Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05506


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Full Text
ANNO DK 1836. SEGUNDA FRIRA
.iruJEar
) DE MAIO N. 10K
1 ..- i'j
4J lili
>>K.,,. ..<.>. Tw.wrM.'P -* r
DI'' D* PRM4NA.
cune carao) 8. Gte
* orio Xa:i/. \. do .1. do Cr. de' tn. '' -<
iU Tlie/iniraria {'Panuco. CI..11.1:. .ie 1.
JO Terra S. A.nlonio are. KW- He m- M' <'" **
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11 Quarta ej'""). Auastuciu M, ses. da Thez. Pub.
12'Quinta >ft assi'nqa do Senhor.
13 Sexto N. Sra.dos Mart. ses. da Thez. P. aud. do J.
de O. le 1.
14 Saba-'o *. OH !'ranc. He!, de m. e aud. do V. G.
d' n ilinda.
15 ) i<> S. l/.idnrio Larrador. L. n. as 4. h. c
58 111. da ni.
T^^tit^iM^x^ai^yf^sK:'''
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
DECRETO.
Tendo mostrado a experiencia que,
nio obstante o haver-se confiado S C-
maras Muncipaes, pelo Art. setenta. Ti-
tulo terceiro, Paragrapho dore da Caita
d Lei do primeiro de Outubro d 1828, a
fiscalisacio das Escolas Primarias, n6 se
tena conseguido o desejado progie-so em
favor da educaca da Juventud*; ante* pe-
lo contrario se ba observado, no que iea-
peita s Escolas de Primeiras Letras delta
Corte e Municipio, hum total deleixo e
abandono sobre hum lio iiileiesante o-
bjecto, que alias deve necessariamente
prodotir huma pessima influencia sobre
a cultura moral ein'elleclual da mocid-
de em seus destinos futuro* 5 e sendo por
jsso d niaior uig antes ao remedie de Ues males, estabele-
cendo huma eli az e permitiente fiscali
sacio sobre a conducta, assiduidade. c tna-
js obrigacOes dos Meslre; d*s ditas E-colas,
dando-se Ibes huma nornn fixa pira reg*
nien do sen Mae i -teriu, em harmoiiia com
os principios liberaes e legislado em vi-
gor, a fim dse prehencheiem ossaudav is
litis da Carla de Lei de quinze de Oitu*
bro 18a7 : o Regente em Nome do Impe-
rador o Snr. D. Pedio Segundo, Aulli<
risado pelo Art. i02, 12 da Corisiimicio
do Imperio, Ha por I em O deiiar que se
ibseivem eguardem inte'r. Regulamenlo das s- bredilas Escolas, a
Providencias e Delerroinaies que com este.
haixo, acsignadas pelo Mini.-tro e Se-
cretano d'Estado do* Negocios do Impe-
rio; llcando com ludo sulva a fiscalisacio
que a Lei ha rerommendado Cmara
Municipal. O mesmo Ministro e Secre-
tafio de Estado o, Urina a-sim entendido, e
faca ekecutar com os Despachos necesa-
rios.
Palacio do Bio de Janeiro em i5 de
Marco de 1856, dcimo quinto da Inde-
pendencia e l'eij.loze Ignacio Bdges.
Providencia e Determinaces sobre as Es-
colas dePrimeias Letras desta Coi te
e Municipio, mandadas observar pelo
Decreto desdala.
1. llavera hum Director, nomeado jia-
1o Miuj'ro e Secretario d'Estaao do {Ve-
tolios do Imperio, e conse vadoem quari
to I'itd fervii, c. ia a gratificaco animal
de sti centos mil res.
2. Competen este Director a fiscal isa-
saco e inspeccio das Escolas de Primeiras
Otras desta Corte e Municipio, que Ihe
fiel o subordinadas, e a respeito das quaes
T'.Hi' e.r tdependa de iih hm'xhio. ila iiussa (iru
Ii-iii:... moa. ra<;So. energa: continuemos com
principiamos. eremos pnntado com admira-
cao 111 re a NaQOes mais cultas.
Proclamado da Jtttmblea Qtral i flrnil
Sahscreve-se 1000 rs. mensae pago adiantados
nestaTypotrrsf. t na Praca da Independencia N.
.17e3i mide ". rt.cebem correspondencia legali-
ada, e annanoiott inserindo.se astea eratis sendo
dos proprioiinantes. e rindo assignados.
CAMBIO.
iMo 6.
PAHTII>
far observar, nSo s as presentes Provi-
dencias e Determinaces, mas tambem to-
das e quaes quer Instruccdes ou Ordens,
que de futuro lhe forem pelo Go ver no
tranmttida8.
3. Para este effeito lhe incumbe entrar
no perfeito conheciment e exame do pres-
timo, aptidio, emoralidade dos Mestres,
e do modo porque rumprem os setis de-
veres, a fim de poder habilitarlo a dar
em cada tiimesire (e sempreque o jnlgue
urgente) pela S< creiaria de Estado dos
Negocios do Imperio, huma re|*ca5 ex
acta r fiel do e-tado das ditas Esrolas, e
dos abu-os que nellas se houverem intro
duzido ; propondo-lhe os meios que lhe
pareteiem mais conveiiienies para be elles
reformarem.
4. Poder advertir os Mestres quando
deixarem desatisaier assuas obrigaces,
o que nio produzindo effeito, assim o re-
presentar pela sobredita Secretaria de
Estado; platicando o rae.smo em todo e
qualquer caso, (,ue meu-ca mais ampl
providencia do Governo.
5. Visitar as Escolas quan:!o o julgar
conveniente, e a horas incerla.s; e tiestas
occasi5es pnder assi.st'r s lices que oel-
lis se derem, inlic^ndo e ensinuando os
meios praticos t|ue lie parecerem profiru
os para o inelhor rgimen, em coheieii-
cia com as presentes providencias.
6 Obiig.r acida hum dos Vfe tres a
le hum L'vio de Ma'iicula, rub icado
encerrado por elle Director, em que se
nsrrevcro os nomes dos respectivos disc-
pulos, com declarado do da, mez eanno
de suas entradas e sabidas, e de seus ra*,
Patria, e idad s, e com as oh-ervaces so-
be ocompoitamenlo, epplicacio e pro
gressos doT; mesmos discpulos; cuja Ma-
tricula devei conferir com os discpulos
presentes, todas asvezesqu assiin o jul-
gar conveniente.
7. Assislii aos EKames e Concnros,
que p'erederem ao provimento dasCadei-
ras que v.igarem ; informando ao Gover-
no com o resultado dos mesmos Exames
para legfl nomeaca dos approvados.
8. Na falla ou impedim- tito grave de
moleslia dequ^lqinr dos Mestns, n me-
ar pessoa lialiil e i lotiea para servir de
Substituto, durante o mesmo impedimen-
to, a fim de tifo parar de modo alnum o
Ensino Pub'ico : e se logo se na6 pu>li r
eticontiiirsujeiio qoiii as circo natalicia pie-
cis.is, dar dis.so parle ao Govoi no, a-siin
como se o impedimento do Medir se tor-
nar mais prolongado.
9 Cuida a de uniformar, como lhe for
possivcl, a disciplina das Escolas, assim
como os exemplares de escripia e Com-
pendios.
10. Nao se podendo, sera cabal tonbe-
cimento do estado das Escolas desta Corle
c Municipio, formar-hum Plano de Re-
gulmentocotn a exacca e madurez, que I
tao serio objecto exige, eqaedhum im- I
J-iOndrcs, Sil a S9 \\1 D. St poi 1 ctH. ou prata
a 50 por ceulo de premio.
Lisboa 30 por o|p premio, por metal, Nom.
Franca '2*5 -240 IU por franco
Kiode Jan. a" par.
Mnedas de6,.40<) I1..800
40U0 0,.H:)0a7000
Pe/o* I,.440
Premio da prata 50 p. c.
das lettras, por me* 1 2 por ojo
Cobre 25 por cento de descont
DOS COKHKIOB.
Ohnda_Todo os dial ao ineio dia.
(ioiana, .Albandra. Paraiha. Villa do Conde, Ma-
man Kainlia, Pombal. Nova de Souza. Cidade do Natal.
ViMas de Gniaiminlia. e Novada Prineeta, Cidada
da Fortaleza, Villas do Aquir. Monte mor novo,
Aracatv, Ca*eave.l. Canind, ("irania, Imperatriz.
