Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05491


This item is only available as the following downloads:


Full Text
7V>ii.iu
.
yinno de 1848..
l_.i______________
Sabbado 20
nflnm polile-*e tdrt os das que-nio
, At garH>: o i>rr.o di ij>ui V,nOf. ri.Rprqwirtel. f*Sn< ndiantaiiat. Os ao-
"nC0, .. porlinii, n. m tvpo rliffcMMe, a*
L rfi-e Pl "ade. Os que no fora.ii s!g-
tpk* p?r #e ,e'1 e:B 'yp0
diflcreoW. jtor cad punllci.C;.o.
PHASFA DA L0A NO ME2, BE MAIO,
i o. nova. ."* hO' *'
rceaceiiK I, ao 88 itiin. da manli.
La cheia a 18. a Ve n,, da manh.
HU6o8iile a &, a 9 57 mm. da man.
part?* D Goianoa, P*rl|iba saguodts e sextas feirs
Rio-drand-dA-Norte quintaMiras nomeodi
Qlm, 3erioliem, RioormoH^Porto-Calvoe
Uneei. oo .-*-, a It tt de cada maz.
Gurnaliunse Ronilo, a 8"e 23. ,.
Doa-Vi.'U e Plores, a II eJ8.
Victoria, a quintas-leiras^
Olinda, to^os os dias.
PREAMAR DE'HOJE.
Sirnelra, s 6 horas e 54 minutos da aaanbaj,
guada, $7 l.orase 18 minuios da tarda.
de Maio
AniioXXT. N. 11*.
' DUS 0\ SEMANA.
16 Sevunda. S. Itldoro. AOfc, do J. do* orph.
doJ.doc. da.v. do M. .U i. v.
18 Terca; S. Joo Nepomuceno. \u I. do 1.
do civel. e iln i de paz do S dist, de t.
IT Quaiia. S.Pase!iol Hylo,Aut. doJ. do
civ. e do J. de pa do 2 dial- de t.
,18 Quinta. S. Venancio. Aul. uo ]. dos orph.
edo J. m da I. ara.
18 axta. S. Pedro Celestino. Aud. do i. do
civ. e do J. de paz do I' isl. de t.
M Salihado..S. Bemadhio de Sena Aud. do J.
doclr.e do i. de paz.do I dist. de t.
21 Domingo. S. Mancos. .
CAMBIOS NO DA 19 DE MAIO.
Sobre Lon Ires a 27 d. por lr*. > das. Norn
Paris 245 a laO'ri. por franco.
Ii.sl.fta 10 por Iflf. de premip.
Desc. de'lettras de noas firmas a i '/, / ao m.
DuroOics Leapanhol...... 6*000 29IJS0
Moedade8|.00velli. 16*800 a I6J4C0
, de 61400 DOV.. I6f i00 a 161200
, de #606..... ln0a 6*100
PraU-PaUcaed.......... # #
* Pelos eolumuai-ea... 11*46 a lfM6
* Dito raalcano*.... l|800 a I#J0
, Miud.............. *soa !#
Aceoesdaeoinp.do IJbrtt>de0j*o0 ra.ao par
- _li"-"'I^^J*'
PRTE QFFICIAi..
GOVERNO DffROVINClA.
EXPEDIENTE DO DA 18 DO CORRENTE.
i bascada as leisconstilucionaesem que acreditara.
JSemelhsnte a outros horneo* igualmente condantes
fe resolutos, viveu para ver as suas armas despedaza-
das na hora da sua mais severa provanca ; e comtu-
do, na sdversidade mostrar provavelmente ao mun-
do um espirito 4)pm direitos a mais rospeito do que
as questionavels proezas daua diplomacia ou da sua
latica* parlamentis A accusaejlo feita ao governo
iransacto sustentada pelasassignaturas de 50mem-
i <__. ffn Un hnn iimii 1 .
Oflicio. Ao director interino do arsenal de guer-
ra, declarando ue,em consequeocia de represenla-j iransacioausHMiau. H"""'"-'
cSo do commandanto stperior da guarda nacional" bros da cmara dos deputados nSc,\ "oje urna a-
5..I___!!-! h rMr.iidn mm n runml va nr meaca yfio. Euvo ve a (luestSo mu grave da respon-
SH(l uu uraniiii "-I'' -" b _------------
este municijsio, ha resolvido quo o respectivo pri-
meiro batalhflo continu a serviMp dos 16 refes com
terrados que, por emprostirao, iWfram fornecidos
polo mosmo arsenal. -* PartiripouTse ao comman-
dante superior da gusrda nacional do municipio do
llecife.
WWH...... lU iu.iii mili "II
EXTEAIOR.
!BB

A REVOLUgA.FKANCK/A.
Ijindres, 25 de ftvereiro de J848.
O governo francez eslava proparado para abaf.ii um
9tumulto, iua suecumbio ao poder de uina revoluco.
He preciso emprecar esae termo ominoso quaj)do as ins-
tituices do palt sao subvenidas, e quaud*-a autorid>-
de da corda he subjugada pela violencia militar. Algu-
na* feglfle da guarda nacional, convocadas para man-
ter a ordern publica, pronunciaram-*'e pela reforma,
frateroaarain oom o povo, e marcharan! -sobre as Tu-
llierlas para exigir a demisso do gabinete. A tropa de
liaba, chamada parapppftr-ae a este teinivel moviuiento,
recusou bater-e com os cidadiioi ca guarda nacional.
Quando a exigenciadestaiiiultidooarmada ebegou a pa-
lacio, estavam acabador, segundo parece, todos os ineios
de reaUtenola. Fnl chamado o conde Mole, c a adminis-
trado do Sr. Gulzot perecen em preaenca desse anma-
lo e inesperado acto de soberana popular.
Disaemoa lioutrm, quando seguramente ninguem,
nem inesino ei Paris, (inha previsto esta catastrophe
seni igual, que a menor fraqurza era o.rendiinento te
um poder muito inaior que o ministerial: porquanto a
obsiin'acao com queb governo recusou opiniao publi-
ca urnaconcessSo oppoitunae moderada na qucitat,da
rrrOrma. nenhuma alternativa Ihe deixava soni'to a de
oppor osna resistencia decidida ans movimentos popu-
lares do dia 82. O 8eu6rTtimo erro fbl n de nao- terldo
bastantemente decidida a sua resistencia.' Possuia tudo
o que a poi.anlUiaJLpaia dar-ine para uiaiun u um-
ilade da corfta. Nenhuma rasao -tinba para duvldur
que a teurofoitie de Paris, que detesta os tumultos po-
pulares, por causa dos prejuizos que causam ao com-
wercip, se apresenlaria para proteger a paz publica, co-
mo se tinha apresentado em occasloes mais ajustado-
ras ; c ainda tnenoa suppunba mas a este respeito en
ganava-aeredondamente que as armas da guarda na-
cional serviran) para proteger a plebe, e para dictar a
le ao soberano. O contagio da paixao revolucionaria
espalhoii-se, poicm com espantosa rapidez. O (itio parc-
ela innoaslvel m um dia, estava cousummado no o-
guintc, e como para tornar o triumpho da opiniao. pu-
blica e da vonlade popular absoluto e completo, esses
ininhitro* innexlveil. esse re tenaz, csse ainbicioso che-
fe mi litar, esse exercilo, com todas as suas fbrtincaces.
armas e podr, somem-ae Impotentes esiibmlssos quasi
em dar um tiro, semumaperda de vida.
A maeuitude de iemelhante.aconteclmento nao pode
ser exagerada. A realeza de Julho quasi que acabou co-
mo prlnoipiou ; e aps os trabalhos, as lulas e os estrata-
gema< de 17 anuos, aoSrcu urna derrota pouco menos
decisiva, e mais sorprendente do que a do ramo mais
velbo dos Hoiirban*. Porespafode 17 anuos foi-a polti-
ca de I,ttta Philippc um protesto continuo contra o priu>
clplo do poder popular a que devia o ihrono ; mas csta-
va no eu deslino passar mais urna vez pelos amargores
de um*causa perdida, acliar-e na borda da onarchia, p
aprender que a* energas terrivel* da revolufio france-
za desaftaut, as mais forte pecaucaes da autoridade.
Um tal derrota he a aniquilaciio trmporana do gover-
no. Nenhuma seguranca resta. A corte, que fot abriga-
da a ceder Itontein e a demittir um ministerio impopu-
lar, acha-a* comparativamente desaunada em presenca
dbum povo excitado, cuja animosidade talvez -se dirija
antes delimito tempo contra umacabeva mais Ilustre.
0 perigo qtieae dissipou oom utra concessao tardia he
Imignificante comparado aos pi igbs que se apresentam
ante o pal?. A Franca acordou sbita e violentamente da
apathla para a revolujiio. Os successos de Paris abala-
ramo reino coinfdrca elctrica. Reverbeiaram cin toda-
a Europa onde os malerlaes de combusio se achaiii pro-
fusamente agglomerados, e em um momento de extre-
ma dlfliculdade para multo* outros patzes sente-se um
choque sbito doodjj meno se eperava. Esta* conside-
raede revelara un futuro amca{ador e incertq. Volte-
. mar., porem, ao estado actual de Par*.
'O nrlmeiro acto d'el-rei quando se tornou necessai io
ceder exigencia do povo armado foi o de mandar cha
maro conde Mole. Anda nao sabemos se o gabinete do
Sr Guizot reslgnoi voluntariamente, ou*e foi dcimtlido.
A lista do* ministros que corra na caara compe-se
de hotnensde carcter iiiutto mal* liberal do qu aquol-
leaquc autcrloriiieiitc serviram com o conde Mole. Iu-
tiue borneas que em 1839 o boslrflsaram detapiedada-
mente. Um lal ministerio eila puro Centro Msqturdo
com m chefe cnser.yador e em todo o cao he prova-
vel que os Sra. Dufaure e Passy ejam inembro* preemi-
. nente do.novo governo. Anda nao se falln no Sr.
Thler. '
a poii^ao dos membrqs do gabinete transacto he
' extremamente critica. Como ministros, a sua nial
entendida -peitinacia levou a cor a neoessidade
cruel de submcltcr-se a um tmulo popular ; como
homens, inspiraram aos setis antagonistas e ao po-
vo em geral urn odio inconcebivel, O carcter do Sr.
Guizot, as gigantescas proprfdcs da sua ainbiefo, o
minado desde ni da sua eloquenoia, S inacccssivcl al-
tura da sua esquvenla deixaramieridas de sete an-
uos de poder triuniphante, que sangram todas. De-
poi de urna resistencia 13o grande contra paixOes
tilo ferozs e inimjgos tao numerosos, um tal liomcm
nao pode cali ir cora seguranza da dighidad minis-
terial para a poseso do particular. Representa, o ufa-
na-se do repiesentar, o principio do governo que es-
' te tumulto calco aos ps. Apnlicav* com indomilo
- valor ecom presumpc.no cega essa theoria do poder,
in *io uta t-niwniu uwo vi/u>-'- ------- ---- *
meaca )(a. Envolve a quesUomu grave da respon-
sabifidsdo dessaS dploraveis desordens. Um dos
partidos est convicto de ter levado o esta Jo a borda
da revoluco, ohe.j so sabe, sobro o partido ven-
cido que receir a exprobrac.3o e o castigo. Como
mostramos hontem, a resolugao fatal do governo ea
louc* imprudencia da opposieflo corttnbuiram igual-
mente para este calamitoso resultado, e a opposicao
so pode tirar de si o peso desta aecusseflo, langan-
do-o todo sobre os vencidos.
Nem por um momento uv'.dmos que os uCtSCSS
que frem chamados para assumir os doveres do go-
verno nesla grande crise, dcixaraadefazoros maio-
ros esforQos para restabelecer & paz na capital, inan-
tera autoridade-, evitar urna reacc'ao popular violen-
ta, o salvar d monarcha da arriscada posicao jjm que
o deixaram os ex-minislros^ Bastaro 2i horas ua-
ra fazer escrregar precipitadamente a monarchia
de julho da altura a que com tanta custo attingira j
o o principe, que ainda hontem sonhava com os pla-
nos de l.uiz XIV, com a subjugaciio d llespanha,
com a repressfo da Italia, com a intervenido naSuis-
sa, a^ocrgilo forcea do pirtido radical em Franca,
acorda na manlifla s.egiiinte no duro arnes.e na posj-
?3o equivoca do nosso velho amigo a'it cidada, No
desojamos fazer rccrimina$6es em momentos 13o
dolorosos, quando tfl profundamente reconhece-
mos os perigos que este acontec ment devo propa-
gar por todo o inundo ; mas no podamos doixardo
observar que as lluses do-governo fraticez coinci-
den) com a sua separaQSo da allian(a dste paiz. A's
intrigas hespanholas o aos conselhos austracos se
dedicou a diplomacia do um gabinete quo voltous
costas livre Inglaterra, e ameaQou (aerificar aos
interesses da urna dyriastia-a paz do mundo.'
