Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05502


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Full Text
vNNCT PK 1836. QUARTA FE1RA

4 DE MAIO N. 97.
' :
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Fcrkambocio, Tvp.OB M. P da F*i*- 18S6.
DAS DA SEMANA.
S Segunda 8. Athanajtio B. A. dos Js. do Cr. de m.
edei. ses. da Theao'-nitr: Publica.eChanc.de
3 Terca >jfc Invtncuo da s. Cruz. Anniv. da lnst- da
Assemblcatiea!. (. Gala.) #
4Quarta S. Monica Viuva ses. da Thez. Pub.
5 Quinta Conv. de S- Agost-, Re. dem. aud. do J. do
C. de m. edM. .
6 Sexta S. Joao ante p. sea. da The. P. aud. do J.
de O. de t.
7 Salwdo S. Estanislao 8. Re. de m. e aud. do V. G.
det em linda. Q. m. as 9 h. 49 ra. da t.
8 Domingo Apparicao de S- Miguel Arcanjo-
Ttdo agora depende de nos mesmos. da nossa pru-
dencia, moderacao. e energa i coatinuemo cora
principiamos, e ."e.noi pontados coui admira-
Qo entre as Na$5e inais culta*.
Proclamars da JutmhUm flaral i atratll
Suliscree.se a 1000 rs. mensaes pagos adan tados
nestaTjpogr.fia, e na Pra$a da Independencia N.
37 e38 ; onde se receben coriespondencias legali-
sadas, e anHonoiosi inserindo-se ata rratis sendo
dos propriosassignantes, indoassignadoa.
CAMBIO.
JffO 2.
JLjOndres, 39 l;2 P- St. poi 1 ctd. ou prata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por n\o premio, por metal, N'om.
Franca '245 -^40 Rs. por franco
Rio de Jan. ao par.
Moedas de 6400 I5..800
4000 6.,800a 7000
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. c
das Icttras, por mea 1 2 por ojo
(obre 25 por cento de descont
PARTIDA UOSCORHKIOS.
Ohnda _Todns os das ao tneio da.
Goiana, Alhandra. Pu.alba, Villa do Cond-, Ma-
mauguape, Pilar, Reai de S. joto, Brejo d'Areia,
Rain!ia, Pnmlial, Nova de Souza. Cidade do Natal,
Villas de Goianaiaha, c Nova da Prineeta, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquirx. Monte mor novo,
Aracat; CascavcU Cauiid, Granja, Imperatrix,
S< Bernardo, S. Joao do Principe, sobrar. Novad*
ElRev, Ico, S. Matheus, Reachodo sangue, S.
Antouio do Jardim, Quexeramnbim. e Parnahiba
Segundas e Sextas leiras ao meio da por via da
Paraiba. Santo A ntao Todas as quinUs fe i ras ao
meio da. Garanhuns, e Bonitonos Jias 10 e 24
de rada mea ao meio da. Floresno dia 13 de
cada aica ao meio dia. Cabo, Serinbaeoi. Rio For-
iii izo. Agoa Preta e Porto Calvo nos das 1, 11
e 21 dr cada mez- Serinhaem, Rio Formozo, A
goa Preta-Segundas Quera, e Sextas leiras.
PARTE OFFIC1AL.
PERNAMBUCO:
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta 16. da Seas 5 ordinaria da Assemblea
Provincial dePernambuco aos26de A-
bril de 1836.
P'esidtncia do Sr. Dezembargador Ma-
ciel Montetro.
Feita a chamada as boras do costume,
chario-se prsenles 29 Snrs. Depulados,
fallando com causa parlecipada os Snrs.
Jozede Albquerque, Dr. Baptita, e Set-
te e sen parteripac-8 os Sora. Dr. Mano-
til CaValcdiiti, Joze Rumos.
O Sor. Presidente declarou aberta a S m
alo.
Lida a acta da -essio antecedente fui ap-
provada.
Passando-se ao expediente, o Sor. 1. Se-
cretario aprezenton hum oiicio da Ca-
ntara do Limoeii o, enviando as suas ton-
las, e pedindo providencias sobre diver-
sos obiectos: fui remettdo s Commiss5es
de Estatifica, de Con tas, e de Propostas
das Cmaras.
Tambem hum requef ment de Joaqun
Joze Bello, Fiscal dos Affugados, pedindo
ordenado, o qual foi a Cornmistode C5
tas das Cmaras.
Eoulro de Guilberme Stepple, inter-
prete da Repartitio da Saude, pedindo
aumento deoideaado, o qual fui a Com.
i-esnecliva.
Principiando a ordem do dia, a C'om-
miw do Negocio Ecclesiasticos sobre
a representado do Viga rio de Tijucu pa-
po, que pedia hum quantitalivo para re-
paro da Malrit daqoelle lugar, foi de pa-
ecer, que foase remetlido ao Bxm. Presi-
dente da Provincia, para contemplar a-
mella Matriz quando houver dedestribu-
ii a quola marcada pe- Le do Orcamen-
to, relativa aquelle objecio : foi appro-
-vdo.
Eolrou em discuasio o art. 24 das Poe-
taras da Cmara de Seviohaem nue tinha
Jicado adiado da S .-sao anta.f nppiovada a emenda substitutiva da Com-
mi sao, e a seguinte emenda do Snr. Dr.
BriluEm luga' de JuiZ de Fot, diga-se
authoridade competente ; e assim em to-
do os arta. atib>equen O Art. 25 foi suprimido por emenda
do Snr. Barata, Picando prejudicada a e-
meuda do Snr. Padre Gama, que pedia a
aiiprestio aomeute da palavia piimipal-
tenle.
Osarts. 26, a7, 28, e a9 foiio addia-
dot arequerimento da Commissio al a
respectiva Garuara mandar o regulamentu
oiCapitieimorw de Campo,
O art. 30 foi approvado do modo que a
Commsa o alterou.
Fuo suprimidos os arts. 3i, 32, 53
por emenda da Com. que tambem foiap-
provada.
O art. 34 fui pela Commissio subi-
tuido com tres arta., os quaes foraS ap-
provados.
O art. 35approvou-se, e tambem o 36
com a emenda da Cmmisaio.
O art. 37 foi approvado.
O art. 38 foi suprimido, segundo a e*
menda da Commissio.
O art. 39 fo approvado, eosrt. 40
com a seguinte emenda addiliva do Sor.
Dr. Metides: depois das palavras deis di-
as, accrescenle-se no cazo de nao ter para
papar a multa.
No art. 41 foi approvada a emenda de
supressa da Commissio.
O art. 42 foi approvado, e O 43 com as
emendas da Com.
Da mesrna ort o art. 44
Os art-. 45, 46, 47, 48 lorio approva-
do.
O art. 49 oi approvado rom a emen-
da do Snr. Dr. Peixoto de Brito, que pe-
dia asupressaS da emenda daCommi-sio,
e elig* que no art., em logar das pala-
vras Juiz de Par, se dissefseou do encir-
repa.to da Polica do lugar.
Osarts. 50, e 5i foia suprimidos, se-
gundo a emenda da Com.
O ai t. 5a foi approvado com a emenda
da Com.
O art. 53 foi suprimido por emenda da
me-ma ; e *sim o arl. 54.
O art. 55 fui appiovado com trea e-
mendas da Com.
Os art. 56, e 57 foraS suprimidos por
emenda da mesma.
Os arts. 58, 59, e 60 fora apprva-
dos \ e dei iiiio-Sf que estas posturas assim
alteradas podo entrar em teiceira discus-
aio.
Enlrou em 1. discua-ioo Projecto n. 10
e depois de algum bebate fui appiova-
do.
Enlrou em 2. o Projecto n. 8 ; nadis
cussio do 1. arl. mandn o Snr. Padre
Gama a seguinte emenda : onde s diz no
arl. titula Novi?os, diga-se raziiei-
ros.
O Snr. Dr. Bito mandeu o seguinte
requerimenio que o 3. art. doProj. pas-
sasne 1., e como trtlsediscutise ; o qual
entrando em discus o, e posto a votaca
nao passou.
O mes.no Snr. ao depois mandn esta
emenda aoart., que seja6 maiorea de 25
annos, e que estejio no gozo dos seus di-
reitos polticos porem daudo a bora ficou
adiscusso addiada.
