Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05488


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Full Text
w*
*ia3?i*-
nno de, I.M8.
Quarta-feira 17

. o Dr4RI0 beJiiW-ie ta'lo as dias na '
unom dos arfa-i"* "" cr','? a ""
}0,i. porlinb.. 10 r. ert Upo di:lrra.ile, as
,,ft-oei P< mrtdo. Os jua re n .{-
S^o.* diferenU, por ca PHASR3 OA LA. O MEA DE MAIO.
I u no. 5- hor e 4 m!n.
  • .
    Cicente I", o 33 mio.da inaiili.
    La cheia a l- '!' <|a m""'-
    M'i^oihle* S, il 0 min. da manh.
    PART 1>\ oos correios.
    Goiann, Par MU s fundas aeiUlfeiraj
    flio-Urnade-div Norte quinta fefrns nomeodia
    Cnlin.'Serialilisrn, RioFormoio, Porto-Cnlvoe
    'Mucr ftaraiiliUus e Bonito.* 8 e 2.
    Roa-Vi'U e Floras, a l el*.
    Victoria, as quinlas-feiras.
    Olinda, lodos os dias.
    I-------__-------,-
    PHKAMAR W HOJE.
    Primelr, as ? horas e 30 minutos da lard*.
    [Segunda, as 4 Loras e 54 minutos da maoha.
    ie faiol
    Anuo XXV. "*. 4-"

    DAS DA SEMAttA.
    Segunda. S. Isidoro. And. do J. dos orjah-
    do J. doc. dn 2.t. c do M.tU 3. v.
    Terra. S. Joflo Nepomuccoo. Aud. do J.
    do civcl. e do J de paz do l dbt. de t. ,
    (,'narta 3. Paiehfwl'lt.yJ5o.Aui. doJ.do
    civ. e do J. de pai do 2 dist. do t.
    (Quinta. 8. Venancio. Au I. ' edo m da I. vara.
    eu. S. Pedro Celestino. Aud. doJ.do
    civ. do J. de paz do I Cist. de t.
    Sbl>ado. S. Bernadiu de Seoa Aud.d* I.
    do clr.e do J. de paz do I dist de I.
    Uoaningo. S. Mancos.
    CAMBIOS NO OA IB PE MA-IO.
    Sobre Londres a 27 d. por II rf. a 4U da* Nom
    Pars 345 r 'SD'rs. por franco.
    v Lisba lol por 110 de premio.
    Dse, de Ultras de boas firm a I '/ % f
    OuroOncssr-espnnholas.... ?9J0 a SO
    Modas de el nr> Telh iCHOfl a I4)|4C0
    V de 6#4no or.. ISfiOO lJ00
    da 4/006..... !>*"00 #|10
    PraUPaUce.'...... ... l|0 a l#2
    Pesos eolumnares... 1*9*0 al 1*161
    i Ulto* BMzkariM.... ifsoo a 1*30
    luda......... >-. TIW a 1fe0
    \c?6ecUoomp.dte>tnbed40f00 n.atBM.
    | i-IW
    DIARIO DE
    BUCO
    s=
    J, -I.4JB
    EXTEBIOf?.
    FRANCA.
    >
    A A8SOCIACO ITALIANA KOGOVERNO PROVISORIO.
    Urna numerosa deputaeio danssociacao Kallana dlrl-
    lo-se no hotel de Villc. M. Mazzlnl, presidente da depu-
    tcao, depois deexpressar suas syiiipallilaspelo goveino
    provisorio, edeannunciar que a assoejacao liona sido
    drHnitamente constituida, disseque o objecto daasso-
    ciaco, oqual lora pregado ou previsto por todos,os
    grandes Italianos desde Aiiiand de Brcsse ate Macliiavel-
    li, desde Dante at NapoleSo, era a unidade poltica da
    Pennsula, acmaucipacao completa dessa trra desde o
    mar ate os Alpes, o hindaeSo de una tiacionalidadc com-
    pacta e forte, quepodesse tomar parte uaconfederacao
    das naedes para o betn-eslar ^lo mundo, c ajuntar a tre-
    la cominum a inspiraeao edevotafao sincera, o pensa-
    ment eaat,So de 24:000,000 de liotnens livres, lrinaos
    cassociados em tuna s crenca nacional. Dos eo povo
    em una 8(5 crenca Internacional Dcos e a humani-
    dade. ssemnis que desde osprlmelrosat o ltimos
    lempos a Italia linha deelarado qae tal era a sita crenca,
    e que na tradlcao nacional era unidade e llbcrdade, que
    tinha fe rm que nao eslava longe o momento em que o
    -povo italianos* reunira cin unnime abraco ein torno
    da bandeira santa do paiz coinmuin, dando assim Eu-
    ropa depois da Italia dos imperadores, c da Italia dos
    papas, o inmenso espectculo da Italia do povo. Que a
    liora da einancipacjio j lnliasoado para a'Loinbardla,
    e que a associacao nacional italiana traballlaria com fir-
    meza e perseveranca para livrar a idea nacional de to-
    dos os preedneeitos locaes, c guia-la a progressivo desen-
    volvlmcuta. Trabalhando por nina forte naclonalidade
    italiana, jlisse elle, sentiam ter direito s sympatliias
    a Frauca, assiin cuino a Fran{a o tinha sitaadmi-
    racao.
    BZSFOSTA DE M 1AMAATINI.
    Cldadaos da associacSp nacional para a regeneracao
    da llalla. Cid.idaos, creio en, de lodas as partes da Italia
    (Sfm, ai'm, it toda a llaliu) lie boje para mitn ttm dos m,ais
    fcllics das da jqven repblica, he para min urna dai
    mais gloriosas funccOcs que o governo provisorio podia
    conferir-mc. o receber a adlicsiio que tendes a bondade
    de olt'rreceroeste momento aos s.us principios e actos.
    Tambeiu eu,atrevo-me a diz-lo, sou por aupcao hlho
    da vossa chara Italia. (E.lrondosit acenMy6> e gritoi de
    . Fina Lamartine'. ) trevo-nlc a repetir com gloria e
    amor qoe sou lilho por adupcao desse grande paiz. (/te-
    ehmaco'ei renovadas) Vosso sol aqueceu o miuha adlc-
    emela equasl que a niinha infancia. Vosso genjo colo-
    rou uiinha pobre iinaginacao, vossa liberdade, \ossa-
    indepeudencia, o dia que vejo p"or flm raiar, tem sido
    para inltn, vosso amigo, tanto quanto para vos, o mais
    bello sonho de miuha idadCmadura. (Vravo. o'rat. Vi-
    va a Franca', viva a Italia regenerada') Deveis sentir por
    estas palavrai quanto me alegro pela honra de ter sido
    chamado pela Providencia, pora ver realisado aqu pc]o
    contacto dcslas duas grandes nacionalidades que ja nao
    tecinque conibatcieni-se una aoutra.ques teem que
    amavrm-see defenderem-se reciprocamente, o sonho de
    coraedes patriticos, osquaes, confio, dentro de poucos
    mezes converter-se-ho em a mais Inesperada de todas
    as realidades. (Bravo', bravo!) A repblica nao tem des-
    locarto a Hallado meucoraco, nao ha multo que na tri-
    buna eu a ehamel nao a ralnha das fin9aes, mas a rainlia
    das racas humanas. Reassuma ella o seu lugar, que o
    universo reconhrccrcssa realeza mtellcctual do genio
    italiar.o, que ella consagrou cmoiitros seculos. Ao go-
    v. no provisorio nao causa sorpreza este proccdnnciito
    dos Italianos queem tiio grande numero estao reunidos
    em torno do palacio do povo. A vossa causa he a nos.
    a, e os ttulos que tendel a essa causa vos os haveis ad-
    nitraveimcnlc enumerado : esses titulo3 nao pre:l-
    saniierlembrsxlos ao genero humano, ellcs estao es-
    critos ein Inexllnguveis cafacleres por vossas maguili-
    cas ruinas, por vossos immortaes monumentos; ellcs
    estao tainbcm eternamente escritos em vossos coraedes,
    e he por liso qoe neiihuina tjrannia poderapaga-losse
    ellos revivereiii. (Sraro trovo!) Entre esses ttulos ha-
    veis agora citado talvez que os mais gloriosos, os mais
    duradotiros de- todos, o nomc desses grandes honieris
    que em todos os seculos illntiraran o solo da Italia;
    einquaiito esses ttulos das naedes no teem sido, para
    fallar assim, rubricados por nomes inunorlaes, elles nao
    teem o sello dos lempos, elles nao estao profundamente
    gravado* na historia. Entre os gloriosos nomes quelja-
    veis mencionado,s ha um cuja citacao voiexprohro, em
    consequeiicia dasignificacSo que coiiiinumiuente se liga
    ao nom* de Sachiavetli. (UriUu'df sim. tim, elle eitpi-
    ra itieu lugdr.) Apagai. pnS, este nonie de vossos titulos
    de gloria, e siibstitiii-o pelo puro noni de.Washington ;
    he este o que hoje devcrla ser proclamado} lie este o no-
    nie da liberdade moderna. J nao he o nonie de um po-
    ltico ou de uinjconqustador que se exige; mas, sim, o
    do Iioinrui o mais desinteressado, e mais devotado ao po-
    vo. Tal he o hoincui exigido pela liberdade. (Gritai fie
    tim, sifA ; travo, trapo f) O que o seculo precisa he de
    um Washington europeu; o povo do paz e liberdade.
    ('Irelamofo'M rcaotiadof.) Nao entrare! nos detalhes das
    diB'ereiilesquestdes polticas, pois o vosso meeling na-
    cional as discutir com plena liberdade sem neoliunia
    influencia internacional. Nos haveiuos proclamado o
    dogma de respeito s nacionalidades, aos governos,
    c aos"i>ovos, e nunca o contradiremos- A indejicndencia
    das nacfles naescolha do rgimen inferno que mais Ihe
    convem, tal Ue o estandarte da repblica franceza. Nos
    desejamos que elle tremle de ambos os lados dos Alpes
    o dos Pyreneos, c em ambas as niargens de Rheno. Nem
    modo, nein complacencia, nem me.siiio um scnllniento
    de predilccjaonoslaro apartar deste principio. Welle
    se funda a dlgnidade do povo, e a seguranca dos Mover-
    nos e suas rclaccs com nosco. Mas cu me exprobro o
    ter-vos demorado tanto lempo. (6'rlof de A'ilo, ndo )
    Vos me deveis -desculpar, pois vejo |im irmao em cada
    iilho da familia italiana, (^ppamo.) 'faes sSo os adeoses
    que eu vos oll'creco cm nome da Franca. Vossos irmaos
    de aples, de Tarn, de Roma, de Florenca c de Geno-
    va clamam por vos", estou certo que iris ter com elles c
    que com a vossa cooperAcao haveis de ajuda-los nessa
    Pacifica e, confio, j completa obra de formar novas
    coustiiuicocs apj-opriadas s necessidades c Interesses
    dos diH'crentes governos e estados da Italia. (OVMoi de
    lia, tim ; iwi vamos todos para t.) J que a Franca ea
    Italia fazcm uursii iiumc em nossos sentiuenlos com-
    inuns paraasua liberal regeneracao; ide e dizei a Ita-
    lia que ella tainbem tem lilhos destaparte dos Alpes.
    Ide e dlzel-lbe que, se cllafor atacada em seu solo, ou
    Iemseusentiincnto, cmseus limites oueui suasliberda-
    des, que se vossos bracos nao lrcu bastantes para de-
    I feud-la, a Franca protesta preserva-la de toda a usur-
    paeo, {Gradfuppauio!)E nSo vos Inquietis, cida-
    daos da Hvrc Italia,! nem vos humilhcis por esta j>ala-
    vra. 0 lempo ha esclarecido a Franca, elle tem-lhe da-
    do em raiaOi aabedorla, e moderacu o que ella tinha a
    .principio em desejos impacientes de victoria, c em sede
    de conquista. Nos nao precisamos mais de conquistas
    seno comvosco c para vos! Nos s piceisamoi_dascon-
    quistas pacificas do espirito humano. Nos nao' temos
    mais nenhuina ambicio, excepto por Ideias. Somos pre-
    sentemente bastante racionaveis, c sumelentcmente ge-
    nerosos para corrgir-nos mesmo de um vao amor de
    gloria! Nosso amor pela Italia he desinteressado, e nao
    temos outra ambicio que v-la lio duradoura c to gran-
    de cmo p tolo que ella tem tornad eterno com o se*
    nome. Ibtlrondotoi ariloi de Vina Lamartine! Viva o go-
    verno provisorio Viva a repblica'.'.)
    .U-M-l-..----- I
    OS CLUBS DE PARS.
    Os clubs de* Pars, dizem, que se estao vngando,sobre
    os jomaos dalndiflerenca com que sfio olhados pelo pu-
    blico. O primclro vonselho dadu pelo presidente de ca-
    da club a um novo membro he que nao lea ncnhuin
    jornal. Elles cbamam aos jornaes officioas de reacciin e
    de perfidia : dcstrulriam a repblica se ella osse com-
    posta de materiaes perecedeiros. Para elles um club he
    a .nica escola em que se pode adquirir bons principios,
    e i nica que proporciona tuda a iaslrucco necessaria
    para a educaclo de um bom cidadao.
    CLUB DOS DIREITOS DO HOMEM.