A tarefa do novo gabinete ser extremamente dif-
lifil, porque, eiam quacs frem as CQiice-"
faj,
da ; cort de que, procedendo assim, prestar ser-
vido relevante ao paiz, e consolidar a reputado de
que goza.
A* noticia de Portugal, trailda pela barca Columba,
alcancam at A de abril. O paiz elava todo quieto, c nao
havla recelo* de que a tranqulllidadc publica fosie per-
turbada, i -f -. ,,
O gabinete havla sido modificado e *e achava consti-
tuido da mancira segninte :
Ministro do reino e presidente do concerno, duque de
Saldanha ; negocios estrangeiros, Come* Freir ;justi-
ca, Joo. Ellas (depuiado c governador civil de Santa-
re*)! ; fazenda, Falcao.; guerra, barao de Francos (coro-
nel Sola) ; inarlnha. barao de Ourem (coronel Lapa).
Cria-se em Lisboa que o conde de Thomar tinha sido o
agente principal desta organisacao do gabinete. O pn-
mclro acto do novo ministerio foi prorogar aa cortes at
o dia 2 de iunbo. Os depuiado* haviam approvado o
projecto do k-overno rrue Oxava a3 filrfas de trra para o
anuo de 48 a 49 em 24,000 pravas, utoruado o mesmo
governo a licenciar 6,000 homens se o servico publico o
permitlisse.
O ministro da fazenda apresentara um novo plano
acerca da notas do banco, e Xavier da Silva offerocra.
outro para ua amortlsacao. O deiconlo sobre estas no-
tas tinha'subido a 60 por cento. .
O duque de Saldanha,. iuterpellado na cmara do3 de-
puiado acercada poltica do novo gabinete, derlarou
que a mudanca de le ministros nfio impllcava altera-
40 de poltica, que eslava determinado a sustentar a
raluha, a carta e a independencia nacional, c a proino-
srera unio da familia portugueza ; masque, se a Aydra
roluc/onnr/a tehlasse erauer o'eolio en Portugal, com
mo de ferr havla de sei esmagada.
As noticias de Madrid chegam a 6 do passado. Depois
.- .-i-._______,.!__-... X% Al* 4A (I., mn'nn n Irn.
cia alguma, saquearam o dovastvam o palacio do
governo,-e commetleram toda asorte de excessos.
Pessard, um dos seus chafes, appareceu varanda,
e depois de dirigir algumas palavras multidao,
gritou Fino a repblica iooao o aristcratas .'
Porm taes gritos nao excitaran sympathia alguma.
o dia segunte o povo ira cidadea do campo, ven-
do 0 pequeo numero de seus invasores, armados
de fouces e chucos, atacaram os republicanos, e de-
pois de urna e rtela, hora de obstinado conflicto fO-
ramaprisionados.8J0 dos ltimos, fleando 20 mor-
ios no campo. Oreslodeitou a fugir edspersou-se,
sendo persoguidos pelos cidadaos que davam gri-
tos de Fin o rei\*
Corrcspoiirfeiicii.
Srs. Redactores. Alheio inteiramenle poltica,
p.>io anhelo tenhn npl alteracOes dos nartirlna.
porque, respeitador como souHas loisdo paiz, qusl-
quor autoridade me srve, urna vez que liislribua a
justica som parcialidadc -. \>otm, a despeito disto,
nflo posso dispensar do palerilearao publico a falta
que Sentemos freguezes da matriz de Santo-Anto-
nio do Recifo pela demissflo do honrado subde-
legado, o senhor Jos lligino de Miranda. Pou-
cos s3o na verdade os cidaditos qu^e se empenham
como o senhor Miranda no cumprimento dos seus
deveres, e nunca esta fieguezia foi 13o Jwm po-
liciada como no lempo quU dignamente oceupou
esse lugar o Sr. Miranda, que, incansavel conio he,
passava a m*!01' Parlc l'as l)0'fcs cnm sous inspec-
w^viffiswtw
"A* noticias de Madrid chegam a 6 do passado. Depol* lores, rondando o policlando acidad,-, finestasdil-
dos tristes acontecimentos do dia 26 de marco, a tran-lgcncias Tez prender urna grande parte de moireito-
quillidade" publlaa nao havla sido alterada- apenas le-1reSj como allestain os lacios. Pfaza aos ceos que o
tinha,m occorrldo na universldadc e no actual chefe de polica proponha um outro Jos H
no um choque, que desfaz a obla de annos. O novo
ministerio mal pode esperar oppr urna resistencia
certa s protencOes-do partido popular a que so cm
parte pertence. A corrente submarina dose movi-
mento ver-so-ha-que he republicana; o, posto que
fosse alcancada a victoria em ame do povo, rosta
ver quem com ella Jucrar. -Cremas que o .resulta-
do deslcs tumultos era t3o imprevisto, que os che-
fes populares no estavam preparados para dello u-
ramim todo o proveilo A despeito, jorem, da com-
binado momonlaiica entre a guarda nacional Uo
Pars e a plebe, combirralo que deu osle golpe, he
mais quo improvasel que seinellianto un i.lo soja Uu-
radoura. As tendencias e desejos destas duas clas-
ses-do cidadlus s3o totalmente dislinctos. A vasta
maioria dosdonos de casa de Paris lamentara oslas
convulses polticas, quo 13o grandes prejuizos Ibes
causarSo. AccrcsCentaremos que a vasta maioria
do povo francez tamo as revoluces, minio mais do
que as deseja ; e que, comquaiitb um dia de excita-
mento polsa leva-lo a carear aos ps a leis o a cau-
sar males indeieveis constituieflo, n3o be provave
que urna minora facciosa consiga laucar essa po-
derosa nacjio em urna anarebia duradoura. vflo ser
experimentadas, porm, a Torca o o firmeza da nova
adminislracao, potque o dia segunte ao do urna re-
voluijrio he ja um dia de resistencia.
Times). '
ve disturbios tinhain occorrldo u u..v...-^~ ..-
collegio de San-Carlos, qjie leriinarain com a prsao de
perto de una duzia dos eatudantes mais turbulentos ;
COintudo reinava no povo grande descontentamente, e
todos os dia3 fllava-seem novo romplmento.
O duque c a duqueza de Montpensier ainda nao ti-
nham chegado a Madrid, ma esperava-se que no dia 6
de abril lizeaaem a *ua entrada nessa cidade. A popula-
co do paiz pouco intereste mostrava por tae persona-
gens, mas em compeniacao eram bem recebidos pela*
autoridades do* lugares porque passavam.
aancito la ltalii sabemos que^imdia 2 de abril, a |
-Safo a l,500Jt?rac1Jno,f que queran." aVejJaT Terff ^
Valsabbia. Os Austraco evacuaran) Monlechiaro, Cal-
ciuati e Lonalo oni a noite do dia4, 'edirigiram-sc pelas
estradas de Mantua e Veroua. Os Piemoiitejes estavam
em marcha para esta ultima cidade. O general l< oc-
eupou Montechiaro. O general Radettky (Austraco) pu-
blicou tuna proclamacao, declarando Verona em citado
de sitio. F.ntrrtaiito, diz-se que esta cidade et guarne-
cida por 11,060 homens. O exercito sardo devia passar o
Ohio no dia o. O general Zcchi a frente da columna ve-
neciana sorprcudeu Palmanova, ferale! importante j
mas os gencracs austracos Glulay e^ugcnt bao reuni-
do Cinco regimentos afim de a retomar e for possivel.
. O povo de Parma est boje arrepcndido de haver
aceitado a constituido que Ihe olTeroeera o duque,
e tem feito propostas a Piacenza allm de deixarcm
a ultima surte do Parma ao arbitrio de Po IX o de.
Carlos Alberto. .
O rei de aples nfio cumprio as promessas que
fizera aos Sicilianos, e resolver trata-Ios enimr. re-
beldes O roi obra menos prudentemente: o novo da
Sicilia uno ser subjugodo com la.ita.facl.dade como
ello sii|>|.0e. Os Sicilianos estSo determinados a la.icoi
corpo, armadosnas costas da Calabr.a.comquanto so-
ja possivel quo seus valcntes esfor5os sejan anl ici-
' K ^_______l..x nm Ntiunlix nmle o novo
i.fivNil tiiciu uo puiw-i" K.|.------- -.....------------------.-
gino do Miranda para nosso subdelegado, que coro
isso far grande servico ao publico, e mercCao
1'regun da matris de Santo-Antonio.
P'M.cic&o
msmmmmmswswm
;\ pedido.

(Jornal do Commercio).
IJIABIO '-" I'EB^yBUC.
j3aw3> ao 'jia.aiAttii.aia aooa.
Hoja fallou pela primoira vez, onto o tribunal do
^ury desta capital, o Sr. doulor Francisco Xavier
Paos llarreto, promotor publico desto termo, no-
moadopelo Exm. Sr. Manocl JeSouza Teixeira, na
sua ultima admiuistragSo.
S. S. estroou o exercicio de suas espiibosasfunc-
goes, de moda'a justificar plenanjenie a idea que
formavamosilosuacapacidade, NSose limitou a lei-
lur das pegas do processo ; n3o so contentou com
apontar o artigo do cdigo, em quo o roo se achava
edmprehendido; Toi mais adianto: mostrou que
osla disposto a desempenhar devidnmonto os seus
pesados deveres., Em arrosodo curto, mas bem
coordernado demanstro de maieira a-levar a
convicio alma dos joizos defacto, que o acensa-
do perpetrara ocrime de homicidio, ddcsenvolvou
opliinameule as rasOes do justica e cpnveniencia
social que exigiam a condemmvc3o do mesmo aecu-
sado'.
Prosiga o Sr. doutor Paes Barreto.na carreira que
tSo cspeFangosamenle encetou, oesorce-se por.fa-
/er dcsaggravr a lei, semproflue cllaiOr oflend.-
BOMENAGEM POTICA.
O MT'ITO LIBERAL E MAOiNANIMO
IO IX.
Que mais ts posso dar 1 Teu Noms he indo.
(rEw-ro!*, poetn., cant, 2.*J
est igualmente exasperado. O re. tanto.rteela sito.
tanto-conhece cllo per.go de sua ^co.queja
est preparado para fug.r de seus dominios. Alg un
vapores se achan surtos no porto \*&*1*\
receberem a scu bordo os rorrescnUintcs darpaloz..
deposla. Dizcm que os Sicilianos on.irecram 10,000
soldados a Carlos Alberto e aos Italianos.
Segundo a Patria, g.zeta de Tunn,urna liga offen-
siva o,defensiva fura concluida entre o papa o re.
Carlos Alberto, o ri de-Napoles o o gr3o-duquode
Tneana contra a Austria.
7 ubl"ca de Vene, n3o obstante tono!i os, .eaa
protestos de obrar de ocerdo com os Milanezes es-
ta definitivamente constitua.; e nOo so a forma de
governo se echa arranjada, como que um ministe-
rio regularmente organisado.
Eis-aqui a lista do gabinete veneziano :
Negocios eslrangeiros c presidente, DanielManin ;
culto o ii.strucilb publica, Nicolao. Tommaseo ;
Ka! Jacob Casleli; fazenda, F""^ (.-
rata guerra, Francisco Solera marinha. Antonio
Paoleci ; interior, Pedro Paleocspa ; commercio,
Lefio l'inclicrb
Rosta ver se estes seiihorcs ccderSo- quando os
Austracos frem llnalmente expolsos do remo I.om-
bardo-Veneziaiio ; veremos se Yeneza qnere ac -
servar um lugar nominal no mappa poltico da
Europa, ou. so contentar-se-ha em concorrer para a
orpncln de urna repblica commum.
C Kbotardos que s.l.k.n. de Lyon cm numero
do 1,500 pouco ma.sou menos, ao ehegarem i froi -
teirasda Saboia, assignalaram sua entradanessepau
leslruindo diversos edilicios, entre outros o palacio
da mu ic.paldade o 0 convenio dos capucli.nhos.
?alTcan do semelh.ntes actos de devastado ma-
charam ellos para ^-.<***^!%
oiiimlH deiKaram-so possuir do tao granueierrui,.