O Sor. Presideote deo para ordem do
dia seguinte Pareceres de Comraissa, e
discussad de Posturas das Cmaras at hu-
ma hora da tarde, a continuacad da segun-
da doftojecUj n, 8, e diu dos Wj 9t 75,
e55 ; e levantou asessio depois das duas
horas da tarde.
Thomar Antonio Maciel Munteiro,
Presidente.
Laurentino Antonio Moreira deCarvalbo,
1. Secreta lio.
Joaquim Rafael da Silva.
2. Secretario.
EXPEDIENTE D ASSEKBLEA.
Illm.Sr. Tendo resolvido a Assamb. Le-
gislativa Provincial, que fossem convida-
dos para tomarem parte nos trabalhos da
mesma, os Snrs. Deputados Supl<>ntesi e
tendo eu sido autorizado para fazer os
convites; participo a V. S. a dita resolu-
ca6, a flu de que com a brevidade que Ihe
fin possivel comparega na casa de suasSes-
t.6es para tomar ausento como Deputado
Supplente, e partilhar dos seos trabalbo*
Legislativos.
D'os Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial dePernam-
buco 29 de Abril de i836. Hlm. Snr.
UHro Francisco de Paula Misquita, De-
putado Supplente da Assemblea Provin-
cial Laurentino Antonio Moreira de
Caivalbo 1. Secretario.
Illro. Snr. A Assemblea Legislativa Pro
vincial re-cUco, que de novo tbsse V. S.
convidada para vir tomar parte nos seus
trabalhos, vito a nece^idade do compa-
recimento deV. S. pela ausencia de al-
guna S.rs. Deputad.s, que se retiraras
pa a Assemblea G*ral: e tendo eu sido
autorizado a faz^r-lhe se Unte da dita re-
solucaS, assim ocumpro.
Dos Guardeja V. S. Secretaria da As-
semblea Leg'.-i Provincial dePer-
nambuco a9 d obil de i856Hlm. Sr.
Padre Manuel da Fonceca e Silva, Depu-
tado Suponte.Lurentino Auluniu Mo-
reira de Cairalho 1. Secretario.
GOVERNO DA 1'KOVlBCI*.
Expedient do dia 30.
Oficio ; Ao Commandante das Armas,
dizendo-lbe, que nao (atbCnz anda a in-
formacafi que elle da sobre o requerimen-
to de Joanna Raptisla de Souta, Mai de
Francisco Antonio Maciel a. Sargento do
Batalha 54 de a.' Linha, que faleaceu fe-
rido na lula contra os (Jbanos, por na6
vir acompanhado do indespensavel docu-
mento que prove o seu asseulamento de
praca, e que por isso reverte o requer-
nrcQto. e a mencionada uformaga. '
Ao Inspector da Thezouraria ; di-
zendo-lbe que, visto que os quarteis da
Fortaleza do Bom Jesut das Portas se acham
desocupados e prezentemente nao sao ne-
cessarios para o servco Publico, convera
oGuvernoem que sejam arrendados em
hasta publica, como o dito Inspector lem-
brou ; com a condica porem de serem
entregues Fazenda Publica^ logo que dos
ditos Quarteis tiver preciza.
Ao Commandante da Fortaleza do
Brum, para entregar ao Almoxarife do
Arsenal de Goerrra a chave da cata em que
se acham recolhidas na mesma Fortaleza
as Armas da Nagad a cargo do mencionado
Almoxarife, que por ellas he responsavd.
Ao Director do Arsenal de Guerra,
communicando llie o conlheudo do pceco-
dente oiicio.
A'Cmara de Pau d'Alho, dizendo-
do-lbe que nad saiisfrz o orsamento que
remetteram englobando todas as despezaa
que sedevem fazer com a construca5 da
urna Cadeia na Villa respectiva, e que por
isso reverte o mencionado orsameoto, a
fim de que a mesma Cmara maude fazer
outro em o qual se especifique todos os
matt'tiaes, sua quantidade, preco, e mad
d'obra.
Outro officio do theor do precedente
foi derigido a Cmara do Brejo, por ter
remedido um orsamento igual a do Pau
d'Alho.
Illm. Sr. Com as duas inclusas Ta-
bellas dos vencimentos dos Empregados da
Repart. dasaude, edos impo-ton, eEmulu-
mentos da mesma Repartir;a, e pr onde ar-
recadados, S. Ex. o Sr. Prezidente da
Provincia t-atisfaz a resolu<;a6 da Assem-
blea Legislativa Provincial, communica-
da por V. S. em officio de 25 do crrante
mez.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
provincia de Pernambuco 30 de Abril de
i836. Sr. Laurentino Antonio Mo-
reira de Carvalbo, Secretario da Assem-
blea Provincial. Viceute Tfaomaz Pi-
res de Figueredo Camargo, Secretario d
Provincia.
AS ELEICOENS.
O dia 8 do correte M.o est designa-
do para aseleicSe dos Juizesde Paz desle
Municipio. Estes Juizes, ainda que estad
desonerados das complicadas altribuicoea
que tinham, e que raros poderam de algu-
ma soi te salisfazer em grande parle, com
grave sacrificio de seus pailiculaiea iote-
resses; com tudoalem de, segundo a Cons-
tiiuicio, continuarem no ultiltatBO en-
caigo deconsiiiarem as parles, evitando
um grande numero de rnocesscm desgendi-


mmmm
DIARIO D
Ksa
oos, accomulaiam-lhcs a athibuicao Je
ju'garern os pleito-, que versarem sobie
quantia que nao exceda a 50$ rs.; cun-
pre pois qoe todos os Cidadi s se inters-
^em na eleitio d'este.* Juizes, a tim deque
por p balla arranjada, como quasescmpre, ero
.favor do menos digno : e nfo s por esta
razio (que he amis altmdive') cumpre
que todos se inteiessem e conconam poui
o seu voto, cnrao '. b.-rc para n5 soflre-
rem a pena de multa de dtz mil reis, que
a Lei do 1. de Outubro de 1828 manda
impor aosque deixem de votar nai eei-
c5es de Juizes de Paz.
Muito> Cidadao votados inteiramente
orcup.'ces, que Jhe dio rom que possam
oanler suas familias, nao alientan) para
asLeisque i.io tem relacio com a sua vi-
da particular, e d'islo resulla muitas vezes
oserem rondemnads a pagarem multas,
que jamis pagariam, si tivessem (.ciencia
da Lei que inb igiram, smente porque g
noravam sua existencia. E como o Jorna-
li.-ta tem contrabido urna quase obrigacio
de orientar os seos leitores, mormente
quando se trata de inteiesses Pblicos, nos
vamos transcrever os Arts. da Constituicio,
6 Lei querrgulam as elei^Ses actuaes, e a
parte da L-i que impoem a multa de 10$
rs. aosquedeixam de votar na eleicio dos
Juizes de Poz. D'esta *orte prevenimos
dois males ; isto he, o mal publico de ni
votarem na eleicio todos que devem volar;
eo particular de p.'gaiem a multa, os que
30 a p.-g,ir5 se ignoran ro a Lei.
Arl. a. da Lei dol. de Outubro de 1828
--Tem vota n leica dos Venadores, (e
dos Juizes de Paz tiobero) os que tem voto
na nomeacio dos Eleiiores de P^rochia
na conformidade da Cou-t luicio Aits. 9i,
o 9a.
Art. 9i da ConstituicioTem voto nes-
tas EleicSes primarias.
$ 1. Os Cidadaos brasileiros que esto
no gozo de seus dueitos pul ticos.
a. Os E-t.ang-ios natiualisados.
Art. 9a. Sio excluidos de votar as
Assemble.is Parocliiars.
. 1. Os menores de a5 atino-, nos qua-
es *e nicompieht-u lem os cazado-, e ofli
ciaes Militares, ana 18, os Bacbareis formados, e Clrigos
de od ns Sicras.
a. Os lillios familias que estiverem
na companhia de --eos Paes, salvo sese vi-
em ffi ios pblicos.
3. O* diados deservir, em cuja cla-
re nao ent'io os Guaidns Livios, e p> i-
meiros caixeiro d.is cazas de Commercio,
os Criados da Caza impeii.l, que nao f,,.
iem de galio branco, e os adminixtrado-
res das fazendss ruruaes, efabiicas.
