Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05503


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Full Text

vNNO DA 1836. ^QUINTA FFIRA

5 DE MAIO N. 98.
ii was
DIARIO DE
Pbrhahbdco
, i Tvr.oaM. F deF*aiA. 1836-
DAS DA SEMANA.
Secunda 8. Athanazio B- A. Ho* Js. do Cr. de m.
eTt.ses. da Thezourar.a Publica, e Chae, de
3 Terca Invncao da S. Cruz. Anniv. da lnst- daJ
/.ssembk-aGeral. (G. Gala.)
4Quarta S. Monica Viuva scs. da Thc. Pub.
5 Quinta Co.nv. de S- Agosl. Re. dem. aud. do J. do
r, | t JoJ ante p. es. da The*. P. aud. do J.
de o. de i. > a v r
7 Sbado -. Estanislao R. Re. de m.e aud do V. O.
detemOMnda. Qm.as9h.49tn.dat
8 DomingoiApparicao .le S- Miguel Arcanjo-
TYdo acora depende de nos meamos, da aOMI>pni
deiici. moderac?... e enere : OMttaMMittM
<;o eutre as Nacoes mais cultas.
Proclamado da Jf.mbU Otral do Braiil
Snbscrere-e a lOOOrs. mensae ptgoaHUnUdoi
B" T por.h.. na Frac -la 2SK
r .- SS ^ onde e recebem correspondencia le^ai -
Lm V.n..U.,o.o.; insenndo-e *.!. cratli .edo
d.i proprioaaMigiiantea, e rio* aasifnadot.
CAMBIO.
Muio 4.
liOndres, 39 l|2 Da.. St. poi 1 d. ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa) por o|o premio, por metal, >om.
Franca.34o -240 Rs. por franco
Rio de Jan. a> par.
Moedas de 6400 W.9M
40W) 6..: a 7.,000
Petoa l"4w
Premio da prata 50 p. o
da< lettras. por nit* 1 2poro|0
Cobre 2 por cento de ocsconto
P HTIDA DON COKKKIU.
Olinda _Toilos o> das no meio da.
. GoUiia. Alliandfa. Caraiba, Villa do Conde, Ma-
nuiit'i,i|>r. Piar, Real de S. Joo. Brejo d'Arei.
Kainha, Pombal, Nova de Son xa, Cidade do Natal.
Villa* de Goianninha. e Nora da Prineexa, Cidade
da Fortaleza, Villas do A t)uir:> Monte mor novo,
Aracatv Cascavel. Canind. Granja, Imperatriz,
S- bernardo, S. Jniio do Principe, Sobrar, Novad'
ElRev, Ico, S. Matbeus. Re-chodo ;ngae. S.
Antonio do Jard'nn, Quexeramohim. e Parnahiha
Secnnda e Sextas feiras ao meio dia por via da
Paraiha. Santo A ntiio Todas as qiiin-8 feiras o
meio da. Garanluins. e Bonitonos .lias 10 e !4
de cada mez ao meio di. Floresno dia 18 de
cada oiez a" meio dia- Cabo. Serinliaem. Rio Por-
mozo. A?oa i'reta c Porto Calvonos das 1, II
e 21 d- cada mez. Serinhaem, Rio Ftiriiiuzo, e A
roa Prcti-Seeiinda. Quima, e Sexta fciraa.
PARTE OFFICIAL.
wt__________,-------------.
%ERNAMBECO:
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta i7. da Sessa ordilria da Assemblea
Provincial de Pernambuco aos 27 de A-
bril de 1836.
P'esidencia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Montero.
Feita a chamada as horas do cosame,
acharSo-se presentes 27 Snrs. Deputados,
fallando com causa parlecipada os Snrs.
Dr. Baptisla, e Selle ; esem partectpacio
os Snrs. Padre Gama, Jme Ramos, Mo-
raes ancora, Joaqaim Fiaocisco, e Dr.
Manuel Francisco.
O Snr. Presidente declarou aberta a 8*
sao. r .
Lida a acta da tesso antecedente toi ap-
provada.
O Snr. 1. Secretario deooont* do ex-
pediente, o qual eomtoa de bum oflicio
doExm. Presidente da Provincia, leimt-
tendo orelaloii' do Juz deDiieito da
Comarca de Nazareth, do que icou a As-
semblea inleirada.
O ti tro do raesmo S ir. enviando o re-
Jalotio do estado do Collegio do* Orfos, e
fazendo ver a neces-idade de organisar-se
os estatutos para o mesmo Colegio : a As-
semblea decidi que fossero e-xs papis
enviados ahuma Commis-io especial; e
assim comotiibera as Cont nio dos ditos 01 los, mandadas pelo mes-
mo Snr.
De outro do ;nesmo Exm. Presidente h-
zendo ver a Aastmblea que e"m br.;\e t-alis-
far arequisiclo de hum Snr. Depulado,
relativa ao plano das Milicias fcilo pel<>
Brigadeiro Andreas; ficou a Atsemblea in-
leirada.
De huma repteentacio da Cmara de
Pao do Alho queixando->e do Collector
respectivo, a qtial foi remettida Comnii-
s,o das proposlas das Cmaras.
Demais outro oieio do Exm. Presi-
denta da Provincia acompaohando a in-
formaco do Juiz de Direito de Flotes a-
rerca da reptesenlaco dus moradores da
Villa da Assumpqo, o qual toi a Com. de
Estatislira.
De hum reqoerimonto do Prnfe-sor de
primiiras Letras de Goianoa Antonio M-
ximo de Ra ros, o qu.il Li para a Com.
delnatrucclo Poblw.
De outro de Fr. Joo de Capri.stano,
Religioso Fianciscano, que foi a Com. de
petic6e*.
Te v a 1. leitura o Projecto do Sor.
Depulado Francisco Joze Coi reia sobre a
divisaS da Parochia de Paj- de Fio-
es.
A Comrrii,s.5 de S-iude Publica sobre a
pertenco de Antonio Pedro dos Santos,
que de'zeja ser examinado em Funucia,
iu'giu nao ter lugar, avista do i3 do
art. 1. da Lei de 3 de O-itubro de 183a;
e assim foi approvado.
A mesma Gommisso deo igual parecer
sobre o requerimento de Luiz Antonio
Roza, que pe tenda o mesmo : tobemfoi
approvado.
A mesma Commi-so sobre o requeri-
mento de Angelo Custodio do Sacramen-
to, julgou que a sua pertengio fosse en-
viada a Com. de Fazenda, a qnem o ne-
gocio compele ; e assim se approvou.
' A Commissio dos Negocios das Cama-
ras solire s Postutas da Cmara desta Ci-
dade foi de parecer, que entrassem em
discussio com as emendas offerecidas pe.
'.a mesma Com. : fui approvado.
Passundo-se a orden do dia, entraro
em di-cusslo as Posturas da Cmara do
Brejo. No art. 1. foi approvada a emen-
da de sup.esso offe.ecida pela Commis-
s. ,
O art. a. foi approvado com a altera-
do da Commissio, e emenda do Sur. Dr.
Britto que em lugar das palavras para
o sustento dos presos pobres, diga-se pi-
ra a despeza d Cmara Muutcipal.
Entrando fm discfls o o ait. 3. o Sn>.
Peixoto deBrito fez o M?guinle requeri-
mento, queentrasse tiohem em dwcussaO
bum art Sobslitt.livo cll-reci 'o lova-
mente pela dita Cmara, eapprovido pa-
la Commissa : aprovado o .e<|iienmento,
0 Snr. Padre A/.vedo nMndot 1 s 'guma
emenda A nit^iieoi he concedido crear
ou conservar na Villa, e mais p .vr.aco.-s
deste municipio gado cibioru, eov.lhnm;
eosque omnlraiio o'.rar. 111, s^ fre ao a
pena .de 320 nis por oabeca : fui regeita-
da emenda do Sor. Azevedo, approva-
do o art. subiriiiitivo.
Oatt. 4. foi approvado rom at emendas
da Com. e regeiladas as emendas do Snr.
Azevedo supriuia-se a p.laviM Marco, e
diaa-se no m.zdeJunho, e a do Sor. Pe-
zoto-em lugar de Marco, eJunhoj dga-
se Marco e Agosto.
O art. 5- foi approvado com a emenda
snpre.ssiva daCommiso.
O art. 6. foi approvado com a ementa
doSir. Peixoto, qoe suprimile as pala-
Tras desde-ou por occasio at devo-
Oarl. 7. M approvado rom a emenda
da Commisio, ea do Snr. Parala ; supri-
man se as palav.as- pelo alendor do Mu-
nicipio.