Seo nacionaes depozeram as armas ape-
nas soubeVam da pproximaco dos Saboiardos cujo
numero cran, subir a 16,000. O intendente e o go-
vernador, nao temi Torces para '^'"!:
rm a cidade. Os invasores, encorajados pela fgida
dos guardas nacionaes, e nao encontrando resisten-
Ouando Roma jazia na sombra da morte,
Sem valor para Uros, para os homens sein gloria,
Anciao Venerando apparece e lhcbrada:
Sou is Christo o Vigario sobre atfrra.
Ten Soberano sou!... quero ssr tnnis :
Ser leu Lifcerlador, ser teu Patrono,
A'face d"Universo I
Liberdade... ete nome, que quasi esquecido t
Os Romanos haviam, de novo rcsa....
I uerdade proclama-o Gran-Chefc da Igreja.
Retumba o Vaticano Liberdader..
Eos dote montes da Cidade Eterna
Este mgico nome repercuten)
Sobre a Italia inda em ferro* I
Subterrneo tremor scmclhautc ao abalo;
Oue explosao do Vcsuvlo precede, acode
Vcilios turnos da Europa ja podres de vicio!..
- Os tyranno baqulam, fogem, vagain
Pelo mundo maldito do seus Povos,
'Einquanto, Grande Po, Tu recebes
ITniversaea applausos!
Como o Sol, quando monU o dourado horisonte,
Homenagens recebe da ore*, das aves,
Do insectos, do. brutos, dos homens. de tudo;
uos lnslt-1 A|'gim Tu. Gran.Minitro do Deo Vero,
Ao Sollo Pontificio apena* sobe,
Al to Gran-Sultao soudado ote!..
Caso virgem na Historia.
Mil festivos liosana resam na Igreja,
Nos Estados mil vivas resam presago*.
Ce no aquellcs que as turbas a Chrlato ind/retara. :
- Mas como Elle ao entrar noUantuart
Puro Culto restauras: naoconsente
Oue a Crut oppressao faja, ou cubra crime,
Nem de ferro e escolte.
Osresneitos humano to pouco Te abalan),
o* a deipclto do. rei av.rento, de mando,
5 dos Povo. prefere ao ju. do* tyrannos : .
O aos ru, egl,trlc a .Ui;0i qUe recebette
l)c Christo llcdemptor acrilicado
A' fraterniacao geral do homens
Assa/. ten preenchdo.
n.i.a votllirlo Povo na patria dos Grachos,
nnois.Melles morreram, em fructo bradando
^ PI berdade aosplebcos! = nurre-a maisT6raouvld...
_ l.lDer.1 5o 8>er d Jesu$ a VOI dllna
Rcpercua do GolgoUia ao Universo,
A humana cravldo um ju ena
Prrscripto em prol do crime!..
PreicrincSo monstruosa lal ju* firmara!..
Mas cinlm dclla o. res argumento lirando.
Contra os Povo bradavam: Nascesf tsersms;
Pirraros deveisser'... pois voseos pais,
E os pais dos vossos pais sseravos (oram ;
O mesmo ssnii vis eos vossos filhos,, .
E o que dcUtsnascsrm. (''.)

I
I ILEGVEL
MUTILADO



fctf
-

Piedade, Sfnhorca!.. (o Poto clamavam)
Somoi vossos limfiot; cstrs ferros quebrai-nos!..
Ou nos mrsmoj co'os (lentes fa remos qurbra-los.
A respotla era a morir!.. r dreta guita
T at auppllcat rraui castigadas.
Os ais julgadet crhnes... e dirrlto
A vonlade dos dspotas!.'! .
Houve um ti'inpo, em ']ue os Papas peante os tvraniios,
Com valor se ostenlavain Tribunos dos Poros,
Invocando a prol driles o sangue de Christo:
Esse lempo felis parece um tonbo;
Mas foi realidade, quando Pedro
E os'successorrs seus nao tinham thronos,
Ncm temporars poderes.
O esplendor de urna c'roa tiara reunida
Offuscando a rasao destes grandes tribuno*,
Collocados por Dos entre os reis e as NSfAea,
De tal sorte i soberba os arrastrara,
Que ero vei de defender tyrannltavatn,
Cora teu duplo poder na idade media,
Povot e reis d'envolta!!!
Mas os reis se vingaram, punindo os abusos
Desses teinpos de trevas co'as lutrs do seculo ;
E os Potificrs vendo, que rrraram, crderara
Ao temporal poderprerogativas,
Que invadir nao devra, nunca, nunca,
Sacro Poder das Chaves (ao superno,
Quao cstranho ao profano.
Desd'entao se avieram co'os reis seculares
Esses reis sacerdotes... e os Povos gemram'..
Desd'entao os seus inesmos vassallos opprcssoa
Coin lyramios monstros oontemplavam
Os Suminos Sacerdotes, que csquecldos
Da sua alta Missao cm nrol dos Povos,
Como reis opprimiam,
Desta marcha odiosa, Santiaslmo Padre,
Esplendor, La do Mundo, Te apartas com gloria,
liniia senda (a de Christo) inspirado prrlustrat!..
Proclamando Tu mesmo a Liberdade
a Capital do Mundo, que dominas,
Proclamado a leus lioje em todo o Orbe,
Onde chora um escravo!
Novo seculo abriste I.. e na frente caminhas,
Como a Estrella dos Magos guiando as potencias,
A oTrec*' T.iherdadeMioin erado. fra({QU
Dos miseros inbrtaes, que em ferros Jazem,
Sem forjas p'ra quebra-los por si mesraos,
Scm bros p ra sentir a propria infamia...
Redutidos a brutos!!!
Porventura na Historia outro exemplo se cncontra?..
Pcnsamcnto como este jamis concebir
Etsa pritca ou moderna cabrea do Mundo?!
Roma antiga era livre, e escravisava :.'!
Era escrava, e liberta o Mundo agora
Por vii tuile so tua a nova Roma,
O'assombro do seculo!
Que ftiCciai, Pompeo, Marco-Aurelio, Trajano,
Piuma, Tito, famosos nos fastos itlicos.
Para pr-Te a par driles a Patria obrigada '
Tu es, depois de Cbrislo, o mais sublime
Reformador do Mundo, des que ha li orneas .'
Elle foi a Palavra, e Tu Po,
Es del la a execu;ao!
8ue calumnias a inveja virtude, que ostentas,
ppor no furor, que a levou contra Christo ?
Porveutura dir, que sedtues as turbas
Para rei Te acclamarem, cauro argir
Ao Senhor dos Senhores, cujo Reino
Naoeradeste Mundo? Sen resposta...
Teu Emprego di/, tudu i
Esta humilde homenagem de au;'" *"
Aos altares votado n'um ctu- rf--.
fio fastigio da glorm. que ocupas, recebeil
a leos por Ti rogando elle confia,
Que o ilraiil, novo Imperio que hospedou-Te,
Nao ser menos livre do que a Italia,
Gracas ao teu desvelo!
Prolongada existencia conceda-Te o Ceo,
Para gloria da Terra, que ha ruuito sviltada,
Reclamava um Pastor scmelhante ao Msalas,..
I ni Pastor, que o sru sangue nao poupasse
Pela fe de Jess e Liberdade :
Este Pastor s Tu, Pi, Grande
Libertador dos Povos
PELO PADRE <^oao Batata foU&lo.
bai! prximo flndo, manda fazer publico, que pe-
rnote a misma thesouraria se ha de arrematar em
hasta publica, nos das 36, 27 o 39 do frrenlo mez
de mato, a quom por menos fizer, o servico da ca-
patazia do algodBo, conforme dispoz o capitulo 6/1
do regulamenln provincial de 4 de junho de 1847 :
J sendo a arremataefio por lempo de tres anuos, e os
dias que decorrerem do em que o arrematante en-
trar no ejercicio al o flm d junho do 1851.
Os concurrentes compare$am competentemente
habilitados nos dias indicados, ao inuio-dia.
E para constar se mandou afllxar 6 presente e pu-
blicar p'elos Diarios.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes
de Pernambuco, 3 do maio de 18*8.
O secretario,
Antonio Ftrreira da Annunciacdo.
Oeclarn^ocs.
PARA OS PORTOS 1)0 SUL.
d paquete de vapor brasiloiro S.-Salvador, com-
mandante Antonio Carlos de Azeredo Coutinho. de-
ve estar aqui dos portos do norte at 34 do corrate,
e partir no dia seguinte.
O abaixo assignado, 2." tenento encarregado das
medicos o demarcaQOos dos terrenos de mrinha,
faz sciente aos Srs. Rernardino F'ereira Ramos, Jos
Joaquim da Cunha Teixoira Antonio Joaquim de
Smiza Ribeiro, Manoel Gonoalves Pereira, Manoel
Jos Chalara aos hordiros dos fallecidos Antonio
Teixeira Lopes o Jos Manoel Fiuza.e administrarlo
do patrimonio dos orphffos, que em seu poder pa-
ra m os seus requerimientos, relativos aos terrenos
de marinha de que se acham de posso, com des-
pacho da presidencia, para se proceder medicSo o
demarcaeflo dos ditos terrenos : convida,- portento,
pola presente, aos meamos Srs a comparecerein na
casa da sua residoucia, na ra Direita, n. 78, de m a-
nh.la, das 7 as 9 horas, e de tardo, das 3 as 4, para
se Ibes marcar o dia em que se ha de proceder re*
l'rriila medicBo e demarcarlo.
Recife, 19 do maio do 1848.
Amonio Eijidio da Silva.
0 eserivBn chefe dar segunda secQfo do consu-
lado provincial, do ordem do Sr. administrador da
mesmo, faz constar a todos os Srs. propietarios do
predios urbanos dos bairros desta cidade e da po-
voacflo dos A logados, quo do dia i." do prximo
vindouro mez do junho se principia a contar os 30
dias uteis para o pagamento, ;'i bocea do cofrc.da res-
pectiva decima do 3." semestre de 1847 a 18*8; to-
dos os que deixareni de pagar nesse prazo, ncorrem
na (multa de tres por cento sobre o valor do seus
dbitos, o ser.lo de prompto executados.
Recife, em 15 do maio de 18*8.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva,
Escrvffo chefe da 2.' seccSo.
--A admihistracio geral dos estaheleclmontos de
caridade manda fazer publico, que, nloo tendo rea-
lisado, hoje, a erremataeflo da renda da casa, n. 59,
da ra ISnva, lora transferida para o dia 32 do cor-
rente. AdmrnistracSo goral dos estabuladmentos
de Caridade, 15 de maio de 1848.
0 escripturario.
^,. /'. A. Cavalcanl Couinir,
Pela~~frocuradori-fis'cal da fazenda publica
nacional se faz publico, que nenhum dos emprega-
dosdojuizo dos feitos tem legitimiilade para rece-
ber dinheirosou pagamentos dos devedores, e que
aquellos quo Ihes fizerem pagamentos ou entrega-
rcmqunesquer dinheiros, n3o ficam desonerados,
so effectivamento no fOrem taes quanlias recolhi-
das aos cofres pblicos, segundo a ordem do thesou-
ro, de II do abril de 1846, queso faz urna excopefio
a respeilo do procurador dos feitos.
mais carecem os estudantes, o ent geral as pessaso
que romeram oestudodi philosophia, para fcilmen-
te entrarem no conhecimenlodaiiaturezamtelleetual
e moral do homem : he um livro (ieinico, rico de
ideias o de estylo, modelo de analysee de dialctica,
propria para desenvolver o espirito dos principian-
tes, dando-lh.es urna instruecn go|d>. nosi malh-
ria. Vrnde-se encadernado na livrarM da esquina
do Collegio. .
Avisos iharitirnos.
__A barca portugueza Esplrite~Santo:, forrada e
encavilhada de cobre, salle para a cidade do Porto
impreterivelmento, no dia 3 de junho, se o lempo
dr lugar : ainda recebe alguma carga e passagei-
ros, para o que tem excellentes commodos: a tratar
coraocapitio da mesma a bordo, ou na praca do
Conimcrco/e com seuconsignataro,Francsco Alves
da Cunha, na ra do Vlgario.n 11.
Para o Rio-Grande-do-Sul saliir breve o pata-
cho Dous-dt-Agosto. Quem no meamo qujier embar-
car escravos ou ir de passagem, pode tratar com o
capito, Joaquim Jos Goncalves.ou com os corres-
pondentes, Amorim IrmSos, na ra da Cadeia, n. 45.
Para Lisboa sahe,jmpreterivelmente no do corrente, o brigue brasileiro i;>nfo-.S/r.nto, for-
rado e encavilhado de cobre, de que nY capitn A-
lexandro Jos Alves : recebe unicamento passagei-
ros, para osquaes tem bons coHpdos. Trata-so
com Francisco Mrtins Ferreira, nr praca do Com-
mercio, ou com Mondes & Tarrrfzo, n'rua da Cruz,
n.49. ,.' M
- Para o Rio-de-Janeiro segu viagem t o da
25 do corrente, o brigue Auombro de prkneira mar-
cha por ter seu carregame"nto prompto : para pas-
sageiros tem riquissimos commodos: a trataTcom
Joo Jos Fernandos Magalhiles, na ra da Cadeia
do Itocifa, botica n. 61.