    Um certo cidadao, chamado Nottelle, offereceu-se pa-
    ra deputado assembla nacional, mas etn-uma tonga c
    enfadnoha profisso que fea dos geus principios polti-
    cos, fol to obscuro, que, no fim da sua arenga, nenhiim
    dos membros presentes pode comprehender a q_ue sec-
    cao de republicanos elle pertenca. O cidadao Cauchois
    I ,oin ai re observou que o candidato tinha declarado que
    nao perteucia, nem aos socialistas, nem aos commuuis-
    tas, ncni aos phalanstcriauos, c pedio-lhe que explicas-
    se claramente de que modo entenda a questao do socia-
    lismo. O cidadao Nottelle responden que a ftlicidade de
    todot He objecto que devemot trabaihar por conteguir, po-
    rin que elle nao tinha guQtcicnlctnente cstudado os
    dill'crentes syslcmas de socialismo para poder responder
    questao ; quejulgava melhor entrar na conven9ao sem
    ideias premeditadas, e s com n mera dcterminac.ao de
    Fater todo o bein possivel, o que s se podero conie-
    gulr progrcssvamente ; como por exemplo, por uno pe-
    tada e graduada impotic'So sobre a propriedpde. Elle accres-
    ceiitou que a organlsaca do trabalho nao poda ser es
    tabelecida a priori, que a isetnbla nacional apren-
    deria por experieucia, c decidira sobre o melhor modo
    que se deveria adoptar. O cidadao Chatel (ex-abbadc) le-
    v.intou-se cutio, c disse que a profisso de t do candi-
    dato nao era fundada em nenhuma base solida, c desc-
    java que elle declarasse por que ineios pretenda che-
    gar fellcdade, e deque modo cnlendia a liberdade e
    igualdadc civil, poltica c religiosa, c, se por exemplo,
    os padres deveriam ser pagos pelo estado ? O candidato
    respondeu que desejava um systema completo de elei-
    ces c a abollcaode todos os privilegios 'sem exerpeo ;
    que todava pensava que a elcicio dos magistrados de-
    via ser subjeila a certas legras compaliveis com o uso
    cstabelccido. O cidadao Tlrssy interrogou o cidadao
    Chatel de urna mam-ira mais pcrcmploria, c perguntou-
    llie como he que elle, que se declarava o apostlo da
    igualdade, se havla clcllo de sua propria autoridad pri-
    maz das Calilas? Oex-abbade Chatel desmeollo o pre-
    cedente orador, e oll'ereceu producir as provas de sua
    eleicao. Levantou-se en lio ua casa grande tuirulto', e
    quasi que passam as vias de faci. Cointudo, depois que
    a ordem fol algum tanto reslabclecida, depois que os
    proprictarios em geral, assim de trras, como de casas,
    I'rain por elles atacados por causa de sua rapacidade,
    a sessao fol levantada as 10 '/a horas.
    (Tima.)
    INTERIOR.
    poltica geival,
    A REVOI.IICXO FRANCEZA.
    IV ARTIGO.
    Entre os phenomenos mais graves quo aprsenla!
    essas ultimas horas da dynastia anleum del les para atlonito o poltico. Nilo ha du-
    vida que Luir l'hilippe errou tomando pelo apoio
    tlu Franca o apoio urna maioria Je familia, nao ha duvidn quo errou pro-
    vocando urna lut.i com n lerccira classo-o repollimlo
    una osiguncia della cininentcinento justa nflo ha
    itivida quo.errou iilcnlilicando-so com Guizot, e
    pondo-so oni hostilidades pcsscml e directa com mui-
    tos Francezes importantes a quem decarou impos-
    sveis; n5o lia duvida que a classe media para sus-
    tentara sua justa pretencilo tinha innmeros e facis
    sitiados na classe operara, na mocidailc exaltada,
    o na escoria de urna granito ctladc, -'mas l.uiz l'hi-
    lippe linha um numeroso exercito, e ludo isso nao
    explica como he que osse exercito lito foi infiel, co-
    mo he que esses corpos no dispersaram os operarios
    de Pars, como alguna anuos attes cm l.ySo fizeram
    voar os operarios quo bradavnm : viver trabalhan-
    do ou morror combaendo.'
    Ha aqu um phenomeno gravissmo quo o poltico
    deve ostudar, o que hoje procuraremos Iais ou intW
    nos explicar. .
    I'rirnciroqufctudoa parto de louvor ao re deca-
    hido. l.uiz l'hilippo podia ter sustentado a sua cau-
    sa algum lempo; massoube elle apreciar a inlen-
    stdadedomovi'mnlo revolucionario; compriai-lo
    do lodo llie era impossivel ; para quo, pois, urna re-
    sistencta Ouio nico resultado seria saar.hcar victi-
    deixar sobre seus ltimos las de re, seus
    mas c
    ltimos dias de horneo., a nodoa de singue ? O ex-
    cerctlo foi, portanto, quaii que entregue a si, e no
    turliilhio das revoltns, quando entre os primeiros
    Sritos do povo, ouvia-se viva a tropa de linha
    flicil era que os soldados respontlossem a esses hra-
    dos-fratomos com folvora e hala
    l.uiz l'hilippe Irava aempro procurado para si e
    para sna dvnastia a alTjiciio do .soldado. Dos seus
    numerosos lilhos se dava um; o principo do Jonvil-
    lo, amrinha, osmaiseram do exercito, a frica os
    via no meo das lleiras, em todos os perigos. Con-
    tando com o exercito, e firmo no axioma Pars lie
    I Franca, traton elle de segurar Pars contra qual-
    quor rcvolta por meo das afamadas forlilicacflos :
    umcir.iulode fogo devia devorar os revoluciona-
    rios no dia em quo so atrevessom a affiontar o thro-
    no do re das tranqneiras .' .
    Por essa occasio leve l.uiz, Philippo unr'indico
    tilo vehemente do estado do exercito, quo nilo sa-
    bemoscomo elle, re tilo hbil, o desprezou. A pro-
    posta para as l'ortificacOes de Paris, essa iuuiw
    ameaca, leve, talvez fado nico na historiado seu
    reinado, o assenlimenlo, a approyaco, il o ontliu-
    siasmo da extrema esqtierdn dos rcprosontanlos
    confessosda democracia !
    .\ prudencia poltica na presenca dessa manifosta-
    gilo loria parado, procurando explica-la, examina-
    do altentamcntc o espirito do exercito: l.uiz Phlip-
    pe antes quiz aproveitar scegas esses nexperados
    alliados parlamentares, aceitando talvez com olles
    esso jogosinistro, -- qual dosdous ficar logrado.
    Os factos apressando-se nilo deram lempo a que se
    reconhecesse quem sera esse logrado ; mas os fac-
    tos apresentoram o exercilo .francez fraternisntidn
    com o povo, abandonando a causa que deveri de-
    fender; certo na quesillo dasfort'rlicacOes dePuris,
    nSo foi Afago (ftiem menos provisilo mostrou. '
    Paro explienr-nos o estado do exercito francoz,
    bstanlo algumas palavras. O exercito francez, em
    consequoncia da rogularidado da conscrip^Mo, he o
    povo, sola-lo absolutamente ha impossivel; mu-
    dem us corpos todos os inezes, todos os dias, de
    guaiiiico, em qualquor cldade, relacOos ntimas
    ostubulccr-se-hilo, e, em falta deltas, a confraler-
    ndade moral supprir todos os vnculos. SSo lilhos
    da mesina patria, so irmaos; amanha, dispensado
    do servgy por ter concluido o seu lempo, o soldado
    so confundir na massa dos cidhdflos, ira ser novo,
    ir ser operario. He mu diflicl cm taoscrcumstan-
    cias que ello veja no povo um inimLgo e que acei-
    te, snin paixOes proprias, tima luta de morlo.
    Anda mais, ha no fundo do coraeflo francez um
    alto estimulo moral, o da honra e da primazia da
    Franca ; os tratados do 1815 pesam como um op-
    probio sobre todos os Francezes,, especialmente os
    quo vesloin farda; a -penia dos limites do Rheno, a
    peda da Blgica he-lhes urna dr profunda que a
    cada momento os irrita contra a ordem dp cousas
    que so suljdita a esso opprohro. 0 exercilo nunca
    poda.ser mili fiel a quem responda nos lirados da
    gloria e dos inleresses nacionaes: Paz com todos,
    paz em toda a parte /
    O Francez ne essencialmente militar ; as recorda-
    ges maravilhosai das victorias da revoIucSo o do
    imperio perpetuam-so ; especialmente entre os sol*
    dados, e no mei delles. Paz com todos, pazem
    toda u pai te E para manter essa paz todas as
    concesses de urna poltica medrosa, pagamentos ex-
    torquidos polas ameacas de JackjOfl, iudenusaces
    a Prilchard.... ooxoretto francez o nilo poda suppor-
    Inr com paciencia. Especialmente quando a nnibi-
    co individual de glorio, de vantngens, fomentava
    no coruco de cada Individuo o descootontamento e
    a iidgnaco, lornava-se isso insupportavol. O ex-
    ercito francez, ouicjaes, soldados, teom sempre di-
    anle dosollms cssas maravilhosssCortunas militares
    dos Augefoau, dos Hoche. dosNapok'Oes, no regimeo
    da igualdade loma elle ao p da lettra essas pnlavras
    cada soldado tem na sua patrono o bastiio da
    marcchal de Franca.- Como poderra ollosympalhi-
    sar coifium rgimen de paz com todos que llio
    vedava tirar da sua palrona o baslo do inarechal!
    E anda se ao menas essa paz com todos fosse urna
    verdade! Mas o exercilo francez via-so dizmailo
    por essa ngloria guerra da frica, (indo o seu sau-
    guo. tem corrido a jorros, onde os que cscapainao
    inimigo, padecem nos hospitaos terriveisenfertnida-
    des, ond atnal de cotilas pode havor um baslSo de
    mareclial, um ducado para um general, podem ha-
    ver alguna postos de accesso, ondo, porom, n.1o ha
    nome, nflo ha echo,-nao ha gloria. Ora, sabe o exer-
    cito francez calcular que, so todo oseu sanguc derra-
    mado na Argelia, quo ha de sompre ser rabe, todo
    o herosmo que l scpullou houvesse ello despendi-
    do pu na sustentarlo da nacionalidade polaca ou nos
    campos da Allemanha, a gloria das armas francezas
    teri lavado as recordacocs, feito_ desapparecer as
    consequoncias dos desastres do 1813.
    Luir Philippo naoaltendeusullicienteniente a in-
    fluencia dessas causas moraes; como via um ptimo
    exercilo, bem organisado, disciplinado, obediente a
    seus chefes, porsuadio-se quo podia contar com elle.
    He um grande erro no poltico nflo esludar bem
    todas as causas moraes, quo pdem determinar a ac-
    eflo dos hoine'ns, para combate-las e neutralisa-las;
    nada he indiferente em taes casos: urna apostado
    moco estouvado leva Sexto Tarquinio a desacatar
    Lucrecia, e termina a monarchia de Itomulo o do Nu-
    iha; um impulso do lubricidade leva o decemviro
    Appio a desacatara filha docenturiSo Virginio, edl
    cali do decemvirato; quintos rease tornatn impo-
    pulares, porque os seus cocheiros pisim os cidadaos
    pacficos ? -Nada ho indiferente, nada, a quem tom
    do Oeos o encargo do govorharpovos.
    E agora entre nos em que estado se acha o exerci-
    to ? Ha seis annos vimo-lo com enthusiasmo voar a
    lodo* os pontos em quo a rebelflo alcava o eolio ;
    nao havia embaracos quo o deorsscm; nem esses
    -------------- i IM'M
    subterfdgios do desontentament, que se escasa d .
    arduas missfles... Hoje, no fizamos injuria aos dos =-*
    sos bravos, estamos que a voz do dever os achara
    sqmpre Grmes; mas haver quem nSo siiba como e
    compOo o nbssso exercilo? En recrutamento e-
    troz, s mils dis vezes regulado pela perseguirdlo
    pollUca e ele!toral, arrancio cfadSo ios seus pac-
    ficos trabalhos, velhos, mocos, criancas, sidio, va-
    letudinarios, soltoiros, casidos, ludo ah vem que
    manda a perseguiQflo; o governo mais moderado do
    que os scua agonas, joeira como melhor pode essas
    remessas; milita justica se far, a muito pitronato
    se allende : o rosiduo vai para a praea, accresccnU-
    se-llio algumas duzas de reos de policil absorvidos
    pola magnnnimidadedojnry, pois linda seconside-
    ram os nossos corpos como casa de correcceo. Eia 6
    base. Podc-sesuppr que outra frc qnc oRo a di
    disciplina, podo manter esses corpos?
    K a disciplina est as inUos dos ofliciies e infeliz-
    mente qual he o estado da nossa oflicialidade?. O re-
    gimen'ilo favor o do arbitrio al as promocOes tem
    invado o tlesgosto a todos os pontos. Fallai a um or-
    licial brasilciro, e muito infeliz serois senfio achar-
    des tim descontente, so elle niio vos expozer as suas
    qunixas que suppOe justas, se elle nflo zercompa-
    racOcs de seus ssrvicos, do seu zolo, e al.infelizmen-
    to, da sua probidade com as dos souS companheiros
    do armas, c nflo concluir que est elle esquecdo,
    quo esses oulros gozam de lodas as vanlogens e fa-
    vores.
    Nflo tomo o poder como de inimigo essas nossas
    observagoes, asseveramo-lhe quesSo dictadlas pelo
    mais sincero patriotismo. Na hora emquesoube-
    mos, que se havia desmanchado o Ihrono de Luiz
    Pliilippe com a primoira martolada p povo revolu-
    cionario, coinprehendcmos que urna inmensa mis-
    sao pesava sobre o jornalislo, quo do ha dez annos
    sacrficava (talvez mos.M do coche) suas viglhas pa-
    ra desenvolver e firmar a tendencia monirchica, os-
    sa missflo era com toda a sinceridad* com toda a
    devoeflo dizqr ao poder os seus perigos, na previsflo
    da quasi inevitavcl repercusso de semolhante de-
    sastre. Essa missflo, resta-nos consciencia de s
    havermos desempenhado; nflo nosdemoveram consi-
    deraeOes de partido, nom talicas do opposio : fal-
    lamos a'verdado qul a vimos. Foi talvez severa a
    nossa Jiugoagem, dirflo alguns. Ulvez convesse -
    brandar os toques das cores de que nos servimos,
    talvez conviesso oxpdrpura osmplesmente as cau-
    sas a quo attribuis a revolucflo franceza sem essas
    applicaces directas que fizemos, sem mostrar que
    os ni osmios perigos, so nflo maiores, se davom no
    Brasil, deixandp que o podr tirasso essas facis I-
    lacos. Podo ser que assim fosse melhor, mas por
    Dcos 1 tantos toem inlcresse om cegar o poder, lau-
    tos para seus sorJidos lucros ludo sacrifican, que
    atondemos indispcnsavel mostrar, apuntar, fazer
    apalpar esses perigos: quizemos que om bom do
    Brasil fussom utilisados os desastres da Franca, pois
    anda nos loinbramos do
    Feliz guem faciunl aliena pericula caulum.
