Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05485


This item is only available as the following downloads:


Full Text

w^^^r1^^

/inno de 1848.
Sabbato ."
O 014RIO nuliliea-se. iodos 03 diaa .ie (aja
forem 'U guarda i o proed I n ;miur,. lie de
jjnflfc tu. por qtiartc!, patos aditvitidnt. Os au-
nuocios dos agsignantes %'n inseridos malo d
50 rs. porlinia,' 40 rs. emfvno diferente, as
reptli&ns pata metade. O qne n'.o (reti assis;-
nantrs pagaro 80 rs. por linha, I BU en tjpo
difierente, por ed ptdillcacAo. -
PHASF.S DA LOA. NO MEZ DE MAIO.
I.na nova, a 3, i 4 horas e 5 4 mi. da man".
Cicscente a I", aos 88 miu. da maoli.
La chala a 18-, s 4 t asn, da manli.
Miuifoauta a 34, s 9 e 37 in. da roanh.
PARTI A DOS CORREIOS.
(loitnna, Paradina s sexuadas eseitasfcuas
Hio-(rarde-do- Norte qiiinttseirassomeiodia
Caho, Seriahem, TtioFormoso, Porto-Calvoe
Macelo, no l .*, a I r e 31 de cada raet.
Garanhuus e Konilo, a 8 e 33.
Boa-Vl'Ui e Flores, a 18 e 18.
Victoria, s quintat-leiras.
Ol oda, todos osdiai.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira, a I hora e 18 minutos d tard'.
Segunda, a I hora e 41 minutos de manha.
Anuo XXV. W. iOt
DAS Oa SEMANA.
8 Segunda. S, Heladio. Aud do J. dos orph.
i'o J. doc. da 2.v e do ftl. da 2. jr. .
0 Tere. S. Gregorio Na J.
do civel. e do J. de paz do 3 dilt. de t.
ii Ouina. 8. Filtdrlfo. Aui do J. dociv. e
do J. de par do 3 dist. ile I.
1 Quinta. S. Anastacio. Aud. uo J. dos orph.
edo J. m da l. vara.
12 Seta. S. Panoracio. Aud. do 1. do civ. e
do J. de pai do I dist. da t.
II S.bbado. S. Pedro Resalado. Aud.do J. do
ct. e do J. de paz do i dist de t.
14 Uomiruf*. S. Bonifacio.
CAMBIOS NO OA 13 DE MAIO.
Sobre Londres a !3 d. por 1(000 rs. a CO r.
Pars 4S a -ISO rs. por tranco.
Lista) 100 por 100 de premio.
Dcsc. de ledras de iBjasfirm.i a i OuroOncas l-espanhola.....J8MH> a 39#'on
Mod.isdo6#IOOTelh. I0l00 a ISIICO
de 400 or IBfOOil a HJMO
de 41000..... flfnOO a #'
PraU-Pataces......... l|40 a IMM
a Pesos columnares... 1(010 a I (i
Ditos mesicaoot.... IfROO a 1(831'
Miuda............. I(9J0 a l|9!
\cc6esdacomp.do Hebaribe d&0|000 rs. ao par.
BUCO
WRTE OFFICIAL.
i .' '
GOVERNO DA PRO^INCU-.r
EXPEDIENTE DO DA 11 DO GORRENTE. .
Ofllcio. Ao iuiz de paz presidente ta junla do
qualiflcaclo .la freguezi de Jaboatlo, devolveodo | ",S 8 ."T'*"*
os requeriinentos de Manoel Pires Fcr'reira, para I aquello indi vid
conhecidos|pr todos, relatemos a situacHo da pro-
vincia, tal qual qiuplla parcialidade; porque, repetmo-lo, jumis
abusaremos da espinhosa missilo de eacriptor, para
dor do throno do Sp.nuoh D. Pedro ti.; e manifesta t5o
nobre pensainentq, j reintegrando alguna dos em-
pregados demittidos pelo Eira. Sr. Souza ; j no;
meando, para certos cargos, sujetos portenecntas
requer
que, na forma do parecer do presidente da rclacSo,
de 5 do corrent, com que a presidencia so confor-
ma, mande passar a certidiio da lista de qtlalifica-
(9o da mencionada freguezia. pedida pelo suppli-
cante; visto como o acto nlo be de segredo, c ai-
simo determina a expresso declaracilo do aviso de
15 de fovereiro do anno passado.
Dito. Ao desembargador ebefe de polica inte-
rino, recommondando que, a bem da regularidadc
do servico publico, recommendo aos delegados e
subdelegados que se nSo correspondan! com a pre-
sidencia sem sor por inler.nedo dc'S. S.
Dito. Ao mesmo. correio Raphael Cordeiro de Andrado, para que d
oscu parecer acerca da Justina da prolenco dosup-
plicante.
Dilo. A'adminislraciTo da companhia de Bebe-
ribe, oxigindo Informacilo cerc do contelo no
requerimento, que remelle, dos moradores da Cin-
co-Puntas, S'.-Jos e outras ras.
Dito. -- Ao administrador das obras publicas, de-
clarando om rcsposla ao scu oflicio de 9 do coi 'rente,
qtre as despezas com os reparos do palacio da presi-
dencia serSo satisfeitas pela Utesouraria da fazenda,
logo qu, concluidos ellos, S. me. formular a res-
pectiva conta, e remett-la prosidencia.
Portaras. -- Ao dirertor do arsenal de guerra, or-
denando om consequencia de represe ntacno do
commandante das armas, salisfaca quanto tntes a
requisiclo de dezaseis pranchadas de chumbo de que
precisa a fortaleza do Itrum, segundo a presidencia
tinha determinado; bem como que mande para a
mesma fortaleza 239 granadas de mlo novas o choias
om troco de outnas tantas arruinadas que foramro-
colhidaa quelle arsenal. ParLicjpou-se ao com-
mandante das armas interino.
UIAKII) HE PBJIAJBIlC.
poras cousas ao sabor do Iodo poltico, cujas ideias.j parcialidade que grilava ; j tratando com a mes-
professamos em particular; jamis adulterare-1ma affabilidade, o ouvindo com igual attencSo as
mos os acontecimontos, para favorecer a oste oulreclamacoes, ou representacOes de todos; j, emfim,
uo, embora a sua posiclo clovada, I declarando mu solemne e terminantemente, que :
.331 i-J Jb 36 3>IB lliS Su B040a
Ahi va seguir para os portos do sul o vapor Per-
nambucna, que acaba do chegar dos do norto. He
de presumir que o echo da gente que so presta a-
poio a administracOes que se curvara aos seus man-
datos, que obedecem aos sous menores accessos; he
de presumir, dizemos, que esse eclio mo grado
o carcter oflicial de que inda se acha revestido,
saia-se. com algumas linhas escripias em lottras
maisculas, conlondo falsidades tifo revoltantes, ca-
lumnias tao miseravels, como ssasquese ello nao
pejou do tirar s faces do publico pernamhucanoi
quando tratou'dosacontecimentos do llrejo :.cum-
pre, pois, que o previnamos; e, smente escudados
na verdade, queremos dizer, nos fados sabidos e
MEMORIAS DE i MEDICO, (*)
por aieyanorc 9unui0.
embora os mcios extraordinarios de que esse in-
dividuo posso dlspr.--- Dirigimo-nos a un (im
mais nobre: queremos inleirar o paiz do que por a-
qui se vai passando, para que possa elle aquilatar
devidamenlo as cirqumstancias em que nos sea-
mos, para que saiba que nos estamos regenerando, e
que, felizmente, o governo de So* Magbstadbo Im-
*mADO, escolhendo para curar do nossa surte o
Exm. Sr. dotitor Vicente Pires da Multa, acertou com
o cidudno que mais nos convinba na quadra actual.
Pcrnambuco acbava-so retalhado em diversos
bandos que; sob esta ou aquella denominacao, co-
mo que so esforcavam por atrocidar-se : um desses
bandos oceupava todas as posicoes honrosas ou lu-
crativas, frua todas*as grecas; os deinais, per-
seguidos voxados, anathorrratsados mesmo, gc-
miam sb o peso de inqualiflcavcl prepotencia; e,
anda om silunc.lo maisafflietva do que a do emi-
grado, viviam na propra trra, som que gozMsem
das garantas que as leis Ihes davam .'... Entremen-
tes, entra para a presidencia o Exm. Sr. Souza Tei-
xeira, o, disposto a acabar com scmelhante anama-
lia, encela sua carreira administrativa por algumas
reslituiOcs a em pregados do reconheeido mrito, e
por certas demiasons que Iho pareceram exigidas pe-
lo servico publico, segundo declarou no rotatorio
queja estampamos tus paginas deste Diario. EntSo,
os honiens, que, nao havia muito tempo, com pesa-
da mito tinham dcscarregado a espada de Damocles
por sobre a cabeca do quasi todos os funectonarios
pblicos da provincia, que tinham despovoado as
reparlicoes, o guarda nacional e a polica dos seus
melhores ornamentos ; esses homens, di/emos, gri-
tam altamente contra os actos do Exm. Sr. Souza
TeiSeira, alcunbam-os de tyrannicos, e, o que he
mais, cobrom de baldries e insultos a este anc3o
respeitavol, que, dous anuos antes, elogiavam do
mais, dando-lhe at o nome de novo Baptiitd !____
N'estii interim, apresenla-se ncsla capital o Exm. Sr.
doulor Vicente Pires da Molla, orneado presidente
da provincia; qtissi immediatamente, isto he, vin-
te qualro horas depoisda sua chegada, toma posse
do governo e dahi a poucos das manifesta o pen-
Samenlo de que vera dominado: a conciliaciio dos
partidos, a uni.loda familia pernambucana, a
preferencia ao mrito real, a restricta obsorvan-
cia das leis, a eolligaeflo do todos nos em derre-
mmsamBmmmmBmmssmm
do norte, recetemos jomaos do Para at 25 e do Ma-
ranbflo at 29 de abril prximo passado; assim co-
mo gazelas do l>ara e Parabiba, que aloancam : as
primeiras a 3, c as segundas a 9 do corrento.
No Para, quaolo poltica, nada succedra nota-
rel.
Os fundos da municipalidade da capitarachavam-
se tao roduzidos, qu ella suspender a Ilumina-
ra o publica da cidade, por Iho faltarem os meios de
NAO APPBOVA OS KXCBSSOS DOS PAnTIDOS, NEM RBJKITA 0
__,____... Iqueprecisav.i para occorrer a esto ramodeaespeza,
APOIO DOS HONRSTOS PENNAMBOCANOS DE TODAS 8 QIMKS-|H p '
Segundo colhmos da rovisla commercial, inseri-
QK CRINQAS POLTICAS, UMA VRZ QU8 NAO TKNTEM COlS-
TBA AS INSTITUICOeS DO PAIZ, NEM PROCURBM DES0BBE-
CIBAS IEIS B BBSISTIH AS'ORDBNS DAS AUTORIDADES LK-
iitimas Nada pode haver mais signilicalivo ; nada
cxpressra melhor os sentimentos magnnimos do
actual adminialrador. Qual outro pai carinhhso, o
Exm. Sr. doulor Pires da Molta quor eslender mflo
amigayel a todos quautos estilo confiados a seus cui-
dados, quercircumdar-se dclles, quor distribur-
Ihesasgracasdequc pode dispa%segiindo as babi-
Itacos de cada um, quer desempenhar o papel de
anjo de paz, que Ihe attlrihumos n'outra occasiflo ..
Entretanto, este brado patritico o todo cheio do
vnrdadciro espirito do christianisho este brado
digno de quem o soltou, e que partir do alto da
cadeira presidencial, este hrado, dizemos como
que nloechoou nos ouvidos do bando exclusivista,
como que, ao rocar-lltes os tympanos, eslava fro
e momo, havia perdido motade de sua forca !....
