Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05474


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Full Text
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PHASES DA LO A. NO MEZ DE ABRIL,
i, ,o*. *!"***! min\ M,D1(oente 56, os inm. da Urda.
, PACIDA DOS CORREIOS.
i
loiann, Pa rah ib segundase sextas feiras
tlio-(rande- Cano, Seriisli'lem, RioForaawo, Porto-Calvoe
Macei, qo l .*, 11 e J i de cada ae.
Gara.i'uius e nonito. 8 e Si.
BovVi-ta f lora, a HeJ8.
WetoVia, qumlavfeiras.
Ciliada, todos os dial.
PHEAMAR DE HOJE.
Primeira, a t hora e l 8 uinutos da tarde.
Segunda) a I hora e 42 minutos d eaanhia.
le Abril.
Anno XXV.
n. a*.
wm
EMANA.
DAS Di. S
14 Segunda. HUff S. Fidelis Siraaringa.
2a Terca, ff S. Marcos Evangelista.
18 Quarta. S.Pcdrn de Bale. Aul.ilo l.dociv.
da 1 v. e dn ). de p do 1 dist. de t.
17 Ouinia. S. Tertuliano. Mid. no l.dos orph,
e do i. m. da I. va.
18 Sexta. S. Vital AuJ. do J. do civ. da I v.
e do J. de pe do I dist. de t.
19 SablMdo. S. Pedro Martyr. Aud.do J.dociv-
do J. de pat do 1 dist. det.
10 Domingo, o. Catharina da Sean i
CAMBIOS NO DA 18 DE ABRIL.
Sobre Londres 11 d. por 1*000 rs. a 80 d
a P.rs S4S a *S0 rs. pnr franco,
a Lisboa 180 por 180 de premio.
Dec. da lettras de boas urnas a I '/, /, ao m.
S8S0O a 18/908
18*100 a 181800
16J000 a I8JM88
9|l>0 a 9|l0
If910 a l|940
4910 a 149*0
l|800a 14810
I49!0a l|*4
AccSesdacomp.do Bebaribede aOfOOO ri. par
OuroOncas bespanholss
a Moedasde8.00relli.
a de floo nov..
de 4/000 .....
Prala Pataces.,....
Pesos columnares...
a Ditos raeilcanos...
Mhida........
PRTE OfFIGIAL. I
COMMANDO DAS ARMAS.
Cuartel do commando das armat na tidadt do Red fe, 26
^ de abril de 1818.
ORDEMD0DIA N.M.
Honrado com a conflanca de S. M. o Imperador, no-
meindo-me, por aviio da secretarla de estado dos neg-
os da guerra, de, II do correte mes, coinmandante la-
urino das armas desta heroica provincia, e de cujo com-
ando fiqwt hoja ttet-osse: eu asslm o faco constara
larnicao, para seu conliecnnento e governo, esperando
f" dicnos Srs. comwa*dantea do coi pos, ofineiaes e
:, pmcas de que se elle coii.pdem, toda a coadjuva-
o no que a cada uio tocar, para o boin desempeuho do
servico publico c uianulcnco da disciplina dos mes-
illas corpos. Ficain rinwi Intciro vigor asorden exis-
tentes at que por clrcumstanclas ou conveniencias do
,ervlc derni ser alteradas ourevogadas.
Solidnio Joti Antonio Pereira do Lago,
Quarlel do commando dai arma na cidade do Recife, 27
dac-ri. d>1848.
01W$M DO DA N." 2.
Tendo hontem observado, por occaslao da posse do
im. Sr. presldenteda provincia, que ajguus individuos
militare se apresentaram no palacio do governo, nao
obstante a snlemnidadedo dia, desonijorirvisados uns.c
a paisana utros, procedimento que, alnv de se nao
compadecer com os principios de disciplina que tanto
devr intereasara todos quantos teem a honra de penen-
cer dlstincta e nobre proflssSo militar; accresce nao
estar elle de acrrdo com o respelto e acatauaentos devi-
dos s autoridades uperlores t e por l*o commandan-
te das arma* tem as inais betn fundadas esperanzas de
que a briosa officialidade de que se coinpde esta guar-
niclo jamis se ^presentar no palacio do governo, m-
xime n presenca o Em. Sr. presidente da provincia e
no quartel do commando da arinas, tanto por motivo
do servico, como para proihoverew os seus interesses,
smo militarmente vestidos com o uniformes permi-
tidos por lei. OBtro sim, o coimnandantc das anuas es-
pera do icio dos Ss. commandantes dos corpos da guar-
nieio a inais efficaz vigilancia, para que os individuos
de seus respectivos coimnandos nao alteren), por pre-
texto algutn,a regularidade dos uniformes que se acliam
esiabelecidos para os.TOPSinos corpas.
Tenho por esta occasiao de prevenir aos mesraos Srs.
commandantes do corpos, forutlesas e inais estabelrci-
inrnios militares, sb o meu commando, que brevemen-
te passarci revistas aos quarteis e cornos, e eiaminarei
o estado da esciipturafio, arrecadajdes e caixas admi-
nistrativas, para cujo fin serao previamente avisados.
Solidnio Jote Antonio Pereira do Lago.
Qunrtel do commando das armat na cidade do Recife, 27
- de abril de 1848.
ORDEM ADDCONAL.
O commandantc das armas interino fa/. constar guar-
1." Qu oExm. vice-nresidenlc, ein officio de 22 do
corrente,'commuolcou haver demittido do ominando
geral do corpo de polica ao Sr. major da quarta classe
do exercito, Jos Ciarlos Teixeira.
2. Que, por officio de2i tambem do corrente, S. Exc.
o Sr. vice presideulo exoncruu de segundo coinmandan-
te geral do inesmo corpo ao Sr. alferes aldante, Miguel
Alfonso Ferrelra, e noinera para o substituir ao Sr. al-
feres da lercelra classe, Antonio U.irnardino dos Res e
Silva. m .
PTEL-jlJt'iifg
FOI.HETIM.
MEMORIAS Dli M MEDICO, (*)
por aiejtanore |uma0.
TERCRIRA PARTE.
IV.
VOITA A' VIDA.
No entanto que Rousseau julgava ter completamente
ttanquilisado o seu doente, e que Theresa coatava a to-
das as suas vizlnhas que, em virtude das prescripede do
sabia medico Jusseu, eslava Gilberto fora de perigo;
durante esse periodo de coufianca geral, diicmos mis,
corra o mancebo au perigo maior a que poda correr
pela sua obstinacao e perpetuo delirar.
Rousseau, porm, nao podia ter tamaita confianza na
prompta ebra, que n So ti veis e no intimo d'nlma certa
deacamnanea, S9lidamenle eatabeleclda em alguin ra-
ciocinio pbilosophlco. '
Cooheccndo que Gilberto estava apaixonado, e_tn-
do-o sorpreudido ein. flagrante delicio de rebelllao s
ordeos do medico, Julgou que seria cousa niui fcil tor-
nar elle a caliir no inesmo delicio, se livesse liberdadr
detnsls.
Rousseau,.pois, como bom pai de familia, tinha fecha-
do com mais cuidado que nunca o catieado das agoas-
furiadas emqoe estava o inocu,perinitindo-lhe tn pello ir
janella, mas iinpcdindo-o na realidade que passasse
aporta.
Nao se pode exprimir quauta clera c quantos projeo
tos Inspirara a Gilberto esta solicilude, que mudava as
suas agoas-furladas em prisao.
() Vlde
n. 80.
3. Finalmexj, pe o raesmo Exia. Sr. dispensou da
instrueturia da guarda nacional do municipio, ao St: al-
feres da quarta classe do exercito, Francisco de Paula
Camello LeSo, e nomeou para o substituir ao Sr. tsen-
te da mesma classe, Thomaz Pereira Plato.
Solidnio Jt Antonio Pereira do Lago,
Commandanto das armas.
B^aauu...,i aam..:
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
ricloria, 2< de abril ds> 1848.
Einquanto ans redactores do Diario Soto duvidarem do
que eu dice Vv. Mes. em minha carta de 10 do corrente,
publicada etn seu Otario a." 85, tenbo tmente a respon-
der-lhes, que os fados j se vio verificando, pois que ja
fol demittido de supplente de subdelegado o capitao
Zacaras, e nomeado para o substituir o tenente Joo
Antonio, como eu havta dito, oqual logo entrou em
exercicio e praza aos ecos que nistp ludo se encerr.
torre por cerlo que dn destacamento de policia aqu
estacionado, e que de novo voltra para Jos Pedro, de-
sc.rtarain/) pracas inclusive o caboVercoza, que foi pre-
so nesta cidade pelo novo subdelegado : 4>cm como que,
no dia 18 para 10 do corrente, Jos Pedro fora atacado
ein seu engeuho Lages pelo Antonio Frij de Mello, An-
tonio Crrela de Mello, e pela mais fiirfa que o cercava
e que todos fdram batidos redoudaincnte c com consi-
deravel perda de gente ; correndo o Antonio Correia at
Vcrtcntes, onde se aclia, c os mais para dillcronles
pontos.
Tem-se querido daqui enviar gente contra Jos Pe-
dro, mas o desanimo he tal. que por mais que as corne-
tas toquein e facam-se notilicacocs, nao se rene gente
sulcicnte, c essa mesma pnuca que se rene, be logo
declarando que nao marcha para Escada.
Adcos at outra ves, se Dos me ajudar.
escripia ans 24 do corrente abril, urna corresponden-
cia, datada aos 50 do inesmo inez, em que o Sr. coronel
Jos Pedro Velloso da Silvelra, expe os motivos que o
forcaram a travar lula d'armas com os agentes da poli-
fia. Ambos este documentos nada dliein acerca do Sr.
coronel Joaqulm Jos I.uiz de Sousa ; e, pois, he de pre-
sumir que fosKn tracados antes de haver chegado em
trras de Santo-Antao este distinclo offlclal, que tao
promptainente se prestou a coadjuvar o Exm. Sr. Ma-
npel de Souza Teixeira no louvavcl empenho de acabar
com seniclliante luta, tanto inais fatal, quanto J ha fei.
lo correr inuito sangue pernambucano ; este sangue
precioso que para sempre gotejar das vestes dos que
concorreram para que se elle nflo poupasse.
PIRMASRPtv.
Cmara municipal do Recife.
5.'SESSA0 ORDINARIA EM 17 DE ABRIL DE 18*8.
PRESIDBKCIA. DO SENIIOH RRGO BARROS.
Presentes os Srs. Aquino, Barata, Maniede e E-
gidio Ferreira ahrio-so a sessflo, e foi lida u
approvada a acta da antecedente.
Lram-se e approvaram-se dilTerentes pareceres
da commissfio de cdilcagno sobre terrenos de ma-
rinlia : e despacharam-se os requerimoiitos do Fran-
cisco Pereira Bastos, Pedro Pereira Bezerra de A-
raujo Beltrfio, Lourenco Jos de Figueiredo Fran-
cisco Correia da Luz e da irmandade dosMartyrios,
c levantou-se a sessflo. Eu, JoSo Jote Fereira de A-
guiar, secretario a escrevi. Dr. Nerg da Fonteca,
pr-pre sidente Aquino.Mamede. Barata.Dar-
rot.FerYeira.
as linhas que cima ficam escripias dissomos nos
algumas pnlavras acerca dos negocios da freguezia
da Escada, referindo-nos ao manifest do Sr. coro-
nel Jos Pedro Volloso da Silvoira e carta do nosso
correspondente da cidade da Victoria: agora va-
mos declarar aos leitores, que ludo nos induz a sup-
prquo aquelles negocios terminaro, dentro em
pouco, de um modo satisfactorio. Desde que o Exm.
Sr. Manoel de Souza Teixeira tomou possoda pre-
sidencia desta provincia, como que renasecu na
populacSo a f que ont'ora ti vera as iistituicfles,
oque, por fatalidade, so ia extinguindo do dia para
lia: com a entrada do Exm. Sr. Dr. Vicente Pires
da Motta na administracilo, este phenomeho conti-
nuou a manifestar-so do maneira a fazercrcr que os
Pernambucanos o considerom qual outro anjo de
.paz, destinado a acabar de cicatrisar as chagas que
Ibes ulccravam o corceo, e que principiaram a ser
curadas pelas pbilantropicas mSos do Exm. Sr. Sou-
za Teixeira: temos, pois, para nos, que o Sr. coronel
Volloso da Silveira lia do acompaidiar seus irmSos
nesta esperanga do que elles vilo dando moslras suc-
cessiras, c que, confiando, como lho cumpre, no im-
perio das leis que j no pdem ser postergadas pe-
los seus inimgos pessoaes depor as armas ante
o honrado Sr. coronel Joaquim Jos Lula de Souza.