S- llernardo, S. Joo do Principe, Sobrar, Novad*
Rlltev, Ico, S. Matheaa, Keachodo tanque. S.
Antonio do Jardim, Queneramobim. e l'arnahin
Segundas e Sexta (eirasao me i o dia por via da
Paraiba. Santo AntoTodas as quintas feiraa a
mein dia. Garanhuns, e Bonito nos dias 10 e 94
de 1 ada mea ao meio da. Floresno dia 13 de
cada mez ao meio dia- Cabo. Serinhaem, Rio For*
mozo. Apoa Preta e Porto Calvo no diaa 1, II
e 21 de cada mez* Serinhaem, Rio rormozo, e A
(roa Pret-Segundas. Quarta. e Seatas feiraa.
pulso uniforme assim ao rgimen e peca-
liar economa das mesmas Escolas, como
ao genero de ensino de que sao susceptiveis
os seus Alumnos, para se porem em pra-
tica as dispozices da Carta de Lei de i5
de Outubro de 18^7: cumpre que cada
hum r!o Mestres das ditas Escolas remeta
ao Director, no fim decada trimestre, hu-
ma exacta relacaS dos seus discpulos, com
todas ta circun-tincraa, declaiaces e h-
servac,6-s, que ficaO indicadas no artigo
6.
ll. Na mesma relacio declarara lam-
bem cada hum dos Mestres. a execuc 5 que
se (em dado as disposices da sob-eti'a
Cari de Lei de 15 de Outubro de I8t7,
na parte que lhe he respectiva quaV o
meihodo de que cata hum delles s tt-m
serviJo, assim pelo que toca ao etioiiio da
materias de que trota a mesma Lei, como
pelo que diz respeito Instrucco Moral
e Religiosa de seus discpulos, que taSbem
Ihes ordena } e quaes finalmente os inr-
venientes que a tes di-posic5es se po-s.<5
ter op posto.
l. E01 todo o caso p^rem de vera cada
hum dos Mestres, dehaixo da mais stncta
responsabilidade, emprear hsde j O
ntaior cuidado e vigilancia em evitar ludo
quanlo p >ssa Condutir pira damnificar
e pervertir a innocencia e pureza de cos-
ttimes deSW'a discpulos : procurando por
outro lado lodosos meios accmiodados .a
ana capaiiJade, de inspirar Ibes a aub-
iii sao as verdades da Fe, a pralica da
Moral Evanglica, e a obediencia s I.eis
do Balado e a seos Superiores, segundo.a
letra e espirito do Aitigo 6 da niesnta
i3. A estes mesmos fins milito convem,
e Ihes he aqoi oidenido, que thntio da
Es ida tenha todos os discpulos deliaixo
das su.s vistas, setn a dividir em Secces,
ou quarioj sep irados, fora (\a sua presen-
ca : que lites tu5 permitla de ni"du al-
pum palavras, expressoes, ou acc5-s por
mais itidiff rentes i|tie p refcer, em que se idFenda o decoio e a lin
ri-.sti lade, esealterem, anda leve.upnte,
os solidos prin. i \i da educac moivl -fiie
lica indicol s : e que indelirclivelmente
tenln a Ea> ola aheita, e ni Ha compaie
cao as horas prelixs-s dee comecar n ensi-
no, a Gm ihe setviar que os discipul'-,
por fl'a des~e d-ver dos Mesbes, se a-
juu'eni aporta da ra, ou se disper.sem,
octupando se em j gos e travesuras, e co-
ifie'tendo mu i tai c/.rs acccSes indecen-
tes, com publico ncomrnodo e ecan I*-
lo da viainhauQa, e dos que transila por
semelhaiiies lugares.
i4- ?fa se nao d*ar o m-,noT aso a in-
subordinacaS dos discpulos, que, a*tole-
rar s, acirretaria 11 irais pernicioso e.v-
emplo, e seria por si so capaz de transtor-
nar o melhor plano de educaca5 e ins-
l rcelo, tornase hecessaro que os Mes-
tres tia sej*5 jamis omoiisso eti pum-
la ; devendo participar ao Director qual-
quer acto que se faga digno de maioi* atver
ridade ou castigo, para se darem as pro-
videncias que forero opportunas. i
15. Nenhom dos Mestres admittiri na
sua Escola discpulo que tenha sabido de
outra, sem que aprsente attestaca do>
Mestre desta, pela qual mostr a anaco-
duct, e possa por vutude della ser *ccei-
to, e constando o contrario, o Director fd-
r resp< nsav I o Meslre pela infracca5
deste Altivo.
16. De qualquer falta ou impedimenta
de molestia, poique haja de parar o Ensi-
no Pub'ico dar o Me>tre impedido part
ao Director, fiara terem lugar as provi-
dencias indicadas no Art. 8.; o que igual -
mente pratictfia cada hum dos Meatrft.
por qualqii-r ncidenle otl occorrenota,
de que deva ser sciente o Director ,a*rSi ?
exercicio edesempeubo das sum attiibui
V'es.
17. As presentes Providencias, e Deteay
minai5 s respeit.'i igualmente nesta Cor-
te e Municipio as Escolas e Mes tras de Me-
nina, creadas pela dita Lf de SdeOu-
tubio de i827: as mesmas Mestras aa ob-
servars ecumpriiio exactamente, guar-
dada a proporcaS no que toca s suas obri-
gaces marradas naielerida I.ei. ,.
Palacio do Rio de Janeiioern 25 de Mar-
co de 1806. Joze Ignacio Borges.
san ir-------------- 1
PERNABMCO.
ASSEMBLEA PROVIfClAti.
Arta 2O. da Sess. 5 ordinaria da AfS>mbleat
Piovik i ..I de Pernambuco aos 30.de A*
bul de t836.
Presidencia do Sr. Dezembargador Ma>
ciel Mon tetro.
Feila a chamada as horas do costme,
at'haro-se presentes 27 Snr. Deputados,
fallando com causa partecipada o Snr.
Sette. e sem ella os Snrs. Dr. Brillo
Prantisco deCaiva'lhn, Metra. Dr. Mano-
.1 Francisco, Padre Gama, Joze R mos,
e Dr. Gomes.
Buhando o expediente, o Snr. f. Se-
cretario leo hura officio do Exm. Presi-
dente da Provincia, que acompanhava 4
olficios da Cmara Munxipal do Brejo da
Madre de Dos, re Umaudo Providenriaa
da As-emblea ProuncUI : fonjd 7rea)ett{-
tlos s GorhH. das P ropoalaa das Cmaras
e de InstrucQio Publica.
Leo outro domeamo Snr. remetiendo
o Mapa dos Guardas Nacionaes: foi a
Cura, doorcaraeuto, purquem titiha sido
requisilado.
O Sr. Padre Gama fez o seguintf reque
rmenlo : que se ofliciasseExmoajiJaupaj,
denle 6ara bavr do Exan-;. uu t-o-W


DIARIO fiEPERNAMBUca
formagio sobre a divisio da Freguetia de
S. Antonio do Recife, exigida por esta
Assemblea em Maio do anno passado: foi
approvado.
ACommiiso dos Negocios Eclesisti-
cos sobra) a peitenco da Irmandade do
* Rorio de Santo Antonio dos honvns
pretoa deo o seguinte parecer : que rever
tesse o Compromiso por fila ofl'erecido
para ser approvado mesma Irmandade
para ser por ella ass'gnado: assira se ap-
provou.
A Com. dePiopostas das Cmaras so-
bre a lepresentagio da Cmara Muniripal
desla Cidade, que pe leude difirar huma
caa para assuas sesses, easdojuiy, e
difirar huma Duva caz de pi islo, ven-
deudo a actual, efundar hum ceniiterio
Publico, foi de parecer, que a dita repre-
sentaco fosse remetii.'a Com. de Orna-
mento, para a tomar em considerapa
no lempo divido : < i approvado o pare-
cer.
Entraio em 5. discusso as Posturas da
Cmara Municipal de Nazaicth: foie ap-
provadas.
O Projecto n. 13 adiado na sessSo ante-
cedente, entrando de novo ini discusso,
depois dealgum' debate, e pequea ques-
to de ordem, tornou a ficar adiiado por
empale na votaco.
Entrou em 2. discusso o Projecto n.