E (vergonha eterna! ) ei-los a conspirar contra a
tranquillidade publica, ei-los a proromper em amea-
cas, ei-los a mentir impudentemente, clamando que
se quor reslabelecer a nflveteia do mnhal e do 6o-
mmarUI,..
Ah quanto estilo Iludidos aquelles que assim
procedom I Seinelhantes estrategias nao sortirSo o
efeilo desojado : o Exm. Sr. doulor Vicenle Pires
da Molla nfo ampiar a carreira que comocou a tri-
Ihar, porque ella nobre, porque mais que muito con-
voma ttm administrador que bem comprehende suas
sagradas obrigacos. Ministro de Dos, que, se pre-
meia osbons, lambem castiga os mos, S. Exc. ga-
lardoar aos Pernamhucanos que se mo deslisarem
da sonda dos seus deveres ; mas far conter t pu-
nir todos quanto ousarem tontar contra a paz,
contra a seguranga individual e do propriedade,
contra a ordem, emfim.
Aquelles que pOem em duvida o que dissemos a
respeito da guarda nacional, em o nosso n 106, con-
sultora acerca deslo objecto os Choles dessa briosa
corporaciio :* clles que respondam, se he, ou nilo,
verdade ludo quanto ahi adirmmos.
TERCEIRA PARTE.
#a 8da.SAao
N'aquelle pequeo gabinete deLuoieones onde j vi-
mos o conde Joao Dubarry absorver, defronte da con-
desga. enfadada, urna tao grande quantidade de choco-
late, eslava agora o marechal de Hichelieu tomando um
delicado refresco com madama Dubarry, ti qual, au pag-
so aue puxava as orelhas a Zamora, ae egtendia cada vei
mal ao comprido e voluptuosa sobre u ai sof de seliui
aculchoadu com Uores, no entanto que o velho cortezao
rihalava ais de enleio a cada uova ntlitud da sedotoia
creatura.
Oh conrteasa, dizla elle requebrndose todo co-
mo orna velha, V. Excedencia vai desmanchar o pentea-
do veja que ae Ihe desenrola um caracol. Oh! condessa,
olheque o aapatinho esta quasi cabindg-lhe do n
Ora! ineu charo duqiie, nao faca caso, teapondeu
ella, arrancando distiahida um pnnhado de cabellos a
Zamora, e dritando-ac de todo, mala mimosa e mais bel-
la nesse sof do que a propria Venus, na rsea concha
marinba.
Zamora, potteo srnslvel a todas essas posituras, ruelo Sabe o duqne o que me irrita?
de clera, mas a condessa acalmou-o tomando de cima '
da mesa um punhado de confeitos, e inettendo-lh'os as
algibeiras.
Nao valeu, porm, isso, porque Zamora todo atnuado
voltou aalgibera, c dcspejn.u os confeitos no mel da
sala.
Ah maroto! continuou a condessa estendendo a
fonnosa perna, cuja exlremidade se foi por cni contacto
com os calcdes phantaslicos do negrinho..
Oh! perde-ihc! perde-lhe! exclamou o velho
marechal, ( de gentilhomem que V. Ex. o mata.
E que nao possa cu hoje matar a todos os que me
desagradam! dlsse a condessa; hoje nao tenho mise
i'icordia com ninguem.
Devras! mas, perguntou n duque, tainbem eu
Ihe desagrado?
Oh! nao; o seuhor marechal, pelo contrario, he
mi' amigo velho, e eu o adoro; mas he porque a dizer
a verdade, emende o senhsr duque? estou louca.
F.ntao essa enfertnidade causaram-lb'a aquelles a
quein V. Excellencla torna loncos?
Tome sentido! o senlior duque est-me desaliando
hoi riveliiientecom esses seus galantelns.eo! que nao ere,
nem ao menos n'uma so palavra.
Condessa, condessa I agora coineco en a julgar, nao
que V. Excellencia est louca, mas que be ingrata.
-Nao ; nao seu ingrata nem louca ; sou.....
i.nlo o que he?
Sou urna mulher colrica, senhor duque.
Ah! Severas?
Admira-te ?
Nem nada,condesa*; ef de cavalheiro, que tein
bem deque.
Ora oU9a: sabe oque me revolta no senbor ma-
rechal?
Pois ha alguina cousa que a rcvolie em mim, con-
dessa ?
Ha.
E que cousa he essa; faz obsequio dizer-uic ? Sou
bem velho para me corrigir, e entretanto nao ha es Tor-
cos que nao ftea para agradar a V. Excellencla.
Esta cousa he que o senhor marechal nem ao me-
nos sabe do que se trata.
i Oh l se sel.
Pelo vapor Pernambucana, chegado hoje dos portos
$ fVJ. () Vlde Diario n. 107.
Sem duvida : Zamoraquebrou atonte chinea, e...
[ Um aorrlsolmpercepetiveldeslisou mos labios da linda
I dama; porin Zamora, que se senta criminoso, abaixou
a cabeca com hum Idadc, como se o co estivesse prjado
de urna nuvem de bofetadas e piparotes.
lie verdade, dlsse a condessa coiq ttm suspiro, he
verdade, duque, tein rasao; he isso mesmo; eo senhor
he com eReito uni'sagacissmo poltico.
Assim m'o disserain sempre, minha senhora, res-
ponden Mr. de Riehelicu com ar de affectada modestia.
Oh! uo lenlio iirccssid.-ide que m'o digam para o
perceber, e o duque achou a rasao do meu desgosto ini-
iii edia 11 ment-, sem audar procurando direlia e es-
querda. He magnifico!
ptimamente ; mas, no entanlo, anda islo nao he
ludo.
Ah! devras?
Mo; ainda adivlnho outra cousa.
Sltn ?
He verdade.
E que adivinha eoto mais?
Adivlnho que a seunora condessa esperava hontcm
noite a S. Magestade.
Aonde?
Aqu.
Pois bem! e d'ahi?
E que S. Magestade nao velo.
A condessa crou, e desencoslou um pouco o coto-
vello.
Ah ah exclamou ella.
E entretanto, prosegulo o duque, ebego eu de
Paria.
E que prova isso?
Que eu devia ignorar ludo o que se tein passado em
Versalbesl e comtudo.....
Duque, meu charo duque, vosse hoje est chelo de
reticencias. Com San-Pedro I quando se corneja acaba-
se; ou entilo nao se corneja.
V. Excellencia est fallando com toda a sua com'
modula de, condessa. Deixe-mc tomar flego, ao menos.
Que eslava dlicndo?
Eslava diiendo .... comtudo.....
Ah! he verdade; e comtudo nao s eu sci que S.
Msgeslade naoveio, mas tambero adivlnho porque nao
velo.
Duque, eu sempre julguei c para inim que o se-
nhor era feitlcelro; smente o que mefaltava era utna
prova
Pois bem! eu Ihe vou.dar essa prova.
da no Doutrinaro de 12 de abril, a situaefo do mer-
cado era pouco satisfactoria ; porquanto, at essa
dala, se nao tinham feilo Irar.ssccSrS cambiaos.
No Maranhlo dora-so um evento bom desagrada-
ve!, por occasio da cleicilo dos oletores quo tifio de
nomear o cidadilo que deve de oceupar a cadeira que,
por parto dessa provincia, vagara-no sanado hrasi-
leiro.
as vsperos do da designado para somelhanto
eleiciio, isto lio, a 92 de abril, alguns dos chofes
mais preeminentes dos liqueirot o dos benleois, accor-
daram entro si dividir o collcgio clcitoral da cidade
de San-Luiz em duas partes iguaes, de modo que
coubesse a cada partido metade dos eleilores quo
deviam de dar as seis freguezias do mesmo collegio.
Este acto ti vera por fim evitar que correase o sangue
maranhense, visto como eslavara os nimos muito
exacerbados, e era para receiar que se travasse luta
de morte entro os dous bandos contendores : noen-
tonto, nlO so conseguo o fim almcjado ; porque,
na manlia do dia 23, fo tal oencarnicamento com
que se acommelteram, na ra da Palma, alguns gru-
pos dos sectarios mais ardentes des dous partidos,
que o chefe de policja vio-so na necessidade de fa-
zer ntervir na nontenda uma.porgSo de forra publi-
ca que tinha sua disposicilo; a qual n.lo pode
conseguir o restabelccimento da ordem, sem re-
correr ao etnprego das armas. Acabado o conflic-
to verilicou-so que so achavam feridos no menos
de quatorze individuos. A'vista disto, parece que o
Marnho esta eondeinnado a ver golejar o sangue
descus lilhos, sempre quo se tratar de eleicoes! Da-
os so amercie dessn trro.
Ao dizer do Progrtuo, a liga vencer em Alcntara,
Curup, Santa-Helena, Mearm, Icat, Codo e Cma-
la,- ao passo que a ex-opposico apenas obtivora
triumpho eleitoral, emCuimarSese Vianna.
Do Ceara, s temos do mencionar a appariclo do
grando porclo do olas falsas de 5/000 rs O domis
que se contem nos jqrnaes, silo recrirainaces, mais
ou menos acerbas, lilhas da intolerancia eazedumo
com que sealacam osorgOos das duas parcialidades
que ahi se debalem.
A Pai .-i h i ha j contava om o numoro dos seus ha-
bitanles o Exm. Sr. doulor Jotlo Antonio de Vascon-
l-ig.*-!> *V>TM^ MCCTJ
A condessa, que ligava a esta conversacao multo mais
interesse do que parecia ligar-lhe, deixou a cabera de
Zamora, cuja carapinha estava descnrolando com os al-
vos e linos dedos.
D, duque, di-, disse ella.
Dame do senhor governador? perguntou o duque.
Salla d'aqui para Tora, dlsse a condessa ao negri-
nho, o qual, luco de alegra, se laucn de um lpulo
do gabiuete aiitc-camara.
Agora si m, mu anu -ou Hichelieu; lie mitter di/.er-
Ihc tudo, condessa.
Pois como! aquel le macaco de Zamora he que o
embarajava, duque?
Para dizer a vereade, condessa, em havendo ai-
guem toe embaraca sempre.
Alguem, cemprebendo eu, mas Zamora he al-
guetn?
Zamora nao he ceg, nem sordo, nem mudo; por
conseguinte he alguem. Ora, eu dou este nome a todo
aquel Ir que he ineu igual em olbos, em ouvidos e em
liugoa, isto he, a todo aquelle que pdc ver o que eu fa-
ro, ou vi r ou repetir o qnc eu digo, e emliiu a lodo aquel-
lo que pode trahir-mc. Estabclccida esta theoria, eii
contino.
Sim, contine, duque: d-ine muito pra/.er.
Praser, nao creio, condessa; mas na* importa
devo continuar. El-rei visltavabontem oTrianon.
O pequeo ou o grande?
O pequeo. Dava elle o braco a senhora deipbina.
Ah!
E a senhora delphina que he bella, como a senhora
condessa sabe .... ,
A
I.he fazia tantas blandicias de papaizinbo para aqui,
avsinho para acola, que S. Magestade, cujo coraco he
de ouro, nao pode mais resistir, desorteque ao passeio
se seguio a cela, eceia os brincos innocentes. Km-
liui.....
Emfim, diise madama Dubarry paluda de impaci-
encia, ciiiiim el-rei nao velo a Lucienncs, nao he isto
que quer dizer?
Oh'. meu Deo, he verdade.
Nao ha uada iiia'i simples,--S. Magestade tinha em
Trianon tudo o que ana.
Oh! isso nao; c V. Ex. inesma est bem lpnge de
Icrer em una s palavra do que diz: linha tudo oque
1 ihe agrada, quando muito.