Para o Rio-de-Janeiro sai, impretcrivelmente no
dia 20 do corrente, a linda e veleira barca america-
na Ariana, a qual pode receber passageiros, para o
que ofTerece os mais lindos o asseiados commodos:
a tratar na ra da Cadeia., em casa de L. J. Ferreira
* c.
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem, em poucos
dias, a escuna nacional Curiosa, por ter a maior par-
lo da carga prompta : para o restante e passageiros.
trata-so com o mestre, Domingos Antonio de Azeve-
do, on com I.uizJo.s de S Araujo, na ra da Cruz,
n. 36.
Aluga-so um escrava que sabe cozinhar odia-
rio de urna casa, cnsabOa beni -v sabe bern arrumar
urna casa : na roa de San-Francisco, ao p da casa
da Apollinea, ou na rna do Crespo, |oja ife Jos Joa-
quim ila Silva Maia.
--Francisco Correia Jacqme, ou Chico IMi.'t,, mo.
rana ra dasCruzes, n. 35, ondrdevese -procura-
do, u na venda da esquinando Araujo.
-- Quem annunciou pelo Mario de l'ernambuco de
sexta-fera, 19 do crrante, n 113, precisar de urna
negrinha de 12 a 13 annos, de bons contornea carj.
nhosa para criaiiQas, para andar coni urna menini
desmamada : procure na Praa-d-Boa-Vista a ca
n. 3 >, segundo andar, quo achara, com quem tratar
Quem fr senhor de um escravo de irome Joa-
quim ou los, secco do corpoerom uria malhado
cabellos brancos na Trente, o qual he'do gantio do
Angola, dirija-se ao Alerro-da-Roa-V|sta^prlm-r4
casa esquerda, -indo de Santo-Antonio, que ahi se
acha 0 capitSo de campo JoSo Luiz deSouza, que
sabe onde se acha o dito escravo, e est prompto pa-
ra o trazer.
-r Freci8ars^| um caixeiro jtie'tenha
pratica de veitaH^ao qual nao se durida
dar boin orde
procurado.
.rHWC
annuntsc, para ser
DE FERRO,
Leilad.
Paulo Solari, capitao do brigue sardo Ernestina,
far leililo, om presenca do Sr. vice-consul de S. M.
Sarda, por conla o risco de quem pertencer, e pon
intervencSo do corretor Oliveira, da porqSo de as-
suenr mascavado, quanlo basto para os reparse
costeio do dito brigne, em consoquencia do abaH-
roamento [estando ainda o pratico a seu bordo] pela
galera portugueza Tentadora, logo que sahio-deste
porto, fazendo-so de viagem com sou inteiro carre-
gamentq para o do Gibraltar: segunda-feira, 33 do
corrente, as 11 horas da manufia, armazem do Arau-
jo, no Recife.
Avisos diversos.
LOTERA
1>o Hospital Pedro II.
Gorrem infalivelmente a* rodas desta
lotera no dia 27 do corrente mez, e o res- tiafaze-'los que, 110 emprego distas machinas, n3o
Na fabrica de M. Cal.lum & Companhi, enge-
nheiros machinistas e fundidores .de ferro, na rus
do lirum, no Recife, enntinua ha ver um grande sor-
timento d* laixas para engnhos e moendas de can-
oa de todos oa lmannos e dos modelos os mais
modernos e apppftvados. Na mesma fabrica conti-
nuam-se a construir de encmmenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodaffientadas e todososmais
oftjectos de macninismo, com a pcrfeico j conhe-
cida, por preco commodo.
M.c Callum-i Companhia desejam chamara atten-
So dos 8rs. proprielarios de engenhos as machio?*
o vapor construidas m sua fabrica visto serem el-
las de um mdelo muito rbrte o seguro e todas as
pecas perfeilamente adaptadas urnas as outras, por
meio de tornos automtico) machinas de aplainar
forro,o outros apparellros modernos: alm disto, as
machinas de sua construc^Ao teem as vantngent o-y
guintes: possuem urna cisterna de ferro, onde a agoi
destinada para a caldeintse deposita poricio de urna
bomba movida pela machina, e onde se cha aquen-
tada pelo vapor superfluo antes de ser por meio di
segunda bomba deJ ntroduzida na caldeira, alim
de nfio estriar a agoa uclla existente, pola indroduc-
cSod'agoa fria, [como he de costum em machinas
inferiores ]e assim produzir grande economa di
combuslivel. t
Alm da supradita economa de combuslivel ni
producg3o de vapor, estas machinas possuem umi
modilicaciio nova das vlvulas por onde o vapor en
Ira e sahe docylindro, pela qual a mesma quanti
dadede vapor produz maior effoi(,o do que as. mi-
chinas de construc^ao amiga augmentando assim
ile una maneira, nao pequea, a economia.do com
bustivel necessario para manlor a machina" em mo
vimenlo.
As ditas machinas possuem lambein um appare-
Ihn pelo qual a quanlidade d'agoa iiitroduzid 111
caldeira se acha regulada automticamente eom a
maior certeza pela machina mesma evitando des-
J4 uiaiiLlia o j?roiraO"peng que. fiisie as utactii
nas, onde por causa da mesqunha economa doi
fabricantes o fornecimento d'agoa para a caldein
lia de ser regulado por mi de negros.
Estes esclareCimentos silo respeitosamento ofTere-
cidos aos Srs. proprielarios de engenhos, que ainda
perseveram em o methodo fracoj dispendioso 1
insalisfaclorio do moer com animaos, afm d sa
10:510,384
Alfaodegci.
IIKMMMENTO UO DIA 19...........
Oetcarregam hoje, 30 de maio
Galera Columbas 1111:1 cadoriai.
Barca Priieilla dem.
Brigue -Pltnlin tdem.
CONSULADO GERAL;
RENDIMIENTO DO DIA 19.
S?ral...... 1.....--------.........1:153,757
Diversas provincias............... 38,134
1:181,881
CONSULADO PKOVINCIAL.
MENDIMENTO DO DIA I........... 943,181
(oviiiiriKo do Porto,
Navios sahidos no dia 19.
Vcneza, barca ingleza Tyrian, rapitito T. Itobinson,
carga assucar.
Lisboa, brigue brasileiro Virialo, capilffo Augusto
Antonio do Couto, carga assucar e cutiros. Passa-
geiro, Andr Coidinho, Portugucz.
Macei, brigue inglez Safiguard capitn John Me:
Cadelly, em lastro.
Parahiba, date brasileiro Purea-de-Naria, captSo
Jlo Francisco Martina, carga varios gneros.
Una hiate brasileiro Novo-Destino, capillo EstcvSo
Ribeiro, carga varios gneros.
EDITA L. "*
SSo convidados os Srs. accionistas da companhia
de lleberibe para se reunirem em assembla geral
no dia 39 do corrente, pelas 10 horas da mamifla,
no oscriptorio d companhia, afim de elegerem no-
va administraQflO, tomarem cenias a actuil e exer-
eeieni as mais atirihnicors que llies compete pelo
artigo 19 dosestatutus.
Os Srs. accionistas que nao tiverem, at o dia 35,
rcalsado a entrada dos 4 por cento, pedidos desde
oulubro, liqucn na intelligencia de quo a adminis-
trarlo tem de apresentar os seus nomes e de propr
contra os omissosa execueflo do artigo 9." dos esta-
Hulos.
Escriptorio da Companhia de Beberibe, 15 de
maio de 1848.
O secretario,
Bento Josi Fernanadts Brros.
THEATRO PUBLICO
Em conscqucncia de se ter despedido do theatro
a dama Emilia, fica o beneficio da primeira damr,
para domingo 38 de maio, com a grando peca a
-- Freir Sanguinaria alim do a oulra dama po-
der estudar seu papel.
Olllm. Sr. inspector |da thesouraria das rendas
provjnciae, em cumprimenlo da ordem de 35 d a-
PublicAcno Litteraria.
AMOR E MELANCOLA, 01' A N0VISSIMA HELOISAS,
0 SEGUIDA DA NOITE 1)0 CASTELLO E DOS CIUME
DO BARDO.
Os mais importantes poemas doSr. Antonio Feli-
ciano de Castilho, ornados rom tres estampas finas
lythographadas. Vendem-se a 3,000 rs. na loja de
JoSo da Cunha Magalhiles, na ra da Cadeia do Re-
cife.
todos bilhetes s se vende at o dia 26,
ao meio-ili.i, potque desta hora em dian-
te, se res la re m alguns, licarao perten-
ceiido a uma socictlade.
Senhores Redactores.- Em respota aos repetidos
annuucios do Sr. Jos Gomes Villar, queiram dar pu-
blicidade.ao documento abaixo, que joni isso muito
salisfarflo ao seu constante leitor
O inimigo da impostura.
Galdino de Oliveira Jacom, cavalheira da ordem de
Christo, escrivo de appellacSes crimes e cireix do tri-
bunal da relatfo desta cidade do Recife, provincia de
Pernambuco, por S. M. I. e C, que Heos guarde, &c.
Certifico que, revendo os autos de que trata a pe-
tcao supra, de Jos Gomes Villar, nelles eneontre
a sentenca que condemnou o mesmo Villar, pedida
por ccrtidSo, que he dotoor seguinte: A vista
da decisBo do jury condemno aoro Jos Gomes Vil-
lar a 16 annos de gales para a ilha de Fernando-de-
Noronha, nas multas correspondentes metade do
existe o menor motivo para receio, nem da explo-
sflo, nem de quebr nem de demasiado consumo
de combuslivel; o M.* Callum 'Companhia no
teem pequea satisfacBo em assegurar-lhes que pe-
la pericia dos seus administradores e ofiiciaes, pel
ncrfeicSo dos seus instrumentse apparelhos, e pa-
la abundancia e boa qualidade das suas materias
prinas se acham habilitados para conslruirom ma-
chinas de vapor de todos os tamaTihos e para todns
os lins ; assim coma toda especio do machinismu ,
com urna perfoicBo n3o inferior as obras das inelho-
res fabricas de Inglaterra e mu superior s igual-
mente importadas daquello paiz.
Na ra Nova, n. 58, aluga-se um preto velho,
por pre.50 commodo ,'quo nBo bebe e lie fiel.
Afrenda-so um sitio na entrada da estrada Jo
Remedio com boa casa de vivenda-, bstanles st^
voredos baxa para capim com muila planta?3o
de hervlha feMBo c miltio e com um bom viveiro:
a tratar na ra do Codorniz, venda n. 1.
Alugam-so os segundo e tereeiro sudares di
casa da travessa da Lapa, n. 13, no bairro do Reci-
fe, por preco muito commodo.e com que lodo o nego-
cio se.fara : adverte-ae que tem sotBo com vista pi
casa, e. pan
Refutando de Locke
no sen Lnsaio sobre o enttndimento humano, por V. Con
sin, traduegao portuguesa, 1 vol.emS.0
Esta obra, escripia com nota vel clareza, abundan-
cia e rigor lgico, he uma daquellas de que ( na opi-
niflo dos illustres profeasor.ea, quea rocomroeiidam}
lempo, o mais nas perdas das moedas achadas, grao ra o mar, do lado do sul, e sfla muito (reseos : 01-
maximo do artigo 174 Jo cdigo penal, combinado "
com os artigos 8. o 9." da Ici de 3 de oulubro de 1833.
Pague o reo as cusas em que mais o condemno. Sa-
la das sessfies do jury, 13 de se tem bi o de 1847.
errao Gonqalves da Silva. -- Nada mais se conlinha
em lita sentenca, o he o teor dos quesitos tambein
pedidos por certidBo o seguinte: 0 reo Jos Gomes
Villar inlroduzio dolosamente na circulaban cdu-
las falsas ? As cdulas Tram fabricadas em paiz es-
trangeiro? Existem contra o reo aacircumstancas
aggravantcs do ter procedido ajusto entre douS 011
mais individuos para o fim do commetter-seo crime?
Kxislem circmstancias attenuantee om favor do reo?