'I^mbem foi r-pprovado oa.t. 8. com
a emenda da ConMiiassft \ e o art. 9. ron
a emenda de Padre Rai>l, que em luga-
de 50 acoute?, dig-sea't pa'.matuadas.
Osaris. 10 e 11 fara epprovados.
O art. 11 entrando em discussaS com
oulro art. substitutivo off-iecido nova-
1 ment pela mesma Cmara, e approvado
pela Commissa ; etendooSnr. P-ixoto
de Brito mandado a meza huma emenda
de supie>sa5 de paite do art. snbatitutivo,
desde a palavra talvo ateo lim, ficou adi-
ado p'>r ter dado a hora destinada para esta
discusso. i
Principiou aa. discussaS do art. li do
Pro'pcto 8 que linha ficado adiada da
ses-a aiitecedeiit"; f-i aprovado o art.
com a emenda do Snr. Padre Gama, que
patarra Novicos accrescentK',, Brazilei-
ros ; e rejeitada a do Sur. Dr. Brito, que
tnandava rcre-centar a palavra Novicos
que b.rem de 25 annos, e e.-t.veisem no go-
zo dos seus diieitos Politiros.
Os arta. a. e 5. lora approvados. O
Sa<-. Dr. Brito cff^receo o s.guinteart. ad-
ditivo-a Caa do Noviciado ser na Villa
deGoianna-o qual entrando em discus-
8a n<5 passoo \ dicidindo-sa porem que
o Projecto pt-sasse a 5. discu-s-S.
En'rou em a. discussaS'o ait. nico do
Projecto n. 9, foi approvado.
Entrou em 2. discussaS o Projecto n.
75-
O Snr. Dr. Britto fez o seguinte reque-
rimento, que se pedisse por ce.tidaS do
ca torio Jia5 de Su/.a cazado com D. Mana de
Vianna, ficando entretanto inlerrompi-
da a discnssiS ; porem nada se decidi por
ter dado a hora.
O Snr. Presidente deo para ordern^ do
dia s.'gninte Pareceres de Commissa, e
disrus o das Posturas de Cmara adiadas,
aU'- lium-i ora da tarde, a cont.nuacaoda 2.
discussaS do Proiecto n. 75, adosP.oj.
s. 55, 7. c 10, e 1. do n. II5 e '*vs,n-
tou as^ssa depois de 2 horas da tarde.
Thomai Antonio Maciel Monteiro,
Presidente.
Laurcntino Antonio Moreira deCarvalho,
i. Secretario.
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
3. Secretario interino.
GOVERNO DA PROVINCIA-
Expediente do dia a.
Illot. eExm. Sr. Tendo presente
o oflicio de V. Ex. datado em a Hop.
p mes s.ilisfa/.endoss suas exigencias te-
nhoorJi'nadoaoPrereito Interino da Co-
marca de Goianna, que receba os rebril-
las que V. Ex. Ihe rtmelter, e os f.ca
seguir para esta Praca. lfualmenteorde-
nei ao Director do Arsenal de Guei ra, que
na primeira occasiaS opporluna lemetta
para essa Cidade, a Garg.lbi* de que V.
Ex. fa mensaS no citado oflicio.
'Dos Guarde a V. Ez. Palacio doGo-
>emo de Pernatnbuco a de Maio de 1836.
__ Illm. e Exm. Sr. Vice-Prezideote da
Provincia da Parahiba. Francisco de
Paula Cavalcanli d'Albuquerque.
Illm. Sr. Para deferir jurdica-
mente os Reqtserimenlos inclusos de Fran-
cisco Jos de Mello, e Luiz Ferreira Cam-
pos pec.o a V. S. o seo parecer.
Deo* Guarde a V. S. Palacio do Go-
vetno de Pernambuco a de Maio de i836.
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albu-
querque. Illm. Sr. Presidente Interi-
no da RellacaS.
Justa, e attendivel rae parece a repre*
sentaca incluza do Major Director rio Ar-
senal deGueira para nue as requisitjoens
de diferentes Reparticoens, que por ali ae
salisfazem seja pagas por as mesmaspe*'
nao serem pertencentes ao Ministerio da
Guerra; bem como pra'ica o Arsenal de
Mai inha com o mesmo Arsenal de Guer-
ra : antes porem de expedir as conrerii*
entes ordensjulgnei de acert ouvir a este
respeito o parecer de V. S., que se se con*
foi mar rom as ideias do mencionado Di*
rector dar asrdeos, que pela sua parte
forem n*,ce>saiio.
DeosGuirdea V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 2 de Maio de i836*
Francisco de Paula Cavalcanti d'Al-
buquerque. Illm. Sr. Joa Goncalves
da S.lva, Inspector da Thezotuaria.
O Sr. Director do Arsenal de Guer-
ra receba, e m.tnde lecolher aos Armazens
do mesmo Arsenal o Ai mam uto, correa-
rre, trem de guerra, e mais utensis, e
objeclos, do extincto llo-pilal de Agoa
pela, conduzidos de Tamandar para es-
te pelas Canoa, Rosaiiuho, e Desengao;
servindo-lbe de regiment a inclusa rea*
.gao assignada pelo Commandante da so-
pradita Fortalesa, o i. Tenente Anto-
nio Francisco de S uza Magalhaens.
Palacio do Governo de Pernambuco 2
de Maio de i836. Cavalcanti.
bi o Processo foimado contra Anto-
nio Goncalves da Rocha por tentativa de
roerte em sna mulber foi julgado impro-
cedente, comoVm. me pai licipuu em a7
do prozimo pastado mez remetiendo o di-
to procaaao, deve ser o mencionado
Rocha relaxado da prisa, em que sea-
cha; nao p dendo ter lugar ser elle re-
crutado, e rem-t!do paia o Para, vijlo
ser cisado.
D' us Guarde a Vm. Palacio do Go-
verno de Pernambuco em 2 de Maio do
]836. Francisco de Paula Cavalcauti
d'Albuquerque. Sr. Bacharel Joaquim
Nones Machado, Ju7. de Direito da i."
Vara do ('.rime desta Commarca.
Offici); Ao Inspector da TheZoura-
ria, a fitn de expedir as convenientes or-
dens para o pagamento dos fieles das duas
catioas-Rosarinho, e Desengao, quecon-
duziram de Tamandar para esta Cidade o
armamento, corrame, Irem de guerra,
e mois utensiz, e objeclos do extinelo Hos-
pital de Agoa Preli| coji importancia (dos


*'
-

I
1. .
D 1% RIO DEERNAMBUCO,
Ireles) consta das guias assgnadas pelo
Commandante da referida Foraleza, e
rubricadas pelo Comraandau'e das arma*.
*" Ao mesmo, p praca 5 Corveta*do R-talha de C. N.,
de Pau d'Alho.
Ao Co>r>mandanle Superior d-< G.
N. d'esle Monicipio. parafipedir aisuas
oidfns, a fim deqqe no J,.. 4 du correte
sp ap'ezentera na s;; U do Conselho do
Quarlel do Coi po Poi ial 5 Gapilaeus do
C N., pjr.i completa* 1:1 o C -ns i lio a
ijuedcvc re-p n t ruinS-d-iado' do mtirn"
Corpo.
A" D.rector Intrmo do Curs Ju-
rdico d'Olinda, vnietleiido-lhe por co-
pia p-ira su sn.nci.i, e execue5 < Avizo
expedido pt.1 Se-ret-ri*. de Esindo dos
Negocios do Iirij>ei io, em c-posla a um
llicio da Dir iio ia do mismo (uro so
br o Lente Manoel Jo: da Silva Poriu^.
Ao Pr. feito Iu tii i no de G ana, a
6m de rictlxr, e enviar com se. manca
para esta Cap tal lo los os i emitas que pe-
lo Exm. Piezi-ienie da Parahba Ihe lo
rem remedido.*-.
A' Cima i a de Ilamarar, dzendo-
!!i--, q e as d-vi a- que am~sma Cmara
piop em em s-u ollb io dp a8 do passado
Abul, subie a eleicodos Juizes de Pasde
Parochia, de que trita a L?i Provincial de
l4 do mencionado mi 1, esli sol vid s pe
lo Ai t. 9 das In-trucoens especlivas.
Portai ia ; Ao Oiiecior do Arsenal
deCupriq, para lemelttr na primeba 00-
ch. que .se offiecer, a despstelo do
Exol. Presidente da Piovinci.i da Paiahi-
ba a gaigalbeia que existe no nn-srao Ar-
cenal pcrtencente dita Provincia.
ARCENAI. BEHUR'SHl.