TT1'. I
i ;
'ku
r"
I

cellos, que se ach oncarregado de administra-la.
S. Cxc, cheti^ a capital no lia 9 do corren te, polas
9 i horas da manlifia ; e he de supr-cr que ja tenla
i.iiimiIo posseda presidencia.
O mercado parahibano n5o offerecia grandes van-
lagons aos especuladores: ao passo quo os genero
de exportacSo soffiiam consideravol baixa nos pra-
cos, e eram pouco procurados, os do importarlo
eucareciam de dia para dia.
Ficra a partir daquello para est porto a escuna
sueca Vigilance. ^^^^^^^^^^
Ahi esli mais 108 pra;as de primeira linha, un ma-
jar c quatro ofnclaes subalternos, pertcncent?s ao quin-
to de fuzileiros, e trazldos pelo vapor Ptmambucana.
Sao outros tantos bravos, com que o governo deve de
contar para fazer mallograr os planos dos desordciros.
Puhlicacao i pedido.
NECROLOGA.
Falleceu no dia 11 de abril prximo passado, as
duas horas da tardo nr-sta povoac.ilo do Passo-do-Ca-
maragibe, provincia das Alagoas, o major do i.' ha-
talhflo de fuzileiros, Joaquim Jos de Sa Almeida Lo-
bfio, depoisdo mais cruel dos padecimentos, que ao
eoracflo mais endurecido arrancara lagrimas do
senlimentos..
Aommeltdo do urna enfermidade no peito, fram
linldados todos os recursos empregados pela medi-
cina e amigos do capit.lo : veio para o cngenho S.-
Antonio-Grande docommendador Jos Paulino,onde
durante dous mezes recebeu um afTavel tratamento
como costuma ^quelle rommemlador, nflo tirando
restabeleeido por nflo se querer suhjeitar a um trata-
mento restricto, e pela rigidez de seu genio, que di-
iriimentc era soffr'nlo. ReMlvfdo s vir s Paco pas-
sar alguna dias com seu amigo ManoolNunes Bahien-
sc, aqui expirou15diasdopois, apezar dos inmen-
sos csforcns empregados por este amigo, lendo fe-
lizmente lempo deainda receher todos os soccorros
que n igreja calholica offereco prodiga na hora do
passamento.
Perseguido de tflo horrenda molestia, ralado de
desgostos, ausente de sua familia, pereceu na ida-
de de SO annos, um bravo militar que tantas vezes
com intrepidez eticaron a morle nos campos do Rio-
Gnnde-do-Sul o Alagoas.
Quantas perdas em um s liomom A patria per-
den um cidadflo amante de seu hom-estar; o throno
um defensor constante; a familia um seu ornamen-
to; a clnsse militar um bravo camamila ; o amigo a
mais constante amizade; os I i l ti os um pai carinhoso.
Basta... Nflo podemos ser mais extensos : baldos de
recursos, que nossa medriocre inlelligencia nflo pode
ministrar ; fallos dos esclarec metilos da sua vida, s
este tenue tributo podemos pagar sua memoria. Se-
pultado na igreja de N. Srn. da Conceicflo, seu funo-
ral foi o mais solemne que aqui anpareceu, acompa-
nhado por seus amigos, autoridades do lugar e itn-
mensidade de povo, que a porfa queriam dar pro-
vas do seotimentos a norte de tflo joven militar, o
para ornar a solemnidade, urna guarda de 150 piaras
prestou as ultimas honras fnebres.
Alma digna da mais extensa durat;flo entro os mor-
aos, l dessa morada celeste, onde habitam os justos,
recebei a nossa dr de lagrimas e saudade; vossa
recordarlo ser para nos inexlinguivel. Descanca
na oternidade o nosso amigo, sobre seu tmulo der-
ramemos urna lagrima !! Depositemos.
SONETO-
lnexoravel morte! fatal, e pavorosa !
Medonho instrumento, horrenda harpa,
Tua carreira, feroz, retrocede impa,
Nos sepulchros habitar va sequiosa.
Que lucraste demolindo tflo anciosa
Ouanlo de S Lobflo na trra havia ?
Kxtinguisle um vai Su que possuia
No seu todo urna alma preciosa.

Bravo alumno de Marte, todo lealdade,
Nada mais doS existe, exlinclo emim
Murchou para nos sua amizado.
Eupranteio, amigo, leu triste fim,
Vai na celeste mausflo da herocidade
A presenca de um DtTos gozar allim.
Por J. A. O. Campo*.
COMMERCEO.
Alfandega.
RKNWME.NTO 00 DIA 12...........
Descarregam hoje, 13 de mato.
Iliate A'dpo-Olinda barricas vatias.
Barca Joaehimb mercadorias.
Barca EipiriloSanto dem.
Brlgue Mil-Salmista farinba.
Barca Navarro dem.
Barca Priscilla mercadorias,
Bnguc Columba ilein.
Patachol'aquite-da-Trindadc dem.
9:815,137
Declarares.

CONSULADO GEBL.
RENDIMENT DO DIA 12.
eral........................ 2:241,665
Diversas provincias
L6.448
2:303,113
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMIENTO DO OA 12.
1:013,723
Mov ment do Porto.
Navios entrado no dia 12-.
'ara, MaranhiTo e mais porios 16 dia 6 7 horas, e da
Parahiba 18 horas, vapor braaileiro Pernambuca-
na, de 240,loneladas, commandante Joflo Militflo
Henrique, equipagom 79. Passageiros: parosla
provincia, Manoel Pires Pinto de Vasconcello com
sua senhora e 1 escravo, Domingos Theophilo Al-
ves Ribeiro com 1 escravo, Jos Barboza Cordciro,
Antonio Joaquim Sevc, Victorino Pereira Maia
com 1 escravojjb. abade Fr. Galdino de Santa
Ignez e Araujo, Jos l.ourenco franco, Jos Ribei-
ro Gumarfles, Francisco Ferreira de Novaos, Cus-'
todo Domingos dos Santos, Francisco Antonio de
Almeida com 2 cscravos, Jacintho Jos do Medej-
rosCorrein, Antonio Ferreira Pinto, Antonio Ga-
millo do llollanda, Jos Guilberme de Abren Maia,
Manoel Marque Gamillo, Adelino Antonio de Lu-
na Freir com 4 escravos a entregar ; para o sul,
Fr. Manoel de Santa Tliereza Trovflo, Antonio Da-
vid de Vasconcellos, 1 major, 4officiaese 108
pracas do ">. Iiatallilo de fuzileiros, e 11 pessoas
entre mulherea e fiihos das ditas pracas.
Port-Alberte Milford, 66 das e do ultimo porto 44
dios, barca itigleza Bealrice, de 278 toneladas, ca-
pilSo James Adams, equipagem 13, carga carvflo
de composiQlo; ao capitao.Arribou a este porto
com agoa aberta cora destino para Goquimbo.
Mar-Pan leo, lendo aahido de Sag-llabor a 19 me-
zes, galera americana Wilham-Tell, de 367 tone-
ladas, capitao Bonjatnin Gloyer, equipagem 30,
carga azeite de peixe ; ao capitflo.
KDITAL
i
msKsnaiiSKaaiatuoi-M**
Ainda peior, duque, tome sentido : ceiar, conver-
sar, jogar, he ludo quanto elle desoja. E com quem Jo-
gou elle?
Com Mr. de Cholseul.
A condeua apresentou un movimento de irri tacan.
Nao acha mrlhorque nao fallemos mais nisto, con-
dess? perguntou Richelicu.
Pelo contrario, duqur, fallemos.
V. F.xcellencia lem tanto animo como botn enge-
nho, iiniiha srnhora ; ataquemos o touro pelos cornos,
como dizeni os Hespauhes.
Ora, i is-ihi um proverbio que madama deChoi-
fiil llie nao perdoaria, duque.
E nein elle Ihe he appcavel. la eu dizendo, m-
nlia senhora, que Mr. de Clioiseul (j que quer que Ihe
chame pelo seu noine) jogava as cartas, e com tanta fe-
licidad,', tanta babil.idade.....
Qneganbou.
Mu; que perdeu, e que S. Magestadc ganhou
mil luites ao pt'f iMt, jugo em que S. Magestadc tein mul-
to amor-proprio, poi isso que o joga inuito mal.
Oh! q Clioiseul, o Choiseul, imu mu ron madama
Dubarry. Emadaina deCraminont eslava l tambem.
nao he assim?
--'lato he, condessa, eslava a partir.
A duqueza?
Be verdade, fat unta asneira, seguudo Cu creo.
Qual he?
Vendo que a nao perseguem, aniua-sc; vendo que
a nao exllam, exila-se asimesma.
Para onde?
Para a provincia.
Vai intrigar.
Que dvida! que quer V. Excel le ocia que ella la-
ca? Por conseguate, estando a partir, quiz ualuralmen-
te despedir-se dadrlphina, que tambem naturalmente
Rosta mullo delta ; ccis-ahl porque eslava-em Trlauon.
No grande?
Sem duvlda, o pequeo ainda nao est mobi-
lado.
Ah a senhora delphina, cercando-se de todos es-
e Choiteuls, bem mostea que partido quer tomar.
Nq, condensa, nao exageremos; bem sabe que
amanhaaj a duqueza tere partido.
Eel-ret pode divertr-sc onde eu me nao achava!
cxclamou a condessa com indignarlo tal, que nao era
Jsenta de certo terror.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria das rendas
provinciaes, em cumprimenlo da ordem de 25 de d-
bail prximo findo, manda fazer publico, que pe-
ranle a mesma thesouraria so ha de arrematar em
hasta publica, nos dias 26, 27 e 29 do corrento mez
de maio, a qtiotn por menos lizer, o servido da ca-
pataza do algodflo, conforme dipoz o capitulo 6.
do regtilamenlo provincial do 4 de junho de 1847
sendo a arrematado por tompo de tres annos, e os
dias que decorrerem do em que o arrematante en-
trar no exercicioal o fim do junho de 1851.
Os concurrentes comparecam cotnpelentemente
habilitados nos dias indicados, ao tncio-dia.
E para constar se mandou ullixar o presente e pu-
blicar pelos Diarios.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes
de Pernambuco, 2 de maio de 1848.
O secretarlo,
Antonio Ferreira da Annunaaedo,
O vapor Pernambucana recebe as ma-
las para os portos do sul hoje as 6 horas
da tarde: as correspondencias serao
entregues as 5 horas.
O lllm. Sr. coronel director do arsenal do guer-
ja convida a qualquer pessoa que se proponha a for-
neceragoa diariamente para a fortaleza^do, Brom ,
a comparecer no mesmo arsenal no da 18 [Ihoje]
do correle mez, ao meio-dia, para tratar do
ajuste da mencionada agoa. JLu h
Directora do arsenal de guerra, 10 de mato d
188. O escr ptura rio ,Francisco Serfico de Attis
Carvalho. ,
__0 arsenal dettuerra compra azeite de carrapa-
to.dto de coco, lo de algodflo e pavios : quem di-
tos gneros quizer fornecr mandar sua proposta
com seus ltimos precos em carta fechada a direc-
tora do mesmo arsenal, at o dia 15 do corrento
mez.
Arsenal de guerra, 11 de maio-de 1848.
O escr ptura rio,
Francicd Serfico de Astiz Carvalho.
A administraeflo geral dos estahelecimentos de
caridade manda fazer publico, que, no dia 15 do cor-
rente, pelas 4 horas da tarde, na sala das suas ses-
socs, tcem de ir a praca as rendas do sobrado dejjm
andar n. 59 da ra Nova, com excedentes cotnmodos
para gnndo familia e qualquer estabelecimento.
Administraeflo geral dos estahelecimentos de ca-
ridade, 10 de maio de 1848.
* 0 oscripturano,
/-. A. Caval cante Couss ir O.
Oescrivflo da 1. seceflo do consulado provin-
cial faz publico, d'ordcm do lllm. Sr. administrador
do mesmo, que no dia 15 do corrente, ao meio-dia,
e na porta do'consulado, se ha de arrematar urna
sacca com 3 arrobas de caf do segunda qualidd,
produceflo da provincia, no valor de 6,000 rs., ap-
preliendida pelo fiel interino Manoel do Nascimento
da Silva Bastos, na escada da alfandega, a embar-
car sem o competente uespaco proViuCSi : b6muw
a arrcmalacao livre do despeza
Mesa do consulado provincial, 11 de maio de
1648.
Joto Ignacio do Hego.

Ocaixa da Companhiade Beberibe avisa aosSrs.
acconislas.em traso.quo no dia 15 docorrente tem de
apresentar as suas cenias, ea relacflo dos atrasados,
para sobre estes deliberar a administraeflo orno en-
tender : pelo que roga aos niosmos 6rs. queiram
quanto antes realiser a prestarflo que devem..-Re-
cife, 8 do maio de 1848. Ocaixa Manoel Goncal-
ves da Silva
Grande cosmorama
HIUDAN^S PE VISTAS.
Hoje estarflo expostas das 6 horas [da larde em
diante, no salflo do Collogio, as seguntes vistas:
1. Pernambuco olhado da igreja da Misericordia,
cm Olinda.
2.' A Serra-dos-OrgSos, no Rio-de-Janeiro.
3.* A cidade do aples pelo lado do caes Novo.
4.a A entrada de llavana com suas grandes Torta
lezas.
5 0 ataque da tropa contra o.povo no hotilevard
da Magdalena, cm Paria, na revolti.cflo de fevereiro.
6.a A entrada da duqueza de Orleans com os dous
pequeos principes, na cmara dos doputados.
7.* A magestosa cidade, de Lucerno na Suissa.
8.a 0 interior do tmulo dp impetador Maxi-
miliano, na cidade do Inspruck, na Allemanha.
9* A cidade de Conslantinopla pelo mar de mer-
mara. '
10. A ciilade de Lima, na America llcspanhola.
11. O Tnel, gigante de Casiwavay, na Irlanda.
12. A aurora boreal do polo rtico.
13. A cscala emTyrol.
14. A grande illuniinacSo.
Os bilhetes vendem-so a entrada a 500 rs. geral-
mente, sendo gratis para os meninos de 6 annos pa-
ra baixo.
Lista das carta*, vindas do norte, pelo vapor Pernath*
bucna, em 12 do crtente met.
Anna Joaquina Henriquea, Antonio Jos Lucio
Oliveira, Antonio Jos Mailureirai
Desideiio Antonio Mauricio.
Filippii de'Barros Vasconcellos, Francisco Borge
Buarque, Francisco GOtiQalves Fonts, Francisco j.
de Souza, Francisco llegio Leflo Carneiro, Felico
Jos Vaz Oliacira.
Herculano Pessoa de Andrade.
Juvencio. Antonio Santos, Joaquim Barrozo de Car-
valho, Joflo Antonio Pacheco, Joflo Cyprlano ftan-
gel, Joflo Mara da Costa, Jos Antonio Figuelredo.
Jos Antonio Pereira Hago, Jos Flix de Souza: Jo-
s Negreiros Almeida Sarinho.Jose Pacheco Medeiros.
Leopoldino de Souza Azewtdo.
Marques Lima, Manoel Itodnques Teixelra, Miguel
Rodrigues Teixeira Manoel Alexandre Gomes, Ma-
noel Jos Mandes, Manoel Niines Gardozu.
Salamoni Leve, Simplicio Hemeterio Machado.
THKATBO PUBLICO
A Freir Sanguinaria-
Fica transferida para domingo, 21, pr se nflo ter
podido vencer a obra de carpina e pitUor que pede
o drama.