    {Brasil).
    PfRKAMBUCG.
    REFARTICAO' DA POLICA.
    -
    EXTRACTO DIARIO DO DIA 13 A 15 DO CORRERTE.
    13 Foi preso ordem do subdelegado de San-los,
    o crioulo Benedicto, por estar brgando.
    14. Nao occorreu novidade.
    15. Foram presos ordem do Sr. desembargado-
    chefe de polica, o pardo Flix, escravo de Antonio
    Rodrigues de Lima, e o preto Caetano, esoravo do
    lUesquila; do subdelegado doRecife, o preto Do-
    mingos, escravo do Dr. Filippe Lopes Netto, o pre-
    to Joo Jos, por insultos-; c o Ingle* Joio Travers,
    reqnisico do seu respectivo cnsul; do subde-
    legado de Santo-Anlonio, 9 preto Ventura, escravo
    de JosLuii; do subdelegado de San-Joi, Mi-
    noel Francisco de Mello ; e do subdelegado dos
    Afogados. o preto Joao, escravo, de"Manoel Jos das
    Me reos.
    U>tfMEflCIO.
    Alfamlega.
    IllCMHMENTO DO DIA 6.......... i0:7*,7l8
    Deicarregam hoje, 17 Je muio.
    Barba uriana farinha.
    Brgue RealSalmitt* papel.
    Barca Pritcilla mercadoii. '
    CONSULADO GERAL.
    UENDIMENTO DO DU .
    .oral..........'
    Diversas provinciaa .
    . l:M6,90a
    8f,a7
    1:636,1
    CONSULADO PROVINCIAL.
    IHNIUMENTO DO DA 1......, ,.,. 1:0*0,375
    i-

    na..
    a


    =B==
    Movinicnt do Porto
    /

    i
    i
    Navio entrado no dia 16.
    Porto peta Parahiba ; 111 das, trairn Jo do ultimo porto
    7, patacho surco Vigilancia, de 108 tonelada, capitao
    L. Ni'lson, equlpagein 8, ein lastro ; a N. O. Ilirber k
    Pmpeosla;
    Navios sahidot no mesmo dia.
    Aracaty ; hiate brasileiro Dunaio, capitao Jos Joaquini
    Aires, carga varios gneros. Passageiros, Ivo i assiano
    Pamplona, Jos Monteiro da Silva, FelU Monteiro de
    Castro com sna senhnra e 1 iscravo, Bernardo Jos
    Ferreir Botelho, Brasileiros.
    nio-do-Janelro ; barca brasilrira Commercio-3o-R'w, capi-
    tao Joaquim Candido dos Reis, carga assucar e ago'ar-
    dente. Passageiros, Itelarmino de Arruda Cmara coni
    1 fllho menor c 1 csqinvo, o cadete Leopoldo Borges
    Galv.o Ucba, Francisco Chrispiniano de Saboia,
    Francisco Va/. Pereira e 7 escravos a entregar.
    Rio-Grande-do-Sul; briguc brasilciro Kirluria, capitao
    Jos Mouteiro de Alineida, carga assucar e ago'ar-
    dcntc.
    Parahiba; hiate brasileiro Conceifo-Flor-daiVlrtues,
    capitao Elias do Rozarlo, carga difl'ercntes gneros.
    EDITA ES.
    Miguel Archanjo Monteiro de Andrade, offlcial da im-
    perial ordem da Roa, eavalleiro da de Christo e ins-
    pector da alfandega de Vernambuco, por S. M, o
    Imperador, que Dos guarde, etd.
    Faz saber que, no dia 18 do corrento, ao mio-
    tlia, o na porta da alfandega, so h.lo de arrematar,
    otn hasta publica, 120 balaios do vergninha, no va-
    lor de 50,000 rs., iiii/m^ii.-i lus pelo arnanuonso Gon-
    zalo Jos da Costa o S, no despacho por factura
    sob n. 4,717 : sendo dita arrematadlo subjeita ao
    pagamento dos dircitos.
    Alfandega, 16 de maio de 1848.
    Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
    Miguel Archanio Monteiro di Andrade, etc.
    Faz saber que, no dia I do corrente, ao meo-dia,
    na porta da mesma, se hilo de arrematar 62 canas-
    tras com massas, pesando 23 arrobas o 8 libras, o
    50 caixas com passas, com o peso de 37 arrobas o
    moia, tudo em estado de avaria, eavaliadas, segun-
    do a tarifa, om 4,000 rs. a arroba, cuja arrematarlo
    ser feita vista do genero, e pelo prego que se offc-
    recer, segundo o artigo 277 do rogiilamento : sendo
    a mesma livro de direitos ao arrematantn.
    Alfandega, 16 de maio de 1848.
    Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
    Miguel Archanjo Monteiro de Andrade, etc.
    Faz saber que, no dia 19 do corrente, ao nioio-dia,
    na porta da alfandega, seblo de arrematar 20 pares
    de brincos (te ouro, com o peso de 39 oilavas o 38
    graos, no valor de 190,000 rs impugnados pelo
    guarda Filippo Antonio Tcixeira do Albuquerque,
    no despacho por factura u. 4,719 : sendo dita arre-
    matarlo subjeita ao pagamento dos direitos.
    Alfandega, 16 do maio de 1848.
    Miguel Archanjo Monteiro de Andrade-
    K administraeflo geral dni estabeleclmentos de
    caridade manda fazer publico, que, tifio se leudo rea-
    lisado,' hojo, n srremalc.lo da renda da casa, ni.59,
    da ra Nova, fra transferida para o dia 22 do coi-
    ronte AdministracSo geral dos estabelecmentos
    de Caridade, 15 de maio de 1848.
    O escriplurario.
    F.A. Cavaleant: Cousteiro.
    Publ.icacoes Lit ter aria.
    MEMORIAS HISTRICAS DA PROVINCIA DE
    PERNAMBUCO.
    Estilo promptos o 3, e 4' tomos d'estas memorias
    e os Srs. que j reccheram os 1,* e 2 o anda nfio
    receberam os outros,Tidem mandar pratja da In-
    dependencia livrariu ns. 6 e 8, onde pdein receber
    os livros, e pagar.
    04* tomo chega at 1799, e n'clle se v minucio-
    samente descripta a guerra dos Palmares, a dos
    Mscales em 1710, etc, &c.
    Tanto o 3. como o 4." cada um d'clles tem tima es-
    tampa, onde so v a piapa d'esta chinde om duas
    pocas : 1654 e1844.
    Deca racoes.
    Ollliii. Sr. inspector do arsenal do marinha,
    manda fazer publico que contraa a compra, no dia
    18 do corrente mez, s 10 horas da mandil, dosse-
    guintesobjectos: 500 libras de pregos de cobre, 2
    mil telhns, 9 mil lijlos do atronara, 100 folhas de
    cobre de 24 tincas, 00 ditas de lila de 18 ditas, 50
    travos, lendo cada urna 40 palmos de coinprimeno
    para mais, do madeira do qtialidade, c de canoas
    que lenliam sido emprogadas em conductjio d'agoa,
    al o n. de 4, estando em perfeilo estado e sendo
    rada urna para mais de 16 pipas d'agoa ; devendo
    os prelendcntes venda de qualquor desses objec-
    tos apresentar-se nesta secretaria, no dilo dia,
    referida hora, com as suas propostas em cartas fe-
    chadas.
    Secretaria da inspecclo do arsenal de marinha de
    Pernambuco, 16 Je maio de 1848.
    Alexandre Rodrigues dos Anjos,
    Secretario.
    Tendo o arsenal de maiinha de admiltir, para
    o seu servico c do caes que se eslii fazendo no porto,
    alguna srvenlos livres ou escravos, preferindo a-
    quclles a estes, com o jornal cslabelocido de 560
    Ti. por dia, manda o lllm. Sr. inspector fazer isso
    publico, para conhecimento de quem possa interes-
    sar; devendo os prelendentes aprcsentar-se-lho com
    toda a hrevidade.
    Secretaria da inspecclo do arsenal de marinha de
    Pernambuco, 16 de maio de 1848.
    Alexandre Rodrigues dos Anjos,
    Secretario.
    CAPITANA DO PORTO.
    N8o podendo ser feitas as matriculas das em-
    barcares mercantes a qualquer hora do oxpedienle
    tiesta reparlicilo, que para isso so apresontam os
    respectivos mestres, pelo nfio pqapeno estorvo quo
    causa a outros afazeres; faco publico, que, por tal
    motivo o mesmo para mnior commodnlado das
    feries, ser feito ceso trahalhn, de hojeem diante,
    das 2 as 4 horas da tarde, estando os documentos
    que se exigom para a factura das uicsmas matricu
    las competentemente legalisdos.
    Capitana do porto de Pernambuco, 16 de maio
    de 1848.
    a
    Rodrigo Theodoro de Freilas,
    . Capitffo do porto.
    O escrivilo ebefe da segunda secefio do consu-
    lado provincial, du ordem do Sr. administrador da
    mesmo, faz constar a todos os Srs. propietarios do
    predios urbanos dos hairros desla cidade o da po-
    voaco dos Afogados, que do dia I." do prximo
    vindouro mez do junlio se.principia a contar os 30
    dias uteis para o pagamento, .1 bocea do cofre.da res-
    pectiva decima do 2. semestre de 1847 a 1848; e to-
    dos os que deixarem de pagar nesse prazo, incorrem
    na multa de tres por cento sobre o valor de seus
    debilos, e serfio de prompto.executados.
    Recife, em 15 de maio de 1848.
    Theodoro Machado Freir Vereira da Silva,
    Escrivilo cliefe da i.' secefio
    II0MENAGEM POTICA
    A
    oMamoiba
    O muito liberal o magnnimo
    PI IX
    Pelo 'padre Joo Rarbosa Cordeiro.
    Vendo-so na livraria da praga da Independencia,
    ns. 6 o 8; na ra da Cruz, n. 56, e no pateo do Col-
    legio, n.2, e as bolicasdo Ferreira na praca da Doa-
    Tista o na do ToTres ilharga do Terco, a 40 rs. ca-
    da cxemplar.
    AMOR E MELANCOLA, OU A NOVISS1MA HELOISAS,
    O SEGUIDA DA NOITE DO CSTELLO E DOS CIUME
    DO BARDO.
    Os mais importantes poemas do Sr. Antonio Feli-
    ciano de Castildo, ornados com tres estampas Anas
    lytbographadas. Vendem-so a 3,000 rs. na loja de
    Jofio dai'.unba Magalhifes, na ruada Cadeia do lle-
    cifo.
    Avisos martimos.
    --Para oCearsai,- cm poucos dias, por ter
    maior parlo da carga a bordo.a sumaca Carlota; par
    o restante da carga o passoiros, trata-se com o mos-
    tr, Jos Goncalves Simas, ou com Luiz los de S
    Araujo, na ra da Cruz, n. 26.
    -A barca portugueza Rtpirito-Santo., forrada e
    encavilhmla de cobre, .alie para a cidade do Porto
    impreterivelmente, no dia 3 do junho, se o lempo
    dr lugar : anda recebe alguma carga o passagei-
    ros, para o que tem excellentes commodos : a tratar
    com.o capitfio da mesma a bordo, ou na praca do
    Com mere o; e com scu consgnala rio, Francisco Al ves
    da Cunda, na ra do Vigario.n II,
    Para o Meranhio sahira por estes dias o hiate
    Noro-Olinda mostr Anlonio JosVianna < so
    pode admillir alguma carga mi ma e passageiros :
    trata-so com mesmo mestre, no Trapiche-Novo, ou
    na na da Cadcia-Vclha, n. 17, 1.' andar.
    Para o Rio-Crande-do-Sul sahira breve o pata-
    cho Duus-de-Agosto. Quem no mesmo quizerombar-
    car escravos ou ir de passagom, podo tralar com o
    capitao, Joaquim Jos Gongalves, ou com os corres-
    pondentes'.AjnorimJrinilos, na ra da Cadeia, n. 45.
    Para o Rio-Grande-do-Sul partir brovo o bri-
    gue Victoria, o qual nicamente recebo passagei-
    ros o u escravos : quem-pretender podo enlendcr-se
    com Amerito Irmflos, na ra da Cadeia, n 45.
    Para Lisboa sabe, impreterivelmente no dia 21
    do corrente, o brigue brasileiro Espirilo-Santo, for-
    rado e eucavilhado de cobre, deque he capitfio A
    fexandre Jos Alves : recebo unicajnento passagei-
    ros, para os quaes tem bous commodos. Trta-se
    com Francisco Marlins Ferreira, na praca do Com-
    mercio, ou com Mendos & Tarrozo, ua-rua da Cruz,
    n, 49.
    Leilts.
    Ricardo Royle far leilfio por nlervenco do
    corretor Oliveira do gr8nde variodade do fazen-
    das inglczas, para liquidado de facturas : hojo, 17
    do corrente, as 10 horas da manlia noseuarma-
    zem da ra da Alfandega-Velha.