Pelo Arsenal de Marinha se faz publico
"que no da7 do coi rente s>- h de pg'i' as
pesoasa'aixo declaradas por ubimac-o da
divida pasiva conlrahida pelo ine.-mo
Aiseiul at 21 de .I.-rn ii o J.i' corriente.
Arsenal deMarinh t 4 d-- Muio de 186.
\ Antonio P' dio de Ca; ralbo,
In-pedor do Arsenal.
Re'bio d< s rredoies do Ars-nal de Mri-
nhs que tem de ver pagos para acabar
de roortis.r a divida p ssiva contYahda
pelo lCsmo Arsenal al o dia ai de Ja-
n 1 iro do corren te a caber
N." dos en.
HllECiMT"*
Impor-
tancia
S. Ex. o Sr. Prezidenle manda remet-
iera V. S. para fazer presante Assem-
bla L. P. o cilicio inclu/.o do Prefeilo
Iotirino desta Coman-a representando as
-duvidas, e rmbaracos que encentra no
PXf rciciode Igualas attrtbuicbenS que aos
'Prefeilos concedeo a Ley Provincial de
1 i de Abril p. p., alii de que a mesma
Assemblca baja de os resolver.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Provincia de Ptrnanibuco % de Mato de
1836. Sr. Laurentino Antonio M <-
rfeira de Canalho, Secretario da A-sem-
blea Provincial. Vicente Thoma/. p-
res de Figueiedo Camargo, Secietario da
Provincia.
S. Ex. o Sr. Prezidenle manda re-
metter a V. S para ser presente a A. .em
blet L. P. a Representarlo inclua, que
Ihe fez o Piocurador da Cmara Munici-
pal d'esia Cidaie sobre as duvidas, que
ecorrem no cumprin enlo dos seo-de-
beres dppois da pul>!icaca5 da Ley Pro-
-.incial de 14 de Alnil p- p., a fim de que
sendo tomadas"em cotisideraca pela mes-
ma Asseniblea Re.-olva ella como for acer-
tado.
Dos Guarde, a V. S. Searvtar da
provincia de Pemarobucp. 2 de |Ma o de
i836. S-. Laure t;no Antonio Mo-
ieira de Carvalbo, Ser-ntaiio da A-sim-
o ea Provincial. Vicinte Thotuaz Pi
de Figueredo Camargo, Sccieiario da
Piovim i;-.
S. Ex. oS'. Pi ezidenle manda re-
meller a V. S. pa ser presente As
-rtiblea I-. P- a inl rmac 6 que deo S.
Ex. o Sr. Bi.-po deata Docece snlue o
lequ^'irnenii- la Lman'ade di. S. S Sb
Non tes dos Cicdo:es
Anno fmaiireiro d? i835 a 183G-
321 CtetanodaSvs Atevedo 3.20:^200
325 Francisco Mamede o'Al-
n............... i8^8eo
3a7 J'irf Tarares da Gama 11 -IJJ.OOO
328 Ldz Gomes Fe< 1 eir..'. 742^2 iO
333 O mesmo............ 59$000
335 Fiauejsco Maniede d'AI-
meida............... 116^610
336 O mesmo............ 4:200^)000
339 Joo FranciscoTeixeiiA. fHhnbQ
Francisco Jl mede u'Al-
m,il1................. 17^600
Antonio Botdho Pinto.
de,Me*quu........... iS^ooo
A' V uva Costa &Fi:los 10^)000
9:252^0.90
Importa na quantia de nove contos du-
zentos cincoent.ie d-.us n.il dos- ritos p no-
venta 1 tis. Arsenal de M-iinha A de Maio
de 1836.
AlexandreH.d.ign's dos Aujos
Secretaiio do Ar.-enal.
dre Feij tJerepin m> !,i,pecador o Sr. D-
Pedro 1., queDeus tem em Gloii.i.
No Brazil cada bomem branco despt-
ta nobi eza ; criar urna clare a sima d'es-
< ta he, em quanto a mim (di/. S. Ex )
introduiir urna rivalidade, que- o lim
dos seclos puliera ds'ruir: eu (con-
tinua o Exu. Sr. F i)) ci>r>fe-so que
amo mais ^C9u Guveino ABSOLUTO
deum s, b que (Aitenca V&)
o chamado liberal de pinitos, qo. r se-
ja demcratas, quer *eja aristcratas.
I^'e-la mui ingenua e fi anca confissa de
S. Ex. ;'e conflu', que o Exm. Sr. Fei-
JO, ou seja dominado p. \>s ideas demcra-
tas, ou seja pelas trUtOrratas, ou em fin
pelas Munarrbicas, em todo o cazo, seja
qn.d for a forma deGoverno com que.iin.i~
patite, iieS. El., condecido c indi g tado
como o bomem de qu> bi'ar e nao de tor
fer, perigozo Moimchia Constitucional,
e a toda furnia de Governo, que nao fu
de Con tanlinopla, nica com a (jual S
Ex. simpatiza ; fior quanlo S. Ex. oon-
fewia, que ama mais o Governo AB.SOLU-
I O ue um so, do que os outros.
Encarar o> bomens per um lado que os
figure taes quaes e'l.s devi^m ser, despi-
di s de amor uoprio, subr.mceirus as pij-
xoins ; piomptcs a sacrificaren! suas mais
caras simpalliias ao b-m do maior numero,
me inoem prejuizo de seu modo do pen-
sar, he queer um impo-sivel, he nao cu-
uhecer os homens, lie em fiui p elender
oper.r unn levoluca na natureea huiiia-
m. 0> dmeos pois sao seinpie os ases-
los, dominados pelas mesmas paixoens,
os saolimentoi de-suu alma sa5 o nico cen
tro s bre que sem ee&sar gravitam. Si
lato s ARTIGO ('OMiMUSICADO.
Em quae lodos os numeos do Cons-
liluic-Se Pedio 2 o, nos marl.lam a
pciemi., coa o sea eleitu da N >c."6. Si
este parad'xu nao tve*se o>iro fim. alem
do deersencar o Exm., e Rm. Sr. Padre
II-gente DiogO Antonio I'eij, em veid.i-
de nos o deixari-.mos pMtttr, comooutias
multan ronzas (jiie por ahi se di/.i m, e que,
por v.'iias de s otid, nao nrtTerem qov
para il'as se aliente ; mas t' ada de eleito la Nae6, leiti sm duvi-
da por fim embaros incautos, e fVgeUos
persuadir que a Naci tstiemecer si lgu-
ma desposic/ri Lw>ii>la1iva pausar, que ti
re das mas de S. Ex. L< me do E lulo,
predespondo d'esl'arte os inexpertos para
fins avc'iSos ps, or lem. ea Motiaichia
Con.slituciorial, cuja p.ic li a eslbel la de
minio risco corre emquanto o Exm. Si.
Pudra Fei nao for despnAado d(r Supre-
mo Mando ; cumpre pOS rasga 1 o veo da
i!!ii-a, e piovar que o Exm. Se. Fei'
nao he 1 Icitoda N. do Regente o Po\o m-m urna parte teve ;
porem'-om' p r acctdens dremcb que a
pai fias, estabelidade da Mnnercbia ConsCi
tucunal multo ri-co corre, em quanio o
Exm. Sr. Pndie I cijo nao descerdo Sa-
ia inepto da Fteguetia eBairrode. An- piemoMando, prnv,m..s pr.meuo sloque
modo R-.ife, noqual pedia a d iz..o afl. m.,110s. na5 sem p.nd n sj m-tno.
. mema Fregii.-sia 4 infoimap-, q e O Exm. Se Padre Feij he apoutddu
il acompaada da reosla do Perucho pe|os tein" mesmos aleic-ados, romo um
respectivo
Dos Guarde a V. S. Secretara da
Provincia de Pernambuco 1 de M.iio de
i836. Se. Lauentino Antonio Mo-
reira deCarvalho, Screaiio >la A-s mble-
a 1'r.jviiMal. Vn ente Thoms Pires
oe Figueitdo Camargo, Sscrelaiio da
Provincia.
DIVERSAS REPARTICOKNS.
HGtA DAS DIVERSAS RINDAS.