Avisos naritinios.
Para O Ceari sai, em poneos dias, por ter a
maior parte da carga a bordo,a sumaca Carlota- para
o restante da carga e passeiros, trata-se com o meV
tre, Jos Goncalves Simas, ou com Luiz Jos de S
Araujo, na ra da Cruz, n. 26. *
Para a Baha sahe, al o dia 15 do corrente, o
hiato Tentador, por ter a maior parto da carga promp-
ta : para o restante e passageiros. trata-se com Silva
& Grillo, na ra da Moda, n. 11.
..-Para Genova sahe com toda a brovhlade o bri-
itijo ordd/)/na. ranilfln Dmlern : a ratar com os
consignatarios', N. O. Bieber & C, ra da Cruz, n. 4.
Para o Aracaty segu viagem cora milita bre-
vidade o hiate ioto-Olind, mostr Antonio Jos
Vianua : qneni no mesmo pretender carregar ou iv
do passagem, se entender com o mesmo mestro, no
Trapiche-NOvo,ou na ra da Giidcia-Vclh, n. 17,
2.a andar.
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem em pon-
eos das, o brigue Asiombro, do primeira marcha,
portproseu carregamonto quasi promplo epar
passageiros tem riqussimos commodos: a .tratar
com Joflo Jos Fernandes Magalhflcs, na ra da Ga-
deia do Recife, botica n. 61.
Avisos diversos.

MeuDeos! he verdade; he isso incrivel, mas en-
tretanto he asiiui, condessa. Vejamos: que conclue
d'aqul?
--- Que o duque est bem informado.
E mais nada?
E mais alguma cousa. '
Entao acabe.
Concilio taiiibeiii que, por frca ou por vontade,
be niister arrancar cl-rei das indias detes Choisctils, ou
ento estamos perdidos.
Oh!
(Jueira perdoar, replicn a condessa. Digo nos, mas
tranquillise-se, duque, islo nao se applica geno a mi-
nlia t'amilii.
E ao seus amigos, condessa ; peiiniltaine que a
este tituln tambem mecalba a minn parle. Por tanto....
Por tanto o duque he met amigo, nao he assim ?
Julgava queja Ih'u liavia dita, iiiinha senhora.
Isso nao he bastante.
Julgava que lh'o havia peovado.
Isso j he inellinr i e o duque ajudai-me-lia .'
Com todas asininhas frcas, condessa; mas..... "
, Mas, o que ?
O trabalho he diAicil; nao lh'o quero encobrlr.
Kniau esses i liuiseuls nao se podei desarraigar P
--- Pelo menos esto vlgorqsainentc plantados.
Julgaquesiin? .
- Julgo.
De soite que, nao obstante oquedi ouusso lioni
La Fontaine, nao ha contra semelhante carvalho vento
nein temporal que o derrube.
lie um grande genio semelhante minie tro.
lloin! alri temos agora o duque a fallan como os
eucvclopcdislas! ,
E nao sou eu uiruibro da academia ?
Ora o duque he tan pouco della!
He verdade, tem V. fcxeellencia raso; he o met
secretario que o lie por mira, mas nein por isso persisto
menos na iiiinha upiniao.
-- Que Mr. de Clioiseul he um grande genio,-'
Oh por certo.
Mas em que resplandece esie genio, vejamos ?
Nisto, niinha senhora, cinqiie taei novello's dobou
coro u negocio ilna parlamentos econi o dos I11gle7.es,
que el-rc nao pode mais pastar sem elle.
Os parlamentes ?! elle os excita contra S. Mages-
lade.
LOTRRIA
Do llospital Pedro II.
O thesotireiro tiesta lotera, assegura
ao respeitavel publico, que ser mpre-
terivclmente. o dia 27 do corrente "mei
para o andamento das respectivas rodas :
e assim pede quelles Srs. que apartaran!
bilhetes, que os hajsm de ir buscar,
quanto antes ; do contrario, passar a
vende-los.
Aluga-se um ptimo moleque de 15 annos : ni
ruado Rozado da Boa-Vista, n. 16.
- A pessoa que souber. ou tetina comprado, dez
lelhas de vidro e urna garrafa de folha de (landres,
contendo dentro 10libras de oleo de Imhaca, cojos
objectos foram comprados na casa do Mosquita & Hu-
ir e fram entregues a um preto, o qual tem
ossignaes seguntes, muco, com calca azul," camisa
branca e chapeo de couro : e como este desappare-
ceu, roga-se a tjuem frem ofTerecidos apprehen'tlam
levem ou raandem a roa dos|Martyrios n. 15, que le-
ra recompensado.
O major graduado Sebastian Lopes GuimarSes,
commandante da companhia de cavallaria de linha,
compra cavallos al o numero de 25 para a mesma
companhia-. quem os tiver proprios para osle sarvi-
50 e quizer vender, apresente-us ao dito major no
respectivo quartel B qualquer hora'do da.
Aluga-se a casa n. 13, na ra da Trempe ,
sullicientescommodos para urna familia: a
na ra dos Quarteis, n. 14, primeiro andar.
Sem duvida, e he nlsso que est o cngenho.
Os Inglcies? elle excita-os guerra.
Justamente ; apai perd-lo-hia.
Isso nao he genio, duque.
Entao o que ne, condessa P
He alta traictlo. '
Quando a alta traicao surte bom eneito, ceudessa,
ha genio, seguildo me parece, e mullo genio.
Mas, com tacs condicoes, duque, conhejo eu al-
guem que he to hbil como Mr. de Clioiseul.
Essa he boa!
A respeilo dos parlamentos, pelo menos.
He o principal.
Porque esse alguem he a causa da revolt dos par-
lamentos.
Vossa Etcellencia me faz seismal, condessa.
En duque nao o conhece?
A' fe que nao.
F. com ludo elle he da sua familia.
Poli leiei eu un houiein de genio na minha fami-
milia? Qucrer V. Eicellencia fallar do cardeal duque,
llll'll tio? -
Nao ; quero fallar do duque 'd'Aiguillon, seu so-
brinlio.
Ah! Mr. d'Aiguillon, be verdade; foi elle quem
deu impulso ao negocio da Chalotais. A' fe que he um
bello rapaz, "iin, situ, he verdade ;c o certo lie que el-
le melteu tima lauca em frica, Sabe que mais, condes-
sa? cij-ahi, um honign que una mulla de espirito de-
via chaniai ao seu parlfdo.
Acreditar 6 duque, disse a condessa, que eu nao
i iinlieco a seu sobrinbo ?
lieveras, minha senhora, enuo nao o conhece?
Nao; nunca o vi.
" Pobre rapaz! assim deve ser ; desde a merecida
elevacao de V Kxcellcncia, tem elle sempre vivido no
interior da Bretanba. E tome elle cuidado quando vir a
V. F.xcellencia, porque j ha uiuito nao esl acostuuia-
do a ver o sul.
Como pode elle viver no tneio de lodos esses capas-
negras? um houieni de espirito e linhajem como elle.
Ilevoluciona-os, j que nao pode fazer mais. V.
F.xcellencia bem sabe que cada um se eniretem como
pode, e d'ahl, na nretaiiba, nem por isso ha grande pa
zcres. Oh! eis-alii um hornera bem aclivo ; apage que
servidor el-rel teria nclle, se oqulsease. Nao havia de
ser cora elle que os pai laueotoi persisliriatu na sua in-
tralir
solencia. Ah aqutile he um verdadeiro Rlcbelieu,
condessa; poilanto, pcriiiitta-mc.....
O que?
Que eu lli'n aprsente assim que elle chegar.
hntab elle.devc vir brevemente aParis?
Oh! minha senhora, quem o pode saber? taires I
que ainda tenha que licar por um lustro na lireunhi. I
como diz o velhaco de Voltaire ; talvez que j esleja fi I
caininbo; talvez esteja daqui a duzentas legoaa; elal-l
vez que j esteja na lian eir. f
E o marechal estndou no rosto da linda condessa o ef-1
feitu das ultimas palavras que Ihe diriga. _
Mas, depois de ter pensado por um momento :
Vol temos ao ponto em que cstavamos, se tbe P'|
rece, condessa.
E onde cstavamos nos ?
No momento em que S. Mageslade se diverte uaW I
ein Trianon, na companhia de Mr. de Cholseul.
L para onde, diziamos nos, que era bom mandar i
esse Cl oiteul, duque ?
Isto he, para onde V. F.xcellencia ditia que era bom I
niaiida-lo, coudetsa.
!' como! rxclamou a favorita, pois eu lenho taaul
vontade quelle se v embora, que me arrisco a mor-1
rcr se elle se nao fr ; eV. Exccllcucla nao me ajudar
um pouco, meu charo duque.'
Oh oh disse Richelieu inipe tigando-se todo, eis-
ahi o que etn' poltica chamamos nos ama abertura.
Touie-o como quizer, chatiie-lhe o que Irte oonvier,
mas responda categricamente.
Oh minha seuhora, que adverbio lio comprido '
lao feio n'utna bocea to pequenina e lo bonita I
E isso he que he responder, duque?
Nao, precisamente, mas cbama-sc islo preparar a l
minha resposta.
E est preparada ?
Espere.....
Eulao hesita, duque ?.
Nao, minha senhora,
Pois eolao esloupiompla a ouvlr. -
Que diz V. Excellecia a respeilo dosapologos, con-
dessa ?
Que he urna cousa bem amiga. .
Ora essa! o sol tambem be antigo, e nos ainda oso
invenamos nada memor do.que elle para a gente ver.
V l d'apologo ; mas yaja que seja bem uansp-1
rente. Ji