55 adiado pela hora na ses^io anteceden-
te, e juntamente o requerimento do Snr.
Dr. Peixoto, t&bem diado, paja o dito
Projecto ser remedido a Commissio de t
mercio, e Ag cultura.
O Snr. Vieira de Mello accrescentou ao
requerimentoque.com uigencia a Com.
de.-seoseu parecer; foi -p pro vado o re-
querimento do Snr. Pexolo, e o accres-
cenlamenlo do Sor. V'eira de M<-llo.
Enlrou em a. discusso o Projecto n. j.
O Snr. Urbano requereo, que fosse adi-
ado o Projecto at decidir-se aquplle, que
ci ia huma Comarca em Olinda : foi regei-
tado o requerimento, e approvado o Pio-
jecto.
Entrou tii bem em discusso bum ai t.
addilivo, offerecido pelo Snr. Vieira de
Mello ao P rojerto dito, a saber, que o
Governo da Provincia lira authoiisado
a distribuir eotgani.-ar os odirios de Es-
rijvo desta Cidade, c Provincia, inclu
idos os da Rt lacio, como for mais convi-
nhavel boa administrabas da Justica,
de.endo ao depois submelter ao coDhe< i-
. menlo da Assemblea: tambem fui appro-
vado.
O Snr. Presidente nomeou para a Com-
mi.vo especial ene-anegada de org-nisar
os Estatuios do Collego dos Orfos, e re-
ver as coritas do Patrimonio dos mesmos,
os Snrs. Padre Meia, Padre Gama, e
Dr. Peixoto ; e pediudo esle dispensa por
estar sobrecaregado de afazeies na* Com-
misSes, a que perlencc, nomeuo o Padre
Rafael ; e apiesenlando Ia5bein este a
mesms raz5>s para e*cuza, nomeou o Sr.
Padre Azeyedo.
O Snr. Padre Rafael requereo que o
Snr. Presidente nomeasse bum membro
para a Commisso de Iostrucgio Publica
rnente quanto ao n< g-rio do Snr. Lino
Joeede Oliveira; o Snr. Piesidente no-
meou o Sr. Peixoto.
Entrou em 2. discusso o Projecto n. iO,
foi approvadi.
Entiouem3. o Projecto n. 8, foi ap-
provado.
Enlrou em 3. o Projecto n- 75; fui
approvado com a emenda do Snr. Dr.
Brito, ja approvada em 2.
Terminada a od. m do dia, o Snr.
Presidente deo paia ordem do dia da -es-
la fguinte Pareceres de Gommisses,
Postara* das Cmaras de Srinhaem, e
Brejo em 3. dsru.-sa, i. das Posturas de
llamara at h'ima hora la tarde; 3. do
Projecto n. 9; e 1. do n. n ; e levantou
a sesso a huma hua e meia da tarde.
COVERNO D\ PBOVIMCIA.
Expediente do dia 6.
Pela parle que tora dar V. S. cumpri-
menlo ao Avizo incluso por copia expe-
dido pela Secietaria de Estado dos Negoci-
es di Guerra ordenando qu^ o i. Te-
n nte do 4. Corp- de Artheria d,e Po*-
Ca5 Sergio Tertuliano Castel Banco seja
p-go dos seus sidos por e.-ta Provin-
cia,
Dos Guarde a V. S. Palacio doGover-
po de Pernambuco 6 de Maio de i836
Francisco de Paula Cavalcanti de Abu-
querqueSnr. Insptctor da Thezoura-
lia.
Ilxja V. S. de informar aobre perten-
ca dnMajor de 2. Linba desla Provin-
cia Antonio Fernandas de Souza cu jo Re-
queiimento incluso rem panhado de hum Avi/o d iS'crelaria d'Es-
tado dos Negocios da Guerra.
Dos Guarle a V. S. Palacio do G>ver-
node Pernambuco 6 de Maio de 1836
Francisco de Paula Cavalcanii de A lliu-
querquelllm. Snr. Joze da Costa Rabel*
lo Reg Mouteiro, Commandante das Ar-
mas.
Fique V. S. na intelligencU do que dis-
poem o Avizo incluso por copia aceicada
nineira por que dee ser applicada a
quaua de 53-3o<>$ que locou a esta Pro-
vincia na destribuica, que se fez da som-
ata consignada na Le,i de 3 de Oulub.ro
ilo anno p. p. para as despezas carg-t do
Ministerio da Marinha.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 6 de Maio de i836.
Francisco de Paula Cavalcnli de Albu-
querqueSur. Inspector da Thczoura-
ria.
Igual ao Inspector do Arsenal deMaii-
ona.
versacoens, ou pra nutro qualquer Gm,
Sob as penas da Ley.
4." Que serio pustas em execuco todas
as Leys em v gor relativamente a Polica,
tranquilidade, .esucego Publico.
5." Toda a pessoa que dejiovo vier ha-
bitar nesia Freguezi* se me dever apesen-
tar, afim de lomar dellas conhecimento,
e os donos das Casas que leceberem hos-
pedo-, e pes-oas p.'ira rom elles morar me
daro iinediatamente pai le, rom a pena de
seietn punidos como desobedientes.
E para que <>s infractores se nao cha-
men) a ignorancia fiz o presente que ser
publicado na forma do estillo. Dado e
passado nesla Fngue/.ia de S. Frei Pedro
Gonoalves do Reciteaos 7 de Maio de i836.
Joze Antonio da Silva Grillo.
Sub Prefeito,
Pela Sicr. taria de Estado dos Negocios
dos Impeli foi partfipado a esta Presi-
dencia que o Regente ero Nomedo Impe-
rador o Snr. D. Pedro 2. "Di.mittio por
Decr;'o de 9 de Ab.'il p. p. o Dr. Manoel
Joze da Silva Porto do lugar de Lfnte
Proprielario da segunda Cadeir* do segn
do anno desse C'ur-o Jurdico por ba*er
deixado em abandono u referida Cadena,
sendo montado Juiz de Direitoda Comar-
ca da Villa Nova do Rio de S. Branrisco
po Prtsidenle da Provincia de S rgipe.
O que de ordem do mesmo Reg> ule 1*390
con-lar a V. S.
Dos Guarde a V. S. P-lacio do Cover-
uo dv Pernambuco 6 de Maio de i836.
Francisco de P..ula Cavalcanti de AUm-
querjue.Snr. Director Iuterino do Cur-
so Ju DI VF.HNAS RF.PARTICGKNS.
MEZA DAS DI VERSAS RENDAS.
A pauta he a mesnia do N." 99.
CORREIO.
O Paquete Nacional Pata:onia recebe as
mala* para o Rio Grande do Norte, Cear,
Maranhio e Para boje (9) as 9,horas da
noite.
hm^mmmm^mmp
ARTIGO COMMUMCADO.
Conlinuaco do Arligo
Tolerancia.
EJUTAl
O Cidado ze Antonio da Silva Grillo,
Sub l'itt ito da F.e^dezia deS. Fr. Pe-
dro Go icalvel do R'1 lie. 11.1 conloimi-
dadeda Ley &c.
Fago saber a os habitantes da mes a
Frein.z'a que de 01a em diante devern
cump ir os Arlig'S seguntes.
Thomaz Antonio Maciel Munteiro,
Presidente.
Launnlioo Antonio Moreira deCarvalho,
1. Secreta lio.
Luiz Rodrigues Sil te,
1. Secittario.
>- nana
1." Que depo* do toque de 9 horas da
Mtri nao maudem a 1 ta esravos, sem
que ti agio hum l-'inpiio com luz, e igual-
mente hum biliie'e de seos Senhores, que
declare para onde se dirigirm, os que fo-
rem encontrados sem estes req esitos sero
prevos, e castigados conforme a Le.
2." Q.ie todos os donos de Tavernas, as
deverio feixar ao dilo toque de 9 horas,
eas (jue foiem arhadasdepoi-* das ditas ho-
ras aberla, seiio os donos, ou Caixeiros
que nella eliver pre.-os, e pagaro a multa
imposta as Postuias da Cmara, Municipal.
Outro sim que n concinio em lempo al-
gum ajiiutainei'tos de pretos, o\\ mais de 3
pessoas em suas Tavernas, mas avian lo
logo os portadores, ob as mrsmas pe-
nas.