Sala das sessOos do jury, 13 de setembro de 1847. --
Siha. 0 jury, examinando os quesitos respondeu,
quanto ao primeiro sim por 9 votos; o reo Jos Go-
.mcs Villar inlroduzio dolosamente cdulas falsas
a circularan. Quanto ao segundo, sim por 10 votos:
as cdulas falsas fram fabricadas em paiz estran-
geiro. Quanto ao tereeiro, sim por 10 votos : exis-
te a circunstancia aggravanto de ter precedido ajuste
entro dous ou mais individuos para o fim de com-
ruottpr-se o crime. Quanlo ao quarlo, nBo por 9 vo-
tos: nBo existem circmstancias attemiantes em
favor do reo. Sala do concedi dos jurados, 13 do
setembro de 1847. Agostinho da Silva Noves, V,
Manoel Jos Pereira do Mello, --Fulgencio Infante
do Alhuquerque Mello Jeronymo Cezar Marinho
FakSo. -- Joflo Manoel Rodrigues Valenca. --Braz
Ramos Chaves. Ignacio Francisco da Silva. -- Fi-
lippe Duarle Pereira.Jos Francisco do Paula,Ma-
noel Paulo Quintella. --JoBa Rodrigues de Miranda.
Aiitouio LuizdeSouza.
E mais so tifio conlinha, &c &c &c ,
A posso'a queiem para alugar uma casa terrea
na cidado de olinda atrs do Amparo, annuncie
para se procurarm as chaves.
ra ver; no primeiro andar da mesma
tratar, na praca da Boa-Vista, n. 7.
Precisa-sede um menino de 10 a 13 annos,
para caixeiro de venda: ua ra larga do Rozario,
n. 39.
Miguel Jos de Almoida Pernambuco embirc
para o MaranhBo as. escravas maulas, Theodora
Pastora afim de serem-cntregues ao Senho" delias,
o Sr. Dr. Ezequiel Franco de S.
Oabaixo assignado, leudo escripto aos proprie-
larios do engenho Murm sito na fregueza do Una,
o nao havendu recebido resposts delle, faz-lhes ver,
por este Diorio, que elle nBo contina mais com
rendai : sto Oiasirva de governo. Engenho Coral,
l.'dejnaiotlereiS. Paulode Amorim Salgado.
-Offerecc-se, para caixeiro de ra, um rapaz
brasileiro de mmla boa conducta ,0 com as habi-
litaQes necessarias : quem o precisar, drija-se so
fundo da matriz de S.-Antonio, casa n. 38. 1
Aluga-geuina casa terrea com grande sotflo, no
ugar da Capunga com a cenle para o- rio e tem
lodos os commodos para urna grande familia : a tru-
jar na Passagem-da-Magdalena ao p da ponte, ca-
jo porlBo tom o n. 34, ou com Manoel Luiz da Veig.
no Recife.
-- Desappareeou uoin canoa de carreira e usada,
com o caverna me velho, vordugos da borda pinta-
dos de amarello, com panelroe resalto a proa, cor-
runte bastante grossa com uma taboa no encoll-
meiito em um doblados : quem da dita canoa sou-
ber, dinja-sea Fra-de-PorUs ra do Pilar, p.' 96>
ou annuncie, que ser gratificado.
Ia-seum sitio de lavrador que tem partidos
para 300 pBes annuaes.e terreno para ter algumis
vaccas de leile no engenho Giqu, sitio do Bongy:
a tratar com Manoel Joaquim do Reg e Albuquer-
Ique. H 6
MUTILADO


"

_ Vai a praca, para ser arrematado nos das 18,
23 e 25 de maip, pira pagamenlo dos" credoreg do
fallecido Joaqun Antonio Ferrefra de Vascnncellos,
Qsuuuiute : una caga de sobrado do um amlar eso-
tilo, com 35 palmos do frente e 85 de fuqdo, acabada
e habitada, co'n um viveiro de pixe. quintal em a-
bcrt" com 292 palmos de fundo em chaos de foro :
outra dita, pegada mesma, de .guaesdimenses,
acabada por. fra, com caixilhos" o envidracuda, e
por lelitro gmenlo travejada, com camboa pelo
centro do quintal, com os meamos fundos da ou-
tra, e um caixlo do alicoreo para duas moradas do
casas d 62 -palmos do frente e 72 do fundo, com
quintal em.aberto que'comprohende a mesma cam-
bo: e finalmente um terreno no mesmo aliuha-
menlo, corr os competentes fundos e camboa que
fica no centro do quintal em chitos de foro : ludo
situado nfrente da estrada que vai para a Magda-
lena, fazedo esquina com a que vai para Remedio:
as |'soas que quizerem arrematar ditos predios
queiram comparecer nos dios mencionados por-l
ta do Sr. juiz dos orpbSos na ra d'Aurora, na
Ba-Vista. .
ItUA DA CRUZ, N. tj^EGUNDO ANDAR.
i o, |EG
wnmtii
I
W
I). W. Baynon, cirqrgiSfntista dos Eslados-l!iu>.
dos da America do Norte, tondo-se resolvido ficB
mais alguma tmpo na cidado de Pernamhuco, pft,
lo presente participa aos-seS amigos e ao*publico
em geral, que ello sempre so achar^jromplo a qual-
quer hora para fazer qualquer opRSoqu seja so-
lucos denles como saja chumbar, impar, o extra-
lir;onformar denlos sobro pi"o e sobre chapa dn
melhor maneira e com a maior j^rfoiefio conforme
;1s ultimas descobertas, tanto na Amrica como na
Europa.
Na ra nova loja n. 58, de l.uiz da Costa l.eite,
lia as seguintea couzas : quem raspe ou surre cou-
ros e tolla; duas casinhas para se allugar; sendo,
-urna no atierro doAfogado n. 103, outra na estrada
"da soledade para o Manguind ou ra de Joflo-Fer-
nandes Vieira n. 22, o ha -para vender sapa tos de
dilTerenleg tamandoa, obra da torra, e sol'rivel om
quaiidade e pceo ; bicos uro icos de ires a quairo
dedos de largo, linbas, couros de bode, de cabra e
bezerros surrados, rezina para grudar flores ou cou-
za semelhanle, o mais alguma couza.
Pretende-sealugar, para uina familia capaz, um
sitio que tenlia casa de vivenda, arvoredoa de fruc-
to e se he possivel capim para sustento de um ca-
vallo: prefer-se as vitinhancas do Manguinho ,
Moiidogo, Soledade e Passagem-da-Magdalena: quem
tiver annuncie por esta follia.
Precisa-se de um caixeiro para tomar con ta de
urna venda que tendo, as [q nal i da des necessarias ,
nfio se duvidar pagar bom ordenado: em Olinda,
nos Quatio-Cantos, venda da esquina com portas
para a ra do Coxo.
CHAPEOS DE SOL
Ra do Pmseio-Publico, n.
Precisa-se alugar um preto padeiro; na ru
Diroita, padaria n. 26.
-- Da-ge 1-.000/rg a premp, gobre hypotheca de
puro r prata ou de casas torreas ; na ra do Rosario
estroita, n. "segundo andar, se dir quem d.
.7-l.uiz Jos de Campos, Brasileiro, rntira-se para
fra do imperio.
Antonia Mara da ConceicSo, Brasiloirn, roti-
ra-s' rara fra do imperio.
A viuva do fallecido Francisco Antonio Viei-
ra da Silva faz publico que est procedondo'a in-
ventario dos hens que flearam por fallecimento do
dito seu marido, pelo juizo do civel, cartqrio do
escrivlo Motta, aonde devem apresenlar aua juitir
ficaces as pessoas que se julgarem crodoras do so-
bredan fallecido atim de serem attondidas no dito
inventario.
MDANC4
DA V
FUNDICAO
r
O a vnonjj.
f>ao-se 250/000 rg. a premio, gobr penhores de
ouroou prata : na ra Imporial, n. 37, das dez horas
em dinnto. "V *9
Oft"erecergo uma pessoa, que tem pwlica do
uommercio e boa lettra, para caixeiro de algum os-
criplorio ou cobrancs, para o quo dar dador: na
fu do Cabug n. 5.
-- Aluga-se'o segundo andar do sobrado n. 82 da
ra Diroita; combonscommodos para familia: Ira-
ta-ge no primeiro andar do mesmo sobrado.
Oflerec-se um bomcm soltoiro para criado de
quali|uercagaestrangeira, ou naeional, para cozi-
nhar, fazer as-comprag e mais servico decente: na
ra da Cruz, venda n. Si.
-Furtaram, nodia 16 do corrente, um cavallo
ruco-apatacado, que est fazendo a ultima muda,
he grosso do corpo pernas finas, carrega bem e
puxandb-sepor elle -esquipa do oarrelilha ; tem a
cauda curta cortada de volta tesoura, as dinas
meia alvas e compridaS : quem o pogar leve-o a ra
da Trempe, sobrado n.1, quo receber 20,000 rs. da
gralicacilo. '
Precisa-se de uma ama que tenha bom leite: no
Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78.
RETRATOS DO DAGUERREOTYl'O
As pessoas quo quizorem tirar os seos retratos
t o fim desta semana, que he quando o artista ter-
mina seug trabamos nesla cidado, receberflo um be-
llido gratis para o circo.
Carlot D. Fredrek>.
Professor do daguor'reotypo.
Uu-aurixi'jsa
Nesla loja ha presentemente um completa sorli-
mento do chapeos de gol modernos, tanto do panoi-
nho como de seda furta-cres e do mais cores co-
ntiendas; ditos pa a bomem, senhora, meninos e
meninas; gnarda-chuva para o lempo de Invern ; e
puarila-so. Eslcsehapos silo tilo bem construidos,
que se alianca a quaiidade ; sao le marca grande
com 32 iiollcgadas o proprios para este lempo por
serem de seda e de panninlio trancado. Ncsla fa-
brica ha sedas de cores e psnhlnbos trancados-e
lisos de todas as cores para cobrir qualqqer arma-
c8o de chapeo de sol : tamtiem se concerta qualquer
chapoode sol, e Vendem-se baleias para vestidos.
Precisa-ge de pretas que vendam pflo de von-
dajcm, sftlia responsabilidade de scus senhores ; na
ra Diroita, podara n. 26.
-- Piccisa-so de uma preta captiva para servico
de uma casa do familia ; a ra da Alegra, casa n.
II, achanto com que.ti tratar.
Os Srs. Jos Antonio 'aroira Antonio Sabino
Nunes Pantoia, Francisco Antonio do Queluz Jos
da Silva Oliveira Joilo Antonio Martins Braga, joilo
Flix dos Santos, Satdanh, do engenho Novo, Theo-
tonio Joaquim da Costa, queira tu dirigir-so a ra]
doQueiinado, n. 4-
-Joaquim Vieiri de Barros, soclp ge-
rente da casa de molhados, sita na rus
do Amorim, n. 36, do bairro do Recife ,
previne ao publico que elle se nao au-
sentou de dita casa, como se diz nos an-
nuncios do Sr. Antonio Joaquim Vidal,
nem isto era possivel tendo nella i;Soo.s
rs de fundos c seos ulereases, e que
permanece nesla praca Um motivo que
nada tem comella, o tem feito estar in-
conunodado, deslindando-se delle. Pre-
vine mais, que a casa de que he socio e
gerente est balanciada ltimamente
contendo fundos suflicientissimos, capa-
zos de convencer ao Sr. Vidal 3 deque,
longe de ter qualquer prejuizo, lem um
lucro brlibante : c finalmente, que jA fez
apresenlar a este senbor o seu procura-
dor bns'onte emquanto se nao desen-
bar.ica para entn ser corrfluido este pe-
queo negocio. Protesta jontra todas as
illegalidides que se praticarem por esta
e pela melhor forma c va de dirito.
Recife,'v6 de mam de 1848
" OSr. Francisco Correia Jacoine, poralcunha
Chico lineo, queira annunciar sua morada, que se
Ihe deseja fallur.
'Arrenda-so um sitio com arvoredos de fructo,
por CQmmodo preco, com casa do pedra e cal, no
lugar do Bom-Succsso, em Olinda. adiantaudo-se
nielado do arrendamento : quem o pretender dirja-
se a fu do S. Francisco, casa terrea que volta para
a ra da Florentina. -
-- Os Srs. Antonio Piros de Carvallio e Joaquim Jo-
s da Costa, jiedreir, queiram ter a bondade de vir
na ra do Rosario larga n. 94, no prazo d i& das, ti-
rar se lis penhoros, salisfazendo seus dbitos contra-
Indos ta cinco annos, e na falta ser.to (vendidos, 11-
caudresponsaveis pe* quantia que fallar a preen-
cher sou debito.