    O Sr. Manoel Gamillo Pires, lencionando fazer pre-
    sistencia mais prolongada cm seu engenho do que
    tencionava > autorisou o corretor Oliveira a fazer
    leilfio da mobilia o mais objeelos da casa da sua re-
    sidencia quando no llecife no terceiro andar c s-
    lito do predio perlenconteao Exm. senador Manoel
    de Carvalho, na ra do Collegio, cujo leilfio ser
    efl'ecluado quinta-feira, 18 do correlo as 10 horas
    da mandila em poni. O mesmo corretor julga- des-
    necessario enumerar a superiorldade da mobilia de
    que se liota inclusive urna dos mais excellentes
    planos tiesta cidade c guarda-vestidos guarnecido
    doespelhos ; noticiando tilo smehtescr toda nova,
    o do bom gosto qual a que de lia pouco lempo se
    preparou- com lodo o esmero e dispendio para dous
    no i vos de considerago.
    Oliveira IrmSos & G. faril loililo, em presenta
    do vice-cousul.de S. M Sarda, por cotila o risco ele
    quem perloncar, o por intervcngffo dd corretor Oli-
    veira, de mna poreflo de massas variadas, abordo
    do brigue sardo Columba, capitfio Joao Ilaplista I'il-
    talaga, na sua recente viagem de Genova para este
    porto : sexla-feira, 19 to corrente, s 11 horas da
    mandila, no anna/.em quo foi do fallecido Rraguez,
    prximo ao arco da Conceico do Itocifo.
    'mmm
    bilhetes, que os hajsm de r buscar ,
    q'uanto anles > rl.o contrari passara a
    vende-los.
    Oescrivaodos protestos agradece ao
    Sr. Francisco Chrispinianno de Saboia
    os- relevantes servicos que Ihe presiou,
    em seu cartorio, desde o a4ino de i84o
    at a presente dala, emqnc ie despede pa-
    ra fazer uma viagem ao Rio-dc-Janeiro
    por conveniencia e seus interesses parti-
    culares. E por Hcarsiimmament penho-
    rado de sua conducta, faz esta publica
    ileclaraco em remnerao aos- valiosos
    nervinos que Ihe prslou. Recife, 15 de
    maio de 1848.
    Precisa-se alugar um preto padeiro; na ra
    Diroita, padaria n. 26.
    Precisa-se do prctas que vendam pao de ven-
    dajem.sbaresponsabilidado de seus senhores; na
    ra Dircita, padaria n. 26.
    Aluga-sc o segundo andar da casa da ra Nova
    n. 20: a tratar na loja da mesma casa.
    Quem liver um escravo idoso ou moleque, que
    o queira alugar para servicos leves, dirija-so a estra-
    da do Jofio Ferreira na Soledad, n9t, ouannuncie
    por esta folha.
    Piecisa-so de uma preta captiva para o servico
    fie uma casa de familia; na ra da Alegra, casa n.
    II, acharfio com qoe.n tratar.
    Aluga-se, por dous annos, uma casa terrea qua
    rende 264/ rs., por ter bastantes cmodos para uma
    familia, quintal morado, cacimba com boa agoa e
    cozinha para lora, sita na Boa-Vista, por 20QJO00 rs.:
    quem tal negocio quizor fazer, dirija-so a praca t)a
    Independencia, loja n. 34, pue achara com quem
    tratar.
    Precisa-se alugar uma escrava para o servico de
    uma casa de pouca familia, quo saiba comprar, co-
    zioliar o cnsaboar, dando-se-lhe o sustento e 10# rs.
    mensaes : na Soledade, indo peta Trempe, lado es-
    querdo, casa n. 49.
    Antonio Joaquim Vidal, londo o annuncio do
    t'itinho inserto- no Diario de Pernambuco de hon-
    icm, cm que se procura suspender o juizo do publi-
    co, relativamente a seus aimuncios sobre o Sr. Joa-
    qun Vioira do Barros, contenta-so em responder
    quo al agora nfio tem I ido por flm molestar a repu-
    l'aroo de alguem, e smento por ordem em os nego-
    cios de sua casa, quo o dito Sr. Barros, com sua au-
    sencia, deixou envolvidos cm duvidas por falla de
    documentos que deviam existir na mesma casa, o
    do mais protesta quo continuar as diligencias'
    quo j tem encelado, om quanto o Sr. Barros o nfio
    habilitar competentemente para liquidar todas as
    negociacOes por ellcsfcila, durante a sua adminis-
    traefio.
    RETRATOS DO DAGUKRREOTYPO.
    As pessbas quo quizerem tirar os seus retratos
    at o flm desta semana, que he quando o artista ter-
    mina seus trabalhos nesta cidade, recbenlo um be-
    ldte gralis para o circo.
    Carlos D. Fredricks.
    Professor do dagucrreotypo.
    Vendo casualmente os annuncios do Sr. Anto-
    nio Joaquim Vidal, insertos no Harto de Pernam-
    buco, ns. 107,108 e 109, logo pelo primciro o segundo
    tive occasiSo de informar-mu sobre um assumpto
    que tanlo abalo devia fzor no crdito do Sr. Joa-
    quim Vicira do Barros, e nleirado da ventado sou-
    iie que o Sr. Barros tinha sociedado com o dito Vidal,
    para 1 qual era obrigado a prestar-so o Sr. Barros
    com 3:000/000 de rs. de sua parto, sondo o capital do
    Sr. Vidal de note contos e. tanto que cntrogou por um
    balanco 110 Sr. Barros, o o dito Barros at o presente
    smento Ihe cnlregou 1:800/000 rs. como elle mos-
    mo confessa, por cotila da entrada a quo se obrigou
    para a moiago dos lucros que houvcssem.
    Ora, o Sr. Vidal, entregando a sua casa ao Sr. Bar-
    ros como socio e administrador do eslabelecimento,
    quo tocou de seu antecessor, cm nada mais interveio,
    nem jamis foi consultado om cousa alguma durante
    o toinpo quo durou a administraefio do Sr. Barros;
    Minente foi incommodado por alguns espolios com-
    prados pelo Sr. Barros, pelo que, sendo algumas ve-
    zcs multado o Sr. Bairos, o om grandos quanlias,
    anda boje existem debilos, que o Sr. Vidal prometi
    pagar n quem pertencer, dos lucros quo pertence-
    rem ao Sr. Barros, visto que para ellos nao den con-
    senlimonto, nem approva^o, anles o repredandeu
    de semeldante procedimcnlo, praticadn em Sua casa,
    e que muito desacredita o domem probo a honrado;
    admira, pois, a iulervcucfodesse amigo do Sr.Barros,
    que, talvez pouco informado, queira assim defender
    urna odscura, oque o publico em geral bem o co-
    ndece.
    Gomo amigo do Sr. Vidal, e nao desafeicoado ao
    Sr. Barros, parecia-me melbor quo oSr. Barros ds-
    se as suas contas quo bem complicadas devem ser, o
    nfio queira ohrigor ao Sr. Vidal a d"smascara-lo de
    tudo quanto o Sr. Barros obru em todos os pontos a
    que he responsavel, pois para defesa do Sr. Vidal, bas-
    ta dizor ijueo Sr. Barros, comprando com o nome do
    Sr. Vidal, fazia lodo o aclivo cm nome de Joaquim
    1?
    Avisos diversos.
    LOTfciilA
    Do Hospital Pedro II.
    O thesoureiro desta lotera, assegura
    ao respeitavel publico, que ser impre-
    terivelmente -o dia -j do corrente mez
    para o andamento das respectivas rodas :
    e assim pede quelles Srs. que apartaran)
    VJcira deBaTros.'pnaentroga do balanco, talvez pou-
    co exacto, quo deram nosgenoros existentes at o dia
    12 do corrento, sinente ontrogou algumas carias o
    livros, o pens que duas loltras ou tros, om pequea
    monla, queoSr. Barros davia descontado; faltando
    as loltras dos devedores casa, o os livros caixa, co-
    piador de carias, entradas o recibos; oceultando as-1
    sim os meiosde jamis dar-so um balanco exacto. O
    Sr. Vidal espera receber tudo islo do Sr. Barros, o
    juntamente quor que este Sr. preste as suas contas
    devidamente, que nfio negar ao Sr* Barros o que
    Ihe tocar, como o mesmo Sr. Vidal tem allirmado a
    todos que Ihe fallatn a seinelhante respeito.
    Por ter alguma alToicao ao Sr. Barros, pcco-lbe
    mesmo que d as suas contas, pois s- ellas liquida-
    das poderfo desvanecer ajusta idoa quo o publico
    respeitavel deve fazer do Sr. Barros.
    Um amigo da verdade.
    Precisa-se de um trabalhador do padaria; as
    ICinotf-Ponbj, n. 38.
    f O SrrFtincisco Corroa Jacoine, poralcunha
    Chico llheo, queira annunciar sua morada, quo so
    Ido deseja fallar.
    Desappurecou de urna canoa na Pontc-do-Uchda,
    no dia 6 do corrente, uma trouxa de rpupa, conton-
    (lo as segu ules pecas : camisas do domem 4, ditas
    de ineio 2, calas I, ceroula 1, lencos 4, panno do
    barba 1, aqueta 1, loaldas 4, camisas de mollino 7,
    camisas da dila 4, fronda^ 2, pares fie meias de me-
    ninas, ditas de domem 3, pardeluvasl, cabido*
    de negra 3, vestido de dita 1, camisa dehomcm de
    bretanha 1, saia decncundcom bico 1, lenco brpn.
    co 1 : quem as ditas pegas tiverem sen poder o qui-
    zer restituir, levo ra das Cruzo, casa terrea ni
    15, que ser recompensado. \i
    OITerecc-se, para ama de casa de pouc familia
    orna parda, a qual lava de sabflo, cozinha, engom-
    ma o sabe tralar de meninos : quem de seu presu-
    mo se quzer utilsar, dirija-so a ra il Cahjad, n
    19.
    Na ra Imperial, n. 52, aluga^e um sitio ni ea-
    trada do Arrnial,
    Arrenda-se um sitio com arvorodos de fruclo
    porcommodoprcQn. com casa de pedra o cal, no
    lugar do Bom-Sucosso, em Olinda. ediantantlo-se
    motado do arrendamonlo : quom -pretenderdirija-
    sea rita doS. Francisco casa terrea quo TOlla par
    a ra da Florentina.
    -Aluga-5o urna esorsva quo sabe cozinhtro dia-
    rio de uma casa, ensaboa bem, esa he bom arromar
    urna casa : na ruade-8. Francisco ao p da casa da
    Apollinca, ou na rita do Crespo, loja de Jos Joaquim
    da Silva Main.
    Manoel Jos da Fonseca retira-so para fra do
    imporoa tratar do seus negocios: quem sejuljjnr
    ser seu credor queira apresentar a conta dentro em
    tros.dias.
    A possoa que annunciou, no Diario de hontem,
    querer fallara senhora D. Joaquina Antonia Floren-
    ca Itessonc, dirja-se ao pateo de Santa-Cruz, sobra-
    do n. 14, que ubi he sua residencia.
    Jofio da Silva Moroira vai fazer uma viagem i
    Europa, a tratar de sua sade.
    -- Deseja-se saber se aiuda existo neata provincia,
    ou se j ser fallecido-Joaquim Marlins, fllho da
    Francisco Martins, natural da freguozia do S.-Mari-
    nba-do-Afcherobim, do reino do Portugal. Roga-
    S.e a qualquer peasoa que porventura possa dartaes
    inforirracOes o favor de dirigir-se a travesea do Ar-
    sonal-de-Guerra armazcm 11. 5, ou annunciar sua
    morada para ser procurado.
    A pessoa quo annunciou, no Diario de Pernam-
    buco querer comprar escravos d 6 a 16 annos, que-
    rendo pina escrava recolbida, de 14 annos, com al-
    gumas habilidades dirija-so a ra do Sebo, n. 33.
    Francisco Jos Aniones avisa a todas as pessoas
    que tiverem ponderes em sua mito, que hajain de os
    tirar, no prazo do 15 dios : do contraro, serSo ven-
    didos; visto que o annuncianle so relira para fra
    ta provincia : o para que ninguem so cham a
    ignorancia faz o presento annuncio.
    Precisa-se de um caixeiro que tenha pralica do
    venda : na ra do Amparo, cm Olinda venda con-
    tigua a botica.
    -- Os Srs. Jos Antonio i'ereira Antonio Sabino
    Nunes.Pantoja, Francisco Antonio de Qucluz Jos
    da Silva Oliveira Jofio Antonio Marlins Braga, Jofio
    Flix dos Sanio, Saldando, do engenho Novo, Tneo-
    lonio Joaquim da Costa, quelrain dirigir-so- 8 ra
    do (.Mei mudo, n. 4.
    Joaquim Vicira de Barros, socio ge-
    rente da casa de raolhados, sita na rita
    do Amorim, n. 36, do bairro do llecife ,
    previne ao publico., que elle se nao ati-
    sentou de dita casa, como se diz nos an-
    nuncios do Sr. Antonio Joaquim Vidal,
    nem isto era possivcl, tendo nella i:Soos
    rs de lundos e seus interesses, e que
    permanece nesta praca. Urn motivo que
    nada tem com ella, o tem feito estar in-
    commodado, deslindando-se delle Pre-
    vine mais, que a casa de que he socio
    gerente est balanciada ltimamente,
    contendo fundos suTicientissimos, oapa-
    zes de convencer ao Sr. Vidal de que,
    longe de ter quulquer prejuizo, tem um
    lucro bnlhante : e linalmentc; queja fez
    apresentar a este senlior o seu procura-
    dor bastante cmquonto se nao desem-
    bar.ic-j para ent2oser concluido este pe-
    queo negocio. Protesta contra todas as
    Ulcgalid ides que se praticarem "por esta
    e pela melhor forma e vii de dircilo.
    Kecife, 16 de maide 1848
    Consta que o Sr. Filippo de Santiago Crrela
    quer-se collocaroutra vez na igrej* dos Martyrios,
    sem se lembrar dos factos do Hozado quo ha pou-
    co acabou do soffrer .sobro a injuria o a prisflo : he
    melhorquc este Sr. se metta 110 silencio; se rilole-
    remos mais quo dizer a respeito.
    Os irmios dos Martyrios.
    No lia 16do crrente, pelas 8 horas do din ,
    mandou-so um.moleque botar uma barrica de liso
    na praia c eslo desapparecau ppr-nilo saber da
    casa: cbama-se Clcmonlino ; lio fulo; levou cami-
    sa o cerouLas brancas ; nffosabe dizor quem lie scu
    senlior nem sua senhora, o quando so pergunta de
    quem bo olio diz ser de oyoy o do ayay : quem o
    pegar love-oa ra cstroita do Uozario venda 11. 1-
    Francisco l.ins Caldas roga a quom acho.u uma
    ca tas viudas do Rio-Formoso para o mismo, c
    duas ordens, 11 tira para, o Sr. Jofio Evangelista da
    Costa e ootra para oSr. Jos Antonio do.Soiiza Ma-
    chado ambas passadas por Francisco Antonio l.ins,
    sondo quoasquoira oplrogir a sen dono, dirija-so a"
    ra larga dp Boza rio n.23, primciro andar, quo
    ser bem recompensado.
    Pode-so ao Sr. Innoccncio Pae* Mendonca, que,
    por esto mosmo Dirrlo, declaro se ho ligUimamenle
    pardo ou prelo porque consta quo seu pai he oSr.
    Eustaquio l,o u renco, ollicial do pintor, bem co-
    nhecido nesta praca : por conseguiutu se faz mister
    esta doclaraco em termos de fe.
    -Furtaram, nodia 16 do corronte um cavillo
    rueq-a pataca do que esta ra.,ido a ultima muda,
    Iiq grosso do corpo, pernas finas, carrega bem e
    puxando-sopor ello esquipa do carretil!) ;. tem a
    cauda curia c cortada de volta .tesoura, s dinas
    moia alvas o compridas : quom o pegar levo-o a ra
    da Trempe, sobrado n. 1, que roceber 20,000 rs. de
    gratifica (So.
    Avisa-se aosSrs. assignaptas do Brasileiro, que
    no pagiiem a pessoa alguma a subscripefio'do di-
    to Rrasileiro eSeiiiinetla, seniioao propriodistribui-
    dor e cobrador porlor o dito perdido, uodiasab-
    bado, 13 do corrente um mago de recibos : assim
    como roga-soa pesspa quo o achac querondo res-
    ditas de meninas 6. calsasde meniioa 3, jaquelas de tituir, dirija-so a Boa-Vista, ra da S.-Cruz n. 46,
    ditos 2, vestidos de meninas 4, ditos do'mulher 2,'que s Ide'ficar muito agradecido.
    n


    "W
    ~;
    m*
    joltoVignesdeclara no Sr. podre Freir, que
    c'n,c nor.ontesta, e-untes pareen confirmar em
    'uarinuncio, inserto a 12 do correte o faci de
    ?., desarmado ab/uns pianos vendidos por elle de-
    irute# que tambem sua merco nao poder negar
    ferino he artista nesie ramo, maa siniplesmento
    I 2 rinso e podomlo por isso acontecer que S. me.
    n desarmar o armar transime as pegas, o doste^
    rienromova o descrdito dos pianos vendidos por
    lia declarante, cujofabricantefoi approvadoere-
    poohftoido pe' academia dassc.enc.as o artes de Pa-
    ,, romo o melhor fabricante foi que elle declaran-
    te fe poreala folha a II docorrente, a declaragHo
    ,nseus compradores, deque so afiangava os seus
    niaiius. n3o sendo ellos blidos por curiosos ; o que
    Llm, de manoira alguma, caiumniou a S. me.,
    nem o desacredito^, dizondo que S. me. nao he af-
    '"-'outrondo-se acabar co'm um deposita de cha-
    rutos que cootem um sorlimento de suportaresqua-
    lijdea, de varios fabricante de reconhemda Tama,
    vemlcm-se os ditos charutos para liquidagiio do
    contas, pela motada do seu valor, e e fara qualquer
    arranjo com a pessoa que flcar com toda porgao :
    oa ra da Cruz, n. 26, primeiro andar.
    Roga-seaoSr. Agostihho FocnandesCalanno de
    Vasconccllo o favor de ir a loja da ra da Cadeia do
    Recife, n. *5, que se lite deseja fallar.
    -Deseia-se fallar com o prim do Sr. Antonio
    Corris Noronba Bravo d cidade de Loanda: no
    pateo do Carmo, n. 17." J
    -Precisa-sede urna ama que lonna bom tf'te: no.
    Aterr-da-BoarVista, lojan. 78.
    - Aluga-se um escravo idoso, oti tim moleque,
    para aervigo levo : na SOlodade, estrada de Jolo-
    Ferreira, n. 1, ou annuncie por esta falla.
    Senhores Utdaclottt. Lando o Diario-Hovo n. I01
    nclle vi inserido um annuncio assignadqpelo -- Ig-
    migo da impostura -- em o qunl pretonde aquello in-
    famissimo annuncianlo desacreditar-me, o tornar-
    me odioso para o tespeUavol publico. Proced manto
    , este que bem mostra com a maior evidencia ter par-
    tido desae ou deases quo existem por esta cidade,
    1 mandando furtar de noite lottras de valor ou nego-
    cia-las com quom as furta, para desfarte camparon!
    de negociantes, alTectando terem probidade; mas
    felizmente espero m lempo opportuno desmascarar
    es3a hypncnsia. O publico, a quem respailo, me fa-
    kr iustica a vista da conducta que sompre apresentei
    To com morci" desta prtca e na cidade do Porto;
    porque felizmonlo nunca usei de traficancias o pati-
    fras, como lalvez costumo a usar aquelle irtfamis-
    simo annunciante; por isso este nunca conseguir
    desacroditar-me; visto que o met concedo he bas-
    tante antigo em duas pragas, tanto commercial to-
    mo particular.- Aquelle infamissuno inimtgo da
    impostura fez publicar a sentenga cm que fui con-
    demnado; porm porque rasfo nSo fez publicar o
    respeilavel acc'ordam da relagio, quo, imnullando a-
    quella sentenga, mandou submetter o processo a no-
    vo julgamento ? Seria por ignorancia ? de cerlo que
    nHo; foisim por perverso c malvado, que aquelle
    infamissinioanrtuncianle fez publicar urna sentenga
    milla, que em direito, como lio^do todos sabido, n3o
    produz effcilo algum; ho como que nflo cx.stisso ;
    cuja nullidade Se prova com o respeilavel accordam
    aciuia referido, e que vai abaixo transcripto. Quei-
    ram, Srs. Redactores, publicar estas mal .tragadas
    linhas, com o que muito grato r r o seu constante
    Icilor. Poruambuco, 1* de ma' de 18*8.
    Jos Gonrts Villar.
    ACCORDAM.
    Accordam cm relagio &c. Que julgam procedento
    nappellagao pela falta do recibo da copiado libcllo
    o rol das tcstemunbss que determina o artigo 3*1 do
    rogulameuto de 31 de jarfeiro de 18*2, o certidflo do
    porteiro, de haVer feito chamada na conformidado
    do artigo 391 do referido regulamenlo: porlanto,
    julgando-sc procedente a appcllagao, niandam quo
    este processo seja submoltido a novo jury, na forma
    da lei, e pague-se as cusas pelo corro da municipa-
    lidado. Recifo, 19 de feyereiro do 18*8. Asevedb,
    presidente. /'cisclo. Pillares. -- Ponce. Suu-o.
    -- Bastos. -- Leo. flamos. Machado, vencido em
    parte.
    S.-Antonio, Nova o Carmo garante-so o arronda-
    mentode tres annos, convindo o proprietario ; a
    tratar com o Burgos, nositio da cscala, ou avisar
    na ra "lo Queimado loja da esquinado becco do
    Peixe-Frito ao Sr. Manoel Jos Gongalvos.
    Aluga-se o sobrado da ra do Padre-Florianno
    n. 71 : a tratar no mesmo.
    Aluga-se a casa de 3 andares n. 5 da ra do Vi-
    gario : a tratar na mesma ra, n. 7.
    Poivier,
    marecncro, no rlterro-da-
    Boa-Vista, n. fi,
    participa ao rspeituel publico desta cidade que
    Ihechegou uni oflleial do armador e estufador, o
    qualsoencarrcga.de fazer cortinados para camas
    francezas ou outras, seja qualforo feilio cor-
    tinados do ultimo gosto para janellas; aophas es-
    tufados ; cadeiras de todas as qualidades, do batan-
    eo a te, toz;|divans;colchOes de molas: tambem so
    cncarrega do tapetar salas k de esteiras ou tpelo;
    colla papel: ludo com o maior assoio possivel ,
    promptidao, por pregorasoavel, ese responsabi-
    iisa, nao estando as obras perreitas, a fazer outras ao
    gosto dos Srs. compradores.
    . Vai praga, para ser arrematado nos das 18,
    22 o 25 de maio, pora pagamento dos crodores do
    Tullecido Joaquim Antonio Ferreira de Vasconcellos,,
    oscguitHo: urna casa d sobrado do um andar eso-
    tao, com 35 palmos de frente e 85 de fundo, acabada
    ehabitada.com um viveiro dopoixe, qinnlal cma-
    berto com 292 palmos de fundo em chaos de taro :
    outra dita, pegada mesma, do iguaesdimensOes,
    acabada por fra, com caixilhos o envidragada, e
    Offarece-se um rapaz casado, com poca fami-
    lia., para caixeiro do algum engenho, ou mesmo
    para caixeiro de cobrangas aqui na praga,.para o
    qued pessoas muito capazes para Informaren! do
    ana conducta ; quem do seu prestimo se quizer uli-
    lisar dirija-sea^ua de Hortas, junto a igreja dos
    MartyrioSj n. 1*2, primeiro andar.
    Precisa-se de um bm amassador: na parlara
    da Santa-Cruz, de urna porta.
    --Nodia 12 docorrente desappareceu, do ao p da
    -Ifandoga, um barril do mantoiga ingleza: suppOo-
    ao que algnm negro o furtasso, e por isso roga-se a
    quem ft)r offarecido ou delta souber, o favor de par-
    ticipar ao caixeiro do Sr. Francisco Dias Ferreira,
    que ser recompensado.
    Arrenda-se o engenho Cajabuss da freguezia
    do Cabo, pertcncento ao mosteiro de San-Bento, na
    cidade ila Parahiba : as pessoas, que o.preicnderem
    arrendar, procurem a D. abbade do"mesmo mostei-
    ro, na ra do Livramento dsta cidade, em casa do
    Sr. Joaquim JosdeAlmeida Jnior.
    Alugam-seas seguintes casas : um sobrado de
    dous andares, com loja, quintal e estribara na ra
    da Aurora, n. 2* ; urna casa terrea, com quintal, ca-
    cimba e commodos para grande familia na ra da
    Uniao, n. 2; urna dita pequea," na ra do Sebo n.
    5*, por 7,000 rs. mensaes : a tratar no escriptorio de
    F. A. de (iliveira, na ra da Aurora, n.-26
    fferecivse um homem soltoiro para criado de
    qualquer casa ostrangeira, ou nacional, para cozi-
    nhar, fazer as compras emais sorvigo decente: na
    ra da Cruz, venda n. 32.
    -- Os profflssores do daguerrootypo, Carlos I).
    Frodricks eGcorge W. Fredricks, retiram-se para f-
    ra da provincia levando em sna companhia como
    po^ltr^ criado, o Italiano, de, nomeLuiz Bomingos de Oli-
    centr.o do quintal, com os mesmps fundos da ou- ?
    AVISO IMPORTANTISS1MO.
    O nbaixo assignado, agenlc do Br. Brantrath, faz
    sciente ao respeilavel publico, que polo hiale amo-
    rica no Gil-llrax, vindo de Boston, entrado nesle por-
    to no oorrcnlo mez do maio, ha recebido novo pro-
    vimento depilulas-vegelac* do l)r. Krandrelti. Ks-
    tas pillos, cujo autor basta para garantir sua excel-
    encia, tornnm-se muito recommendaveisporser un
    medicamento inteiramente inoffeiisivo, podendo ap-
    plicar-so al as ciangas -receni-noscidas: ultima-
    inento. se toom applicado a urna infinidado do moles-
    tias juigadas inouraveis, de cuja applicagao se leem
    tirado 18o relizes resultailos.queparoco cada vez mais
    resolvido o problema de um remedio universal: por
    isso o obaixo assignado deixa de Iho fazer a apologa
    devida, por ser um medicamento ha muito annos-
    eonhecido, nHo s nesta provincia como em todo o
    imperio, nfio liavcndo mais a esperar do seu bom
    resultado. Vende-se na ra-da Codcia-Vclha, boti-
    ca do agenlc n. 61.
    Vicente Jos de /rito.
    -Aluga-se m preto para o aervigo de urna casa,
    ou para sitio, o qual cozinha o diario de urna casa,
    lie muito digento, humilde o robusto, olcttcndede
    sitio, por ja ter sido oceupado ucsto servigo : quem
    o pretender annuncie.
    Pugi, (narceneirorrancez.na ra Nova, n. *5,
    acabarle receber pelo navio Zi7/a,um sorlimento
    de trastes de mogno do mais moderno goste ; bem
    romo fallas de Jacaranda mogno o outras- inihlei-
    ras do ralear; ferraineulas proprias de marcenoiro ;
    e papel de licha. O mesmo seencarrega de fazer to-
    da a qualidade de-mobilia que so poder dosejar,
    por tor recebido desenhos das mobihas modernas
    que agora so usam em Francn.