3." Qae depois do referido loque nao se
juntera m-s de 3 pessoas na roa eiucon-
No espiilo do Fvangellio, e da Igreja,
mais do queem sea proprio coracao, fui,
que Feoelon enconlrou estes conrellius,
dirigidos co pretendente, filho de Jacob
2/ Piincipalmenie nunca violente V.
Mauistade a seus sub titos par que muden
de Ri-ljgio ; por que nenlium poder huma
no pode invadir o inpenelrave baluarte da
liberdade do roraco. A forga jamis pode
persuadir os hom-ns, a qnem, quando roui-
to, so pode fazer hypocritas. Quando os
Res se intiomeltcm na Religlu, em ve?,
de a pioteger, capii-a. Conceda p.s
V. Magistade a todos aloleraiuia civil, nao
approvdodo tudo, como indiferente, se
riu soliendo com paciencia tudo o que D-
os sofreo, e procurando converter us lio-
roen* por huma doce pressltaso.
Os E ciipioies, q' d<>pia ear coinmum oparalUlo de Bossuet, e Fe-
nelon, deio em pi m r o ArcebtSpo de
Cambrai por apstol da loleramia, eo
Rispo de Mea 111 por lium e-p rito ai rehila-
do, mal sofi ido, e inioleante: roas se>e
falla da lolt rancia Religiosa, Ptnelon nao
foi menos intolerante que B is-uet: se se
traeta da tolerancia civil, o segundo nao foi
menos tolerante, que o pi inieiio. Oaotor
de huma Vida de Bossuet puhliuada receu-
temeine, juslifcou de lodo o carcter des-
te grande homem, mosiran 'o por docu-
mentos auilj-iiticos com que dogura, e ca-
ridade accolbia, e protega os Calvinistas
da sua Dioce-i. ainda depois de ie\ogado
o Decreto de Nanlts.
Quanto a osseusescriplos Bossuet nunca
Ilacin ern palie alg ima a queslo da tole-
rancia tal, qual h je a encaramos ; por
jue a-sin o nao r>qu rio nem a control ei -
sia com o- ProfeNtaiiles, nem o e-tado Reli-
gioso e poltico da Frang em o Reinado de
Luiz 1 i, nem as ideas un ver-almente
abragadas por to^la a Europa. Eis lo so-
mente o que encouli o so'ire a tolerancia ci-
vil no dcimo Lvro da Historia das Varia-
ges.
Nao hei mis'er explicar-me a res pe ito
da que-.iao, se os l'i icipe.s chri-ti's letn di-
reito der servir-se do poder da espada con-
tra os seus subditos inirnigos da Ii{reJa, e
sancta doutrina; pois que nesle ponto os
Piotestantes esto concordes com no-o>.
I.utilero," e Cal vino escreverio expre-sa-
mente para estabelecer a este respeito os
direitos, edeveres do Migislrado : e ainda
boje Jurieu, que^ entre todos o auctores
Calvinisias be o que mais acremente expro-
bra Igreja Romana a crueldade da |0a.
douliina, convem nella quanlo substan-
cia ; porque permit* o ejercicio do poI
der da espada em as materias da Religifo
e consniencia, cousa, que lias rilo pode'
pr-se em duvda >em enervar, e empectr
o poder publico. A e-ta doutiina t se
oppe, q', eu conhrca entre s'Chrislos t)s
S-cinianos: finalmente o direito be corlo
mas nao he menos necessaria a modera-
c<>, i)
Bossuet, nao obstante admitlir, que o
poder secular pode laucar mi da espada
em as materias de Relig<>, e ronsciencia
nao pretende auctori/ar o Principe a coos-
tranger os seus subditos a que professem
huma Religio, que elles nao tem por ver-
dadeira: o quequer to someii'o, he asje-
gurar-lhe o direito de reprimir, e punir
os que por hum en.-ino publico se declara-
re m inirnigos da Igreja, e da si doutrina.
Mas em que lempo, e circunstancias atri-
bua Bossuet este direito ao Soberano? Elle
eserevia em hum paiz, ondea Regiio Ca-
tholicaera le fundamental do Estado, 5b
bumRi, quesehonrava : com o titulo do
filho primognito da Igreja, o qual jurara
em :-ua sagracio conservar-llie sprerogHti-
va9, que Ihe as>egura va huma posse de Jo/e
seculo<. A Rel'giio Calliolica izia parle
da Constituicio.- a sua disciplina entrara
no Cdigo da Naci ; pelo que nao se po-
da atacar a ljieja sem abalar aMonaiclu'a :
e quem ousaria conle-lar ao Suberaoo o di-
reito de proteger, e defender hum e-iabt le-
cimento to estreitam>nte ligado f publi-
ca, todos os interesse-, e exislencia do
proprio E-tad< ?
He errto o piimeiro : mas nio be menos
nere-saiia ( acie-c gio. Neste estado de cousas se a Igreja podia
r>l.ini ir aexecuiio das leis, que a prole*
giio;. a caridade, que senip.ea deve ani-
mar, nio Ihe pe miltia invocar a persgui-
go, nem pa-sar alm do que requera hu-
ma del za legitima, ou huma pit-cauco
neces-aria.
Todos sabc'm finalmente, que Bosu t
sempre deo mostras de nao atribuir Igreja
o p >der da espada ; Segundo os seus prin-
cipios nao he Igreja, porm s.ao Sobera-
no, que perlence cpnler pelo temor das
penas teroporaes os inirnigos da R-ligiio;
ena passageni, querefeii, elle concede ao
Magistrado o poder da espada nis materias
de Religio, como cousa, que se Ihe nio
pode recusar sem empecer, e como que
pai alisar o poder publico : d'oude se segu,
que no sentir de Ro-siW as leis, qeiegu-
lo a tol rancia, ou intolerancia civil nao
p rlencem Igreja.
Por isso que os Gatholicos s> mais res-
trictos, que os Protestantes na intoleran-
cia religiosa, quizerio trer alguns, que a
tolerancia civil deve ser mais costosa d'es
tabeli-cer-se entre os primeiros, do queen-
tre os segundos: esta suspeita po desmentida pela Historia ; e assim o re-
flexiona Hime, E-ciilor Iuglez, ou antes.
filosofo, que convida os seos leitores a que
comparem asleis de Ingiateira no lempo de
Izabel Jacob Io, e Carlos 1* oom as leis de
Franca sb os reinados contemporneos, O
Cardial de Ricbelieu, que tu lo poda ousar
conlia os Calvinistas, depois da conquista
da Rochella deixou-lhes toda a liberdade
de ronsciencia. que os Tira.1 tados Ibes asse-
gurava. Por (oda a Europa (aerescenta o
supracilado Escriptor ) nao havia enla
hum s E-lado Protestante, em que os Ca-
tbocos oblivessrm sunelliarite indulgen-
ca. O fanatismo, e excessos dos Ligado-
res lorio solnepojados pe' s d< s Purita-
nos ; e b m podemos oppr a os decretos
de Luiz l4 cunta os Calvinistas, que nao
tormavio em Franca, se nio a minora,
as le* p'omulga las pr Guillierme 3. conr
Ira os Catholicos da Irlanda, que ero, e
ainda sao mais numeosos, que os Protes-
tante.-. Esles lio i e mesmo gozo na mor
paite dos Estados Catholicos de maior li-
berdade, do que os Cal ndicos em mutos
Estados Protestan les. To lavia lie tnnter
ronvr, que os Catholicos nio sao innova-
dores : elles nao invadiio os 'templos
consagrados ao seu culto, nem se Ihe pode
langar a crime o ter pe manecido fifis a
huma Reliuiao, que era a de seus Pas, e
de loda a Europa, Religue, que 11 in a a
lei civil teve o direito de lhes fazer abjurar,
c que acha a stu justifici^o nos uv smo;
......
1


DIARIO DE PfiRNAMBUCO.
3
principios do Protestatismo j por quinto
a admitiir-se ludo qje ?ele, ou ulga-se
ler na Escriplura, poriem reconhecer a
presenca, e a am toridade do Papa aquel-
las, que conforme a toda lradica>, creem
encontrar estes dous pontos claramente en-
senados no E^angelbo.
Quando alguem exprohra a os Protes-
tantes o suplicio de Srvete, queimado
em Genebra por ordem de Carvino as guer-
ras dos Gomai istas, e Acminianos na Hol-
landa, e outras iguaes facaiihas de intole-
rancia jiilgaS elles forrar-se a essss impu-
tacaes coni dizer, que 08 Reformados
riesse teiupo anda concervavaS restos dos
erros, e espirito da Igreja Romana : mas
se elles encontravaS tienta exeroplos de
persigca, devia tanibem de encontra
milito mais numerosos exemplos de hmna
tolerancia cardoza ; e ja que se inculad ie-
fonnardores, ga.iuexcusaveis emescolber
abusos para os converts em regras da sua
disciplina. De mais que extranha contra
dica na5 he estabelecr como principio fu-
daraental da ri forma, que cada liuin he
juis da Fe, e do sentido das E*criptnras,
e qeu em materia de Religia nao sedeve
estar por aucthori lacle alguma, e ao mes-
ino passo convocar synpdo9, e ri-dier
confisses de f s quaes b o brega cea 5 de
subscrever sob penas rigorosas.
A querermos ser justos, (levemos reco-
nhecer, que a intolerancia perciguidora
nada tein decommum rom a intolerancia
religiosa ; porque ella na perlence nem
a o Chri-tiansrao, nem ao Calholeci-mo ;
purera sim tem a su origem nesseorgulbo,
que nao sof e contradica, que encara to-
da a divercidade deopinia rom hum in-
sulto pessoal, e quer reinar sob>e os"sp-
ritos, como os cunsqustadores sobre os
Povos ; e tal vio odioioappar.ee as di-
putas mais extranbas Religa. Quando
em Roma ou em Constantnopla as paix-
es se accendia os homens era5 degolados
por histries. O Imperador Justmiano qua-
si perdea cora por se haver bandeado en-
tre a* f.ccaes do verdes,^* azues, que di-
vida o Circo.
Continuar se-.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores.
Tenho visto no seo Peridico publicadas
as listas dos subscriptores para as mlehzes
familias do Para : porm ainda no li a da
Villa do Cabo, que, segundo pens, nao
he to insignificante, qu- no mereca as
honras da publicidade. E porque no sei
a que deva atribuir este silencio, ent> etan-
to que n'ella tam^em lancei o meo nome,
depois de entregar a pissoa competente o
meo quantilativo, rogo llie me esclareca,
se poder, aesse iespe to.
Seu Venerador e Criado.
O Callista,
Snrs. Redactles.
No increpo tanto ao Snr. Dr. Mendes
a apresentaco do elebre Project, o que
talvez fez pelo seo genio favorito, veixado
de pedidos de S. Ex. Rev. ; sim aesie
-E-Ve I. eRev. Prelado da Igreja Pertiarobu-
cna, que muitn seempenha para mostrar
vinganca, indigno protedimento de hum
Pastor de Jezus Christ-. Pe tende S. Ex.
Re, forca de rogos arrancar a C co Capitular, empn gados da Cathedral
de Olinda, onde ha toda comodidade, pa-
ra os colocar em Igreja alhia, fA a de
arranjos necersarios para asfuncc,5es do
Cabido, emhumaCniade de grande luxo,
e populaco, onde todos os Empregados se
aprezentio com limpeza e decencia, pois
qu teein ordenados suficientes, eos Revs.
Conegos, a excepcio de alguna, no po-
dem teramesma decencia pelas sua* mais
que diminutas congruas, sendo a de cada
huma Dgnidade existente 3200, Conego
2400, emeio Prebendado i500, e*aqui a
congrua, que se d ao Senado da Igreja
Pemambucana, eque nao ciiega para a
primeira necessidade d vida, quanto mais
para pagar oaluguel de huma ca* decen-
te ? Nada do exposto ignora S. Ex. Rev. ,
que'como gosta de pavoitadas, ostentacio,
eb-zolia, dezeja apiezentar-se com o seu
Cabido as Ponlifica**, ou festividad- s an-
da de ninto. Qu^ro Vros. trarisp.ssar
estas quatro linhas mal trac-das na sua in-"
signe folha, pelo que Ibes ser obi igado
0 Seu Venerador e Criado.
QSineirodaSt?.
Snrs. Redactles.
Quera fazer-me o obzeqoio de respon-
der ao Snr. Curioao, que Ihefez a pe.guii-
tinba publicada no seu Diario de 6 do cr-
renle, N.-99, que se elle dezeja instruir-
se as leis e costumes do noso Paiz, me
lhorser ir estudar na Academia de Olin-
da, 00 aconcelhar-se com algum bom A 1-
vogado, do que aier urna tal perguntinba.
que tem outro fim.
Que he falso que o Engenho Algodoaes
f.isse. arrendado pela AJininatracio dos
Hospitaes, mas sim antes desta exi-lir ; .e
pelo Regente do Hospital do Paraizo o Sr.
Padre Leca por 9 anuos a Joze Felis da
Rocha Falcan, ecom aprovacio doEvcel.
Mrquez do Recife, como consta da escrip-
tura ceK-brada no cartorio do Escrivo Cu-
nta.
Que es'e arrendamento poiucipioq em
Main de i8a9, e no anno seguinte fui tres
passado por aquelle rendeiru para o actual
com o ci'iisentimento, e aprovacio dos
mesmos Snrs. Regente, eMaiquez, como
cou-ta da rscriptura celebrada 110 cartorio
doE-crivo Cuelbo.
Que o nico que oferceo 2:000^rs.
de renda pelo referido Engenho Ib i Amo-
nio F-bic de Mendonca no anno d" i834
para desf^itear o actual rendeiro por ler es-
te repiesentado a Adn.ims raco dos los-
pitaes contra o uzo que o dito Fabin esla-
va fdzeudo das tnattas do mesmo Engenho
sem consentimento da ^dministragio.
Finalmente que he muito suspeito o <>f-
ferecimento de a:000^ rs. f>-ii< por um
eieo, que est de po-s-1, etem peitencs
a grandes porcS' s de terrenos daquelle En-
genho : be muito zelo .' Poda dar niaise
mais
I l I
Son, Snrs. Redactores, o
Inimigo de intrigantes, e de intrigas.
Illust. Sor. Incluzo remeto a V. S.
a relacfo dos nomes das peasoaa desia Co-
marca, que sobscrevero a favor das fami
lias d>> Para. Importa a subsrr co toda em
396^840. Vio duas cartas de urdens;
una do S S- bastan An'onio Acciole
Lina da qu.ntia de 52^000 pira V. S.
mandar leceber do Sr. Jo. Bapiisla Rran-
co, outradoS'. Man->el Joz d'Ca-lro. de
20^000 pira oSr. Manuel Concalves da
Silva.
V. S. far o favor rereber do Sr. Anlo
nio Jo?. Thexeira Bastos, 344v5&840 ruJa
qoantia unida as duas ordena, p re fas a
quantia de 396^840 total de toda d sobs-
ci icio. Esta irapoilamia foi recebida a
1:4 iO o patacio.
D-os Guarde a V. S. por mnitos nnos
Rio-formoso 28 de Janeiro de 1836 Illm.
Snr. Domingos Affonco Neri Fer'eira,
Thezortiro Geral da Provincia. Manoel
Teixeira P ixoto, Juil de Dtreito e Che
fe de Polica da Comarca do Rio-lormo-
so.
Relaco dos nomes dos Snrs. que subscre-
vesio a tieneficio das familias infelices do
Para, tirada pelo Juiz de Direilo da
Comarca d Rio-formozo, tendo-lhe a-
iudado a tirar a dita subsc icio, o Re-
verendo Snr. Vigario de Unna Joaqoim
Joze de Azevedo, e o Sur. Z-ferino da
Cunha Bastos, e Antonio de S. Tiago
Paes de Mello.