J pauta he a mes na do N." 94.
homcm immu av. 1 tm suas oppiiiioius
polticas, tanto assiy liomem de quebrar, e nao de ton erO a
si S. Ex he de um carcter t 5 p> rt n..z,
que antes quer qm-brar do que torcer; es-
ta claro, como a los mei idiaua, que anda
boje tim a mesroa oppiaiaO >ol)ic asfu-
m.'S de governos, que li h< em I8a3,
e tanto mais islo se evidencia com os factos
acroutecidos durante o tempo em que ul-
I mamen te foi Ministra de Estado, pelos vagatyJo, e outias incumbencias leguladas
qua^s idquei iu S. Ex. a lama de -er pro- por Lea anteriores >ua uoiueaca, du-
penco a golpps de Et ido. E qual era a r.uite o periodo dos A anuos da preseule
pon
palpavei, nao ser perigo-o Monaicliia
Constltucipnal, nao ser mui prejudicial
que continu no Supremo Mando da JNa-
c* ; quegovtrne em Nome do M riarcda
Constitucional, um bomem que confe-sa
que, oque miis ama em polili- a lie o Go-
verno ABSOLUTO deum s ? Respon-
duii os homens de boa fe, e digam nos t*5
bem, si o Monarcbista verdaileiramente
Cons'ilucional, nao deve tremer pelasac-
tuescouaasdo Brasil! Sei por ventura
c infunda asento que e diz, que urna tioc
rutl De tadura se nos piepara ? Re-pon-
dam us de h -a f. e acaute!eni-se os lira-
tiler s O l)e.,s Eterno II umine a Nosaa
A'Sembla G ral : Pe unta Sua infinita
Mi efi urda, que anda esle aunoem con
-equencia de um Ai to L< gvsialivo, cuui-
iiriinlo-se osardenti-s votos do Brazil, pos-a
E;le j desassouibi ad<> i-iiloac com priiliu-
sim_Viv.. 0 IMPERADOR ( ONS II-
1' ION AL <. Se li. Ped o -i." I Viva a
1'RiN. IZV IMPERIAL a Sra. I). Jrf-
nuana R-gente em >eu Augusto Nouie !
Viva Viva !
Volv.im'i ao ob" cto principal do pre-
pretenle Artigo, copiando com pequeas
ommsornso que Sobre a maieiia diz o
erudita Redactor do R.iio de Jpiter.
Quemouvira Cada momento apregoaro
Eleito da Nac Cura que a Nac*5
Bi azi en a teve parte na eleicaS do Exm.
Sr. I'tij para R. gente, e Dl dizemoa
qui" o Povo leve tanta paite nVfa, como
n.i de Luiz Felippe pia Re i di s Fiance-
zcs. V.irnos a priva, e prescindi do de
certas Circunstancial que anda n. he
lempo para dilucidar, aveiigue-ros quaes
foraiu os Bleilores que votarais para Re
gente do Imperio, em viitude doAit. 27
da R< forma Coustilu- ional. OsEl.itoies
forain os mesmos que elegpram os epuia-
dos, ipie devara reformar a Cons itii-Ci,
em vii lude de cuja leforma he que se pio-
C'-deu a elegero Regi-nte ; logo quando o
Povo nomeou est-i Eleiiores nao exista a
reforma, nemsequer a probahilidade de
si nielh-nie eleicaS ; era cujo cazo os su-
f'agio-do Povo nao po'liam couler. nem
impliciamintc, aulor.sac 5 para um la
oto que ..inda n."5 exista. Oca b>-m, e
qual foi a mi-si que i;, ceberam do Povo
isle- Eleitores ? A de i leger os Deputa los
ciufiiinea letrado Art. 176 da t.onsii-
tuoaft| os Senadoies, cojos lugares fossera
frigios populares. Todava a Lei da Re-
forma Ibes incumbiu aquella eleica ; es-
t bem, mas esta L-i nao poda ter effe-
to retroactivo, nem poda de maneira al-
guma fazr com que os Eleiiores, que ja
exisliam, obrassem em virtude de una
missa, que n8 tinbam lecebido do Po-
vo, nem era possivelque a fecebessem na
poca da eleicao primaria. Si os actuaeg
Elitores nao receberam imediatamente do
Povo a missa de ebger o Regente, como
fie dito, si gue-se que o Povo nao leve
p.-rie alguma, nem interveio na Jilaelei-
C>6, nem roncoireu paia ella drrTcta, cu
indirectamente: e como os sufragantes
P. ,ichiaes sao os que foimam a aca5
considerada politicamente, he claro poa
que a Nac- nao t ve parle nem ingeren-
cia alguma na eleica do S>. Ftij. Por
tanto, o dizi r s.- a cada momento, que El-
]f- be o eleito da Nag 5, he urna burla feita
ao Povo, he um e-carneo cora que, depois
de oatraicoaiem, ainda se pretende ferie
a sua dignidade, fazendo-o cumplir nos
males que j :expeiim< ntam, e que com
.'lorior se podem seguir da ekic.- do Exm.
Sr. Feij. Passeuios agora > provar, que
naseleicoens indirectas os Eleiiores na5
exercem atlo algum d? Soberana, por
que esta reside essensialmente nos sul'ra-
g.intes P-irochiaes, e he inaliuavel ; e que
por lano el'es s exercem urna mis-a da
Soberana, um encargo do Sow-
mesmi
oppinia de S. Ex. em i823 sobie as fir-
mas de gove nos, "e qual he boje conse-
quentemenle? Ei la, expipssada em una
Repiesenta9 Legislatura ; porem nao ha ver quem di-
ga, que os actuaes l'.Ietores recebessem do
Povo a msSd de eU-gi-r-um Regente, vis-
to que a sua ciia$*. foi posterior ap su-
um encargo do Sol^-
iano, que Ibes incumbe esta, ou amella
coaza ; e (udoquanto lizercm foca^'^quil-
lo, para que forana corneados expri-ssae^-
explicitanientei ser nul'o nirrito como
ateutdtoM contra a iu-ilianabidade da So-
berania. ^
He mi-ter fizer^Pna diferenca entreE-
leicoens directas, e indirectas ; as priinei-
rassaO fe i 1 > s imediatamente pelo mesmo
Povo, Uto he, cada votante he ao me-mo
tempo Eleiloiv e exene por si mesmo a
mssa de ehger os .>eus reprpzentantes,
como aconlec e em Inglaterra, e em alguna
Estados da Uui-5 Americana ; porem n-16
succede assim quando a eleica he indire-
cta ; por queeni< exercendo o Povo uni-
damente a Soberana no acto de nornear os
Eleitorea, logo que os nomea, ce.ssa todo
o exercicio da sua potestade, e a mssa
do> Eleiiores se reduz a um miro encar-
go da Soberana ; iras nao ao seu ex< rc-
co, que ii p de si r tiansmisuel se m-
sos lre> poderes Pol ticos, segundo o sen-
tir de lodos os Publicistas modei nos. Qu-
do a -l-ic-i he dii eda como em Inglaterra,
e em algn* Estados da Uuia, como Con-
nectic-at, Rhod-Iland &c, o Poro s
rene as Parochi s, di-rute, examina,
compara, e -uve os candidatos, que to
bem arengam aos Voluntes, e es I es res-
pondera, e decid-.m com seu voto era fa-
vor d'aquelle que bem Iip- parece, depois
de caln s.i* ils uss ens, e algtimas vezes
de si b ranas vas de Jacto ; a razaS d'eaia
liberdade consi-te em que o Povo eXerce
P'-r si mesmo ii'aqm He acto a Soberana,
e iu -e Ihe p de tulber a liberdade que
tem, de daDUir ae|ec*0, por que elle nao
exerce uina mss'i5 alhiia se nao pro-
piia, e individual. Porem naseleicoens
indbectas, ondeas uomeacoens tem que
pas-ac por um segunda fieirs, nao be
permet'doao* Colegios eleitoj'aes o di co-
lirem, nem (jue-tiuiaiem, nem argumeu-
taum, mas nicamente votarem em silen-
cio ; por que a sua mj's;| he pas-iva, e
es Eb-itoie-se reuuem la somente paia
ciimprirem um man dalo. Esta lie a op-
pinia de Frtut no seu Esp r't-i do Di-
i'-u-, quando tiata do objtto tnico da
rennia dos Colegios, a Os Colegios ebi-
torais (d'i Frilol) nao podem ocupar-
le se deoutros objectosse nao da eleica;
a lo l,i a i-1 i.svi, toda a deJiberaca Ibes
a si prohibids e tal he igualmente o
espiito da L i sobce as eleicoens em Fran-
ca no sen Artigo 8, corroborada pelo
Art. Oda ordeuanua de 11 de Outubro
de18;0.
Biacks'one, nos seos comentarios, sus-
tenta com niuita eneigia as venlagens da
ele;cio directa ; e urna das rz- s era que
se funda, beque o Povo em quem esen-
cialmente reside a Soberana, nao pode
ijau-m' tr o seu exeicu io se nao aos trez
Poderes Pollico, que sao os nicos Re-
pi-exentantes, ou Delegados do Povo j e si
o exercicio da Soberrna nao he transmis*'
sivel e nao aos ditos l'odeies, est claro
A M cr^v/c-i


DIARIO DE PERNAMBUCO.