__O abaito 'ssignsilo previne a tortas as pessoas
nU"e tiveram, transaccoes at o da 11 to crrante,
com o Sr. Joaquim Vioira de Barros, dentro on fora
,vsta piaca,"t,1JRm de aa nflo liquidar com o mesmo
Barros, e sim enlan.tof-se com -p abaixo assigna-
do por esiaa I he per enceren eterem sidb feita: do
se estatalecimenlo da ra do An.onnVn. 36. entre-
cue a administracto do mesmo Barros : ecnmo este
nao prestssse cuntas .iovidamente do que recebeu,
DUr aso previne a todos em goral; poiaque oililo
Barros fez, em seu nome, seai aulonsacflo, tu,lo ac-
tivo pertencente ao dito ostabelecimento do abano
assignado; e Miando este no desembolso do que lho
nertence, oppo-sea lodosos negocios feitos om no-
Jne do dito Barros, at qu legal aem as suas conlaa,
0 fique o abaixo aasignado entregue de ludo que
Hie nerteoce. Recite, 12 de maio de 1848.
Antonio Joquim Vidal.
Precisa-se le pretal que vendaui pflo pagn-
dole veodagem : na ra do Burgos, (Forte-do-'Mat-
to) padaria que foi do Allemuo.
.. Aluga-se m pretoqe saiba cozmnar e razer
torto o mais servic de urna casa : quem o tiver an-
nuncie, ou diri]a-se a ra da Aurora, n. 20.
Engoma-se roupa e ensaboa-ae com .perfeicflo :
tambem se lava de vsrrella ( para se eqgoramar;:
respoilsabilisa-se por qualquer falta : no Aterro-da-
Boa-Vista, n.29.
_|>ergunta-soao actual aferidor, JoBo Elano de
Barros, quando pretendo dar a resposta quo a II-
lustro cmara municipal dell" e|igiotliio jequari-
tnenlo foito por Manool Ferreira Fialho a respeilo
do imposto da afer'Mjflo, visto que o prazo do 14
dias he mais que sufucienlo para responder se he
queo?r. aferidor nSo ande excogitando sophismas
.ara sustentar a suainundada prolencflo.
1 Um dos inlereswdos.
- Quem Ihe faltar urna taboa de costado de ama-
nillo procure na estribara de Adolpho Bolicnar,
a fallar com Joaquim Valentim Coelho.
__Quem tiver e quizor aiugar urna casa as se-
eiiinlesruae: Nova, Queimado, C.ollegio, Cadea e
pracinha do l.ivramdnto. dirija-se a botica da ra
dRosarlo cstreita. n. 10, que sedira quem precisa.
_ no ..taima .in fenecido Joflo Lopes do Nas-
oimem^o .morador que foi no lugar denominado For-
iio-da-Cal, da cidade doOlinda queiram compare-
cer na ra do Uvrameuto, u. 8, a negocio de seus
^inleresses.
S. H. T.
Adireccnodothcatrod'Apollo participa a todos
os 8rs. socios, queo expoclacujodeste mez lera lu-
gar na noilede 13 do crranla, e que os brinetes
para o ingrosso serflo distribuidos pelo br U.esou-
reiro no saino do mesmo thcalrb, nosdwa 10 e II,
das 3 as 6 horas da tarde e no da 12, das 9 a 12 ho-
ras da manhBa ; e at ao dia 13 ao meio-dia, se ser-
virflo mandar os Srs. socios que q q?ercm as
suas proposlas para convidados com os bheles em
carta Techada ao primeiro secretario na ra da
Cruz n 9 e delle procurar o seu resultado no ul-
limo'dia das 3 as horas da tarde improrogavel-
iiieuLc.
Cualificado
n ouem der noticia de um cSo dogue pequeo de
cramafella.bcinho ecara p retos orelhas corta-
das a meio e mal cortadas ; tcm urna pequea falta
de cabellos em um lado, junto a na dianteira, e jun-
to aos nos dos pos signaos relejados ; acode pelo ne-
me de Joly ;*oppHe ter sido Curiado tal vez. ven-
dido a alguem, que, querendo restituir, o poder fa-
zer em a typographia Un i "lo na ra do mesmo no-
me aonde se gratificar generosamente.
Precisa-sede urna escrava para ama de urna ca-
sa de pouca familia : na ra Nova, n. 7, primeiro
andar.
Casa de commisso de es-
. cravos.
Na ra Direita, n. 3, sobrado de 3 andares, de-
fronie do becco de S.-Pedro, recel.e.n-seescravos de
ambos os sexos para so venderem de eomm. *i,
nao U levando por este lr.ba.ho mais, que 3 por ^au-
to semse levar cousa alguma de- comodonas, e
se Terecendo par. isto toda a seguran?, precisa pa-
"--PredsTso de slugar urna escrava para o servi-
c de urna casa de pouca familia, quo saiba com-
prarcosinhar e ensalmar, dando-se-lhe o aoateiito
o 10/ rs. meneaos: na Soledade indo pela Trempe,
lado esquerdo, casa n. *2. .
~ Precisa-se de um caixeiro que tenha bstanle
ortica do venda que nao se duvida dar bom orde-
nado : quem esllver oestes circunstancias annun-
cieaua morada.
0.-13. 3t
O primeiro secretario avisa aos Senhores socios
em geral para a sua reuniflo hoje, na casa ds suss
sessOes.
-- Precisa-so dejuma ama para casa de um homem
solteiro: no Corredor*do-Bispo, do lado dreito ,
primeiro portSo. Na mosma casa vende-se urna ven-
da com os fundos a vontade do comprador, sita em
bom lugar faz-se com a mosma todo o negocio.
Poivier,
marecnciro, no Aterro-da-
Boa-Vista, n. 6,
participa ao respeitauel publico desta cidade que
Ihe chegou um ofllcial de armador e estufador o
qualseencarrega de fazer cortinados para camas
francezas ou oulras, seja qual foro fetio, cor-
tinados do ultimo gosto para janellasi; sophas es-
tufados ; cadeiras de todas as quahdades.de Ds-
lanco, etc.; Jdivans ; colchOes de molas: tambem se
encarregade tapetar salas, de esteiras ou tapete;
colla papel: ludo com o maior asscio possive,
proiuptidfio, por progo rasoavel, ese responsahi-
lisa, nflo estando as obrts perfeitas, a fazer oulras ao
gosto dos Srs. compradores.
Jos de Almeida Barreto Bastos responde ao an-
nuncio iosorido no Diarto n. 107 sobre dingir-se a
ra larga do llozar'io, botiquim da Cova-da-Onca ,
n. 3* de.ticgocio de seu interesse, quede quem
forointeresseque o procure.
Qem snnunciou, no Diario n. 107, precisar um caixeiro que tenha bastante pratica.de venda e
pagar bom ordenado, dirija-se a ruado Apollo, n.
t, que se dir quem he.
Na ra da Cadeia do Recife, n. 2, deseja-se tal-
lar" com o Sr. Domingos de Souzs Alves ou Domin-
gos da Silva Maya, da fioguezia de S.-Mana-i.e-
Abraselhos, bispado do Porto termo da Maya ou
com os herdeiros do ditoSr. a negocio de seus m-
teresses O dito Sr. Domingos foi para o rio Salgado
em 1819 .. ..
Odbulor Jo3o Capislrano Bandelra de Mello,
sentindo nflo ler.podido pessoalmenlo despedir-se de
todos os seus amigos o rclacOes, o faz pelo presonte;
e, pedindo-lhes desculpa desta falla involuntaria,
Ibes offerece o seu diminuto prostimo na provincia
das Alsgas.
Aluga-se j casa terrea u. sita na ra o
Jasmim ,.ria Boa-Vista dom quintal e carimba : a
tratar na ra do Apollo, n. 22, segundo andar.
. Aluga-se a casa de 3 andares n. 5 da ra do Vi-
gario : a tralar na mesma ra, n. 7.
Aluga-se, ou vende-se urna canoa aberta, de
lote do 30 pipas d'agoa : a tratar na ra do Vigano,
n. 7, ou na ru do Amorim, n. 7.
D. Auna Procopia da Cruz Muniz embarca para
o Rio um seu esoravu, do nome Luiz, pardo, de 12
annos.
Jos Lopes da Silva retira-so para Portugal.
Antonio Francisco Cordeire vai para Maceio.
Quem uuizerapronder o modo to fahrico dos
phosphorosdedifTerenles qualidades.dirija-se a Boa-
Vista, ra do Camarflo, n. S.
Um estrangeiro propOe-sea dar liQfles particu-
lares de inglez e portuguez correctamente, tanto no
tallar como no traduzir : porm adverte que nflo
he Tundado sobre o Cal novomethodo. ja annunciado
por um outro concurrente. Quem de seu.prestimo
soquizerutilisar, dirlja-se a ra da Gloria, n. 86.
Precisa-se de um caixeiro portuguez do 12 a 16
annos, o qual d fiadora sua conducta : em Fora-
de-Porlas, largo do Pilar, n. 17.
-0 padre Freir pede ao Sr. Vignes, que queira
declarar, por esta folha.quaesforam os pianos que
oannunciantedesarmou.equenflo foi capaz de os
srmar.sb pena de ficar reputado por calumnia-
dore desacreditador do mrito alheio por inleres,
seproprlo.
--Precisa-so de urna ama para tratar de um ho-
mem solteiro : na ra estreita do Rozaio, fabrica de"
- Os Srs. credores da venda do abaixo '_|
do que he administrador Joaquim Vieiw de Barrog
qnera-n entregar suas contas at o '"
corrente, na ru. da Cade., do ".""""'
para serem legalisa-las : ao mesmo abaixo aja fcns
donflo responde por qualquer t"?"^".^?,^!
hoje e.n diaule. 'm seo nomo pelo d.to Barros.-iier
cifo, 11 demaiode 18*8. .
Antonio Joaquim Vidal. ,
Compras.
charutos.

- Aluga-se. por algum lempo um terreno com
125 palmos omqu.dro, fechado do lodos os qualro
lados, eso com duas portas do eiitrada-e saluda ,
nroprio para alguma companhia estrangoira bem
comoadoscavallinhos ,que ha pouco chegou a as-
ta cidade : a fallar na ra do Collegio, n, 15, segun-
do andar. .... .=;
- Miguel [deOliveira Cardozo participa ao rrspci-
tavel publico, que, por haver outro de igual nome
de hoje em diante se assignara Miguel Alcanso de
Oliveira Cardozo.
- A pessoa que tiver as amostras de fitas da loja
de Bidier Robert & Companhia, tenha a boudade de
as mandar entregar ;pois que alguma faltalbe teem
foito. .
IRMANDADE DF. S. RITA.
Ocomprimisso da irmandade da Gloriosa Santa
Rila de Gassia manda quo se proceda na prlmeira
dorainga de maio a leicso dos fuccionanos que
teem do dirigir a irmandade nos anuos futuros, e
para csse lim fram convidados lodos os irmflbs paJ
ra comparecer no domingo prximo passado; po-
rm nflo pode ter lug'ar essa eleiclo, por falU de
numero : por isso novamonle silo' convidados para
comparecerem no consistorio da irmandade, no dia
14 do crrente, polas 8 horas da manhfla [Espera-
se que nflo deixarflo de comparecer'ueste dia; cer-
tos de que, se nflo comparocer numero se procede-
r a eloicflocom aquellos irmaas que comparece-
rem neste dia.
mi UUI3.
-A. J. dos Ssntos raz sciente a todos os seus cr--
dores, que, por motivo de o negocio ter estado para-
usado nflo Ihe tem, sido possive saldar todas s
suas contas : por isso pedearis mesmos, vara que.no
fim do mez de agosto, saapresenlem n sua casa de
negocio, para serem pagos.
Precisa-se de um pequeo para caixeiro de ven-
da, preforindo-se dos chegados ltimamente : no
Aterro-rta-Boa-Vista, n. 66.
Antonio Pinto, Portuguez, retira-so para Tora
do imperio, e leva em sua'companhia o seu filho
menor, de nome l.ourengo Pinto Fernandos Tavares.
Roga-se a pessoa quo no dia 9 do corrente, por
occasiflo do enterro de Jos Jacintho dos Santos na
igreja doCarmo, trocou. no consistorio da irmanda-
de de S.-Jos, un chapeo por um novo, que luja
ila vir trazer o novo e levar o seu Velho, no mesmo
lugar onde os trocou ou na ra Direita n. 17.
-- Os credores do fallecido Antonio Dias Souto sSo
convidados pelo presento a comparecerem no es-
criptorio de James Crabtrce& Companhia para tra-
taremdaliquidacfloda casa do dit-. fallecido, s
unda-feira, 15 do corrento, ao meio-dia.
O abaixo assignado vendo que o annuncio do
Diario de honlem, n 105, pelo qual se afirma ao ros-
peitavel publico desla cidade, que est para clienar
um profossor de daguerroolypo e desenlio clorido,
poder induzir a erro e fazer com que as pessoas
que ainda nflo tenham tirado seus retratos, odei-
jsem de fazer; apressa-se declarar ao mesmores-
peitavcl publico, que Unto o#m penhorado com
sua -benigna benevolencia e acccitagflo, que o refe-
rido annuncio he unicamento filho da Inuuisadode
alguem para com o abaixo assignado, como so de-
prchende por sua anticipado: portanto, espera o
mesmo abaixo assignado, que as pessoas quo quize-
rm possuir seus retratos, approvcitem os poucos
dias, quo se tcm do demorar nesta cidade, como por
vezes tem annunciado..
Carlos D. Fredricke.
Professor do daguerreotypo.
Em resposta, ao annuncio deste Diario n. 103,
leito pelo Sr. Manool da Silva Santos, ha nicamen-
te a dizer-lhe, que por mais de urna vez o defunto
Manoel Jos Machado Malheiro] quiz arranjar essas
contas: disto o publico he sabedor, e ate para as
concluir seempenhou elle com os Srs. Thomaz de
Aquino Fonseca, Joflo Pinto de l.emos, e Hibcrtt,
maso Ilustre Sr. Santos nunca quiz, duendo que
lofto"} mas isto era esperando elle que Machado rm-
Iccesse, talvez para as considerar liquidadas, ale
quo falleceu o Sr. Machado, e continua o Sr. Sanios
com a sua. caa linda, passeando : apparece agora
umbalaricoemque diz tem 18:021,603 rs. em divi-
das, e o mais he, que, sendo o Sr. Sanioso liquida-
tano daquella extincta firma, nflo tenha desde 18*1
at esta data recobidoao menos a metade: logo ve-
remos quando sabir arlacflo da dilasa luz, quaes
so queiiam ter pago : elle, Sr. Saqtos, diz que ha ao
testamenteiro a nica pessoa a quem devo prestar
altancflo a respeilo desles negocios; roas cabe aqu
lembarao Ilustre Sr. Santos que o teslameiite.ro
mu.to breve desistir delles e lerdo de ir parar a
inflo de alguem que melhor Ihe saiba pedir essas
contas. *
- Quem precisar de urna ama para lavar o engom-
mar o diario de urna casa dirija-se a ra do Kan-
sel n,34. ,
, precisa-se de.um caixeiro para tomar contado
nni. urna venda auo tendo, as [qoalid.des necessar.as ,
a irmandade,_nodia ^^^'^^g.r bom ordenado: en. Olinda .
nos Quatro-Cantos venda da esquina com portas
para a ra do Coxo. .
- Precisa-selugar urna preta: na ra larga do
Rozario, n. 26, segundo andar.
gMSSSSkBSl
Compra-se urna escrava perfeita ensomm.dei-
ra e cozinheira : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 4, se-
gundo andar. _.._ ,
- Compram-se os seguintes Uvros, e PIR1":*8,
bem:Ascm plantas pernambucanss, PorArru'"i:
Memoria sobre o encanamento das agoas POJ}s
para o lleeire, pelo engenheiro Wauthier; Bolant.
ca, por Serpa: no Alerro-da-loa-Vists, n. se-
aundo andar. __ ...
- Comprase em s-gunda mo um bom dia-
mante montado para cortar vidro de espelho, urna
pedra marmore lina da Italia sendo de qualro pea
de comiirimento e tres ditos de largura : na ra lar-
ga do Rozario, sobrado n. 8. ___
Compram-se oscravos de 6 a 16 annos, com
habilidades ou sem ellas : que.m tiver annuncio.
-C.ompra-aebmglobogeographico embora se-
ja usado com Unto quo anda sirva para ensinar-so
por elle ; na rus do Queimsdo, n. 17. lerce.ro andar.
-*Compram-se dousencerados de lona, que se-
jam grandes : a fallar com Joaquim da Silva. I/Jpes,
ou aununcic. 'i____ ,
- Compram-se 12 dpz.asde potes de graxa Ti-
rios e pequeos: na fu da Cadea do Recife, loja
"'- Compra-se um oratorio pequeo, que osteja em
bom estado e soja obra moderna : quem tiver an-
"-Compra-se umttipoia usada, com rede, oaiw
ella; tres queraos para fazer viagom : na ra do
IU--8Compra-se umcommoda de Jacaranda sendo
moderna, ecom pouco uso: na esquina do wv.--
ment, loja de 6 portas.
Vendas.
___Vende-se um mulatinho do 5 annos, minio
sadioerobusto: tambem se troca por urna negn-
nba de9 a 10annos pouco mais ou menos: na ra
do Aragflo, n. 38. ,
Vcndem-se algodOes trangados, de qual.tlade
superior, da fabrica deTodos-os-Santos na Bahisi :
acham-se a venda em casa de N. O Biebcr & C, ra
da Cruz, n. 4. ._
Vende-se por procisflo e prego com modo um
cscravo do todo o servigo e que ganha diariamen-
te 480 rs.: na ra do Queimado, n. 17, terceiro
andar.
Vende se um terreno com trezen-
los palmos de frente e seiscentos de fun-
do, no lugar da Torre, a ls'8oora opal-
ino: a tratar na travessa da Concordia,
sobrado n 5.
MEZ MARIANO,
mil rs. : na praca da Independencia.
Coino'uincryaUl."
E'^liacellencU cala diiposU a ouvir-mc, minha
bella senhora ?
Z R Vma5o0,,:udp0^b.....V. Excellencl. .abe que
"^SS c^^ador. duque.
Yoisa Eicellencia nio diz o que penaa. condes.a
nunca V. E.cellencla cacutou com mala allenao do que
agora o culi fazrndo. '
PnU pa aasi.n n tmbo rasao.
Z Supponba po"s V. Excellrncl. qu*e e?l passeando
uc ,SUffij.rX.' de Lucienne, e que v el
.naanirica, urna deasas a.newa da ra.nha Claudia, de
nue'v.EsceHencla go.la taato.porque ue ..cores vea>
mell.as e purpurinas que e a.seinelbam a. suas.
= KSSru. u,n.de,.. a^Uaa
n. poma d'um ramo, e no cume da aivore que Taz a
senhora condessa ? '
Essa he ba .ecudo a arvorc. -
He verdaderas loutllmenie. parque a mwto
ero.., que e nao pode dc.a.ralgar, como V. txcellen-
danlJ.q.l.naaBor;; e conhece MM^
metbM aein a abalar arranha a. suas d*11"^' 'n"5'''
ubas na casca. F.ntao V. Excellencl. du. volundo a ca-
b*c. com e,.e ador.vel modo, que s he I* ^
ExLelreucla e das ftorr. : meu Dos mea Dos quanla
voniade tlnha eu de ver esla amelxa no chao! h d h.
Y. Excellencia .e enfada.
He multo natural, duque.
K3o .erei eu quem Ule diga o contrario.
Contine, met charo duque, o eu aplogo me in-
tereses obremodo.
De repente, voltando-.e a.si.n ( e Richelleu ucn
urna' volu; v V. Excellencia o seu amigo, duque de Ri-
chelleu, que por ahi pasara tambem pensando....
Em que?
Que bella pergunta, n. renta de! em V. Excel-
lencia;e a senhora condes.a Ihe dit com essa sua
ador.vel voz harmonio:
Oh I duque duque .'
Mullo bem!
O senhoi'be bomcm c boinem forte j i toinou Ha-
bn : sacuda-ine um pouco este d'.abe flesta aiucixi-
eira, para me dar aquella endlabr.d. amelxa ; tab he
awim, condessa, Ueim ?
Absolutamente, duque ; eu eitava duendo lao
mesmo baixinho, cmquanto o duque o la duendo alto,
Mas, que responda o seuhor .'
Responda.....
RcM>ooda. ... ( que pres.a coin que est! [Com to-
do o costo ; mas olhe, repare como esta arvore he lorie ;
.iua.uo estes garlos sao rugosos -tambem teuho pc-
.! das minha* mos, que me nao hiera... mal ncnhtim,
ainda que ellas tenham clucoeula anuos de mais que as
de V. Excellencia. .
r^ Ah! exclainou de repente a coodessa, bem, bem,
co.uprcheudo. v ..,,
Enlo continu o aplogo: que me dira V. fcxcel-
leucia ?
iria..... ,
Com su. vox harmnica I
Seinpre.
Me'umarechaUiBho, delxe-se de olharde um modo
ndflerente par. aquella amelxa que al.nal de conias
o senhor olha para ella conU"' lodo porque na |f l>a"
ra si : deseie-a rommigo, meu charo marechal cuD.cc a
co.nmlgo; esesacudira.rvorc.com a forja que con-
ve.u, e se a.oeixa cabir, cutio I,...
Enio ?
Enlo, coiue-la-heii.oa ambos.
Hrav exclamou o duque -batendo palmas.
He Isto ? .
A'fe, condessa, que nao ha n.nguem como V. M-
cellencla para acabar um aplogo. Por e.tea ineus cor-
nos como di/.ia meu defunto p.l, que nunca vi cous.
com mal intclligeucia rem.uda. '..,._
Enlo seinprc v.i sacudir a arvorc, nao he assiin,
duque ? ,.,
Com an.ba. as iiiro. e com o coroo todo.
E a ameix. era na re.lid.de das da rainha Claudia ?
fVao o posto alarmar com certesa.
_ Knto o uue seria ?
Quer-me parecer que era ante, urna pasta que es-
lava no cume dessa arvore.
1 venta a pasta, e rep.cja.no4a do mesmo modo
Oh! nao se for past Acare, en s coin ella, wao
mbara^ada na escoltia, sen, saber que detlmo **i Un-1
in nhirctos.
Basu, marechal. e.l concluido o protocollo ?
_ Eu tomarei o lugar de Mr. de Uioiseul.
- E'ef-re'naoquer ludo quanto V. Excellencia quer ?
_ Bem sabe que nao, porque nao quer despedir o seu
qU"oh! eucspro que el-rel se dignar lembrar-se do
seu .migo companheiro.
I V* 'i l' 1 it 1S
- Sim. d'artnas ; os mais rude. perigos ..em sempre
sao os da guerra, condessa. ,
_ E nao me pede nada para o duque d Aguillon
A' f que nao : ~ peca-o elle, que he bem esperto.
vende-se a
ns. 6 o 8.
Loja de
na
tos objecto*.
E ismbem, com 'Jo dqque ha de estar ao p delle....
Agora a minha vez.
A sua vez de que ?
A minha vea de pedir.
He Justo.
. Que me dar o senhor duque ? .
O que V. Excellencia quiter.
Quero ludo.
He rasoavel.
Boa'pe'Snta Mas licar V. Esoelleooi. ao meuo.
salisfeila, c nao me pedir mais do que isso
_ Iso. e mais alguma coua por cima.
Oiga. .
Conhece Mr. deTaverney I
__He meu amigo ha quarenla anuos.
__Sabe que tem um Albo ?
__E m.ls unta lilln.
Justami-ute.
_ Bd'.hi?
He s isto.
Z s'u'.'essa alguma couta que me rest. pedir, eu
Ih'a pdire em tempo c lug.r.
_ Opllm.mente.
_- Estamos de accordo, duques
__ Estamos, condessa.
Ett ass gnado ?
Melhor do que Uso, e.ta juraao.
Deile-me agora por ierra a arvore.
Tenho lucios para o fazer. '
~ Quaes sao ? t
_ Meu sobrlnho-
Que mais ?
a gal lides $* I raan,
ra do Queiolado,
u. 46.
Nesla loja vendem-se cortes do cassas de cores, a
3 000 rs.: ditos de cambraia branca lisa, a 3,200 e
4000 rs : lencos de selim de cOres, psra grvala, a
3 200 rs.: meios ditos, a 1,600 rs ; cambraias atar-
las, a 4,200 c 4,500 rs. o corte; ditas brancas atar-
las, a 4,600 rs.; muito superior panno para loall.ss
do mesa, de 4 palmos e meio do largura, a 840 rs. a
vara ; lencos brancos de cambraia com beira aberta,
a 300 rs.: chita de coberta, a 200 rs. o covado ; dita
una vestido, de cor lixa, a 160 rs.; longos bordados,
a 320 rs.; cortes de vestido de lflaiinlia, a 3.200 rs ;
camisas de meia. muito superiores,a 1,400rs.; chales
de seda, a 10,000 rs.; mantas do dita, a 8,500 rs;
chales do Ida e seda, a 4,500 rs.; set.m prolo. a 2,200
rs ; bicos de varias qualidodes; e alm disto, um.
completo sortimento de fazendas, propnas para esta
praca o provincia. ____________.
0. jesuitas.
Hemp'anoiinho muito agradavel que eu tlnha
formado, pelo sim pelo nao.
Pde-sc saber qual he t
Al! coudessa.
Slin, he verdade ; tem raso. ,
.- Vossa F.rcellencia bem sabe, que osegredo.....
He a alma do do bom xito, deixe-me acatar o .eu
neo.ainento. .
Vossa Excellencia he adoravel 1
Mas, eu tamben quero sacudir arvore da minha
Pa~CMuito bem, sacada, sacuda, condessa; Isso nao po-
de fazer mal.
Tambem tenho o meu meio.
E V. Excellencia julga-o bom l
Estou paga para isso.
Qual be '
Oh! o duque o vera ; ou ante......
Que?
..- Nao; nao ha de ver.
a estas nal.vras, pronunciadas com urna finura que
,, .ueH.i?mi.-.vel bocea poda ostentar aJouc.. con-
d"aM como se voltra a si, abalxou rpidamente at.on-
dw de .ic da saia. a qual no accesso diplomtico ti-
oh. opeado ummovimento de lluxo equivalente ao do
"o'duaue. que era um pouco martimo, e que, por cou-
seaVeocU esUfa samlfiarlsado com os capnehos do
K ri HasMalnadas. beijou as ...ios da condes.a.
r.dlvmh^(pS. qne.dvinhav. tambem), que .sua
a^'ouaVdoToVe^oaduque a derribar? perguntou
* Am'auh.. E V. Excellencia. quando comecar a sa-
CUOuv'o-se um grande rodar de carruagem no pateo, o
quasi iininediatamente grito, de : Viva el-rel.
--Eu, dlsse a condes, olhando pelajanella, eu vo
come car j e j.
Bravo '
Desea pela escada pequea, duque, e e.pere-me no
pateo. Dentro de urna hora ter a minha resposu.
I
t r
;..:.
Cotfitttter-fv-ta.)


^L
.m


H

-Vende-se urna venda con poucos fondos, em
Eni "" P?ra ne*ocio' no hrgode S -Jos aon-
lnh"onl" qual tem inulto poucos commo-
aos para familia :o motivo por que se vende, he
mrard0eTU.dT0^retrar-s,,',8ra frs : tr,tr
naruades.-Jns, n.2, a qualquer hora do da.
A~i-ien,,<"n"SP 'cas con feijao mulatinho o bran-
co ; ditas cnm farinh fina ; ditas de arroz pilado; di-
tas com nnlho: na ra da Cadeia do Recife, n. 8.
Cheguem, freguczes, a loja de
ManoelJoaquimrascnI Ra-
mos no Passeio Publico,
n. 19,
a<* cartas de camlraia de todas as quaJidades a
1,920 2,000, 2,400, 00 e 3,000 rs. ; ditpTde l'.r!
latan, branca, a 2,4 rs. can, 9 varas &ambraia
de quadrpa, com S varas, 2,400 rs,; lengua de seda
para mito, a i.WOn.-, ditos para grvala, a 400-
ditos de caaaa, a 990 rs ; chitas para coberta a 200
rs. o covado; pello do diabo, e castreo a 900 no
covado; chitas, a 120,140, 160 o 200
francezea, a 200 rs. o covado
M*
or fazenda denominada gamhreffo, pelo barato
prego de 1,800 rs. o corte : esta fazenda tanto em
Rosto como em qualidade, rivalisa com as melho-
res casimiras : na ra do Collegio, nova loja da es-
trella, n 1.
... Vendem-se ancoretas de
diversos tamaitos, Com vinho da
Madeira, (ato e branco, de supe*
rior qualidade: no escriptorio de
Oliveira Irmos & C, na ru da
Cruz, n. 9.
FARINHA l)E MII.II.
^ Vende-so, as libras superior farinha de milho,
BXcellente para pao, cangicas, bolos, etc., por
preco commpdo : em Fra-de-PorUs, ra dos Cua-
rarapes, n. 28. Tamben, se vende, na mesma casa
milho moldo, proprio para passaros.
rs. ; riscados
de algodfio,
2,000 rs. ; ditas de madapolSo, Te todas S, i?
dados a 3.0QP, 3,500 4,000. 4,500, 5,000 o 5,200 rs. ;
Sff n '' ? 5'5 6,5 "' crtes lo a
00 rs ; ditos do cas.mira, a 6/ rs.; <$ outras mu.tas
fazendaepor prego mdico.
- Vende-se, 011 arrenda-so um'grande sitio n* ra
imperial,com duas moradas de casas;, lUMMiara
grande familia na frente da ra e oulra mi pe-
quea entro do mesmosiiio com bonsparreiries
c minias fruteira de boas qualidades todas novas
o ja dando fruto, comum grande viveirono lundo :
na ra lureita, n. 135, loja de cera onde so rara
qualquer dos negocios, por seu dono lerde retirar-
se por molestia. *
. CABELLOS PRETOS.
(.ontiima-se a vender agoa .ale Ungir cabellos e
amana : na roa do Q mimado, n. 31. O melho.lo do
upplicaracompanha os vidros.
Milho.
Vendo-a milho, a 2,000 rs a sacca : no caes da
AHuudega, armazem de Antonio Annes.
FAIIKU) NOVO, |
a 4/jlmO rs.
' s"*6ndes de 3arrobas com fardos.- no arma-
zem de J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Sarja mais baratar* nao he
possivel.
--Vende-se superior aarja preta hespanhola, pe-
lo barato preo de 2,000 rs. o covado : a ana quali-
dade h aufflciente para chamar os .compradores:
na ra do Collegib, loja nova da estrella, n. ir
icos tapetes *
para prnar salas, mesaa, condieiros, lanternas, cas-
ligaesorampalnhas, redondos, quadrados o trian-
gulare!!, boradose de, Oleado, com lindas franjas
de 13a de todas as cores ; luvas dotorgal, proprias
para a Quaresmajap ullitno gosto de Pars, prctas e
hrancas.com dedos e sem elles, a 1,600 is. o par;
alpaca de lirino, 640 e 800 rs o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazem do fazendas.de
Kaymundo Curios Leite.
ifrTif trancados de siras e
quadros.
Vendem-se superiores crtes de brim trancado de
listras e quadros, para caigas, de lindos goatos
de'oa qualidado pelo prego do 2,000 ra. o corte
na .ua do Collegio, loja nova da estrella n. 1.
Chegaram as verdadei*
ras piflas vcgelaes do fr.
Brndrcth, viudas no liriguc
I*titwim, da Philadclphia, as
quaes se vcndcni na botica
de Barlholonicu Francisco de
Kouza, na ra larga do Roza-
rio, 11. 56.
-- Vende-so urna bonita prela crioula ,
iiha bem o diario de urna casa, coso, engomma liso,
etiMboa mu bem e faz lodo omaisservico tanto de
casa como de ra na ra do Hospicio, 11. 4,
Sarja hespanhola.
No novo armazem de fazendas, de Ravmundo Car-
los Lelo, na ra do QueTmado, n. 27, "ha cheaado
nm ptimo sorlimenlo da verdadeira sarja hesna-
a,ao,200rs- C0V8(l0 tani,,em lo 2,200
2,o00, 2,800 e 3,000 rs.; panno lino, prova de li-
mflo, a 3 800, 5,000, 7,000,8,000, 9,000 e 10,000 rs
chapeos francezes linos, do ultimo gosto do Paris '
VIJ' maior colrormo a nova moda, a 7.000
8,000 rs. IScsle armazem tamben, se venden, fazen-
das or atacado o mais barato possuel.
Casimira elstica, a 7!Ml rs.
covado.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio 11. 5, vende-sc casimira clstica de lila e algo-
do de lindos padres e muito oncorpada pelo
barato prego de 720 rs. o covado, e que so; torna
recommendavel para a estago presento.
Vende-se urna preta de 30 a 40 annos com al-
gumas habilidades: na ra Direila 11. 93, segundo
andar na esquina do becco do Serigado.
Rio Formoso.
Vende-se urna obrigagSo do Antonio de Paula Ma-
dureira, morador no Rio-Formoso: nn ra da Ca-
deia do Recife, n. 8.
annos, com algumas habilidades, qu tifio tem
vicios nem achaques: n rua do Caldeireiro u.68.
Vendem-st 30 loneis arqueados d ferro, pro-
prios para agoada de navios : a fallir com" Jofio Jos
Fernandes Magalh.1es, na ra da Cadeia, botica
n. 61.
.Vende-se urna cscrava de bonita figura, que
engomma muito bem, cose e cozinha com urna
cria de 9 a (0 mezes de nome l'mbelina : na ra
Direita, n. 137.
VerWe-se um cavallo alazAo, novo, gordo e bo-
nito com muito bons andares: na ra do Qnei-
mado, n 51.
Vendem-se dous ornamentos novos, de damas-
co portuguez sendo um branco e encarnado e o
outro roso e verde : no Atrro-da-Boa-Vista, loja de
ourives, n. 23.
-- Vendem-se lencos finos encarnados, para ta-
baco a 8,200 rs. a d07.i1; chapeos de sol, de seda ,
a 4,800 rs.; maecdonia mesclada, a 320 rs. o cova-
do brim pardo de linho, muito fino, a 320 rs. a-y1
ra; fustSo pintado, a 300 rs. o covado; e ontrad
mutas fazendas por com modo* prego: na ra do
Queimado, loja n. 8.
VENDEM-SE
estojoscom duas navalhas in-
glezas, para barba,
fabricadas pelo melhor autor, chegadas prxima-
mente de Inglaterra a 2,000 rs. cada estojo. Estas
navalhas sito garantidas, porque, nfl s se.trocam
as que porvontura niJosaiam boas, como tamben, se
reslitueo seu importe, quando o comprador por
acaso se nlo agrade de nnhuma deltas depois de
as experimentar, istoestando son, ferrugem e bem
tratadas : tambein existe anda para vender urna
pequea porgilo das da China : na ra larga do Ro-
zara, loja de miudezas do Lody, n. 35..
pasH
o melhor possivel, cose lava de varrella
taya criando,inda tem milito bom leite,eporisso
Vende-so nina lioaila cscrava reco-
mida, de nagilo, de idude do 20 annos,
de primeira barriga, com um cria de
dous mezes, com mujlo e bom leite :
na ra daa tarnganas, n. 14, 2.'an-
dar. <* *
Bolachinha d ara ruta,
ltimamente chegada do Rio-de-Janeiro, na barca
Commtrfio,em!'. de6libras,pelo diminuto pro-
co de 2,000 rs. cada lata : no caes da Alfandega ar-
mazem n. I.
Vende-se urna escrava boa engommadoira e
que cozinha odiario de urna casa : he de boa figu-
ra o sadia.: jia casa pegada a cadeia, n. 21, segundo
amlar.
-- Vcnde-seuma linda mulatinh do 13 annos, que
cose, faz renda e cozinha o diario de urna casa : na
ruadeS.-Jos, n. 31.
Vende-se um bom quarto: na ra. do Livra-
mento, loja n 6.
Vende-se urna parda anda moga, boa lava-
deira, sem vicios ncm achaques, e que irozinha o
diario de urna casa e coso: na ra da Cruz, venda
n. 32, se dir quem vende.
Cheguem ao muito barateiro.
No Passeio-Publico, lojas ns. 9 e II, de Firmiano
Jos Rodrigues Ferreira ha um completo Sorlimen-
to de crtes de camhraias brancas e de todas as co-
res pelo barato prego de 2,400 rs. o corto e sendo
em porgilo se da rilo a 2,000 rs.
Lotera do Rio de -Janeiro
Vendom-sobilhetes, a 22,000rs. e mcios ditos, a
H.OOOrs., da 47." loteriaa benoflcio da S. Casada
'Misericordia: na ra da Cadeia, loja de cambio,
I n. 38, do .Manuel Gomes.
Vende-se, na loja da ra do Crespo n. 11, Di-
reito civil, por P. Jos de Mello; Livro segundo do
direito das pessoas, 1 v.; Philosophia por Charma,
1 v.; diccionario italiano; grammatica dita; dita
pardo oe ib a ao annos, propri
para pagom nflo tem vicios, porque nSo bebe e
nem fuma': na la da Cadeia do Recita, n. 11.
Vende-se para ora da provincia
u para algirn engenho, ama parda de
10 annos com urna cria de 6 mezes
muito linda :' a parda cose, cozinha, e
faz muito bem ftida : na ra das La-
rangeiras, n il, segundo andar.
Vnd-se urna pfeta moga boa cozinheira. en-
gommadelra, e que faz todo o maisservlgo de unti
csa': na ra do Vigario, n. 7.
SALSA-PARRLHA DE SAfDS.
Este eteellente remedio cura todas as enferme-
dades, a* quaes silo originadas pela impureza do
sangue, ou do systema ; a saber :
Escrfulas, traumatismo erupcOes cutneas
brebuthas na cara, hemorrhoides, doengas chroni-
cas, brebulhas, bertoeija, tinha, inchagCes, dores
nos ossos e jnntas, ulcar, doengas venreas, citica
enfermedades que atacan, pelo grande oso do mer-
curio, hidropesa expostos a urna vida extrava-
gante Assin, como chronicas desordena da oons-
tituigSo serflo curadas por esta tSo til appro-
vada medicina.
O extracto seguinte he de urna carta recebida do
Sr. Mace, poissua mulher foi atacada de escrfu-
las no nariz, das quaes os melhores doutoros en,
Franga a nfio poderflo tratar.
(Rennes, departamento de lile e Vilain.
I Franga, julho 17 de 1844.
VEi\DE-8E
Chd milito siwerior
fabricado no Rin-de-Janeiro,
Denominado Brasileiro,
o melhor que tem apparecido nesto mer-
cado, pela sua qualidade sor mais supe-
rior do que a do mesmo cha byasbn de
una libra para cima ; por prego cm-
modo : no fim da ra da Aurora n. 4, a -
fallar com Jos de Almeida Brrelo Bas- W*<|
los, das 6 as horas da manhSa, e de 1
as 2 da larde. No mesmo lugar lafnhcm
se vende cha familia, da mesma provin-
cia com as iriesmas condigOes.
- Vendem-se eces da ex-
mela companhiade Pernaihbuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira irmos & C, ra da G uz,
n.. 9.
mu to b
Vendem-se chapeos de superior
castor, brancose pretos, por preco
barato : na ra do Crespo, n. ta,
IoJK.de Jos Joaqjuim da Silva Maya.
A ,ttoo rs teovad.
Vendo-se merino preto de 7 palmos de largura
pelo burato prego de 1,600 rs. covado : na loja da
esquina que volta para a ra do Collegio n. 5, de
CuMnardsACwnpai.hM.
- Vendem-se escravos, sendo : 3 pardos e t par-
SSV *i!2T V%^ e 3 PKt v"",os ,lD * p do Corpo-Santo, loja de eabos, n. 25.
N ovos gambreos.
Veodcm-se cortes de caigas da excellente e aup-
Vendem-se presuntos, baldes e tinas proprias
para lavar roupa ; vaSsoura para varrer salas e t-
peles : tudo ltimamente chegado dos Estados-Uni-
dos : na ra da Cruz, n. 7, armazem do Davis & C.
Novo panno para lences. .
Vende-se superior panno para lenges, com 2 *
varas de largura, pelo barato pjego de 3,000 rs. a
vara : esta fazenda lie melhor do que a bretanha de
Irla ma, da mesma largura.quo ltimamente se ven-
deu nesta mesma loja por ser de puro linho : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, n. I.
A 1,000 rs. o par.
Na loja de Cuimares 5c Companhia confronte ao
arco de S.-Antono n. 5, vendem-se meias de seda
preta curtas pelo barato prego de 1,000 rs. o par. '
Vendem-so postillas da a na I yse do constitu igffo
para o segundo nnno da academia de Olinda ; ditas
do direito publico para o primeiro anno : na ra da
Madre-de-Deos, loja n. 36.
. SSSF
S S F|"
Vende-se superior farinha do trigo de Trieste ,
chegada no ultimo navio: no Canad AlfahNlcfea ou
na ra do Vigario n. 9", a fallar cm J lavares
Cordeiro.
- Vende-se um palanquira bahianno, um guar-
da-roupa para senhora, muito bem construido ,
feitode vinhatico e onvornizado: ambas as pegas
con, muito pouco uso : no Aterro-da-Boa-Vista, n
86, segundo andar.
Vemle-se o melhor sitio que ba en, Boberibe,
junto a igreja sendo todo murado, com ptimo
banheiro casa para pretos, estribara para 4 caval-
los, com bastantes arvredos cujos frutos renden,
animalmente IjO.OOO rs. pouco maisou menos: ven-
de-se cn'consequencia do sen proprielario, o Sr. Car-
los do Cante estar para retirar-se desta provincia. A
casa acha-so bem mobilhada tanto de trates como
do louga c vidros, que sera tudo vendido a quom
comprar o sitio : a tratar con, Manoel JoSqaimCon-
C-ilvcs e Silva na ra da Cruz, 11. 43.
- Vende-se arroz pilado superior, m saceos : na
travessa doQueimaiJo, venda n. 3
Vende-se un, escravp do nagao muito mogo o
sem vicios proprio para engenbo: na ra da Ca-
deia do Recita,*n. 80.
- Vende-se a urmag.lo da vendada ra da Cruz ,
1,. 66 ; urna bftlanga grande ; dtla bragos' pequeos
do autor l'.omSo ; temos do medidas; e outros uten-
silios : na ra daSenzalla-Nova, rt. 4
- Veude-se urna escrava de nagSo Cosa de 20
francoza de Monteverde ; dita portugueza ; Historia
da America 2 v. ; Virgilio, 3 v.: Horacio ; Corno-
lio; Fbulas; Selecta; OragOes de Cicero em por-
tuguez 3 v.; Historia natural da religilo 5 v.; e
outros muitos livrs do aulas, por prego muito ba-
rato.
Vendem-se 10 escravos, sendo pretaa com ha-
bilidades; 2 pretos, sendo irm dellesdo nagfio Cos-
ta ; um bonito moleque de 16 annos; duas pardas
com liabijidades ; urna mulatinlia de 6 annos : todos
sem dele i los non, achaques : no pateo da S.-Cruz ,
tu 14, so dir quem vende.
Vende-sc um relogio com corrente do ouro : na
ra de S.-Bom-Jesus dls-Cnoulas, n. 19, por cima
da venda.
Vende-se cimento de muito boa qualidade, a
9,000 rs. a barrica : 110 armazem do Braguez ao p
do arco da ConcejgHo.
Vende-se urna boa escrava cozinheira eengom-
madeira : na travessa do Dique, n. 9, primeiro
andar. Na mesma cusa alugam-seduas escravas pa-
ra todo o servigo.
Vendo-se, na ra do Crespo, n. II, libggur,
diccionario geographico, 1 v. ; Direito das. gpules ,
ou principios da lei natural, 2 v. ; Elementos de al-
gebra por l.acroix ; tratado das oporaces do ban-
co, 1 v.; o Arcipcstre, novella ; a Noiva de Madrid;
Frei Angelo.
-- Vend-so um terno completa de medidas de
pao para seceos, novas; un flndros para azito
de carrapalo 011 niel com as competentes medi-
das ; 3 enxadas, 4 agoadoras ; 2 forquilhas ; 1 sis-
cador; e mais utenailios para sitio por prego mui-
to commodo : na ra Formosa, n. 2
St$. Smdt. A salsa-parrilha mandada por Vm.
fot recebida com a maior satisfagflo possivel, minha
mulher a tomn, eem pouco lempo se ac.liou me
Ihor; pelos grandes beneficios quo receben desta
medicina, a considera como urna das melhores me-
dicinas do mundo para taes doengas, pois dou'
lores de alta sabedoria nunca a poderam tratar. Mi-
nha mulher a contina a tomar, at se adiar in-
teiramente boa. Por favor nos queira obsequiar com
(gumas garrafas o mais depressa possivel. Srs.,
nos'teremos o gosto de fazer conhecer a sua medi-
cina entre os nossos amigos, assim como entre o
povo : sem (luvida ser usada aqui, bem como em
todo o mundo como eflicaz medicina para alliviar
e tratar o corpo humano. Tcnho a honra de ser o
mais ltenlo Venerador.
/. Mace.
N. 1, ru LouisPhilippe.
}Legag3o dos Estados-Unidos,
t Berln, Prussia, abril 8 de 1846.
Sr$. A. B. & D. Soni. Srs., tendo-se a sua sal-
sa-parrilha usado nesta cidade, com grande efTeito,
em casos mui severos de escrfulas me pedem tres
duzias de garrafaa^la sua medicina iis quaes as es-
per sem falta que para isso remetto o pagamen-
to. Espero que Vms. Rquem de toda a certeza que
a composicBo de salsa-parrilha he urna das melho-
res medicinas do mundo, assim como se vai in-
troduzindo muito entro o povo Sou o mais atiento.
TheodoreS. Fay.
Preparada e vendida por junto e a retalho, assim
como se exporta, por A. B. Y. D. Sands, chimicos e
droguistas, n. 100,Fulton-Street, esquina de Wil-
liam, New-York.
Vende-se na botica do agente, Vicento Jos de
Brito, na ra da Cadeia-Vollia, n. Gl..
Bolachtiiba regaia,
Vende-se ,. na padaria do urna porta na praga da
S.-Cruz, sonde he fabricada ; na esquina da ruado
Collegio, vonda de Jos Romes do Sobral; na roa das
Cruzos venda de Domingos da Silva Campos; na
travessa da Madre-de-DooS, n. 13: o prego, em qual-
quer destas partes, he 3:20 rs. a libra : a sua quali-
dade e bom gosto, na mesma bolachinha se encon-
tra e pde-se fazer usodella sem recelo tflto no
estado de sade como de molestias pois mo con-
'"iii mistara alguma que seja nociva e senipre se
far todo o possivel do conservar a fama que em tilo
pouco espago de lempo toen, adquirido.
Escravos Futidos.

Na
roa
das
n.
Aa^
46,
Ve Mes
vendom-e dua s molecas do bonitas figuras, do 15 a
16 annos, com cxccllohtes habilidades; urna parda
prxima a parir, por 390,000 rs. ; 2cscrvas para to-
do o servigo ; urna dita perfeita quitandera por
350,000 rs.; um escravo ptimo carreiro por 460/
rs.; um bonito moleque de 10 anuos ; urna mulati-
nha de 13 annos edm habilidades; 2 pardos, sendo
um del les ptimo pagem c ollicial do sapateiro.
Vcn.lp-se una pfeta de ngilo, milito moga; boa
cozinheira, e parida d primeira barriga ; com mui-
to bom leito : vende-se com a cria ou sem ella ; o
motivo por que se vende se dir ao comprador : na
ra da Cadeia, n. 19.
Vende-se 1 diccionario italiano-portuguezevice-
versa em 2 voloms grarides ; Gmeiner, direito ec-
Clesiastico 3 v.; Clttsmith's Itoman history, I v. ;
dita em portuguez 1 v. .- na plaga dn Independen-
cia loja de enradernaglo, h. 12.
Vende-se umacscraia rgcolhida, de 14 anuos,
que cose chilo, Taz tavariiito e ponto do marca,
ensaboa e tem principios de engoinmado e cozi-
nha : he muito fiel e mo lom vicios non, achaques :
na ra do Selxj, 11. 39.
Vende-se urna prla crioula, de bonita, figura.,
que cozinha, engomma bem, faz rende e lavanilo
-- Fugio, no dia 18 de Janeiro, um cabra, de nome
Joaquim, alto, reforgado, de dado, coma barba
branca cabellos corridos o bom pretos; levou um
surrlo de pelle de carnoiro chapeo do bata usa-
do caigas do alpodSo de listras rotas no asaento ;
temoStornozellos dosps Um tanto incitados. Es-
te escravo j fot preso em S.-Ldurengo-da-Matta ,e
tornou a fugl junto aos Remodios, do poder de
uma possoa que o conduz'w para sta cidade; veio
do Maranho e diz ser de C*xias : quem o pegar le-
ve-oaruado Vigario, u. 24, que ser recompen-
sado.
Fugio, no dia 3 do corrente, o escravo Caetano,
de 35 a 40 annos bixo, pouca barba, or nBo mui-
to preta ; temalguns signaos de cicatrizo* peto pos-
ctfgo, pos pequeos o chatos; est'bem surrado ; foi
escravo do doutorJoiloBaplista SoarCs e vendido
polo mesmo, a Manoel de Souza Seabra, morador em
q. S. do O". Este escravo he canoeiro o padeiro tai-
voz esleja trabalhando em alguma padaria ou mes-
mo andando em alguma canoa quem o pegar leve-
o a ra de Agoas-Verdes, n. 6, ou a comarca do Ca-
ho, em N S. do O', a casa do dito Seabra, quesera
bem recompensado.
Fugio, na noitede 10 do correrte o escravo
Joaquim, do nogo Cabinda baixo, cheio do cor-
po de 40 anuos para cima, cor preta, pouca barba,
e bigodes algum tanlo crescidos, beigos grossos, o
no intarior tem algumas marcas de feridas; tem nos
calranhares signaos de quem j teve bichos; levou
caigas deatgodnode listras com o asiento escoro,
ccroulas de algodHo da ierra e camM de algodao-
zinb azul trangdo : qem pegar, leve-o a ra da
Soldado, n. 72 ou a ra das Cruzes, n. 30, que se-
r recompensado.
:__ _. ~ ir~"
ERV. : NA TYP. DEM. P." M fttA.

MELHOR EXEMPl


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVF4CTGN1_DP58JH INGEST_TIME 2013-04-13T01:48:56Z PACKAGE AA00011611_05485
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES