Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05482


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Full Text
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1 Hnt" P"*r5 ,B r""'li'"1** ,GU""* l,P*
dillerente, jior s*da publlcacio.
PITASES DA LOA. O.HEZ. DE M-AIO.
|.u oo, .**, c b* "i0, ""man!.
C'retccote 1. O* *8 min.da nianh.
Los chela I Mmgoent* S, as 9 e J7 min. da man*.
PARTID*. DOS CORRElOS.
loinnna, Parliib* s segundas e seitajfeirM
Kio-<;rnde-.in. Norte au tas eirasaomeiodia
(.'b, SeVinliem, RioPorraoso, Poito-Calvoe
Macei, no .*, all elide cad mas.
Gara'njmiis e Bonito, a 8 el>.
Roa-Vi-u e Flores, a lia.
Victorii, as quintis-feiras.
Olinda, todoa os disi.
PREAMAR DE HJE.
Primeira, l 10 horas e 64 minutos da roanhia.
Segunda, ds 11 horas e 18 minutos da tarda.
Je Itfaio
^^^^^^^^^^
AnnoXXV. N.-f j
DAS O*.-SEMANA.
8 Segunda. S. Ilela-ho. Aod. do J. dos orpli.
do 1. doc". da 5 v e do M..U 1. v.'
9 Terca. S. Gregorio Nasianienn. Aud. do J.
do civel. e Ho i de as do 2 dist. de t.
10 Ouart S. FUdrlfo. Au l.-do J. do ct. e
do J. de pai rio 1 dist ele t.
11 (Quinta. S. Anaslacio. Aud. uo J.dos orph.
c do J. m .da I. vari.
12 Seita. S. Pancracio. Aud. do J. do clv. e
do 1. de pw do l isl. de I.
13 Sabliedo. S. Pedro Hecalado. Aud. do J. do
clv. e do J. de paz do I dist. de t.
14 Domingo. S. Hond'acio.
CAMBIOS ISO DA 9 DEMAIO.
Sonref,onor 1JO0O rs. a O d
Pr 14& 151 rs. per franco.
Iiisb&i 10 por 100 de premio.
Desc.de Ultras de boas firmas al '/, Va *
OuroOnrj l-espanl.nlas-----&OO a J9|O0(>
Modat de 01 oo volli. I8i0d a ltlico
He|400oor. I6|000 a I6|ifl
.de fOOfl..... afi'00 a 1"'
Prala PaUces.......... l|40 l|HC
* Pesos columnares... l|tW a lita*
a -Dito* meticanos----- Ifs"* 11*2"
a '.'.lida............. l#l0a l#91t>
Acedadaeomp.dollenaribede.SO|000 rs. ao par
DIARIO DE
^=
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Illm. e Ex. Sr. Foi presente a SuavMagestadc o
Imperador o omcio de julz de-paz da capital dessa pro-
vincia de 29 de julho do tmiio passado, ein que aprsen-
la asegulnte duvida :
Se os guardas naclonaesqualificados vdtan.tes, sendo
dencHa chamados a destacamentos para o servir..) por
falta de tropa de liona, pdem votar na eleicao de elei-
tores.
E o mesmo augusto senhor, cnformando-c por sua
ininediata resolucao de H,do correte, caui o parecer
da seceso doconcelho de ediado dos ^egocios do Impe-
rio esarada eni consulta de 30 de marco ultimo, ha por
bein declarar que a disposicSo do artigo 18 $ o," da lei de
19 de agosto de 1846, nao he extensiva aos guardas na-
eionaes destacados, e que por conseguintc devem ser
admittldos a vour em qualrjuer eleicao a que se proce-
der no tempo dio destacamento, urna vez que estejam
coinpctenUfente quallflcados c incluidos na lista geral
dos votantes. ,
O que communico a V. Etc. para sen conueciinento e
everno. .
Dos guarde a V. Exc. Palacio dd Rio-de-Jaoeiro, em
12 de abril de 1848. Viicmii de Mamki. Sr. presi-
dente da provine! de Goyas...
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 8 DO CORRENTE.
Ofllcios AosExms. presidentes 'das provincias
do norte, declarando que osla de PernairibuCQ Mea
tranquilla, anexar de alguns disturbios que teem
apparecido em varios pontos della.
Dito Ao Exm. e ~Revm. bispo diocesano,. convi-
dando-o a comparecer, no dia 20, na igreja matriz
de'San-Ffei-Podro-Goncatvea, 8 fin de colebrar a
missa votiva ao Espirito-Santo, que devo de preceder
abertura da assembla provincial, que haveri
lugar nesso dia, e prehencher as demais formali-
dades que a lei incumbo a S. Exc. Revm. Deter-
minou-se cmara municipal do Recite mandasso
preparar a mencionada igreja, e ao commandante
superior da guarda nacional do Recite que, as9j
horas da mnnhSa do referido dia,. tlzesse marchar o
1 nalalhno para a frentdo paco da assembla pro-
vincial, para render-lhe as honras devidas.
Dito Ao.commandanlo das armas interino, re-
commendando mande fazer as honras e continencias
devidas aa Extns. presidentes nomcados para as
provincias da Parahiba e Cear, que aqu se acham,
e seguem hojo para os pbrtos de seu deslino, no va-
por Imperador; assim como, que ordeno ao com-
mandante da le-rtaloza do Hrumr de as salvas do es-
tylo na occasiflo da sahida" de SS. Exs.
' Dito A Mauoel Pcreira de Moraes, chefe nomea-
doda a.'legio da guarda nacional de Olinda e I-
guaraas.O presidente da provincia, responden.lo
aoseuolBciodeedocorrenlo, acerca do oslado da
tranquillidade publica no districlo de sua legiSo, cm
Sue ttribue aos tramas de um parlido a perluba-
ioetftsocego publico em alguns pontos desla pro-
-M^Mbe declara que o governo considera rogular
a reurano da Torca convocada por V. S., sendo em
virtud* de requisieBo das autoridades encarregadas
dc-manler a tranquillidade publica, o que nao ap-
prova os excessos dos partidos, nem rejeita o apoio
dos honestos IMrnambucanosde todas.e quaesquer
renlas polticas, .urna vez que nuo tentem contra
asinstituicOes do paiz, era procurem desobedcel-
as leis e resistir as ordens das autoridades legiti-
mas.
Dito Ao delegado supplente do termo de Naza-
ret, louvaado-o peics servias que prestou-po go-
verno o i causa da ordem, nos passos que' dera em
pro da tranquillidade publica, como se depreltende
do sen ofllcio de hontein, em que participa as boas
dispusieres da ollicialidade da guarda nocional des-
sa comarca ; -declarando que reprova altamente
quaesquer reunioes ira frcas, qire nllo estejam sOb
aa ordens das autoridades legalmonle constituidas;
Iedizendo devem de ser dispersados todos os indi-
viduos que so ormarem e reunirem do niotu proprio,
Jsem ser por dcliberagilo das sobreditas autoridades.
Officiou-se a respeito ao dse m barga do r chefe de
polica interino.
Dito Ao tenento-coronel Jos Thomaz de Aguiar
Pires Ferreira, deolaranflo sem- effeito a reforma
que, a pedido de S. Me., lho conceder o Exm. i."
vice-prosidente da provincia em data de 26 do pas-
sado, e ilizendo-lhe espera continu a prestar-se
ao servido publico no exercicio do commando do
2. hatalhfo da guarda nacional do Cabo. Partici-
pou-se ao cammandanle superior da referida guarda
nacional.
Portara. Momeando, de conformidade com a
proposta do desembargador chefe dn polica intori-
no, para delegado do 1. districto do termo do Ca-
bo, ao cidadfio Francisco da Rocha Paos Brrelo.
I'articipou-se ao dusembargador chefe do polica
interino.
Dila Plomeando, em consecuencia de proposta
do desembargado!' chefe de polica interino, pura n
lugar do subdelegado do t. districto do termo do
Cato a Jos Thomaz de Aguiar Pires Ferreira.Par-
licipou-se ao chefe do polica interino,
Dila Declarando, sem effeito, em virtudo de
proposta do chefe de polica interino, a demsslo,
dada ao cidadSo Jos Antonio Pires Falcilo,. do car-
go de delegado do 2." dslricto-do termo do.Cabo.--
Communicou-se ab chefe de polica interino.
MEMORIAS E UM MEDICO, (*)
pon aieyanDre umag.
TERCF.IRA, PARTE.
vin.
os aiBBOjuajjsoan.
3s acntecraentos que acabamos de narrar tinhara-se
passado na sexta-felra i noite; tra pois no domingo que
devla ter lugar, no bosque de Luclenncs, esse passeio
que Rousseau com atltecrdenria festejava tanto.
Gilberto iiidifterente a ludo, desde que suubrra da pro-
siilM partida de Andwzapara oTrianon, passra o dia
iateiro encostado ao peloril da sua trapeira. Todo esse
da ficra ajaneila deAndreza aborta, e una vez ou duas
a duuzella abl apparecira, fraca e plida, para tomar ar :
;) Ylde P-flWn n.' 101.
EXTERIOR.
A PAZ DA EUROPA E O COMMERCIO DA
INGLATERRA. .
Emquanlo o mundo inteiro se espanta com osa-
conlecimentos polticos da Franca, o commercio iri-
Slez que se rscente immediatamente de qualquer
uvid, incerteza ou falla de confianza, quo adeja
sobre o futuro, soffreu un choque violento. A ul-
tima (eir de Manchester aprcsgntoii um aspecto de
grande consternaeilo. Estando fechados em conso-
quencia da cstago os grandes mercados do norto do
continente, parausadas as trausaegOes com a India
por motivo dos offeitos calamitosos da crise finan-
ccira, e tendo os symptomas de pnico e apuros nos
Estados-Unidos tornado ainda mais cautelosas as o-
peragOcs para aquella paiz. tomsido ltimamente o
Sul da Europa, a Grecia, a Turqua e o Levanto os
mercados de procura mais activa para os pro.hictos
das nossas fabricas. Na terca-feira, norni, revoga-
ram-se consderavelmcnte ascncoiniendas para a-
quelles paizes, e mostrou-sepouca vontado de exe-
cutar as ordensquese ochavam de receber..
As revistas mensacs das differentes casas de Man-
chester descrevom miiidainontn as consequencias
deste grave estado de cusas. o que he verdado he,
quo a paz geral, de que ha tanlo lempo goza a Eu-
ropa, tem feito que as relagors commerciaos en-
tre os diversos paizosaprovetom, por mco da con-
currencia, todas as vantagsns que a um trafico qual-
qucl resulla de perfeita certeza e conllanga, devidas
reduccSo dos lucros o commissOes ao ponto mais
baixo possivel. De ha multo quo desappareceu iles-
tu commercio toda a possibilidade de riscos estraor-
dinarios, e as fazendas fabricadas em Manchester
chegao Morca, Syria e a Palestina, sem despezas
maieres, so exceptuarmn as de transporte, do que.
as fazendas enviadas a qualquer das nossas cicla.les
do interior. J tifio ha agentes dispendiosos entre o
fabricante e o negociante da Turqua queencaregfo
os gneros com a sua ntervengflo, o o seu lucro li-
mita-se a urna commissfio mdica pelo trabalhoda
escolha o da negociagSo do pagamento. Em conse-
quencia dcstas cireumstancins, tomarain estes mer-
cados, que oulr'ora orum considerados secundarios,
uma posgao de grande importancia..
Nao he, pois. de admirar que a noticia de uma re-
volugaoem Franca, menos esperada e mais comple-
ta do que a de 1793, e comparada com a qual, parece
a de 1830 couioum pacto de familia, suspendesse de
dissereis que Gilberto ao vi-la, nao pedia ao co outra
cousa senao que lhe deitasse flear Andrcza eternamen-
te habitando este pavilho, e que elle tivesse por toda
a sua vida um lugar nessas agoas-furladas, e podesse
ver a doncella duas vetes por da, como ora a eslava
vendo.
Este domingo to desejado chegou emflin. Desde a
vspero avia Rousseau feito os seus preparativos; os
sapatos cuidadosaiaente engraixados, e a casaca alvaccn-
ta, quentc e leve ao inesino tempo, linhain sido lirados
o armario, com grande desespero de Thereza, que en-
tenda que urna camisola de linho ou de riscado era bein
sullieieiitc para semelliante oceupacoo; mas Rousseau
sem lliedarresposta, tinha prepaoado tudo sua moda.
Nao t o seu vestuario mas tambera o de Gilberto tinha
elle examinado com o inaior cuidado, e ot tinha aug-
mentado o do moco com meias nas c sapatos uovos,
coin que lhe litera grande sorpre/.a.