'
liste atigo ostabelecimento acaba de ser mudado
paros muito espseosos edificios construidos de
proposito na cidade n.ova. de S.-Amaro aonde exig-
tein todas as proporces para a factura de qualquer
machinismo, com a-malor presteza o perfeicSo : e
para commodidade dos freguezes, ser conservado
oaanliga casa, junto a greja dos Inglezes, um es-
crptonoondego receberfio todas ag encommendaa
e ordena a respeito tendo a toda hora uma barca de
forro emprogada exclusivamente no transporte das
obras de escripterio fundi^So"
Precisa-so de um pequeo para caixeiro de
venda, pieferindo-se ser dos ltimos chegados, an-
da mesmo setn pratica, porm, quosaiba ler e es-
crever: na ra do CotoveRo, venda, n. 31,
Agencia de passaportcs.
amado Collegio, n. 10, o no Aierro-da-Boa-
Vista, n. 48, continuam-so a tirar passaporteg tan-
to para dentro, como para fra do imperio; assim
como degpacham -se escravos: tudo com brevidade.
Precisa-so do um bom oflicial encadernador
? ue queira trabalbar a jornal: no Aterro-da-Boa-
ista, n. 42, segundo andar.
Precisa-so, para um engenho distante desta
pracn doze legos, um feit'or quo seja estrangeiro :
quem se quizorajustar, ppareca na ra do Quei-
mado, loja do ferragensn. 4/
--Entregarain-se duas casacas pretas j principia-
das a fazer, no dia 17 do corrente, com todos os seus
aviamentos, p o portador deitou-se a dormir no tan-
que d'agoa da Boa-Vista, edabi Ufas tiraram : roga-
se a todos os Srs. mestres de alfaiatc, ou a quem 10-
rem olferecidas, de as tomar e entender-se na loja
do Sr. Escacio alfaiato, ua ra .Nova, que ser recom-
pensado.
Lava-se e engomma-so roupa com muita perfei-
Qto, por proco commodo, sendo as de varrella em 15
dias 6 do sobrio em 8 : no oitSo da Matriz, n. 14.
Precisa-se de 1:000/do-rs premio a um por
cento, com penhores: quem quizer dar annuncie.
- O coronel director do arsenal de guerra desta
provincia,. Trajano Cezar Burlamaque, cmmunico
aos seus amigos e as pessoas com quem tem relceos,
que so mudou para a ra do San-Francisco, sobrada
de u 111 andar n. 6, aonde reside o espero as suas or-
dens.
-- Pilgi, marecneiro francez,
na ra Nova-, n. 45, acaba de receber, pelo navio Zi-
lia, um sortimciilo de trastes do mogno, domis
moderno goslo ; bem como folhos de Jacaranda,
mogno e outras madeirns do folear ; fcrramontiis
proprios de marconeiro; e papel do licha. O mesmo
se encarrega de fazer toda a quaiidade de mobilia,
quo se poder desojar, por ter recebido desenhos das
mobilias modernas que agora se usam em Franca.
-Na ra da Cruz, n. 26, precisa-se de um meni-
no para caixeiro de uma loja de fazendas, na cidade
do Cear, do idade ele 12 a 15 anuos: quem estiver
nestas circumsiancias dirija-so a mesma, a tratar
com l.uiz Jos do S Araujo.
Precisa-se de 300,000 rs. a premio com hypo-
theca em urna casa terrea na ra Yol lia da Boa-Vista,
ivro odesembaracada : quem os quizer dar dirija-ge
a ra do Sebo, n. 17, ou annuncie.
Precisa-sede um hoinem-que queira assenlar
praca por oulro no 6." batalhlo do catadores ito pri-
meiralinha: quem quizer e estiver as circums-
iancias quo a loi marca", apresento-so na ra da Ca-
deia, n. 40, primeiro andar.
Precisa-se de um trabalhador do masgeira, pa-
gando-ae bom ordenado: na ra da Florentina ,
ti. 3.
Offerece-g um pequeo po'rluguez, do idadodc
13 a 14 annos, chegado prximo, para loja de fazen-
da, de que tem alguma pratica : quem o pretender
annuncie ou dirija-sd a ra Diroita, n. Ifi, que se
dir quem lio.
Trecisa-ao de urna pessoa que queira*estar om
urna caso de urna senhora sendo de meia idade ,
parda,ou preta dando-so Ihe o sustento o vestir:
na praca da Independencia, loja n. 18.
Compras.
Compram-se, para fra da provincia escravog
de ambos os sexos, com todos os defeitos menos
molestias com tanto que tenham boas figuras : na
ra estreita do Rozario, n. 10, terceiro andar.
Compra-ge umsollim iuglez em bom estado, e
um cavallo de sella novo : na ra larga do Rozario,
no segundo andar da casa n. 30.
Compram-se escravos de 6 a 16 annos com
habilidades ou sem ollas : quom tiver onnunci.
-- Compio-se urna negra do 18 a 95 annos, quo to-
iiba boa ligura e habilidades : na botica de Bartho-
lomeo Francisco do Souza, na ra larga do Rosario,
n. 36. .
Compra-se urna negra que ongomme e cozinho
bem: no Aterro-da-Boa-Vista, n. 42, segundo an-
dar.
Compram-se elementos de algebra, por l.acroix,
edicSo de 1830, qu ostejam om bom estado,em por-
TUguez, ou mesmo em francez : na ra da Cruz, 11.
36, terceiro andar, ou annuncie.
Compra-so um palanquim novo ou cm bom
uso : na ra da Cadeia, n. 40, ou annuncie.
Compra-so urna porclo do garrotes magros :
quom tiver annuncio.
Compram-se, para urna encommenda, escravos
de ambos os sexog at 40 annos de idade: agradando,
pagain-se bom: na ra estreita do Rosario, primeiro
andar, n. 31.
Vendas.
Vendem-so vidros para espelhos do todos os ta-
maitos : no armazem doKalkmann k Rosenmund,
na ra do Cruz, n. 10.
Vendem-so pianos inglezes da fabrica do Co-
lard : no armazn! de Kalkinann & Rosenmund,
na ra da Cruz, n. 10.
Vcnde-so vinho de Champagne, marca coinola:
no armazem de Kalkmann & Rosenmund, na ra da
Cruz, n. 10. -
Vendem-so cadeiras'de bataneo muito boas, o
commodas : no armazom de Kalkmann & Rosen-
mund, na ra do Cruz, n. 10.
Vendem-se duas mulatas muito bonitos, sendo
nina de ida.le de 16.a 18 annos, o a outra de 20 a 22
annos: vendem-se, pelas pessoas que a trouxoram
do mallo tercm de ge retirar muito breve : os pre-
tenden les dirijam-se a loja deLuiz de Oliveira Lima,
na ra da Cadeia do Recife, n. 55.
Souza, na ra larga do Roza-
rio, il 36.
Vende-seuma mulatinha do 13 annos, que faz
renda, coso e cozinha ; he de bonita figura sadia ,
e prupria'para dar a" uma- menina : na ra larga ao
Rozario, loja n. 35. '
Vonde-se milho pela medida velha a 2,000 rs.
o alqueiro ; marmolada do Rio-Grande muito boa ,-
propria para doentes, por preco commodo : na ra
da Piala, venda n. 27.
VRNDE-SE
Chd muito suoeor
fabricado no Rin-de-Janeiro^i
Denominado Brasileiro,
o melhor quo tom apparecido neate mer-
cado, pela sua quaiidade ser mais supe-
rior do que a do mesmo cha hysson de
uma libra para cima por preco cota*
modo : no flm da ra da Aurora n. 4, a
fallar com Jos de Almoida Brrelo Bag-
tos, daa 6 ag 9 horas da manlifla, e de t
as 2 da tarde. No mesmo lugar lambem
sevendecli.fn>|lia, da~mesma provin-
cia com as wtsmascondici's.
bEGRORTASNg
Nosta loja vendem-so chitas de cores fixas ,
11 140 rs. o covado ; luvas de pellica, para ho-
niem e senhora, a 400 e 640 rs. ; e outras
muitas fazendas por barato preco.
-F HELO NOVO,
a 4^500 rs.
Saccas grandes de 3 arrobas com fareos: no arma-
zom de J. J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Casimiras elsticas
a 640 ps.
Vendem-se casimiras elsticas de algodSo e lila;
pelo barato preco de 640 rs. o covado : na loja nova
da estrella, n. f, da ra do Collegio'
Chegucm, freguezes, a loja de
II a noel Joaquim l'ascoal lla-
mos no JPasseio-Publico,
11. 19,
aos cortes do cambraia de todas as qualidades, a
1,920,2,000, 2,400, 2,500 e 3,000 rs.; ditos de tar-
lalana branca a2,400 rs. com 9 varas; cambraia
de quadTos com 9 varas, 2,400 rs, ; lencos de seda
para mito, 1,000 rs.; ditos paro grvala, a 400 rs. ;
ditos de cassa, a 200 rs. ; chitas para coberta a 200
rs. o covado; pello do diabo e castores, a 200-rs. o
covado ; chitas, a 120, 140, 160 o 200 ra. ; rigeado
francezes a 200 rs. o covado ; pecas de algodSo, a
2,000 rs. ; ditas de madapolflo de todas as quali-
dades a 3,000, 3,500 4,000, 4,500, 5,000 o 5,200 rs. ;
chapeos de sol, a 5,500 6,500 rs.; cortes de Illa a
2,300 rs ; ditos de casimira, a 6/rs.; e outras muitas
fazendas por preco mdico.
Cortes de calca a
i#rs. :
Vendem-so cortes do calca para homem, da fazenda
innominada ~- mselo do 3 o 4 covados a 1# e
1/200 rg. o corle: esta fazenda be muito barata e de
muito boa quaiidade, he escura e gorve para a esta-
eflo preaonte, aggim como tambem sorve para jaque-
tas e palitos: na ra do Collegio, loja nova da estrel-
l, n. I
Casimiras elsticas
finas.
Vendem-se superiores e exccllcntes corles do casi*
miras de suporior quaiidade o'lindos gostos, pelo
diminuto preco de 5,6 e 7 rs. o corte de calcas, sen-
do seus padrOes-tanto do gogto para o invern, como
ara o vorfloj a ellos antes que ge acabem : na ra
po Collegio, loja da estrella, n. 1.
Vendem-se 10 escravos, sendo pretas com ha-
bilidades; 2 prtos, sondo um delles do nacOo Cos-
ta ; um bonilo moleque de 16 anuos; duas pardas
com habilidades ; uma mulatinha do 6 annos : todos
sem defeitos nom acliaquos: no pateo da S.-Cruz,
n. 14, so dir quem vendo.
Ricos tapetes
para ornar salas, mesas, candieiros, lantornas, cas-
ticaes o campainhas, redondos, quadrados o trian-
gulares bordadose de oleado, com lindas franjas
i de lila de todas as cores ; luvas do torca I, proprios
~ Precisa-sede um bomem capaz e entendido ,
para feitor de um sitio: a fallar com Jos Francisco
Bclem, no Fortc-do-Mattos.
Og directores do companhia do circo de New-
Yorck desejam comprar um muito suporior caval-
lo : a pessoa que o tiver para vender dirija-ge a ra
do Florentina cocheira do Sr. capilSo Sebasliilo,, LolCria IO 1%I0 Oe-tPaiieirO
das9 as tt horas a manha. Vendem-se bilhetes, a 22,000rs. o mcios ditos, a
Precisa-so alugar uma negrinha do 12 a 13 an- ji.OOOrs da 47.' lotera a benoficio da S. Casada
para a Quaresma,"ao ultimo gosto do Pars, pretag e
brancag com dedog e gem ollcg, a 1,600 rs. o par ;
alpaca do linho, a 6.40a 800 rs o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazem de fazendas, de
Raymundo Carlos l.eite.
nos, de bonscosturaes e carinhosa para crian.cas,
que he para andar com urna menina desmamada ;
quem livor annuncio.
Na ra do Vigario, n. 9, ha uma mulher de meia
idade, natural da ilha de S.-Miguel,'para ge arru-
mar de ama em alguma casa de familia capaz.
-- Aluga-se, ou vende-ae um preto que gabe bem
cozinhar o diario de uma casa ensaboa e faz todo
o arranjo do casa : quom o precisar dirija-se as Cin-
co-Pontas.n. 152. .
-- Arrenda-so urna casa terrea, no becco do car-
Si isoricordia : na ra da Cadeia loja do cambio,
11. 38, de Mauool Gomes.
Chegaram as: verdade-
ras pulas vegetaes do I)r.