S basliio Antonio Acciole Lins 32^000
Zeferino da Cunha Bastns------ 50,2)009
Mancel da Cunha Bastos..... a4$000
Jo?o de Rallos Soaies........ 20,^000
An^nio 4a Can ha Basi'oi..... aO^OOO
Manoel Teixeic Peixolo..... 20^000
Manoel Joze de Castro e Araujo 20.^)000
Manoel Joaquim d.. Costa..... 20^000
Henriqae I.uiz de Almida------ 16-S000
loio Joze Marques de Araujo.. i6ft000
Joaquim J0
Padre JozeLi|iz da Cunha Ras-
tos........|............. 12^000
Joze Joaquim de Aluv ida..... i0^>080
Francisco da Rocha Wandertei i0>080
Evaristo da Co-ia Leitio...... i0$000
Cust odio Gom Ferivii a..... 8,^000
Manoel de Barros Lindozo..... 8)000
Elias dnsSant >s Sda........ G^tOO
Joze Luiz da Silva Guimaiaens. 6^00
Francisco Antonio da Silveira
Monteiru................ 6$000
Francisca Luiz de Abren..... .^^"GO
Fianci-co V.onleiro'de Azevedo 4<2>000
Joze Alexandre de Soreltos------ 4-2)3aO
X). Mara Aciole............ 4#>320
Jo/e da Fonceca Guimaraens
Jnior................... 4&000
Joaquim I'/e R-beiio........ 4000
Franciscn de Goveia e Soasa. 4'&000
Joze Pereira Lins............ 3&000
D. Ignacia Lins de V.noza... 2&H80
Joaq uim Tlieodozo Pe- era. .. 2^880
M-noel Ferrio Gstelo Bico. 2^880
Antonio Velozo de Albuquerque 2.J2>80
Joio Pinto de Moma......... '<&)K8o
Lino Pinto da Silva......------ 2>88o
Francisco Machado.......... 2 Joaquim Pereira la Costa..... 2$b80
Ma-o"! da Mola Pinto........ 2$'oO
Joze N-berio............... 2J)000
J,.o Felis____............. 2$000
Agostinbo Lucas............ 2^000
Francisco da Silva Leitao..... 2JJ000
Joze Goncalve'-de F-rias...... 2^000
Joaquim Elias de Almeida.... 1$920
Fi'.nci-cu da Rocha Calado... i)44o
Manoel IgiSacio de Jezu-..... i^40
Joze Maria de Mreoa....... I&440
Antonio Jo/e Gomes de Almeida i)4 iO
J..o Francisco dos Santos..... i&40
Antonio Pereira de Albuquer-
que..................... i$i40
Joze Jernimo da Silva ....... i^'i40
Joze Francisco Rib-iro....... i$i40
Fiancsco Joze de Sals....... 1^000
Antonio FenanHes da Rocha. j$000
Anlon'r. Bu'tsla P.-nora Verde. $960
Joze da Rocha Rodrigues da
Costa................... $960
Francisco de B.rrros Pimenlel. $960
Antonio Francisco Diuio...... $320
Soma Total. 596$840
Do Jornal de Lisboa intitulado Re-
vista de 29 de.F-'erera de 1836 N. 3g.6
ext'abimos o siguite:
Cedendoa um impulso de ralantaria, e
de Ju liga leproduzimos nesta folha o se-
g'iiuteannuncio, que te tem lido em qua*
zi todus os peridicos da Europa.
AVIZO.
Mrs. Laura Hunt de Braadal'ani,
no estajo deNew-Voick (Estados-Unidos
da Ameiica do Nnrl<) notifica ao publico
pela via do peridicoAmsterdam intilli-
eenter; que o seu marido Josias Hurat,
abandonou a sua mesa, e a sua 1 ama, e foi
para Paiz>-s desennhecidos. Por tanto a
inleie-sada prohibe a todas as donze'as, sol-
teiras, de maiov idade, e viuvas de qual-
quer cla>se e condiviu, que com ella se u-
nam por contracto matrimonial, 011 de Ou-
tro qtialquer modo, debaxo das penas im-
postas pela Ley; e ao mesmo lempo supli-
ca instantemente a todos os Editores e Re-
dactores ile q" Jqr pe odeos do mundo, que
nelles in>irioe'ta noticia para conhecimen-
to dos seusl-eitoies. -
A VIZOS I A K TIC U L \ R ES.
O Bachapel Joo Maria de Moraes bro
poem-se a advogarem us Audiloiios d sta
C ladeno civel, eciime : as p?.soae. i|ue
quiserem otliar-ie de seu servico nesta
paite pode 111 procura lo as casas de sua re-
zSd> ncia D. 5 no Baur<> d. S. Antonio,
bec> ''o pe;xe frito, 2." ou 3.* andar.
*/^ Pifcisa--e de um raixeim para
venda qie seja babil e enteoda d^ vender:
na venda dt fronte di*. R beira de Rua-*ita
D 30.
*jry" O' Administradores casa do fa-
le.-cil" Jo/e Francisco da Costa tendo con-
V'Cado os S'irs. rredores a raesma para se
reunirem no di 4 de Maio, virio de facto
qiiealguns S -ohores comparecero, e pro-
duzin lo la--s ponderosas, loi unnime-
mente concordado, qu- te-idin lo alguns
dos ditos 8nr*. credees fora da Praga, e-
ra justo e necessario convidallo-por carta,
ou a compaiecerem pessoalmenle ou DO
niearemqoem os lepresentasse, e por isso
anda ter logar nava ronvoca<;ao que ser
devidam<-nte no da 16 do con ente, com
Indo todos s Snrs. iiileressadusque |ie:ten-
derem -aber qual a estado daquella < asa e
adnnnislraco, poden, dirig r-se a Joaquim
doSouza pinto, que 0 guarda de lodos
osdocuimntos lelalivos.
Rita de A'meda Costa.
Joaquim d- Soitaa Rinto.
Fiancisco d^' Paula Pires Ramos.
sobra li putei a em urna casa terna sita
nesta Cidude. com cha s propri>>, e s in
embaraco algum. d-se u piemiu vi.lia-
do, e a hipoteca por 90 das: annun-
cie.
iry Joze Joaquim de Figoepeda mo-
rado, na Ci lade d'Olnda, e p.esen-emen-
le-clia-se residindu rusta P'ca do Recife
narua doCollegio no i.'aodar onda mo-
ruu o Tnenle Coronel Manuel Cavalcan-
te p-ir eslar cuidando de suasaude &e.
HW Qaem precisar de um Pui tugue?!
de boa conducta, que sabe ler, escrever e
rontr para administrar ou para feitorisar
fasendadealgodi., ou Engenho. ale fabri-
car a-sucar, procure na Cidade d'Olinda
no Convenio de N. S. das Neves, da or-
dem de S. Francisco se dir quena perten-
de- J T
ajry O Encadernador da Praca da In-
dependencia ven lo na Gazela UniveiSal
um anuunrio em c--mo segunda f ira tera a
venda o Peii--dico por ttulo Patuaco
na sua b-ja, d verlo (|ue nao o vende; pois
que nio foi sabedor por convenci de tal
peridico.
a/y Quem tv.r urna casa de um an-
dar no Burro da B>a-vista e a quira alu-
gar, dinia se ao atierro da Boa-vista D. 48.
lado da Matriz.
ajear- Quem annun^iou quere> comprar
um cofre pequeo de ferro procure na ra
da cadeia velha loja n. 2.
ajry Ouem tirou do Coi r- io urna carta
viuda du Rio di Janeiro, para Francisco
Gomes da Siva Pereia Juni r, quera ter
a bondade de a entregar nesta Typ- ou na
sua oa>a no atierro da Bna-vista D. 54-
ajry O abaixo assignadp avisa aos Snrs.
Joo da Silva Sanios, e outros que arrema-
taiao seus b-ns pela injusta execucio que
llie fez Joze Luci Correia, que est de re-
tirada para Fraofia, e bem llie podem em-
bargar seus bens; poique o annunciante
tem de haver a si os bens; que injustamen -
te se Ihe arrematarn, e tem documento
em como no Tribunal S ipremo be julg'U
falsa sua execucio, e arremalaglo.
Thom Antonio Martina.
I/y Joaquim O. EUter avisa ao respei-
tavtl publico e aos Seuhores st us f egue-
zes que elle mudnu-se de n. 4 na r'a da
Cadeia velha paia B." l4 na mesma ra
defri.nte do Snr. Baiio, leudo n'esta casa
a fabrica e a loja de chapeos e o seu escrp-
torio e continuando a vender chapeos in-
gezes, hamburguezes. e fabricados no pa-
iz em boa qualidada e a prego-, cmodos.
ajljp D se 400$ reis a juro- de 2 por
cento com b>>as tirinas : na ru d<> Livra-
nienio sobrado du padre Joio Tavares de
Hellu junto a Botica do B andio.
a/y Da-se 800$ r-. ju cento, sobre bipulera de predio: neia
nesla TipografiH >e di> quem d.
a/y lisiase fallar au Sur. Antonio
Manoel E? te vio para negocio de seu inie-
resse.