    --B. Auna Procopia da Cruz Muniz embarca para
    o flio um sen escravo, do nomo Luiz, pardo, de 12
    anuos.
    - B. Mara Francisca Monleiro pelo prosento an-
    nuncio declara quo a sua casa nada deve e ncm se
    acha puvolvida em transacgfio algunio deqoe Iho
    possa reanllar responsabildade ou obngagfio de
    natura pecunara ; pos que al esta dala nflo aroi-
    lou lellra alguina ncm lirmou ttulo algum de di-
    vida. Outro sim, declara que consliluio. son bas-
    tante procurador, para cobrar as dividas do sua re-
    ferida casa, a seu subrinho, o concclliciro An-
    tonio Peregrino Maciel Monleiro ,~o qual so acha re-
    vestido de lodos os poderes lgaos para o referido
    'finio. llecile, 10 de maio de 1848.
    l'recsa-se alugar um sobrado de um andar ou
    mesmo de dous que ten! bnns-romuiodos'e quin-
    tal em 'qualquer das ras seguintes : Tergo, Li-
    vramento, Queimaxlo, Cruze's, Cire'gio, Cadeia de
    cerni uu uuiniai, vi/u. = -------,-----_ ... ,_
    ira, b um caixflo de alicoree para duas morirlas de
    casas de 62 palmos do frente e 72 de fundo, com
    quintal em aberto que comprehendo a mesma cam-
    boa: c finalmente um terreno no mesmo alinha-
    mento.com os competentes fundos ecaniboa que
    lica no centro do quintal em. chaos do foro.: ludo
    situado na frente da estrada que vai para a aiaDua-
    lna, fazondo esquina com a que vai para o.llomoaio:
    as pessoa que qlzerem arrematar ditos predios
    queiram comparecer nos dias mencionados a por-
    ta do Sr. juiz dos orphSos na ra d'Aurora, na
    Ba-Visla. .
    Anill Goidinho, subdito portuguez retira-se
    para Lisboa.
    ~ Leopoldo Jos da Cosa Araujo embarca para o
    Rio-Grande-do-Sul a escrava Benedicta pertenecn-
    te a Francisco Jos da Cosa Araujo.
    Divertimento bellico e jocoso.
    Ao publico.
    A barca americana Imagene, recentomento ontra-
    da neste porto, do New-Yorck, conduz a sen bordo
    paro esta provincia nina companhia do circo-olym-
    picodo Uockewell Banks & Archer, cuja he urna das
    mais clobres companhias americanas, c a qual sem
    duvida ha do executar muitas novas e mo vistas al-
    titudes na arte cquestre, duranloo tompo que aqu
    se demorar, para cujo fim, seni duvida, espera acbar
    a generosa prolccgao dos habitantes desta provincia.
    -- Prccisa-so de urna ama quo Unha bastante lei-
    te e bom : no Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78
    Jos Lopes da Silva relira-se para Portugal.
    --Precisa-se fallar a Snra. I). Joaquina Antonia
    Florencia, o negocio de seu nteresse : por issoquci-
    ra aiinunciar sua morada. ....
    -- Augusto Lopes Ferreira, cidadao brasileiro, re-
    tira-se para Portugal.
    -Jos Francisco de Souza, Portuguez, retira-so pa-
    ra Portugal.
    __abaixo assignado previno a lodi.s as pessoas
    que liveram, transaeges ai o dia 11 docorronle,
    com o Sr. Joaquim Vieira de Barros, dentro on Tora
    desta piaga, hajath de as nfio liquidar com o mesmo
    Barros, e sim entender-so com 0 abaixo assigna-
    do, por eslas Ihe pertencorom e terem sido felus do
    seu cstabelecimenlo da ra do Ainorim n. 36. entro-
    gue administragfio do mesmo Barros : e como este
    nao pfestasso contas devidamento do que recebeu,
    por isso previno a todos em gcral ; poisque o dito
    Barros fez, em seu nome, sim aiitonsagao, todo ac-
    tivo pcrtencenle aodilo cstabelecimenlo do sbaixo
    assignado; e estando este nodesenbolgo doque Ihe
    pertence, oppOe-se a todos os negocios faltos em ne-
    me da dito Barros, at que legalisem assuas contas,
    e fique o obaixo assignado entregue do ludo que
    Ihe pertence. Rccifa, 12 de maio de 18*8.
    Antonio'Joguim Vidal.
    na,
    Quem se considerar credor do fallecido Fernan-
    do Jos Braguez aprsenlo suas contas.
    Compras,
    Compram-se, para fra da provincia escravos
    do ambos os sexos, cora todos os defeitos menos
    molestias com tanto que tonbami boas figuras : ns
    ra estreita do Rozario, n. 10, terecro andar.
    --Conipram-e elTcclvamonU) garrafas e botijas va-
    sias: na ra do Rangel, n. 5*, restilagilo do Victo-
    rino Francisco dos Santos.
    -- Compra-so um pretoque seja bom caoeiro,
    ou troca-se por oulro, bom para enxada : na ra da
    Praia do Santa Rita, u. 37.
    Compra-se, para urna encommenda, um preto
    carpina e um dito pedreiro : no pateo da matriz de
    Santo-Antonio sobrado, n. *.
    Compra-se u.m sellm iuglcz em bom estado, o
    um cavallo de sella novo : na ra larga do Rozario,
    no segundo andar da casa n. 30.
    Compram-so escravos de 6 a 16 annos com
    habilidades ou sem ellas : quem tiver annuncie.
    --Compra-se vara emeia de cordita de grossra
    ordinaria, sem feilio o do bom ouro : na ra da
    Gloria, n. 26, ou annuncie.
    Compra-se una marque/.a deamarollo, on con-
    dur com algum uso: nesta lypographia.
    __Vende-so um moleque crioulo de 13 annos de
    ida'de : na ra da Cadeia do Rocife, n. 3.
    - AaATiKRirro df pangos.
    A rhetorica de Augusto Husson, trtduzida pelo
    padre JofioBarboza Cordeiro, a qual so tem vpndi-
    do a 2,000 ra. om hrochura vendo-se agora enoa-
    Jeriiada pelo mesmo prego, na praga da ind-pen-
    denciarns. e 8; na ra da Cruz, n. 56, e no paleo .
    do Collego, n. 2. __..,.
    "A Lgica popular, traducgSo do mesmo, vendida
    at boje a doz tuslfies, ede-se presentemente a
    800rs.. na praga da Independencia, e na ruada
    Cruz, n. 56.
    O poema .-Cinco Mil -por *, obra assaz ap-
    ploudida.equo so tem vendidoa400rs., paasaawn-
    der-so a 320, na praga da Independencia, para se a-
    cabar logo com urna pequea porgao que resta = ,
    quem quizer, pois, aproveilar-e de aua barateza -
    proveite a occasita. .
    Vende-se urna porgfio de maderra de amareiio,
    propria para quem tiver obras a fazer por aer aasoa^-
    Iho, costado o costadinho ; assim como 30 0**ao
    lour, ludo de boa qualidade: na ruada Praia,
    0.. 35.
    Cera de Lisboa.
    Na ra da Cruz, n. 60, vendem-se caixOes com 50
    libras do velas de cera de Lisboa, muito superior, e.
    com bom sorlimento, e o mafsbarato que na no
    mercado. \
    F,VlllvAO'E FERRO.
    . Na fabrica de M. Callum & Companhia, onge-
    nheros machinistas e fundidores de ferro, na rpa
    do Brum, no Recife, contina havef um grande sor-
    limento de laixas para ongenhos e moendas de can-
    na de todos os tamanhos o dos modelos os mais
    modernos o approvados, Na mesma fabrica conti-
    na-se a construir de encommenda machinas ue
    vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os mais
    obiectos de machinsmo com a porfeigfloja conhe-
    cida, por prego cominodo.
    ~ Vende-se um carro de rodas om meio uso ,
    com urna boa parelhade cavallos: na ra dafeen-
    zalla-Nova, n. 42.
    AGENCIA BA FUNDICAO' BB LOW-MOOR.
    Na ra de jScnzalla-Nova, n. 42, contina baver
    um completa sorlimento de moendas e machinas do
    vapor, para engenho de assucar : bom como taixas
    de ferro balido e coado de todos es tamanhos : lu-
    do por prego commodo.
    Vendem-se relogios de .ouro, |patente inglez ,
    na ra da Senzalla-Nova, n. 42.
    Vendo-so o sobrado n. 7 na travessa da Madre-
    de-I)eos, de dous andares e sotao com varandas
    de farro a tratar na ra da Cruz, n. 50.
    Vendas.
    na
    MDANCA
    DV
    FUNDICAO
    ha vnR/J-
    Rsto antigdestabolecimcnto acaba de ser mudado
    paraos milito ospagosoa edificios construidos do
    proposito na cidade nova de S.-Amaro aondo exis-
    tem todas as proporgOes para a factura de qualquer
    machinismo com a maior presteza e perfaigao : a
    para commodidade dos faeguezes, sera conservai.o
    na anlte casa, junto a igreja dos Inglezcs, um es-
    criptorio ondo so receberSo todas as ncommendas
    e orden*'a respeilo tendoa toda hora urna barca de
    farro empregada exclusivamente no Irar**4
    obras do escriptorio tandigao.
    -Vende-so urna negrinha do 10 a II anuos, com
    bons principios de costura; um moleque de bonita
    figura de 1* annos; 2 pretos bem robustos: no pa-
    teo da matriz de S.-Anlonio, sobrado n. 4.
    Manoel Anlonio da Silva Molla vendo 4 coimas
    o condtizir agoa, ou aluga; assim como tambera
    vendo una bomba de farro; ludo -se acha no fim do
    Becco-Largo, do Recifo, junto as laixas do ferro.
    Vende-se um bonilo carneiro grande multo
    manso c bem ensinado para montara de menino ou
    menina com a sua competente andilha muito bo-
    nita e bom fcila; alguna trastes em muito bom esta-
    do e pouco uso, por causa do seu dono retirarse
    na ra da Cruz, n. 26, primeiro andar.
    Vende-so urna negra moga e de bonita hgura ,
    na ra da Cadeia-Velha, n. 33.
    Vendem-se barriquinhas de pregos americanos
    n 4 com 100 libras cada um barril, e hervidlas cm
    pequeos barriquinhas, com unta arroba e moia ; na
    rua do Trapiche, casa n. 8. .
    Na rua do Queimado, n. 30, ha pannos de boni-
    tas cores, proprios para palitoslesobrocasacas, as-
    sim como chapeo de castor, pelo barato prego de
    5/000 r. ,,..,
    Na casa do modas francezas do madama Millo-
    cl.ou, na rua do Atierro da Boa-Vista n. I, primeiro
    andar, ha para vender un. jjrai.deiaoi tmenlo do
    chapeos de seda parasenhoras, da ultima moda ede
    todas os cores, os quacs so vcnderilo por muito ba-
    rato prego: na mesma casa fazem-se sempre chapeos,
    tongas o. vestidos de sonhora, com toda a promptl-
    riaoeao gosto quo dcsejnrom.
    __[Su loja da rua do Queimado n. 5., vemlom-se
    pegas do algodao americano com toquo de avaria. a
    1/280 e 2/000 rs. ..
    Vende-se charutos de Ilavana, de drversas qua-
    lidades, ultimamcnlo chegados: na rua da Cruz,
    armazem lo Kalkmann & Roscnmund.
    __Vendem-se presuntos de Weslplealia, supono
    res. no armazem de Kalkmann Roscnmund, na
    rua da Cruz, n. 10-.
    " Vende-se tinta do oleo : no armazem de ham-
    mam! & Rosenmuml, na rua da Cruz, n. 10.
    Valoja delivros do pateo doCol-
    legio, n. 6, .
    vendem-se livros em bronco, pautados, e semeslracs
    Irle d8s
    Attencao
    ?
    Na loiada rua do Queimado, n. 30, de Jos Joa-
    aoini deHovacs, contina haver um rt"nfnlo
    3c obras fei tas ; chapeos de todas as qu '"J:
    ditos para meninos o meninas; ricos Chalos* seda,
    mantaPsdeseda; lencos.de todas as qual'ddes ; e
    outros muitos objects que ha para vender.
    .X-Seum sitio de larrador ,, quo lera partidos
    nnn. inn oaesannuacs e terreno para ter algumas
    "Se" leie no engenho Giquia, silio do Borigy:
    a tratar com Manoel Joaquim do Reg o AlDuquc-
    que.
    DEGRORTASN^
    Ncsla loja vendem-se chitas de odres fixas,
    a 1*0 rs. o corado ; luvas de pellica, para ho-
    rnera o senhora, a 400 e 6*0 rs. ; e outras
    mullas azondas por barato prego.
    _ Vendem-se quejos londrinos; presuntas para
    fiambre; potes com sal refinado; latas com fcolachi-
    nbas de araruta ; ditas com mermelada com duas
    o 4 libras ; massas finas ; conservas inglczas ; rras-
    cos com doces de d i (Tere n tes qualidades ;.lalaa com
    sardiubas: ditas cora hervilhas; sag ; cevadinha ;
    passas superiores ; bolachioha de soda: tudo por
    prego mais barato do quo em outra qualquer parte .
    na rua da Cruz, no Rocife, n. 46.
    MEDICINA UNIVERSAL.
    Punas vegetaes de James
    Morison.
    A medicina vegetal universal he o resultado do 20
    annos rio nvestigagOes do clebre James Morison.
    Por meio destas pilulas consegra seu autor inn-
    meras eadrairavois curas desde as alTecgOes quo
    atacara as criangas do poito at as molestias cnroni-
    C"a Kuropa saudou esto remedio como remediq uni-
    versal para todas as doengas, c ato hoje anda nao
    foi desmonlido tal titulo. ,.