Os leitores acharan, nos lugares competentes, urna
carta do nosso correspondente da cidade da Victoria,
mmmatammmmxmmiaiamaimia&nrrmiimrrii mn\ai imibj
Para certos espiritos o constrangimento he fecundo.
Gilberto nSo pensou n'outra cousa seno em Andrcza,
seno nafelicidade de a ver e de velar, anda que de
longe, nos progressos da sua convalescenca.
Mas Andreza nao appareCia s janellas do pavilho.
So Nicotina he que elle via levar-lhc as tisanas n'uin va-
so de porcellana, eMr. deTaverney, que passeava pelo
jardinzinhoa lomar piladas de tabaco com todo o furor,
como para despertar o espirito: eis ludo quanto Gilber-
to via cada vez que examinava ardeulemente o interior
dos aposentos ou a espessura das paredes.
Cmludo, todas emas circumstancias mesmas o tran-
aullisavain um pouco, porque Ihe revelavain sim nina
oenca, mas nao uina morle. .
Acola, diiia elle com sigo mesmo, por tras daquel-
ia porta, ou por irs daquelie guarda-venlo, respira,
suspira e padece aquella que eu amo com idolatra ;
aquella que se apparecesse me faria correr o suor do
rosto e trcnicrcm-mc os inembras ; aquella que tein a
minha existencia presa sua existencia c por quem eu
respiro, pois que ella respira por nos ambos.
E d'ahi, Gilberto, tao debrucado para fura da sua tra-
pelra, que a curiosa Chon julgava que elle ia de l pre-
cipitar se, vinte veses por hora, Gilberto toinava, com
amostrados olhos, a medida dos repar timen tos e dos soa-
lhos, o fundo do parllhao, e construa em sua cabeca um
plano exacto : all, nizUselle, deve dormir Mr. de Taver-
ney: acola deve ser a copa cacoziuha; alm a cmara
destinada a Pliillpt; desta banda o gabinete oceupado
por Nicotina, all emfitn a cmara de Andresa, o sanc-
luarlo, porta do qual teriaeu dado-a vida para ricar
um dia de joclhos.
Esse sanctuario, segundo as Ideias de Gilberto, era
uina grande sala ao rez do cbo, precedida por urna an-
tecmara, na qual exista um reparlimento envidracado,
gabinete supposlo, ein que Nicoliua llnlia a sua cama,
conforme o plano representativo de Gilberto.
Oh 1 dizia o louco nos seus accesso de furor inve-
ioso, felizes os entes que passeam pelo jardiin sobre o
qual dritam a inhiba janella e a da escada! ",
ses indiUerentes que pisam a aria de tal jardim! La,
-com eillto. de noile, se deve ouvir gemer e suspirar
madamoisella Andreza r
Ora, do desejo execucao vai mullo, sem duvida, mas
as ricas imaginaedes ludo .vlzlnh.m, e lee.,eli|as mu
mel para isso. No imposslvel achain o real; sabc.u lan-
"r poetes sobre o. ios, fl appllMr cacadas as uion-
tan has.
Pelo vapor Paraente, chegado hojo dos portos do
norte, recebemos peridicos do Para at 8, doMa-
ranhiloal 15, do Cear al 19 e da Parabiba al
2(i do cadente inez.
No Par, nada occorrra do extraordinario. No
ultimo do marco, havia nos cofres da respectiva the-
souraria o saldo do 14:183,995 rs.
OMaranhflo como que seachava satisfeito com a
administracao do Sr. Antonio Joaquim Alvos do A-
maral: nenhum dsjornaes, quo ora temosa vista,
contm urna expresso sequr contra os actos pra-
ticados por elle : ao contrario, o Obtervador tece-lhc
elogios pomposos, o o aprega genio tutelar dos
Maranhenses. As expressfles do collega merecem-
nos toda a consideragio ; tanto mais quanlo temo*
ante os olhos um documento, do qual se doduz que
o Sr. Amaral sforca-so por fazer triunfphr o im-
perio das leis. Este documento he o segulnte:
N. 1. Achando-se marcado o dia 23 do corrento
para, na forma das ordena expedidas por esta presi-
dencia, lerem Ingar as eleicflcs primarias quo se vflo
proceder para oseleitores que teem de rlogor um se-
nador em lista tripliert por esta provincia, e convin-
doque laes eleic/Jes se fu;am com toda a serenidade
possivel em ordem a que haja a mais plena liberdade
na votaijllo, o se executo iuteiramente a le, tenlio
por conveniento exigir de Vmc. que expega com to-
da n urgencia as mais terminantes ordena a todos os
seus delegados e subdelegados de policia para que,
sbsuarosponsnbilidade,mantenhama paz do respec-
tivo districto, nflo se envolvondo de modo algum nos
partidos que pleiteam as oleicOes.e que algums vezes
infelizmente teem perturbado, chamando pelo con-
trario ordem e conciliacSo os imprudentes o agi-
tadores que por acBso apparecam na occasio,empro-
gando para isso sempre os meios do brandara, e nan-
ea de violencia, sendo absolutamente prohibida a in-
lervencflo da frca armada que bou ver no logar, ox-
ceplo em caso de apuro, oquando perigue a tranqull-
lidade publica, esperando finalmente que Vrae. oes-
te sentido d todas as mais providencies qu julgar
precisas, e from do suas attribuicdes, propondo ou
requisitando outras que dependerem dcste governo,
que tanto confia de sua intelligoncia, zelo e activi-
dade, a qual mais que muilo cumpre empregar, na
presento conjunctura: o quoassim sou a rocomroen-
dar a Vmc. da maneira a mais expressiva.
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo do Mara-
nh3o, em 10 do abril do 1848. 4nioio Joaguim Al-
vai'et do Amaral. Sr. doutorebefe de policia desta
provincia.
Enrorajado, sem duvida, por este a co doSr. A-
maral o partido iioera/-coic nuncira sesato publica para o dia 16 deste mtn, de-
clarando quo, em semelhanle sessflo que deveria de
haver lugar na igreja de Sant'Apna, se tratara de
assumptos eloitoraes.
O jury da cidade de San-Luiz absolver a Mara
Heduviges da Silva, aecusada de ter ussassinadp
seu marido, Antonio Francisco da Silva Jnior.
Na ultima dala, o cambio sobre Londres estava a
27 d. por 1,000 rs.
No Cear, prosogua a encarnizada luta, j de
muito travada, entre o Cearm eo Pedro //. A ulti-
ma destas gazetas aecusava fortemento aoSr. Jo!W
Chrisoslomo deOliveira.
Na Parahiba. nada havia notavel.
Gilberto, nos pfimeiros dias, nfio fes mais que de-
sojar. _
Oepois, reflectil que essesbomens fcliics tno inveja-
dos, eram simplet mortacs, dotados de pernas, como
elle, para calcaren! o solo do jardim e de bracos para
abrirem as portas. Chegou entao a representar a si ines-
mo a felicidade que experimentarla sesepodesse lutro-
duzir furtivamente oessa casa prohibida, tocando man-
so com os ouvidos as gelosias pelas quacs filtrava o inte-
rior buliclo.
Em Gilberto pouca cousa era o ter desejado: a exe-
cucao era inmediata.
Alm disso, aslorcas lhe voltavam com rapidez: a
mocidade he fecunda c rica. Ao cabo de tres dias, Gil-
berto, com a febre e tudo, se senta to forte como nun-
ca eslivera. ...
Calculou elle que Rousseau, tendo-o fechado, eslava
vencida urna das maiores dilfieuldades, a'difnculdade
de entrar ein casa de madamoisella da Taverpey pela
Porta- .. WXl
Com efl'eito, aporta abra para a ra Loq-Hcron, c
Gilberto encerrado na ra Plastrirc nao podia passar
para ra alguma, e portanto nao liuha precisao de Ir
abrir nenhuina porta.
Restavam as janellas.
A das suas agoas-furtadas estava elevada do chao qua-
renta e olio pe's.
A menos que alguein eslivesse ebrio ou inteiramentc
doudo, nlnguem se teria arriscado a descer. Oh! estas
portas sao famosas iuveoces, sem duvida, repeta elle
nordendo os pulsos, e Mr. Rousseau, philosopho de tal
pulpa, he quem m'as fecha!
__Arrancar o cadeado! he cousa fcil na verdade,
mas depols," l se v3o as esperancas de voltar para esla
casa hospitaleira.
Fugir de Lucteones, fugir da ra Piastnire, ter fgido
deTaverney, sempre fugir, era tomar o partido de nun-
ca mais poder olhar para uina cacatura face a f?ce, sem
temer uina exprobracao de ingrato ou de leviano.
Nao i Mr. Rousseau nao sabera nada.
E, acocorado na trapeira, contlnuava asslm Gilberto :
Com as ininhas pernas e brafos, instrumentos na-
turaes do botnem livre, eu me aferrarei s telhas, e, se-
guindo a goteira. que he muito eslreita na verdade, mas
bue he recta, e por conseguinte o inais curto caiuinho
de um ponto a outro, chega.rcieu, se chegar, uapcira
parallcla minha.
Ora, essa trapeira era a da escada.
Correspondencias.
AO PUBLICO.
Ha vinte e sote mozes que os meus gratuitos ini-
migos desta freguezia forcejam por obter do gorer-
no provincial a permissflo do me perseguirn : pera
Se eu nao chegar l caio no jardim ; Isso far baru-
Iho, sai alguem do pavlllmo, apanham-me, reconhecem-
me, e eu morro bello, nobre, potico, todos me cho-
ram: isto hesoberbo! Se eu chegar, como tudo m'o
fas crer, enopcia trapeira da escada, deseo os andares
com os pe's descalcos al aq prlmeiro, que tambera lein
a sua janella para o jardim a qulnz ps de altara, e sal-
to..... Al! que j uem tenho frca. nemagilidadel He
verdade que la est uina Intada para me ajudar..... nao
ha duvida; mas essa lauda de grades carunchosas se
quebrar, e eu me precipitare!, agora j nao suicidado,
nobre e potico, mas todo pintado de branco pelo ges-
so, despedazado, envergouhado, ecom a apparenc'a de
um ladrao de paras. Ora isto he cousa bem odiosa: nem
pensar nisso : Mr. deTaverney me mandara azorragar
pelo porteiro, ou arrancar avorelhas por La-Ilrie. Nao:
eu tenho aqui cousa de vinte cordinhas finas, as quaes
unidas fazcm uina boa corda, segundo a definicao de
Mr. Rousseau: aipalhinhai faiem feixe. Tomo por ein-
prest um a madama Thrcza todas as cordinhas por urna
nolte, ato-as com nos, e logo que chegar minha bem*
aventurada janella do prlmeiro andar, amarro a corda
va randa ou mesmo ao espigao, e escorrego-ine por ella
abaixo at ao jardim.
Examinada a goteira, desamarradas as cordinhas para
as medir, tomada a altura adlho, Gilberto c sentio for-
te c resoluto.
Entrancou os cordel de maneira a fazer de todos elles
una corda slida; experiiueulou as suas forcas penda-
rando-sc a uina trave das agoas-furtadas, e satisfeito de
observar que s ulna vei tinha lineado sangua no mel
dos seus esforcos,decidio-se expedico nocturna.
Aliin de melhor engaar a Mr. Jacques c a Theresa,
fingio-sc elle doente, e esteve na cama at as duas horas,
momento em que, depols do seu jantar, ia Rousseau dar
um passelo, e no vollava para casa seno a noite.
Gilberto confessou que tinha urna Cal vontade de dor-
mir, que era capaz de lhe durar o soinno at ao outro dia
deinanha.
Rousseau respondeu que, tendo de ceiar fora esta mes-
ma noite, muito es tima va ver em Gilberto dlsposicSes
tao animadoras.
Separaram-se, pois, com estas affirmaedea respectivas.
Assim que Rousseau sabio, Gilberto desainarrou de
novo os cordeis, e os entran;ou definitivamente desta
VC7,.
Apalpou ainda as telhas e a goteira; e d'ahi pot-se a
espreitar para o iardim at nolte.
iCorMmm-t+to.)
MUTILADO
ata
*Haa
... i
TS ,!!., .^


sa
_______.
consegui-lo inventaram quintas calumnias pode
coneebcr a imaginacSo do perverso : o governo
sempre as rcsprezou, porque eulflo se arreceava de
perder a c.'eicIo com a appricSo do urna lula d'ar-
ni.-is na provincia, corlo, corno eslava, de que eu me
iifohumilharia urna aggressflo injusta eacintosa,
quo pnrventura so me houvesse de fazer : entretan-
to, fizernm-so as eleices, o governo ohteve a dese-
jada victoria, e, nada inais tendo a temer prestou
otivido cornplacente aos embustes o falsas denun-
cias dos meus vis adversarios, e para logo se baixou
o senatoconsulto da rninliii aniquilscflo !