~r-


R R N A M B C O.
NAVIOS'A CAII(ja.
Par.v Ainsterdam
Sihe t 8 dewao a Barra UolLndcsa
Zevean, Cap. Van Dncsieiu.
Para G> nova.
tt^ Sabe at i5 <'e Mio a Polaca Sar-
da Marianna, Cap. Oudeco, Ion .Id d ro-
bre e n.ni veleira. Quem nelias quiser
ca negar ou ir de passagem dirija-se ao
seu consignatario A. Schramm.
Para Loanda.
t9* Segu viagem o Berganlim Mathil-
Vs, de superior marcha: quem no mes-
roesmo quiser carregar, ou lr mientia-se com stu C*pio Joze Xavier
Viauna.
COMPRAS.
'Doidmil p> z de limi) de viveiro par
rerra : na ra Dueila D. 34, ou na Boa-
.vista a Litar com Adriao Joze dos Santos,
ou annuncie.
?^ Larangciras em viveiro: nos lu-
gares assirna.
*J3F" Um cao de filia, quer] grande, e
quer pequeo, com tanto que soja de boa
raga: no pateo do Hospital do Paraizo D.
16.
PERDAS.
Uma'Lanxi Garopera chegada do'Rio
de S. Francisco, ancorada na praiadoCol-
legio, muito bem construida e qu .si nova,
de superior marcha: abordo da meara a
a tradar rom o Meatre.
f& Um quai tu rudado,~Varnu proprio para carga ; na ra do Cabug'lo-
ja da esquina confronte a Matriz se dir
quem vende.
, fJT^ flelojos de banca, dourados, e mo-
derno rom corda para 20 das : na ra No-
va D. 22.
Vjgp Bixas de superior qualidade rhc-
gidus ltimamente de Lisboa por preco ca-
modo : na ra do Rosario estreta L>. 16,
na venda junto ao bero do Rosario.
fjr^p> Um realejo rom 26 pessas de m-
sica por preco comraodo: abaz da I .Veja
dos Martirios cas3 de trez rotulas verdea.
Vfr* Um es'ravo do gpptio de Angola
mosso, bonita figura, proprio para qual-
quer trabalho laborioso: tu ra da Cacim-
ba armasen) n. 5.
IV Rap novo Princesa da Bahia por
preco rnni'o cmodo : na ra do Queima-
tlo loja de Euzebio Pinto & Comp.
Iry Um cofre de Ten o pequeo com
duas chaves e feixa com 3 lingoetas : na
venda D. ao defronte da torre do Livra-
menlo.
%y Um caxorroMe filia de muito boa
rapa: no sobrado de Francisco Pedro Sta-
res Brando, na ra do Hospicio lado direi-
to.
X^Charntos;f buco, de muito boa qualiddde, e por pre-
cocommoilo, em porco e areladlo: na
tua Nova D. a8 pegado a Bot ica.
*#^* Azeitede carrapato t-m porco de
caadas: na 1 un do Fagundes 1). 8, pri-
m iro andar.
fcJP1 Uma negra da Costa anda rnocja,
por preco cmodo: na ra do Rota rio es-
quina do^eco do pexe frit<> 2.* andar.
yy Na ra do Rosario I). 11 tin che
rado prximamente de H rnburgosed.'S 'le
todas as core, ede muio aperioresqualt-
.1 tde.% para chapeos de sol, tanto para ho-
,iieirr, como para senhoras, assim como di-
ta decores e lavradas para vestidos.
|fy* U01 carneirinho muito manco pro-
cpriopara menino : na ra do Hospicio ca-
a casa junto ao lampiio.
yy Vende-se, ou higa-se urna pada-
ia com todos os seos pertences: na ra
^0va loja de chapeos n. aS.
yy Cdigo Criminal, dito do Proces-
t Regiment da Justica: na ra da
# i Yelha loja de J. C. Ai. es
Una porco de ouro em obras; na
Tipografa d iu.. Dteia l). ao.
V&* Um niolntiolio de 9 a lios, sem
achaque nem t.-o algum proprio pal*
qua'quer <>ui4w, o qu.il se vende por u< ees-
silaile: na ma di. Livramento sobrado do
p.-dre Jnio lavares de Mello junto h Botica
do Brnoiio.
*Ty Resmas d- 8j quad?rn*>s- de-opli-
nio p^pel paiaeui! iilho : ii.t ruadas Flo-
n, ras pintada d aniaiellf, c com \i-
dracas n-ts portas migrae,
V3^ Um esrrnvo ci !()'> pelrnio, nos-
so: no alieno d Boa-viste, segundo an-
dar do sobrado D. 58, onde mura i'.-ro-
nel Brederode.
^C9* Urna porco de camisas de mada-
polo, jaquetas de varios padroens, calsa-
do de estopa, lensos dex'ta de marca grade,
e um jaqu para pagem: no tterro da
Boa-vi'ta D. i4, 1. andar, por sima da
venda de Joo Teixeira de Souza.
Y&* Um bilhele da Sociedade Ingleza
de Lisios por 10 per cento de rebate:
quem quiser annuncie.
19" P*ra tendtr ou fretar o patax
Bella Unio de lote de i20 caixas, novo e
promptod'aparelhoa seguir viagem: quem
quiser dirija-se ao seu CspilSo a bordo do
mesmo fundiado na praia do Collegio, ou
na ra do VigarioN. 12 a Nuno Maria de
Seixas.
%:y" Os verdadeiros e genuinos poses
ante-biliososje purgativos pieparados por
Manoel Lopes na Corle do Rio de Janeiio. e
tambem a pomada para impin^em : na
pr \py Vende-se, cu troca-se por algu-
na rasa*de,sobrado, e terreas nos Bairros
do Recfe, Santo Antonio, e B>>a-vista, ou
arrenda se um sitio perto, por ser pouco
adiante da Igreja dos Aflictos, com cbios
pioprios, fenle murada, e todo o miii cer-
cado de limo, decente casa de vivenda
coa solis), e uffi.entes rommodos para
familia, toda en dragada, boa sanzala de
pretos, cocheira, casa para ftitor, estri-
baiia para trez cavallos, ludo de pedra e
cal, grande pogo, e muitos avvoredos de
frotas, em alinhamento: na ra do muro
da Penb.i sobrado de doU andares D. 18
das 6 as 8 horas da manh, e das 3 da tarde
em diante.
WT 6 pianos rhegados ltimamente,
todos de superiores voses e conforme a
qualidadej dos precos dt 300,^ at 450$
res: na ra da cadea vrlha n. \,\.
%& Rap prince/.a de Lisboa, dito da
Bahia, dito areia preta, cha his^.n, dito pe-
ro|a, e aljojar, em libras, excellentes pi-
rlas da familia, em frascos de 100, com
o competente folhelo, boas b x s grandes
e roeaens, eouhas inuitas miud-zns, por
preco cmodo, e mesmo a trocodejnoeda
Imperial de 80 -40, e de 20 r.is : u'a Pica
d.. Independencia luja n. 20.
jrjy Urna preta da 18 annos, sabe co-
zer, engomar, eoainhar, e todo o sprvico
de urna casa, urna molatinha de l6anms,
bonita figura, sabe coser, engomifr, r.si
nliar, e oiima para ama de urna casa por
ter bons cottmnes : na ra do Fogo L). 1 1.
19~ A obia deVeite em 5 vulumes:
no atierro da Boa>visla D. 19.
IT Na Typogralia Fidedigna ra
das Flores, e na leja do Snr.|JoioCardo-
zo Ayres, ra da Cadeia do Recfe pira
vender diversos follietos para a Inslruccao
primaria; diversas cartas de convitej iii 1 he -
les para garr.f-.s dejlicores, vinhos. e pia
Botica com diffoientes tarja, Diai ios Nu-
ticos; Aun Jalas, e rrocu 1 acoes bastantes ]
Letra, e Conliecimentjs ; divernoa taboa-
das, e caitas de yl!nbis; o Ervimo d^s
S-nboras, o Bom Om.-m Ricaido: Resu-
mo de Mtbeologia, Oraci do Monte S r-
rate, e muitus ouliua inpresaoa lodos por
preco coudo.
j^r* (Jma tarfarugi grande, e v.rd.i-
deira : na ra do Raogel I). 39.
tJP* Uiii escravo cri. caimceiio, ctraballia iuOIim. ; -mi omm
de Unario Altea, na roa da Gfoia Olara
do Corturoesc dir (juem vende.
|ty 5airoubsde tapico simonte em
latas de meia arrouba, de superior qu|idn-
de, e vinda prximamente da Bahia por
prego commodo : noarmasem de Antonio
Joaquim Pe eir junto da Botica do arco da
Conc iyo.