    Fsta medicina vom acompanhada de urna receiia
    quo ensina o lacillita j> sua applicagao Consiste em
    tros preparagocs,.a saber : duas qualidades de pta-
    las dstinctas por nnmeros, e um po : cadaqual goza
    de modos o aeges diversas. -
    As pilulas n. lado aperitivas; purgam sem abalo
    os humores biliosos evicosos, e os expulsam com
    cllicaca. ,
    As do n.2 expulsara com esses humores,.igual-
    mente com grande frg os humores serosos, acres
    e ptridos, de qu*o sangue se acha a miudo infecta-
    do ; percorrom todas as partes do corpo, e so ces-
    sam de obrar quandoteem expulsado todas as im-
    PTlerceira preparagfio consiste ein ",0""**
    vegetal sedativa : be aperativa trtipante-e .do-
    gante : torna-se cm commum com as pilulaa e facil-
    ta-lhesosmclhoreseneitos. f,n. in
    A posigao social doSr. Monson a sua o Un. n-
    vendera-se livros em manco, pauauu*, ---' ,,l n,r3o social do Sr Morison, a sua fortuna in-
    pautado.de differentes tamanhos ; livros propios A posigo aocia ao.sr cherlaUnis-
    nor caiiciros de descarga, por virom ja prepsrados dependente,nEveS curaa operadas como seu
    faro estafin ; kalendario P?"^^ '<> s
    ^m^^fr^^^^^^^'J^- ^gmraan?esda dricacia do seu remedio.
    Kecommenda-so esta medicina, que nflo pede oera
    Sinario ;" obreas;* dita omnia-graxa ; tintas encar-
    nada, azul e preta : ffianga-se os qualidades, o a
    garrafa desta lie a_*00 rs.; papel de peso do Perlm,
    gadas ncuraveis, so quizerem
    Oxal que a humanidade feche os ouvidos aoa In-
    teressados em desacreditar estes remedios to sim-
    aies taocommodos e t3o verdadeiros.
    Vende-se gmenle em casa do nico e verdadeiro
    agente J. O. Elster na rua da Cadeia-Velha, n. 29.
    i Vende-se uma jangada nova de 4 palmoa o
    \a lia nova de ItvrOS. ll. O, l T,eio a 5 do grossra com todos os seu pertences,
    sclladasVe a qualquer hora', at 8 da noile. l Ur com Gongalo Manol de Souza.
    eirfio,a200 2*0o280rs., muito superiores, para
    secretaria; papel de Hollando para requer.me.ilos ;
    Unta para marear roupn; caivetes Br.lss.mos, de d f-
    fecntcs pregos; tinteiros do d.fferenles quali-
    lads lano no prego como no vanado gosto ; la-
    cre rauit lino" .te differentes cores ; papel de msi-
    ca, e outros muitos objects.
    I,
    h^^j^TgSS^fe Setao^^e^cirKofas^ ul! /
    O.UO barata, a I.7O0 ; m

    _^


    "

    --- Vendem-se ancorctas de
    diversos lmannos, coni vinho da
    Madeira, tinto e branco, de supe*
    rior qualidade: no escriplorio de
    Oliveira Irmos & C, na ra da
    Cruz, n. 9.
    FARINHA f)E MUMO.
    J2! 'iS libr" ul*rior fr'nht de milho,
    excellento para pao, cangicas, bolos, etc., or
    preco Fommodo i em Fra-de-Portas, ru dos Gua-
    ra rapes, n. 28. Tambera se vende, na mesma casa,
    minio uioi(io, proprio para passaros.
    ='
    ler-
    ,/
    Sarja
    mas barata
    possivel.
    nao he
    .,!!
    -- Vende-se superior sarja preta hespanhola pe-
    lo barato preco do 2,000 rs. o covado a sua quali-
    dade he sufflciente para chamar os compradores:
    na ra do Collegio, loja nova da estrella, n. 1.
    Reos lapetes
    para ornar salas, mesas, candieiros, lanlemas, cas-
    licaesecampauhas, redondos, quadrados e trian-
    gulares bordados c de oleado, com lindas franjas
    de Ifla de todas as cores; luvas de torcal, proprios
    para aQuaresma. ao ultimo oslo do l'aris, prctas e
    brancas com dodos osem ellos, a 1,600 rs. o par r
    alpaca Queimado, n. 27, novo armazom do fazendas, de
    Hayinundo Carlos l.eite.
    Lotera do Jtio de Janeiro
    Vendcm-se liilhetes, a 22,000rs. e mcios ditos a
    11,000 rs., a 47.* lotera a beneficio da S. Casada
    Misericordia : na ra da Cadeia loja de cambio .
    n. 38, de Manuel Gomes.
    Vendem-se 10 escravos, sendo pretas com ha-
    bilidades; prelos, sendo um dellesdo nacflo Cos-
    ta ; um bonito moleque do 16 anuos; duas pardas
    com habilidades ; urna mlatinha de 6 annos : lodos
    sem deleitosiicm achaques no palco da S.-Cruz.
    n. 1, se dir quem vende.
    Blrins trancados de Ijstras e
    q ua dios.
    Vendem-se superiores cortes de brim trancado de
    listras e quadros, para calcas, de lindos gostos o
    de 'oaqualidado, polo preco de 2,000 rs. o corto :
    na .ua do Collegio, loja nova da estrella n. 1.
    Casimira elstica, a 720 rs. o
    covado.
    Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
    gio ii. 5, vende-se casimira clstica do lila e algo-
    dao de lindos padrOes e muito encorpada pelo
    barato proco de 720 rs. o covado e que se loma
    recommendavel para a estacilo presente
    .dos para familia : o motivo por que se-vende, he
    por tero seu denodertirar-se para fra : a tratar
    Ha ra de S.-Jos, n. 2, a qualquer hora do dia.
    Milho.
    Vende-se milho, a 2,000 rs a sacca : do caes da
    Airandega, armazem de Antonio Aunes.
    FAUELONOVO,
    a 4#500 rs.
    Saccas grandesde"3arrobascom Trelos: noarma-
    zom de 1.1. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
    VEtYDE-SE
    Clid milito superior
    l'abricado no ffin-de-Jaiiciroy{
    Denominado Brasi/eiro,
    o-mclhor que tem apparecido nesle mer-
    cado, pela sua qualidade ser mjis supe-
    rior do que a do mesmo cha hysson de
    urna libra para cima por preco cont-
    modo : no m da ra da Aurora n. 4, a "ws
    fallar com Jos de Almcida Brrelo Bas- ffcd
    tos, das 6 as 9 horas da mahhila, e de 1
    as 2 da tarde. No mesmo lugar tambem
    se vende cha familia, da mesma provin-
    cia com as mesmas condignos.
    Vendem-se presuntos, bldese linas preprias
    para lavar roupa ; vassoura para varrer salas c ta-
    petes : ludo ltimamente chegado dos Estados-Hui-
    dos : na ra do Cruz, n. 7, armazem do Davis & C.
    Novo panno para lene oes.
    Vende-se superior panno para lences, com 2 *
    varas d largura pelo barato preco de 3,000 rs. a
    vara : esta fazenda he melhor do que a brotanha do
    Irlanda, da mesma largura.que ltimamente so ven-
    deu nesta msma loja por ser de puro linho : ua
    ra do Collegio, loja nova da-estrella, n. 1.
    Vende-se para fra da provincia,
    ou paro algum engenho, urna parda de
    20 annos ,-cot urna cria de 6 mezes ,
    muito linda : a parda cose, cozinha
    Cheguem, fregnezes, a Iota de
    Manoel Joaquina Pascoal Ra-
    mos no Passeio-Publico ,
    ii. 19,
    aos cortes de cambraia de todas as aualidadmi
    1.920, 2,000, 2,400, 2.500 e 3,000 rs.; ditos de t'ar-
    latana branca a 2,400 rs., com 9 varas; cambraia
    de quadro* com 9 varas, 2,400 rs, ; lencos de seda
    para infl, a 1,000 rs.; ditos para gravata, a 400 rs
    ditos de cassa, a 200 rs. ; chitas para coberta a tOO
    rs. o covado; folie do diabo, e castores, a 20*9 rs o
    rovado ; chitas, a 120,140, 1G0 o 200 rs. ; riscados
    francezes o 200 rs. o covado ; pecas de algodfto a
    2,000 rs.; ditas do madapolflo de todas as quli-
    dades a 3,000, 3,500 4.P00, 4,500,5,000 o 5 200 rs
    cha pos de sol, a 5,500 6,500 rs.; cortes d lila
    2,500 rs ; ditos de casimira, a 6/rs.; e oulras militas
    fazendos por preco mdico.
    Vende-se linha delinio pa-
    ra bordar, a mas fina que ha : na
    ra do Cabuga, loja de miude-
    zs doGuimares.
    -Vende-se Urna venda, sita na ra larga do Ro-
    zarle, 11. 23, sorlida, bem afreguezada para trra c
    que tamben* vende para o mallo : o motivo por que
    se vende he por n.lo se querer usar mais deste ne-
    gocio, ese quorer liquidar com a praca a tratar
    na mesma venda, ou na ra Fonnosa, 11. 5 que todo
    o negocio se far.
    Chegaram as verdade-
    ras piulas vegetaes do Dr.
    Brandrcth, viudas no briguc
    Putuam, da Philadelphia, as
    quaes se vendem na botica
    de fiarthlonieu Francisco de
    Souza, na ra larga do Roza-
    rio, ti. 36.
    Vcndum-se saccas com foijflo mulatinho o bron-
    co ; ditas com farinha fina ; ditas de arroz pilado; di-
    tas com milho: na ra da Cadeia do Recife, 11. 8.
    160 rs.; dito em grSo a, 120 rs.; cha hysson a
    4,920e 8,560 rs.; toucinho do Santos, a 200 rs.4
    lito de Li^liOa ,a 320. rs. ; c.evada nova a 100 rs.;
    e.spermacete americano a 800 rs.; carnauba de 6,
    7 e 9 em libra a 280 rs. a libra; bolachinha inglo-
    za a 220 rs ; assucar mascivado a 50 rs.; dito so-
    menos/a 60 rs.; dito branco, a 70 o_ 80 rs.: dito
    branco fino, a 90 rs. ; caixoes de doce "do goiaba ,
    muito bom, edofi em arroba a 880 rs.: no pateo
    do Carmo esquina da roa de Horlas, lado direito,
    O.S.
    --Vendem-sechitas limpas, muito oncorpadas a
    muito fortes, a 120 e 160 rs. a retalho e as pecas,
    a 4,800 o 5,500 rs.: oa ra estreita do Rozario, n.
    10, terceiro andar.
    VENDEM-SE
    colleccoes de vistas de Per-
    nambuco,
    sendoas da ponteda Boa-Vista,ponto do Uecife.Bom-
    Jcsus, Olinda, l'oco-da-l'anella a Cacliang, feitas ao
    beneficio da sociedade da Beneficencia allema e
    suissa : no! armazem do Kalkmann& Rosnmund ,
    no hotel Pistor, as lojas dos Srs. Luiz Antonio Si-
    i|ii"ira, da Snra. viuva Cardozo Ayres & Filhos, na
    ra da Cadeia do Recife.; as lojas dos Srs. Sanios
    Noves & Cuimarfles, na ra do Crespo ; do Sr. Jos
    do AlenqucrSimOes do Amaral na ra Nova ; e do
    Sr. J. Chai-don no Alerro-da-Boa-Visla.
    Novos gambreocs.
    Vendem-se cortes docalcas da excedente e supe-
    rior fazenda denominada gamhreflo/pelo barat
    prego de 1,800 rs. o corte : osta fazenda tanto 0111
    goslo como om qualidade, rivalisa com as-melho-
    res casimiras : na ra do Collegio, nova loja da es-
    trella, n. 1.
    SAL.
    Vende-se sal de Lisboa, chegado ltimamente, a
    1,200 rs. o alqueire, medida vellm : no becco de Ma-
    noel l. uiz Goncal ves, armazem n> 4. Po mesmo ar-
    mazem tambem vende-se sal do Ass chegado no
    patacho Dout-lrm&oi.
    pronria para doentes, por prego com modo n' m
    da lrala, venda n 27, rU3
    Vendera-se.'par fra da provincia, 3 escrava
    sendo : um* preta crioula de 85 annos, enen?!
    madeira costureira o que cozinha o- diario de ua
    cirsa ? lava do sabflo ; um moleque muito linio
    - annos; um elegante e-cravo do ncflo de 2j'
    SSSF
    SSF
    Vende-se superior farinha de trigo de Trieste,
    chegada no ultimo navio.- no caes da Alfandega ou
    na ra do Vigario n. 9 a fallar com Joflo lavares
    Cordmro.
    Vende-so a armacSo da venda da na da Cruz ,
    ni C6 ; urna batanea grande ; dous bracos pequeos
    do autor Romflo ; temos do medidas; eoutros uten-
    silios : na ra duSenzalla-Nova, n. 4.
    -Vende-se um cavallo alazflo, novo, gordo e bo-
    nito com muito bons andares: na ra do Quei-
    mado, n.SI.
    - Vendem-se aeces da ex-
    mela companhiade Pernambuco
    e*Parahiba: no escriptorio de O-
    liveira irmos & C, ra da Ciuz,
    n. 9.
    Vcndc-se, ou arrenda-so um'grande sitio na ra
    imperial, com duas moradas de casas, urna para
    grande familia, na frente da ra, o oulra mais pe-
    quea dentro do mesmo sitio com bons parroiraes
    e mullas frutciras de boas qualidades todas novas
    e ja dando rulo com um grande viveiro no lundo :
    na ra Direita, n. 135, loja do cera onde se Tar
    qualquer dos negocios, por sou dono ter de retirar-
    se por molestia.
