Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05473


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Full Text
^WP

*
nno de 1848,
Sext
"
n ItHllO oul>t/ca-s.endo*.od's cj.ue aie,
de iin" i |""*.C- damni-natun-. he de
iooo h.w T.rtel. pnjo, itamdot. 0. .6-
"v ,j0, nssignintes *10 injeniuw a rasno de
f,' nnrlm'n. TP gerente, '.
i"l,,,n-o 80 rs por linha, o 100 em typo
PHASES DA LO A. NO MEZ. DE ABRIL.
. Mn il,il horas e 41 min. da tarde.
S'laos 0min. A urde.
Uchei*. I'. "- ^ *
PARTID*. D09 COR.REIOS.
Gola nn,P i i-a liilia ssaguodes esextasfeiras
R ia-i; runde-Jn-"NortqumtafeirijBOmeiodia
Cabo, Serjnli"i:n, nioForotoso, Porto-Calvoc
Haeeirf, no I.*, a 11 e Jl de cada mei.
''nr i.iliiiiid ii Rnnito. a 8 e 28.
Boa-V.u7e Flores, a teS.
Victoria, it quintas-fef as.
Olinda, todos os das.
PREA^HAR DR HOJ.
Primera, aos 80 minutos da tarde.
Segunda, aos 61 mnalos ds manha.
de" Abril.
Anno XXV.
n.o:
DJAS P4 SEMANA.
24 Segunda, iffiff S. Fidelis'Stnarinja.
26 Terca. >f< 9. Marcos Evangelista.
20 Quarta. S.Pcdrn de Rales. Aud.do l.dociv.
da 2 y. e do J. de p'x do 2 dist. da t.
27(Juinla. S. Tertuliano. A mi. no J.dos orpb.
e do m, da I. Tan.
28 Sexta. S. "Vital. Au). do .1. do civ. da I v
e do J. de paz do l_ ffist. de t.
29 blado. S. Pedro'Martyr. Aud.do J.dociv
e do 1. de pat do l dut. de t.
10 Domingo. 5. Cathariua de Senn .
CAMBIOS NO DA W DE ABRIL.
Sobre Londres a 27 d. por 11000 rl,iN
Pars 145 850 rs. por franco.
IiliAa ion por 100 de premio.
Deic. de leUras de boas firsaai a I '/, /
OstroOncss hwpenholas.... lfWW a B>
. Moiladc#'0nelb. teflOO I
de 61400 QOT.. I6JO0O a 14
a de 4/000..... 9#nO0 a
PraU Patacos*........... i|20 a I
Pesos columnares... 11*20 a I
a Ditos mealcanoa.... I|8W t
a Miuds............. Un*
Acedas da cosaP.do Bebtrfbe de bOfaeo ra.

PARTE OFFICIL. |
que,

'<
RELATORIO
em observancia do aviso circular de 11 mareo
prximo findo, S. Exc. o Sr. vice-presidenle Manocl
de Sonsa Teixeira apresentov ao Exm. e Bvm. Sr. Dr.
Vicente Pires da Motta, ao cntregar-lhe a administra-
civ desla provincia.
Iixm. b Exm. Sr.
Apenas ha seis das 0x01*90 a vce-presidencia Ics-
fa provincia; e, pois, tjiusmittindo a V. Exc. o ro-
tatorio quo me deixou o Exm. Sr. Chichorro, ex-pre-
idento, e dando conta das pecurrenciasque teem
sobrerindo no breve espado do minha administracao,
lenho cuinprido o tiever que me nicuiiiu unis de
|) II de marco deste anno.
He forrea confessar que, tomando conta da admi-
nislrafflq, aclici pal da provincia dilacerado pela
guerra civil: o movimentode J-ages, posto que pro-
cedente-de causas particulares e individuaes, esta va
cm nm pameacador, pelas derrotas successivas que
haviam solTrido as forjas do governo; epromettia,
em rasSo dos odios o ardor de vinganca, manifesta-
dos por toda {'arte, grande e*!esSo e funesto des-
envolvimento : corto fara para recejar que as ambi-
ges e especularles polticas se prevalecessem des-
tas circumstancias para acarocoarcm ideias extre-
nuas perigosas: muitosangue pernambucano ha-
via sido derramado, o era preciso ostanca-lo ; mu-
tos clcifiotoj de desordern, e desejos de r.ovidade
porahi ha, o era de mister obliterar um foco de ca-
lamidades ede excitaoiento : nestas vistas, c con-
vencido de que o conflicto nascra de inimizades par-
ticulares', e era alimentado por ellas ; que a sorte da
provincia poda (loar comprometida ; nSo confian-
do, outrosim, as autoridades locaes que provoca-
ran o conflicto, mandei quo o eoromandante das ar-
mas interino se dirigisse ao lugar, o procurasso,
sem qubra da autoridade e do imperio da lei, cha-
mar esses cidadflosdesvairados ordem o obedien-
cia legal, asspgurando-lhes que o seu rendimeoto
Ihes n5o custaria a vida, ou o opprobrio : se errei
neste proceder, consolo-me com a convicio de que
no prestei minha autoridade para instrumento de
odios evngan$aslocac, e de caprichos perigosos ;
consolo-me Com a hiera do haver concorrido para
que cessasse urna guerra civil que j havia oustatlo
tantas vidas e dinheiro, que poda servir ambiguo
de algum especulador, e quo promettia cxtens3o cm
rasSo dos elementos de desordem predispostos, o
grande durando em raaao da local idade e situagilo ;
sendo qoe a experiencia nos diz quo a guerra de Pa-
nellas durou mois de cinco anuos, custou milliOes de
vidas, e s acabou pela voz sagrada do diocesano.
ExYn- Sr., o estado da provincia era lamentavel o
desesperado I Urna grande parto dos empregados
provocavaro, por scus desmandos, a guerra civil,
opprimiado aos cidadSos, abusando do poder, pros-
tituindo^), convertendo-o em seu proveito, ou em

MEMORIAS DE UM MEDICO, (*>
por ^leitanDre j^umajs.
TERCEIRA PARTE.
#QS asiSAeOc
111.
m.' x> juaai
Se anda urna vet nos tranaporlarinns a em casa da
ra Piaatrire, onde Mr. deSartities enviara o seu agen-
te, tomaremos a encontrar ah, na niaohaa do dia 31 de
maid, a Gilberto, es tendido sobre um colchiio na enmara
de Tberexa, ao redor delle Thereza e Rousseau cun va-
rios vUinhus sena contemplando essa amustra lucubre
du gmade aoonteclmento com que Pars Inteiro anda cs-
tienteoia.
i paludo, chelo de aangue, tinha aberlo os
olhos: e, lojoque Ihe voltara a raso.cotnecou a procu-
rar descobrlr o que se passava em roda de s. como
se anda se acbara na praca de Luis XV. D'aui leva ti-
touHIft.
[/ (*) Vale Otario n.' 06.
instrumento de seus odios, vingangas o ciprichos :
era geral'o clamor! Por outro lado, as convenien-
cias polticas que, em 1844 r- 1845, determinaran!
csse grande numero de demissOes, por causa do opi-
ni.Oes polticas, haviam cessado, e era de misler re-
parar os males quo essas demissOes causaram ; ouvi
o brado o clamores de tantas familias, hincadas na
miseria por amor desses actos violentos o necessa-
rios; ora de mister promover a conciliario e uni-
dade dos Pernambucanos, ror bem da monarchia :
estas duas raes, islo he, a necessidado de substi-
tuir empregados ou- corrompidos ou prevaricado-
ros, conjurando desl'arle a tempestado imminente e
al liando a autoridade opniilo publica, o a neces-
sidado do reparar tantas njustigas, me levaram a
faz'er ou. grande numero demissOes, e algumas re-
integraQOes: le bom grado me encorrego Jesss res-
ponsabildade, porque tenho que esses actos eram
necesarios causa publica, e requeridos por todos
os Pernambucanos que querem a paz o a jusliga.
Congratulo-mc com V. Exc., doquem fago alto
conceito, o de cuja administrado espero grandes be-
neficios para minha patria; o protesto V. Exc. a
minha adhesfo, eslima o consideragSo.
Palacio de Pernambuco, 26 do abril de 1848.
Manoel de Socza Teixriba.
EXTERIOR.
PARLAMENTO PORTUGUEZ.
SE3S.O DA OIHABA DOS PARES, EM 7 DE riVX-
BXIB.O DE 1*48.
(Coutluua9au do numero 95. J
O Senhor Foniera Magalhes ( proseguindo ) : Deca-
raram que conservavam as suas creiQas. Quaes, ge-
ralmente Tallando, pdem el las ser, salvas as excep-
tos de quo fallei ? No se v quo tac-s crengas pon-
'lo de parle 11 usurpador J bao de vir a fundir-SO as
da grande familia liberal porluguoza, cujo chele he
a rainha e cuja bandeira he a carta '! Que por mais
que se diga lodos esses homens, os quo teetn forra
e vigor para ostrabalhos polticos, pertencem so-
ciedttde moderna ? Eu trato de contoraplar um. par-
tido em geral, o quaes pdom ser as suas tendencias
verdadeiras. entendo que os progrossistas libe-
raes, lalvez sem o saber, fireram nessa chamada col-
ligac,n.) um servfn ao paiz. Eis o que roalmento
pens; e por isso com franqueza o declaro. Hoja
tempo de acabar com as digrcssOes, c de entrar na
poca das nossas discordias civis, que cotnegou em
6 de outubro. Ciista-1110', he verdade, porin lenho
de percorrer esso caminho; e lora covarda hesitar.
Formou-se a administra^So : abstenho-ino do en-
trar em particularidades, e circumstancias quo me
uo perteuce examinar agora. Com a nonieaeln do
ministerio se publicou urna proclama^ilo notavel,
que servio do programma. Nella so condomnavam
os excessos que fram ennsequenca da rovolugilo do
Minho; mas esta revoluQo parecen ser reconheciJa
como um resultado do causas justificadas, que Ihe
deraiii lugar. Nflndigoquese npprovou, nem lou-
vou essa revolu;3o nflo sei como me explique;
mas pareosme que o governo a reconheceu por um
facto inevitavel como consequencia necessaria.
Nistoeu nilo achoque a administradlo de 6 tle ou-
tubro differisso multo da de mai anteceden le: am-
bas parecam conformes, ao menos ueste ponto. A
i^i^^msasfamiesinB^v.^>ismBmm iinana
A principio uina piofumla ^nquietacao; depois urna
grande alegra se Ibe pintara as feicdes; d'ahi viera
outra nuveui de tristeza, que Ihe apagara de novo a ale-
gra.
Padece alguma omisa, meu amigo? perguntou Rous-
seau; lomando-llie a inao com solicitude.
Oh! quem foi que mesalvou? perguntou Gilberto;
quem pensou cm uiim, pobre solado no mundo?!
O que o aalvou, meu lilho, foi que voss nao eslava
a i mi a morte; quem pensou em voss lie aquello qu pen-
a em todos.
Nao importa; foi bem grande imprudencia, res-
inungon Thereza, irem metter-sc emsemclhautos ajuu-
Umenlos. 1
- He verdade, he verdade, he bem grande impruden-
cia, repetirn! eiu coro os viatnbos.
Oh! iiiiiilias senhoras, interiompeu Rousseau, nao
lia iiiiprudeiicia ero ir aonde nao ha perigo patente; nao
ha perigo patente em ir ver um fugo de artificio. Quan-
do o perigo acontece, neste caso, nao se he imprudente,
bc-se infeliz. Mas nos; que estamos aqu fallando, te-
riamos feito o mestno.
Gilberto lancou os olhos em torno de si, e, vendo-se na
camarade Rousseau, quia fallar.
Mas o esforco que teutou, fez-lhe subir o sangue boc-
ea e ao naris, e perdeu o conbecimento.
Rousseau tinha sido prevenido pelo medico da praca
de I.ui XV; por tanto nao aeaterrou, esperava mcsnio
por esse desfeclio, e lio por isso que tinha mandado col-
locar o docnte sobre um colcho isolado, o sem lau-
cos.
Agora, diise elle a Thereza, tu podes Ir deitar este
pobre rapaz.
Aonde? n
Ah, no meu leito.
Gilberto tinha ouvido: s a extrema fraqueza o in
!iedia de responder mmedaUmente, utas foi um vio-
culo esforco; e tornando a abrir os olhos;
de mao tinha-se encarregado de dirigir a revolucSo
ao seu termo por meios nSo violento, cohib ndo os
seus excessos. A do 6 de outubro, considerando o pe-
rigo da coolinuaQflo desses excessos; que tema
mais do futuro, porque os pa9sado linham desappa-
recido, quiz mais vigorosamente que a primeira
obstare que elles se renovassem: o entendeu que
devia proceder directamente.
Para istoeuvi com grande admiracSo adoptada
urna medida que julguei devia acarretar desagrada-
veis aconteciinentos, fallo da suspensSo das garan-
tas constitucional, om acto continuo rormacSo
do ministerio.
Eu j mo explque sobre o meu modo do pensar a
respeito da suspensfio das garantas, o em especial
da suspensHo da liberdade da imprensa. Medulas
preventivas quero poucas. [ O .Sr. Condedo Rio-Maior
Apoiado.) Ellas inspiram desconfiangas, anda
nos pazcs mais bem governados. Nflo digo quo ja-
mis urna ou outra no deve ter lugar; mas como
systema, ou de uso rrequenlo dovem ser detestadas.
( C Sr. Conde de Lacradlo Apoiado. ) Por ellas mos-
tr o governo a sua uebidaiie, ou os seus projectos
sinislros. [ O Sr. fconde de Fonte-Arcada lio vor-
dade. ) Eslou comtudo persuadido quo taes projec-
tos no tinha o nobro duque do Saldanha, nem os
seus collegas nenhum delles pode ser justamente in-
crepado de querer trahir os prUtcipios de liberdade.
Os servidos fetos a essa causa pelo nobre marechal
sSo a mais solemne garanta das suas generosas in-
tcti90es: quem Ihe nao fara no nosso paiz a Justina
que eu Ihe fac)? Eu declaro que nunca pude dei-
xardo vrnelle um firme estoio dos foros o direitos
do povo e do throno (apoiados geraes), Dir-so-me-ha
que S. Exc. isic osou dover convenho ;
por isso mosmoho digno do louvores.
Sr. presidente anda o paiz nao tinha recobrado
todo o socego, achava-socomoos mares por algum
tempo se conservan depois de urna grande tempes-
tado ; c o acontecimento de 6 do outubro veio agta-
lo de novo.
Para esta aglaco se trabalhou, ossm ho; mas
isso era do esperar nu estado dos nimos anda a
esse lempo. Appareceram desconfianzas do que que-
ra a nova administraba'.) Estas excilavam-se, cres-
ceram : pintou-se o acontecido na noite do 6 do ou-
tubro como lima rea^ao violenU; exagerou-se, o
que em taes casos he inevitavel, e as exaggcraQes
transmttidasao longe, anda appareceram maiores
entSose dissee se escroveu que o marechal Sal-
dauha so havia unido o colligado com homens 110-
laveis do partido do governo que durara at I" de
mao ; o'desla colligagao sabia um ministerio, que
s poda ter o pensameuto da vinganca e da ronova-
cito do systema coudemnado. O cerlo he que na ci-
dude do Porto appareceu urna sublevaQao uo da 9
daqucllo mez.
O nobre duque da Terceira tinha ido aquella ci-
dde om una tniss3o do paz nem podia ello en-
carregar-se do outra, nem outra Ihe poda dar S. M. :
permilta-se-moalludir a tilo alta o sagrada pessoa ,
soguindo o exomplo quo aqu se me tem dado.
Mus os espritus esta va m allucnados; a descon-
fianca e receio Ihes havia lurvado a rasSo. Revol-
Hu-s a cidade, e a sna nobre populacho que tantos
sacrificios tinha feto pela liberdade, laiigou-so nos
excessos. .
Umentei 13o fatal acontecimento ; eaqutscja-nie
permitlido declarar quo nuuca tive communicaces
iiotri com osmembrosda juntado Porto, nem com
nenhum dos seus funeciouarios. So alguma vez a
alguem na cidade li/. saber qual a minha opinhlo,
Dflo pJo por sso dizer-se que mo corresponda com
os sublevados, criine do quo fui repetidas vezes ar-
gido ; o aqui douao digno par o Sr. Jos Antonio
Mara do Souza um testeoiunho do gratidao porque
resisti as sollicitaces que Ihe fram feitas para a
minha prisilo nosso lempo: nunca lito agradec ni
particular : pareceu-mo que devia dar-lhe um toste-
munho publico.
N3o estiva, nem estivo nunca em correspondencia
com possoas do governo do Porto ; mas nunca en-
tend que fosse crimo, nem anda em tempes de dis-
cordias civis, corresponder-seo amigo com o ami-
go ; o pai e irmBo com o rmSo e fllho militando em
campos contrarios; mas a civilsa<;ao nSo tem anda
feto entre nos progressos nesta parte : e oxala que
nRo precise faze-los. A intolerancia poltica era ex-
cessiva, cretoeu, em ambas as parles! Escrevl en-
tfioa um amigo, e censurei o moio reaccionario de
que se havia laucado mSo : julguei-o n.lo s peri-
gosissimo pormdo mais a mais inefiiea, a nDo
ser para prolongar indefinidamente os nossos males
e retrogradar no caminho da liberdade a victoria,
intendiaeu, nflo poda servir aos insurgidos senao
para enrueco de novas calamidades; quando urna
o|iposc,ao legal, so fosso em apoio do principios
jnstos, tarde ou cedo triumphara com vantagem
para o paiz. Usai do opposic.ao pelos meios lgaos,
porque se tverdes rasSo paveis de vencer OSr.
Condece liio-Maior : Apoiado.) Seajguetn vio es-
sa communicsQao minha respondo pela accusac5o
queporclla so me,quizer fazer. Outra flz muito
mais tarde, a qual mencionarei depois com a mesla
i 1 aniju! /..i.
Avancci aqu hontem urna proposi^So que os ideo-
logstas pdom combater a seu sabor. Bom se que
nfio baefreito sem causa; porm muilasdcstas mal
seavaliam; e mu tas vezos no as descobro o juizo
humano, acontecendo-lhe errar muilo quando pre-
tende designa-las.
Dsse eu. j aqui, S. Presidente, que a frqa da
cousas tem um n3o se que, quo domina os acontec-
montos, quo pode mais do que a previdencia huma-
na Vimos irmaos combater contra irmios: aquel-
las armas quo anda ha poneos annos se omprega-
r..!T! v.i defensa da liberdade, c do thror.o eosstilu-
cional, na cidade do Porto"o em todo o reino, ei-la*
divididas; e empunhadas por liberaes contra libq-
raes. A cidade do Porto sublovou-se, e as provinci-
as do norte em grande parte. Doaeioda mes na fa-
milia sabio um governo oppslo ao governo da rai-
nha ; e, proclamando a resistencia em nome da so-
berana, dentro em hrevo so dariam batalhas e com-
batos, o o sangue mais puro, que havia tir.gtdo os
nossos campos em defensa da patria o da liberdade,
correra s mfios dos defensores dessa mesma lber-
dado Ho lastimoso esto quadro : nSo posso cotiti-
nua-lo : o se assm vollo a esse lgubre passado, ho
para o lamentar, para recomuiondr aos meus conci-
dadaos quo trabalhem por evitar novas discordias,
novas revolu90es. Nflo creio que a ellas se d causa
voluntaria. Aluitas convoDbo so allegaran) que silo
calumniosas : para roprovara* que existirn! nSoera
preciso oxaggera-las, nem ajuaU-lhea oulras. ( A-
potados )
(Continuar-se-ha.)
IIIAKIO !IE PKR5IAIBDC0.
Nao, dlsse elle com esforco, nao; la emciina!
Quer vollar para o seu quarto?
Uuero, quero 1 se faz favor.
E acabou antes com os olhos do que coma lingoa es-
sa vontade, dictada por urna lembranca mais poderosa
do que o soflrimento, e que pareca, no seu espirito, so-
breviver mesmo propria rasan.
. Rousseau, esse boineui que tiuha a exageracao de to-
das as sensibilidades, comprehendeu-o, sem duvida,por-
que accrescentou:
Ksl bom, meu filUo, nos o vamos levar la para ci-
ma. Elle nao nos quer incoiiiiuodar, disse Rousseau
a Thereza, a qual approvou a resoluco coin todaS as
suas forcas.
Em .consequeuca, decldio-se que Gilberto fosse ins-
tallado inmediatamente as agoas-furudas que elle re-
clamava. ,- .
Pelo da adianto, Rousseau foi passar, junto da cabe-
ccira do seu discpulo, o tempo que habiiualmcnic gas-
uva em collecclouar os seus vegetacs favoritos; e Uil-
berto, um pouco restbelecido, uarrou-lbc eiu voi balxa
e quas exmela Os pormenores da catastropbc.
Nao disse porque tinha ido ver o fogo dq,artibcio; a
simples cuiio'sidade, dizia elle, o traba cpuduzdo ate
praca de i.ui XV. .
Nem Rousseau podia suspetar mais nada a nao ser
feitlceiro. ,
Por consegunte, nao teslcmuubou sorprczaaigunia
a Gilberto ; coutentou-se com as pergunla queja liavla
feilo, e recomuiendou-lhe somonte mui grande pacieu-
clo. Tao pouco Ihe tocou no farrapo de cassa branca que
se Ihe tinha visto na mao, e de que Filippc se apoc-
rara.
Kulrelaulo, esta conversaco que para ambos cosleava
de lo peno o intereasc real e a verdade posPtv, era
por sso era menos de altrahr, e ambos se enlcvavam
nella de lodo ocoracao, quando de repente afconfitam
os passos de Thereza sppre p patawar da cacada^
j s i 1 y > j 3)3 .yjijij-ji J)3 aaaj.
Consta-nos que fram demittdos: o instructor
parcial da guarda nacional do municipio do Rocifo,
Francisco de Paula Camero Leo;o segundo oom-
mandanto geral do corpo de polica, Migue Affonso
Eerreira ; o ajudante, Jos Cunogundos da Silva ;
o secretario, Eduardo Firmino da Silva ; o pri-
meiro commantlanlo do compnnhia, Jo3o Monlciro
de Andrado Malvinas ; o segundo commandanle do
companhia, Francisco da Silva llego ; ~ os terceiros
commandatiles de companhia, Jos Francisco de Pau-
la, Joaquim Theodorode Vasconcollos, Antonio Jos
PMtana, Francisco Xavier Rodrigues de Miranda,
Francisco Berenguer de Almeda fiuedes e Pedro Be-
zorra de Menozes;o promotor publico do tormo do
Recife, EstevSo de Mello Montenegro; o de Goian-
na, Joaquim Jos fiunes da Cunlia Machado ;-re o de
Nazarelh, Jos Jeronymo Pacheco de Albuquerque
aysaaag*^jjf^^^HJliaS?^*HHSJWM,M',Pl'*l^^^l^WB
Jacquea! dase ella, Jacques !
Que be?! que queres?
He algum princ(H que me vera visitar: agora che-
gou-me a minha vez, disse Gilberto cora um pallido aor-
Jacques! gritou Thercia, caminhando echamando ,
semprc. ,
Que be?! Dize: que temos?
Thereza appareceu. ;__ ....
lie Mr. de Jussieu que eata la embaixo, disse ella,
e que, tendo sabido que cstivcsle esta noite na praca de
Luiz XV, v'em saber se te achas ferdo.
Oue bom coracao que tem este Jussieu. diase Rous-
seau; qu expeliente homein que elle he, como todos
aquellos que por gosto ou necessidade se approxiraam da
natuieza.foutedetodoobem! Socegue, nao se rae-
cha, Gilberto, que cuja volto. ______
Kst bom; multo obrbjado, retfoadaa o man-
cebo.
Rousseau saho.
Mas, apenas tinha elle trausposlo a porta, queGsttm-
to, levantndose como pdc, se arrastrou para a trapci-
ra, donde se va a janella de Andresa.
Bra bem penoso para um mancebo sem (oreas, quasl
sem ideias, icar-se sobre o tamborele, levantar o calti-
II10 da trapeira, c esoorar-se na oreata do tecto. h com-
tudo Gilberto o conseguio; mas, urna vez ah obegado,
os olhos se Ihe obscureceram, as roaos treiiieram-llie,
o sangue voltou-lhe bocea, e cahio de chofre no
ehao. ...
Reste momento, a porta dasagoas-uirtadas ae abri
de novo, e Joao Jacques entrou, preccdewdo a Mr. de
Jussieu, a quem elle ta fazendo todas as honra*que a ci-
vilidade prescrevo.
Tome sentido, meu charo senbor, abalae-Maqul....
de ah um passo, dlzia Rousseau; veja bem que nao en-
tramos em um palacio.

__
.>
ata.
MUTILADO


Pi
?2*

MaranhSo :--o fiel do consulado provincial. Jos Ma-
ric do Amorim;os continuos do mesmo consulado,
Jos Joaquim de Almeida Castro e Hermenegildo Net-
to de Azeredo Couliuho;os Inspectores do assucar,
Antonio Annes Jacome Pires, Francisco Gomes Pe-
reira Guerra o Caetano Dunrto Pereira ; os oscrip-
tororios dn inspecclo do assucar, Galdino Antonio
Alvos Ferreira e Antonio Melquades da Silva; os
liis da mesma inspeccSo, "Manoel Sabino da Costa,
Francisco Tavares de Mello c Amaro Jos Ferreira ;
o respectivo marcador, Jos Antonio da Costa Medei-
ros;o inspector do algodSo, Roberto Gomes Perei-
ra de Garvalho ;o escripturario da inspecclo do al-
go Iflo, Manoel Antonio Nunes Machado; o (leda
referida iuspeccflo, Severiino Jos de Souza;o mar-
cador respectivo, Zeferino de Olivoira e Souza : os
delegados do Agoa-Preta, Limoeiro, Nazareth, Boni-
to. Garanhuns, Paja-de-Flres, Ex, Po-do-Alho,
Olinda, Cabo [dous districtos] e Goianna :os subde-
legados de Pao-do-AIho, S, San-Pedro-Marlyr, Mu-
riheca, Cabo, Ipojuca, Goianna, Coianninha, Tijucu-
papo, Una, Rio-Fonnoso, Panellas-de-Miranda, dis-
tritos da Escad, Grvala, Afogados, Santo-Antonio
do Iteoife, Limoeiro, Quipap, Itamarac, primeiro
districto de Jalma tilo, Varzoa, Taquaritinga, Itamb
Pedras-;le-Fogo e Tinbaba : os primeiros supplen-
tes dos subdelegados do primeiro districto de Jaboa-
tflo, Ilonilo, Grvala e Santo-Antonio :--Jos Pedro
I Gosmfo, Jos Rodrigues deMoraos, Francisco do
Barros da Cunha, Seraphim Jos de Souza Raposo,
Manoel Vicente da Cunha e Luiz Alvos Ferreira dos
cargos policiaes que oxerciain, esto em Maranguape,
e nsdumnis na camarca de Pnjahii-de-Flres : os
.lindantes do procurador-Osea! das roa las prnvin-
ciaesem Po-do-Alho e Limoeiro, padre Vicente Fer-
rar de Albuqucrqti j o Jos Thcodoro Gomes.
Consta-nos, igualmente, que se mandn expedir
titulo de aposentadora ao porteiro da secretaria da
provincia. Virissimo Antonio de Mallos; e que f-
ram reformados : o tcnenlo-coronel da guarda na-
cional do municipio do Recifo, Manoel Florencio Al-
vps de Moraes; o majordo terceiro, Manoel Antonio
Viegas;--q lenenlo-coroncl do quaVto, Feliciano
Jnaqum dos Santos;o do quinto, Manoel Clemen-
te de Almeida Catando ;o do sexto, Manoel Camel-
lo l'essa ;--o major deste hatalhilo, Manoel Jos Viei-
ra da Silva ;o coronel chefo da primeira legiflo da
guarna nacional dos municipios de Olinda olguaras-
s, Jos Joaquim de Almeida Gucdes; o corono! che-
fo da segunda Icgiilo de Olinda o Iguarass, Manoel
Jos Serpa;o capitao da terceira companhia do pri
meiro batahio de Olinda, Ladislao Jos Ferreira ;--o
coronel chele da primeira legio do Cabo, Jos Car-
los Teixeirt; -- os teen tes-coro neis dos batalhes
primeiro e terceiro desse municipio, Fernando Fran-
cisco de Aguiar Monlarroyos e Jos Cordeiro do Car-
valho Leite; o major do segundo, Luiz Pires Fer-
reira ;os coronis chefes das primeira e segunda le-
giOes deSanto-Antlo, Tiburlino Pinto de Almeida e
Antonio reijo do Mello; o major do segundo bata-
Ihilo desse municipio, Antonio Henrique de Miranda;
o coronel chefo da legiSo do Pao-do-AIho, Francis-
co Jos do Barros e Silva ; o da de Nazareth, Jos
Porfirio Lobo de Andrade Lima ; o major comman-
danledoesquadrfodecavallaria deste ultimo muni-
cipio, Francisco Bernardo Csvalcante ; o tnnente-
coronel do terceiro bata I hilo do Bonito, Anlonio Cor-
ris 'cssa de Mello; -- o tenenle-coronel do quarto
batallio de Agoa-Preta, SebasliSo da Cunha Accioli
Lins;--oscapitSes do mesmo bala linio, Antonio Fei-
tosa de Mello e Jos Candi Jo Ramos ; o lenle e o
alteres respectivos, JoOo Flix de Mello e Ualtazar
Feij de Mello; o tenenle-coronol do terceiro ba-
talliSn de Una, Thomaz Csvalcante da Silveira Lins ;
o major da primeira legilo do Bonito, Jos Alves
de Moraes e Mello; o do respectivo primeiro bata-
lllo, Manoel Joaquim Marques Lins; o da seceso
de batalhlode Taquaritinga, raz de Viveiros Camel-
lo I'cssda ; --e os da guara nacional de Flores o Flo-
resta, Jos Rodrigues de Moraes, Francisco de Barros
do Nascinicnto, Scrafim Jos de Souza Raposo c Ma-
noel Vicente da Cunha ; o capililo do quinto bata-
lllo dn Recite, Jos Goucalves de Miranda.
Consta-nos, alm disto,que se nullilicaram as por-
tarlas por que fram reformados o tcncnte-coronel
do quinto batalhao da guarda nacional do Recife,
Francisco Carneiro Machado Rios, e o do teiceiro
do Cabo, Joaquim Manoel do Reg Brrelo : bem co-
mo a que nnmera major do segundo balslho de
Iguarass a Cosme de Miranda Henrique.
Consta-nos, tambem, que a Paulino Augusto da
Silva Froire se concedeu a demissflo que pedir do
lugar de offlciul archivista da secretaria da provin-
cia.
Francisco Xavjer da Costa, Francisco das Chagas Rlbei-
ro c Joao Fernandes Relnou, e os cldadaos Manoel Pe-
dro de souta e Joi Afl'onso Honorato Bastos .- pro-
motores publico do termo do Recife, o bacharel
Francisco Xavier Paes llarreto de fyiaona, o hacha-
re! Honorio Fiel de -imaringa Vas Curado ; e do Po-
do-Alho, o offlcial da secretarla da provincia, bacharel
Jos Antonio de Figuelredo : escrivSo chefe da segun-
da seceo do consulado provincial, Theodoro Machado
Srt,r5 Pereira da Sllv* fle' do mesmo consulado,
ebedeu Carlos Ceiar ; e continuos, Manoel Lourenco
Cesar de Mello, Joaquim Manoel de Oliveira Silva e An-
tonio Rodrigue* de Moraes : -- inspectores dp assucar,
Jos de narros Crrela Sette, Maxluolano Francisco Du-
arte e Alexandre Carneiro da Cunha : escripturarios
da inspeccao do assucar, Antonio Paulino da Silva e Jo-
s Thoinat da Silva ; Beis da mesma inspeccao, Fran-
cisco dos Res Gomes, Jos Antonio de Oliveira Silva e
Jos de Almeida Lima ;e marcadores, Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento e Joao Hezerra de Mello :
inspector do algodo, Jorge Victor Ferreira Lopes ; -
escripturario da mesma inspeccao, Manoel /ferino de
Castro Pimenlel ; e fiel, Paulo Lei ti o Lourelro de Al-
buquerque : ajudantes do procurador-fiscal das ren-
das provinciaes as comarcas do Po-do-Alho e Limoei-
ro. Silvestre Antonio de Oliveira Mello e Juvenclo Theo-
filo de Athayde : engenhelro da reparticao das obras
publicas, o inspector de estrada, Manoel Lourenco de
Mattos substituto deste, no lugar que vagn por sc-
melhante noineaeSo, Thomaz Jos da Costa c Si : -- ma-
jor do primeiro batalhao da guarda nacional do Recife,
o capitao do mesmo batalhao, Antonio Ignacio da Silva ;
major dn terceiro, o capitao do segundo, Jes Joa-
quim Antunes; tcnente-coronel do quarto, Rodolfo
Joao Barata de Almeida ; teoente-coronel .do sexto,
Pedro Jos Carneiro Monteiro ; e major, o capitao
Francisco Geraldo Morelra Temporal: coronel chefe
da primeira legio da guarda nacional de Olinda c Igua-
rass, Joao Kantista Pereira Lobo ; coronel chefe
da segunda legio de Olinda e Iguarass, o tenente-co-
roncl Manoel Pereira de Moraes ; coronis chefes das
primeira e segunda legides de Snto-Antao, os tenentes-
coroncis Jos Cavalcante Ferraz de Azevedo e Manoel
(encalves Pereira l.ina : tenente-coronel do segundo
batalhao de Bezcrros, o major Joaquim Jos Bezcrra da
Silva ; -- major do mesmo batalhao, capitao Manoel An-
tonio Ferreira ; majores dos batalhes do Bonito, da
respectiva primeira legio, do segundo batalhao do Ca-
bo, e do segundo de Iguarass, Virginio Casado Lima,
Sebastiao Ignacio Accioli Lins, Jos da Silva Cisneiro
Guimares e Jos Alves Pragana Guabiraba.
Consta-nos, finalmente, que, revogada a portarla que
nomera promotor publico do Po-dc-Alhs ao imidwrvi
Jos Antonio de Figueiredo, inandra-se expedir titulo
para este lugar ao bacharel Lourenco Jos de Figueire-
do ; e que fram reintegrados : o escripturario da se-
cretaria da provincia, bacharel Joao Domingues da Sil-
va ;--o tenente-coronel do segundo batalhao da guar-
da nacional do Recifet Domingos Alfonso ery Ferreira ;
o secretarlo do lyco desta cidade, Joo Facundo da
Silva Guimares ; o amanuense desse cstabelecimen-
to, Hermenegildo Marcellino de Miranda ; o promo-
tor publico do te. mo de Nazareth, bacharel JeroDvmo
Salgado de Castro Accioli.
Movimeiitq do Porto.
Navios entrada/ no dia 27.
Rio-Grande-do-Sul eBahia; 45 das e do ultimo
porto II, brigue brasileiro Novi-Lobo, de 171 lo-
jieladas, capito Jos Alves, carga carne; Manoel
Ignacio de Oliveira.
Barcelona; 46 das, barca hejnanhola farsalones, de
255 toneladas, capitao Francisco Maristsny-, equi-
pagem 14, em lastro ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
Navio sahido no meimo dia.
Ncw-Bedford ; galera americana Francis-Harmitta,
capitao Ibram l'only, carga a mesma que irouxe.
1. Aprac real deBruxella,/na Blgica.
2.* O ataque da tropa contra o povo em PiHs
boulevar da Magdalena na expuIsSo de Luiz Fii;"0
igrejrdomesm'
Jess.
EDITA L.
A companhia do Beberbo faz saber que no dia 1.
de maio prximo vindouro entrara no gozo do pri-
vilegio exclusivo de venderagoa ao povo, que Ihe
Toi concedido pela lei n. 46, de 14 de junho de 1837,
o contrato de 11 de dezembro de 1838 e de 31 de
marco de 1841.
E, para constar, manda publicar o presente, e bem
assim o cilicio o os arligos da lei e do contrato, abai-
xo transcriptos.
Escriptorio da companhia do Beberibo em sessSo
de 3 de abril de 1848.
Francisco Anlonio de Oliveira,
Presidente.
Consta-nos, mais, que fram nomeados : officiacs da
sobredita secretaria, Florianno Correa de Britto, Domin-
gos Jos Soares e o escripturario Anlonio Leite de Pinho;--
archivista, o offlcial Jos Xavier Faustino Ramos;e por-
teiro, Francisco de Lentos Duarte : segundo coinman-
dante geral do corpo de polica, Antonio Bernardiuo dos
Rea e Silva ; ajudante, Antonio Pereira de Soma;
secretario, Ulysscs Cocales Cavalcante Mello; pr!Wi-
xo cote mandante de companhia, Antonio de Albuquer-
que Maranho ; segundo commandante de compa-
. Tihia, Joo Cavalcante de Albuquerque ; terceiros
coinmaudantcs de companhia, os sargentos Gabriel Mo-
reira Rangel Jnior, Jos de Brito Salguelro, Antonio
Mullo obri gado: tenho"bons olbos e boas nenias,
responda sabio botnico.
Ora aqu tem alguein quc*o vem visitar, raeu me-
nino, disse Rousseau olhando para o lado da cama. Oh'
meu Dos I onde est elle ?! o iufeliz levantou-se!
E, vendo Rousseau a trapeira aberta, ia j comecar
com os seus ralhos paternos.
Gilberto, porm, levantou-se a custo, e com vo nuasi
extincta: '
__Preclsava d'ar, disse eile.
Nao havia meio de ralbar; osofiVimentoera visivel so-
bre esse rosto alterado.
Com eflito; interrompeu MrdeJussieu, aqui fat
ura calor terrlvel; deixe ver, meu moco, deixe ver esse
pulso; eu tambem son medico.
E ineihor que muitos oulros, disse Rousseau, por-
que he to grande medico da alma como do corpo.
Tanta honra.... disse Gilberto com vos fraca, pro-
curaudo esconder-sepa sua pobre cama.
Mr. de Jussiru quiz visita-lo, continuou Rousseau,
e eu aceitei o seu orerecimento. Veja, meu charo dou-
tor; queme dis deste peito?
O hbil anatmico palpou os ossos, e cxaininou a ca-
vidade, escutando com atteuciio.
0 interior est sao, disse elle. Mas quem he que o
apertou fui seus bracos com semelhantc trfa? !
Aidemlm! meusenhor, foi a inorte, responden
tillberto.
Housseau olbou para o mancebo attonito.
Oh 1 Voisa Merc est amanado, meu filho, bem
amatsado, mas com alguus tnicos, ar e descanso, tudo
laso dMapparecer.
*.". Ut*a?-' nio:,- berto olhando para Rousseau.
Quequer Uedlzer? pergunlou Mr. de Juasieu.
Oilberw he uro trabaihador resoluto, meu charo
doutor, respondeu Rousseau.
Faz multo bem, mas nestes das nio se trabalha.
Os actos, de que cima damos noticia, anda fram
praticados pelo Exm. Sr. Manoel de Souza Teixeira.
Estes aclos silo plenamente justificados no'relatorio
que S. Ex. apresentou ao Enn. e Rvm. Sr. Dr. Vicen-
te Pires da Motta, quandolhe entregou a presidencia
da provincia, e que fica exarado no lugar compe-
tente.
Semelhante documento responde victoriosamente
is aecnsaces quo teem sido feitas a8 Exm. Sr. Souza
Toixeira, com respeilo ao procedimeto que ello te-
ve nos seis dias da sua ultima administrado : e,
pois, dispensando-nos do refular essas aecussces,
apenas diremos que S. Ex. deixra de ser Pernambu-
cano, se n.To se apressssse, como se apressou,em em-
pregar os meios de quo podia dispr, para que o pre-
cioso sanguc de seus compatriotas n.1o continuasse a
jorrar ahi pelas campias da freguezia da Escada ;'e
se porvontura nfo tratasse de reparar as injustiess
que haviam soffrido empregados encanecidos no ser-
vico publico, echeios de precedentes mu honrosos
Btnlo Jo$i Fernanda Barros,
Secretario.
Oficio di S. Exc. o Sr. presidente da provincia.
Em resposti aos ofticios de Vmcs., de 27 de Janei-
ro e 31 do mar,co do crrenlo anno, tenho a dizer-
1hcs quo pode essa companhia entrar no goso do
privilegio exclusivo de vender agua no povo, nos
termos da lei n. 46, de 14 de junho de 1837, e con-
tratos de 11 de dezombro de 1838, o 31 de marco
let8 >uco, 1. de abril de 1818. Antonio Pinto Chicharro
da Gomo.Srs. presidente e membros da companhia
de Reher be.
5. do artigo 2.' da citada lei n. 4.
Depois de concluidas as obras lera a companhia o
privilegio exclusivo de vender agoa ao poro por
espaco de. annos, contados ao dia em que a
fornecer na cidade do Recife, por meio dos aque-
duclos e chafarizes por ella construidos, annuncian-
do-o por editaos e as folhas publicas..........
pe do Ihrono.
3.* Agrahderua de S.-Maria, e
nome, em'Londres.
4.* A cidade de Jerusalm.
5.a Oet.teriordo santo sepulch.ro de N. S
Christo.
6. Um interrode padre pastando em um csmtiA
de Roma para o cemiterio. ^
7.a As maltas virgens do Brasil.
8.a A passagem do NapolSo sobfe os Alpes m.
o anno de 1800 na esta?(o invernosa.
9.a 0 palacio do re da Suecia em Slokolmo
.10. O Rio-de-Janeiro pelo lado de **S. da JJIorn
11. O arsenal de guerra no Kremet de Moscow
19. O interior de urna casa de banho e etcola h
natacSo, em Vienna.
13. Urna cascata em Tyrol, na Austria.
14. A grande illuminacSo do ultimo acto da ope.
raPreciosa no genero- de diorama apresentindii
mrl e tantas luzes.
Os bilheles vendem-se na porta da entrada, a
rs. geralmente, sendo gratis para osmeninos de o
annos para bsixo.
O director do GRANDE COSMORAMA tend0
recebido, pelo ultimo navio viudo de Inglaterra, a,
estampas da rovolucSo franceza -em fevereiro' do
prsenle anno, tem de ir expondo ao reipeiUve
publicos acontec montos mais nolaveis da dita
revolucSo, como se ver na presente expsito,
Outro sim recommenda o mesmo dirctor ao res^
peitavel publico, que concorra pressuroso a ver tam-
bem a grande illuminacfio da opera Preciosa, pela
belleza da vista que offerece; porque sendo elli
muito dispendiosa por presentar mil e tantas lu-
zes nao pode por isso durar muitos das.
COMMEftCIO,
Alanilega.
HENDIMENTO DO DIA 27........... 1:433,171
fescarregam hoje, 28 de abril.
Brigue Carlota-Amelia mercadorias. .
Rrigue Safiguari idem.
Brigue Barl-of-Quieseher carvao.
Brigue Putuam farinha.
CONSULADO PROVItNClAL.
RENDIMENTO DO DIA 27........... 605,860
Art. 3.* do contracto de 11 de dezembro.
Que depois d principiado b privilegio ninguem
mais podor vender agoa ao povo, sob peua de pa-
gar companhia urna multa igual aodobro do va-
lor d'agoa que trouxor a canoa ou lancha, poden do,
porm, as ombarcar;0es manda-las quscar a propria
fon te com lanchas tripuladas por marinheiros.
DeclaraQdes.
O brigue-escuna Laura recebe
Maranhfio, no dia 29 do correte.
a mala para o
LiBRaoioa Icualda.hr Fratirmoaue.
Subicripc&o aberta no consulado francs tm Pernanbuco.
Subscripgtlo, cujo producto ser remettido cai-
xa do soccorrosern Paris, applicavel aos fondos, pa-
ra a defesa das liberdades nacionaes em os dias
22, 23 e 24 de fevereiro ultimo.
S.-f. Esta subscripeflo (a pedido de grande nu-
mero de Francozes) suspende, poremquanto, o ban-
quete annunciado para o dia 29 do corrente abril.
A lisiados Srs. subscriptores ser publicada por es-
te Diario.
Pernambuco, 26 de abril de 1848.
Coussencourl.
CORREIO GERAL.
A pessoa que botou duas cartas na caixa do cor-
reio com direcco cidade da Victoria, sendo urna
para o capito Manoel Camello Cavalcante da Albu-
querque, eoutra para Jos Carlos Cavalcante de Al-
buquerque, queira comparecer tiesta administrarlo,
para salisfazer o porte que teem de pagar, para se-
guir o scu destino.
p w -** ^ (\rr,
BBBEB.QIBS
Os Srs. accionistas que anda n&o realisaram t
prestacSo de} porcento queiram faze-lo, quanfo
antes ; cerros de que a adrr.inistracao vai darcum-
primento ao artigo 9 dos estatutos.
0 secretario,
B. i. Fernandes Barros.
THTEA FO PB LICO
DOMINGO, 30 DE ABRIL,
beneficio da joven Felismina se representar o be-
e Philosophia.
lissimo drama
Aniot
A linda farca
Antes a illia q.ie o vinho^
sendo a falta da cantoria supprida por lindas (lan-
gas executadas pela beneficiada e oulra menina.
A beneficiada espera obter do respeitavel publico
aquella proteccSo e syinpathias que em tantas oces-
siOes lhe tem manifestado.
Principiar as horas do costume.
Publicaces Li(tararas.
CArontco Litieraria, jornal Je instructSo e recreio,
publicado no Rio-de-Janeiro, semanalmente, poru-
ma associaQIodelitteratosbrasileiros. Opreco da as-
signatura he de 6,000 rs. por anno, pagos adianta-
dos por 52 nmeros. Recebem-se assignaturas, pr
este interessante jornal, na ra da Cadeia do Recife,
lojado Jo3o da Cunha Magalhaes, sonde j se en-
contrarSo os ns. I a 8.
Na mesma loja se vendem as poesas de JoSo de Lo-
mos de Seixas Casto! branco, 1 volume por 1,500 rs.
Revista Universal Brasiteira, jornal de instru
?3o e recraio, 1 voluroe, 5,000 rs.
O AMOR E MELANCOLA, 011A NOVISSIMA HELOISA,
SEGUIDA DA NOITE 1)0 CASTELLO E DOS CHIMES
DO BARDO.
Os mais importantes poemas do Sr. Antonio Feli-
ciano de Caslilho, ornados com tres estampas fins
iylhographadas. Vendem-se a 3,000 rSf, naloji-dt.
Julio da Cunha Msgalhfles, na ra da Cadeia do Re-
cito.
Para vlver! disse Gilberto, trabalha-se todos os
dias, porque todos os dias se vive.
Oh I nao ser muito o sustento que ha deconsumir,
nem as tisanas hao de custar caro.
Por pouco que ellascustem, senhor doutor, repli-
cou Gilberto, eu nao recebo estnolas.
Voss est louco, e exagera a sua poskao, disse
Rousseau. Sou eu quem lhe digo que se hade governar
pelas ordens deste senhor, porque elle ha de ser seu
medico, anda que voss nao queira. Quer acreditar-
me, continuou elle, dirigindose a Mr. de Jussiru. que
este pequeo me lluha pedido que nao mandasse cha-
mar medico ?
Porque?
Porque riso ine teria cusuds dinhelro, e porqu el-
le tem muito orgulho.
Mas, replicou Mr. de Jussleu que considerava com
o mais vivo interease essa cabrea expreniva e fina de
Cilberto, por mala orgulho que a gente ten ha, nunca po-
de faier mais que o possivel..... V. Merc, que se nao
pode sustentar n'aquella trapeira, e cabio dclla abaixo
julga-se em estado de trabalhar ? 1
He verdade! murmurou Gilberto, sinto-mc to
fraco !
Pols bem! en to descanse, e sobretodo moralmen-
e..... V. Merc he hospede de um bomem com o qual
todos coutaui : nio queira faier excepeo regra.
Rousseau, em extremo lisongeado com a delicada po-
lidez de lio grande cavalheiro, lomou-lhc a mo e aper-
tou-a.
Kalm disso, accrescentou Mr. de Jussleu, V. Mer-
c val ser o objecto da sollcitude paternal d'el-rei e dos
principes.
Eu! exclatnou Gilberto.
Vossa Merc, que l,e urna pobre victima desta noi-
te. O senbor delphim, ao receber semelhante noticia,
deu gritos de rasgar o coraco. A ahora dflfJ.|B,
Grande eosmorama
MUDANfi DE VISTA.
Hoje estarlo expostas, das 6 horas da tarde em
dianle, no salfio do Collcgio, as-seguintes vistas':
MEMORIAS HISTRICAS DA PROVINCIA DE
PERNAMBUCO
Miso promptos o 3,' e 4a tomos d'estas meraoriii
e os Srs. que j roceberam os l,,e2a e anda nio
receberam os oulros, pdem mandar praca da lo-
dependeucia lvraria ns. 6 e8, onde pdem recebe-
teni os livros, e pagar.
te vivir.
que rstava para partir para Marly, flea em Trianon, pa-
ra estar mala mo de socenrrer os infelites.
Ah de veras ? Perguntou Rousseau.
He verdade, meu charo phllosopho, e agora no se
talla sent da carta escripia pelo delphim a Mr. de Sar-
tines.
Nao sel de semelhante carta.
He urna cousa tao natural como encantadora. O
delphim recebe dous mil escudos de peuso por mes
Esta manhaa tardou-lhe um pouco a mesada, quedevia'
receber cedo, e o principe passeava todo inquieto pelo
palacio, perguntando a cada instante pelo thesoureiro,
at que, tendo-lhe este entregue a mesada, o principe a
maudou iminediatamettie para Paris com duas linbas
amayeis a Mr. de Sartinea. o qual ui'as communicou im-
mediatamente.
Ah! V. Senhoria vio hoje a Mr. de Sartines ? per-
gunlou Rousseau com urna especie de inquietacao ou
antes de descoufianca. .^ *
Vi; acabo de esur com elle agora, respondeu Mr.
de Jussleu um pouco embaracado tlnha que lhe pedir
algumas semcnUM.... detnane.ra (accrescentau elle mul-
to depressaj que a senhora delpWua fica em Versalhes,
para euldar nos doeqtes e feridos.
- Doentes e feridos ? pergunlou Rousseau.
He verdade; Mr. Gilberto nao he o nico que pa-
dece : o povo desta ves nao pagou mais que um imposto
parcial a cutaslrophe ; ha, seguudo dizem, entre os feri
dos, multas pessoas nobres.
Gilberto ouvia com urna anciedadee urna avidez Inex-
prcuiiveis ; parecia-lLe que a todos os momentos u no-
me de Andrezaia sabir da bocea do illustre naturalista.
Mr. de Jussleu ae tevantou.
Kntao est a consulta feita f pergunlou Rousseau.
Bd'ora em diaote escusada aera a nossa selencia H.
Junto deste doente ; ar, exerclcio moderado.....o cain-l botnicos
P.....A proposito.....j me ia esquecendo.....
Deque ?
a
. ~ TeDt0 domingo prximo um reconheeimento de
botalnca nos bosques de Marly : be V. Mere, homem que
me acoinpanhe, meu lllustrissimo colleg.
Oh replicou Rousseaa, diga antes eu indigno d-
0r^ai'temo" Uu,a be,la occaalSo de passelo pira
o nosso Gilberto.... ; leve-o com sigo.
Tao longe ?
He daqul a dous passos alm disso. a nilnha car-
ruagem me leva a Bougival, e eu levo os senhores com-
""8..... subimos pelo Caminho-da-Princexa ate Luc-
unes, c de la varaos a Marly. a todos os momentos o
botnicos param ; o nosso doente levar'as nossai cadd-
rasiiuhas portaiels...; nos herborisaremos ambos, e bi-
saremos ambos, i
senhor Jussieu,
Quanta amabilidade i meu charo
disse Housseau.
n,n5lin qUeeu lenll "nlnteresse niwo ; bem
hr,.1 m., g" 'em u,"eranJc trabalho preparado sa-
tpJ, 8 f.eu ""lo um Puco asapalpailella n-
segenero: o collega me guiar.
nlT.in!'. '.iIS1S!'aen Hou"ea c"ja saUsfafao s lhe nu-
nileslou sein elle o querer.
nh7 fmr.cJ nceul0,,w0 b<,Un,C0' teremoauaaalmoci-
nho, sombra c llores soberbas. Est dito ?
lisia dito.....
- Vara domingo a bella.partidal
minie.na Parece-me agora que estou nos mea
denue^rp? '' B01<""'lic'Pa1amenti de toda a felicidi-
menioo clamou Rousseau com a satisfaco d'unt
na7dquUlernti'"e,lan"gUnh0' frUlef* eM" **''
n,?ul"S aluuc'01. "a especie de agradedmento.
que Mr. de Jussieu nao ouvio; e assim deiiaram os dou
Dtameos ao mancebo, todo entregue aos aeua peni-/
mentos, c, que ue *!, aos seus temores.
[ConUmmr-*-*-)



f-W^^

--_
I
0 4* tomoehetfa at 1799,e o>lle s v mencio-
nmenta descnpta a guerra do Palmares, a dos
Mscate em 1710, ote, &c.
Tanto o 3.* como o 4. cada um d'elles tem urna es-
tampa, onde so v a planta d'esta cidade em duas
pocas : i 65* e 1844.
Neste ultimo vapor, chegado do.rtfe-de-Janeiro
vei> o folhetim muilo conhecdo intlturado oGOR-
GONNEem quatfo volumes pequeos ntidamente
impiesso na typographia do Jornal do Commerco :
vende-se nicamente na ra da'Cruz n. 20.
-.- Antonio Jos de Sooza Teixera remette para
a cidade do Maranhfio o sou neto Halduino de Souza
Teixeira menor de 15 annos e leva em sua com-
panhia urna escrava preta, de nomo Antonia do
gento de Angola, que representa 50 annos, que o
mesmo Ihe duou.
- Jos Lazary, leudo de ir a Europa tratar dos
seus negocios, dcixa o Sr. Vctor Lasne oncrrega-
do da procuradlo da casa do Lenoir Puget & Com-
panhia, durante a sua ausencia.
Publicarlo jurdica.
Ach-se sdb o prlo 2o e 3* volumes do Direito ci-
vil lutiUno, por Mello Freir, augmentado com notas
dos melhores praxistas o icios,, e legislaciTo brasi-
leira, atoo presente publicada. Subscrovo-se para
este volunte na praga da Independencia, lvraria, ns.
Gefi, o4e se rao entregando aos Srs. acadmicos
as folhssque sefrem publicando.
Avisos martimos.
Para Lisboa pretende sahir, ateo da 7 de maio,
o brigue portuguez Carlota & Amelia, d que he ca-
pitao Manoel Joaquim dos Santos: pera o resto da
carga ou passagelros, para o quo tem excedentes
commodos, Irata-so com o capitn ou com os con-
signatarios, Francisco Severiano Rahello & Filho.
Para o Rio-de-Janeiro sahir, brove, o brigue
Minuano, o qu.al tem bons com modos para passa-
geirpseescravos : quom no mesmo quizer irdepas- do fazenda do geronte, s so vende a dinheiro con-
IlUA DA CRUZ, N. 40, SEGUNDO ANDAR.
D. W. Raynon, cirurgiSo dontista dos Estados-fini-
dos da America do Norte, tendo-s resolvido llcar
mais algum tempo na cidade do Pernambuco, pe-
lo presento participa aosseus amigos e ao publico
em geral, que elle sempre se achara prompto a qual-
quer hora para fazer qualquer operacffo que seja so-
bre os denles como seja chumbar, limpar, e extra -
liir; enfermar denlos sobro pio e sobre chapa da
melhor manoira e com a maior perfeicilo, conforme
s ultimas descobertas, tanto na America como na
Europa.
--JofioJose.de Carvalho Moraes manda para Por-
tugal o seu lilho menor JoSo Jos de Carvalho Mo-
raes Jnior.
Na loja de barbeiroda ruado Trapiche, n. 28,
precisa-se do um ofllcial de barbero. Na mosma lo-
ja vendem-se bichas por todo o preco e o cento a
6.000 rs.
Furtaram, no dia 21 do correte, 'da casa de Jo-
s de Barros Pimentel, na ra do Rangel, n. 11 um
relogiodeouro patente igloz, com urna corrento
grossa de prender na casa do collele o qual podo
ser f iormente reconhecido pelos soguinles signaos :
sabotiele,coma caixa quas lisa, tendoapenas um
simples bordado a roda falta-lhe o pontoii nho dos
segundos, a mola de Traca j nlo abre a lampa, (i
furto fui commellido, segundo o quo vio urna osera-
va do andar de cima, por um pardo de bigodos, com
calcaspretas ejsqueta riscada, quelite pareceu le-
var um livro debaixo do braco mas era um estojo
de navalhas, com diversas cousas dentro das gave-
tnhas, que foi furtado com o relegio o a corronte.
Roga-sea quemsouber, ou apprehender osles ob-
jeclos.que dirija-so a raesma casa, que ser re-
compensado.
F. N. Calaco participa aos Srs. que quizerem
frequentar alguma das a alas por elle dirigidas, quo
de hoje[26]em dianteo acharafe no bairro de S.-
Anlonio, ra largado (loza ro, por cima da loja do
Sr. Lody.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos da Silva
Magalhfios a negocio de seu interesse, e para se Ihe
entregar urna carta de seu mano Manoel Antonio de
Mngalhies o Silva, residente era Loanda : no pateo
doCarmo, n. 17.
Aviso as pessoas sardas.
Fazem-se ouvidores para as
pessas sin das. na ra Nova,
n. 58, oflicina de Manoel \n-
sagem ou embarcar esoravos dirija-se aos consig-
natario, Amorim IrmSos, na ruada Cadeia, n. 45,
ou ao capitfio a bordo.
Para o Aracaty segu com brovdade o hiate
fuvidoto ; para carga e passageiros, trala-se com o
meslre, ou com Jos Manoel Martins ao lado do
Corpo-Sanlo, n. 25.
Para Lisboa sahe improterivfelmente, no dial.
de maio o brigue brasiloiro firialo, por ter'o seu
carregamento quasi completo : para o resto e pas-
sageiros para o que offerece bons commodos tra-
ta-se como capito na praca ou com o consigna-
tario, Thomaz do Aquno Fonseca, na ra do Viga-
rio, n. 19.
Para LisbOa, sahe impreterivelmente, no da 2
de maio o brigue portuguez Novo-Vencedor, por ter
a maior parlo de sua carga prompta : para o resto e
passagelros, para o que ollero ce bons commodos ,
trata-so com o capitfio na praca ou com o consig-
natario, Thomaz do Aquno Fonseca, na ra do Vi-
gario, n. 19.
-- ParaoRro-Grande-do-Sul sahe, no fim do cor-
rente mez, o patacho Dowlrm&os, o recebe passa-
geiros e escravos : a tratar na ra do Trapiche, n. 6.
'Vende-se o hiate San-Juo chegado ltima-
mente da Baha :a tratar na loja do cabos de Caeta-
no da Costa Moreira ou na ra do Queimado, lo-
ja n.7.
O gerente do contrato do rap princeza do Lis-
boa contina a vender o mesmo rap pelo preco ja.
estipulado; advertindo que este genero, nfio son- tOHIO .-llVareSIe Iil*lt0, (leif'Oll
dos Milita-
Lcilao,
Hoje, 98 do corrente (abril, perante o cnsul de
Sua Magestade Fidelissima, e por intervenido
do corretor Oliveira, ser vendido em leilfio mer-
eantl, porta da alfandega por Firmino Jos F-
lix da Rosa, por conta de quem pertcncer, o seguin-
te : vinbo tinto da Figueira vindo da l'arahiba do
salvadoilo naufragio do hiato portuguez Bom-Sucet-
10, capitfio Joo Nepomuceno Fras do Queiroz na
viagem procedente daquelle porto da Figueira em
Portugal, para esta cidade, sendo das seguintes
marcas : V A &S, 9 pipas ; 36 barris de quarto e 12
quartolas M*, 6 dilas, 5 ditos: no acto do leilfio
serfio patentes as condicoes da venda.
Avisos diversos.
U abaixo Assignado,nimiamente gra-
to aos seus amigos e especialmente ans
I-ais do seus alumnos julga de seu rigo-
roso dever declarar-lhes que tem toma-
do a$ convenientes providencias para que
a sua aula, estabelecida no Aterro-da-
Boa-Vista, contine regularmente em to-
dos os seus exercicios, c sem a menor al-
leracao, nao obstante ter sido o mesmo
abaixo assignado reintegrado no empre-
goque anteriormente oceupava
Jos Xavier Faustino Ramos.
Oirorcce-se un.rapaz casado, com pouca fami-
lia para caixeiro de algum engenho ou mesmo
para caixeiro de cobrancas aqu na praca, para o
queda pessoas muito capazas para Informarcm do
sua conducta : quem de seu prestimo se quizer uti-
lsar dirija-se a ra de Hortas .junto a igreja dos
Martyrios, n. 142, primeiro andar.
jS Os devotos de N. S. do bairro do Re-
* cife que teem estabelecdo a missa
do todos os salibados, em honra da
mesma Senhora na igreja da Madre-
de-Deos, estilo determinados a cele-
brar tambem, na'mesma igreja, os cx-
cercicios do mez Mariano, como o an-*|
no passado presidido pelo reverendo
Sr. vigaro do dito bairro; convidam,
pois, a todos os liis para que concor-
ram a estes piedosose tfio interessan-
tes excoi cicos em todos os das de
manhfia cedo, no primeiro do meztle
maio a sua abertura ser no ultimo
desle correle, que he no domingo.
mmmmmmmmm
OI?rece-se urna mulher de cor para ama de
qualquer casa a qual d fiador* sua conducta:
na praia de S.-Jos n. 44.
G. N. Robinsrn, subdito ingloz, retira-se para
Inglaterra.

lado, o nao so fia a pessa alguma, pois nlo tem cai-
\eiros para ir roceber.
A commissfio administrativa da sociedade Apol-
linea recebe as propostas para convidados partida
de 13 de maio no dia 2 do dito mez, pelase horas da
tardo, na sala da mosma sociedade; scientificando
mais que, passado esse dia, nao dar mais convi-
tes.
O-Sr. Francisco Antonio Cordeiro quera vir ti-
rar o seu penhor na loja do nicho do Livramento, no
prazo de tres dias : do contrario, ser vendido para
pagamento do que comprou, e nfio lera mais recla-
magSo alguma.
Precisa-se alugar um bom negro, o qual enten-
d de tralamento de cavados e mais algum servico,
o qual se pagar bom: na ra do Santo-Amaro,
n. 32.
Vai praca para, ser arrematado nos dias 18,
22 e 25 de maio, para pagamento dos credores do
fallecido Joaquim Antonio Fcrreira do Vasconcellos,
o seguinte:
Huma casa de sobrado de um andar esotilo, com 35
palmos de frente o 85 do fundo, acabada por fra,
com vidracas, o por dentro assoalhada e forrada)
com portas e ensarnis; faltando apenas os tapa-
mentos; com um vveiro do pexe, quintal em a-
berto com 292 palmos de fundo om chaos de loro:
outra dila, pegada mesma, do iguaosdimensOes,
acabada por fra com caixilhos e envidraQada, e
por dentro sement Ira vejada, com camboa.pelo
centro do quintal, com os mesmos fundos da ou-
tra, o um caixfio do alicerce para duas moradas de
casas de 62 pa'Imos do frente e 72 de fundo, com
quintal em abarlo que comprehende a mesma cam-
l)o): e finalmente um terreno no mesmo alinha-
mento, com os competentes fundos e camboa que
fica no centro do quintal em chaos do foro: ludo
situado nfrente da estrada que vai para a' Magda-
lena, fazendo esquina com a que vai para o Remedio:
as pessoas que quizerem arrematar ditos predios
quoiram comparecer nos dias mencionados por-
ta do Sr. juiz dos orphfios na ra d'Aurora na
Boa-Vista.
Caetanc Alvesda Costa embarca para o Rio-
Grande-do-Sul a sua escrava, de nome Mara, de 20
anuos, e de nacfio Angola.
Ao respeitAvei p blico.
O abaixo assignado avisa que s rotira impreteri-
velmente desta cidade ao fim de 4 a 5 das o em ra-
sfio de estar muilo oceupado na sua mesma casa, na
vespera de sua sabida nfio ihe he possivel ir mais
em casas particulares : tambem roga as pessoas que
teem lirado retratos que hajam de os ir buscar at
o fim do presento moz. Oabaixo assignadoaproveila
esta occasifio para despedir-se dos seus amigos e do
publico geralmcnte.a quom s pode dizor.que Ihe (lea I
muito agradecido pelo bom tralamento e amizade
que tem recebido nesta cidade. 6'ar/os D. Fredri-
ckt, professor do daguerreotypo.
Avisa-se aos Srs. estudantes que compraram
compendios de philosoplua por Charm no colle-
gio S,-Antonlo para que. mandem all receber as
ultimas formas que completan) o compendio ; as-
simeomo roga-se-lhes o favor denessa occasifio sa-
lisfazerem a importancia respectiva.
--0 abaixo assignado, pelo presente declara
que, vendo inserido no Diario-Novo de 19 do corren-
te n. 89 um annuncio ou correspondencia de-
baixo do nome o inimigo da impostura promette
dar em tempo competente urna resposta hem mere-
cida ; pois bom musir aquelle inimigo da impoilura
o quanto est empenhado em desacreditar um ho-
mem, que sempre foi cxemplar no seu modo coin-
mercial e pessoal; pois nunca ao abaixo assignado
Ihe foi preciso para sobsislir mandar furlar lettras
de valor, e nem negocia-las com quem as furtasse.'
Jos i domes Villar.
Manoel Joaquim de Faria faz semille a todas as
pessoas que com ello teem coritas, que Jos Martins
Ferreira deixou de ser seu caixeiro desde o dia 23
do correte mez : por isso todas as pessoas que Iho
devem, nfio paguem nada a* dito Ferreira pois que
o annuiicianti) nfio levar em conta.
~ l'recisa-se de um caixeiro portuguoz, de 15 a 20
anuos, para caixeiro 4e uma venda, e quo tenha
bastante pratica para a lomar por balanco : na ra
dos Martyrios, n. 36.
Precisa-ae alugar uma ama de leite que o tenha
em abundancia e seja de bons c'ostumes, para aca-
bar de criar um menino de 5 mezes. Paga-se bem.
Dirigir-so ra do Rangel, n.59, segundo andar.
te da Conceicao
res.
Na ruido Aragfio, n. 38, so dir quera d al-
gum dinheiro a promio dedous por cento ao mez e
tambem se dar a um e mofe, com tres firmas a con-
tento.
Precisa-so do uma" mulher que soja forra, par a
ir tratando de um menino que vai para fra do im-
perio : a fallar na ra do Trapiche, casa n. 8, aos
Srs. Ilenry Forster & C.
-- Na soxta-foira da Paixfio perdeu-se, no conven-
to de San-Francisco, um rozario branco com cruz o
padre nossos de ouro: quem o achou, querendo ros-
t tu-lo, dirija-se ra das Cruzes, n. 16, sobrado de
u o so andar, que ser gratificado. Roga-se a qual-
quer pessa que por acaso o comprasse, querendo
entrcga-lo a. seu dono, v a mesma casa, que se pa-
gar o que por elle so liver dado, e se Pisar obriga-
do.
3g CHAPEOS DE SOL j|*
Ra do Passeiu-PubUco
LOTERA
Do Hospital Pedro II. i
Os bilhetes da qqarta q.uinta parte dosta lotera
acliam-se a vonla nos lugares j annunciados, o
brevemente se marcar o dia impretervel em que
devem corrers rodas.
-- Precisa-se de pretat que vendara pfio, pagan-
do-so vendagem : na ra do Burgos, (Forte-do-Mat-
to) padaria que foi do Allemfio.
-- Existem no oscriptorio de Oliveira Irmfios &
Companhia duas cartas, sendo urna para a Snra.
1). Catharina de Senna Alvarista, e outra para o Sr.
Pedro Augusto Marlins da Silva.
Aluga-se urna casa terrea na ra Vel ha, o. 97:
a tratar na ra da Cadeia, n. 56.
Nancy Snou Hilch retira-so para fra do impe-
rio, lovandoom sua companhia uma'filha menor, f
Alberto Forster .llamn, cidadfio americano,
retira-so para os Estados-Unidos levando ora sua
companhia sua senhora, um filho menor e urna
criada.
Josttiberorotra-se para portugal a tratar
de sua sade.
~ Precisa-se alugar um preto co/inheiro : na ra
do Trapiche, n. 19.
Quem liver urna preta que queira a'ugar para,
vendor verduras, laranjas e mais fruclas de um si-
to pagando-se-lhe por semana, ou por moz, an-
nuncio.
-- Quom liver uma casa que queira dar a uma se-
nhora viuva, carregada de lilhose muito capaz, para
nella morar o ter todo cuidado o zulo anuuncio sua
morada para se Ihe fallar.
Jos Ferreira Brito retira-so para Lisboa.
9
Lima, alfaiate ,
na ra do Livramento, precisa de bous ofliciaes de
seu oIBcio e tambem de costureiras.
-- Precisa-se de uiujtrabalhador para uma pada-
ria e que entenda de todo o servico perfei lamen lo,
o tambem para do manhfia vender pfio em uma fre-
guezia certa : cumprindo bem com os seus deveres,
nfio se duvida dar bom ordenado : na ra Direila ,
n. 4, confiunle.a oitfiodo Livramento 40 se dir
quem precisa.
II. .,
Joo Loubet participa ao respeitavel publico, que
rocebeu, por estes ltimos navios francezes, um com-
pleto sortimento de chapeos de sol, do seda, a mais
rica o superior qualidade; furia-crese outras umi-
tas condecidas, tanto para homens, como para Sras.
o meninos. No mesmo^stabolecimento ha um sorti-
mento do crspeos do sol do pannnho, dos mais mo-
dernos; ditos muito grandes, proprios para homens
de campo : tambem tem chapeos de sol de pannnho
para meninos e meninas, por serem muito linos 1 po-
dem-so chamar chapeos de economa. Na mesma loja
ha sortimento de bengalas, bengalinhas e chicotes
muito modernos; cobre-sequalquerarmagilo docha-
po de sol, com sedas de todas as cores e quali-
dades. Na mesma casa ha um grande sortimento de
panninhos trancados e liso:, imitando seda, para
cnbrir os mesmos : desta fazenda se vende a retalho.
Concerta-so lodo qualquer chapeo do sol, por haver
um completo sorlimonto de todos os pertences para
os mesmos, com toda a perfeicfio e brevidado.
Fabrica de pianos, na ra lo
Queimado, n. 12.
Jofio Vigiles, tendo dirigido uma das prlmciras fa-
bricas de pianos de Paris, e leudo residido quatro
annos nesta cidade, pela quautidade do pianos de
lodos autores o do todas as nacAcs que tem con-
certado e afinado, acha-so habilitado para apreciar
os defoitos destes ; por isso fez fabricar pianos do
proposito para este palz, os quaes- ofiereccm todas
as vanlagens reunidas, que vem a ser seguranca,
boniteza, voz superior; silo riquissmos e de mode-
los novos, como nfio teem apparecido ; por isto con-
vida a todos os apreciadores a verem e experimenta-
ren! os ditos instrumentos, que soafianca aos com-
pradores. Tambem tem um grando sortimento de
aviamentos para os ditos instrumentos, de primei
ra qualidade, e vende cerdas, em poiclo e a rc-
talho.
Aterro-da-BoaVista, n. 16.
Pommateau, culileiro e ar*
meiro,
lem a honra de participar ao respeitavel publico
que reCcbeu de Franca, pelo ultimo navio, um sorti -
nenio do armas francezas, espingardas, pistolas de
montara e do algibeirn superiores espoletas de
marca G ; todo quanto pertence a entilara ; linas
navalhas, as quaes se garante; eslojos com lodos os
seus pertences para homem; brides, esporas, chi-
cotes, bengalas, bandejas, potes de banha prepara-
da para conservar o lustro do ac e prohibir que se
enferruje : ludo por preco commodo.
S. H. T.
Compras.
' Compra-so um turibulo e uma navota de prata:
na ra do Queimado, n. 40, segundo andar.
Vendas.
MEZ MARIANO,
rs. : na praca da Independencia,
vende-se a mil
ns. 6 e 8.
Lotera do Rio-de-Janeiro, a
11.9000 rs. o mei > bilhete.
Chegaram bilhetes emeios ditos da otava lotera
das casas de caridade do Rio-de-Jaoeiro, cuja lista
chegar no prximo vapor: vendem-se na roa da
Cadeia do Recife, n. 17,loja do miudezas de Pon-
tes & Mello.
Vende-se uma casa no Poco-da-Panolla, na ra
do Rio com frente para o sul, com muitos com-
modos e asseiada com quintal sofTrivel, uma gran-
de rampa que faz patamar, com altura sufdciento
que (lea assobrada pela frente: na ra de Hortas,
n. 106.
Vende-se uma ptima fechadura com segredo,
para porta de algum estabelecimonto, por preco
commodo ; na loja da ra do Queimado, n. 2.
Vende-se um carro de 4 rodas em bom estado :
na Ponle-de-Ucha, casa do Sr. Brender flrandis,
quasi defronte do Sr. Francisco Antonio Oliveira.
Vende-se uma preta crioula, bonita figura, com.
18 annos do idade, que sabe engomniar liso, ensa-
lmar, cozinhar o diario do uma casa e vender na ra:
vende-se por necessidade : na ra Direila, n. 97.
Vende-se uma preta moca, de bonita figura :
na ra da Cadcia-Velha, n. 33.
Vendem-se espadas ricas para ofliciaes da guar-
da nacional: na ra Nova, loja de ferragens, n. 16.
Cotina-sea vender chocolate novo, de muito
boa qnalidade a 240 rs. a libra e 6,400 rs. a arro-
ba : na esquina da ra do Hortas, n.2.
Vendcm-se, a moeda ou a prazo, com boas fir-
mas, ou permutam-so com propriedades nesta ota-
ca, muito bons terrenos, o proprios para sitios, nos
lugares seguintes : na malta da Torre, margom do
Capibaribe. um com oitocontos palmos de frente, a
fundos duplicados, a 5,000 rs. o palmo; oulro na es-
trada do Toque, com 600 palmos do frento e 1200 da
fundo, a 4,000 rs.; oulro na enliga estrada do Giquia,
com 600 palmos de frente o 160 de fundo, a 3,000 rs.
o palmo ; oulro na estrada nova, defronte do enge-
nho da Torre, com 600 palmos de frente e 2500 do
fundo, a 10,000 rs. o palmo ; oulro oa estrada do
Itongi, com 600 palmos de frente e 2000 de fundo, a
6,000 rs. o palmo: quem os pretender dirija-so a
ra Nova, casa n. 47, segundo andar, ou ao engenho
San-Joilo da Varzca.
A direcefio participa a todos os Srs. socios, que o
espectculo deste mez lera lugar no theatro de Apol-
lo, na noitede 29 do corrente, e que os bilhetes
para o ingresso serfio distribuidos pelo Sr. thesou-
reiro no salfio do mesmo theatro nos dias 27 e 28,
das 3 as 6 horas da tarde c no dia 29 daa 9 a 12 ho-
ras da manhfia durante cujos dase at esta ulti-
ma hora impreterivelmente se servirse mandar, os
Srs. socios que o quizerem, assuas propostas para
convidados comosbilheles, em carta fechada, ao
primeiro secretario, em sun casa, ta ra da Cruz,
n. 9 e dallo procurar o sen resultado, no ultimo
dia, das 3as4horas da tardo i.nprorogavelmenle.
Precisa-se de um leitor que saba tralar de bor-
la, pomar e enchertar : na Magdalena, etlrada da
Torre u. 78, ou no Alerro-da-Boa-Visla, n. 43.
- Os abaixo assignados retiram-se para Lisboa,
deixando por seu bastante procurador o Sr. Luiz Jo-
s de S Araujo. Brito &4t'erfeira.
Deposito de vinagre da fabrica
da ra Imperial, n. 7.
na fabrica de licores, de Frederico Chaves, no Ater-
ro-da-Hoa-Vsia, n. 17, onde se achar sempre
grande porefio e por preco commodo.
Vende-se um carro de 4 rodas em mel uso ,
com uma boa parclha de cavallos: na ra da-Sen-
zalla-Nova, n. 42.
AGENCIA DA FUNDICAO' DE LOW-MOOR.
Na ra de Senzal la-No va n. 42, contina haver
um completo sortimento de moendas e machinas do
vapor, para engenho de assucar : bem como taixaa
de ferro batido e coado de todos os lmannos: tu-
do por preco commodo.
Vendem-se relogios do ouro, |patenle nglez -.
na ra da Scnzalla-Nova, n. 42.
Vendc-se uma corrente_ para senhora ; um rc-
loglo do ouro ; um dito dourado; e outras mais
obras de ouro na ra do Rangel, n. 10.
I
'J
i*



Vende-se um molcquo muito lindo, de 12 an-
uos ; um pardo de bonita figura de 30 annos per-
feito carreiro e cortador de carne; urna preta mui-
to mofa com algumas habilidades : na ra do Vi-
gario, o. 24, se dir quem yendo.
Estajos com duas navalhas in-
lezas, para barba,
1
gi<
fabricadas pelo melhor autor, cliegadas no ultimo
navio de Inglaterra por 2.000 rs. cada' estojo. Es-
tas navalhas sfio garantidas, porque naososo tro-
cam as queporventura nao saiam boas, como tam-
bemse restitueo seu importe, quando o compra-
dor por acaso se nao agrade de nenhuma deltas,
dcpois de experimenta-las, isto estando sem ferru-
gom e bem tratadas: vendem-se na ra larga do
Rozarlo, loja de miudezas do Lody, n. 35.
Novo gambrcdcs.
Vendem-se cortes de calcas da excellenle e supe-
rior faienda denominada ganihrcao, pelo barato
prego de 1,800 rs. O corte : {esta fazenda Unto eni
gosto como em qualidade, rivalisa com as melho-
rcs casimiras : na ra do Collegio, nova loja da es-
trella, 1.
Vendem-se 3 lindos moleques de 15 a 18 sanos;
2 preto* de 25 annos proprios para todo o servido ;
2 punios de 1C a 24 anuos sendo um dclles bom
carreiro; urna mulalinha de 10 nonos; una mu-
latinna o uina negrinlia de 13 annos; una do 10 an-
nos com principios de habilidades; 3 pretas de 20
a 23 unios, una das qunes com habilidades ; urna
preta de dado, por 160,000 r.s. ; um casal de escla-
vos do servico de campo e de boas figuras : na ra
do Collegio, n. 3, segundo andar, se dir quem
vende.
Vendem-se poslillas da analyse de constituico
para o segundo annoda academia de Olinda ; ditas
de dimito publico para o primeiro anno na ra da
Madre-de-Deos, loja n. 36.
Chegtiem.freguezes, antes que
se acabem as peen bichas do
baraleiro Manoel Joaquim
Pascoal Ramos, no Passeio-
Publico, n. 19.
Vendem-se chitas muito Anas, a 120, 140,160,
200, 2*0 e 300 rs. o covado, e a peca a 4,500, 5,500,
6,000, 7,000, 8,000 e 10,500 rs. ; cassa-ctiita, a 1,920
rs.; ditas finas, a 3,500 rs. ; lencos de seda, a \g
rs. ; ditos para grvala a 400 rs. ; esgui.lo, a 2,000
rs. ; panno Gno a 4,500, 5,000 e 5,500 rs.; dito
azul, a 4,000 rs. ; madapolao de todas as qualidades,
a 3,000, 3,200, 3,500, 4,000,4,500 e 5,000 rs. ; algo-
do, a 2,000 rs. a pega ; sarja hespanhola, a 2,000,
3,300 e 2,500 rs.; ricos riscados francezes, a 200 rs.;
cortes de 13a para calcas a 2,500 rs.; ditos de ca-
simira a 6,000 rs.; diales de 13a linos a 2,400
rs.; ditos de tarlatana a 500 e 800 rs.; ditos de
me i m a 1,000,1,200 e 1,280 rs. ; pelle do dialio a
200 rs. ; grvalas de cassa a 200 rs.; chapeos de
sol, de seda do melhor gosto que tem apparecido,
a 5,500 rs.
--No Passeio-Publico, luja de urna
s porta, parede e meia a fabrica de cha-
peos de sol vende-se urna poraco de
chapeos de sol, de seda de armeco de
ac os mais finos e mais modernos que
teem virnlo de Paris, pelo diminuto pre-
o de 5,5oo rs. cada um. Na mesma ra ,
n. 19, tambem vendem-se os mesmos.
chapeos de sol pelo mesmo pre.co. Es-
pera-se a concurrencia dos fregueses ,
pela boa qnalidade dos chapeos.
Itrios trancados de lislras e
quadros.
Vendem-se superiores cortes de brim trancado de
listras c quadros, para calcas, de lindos gastos e
de on qualidade pelo preco do 2,000 rs. o corlo :
na .ua do Collegio, loja nova da estrella n. 1.
Casimira elstica, a 720 rs. o
royado.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio n. 5, vende-se casimira elstica de lita e algo-
dSo de lindos padres e multo ncorpada pelo
barato prego do 720 rs. o covado e que sej torna
recotnmendavel para a estacSo presente.
Micos tapetes
para ornar salas, mesas,'-eandieiros, lanloruas, cas-
tceles e campainhas, redondos, quadrados e trian-
gulares bordados e de oleado com lindas franjas
de 13a de todas as cores; luvas de torzal, proprias
para aQuaresma, ao ultimo gosto de Paris, pretas e
brancas com dedos e sem clles, a 1,600 is. o par;
alpaca de linho, a 640 o 800 rs. o cOvado : na ra do
Oueimado, n, 27, novo armazcm do fa.ze.ndas, do
Rayniundo Carlos Leite.
Sarja hespanhola.
No novo armazcm de fazendas, de Raymundo Car-
los Leite, na ra do Queimado, n. 27, ha cliegadu
um ptimo sortimenlo da verdadeira sarja hespa-
nhola, N 3,800 rs. o.covado ; tamben ha do 2,200,
2,500, 2.600 e 3,000 rs.; panno fino, nrova de fi-
mao, a S,800, 5tOoO, 7,000,18,000, 0,000 0 10,000 rs. ;
chapeas raocezee linos, do ultimo gasto de l'aris ,
com aba malar, conforme a nova moda, a 2,000 e
8,000 rs. Neste armazcm lamben) se venden azen-
dasfor atacado o mais barato possivel.
Sarja mais barata nao he
|M>ssivel.
Vende-se superior sarja preta hespanhola, pe-
lo barato prego de .2,000 rs. o covado : a sua qu ah-
ilado lie aullcienle para chamaros compradores:
a ruad CjoUagio, loja nova da estrella, U, 1.
I Polassa e cal virgem.
Vende-se muito superior potasas, a
poucos das deseui barcada, e cal de LU-
- -
boa : po armazem de Batyar & Oliveira.
na ra da Cadeia no Becife, n. 13.
Riscados monstros.
Vendem-se riscados francezos, a 320 rs. o cova-
do do vara de largara e os seus padroes e quali-
dades sflo os melhores que se pdem desejar: na
ra do Collegio, loja nava dalestreila, n. 1.
Pannos finos.
Vcndcm-se superiores pannos fiaos, prova de Ji-
mio azul, a 3,000 rs. o covado ; ditos pratos, j
bem condecidos pela sua barateza o qualidade, a
4,500, 5,000, 6,000, 6,500 e 7,000 rs. o covado; casi-
mira preta de boa qualidade, a 6,000 rs. o corte;
dita limiste, de largura de panno, de superior qua-
lidade, o mais fino que ha, a 11,000 e 12,000 rs. o
corte : na roa do Collegio, leja nova do estrella
n. I.
- Vendem-se aeces cia ex-
mela companhia de Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
Vendem-se presuntos, baldes o tinas proprias
para lavar rOupa; vassoura para varrer salas o ta-
ples : ludo .ltimamente chogado dos Estados-Uni-
dos : na ra da Cruz, n. 7, armazem do Davis & C.
Novo panno para lcnccs.
Vende-se superior panno para lenccs, com 3 $
varas de largura pelo barato preco do 1,000 rr. a
vara : esta fazenda he melhor do que a bretanha de
Irlanda, da mesma largura,que ltimamente se veri-
deu nosta mesma loja, por ser de puro linho : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, n. 1.
A 1,000 rs. o par.
Na loja de GuimarSes & Companhia confronte ao
arco de S.-Antonio n. 5, vondem-ae meias de seda
preta curtas, pelo barato prego de 1,000 rs. o par.
aiiho.
Vende-se milho, a 2,000 rs, a sacca : no caes da
Alfandega, armazem de Antonio Annes.
Cambraia para cortinados e
mosquteiros.
Vendem-se superiores cambraias de ramagens o
mais finp e de sublime gusto que teem apparecido,
dar cortinados e mosquteiros, pelo barate prego
pe 1,000 o 1,200 rs. a vara : na ra do Collegio, loja
nova da estrella, n. 1.
Vende-se, 011 arrenda-so um grande sitio na ra
Imperial, com duas moradas de casas, urna para
grande familia, na Trente da ra e'outra mais pe-
quena dentro do. mesmo sitio, com bons parreiraes
e militas fr uteiras de boas qualidades todas novas
e j dando fruto, com um fraude viveiro no lundo :
na roa Direita, n. 135, loja de cera 'onde se Tara
qualquer dos uegocios, por seu dono ler de retirar-
se por molestia.
.... Vendem-se ancorctas de
diversos tamanhos, com vinho da
Madeira, linio e branco, de supe-
rior qualidade: no escriptorio de
Oliveira Irmos & C.', na ra da
Cruz, n. 9.
Vendem-se chapeos de superior
caslr, blancose prelos, por'preco
mu lo barato : na ra do Crespo, n. 13,
loji.de Jos Joaquim da Silva Maya.
A #600 rs. ocovado.
Vende-se merino preto de 7 palmos de largura,
pelo barato prcc,o de 1,600 rs. o covado : na loja da
esquina que volta para a ra do Collegio, n. 5, de
GuimarSes & Companhia.
Casimiras elsticas, a 640
rs. ocovado.
VenJem-se casimiras elsticas do 13a e algodSo
pelo diminuto prego de 6(0 rs. o covado ; esta fazen-
da torna-se muito rcommendavcl para a estaco
prsenlo por ser muito ncorpada o os seus pa-
drOes o melhor possivel: na ra do Collegio, loja
nova da estrella, n. 1,
FAHELO NOVO,
a 4#1O0 rs.
Saccas grandes de 3 arrobas com farelos: no arma-
zn) de J. J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
Vende-se na ra da Cruz, n. 26, venda de S
Araujo, cera de carnauba muito superior; spa-
los e abotins, feitos no Aracaty, obra muito boa;
um grande porcSo do saceos vasios, que anda nlo
servirn), proprios para facililla por levaren) um
alqueire raso da medida vellia ; superiores pennas
de ema ; sola ; couros miudos ; o bezerros-
Vendem-se 2 moleques um de 10 annos, e
o outro de 12, de bonitas figuras : na ra da Cadeia
do Itecife loja de JoSo da Cimba MagalhSes.
Vende-se uma preta de 20 annos, de bonita fi-
gura que engomma, cozinlia e faz todo o servico
de uma casa ; um preto moco, bom para todo o ser-
vico tanto da praca como do campo: na na do
Passeio, loja n. 19, se dir quem vende.
Acq.da.rn oo barato frfguezes!
Touca* de setim bordadas de seda e de ponto do
marca ; ditas de fil de linho, forradas do seda ;' di-
tas sem seren forradas : ludo obra muito bem feita,
por bratissimo preco : na ra do Passeio, n. 18.
Vende-se um mulatinho muito lindo de 15 an-
noa, ptimo para psgem ; um moleque da mesma
idado ; 4 cscraws mocos, de bonitos figuras ; tres
mulatinhas do H anuos recolhidas ; urna negriuha
d 13 annos; eseraras mocas, com varias habili-
dades :gna ra Direita. n. 3.
Vendem-se 59 ajqueires de farinha da trra ,
por proco commodo, muito nova e boa : n ra de
Hortas, n. 104, ou na ra da Cadeia do Itecife, casa
de Joflo da Cnnha MagalhSes.
Vende-se, ou troca-se por predios aqui na pra-
ca urna exceltonte fazenda de gado, ta ribeira do
Ass com porto de 600 cabecas de gado vaceum ,
larga oxtensSo do terreuo e abundancia de rama ,
que durante os tres ltimos annos de seecs nenhim
prejuizo soflreu aitn tas as vanlagens cima apon-
tadas : na ra do Hospicio, n. 81.
Vende-se cevadinha de Franca, gomma de
araruta tapioca do Maranhffo cevada por prejo
commodo : na rus das Cruzes, n. 40.
Vende-se um pardo U4 annos, ptimo boeiro : na
ra da Cadeia-Velha, n. 37.
Fogp.
Na fabrica de licores do Alerro-da-Boa-.Vista, n.
17, de Frederico Chaves, ha sempre porco de pali-
tos de fogo em macos grandes a 2,000 rs. o.cenia,
os quaes sflo feitos com toda a perreiclb, e Rio de-
generan! no invern.
Chitas pretas assetinadas.
Vendem-se superiores chitas pretas assetinadas,
muito acreditadas pola sua qualidade, a 210 rs. o co-
vado : na loja da ra do Collegio, n. 1.
Participase
aos freguezes do bom e barato, que se vendem cha-
les de balzurina, a 2,000 rs.; setim preto maceo, a
2,200 rs.; cambraias de seda, a 10,000 rs.;chapeos
deso, de seda, a ,500 ; cortes de cambraia abar-
la, a 4,500 rs.; pecas do bretanha de Franca,a 3,600
rs-; chales- de seda, a 10,000 rs.; ditos de ISa e seda,
a 5,000 rs.; meias de seda preta, para senhora, a
1,600 rs; luvas de dita, a 600 rs.; lencos bordados,
para senhora, a 320 rs.; mantas de seda, a 8,500 rs.;
casimira preta elstica, a 3,000 rs. o covado; los pre-
los, s 2,400 rs.; fazenda do calca, a 240 rs. o cova-
do ; chitas de coberta, a 200 rs. o covado, e.a peca a
7,000 rs., e de cores fixas; cambraias de cures li-
sas e padrOes modernos, a 640 rs. a vara; sarja
hespanhola, a 2,400 rs.; lencos de seda de peto, a
2,000 rs.; camisas de meia, das melhores que appa-
recem no mercado, a 1,400 rs.; brim branco, de pu-
ro linho, a 1,400 rs. a vara dito trancado pardo, de
linho, a 640 rs. a vara; Lieos de todas *b qualida-
des ; merino; esguiSo fino; cambraias ; cassas; e
outras mullas fazendas, por procos mdicos, e sem
defeitos : franquciam-sc amostras aos compradores :
na ra do Queimado, n. 46, loja do MagalhSes e Ir-
m3o.
Vendcm-se saccas de farinha, ditas de arroz pi-
ado, ditas de milho ditas de feijfio ; na ru da
Cadeia do Itecife, n. 8.
Vende-se uma armacilo 9 bracos de balauca ro-
mana uma batanea grarrde e pesos, temos de me-
didas, e outros utensilios da venda da ra da Cruz ,
n. 66 : a tratar com Miguel Joaquim da Costa, ua ra
da Senzalla-.Nova, n. 4.
Msicas para pianos.
Na ra do Queimado, n. 12, l." andar, ha um
grande sortimenlo de msicas as mais modernas que
ha na Europa, e dos primeirbs mestres.
Vende-se o engenho Timb, distante desta praca
4 legoas.corrente e^moente com agoa, de boa e regu-
lar prodcelo, com a safra de 2,500 pSes pouco mais
ou menos ou sem ella. Este engenho he de consi-
deravd Importancia, nao's no presente como no
futuro, por conter mais de 4 legoas de terreno co-
berto de .mattas virgens, e com capacidade de se le-
vantaren! engenhos d'agoa e de bestas. A tratar no
mesmo engenho, ou no sobrado aolado da cadeia,
n. 23.
~ Vendem-se saccas com farinha de mandioca,
por preQn commodo : na ra da Cadeia do Recife ,
loja n. 51, do Sr. Joilo da Cunta MagalhSes.
Vende-se uma negrinha de 10 a 11 annos com
principios de coatura eque he muito diligente : na
rua.de S.-Fraocjsco, n. 12, casa terrea junio ao so-
brado.
Vende-se, por preqo commodo um sitio com
boa casa do vivenda estribara, coro sufciencia
para ter 4 vaccas de leite sito no lugar de Agoa-
Fria ; oqual tambero sealuga : no pateo da matriz
de S.-Antonio, loja de chapeleiro, n. 2.
-- Vende-se na praca da Independencia, livra-
ria ns. e8 Rossi, direito penal, 3 v.; Direito pu-
blico por S. P., 2 v.; Quintiliaiio, por Spares Rar-
boza ; Pereira e Souza; Proccsso civil, 2 y.; Trata-
do de tombos ; dito orphanologico porCarvelho;
Doulrina das accOes, por Correa Tellea}; Carnioha
libellos. *
Vende-se urna bomba de cobre, muito boa : u
ra do Hospicio, n. 2.
Vendo-seum escravo pardo de 17 annos, pro-
prio para pagem o com officiodesapateiro; um di-
to de 30 annos coro oulcio de canpeiro e ja. tem ser-
vido de mestre do barcaca, e he pralico da costa de
HaccialaoCear: *aru,dc- Collegio venda de
Sebasliao Jos Gomes Penna.
,Yonden>-se, atrs do theatro velho pranchOes
doleo e outras madeiras proprias para marceneiro
por preco muito baraio.
Vender uma venda em ptimo local da Boa-
Vista com prazo fanoravel cin pouco.s fpndos:
a tratar na rua do Queimado, loja n. 38.
Na rua das Agoas-Verdes,
n. 46.
vende-se uma excellenle mulalinha de 13 annos,
ipropris para se efluoar; 2 cscravoa de nacRo, de SJ>
a 24 8nnos, sendo um delles ptimo carrei.'o ;uo*
bonito escravp bom sapatejro, e que he muito fiel;
duas osera vas de nacao, de meia idade por 570,000
rs. ambas ; uma escrva que czinha lava e vende
na rua por 400,000 rs.
' Vendem-se na praca da Independencia, n. 5,
sapalOes tfe bezerro pelo Jnrallssimo preco, de
1,200 e 1,600 rs. o par os melhores quo teem ap-
parecido, eque sao ptimos para o invern. A elles,
autos que se acabe a ppehincha.
Ka nacional \ndarahy.
A extracQIo que tem tido o rap nacional Adeura
hylnostra equanto tem sido apreciado pelos ama
dores da boa pitada; portanlo, sem pro O acharflo.
fresco em libras o meias ditas, c frascos de d|lo
viajado, no deposito* rua do Trapiche, n. 34, on-
e se veudedto 10 libias partima, e a relallio lias
ijas j annunciadas.
Bolachinha regala,
Vende-se, na padaria de uma porta, na praca da
S.-Cruz, aondehe fabricada ; na esquina da ruado
Collegio, venda do Jos Gomes do Sobral; na rua dii
Cruzes, venda de Domingos da Silva Campos; n>
travessa da Madre-de-Deos, n. J3: o preco, em qual-
quer destas partes, he 320 rs. a libra a sua quali-
dade e boro gosto na mesma bolachinha se enpon-
Ira e pdo-so fazer uso della sem receio tanto no
estado de sandp como de molestias, poig n?ocon-
tm mistura a^uroa que seja nociva e se.nyire m
far todo o possivel do conservar a fama que em Uo
pouco espado de tempo teem adquirido.
Vende-se assucar refinado em pSes de 10 a ti
libras : na ruado Trapiche-Novo, n. 12, armazem
de Hebrard & Companhia.
-- Vende-se o sobrado n. 7 na travessa da Madre-
de-Deos, de dous andares e sotSo com varanits
de ferro a tratar na rua da Cruz, n. 50.
*' r. ^"
Vinhode Bordeaux.
DEPOSITO
NA RUA DA CRUZ, N. 20.
Vede-se uma preta perfeita eiigorn-
madeira, costureira o que faz lava-
rintoecozinba, sem vicios
lestias : na rua do Vigario ,
dir quem vende.
nem mo-
n. 24, se
Vende-se doce de caj secco, muito superior,
por preco commodo : na rua da Praia, n. 43,
Vende-se a venda da rua do Hospicio, n. i ; a
tratar na mesma venda, ou no caes da Alfandega,
com Onofre J. da Costa.
--Vende-se urna ptima fecuadura com segredo,
para porta de aigum estabelecimento por preco
commodo: na rua do Queimado loja n. 2.
r
A 2#400 rs.
Vendem-se cortes de cassas de cores, pannos fi-
nos de tintas fixas, peto barato preco de s.ete pti-
cas e meia ao corte, sendo de seto varas ; assim co-
mo um bom sortimenlo do fazendas, que so vendem
atacado o a taino pelos mais commodo precos;
cortes de fustito, a 64ft, 800 o 1,120 rsi, de brt
qualidade; chitas boas, 140, 150, 160, 180 e 200
rs. ao (ovado : ditas superiores, a 220 e 240 rs. ao
covado ; ditas ero peca, a 5,200, 5,500, 6.000, 6,400
e 7,000 ris; madapolOes boas, a 3,000, 3,300,
3,600, 3,800 e 4,000 rs. ; ditos superiores, do 4,500 i
5,500 rs. a peca' ; e outras muitas fazendas que ser0o
patentes aos freguezes : na rua da Cadeia, loja o.
50, do Cunta & Amorim.
Vendem-se superiores luvas para: meninas e
senhora, "d muito bom gosto por serem de "seda,
e sem dedos, a 560 rs.; rocos de todas as cores e
grossuras : no Aterro-da-Boa-Vista, loja o. 78.
1............'.' '--------------------
Escravos Futidos.
Fugio, no dia 18 do Janeiro, um cabra, de nome
Joaquim alto, reforcado, de idade, com a barb
branca cabellos corridos e bem prctos ; levou um
surrSo de pelle de earneiro chapeo de bata usa-
do, calcas do algodSo de listras rotas no assonto;
tem os torno/ellos dos ps um tanto inchados. Es-
te escravo j foi preso em S.-Lourenco-da-Malta o
tornou a fugir junto aos Remedios, do poder de
urna pessoa quo o conduzia para esta cidaile ; veio
do Maranhao e diz ser de Canias : qaem o pegar le-
ve-o a rua do Vigario, n. 24, que ser recompen-
sado.
50#000 rs.
Fugio, no dia 22 do marco prximo passado, do
engenho S.-Francisco, em S.-Antonio-Grande, pro-
vincia das Alagoas, a escrava Benedicta, parda, bem
parecida clara cabellos corridos', olhos pret"S,
beieos grossos, denles limados, pitos grandes, pes
seceos; tem no braco direito nm sino salamao, '
no oulro un corceo desles feitos de agulha.com
tinta azul ; tem 20 annos de idade. Esla escrava he
de Goncalo Rodrigue." Mari nho morador em o dito
engenho aonde pode ser entregue que receberi
a gratificacSo cima ou nesla praca a J. O. Campos,
na rua do Queimado, n. 4.
Fugio, na noite do dia 24 do correnle, de bor-
do do patacho Ihus-Irmoi, um preto, de nome iot-
quim de nacao Angola ,de 28 annos, de eslalun
baixa, cor bem preto ; lovpu camisa de riscado ame-
ricano calcas de brim chapeo de palha, ludo sujo
de alcatrao : quem o pegar "leve-o a rua do Trapi-
che, n."6, que ser bem recompensado.
Fugio, no dia 23 do correte pelas 7 horss di
noite o preto Elario, bastante alto e cheio do cor-
no ; tem algumas marcas do box i gas pela cara,*
falta de alguns denles na fronte ; tem os ps niinl"
grandes; levou camisa de madarolao muito suja
rota ceroulas ou calcas brancas, bata encarniui,
e sem chapeo : quem o pegar levo a rua das Laf"1'
geiras, n. 14, segundo andar, que ser recompen-
sado.
Fugio, oo dia 18 do corrente mez de abril ,o es-
cravo Severino, pardo, de 32 annos penco mais ou
menos. Esto escravo foi comprado no dia anterior
[17] por Jos Pereira de Araujo aSr. Simplicio Jos
deSousa Lima morador no lugar Espinbo-Preto,
comarca do l.lmoeiro ; ha toda descunfianca que o
dilo eseravo Tugio para aquello lugar por ser ni
casado, segundo elle mesmo disse; levou caigas ae
brim e camisa de algodSozinho por cima das mes-
mas caigas, c chapeo do couro; tem em um dos I-
dosda cabeca um signal ainda fresco de paiicad'1
que lvon. Roga-se as autoridades policiaes e ci-
'ilOcs'dp campo ou outra qnalquer pssoa que
pprehendam e levem-no ao diUrseu senhor aciflf
los Pereira de Araujo, no engenho Ajudanta, r-
guezia da Escada ou nesla praga a seu con esp-
denle Rodrigo da Costa Carvalho, que serfio recom-
pensados.
i___________
--
____


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