4. Os R giosos, e quius quer que
vivam emeommunidade 'Lustra!.
tf^ Os que nioliverera de ren-la li-
quida annual reo mil reis fcy-por h- ns
de raz, industria, commercio, ou Em-
pregos.^A
Art. 9 da Lei do 1. de Outubro de 18a8
Todo o Cidadio com diieito de votar que
nao concorrer pessoalmente a dar a sua
vedilla, ou nao a mandar, sern legitimo
impedimento participado ao Presidente da
Asamblea Parocbial; e aquelle |ffn
impedimento for declarado improieden-
-a*pela Meza da dita Assemblea, a
quem compete o Juuo a tal respeito, ser
'O'-demnado em 10$ res para as obras
Publicas; e o pagamento....
D'entre as diveisos Claces de Cidadaos
o E tido, ntm umi es maisem risco de
trmaior numero de multados, por sim-
les ignorancia, do que a Clace Militar.
>Soldarlos, alheios inteiramente vida
/il, quaze todos ignorara (o nem metm
/e6tam attenca) aquellas dt-sposicoen
gislativas, que nem urna relaca tendo
m 9 o dizel o, indiferentes para elles. Nos
.e somos Miliar, mais esta raza lemos
Iratar da prezenle questa, e por es-
rio lembrar aos aojaos Soldados urna
>i gaQa, que taivez muitos e*tejam per-
ja .|Jo<, gue nao Ibes pertence; a fim de
na&ofiam a pena de urna multa, ou
o a sofram, justamente Ibes s ja im-
', po, que nao podem allegar igoo-
aucii. Si agora n> lb i'para que a cumpram ; tabem logo
PERMAMBCO.
XBU
A Lei he sera duvida para lodos igual ;
mas o Soldado he um dos Cidada6s que
deve ser o mais puntual, e restricto na xua
execuca5.
A Con-.lituica5 no Artigo que boje co-
piamos, despofin ; que lodo o Cidadao
que luje maior de a5 anuos, e que tiver
cera mil reL de renda aiinul votv naselei-
cens primarias, e Lei dol. de Outubro
dei8a8ua parte q' tem copiamos d^-
t-rmiua ; qu* todos que podem votar as
leicoens primarios, votem as de Juizes
de Paz : releva pois indagar quaes s.5 as
praoax do Exei cito que em nessa P> ovirf-
ria .-a obligadas a votar, e que na5 vo-
tando devem er multadas em i0$000rs.,
para guial as n'este negocio. Eutiemos
na oue>ta.
Todos os Officiies Inferiores, Cabos,
Cornetas, e Soldados d'Artilheria sa5o-
brigtdos a votar, co>n tanto que nao te-
nham menos de a5 anuos de idde. Para
provar esta verdnde, basta mostrar qum
to tem por auno um Soldado, que he a
piara qUemenos vence.
Um soldado d'Artilheria tem oseguinte.
DIVERSAS REPARTICOENS.
Sold diario............... Rs.
Etape diaria............... R>.
Far. amento diario.......... Rs.
Soinma Rs.
1OO
ia4
5o
274

'.crn
>rar mos, para que a pena se Lcaet-
^ B^'ueUes que diixarepa de i{Ar.
Multiplicarla esta quantia por 365 das
que tem o armo, se v que um S -Idado
Artilheiro tem de renda animal a quanlia
de 100&0lO.rs., eque por tanto lieobri-
gado a votar na Paiocliia- respectiva, sob
pena de mulla de i0$000 rs., razo de-
xe de votar.
O. das guarnicoens do Hi um, e Bu-
raco, tendo a idade competente, taberp
sao obriaados a votar, por que vencera
400 rs. 11.1 ios, que faz a sumraa animal
de 146&000 va.
O Soldado de Cacadorrs tendo tudo
corno os '.Artelheria, a excepcaS do sol-
do que lie d- 90 rs. diario*, faz annual-
mente a quantia de 96^060 is., eoAns-
pecada, que tem mais 5 res diarios, faz
98$i85, de mmeir* queso o, Cabo, pp-
lo simpUssoldo e mais vencimenlos, s5
os olirigadosa votar ; porque na Cabos de
Cacadores tem osmesm's vpncimentos que
tem os Soldados d'A'telhaiia, i.sto be,
i00$0i0rs. por anuo. Mas advrla-se
que todos os Soldados volntanos que tm,
segundo a Lei novissima, alem do sold,
mais 45 rs. din ios, da tnesma sorle sa6
obiig^d'sa votar, por que Tazem por an-
uo 112$785 reis : t5 bera igualmente
sao obligados a volar todos os Soldados que
tem qoalquer officio, indu^ria, ou traba-
ho, e d'elle uzam, amda que mui pou-
co : por quanto por mui pouco que tra
balb ni, nao he possivel que nao ganhem
em um anno a quantia de qualro rail reis,
que he quanto Ihea basta para com os ven-
c mentas militares, terem mais de cem
mil ieis de renda animal : finalmente to-
dos os Inferioies de Cacadores sao obriga-
dos a volar, por que todos tem muito mai,
de ceta mil rtis por anno ; rom tanto que
todos tenham a idade legal : a5 anuos.
Aquelle Inferior, ou Soldado que por
duente, ou servico n*5 poder comparecer
pia dar a su.i S'dula devei maudal-a (a
lim de evitar a mullaj na foi ni 1 do segu ti-
ta Artigo 8. da citada Lei do i. de Ou-
tubro de i8a8.
Art. 8." Os que nao poderem ir (entre-
gar a Seduli) pessoalmerjte p -r impedi-
mento grave, mandaraS as S dulas era
carta feixada ao Prezidente da A-ssemb'ea
declarando o motivo pr que na5 compa-
rece rn.
Parece-nos q'si os Sis. Commandantes
de Companliias mandassem instruir os se-
usSoldailos era a dexpoMcao das Leis que
n'este Diario hoje citamos, tal vez evitetu
que algura seja multado, por qoe muitos
nao sabem, enera noticia tem do que se
publica nos jomaes. Estamos certo que
esta advertencia be occiosa, porque, gra-
cas aos Ceos, temos urna Olficialidade,
que, aem Je honra lisssinn, he essensial-
mente Constiturio ial. e que unto se in-
teressa p<-la prompia e restricta execucad
das Leis, como pelo bem, e inteiessea dos
bravos que commandam ; com tudo, co-
mo o que abunda nao prejudica, sempre
a aiemos.
Cm.
EDlTAL.
Dom. Joa5da Purificaran Marques'Perdi-
g5, por Graca de Ueos, e da Santa
S Apostlica, Bi-po de Pernambuco,
edoConselhodeS. M. 1. e C. &c.
Por especial Mandado de S. M. o Im-
perador romraunicado pelo Imperial Av
sodei4deMaio de 1829 Secreti a d'Estado dos Negnci 8 da Justi-
ca. Pomos i concurso pelo prezente E
diclal a segrate:. Igrejas plenamente Va-
gas deae Bispado. A deN. Sra. da Con-
cei.g*5 de Aguas Bellas ; a de N. S. da
sVaaompcaS da Vi la do mesroo numera
de S. Md,ia da Villa do mesrao nome } a
?-S. R, doRio Preto ; a de N. S. da
G oria do Rio d.s Fgoas ; a de S. Anna
do Sacramento do Angical ; a de N. S.
da Pena do Birrity : a de S. Miguel dos
Barrenos ; a de" Jf- S. da Conreiea do
Porto Re^l dos Indios ; a de N. S. di Con-
ceicaftde Monte-Mor o Velho; a de N.
S. d4 Cnnceica d'Alniof la; a de Sanios
Cosme e l)..m ao da Serra do Pereira ; a
d* huUV.i ; a de P.pari ; a de S. Rita da
Povoac;..6deS. Ciuz; a de N. S. do DcS-
tc-i roda Villa Flor; a de N. S. da G 0-
ria da Povoaca de Marii P reir ; a de
N. S. do O'do Porto da Ful ha ; a deN.
S. da Gloria da Villa do Porta de Pedias;
a deS. Afaria M-gdalena da Villa da Im-
peratriz ; a do Sr. do Bom-fim da Villa do
Acai, deS. Goncalo; a da Villa do Ca
tole ; a de S. Joze da Villa da Cranja.