^ue naselei'ajieniindi
srcicio no momento ei
is ;i<-ciniiiuirectds cesga este e\-
ercicio no momtnto em que acaba ni os su-
fragios populares primarios. Lo>>o os E-
leiio'e-, conforme a doutrina d'estes Pu-
blicistas, nio podem exeroer funrao algu-
na para a qu dos' precedentemente pelo Povo; eesta
coridie>, >ine qua non. fatou inteira-
menle nos Eleitores, que concorrerm pa-
ra a volacio doExel. Sur. Fej. E por-
que he prohibido aos eleitores a discussio,
e a dehberaclo ? He porque nioexercen-
do actoalgunVde Soberana, tiles nao po-
dem fazer oulia eou*a, seolo aquillo pra
qu- foram votados ; todo o acto poja, tola
leicio (-egund" os Publicistas) para que
nao ettt***M*m o- Eleitores autoi isidos pelo
Povo lie nulio, irrito, e d* nem nm effei-
|o como attentatorio contra a sobcrania,
que reside essencialmenle nos sufragant-s
Paiochiaes, e nao nos Eleitores.
B. Comtanl. que he decidido spolo-
g-la daeleicin directa, lie da mes ni a op-
piniv) que BIa> k tone, e-ostenta quenas
indirectas ha mil estar!*, que se oppoem
soliere exerci.io da Suberannia ; e um
do- mximos enconveotes que elle apona
no sea 1. Tomo Cap. 4 lie o Mfeiimt*
criadas as Juntas eleitoraes, depois das
<( nodieacoeos populare, podiaui consi-
derar-se como reprezeritants, de urna
maneira mais, ou menos exacta, da op-
piniio dos seus enmlenles ; por* m que
<( peto contrario esta oppiuio nao podia
penetrar nos Colegios eleitoraes si-nao
k lenla e parcialmente ; e assim quando
tsta oppinio clioiia todo o C<>n>o, a
t-m ruiiilas vete deixado de ser a do
Povo. E o que se seue d'este incon-
veniente ? He o que diz o memo B. Cons-
tan!, no ja citado Tomo fe (*ap. Uto be
a as Jnn'a-s eleitoraes favorecen! p-uspor
a sua organisaflo a inveja,e a nuliidade.
O!) Qujiiio n'isto se as-emelha a nossa
postcio actual Porm si a i-toacresceu-
tamos urna consideracio reromendavel,
eximida de un dos inaia acrrimos defen-
sores d'e-ta inslituico, tererpos pmvado
exuberantemente a nossa asse cao. Diz o
Senador Cbanis as suas consideragoens
solire a Con>tituir;o do uno 8. sise
K trata da-, magistraturas t-snint nte-, os
Corpos ehitoiaes inferi'es escolliem
gnito mal por si meamos, e .sopor urna
lempos tempos alguus homens da me-
t recimento Ora, si i-tn a.con'ece
pelamaior paite, quando o Eeitoies re-
cebem a mis o esoeciai do Povo para no-
mear o Supremo Magistrado, oque nioa-
conticiia pois, quan.lo estes Ei [torea ro
receb ramsemelhanle aullinrisaeio, corno
acontec u no no-so cazo ? E como se
chafa* o Evc.l. Sur. Fdj o BUilo da Na-
ci, si para a Nome.ac.io iPtMSC Supiemo
Magistrado nao iuterveio o Povo ?
m.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. liedacties.
Como assiduo leitor da sua bern con-
ceiluada l'.-lha, tenbo visto que todas as
Repartios, f Administruce da conta
animalmente das suas reculas edespezas, e
qu- s o Heveren-lo Padre Mestre Reitor
nao lem feito publicar os rendimentus da
E.teiia, para se saber quanto lucra o Se-
mina'io Eui-copal com es'ag-aca ene
dida a beneficio do- Numeai i- s. Neste
tegoco ha enigma, que nao penetio Po-
rein, Stn-. Redactores, ein wutra occa-i-
a5 fare.i patente o n.au iralameulo do Se-
minario supri io pela venda dos Quatro
Canto-, islo adoCoMiibra, de quent se
diz serso.-ioo Padr Me-li*- Reitor, que
se lavou em uia de cabaoo. QueiraS trans
crever no seu Diario o referido, ficando -
Ibes obligado
O seu venerador e Criado
Um S rainai ista.
'/ir. Jiedactoies.
m\~t -t__
na translacaS da StleOnda para a Ire-
ja de. Pedro doReiiffe? Com o devido
respeito, Sur. Dt., quando alguma Igreja
-obe a Catbedral, he por Bulla de algum
Papa, b-m como a de Olinda fi por Uula
de Inocencio 11 em 1676, a pedido deLl-
Rey D. Pedro 2 ; e como se poder trans-
ladar para outra Igreja sen o con-enli-
mento do S. S"" Padre? Alem dite
negocio he Episcopal, e nao pe lence
Ass.-raMea Provincial, sim gtral, e ao
Imperante. Nao seduvida que o Sm. Dr.
Mendes fise-se ese celebrrimo Pioj-cto
a pedido de S. Eje. Reveivndi-.-ima, ea.s-
sim (lizein os meninos da ra ; emas que
S. Exc. Revprendissima tem peilido a al-
gn Snis.' eputados p'aia darem osen
voto pi. Sjria ni'is decoroso a S. Exe.
jr a.-silir ao lado de .-.na Espoia, e obede-
c t ao que Ibe foi determinado pe'a Regen-
cia transacla, conprir com os seus deve-
res Episcopaes. Rogo aos Snrs. R dado-
res qneira inserir 11a sua belisvma follia
estas do as paUvrinbas, pois'assiiu Ibes pe-
de como prejudicado
O Sineiio do S.
KXTEKIOR.
lem-
Quem mais vive, alais \. Que
brapjja dePiojspto do Sur. _Di\ Mendea
Porto 9 de Marco.
Recebemos folhas de Madrid at 23 de
FeVern'ro, e da Revista Meosageiru copia-
mos o seguiule.
Palenca21 deFerereiro.
Montem ti vemos o goslo de ver nesta Ci
dade .1 luzida Legio Portup.ueza, enm-
maodada pelo Snr. Gener;d liiio das An-
ta-. Oprazerque brilhava nos temblante-
dos fiesi Porluguezes e Caitelhanos m.'stra-
va bem que nem aquellea se esqu cio de
que o Exercito Hesganhol foi o que poZ o
sollo sua Liberdade, nem s'es di ixavio
de apreciar quanlo Vale o auxilio d'iima
N.co tio ideuliticadi com a nossa peta
nature-a, co.-tumes, interesses, e amor
Itbcidade.
Todis as Autli.ridades e pes-oas mais
not iveii do povo, que se tinbo unido d'au-
temo para festejar a lioli-ongeiios hospe-
des, dispondo ieiebe-los com signaes d-*
rigosijo e cordialidade, tem disposto para
esta noite um b .1 isli < ite-a do lempo nao o embiragasse :
sera embargo di-to, eiperamos que ser
muilo luzido altendenduao local que ae es
rolheu, ao.s euoarregados de o ai ranjan m,
e ao piazer (jue rejla nos concn entes.
I', .1 iiKii avel 0 brhaillismoe lii.sarra dis-
ciplina das tropas PortugueZas, <|ue em
todos os tranzilog en'oo com indi>.'Vfl en
(bus a-mu o immoi tal Ilymno do mall'.u}, d
Riego, e lal a reciproca unio das tropa-,
coro os habitantes dcsta Cidade, (|ue quasi
toi na intil a j)iev,.-o com que oSnr. G-
vei nadoi Civpl tomuu-a anticipadamente
as mais piuvident'.s medids para que as-
s m ai ontecesse, recordando a estes os sous
deveres, e lixando as tarifas que devem
egular us cambios da mo z,..
OSnr. Gnvernador Civil, Intendente, e
c mmandante das Armas, comparihado<
d'oiiliospiincip.es, Emp'ejados eCavu-
Ibe.rosda Cidade, sairoa < avallo a cecher
a Diviao, e felicilaio no campo O Snr.
Gene'al, oqualdat.ua paite pagou esta
atlencio com expre-s s que rlsvsVi a co-
nliecer 1 o eio dicudo.-. pe la fra formula
(l'uin cuiiipriui'-uio.
A pies a com que mandamos para a im-
pnnsa estas linht- ufo nos permilte esten-
.Icmo-nos a mais.'elalhes, mm t> flexes;
entretanto, alienado-com o jubilo de ver
.ue nao est" abandonados os nos-os esfor-
cos a f >vor da Li ver dade, e que ero n sso
.Qoseest derramando por ella .osangue
portuguet, f.aucez, e inglez, concluire-
mos bem di/euUo a no.-sa sagraua alli .oca
e dan lo mil vivas a Liberdade, a Izabel II,
ea D. Mna da Gloria.