Os arranjot de Rousseau tambem cheiravam a fres-
cos; nem elle se esqueceu da sua colleccSo de musgos,
destinada a representar um grande papel.
Rousseau, impaciente como um menino, Coi mais de
vintc vezes janella para ver se tal ou talcafruagem
que i-ndav seria a carruagem de Mr. de Jussieu. Einlim
avistou elle um casrinho bem envernisad, cavallos ri-
camente arreiados, e um pojante bolielro de polvilhos,
que paravadiantedasua porta. Correu iuunediatainentc
cfoi dizer a Thereza:
_ Et-lo ahi! ei-le ahi!
E a Gilberto:
Ajide depressa, Gilberto, ande depressa! A carrua-
gem est nossa espera.
Olha l, disse desamoradainente thereta, jaque tu
costas tanto de andar de carruagem, porque nao traba-
fca; la para i" '"ni, como Mr. de Voluire?
reponte lodas as operaefles. A recordagfo da ISo
prolongada confusao poltica quo occorrou entre a
primeira poca e 1815, confusao que se reca acom-
panhe a mudango de boje, faz antolhar novos riscos
e pergos que niio enlrayam nos clculos que ha an-
nos regulSo o commercio, e portanto he natural que
produza aquella effeito Uma daarevistas a queal-
ludimos diz. Quando a existencia das instituigoes
polticas estabelecdas he ameagada, impossivel he
que secommorcie com sombra de soguranga. As
companhias de seguro j declarara que nnoinserem
as apolces a clausula ordinaria de risco do guerra,
sem convencJo previa e premio mais alto. Ora.os lu-
cros mesquinhos do commercio. nilo admiltem des-
pozas extraordinarias, e impedida assun a oxporla-
gflo, mesmo para os porloscontinentaes, annuiiao-
seasencommondas. Anda que nao haja certeza
alguma, do que os acontecmentos occorridos em
Fiangacompromcttao a paz da Europa, heimpnssi-
vel qgo uma cfttastropbe desta natureza seja omilli-
da no clculos que se fazom a respeito do futuro.
Sao dignos do mais profundo exame, os effeitos
que taes riscos o incertezas devom produzir sobre
os nossos intoresses commerciaes em geral. Alguns
ha, quo a nosso ver, onsideram o casodebaixode
um ponto de vista egosta o inesqunho. No actual
estado de pertuhagao em Franga, ecom a probabi-
lidadedecahiremoutros paizesda Europa no mos-
mo estado, onxergam smenlo rivaes desarmados,
e a destruicSo de uma parte da concurrencia que
nos fazem nos paizes transatlnticos. Nao os con-
templan no seu carcter verdadeiro de freguezes va-
liosos o de vizinhos prximos, cojos intejesses, mo
grado tarifas hostis de un lado ediretos enormes
dooutro, se acham tifo, intimamente ligados com
os nossos inleresses, que dovomos nccessariamenle
resentir-nos de tudo aquilloque os prejudica ou es-
torva. Existo em geral summa ignorancia a respei-
to da importancia do nosso commercio com o con-
inente europeo. Parece haver conviegao geral, de
tque o nosso commercio de exportag3o so limita qua
si exclusivamente as nossas colonias o aos mercados
longinquos da Europa. Olha-se para' Franga, Rol-
gica oAllomanha principalmente, como para corr-
currentcs que lulam comnosco. Para corrgir osles
erros e mostrar qu-io excencialmento dopende q
commercio deste paiz dos morcados da Europa, o ate
quo ponto flcaria compromettido se por acaso hou-
vestw urna guerra geral, a presentremos em dille-
rentos quadros a propongo das nossas exporlagOes
para todos os paizes do mundo em 1846, por ser este
o ullmo auno de que tomos dados certos.
i. Valor declarado das exportafOei de producios e fa-
brica brtlannicas para paizes da huropa, inclu-
sive o parios da Asia t frica situados na cos-
ta do Mediterrneo.
Libras.
Para a Russa 1,725,148
Succia. 146,654
Noruega. 183,818
Dinamarca. 340.318
Prussa. 544,035
Mccklemburgo. 36,976
llaiiover. 218,111
Oldenburgo. 25,134
Cidades Anseticas. 6^326,210
llnlgoland. 101
Hollanda. 3,576,469
Blgica. 1,158,034
llha do Canal. 414,567
Franga. 2,715,963
Portugal. 969,757
Agoros. 57,146
Madeira. 39,358
llespan. e ilha Baleares. 769,793
lillas Cajiarias. 49,816
Gihraltar. 605,693
Italia e ilhas italianas. 3.391,022
Malta. 255,033
libas Jnicas. 171,731
Reino da Grecia. 194,029
Transporte
Turqua.
Wallaquia a Moldavia.
Syria e Palestina.
Egypto.
AlgeriaeMarrocos.
Total
23,915.516
1,749,125
195,134
267,618
495,674
48,116
26.671,203
//. Valor declarado das expartaedes de producios e fa-
hritas brtlannicas pa>a as pisseis^es brilanaicat
fra da Europa.
COLOKUS.
Cabo do Boa-Esperanga
llha-llaurtcia
Ilhas de Santa-Helena e Asceng.lo
Australia
Anierca-do-Norlo [hritanuica]
Antillas [britannicas]
i.msiS.
480,979
310,231
28,309
1,141,640
3,308,059
2,505,587
Total para as colonias 8,074,805
Territorios da compaiihia das Indias 6,434,456
Total para as possessfies britannicas 14,509,261
///. Valor declarado das exporlaces para Paril fra
da Europa.
Costa occidental da frica
oriental
Portos da frica no mar Vermelho
Ilhas de Cabo-Vorde
Mailagascar
A rabia
Ailcn
Penis
Sumatra o Java
lllias-Philippinas
China
Ilhas da Ocoania
Anllhaslestrangeiras:
Hait
Estados-Unidos
Mxico
America central
Nova-Granada
Venezuela
Equador
Brasil
Kepublica Oriental
Buenos-Ayres
Ghili
Solivia
Per
llhas-Malvinas
Estabolecimentos russos na costa N. O. da
America
Total
421,620
5,041
ato
2,505
2,580
7.822
14,594
3.091
.357,918
92.806
1.791,439
53,724
1,308,933
136,113
6,830,460
303.685
68,500
219,593
245,059
7,455
2,749,338
153,479
34,002
959,322
4,493
820,535
3,117
9,436
16,606,412
Libras.
23,915,516
Vai-te d'ahi! resmungou Rousseau.
Pois que! ests sempre ah a dizer que tens tanto
talento como elle! .
Eu nao digo isso, ouvestu? bradou Rousseau, to-
do agastado com a dona da casa, digo..... nao digo
nada !
E toda a sua alegra se.lhefoi, como sempre aconte-
ca cada vez que esse noine inimigo lhe soava aos ou-
vidos.
Felizmente Mr.'de Jussieu entrou.
Reccodiam-lhe os cabellos odorfera puntada; a cabe-
9a estara branca de polvilhos, c elle fresco como a pri-
mavera; uma admlravel casaca corte, de setlm grede-
Icio de Macu, eoletc de seda cor de llor de alecrini......
meias de seda cor de perola, de uma finura e.ttrcma,
e livellas de ouro polldo noscalcaes c nos sapatos coiu-
punliam osen vestuario.
Entrando em casa de Rousseau, enchou elle a sala um variado perfume que Thereza resplreu, sem poder
dissimular aadinlrac.aoque senta.
Como est casquilho disse Rousseau, olhando
obsequiosamente par Thcresa, c comparando com os
olhos o seu inedesto vestuario e voluinoso trem de
botnico com o tao elegante vestuario de Mr. de Jus-
Qual! he porque tenho medo do calor, respondeu
o elegante naturalista.
E a buiuidade dos bosques 1 Se herbonsariuos nos
pantanos, as suas meias Oh! niio; havemos de escolhcr os lugares que
resumo.
Exportagoes para os mercadores da Eu-
ropa 26,671,203
para possOes britannicas 14,509,261
paizes-estraugeirosfra
da Europa 16,606,412
Total valor das oxportages em 1846 57,786,876
Scguo-se, pois, que, montando a importancia das
nossas exporlagOes para os paizes continentaes
quasi em melado da exportagao total para todos.os
paizes do mundo, he ao mesmo tempo perto do
dobro das exportsgos para lodas as possessOes bri-
tannicas.
Comtudo, esta estatistica comparativa esla lon-
go do dar uma ideia exacta e completa da oxlen-
s3o do nosso commercio com o continonto, em
relagSo ao que temos com outros paizes. Estas ex-
^^it'Min\mitmntsaEfatsMWKsmtMWsmsmtMtsMWitwatmswtw^aM
nos convicrem.
V. os musgos aquatieos,
abandona tos-hemos por
boje?
Nao nos di isso cuidado, meu charo collega.
Diriamos que V. Senlioria vai a um baile, ou a casa
de damas.
E porque niio honraremos nos a senhora naturea
com unas meias de seda? irplicouMr. de Jussieu, uiu
pouco embaracado. Nao he ella urna amante que vale
a pena de nos meternios em gastos por amor della?
Rousseau nao quis insistir: cada vez que Mr. de Jus-
sieu invocava a natureza, elle era o proprio a confessar
que nunca'o culto que se lhe renda era deinais.
Quanto a Gilberto, nao obstante o seu estoicismo, ollia-
va elle para Mr. de Jussieu com olhos de Inveja. Desde
que vira tantos mocos elegantes realcarein anda com o
donaire as vantagens naturaes de que aram dotados,
hava elle comprehendido a frivola ulilidadc de elegan-
cia, e dlzla baixinho coinsigo mesnio que esses setins,
essas cambraas, essas rendas, dariam bstanle seduccao
sua mocidade, c que, sem duvida, se era lugar de es-
tar vestido como eatava, elle se apprrsentara como Mr.
de Jussieu, e assim encontrara Andreza, Andreza olha-
ria para elle com amor.
Partiram a todo o trote de dous bons cavallos dina*
marquezes. Urna hora depols de partirem, desciam os
botnicos cm Bouglvalc tomavam para a esquerda, pe-
lo camlnho uos Casunhelros.
Este passeio, extremamente bello hoje, era nessa epo-
cha de uma belleza pelo menos igual, porque a parle do
ouleiro qne os nossos exploradores, se prepararam a
ercorrer, j convertida em bosque no tempo de Luii
IV, tinha sido objeelo de constantes cuidados, desde o
goslo do soberano por Marly.
Os castanhelros de casca rugosa, de ramo gigantescos,
de formas fantsticas, que ora imitan em suas nodosas
circunvolucdes a serpente que se enrosca entorno do
tronco, ora o touro abatido sobre o balco do carnicel-
ro, vomitando um sangue negro -, as inaclciras carrega-
'



portacfles consistem quasi exclusivamente em pro-
duelos das fahncas britnicas, e nellas vSo indul-
jas o totul que expedimos para as nossas possesscs
deultramar; na eninncracflo, porm. das nossas ex-
portares para o continente nflo se faz mencOo de
varios producto estrangeiros, como ail, caf, as-
sucare outrosgneros, de que exportamos gran-
desiquaiiltdades, o quasi lodo para o continente.
Com a conlinuacilo dos disturbios polticos em
Franca correaos, portanto, o risco e perder um
morcado para o producto da nossas fabricas, igual
aquello que todas as nossas colonias juntas nos Tor-
neco. Com untbalo goral nos paizes continentaes
ou coma Interrupcflo das communicacflos hoje es-
tabelecidas, ppr-se-hia em perigo um ramo de com-
mercio que vale tres vezes mais do que o commercio
de todas as nossas colonias, o quasi o dobro do que
razemoscom todas as possessOes, britannicas, in-
clusivo os territorios da companhia das Indias.
Quando se reflecte nostes faclornotaveis, nflo causa
sorprezaqueumacpntocimento, que tanto faz ro-
cear pe manutoneflo da faz da Europa, produzis-
sc na capital dos nossos districtos manufacturoiros
18o profunda sensaeflo Estes mesmos fados pro-
va. m tambem a intimidado do i ulereases que existe
enlre este paiz e a Franca, o com a Europa em ge-
ral, o demonstrara sobreludo a fulsidade das ideas
daquelles que nos nossos vizinhos do continente
nao vem senao rivaes, cuja frca de concurrencia
estnnariam ver enfraqueuida.
Fra ocioso pietender pre-lizer qual ser o resul-
tado desUs grandes mudangas polticas. Venlia,
porm, o que vier, a Inglaterra em relacflo a certas
circutnstanciasest em posieflo de nflo llca.r sub-
jcita a prejuizna enormes, nem mesmo a um pnico
repentino. A crse por que passou o paiz nos lti-
mos oze mezes ac bou com todas as casas do cro-
dito problemtico, e os precos extremamente bai-
xos, que aos scus possuidores custaram todos os
Roneros de importancia, he a melbor garanta poS-
sivel da solvabilidade daquelles que as conipraram.
So estes^ grandes acontecimetitos nos livessem apa-
nhado n'uina poca do precos alto, as consequon-
cias teriam sido ruuito mais serias. Ainda lia outra
circumstancias a grande abundancia de dinheiro
e a laxa diminuta de juros ao passo que de um lado
impedeai urna baixa consideravel nos nossos fun-
dos pblicos, do outro ministran! meios ampios pa-
ra todas as IransaccOes legitimas quo se possam
einprehender.
Mas sobreludo he do inleresse, desle paiz que se
conserve na Franca e na Europa paz e ordem.
t (Economiit.)
(Jornal do Commercio.)
AIIIO 'Bl PBBNAIBUGO.
fleSfnouf8, To?C,?a "*" em pro da in-
dependencia italiana. ArainhadoAd/iatico reassu-
*Ja r "'"'Pendencia ; Parma, Muden, Reggio o
Massa-Carrara expulsaram os Austracos, e esperava-
so que o reino de aples tomasse tambem a parle
que lhe compete na lucta da independencia italiana.
Na Pennsula hiberica, Portugal estremece: a
Hespanha se agita; e a 26 demarco a nsurreicflo
ergua o eolio tas ras de Madrid.
Na Europa central a unidade da Allemanha j se
pode considerar como facto consumado. A bandei-
ra poloneza trimula sb a proleccflo do propio
re da l'russia, nos templos e palacios do grOo du-
cado de Posen. O grito de independencia echuou
nos campos da Polonia, e 200,006 Kossa cks e Tcher-
kosses aineacam ao mesmo lempo os polacos insur-
gidos e o nascenle imperio da Allemanha.
Em Franca, Paria eslava tranquillo; e apenas al-
guns disturbios de pouca importancia, em Lille,
Lyan, e outras cidaJos manufactureras, revelam, a
ausencia de um governo definitivo.
No norte da Europa, el-rei da Dinamarca amca-
cava invadir os ducados de Slewvige llolslin; e em
Stockolm appareceram algumas esordens que ff>-
ram immediataineute suffocadas.
Na GrSa-Bretanha, os meelings carlistas se v8o
multiplicando cum urna rapidez estupenda, e ae
annunciara urna petieflo, assignada por cinco nii-
IhOes de operarios, que deve sor apresen tada ao par-
lamento por urna deputacHo de tresento's mil ho-
meus. Mas a parte da Europa, cuja sltuacSo se a-
presenta com o caracler mais assustador, he sem
conlraversia a iufulicis. Irlanda, onde o povo se
prepara abaciamente para a lucia, e o governo in-
glez reuni consideraveis forjas.
Na Grecia, o partido liberal subi ao poder, aps
de urna insurreicflo popular; e na China renova-
rain-su as hostilidades enlre as forcas britnicas e
as tropas do imperio celeste.
Eis ah o suminario dos aconlecmentos mais im-
portantes que deparamos as gazetas recebidas lio-
jo ; e nos prximos nmeros daremos os pormeno-
res relativos a cada urna das importantes questOos,
que ora se ventilam no eonlinenle europeo.
Navio sahido no mamo dia.
Philadelpliia; brigue americano Puluam, capitao Jo-
sph Farrell, carga astucar. Pasxageiros, Alberl Fos-
ter D.imon com la familia, D. Ellza Mathwi, N. S,
Hilch com sa familia e 1 criado.
I-_______i-LBBB '
i:biT \ l.
Olllm. Sr. inspector da tbesouraria das rendas
provinciaes, em cumprimenlo da ordem de 25 de a-
bail prximo lindo, manda fazer publico, que pe-
rmite a mesiha thesnuraria se ha de arrematar om
hasta publica, nos das 26, 27 e 29 do correnle mez
de maio, a quom por menos fizer, o servico da ca-
patazia do algodflo, conforme dispoz o capitulo 6.*
do regula ment provincial de de junho de 1847 :
sendo a arrematarlo por lempo de tres annos, o os
dias que decorrerem do em que o arremtenlo en-
trar noexercicioatofim do junho do 1851.
Os concurrentes comparecam competentemente
habilitados nos dias indicados, ao mein-dia.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelos Diarios.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes
de Pcrnambuco, 2 de maio de 1848.
O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciaro,
OeclaraQoes
Roza da Cunha, Roza Thereza da Cunha. Roflno
Gomes Roza e Kaymuudo Nonato y.
Serafina Jos. Crrela' Cypriano Jos do Carva
lho. '
Thereza de JeU9 do Espirito Santo o Thom Silva
Coimbra.
Vicente Francisco da Silva e Victorino Jos aV
Cunha.
Zeschler Cari Lintzer.
! ii T--r -' --rrrrt-
PARA OS PORTOS 1)0 SUL.
O paquete brasileiro a vapor rernambucana, com-
mandante Jo8o Milililo llenriqu, deve estar aqui dos
porlos do norte al ao dia M do correle, e partir)
hoseguinte.
COWIW.E.C.O.
ajj?332> s> -dos amas a>s asas
Alguns rumore* nao corrido acerca da existencia de
certos planos que se dirigcm a perturbar a ordem pu-
blica neta capital : temos, porm, para nos que esses
planos abortarao completamente ; porquanto sabemos
que o F.XHI. Sr. presidente da provincia, desenvolvendo
toda a energa de que he capaz, tein dado as precisas
providencias para que teja nullificado de promplo,
qualquer moviuiento desordeiro que porventura se ma-
nifest.
A landega.
RENIilMEflTOODLV 9.......... 9:122,125
Ducarregam hoje, 10 di maio
Brigue Safiguard carvo de pedra.
Hiate Tentador mercaduras.
Barca Navarro idejn-
Barca Espirito-Santo ido.
Hiate Gil-lias dem.
Brigue Sir-liobert-Ctimpbtll bacalho. .
Brigue'Brantiyicine I'aiinlia, bolacbinba < barricas
abatidas.
Avisos iiiiiritunos.
i i ni ''.i .....,
Para Lisboa segu com toda brevidade', por lera
maior parle do carregamento prompto, o brigue bra-
sileiro E$pirit-Santo, forrado eoncavilhado de co-
bro, de que he capitfio Alejandre Jos Alves : re-
cebe ainda carga a fretee pissageiros, para osquaes
te m bous' com modos : trata-se com Francisco Mar-
tina Ferreira, na praca do Commercio, ou com Men-
dos & Tarrozo, na ra da Cruz, n. 49.
Freta-se|para qualquer porto da Europa, ou
para Angora, o briguo portuguez HomSueetiso, de
boa construreflo e prompto a seguir vigeni os
pretendentesdirijam-se ao pateo'do Carmo, n. 17
* tratar com Gabriel Antonio.
Roga-se aos Srs. corregadores'da barca portu-
gueza h'lor-da-Haia, queiram leir seus conheci-
menlos casa de seu consignatario Manoel Joaqum
Ramos e Silva a fin dse poder legalisar os manir
festos da mesma barca.
Para o Aracaty segu va geni com muita bre-
vidade o hiate Noto-UUnda, mestre Anloaio Jos
Via 11 na : qnem no mesmo pretender carrogar ou ir
do passagem, se entender com o mesmo mestre, no
Trapiche-Novo,ou na ra da Cadeia-Velhe, n. 17,
?,' andar.
wA barca nacional Commerrio-do-ltio, sahe para
o Ro-de-Janeiro no dia 15 do correnle, somonte re-
cebe escravos a frete e passigeiros, para oque lera
excelentes conunodos : trata-se com Noyaas & C ,
na ra do Trapiche, n. 8*.
Avisas diversos.
Ocaixa da Companhia de Beberibe avisa aos Srs
accionistas.em traso,que no dia 15 docorrento tcm de
apreseolaras suas contas, o a relaefo dos atrasados,
para sobre estes deliberar a administraeflo como en-
tender : pelo que roga aos mesmos Srs. queiram
quauto antes realisar a prestaQilo que devem. Ro-
cifo, 8 de maio de 1848.Ocaixa Manoel Gonoal-
ves da'Silva.
Recebemos jornaes de Philadrlphia c de New-York m
data de 30 de marf o. O povo americano maoifesiava o
mais decidido enlhusiasmo pela revolu(o francr/.i, e
liouveram numerosos meelings, em que os habitantes
dos F.stados-Unldos applaudiram o triumpho obttdo pe-
los republicanos de Franca.
Em 27 de marco um desses meelings teve lugar em
Washington, e o general Cala, o senador Hannegan e
ouiros inembros do coogresso ahi pronunciaram nota-
veis discursos que fram trasladados pelas gazetas ame-
ricanas. No congresio, o senador Alien, representante
do Ohio, offereceu um projecto de rcsolu;ao para feli-
citar o novo governo da Franca e testemunnar joven
repblica a sympathia e admlra^ao dos Estados-Unidos.
QuaiUo ao Mxico, pareca removida toda e cfualquer
.ipichensao da guerra, e tratava-sc dacolonisacao da al-
ia California e do Novo-Mexco.
Pela barca Prietlla, procodenle de Liverpool, en-
trada hontem ueste porto com 32 dias de viarem rc-
rchems gazetas inglezas at 5 do mez prximo pas-
sailo. /
1 O uioviniento polico .e a.crise commercial iam
grabando por todo o eonlinenle europeo. Verifica-
ram-se numerosos fallemenlos.e suspcnqo de paga-
mentosenlre os quaes apontaremos o de eder 6i C,
em Aix-Lachapelle; o de Cairo i C, em Greenock ;
os de f.hancel Irmilos, Loubon & C, Monlricher &C,
Naeglo & Ksder, Guerrero* C llenry Irmaos', D'An-
donart &C, em,Marcelha; Lomhard ddier & O, em
i.i'iiilir/., eodoAbraham Shallauro em Colonia. Co-
iiM'rar.iin a hostilidades na i.omhardia entre o ex-
ercilo piemojitez e as frgas austracas. As tropas

an
das de musgo, e as noguelras, verdadeiros colonos, cu-
' jus follias passain, em junho, do verde-claro ao verde-
escuro ; essa soliilao, essa aaperrsa pitoresca do terreno
que se eleva sb antigs arvores at desenliar urna viva
orla subre o azui-ba(b do co ; toda essa oatureza p-
njante, graciosa e melanclica lan(uu a Rousseau n'uin
' atrebatamento iaexpriinlvel.
o.mto a Gilberto, socegado mas sombro, toda a vida
diste mancebo eslava oeste nico pensamento:
And reza de i xa o pavilho dojardim e val pora o
Trianon! .
Sobre o ciime dessa encosta, que pereorriain a p os
nossos tres bo^tufeos, via-se elevar o pavilho qUadrado
de l.iicieunes.
Avista de tal pavilho, d'onde Gilberto havia fgido,
niuduii ocurso das ideias do moco, etransportou-o de
novo a lembrancas pouco agradaveis, as quaes com-
tudo nao entrava temor algum. Com etfeito, era elle o
ultimo que camiuliava, vendo diante de si dous protec-
IMPOllTAGAO'.
Sir-Robert-Campbelt, brigue inglez, vindo de Ter-
ra-Nova, entrado no crrenle mez, consignado aL.
Hibbert & (".., manifestou o seguinte :
1,926 barricas de bacalho ; aos consignatarios.'
COtNSULADOGERAL.
RENDIMENTU H DI A 9.
.".eral .
Diversas
provincias
1:935,874
207,178
2:143,052
GONSLLDC PROVINCIAL.
RENDLMENTO 1)0 DIA 9...........1:087,834
Mov me uto do Porto.
Navios entrados no dia 9.
Uo-de-.laueiro e llaln.i ; lidias e do ultimo porto 2, va-
por Inglez de guerra firr&raad, commandante o l-
ente Hope. Tras a seu bordo Lond Howdam.
Santa-Cruz, Santiago e Tenei ill'e ; 21 dias, barca ameri-
cana Imogenc. de 179 toneladas, capitao William A. Be-
neilite, equipagem II, carga cavallos e urna compa-
nhia de 23 petsoas.
Aracaty; 16 dias, hiate brasileiro Novo-Olindt. de 86 to-
neladas, capitao Antonio Jos Vianna, equipagem 9,
carga algodo, cera de carnauba e mais gneros do
paiz ; a Francisco Joaqtiim Pedro da Costa. Passagei-
ros, Melquades da Costa Barros, Augusto Dias Mar-
bues. Manoel Jos deS Araujo, Antonio Jos de Sau-
t'Anna e 11 escravos a entregar.
CONTINUACAO DO N. 103.
Lista dai cartas existentes na administracSo da correio
geral desta provincia, entradas em o mes de abril
p.p.
Jofo Antonio de Almeida, JoSo Antonio de Mattos,
Jo.lo Baptista Rodrigues, Joflo Raptista dos Passos,
JoiTo Baptista Ijgns, JoSo Evangelista Biffort. Jouo
Francisco Santos, Joflo Jos Ferreira, Joflo Jos Ro-
drigues, Joflo Jos Ceabra F., Joflo Nepomuceno Fa-
rias, Joflo Olivoira pampos, Joflo Pedro Couto Fer-
raz, Joflo Raimundo Teixera, Joflo Teixeira de Sou-
za, Joflo Vonanciq Machado l'az, Jos Almeida Fer-
reira, Jos Alexndre Pinto, Jos Azevdo Borba,
Jos A Candido, Jos Araujo Danin, Jos Ben-
lo Vieira, Jos Correia deCarvalho, Jos da Cunha;
Jos Cruz dos Santos, Jos Daniel Cardozo, Jos
Eustaquio Vieira, Jos Estevflo do Oliveira, Jos
Francisco, Jos Francisco Garca Jnior, JosGraca
Torres, Jos Joaquim do Castro, Jos Joaquim Ca-
valcanto, Jos Joaquim Cunha Jnior, Jos Joaquim
Comes de Brilo^ Jos Joaquim Silva Perira-*JS"
Luiz Ferreira Silva, Jos Maria da Costa, Jos Ma-
ra Vego Figueiredo, Jos Martins Gnncalves, Jos
Martina Silla Vianna, Jos Paulo Pires Mello, Jos
Mximo Almeida C, Jos Octaviano Telos S., Jos
dos Passos Santos, Jos Podro, Jos Pereira Arantes,
Jos Ribeiro da Costa, Jos Rodrigues de Paranho,
Jos Rocha Esleves e Jos Viconto Ferreira Leite.
Lobo Gil Fagundes, Lourenco Jos das Noves, Luiz
Gonzaga dos Santos e Luiz Jos dos Santos.
Maria Emilia Tavares, Maria Felicia da Silva San-
tos, Maria Francisca da Silva, Maria Roza, Martinha
Maria do Livramonlo Mary, Miguel da Costa e Silva,
Marcellino Ramos, Marco Jos da Silva, Miguel Pe-
reira Silva, Miguel Rodrigues Teixeira Carvalho J-
nior, Miguel Rodrigues Teixeira Candido, Manoel
Antonio Silva, Manoel Antonio Teixeira, Manoel
Fernandos da Costa, Manoel Feliciano Gomes F.,
Manoel Francisco Bordes, Manoel Joaquim Gomas da
Costa, Manoel Joaquim Goncalves Silva, Manoel Joa-
quim de Mattos P., Manoel Joflo de Almeida, Manoel
Jos do Luna, Manoel Jos Silva Perfeito, Manoel
Jos dos Santos, Manoel Jos de Aguiar, Manoel Mar-
ques das-Nevcs, Manoel Molla Madeira, Manoel Nas-
eimenlo Braga, Manoel Silva Amorim, Manoel Sou-
za Cordeiro SirijOes o Manoel Teixeira Mesquita.
Narcisa Adeimde do Mallos e Nuno Magaltiflus Me-
luv.e.s.
Placido Caelano Borges o Pedro Cavalcanll Alb-
querque Lius. .
Herborizamos, herborisamos...... Mas julgo que
acola, naquella plauura. acharemos cousa melhor.
Como quUer..... Vmosla.
Que horas sao? perguotou Mr. de Jussieu: com
a pressa com que me vest, esqueci-ine do meu relo-
g'o-
Rousseau tirou do bolfo uln voluinoso relogio de
prata.
Nove horas, disse elle.
Ora se nosdescancasse-mos uinpouco? Que lhe pa-
rece? perguotou Mr. de Jussieu.
Oh! quo mal caiiiinha V. S.! exclamou Rousseau.
Kis-ahi o que faz andar herborisando de sapatinhos linos
e ineias de seda.
Talvez que oque eu tenha seja lome.
Pois entao alinocemos......; a aldeie ha d'aqul a
uili quarto de legoa.
Nada!
Como nada? Traz V. Senhoria que almfar na car-
tores, esentla-se eui cohsciencia bein protegido; olhoul ruagaui?
pnanlo para Lucieunes como o naufragado contempla I Est'vendo acola aquelle bosquesiuho, que parece
do porto, o banco de arela ein que o seu navio se despe- uur ramalhete? perguotou Mr. de Jussieu estenden-
do a nio para o potito do hurisoute que elle quera
designar.
Rousseau poi-se as ponas dos ps, e eucostou e mao
por cima dos olhos, em guisa de viseira.
Nao vejo liada, disse elle,
Como?! pois nao v aquelle teclo rustico?
NSo. '
Com um cataveuio c inur# de palha brauca e en-
carnada que lie nina especie de cabana suissa?
Heverdade; craio que vejo; uma'cazazinha
aova.
Um kiosque, be Uso.
st^'.ki
dacara.
Rousseau com urna psinha na mao comec.ava a exa-
ninar o soly; e Mr. de.Jussieu tambem; cun a diS'cren-
;a de que o priineir procurava plantas, e o segundo pro-
curava livrar da humidade as meias de seda.
_ -Que admiravel Ltpopodium '. disse Rousseau.
* BeUlssimo, replicn Mr. de Jussieu; mas vamos
adiante, se lhe parece.
Ali! qua Lyrinachia Fenetla! Ecomo est boa para
colherl ora vej.
Colha-a se qur.
Entao diita-ine: nos nao berborisamn* '
E d'ahi acharemos l o modesto almofo que Ihes
promet.
' Est bom, disse Rousseau. Tein .vosse fome, Gil-
berto?..
Gilberto que Bcra indlflerenle a semelhanle debate,
0 eslava corundo inaquinaliuente flores de tojo, res-
pondeu:
Como fr dasua vonlade, senhor Rousseau.
Eulo vamos para l,. disse Mr. de Jussieu; alcm
disso, nada oos embarac.ar de herborlsar-mos pelo ca-
minho.
Ora em verdade, disse Rousseau, o senhor seu so-
Precisa-se de urna sala em alguma das ras se-
guintes : Nova, Cabug, -estreita ou larga do Roza-
rio, Quemado, Cruzs, pateo do Carmo, Trinchei-
ras eQuarteis: quem a liver e quizer alugar, a.i-
nuncie, oudirijn-so a esquina do Mundo-Novo, ven-
da do Sr. Nicolao. Adver(e-se que he indiferento
ser a da frente ou a de detrs, em primeiro ou se-
gundo andar.
S. H. T.
A direcgflo do llicatro d'Apollo participa a todos
os Srs. socios, que o oxpeclaculo deste mez lera lu-
gar na nnite de 13 do corrente, e que os bilhetos
para o ingresso serflo distribuidos pelo Sr ihesou-
reiro no salflo do mesmo theatfo, nos dias 10 e lt,
das 3 as 6 horas da tarde e no dia 12, das 9 a 12 ho-
ras da manhfla; e at ao dia 13 ao meio-dia se ser-
vidlo mandar os Srs. socios, quo o qtiizercm ai
suas proposlas para convidados Rom os bilheles em
carta fechada ao primeiro secretario na ra da
Cruz, n. 9 o del lo procurar o seu resultado no ul-
timo dia das 3 as 4 horas da tarde improrogavel-
ment.
Precisa-se de um caxeiro que tenha pratica de
venda, e quo d fiadora sua conducta, a qual vende,
tanto para a trra como para o matlo : na ra Au-
gusta, venda n. 1, se dir quem precisa.
Precisa-se de 400,000 rs. a premio com segu-
ranca em 2 escravos livres o desemnaracados : na
travessa do.Caldeirciro, n. 12. Na mesma casa se
vende urna cama de angico feita a moderna com
seusenxergOos: tudnnovoe por prego commodo.
Hoje aclia-se a venda, nos lugares do costume,
o n. 28 da f os do Brasil.
OfTerece-se urna ama'para todo o servico de
urna casa de honiem solteiro, ou de pouca familia:
na ra da Guia, loja do sobrado, n. %.
Tcoca-se por urna. escrava,ou vende-se uma
casa terrea, sita na povoacflo dos Afogados, na ra
de S.-Miguel: a tratar nasCinco-Ponla*, n. 42, com
Luiz Comes Silverio.
. A Snra. I), llosa Thereza da Curha quoir ian-
'dar buscar urna carta, viuda de Lisboa ,'em Fora-.
de-Portas, n. 92, ou annuncie sua morada, para ns '
ser entregue.
D-se dinheiro a juros em pequeas quantias,
sobra penhoresdeouro : na ra Bireita, n.70-
-- Um honiem que tem 70 annos, o que te sup-
pOe capaz de desempenhar qualquer commissilo,
sendo licita, e que dar conhecimento de sua con-r-s
duela, deseja acharpessoa capaz que do alguma cou-
sa o ehcarregue seja sobre o negocio de justica,
ou de outra natureza o por preco rasoavel, prefe-
rindo quoseja para fra desta provincia : na ra No-
va lo)k n. 58, se dir que he.
Na ra-do Pires, n. 3, no bairro da Boa-Vista,
abrio-se uma aula particular de meninas, ensinan-
do-secom toda a pcrfr-icflo a ler escrovr, conlar ,
doutrina chrisl.la grammalica portugueza, bordar,
marcare fazer lavarinto ; asseveraudo-se a boaedu-
caciioeadiantameiito, para o que a pessoa lem a
insiruccilo necesaria para o fin a qqe se dedica.-
sados, e as costas preguicosas ; herBorisemcs pois uiais
alguns justantes, disse Rousseau. Mas que nouie tem es- !
te pavilho ? *
A Ralotira, respondeu Mr. de Jussieu, lmbrando-
se do nome inventado por Mr. de Sartines.
.Qu nome singular.'
-- Ol i isto no campo ludo sao phanlasias.
A quem pertencem estas terral, estes bosques, es-
tas bellas arvores frondferas?
Taiubem, se qur que Ihe-diga, nao o sel mullo.
Nao obstante condece o proprirtario, visto que val
comer l, disse Rousseau agucaudo bemol ouvidos com
bruiho he um naturalista multo mais ardente que V. Se- Um principio de suspeita.
nhoria. Ja herbonsel com elle nos bosques deviontmo-, Nao conhcfo ahi niuguem....; ou antes, conhe{o.
reupy. Poucos eramos nos entao; mas elle um homein aqui todos os guarda-cac^s que me teein visto ceia ve-
queachacoinfacllidape. colhebetn, e explicaexcellen- zes'as suas matas, e quesabem que cumpriincular-,
me, o ollerecer-me algum guisado de lebre ou de gali-
lementr
Ora ouf a l, elle ainda he moco : e tem que ga-
nliar uni nome.
Nao tem elle o de V. Senhoria, que he suficiente!
Ah! collega, collega, Voisa Senoria herborsa como
amador.
AucR- l; nao nos enfademos, meu philosopho ; to-
me, veja que bello Plantago Monanthos ; j vio cutisa se-
mentante a esta no seu Moutmoreiicy?
A' f que uo, disse Rousseau todo alegre; tenlio-o
procurado em vo, pelo camiuho de Tournefbrl : he
maguilico na verdade.
Ali! que delicioso paviW^f exclamou Gilberto,
que linha passado da retaguarda para a vanguarda.
Gilberto tem lome, respondeu Mr. de Jussieu
Uli! meu senaor, queira perdoar-me; esperarel
sem impaciencia que V. Senhoria acabe de berborlsar.
E tanto inaka que o herborkur denota Ae ii
i nao taz bein algum .digesuio, e dabi o ooa ficam pe-
uliola he agradar a seus amoi ; o criados de todos os ti-
dalgos vizinbos deixam-mc mandar aqui como m uil-
uliacasa. Nao sei bein se este pavilho pertence a ina;
daiua de iMirepoixMu amadama de F.guiont, oua......
f que ojo sei a quem.....Mas o principal, meu charo
philosopho, e julgo que ser do meu parecer, he que .
acbeiuos l pao, (rulas e pastis.
O tom de bouhomia coui que Mr. de Jussieu pronun-
ciou estas palavras dissipou as utiveus que j leaiuoo-
toavam sobre a fronte de Rousseau. O philosopho sacu-
di o ps, esfregouas insto, e Mr. de Jussieu foi o pri-
meiro que eutrou na vereda musgosa que serpenteava
por baixo dos castanheiros e conduzia linda ermttaiiim.
Atrs delleia Rousseau, apanhsndo seiupre hervas.
Gilberto que tomara de novo o sau posto, fechara a
marcha delirando com Andreza, e pencando no meios
de a vc.-(ui,-.do ella siivesse ciu irianou.
tC'onliiMiar--*-;


U-.W-
-
-Precisa-se de duas magens grandes, do Cruxi-
ficadbedeN. S. doRozario ; urna ou mais estam-
pas ou quadros de N. S. das Nev e do Carmo : no
arcoda Ceoceiguo.por cima daloji ti. a, do mes-
mo arco, ou annuncio.
Urna pessoa apta o com a necossaria inlelligen-
cia o(Terece-ee para cobrar dividas nesta praga o su-
burbios desta cidade, amigavel e judicialmente :
ludo com brv.idade o a um ajusta rasoavel: quom
a pretender dirija-so a Uoa-Visla, ra do Hospicio,
n.Sr
--Paga-se generosamente a urna ama do leite,
que o tonha botn e com abundancia: na ra do
Qtiaimado n. 17, segundo andar.
Antonio Bernardino comprou ao Sr. padre Ma-
noe! Cirilo*de Oliveira um cabrnha oucrloulo,
denome Francisco, de '19 annos,do qual lem o com-
petente papel de venda, e como ficasse o dito cscra-
vo em oaaa do referido Sr. padre vendedor e cons-
ta que o moleque, laUez por vadio se ausentasse
de eaaa por isso se faz o presente pra intelligen-
ciade tpdos.
.Manon! Antonio da Silva Pontea vai a provincia
das Alagoas traanle seus negocios.
Pelo juizo do civel vai hoj a praga na sala do
suas sesses, um escravo, de nome Jos ponhora-
uo aos herdeiros lie Bento Antonio Domingues.
-Chegou 6 n.wdo Irit, os Srs. assignanls q pA-
dem ir buscar no eseriptorio de Novaes & Compa-
nhia na ro,a do Trapiche n. 34, e na loja de livros
do Cardo* Ayres, na ra da Cadoia-Velha.
Precisa- de urna ama de leite forra ou capti-
va : na ra Nova*, n. 5, segundo andar.
--A pessoa que, no da 6 do crrente maio, man-
dou protestara lettra. do quinbcntos.mil ris, pas-
rs. mais: os Dortendentes procurem ao major Jos
Francisco de Faria Siles no mesmo engnnho, ou no
Seminario de Olinda, para tratar O nogocio.
Galdino da Silva Martina, depositario judicial da
escrava Mari Benedicta, pertenconto ao casal te
Paulo Miguel e embargada pela niulher" deste om
consequencia delratarem deseu desquite, faz scien-
te aos ntoressados, e a quom maia eonvler, que a
dita escrava fugio hontem a noite [5 do corronte],
sem que fosse persentida poralguem de casa, e para
isso concorrease motivo algum, mas tSo smente a
suspeitajde que ia sor removida do deposito a roque*
rmenlo do supplicante, levando comsigo alguma
rupa o umannel de o uro que poude raptar; eat o
prsete ignora o anunciante para onde a mesma se-
guio, apnzar das bravas diligencias que lem feito pa-
ra aou descobrimento, e captura: pelo que faz o pre-
sente aviso, e roga a todos os oOiciaes de campo, e
as autoridades de polica o favtr de a apprehendc-
rem e lovarem-na ao anuuiiciante na ra do Litr-
menlo, sobrado de dous andares n. 33, que gratifi-
car generosamente lodo o trabalho e despenas, que
tal diligencia occasionar. Os signaea da referida es-
crava silo osseguintes: nagflo Congo, idade 25 a n-
nos pouco mal ou menos, cor fula, baiza, grossa do
corpo, clieia de cicatrizes de fgo e marca de sua
Ierra pelas costas e bracos.
O Snr. Jos K rauda o Jnior dei-
xou de ter gerencia na casa de
sada pelo fallecido Jos Antonio do llomm ,-que
milita duvida ha em scmelliant,e debito, todavia a
deveapreacnlaraos herdeiros do referido, afim de
ser reconhocid, e langar-se inflo dos meios que
faculta a lei.
i'rocisa-so.de urna ama do leite, que seja forra :
na ra do Tiapiche, armazem n 4*.
Precisa-se alugar una casa terrea do 8,000 rs.
menes; quesejano dislricto de S.-Jos ou S.-
Antonio : na praga da Independencia, n. 12.
O autor do annuncio d bonlem, 9 do corronte ,
querendo pagar ou verificar a lettra do finado Jos
, Antonioilo Bomfltn, protestada no dia 6, dirija-so a
, ra do Caldeireiro n. 44, aSseverando-se que a mes-
ma lettra anda nao" foi apresentada aos herdeiros
do dito Rnmlim por nflo estar ainda venciila, o que
se far 'om lempo oportuno, e pelos canaes compe-
tentes: cumprindo asseverar que he leviandadequan-
do o annuncio de bonlem diz, que muila duvida a
umsemolliante debito.
Franchoo das (hagas Lins.
Na ra nova loja n. 58, de l.uiz da Costa Leite,
ha as seguintes couzas : quem raspe ou surre cou-
ros o sola; duas castalias pira seallugar; sendo,
una no atierro do Al'ugado n. 103, oulra na estrada
da soledade para o Manguinlio ou ra de Joflo-Fer-
nandes Vieira n. 22, e ha para vender snpalos de
dille rentes tamaitos, obra da Ierra, 0 sofrivcl em
Suaiidade e prego ; bicos brancos de tres a qualro
cdosde largo, ludias, couros de bode, decabra e
bezerfossurrados, rezina para grudar flores ou cou-
za aemelhsnte, e mais alguma couza.
No dia 12 do corren te ao meio-dia so hflo de
arrematar peranteo Sr. doutor juiz do civel, na
sala daa audiencias, tres escravos penhorados por
cxecugflo do coronel Joflo Francisco Cbaby aos her-
deiros da Francisco Xavier da Fonseca Coutmho
escri vilo Molla.
Precisarse fallar eom o Sr. Joaquim Jos de Al-
meida : ainuncie sua morada para ser procurado.
Fazem-secolfasde retroz preto bordadas de
diverso* gastos, para padres o chancas de mama,
por prego commodo ; na travessa do Veras, n. 24.
Precisa-se de um caixeiro que tenha bstanlo
pratica devena que nflo se duvida dar bom orde-
nado : quem esliver nestas. circunstancias annun-
cie siia morada.
OSr. Jos de Almeida Brrelo Bastos queira ler
a bondade de dirigir-se a ra larga do itozario, bo-
liquin,daCova-da-Onca, n. 34, a negocio de sou in-
teresse.
Precisa-se de um hornero que en tema "de horta,
para um pequeo sitio : quem esliver nestas cir-
cunstancias dirija-sea ra do Trapiche, n. 13, para
tratar do ajuste.
Fabrica de pianos, na ra do
Queirnado, n. 12.
Joflo Vignes afianga aos compradores os seus
' pianos, como ja nnnunciou, com a condigno de nflo
serem blidos por cuiiosos, como acontecen lti-
mamente com alguna que o fram pelo Reverendo
Sr. padre Freir, que nflo he artista : o annuncianle
nenbuma duvida tem que os seus insimlenlos
sejam examinados por laes pessoas, porm oque de-
soja lie que se faga o exame pera ule elle, pa,ra que
se nflo ininstornem as pessas, em discredito do fa-
lirieante.
Ilesa parecen, ema noiledo dia 28 de abril ulti-
mo, do pr iinuiro andar da casa n. 67 da ra Nova,
urna cacliorrinlia prela, com as inflos e ps calgados
de pardo, e o peitu da mesma cor; leudo cm cima de
Cada um dosolhns urna pinta tambom parda, e as
cosas falta de pello em duas partes : quem a levar a
meima casa, oo ao monos der corteza aonde ella se
acha ser generosamente recompensado.
--Manoel Ferreira Hamos embarca o seu escravo
Manoel, de Angola, para o Itio-do-Janeilo.
Jos Uonrique, subdito portuguez, faz scientp
que por hAver outro nome.igual, de boje em diante
se assignar Jos llenriquu Carvalho.
Uahaixo assifnado propo-se a ensinar parti-
cularaatMiJU piimenas lettras e msica por um m-
dico prego, e prometi emprear lodos os meios
queestivorem a seu alcance, afim de conseguir que
seus alumnos lenhai adianlamento : quem deseu
l'reitimose quizer servir tlinja-se a ra estrella do
Hozarib, sobrado n. 21, segundo andar.
Joaquim Lourival de Mtllo Amana.
-Precisa-se e um hom'lrabalhador de jiadaria,
forro ou captivo : na ra da Florentina, n. 3.
Aluga-se urna prela para todo o servigo de una
cas*; quem a precisar dirija-se a ra da Guia,
D. 46. -'* f
Precisa-so de alugar urna escrava para o servi-
do de urna casa de punca familia, que saiba com-
prar, coslnhur e ensaboar, dando-ae-lhe o sustento
e 10/ ra. mensaes : na Soledade indo pela Trempe,
1 "do esquerdo, casa n. 42.
Arrenda-so o engenho Jardim de Paralibe, dis-
tante desta praga Ires legoas, moenle e corrento, o
qual moecoiii o mesmo rio de'Paralibe. com des-
tllaCflo. "> iImUMM----., A- --"'=r!:.r.:. ....
.^ r ^ v..- *...-- .-n^fliucuuj, cu-
ta" engenho lem 3 quarlos delegoa de varzea eum
bom pomar de larangeiras, que rende 300 a 400/000
a r maca o
da ra do Encantamento, n 4 pela sua
m conducta : e ninguem que tiver nego-
cio com a dita casa se entender mais
com o dito Sr. Na mesma casa acharao
com quem tratar.
. Precisa-se do urna ama para urna casa de ho-
mem solteiro, para cozinhar e engommar: na na
da Cruz, n. 43.
Aluga-so urna negra para ama de leite. a qual
lem bastante e muito bonl : no botiquim junio ao
Ihoatro. .
--Precisa-se alugar urna escrava que' cozinho e
sirva a urna cas : na pracinlia do Livraraenlo loja
do fazeudas, n 45.
--Jos Rodrigues Coelho scientifica ao publico,
que tem, desde odia 5 de abril, associado ao seu
eslabelcci ment da esquinada ra do Rangel oSr
Antonio Jos da Silva Chrispianno; pelo que todas
as tranSBcgOe que deste dia em diante se flzerem ,
sorflo sb a firma de Jos Jldrigues Coelho & C.
a qual he obrigadaao pagamento nflo s dos dbi-
tos quecontrahir, cmodo quedevia a antiga firma
de Jos Rodrigues Coelho.
Os herdeiros do fallecido Joflo Lopes do Nas-
cimento morador quo foi no lugar denominado For-
no-da-Cal, da cidade de Olinda queiram compare-
cer na ra dol.ivramento, n. 8, a negocio do seus
interesses.
Madama Julia embarca para o Rio-de-Janeiro a
sua escrava, de nomo Rosa.
O Sr. Luiz Antonio da SUva tem cartas, vindas
do Porto na ra da Cadeia do Rocife, n. 33.
OSr. Custodio Jos da Silva Meira Portuguez,
queira dirigir-se a ra da Cadeia-Velha n. 56 para
negocio de sou jnlerosse ou annuneie sua morada
para ser procurado.
OJRIS.
Os Srs. assignantes do fra pdem ir buscar os n-
meros 3 o 4 do mesmo jornal, na ra do Trapicho ,
n 34, eseriptorio do Novaos & Companhia e na
ra da Cadeia'do Recife, loja do livros do Cardozo
Avre.
.lotera
Oo Hospital Pedro II.
O liiesoureiro desta lotera, leudo de
marcar o dia em que devem correr, as ro-
das da quarla quinta parte da mesma,
julg* que vista da concurrencia dos
compradores poder ser extrahida no
dia 37 de maio prximo vindouro.
Precisa-se alugar urna armazem e eseriptorio ,
na ra da Cruz, no Recife : a tratar no largo do Cor-
po-Santo, n. 48, primeiro andar.
Precisa-se alugar um sobrado de um andar, ou
mesmo dedous, que tenha bous commodos e quin-
tal em qualquer das ras seguintes : Terco, Li-
vramento, Queirnado Cruzes, Collogio, Cadeia de
S.-Antonio, Novae Carmo, garant-se o arronda-
mentode tres anuos, convinilo o proprietario: a
tratar com o Burgos, no sitio da cscala ou avisar
na ra do Queirnado, loja da esquinado becco do
Pcixe-Frilo. ao Sr. Manoel Jos Concalvos.
Rodolpho Joflo Barata de Almeida se acha mu-
dado para a ra doS -Francisco sobrado n. 7, -onde
pode ser procurado as horas d.i costme.
Precisa-se alugar um bom preto : paga-se-Ihe
hem : na rna de S.-Amaro, n. 32.
Umasenbnra viuva contina a ensinar meninas
a ler, escrever, as quatrooperagAesdearithmetica ,
grammatica portugtieza coser, bordar e fazer flo-
res : quem de seirprestimo se quizer utilisar dirija-
sea ra do I lo 1 las, 11. 116.
Precisa-sede urna preta forra ou captiva para
o servigo do una casa deporta fra : na ra larga
do Itozario, 11. 32, se dir quem precisa.
Frinian Cervano, Italiano de nagflo e professor
reli.ilist.i cm miniatura, a oleo o daguerreolyp co-
lorido-em urna mancira realmente invanavel, que
parece perfeitamente natural, haveudo habitado nos
Estados-Unidos pelo espago de 17 anuos, o merec.lo
snmpro a geral apiirovagfln de todos os habitantes
de Philadelphia, Nova-York oSavana, em cujas ci-
dades ello exerceu as fuucgSes do seu ofllcio com
escola do desenlio, tanto para homens como para
senhoras, do. que colheu sempro bons resultados;'
participa ao respeitavel publico desta provincia,
que, acbando-seem mu estado de sade, tem sido
aconselhado por diversos facultativos a eniprelinn-
dor urna viagem a America do sul, afim do mudar
de clima, e por conseguinte brovemenle (endona
visitar Pernambuco, Baha e Itio-de-Janeiru e ao
mesmo lempo aproveita usa occasiflo para fazor
publico, que elle dito professor tenciona demorar-
se aqui algum lempo aiim de .administrar nlgumas
I enes na sua profissflo ; pelo que espera encontrar
o bom acolhimeuto c patrocinio do cima mencio-
nado rospeitavel publico, e com parliculardade, es-
pera ser animado pelos entendedores da materia que
mais fcilmente pdenlo avaliar o mrito do sobre-
dito insigne professor.
Antonio Duartc de Oliveira llego faz publico
que Antonio Jos Lisboa de Oliveira deixou dp ser
seu caixeiro desde o dia 6 do crrenle, por querer
rclirar-so para Portugal agradecendo-lhe o seu
bom eoinpoi laineiiio durante 8 annos e.6 mezes que
foi seu caixeiro.
D-se
multo
riegri-
menos: na ra
5 annos,
por urna
cas, comer e vestir a unu
parda ou crioula de idade, que seja capa,
3| CHAPEOS DE SOL
Rna do Passeio-Publico
Joflo l.oubot participa ao respeitavel publico, que
reqebe, por estes ltimos navios francezes, um com-
plejo sort i ment de chapeos de sol, do seda, a mais
rica o superior qualidade; furta-cres o outras mui-
tas condecidas, tanto para homens, como para Sras.
e meninos. No mesmo estabelecimento ha um sorti-
mento do chapeos de sol de panninho, dos mais mo-
dernos; ditos muito grandes, proprios para homens
de campo : tambem lem chapeos de sol de panninho
para meninos e meninas, por serem muito finos: po-
dem-se chamar chapeos de economa. Na mesma loja
ha sortjmento de bengalas, bcngalinhas e chicotes
muito modernos; cobrc-sequalquerarmagflo do cha-
peo de sol, com sedas de todas as cores e quali-
dades. Na mesma casa ha um grande sortiinento de
panninlios (raneados e liso<, imitando seda, para
abrir os mesmos.: desta fazenda se vende a retalho.
Concerta-se lodo qualquer chapeo de sol, por haver creve a caita que o Sr. Flix l'eixolo dirigi para f-
um completo sorlimento do todos os pertcnces para ra aconcelliando a rcvolta; odoSr, Antonio Af-
jpara morar com urna senhora casada a
com pouca familia, eajudar o servico de
porta dentro : na ra da Aurora na lo-
ja do sobrado n. V'
Antonio Jos Lisboa do Oliveira retira-so para
Portugal, pelo que deixa do ser caixeiro do Sr. An-
tonio Dnarte de 1 ilive:r,i Reg agradocendo ao mes-
mo Sr. e a toda sua familia o bom Iratamenlo que
receben no espasso de 8 annos e 6 mezes que foi seu
caixeiro.
- Uoga-se ao Sr. que m.indou entre-
gar urna carta na venda da esquina do
pateo do Carmo. n. a, viuda do Cear ,
para Joaquim Esperidiao di Silva Giii
maraes, tenha a bondade de nnunciara
sua inorada ou dirigir-se a mesma
venda,
O LIDADOR N. 282.
Acha-sc-hi a venda no lugar do costume : trans-
IVendem-se superiores bichas, a8c lO.OOOrs. o
cento,: lamhem Atorr-d^-Bo.1-V'tn, venda que foi do Maya.
Veride-se, ou permula-se urna cas terrea aita
no ra "do Bom-Sucesso, em Olinda, tola rectifica-
da do novo com um sitio em cljflos proprios : na
ruadeS.-Francisco, casa da esquina quo volta para
a roa da Florentina.
Vende-se um mulatioho do
sadn o robusto : tambem so troca
ntm de 9 a 10 annos pouco' mais ou
do Aragflo, n. 38.
Vende-se urna negrinha do 10 a II annos, com.
bons principios de costura ; um moleque de bonita
figura de 14 annos; 2 prntos bem robustos: no pa-
teo da matriz deS -Antonio, sobrado n. 4.
No Passeio-Publico, n. tf, lo-
ja de urna s porta, parede
e meia .a fabrici de chapeos
de sol,
vendem-se chapeos de sol do 'seda com armacAo
de ago e cabos de marfim de muito bom goslo, pe-
lo barato prego de 5,500 rs( Na mnsma loja ha um
soi tmenlo de todas as fazeudas por prego muito
commodo.
Bolachinha.
Na ra Nova, venda n. 3, de Antonio
Ferreira Lima, vendem-se a muito su-
perior bolachinha vinde de Lisboa, pe-
lu ultimo navio, em latas e a retalho
Vende-se urna venda com poucos fundos, enf
bom lugar para negocio, no largo de S -Jos aon-
de nflo ha ontra a qual tem muito poneos coinmo-
dos para familia :o motivo por que se vendo ha
por (er o sou deno le retirar-se para fra : a tratar
na rila do S.-Jos, n. 2, a qualquer hora do dia.
Veiidem-.se saccas com feijflo muMinho n bran-
co ; 11 i l a s ilim i'.u mili fina ; ditas do arroz pilado ; di- *
tas com milho : na ra da Cadoia do Rocife, ti. 8. :
Vende-se, para fra da provincia, um crioulo do
20 annos bom ufllcial'de alfaialo o que nflo lem
vicios : na ra da Pcnha, n. 27.
Vende-se urna negrinha de 10 na-
nos, de bonita figura : na ra do Kan-
gel, n. 46, segundo andar.
Vende-se unta casa terrea, sita na ra dos Mar-
tyrios n. 15 : na ra das Larangeiras, 11. 24.
Vende-se, por 200,000 rs urna preta do nagflo,
do meia idade que cozinha o diario de uma casa ,
vende na ra e lava to sahflo : d-so por aquello
prego por ha ver precisan : na ra da Gloria, n 85.
MEZ MARIANO,
vende-se a mil rs. : na praga da Independencia,
ns. 6 e 8.
os mesmos, com toda a perfeigflo e hrevidade.
Em respostaao annuncio publica-
do pelo n. 00 deste Diario ha simples-
mente a dizer, que mais de uma vez se
teem pedido cotilas ao muito honrado Sr.
Manoel da Silva Santos, daqtiillo que
emseu poder tem, pertencente a heran-
ca do finado iManoel Jos Machado VI a-
Iheiro e se melliores esclarecimentos
quizer o autor do annuncio, poder di-
rigir-se ao dito Sr. Santos que sem du-
vida nao negar o queacima se alfirma ,
etc etc,, etc.
Aluga-se um preto velho, robusto, para o ser-
vigo de algum sitio por ser muito bom do euxada
e entender do plantagOes : na ra Nova, armazem
n. 67.
' Na ra'de Agoas-Verdes, n. 26. dflo-so bolos de
vendagem a 80 rs. a pataca : tambem se cngonima
a 100 rs. rada pega ; o armam-se bandejas por menos
prego do que em oulra qualquer paite.
Aluga-se o sobrado de dous andares sito na
praga da Boa-Vista if. 6: a tratar na botica da mes-
ma casa.
Precisa-se de um foilor que saiba tratar -de
horta, pomar e encherlo : na A trro-da-Boa-Vista ,
n. 48.
Precisa-sede um trabalhadorde masseira, que
seja preto : na ra. Oireita, padaria n. 26.
A parda que pede 200,000 rs. para sua alfnrria,
va a ra estreita do Rozarlo, n. 12, loja de marcinei-
ro, que so dir quem quer fazer este negocio. Na
mesma casa compra-se tambem prala em obras.
Aluga-se, por 7,000 rs. mensaes ,
a um homem soheiro \ o soto da casa do
nicho, na esquina do ^ivramento : a tra-
tar na mesma casa.
fonso, on circular as autoridades praiciras deinctti-
dns, para nflo dcixarem o seu posto.
Compras.
Compra-se uma escrava que seja perfeila en-
gommadeira e coziuheira, e afiance nflo ter vicios
nem molestia : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 42, 2,
andar.
--Compra-so uma macuca viva: nesta typogra-
phia se dir quem compra.
Compra-se una padaria quo seja om boa rna
n hairro de Santo-Antonio ou Rcifo, e que estoja
hem afreguezada, livre e desembaragadn : quema
liver o quizer vender, diiija-se a ra Dircita, n. 54
-Compra-so a tragedia de Vollaire Aliira, ou
Os americano!, em portuguez: quem a tiver annun-
cie.
Compram-se macucas mesmo moras ou scc-
cas : na ra do Collegio, terceiro andar da casa,
n. 25.
Compra-se, para uma cncommenda, um preto
carpina o um dito pedreiro : no paleo da matriz le
S.-Antonio, sobrado n. 4.
Couipram-se dous ornamentos de damasco por-
tuguez em bom uso, sendo um hranco e encarna-
do c o outro rxo e verde e na falta todo branco ou
encarnado, roxo ou verde ; duasestolas de pregar
e administrar o Sacramento sendo rxa o branca;
Voz do pastor ; Comidos da mfli de Dos afilela;
Mstica, cidade de Dos; um par dovelasdo ouro,
para sa patos de padre; uma anglica de fio do ou-
ro fino, para roquete; 11 ni par de mangas de vidro la-
vradas: no arco da Couccigflo por cima da loja n.
2, do mesmo arco.
Vendas.
Vende-se uma preta de 18 annos, de bonita fi-
gura : no largo do Livrameulo, n. 20.
Historia de Roma em inglez,
para as'aulas : vende-se. na liviana da esquina do
Collegio : lamhem ha dramas novos chegados ago-
ra de Portugal: entre elles, o Roi ou impostor, por
Moralo ; eo Chine ou 25 annos de rnmorsos, por
Jos Mara Alfonso ; ambos originaes npprovados
pelo conservatorio dramtico o representados nos
theatrosportuguezes; ricas vistas do bello theatro
do I). Mara II. em urna l'olba grande.
Cheguem, fregticzes, a loja de
Manoel Joaquim Pascoal lia
mos 110 f*asseioPiblco,
11. 19,
aos cortes de cambraia de todas as qualidades a
1,920 2,000, 2,400, 2,500 e 3,000 rs.; ditos do lar-
lalana branca a2,400 rs. com Ovaras; cambraia
de quadros com 9 varas, 2,400 rs, ; longos de soda
para inflo, a 1,000 rs.; ditos para grvala, a 400 rs. ;
ditos de cassa, a 200 rs. ; chitas para coberta a 20O
rs. o covado ; pello do diabo e castores, a 20> rs. o
covado ; chitas, a 120, 140, 160 o. 200 rs ; riscados
francezes a 200 rs. o covado ; pegas to algodflo, u
2,000 rs. ; ditas de madapolfln de todas as quali-
dades a 3,000, 3,500 4,000, 4,500, 5,000 a 5,200 rs. ;
chapeos de sol, a 5,500 6,500 rs.; cortes do Ifla a.
2,500 rs ; ditos de casimira, a 6/rs.; e outras inuilai
fazendas por prego mdico.
Loja de Uagalhes # frmo,
na ra do Queirnado,
11. 46.
Nesla loja vendem-se cortes de cassas de cores, a
3,000 ta.\ ditos de cambraia branca lisa, a 3,200 o
4,000 rs ; lengos do setim lo cores, para grvala, a
3,200 rs.; meios tlitos, a t,600 rs ; cambraias abor-
tas, u 4,200 e 4,500 rs. o corle ; ditas brancas abor-
tas, a 4,600 rs.; muito superior panno para toalhas
do mesa, do 4 palmos o meio do largura, a 640 rs. a
vara ; lengos braucOs do cambraia com boiraaberta,
a 300 rs.; chita de coberta, a 200 rs. o covado ; dita
para vestido, de ctVr (xa, a 160 rs.; lengos bordados,
a 320 rs.; cortes de vestido de Iflaznha, a 3,200 rs ;
camisas de meia. muito superiores,a 1,400rs.;chales
de seda, a 10,000 rs.; mantas de dita, a 8,500 n ;
chales to Ifla e seda, a 4,500 rs.; stim preto, a 2,200
rs.; hcos'de varias qualidades; e alm disto, um
completo sortitnenlo de fazendas, proprias para esta
praga e provincia.
Vende-se urna preta tle 22 annos, perita engom-
madeira ; uma dita do 24 annos que cozinha o dia-
rio, de urna casa e lava de sabflo e varrella ; urna di-
ta que vende na ra, por ter disto bastante pratica ;
um dita para o sorvigo de usada, por ter sidu
criada no trabalho do campo; um preto do 22 an-
uos, de muito linda figura o robusto; um moleque
de 10 aunes, muito lindo, proprio para dagem : na
ra de S.-Rita, n. 44.
Vende-se para fra da provincia, uma escra-
va crioula de 25annos, engommadoira, enstureira,
cozinheira, o que |ava muito bom ; um lindo mole-
que do 7 anuos, proprio para aprender oflicio: na
ra tas Cruzes, n 22, segundo andar.
Vende-se, na loja de roupas foitas n. i, ao la-
do do arco de N. S. da Conceigflo no Recife rap
princuza de Lisboa a retalho : os amantes da boa
pitada se deven afreguezar na dita loja, visto que
no dito bairro ninguem mais o vende a retalho,
Vende-so.o vmlio genuino da companhia gerat
da agricultura das vinhas do Alto-Douro, muito
proprio para mesa em pipas, mcias ditas e barris
de quarto: a tratar no armazem de J0S0 Tavares
Conleiro, ou com Antonio Francisco de Moraes,
agenle da mesma companhia.
.1
MUTILADO
t


i.
'


<
Vende-se Urna negrinha de 8 annos, muitolinda
e esperta, eque he propria para so educar; urna
lila de l ii a unos milito linda ; um cabra de 39 an-
nos multo robusto, de bonita figura o que he
proprio para pagem : na ra do S.-ltita, n. 44.
Tranceln* para relogios,
fetosde cabell}, com passadores e encaixes de
oni'o : tanilii'in sorvem para senhora, e silo da moda,
chcgados da Europa : vendem-se na loja.-tle livros
da esquina do Collegio. .
Vende-se Direito mercantil, por Silva Lisboa ,
6 livros encadernados em 2 volumes : na ra do
Crespo, n. II.
Vende-se, para fra da provincia ou para en-
Jenho, un moleque crioulo da 15 annos de idade e
e boa figura, que coziuha o diario de urna casa e
etn principio do ofliciode pedreiro : a tratar na ra
o Crespo, n. 12, com loso Joaquim da Silva Maia.
Milho.
Vende-se milho, a 2,000 rs. a sacca : no caes da
Alfandega, armazem de Antonio Annes.
Potassa e cal virgem.
Vende-se milito superior potassa, a.
poneos das desembarcada, e cal de Lis-
boa : no armazem de Baltar & Oliveira,
na ra da Cadeia no Hecife, n. u.
Chitas pretas assetinadas.
Vendom-se superiores chitas pretas assetinadas,
muito acreditadas pela sua qualidade, a 240 rs. o co-
vado -. na loja da ra do Collegio, n. 1.
KA HELO NOVO,
a 4?o00 rs.
Suecas grandes de 3 arrobas eos; farelos: no arma-
zem de J. J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Vende-se urna bonita preta de
nariio, de 20 annos, que engarn-
io ma, cose e cozinha \ urna dita
crioula de elegante figura ; I niulati-
nhos de 8, 10, la e \'\ annos ; um pardo
de 20 annos de muito boa conducta e
qne he ptimo para pagem ; um dito de
32 annos, bom marinheiro ; um bonito
preto de ao annos denaco Costa vin-
do da Bahia ; um pardo de 35 annos, por
a8o! rs.; um preto de a5 annos, por
35osf rs. : na ra das Larangeiras n.
i'\, segundo andar.
Vende 111-se travs do 40 palmos de comprimen--
to, de boas finalidades : na ra da Prnia, serrara de
Silva Cardial.
Vende-se urna crrante de ouro para senhora ;
uma dita para homein ; um trancelim ; e mais 011-
tras obras de ouro: na ra do Rangel, n. 10.
Farnha de mandioca.
No armazem da ra do Collegio, n. 21, ha farinlia
emsaccas, de boa qualidade, a prego commodo, e
tambero alguma farinba avariada propria mira cria-
580. *w
-Vende-so 140 couros de cabra do boa qualidade :
no Aterro-da-lloa-Visla, armazem de luuca Bahia,
n. 47.
?41<
Vende-sn uma bonita escrava reco-
Ihida, de uac.no, de idade de 20 anuos,
de primeira barriga, com unta cria de
4I011S me/.es, com muito e bom le te :
na ra das Larangeiras, n. 14, 2.* an-
dar.

Vende-se urna linda 'nulatinlia ile 11 a 12 an-
uos; uma crioula da mesma idade: ambas sabem
fazer lavarinto com porfeigilo cosem chlio e leem
principios de engommado : na ra do Livrmento,
11. 3.
Vende-se uma venda sita na ra larga do Ro-
zarlo, n. 23, sorlida bem afreguezada para trra e
tambem vende para o malto : o motivo por que se
vende, lie por nio se querer usar mais deste nego-
cio e se querer liquidar com a praca : a tratar na
mesma venda ou na ra Formosa, n. 5 que todo o
negocio se far.
Vende-se oengenho Serigy, moenle e corrente,
junto a N. S. do O', na comarca de Coianna : a tra-
tar como seu proprietario, no dito engenho, ou com
Manoei Concalves da Silva na ra da Cadeia do lie-
dle.
Continuam-soa vender bichas ltimamente chc-
gadasde Ilamburgo grandes, a 800 rs. cada uma :
tambem se alugam por proco commodo: na ra do
Collegio, loja de miudezas, n. 9.
Chcgaram as verdadei-
ras plalas vegefaes do I)r.
ra::drc!h, viudas no briguc
Putwim, da Philadclphia, as
quaes se vendem na botica
de llartholomeu Francisco de
Souza, na ra larga do Roza-
rio, u. 36.
Vendc-se um moleque de bonita figura, de 20
annos, sem vicios com oflkio da sapateiro : na ra
Nova, armazem n. 67.
Vendem-se lencos encarnados finos para taba-
co a 3.2U0 r. a'duza : na ra do Quemado, n. 8.
Vende-se urna bonita preta crioula que,cozi-
iilia beui o diario de uma cas, cose, engomma liso,
ensaboa mu bem e faz todo omaisservigo t Unto de
cnaaCr.c Je ra : SS rus do Hospicio, 11. 4.
Vende-se, ou arrenda-so um grande sitio na ra
Imperial, com duaa moradas de casas, uma para
grande familia, na frente da ra e'outramais pe-
quena dentro do mesrao sitio com bon? parreiraes
e m e j dando fruto, com um grande viveiro no lundo :
na ra liireita, n. 135, loja de era onde se far
qualquer dos negocios, por seu dono ter de retirar-
se por molestia.
CABELLOS PRETOS.
Corvtina-se a vender agoa do tingir cabellos e
sussas : na ruado Queimado,o,31. O melhodo de
applicar acompanha os vidros.
Sarja despatillla.
No novo armazem de fazendas, de Raymundo Car-
los Leite, na ra do Queimado, n. 27, ha chegado
nm ptimo sortimenlo da verdadeira sarja bespa-
nhola, a 3,200 rs. o covado ; tambem lia do 2,200,
9,500, 2,800 e 3,000 rs.; panno fino, prova de li-
man, a 3,800, 5,000, 7,000,8,000, 9,000 e 10,000 rs.;
chapeos francezes linos, do ultimo gosto de Paris ,
com aba maior, conforme a nova moda, a 7,000 e
8,000 rs. Neste armazem tambem se vendem fazen-
das por atacado o mais barato possivel.
Sarja mais barata nao he
possivel.
Vende-se superior sarja preta nespanhola pe-
lo barato prego de 2,000 rs. o covado : a sua quali-
dade he sufliciente para chamar os compradores:
na ra do Collegio, loja nova da estrella,n. 1.
Novos gambreoes.
; Vendem-se cortes decalcas da excedente e supe-
rior fazenda denominada gambrefl, pelo barato
proco de 1,800rs. o corte: esta fazenda, tanto em
gosto como em qualidade, rivalisa com asmelho-
res casimiras : na ra do Collegio, nova loja da es-
trella, n. 1.
- Vendem-se acedes da ex-
mela companhiade Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira Irmos & C, *ua da Cruz,
n. 9. .
Vendem-se ancorctas de
diversos tamaitos, com vinho da
M a < leira, tinto e branco, de supe-
rior qualidade: no escriptorio de
Oliveira Irmos & C, na ra da
Cruz, n. 9.
Jf^ Vendem-se chapeos de superior
aflScastor, hiancose pretos, por preco
mulo barato : na ra do Crespo, q. loja, de Jos Joaquim da Silva Maya.
A 1 #600 rs o covado.
Vende-se merino preto de 7 palmos de largura ,
peto barato prego de 1,600 rs. o covado : na loja da
esquina que volta para a ra do Collegio n. 5, de
Guimaraes t Companhiii.
Vondem-se saccas com arroz de casca, a 3,200
rs.; ditas com milho a 3,200 rs. : na ra da Cadoia
de S.-Anin 10, 11. 21.
Vende-se, no largo do Carmo n. 18, um mo-
leque do 18 annos que he oftlcial de sapateiro.
Vende-se um lindo moleque de 12 a 13 annos,
aadio ; 3 pretas de bonitas figuras, com habilidades ;
2 pretos de elegantes fgnras; uma parda de 20 an-
nos, engommadeira e costurera : no pateo da ma-
triz de S.-Antonio sobrado n. 4
lucos tapetes
para ornar salas, mesas, candieiros, lanternas, cas-
ticaes e campanillas, redondos, quadrados e trian-
gulares bordados o de oleado com lindas franjas
de 18a de todas as cores; luvas de lorcal, propnas
para aQueresma, ao ultimo gosto de Paris, pretas e
brancas com dedos e sem clles, a 1,600 ts. o par ;
alpaca de linho, a 640e800 rs. o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazem do fazendas, de
Kaymundo Carlos Leite.
Brins trancados de iistras e
quadros.
Vendem-se superiores cortes de brim trancado de
Iistras e quadros, para calcas, de lindos gostos e
delioa qualidade pelo prego de 2,000 rs. o corte :
na ua do Collegio, loja ora da estrella n. 1.
Casimira elstica, a 7180 rs,
covado.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio n. 5, vende-se casimira clstica de ISa e algo-
do de lindos padroes o muito encorpada pelo
barato prego do 720 rs. o covado, e que se] torna
recommondavcl para a estacio presento.
Couro de lustro.
No Aterro-da-Boa-Visla,loja n. 78, vendem-se pel-
los de couro de lustro, a 3,000 rs.; sapatOes, a 1,200
rs.; hotins,a2,8(io rs.; bonetes de varias qualida-
des tanto para honiem como para meninos ; hluis
de madeira envornizados pincel proprios para
guardar roupa de enancas, ou para outra qualquer
cousa a 1,000 e 2,560 rs.; frocosde todas as cOres e
grossuras a 240 rs. a vara.
Vende-se urna parda do 22 annos, sem vicios
nem achaques, e que engomma e cozinha soffrivel-
nientii: a tratar com Jos Clemente dos Santos Si-
quoira na ra estrellado Rozario, n.8, ou na c-
mara municipal.
Vendo-so urna preta de 30 a 40 annos com al-
guma* habilidades : na ra Direita n. 93 segundo
andar, ua esquina do boceo do Serigado.
ligente para todo o arranjo de urna casa : na ra do
Hospicio, casa terrea cora sitio defrontn do sobra-
do grande que esta fechado.
Vende-se nma preta crioula de 27 annos, bem
augurada e de boa Conducta, a qual no tem vicios
nem achaques, cozinha soffrivelmente o tem
principios de engommado : na ra da Cuia por ci-
ma do marcenriro, n. 7.
Vendem-se ps de nogueira da Persir e um ca-
sal de urub* res : de fronte de S.-Jos do Mangui-
nd, venda da esquina.
Viidem-se dus linlias de iamausry com 55
palmos de comprimento : em S.-Aiina, a fallar edm
JoSo Venancio.
Vende-se um bonito preto da 22 a 24 annos ,
bem corpolento o que he muito hbil para todo o
servico; um pardo bom carniceiro, a que beperfoito
carreiro e muito humilde : na ruado Vigario, n.
24, se dir quem vende.
Vende-seuma prelada Costa,de 20 annos, de
bonita figura, que cozinha bom o diario de uma ca-
sa .rompra e eutende do vender na rna ; uma par-
da de 22 anuos, que cozinha o diario de una casa ,
e enlende dos mais arraigos da mosma : na ra do
Crespo, n. 12, a fallar com Jos Joaquim da Silva
Maya.
Vende-setim mulatinho de 14 a 15annos, mui-
to lindo ; urna mulatinha de 13 annos ; um escravo
pardo, do bonita figura e que lio ptimo para pa-
gem ; um preto bom cuzinheiro, de 30 annos-; um
dito perito sapateiro ; um dito pedreiro ; um dito d&
bonita figura .ptimo para palanquim ; 6 escraves
mocas de bonitas figuras-, com varias habilidades :
na ra Direita, n. 3.
Vendom-se dous lindos moleques de 18 annos ;
dous pretos de 25 annos, proprios para todo o ser-
vico ; dous pardos de 16 a 24 annos sendo um del-
les bom carreiro; 3 mulalinhos de 14 annos; uma
negrinha de 10 annos, com principios de habilida-
des ; 4 pretas de 16 a 25 annos, entre as quaes al-
gumas com habilidades ;um casal de escravos, pro-
prios para o servico de campo ; uma negra de idade/
por 160,000 rs.: na ra do Collegio, n. 3, -ge dlra
quem vende.
liio-Formoso.
Vende-se uma obrigacfto do Antonio de Paula Ma-
dureira, morador no Rio-Kormeso : na ra da Ca-
uem u itCiio, i. o.
Vende-se uma negrinha de bonita figura de
14 anuos que cose, engomma liso e Ue muito di-
Loja de cirgueiro.
[KiiadoQucimado,-!!. 10.
Lima.
Vendem-se uniformes militares pa-
ra tudas as patentes de logiSo, caval-
laria e infantaria da guarda nacional, a
saber : chapeos armados ; barretinas ;
dragonas; bandas; fiadores; galo de
ouro, para calcas; talins; cananas; pas-
tas ; espadas praleadas com roca e
sem ella, e ludo quanto pertcnce ao
completo dos ditos uniformes : tam-
bem aprompta|uiiiformes,para msicas
para o que podo mostrar os figurinos-
do ultimo gosto da corte,
Vendem-se'superiores luvas para meninas e
senhora, do muito bom gosto por sorem de seda ,
e sem dedos a 560 rs.; frocos de todas as cores, e
grossuras : no Aterro-da-Boa- Vista, loja n. 78.
Afarroquim.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78, vende-se mar-
roquim de varias cores, a 2,000 rs. a pello, e 500
rs. oquarto.
Vende-se uma parda de 18 a 20 annos, de boni-
ta figura, com dous filhos mulalinhos, unule.4 an-
nos o a outro de 2: a parda engomma muito bem ,
cozinha, cose e lava de sabilo o varrella nilo tem
vicios nem achaques : o motivo da vonda se dir ao
comprador : uma preta de 20 annos, de bonita figu-
ra que cozinha o diario de uma casa, lava iuu bem
desahijo o varrella, e cose alguma cousa: na ra
da Concordia passando a pontezinha, a direita ,
segunda cusa terrea, se dir quem vende.
Cha superior.
Vende-so cha superior: no pateo do Collegio lo-
ja nova do livros n. 6.
Vende-se na ra do Collegio, n. 6, milho bom
a 2,400 rs. o alqueire.
Vende-se uma das niel Mores vendas, sita no
bairro da Boa-Vista, por detrs da groja da S.-Cruz,
n. 1, na esquina que volta para" a ra da Alegra : a
tratar com o seu proprietario, Firmino Jos Flix da
Rosa.
Vendem-se presuntos, baldes e linas proprias
para lavar roupa ; vassoura para varrer satas -o ta-
petes : ludo ltimamente chegado dos Estados-Uni-
dos : na ra da Cruz, n. 7, armazem do Davis & C.
Novo panno para lenco es.
Vende-se superior panno para lences, com 2 4
varas de largura pelo barato prego de 3,000 rs. a
vara : osla fazenda lie melhor do que a bretanha de
Irlanda, da mesma largura,que ltimamente so ven-
deu ncsla mesma loja por ser de puro linho : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, ti. 1.
A 1,000 rs. o par.
Na loja de Cuimaraes 5c Compauliia confronte ao
arco de S.-Antonio n. 5, vendem-ae mei.as de seda
preta curtas, pelo barato prego de 1,000 rs. o par.
Vendem-se postillas da analyse de constit uigo
para o segundo afino da academia de Olinda ; ditas
de direito publico para o primeiro anno : na ra da
Mfdre-dc-l)eos loja n. 36.
Vendom-se, na loja da ra do Crespo, n. 11,
liyros de direito como sejam : Principios de direi-
to mercantile lea de marinha 2 y.; Cdigo bra-
siliense, ou colleegao das lois .aharaes,decretos,car-
tas regias,1 v. ; Principes de economie polilique,por
M. T. K. Mathous tradzido do inglez por Cons-
tancio 2 v. ; des Pou voirs el des oblgatons des ju-
ris 1 v.; Defenco do l'usure, 1 v. ; Tratado theo-
rico sobre os tombos, 1 v. ; Formularios de libellos,
por Corroa Telles 1 v ; lnsliuigOes de direito ci-
vil lusitano, 1 v. ; primeiros elementos praticos do
foro civil, 1 v. ; GeouielriadeEucli.de; Algebrada
Lacrois; Tratado da navegaglio, 1 v.; o ourros mui-
toa iivros que se farfto patenle aos coetprauici, o
sq vendem muilo baratos.
Veudem-se 9 escrayos, sendo : 3 pardos e 2 par-
das; uma preta e 3 pretos, vindos do Aracaty -. ao
p da Corpo-Santo, loja de cabos, n. 25.
Vendem-se enchertosde laranja selecta ; ditos
de dita do embgo; ditos de Jlma de ombijto; pv
de laranja da (hia; ditos fio fructa-pUo ; ditos de
sapoty : na estrada dos Afilelos, stimo sitio depois
da igreja, e do mesoio lado.
FARINHA.DE MILHO.
Vende-se,as Jbras, superior farnha de milho
excellente para pilo, cangicas, bolos,, etc., po;
preco commodo: em Fra-de-Portas, ra dos cUa-
rarapes, n. 28. Tambem se vende, na mesmaeasa
milho moldo, proprio para passaros.
Chapeos de sol, de seda,
a 4^800 rs
Ma esquina do Livrmento, loja do ni-
cho, vendem-se chapeos de sol de seda
a 4>8oo rs. >jjd
~ Tendem-se superiores luvas para maninaa s.
nftora, de muito bom gosto por Mfam-d seda e
sem dedos a 560 rs, o par; frocos de todas as co-
res o grossuras : no torro-da-Boa-Vta,loja n. 78
Vendem-se, na ra Nova, fabrica de caldereiro
n. 27 cadinhsde lapis, d,e loitf* os tamanhos.
para fundir meUes. '
VENDR-SK
Cha muito superior
ahricado no Rio-de-Janeiro,
Denominado Brasileiro,
o melhor que tem apparecido neste mer-
cado, pela sua qualidade ser mais supe-
rior do que a do mesmo cha hysan, de
_ uma libra para cima por preco com- .
Va modo : no fliii da ra da Aurora n. 4,a 5|5
fallar com Jos de Almeida Brrelo Bas-
tos das 6 as 9 horas da mantilla, e de 1
as 2 da tarde. No mesmo lugar tambem
sevendech familia, da mesma provin-
cia com as mesmas condicOes.
Escravos Fgidos.
Fugio, no dia 18 d jaaeiro, um cabra, de nome
Joaquim, alto, reforgado, da idade, coma liarb
branca cabellos corridoa* bem pretos; levou um
surrao de polla de carnero chapeo de bata usa-
do caigas do algodito do Iistras rotas no aisento ;
temos tornozellos dos ps Uja lauto incitados. Es-
te esoravo j foi preso em y.-Lourongo-da-Matta ,e
tornou a fugir junto sos Remedios do poder
uma pessoa que o conduzia pira esta cidade; veio
do MarannSo e diz ser de Canias: quem o pegar l-
ve-o a ra do Vigario, n. 24, que ser recompen-
sado.
Fugiram, do engenho Salgadinho os seguintes
escravos: Manoei Barauna e seu irmflo Antonio,
r.rioulos.o uma mulata: o Manoei he alto e meiofulo,
nariz trono de uma gomma i o Antonio lie alto e
fulo : a mulata puxa por uma perna por tero ar de
vento : todos ellos silo doserto,econduziram malas
e mais ferramenlaa de carpina. Boga-seasaulorid-.
des policiaese capitaes de campo, que os appre-
hendam e levem-ocao dito engenho Salgadinho, ou
na ra de Aguas-Verdes, n. 44, que serflo recom-
pensados.
--Contina a estar fgido, desde 9 da abril, o es-
cravo Alberto, que se intitula por Manoei, de nagAo
Cabund, liaxo, secco, com pouca ou nenhuma|bar-
ba, rosto descarnado o com.algumas marcas de bexi-
gas,falla mal portuguez;levou calcas de brim tranca-
do escuro, camisa de madapolo, com casa de bo-
lo de ouro nos pnnhos, colloto de seda roto Imh'-
dado anda novo: quem o pegar leve-0 a ra lo
Rozario da Boa-Vista, n. 48.
Fugio, no dia 30 de abril prximo passado,!
escrava Mara de naglo Cagange, de 30 anuos par
cima, cor preta secca do corno, estatura regular,
ollms mu tanto vermellios ; tem um signalznlio de
carne no rstp e os cantos di bocea brancos, pro-
veniente de boqueiras; tem no brago direito -aTrm* *
do sangrador urnas marcas e outraa as costas em
baixo da p ; tem os ps e os dedos com .marcas de
bichos ; levou camisa de algod.3ozinho, vestido de
chita rxa de cordiloznho com palminnas brancas,
panno .la Costa sem estar abainhado e as ordhis
urnas rosetas compridas de pedrs brancas, e um
tabolciro. Esta preta cosluma mudar o nome quan-
do est fgida. Quem a pegar leve-a a ra Velha.
n. 26, quesera recompensado.
Fugiram, do engenho Sbir, na noile de 26 para
27 de abril prximo passado, o escravo Manoo An-
tonio preto, do nagfio Angola, de 20 annos pouco
mais ou menos, de estatura regular, com princi-
pio de barba pernas finas e tortas, ps grandes:
prela Bertholeza, crioula, da mesma idade alta,
nariz chato, com uma baixa em cima da cabega > e
marcas de chicote as costas, cujos escravos sp
casados. Qucinos pegar leve-os ao dito engenho S-
bir, ou ao engenho Crauss ou nesta prg aJ!)"
s Peroira Vianna no seu escriptorio Da ra "
Cuia, n. 5, queter por cada ujlIos esravos 35,000
rs. de gralilicagao.
i uojdc
40^000 rs. de graiiicaco.
Fugio, no da 14 de abril prximo panado d
podordo Manool Antonio do Carmo, morador n
Barra-Grande, provincia das Alagoas o seu escra-
vo de naglo de nomo Manoei, de altura regular,
secco do corno clr nfio preta, com todos O den-
tes ; tem em um dos pa dous dedos pegados e mui-
to curtos olhos nielo afravessados de 25 a 30 on-
nos ; nfio tem barba ; lovou camisa e caigas de ;
topa ; foi escravo, nesta praca,.do Sr. Francisco Joae
lluarte a quem foi comprado : qnem o pega leva-"
a ra do Hurlas, n. 48.
mmmmmmmmm
ERI1ATA.
Na correspondencia publicada no n,. 104 desto.
Diario, om lugar de 30.000,000 de fr. leia-se
300.000,000 de fr.
1'unn,
NA TTP,
Vffeew7i\
sl-W .JJi-1. imM.T ,,
DEM. F. DBAR1A. 4O-.0?
i-.
MUTILADO
*


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