Todo o Reverendi Sacerdote pois, ou
Clrigo, q*ie quena f.zer opposica as
ref- ndas Igrejas, apprezente-se com es
seos papis promptos, e crrenles na for-
ma zendo termo de opponica dentro do pra-
zodeaeaeiita das, lindos os quaes se far
o Concurso, em o qual re-ponderad os
Reverendos opposiiojes a nove casos de
Moral, e Cons. encia, e f.r6 huma ex-
posica, ou homila ao Evaog Iho. que
aa>igiiar-mos para Propor-moa aos Exms.
P ezidentesem virtudeda Ley de 14 de
Juuliode 1831, os que se julgareo mus
dignos na forma dos Sagrados Cnones,
e Coiis lio T.identino. Dado em Olrda
sob 11 sello da Chancellara, e Nosso Signal
ao. 50 de Ab' de i836. E eu o Padre
Juaquim d'Auumpca6, EscrivaS da Ca-
niaiu Episcopal o .sohsrrevi.
J006 Bispo Diocesano.
Ihando com a taxa movel ou bascul
darfiota
das caldas, he de esperar, que esla |a0
..------,, ^^. .^ uwci ou a bascule
empregando o carvio animal na clai fir '
o
cao
torne a por-se em actividade, e seja de D
vc-ito aos seos proprietarios. ^r*
Alm desle establicimentos fa'brs
tras industrias tem sido adra das* m'
(horadas, e augmentadas nest Cid*"
de. Em varias i.ffi. uas, mais ou m"
nos ampias, febricam-se chapeos de sed!*
que achara prompto consume ; sendo a m *
M notavel a que se a cha S. Raimundo'
pertencenle aura Cidadao de Hamburgo I ,
que nao cede em perfeicio de obra neuhu.
mad'Alemanha.
A Mai cenara, onde figura va exclusiva
mente ora hbil artista nosso, coma boje
no seo dominio outras rapacidades ai
disputara mire si as bomas do triumpbo
mesterial. A oficina do Sr. Gath, sita
ladeira da Pi eguica, he digna do repntacio
que tem adquirido pelo verniz, elegancia'
e solidez dos movis que f.brica. Outia esl
tabelecida ao Ro>ai o de Joao Pereira dii i-
gida por um Subdito Hamburgus' gosa
tambera de merecido conceito. E a do Sr
Barretlo, nosso Concidadio, sita ru
direita do Palacio, tem-.-e aprefeicoado
tanto, que ja f,z excellentes hem .,At;j...
MSZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N." 94.
COBPO Pf'MClVL.
O Corpo Policial p'ecisa de me! para
os ci va los da Com pa rihia montada, quera
os quiser fornecer dete genero, diiija te
aS-cretaiia do mfesmo Corpo, nos dias u-
teis das dez hora at as doze do da, que
se aceitar quero por menos der. Quartel
do Corpo Policial 2 de Maio de 1836.
Sa R.neto.
ConVnuado do n." antecedente.
DISCURSO.
Recitado na Seio d'As-emblea Geral d
Socirdade d'Agrirullura, Commercio,
elndu.sliia da Babia, no dia 3l
de Janeiro de 1836.
POR
Miguel Calmon Da Pin e Altmida,
Do Conselh de S. M. o Imperador, eVi-
ce-Presidente da tmsma Sociedade.
Acha-se parada actualmente a fabrica de
efinarasjKar, estabelecida junto Agoa
Je meninos e perlencente oos S r. Fieire
I eComp. Tendo sido bern fundada, (raba-
entes e bem polidos
trastes.
As Officinasde Caldereiro tem progredi-
do cora admiravel presteza, e vio s. ndo de
evidente utilidade ao Paiz. Ja entre nos >i0
fabri. ado- os alambiques de motu-continu-
o, s- gundo os melhores e mais modernos
inventos. E cabe mencionar aqui a nova
officroa de fundir bronze, e construir laxas
b.tidas, qne acaba de ser estabalecida era
Santo Amaro, em rimnifesta vanlagem do
fabrico do assucar, pelo c. nbecido Maqui-
nista Inglez o Sr. Falconer.
Urna Sena, movida por cavallos, fo
tamibem ha pouco levantada no sitio das Pt-
dreiras, p-.r um Subdito Francez.vque lera
chado abundante obra que fazer. E faco
voto para que este maqumismo, simples e
proveitoso como he, seja empregado pelos
danos das matas, distantes do Beira-mar
ou fallas de ros e cachorras, lim de se'
uiilisarem de suas valiosas madeiras
O fabrico de charuto d boje til empre-
go grande numero de bracos nesta Cida-
de, ena Villa da Cachoeira. A export-cio
de 398 milheiros, conforme o Mappa Ja
Mesa respectiva, eo consumo interior,
alicatado pelo numero de fumantes, que, A
roaneira de vaga-lumes, eneoolramos a
noile por essas 1 uu* provam, quanto k mira,
a actividade manual dos que professam essa
in lu-tria pouco afanosa.
Tmdo-vos informado, na resenha que
fu, do estado actual da nossa Industria em
geral, cmpreme fallar adrados ramos
della, que, em minba humilde opino,
mais convnj fomentare desenvolver.
A pescara das garpas he, Senhores,
urna empieza industrial lo uigente como
til. O Mappa authenlico da oossa impor-
tacio mostra-nos, que recebemos do Es-
trangeiro mais de 145 cotilos em bacalho,
no auno que acabou. Nao ha de certo urna
despes.. tao lamenta vel como es-a Nenhu-
ma Provincia, com mais f-cidade, que a
da Rabil, 'podeiia exonerar-se do tributo,
que p.ga ao Banco da Terra-Nova. A?
agoas de Porto Segure, e os parris dos
Abilhos forneceriam abundante pescado,
se alguma Sociedade se formasse para tomar
si urna lio ti til empieza. Em I828 proje-;
ctou-.se nesta Cidade a orgauisacio d'uma,
Companhia paja a pesca na quella para-
gens; e um Decreto Imperial, referenda-
dop. lo Ministro da Marinha, approvando-
a napare, que lhe competa, re-ervou
Asamblea Geral Legislativa a concessao de
ceitos privilegios. Nao vingou porm este
lonvavel p.ojecto, ou fosse poi qne o Decre-
to e mais papis, relativos empreza ficas-
sem empaiedados 11'alguma Commissio da
Cmara Temporaria, ou porque fallecer o
pi incipal agente da Companhia o Se Rebelr
lo. Entretanto parece-me, que nenhuma
difii uMade havei actualmente em organi-
sal-a ; accrescendo novas razdes, ou moti-
vos para que o seo e^ito seja anda main es-
peraucoso do que o era naquell lempo.
Operando o nece.-sario melhoramento na
Salga, a Cooipanhia nao s pulcra abaste-
cer o mercado, e supprir ao consumo ordi-
nario do peixesecco, mas tambera irnecer
no-sa Lavoura, na falta do rliarque ou
ca^rne do Ser'io, umbjinajewJio aumento-


*B "'
D I A* 1 O DE PEKNAMBUCO.
#.
tmr.-am
para a susU alacio da esclavatura. Infeliz-
menle necessidade de otcorrer quantu an-
tes i aquella Ha, se ii"S afigura boje, raais
' impei'io-ia do que osera em 1828. Os mo-
vimentos do Rio Grande do Sul lem ja en-
carecido a carne secca, e talvez pi ivem-nos
por algum lempo desse artigo de forcado
consumo. Epusque, na quadra presente,
tio impossivtl nos sej o prever quando
acabar o dessocego de Porto Aleg e, como
o previnir, q>.e o Nordeste nao spre du-
rante o vero, e nao retarde ou dilficultea
importarlo do charque ; teriho por rnelhur
o rui'liirino.s dc-de ja na pesca a e salga da
gaipa, do que permanecermos como al
agora na exclusiva de urna Provincia dis-
tante. Nem se pense, que o peixe secco
ministre nio alimento aos nossos escr* vos :
posso aseverar, que os barris d'aienque, e
liacalho fazem, as Colonias Inglezas do
Golfo Mexicano, as vezes do| nos*as Provincias, e nao consti, q'a'e-cra-
valiii ali teja menos vigorosa, ou desme-
d e mais que a nossa. Rer.Umu por tanto,
S'iih'Mt-s, toda a vossa attencio, easolici-
ti.de do Governo, e > patriotMiio dos nos-
sos Capitalistas favor dessa empreza, que
actualmente podemos classifica, como u
mais percisa entie as neressarias.