%W* Um mulato, muito possantc, p-
timo pura pagem, e sem vicio'algum : na
/,U da na do Crespo n. 3deTbomazd'A
(juno Pinto Bandera.
^cy 1 df dejacaradd. 18 cadnraa
dito, 2 banca- dito, 1 di(a de rhi dito. 2
Vaina de cri tal dertir, 4 mangas d- vj'dro,
1 m>'t* de 1 ntaV l'amaiallo, 1 aparelho de
lonc I'igeza para fautar, 1 dito para 1%
pea>flf*,. >ie poiCelaina dourada. 1 pa)n-
Ihn de cha de ca q 'tilia ingle/.*, 1 rama
de razadd com clxes. [e cortinxlos, t
camii iio oe hum/.e de quiltro gl l).s, i
|2iirda roi'p-t de mareilo, e um. cama
o' ang'co : quem pertender qiali|uer dos
i bjt cosa.ima, dilija se a e t.i Typ grai.
X"^* DtiHS eat'MVaH mocas de b nilas
fijjuc.is, engoma liso, co-e 1 han, roninha >
Ulario de i,nn rasa, e inva bem d<* varrt la
e faba : 110 arm( m de carne de tinas
portas a ilbarga do arco de. Lauto Antonio.
|i_9 Bolins de Lisboa muio boa quali-
dade, cpalos francezes de marroquim e
setim para Senhora, rap d'areia preta e
princezada Bahia, penas d'asso em cartei-
ras com seu competente cabo, e'miudezas
de todas as qualidades : na praca da Inde-
pendencia, loje N. 7.
>ry Umcavallocastanho de muito bo-
nita figura, muito bem feito com todos es
andar*, sem manha nem achaque : na
ra estreta do Rozario, D. 18.
5* Folinhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente anno de 1836, por precio
commodo, na Prac;a da Indeppn-
dencia, loja de Livros N. 37 e
.'38, e na rna da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
FURTO.
No da 7 do corrente furtario do sitio
do Doutor Jacobina um cavado me'.Jo,
cornos signaes seguinies : dinas biauc.t?,
um tanto pequeo, carrega liaixo, est|ui-
pa, bastante pacjai inheiro com 6 para 7
aooos d'idade : quem o aprehender, ou a-
char lere-o ao dito sitio, quesera bem re
compensado pelo rfouo.
ESCR A VOS FGIDOS.
Joze, ca beca grande, feio de fecoens,
muito picado de l'ixigas, e'tem um talho
desde o alto da cabeca^ al o fina do b 15.
imito ao nariz, biixo < groco lliofl p-quenos. e representa le 35 a 40 an-
uos; fgido a 3 do cor.ente : osapt.lien-
de lores levem-no a rna daCtciml.a n. 5,
2 andar, ou noarmasem 0o meamo, que
bcio recompensados.
jt^ Joo, sap-teiro, de *$ annoa, cam-
bado dos pez; estatura ordina.a, fug.
do no da|29 de Abril do corrente, com cal-
a de lo il hranco, e camisaTde riscado asul.
os apr.hemledores levem no a ra de
Bomtim D. 9 que serio bem recompen-a-
dos.
V9^ Manoel, naci' Ang.]a, altura'01-
naria, cor fulla, com f.lta de denles, na-
rii grande e regacado, descaderad--, pez a-
palbelado; fugio do sitio do Anai.l no
dia 6: os prehendedores, ou qualquer
pessoa que o pegar levem-no ascSenhor
Jlo Crios Pereira de Rutg 19 Ponte de
Len,na Pracinba do Livramenio.
*y Gerirudes, e Joaquina a prime.
ra alta gotda, e de cor- fulla com as juntas
daspernaa e pe/, um tanto en.xada j na
peina esqueida ao peda junta do p te\e
urna leridt, en* oielha e querda. tem por
rietra. um pequeo canteo no lugar do
brinco: a s-gunda seca e alta, ti-heco de
cor fulla, cara escamada, mitas de Ango-
la :osaprehendedoieslevem-nas a C-mho.i
doCarmoD. 10, que seio generosamen-
te recompensados.
*sP~ Manoel, angola, alto, corpo regu-
lar, com una marca de anti>;a s catria so-
bre a macaa doro lodo I ido di.eito ou so-
breo canto do mesmo olln. pez pequeos
eo dedo grande do esquerdo mais unido
aosoutros, e as juntas dos dedos grandes
dos pez mais grossas, olhos averlhados, ca-
ra redonda equebraalguma cousaas cadei-
ia quando auda; fg0 a 5 de Mio de
1836 ; os npieheudedores Kvem-no aoa
Ierro da B >a- vista D. 9.
X9* t'ni 4 d" corrente fugio um mol^
que por ome Tito com os signaes s,egun.
les : seco do corpo, e bem preto, de naci
caUiuda eanda sempre gingando, olh\n
veimelhos, lev >u cNa de brim eseinca.
mist ; os sptfhen ledores lerem-n a rua
da cadeia do Recfe ti. 14, ftbtca decht.
peoarlej. O. Klster, queserin bem grt.
hiados. O dito mol. que fu'loo no dia 2
rio corn nt<*cinco roldec de prata que v<;n
dfo oro ci-iie-za a um Sur. vendelho,
nn-'ieiido as resht.ir: ellas lem a maic
OE.
tf3T* Joaquim] rrprerta ter 36 an-
uo-, hmo cor lulle, estatura rrguh>i, Min
barita, lem um c.roa n ci-beca dxarie-
gar peso, eqoamo fugio idis.se q ue bil> pa-
ra o matto trabalhai| .cil.0 ieur; fugio
no dia 19 de Marco do corrent e bm sprehendedores levem-no a A nut G'n.
Calves dos Santos na pra rii.ha o I ivia-
ment loja D. 19, que rectbii E^rtis
de gratificado.
Mara,' crila, alta, rrr'r t't fr-
po, urna sic.ilrizj 11 itilo, fll'l aleijadadeum dedo. n< rqrtitij iu.
gio no dia 27 dej h\\\x! (t i]i res levem-na a roa' Diicita prdaria D. 6,
que serio recompen sidos.
Calharina, cri ola, rosto cheio de
marcas de bexigas, alta, comas pez e maoa
foveiras de calor de ligado, de ordinario
anda calsada, e bem fallante; fgida no
dia 8 de muco: os apr< (tendedores levem-
na a tua da cadeia do Recife n. 59, que te
gratifcala com 50$ is, e promete-se
nio proceder Contra quem a tenba oculta.
Severinn, cabra, 16 anno, espi-
g.'dodocnrpo, cara larga e meia redonda,
olios na flor do rosto, nariz algum tanto
chalo, cabellos crespos, e ruivos, mise
pez delgados, perftas finas ; fgido em o
mez de Janciio p. p. do Bngenho Matto
Grosso, freguezia de Serinhaem : os apre-
hendedores levem-no ao referido Engenho
ou nestrf praca no paleo do Hospital do
Paraso D. 16, que receber5 30$ res de
gratificaco.
Taboas das mares chcias no Pono de
Petnambuc.
24Segunda
=-25-T:
a6 --Q:i
4 27-Q:-^ -
28-S:- .
a9 -S:-
-D:
i -
0b. 54 m
1 42 i
2-30 m
3 18 > Manh
4-54
5-1S 1
6- 6 a
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio saludo no dia 8.
HAVBE; Barca Fraoceza G..i^ Cap.
Francisctt Lqus Augu.-to da Silva Recoorre:
varios geneos do paiz. Passageiros 7.
ERRATA.
No preco correle de sabbafo DO pre?^
dortS-ncar em lugar de S3 i$5t Os lea*
i$a50.
Com este Diario destribue-se
boje o N. 1.3 do Peridico Coiieti-
tuic,o e Pedro Segundo.
PK.t. NA TIP. DO DIARIO. lii


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