ba-
bia poim l'einambuco Onde fe. vera p-
rente, e adherentes do S>. Hollanda Ca-
valcante Esas Provincias nio, podiao ser
violentadas para darem a maioria de seus
voto- este Ilustre Pai lamentar,
Concluo, Si. Redactor, que o Raio de
Jpiter, pertende, mais debalde, com o
seu fumo, e com sua* cintas escrever, con-
fundir, e barulliar tudo ; porm de vez
era quando dar-lhe-ha seus meigulhos..!!!
O Papagayo de Franiklin.
A rogos de alguns dos noasos Subscripto-
res, transcrevemos o seguinte.
DECRETO.
A Regencia Permanente, em Nome do
Imperador o Snr. D. Pedro II, Tendo em
v.-ta o disposto no Cdigo do Processo Cri-
minal, e Qusrendo regularas attribuices
do Chefe d Poli-i, Decreta :
Art. !. O Juiz de Direito, que for
Chefe da Polica, ter a seu cargo :
I. Vigiar sobre tudo, que pertence
prevencio de delirios, e manuteocio da
segurtnca, tranquillidade, saude, e coA-
modi lade publica.
II. Inspecionar as Autoridades Policiaes
do seu Termo, e seus sub^lteros, osquses
lhe serio torios subordinados.
III. Ter todo o cuidado em saber, se as
referidas Autoi dados cumprem seus Re-
gimentos, r de-empenho seus deveres no
qoe toca Polica.
IV. Dar s referida* Autoridades aslns-
Irucces, qoejulgar necessarias para me-
lhor de-empeiiho das attrliiuic5es Paliciaes,
qne a Le lhes ricnm'', advernde as que
reren omi-sas, e negaeutes, epromoven-
do a que se lhes faca effectiva a responsa-
bidade.
V. Convocar as veies, que jqlgar con-
veniente, ou a pedido de quolquei' A,uVo-
ri.lade Policial, as putraa Aq.l,horiJadps
Policiaes do Termo, .a 6m de cn^ferencia-
remnobre os meios de manter a polica,
segmanca, e tianquillidade publica, pre-
venirem, que secommeto delictos, eco.
adjuvarem-se mutuamente.
VI. Examinar se as Cmaras Muniri-
paes tem providenciado sobre os objectos
de polica, que por Leiseachi- aseu car-
go, represetitande-lhes por meio de Offi-
cios civis as medidas, que entonder conve-
nientes, que se convenio em Posturas, e
usando do recurso do artigo 73 da Lei do
primeiro deOutubro de 1828, quando nio
for attendido.
VII. Tem insperefo sobre os Theatros,
Espectarulo* publc<.s, PrisSes, Casas de
Coneccio, Hospitaes. eCas deCarida-
de, fiscalisando a eificuco dos seus res-
pectivos Regutamentos, e dando aos Jm-
tei >i quem a*i?sjr incumbida a ntpeecfo
peculiar dos Tlieatros. Espectculos. Pi-
5es, e Casas de Coneccio as Iustru. c5es,
que parecer conveniente^ para o seu hom
rgimen policial, providenciando igual-
mente o que convier a respeita dos Hospi-
aes pblicos, e Casas de Cari lade, quando
liso por Lei nio esteja incumbido a oulrt
Autoridad?; e exigindo dos Admini-tra-
dores dos Hospitaes, e Casas deCa-idade
de inslituico particular que providencie),
o que lhes parecer necessai io.