Madrid 27 de Fcvereiro.
OGoverno Francs ord. n>u, por via
do taleurafo, ioGb.fedu Ai-naide Bayo-
na, .que ponha immeaia'amt-nie i+wposi
ci do Vice-Consul deS. M- euiOlerou
4 000 e-pincardar, coin o destino de ar-
mar os Valles deNav^rc. que se pronun-
ciarlo a favor da R-inba N. S.
IJem 28.
Noticias Offic'ae-.
O General em Gh- fe do Exercito deo-
piTHcS^s. com da'a de 2i, t an-nntte urna
communicacio do Coronel D. l,.-5o Inane,
noliciando-lhe que no da aO sai de E-pi-
nal corn o fim de mndllf.ir Aos Vallen de
Aezcoa eSs'aiar eOO espingardas que so-
brarlo depois de ai mar a Vatt'trbn 400
que o Vi.e-Con-ul de S. \l. em O en.n
p ja uaqii' Ha !' me 1a Ma dip'oivln ;
por efJJ'i mei.i, e pelo ca Inxame que d' ve
r< ceber de Hay. na, p de que l> m viso,
ficaiio Odiloi Vilbscompletamente ar-
inad'-s, e em estado de sustentarem o he-
roico levantamtnto.
Madrid 27 de Fevere'ro.
Esecuco de Fies hi, Mony, e Pi>'n.
O Monitor do Commerro, de 20 des'e
mez. refere do modo seguiofe aex'cugo
do Fie-cbi e S' us enrpplieps.
Bata manli (i9) fo'lo jnticados as
8 hora* na parte de 9 Thiago, Pepin, Wo-
ry, e Fieschi. Osicssiirao de Luxem-
bmgue emtre*carruagens. Na primeira
aFieS, na segunda Morey, ena tercei-
1a Pepin. A pea rao se ao p do patbulo,
e cada um acomp-nhado por nm ro>feasor,
escotarlo assuas piedosaa^xhrtacoea com
giande cniiipugim. nto. Pepin qu* havia
estado milito abatido, pareca ler recobra-
do uaquelle momi nto teriivel, una forc
sobi enalni al.
Antes de sabir ao cadafalso |anonQ lora
o< ig-rro ace-o qu* levava na'.oca ; dearu-
b io acabeca; e do sen pnmido peito sai
rao lgumas p davras COI tudas.
Em seguida ch'gou Moiey, ccindusido
por quatio Verdugos; um Ibe lirn o Lar-
rete negro de seda, e nio pode dexar de se
ver com e-panto, enlign--e entecamente
ao falal cotello aquella ta corn algum >s can-. Ti con n tu- no a Fi-
e-cb', ao lado doqual estava nm ronfe-sor ;
su^indo o> d< graos do cudaf .l-o com pem-
lanria, e voltaiido-se para a muldidi", ex-
c'amou rom vs firme *inteia Juro
face dos h ni'-ns e de Dos, ppiante quem
% ou comparecei que tc-nbo ililo a verd.de,
a pina verdad. Dt>s e-tas palavras se
p. p ipitou sobre a -issangucnlad'a r:>eza e o
COtello caio si bre. lie.
Nao era ainda m nhi ja Dltl povoimmen-
-ooocupava i das .-s -veni 'as da porta de
S. ThragO. Esta mullida anciosa por es-
tes lion iveis epetai ulns, crr. por todas
as partes, gr tand rhiaado, ald que -e
virio ascarruagens : ntio n non um o-o-
fundo silencio, e toos os esp dadores a-
r|o mud. s atqnesc concluio a execucio.
A- Auth ridadeutinblb lomardoas medidas
Reoeeaariai paia .vitaras da rdensque co-
lumioocconere taescas..-.
O Diario 4e Pars da mesm. data, arres
centa aLuns promenoies, dosqua.s cilaie-
nio- os spuiutes.
i'ep sai 1 primeiro com pteiress, e
levantando a voz di-se VIoi r0v clima. _
A Moiev foi .essaiio subi-lo, e pionoi-
cou rom vo/. ras que naoseouvia. EfD quinto ero
josticado-, Fies, hi ..lirava us eos >lhoa
,i,.l ,:l> p.iis-e que o ev> poique le ness
o espetaculo da moi te, mas si-,, porque nao
que a que se u'gas que mofa va d"S us
compli.es. S^gu.D-e, .ndo a aeu lado '
Sacerdote G-ivet, a qu- ni linlia pedido po.
lav.rqiie ni odeixa e sel oomes perto
p.-.ssive| da e'e. oidade. T. ndo al*BWado li
c nca para d z. r -Lumas palavras ao p-v .
d sse estas com fQI ,)., a verdad a intei.a verdad* Ele
van-ando o Ihos, eont noo. Faco tes-
te.uui.h* di-to o C o......pq- perdi a
Lieoi eaos Ih.ui-im : pore-n sobre todo a
|)t>S......Oxel sii va eu ao menos de
cxempl'o E log que beij.'U oC u ifil
e q ,e abrscoa oseo runfia r. retabea a
penad., sen cime. OR i alten I.-,d a--o-
arranca, decida 5 s Ibfltinha pe, m, do .
paite agravante da pena macada nos per-
1 ic id. s Fie.-rlii pouco anle- de s >'r da cufb a
(liba dito I) ixo a minba otlca ao S-.
Lavocat, su a L-i o nio prohibe o med
c.h po ierra, e minh alma a Deo-. Que
pode pedir o Justo Dos a um ciimmoso
cnioeii ? Um arn pendimento m em;
p.-is bem -;.b q lano < o njen e bam l'ie
con-tio os mena irmraoa : A mu t> i >
r ti.oo--e irauqui la elen do -obre a to justa t. puafio de > 1 enor-
me a'.tentado.
(Do Pe indico dos Po'-.ris).
Lisboa 8 de Marco.
Temos lerebilo os diversos pfl odeos
de VI .diid al 2 lo acliavio-se Biiilu ati-ntadas, eo resu la-
do das que a 8e conberiio era excedente,
en lo a grande maioria radmea cnoapoatl de horneo- acreditados
por s u p-lii. tismo, e ns i *asIavrae-
ia floprogesso, e o- me b-n amentos que
o GJerno se p.opes, e que bao de pro-
ra' v r a ron-olniacio da- Institu.G-s libe-
r.-es. Ero algoints paites h- nv grande
enihusiajmo. logo que se annuociario os
nones dos noves eleitos, o povo maniles-
100 as. a aatiafaqo coO militas.lemon-tra-
9.-S de regOsij. EllllP ele IOS e eleltn.l-3
;eitia araejma unaiiiooidade d. seuiiimn-
los que anima a afio interna.
No dia ; noite liaba clieuado a Ma-
drid, vindo dnexeicito, o C-de de Pu-
n'onrotio. Nio linha ore iilguma ii" th alio da gueria, pof c.ui-a
do exeps-ivo rtsor d.i.:.'aii, qup lolhil
to las s.'peraces. A 27 rbi passa lo bavil
marchadopaia a IW-ya a bgiin |.:..za,
a limde lomai os inmigos |> lo flanco : O
general Espartero devia apoiar elle movi-
meulo.
A fa. cao de Batanero siffieii nova der-
l'tita ir- provincia ele Segovia, lleudo os
restesdella em completa di.-p. sao.
Po. noticias d.- Vitoria se s..bia que o
Ciov.-in.dor de Leqoitto disputara urna
-ntida, com o objeito de de.-'ron allomas
obras do- iiim.igo-, donde embaracarioas
tommunicacea do Castalio. O-r.bed.s
nao eaire-ei a impedir esta operaco,
ef.iao expulsos deludas as po=ices que
oceupavao.
A 22 lie Fevenira fi.-ou constituido o
novo miiiisl- rio Fi -inez, e poblicaio-se
us nonie-i s no M niteur daquelle m.-smo
da. Mr.TbieiS, quena aol.s mmisho
d.. (uteiioi passou a aecn 'a ia d..s Hel-i. s
exteriores, eapiesid lite do con-eio de
meniatroa, em 'ogar do Doque d Brnglie,
cuja demiwio se icceilou. Mr. Stuaet,
membro da cmara des d^pulailos. lu no-
meado Guarda sello-, e Mlin-lr- d Ju-tica,
e rio* Cultos ; o Conde Monta'ivet. do
nterin. 5 Mr Pas-y, depuUdo, "o Cm
me. ci e das Omaa publican| e >> B rao
Pe'et .i la L( zre, lambeiii dcpulado, da
Insti uceo j)ublica.