A tecelagem doalaodio, para c ordina-
rio vestiario da' gente menos abastada, e
dos nossos esrravos, he outro ramo de In-
dustiia, que muito importa animar e pro
teger. Consta officUtmente, que impor-
tamos em 1835 a enormesomma de 3,984
contos era faiendas de algodo, .sendo tai-
vez um terco dessa somma em teas mais on
spenos grosseiras. Possuindo a materia
que nao leiiharuo.sna Babia a materia pri-
ma para ess i industria fabiil, ou queen-
Ir tiQs seja elevad o precio ros filios ;
por quanlo a melhor qualidade e maior du-
raio das z, disfar-
cam, sanio compensara a caresta dellas.
Nem he is.-o urna conjectura mirilla : o Tac-
to do pag,.r-se |I,20 por urna encbad
Portugueza ou nossa, e de rejeitar-se a In-
greza por 600 ris, prova, que os nossos
Lavadores, calculando bem, apreciam <
roelhoria como devem. Entendo mais,
que o estabelecimento de uina Ferrara
completa, sei ia uma empreza de tanto mai-
or utilidade,1 quanto 'servira de esrol'a
pratica, ondea nosso mocidade aprendesse
Iraballiar em ferro, Uma boa maquina,
como a que lia nos Etados Unidos, e le
que tambera falla oci ado Cavalheiro Re-
aujoui, i'qual sendo m >ida pnragoa, e
diiigida pc.r um i horiiem, fasMOpregos
em cada minuto ; similbante maquina, I penados, como sobe oexama de eui fosos,
someiltfl impoilar o precioso metal. De- sumplo, que me parece vital, airi a < e
sejosim, que ern lugai de>sa importaco de o jolgue nao muda fcil, nem pouco ar-
costados deaIgodo, barricas .
caixas de ferrugen-, barris de prego*, e
tantos artigas, que poderiamos fab> icar
(15), bouvebseroos deia>p.>rtar instrnmen
tos e livroJ cientficas, estatuas e boas
pinturas, modelo de maquinas e edificios
11,1-si'OH, objectos de muzo, e primoras
das Artes. E lie coro magoa (s'ja-rtie li-
cito dizel o), queeu t-nbo obf i vadoo ne.
nhiiro apreco, quedamos lio ne.-atara
impoitaco. No Estados Unidos, quasi
todos os obierlos, que aeatiei de nferir,
p.iS-aai as Alfaudegs livres de dieito:
-eri-do considerados como-capiUes dos inais
Ainda outro meio, iguairnen'e oppor-
tuno, beodo esta be le unento de um R'
gislo de hyp. thecas, onde coro facilidad >-
se possa vei ilicar os en-argo- que esler,
sujeita qualquer prop' iedade rustica ou
uibina. Sen- e-se o ra- o de fuiitaiE'
tr-n/.acc6es, de au: nit-nlar o ciedito di,
p.roprielar'S, e de mobilisar es hens d
raiz, em rminfesta vxntagem Pnb'ir* <
i civada. Oxala, que ata medida, y-
lembrada no Prujecto do Cdigo do C"m>
rae-ci, veja quant antes executada.
D-pois dos dous precedentes mei repito, daria grande provei'o qu-m a
introduzissenestaiProviucia (i3) E p^n.-o,
que seria sufficiente i-entar de direto, por
certo numero deannos, Os materiaes (fer-
ro e carvo)]indispensaveis n' uma fabrica
destas, para que ella podesse afrontar no
seo"comeco a concurrencia E.-trangeira.
No f.ibiico do asquear muito ha, q' me-
Ihorar: e oda da re> rescea necessidadede
prima, eos bracos neceixiarios para um tra-
fcalbo pouco arduo como esse, nao vejo
razio alguma, que nos embargue de fiar e
terer. Temos exemplo no Poi to Noi te-
Americano, cuja industiM manufactra
estreou-se por esse ramo mais urgente, e
tem progredido muito alera do que ca de
esperar i.'um P.iz atricola. J< em 181O,
comoref'ie o Cavalheiro B'-aujour (12),
havia ali urna admTavel maquina, movida
por agoa, para fazer as cardas indispensa-
veis n.is fabricas do algoJio ; maquina, diz
qualle autlior, que formiva as chapas,
furava-as, pu\ava o ac.orae, cortava-o,
metia-o nos furo*, e pregavi-o, fizen lo
para todo sso 1430 movimientos em cada
uaiiiuto. Alm deste exem;.lo, que | Je
cona'dor-nos imitar-nos imilacio, oc-
conem factos, que devem animar-nc. Se
o habitante de Santo", e a gente de Minas
acba conta em fazer teas braco, maiop
lucro tei certamente o empresario, que
asfizer por mcio de maquinas expiriun li-
tadas, e de fcil manejo. Ainda mais, ex-
iste ja em Pernambuco urna fabrica de f-
tidos, montada em g-aude ecalla, traba-
Iharjdo vantajosamtnte, seguido me cons-
ta. E estou persuadido, que o Sur. G.
Pires Feneira, proprielario damesma f*
brica, nao poda lar feito maior servico
sua Provincia, nem dado melhor em prego
aos seos capilaes. A Rabia, poi, t.rito
ou mais, que aquella Provincia, carece de
semelhante fdbi ica ; e pira conseguil-0
bastar favorecer, e animar aqie o nosso
Consocio o Sur. Amorim, temeomecadoa
estabelecer ne.-ta Cidade. Ao Governo,
e Assembla Provim i.il devenios recom-
mendar e-.se objecto, quejulgo de utilidade
ranscenderite.
Oe igual utilidade reputo eu o promo-.
iVer-siE, ntrenos, o'tabelemento de Fer
.raiias ou Ofcinas, ondes O' iii>trunemlos e ar'igos de ferro mais
precisos no>s Agricultura e construeco
.civil. Do referido Mappa da impoi tacto,
vemos, que, d"rant,eo nuo passado, rece-
beo-se aqui do Estrangejro pooco m .is de
40 contos em ferro bruto, e muito alm de
a^O em ferro obrado, saber, feriagens,
cutilaria e quinquillera. Isto prova evi-
dentemente, que a ai te de Volcano, lio u-
lil aos bomens em gerol, e aos Lavradores
.em particular, acba-se ainda as ui.mti-
llias em nossa Provinci 1. Como Senhorc,
jii esuraiieni' s, que ale a agricultura, on-
de nao se pode, ou nio se sabe calcar um
machado, bater uma enchda, fu jar u^ma
loica, e ferrarjum arado;? Pouco importa,
(ia) SketchoflbeUnited Estates of Nor-
th America, tran>lHt;d from thc Frenrb.
by \\. Wilton,
ap-rfeicoar-saf ete ramo de Industria, a-
tebojeinseparavcl de nos*a raaisimportan-
leCullma. \lem de varias causas, que vio
tornando mais custoza essa rip produccio
do rDsso.'lo, urna assustadra concurren-
cia vem agora dispertar-nos da apathiaem
que temos vivido, e da rutina seguida na
lavra do asquear. Consta-me, p >r via se-
cura e instruida, que a produegio do assu-
car de betai rava em Franca lem mediado
n'uma progie^sio assombrosa. E-n I828
as fihcii as desse assucar deram o predoetu
de 4 milbes deKilogrina(l4) ero 183a,
o de 10 milbesem 1834. o de a0 mi-
Ili5-:seem i855, o de 30 mhf-s ; p-so,
quecorresriondeao de l:8;5$00O arrobas,
ou rto de 46875 ca isas de 40 cada urna.
Eassitn temos, que a pasada safra do assu-
car fui em Franca umita maior, que a da
R a, ou que a- betterravanalipro luziram
507$005 arrobas mais do qu a cannas
aqui. A' isto acrese a circunstancia ainda
mais ponderosa, deque o fabrcame Fian
cez pode vender u Kilogr. du seo assucar
p ir 60 cent. ; quando alias o Kilogr. du
nosso cusa l u0 cent. ou 1 fr. e 20
cent.
Outro fabrico, o da agoardente, requer
igualmente todo o nosso esmero esoleicia.
He para lastimar, que possinndo materia-
es (inel eesenma-) iguaes aos das ntillias,
facamos nos, em vez de bom, o mais na-
useabundo |qc. Dah vem o termos pe-
cebldo do Estrangeiro, durante o anuo fin-
do, s-gundo o \1 >ppa da Alfandrga, o va-
lor de 1 (J0 COntOS era bebidas espirituosas
alora o de 365 contos em vinlms. Embo-
ra impoi lemoi a agurdente de Franca, e a
genebra, que aun] 1 nao podemos, nem
tiv' z S'j i-iuis l'cito fabiicar ; mas nao ha
difficoldade alguma para que, melhorado
os ap-i 1 tbos, e adraittidos b >ns destillado-
res, nio facamos na B lonias Eitrangeiras, o rorae, o lali, e
mesmo o aniz. Oillutre Presidente, que
esta Sjciedade perdeo, cbegoil a destallar
no seo Engenho da Punta, algumas cana-
das de rome, que nao ceda em quoldade
ao da Jamaica.
Terminara aqui, Smbores, este bas-
quejo acerca da uossa acanbada Industiia,
enio devesse resguardai-me de alguma
censura. Aconselliando o fal rico, em ca-
sa, dos artigos de que tenbo tallado, nao
dselo certamente, que p Industria Estrangrira. Tao longe tatqa
dissso, como deiciedi'ar tiesta leori.-Ch-
neza, que faz consistir prosperidade com-
mercial de no Puvo em ludo exportar, e
(13) Veja-s,e a citada obrr de Sketch of
tbe U. E. ofN. America, &c. Asim es-
ta maquina, como a outra de fazer ca d..s,
foram intruqnzidas em Franca, com feliz
rxito, pelo dito Beaujour, que era Cnsul
Gera daquelle Reino, us E-dados Uni-
dos.
"(|4) OKlogr. equivale quasi 2 libias,
ou 2 ar.ia.teis, 2 onca, 6 oitavas, 61 gil-
es, e i dcimo de jio.
e o mo trato das Cmatd/.ias. E andamo-
tantofl.. revea ero materia, queum CUdur,
um Vo;my, um Padie Policarpi>, {eiQ-
ros livros pernico-os Moral Publica,
corl-em livi-e por onde au escaparla de
tata uma Madona de Rafael,' um Xplo de
Relvedere, um m>dlo du Pailb^ueon, uma
prensa hydraulica, um,a bomb de v

um poldro rabe, um touro de H il>t--ui,
um novilho godeu.ar, uma ca'ira do Thi
bet Q je-n o acriditra n'um Pa como o
noSso ? E'iirarei ja na ultima parte do
meo Discurro.
Vleios de promover a riqueza Provincial.
Tendo-ros apresentado, Senhores, nos
quadros que ha pou>'o delineci o actual es-
tado das 3 grandes Inri tes. donde flus ma-
na toda a pro-peridade Publica, releva a-
gora, que vos indique os meios, que pos-
sam, quanto mim, melhorar o mesmo
estado. S* elle n > he melanclico, lam
bem na5 be dos mais liscngeiro*; poisse
nos mostra por um lado, que a nossa for-
tuna progride, tambero convence-nos por
oturo, de qoeesse progresso nao tem cor-
respondido as esperancas d'um Pan novo,
salubre, frtil, e admiravelmpnte situado
qua*i no centro do Globo.
Nem podia accontecer diversamente.
A nossa cultura, escrava da rolina, e -
bandonada escravos, devia arrastar-se
preguQosamenle. Pado d'antes pelo
exclusivo da Mrtropole, victima logo de-
poi-. de mofl imp"tos e Tratados, e.it
agora enervado pelos desastres da Revolu-
ca5, pelodessocgogeral, no poda o nos
so Commerco ter-se avantajado mais.
A nossa mediana Industria, maneatada
pelo Systema Colonial, e df-favorecida co-
mo a vemos por effeito de falsas teo as,
milagrefa se ttvtsse alado. Mas he ja
tem pude cuidarnos de n*, e de empre-
garmos, com a iiecessaria prudencia, os
meios, que a Raz<5 aconseja, e a Expe
riencia ahona. O que me occouvm sao
os spguinl'S.
Uma Escolla de Agricultura, onde a
m< cidade receba lices pr..ticas da nossa
Cultuia, da Arle V. terinaria, e dos Of-
fjcios mais necessarios Lavoura e Eco
nomia rural, be, no meo concedo, o pri-
men o, e mais conducente meio para o
melhoramento que des.jam"9. E mais
nao enrareco a necess lade dese Eslabele-
cimento, porque e-pero desenvolvel-o
n'uma breve Memoria, que lerei a honra
deapiesenlar vos. ,
Out-omeo oppo tuno e urgent^ssimo
he, o de urna Lei menas ab-uuva, e mais
providente, queo celebre Acento de 18
de Agosto de i7j4, tomado sobre a Lei de
20 de Jonbo do mesmo anno, para o sau-
davel ell'eito de reprimir a mg enca dos
devedorts, e nstanrar o nosso ptniido cr-
dito rommercial, e ndj.vidu.al. T.iuibein
c<>nto iffererer considerado dos meus
Compatii tas ura escripto obre esse as-
pioductivos, ou do-, que mais cunt ibjero som-dte depois, seria de inquestionavel
para o progresso da civil,acao, e da r- j proveilo oda m"tt;:ca5de um Banco Pro-
quesa intellectu.I, donde e deriva a mate- vincial, bem oig-ni-a-lo, que podese fa-
ril. Ao conhario, entren*, tudo iss, ravangos aoa emprehend*-doies api ico-
excepto livres (!b), nio .- piga dnetos 'as in pollncdS de lien nao privilegiados, e
P'emioia-oavel. Es^a/medida lie da mai-
"i-tianscendenria, e dte seriamente oc-
cuparu espirito daquelles, que desejam
piomovera nossa felicidade.
Outra Lei mais economa, que a vigen-
te sobre o airendamento das trras, da-
lia gfrtn -eria b nehVa na circu'islancds aduaes.
N-nhum especulador usa arrendar, ou
b-neficiar, quando arrend, os tenenus
ora oossui los e desaproveitados, pelo ie-
ceiu de n5 poder desfi uctal-os, alm do
termu ordinario de 3, 6, e 9 anuos, e
do ixtiaoidioaiio, e mu raro de 3 nove-
anm s. A teora dos Leases nulezes, ea
dos prazos, he a que ui.u's couvui pros-
pei idade de um Povo igi cola.
A co'onjsacaS lvre, entre os mcos ef-
ficazes, be tnlyez o mis podeiuso. A
intioducca5 de brc-os uieis ou prestantes
n'um Paiz ta largamente dotado pela Na-
lureza, dar o rois enrgico e->timulo ao
desenvolvimento da nossa riqueza natural.
Ja em outro escrpto, ha pouco daujo luz,
mo.-trei as vantageus dessa nied da : escu-
sai-me, poi-, de repet-las aqui.
A prudente reforma do nosso systema
de iropo-los, ea modific.aga, ou extinc-
Ca daquelles, que mais directamente, o
com ma'igno efTeilo, atacam os ca pitaes,
e paral s im a circulaban delles, deve ser
tamb>m considerada como outio meio ur-
gente, e azado para de.-obdruir os ca-
is por onde a riquesa se propaga, e se au-
gmenta a fortuna geral. E sera para de-
sejar, que aos nos>os Compatriotas se offe-
iec ssealgum escriptu sobre esse ai ido e
espinboso objecto.
Alguma prolecca de raais as fabricas,
que despedo de tantos inconvenientes,
Vd sendo luirla (s, entra igualmente na
classe dos meios favoiaveis ao noso inten-
to. A industria nascente carece dessa pio-
tecca : o Povos mais cultos deram ami-
gamente, e ainda boje offenceni exem-
plos do que vos dgo. N-6 appliquernos
os principios da liberdade do Commerco,
aleo ponto extremo de e.-lorvar, q.ese
avu ore a nossa Indu-tria Nacin I.
Finaliteiite, a Ordem Publica, sendo
a mais impeiiosa cm nosas actuis ne-
censidades, he tambern o raeiu mais ellicaz,
e conducente para os fins. que temos en)
mira. Sin trauquiidade baldados sera
quaesquer jrfoitos para o augmento da
Fortuna Pub'ica. Do soclo interno, e
da execuva das Lei-, depende toda a fe-
li- i lade do nosso Pdiz, eo beta ser psrr
ticular de nos-as familias. Se lograi mos
dese bem, o Brasil, d<'n'n> de curto peT
riodo, exceder em opulencia e grandeza
aos callos, ainda os mais exagerados,
do- Estadistas, que o ronlemplm, e ad-
niram. Ao rontiaro, se p r adversa
fortuna, continuaren! as agitacQcs f**!it-
cai] e effeituar se a di visit danta 'lodo
maravllaos") em lugsr da riquesa vna
miseria j eem vez do Pavilhi Auri-ver-
de, qu anda nos rene, veremos, ali, e
a> ola, aleada m- io pao a riiorialha de
>alaaiii>. Ox-tla, que esta amarga ver-
d.-de ate eui l dos os coiaces Rr file-
ros, que anda |iaipi;am pela gloria e leu
i lade da Patria.
I Uo eoucluid 1, S I s-
t;a6, que dei i-- r -' s n Se 10-
pn- .
Es-
cu.-a 11 e, si U'-i ventura ubusii ua vy*sa
pacitnciiuia ; que, bem longe de juct
(15) At j se despachot na Alfand.ga
d.sta Cidade, um grande porcia de ca xas
'ombO'laS e pal tirulas, viudas d. H, ni
bogo, paia as des brig-oj do lempo s)ua
le-atal!
(16) A Lei doDrcamooto, a^ora publi
c a d a uannotuturo d "
ba de sugeit r of Ivios ditciiua, iouio
qualcjucr ot't'B mercadoria.


'*^l
*
AR][ PR p E R
N A M-B U CO.
rer m>rt'tficar-vos, outro uto n6 tifc,
ijue na fosse o de sgradar-vos, e >ei-vii- ao
ineoPvii/.
AV1KOS PARTICULARES.
\ Administrarlo do Patrimonio dos
OiTios tend) de fase* diversos conceitosem
alguna,predios pertencentes ao mesmo pa-
trimonio, no Baino do Recife; couvida
pelo presente annuncio a todas as pessoas,
que se quiserem encarregar do dito concer-
t a comparecerera na casa da sesses da
mesma Administracio nos dias, 4, 7, e 11
do corrente mez as 4 horas da tarde.
A mesma Administraco faz sciente que
yos CDesmos dias, e-hora hade arrematara
quem mais deros alugueis das casas n.'9i,
68 ; pelo tempe, e com ascondicSesque
serio presentes no acto d'airemataco.
jry O abaixo asignado Pi oprietario
de um sobrado na Cidade d'Olinda confron-
tando a cadeia e junto ao Passo, caja pro-
priedade coobea sua Seiihora no Inventa-
yin, que se fez dos b?ns de seu pritneiro.ma-
rido ManoelJore dos Passos declara que
pertende contratar negocio com a mesma,
eporisso qaem quer que se julgar capaz
de por obstculo annuncie por sta folba
io prazc. de 4 a a'8S'
Francisco Xavier Carniro da Cunha.
yy Joaquim O. Elytr-r avisa ao res-
peitavel publicoeaos Senhoies seus fregue-
ses que elle mudoo-se de n. 41 na ra da
Cadeiavelha para n. 14 na mesma ra de-
fronte do Sur. Baiiio, teodo nesta cata a
fabrica e a Urja de chapeos e o seu escrito-
rio, e continuando a vender chapeos ingle-
es, bamb rgueres e fabricados no paiz
m boa qitaiidade e a presos commodo*.
J9" -Avisa se que na casa n. i4 ra da
cadeiavelha tein'6 pianos, chegados lti-
mamente, todos de Mipetiores Tozese con-
forme a qualidade dos precos 300$ a-
t 450^000 ivia.
yy Qoem precisar de um rapaz abil
liara eaiaeiro de ijuakiar-r ca.-a de negocio
tje enVn-Je Je fasendas, ebegado prxima-
mente la Ci ade do Porto no Brigue Im-
iortadnr, dirija-se a ra do Queimado na
afadef-rragera n. 30, ou annuncie por es-
te Durto para ser procurado.
fry-Piecisa-se alugar urna casa d'um
andar, ou um primen > andar, que sirva
para urna -familia pouio numerosa, as
principa.s ras o'tssle Baino de SanlO
Antonio: annuncie para ser procurado.
jrjja Os Administradores casa do
falevcido Jos Francisco da Costa leudo
onvocado aos Sms. Credore a mesma ca-
.zapara cutqparereiem no dia 30 de Abril,
vendo que se nao reuni a maioria, de no
vo-conviJio aos ditos Sors. credorea para
jnfalivelmeiMe. concorreiem no dia ^ de
Maio na mesma casa da ra da Cruz n. 39
pelas io horas da manha, e dcclaro que
iiioe verilicaiiflo a esse dia a uecessaria
reunio, ses.-5 > lodos actos da sua Admi-
nistrtco passando a requerer para serem
levados a deposito todo os li vi os e mais
documentos concernen les mesma casa e
Admioistracio. Hecife 30 de Abil de
lllf.
Rita de Almeida Costa.
.Inaquim de S uza P nto.
Francisco de Paula Pires Ramos.
%/y Precisa-sp de um horoem traba-
Jhador para tomar con la di*-um sitio sen-
do casado milhor : na praea da Boa vista
Botica l). 16.
tjgp Naiua das 5 Pontas, e-qmna do
beco que vai para os Martirio D. 7 se en-
*hoa, engoma, e marca roupa, com pe -
i, icio e preco cmodo.
yy l)*-se ioo& reis a juros de dois
por rento ao mes bre penhorea dt ourtj
e prata na ra do CaoViratru D. 26 ca*a
qu fa frente com o fundo d> Igrtj* dos
Martirios.
gy Ka mesma casa acimt precisa-se
deumaprela para Tender asile, pagase
t>or cauada 360 res.
r yy Qaein quiser mardar cobrar al-
gunas dividas para os iugarea do rasao de
Camaragibe, dirija ia u iaigo da penha
cobrado de uro andar L). n UlUr coma
pefso que Vai a estes rotamos negocios pa-
va tratar dajcoadis en nvcefSirias.
9
a/jr Quero ti ver para aliaga r alguna
sobrado que teoha algum com modo, ou
mesmo casa terrea sendo boa, que ten ha
quintal e nio seja em beco ou ra esqui>-
Ha, e que o eu aluguel nio exceda de 10$
res mensaes.; annuncie, e promete-se dar
alguna meses adianlados.
yy Responde-se ao .perguntador do
Diario de sexta feira 29 de Abril, e que se
assignou O. G. P. (que em bom portu-
gus querer diser o guaudeiio da platea,
ou guaude. o pateador; pois eomumente
os que nio pagin he que encomodio) que o
Sargento Padilha nio occopa, nem oceu-
pou o lugar de porteo do Theatro ; mais
im foi na qualidade de filho do Sur. Anto-
nio Lope- Bibeiro xelar os Inlerest.es de seu
pai, ajodando a seu irraio menor, ao
iubecil Portairo a quem o Snr. O. G. P. e
outros de Iguaes sentimenlos se ufaoio de
lograr (que tiobem tradusido quer diser
roubar; j ese o Filntropo ou descuidado
Empresario por ter muilas nuiles no anno
nao olha para os interetses do Theatro, teo-
do um bom fiscal na poita; o Snr. Anto-
nio Lopes que apenas lem urna noite para
si, devia procurar lodos o meios para eTi-
tar o ser roubado por i^so escolheo a s*us
dois fillios; eis a rtsposta que Ihe d um
que he capas de responder pela libada
conducta de todo o Balalhio 7 e que quan-
do Ti ao Theatro niogosla de estar aper-
tado.por guaudeiios.
YfT Precisa-se alugarduas negras, pa-
ra vender azeite de carra palo, e paga sea
pataca por caada : na ra da, praia adiau-
teda Riheira sobradinho n. 10.
ajrp* A pessoa uue deseja saber da mora-
da de Francisco Caetsno Profiro dirija se
a ra das Agoas Terdes D. 27.
jqy AdTei 1 e-sea pessoa, quecomprou
urna essano lugar dos Afogados, sita na
ra do Motocolomb, cuja Tendedora foi a
Sentir D. Mara Ignacia, que a mesma
Senbora nao podia vender a dita cisa, por
ser dadiva fela a urna filha, e quema com-
proudeve desfaser o negocio, alias pe de-o.
jCp Quem ti ver urna propriedade de
rasa de um andar sendo 110 Baino da Boa-
viola, paga-se orluquel a vontadedodono,
annuncie.
yy Quem liver, e quizer allugar urna
negra para o servico d'uma casa ; dirija-se
a esta Tipografa, que oe dir quem a quer.
jrjr Na 1 ua de S. Pedro, D. 27, ha u-
ma mulber que se .Merece para ama de
caza.
NAVIOS A CARGA.
Para Amsterdam
Sahe at 8 deHaio a Barca Hollandesa
Zi;vaau, Cap. Vau Driestem.
Para Genova.
jrjr Sahe at iS de Maio a Polaca Sar-
da Mariauua, Cap. D deeo, forrada de co-
bre inui veleira. Quem nellaa quiser
canegarou ir de passagim diiij.-se ao
seu consignatario A. Scbramm.
Para o HaTre.
yy A Barca Fraureza Genia recebe as
carias hoje(4) at as 5 Iioms d% t.o-df n
Escriptorio dos consignalario Lenoir Besu-
cliet f Pugct, ra da Ci u/. o. 5.
Para o Rio Hy O bem conhecido Palaxo p do Rio (oulr'oia Sumaca) Capilo Joi-i Bu-
drigu -..-> Amaro segmra com toda a b>evi-
dade liatu ter a maior parle da carga a b >r-
do: quem no mesmo quiser canegarou
ir de p-.8'gem diiiji-se aaumno Ag->*ti.
11I10- .cBa.ro, l'.. D. 67, ou ao Capilo a bordo.
Para o Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro.
O Pataxo ero seguir no dia 6 do
presenta pode reoeber alguroa pequea
qun(idade de carga ou passageiros na casa
acim, ou com o Capito do roearoo Pata*
xj Jt.se Antonio d Sousa.
ARRFMATA9AO.
No dia 4 do correnle' na Praca do Snr.
Doutor Juis do Civel Bento Joaquim de
Miranda Henriquqasea>ede arrematar nma
porco de carnr seca ordinaria que se arha
no armasem do falescido Antonio Jote da
Silva Carvalpo.
COMPRAS.
Urna armacio de tipoia sendo nova ou
em bom oso, e 11 m cazal de caxorros da
filia pequeos, e de boa raea : quem tiver
qualqoer dos objectos dirija-se a ra das
Larangeiras sobrado D. i3, ou annuncie
por este Diaiio.
VENDAS.
Urna riquissiira cadeira'de arruar Toda
prximamente da Bahia, e cera de carnau-
ba : na ra do Collegio D. 10 primeiro
andar.
y/Jf Simentes de orlalices proxiraa-
roenie chegsdas de Lisboa : na Praca da
Ba-vista Botica D. 16.
*/y Uma negra, engoma, e lava de
virrella perfeitnmerle, cosiuba sofrivei-
mnite, tnui fiel, e boa quitandeira, a vista
do comprador se dii o roolivo porque se
vende: no principio da roa do Hospicio
quarla casa terrea de vidraga.
|f 43 barriz de mel por preco como-
do : na ra do Queimado D. a.
*/y TJmpaido de idade de 23 annos,
com oficio deaapaleiro, muito espeno, e
bastante aadio na casa doFis a do B-ir
rod Santo, ra do Palacete junto a casa
do Monteiro.
tjrjr Um tanque de deposito d'agoa na
tra^esa da ra doCaldeireiro, com duas
bomba-, urna guindola, orna manivela de
icar a bomba, t*out>a de locar eSla, e ou-
tros mais pertences, trez canoas grandes
decoudusir agoa, trexcanoeiros e mais u-
ma canoa aberta ; e ao comprador se cede
a posse de dois terrenos aforados por con-
tracto de afbramenlo perpetuo, sendo um
dos ditos terrenos com mais de duzenlos e
vinte p e.-ta o dito tanque, e outro com 4' palmos
de frente, e com os fundos at a baixa mar
defronte do Coelho : na ra Direita ca-a
D. 23 das 7 hora* da maub at as 9, e das
trez ateas 5 da tarde.
y Una escrava do gento de Angola,
moga, sadia, e sera vicios, propria para o
servico ordinario de uma casa, e mesmo
do campo: na tua do Nogueira D. ao, la-
do do Sul. AHverie-se, que o prego nao
menos de 4^0$ res.
/y 750 oitaTttl de prata Telha : na
ras do Bosario esquiua do beco do Peile
fiito 2.* andar.
iy Uma venda em bom local com
cmodos para uma familia independeote
da mesma : na 1 ua Vt-llia no sobrado D.
i7 ?e dita aonde.
jy- Um prelo raosso, e de bonita figu-
ra, kemjvicio algum, ou molestias, muito
proprio para todo e qualquer servigo de
F.igenho ou? sitio, por ser boro tiabaiha-
d..r eeuxada, e muxado: em Fura de
ro las lado dircilo n. 212 quasi coufrute o
Arsenal de Maiioha, segundo andar, das
6 lloras al as 9 da maub, e das 2Ja t as 6
da tarde.
ajjp" Vende-se ou troca-se por um ne-
gro, 011 uma negra de naejo Angola, de
ai annos sem virio algum, muito peiita
pata lodo servico de uma casa : na ra Di-
r< ita padaiia D. 33.
%y Para foi a da trra urna pela na-
ci Angola de i3 ni, a : no sitio Caldei*
rtiio que foi do PinLou-o,
^T Foi i tilias de porta, fie Al-
gibeira, ds Padre, para o pre-
sente auno de 1836, pr prec;o
commodo, na Prar^a da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Dos
venua que foi do Rezende.
ARRENDA MENTQ.
11
Arrenda-se um sitio adiante da IgrtU
do Bosarinho, com arvoredo da espinbo
uma grande baixa para capiro, e sofrivel ca-
za de venda : a pessoa que o pretender
dirija-se a ra da Cadeia velba loja n. 44.
ALUGUEIS.
Alluga-se o segundo e tercero andar do
sobrado, ua ra do Collegio onde roorou o
TenenteCoronel Manuel CaTalcante; qoem
perlender, dirija-se ao i." andar domes
rno obrado, que ahi achara com quem
tratar.
PERDAS.
Desatou-SQ uma canoa grande em bruio
daserria de Constantino ao p da Ribeira:
qoem della tiver noticia procure na ra
do Collegio em casa de Joaquim da Silva
Salles que seis gr-tificado.
tty Perdeu-se no di a9de Abril uma
espora de prata, da Madalena at o Mon-
dego : quemaachar equ'^er restituir di-
rija-se a mesma Passagem em casa do Ao-
gtlo. r
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio na madrugada do dia a7 do passa-
do de bordo da Sumaca S- Joxe Vencedor,
um escravo pardo de nome Antonio de 18
anos, baixo e se.co do corpo, cor alaran-
jada, alguma cousa zambo das pernas, fei-
;6es regulares e bero parecido, g^gaeja al-
guma cousa quando falla, ofE al de pe-
dreiro, anda.calsado; levou vestido roupa
e chapeo prelo, consta ser visio na ujfcnhi
em que fuiio no caminho de Olinda : o a-
piehendedores levem-noa casa de Antouio
Marques da Cosa Soares, que serao bem
recompensados.
Taboas das mares chcias no Pono de
Pernambuco.
I-, Segunda S
J19-Q:---
^20-Q:* -:
21Sit *
22S:- g
"2?> D: ta
6h. 30 m
7 i8 .
8- 6
8-54 \Tarde.
9 -4a a
10-30 -
11- 15 11
NOTICIAS MARTIMAS, i
Navios entrados no da i.
PHILADELPHIA; 40 dias; B. Amr.
Andes, Cap. E. Ol'edt: varios gneros:
Joo Malheus. Ton. 1Q7.
PARAH1BA ; 4 das; S. N. S M dos
Homeus, X\. Mauoel Antouio da Silva : le-
nha. Ton. 60.
Sahidos no mesmo dia.
PORTO : Brca Port. B-Ha pernambu-
cana, Cap. Imigdio Jos de Oli*eira : assu-
car. e xlg'i( TUIESTE; B. A^truco Piclo Joa-
chim, Cap. A. G. Bassauch : assucar.
Dia 2.
GENOVA ; B. Sardo Teldades Oreatar,
N. Antonio Peiuardello: Tai ios genero.
Pasagciros 2.


Full Text
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