Art. a. Todos os Juites de Paz da Co-
marca serio obrigadoa a participar imme-
dialamente ao Cheie do Policia os acontec-
mentos extraordinarios, que interessem a
seguranpa e tranqoillidade publica, equa-
es quer outros, que demandara pomptas
providencias, inrmaudo-o da existencia
de quaesquer sjuntamentos ilcitos, ou em
que houver perigo de desordem. Alm
disso lhe reraetteiS huma relacio semanal
contendo declaracio, |. das pessoas, que
de novo ti ve. em vndo habitar o seu Dls-
t- icto, com individuacio He seus n< mes,
liaces, naturalidades, piofisaQet* ene-
ro de vida e motivo porque ah viverao:
2 o drs pessoas, quetiveiem sido obliga-
das a asignar Termo de bero vi ver, ou de
seguranca: 3." das pessoss indiciadas de
crimes, ou pronunciadas, ou pretas era
consecuencia delles: 4. das pessoas man-
dadas retuar do Dislricio, ou expulsas del-
le na confoniiidade do disposto 110 Cdigo
rio Pro Art. 3. OChef? da Polica dar conta
ao Ministro 'la Justtca na Corte, e aos Pfi
sidentes as Provincias de quanto seoouti-
ver em partiripaces, que os Ju.zes de Paz
lhe devem dar, em coofotraidade, do d>s-
postu no artigo antecedente, e observar,
no que toreas apuli^aveis,- e anda se acha-
lemem vigor, es dposicSes d-s pargra-
fos 6 at i9doAlvara dea5 deJunho de
rl. 4.* O mesmo Chefe da Polica vi-
sitara no principio deeada mes asprises
ecadas, acompanhado do Promotor Pu-
blico do Termo, oqual dever reque.er o
que convier a bem do adianlameoto do
processos do preso, e da observtncit dat-
Lais, lavrando-se de ludo es competentes
Termos.
Ait. 5/ O expediente ds Polica da Cor-
U fe far pela ci-mpelent. Secretaria, para
a qnal o Ch> fe da Polica formar hum He-
palamenta contendo asobrigaco> des us
Empregados, que submetter k approve-
ciodo Governo ; nasoutras Cidades, em
q .e houver Chefe de Polica, o seu expe-
diente se far pelos Escrivies dos Juite> de
Direito.
Honorio Herroeto Carneiro Lelo, Mi
n ist 10 e Secretario d'Estado dos Negocios
da Justica, o tenha assim entendido, fa-
ca execular. Palacio do Ro de Janeiro
em 29 de Marco de 1833, duodcimo da
independencia, e do Imperio*
Francisco de Lima e Silva.
Jote da Costa Carvalho.
Joio Braulio Monis.
Honorio Hermeto Carneiro Leio.
CORRfcSPONDKnClAS.
Snrs. Redactores.
Eu sou Soldado, inda que nada entenda
de poltica, com ludo cono serv 110 tempo
doReivelho, tenha tido escolla para en-
tender algumacouza da materia. Vou-lbe
contar huma couza que me parece torta
poim v o que for. Qu^edo estou de
folga do meu plantio don meta paceios pe-
la Cidade e contemplo o q-ie nella vejo,
ven a ser ni have quem e ta^a Soldado,
sas ras inound.das de rapase", emole*
ques, aatiiar tesadas pelos t- lhados, e
vidi seas, e em pretot que andio em servir
50 de sen Senhores, como eu vi a hum
que qoase lhe abren! a cabeca ; disse eu
coinigo pois a pnuco nio se nomeou hum
In'endeiite de Polica, digo hum Pe feito
(quem ms mahas tem.l.rde ou nunca as
peide) para mandar patrulhar as ras, e
policial as; roateinfim voquefoi. O-
ra deat pss- o me lecihi ao meu Q ar-
tel e logo no outio da fui nomeado para
a guarda, ex senio quando mti o da Senti-
uella as 7 horas, e pela 8, e 3 quartoa da
noite ou?o do meu ponto giiica dolorosos,
eseutei com attencio, o que havia de ser e-
ra hum prelo qoe se eslava a turrar aq el-
las oras, e erio tanto os gi|tos que pela re-
dondezadanuha guarda lodo o povo se
Ivoracou que pareca quando aparece hu-
ma rusgt, al eu fu. privado de pjissar a pa
la vi a ; entrei eulio a diter com go ? Para
ser ronda nio, porque nio pode aunar na
roa hum negro, se he pessoa particular
tambera nio pode ul fazei, e foras de 01 as,
lemhrei-me cutio se o Perfilo ntoaperfei-
coar, milhor erio os uossoa quaiteirSea,
que asobiando o apito, tudo chegava as
Armas. Perdoero Snrs. Redactores, que
me vou afora na barca de vapor.
Sou e terei fiel
O Sentinella das 5 Ponas.
THEATRO.
Amanh dia Santo 12 do correte a Be-
neficio do Machinista do Toeatro, se re-
presenta a Patritica PepaEntrada das
tropas Ll>eraes portuguezas em Leiria
esta Peca deve se> grata a todos os verdadei-
ros Coiistitucionaes, nella aparee o Aba-
de de Leiri i cmmandando im- osos Fra-
des das diversas Rehgi en, todos armados,
pugnando pela cauta d- D. Miguel, ao
lempo que esto fasendo fogo de Cacado-
res, sio surpiebendid.s pelo Tuiz de Fora
e mais patanos, que lhe cu tarso a reta-
guarda, e se veero preciados os frailes a
ncaiem-e dapont- baixo, iri.oniando
por fim a Causa d RaiutV Senhora D.
Mara 2.', no fim da pega se cantar o
Duelo Cantiga un.aCavatin un Pantomi-
mo, edanca do Lundum deMouroi.


"^
DIARIO DE
M
R N A M B U CO.
LOTERA.
O abaixo asignado faz scienteoorcspe-
tavel publico, que no dia 25 do coi rente
andarad irmreteiivelmenle as rodas da
Lotera uo Consistorio da Igreja du R.sa-
110,
O P. Joio Rodrigues de Araujo
Reitor do Seminario.
AV1ZOS PARTICULARES.
Na oledo da 8 do correte pelas se-
to Loras, atirario um tijolo no araiasem
de lotiza da ra do Livramelo D. 4,e que-
bfon alginis *id i os, vloacafina, o hornera
I .- comrieo este atentado, para nao ser
tonliecido, tiuzia vestido cainita delinbo
escuro, ni Irasia chapeo, colele, ero ja-
quta, como .fu mi pessoas que o virio
lugir, e como por grande roilagre, esca-
pou de ser p< eso, por isso o abaixo assigoa-
tlo ffirece vinte mil res de gratiticacio
a quem Ibe dicer, ou verdaderamente es-
clarecer a pessoa que foi, e por n.andado de
quem cometeo aquelle fado, e da mesraa
foi'ma offerece trmla mil res ao proprio,
no Crt o deque tjueira diser ao abaixo assig-
nado quera o mandn alirar o tijollo, e
pi ole-ia se nao proceder contra um oem
m.im, guardando-be tambero o maior se-
greo, pois so se faz empenbo para conhe-
cer-se quem tinto deseja o augmento de
Luiz Antonio Goncalves.
fc^ Esta Typografia percita de um of-
firal de Compositor, que seja assiduo ni
ollirina, pudendo contar com trabalhe
vtleclivo: us pe tendentes dinjao~sea pra-
m da Independencia loja delivros n. Zj e
38.
fy Quem annuhciou no Diario de
Segunda feira 9 do coi rente, precisar de
300^5 i eis a juros, com hipoteca era urna
fM, por 90 da-, dirija-se a ra de Do-
mmgos Pires, casa que fica quase confroii-
teaGervatio Pires, junto ao Nixo.
V7" Joto Antonio Soares d'Alreu, be
morador na ra da Cadea velha n. 5.
yfJT Precisa-se de 1:000$, ou i .500$
re i a premio de 2 por rento ao mez dan.io-
'se por hipoteca 2 moradas de cosas terreas
etn O indi, e d-se fiador, e at luesmoal-
guiu' penhor de ouro ; qnem os quiser dar
boniiiicie para ser procurado.
jrjp* Precisa-sede um feitor, que seiba
tirar leite, para um sitio na Madalena : na
ra d'Agoas veides, sobiado U. 20.
jrjn A pessoa que precisar de roupa la-
vada engomada, e l>e retractada por pi eco
inulto i'i.miuowo, dinja-se a jua' da Ale-
ona >.> a ijue tem lampiao egrade de ferro
na poita : a roupa tanto faz ser de bomem
tomo de miilhtr.
%L3T* Precisa-se deumanma com bora
leite, eqt.e seja bianea ou parda : a pessoa
cjue e-liMi instas cii cun-laneias diiija-se
u rus das Ag.-as verdes D. 9.
f^** No oa a9 d'.Abiil prximo paasa*
do appaieceo em casa de Joaquim Jo- ii'A-
ruoiiui, morador tiesta praca, um Escravo
molo de noine Antonio, til lio de um Es-
. r.ivu do dito Amoi im, procurando o pa-
ra o i onipi ar, e diz er aua Senhora Je-
loniua, u Francisco d'Auorira Rege,
ui.rddoies no Engenho Arass, de ro lo
(alvo. Avma-:,e. por tanto a dita Senhora
J). Jeiouima, ou ao Snr. Reg muid, m
iiailardoseu ajuste caso o queirio ven-
der, e do contrallo receber o seu Escravo,
pois uio obstante elle estar em compauhia
io-ry, e nio ser mal frailado, oaiinnu-
i-ianl nao se responsabiliza pela luga do
iiio Iwravv.
Kjt" lota UoUnieza Cornelia Sara queira a-
piesemai-sr-no Eio iptoiio dos .-eus Coii-
Mgnoiatio^ >. O. Bieber v Comp. at o
na J>i xi feui i3 do crtente me/, nao ti
r.-ndo rebU/'n&aveis os meamos depois des-
la d.cia poi cunta alguma.
%ry OlT-iece se um la-naz rortugnez >'
caa ii o de .amasen) ou de outra qua'quer
cccupacio que precisar, na ra do Livra-
rutnlo venda nova D. 19.
tV Qualquer pvssoe que precisar de
em.a molber que lava, e engoma com per
i. ica, prt eme no lado de Matriz de ban-
jo Antonio cate o b.
Paulo JozeAlves da Silva reina-
se dcsta Prt.vincia.
WT" Antonio pereira da Stva rom
venda n. e.-quina da ra do Fagun les, jun-
to a Ribeire, vendo, que nesta Praca ou-
tro individuo u'igual uome; e pir csse en-
gao j selhetem nindadoronias a sua ca-
sa de cousas, que nao o mesmo devedor,
declara, que d'hoje em diante, muda o
sen upelidn de Peieir, paa Caldas, e
por is o d'csla 'dacla assigna-se
Antonio Caldas da Silva.
V&* Quem tiver um negro paraalugar
que seja forte, ahnuncie para ser procu-
rado.
jry Os Administradores casa do fa-
lescido Joze Francisco da Costa tendo con-
vocado os Snrs. credores mesma para se
reunirem no da 4 de Maio, virio de facto
quealguns Senhores comparecerio, epro-
(f ii i i n do rasdes ponderosas, foi unnime-
mente concordado, que residindo alguns
dos ditos Snrs. credores fora da Praga, e-
ra justo e necessario convidallo> por carta,
ou a comparecerem pessoalmente ou no-
mearem quem os representare, epor isso
anda terlug^r nova conrocaclo que ser
devidamente no dia 16 do correte, com
tudo todos os Snrs. nteressados que perten-
derem saber qual o estado daqueHa casa e
administragio, podem dirigir-sea Joaquim
doSouza pinto, que o guarda de todos
os documentos relativos.
Rita de Almeida Costa.
Joaquim de Souxa Pinto.
Fiancisco de Paula Pires Ramos.
%rjp* O abaixoassignado faz publico que
se retira para fora da provincia, e quero se
julgar seu credor comparece na casa da
sua residencia at o dia i5 do con ente meZ
de Maio para seren pagos.
Domingos Martiusde Brito.
yy Nicolao Gadau't relira-se paria
Franca e durante sua buzm-ia tica com
Procoracio bastante o Sor. Elias Jos Mar
tins pereira com todos os podares necessa-
rio, e por isso todas as pessoas| que tem
cunts com o annunciante podero satisfa-
zt-r ao dito Snr. Martina pe eir.
*jry Chegxidoa noticia, d'abaixoas-
signada, que oSr. Fiancisco Antonio Ra.
mus vender un casa terrea sita na roa
das 5 Poetas la lo do Nascente D. a3; ad-
vera e-se ao comprador, queo mesmo Snr,
Ramos no dia 8 de Novembro de 1834,
conjuntamente com sua mulher a Senhora
Romana Luiza da Concekio, hipotecario
a mesma propriedade, que boje se diz ven-
dida a abdi>.o as guada pela quantia de
47?$000, a vencer-se a 8 de Agosto de
1835, ea nio la-endo correra os juros at
seo real.en-boleo a dois por cento ao mez ;
e fazseeste annuncio para o dito compra-
dor ficar iuteirado que a dita venda ilu-
soria.
Joaquina Mara Pereia Vianna.
*/y Da-se 800J5 i. juros de a por
cento. sobre hipoteca de predio: nela
ne.-ta Tipografa se dii quem d.
fjqpn* Quem tiver, e quiser .Hogar nina
negra paiaoserviqo de casn ; diiija-sea es-
la Tipografa, que se dir quem a perlen-
de.
COMPRAS.
NAVIOS A CARGA.
Para o l.eai.
Segu viagem m- dia i7 do coi rente a
S trote* Beija Flor : quem nella quiser
carrejar ou ir d passagern diiija-se ao pro-
piieUrio Manuel Joze X tie Joze Honorato dos Santos; fuuli-tdaa
mesma Sumaca defrotiie da Lingoeta.
Para o Maranliio
fc^P* Com toda a brevidade a Sumaca
Laurenlina B>szireira : quem na mesma
quiser carregar ou ir do passagern dinja-se
a ra da Cruz n. 32 a fallar com Lourea-
50 Jos das Neves.
Urna cha de Penafiel em bom uso:
quem tiver annnncie.
In-trucc6s de Ceremonias de Mis-
sa : annunrie.
%3P* Uffl' Consttuigio do Bi>pado,
inda e.tamlo servida, poiem em bom uso:
annuucie.
VENDAS.
U.n escravo de 78 a 30 annns, pnlieiro :
no fim da ruadaSanzalla velha: n. 61.
|ry Um escrava crila dade 30 anana
pouco mais ou menos, lava, e cosinha : na
casa da esquina da ra do Encantamento
que faz frente para a praca do Commercio
1.* andar.
tty Una riquissima cadeira de arruar
prximamente chegada da Babia: na ra
do Collegio D. 0.
%Cp> 1 sof dejacaradd, 18 caderas
lito, a bancas dito, 1 dita de rh dito, a
>azcs de cristel de cor, 4 mang?s d- vidro,
1 meza dejanUr d'amarello, 1 aparelbo de
louca Ingleza para jantar, i dito para 12
pessoas, de porcelaina dourada. 1 apare-
Iho de cha de casquinha ingleza, 1 cama
de cazado com colxdes, e cortinados, 1
candieiio de bronze de q na tro globos, 1
guarda roopa deamarello, uma'cama d ati-
g'co, e urna frasqueira de muito bom g lo : quem pertenderqnalquer dos objectos
cima, diiija se a e-ta Typografa.
%3a*" Colarnhoa de Senhora, lencos pe-
queos e grandes, mantudas de fil de li-
nlio : na Botica da ra dos Quai leis D. 3,
sedii quem os tem.
|rjp Vende-se, ou troca-se por algu-
ma casa de sobrado, e terreas nos Bairros
do R-cife, Santo Antonio, e Boa-vista, ou
arreuda se um sitio perto, por ser pouco
adiante da Igreja dos Aflictos, com chaos
pi oprios, fenle murada, e todo o mais cer-
cado de limio, decente casa de vivenda
com s<'ti 1, e suficientes commodos para
familia, toda eniidrsgada, boa sanzala de
pretos, cocheira, casa para nitor, eatri-
haiia parati'ez cavallos, tudo de pedra e
ral, grande poco, e moitos arvoredos de
frutas, emalinhamento: na na do muro
da Peuh. sobrado de doin andares D. 18
das 6 as 8 horas da manbi, e das 3 da tarde
em diante.
lOP* Uim preta de nagio anda moca
sem vicio l^um, vende na ra e f*z o ser-
vico de urna casa e lava muito bem de var-
relia e sanio ; na ra dos Mai tii ios sobra-
do de um andar D. 4-
tr^p> Rap novo princesa Ha Baha por
prego coromodo : na ra do Queimado l-
la de miudesas D. 5 de Euzebi. pinto &C.
*J9* LJma. barr tina de Gu nal, ainda em bom uso e por prego com mo-
do : as 5 Ponas pateo de JN. S. do Teryo
pjdaria D. l5.
jrjp 2 pipas de ?goardente branca de
20 grus, laraugeiras para serem mudadas
a fOreis o p, ecamas de vento a 4$320:
no atierro da Boa-vista D. i9..
ii_y Urna pequea venda na Bibeirade
Olinda, adinheno, ou a pra.-o com segu-
ranga : defronie da cideia da mesma Cida-
de.
3" Folinlias de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
tfente auno de 1836, por pre^o
commodo, na )?raca da Iodepen-
dt'ticia, loja de Livros N. 37 e
.'38, e na ra da Madre de Dos
venaa que foi do Rezeude.
de punho, deonro, cortados : quem os a>
chi'ii e quiser restituir procure o seo dono
110 ai torro dos Af-gados, ra do VIunz ero
casa de Jo> Apolinaiio, que sei recom-
pensado.
jrjr Pedro Joze Cardoso, perdeu um
billiete N. /|9"8 da Lotera prxima a cor-
1 er, e que 110 reverso est assignado P. J.
Caldoso, e as.letras M. T. J. Cardoso: os
ltimos nomes no certesa se por ex-
tengo ou se o a letra C. : quem |o quiser
entregar pude deixa-lo na ra do Crespo
na loja do Snr. Santos Neves alias n'uma
das lojas junio, 011 na praga da Indepen-
dencia 11. 57e38 onde recebei apaga do
seu irabalho, querendo.
tJTjP* Na mote do dia 5 do corrente des-
a nartceo do lugar da Capunga (tendo arre-
b rilado h corita) urna canoa aborta, que
leva de 800 a 900 l olios: quem a achar
podeleval-a ao mesmo lugar, a entregar a
Jos Carlos Teixeira, ou a Manoel Felis
Nunes de Castro na Ponte velha, que ser
bem recompensado.
PERDAS.
PeHeo se no cl.t 10 do corrente um
meio B.hielo da Lotera N. 46i3 pelen-
ceute a Antonio do Carmo S taGoiabu-
ra : a pe.issoa que o achar e quiser entregar
dirija-se a ni* do Queimado loja de Joae
da Silva Sanios 0. 6, que ser recomp n-
sado pois o Thesoureiro da mesma Loterai
j esta sviente de tito pagar se nio ao an-
n u ma ole no caso quesaia alguma cousav
ajTJk* Pordeo-se na Matriz de Santo An-
tonio no dia dos rotos um par de butoens
ESC HA VOS FGIDOS.
Em o da 7 do mez de Fevereiro fugio de
casa do abaixo aesignado o sea escravo de
nome Joio, molecote, de naci Congo,
representa ter de idade i4 S annos,
cheio do corpo, de cor nio muito preta, e
algum tanto avermelhada, cabeca peque-
a, nariz muito chato, e ventas muito a.
peitadas, rom todos os denles, beico de
baizo grande, groco, e vermelbo, pez gi i-
des e grogos: levou chapeo de seda pete
quase novo ; duas jaquetas orna de linho
azul nova, e outra de ganga fi anceza ver-
oielha quase nova, urna calsa branca de
metim, nova; urna camisa de madapolio
nova, e alguma camisa, e siroula de al-
godio da trra p usadas. Foi em compa-
uhia de outro molecote muito mais alto e
seco do corpo, de nome Andr, de naci
Mocambique, marcado com dois riscos na
(esta, e dois em cads fonte, e um caro50 a-
traz da orelha dire ; este escravo do
Convento deS. Frarni desta Villa. Tai-
vez os ditos escravo 1 nhio mudado os
nomes ; por quanto foi vista em mi do
dito Audi urna carta de guia com o nome
mudado para seguir Kviemente para P-l-
meira dos Indios; he pi ovavel, que o Joio
tol-em leve igual guia.
O abaixo as-ignado rogaa qualqut r Se-
nhor, a quem constar, que os ditos escla-
vos tenlio procurado o lugar de sua pos-
sessio os mande prender, e remoller s< gu-
ros, que alem de ser-lhe grato por este ob-
zequio satisfar a despesa, que se fiser at
a entrega delles : esta recomraendacio faz
de comrnum acord com o Syndico dos Re-
ligioso* de S Franci-co o Capito-mor Ma-
noel Hypolilo deSousa Vieira.
Padre Joio da Silva Lemos.
Taboas das mares cheias no Pono de
Pernambuco.
1tSegunda 25-T:, ^a6Q:-H n* 5 : k 0.
28S:s 5 29S:| i_D:-t* a 0 s 0 a
Oh. 54 m \
1 4a .
2-30
3-i8
4-54
5-18
6 6
Manhi
:
NOTICIA MARTIMAS.
Navio entrado no dia 10.
MARAHNVO; 2B dias; Hiate Ninfa,
M. JuaquiniGmicalv-s M"i" : variosgene-
ros: Mhuod liaarte Rodrigues. Too.
50. Paasageiro i.
Sahido no mesmo dia.
PHILADELPHIA; B. Amr. Mairy Br-
nun, V4. John Bultus : algodio, e noaro/
PE. ma TtP, DO IAUO. i
1856.


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