Informado, pois, quo o subdelegado desta frogue-
ziu, Antonio Feij de Mello, feunia forjas para inva-
dirs rninhas propredados, de aecrdo com outras
autoridades de differentes comarcas, paroceu-me,
anda assim, duvidosa esta noticia ; porque nflo ora
faciljiersuadr-me de que o governo projectasse ex-
tinguir unr pai do numerosa familia, um hornero
que, apezar lo se ler mostrado sempre avesso aos
desmandos da actualidade poltica, nunca preten-
deu, comtudo, mudar a sorte do paiz mediante meios
reprovados pela boa rasSo. Os meus precedentes sao
um completo abono do amor profundo que, em to-
dos os lempos, devolei ao meu paiz e ordem pu-
blica, em pro da qual tenho vertido meu sangue, o
consumido urna grande parte da minha fortuna.
Sim ; nflo me pudo capacitar de que o governo pro-
vincial so prcslava s exigencias malvolas dos
meus ininiigos; mas todas estas considerarles se
esvaeceram em presenta do facto De repenle a-
cliei-me ciicumdndo deformas inimigas, e s por
Inos as considerei depois que cliegou-mo ao con he-
r ment quo todos os mers combois, vindos do Re-
cifa cRio-Formoso, haviam sido sorprendidos por os-
sus mesmas frcas, o quo os suus chelos se linhain
apossado do producto dos meus suores e fadigasl
Qunndo isto assim se passava, appareced-rne o de-
legado de Serinhflem, com quem entrelinha amiza-
de, o por elle me foi intimado o va rejo dos meus
ongenhos, ponderando-meao mesmo lempo ascon-
sequencias do urna resistencia de minha parte, etc.;
porm, importundo-me mui pouco com essasconse-
qvencias, o pesando smente sobre mim a repugnan-
cia de ver correr o sangue pernambucano, respond
ao referido delegado que de muito bom grado consen-
tira ntssevareio, urna ves que elle fsst jeito por S. A.,
mi por (ualquer nutro agente de polica, menos pelai
taet autoridades deila frtguesia ; porquanto, sendo el-
las minha inimigas figadaes, no hesitariam abusar da
minha boa f, comtnettentlo para commigo as mesmas
perfidias, em.que sao useirs e viseiras, e de que jf-
ram victimas meus deiditosos pai e mano, e outros mui-
tos, cutos rxemplos ainda esto momos. Ksla minha
respnsta, toda fllha da moderaeflo e da experiencia,
foi categricamente rejeitaila pelo subdelegado
Feij, cuja arrogancia, qual a de Roldflo, fez redo-
brar o assedio; c quiz elle, muito de proposito, ser o
varejadordo minhas propriedades, pois que s des-
ta maneira poderiam ellee seus parceiros realisar
o plano tenebroso quo nutriam a mou respeito!
EntSo, convenci-me seriamente que o nogocio era
filho do despeito e da intriga, o n8o obra da rasflo e
la justicia : nestecaso, exiga o inslincto da propria
conservarlo, que cu lomusse medidas preventivas
contra somelhante arbitrio. Reun os meus morado-
res, aps outros amigos quo sedgnaram de querer
partilhar a minha sorte, e puz-me doaialaia por es-
paco de quinze das, na total privado dos recursos
da capital e Rio-Formoso, esperando que o governo
reflectisse bem no passo que ia dar, e nos-funestos
resultados de medida tilo ilesacisada : desengaado,
entretanto, deque o mesmo governo no chegavaa
esse feliz estado de reflexlo, o vendo que o subde-
legado Feij oceupavaj o meu engenho Caite com
urna frca de trcsenloshornens, prestes a aggredir-
mc, colloqui-me no terrivcl dilema ou morrernas
tunos dtsse inimigo cruel, ou defender-me tle suas picar-
das. Tomei o segundo expediente, por parecer-Ale
muito nas conforme ao direito natural. o decimo-
sexto da de rigoroso assedio, niandei urna pequea
partida de meus moradoros desalojar de minha pro-
priedade esse grupo quo commandava o geireral
Feij: ile feito, deposde urna breve escora ni oca o
novo D. Quixote da F.scuda abandouou seus entrin-
cheiramentos, correndo vergonliosamenlo em man-
cas de camisa, deixando a espada o raais perenden-
gues mililares dispersos pela campia, e (cando em
poder da mesma partida muito armamento, equipa-
rnejito, nuinic.es o vinte e um prisioneiros, aos
quacs, tratando com toda urbanidade, mande! para
suas casas. Em seguida llz dispersar as outras frcas,
que seachavam no engenho Bamburral, e Agoas-
Claras, propriedade minha, commandada esta ulti-
ma frca pelo subdelegado de Agoa-Preta, Sebas-
tiJo da Cunha Acciole l.ins, por quem ja hvia sido
apprehendida porclo de gado do dito engenho, in-
cendiadas diversas casas, e cornmelldos oulros la-
trocinios A querer proseguir no exterminio de to-
da essa gente, nflo seria difflcil consegui-lo, segundo
destroc e debandamenlo em que sahiram ; mas
' nflo quiz fazc-lo; quiz ainda dar urna prova do cons-
irangimento com que encetava urna lula de sangue;
quiz, Analmente, mostrar que nao eslava ainda desa-
e.ii ncoado da conlianca que sempre depositei no pai
comnium dos Brasileiros : mas os meus raucorosos
inmigos desconsideraram o meu proceder generoso
ephilantropico; nflo desstiram do nefando projeclo
de me esmagar; clles nflo lomaram o desasir por
unta licBo provoilosa ; porquanto treze das depos
da dispersflo mencionada, quaodo me achava eu um
pouco tranquillo, por nflo suppr os meus inmigos
tio desapiedados a ponto de desrespeitarem os das
da semana santa, das venerados por todo o orbe ca-
tholico, e consagrados medilaefio dos grandes mys-
lerios da Rruemi-caO dp. Homem, eis que no da 18 do
crtente sou acomuiellido por selecentos salteado-
res; e, permtiindo a Divina Providencia queeuos
repellisse com esl'orco e com grave prejuizo da parle
delles, nao pude evitar o desbarato completo em mi-
nha casa de vivenda ; porquanto fiz a minha resis-
tencia na casa de engenho, e nflo tomei cautelas so-
bre a casa de residencia, porque, um verdade, nflo
suppuz nunca qu urna tropa do governo, comman-
dada em parte por ofllciaes disciplinados, commet-
tesse tantas atrocidades e roubos; e eis a rasflo por
que mui justamente da qualifico de salteadores. No
eolanto, alm dos prejuizos que me tem accarretado
to atroz perseguieflo, soffro mais um rouho delr
cantos eqstinhentos mil rifs, pertencentes ao thesouro
nacional, em vi ilude do contrato de dizimos que ar-
remate!, como he publico; soffro inais o roubo de
alTuius preciosas, e exterminio de tudoquanto os
vndalos nflo poderam conduzir! Avalie, portanlo,
o Brasil inieiro as justas rases que me flzeram lau-
car niflo das armas Eis em parle rcalisados os pr-
fidos desejos do Sr. chele de polica, que a todo custo
mequer mnmetar, pura enlregar-me aoturor de meus
, inmigos, e estas me malarem dependurado pelo su-
tolho, segundo o novo melhodo de matar, inventa-
do pelo celebre, e clebre de mais general Nogueira
Paz, i cuja yoracidade no ejeapou o infeliz praia"
velha Joaquim Jos Estoves, subdelegado do Bonito !
Mas, cmlim, espero na Providencia todo esforco e re-
signaeflo para resistir aos satlites do Sr. chafe de
polica e do governo provincial, a quem desde j
responsabiliso, peranie o tltrono imperial, por todas
as desgracas que leem havido, o hSo de haver nesta
infeliz provincia. Nenhum crme hei commettido
contra as leis e contra o throno: nlto houve nunca
agente de polica, mesmo dos de ultima escala, que
deixasse de ser obedecido nos oito engenhos que
possno ; fui sempre o mais interessado em que a ac-
cilo da justica se frzesse sentir aos dignos do seu ri-
gor. Qual he, pois, o mou crme? Ser amante das
instituices esta bf locidas e de nosso augusto monar-
cha, por cujos direitos me tenho sempre sacrificado,
e me sacrifcarei emquanlo respirar o ar do vida?
Oh I poca infeliz Monarch Brasileiro, volvei um
olhar compadecido para os vossos subditos de Per-
narnbuoo; removei d'administrocflo da justica pu
I>lica esses monstros que leem cavado a nossa ruina,
e a ruira desto mimoso continente, que vos foi con-
ferido pelo supremo Doador dos Imperios .'...
Srs. Redactores, publiquem, por grande favor, es-
tas reflexOes, inspiradas pelo desespero, e escripias
com a pona da bayoneta com que me acho defenden-
do dos meus perseguidores.
Engenho Lages, 20 de abril de 1848.
iosi Pedro Vellozo da Silvera.
Sis. Redactores O derradeiro acto da ominosa ad-
ministracSo do Sr. Chchorro foi a remocSo do um
escriplor publico, o Sr. Antonio Rorges da Fonseca,
rondemnado por abuso de liberdade de imprensa,
da cadeia desla cidade para os immundos subterr-
neos da fortaleza do Brum.
Semelhante medula, sobre ser attentatoria de va-
rias altribuiciies do art. 17 da constituic.To, he re-
passada de urna crueldade que regugna com os nos-
sos costumos o C'iviliSBQilO.
Restaurar no meiado do XIX sceulo as masmorras
da inquisicSo contra os escriplores pblicos, he um
acto de loucura e barbaria, contra o qual nSo pode-
rnos deixar de protestar altamente como cidados e
cscriptores pblicos; e temos para nos que os oulros
orgSos da mprensa pernambucana nflo hesita rilo as-
sociar-se ao nosso protesto, contra este acto de des-
potismo o selvajaria.
Recite, 27 do abril de 18i8.
Os RR. do Progresso.
COMWEftCIO,
Alandega.
REiNDUIENTO DO DA 28...........7:596,*27
Oescarregam hoje, 29 de abril.
firigue Safiguard mercadorlas e barricas.
Brigue Earl-uf-Quicscher carvo de podra.
Galera Strafina ferro c lijlos.
Brigue Carlota-Atnsli* mercadoias e sabio.
Hrguc Puluam farinlin.
PatachoChriilina mcrcailorias e garrf<3ei vaslos.
UVIPOTAGAO'.
Earl-of-Leicester, brigue inglez, vindo de Lon-
dres, entrado no corrente mez, consignado a Chris-
lophers & Donaldsou, tnanfestoii o seguinto :
5 barrs tinta doescrever ; a G. Kenoworthy & C.
5 caixas fundos de cobre. 1 barril lapis proto, 2
caixas folhas de cobro j a T. & Andrade.
20 Larris salitre ; a V. Bravo & C.
63 toneladas carvflo de pedra ; a Christophers &
Donaldson.
50 barricas cerveja ; a J. Grahtree & C.
1 caixa 1 carrinho, 2 fardos bata, 1 dito coberto-
res de lfla, 4dilosalgodilo liso, 18 ditos chitas de
algodflo ; a L Gomes Ferreira & C.
200 barris plvora ; a W. E. Smith.
101 barris plvora, 1 caixa 1 espingarda, 1 dita
1 moldura e vidro para quadro, 1 dita 1 flgurino pa-
ra dito, 1 dita camisas de algodo e linho ; a A. S.
Gorbett.
100 barris vinagre, 400 ditos plvora 1 caixa
corles de vestidos de 13a e algodflo, 2ditasfazendas
do linho, 1 ombrulho 1 bandeja, 1 caixa copos para
ovos ; a Fox Brothers & C.
100 barricas cerveja ; a Doane Youle & G.
25 barricas cerveja, 240 latas tintas do oleo; a
ordem.
2 fardos chales de algodflo ; a S. & Tobler.
10 caixas laca em folha, 8 ditas sag ; a A. Wil-
lecs.
6 caixas queijos 19 barricas cerveja ; a S. Bul-
lan!.
1 caixa conhecimritos lettras de cambio em
livros; a l.e Brelon & C.
CUINSULADGKRAL.
RENDIMENTO DO DA 28.
.eral.................
Diversas provincias .......
.......4:160,326
....... 21,740
4:182,066
CNSUL A DI PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DA 28...........2:602,935
'Movuicnto cl> Porto.
Navios entrados no da 28.