    Vende-so urna -bonita cscrava do Angola, de
    20 annos, que cozinha bem, engomma o coso no
    boceo do Sarapatcl, sobrado n. 12.
    cose,
    faz mpito brm re ma : na ra dos La-
    rangeiras, n i/j, segundoandar.
    Vende-se urna nreta moga boa cozinhoira, en-
    Konimadeia, eque faz todo o maisservigo de urna
    casa : na ra do Vigario, n. 7.
    Vendotai-so 2 lindos moleques de 18 annos ;
    dous pretosdear. annos proprios para todo o ser-
    vigo; 2 pardos de 16 a 85 annos, sendo um delles
    carreiro; 2 mulalinhosdeS a 10 annos ; urna m-
    latinha de 14 annos; urna negrinlia de 10 annos, com
    principios de habilidades; 4 pretas de 16 a 25 an-
    nos entre ellas algumas com habilidades; um ca-
    sal de escravos mogos, proprios para o servico do
    rampo; urna preta de idade, por 150,000 rs : na
    ra do Collegio, n. 3, se dir quem vende.
    Palitos de fogo.
    Ra d Queimado, n. 1
    Vende-se a melhor qualidade destes palitos,
    emporgfloea retalho, chogados recentomente de
    Vienna da bem conhecida fabrica de A. Bajar, de
    cujosse aliangama superior qualidade.
    Sarja hespanhola.
    No novo armazem de fazendas, de Raymundo Car-
    los Leite, na ra do Queimado, n. 27, ha chegado
    nmptimo,sorlimento da verdadeira sarja hespa-
    nhola, a 3,200 rs. o covado ; tambem lia do 2,200,
    2,500, 2,800 e 3,000 rs. ; panno fino, prova de li-
    inflo.a 3,800, 5,000, 7,000,8.000, 9,000 e 10,000 rs. ;
    chapeos francezes finos, do ultimo gosto de Paris ,
    com aba inaior, conformo a nova moda, a 7,000 e
    8,000 rs. Nesta armazom tambem so vendem fazen-
    das por atacado o mais barato posshel.
    Vendem-se diversos escravos, che-
    gados prximamente do Cear sendo :
    pretos, pretas, pardos c pardas : todos
    mocos e de boas figuras, enlre os quaes
    urna preta com urna cria de mere meio ,
    com muito bom lellc ; un mulatinho de
    8 minos pouco mais ou menos, proprio
    para andar com enancas em casa : na
    ra do Crespo, loja n. a A, se dir quem
    vende.
    Vendo-so um molequo crioulo do 7 a 8 annos ,
    proprio para aprender ofilcio ou acompknhar me-
    ninos: na ruadoltongel, restilagflo n. 54.
    loja de jvlagalhaes Irmo,
    na ra do Queimado,
    li. 46.
    Nesta loja vendem-se cortes de cassas de cores, a
    3,000 rs.; ditos lo cambraia branca lisa, a 3,200 e
    4,000 rs ; ledgos de selim de cores, para gravla, a
    3,200 rs.; mcios ditos, a 1,600 rs ; cambraias abor-
    tas, a 4,200 o 4,500 rs. o corte; ditas brancas abor-
    tas, a 4,600 rs.; piuito superior panno para loalhas
    do mesa, de 4 palmos e moio do largura, a 640 rs. a
    vara ; lengos hraucos de cambraia com beira aberta,
    a 300 rs.; chita de coherla, a 200 rs. o covado; dita
    para vestido, de cor lixa, a 160 rs.; longos bordados,
    a 320 rs.; corles de vestido de lfla?.inha, a 3,200 rs ;
    camisas de meia, muito superiores.n 1,400rs.; chales
    de seda, a 10,000 rs.; mantas de dita, a 8,500 rs ;
    chales do Ifla.e sedo, a 4,500 rs.; sotim preto, a 2,200
    rs.; bico de varias qualidades; e alm disto, um
    completo sorlimento dejazendas, proprias para esta
    praca e provincia.
    Venderse, para fra da pro-
    nos e que he poi ito canocifo : na ra uas CruzpJ
    b. 22, segundo andar. s'
    Conlinuam-sea vender, ]
    na ra da Cadeia do ie
    \ cife, n. 37, caixas com
    cera em velas e -mais
    brandoes fabricados j
    no Rio-de-Janeiro,e em \
    Lisboa: soriimenlos ao
    gosto o comprador, e
    por mais commodo pre-
    go do que om outra
    qualquer paite.
    Escravos Fgidos.
    "ir".:. ji.
    V.ENI)tM-SE '
    estojoscom duas navalhas in-
    glezas, para barba,
    fabricadas pelo melhor autor,
    mente de Inglaterra a 2,000 rs. caui
    navalhas sao garantidas, porque, nflo soso trocaui gnnlia Cl'IOula. de I I a 12 flnnOS
    as quo porwntura nao saiam boas, como tambem se ', r "'
    muito robusta e forte, que nao
    tem' habilidades : na ra de Hor-
    cas, casa ierren n. 62.
    oarba, v
    , chegadas proxima-jvincia, ou para o matto, urna i
    -s. cada estojo. Estas!
    ..n ...i., ..', .. i_____'irrinli
    A 1,000 rs. o par.
    Na loja de Guimarfles 5c Companhia confronte ao
    arco de S.-Antonio, n. 5, vendem-e meias de seda
    preu curtas, pelo barato prego de 1,000 rs. o par.
    Vendem-se postillas da analyse de constuicAo
    para o segundo anno d academia de Olinda ; ditas
    de direito publico para o priaieiro anno : na ra da
    Madre-de-Ueos, loja n. 3.
    Yende-seurtia venda com poucos Tundos-, em
    bom lugar para negocio, oo largo de S.-Jos aon-
    de nao Ma ontra a quat tero muflo poucos cormao-
    resliluoo seu importo, quando o comprador por
    acaso se nflo agrade do nenhuma del las depois do
    as experimentar, istoestando soin ferrugom e bem
    tratadas : tambem existo ainda para vender urna
    pequea poreflodas da China i na ra larga do Ro-
    zaris, loja de miudezas do l,ody, n. 35.
    Bolachinha de ara ruta,
    ltimamente chegada do llio-de-Janeiro, na barca
    Lommercw, em latas de 6 libras, pelo diminuto pro-
    ce de 2,000 rs. cada lala
    iniizemn. 1,
    no caes da Alfandega
    JK Vendem-se chapeos de superior
    ^^^ castor, brancose pretos, por preco
    mirlo barato : na ru do Crespo, n. ia,
    lojde Jos Joaqoim da Silva Mayo.
    A 1^600 rs o covado.
    Vende-se merino prelo de 7 palmos de largura
    pelo barato preco de 1,600 rs. o oovado : na loja da'
    esquina qua volta paraa ra do Collegio, n. 5, de
    Guimaraes & Comp.anhia.
    Contina-so a'vender boa manleiga, a 400, 480
    e seo rs.; Caoba 06 porco, a 4*0 rs.: caf moido, a^
    VENDE-SE ,
    a 00 rs. o covado,.
    brim pardo de linho; dito de quadros, a 260 e 360
    rs.; cambraia do listras eramos de cores, a 200 rs.
    o covado ; dila franceza com 4 palmosde largura o
    de lindissimos gostos, a 500 e 600 rs a vara; pecas
    de ganga azul com 13covados, a 960 rs.; pecas de
    zuarle da ludia com 24 covados, a 4,800 rs.; pecas
    de picote azul de 40 covidos a 6.500 rs.; camisas
    de meia para crianzas, a 320 rs. ; luvas de fio da Es-
    cocia a 400 o par rs.; cobertores de algo Jilo ame-
    Fugio, no dia 18 de Janeiro, um cabra, do nome
    Joaquim, alto, reforcado, de idade, coma barba
    branca, cabellos corridos e bem pretos; lvou um
    surrflo de pe le da carneiro chapeo do bata usa-
    do, calijas deaigodo do listras Totas no asiento ;
    temostornozellosdospsum tanto incitados. Es-
    te escravo j foi preso em S.-l.ouronco-da-MUa ,e
    tornou a fuglr junto aos Remedios, do poder dd
    urna pessoa que oconduzia para esta cidade ; voin
    d Maranhflo e diz ser de Caxias : quem o pegar le-
    ve-oaruado Vigario, n.-24, que ser recompen-
    sado.
    -- Fugio, nodia 15do enrente as8 horas da no-
    te, urna preta, de nomo Antonia, d nacflo Angola,
    do20annos; tema caheca comprida olhos aliu-
    galhaJos, boiQOs grossos nariz grosso peitos em
    p, por estar pejada; tpm um calumbo as eosUs;
    ps grandes roforcado do corpo; levou vestido d
    chita branca ; panno da Costa ; argolas do miro as
    orelhas'. Esta escrava era acostumada a vender ni
    Casa-Forte esousarrabaldes carne socca, feijflo e
    bacalho; estevo periodo5 annos na villa da' Ca-
    choeira com o seu primeiro senhor, o fallecido Jos
    Alexandre dn'Arnujo. Itoga-se as' autoridades poli-
    ciaes, copitfles de campo e pessoas particulares,
    que apprehendam e lovem-na a seu legitimo senhor,
    na ra do Itangel n. 8, queN serflo recompensados.
    Assim como se protesta com todo o rigor da loi con-
    tra quem a tiver oceulta.
    Fugio, um preto crioulo, que roprescuta 28
    annos,de boa altura, rosto descarnado, cabello
    grande acabralhado milos e ps bem loitas; om to-
    dos os denles'; levou camisa de chita encarnada e
    calcas de algodflo riscado azul. Eslo escravo foi re-
    meltido por Baller & Irmflo residente na villa do
    Crato provincia do Cear ,ao seu procurador Jo1o
    Jos de Carvalho Moraos, e boje comprado pela Snra.
    U. Anua Simplicia do Jess Bnarquo ; o qual desap-
    parecounodia I i do correle. Roga-se a todas as
    autoridades policiaese capilfles de campo, que o
    apprehendam elevom-no a ra do Livromento n.
    26 casa do M. Buarquo Macado l.ira que sero
    gralificado. ,
    -- Fugio, no dia 12 do correnlo, um pardo, lo uo-
    me Vicente de 40 anuos, alto, reforcado do corpo;
    tem os ps e as mitos bstanle grandes e largos, e
    o corpo chcio do carocos que parecem lobinbos pro-
    venientes de molestias venreas; levou calcas azues,
    camisa branca obonetode panno azul j vellm:
    quem o pegar leve-o a ruadas Trincbeiass n 5,
    primeiro andar, quo ser gratificado.
    Tem boa gratifica cao,
    quem pegar'o escravo Jacob, crioulo, do 18 a 20 an-
    nos estatura e corp regulares, mombros bem des-., !
    envolvidos, crum pouco fula, nariz chato, fall"
    branda e humilde ; lvou duas camisas de algodlio
    trancado azul, e.calcas .do mesmo panno listrado ;
    'eyadio-fe do engenho Ulinga-de-C.ima da freguc-
    zia do Cabo aoamanhecer do dia 11 do co'rrenle,
    nsspciandp-soom sua fuga a'um escravo do engenho
    Bom-Fim, limitrophe daquellc, perleneenle ao
    coronel Bernardo Tolentino Manso, o qiial socio
    chama-so Joaquim ; he cabra, de 16 a 18 annos;
    ricano, a 700 rs,; e nutras muilas fazenttas por m-
    dico proco :. na ruado Crespo loja n. 10, de Jos
    Joaquim de Freitas Cuimarfles.
    Vende-se urna tmilalinha do 13 anuos, que faz
    renda, cose o cozinha'; h, de bonita figura, sadia ,
    e propria para dar urna menina: na ra larga do
    Rozario, loja n. 35.
    Vende-se milho pela medida velha a 2,000 rs. ..
    o alqueire; marmelad'do Rio-Grande muito boa ,'rEllN, : na tp. ve ai. f
    1.... ..w bOMiU UO |V II IO rilllM^,
    imados; baixoesecco do corpo; ha
    probabilidade de tcrem seguido para o Recife por
    terem sido ambos coriiprados epi aquello lugar, o
    primeiro aPortoguez Francisco nutra Macedo, mo-
    rador no-Arncaly, e que negociou com escravos pa-
    ra esto provincia para onalo teio com este no va-
    por Paraenie na sua entrada ueste porto no dia 17
    dojunho do anno prximo passado; o segundo
    comprado pelo actual possiirdor ao Sr. Antonio Ri-
    cardo do llego, morador na rjua .do Collegio. Roga-
    se as-autoridades policiaes que deitemsuas vistas
    pata estes dous escravos, quo lalvez nuidom do no-
    mo para so subtrabirem as pesquizas,'escodo cap
    turados no mallo podoro ser enlrcguos em un
    dos engenhos mencionados cima, e na praca, cm
    casa do Sr. Manoel Ignacio de Oliveira."
    Fugio, nodia primeiro docorpente, do enge-
    nho Matapiruma o pardo alvicento, do nomo
    Quenno ; tem alguma cousa de cae pintas da sar-
    nas, al lo do. corpo bracos e pomas coinpridos.o
    grossos ; lem urna cicatriz, ou conro frangido em
    um dos lados do pescoco; tem os denlos aberlos,
    locca grande; he manido a~ forro: quem o -pegar
    levo-o a Camilo Jos Vellozo.quo sera bom pago.
    Fugio, no dia 13 do correte, um proto de na-
    cflo (lo nome Joflo, de estatura regular, olhos gran-
    (les: foi escravo dn liiyido Jos, irmflo do mbem
    ralltfcido Joflo da Silva Santos, o hoja de Joaquim
    Alarinho Falcflo : quem. o pegar leve-o a ra doltan-
    ge n. II, segundo andar, a Francisco Jos de Ma-
    galhfles Basto que gratificar generosamente.
    DEFAMA. 1^43
    ir
    N
    vs
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