Braiiiireth, viudas no brigue
Putufim, da Philadelphia, as
na botica
quaes se vcndeni
cereiro,'or/OOOrs. mensaes;'trata-se no Atierro-1 ^ Bartho!omeU FrailCSCO de
da-Boa-Vista, sobrado n. 44. '
Continuam-sea vender,
na ra da Cadeia do He
eife, n. 37, caixas com
cera em velas e mais
brandoes fabricados
"no Ro-de-Janeiro, e em
Lisboa: sorimentos ao
gost do comprador, e
por mais commodo pre-
co do que em outra
qualquer parte.
mmmommmm
No Passeo-Publico, n.. H, lo-
ja do urna s porta, parede
e meia a fabrica d chapeos
de sol,
vendem-se chapeos de sol, d seda com artnac8n
de ac e cabog de marflm de muito bom gosto, pe-
lo barato preco de 5,500 rs. Na mesma loja ha um
aortimento de todas as fajendas por precio multo
commodo.
ti
_



-4
,
I
-------r i \t
~ Vendem-se presuntos, bldese tinas proprias
para lavar roupa ; vassoura para varrer salas e ta-
Setes : ludo ltimamente chegado dos Estdos-Uni-
os : na ra da Cruz, n. 7, armazem de Davis & C.
Bolachnha retalia, a 350 rs,
a libra.
A excellente bolachnha regelia d'agoa o doce i
sose vndenos tres bairrosdesta cidade e as se-
gointes casas : Boa-Vista praca da S.-Cruz pada-
ria de urna porta, onde he fabricada ; S.-Antonio ,
esquina da ra do Collegio, venda de Jos Gomes do
Sobral Nascimentn Recife, travessa da Madre-de-
Uens n. 13, deposito da mesma padaria. A boa qua-
lidade e bom gosto que as mesmas bolachjnhas
teemencontrado os consumidores, teem levado a
sua extraccSo a ponto subido o que tem animado
o fabricante a continuar a t-la sempre prompta e
das melhores qualidades que fazem a sua composi-
So o far todo o possivel de nSo desmerecer fa-
ma que adequerio om tSo limitado lempo.
Charutos de S -Flix, os ver-
dadeiros.
Manuel Joaquim Goncalves o Silva, na ruada Cruz,
n. 43 faz ciento a seusfreguezes, que, pela ultima
embarcarlo, vinda da Baha recebeu um sortimen-
ta dos mas superiores charutos all fabricados, in-
clusivo os amarrados na ponfa com relroz.amarello,
6 que tem por titulo quein fumar saliera.
A !00 Rs O CVAlX).
*No novo armazeru de fazendas
de Kayminido Carlos Leite,
na ra do Qneiinado, n. 27,
ui'lia-si'o melhor algodilo trancado azul, proprio
para ronpa de escravos a 200 rs. o covado [e em
peus a 260 rs. a jarda o qual se torna recommen-
davel pelo muito corpo no ler go'tnnia ser muito
largo e do cor fixa ; ptima cliita preta forte a
5,800 rs. a poca ; engranados pannos de mesa de
algodio encarnados prctos e grandes, a 3,200 rs.;
ptimos bros trancados de linlio, a 1,000 rs. a vara;
loncos de cassa de cores, grandes, para senhora a
480 rs.; ditos de seda para meninos, a 640 rs. ; ex-
cedente alpaca de Iinho ; chitas finas do ultimo gos-
to ; e todo o sortmento de fazendas finas e grossas,
para veudor por atacadoe a retalho o mais barato
possivel.
Vendem-se diversos escravos. che-
gados prximamente do Gear sendo :
pidos, pelas, pardos e pardas : todos
mocos e de boas figuras, 'entr os quaes
lima preta com tuna cria de ihez e meio ,
com milito bom leite ; um mulatiuho de
8 unos potico mais ou menos, proprio
'para andar com enancas em casa : na
ra do Crespo, ldj n. i A, se dir quem
vende.
Vende-se um preto cozinheiro, e que he pro-
prio para outra qualquer occupacilo, por ser pos-
sanie e robusto i na casa da destilacSo, defronto da
r i boira do peixo.
Vendem-se quatro mulatinhos de
idades de 8, io, n e i'4 annos; dous
lindos mulatos de idade de 11 anuos, p-
timos pagens ; urna negra de idade de
20 anuos, que cose, engoman e cozinha;
tima dita de muito bonita figura, co\al-
gumas habilidades ; urna pr. ta de meia
idade, muito forte e sadia ptima lava-
deira, tanto de sabio como de varrelta ;
um negro moco, bom para trabalhar em
si-nm sitio, por 35o,000 rs., c mais ol-
guns escravos, que se mostrarlo aos com-
pradores : na ni 1 das Larangeiras, n.
i'i, segundo andar.
Cera de Lisboa.
Na ra Ja Cruz, n. 60, vendem-se caixoes com 50
libras do velas d cera de Lisboa, muito superior, e
com bom sorlimento, e o mais barato quo ha no
mercado.
-- Na ra do Queimado, n. 30, ha pannos de boni-
tas coros, proprios para palitos e sobrecasacas, as-
sim como chapeo de castor, pelo barato preco de
5/000 "rs. i
. Na casa de modas francozas de madama Millo-
ehou, na ra do Atierro da Boa-Vista n. 1, primeiro
andar, ha para vender 'um grande soi tmenlo de
chapeos de seda para senhoras, da ultima moda ede
todas as cores, os quacs so vehderlo por muito ba-
t rato preco: na mesma casa fazcrji-se sampre chapeos,
toucas o vestidos de senhora, com toda a prompt-
diio o ao gosto que dsejarem.
Na loja nova de livfts, n.6,
do paleo do CoTlbgio, de Jilo da Costa Dourado, sem-
pre acliar-se-ha apudautas, procgraROes e letlrasj
selladas, e a qualquer hora, at 8 (Ja noito.
Vende-se uui moleque crioolo , idade : na ra da Cadeia do Aceite, h.'3.
AIATIHHNTO DF. PBBC05.
A rhetrica de Augusto llusson, traduzida pelo
padreJoo Barboza,Cofdeiro, aqealso tem vendi-
do a 2,000 ra. em brochura, vende-se agora nea-
deruada pelo mesmo preco, na praca da Indepen-
dencia, ns. 608; na ra da Cruz, n. 56, c no paleo
do Col logia, n. 2.
A.Lgica popular, tradcelo do mesmo, vendida
al boje a dez t&tArs, vonde-se presentemente a
00 rs., na praca da Independencia, e na ra da
Cruz, n. 56.
O poema -Cinco )tl -por *, btyra, assaz ap-
plaudida,e que se tem vendido a 400 i*s., passa a ven-
der-sea 320, na praca da Independencia, para se a-
rabar logo cqm una pequea porclo que resta :
quom iuierl pois, aprovlla-se de 'sua btf raleza a-
pfoveHo a casiflo.
. 1M_-~V^nd,-~7i^|gafcao de maueira lie aiparello,
propria para quem iwer obras a' fazer par er itsoa-
Iho, costado e costadinho; assim como'80TDoas' de
louro, tudo de boa qualidade: na ra da Praia,
n. 35. ju
--Vende-lBnm'a corrento deouro, para senhora
urna dita para relogo ; 6 pepas para cinteiro ; 2 cor-
des; 4 relogos; e outrs obras de ouro: na ra do
ngel, n. 10. .4
-.- Vende-se urna vacca muito mansa com duas
crias, sendo urna bezerra e um garrote que deita
5arroba: na ra zendas, n. 51, ou no Afogados, no sitio de Joaquim
Josdet.ima.
Vende-Be a rendan. 12, na ruada Llngoeta ,
bem afreguezada i qual vejde-se por seu dorio re-
tirar-se para Portugal.
Vende-se tinta em oleo em latas de folha, de
28 libras, sendo branca, verde-clara e escura, pre-
ta eamarella, sendo esta em latas de 3 libras : bem
como vermelh.1o, muito em con la, rn macos de
urna libra : na ra do Trapich, n. 42 em casa d
Adamsn llowie rC.
-Vendem-se, multo'em conta, para liquidado
de factura, 4 ancoras do 3 a 7 quintaos ; no arma-
zem do Araujo, no b'ecco do Goncalves ou em casa
de Adamson llowie & Companhia, na ra do Tra-
Vendem-se acedes da ex-
mela companhia de Pernambuco
e Parahib: no escriptdrio de O-
livera limaos & C, rua da Cruz,
n. 9.
M^ Vendem-se chapeos de superior
>BK castor, brancose pretof, por preco
mulo barat : na rua do Crespo, n. la,
loUde os Joaquim da Silva Haya.
VENDti SE
estojoscor dua navalhas in-
glezas, ftato barba,
fabricadas pelo melhor tutor, chegadas prxima-
mente de Inglaterra, 2^6w)rs. cada estojo. Estas
pequeo na mesma estrada; a tratar no mesmo si-
tio cima ou na rua Direita, n. 4.
- Vende-se um negro de nacflo, de meia idade, de
bonita figura, bom canoeiro, ,0 que trabalha b*m de
onxada, por ter bastante pratca de sitio, por nrecq
commo'o: rio bceo Tapado, juntoao pateo da mJ
triz de S.-Antonio, casa terrea n. 13.
Vende-se urna inorada de casa terrea, de taipi,
multo grande e com muitos cOmmodos, na povoa'ca
de Santo-Amero-Jaboatao : a traUr no largo de S.-
Jos, n- 4..
Na na das A^oas-Verdes,
n. 46,
vende-so urna bonita moleca de idade de 18 ln.
nos, com excedente habldade ; quatro oacraus
ai% todo o servico; urna parda ; um bonito mu-
lto opafrno pagem, de idade de 18 annos; um ej-
cravo bom carreiro; tros escravos, e Um bonito roo-
lequinho de 10 annos.
Vendem-se duas pretas morjas, com habilidi-
des urna das quaes tem 2 filhos um de 4 anuos
piche, n 42.
Vende-se um ptimo piano horizontal, de mui .
linda ConstrucQflo, ede excellentes vozes : na rua 8Casose rifloagrade de nennuft)a deljaa
do Trapiche, n. 42, em casado Adamson Howie &. as experimentar, istoeittndo sornte--"
Companhia. | IrlaM : ttttiberi exil ahida
Vende-se, por todo o preco, para liquidacSo
de factura, um pequeo restante devinhosde cham-
panha e clarete sendo esto em caixinhas.de urna
duzia e aquelle em mais ou menos porclo a von-
tadedo comprador : na rua do Trapiche,*n. 42, em
casa de Adamson llowie & Companhia.
Vondem-se 6 oscravos, sendo : 4 pretos de na-
efo sendo um delles muito bom cozinheiro ; urna,
parda moca do bonita figura que engomina bemj
e cosechSo ; utn'a preta com as mesmas nabilidaaes;-
uma niulatinha de 8 annos ; um molequo da mesma'
idade: na rua da.Penlia, n. 21 .'Na mesma casa alu-
ga-s'e urna preta para o servico de casa, u de rua.
nawihaVto VraiitliUB ,'poraue, nao sosa trocam e o^utrode.2 :" aSvesoravas UJo mogas, de bonitis
as q KSnWW nSosaMo.is.como t.fnbem se figuras n8o leem^.c.os nemachaques: .na ru. d.
quando o comprador por 1 Concordia, pesiando a ponezinha,.a direita
depos delgund" casa terrea se dir quem vende.
as que ptrrVentUra
reslitueo sou imprle
pequera porefo das dB China : na rirt I
znris, loja de miudzas do l.dy, n. 85.
FAR1NHA DE MII.HO.
Vende-se, as libras superior farinha
excellento parapo, cangicas, boloi
p reg commodo : em Fra-de-Portas, ru
ra rapes, n. 28. Tambem Se vende, na'
milho moldo, prdprio para passaros.
Casimiras lisas, a 2,400 rs.
cada covado, as melhores que tem vlndo a esta praca,
nfo so pelas delicadas cores, como por ser perfeita
fazenda ; ditas de lislras, viudas ullimamonle de
Franca os melhores gostos e melhor fazenda que
ha a 9,500 rs. o corte ; meias casimiras a 3,500 rs.
o corte : panno preto e azul lino a 3,000 rs ; ditos
de cores, de 4,000 at 5,000 rs.; dito pre,to a 6,000,
6,500, 7,000 al 11,000 rs. que nada dei xa ni ,a dese-
jar ; e todo o sorlimento do fazendas finas e grossas
que se vendem a retalho e por atacado: na rila do
Ouelmado ,n. 27 no novo armazem de Raymundo
Carlos Leite.
Na loja da rua do Queimado n. 5., vendem-se
pecas do algodio americano com toque de avaria, a
1/280 e 2/000 rs.