(DiaiiodoGovecno de Lisboa).
PERGUNTA5.
Pergnnta-se so Snr. Gememaiio, se nao
. \1si1 d 1 Li, nem ctnl t p de o-
b. ...aocl.no de urna ca/.. a te. |um 0-
r.doi conl.-. a ontad ? S gunda : Se va:
I,ndo a caaa m#000 c. m-n*., ee-
,.,,loe.-te por 5^)000 rs sea le lo iiorj
mU.ima, se ,.. r esa ..e*poraveI f
y ,c ia : Se aSfCHtul d^ Wi u" (l
rap ixo? Q' '* t'"'-' ,I''1' : '-de'>-
jn(|0 H 1 el., allirmaliva 1 julga haVfy
,. ,,,t.a si oio orinaioal? Es era deS.
a. breve regosta o
Offendido.
ANS UNCI.
Maro I o N.-.irocn'o d Cota M.ui-
te.ro, Pi-feil i'- d'naia Coma.ca an. un-
cid, pie a soa 1 M iia, sob.ado D. 3t.



V .
DIARIO
ni
DE PERNAMBUCO.
Sahio boje o Mespuito Jnior. Ven-
de-se 60 res nos lugares do costume.
AVIZOS PARTICULARES.
O abaixo assignado faz sciente ao publi-
co, que tem de relirar-se desta Provincia,
a tractar deseos negocios, e como julga na-
da dever a pessoa alguma, todava annun-
cia para que qu.ilquersenhor que se consti-
tua seo credor, o procure al o dia 10 do
corrente roez de Maio. s
Antonio Joaquim da Costa Santi. gi_>.
Quera tiver urna negra para alugar
diiiji-seao pateo do ra a izo D. 11.
yfp- A Senhora D. Joanna Mara Fran-
cisca da Conceicio que tem recolhido nes-
la cadeia um seo escravo de nome Vicente,
se o pertender vender annuncie a sua mo-
rada para ser procurada para esse fim, ou
dii iia-se a ra do Crespo D. 11 loja de
-Met-quita para ah tractar do seo ajuste.
yy o sobrado do pateo da Ribera D.
1continua a tirar pa^sapoites e correr fj-
Ihas por preco cmodo.
jry O Snr. Francisco Xavier Carnei-
ro da CunhJ, annuncie a sua morada, ou
dirija-se a ra Nova casa D. 32, no v."
andar.
f/^ Oportuguez, ou qualquer estran-
geiro solleiro, e robusto, que perceba, e
se perceba, querendoserfeitordeEigenho
dirija-se ao principio da ra d'Hortas no
sobrado de um andar D. 8 na e.-qu:na que
volta para S. Pedro e abi achara com quem
tractar.
%cy Tendo-sede faser um concerlo era
orna casa teirea sita em os 4 cantos da Ci-
dadedeOlinda, por iss>o se roga a qualquer
roestre que a tal concert se queira ajusfar
de impleitada, ou mesmo oulra qualquer
pissoa que tal ajuste Ibe convenha dirija*
sea ra da Cruz a fallar a Joio Matheus,
casa n. 56 a tractar de seu ajus'e.
V3T Precisa-se de urna ama que sa ba
rosinbar, e faser o ser vico da ca*a, para
nns 1 aparea solteiios; a pessoa que para
foto hervir, e quiser procure na ra do
cllabouco velho sobrado de um andar, que
acbai rom qut-m tractar.
ajry Quem quiser urna ama parda de
boa conducta para todo servico de una
casa de porta para dentro a excepcio de
cosinlia, e engomado, dirija-se a ra do Li-
vraraento D. 12 do lado esquerdo.
ajr^T A pessoa, que encomendou urna
du>ia de as&oalho de arn.relio em a serra-
na que foi do Antonio Rilx-i o na ra da
praia, e deo por tonta 20$ reis, pode
manda-la coudusir por estar prompia
muilos das; e por ignorar-se o nome, e
residencia dessa pessoa, faz-se o piesente
annuucio.
jy O Snr. Antonio dos Santos Aze-
vedo querendo receber una carta vinda
ilo Aracaty, dirija-se a ra do C espo D.
5, i." andar.
tV O Snr. Capitio Joze Jernimo Ro-
drigues Cliaves queira procurar urna car-
ta na ra do Rosario na>s uina L). i5, 1.
andar, ou annunciar a sua morada paia lhe
ser entregue.
IfiF Se onver algum sugeito que quei-
ra dar bces de Francez a 2 pe.-soas que ja
tem algum principio do mesmo 011 annun-
cie por este diario ou appareQa na ra da
Cruzn. 22, e falle com Jote Mario reren a
Romos, <>u a Antonio Joze Bernai dio.
^Cy De/.ep-se tallar nesta prac.a como
Snr. Josi! Uomingues Monte-Negro, >< be
um negocio de seu inleresse, e como se ig-
nora a sua morada annuncie por e.-ta Lilia
para ser procurado.
yy O 5nr. Joze Lourenco da Silva
pode ir receber qundo Ilie parecer o sal-
do ({Ue a favor c!e Grigorio Francisco de
Torres e Vasconcellos da Villa de S bul
tsm em seu poder Manoel Antonio de Al-
meida, visto ter recebido ordem para se
entregar.
%JT Quem precisar de um caixeiro
rortuguez de 16 a 17 annos para nrmasem
toja, ou receber dinbeiro na ra, dando
fiador a ni conducta : annuncie a sua mo-
rada para ser-procurado.
jrjr" Ruga-seaosSnrs. carregadores do
BrigueLeio Segundo bajio dYntre^War os
sjm conhecimentos noE-scriptorio de Jo
A'toui) Comes Jur.icr; ra da Cruz 11.
12, ate o dia 6 do corrente, aBm de se po-
der ultimar o Manifest, e conferencia do
dito ltigue.
j3P* A Sociedade existente entren* a-
baixo assignadosdebaixo da firm de 11 1 i
day & Field be dissolvida por mistico
t'onsentimento, desde o 1. do corrente.
James H illiday.
Stepben Field.
fc|^ Joze Pereira de Alcntara tem de
hipotecar urna morada de casa terrea na
ra d'Agoas verdes D. 22 que de D. The-
reza de Jezuspaxeco faz sciente ao publi-
co para que se honver a'gim prejudicado,
ouquetenba direilo nella, annuncie por
este diario.
fcy Quem precisar de urna ama com
muitoebom leite, dirija-se a ra do Fo-
go D. 6.
fjjp Joo Joze de Moura faz saber ao
respeitavel publico que se acha de contas
justas .e saldadas com o Snr. Antonio Joa-
qum de Millo como consta do Recibo a-
baix transcripto, e como dito Snr. M<-llo
tem procurado os meios e modos de aban*
donare quebrantar o crdito do aanunci-
ante para com o publico, o que nunca po-
de conseguir por o mesmo publico conhe-
cer aveidade e inteiresa de carcter com
que o mesmo tem hadado o annunciante
e para desmascarar tudo quantuodito Mel-
lo tem dito e poderrdiser que faz o pre-
sente anuncio.
Recibi da mi do Snr. Joo Joze de Mau-
ra o importe de.ita obrig co e fi.-a de con
las saldadas e de tudo fica desonerado o di-
to Sur. Moura tanto de-.la obrigago como
de outra qualquer contaque em meus li-
vros possa aparecer, e como esta obriga-
cio j tem sido jolgada por sentenca tanto
no Juizo de Paz coran em maior aleada,
cujosautosficio recolhido no Cortorio do
Eicrivio Regis ; tudo fica sera nenhurn vi-
gor, e por eu e*tar sati*feito de lud a
quantia cima mencionada lhe pa-sei o pre-
zente de minba letra e signal. Recifode
pernambuco 29 de Abril de i836.
Antonio Joaquim de Mello.
ti-y Quem percizar d'um caxeiro que
sabe bem ler, escrever, e contar; annun-
cie.
jrjp No botequim da rna doRozario,
da porta larga, pi eriza..vo d'um caxeiro
queenienda de Ratequim, ecozinha.
/^ O-Snr. que ajuslou com Francis-
co de Faria, querer comprar um 1 caza
terrea no pateo do lljspilal do Paraizo,
venha concluir o neg ci no prazo de 3 di-
as, pois ha muito quem queira a dita ca-
za, eo prejuizo dee.-tar ja paga a cisa n 10
l d<> vendedor : era fura de portas caza
terna duiotuhs verdes defronle do Ni-
cho.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro.
&*- ^ R'igue N. General Cmara de
superior marcha, o qual partir infallivel-
mente no dia 10 de Maio : quem no mesmo
quiser carregar, ou ir de passagem, para
o que tem excelleniis comodidades, diri-
ja-se abordo do referido Brigue iuudiado
no Forte do Mallos.
COMPRAS.
*
Un ped de rc-bollo de qualro, ou seis
palmos de dimetro sendo nova, 011 mes-
mo em meio uso : na fundico de Harring-
ton & Siarr ra da Aurora, ou annuncie
por esta folha para ser procurado.
jtJB" Um boi manso de rarroca: quera
o tiver annuncie para ser procurado.
fc3P Os comentos dos(jlassicos Latinos,
;i que vulgarmente chimu burroa ; nesta
Typocrapbia te dir qnem compra.
jrjP Um cao de filia, ainda mesmo
sendo pequeo, com tanto que seja de boa
raca : quemo tiver dirija-se ao pateo do
Hospital casa verde de 3 portas D. i>.
LEILAO.
H. Christopbers & Roope faz sciente ao
publico que o UiHo de vinio que perten-
diofase.r no dia Segunda feira 2 de Maio,
fica transferidofpara boje 5 do dito'mez no
armasem de Antonio Joaquim Pereii a.
VENDAS.
Urna riquissima cadeira'de arruar vinda
prximamente da Bahia, e cera de carnau-
ba : na ra do Collegio D. 10 primeiro
andar.
IjrjT Um laxo grande de cobre cora
muito pouco u->o com 40 libras, proprio
para refinacfo a 500 rtis a libra: na ra
do Rosario D. i7.
|y Um escravo de bonita figura de 18
a 20 annos : na ra do Livramento defron-
te da Ireja D. i9.
^cy1 Urna pela do gento, sabe cosi-
nhar, coser, e lavar de sabo : no entrar
da ra do Rangel D. Zy.
%JF Urna dusia de cadeims da p^Mii-
nha, e urna cama de Jacaranda, e urna
banca de jantar, tudo em bom estado : na
ra d'Agoa verde D. 38.
%3P* Um preta de 25 aunos, sabe engo.
mar, lavar, rosinbar, e faser todo o mais
servico esem achaques ncm vicio: na ra
do Cabug loja de tuiudesa ao p do Snr.
Bandeira.
l/ry Vende-se, ou troca-se por algu-
ma casa de sobrado, e terreas nos Bairros
do R-cife, Santo Antonio, e B ia-vsta, ou
arreuda se um sitio perto, por ser pouco
adiante da Igreja dos Aflictos, com chaos
proprios, frenie murada, e todo o mais cer*
cado de limao, decente casa de vivenda
com snt.i, e sumientes commodos para
familia, toda fiiidracada, boa sanzala de
pretos, cocheira, casa para ftitor, estri-
bara para trez cavallos, tudo de pe.lra e
cal, grande poco, e muitos arvoredos de
frutas, em alinbamento : na rni do muro
da Penh- sobrado de doi.a andares D. 18
das 6 as 8 horas da manh, e das 3 da tarde
em diante.
&y Uina casa terrea na ra do Motoco-
lorab nos Afogados, com a fente, ea tra-
eeira de pedra e cal, os oit5es de taipa, no-
vos que ainda esto por se acabar, com ca-
cimba, e quintal: no beco tapado da cam-
boa do Carmo nn sobrado que la existe.
HW Urna negra, de naci Cassange,
de 28 a 30 annos, cosnha muito b m o
diario de um 1 casa, e muito boa para ven-
der na ma : n^s 5 Pontas venda D. 10.
fey Um mulato perito < ffioial de sa-
p.ileiro, piinripio do atierro dos Aff gados arma-
era de ronros.
gb"*i co.-inha, lava de varrella e sabo,
opiima para todo o sei viejo de lima caa :
na 1 na do Nign. ira D. iG.
%C2^ Um escravo de 25 annos, bom
par a todo o servigo de campo : na ra de
S. Joze lado da sombra D. 4-
fjry Um escravo molato, proprio pa-
ra papera, que representa ter 16 a 18 an-
uos de idade : na ma do Cabug D. 7.
3" Pneias de rame para pudriros:
na ra da Cruz Botica n. b'\.
%9" 12 travs de camacari' de Oarun-
xo, de palmo em quadro, ede4.j palmo.
de cumprimento : nrua do Rosario loja
de la-endas junto a Botica de Joo Pereira.
W^" I adrilho de marniore: no escrip-
toriode .l"o pinto de Lemos.
I/y Urna porgo de rolla da Bihia : na
1 ua da Ciuz n. 22 a fallar com Alexandre
Pereira do Lago.
JT3P* Uoimolalinho de i4 annos, pro-
prio para pageos, ou para aprender qual-
<|iier officio : no largo do Hospital casa de
Joo Luiz Teii^ira.
(p- Folitiias de porta, de Al-
gbeira, e de Padre, para o pre-
sea te auno de 1836, por precio
commodo, na Prac^a da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na rita da Madre de Dos
venda que foi do Rezende.
ALUGUEIS.
Aluga-seo segundo e terceiro andar: eo
seu competente armasem de um sobrado
na ra da Moeda, onde morou o falescido
Migutl Arcanjo de Barros Correa, e ad-
verte-se que quem o aluga o seu legitimo
proprielario: quera o quiser dirija-se a
ma do Crespo loja de Antonio Xavier da
Silva.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio um molequeno dia Terca feira
3 de Maio por nome Pedro, baixo, cor fu-
la, idade 13 annos, crilo; os aprehende-
dores levem-noa ra da Cadeia velha n.
45, fabrica de chapeos de Augusto Classen.
^cy Joze, nacao Angolla, estatura me-
diana, rosto um tanto cumprido, olhos pe-
queos, al^uma cousa barbado, e meio
cheio do corpo, pernas finas, e algum tan-
to arquiadas, tem em um dos fios do lora-
b urna sicatriz, idade ti inta annos, pou-
co mais ou menos ; fgido no dia 7 de
Marco p. p.: adver.e-se mais que o como
do testa enruaado: os aprebendedores le-
vem a ra do Cotnvello a casa de Joo Jo-
ze dos Arijos Pereira, que ser bem recom-
pensados.
%C\t" Antonio, nago Angola, estatura
ordinaria, seco do corpo, cor bastante pre-
ta, pez grandes e delgados tem em um
p um dedo por sima dos oulros, e o mi-
nino : osaprehendedores levem-no a Pra-
ga da Boa-vista D. 5, que serio bem re-
compensados.
jry Joze, crilo, estatura alta, corpo
em proporco, sem barba, bracos bastante
grog os, cor fula, e as pernas um pouco ar-
quiadas; fgido na noile de 8 do corren-
te, elevou vestido cal-a de brim pardo e
camisa banca, ealem do vestuario levou
comsigo diversas pecas de roupa e chapeo:
os aprebendedores levem-no a ruada cruz
n. 28, a Rosas & Irmo, que serio genero-
samente gratificados.
tEjr" Fiamisco, naQBornocambique, ce-
g d'um 0II10, com os signaes da naci pe-
la cara, pese pernas grossas, baixo, e com
buco ; fgido com carniza e caiga d'algo-
dio da tena : ra do Rozaiio, botequim
da porta larga.
Taboas das mares cheias no Pono de
Pernambuco.
wr
17Segunda (0 - 6h.30 m
m 18 T:-r. b re - 7 i8 V.
i9-Q:* - 8- 6
-gao-Q.i - - 8-54 M
/ 2tS:i (0 - 9-4a
<0 - 10-30 II
23 -D:a c - 11- 15
l Tarde.
noticias martima*. (
Navios entrados no dia 3.
GENOVA; 43 dias; B. Sardo S. Joze
Fortuna, M. Simio S-rde: differentes
gneros: a J. Pinto de Leraos. Ton. 37J.
MACElO'i 3dins; HateJConceigio do
pillar, M. Manoel Falco: carne seca : ao
mesmo MMre. Ton. 22.
NEVV-YORCK; 4"2 dias; B. Amr. La-
ges, M. GeorgaW. P. Bissell : lastro. J-
270. ..
LIVERPOOL; 42 dias ; B. Ing. Hich-
ance, M. Bu>gess Adames: vanos gane-
ros: Rozas iBraga. Ton. I79.
Dia 4.
LISBOA; 35 dias; B. Port. Esperte,
Cap. Joio Antonio V.eira : sal, e ma., g-
neros : Francisco Sevenano Kebeilo.
Ton. 149. Passageiros 2.
HAVANA ; 58 dias ; Pal. Hesp- W"'
dor, M.Salvador Milhor : lastro. J00,
90.
TBS. NA TIP. 1)0 DIARIO. lSOj


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