Porros do norte ; 15 dias e 10 horas e do ultimo porto 18
horas, vapor brasileiro Pranse, de 240 toneladas,
commandante o capito de fragata Manoel Francisco
da Gusta) Percira, equipagein 32. Pauagriros : para es-
ta provincia, Jos Antonio da Silva Grillo, Joaquim
Jos Barbosa, Francisco l.ins Salgado, Dr. K. Augusto
de Atbaydc, Manoel Moreira Guerra, Antonio lioreira
Guerra, Ilenriqnc Pessoa Ribeiro de Lacerda ; para a
Baha, o Dr. Joo Jos lonocencio Poge com 1 escra-
vo para o Rio-de-Janeiro, o Illm. Sr. chefe de divi-
sSo Joo Francisco Regs, Francisco Jos de farvalho
Rocba, Manoel Alvea da Costa Ferreira, o dciertor do
corpo de lmreraen marabclrot Uauucl Francisco,
Joaquim de Mello Gardoio, 1 sargento, 34 soldados, 9
reerdtas, 19 ditos para o corpo de imperiaes marl-
nheiroe, 2 ditos de fuiilelros navaes e 3 escravos a en-
trrgar.
Rlo-fe-Janelro ; 15 dias, escuna braiilelra alanU-Uu-
ria. de 149 toneladas, capitao Jos Mendes de Souza,
equipagem 12, carga caf e mais gneros ; a Silva &
Grillo. Passagelro, John Norbiit, Inglez.
dem; 15das, patacho brasileiro Invencivel, de 159 to-
neladas, capitao Antonio Albino de Souza, equipagem
12, carga carne ; a Amorim Irinaos.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio-de-Janeiro ; brigue.brasileiro Soeieiaie, capitao Jo-
s Francisco Colares, carga assucar e ago'ardente.
Passageiro, Manoel Joaquim Lobato.
BDIT A ES.
A cotnpanhia do Beberibe faz saber que no dia i.*
do maio prximo vindouro entrar no gozo do pri-
vilegio exclusivo de vender agoa ao novo, que Ihe
foi concedido pela lei n. 46, do 11 de junno de 1837,
e contrato de 11 de dezembro de 1838 e de 31 de
marco de 1841.
E, para constar, manda publicar o presente, e bem
assim o offlcio e os artigos da lei edocontrato, absi-
xo transcriptos.
Escriptorio da companhia do Beberibe em sessflo
de 3 de abril de 1848.
Francisco Antonio de (Hlveira,
Presidente.
Bento Iosi Vernandes Barros,
Secretario.
Oficio de S. hxc. o Sr. presidente da provincia.
Em resposti aos ofllcios do Vmcs., de 27 de Janei-
ro e 31 de marco do correte auno, tenho a dizer-
Ihes quo pode essa companhia entrar no goso do
privilegio exclusivo de vender agoa ao povo, nos
termos da lei n. 46, de 14 dejunho de 1837, e con-
tratos de 11 de dezombro de 1838, o 31 de marco
de 1811 Dos guardes Vmcs. Palacio de Pernam-
buco, 1. de abril de 1818. Antonio Pinto Chichorro
da Gama.Srs. presidente e membros da companhia
de Beberibe.
5.' 4o artigo 2. da citada lei n. 48.
. Depoisde concluidas as obras ter a companhia o
privilegio exclusivo de vender agoa ao povo por
espacode. .anuos, contados do dia em que a
fornecer na cidade do Recifo, por meio dos aque-
ductos o chafarizes por ella construidos, annuncian-
do-o por editaes e as folhas publicas........
Art. 3.' do contracto de 11 de dezembro.
Que depois de principiado o privilegio ninguem
mais poder vender agoa ao povo, sb pena de pa-
gar companhia urna multa igual ao dobro do va-
lor d'agoa que Irouxcr a canoa ou lancha, podendo,
porm, as embarcaces manda-las quscar propria
fonte eoin lanchas tripuladas por marinheiros.
MEMORIAS HISTRICAS DA PROVINCIA DE
PERNAMBUCO.
Eslo promptos o 3," e 4* tomos d'eatas momoriis
e os Srs. que j receberam os 1,* e 2* eaindi no
receberam.os outros, pdem mandar praoa di in-
dependencia livraria ns. 6 e 8, onde pdem receba
rem os livros, e pagar.
0 4* tomo chega al 1799, e n'Ho se v mencio-
namente descripta a guerra dos Palmares, a dos
Mscales em 1710, ote, &c.
Tanto o 3/ como o 4.* cada um d'olles tem urna es-
tampa, onde se v a planta d'esta cidade em dnac
pocas: 1654 6 1844.
-TP--
Neste ultimo vapor, chegado do Rio-dc-Jsneiro
veio o folhetim muito condecido intitulado oCOR-
GON.NEem qualro volumes pequeos, ntidamente
impresso na typographia do Jornal do Commercio
veude-se nicamente na ra da Cruz n. 20.
Publicagao jurdica.
Acha-se sb o prlo o 2o e 3* volumos do Direito ci-
vil lusitano, por Mello Freir, augmentado com nouU
dos melhores praxistas e icios, e legislaco brts.
leira, ateo presente publicada. Subscreve-se pun
este volumo na praca da Independencia, livraria, ns.
6e8, onde se iro entregando aos Srs. acadmicos
as folhas que se frem publicando.
Francisco de Paula lapes feis, primeiro eseripturario
da meiado consulado desta provincia, servmdo no
impedimento do administrador da mesma, etc. etc.
Faz saber que, no dia 2 de maio prximo futuro,
a urna hora da tarde, se hflo de arrematar em (iraca,
na porta desta repariicflo, 7 saceos com assucar
branco da provincia das Alagas, apprehendidos ao
mestre do hate ConceicSo-da-Ponte, Joaquim Jos
Duarta,por nflo Irazerem guia: sendo a arrenialacflo
livrededespezasao arrematante.
Mesa do consulado de Pernambuco, 26 de abril de
1848.
Pelo administrador,
Francisco de Paula lapes Heis.
Declarncoes
O vapor Paraensr, chegado dos portos
do norte, fecha as malas para os do
sul, hoje (29), ao meio dia em ponto :
as correspondencias que viercm depois
dessa hora pagaro o porte duplo al urna hora, e
desla om vante nSo se recebem mais.
I.lUEBDiDK ICOALDAOB FlUTgtKf OADB.
Subicripco abtrta no consulado francs em Pernambuco.
SubscripcKo, cujo producto ser remedido cai-
xa do soccorros cm Pars, appcavel aos fondos, pa-
ra a defesa das liberdades nacionaes em os dias
22, 23 e 24 de fevereiro ultimo.
N. B. Esla subscripQio (a pedido de grande nu-
mero de Francezes) suspende, por emquanlo, o ban-
quete annunciado para o dia 29 do corrente abril.
A lista dos Srs. subscriptores- ser publicada por es-
te Diario.
Pernambuco, 26 de abril de 1848.
Gousscncourl.
Na mesma loja se yendem as poesas de JoSodeu.
mos de Sena Castolbranco, 1 volume por 1,500 rs
/remira Vnitersat Brasileiro, jornal de instru
$80 e recroio, 1 volumo, 5,000 ra.
0 AMOR E MELANCOLA, OU A NOVISSIMA HELOPU
SEGUIDA DA N01TE DO CASTKLLO E DOS ClUlirs
DO BARDO.
Os mais importantes poemas do Sr. Antanio Fe;
ciano de Gislilho, ornados com tres estampas fin,
lythogrsphadas.- Vendem-sc a 3,000 rs. na lob d,
Jnflo da Cunha, Magalhfles, na ra da Cadeia do Re.
cife.
avisos martimos.
Vcnde-se a eseuna nacional Boa-f, de construc-
Silo portugueza e de lote de 116 toneladas, forrada
e cobre, e prompta de todo o necessaro para se-
guir yiagem logo que descarregne o charque: pde-
se examinar defronte da alfandega, aonde se ach
fundeada, e a berdo so encontrarla'seu inventario :
para tratar falle-se com o seu capitflo, a bordo da
mesma, ou na ra da Cruz, n. 45, em casa de Nasci-
mento & Amorim.
Para Lisboa pretende sahir, ateo dia 7 de maio, I
o brigue portuguez Carlota & Amelia, de que he ca-
pitflo Manoel Joaquim dos Santos: para o resto di
carga ou passagelros, para o que tem excellentes
commodos, trata-so com o capito, ou com os con-
signatarios, Francisco Severiano Rabel lo & Filho.
Para o Rio-de-Janeiro sahr, breve, o brigue!
Mnuano o qual tem lio oammodos para passa-
geiros e escravos : quoaraW mesmo quizer irdepas-j
sagem ou embarcar escravos dirija-se aos consig-
natarios, Amorim IrmSos, na ruada Cadeia, n. 4S,{
ouao capitflo a bordo.
Para Lisboa sala impreterivelmentc, no dia 1.a
de maio o brigue brasileiro Viriato por ter o mu I
carregament quasi completo : para o resto o pas-
sageiros, para o que offerece boas- commodos tri-
ta-se com o capito na praca ou com o consigm-
tario, Thomaz de.Aquino Fonseca, na roa do Vigt-
rio, n. 19.
Para Lisboa, sahe mpretcrvelmente, no da 2 I
de maio o brigue portuguez Novo-Yenctdor, por ter
a maior parto de sua carga prompta : para o restoe
passageiros, para o que ottereco bons commodos,
trata-se com olcapitflo na praca ou com o consig-
natario, Thomaz de Aquin Fonseca, na ra do Vi-
gario, n. 19.
Para o Rio-Grande-do-Sul sahe, no fin do cor-
rente mez, o patacho Dom-lrmos, e recebe passi-
geros e escravos : a tratar na ra do Trapiche, n. 6.
--Vonde-se o hiate San-JoSo chegado ltima-
mente da Babia :a tratar na loja do cabos de CaeU-
no da Costa Moreira ou na ra do Queimado, to-
ja 11.7.
Avisos diversos.
Os Srs. accionistas que anda nflo realisaram a
prestadlo de4 por cento queiram faze-lo, quanlo
antes; cer tos de que a adrr.iriistracflo va dar cum-
primonto ao artigo 9 dos estatutos.
0 secretario,
B. i. Fernandes Barros.
THEATRO PUBLICO
O beneficio da joven Felsmina, annunciado para
domingo, (ka transferido para quarta-feira, 3 de
maio, que he dia santo de guarda, em consequencia
das militas chuvas que teem havido.
Publicaijoes LiUerariat
Chronica Litteraria, jornal de instruceflo o recreio,
publicado no Rio-de-Janeiro, scmaiialmente, por tr-
ina associneflode Iliteratos brasileiros. OpreQO da as-
signatura he de 6,000 rs. por anno, pagos abanta-
dos por 52 nmeros. Recebem-se assgnaturas, para
este interessante jornal, na ra da Cadeia do Rccife,
loja de Jofto da cunha Magalnaes, sondo j se en-
contrarfloos ns. 1 a 15.
O altaixo assignado,nimiamente gra-
to aos seus amigos e especialmente aos I
pas de seus alumnos julga de seu rigo-
roso dever declarar-lhes que tem toma-
do as convenientes providencias para que
a sua aula, esta bolee ida no Aterro-da-
Boa-Vista, contine regularmente em lo-
dos os seus exercicios, e sem a menor al-
teradlo, nao obstante ter. sido o mesmo
abaixo assignado reintegrado no empre-
go (|ue anteriormente oceupavn
Jos Xavier Faustino Ramos.
Olcroce-se uin rapaz casado, com pouca fami-
lia para caixeiro de algum engenho, ou raesni
para caixeiro de cobrancas aqui na praga, para o
queda pessoas muito rapazes para Informaren de
sua conducta : quem do seu presumo se quizer uti-
lisar dirija-se a ra de Horlas .junto a igreja dos
Marlyrios, n. 142, primeiro andar.
G. M. Robinson, subdito inglez, retira-fe Para
inglaterra.
Jeronymo Cabral Rtposo da Cmara, setindo
nao poder pessoalmente despedr-se, como desejav.
e era do seu dever, de todas aquellas pessas q
aqi o honraram com sua amizade, pela presteza com
3ue segu no vapor San-Salvador, para o Ro-Gran-
e do-Norte, o faz pelo prsenle meio, offerecenilo-
llies n'aquella provincia seu limitado prelim,eaJ-
segurando-lhes a maior gratidilo c amizade.
CURSO DE PIIII.OSOPHIA.
re JonoCapislranodoMondonca tem aberto.no
convento de Santo-Antonio desta cidade, um curso
de philosophia ; as pessas que o quizerem frequen-
taro poderfloall procurar, a quaiquer Uor, excep-
tos da 10 as 12 da mauhta. _
Os Srs, acadmicos mandem procurara obra de Mf
Liz Texeira, que oncommendaraai na livraria ,;da m
esquina do Gllegio.
MUTILADO


-
fpa^BB
a**
=S=
=J
A PUBLICO.'
Em mu crescido numero contavam os mdicos
at agora molestias incurveis, contra as quaess
era permittido ao'pacienle resignacffo para soffrer
um mal de queja nflo havia esperancas de poder li-
berta-lo, e ao medico philanlropico ador de ver
muitoideseussemelhantes victimas de enferinda-
dos, contra as quaes se declarava impotente, pu-
dendo apenas lamentar a fraqueza da intelligencia
humana. Mas, gratjas ans progressos da medicina,
eracas aozelode homensincansaveis, que, nao des-
esperando da perfectiblidado da Bolencia, so teem
dedicado invesligacfio de remedios que possam
alliviarhumaniJade dealguns males que a afTli-
gem, o numero das molestias reputadas incurveis
vai de da em dia dimlnuindo. Assim, achar depois
de longos trabalhos, de profunda meditado e reite-
radas experiencia;!, medicamentos que nos restituam
o uso dos dous mais importantes sentidos de que
he dotado o homem, quando estes ja se achavam no
supposto estado de incurabilidad e inteiramente
perdidos, he por certo um dos maiores servicos, quo
se podia prestar humanidade; eis o quo eslava re-
servado um homem philanlropo da cidado de Bra-
ga, em Portugal, cuja sciencia, cujo amor de seus
semelhantes se tem feito geralmcnteconhccer. Os
remedios que ora ofTerecemos ao publico, nao en-
trara na classo daquelles que o vido e ousado char-
latanismo inculca com roucos e descompassados
brados, e que o crdulo vulgo, por ignorancia, rece-
be na boa f e sem discerniuienlo, achando-so de-
pois Iludido; tem, porm, deoecupar mui distincto
fugar entre os medicamentos, que mniores benefi-
cios prestam ao hornera : constara lies da dissolu-
cSo aquosa de extractos de plantas raedicinaes, de
virtudes mui reconliecidas e verificadas. O longo u-
so, as continuadas e severas experiencias, a quo por
toda a parle teem elles sido submettidos, sem que
umas vczhajam falhado em seus hnns effeitos, o
desmentido as osperaiicas quo sobre elles havia fun-
dado o seu inventor, lheteem grangeado constan-
teso repelidos elogios dos mais sabios e respeita-
vei mdicos, assim da Europa, como da America,
que unsonos abonam e proclamara sua acedo sem-
pre certa e benigna. Um destes licores he destinado
a combaler as molestias de olhos, e tem por princi-
pal virtude restituir aos orgflosda visito suas func-
cOes ; reanimar e fazer reapparecerem sua natural
perfoieflo 4 vista, quando eata estiver fracs ou quasi
extlncta, com tanto, porm, que nflo baja cegueira
absoluta com desorgnnisacao das parles ; nao me-
nos til e enrgico he para desfazor as cataratas,
destruir as nevoas e de prorapto debelar qualquer
nflteimacflo ou vermelhidSo dos ollios. Nflo causa
dr, nom estimulo na parle.
O oulro liquido restitue a faculdado de ouvir os
sons ao ouvido tocado de surdez, ainda quo invete-
rada, urna vez que o mal n3o seja de nascen?a, sem
causar em lempo algum o menor incommodo ao do-
ente, e sem priva-lo de cuidar em seus negocios.
lMTRUCCdK PARA O OSO DOS RBMEDIOS.
Odotolhos emprega-te do modo teguinte:
O doente, pela nianhaa, em jejum, urna hora pou-
coraaisou menos depois que erguer-se do leild,
tomar sobre a palma da mao pequea porcSo da-
quella agoa ; o com ella raolhar bem os olhos, la-
zando que algumasgottsscainm sobre o globo oc:
cular: sernos limpar, os conservar molhados ale
que naturalmente enxuguem : ao deitar-se noilo
pralcar o mesmo: durante o tempo que usar do
remedio evitar o calor, aceito de lumaca e o vento;
ar abstinencia de comidas salgadas, azedas o adu-
batlsscom especiaras.
Oremedio doi ouvidot ter applicado do modo que legue:
O doente, pela manhaa, urna hora pouco mais ou
menos depois do erguor-se, ainda era jejum, fara
derramar dentro dos ouvidos quatro ou cinco got-
tas do liquido, topndoos depois com algodao em
rama: noilo ao deitar-se repetir a mesma ope-
raco. Durante o uso do remedio evitara expor, os
ouvidos principalmente, a aceflo do calor e do ven-
to, adra de evitar grande transpirarlo, havendo cui-
dado em n5o molhar os psem agoa fra finalmente
deve ab'ster-se de comidas salgadas, azedas e adu-
DA (ni
Estes remedios esto a venda na botica de Bar-
tholameo Francisco de Souza, na ra larga do Ro-
zario, n. 36, nico deposito era Pernambuco, pelo
proco de 2,240 rs. cada vidro.
Aterro-da-Boa-Vista, n. 16.
Pomrrfateau, culileiroe ar-
meiro,
tem a honra de participar ao respcitavel publico
que recebeu de Franca, pelo ultimo navio, um sort -
ment de armas fraiicezos, espingardas, pistolas de
montara e do algiboira superiores espoletas de
marca G ; ludo quinto perlence a cuidara ; linas
navalhas, as quaes se garante; eslojos com todos os
seus pertences para homem ; brides, esporas, chi-
cotes, bengalas, bandejas, potes de hanha prepara-
da pira conservar o lustro do ac e prohibir que se
enferruje : ludo por preco commodo.
Furtaramno dia 2t do corrento,'da casa de Jo-
s de Barros Pimenlol ,'na ra do Rang'el, n. 11 um
relogiodeouro plente ingloz, com urna corrento
grossa de prender na casa do cohete o qual podo
ser fcilmente reconhecido pelos, scguinles signaes.;
sabouele, com a caixa quasi lisa* temi apenas um
simples bordado a roda falta-lite o ponleiriuho dos
segundos, a mola do Iraca j nao abre a lampa. O
furl oi commettido, segundo o que vio urna escra-
va do ailar de cima, por um pardo de bigodes, com
caifas pretas. ejaqueta riscada que Ihe pareceu le-
var um livro debaixo do braco, masera um estojo
do navalhas com diversas cousas dentro das gave-
linhas que foi tintado com o relogio o a correnle.
Roga-sea quemsouber, ou apprehender estes ob-
jeclos,quu dirija-sea mesma casa, que sor re-
compensado.
Precisa-sede urna mulherque seja lorra, para
ir tratando de um menino que vai para lora do im-
perio : a rallar na ra do Trapiche, casan. 8, aos
Srs. llem y Forster & C.
5! CHAPEOS DE SOL j
Rna do Passeiu-Puhlien n. 5.
Joflo l.oubet participa ao respeitavel publico, que
recebeu, por estes ltimos navios rancezes, um com-
pleto sorlimento do chapeos de sol, de seda, a mais
rica o superior queUAada; urta-cOres e outras mul-
tas condecidas, tanto para homons, como para Sras.
e meninos. Nomosmo estabalecimenlo ha um sorli-
mento do chapeos de sol de panninho, dos mais mo-
dernos; diios milito grandes, proprios para homens
de campo ; tambera tem chapeos de sol de panninho
para meninos e meninas, porserom muito linos: po-
dem-se chamar chapeos do economa. Na mosma loja
ha sorlimento de bengalas, bengalinhas e chicotes
muito modernos; cobre-se qualquer armacfio do cha-
peo de sol, com sedas do todas as cores e quali-
dadi-s. Na mesma casa ha um grande sorlimento de
panninhos trancados e liso), imitando seda, para
cobrir os mesmos : desta fazenda se vende a reta Um.
Concerta-se lodo qualquer chapeo de sol, por haver
uni completo sorliintmiu de lodos os pertences |>am
os mesmos, com toda a porfeic'o e brevidade.
UA DA CRUZ, N. 40, SEGUNDO ANDAR.
D. W. Baynon, cirurgiSo dontsta dos Estados-Uni-
dos da America do Norte, tando-s rosolvido ficar
mais alguma tempo na cidado de Pernambuco, po-
lo presente participa aos seus amigos o ao publico
LOTERA
Do Hospital Pedro II.
O thesoureiro desta lotera, tendo de
marcar o dia em que devem correr as ro-
das da quarla quinta parte da mesma,
julgi que vista da concurrencia dos
compradores poder ser extrahida no
dia 17 de maio prximo vindouro.
JosGoncalves Curadoretira-se para Portugal,
a tratar de sua soude, e doixa por seus bastantes
procuradoros, eml."lugar," Sr. Jos dos Santos
Neves, e em 2., o Sr. FortunatoCardozo de Go-
voia.
Francisco Eduardo Alves Vianna vai a Europa ,
e deixa com procurado ao Sr. ManOel Joaquim Ra-
mos e Silva.
Francisco Jos dos Santos o Albuquerque de-
clara que, d ora em diante, assignar-se-ha Francis-
co Jos Alves de Albuquerquo.
OSr.. .. mande entregar, na administraeflo do
correio, o chapeo proto novo, que no dia 26 do
correnle mez, lrou de cima la m*)sa do Illm. Sr. An-
tonio Jos Gomes o receber oulro vellto," que com
certos papis debaixo do orro, deixou em cima de
urna caixa ; alias, ter de comparecer peranto a po-
lica para desfazor O engao.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 64, na
ra da Guia, pelo praco de oilo rail rs. meiisaes ,
dandoo pretndanlo fiador: a tratar com Victori-
no iGuimarfles, na ra largado Rozario, n. 22
Prccisa-se de um bomem de idade para ensi-
nar meninos a 1er, oscrever e contar : no largo do
Carmo, venda n. I.
--Manool da Ponte faz soiente ao respoitavel pu-
blico que de hoje em dianle se assignara Manoel
Jos da Silva Pimentel.
Precisa-sede urna pessoaque entenda de todo
o servico de padaria para a cidade da Fortaleza ,
provincia do Ceara: na ra larga do Rozario,
Na cocheira de Joflo da Cunha Res, por detrs
do thealro, nflo s ha bons cavallos para passeio ,
como tambem ptimos quarlos para viagens, tanlo
porserem bons carre'gadores como porestarem bem
descansados, pela reforma que se tem feito dos
mosmos, Na mesma cocheira compram-se, vondem-
se e trocam-se cavallos.
Precisa-so de um homem robusto que se sub-
jeilea irabaldar em um sitio perto da praca : a tra-
tar com Joflo da Cunda Rois, na sua cocheira ou no
Monte i 10, em sua casa junto a ponte.
-- Aluga-se urna loja na ra da Praia do lado da
sombra a qual servo para negocio e moradia por
preco commodo : na pracada Independencia, livra-
ria n. 6e8.
-Mara Chrislina vai a Suissa levando em sua
companhia seus dous filhos menores J0O0 Eduardo
e Mara Elisabeth.
- Compra-se um Vigario, livro inglez, que esto-
ja em hora estado : na ra do Queimado, n. 30.
- Coropra-se cera amarclla : na ra da Cadea do
Recife, botica n. 3.
Vendas.


Ama deleite
boa
Na travessa do Torco, 11. 6, orterece-se urna
ama com muito bom e novo leile.
Os devotos da Senhora dos Prazeres que nao
pdera ir a sua greja no lugar dos Guararapes ,
voa matriz doS.-Antouio, onde vai ser festejada
a mesma santa, com missa cantada o ladainha a
noilo.
Ao respeitiive! publico.
Oabaixoassignedonvisaque se rolira impretcn-
velmenledesta cidade ao lim de4a5 das, e em ra-
na
II* j'ri.'VIIH/ |"IIIIVI|....."' .^ 1. "rrn-^ 1 hw 1 w.......
em gcral, que elle sempre se achar prompto a qual-
quer hora para fazer qualquer operacao que seja so-
bre os dontes como seja chumbar, limpar, e extra-
hr;enformardentessobro piao o sobre chapa da
melhor maneira e com a maior perforo conforme
Qs ultimas descobertas, tanto na America como na
Europa.
--Joflo Jos de Carvalho Moraes manda para Por-
tugal o seu filho menor Joflo Jos de Carvalho Mo-
raes Jnior.
Na loja de barbeiroda ra do Trapiche, n. 28,
precisa-se do um ofllcial de barbeiro. Na mosma lo-
ja vendera-se bichas por todo o preco, eo centoa
6.000 rs.
O gerento do contrato do rap princesa do Lis-
boa contina a vender o mesmo rap pelo preco ja
estipulado; adverlindo que esto genero, nflo son-
do fdzenda do gerente, s so vende a dinheiro con-
tado, o uflo se fia a pessa alguma, poia nflo tem cai-
xeiros para ir receber.
A commissflo administrativa da sociedajle Apol-
linea recebe as proposlasparu convidados i partida
de 13 de maio no dia 2 do dito mez, pelas 6 horas da
tarde, na sala da mosma sociedade; scientificando
mais que, passado esso dia, nflo dar mais convi-
tes.
Prccisa-se alugar um bom negro, o qual enten-
da de tratamento de cavallos c mais algum servico,
o qual so pagar bem: na ra do Sauto-Amaro,
n. 32.
Vai praca para, ser arrematado nosdias 18,
22 e 25 de maio, para pagamento dos credoros do
fallecido Joaquim Antonio Fcrrera de Vasconcellos,
o seguinte:
Huma casa de sobrado do um andar esotflo, cora 35
palmos de frento o 85 de fundo, acabada por fra,
com vidracas, o por dentro assoalhada e forrada,
cora portas o ensarnis; faltando apenas os tapa-
mentos; com um viveiro do pexe, quintal em a-
berlo com 292 palmos de Tundo cm chaos de foro: Kerreira deixou de ser son caixeiro desde o da 23
oulra dila, pegada mesma, do iguaes dimensOos, ,|0 corrento mez por isso todas as pessoas que lito
acabada por fra com caixiliios e envidrarla, e devem, nflo pguem nada ao dito Ferreira pois que
por dentro sraente Iravejada, cora camboa pelo ,, aniiuiiciaute nflo levar em conta.
cenlro do quintal, com os mesmos fundos da ou-
lra, e um caixflo de alicerce para duas moradas de
casas de 62 palmos do frente e 72 de fundo, cora
quintal era aborto que comprehend a mesma cau-
boa:e finalmente um terreno no mesmo alinha-
nicnto, cora os competentes fundos e camboa que
fica no centr do quintal em chitos de foro: ludo
situado na frente da estrada quo vai para a Magda-
Osdevotos do N. S.dobairro do Re-
cife, quo teem estabelecido a missa
do todos os sabbados era, honra da
mesma Senhora na greja da Madre-
de-Deos, eslflo determinados a cele-
brar tambem, na mesma igreja, os ex-
cercicios do moz Mariano, como o an-
r no passado presidido pelo reverendo
1 Sr. vigario do dito bairro; convidara,
pois, a lodos os liis para que concoi*
ram a esles piedosose Iflo interessan-
tcs excercicios em todos s dias de
manhfla cedo, no priraoiro Jo mez de
maio e a sua abertura ser ni) ultimo
desle correnle, que he no domingo.
IVIlllVIIIVIIVriVi .~..w w -----
sflo de estar muitooceupado na sua mesma casa, ..-.c .. ~ ---r----:--
vespera de sua sabida nflo Ihe he possivel ir mais" mais atiento venerador.
em casas particulares : tambem roga as pessoas que
teem lirado retratos que hajam de os ir buscar ale
o fin uo presento mez. O abaixo assignadoaproveila
esta occasiflo para despodir-se dos seus amigos o do
publico geralmente.aquem s podo dizer.que me nca
muito agradecido pelo bom tratamento e' araizado
que tem recebido nesla cidade. Carlos P. tnan-
cAn.professor do daguerreotypo.
-- Avisa-se aos Srs. esludantes que compraran!
comuendios de philosoplua por Charma no colie-
gio S.-Antonlo para quo mandeni all receber as
ultimas formas que completara o compendio; as-
sim como roga-se-lhes o favor denessa occasiflo sa-
lisfazereni a importancia respectiva.
Manool Joaquim de Fara faz sciento a todas as
pessoas que com ello leem contas, que Jos Marlms
*_ _' .:_ .IaAiIa n lili
Ao publico.
Chegou da Europa a Clletelo detrdadeirMr~
celta, -, publicada recentemenle por Joflo B. Lucio,
para fabricar, com facilidade e economU, cerveja
branca o prota. cidra, agoardenle de diversa* frutas
e do assucar, jeropiga, genebra, deliciosos licores
aromticos de todas asqulidades, agoa .re Colonia,
e oulros aromticos, pos, pomadas, alos esseuciaes,
e outras preparacOes com uso particular nos touca-
dores das sonhoras, remedios ofllcazos para fazer
'nascere crescer o abollo, e para o tornar preto, a
outras mais de grande importancia ; 1 vol 2,560 : na
livraria da esquina do Gollegio. __
-Vendera-se duas rodes do Maranhao, muito bem
feitas, por preep commodo: na ra da Praia, too-
Vendem-se saccas com larinha de mandioca ,
a 3.200 rs. o alqueiro volho : na ra da Cadeia do
Recife loja n. 51, do Sr. Joflo da Cunha Magalhes.
Chcgaram as verdadei-
ras pilulas vegetaes do Di\
Brandrcth. viudas no brigue
Putwim, da Philadclphia, as
quaes se vendeni na botica
de Bactholonieu Francisco de
Souza, na ra larga do Roza-
rio, n. 36.
SALSA-PARRILHA DESANDS.
Este excollcnte remedio cura todas as enferme-
dades, as quaes sflo originadas pela impureza do
sangue, ou do systema ; a saber :
Escrfulas, rheumatismo crupces cutneas,
brebuthas na cara, homorrhoides, doencas chroni-
cas, brobulhas, bertoeja, tinha, inchacOes, dore
nos ossos e jnntas, ulcar, doenqas venreas, citica,
cnferinidades que atacam pelo grande uso do mer-
curio, hidropesa oxpostos a urna vida extrava-
gante. Assim como chronicasdesordens da cons-
liluicflo serflo curadas por esta tflo til appro-
vada medicina. ... .
O extracto seguinte he do urna carta rocebida do
Sr. Maco, pois sua raullier foi atacada de escrfu-
las no nariz, das quaes os melhores doutores em
Franca a nflo poderflo tratar.
I Rennes, departamento do Ule e Vilain.
j /ran?a, julho 17 de 18U.
Sit. Sandi. A salsa-parrilha mandada por Vm.
foi recebda com a maior salisracito possive minha
inulheratomou, eem pouco tempo se achou me
Ihor; polos grandes beneficios que recebeu desta
medicina, a considera como urna das melhores me-
dicinas do mundo para taes doencas pois dou-
tores do alta sabodoria nunca a poderam tratar. Mi-
nha mulher a contnSa a tomar at se achar in-
teiramente boa. Por favor nos queira obsequiar com
afumas garrafas o mais depressa possivel. Srs.,
nos teremos o gosto de fazer conhecer a sua medi-
cina entre os nossos amigos, assim como entre o
novo: semduvida ser usada aqu, bemeomoem
todo o mundo como efilcaz medicina para alliviar
e tratar o corpo humano. Tenho a honra de ser o
Fabrica de pianos, na ra do
Queimado, n. 12.
Joo Vignes, tendo dirigido urna das prlmelras fa-
bricas de pianos de Paris, e tondo residido quatro
situado ..afrento da estrada quo vai para a Magda- annos ..esta cidade, pela qanUdado de pianos de
lena, ifazendo equina com a que vai para o Remedio: todos autores e de todas as "^* ""3*
/. Maee.
N. 1, ru LouisPliilippe.
iLesscflo dos Estados-Unidos.
Rerlin, Prussia, abril 8 de 18*6.
Sn A. B. & D. Sands.- Srs., tendo-se a sua sal-
sa-parrilha usado nesta cidade. com grande efte.to,
em casos mu severos de escrfulas, me pedem tros
duzias de garrafas da sua medicina ,as quaes as es-
pero sem ralla que para isso remello o pagamen-
to Espero que Vms.fiquem de toda a certeza qua
a composcSo do salsa-parrilha he urna das melho-
res medicinas do mundo, assim como >u-
troduzindo muito ehtre opovo -Sou o mais ltenlo.
TKeodort S. Fay.
Preparada e vendida por junto ea retalho, assim
como se exporta, por A. B. Y. I). Sands, ohimicos*
uroguistas.n.lo.Fulton-Street, esquina de W.l-
''Tonde^nboticado agente. Vicente Jos. d
Rrito, na ra da Cadeia-Velha, n. 61.
MEZ MARIANO,
mil rs. : na praca da Independencia*
<
Antonio Jos de Souza Teixeira remelle para
a cidado do Maranhflo o seu neto Balduino de Souza
Teixeira menor de 15 annos e leva em sua com-
panhia urna cscrava preta de norrre Antonia do
gento d Angola que representa 50 annos, quo o
mesmo Ihe duou.
.-JosLazary. leudo de ir a Europa tratar dos
scs negocios dcixa o Sr. Vctor Lasno oucarrega-
do da procurac&o da casa de Lenoir Pugel & Com-
panhia, duraute a su* ausencia.
quemam comparecer nos dias mencionados por-
ta do Sr. juiz dos orphflos na ra d'Aurora na
Boa-Vista.
Gaetanc Alves da Cosa embarca para o Rio-
Grande-do-Sul a sua cscrava, de nome Maris, de 20
annos, e de naclo Angola.
Na ra do Aragflo, n. *, bairro da Itoa-Visla,
fazem -se quaesquor cortinados, tanto de cama co-
mo para janellas, com a maior pcrfeicflo possivel.
Um estrangeiro propOe-so a dar lindes rarticu-
bjres de inglez o portuguez correctamente, tanlo no
fallar .como no traduzir : porm adverte que nflo
he fundado sobre o tal novo methodo j anuuuciado
por um oulro concurrente. Quera de- seu presumo
se quizer utilisar, dirija-se a ra da Gloria, n. 86.
Na ra do Rangel, n. 10, primeiro.andar, ss dis-
tribuem gralii, de domingo por diante, exemplarcs
deoraces a Santissima Trindade, pelas quaes Sua
Santidade concedeu indulgencia plenaria.ao que to-
das as pessoas lora diroito, o com partieularidado
aquellas que se dispozerom acolher osfructosdo
moz Marianno.
Precisa-se de um caixeiro portuguez, de 15 a 20
anuos para caixeiro de urna venda e quo tenha
bastante pralica para a lomar por bataneo : na ra
dos Martyrios, n. S6.
precsa-s alugar urna ama de loite que o lenba
em abundancia e seja de bons costumes, para aca-
bar de criar um menino de 5, mezes. Paga-se bem.
Dirigir-se ra dollangel, n.59, segundo andar.
Precisa-se de prelai que vendara pfio psgan-
do-sevendagem: na ruado Bqrgos,(Forle-do-Mal-
to) padaria que foi do AllomSo.
tlTIlnut' C tuiumu, avua-fv ..... r----^ ,
os defeitos destes ; por isso fez fabricar pianos de
proposito para este paiz, os quaes olTerecem todas
as vanlagens reunidas, que vera a ser : segurauca,
bonileza, voz superior ; sflo riquissimos o de mode-
los novos, como nflo leom apparetido ; por isto con-
vida a todos os apreciadores a verem experimenta-
remos dilos instrumentos, que soafianca aos com-
pradores. Tambem tem um grande sortiiiicnto de
aviamenlos para os dilos instrumentos, de primei
ra qualidade, e vende cordas, em poreflo e a re-
talho.
S. H. T.
A direceflo participa a todos os Srs. socios, que o
espectculo deste mez ter lugar no thealro de Apol-
lo na noitede 29 do correte, c quo os bilneles
para o ingresso serflo distribuidos pelo Sr. thesou-
reiro no salflo do mesmo thealro nos das 27 e 28,
das 3 as 6 horas da tarde e no dia 29 das 9 a 12 ho-
ras da manhfla, durante cujos dase ate esta uiu-
ma hora imprcterivelmente se servirs mandar, os
Srs. socios que o quizerem, as suas propostas para
convidados com os bilhetes ero carta fechada, ao
primeiro secretario, em sua casa, na ra da i.ruz,
n. 9 e delle procurar o seu resultado no ultimo
dia, das 2as4horas da larde iiiprorogavelmenie.
vende-se a
ns. 6 e 8.
Lotera do Rio-de-Janeiro, a
11 000 rs. o mei t bilhete.
Chegaram bilhetes o meiosditosda ollava lotera
das casas de c.ridade do- Rio-de-Jane.ro .cuja lista
chegar no prximo vapor: vendem-se na rus d
Cadeia do Recife, n. 17 loja do m.udezas de Pon-
,C -& Vande-se unta ptima echadura com segredo,
para JrU 52 X- fl-'"&,f S
commodo :na loja da ra do Que;msdo, i. !.
_ vende-se um carro de rodas 2*9
na Ponte-de-Ucha. casa do Sr. I r Jtidis,
quasi defronte doSr. Frincisco; Anton o 0 '"
4 Vende-so urna preta cnoula, bonita Bg0"*0"
18 annos de idade, que sabe engommar liso, enss-
boar "cozinn.ro diarjode urna cas. -vender na ra,
*T%EXS1 rao^d'oCita- Sgur. :
da nacional: na ra Nova, loja de forragens, n. 16.
da--Cont ".a-se a vender chocolate novo de rauito
boa qualidade a 2*0 rs. a libra e 6,400 rs. a arro-
ba : na esquinada ra de Horlas, n.2.
Mais barato nao he possivel.
Vcndem-se chitas de ramagem a 5,400 rs. a peca;
e a 160 rs. o covado ; ditas de cores fixas e de bom
panno, a!60rs.o covado; cortes de casss preta.
com 10 varas, a 4,000 rs.; chales pretos ; crtw de.
vestido de barra; sarja hespanhola superior e.
2,400 rs. o covado ; casimira preta ; merino de su-
" (perior qualidade, a 2,600 rs. o covado; o outra
- Compra-se um turibuloe urna naveta de prata:lmuitaslazendas baratas: na ra do Limraeuw,
na ra do Queimado, u. 40, segundo andar. ln. 14.
Compras.
_____:___


i -U-.
sf^R .
--Vendem-se postillas Ja analyse de constituido
para o segundo anno da academia de Olinda ; ditas
de Jireitu publico para o primeiro anno na roa da
Madre-de-Deos, loja n. 36.
Itrios trancados de lislras e
quadros.
Vendem-se superiores cortes de brim trancado de
lislras e quadros ; para caigas, de lindos goslos e
de I oa qualidade pelo prego de 2,000 re. o corte :
na .ua do Collegio, loja aova da estrella n. 1.
Casimira elstica, a 75*0 rs. o
covado.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio u. 5, vende-se casimira elstica de Ha e algo-
dSo de lindos pa.lrOes e muito cucorpada pelo
carato prego de 720 rs. o covado, e que se, tonta
recommendavel para a estacSo presente.'
Kicos tapetes
para ornar salas, mesas,"candieiros, lanteruas, cas-
tigues i: campainhas, redondos, quadrads o trian-
gulares bordado e de oleado, cora lindas franjas
del."m de lo lasas cores; luvas de torgal, propnai
p.'ir.i ii Qu.iresma, ao ultimo goslo de Pars, pretas e
brancas com dedos e sem elles, a 1,600 rs. o par ;
ulpnca >!e linho, a 610 e 800 rs. o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazn de fazendas, de
Rnvmundo Carlos l.eito. *'
Ks tojos com duas o.ualliasiii-
glezas, para barba,
fabricadas pelo melhor autor, chegadas no ultimo
navio de Inglaterra por 2,000 rs. cada atoje. l.s-
tns navillias sao garantidas, porque nilossolro-
i'.im as que pnrvenlura nao saiain boas, como tam-
bera se restitueo sen importe, quando o compra-
dor por acaso se nao agrade de nenhuma dellas,
depoisdeexperimeota-las, lsto estando sora ferru-
gem e bem tratadas-. Tendern-sc na ra larga do
Hozarlo, loja de miudezas do Lody, n. 35.
Novos gambreoes.
Vendem-se cortes decaigas da excellente e supe-
rior fazenda denominada gambreno, pelo barato
preco de 1,800 rs. o corle : esta fazenda tanto em
goso como cm qualidade, rivalisa com as melho-
res casimiras : na ra do Collegio, nova loja da es-
trella, n. 1.
Vende-se, ou arrenda-sc um grande sitjo na ra
Imperial, com duas moradas de casas urna para
grande familia, na frente da' ra e'outra oais pe-
quea dentro do mesmo sitio com bons parreiraes
c militas frulciras de boas qualidade* todas novas
e j dando fruto, com um grande vjveiro no lundo :
na ra Direita, n. 135, loja de cera onde se far
qnalquer dos negocios, por seu dono ter de retirar-
se por molestia.
Sarja hcspauhola.
No novo armazcm de fazendas, de Raymundo Car-
los f.eite, na ra do Queimado. n. 27, ha chegado
m ptimo sortimento da verdadeira sarja hespa-
nholn, a 3,200 rs. o covado ; tamben) lia do 2,200,
8,500, 2,800 e 3,000 rs.; panno lino, prova do li-
mito, a 3,800, 5,000, 7,000,8,000, 9,000 e 10,000 rs. ;
chapeos-francezes finos, do ultimo gosto de Pars ,
cu.ii aba maior, conformo a nova moda, a 7,000 e
8,000 rs. Ncste armazem tambem so vendem fazen-
das por atacado o mais barato possivel.
Sarja mais barata nao he
possivel.
. Vende-se superior sarja preta hespanhola pe-
lo ; ralo preco de 2,000 rs. o covado : a sua quali-
dade be sufUciente para chamaros compradores:
na ra do Collegio, loja nova da estrella, n. .
Polassa e cal virgem.
Vende-se muito superior potassa,
poneos das desembarcada, e cal de Lis-
I o : no nrmazem de Baltar & Oiiveira,
na ra da Cadeia no Kecife, n, la.
Kiscados moustros.
Vendem-se rscados francezes, a 320 rs. o cova-
do de vara de largara e os seus padrees quaK-
dades sle os melhores que se pdem desejar: na
ra do Collegio, loja neva dafestrella, ni.
Pannos finos.
Vendem-se superiores pannos finos, prova de li-
mito azul, a 8,000 rs. o covado ; ditos pretos, j
bem conhecidos lela sua barateza o qualidade, a
4,500, 5,000. 6,000, 6,500 e 7,000 rs. o covado ; casi-
mira preta do boa qualidade a 6,000 rs. o cort ;
dita liinisle, de largura de panno, de superior qua-
lidade o mais fino que ha, al 1,000 e 12,000 re. o
corte : na ra do Collegio leja nova do estrella ,
n 1.
Vendem-se aceces da ex-
mela companhia de Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liyeira Jrroos & C, ra da Cruz,
n.ft
-Vendem-se presuntos, bldese linas propras
para lavar roupa; vassoura para varrer sslss e ta-
petes : ludo ltimamente chegado i|os gstados-Uni-
dos : na ra da Cruz, n. 7, armazcm do Davis 4 C.
Novo panno para lences.
Vende-se superior panno para lences, com 2 \
ras de largura pelo barato preco de 3,000 rs. a
Vendem-se ancorlas de
diversos tamanhos, com vinho da
VIadeir, tinto e branco, de supe-
rior qualidade: no escriptorio de
Oijveira Irmos & C, na ra da
Cruz, n. 9.
Ajf* Vendem-se chapeos de superior
JI^K castor, brancose pretos, por preco
mirto barato : na ra do Crespo, n. 12,
lojde Jos Joaquim da 8i!va Mya.
A I #600 rs. o covado.
Vende-se merino preto de 7 palmos de largura ,
pelo barato preco de 1,600 rs. o covado : na loja da
I esquina que volta para a ra do Collegio, n. 5, ds
Guimarfies & Companhia.
Casimiras elsticas, a 640
rs. o covado.
VenJem-se casimiras elsticas de lila o algodSo ,
pelo diminuto preco de 640 rs. o covado : esta fazen-
da torna-se muito recommendavel para a cstacSo
presente, por ser muito encorpada e os seus pa-
droes o melhor possivel: na ruado Collegio, loja
nova da estrella, ni.
FA RULO NOVO,*' jl
a 4^300 rs.
Saccas grandes de 3 arrobas com farelos: no arma-
zcm de J- J- Tnsso Jnior, na ra (|o Amonio, n. 35.
Vende-se na ra da Cruz, n. 96, venda de S
Araujo, cera de carnauba muito superior; spa-
los eabotns, feitos no Aracaly obra muito boa ;
um grande porefio de saceos vasios, que anda nao
serviram proprios para farinha por levarem um
alqueirc raso da medida vellia ; superiores peonas
de em; sola ; couros miudos; o pezerros-
illllO.
Vende-se mlho, a 2,000 rs. a sacca : no caes da
Alfandcga, armazem de Antonio Annes.
Gmbraia para cortinados e
mosquiteiros.
Vendem-se superiores cambraias de ramagen* o
mais fino e de sublime gosto que leern appareoido ,
dar cortinados e mosquiteros, pelo barato preco
pe 1,000 e 1,200 rs. a vara : na ra do Collegio, loja
nova da estrella, n. 1.
Vende-se una preta de 20 anuos, de bonita fi-
gura que engomma, cozinlia o faz todo o servico
do urna casa ; um preto moco, bom para todo o ser-
vico tanto da praga como do campo: n ruado
i'asseio, loja n. 19, se dirquem vende.
('-hilas pretas assenadas.
Vendem-se superiores chitas pretas assenadas,
muito acreditadas pela sua qualidade, a 240 rs. o co-
vado : na loja da ra do Collegio, n. 1.
Veudc-.se, ou Iroea-se por predios aqu na pra-
ca urna encllente fazenda de gado, na rlicire do
Ass com perlo de 600 caberas de gado vaceum ,
largaextensaodo terreuo e abundancia de rama,
que durante os tres ltimos annos do secca nenhum
prejuizo soffreu atientas ns vanlagens cima apon-
tajas: na ra do Hospicio, n. 21.
Vende-se cevadinha de Franca, gomma de
araruta Upieca do Maranho cevada por prego
commodo ; na tua das Cruzes, n. 40.
-- Vende-se um pardo de 22 a
24 annos, ptimo bolieiro : na
vanlarem engenbos d'igoa e de beatas. A tratar no
mesmo engenbo, ou no sobrado aolado da cadeia,
n.23.
Vend-se um negrinha de 10 a 11 annos com
principios de costura oque he muito diligente : na
ra de S.-Francisc, n. 19, casa terrea junio ao so-
brado.
Vende-se, por preco commodo um sitio com
boa casa de vi venda-, estribara, com sufllciencia
para ter4 vaccasde leite sito no lugar de Agoa-
Fria oqual tambem sealuga : no paleo da matriz
deS.-Antonio, loja de chaneleiro, n. 8.
Vende-se, na praca da Independencia lvra-
ria ns. 6 c8 Rossi, direito penal, 3 v.; Direito pu-
blico por S. P. 3 v.; Quntiliano por Soares llar-
boza ; Pereira e souza; Proccsso civil, 2 v.; Trata-
do de tombos ; dito orphanologico por Carvslho;
Iou trina das acgOes, por Corris Tenes ; Caminhi,
libellos.
Vende-se um escravo pardo de 17 annos, pro-
prio para pagem e com officio de sapateiro ; um di-
to de 30 annos com officio de cnneiro e j tem ser-
vido de nvestre de barcaca, e liopralico da costa de
Vendem-se 50 latas com doce de, calda, coro t
librase meia cada urna a saber: caj, grozeltf
mangaba, matarino, laranja e sidra proprio par
mbarca : no fim do BecooLargo, no Recfd, ond.
lem canoas d'agoa, ou ajustar com Manoel Antonio
da Silva Molla.
Vendem-sesaccas do alqueire de boa farinha
4,000rs.; ditas com mlho novo, 2,%60 rs. .'n,
ra do Queimado, n. 44.'
Vendem-s chales de seda de muito bom gosto
mantas dita para senliora ; chapos de seda pin
senhora ; crep de todas as cores; fitas de selinj |a.
vrado ; lencos de seda para m9o; ditos de gaVca
para senhora ; chapeos deso, para liomcm esenhnl
ra ; ditos de massa franceza para homem ; cortes
de cambraia para vestido; pannos para cima da m.
sa ;tspetes para sala sapa los de lustro e setim pa'ri
senhora e nenininas; brzeguin* pera senhon
lencos de cambraia de linho, bordados; um com.'
pelo sortimento de perfuniarias, e outras fazenla.
por prego mais barato possivel: na ra Nora, n. m
oja de Domingos Antonio de Oiiveira.
Vende-se doce de guiaba e araoa, muito fino
VaceiatoCear : na ra (W Collegio, vendado por preco commodo: no piteo do Terco, venda'
Sebastiao Jos Comes Penna.
Vendem-s*, atrs do theatro velho, pranchCes
d'oleo, outras madeiras propriaspara marceneiro,
por prego muito barato.
Vende-se una venda em ptimo local da Boa-
Vista com prazo favoravel o Com poucos fundos :
a tratar na ra do Queimado, foja n. 38.
Na na das A groa*-Verdes,
n. 46.
vende-se urna eicellente mulatinha de 13 annos,
propris para se eduoar ; 2 escravos de nagfio, de 20
a 21 annos, sendo um ilelles ptimo carreiro ; um
bonito escravol>om sapateiro eque hu muito fiel;
duas rscravas de naclo, de meia idade por 570,000
rs. ambas; ume eacrava quecozmha uva e vende
na ru por 400,000 rs.
Vendem-se na praca da Independencia, n. 5,
sapates de bezerro pelo baralsaimo prego, de
1,200 e 1,000 rs. o par os melhores que teem ap-
parecido. e aun aun nnlmoa para o invern. A elles,
antes que se acabe a pechincha.
Vende-se urna preta perfeita engm-
madeira, costuroira e que faz lava-
rinto ecozinha, sem Vicios nem mo-
lestias : na ra do Vigario, n. 24, se
dir quem vende.
ra da Cadeia-Velba, n. 37.
vara : osla fazenda he melhor do que a bretanha de
Irlanda, da inesma largura,que ltimamente se ven-
deu nesta mesma loja, por ser de puro linho : na
ra do Cpljegk), rojanov-a daeslrclU, n. i.
A 1,000 s. o; par.
Na loja de Cuimariles & Companhia confronta ao
arco de S.-Antonio n. S^ vandem-se meiat de teda
preta curias, pelo barato prego1 de 1,660 rs. pa*,
ti
Fogo.
Na fabrica de licores do Aterro-da-Boa-Vista, n.
17,4Fwtferlco Chaves, ha sempre porgfio de pali-
tos de fego em magos grandes a 2,000 rs. o cenlo ,
os quaes sfio feitos com toda a perfeigflo, c n3o de-
generam no invern.
I: i
Participase
aos fregezes de bom o barato, que se vendem da-
les de balzMfn, a 2,000 rs.; setim pret maco, a
2,200 rs.; camliraias da seda, a 16,000 rs.; chapeos
deso, de seda, n 5,500 ; cortes decambraia abor-
ta, m 4,500 rs.; pecas do bretanha de Franca, a 3,500
rs.; chales de seda, a 10,060 rs.; ditos de lila e se a 5,000 rs.; mcias de seda preta, para senhora, a
1,600 rs; luvas de dita, 600 rs.; lencos bordados,
para senhora, a 820 rs.; mantas de seda, a 8,500 rs.:
casimira preta elstica, a 3,000 rs. o covado; los pre-
tos, a 2,400 rs.; fazenda de caiga, a 240 rs. o cova-
do ; chitas de coborta, a 200 rs. o covado, e a pega a
7,000 rs., e de corea filas; camliraias do cores fi-
las e padrees modernos, a 640 rs. a vara ; sarja
hespanhola, a 2,400 rs.; lencos de seda le peso, a
2,000 rs.; camisas de meia, das melhores que appa--
reeem no mercado, a 1,100 rs.; brim branco, de pu-
ro linho, a 1,400 rs. a vara;dito Irangado pardo, de
linho, a 640 rs. vara; bicos do todas as qualida-
des ; merino; esguiflo fino; camliraias; cassas ; e
outras muitas fazendas, por pregos mdicos, e sem
defetos : franquejana-so amostras aos compradores :
na ra do Queimado, n. 46, loja de Magalhfies e Ir-
mfio.
Vende-se urna armaglo, 2 bragos de batanen ro-
mana urna balauga grande e pesos temos de me-
didas, e oulros utensilios da vende da ra da Cruz ,
n. 6 : a tratar com Miguel Joaquim da Costa, ha ra
da Senzalla-Nova, n. *.
Musioas para pianos.
Na ra do Queimado, n. 12, 1." andar, ha um
grande sortimento de msicas as mais modernas que
ha na Kuropa, e dos primeiros mestres.
Vende-se o engerido Timb, distante desta praga
4 legoas,correte e moente com agoa, de nos e regu-
lar producgQo, com a safra de 2,500 pues pouco miis
ou menos ou sem ella. Bale eagenho he de const-
deravei importancia, nSo su no presente como no
futuro, por conler mais de 4 legous do terreno ca-
berlo demaUas virgeiis, e com capactdade tfe e lb-
Vendem-se superiores luvas para meninas e
senhora, do muito bom gosto por sorem de seda ,
e sem dedos a 560 rs.; frocos de todas as cores a
grossuras i no Aterrowla-Boa-Vista, loja n, 78.
Na loja nova de Hyros ?0 pa-
teo jo Collegio, iv #, acaba
de receber os seguintes
livros:
dicionarjodo bom gosto, ou lingnagem das flores,
em verso rimado, acrescentado com jogos de Ubres,
poesas dd secretario de cupido, ou novissimo cor-
reiodos amantes pelo qual, com duas flores frue-
las, etc. poder qiislquer pessoa enviar um reca-
do completo a qnem amar, rica encadernagio e
cada un em seu estojo qUe se pode mandar de pre-
sente a urna apaixonada ; Arte de dansa de socio-
ciado ensinada em ligfles claramente explicadas ,
por mciode 32 figuras, contendo alm do contra-
dansas geraese das regras da valsa, as marcas das
conlradfnsas provinciaes e de varias outras inteira-
menle novas ; Arte da cultura e preparagSo do ca-
f cotnpreendendo a cultura dos cafeseiros, seus
melhormcnlos, modo de cuttivaras trras frias,
causas de abundancia e fallas alternativas Sua pre-
paragSo por um novo syslema defeito do systema
do uso construego das estufas machinas con-
sideragflo sobre o seu cominercio, oflerecida aos
cultivadores brasileiros por Agnstinho Rodrigues
da Cunha ; Doutrina das aeges, por Correia Tellos,
quarta eilicodo Itio-de-Janeiro consideravelmen-
te e expressamente accommodada ao foro do Brasil,
por Jos Mara Frederic de Souza Pinto; Cdigo do
processo ; dito criminal ; Constituigo do imperio
do Brasil; Cathecismo de Montplier; Tliesouro de
meninos ; dito de meninas, com ricas estampas co-
loridas edic.lo do Bio-de-Janeiro; Manual enci-
clopdico j Geometra de Euclides; Crammatca ;
IXmtrina chaislQa por Salvador Hcnriques Altni
querque; Mcthodo facillrmo; ColtCgflo de ejem-
plares do escripia por 1,000 rs.; Horas Marianas ,
muito rica encadernagSo ; dita com enckdernagflo
mais ordinaria ce oulros muitos livros por prego
mais commodo do que em oulra qualquer parte.
n. 139.
Vende-se, na ra do Crespo, loja o. ti; Historia
natural de Buffon ; Novo diccionario porttil daj
lingoas hespanhola e allcmla, 2 v.; dicoicnario in-
glez do Vieira, 2v.; Cnefs d'ceuvre- de Voltaire 5
v. por 3,000 rs.; obras do Virgilio, por 4,000 ri..
todos estes livros tambem se trocara por outras
obras estando em bom uso e completas..
Vende-se urna negrinha de 14 annos, muito st-
dia que cose ecozinha : na ra estreita do Roza-
rio, n. 4, defronte da igreja.
Vende-se urna preta de 16 annos, muito linda
que cose e engomma ; urna negrinha de 8 annos'
muito esperto e lindissima ; um cabra de 30 annos'
muito robusta e de bonita figura : na ra deS -Di!
ta.n. 44.
Vende-se um lindo niolcque de 12 a 13 annos
sadio ; 3 pretas de bonitas figuras, com habilidades '
2 pretos de elegantes fignras; urna parda de 20 an-
uos, engommadeira e costuroira : no pateo da ma-
triz de S.-Antonio sobrado n 4
Vendem-se es superiores queim
Ipndriios, muito frescaes, a 640 rs. ali-
bra ; presuntos para fiambre, a 56o rs. a
libra ; vassouraspara varrer casa ; ditas
para espanar por preco muito commo-
do : na ra d Trapiche, armazem n.~44.
Vende-se sal de Lisboa, fin e alvo, a 1,600
rs. o alqueire d medida velha : na ra da l'raia
armazem n. 18.
---'Vendem-se pedras brancas de amolar, da me-
lhor qualidarfnnue tetn vindn do rjo de S.-Frsn-
cisco em porcio e retalho, por prego commodo :
na ra da l'raia armazem n. 18.
FliMhW DE PERRO,
Na fabrica de M. Callum & Companlita, enge-
nheiroamaehinislas e fundidores de ferro, na ra
do lirnin, no Recre, coniina haver um grande sor-
timento de laixas para engenhos e moendss de can-
oa de todos os tamanhos o dos modelos os mais
modernos e approvados. Na mesma fabrica conti-
na-se a construir de cncommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os mais
objectos de machinismo com a perfcigdoj conhe-
cida, por prego commodo.
Escravos Fgidos
Loja de cirgueiro.
[BuadoQueima(io,n. 10
Lima.
Vendem-se uniformes militares pa-
ra todas as patentes de legiSo, caval-
laria e infantaria da guarda nacional, a
saber : chapeos armados ; barretinas ;
dragonas ; bandas ; fiadores; gallu de
ouro, para caigas; talins; cananas; pas-
tas ; espadas praleadas, com roca e
sem .ella, e ludo quanto pertcnce ao
completo dos ditos uniformes: tam-
bem aprompta|uniformes,para msicas
ptra o que pode mostrar os figurinos
do ultimo gosto da corte,
Vende-se cha hysson do muito superior qnali-
de por prego commodo : na nova loja de livros
do palpo do Collegio, n. 6.
Vende-so urna casa terrea com frente de pedra
e cal e o mais de taipa com grando quintal pro-
prio sita na biquinha dos Quatro-Oantos, en Olin-
da n. II -. a tratar linrna da Guia, n. 10, ou na So-
tedado.n, 52." .....'
Fugio, no dia 18 do Janeiro, um cabra, de nome
Joaquim, alto, reforgado, de idade, coma barba
branca cabellos corridos e bem pretos; levou um
surrlo de pelle de carneiro, chapeo de bata usa-
do, caigas de algodSo de lislras rotas no assonto;
tem os tornozellos dos ps um tanto inchados. Es-
te escravo j foi preso em S.-l.ourengo-dayMatta ,e
tornou a fugir junto aos Remedios, do poder de
urna pessoa que o conduzia para esta cidade; veio
do Maranho e diz ser de Caxias: quem o pegar le-
ve-o a ra do Vigario, n. 24, que ser recompen-
sado.
50#000 rs.
Fugio, no dia 22 de margo prximo passado, do
engenlio s.-Francisco, em S.-Anlonio-Grande, pro-
vincia das Alagas. a escrava Benedicta, parda, bom
parecida clara cabellos corridos olhos prets,
heicos grossos denles limados, peitos grandes, ps
seceos; tem no braco direito um sino salamo, t
no outro um corago desles feitos de agulha com
tinta azul ; tem 20annos de idade. Esta escrava he
de Gongalo Rodrigues Marinho, morador em o diin
engenbo aonde pode ser entregue, que receben
a gralificago cima ou nesla praga a J. 0. Campos,
na ra do Queimado, n. 4.
Fugio, na noite do dia 24 do corrente, de bor-
do do patacho Dout-hmtloi ,jum preto, de nome Joa-
quim de nagiTo Angola de 28 snnos, de estatura
baixa, cor bem preta ; levou camisa de riscado ame-
ricano caigas de brim chapeo de palha, ludo sujo
de alcalrio : quem o pegar !cve- a ra do Trapi-
che, n. 6, que sera bem recompensado.
- Desappareceu, no dia 9do correte, o escravo
Alberto que se intitula por Manoel, de nagiTo Ca-
buida, baixo, secco, com pouca ou nenhuma barba,
rosto descarnado e com algumas marcas de bexigas,
falla mal portuguez ; levou calcas de brim Iranga-
do escuro, camisade madapolflo col lote tle selim
rxo bordado aindauovo: quem o pegar leve-o <
ra do Rozario da Doa-Vista, n. 48.
*- Fugio, no dia 20 do corrente a preta Luiza ,
de nagilo Mogamfaique ; he cega do olho esquerdo o
bemfconliecida por ser lavadeira ; levou urna por-
go de roupa ; tem sido vista para as bandas da So-
ledade Manguinhoo Beberibe : quem a pegar le-
ve-a a ra da Cadeia-Velha n. 1, que ser gfsti"-
licado.
Fugio, to dia 26 do crrenlo, a preta Leonor,
do 26 annos pouco mais ou menos; levou vestido
le riscado, panno da Cosa novo, com matamos fl
ranjas ; lie baixa ; tem o rosto redondo ,'o 0 t>\"
esquerdo meio vesgo, com um emplasto no pedo;
e be de paciin Angola. Koga-se as autoridades po-
liciaes ccapitaes de campo, que a apprehendam
levem-na ao becco do Sarapatol, n. 14, qu. serio re-
compensados.
Pkhn.

NA
TTr.
DE U.
F, DEFAMA.
. -i .
>"***
.


Full Text
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