Vende-se charutos de llavana, de diversas qua-
lidades, ltimamente chegados : na rua da Cruz,
armazem de Kalkmann & itosenmund.
aloja delivros do pateo do Col-
legio, n. 6,
vendem-se livros em branco, pautados, e semestraog
pautado, do dfferenles'tamanhos ; livros proprios
para caixiros de descarga, por virem j preparados
para este fim ; klondarios proprios de escriptorios,
de diferentes precos; lapis muito linos e do mais or-
dinario; obreias; dita gomma-graxa ; tintas encar-
nada, azul e preta : afffanca-se as quaiiJados, e a
garrafa dcsta lie a 400 rs.; papel de peso do Perlin,
muito barato, a 3,700 rs. a resma; pennas, o quar-
teirdo, a 200, 2*0e280rs., muito superiores, para
secretaria; papel de Hollanda para reqnerimenlos ;
tinta para marcar roupa; caivetes finissimos, dedif-
ferenles precos; tlnteiros do differentes qual-
dades, tanto no prego como no variado gosto ; la-
cre muito fino, de differentes cores ; papel de msi-
ca, e oulros muitos ohjectos.
Vendem-se presuntos de Weslplealia, superio-
res : noarmazpm de Kalkmann & Itosenmund, na
r.ua da Cruz, n. 10.
Vendem-se barriquinhas de pregos americanos
n. 4, com 100 libras cada um barril, e hervlhas cm
pequeas barriquinhas, com u,ma arroba e meia ; na
ua do Trapiche, casa n. 8.
Vendom-so vasos para jardim, do lindos ml-
dese pinturas, chegados recenlemenlo da cidade do
Porto : noescriplorio de Firmino Jos Flix da Ro-
sa ,-na rua d Trapiche, n. 44.
PANNOS FINOS.
No Passeio-Publico, lojan. 19,
de lia noel Joaquim Pascoai
llamos,
acaba dechegardo novamente um rico sorlimento
Ide pannos finos pretos de todas as qualidades, pe-
lo barato preco de 2,800 3,200, 3,600,3,800, 4,000 e
4,500 rs muito superior; sarja preta muito superior,
a 2,000 e 2,400 rs. ; setim preto a 800 rs. ; urna
porclo do lanzinlia e pelledo diabq, a 200 rs. o co-
vado ; un riquissimo sorlimento de cassa-chita a
2,000, 2,400 o 3,000 'rs ; pecas do cassa do listras o
quadros, a 2,400 rs. ; pecas de larlatana branca com
Ovaras, a2,400rs.
Vende-se um cavallo lazSo,J novo, gordo e bo-
nito com muito bons andares: na rua do Quei-
mado, n. 51.
Vende-se una escrava de nacjSo boa vende-
deira de rua, por 300,000 rs. : no paleo de S.-I'edro,
u. 7, se dir quem vendo.
Vende-se um piano forte novo, da
fabrica de Collard and Coilatd, de Lon-
dres : na rna do Vigario, n. a3,,.casa de
Rssell Mellors & C.
Vende-se .banba de porc sem sal ,
se-
SSSF. /;
^superior farinha de Trieste,
P^ndega,no armazem do Ba-
* rua do-Viga rio, n. 9.
VENI)EM-SE
coltecQoesde vista1 de
nambuco,
sondo as da ponleda Boa-Vista,pontedo Reeife.Bom-
Jesus, Olinda, Poco-da-Panella e Cachang, fei tas ao
beneficio da sociedade da .Beneficencia allemfia'e
suissa : no armazem de Kalkmann & Rosenmund,
no hotel Pistor, as lojas dos Srs, Luiz Antn io.Si-
quira da Snra. viuva Cardozo A y res & Filhos na
ruada Cadeia do Recife; as lojas dos Srs. Santos
Neves & Guimarfles, na rua do Crespo ; do Sr. Jos
d Alonqucr SimOes do Amaral, na rua Nova ; e do
Sr. J. Chardon, no Aterro-da-oa-Visla.
Fin ssi na
jfnbrfc
Palitos de fogo.
Ra d Queimado, n.
16
Vende-se a melhor 'qualidade destes palitos,
em porclo e a relalho, chegados recentemenie de
Vienna da bem conhecida fabrica de A. Bcjer de
cujosse nfiancama superior qualidade.
Loja de Magnlliacs < frmao
na rua do Queimado,
ri. 46.
Nesta- loja vendem-se cortes de cassas de cores, a
3,000 rs.; ditos do cambraia branca lisa, a 3,200 e
4,000 rs ; lencos de setim de cores, para grvala, a
3,200 rs.; meios ditos, a 1,600 rs.; cambreias aher-
las, a 4,200 e 4,500 rs. o corte; ditas brancas (ber-
tas, a 4,600 rs ; muito superior panno para loalhfs
de mesa, de 4 palmos e meio do largura, a 640 rs. a
vara ; lencos brancos de capibraia com beira aberta,
a 300 rs.; chita de coberta, a 200 rs. 6 covado ; dita
para vestido, do cor fixa, a 160 rs.; lencos bordados,
a 320 rs.; corles do vestido de Ifiazinha, a 3,200 rs ;
camisas de meia. muito superiores,a 1,400rs.; chales
de seda, a 10,000 rs.; mantas de dita, a 8,500 rs ;
chales do ISu e seda, a 4,500 rs.; setim preto, a 2,200
rs.; bicos de varias qualidades; alm disto, um
completo sortimento de fazendas,.proprias para esta
capia e provincia.
-- Vendem-se chitas lrmpas, muito encorpadas o
muilo fortes a 120 o 160 rs. a retalho o as pecas ,
a 4,800 e 5,500 rs.: na rua estreita'do Rozario, n.
10, terceiro andar.
TEESES.
Praga da independen-
cia, n. T,
loja de cirgtieiro
Vendem-se uniformes militares pa-
ra todas as patentes, tanto de legito
coroo de cavallaria e infamara ; galSo
de ouro ; cbapos para pagens. N*
mesma loja se-fax qualquer obra per-
tenceirte a mesma arle : tudo pelo me-<.
or preco possivel.
barba,
boa.
Estas navaThas sSo feitas do maartlno ac da-Soe-
ca o temperadla oj IfOa que cofttm os wesnw
prinoipiosquwstrenowitram na multa afamada de
Guimarfios epa'ra provea sua superior qualidtda,
bastar saber-seque silo preferidas, por quem uins
vez as espori mentn a quantas veem do Inglaterra,
Franca e oulros pnizes onde a arle de eateleria est
inquestionovel mente em grande adiantamanto ;
team mais a supraditas navalhas a Importante
circunstancia de conservaren! por muito lempo a
aliceo, de cortarem com rapidoz o cabello da bar-
ba e finalmente de nflo olTenderem nem levania-
rem a pello e para prova do sua boa qualidade,
nflo se duvida dar para os compradores as experi-
mentarem. Vendem-se unicamonte na rna do Cres-
po, loja n. 8, de Hayas Primos.
Agoa de tingir cabello.
Conli na-se a vender agoa de tingir cabello e suis-
sas : na rua do Queimado, n. 31. U methododeap-
plicar a (lila agoa acompanha os.vidros.
laolachinlia de ararnta,
rccenlemenle chegada do Rio-de-Janeiro, na barca
Commcrcio-do-Mo em Utas de 6 libras pelo, m-
dico preco de 2,000 rs. cada lata : no caos da Alfan-
dega,armazem n..
Vendem-se ceblas muito grandes, e entre el-
las algumas brancas, por preco muito commodo
na rua da Praia, armazem n. 37.
Na loj a da rua do Queimado, n, 5, vende-se pan-
no pi A no,-aj|,3,000 e 5.000 rs. o covado.
- Vcnd-sc ou permuta-se por casas, ou por
ose ravo um sitfb de coqueiros na praia do Gua-
gir barra de Goianna, tendode400 a 500 ps de
coqueiros de fructo, e muitos delles anda noves
tratar na rua dos Quarleis n.' 1*, primerro andar.
.Vcndcm-se charutos de Tegala., chegados pr-
ximamente, para fechar contas por prce comino-
Jo : na rua do Trapiche, n. 84.
Vendem-se esleirs para forrar salas |H>rprc
1 commo'do : na rua do Trapiche', n. S4.
co
-
a3ao rs. a libra : na rua do langel, n
46, segundo andar. .,
Vende-se cobre em folln, para for-
ro de navios ; pregos de cobre ; estanho
emVergainha : na rua do Vigario, n. ?3*
casa-de Ltussl'Nellorg&C'.
# 11
Aos agentes de batalhoes.
Sapatoes -de bezerro proprios para
tropa, por preco commodo; veiidemi-.
sena'ffraca'da WideprJntferrtia, n; 5.
Ntloja nova de livros do pateo
do Collegio de Joo da
'Costa Dourado,
vendem-se ricos o'differentes quadros de sanbjp e
nWitrJ
commodo.
santas, com moldura dourada, e por preco
Veridem-se alguidaresdp gomo, vidiadqs, gran-
de, prtoprios para lavar meninos, por preeo commo-,
do, a 2,560 rs.: na rua Augusta, 11. 1,'se dir quem
vonde. ;
. Vchdem-se queijos londrinos ; presuntos para
fiambre ; potes com sal refinado; latas com bolach-
nliasde araruta ; ditas com marmelada com duas
e4libras; massas finas ; Conservas iuglezas; fras-j
eos
Hard
passas superiores ; bolachnha do soda : tudo ^or"
preco mais batatb do quo em outra qalqaer parte :
na rua da Ci'uz, to Recife, n. 46.
Vende-se um sitio na estrada Ue S>'Amro"l>ars
Belm paasando a ponte o prrmeirp do lado di-
reito com'muitos arvoredos dp rructo pasto pata 8
?uceas'de relie, 3 vitiros, brxa'^ara 'prm ter-
reno parr plantar ttrmbenfsr'Verdd' datro mais
Escravos Fgidos
No da 16-do corren te, pelas 8 horas-do da
mafcdou-so. um moleque botar urna barrica do liso
na praia e este desappareceu por nflo saber di
casa :' chama-se Clementino ; he futo ; levou cami-
sa e ccroulas brancas ; nosabe dizer quem he scu
i-enhOr nem sua senhora, e quando se perguutir d
quem hn elle diz ser de oyoy a deayay : quem o
pegar leve-o a rua est'reita do Rozario venda n. I,
que ser bem recompensado.
-- Fugiram, no da 30do mez'passado, do engenho
Marlapagipe da freguozia do Cabo e.passaram
pelo engenho Agoas-CIaras do Urue e toram
agarrados, j com 60 Hoas do camnho para 1
villa do Pombal, os escravos Flix e Liberato rs
te pdo-se tmzer, o aquelle tornou a fugir' etem
ossignes seguintes de nomo Flix, cabra ; irepre-
senla 30 anuos ; lie gordo, de altura regular cara
redonda ar sempre alegre denles limados, sem
barba com unr peqneno lalho no nariz ; pescoco
pernas grossos.- KsteiBscravo loi do Sr.- Jos A Ivs
morador na villa do Pombal, para onde parti, <
fo comprado nesla praca ao Sr; Jos da FOnseca 1
Silva. Quem o pegar leve-o 10 dilo engenho, ou
nesta praca ao llurgs Ponce de l^ao que ser re-
compensado.
Fugio, de bordo da barca Comtrureio-dv-Bi^
no da 16 do corrente o escravo marinlieir, ije
nomo Dnmifiu* preto bem relimo anda moco, ,|c
nacSo Mina muUo rlscado no rosto com um dedo
da inflo dreita dente falla pouco e mal se exprs
sa porm sempre com o somblante riionho ; levou
calcas ocamjsa do riscado azul, chapeo de p"1*
americana. Este escravo pertence ao Sr. Manoel Jos
de Araujo Costa, do Rio-de-Janeiro : quem opegr
love^o a rua da Cadeia do Recife, n. 45, que recebe-
r'generosa gratificacjlo.
Fugio, o diafdo corrente, dos Afogados, ao
sitio do Sr. Joaquim Jos de l.ima-, orna parda, per-
tenconte ao Sr. Joaquim Jos das Virgens a qual re-
present tcrSO anuos, do nome l^ilza ,-de. estatura
regular chia do-corpo cara bochechuda e fei'
com doces de differentes qualidades ; Tolas oor tevoil vestido de chita chale tambem do chita ; no
lnhas; dilascom hervilhas; sagi j-ceyadinti',*esuppr.qu olla esleja mesmo .pelos Afogados
- quema pegar leve-a a Joaquim1 Wibeiro Pofltes, n"
rua da Cadeia do Recife que "ser recompensado,
ou no mesmo sitio donde foglo.
Per-
M. : NA TTP. DE AI. P. DE FAMA
.'8.48
MUTILADO
, _


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E7Y5KDCNK_Q4TRD4 INGEST_TIME 2013-04-13T02:36:22Z PACKAGE AA00011611_05491
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES