Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05466


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Full Text


Terjafeira i8
OB.I/OtiM'ic'-'/1
. p.grr.o 0 r. por I'.1. > < JP

bfferente.i-on^
PHASES DA LtU NO MEZ, DE ABRIL.
1i a cheia !' s "I"- ^a Urd-
|g.ute '. lB,,D-d,urde-
RTIOA DOS CORIIEIOS.
o iniia e Paralilha asegundas textas (iru
fliii-Gi-mde-iin-Nortequmta.eira.'ao melo-dia
Sarihhea, B.ic-Forrooeo, Potto-Cslvoe
Macelo, nn I.*, a rt e II de cada nei.
(Vira.iliuns e Bonito, a S e H.
Boa-JvVte e Flores, a lie.
, Mquinti-jrai.
Ol ma, todas os das.
PREASAR DE HOJE.
Prime.*, s 4 horas e 30 ioutoa da larde.
Segunda, s liorai e & aainutes da' aaaolia
J~7I.TlT~TJ
DIARIO DE
de
tan
Abril.
Atino XXV.
N, 89-
das da semana.
IT Secunde. S, Aniceto. And. do J. dos orph.
.edo J.do c. da l e do 3. M. da .
8 Terca. 9. Galdino. Ad. HoJ.do cir. da I.
v. edo I. df paz do J dist. de t.
I Quarta. 9. llermo^enei..
20 Quinta. S. Igoez de Monte Policiano.
21 Sexta. S. Ancelnio.
2l Sabbedo. Ss. Soler Caio.
II Doaingo. S. Jorge.
CAMBIOS NO DA 17 DE ABRIL.
Sobre LooJrc a 21 e 27 Pars 145 a JSO rs. por franco,
a Lisboa 101 por 100 de premio.
Dte! de lettrai de boas firmas a I '/i V
liltOO a
ISM00 *
IO000
InoO a
#940 a
Pesos columnares.
0 d.
Oairflnca frespenboles
MoediideIOOelh
de. liOO nov.
de 4f 000 ....
Prut PeUede...
' .....
MI"
lefic
Ditos mexicanos.
Miuda..........
IJdXO
rfSOOa
1*30 a
Acodes da cornp.do Heberib de SOfOOO
ISlSAO
DO
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sjrioo
ifaao
IJOIS
11820
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ao pu
i : ..-..Til.-,.
ni PTC ACClPI k I IfBuJer !,eu P*iz toma-lo. poressa estreita uniflo,
r^n I E. vrriuIALi linsccessive! aos receios e temores de urna inva-
COMMANDO DAS. ARMAS.
Quartel do commando das armas no cidadt do Red fe, 17
1 di abril d 1848.
ORDEM DO DA N. 90.
(I Exm. Sr. conccllielro presidente da provincia, ten-
do, por conveniencia do servico,mandado por seu oflicio
de 15do corrate, que o destacamento do batalho di
guird. nacional de Pn-Amarcllo cxistclitc na cidade
de Ollnda, desde 9 desle mei, ficasse addido ao l. bata-
Ihao da guarda nacional da 'mesma cidade em activo ser-
vivo d.i guarnico, para por elle perreber os seus ven-
cimeatee, determina o coi..mandante das arma que
'vnde oquelle dia (9) assim seja,considerado o referido
d.stacaruento, composto de quarenta pracas e comman-
d.nlopor um subalterno, constantes da relacao que ora
le rtinette, ao Snr. tenente-coroncl Joao Paulo Fer-
_ reir.' *-
O commandanle das armas visitar boje s i noria da
tarde os quarteis do 2." batalho de arli'lharia api, e 5.
me fuzlleiria, e desej que nessa occasiao estrjain ambos
^jMsbatnlhaea formados com os seus respectivos offtclaes.
^H(ual visita fafi aiuanha. s 6 horas da manhSa aes
Quarteis do 6.* batalho de cacadores, companliia de
artfices e coinpauliia fixa de cavallaria.
Uanoel Ignacio de Carvalho Mendonc.
m
EXTERIOR.
FBANG).
MANIFEST
Emlirecado por Lamartine, ministro dos negocios es-
trangeiros da repblica francesa, a todos os agentes di-
plomticos da misma repblica.
Senfior, vos conheccis a revoltillo tle Pars, a
victoria do povo, sua moderagno o traiigulliilade, e
sabis quo ordom fui restaurada pela coadjuvaeflo
de todos os cidados, o quo no interregno dos pod-
res regulares, a rasHo geial ful o nico goyerno da
Franca.
A r do dellnitivo. A Franca lorno-sc una repuuirca ; e
a repblica francoza nflo precisa ser recnliecida pa-
ra qutj exista :' clin repoisa n'um tltreito natural e
nacional, couslitue o voto de utn grande povo que
possuo o direto inconlestavel de se govemar a si
rroprio". Entretanto, como a repblica frnnceza de-
soja entrar na familia dos governos existentes, em
nualidade de poder regular, e n3o como um plieno-
menodisllnctivoda ordefn da Europa, ho convenien-
te aue levis promptamento ao conliecimento dos
governos, junto aos quaes estis acreditado, os prin-
cipios tendencias que; de ora em dianle.Jingirao
a poltica interna do governo francez.
A nroclamacao de repblica Tranceza no consti-
lueacto -algurn aggressivo de qualquer das formas
de governo 3o mndo. As formas de governo apre-
senUr d fferencas tflo legittmacotno as d.fferencas
de Snder e de'sltuacao geognphica, c6tno o auior
oa monor desenvolvimento do cada nagao, sob o
nonio de vista intellectual, moral e material, as na-
cfteivaMlm corno os individuos, nflo $19 da mesma
idadc eos principios que as governam passam por
i.lraseisuccessivas.-Os governos monarchicos, aris-
tocrticos, constituciohaes e republicano silo a ex-
nvessao desles diversos graos do matundade do ge-
nio das nacOes. Ellas exigem mais liberdade, a me-
dida aue sotornam mais susceptiveis de.comprta-
la exigem mais igualdade e democracia a medida
qu'o vio sendo dirigidas porsentimenlos mais justos
e afTectuosos pera cem o povo. Nflo ha nisso mais
que urna questao de lempo. Urna nacao se suicida,
quando anticipa a hora desta matunifade, ese des-
honra por supplicios, se escapa a total deslru.cao.
A monarchia e a repblica nflo sao. aos olhos de um
verdadeiro homem de estado, principios absolutos
I silo.
Em 1792, nSo ora o povo inteiro que tomara posse
do ioyerno era somonte a classe media que quera
possuir e exercer a lijirrdade. O triumpho das clas-
ses medias ha sidb egosta como o triumpho de urna
oligarchia. Ellas quizeram inonopolisar os direitos
ronquislados por lodos. Para este lim foi preciso ef-
feiluar-sti urna poderosa diversao, para embargar-se
a elovacflo do povo, e manda-lo para o campo da ba-
talha, aflm quo elle tino livesse parle alguma na di-
reccao dos negocios da sociedade. Esta diversao foi
a guerra. A guerra foi desojada pelos monarchistas e
girondinos, mas nflo pelos demcratas mais' adan-
lados, que queriam, assim como nos queremos, o
sincero, completo e regular reinado do povo; com-
petiendo, sob esta denominado, sem exclusSo nem
preferencia, todas as classes que constituem a na-
eflo. "
Em 1792, o povo foi o instrumento, mas nflo o fin
ta revoiui,-.".'): hojn, a revolnefl" h i'J6 efTcitrla
por elle e para elle : o povo e a revolucflo gflo idn-
ticos. Encctando-, elle manifestou as suas novas
precisOcs de trahalho, industria, commeicio, ins-
lrac(Ro, agricultura, moralidade, saflde, proprieda-
de, alimentos baratos, navegac.To, civilisacao, pre-
cisoes todas que tornam a paz Indispensavcl.' Povo
e paz constituem. hojeum s.e nico vocabulo.
Em 1792, as dlas da Franca c da Europa anda
nflo eslavam preparadas para comprelifnderem e
aceitarem o pensamento sublime da harmonia das
nardos para a felicidado da Humanidad!. Os votos
do seculo que fni s couberam a alguns philoso-
dios. Hoje a philosophia cabio no dominio popu-
sr. Cincocnla anuos d liberdade para o pensamrfn-
to, para a palavra e paca a penna, produziram semo-
lhanto resultado. Os livros, as gazelas ea tribuna
prccnclicram a misaSo apostlica da intelltgencia
europea. A rasflo^irradiando em todas as dircccOes,
atravs das fronteiras das naces, creara nos espiri-
tos tssa grande nacionadadc intellectual que rema-
tara obra da rcvolu^ao franceza, e inaugurar om
1 tpdo o globo o reinado da fraternidade internacio-
nal.
u\P'l mitfhm (MnuVsr?alr?a'fr,(l'W*rB,WBuL
problema. Osd"irqitos do povo que acabavam de ser
demonstrados poFeuloii,Montesqtiieu Rousseau
iaviam sido olvidados, riscados o profanados de tal
sorle, pelas antigs sacerdutaos, que. mais legitima intervencSo do po-
vo. em seus negocios, pareca urna monstruosidado,
aos olhos de lodos qs homens de estado da vclha es-
cola. A democracia alJuia, ao mesmo lempo, os
turnos e os fundamentos da sociodade. Hoje, lliro-
mq e povos cstflo familiarisados com a palavra, for-
mas e regulares agitarles da liberdade que existo,
posto que era proporges diversas, em todos os esta-
dos, mesmo no monarcliicos. Tambem so hflo do fa-
miliarisar coma repblica, que he a forma mais
completada liberdade. para as nacOes mais civi isa-
das. ComprehenderBo que nella reside a verdadeira
liberdade, e que n'uma repblica nSo s so podopi-
canear boa ordem, senflo tambem que esta ordem
ser mais genuina e natural nesso governo de todos
para todos, doque no governo de alguns para al-
guns. Por outro lado, afora estas consideraces, o
nico inleressede consolidare perpetuar a repbli-
ca sera sufllciento para inspirar desojos de paz aos
homens de estado da Franca. A guerra anda he mais
pergosa para a liberdade doque para o territorio.
A guerra he quasi sompre urna dictadura. Os solda-
dos s vcem homens, e so asquecem das instiluicOes.
Os throuos tenlam os ambiciosos. A gloria offusca o
patriotismo. O prestigio de um norae victorioso des-
farca os allantados contra a soberana nacional. A
repblica deseja a gloria, sem duvida, nas deseja-a
para si mesma, e nao para os Cezaroa e Napoleoes.
Eutratanlo, nflo vos illudai : estas ideias que ha-
veis de submetter em nome do governo provisorio
a todas as naces eslrangeiras, como um penhor da
seguranca da Europa, nflo teem por alvo fazor com
..__il._ ,. ...,n.,h ic:i m 9M. ,ieia (1 le.-
ue se cmtem al o ultimo puro; sflo facU*, quo ^^0^^^k^^'^A^ 7
contrastan, entre si, e p*m vive'face".face, con.- ^^"SiS tere em manifestar-so, nemtao
contrasvaui einm >< v -------------7
prehendendo-see respetando-se reeiprocamoiite.
A guerra nSb resulUva dos principios que gera-
rant a repblica frauceza Ue 1792, mas tornou-se
uma fatJ e gloriosa oecessidade. Moioaeculo sepa-
ra 1792 de84& Voltar hoje,-de/ojs de meio seculo.
aos principio de 1^792, ou ao principio de xonquis-
las do imperio, nflo seria progredir, mas sim desan-
dar. A revolucfiode hontem he um passo para dian-
te c nflo para tras. O mundo, assim como nos, dese-
ja a fraternidade e a paz.
Sea aituaeflo da repblica frauceza de 1792 expli-
ca a neceasiilade da guerra, as dilTerencas que exis-
Um entre este periodo da nossa historia o a poca
actual.explicam a necessidade da paz. beverois esme-
rar-ves para comprehender e>tas difterencas. e ex-
plica-las a aqu'elles que vos ccrcam.
Em 1792, anda no existia a uuidade da nacao.
Dura naces exiatiam no mearuo solo, lima lula
terrivel continuava entro as classes que ocabavaro de
ser privadas dos seus privilegios, o aquelles que
acaivam de conquistar a liberdade e a igualdade.
Astlasses despojadas Se coligaram com a realeza
captiva e-as potencias eslraugeiras que anhelavam
arrancar a Franca resultados da sua revolucilo, e
iniDor-lhe, pela iu*asflo, a monarchia, a aristocracia
^Mn-aci. Hoje ja uo exstem claSscs privile-
giadas,distnctas do resta da iiacflo. A liberdade as
aniquilou. A fraternidade, cuja applicacao nos prq-
clammo, e cujos benelicios nos serSo garantidos
pela assemble nacional, no unir para sempre.
Nao ha em toda a Franca um-cidadilo quo, seja qual
:w ni.lina nQn: aiailaia itrnirinlni ila*
maridado quo ella leve em manifestar-so, nem tao
pouco do supplcar humildemente um lugar na Eu-
ropa para um grande direto e um grande povo, hs-
Us ideias teem um fim mais nobra : he faze^en
que os soberanos o os povos reictam, e nao tejan
involuntariamente Iludidos, acerca do carcter da
nossa revolu55o Jw.collocr este re te no seu, w-
d'adeiio ponto de vista, letetimiiar-Jbc o fdadci-
ro carcter : he, nalmonte, dar uma garanta a hu-
roanidade, antes dada-la aoa nossosdireilos o hon-
ra, se esus ideias nflo forera cabalmente compro-
hendidas. A repblica franceza nfio encelara guerra
contra estado algum, e escusado he dizer que acei-
tar a guerra, se para isto fr compellida.
Os homens que hoje governam a Franca julgam
que seria uma felicidade para ella qualquer decla-
rado de guerra que a obrigasse. aperar da sua mo-
deracao, a augroenter o seu poder e a sua gloria, e
iulgain que a repblica carregana com utra res-
nonsabilidade terrivel, se ella declarasse a guorra,
sem quo Cara isso osse provocada, laos sflo as
idoias dos homens .que actualmente governam a
Franca. [So primeiro caso, o espirito marcial da na-
cao.asua impaciencia para obrar, a sua Jorca a-
cumulada duraule rnuitoa anuos de paz, torna-la-
hao invencvel no seu territorio, e fojjnidave. 1alefli
las suas fronteiras. Na segunda hypolheso, a Fran-
. teriaemurasi a recordado das suasonquisu*,
uue contra ella irrtaiam as outras nacOes e com-
Jrom'otteria a sua primeira a mata fjJjUlgg:
a : o espirite o a benevolencia das na0es vizi
De conformidade com estes principios, madura-
mente discutidos e adoptados pela Franca prin-
cipios quo podemos manifestar, sem medoesem
desconfiauca, perante os nossos amigoa e inimigos,
rogo-voT que vos penetris da substancia das se-
guintesdeclaraces: *
Os tratados de 18*5 ji nSo existem legal ment
para a repblica franceza; mas os lmites ternto-
riaes estabelecdos por estes tratados sSo factos quo
ella admille como base e ponto de partida das suas
relaces para com as outras potencias. Mas, anda
quo os tratados de 1815 jii nfio exstam senfio co-
mo factos que poderfio ser modilicados de coni-
mum aecrdo, o anda que a repblica declaro que
oseiidireilo e missfio consiste em Icancar estas
raodiflcaQes de um modo regular e pacifico, cole-
tudo exstem o bom senso, a moderaeflo, a consci-
eneia c prudencia da repblica, que constituem u-
ma garanta mais segura o mais honrosa do quo a
lettra destes tratados, tantas vezes violados ou mo-
dficados nela Europa. {?
Procurai fazer aue as pessoas com quem leudes |mi
relajos comprehndam edmittam quo o rompi-
menlo dos tratados de 1815 pela repblica francesa
ho co mpativel com a tranquillidado da Europa.
Segundo estes motivos, declaramos altamente,
que se, de conformidade com os decretos da Provi-
dencia, chgar a hora da reorgansaeflo do algumas
das nacOes oppriinidas tanto na Europa como as
outras partes do mundo; se a Suissa, nossa fiel alija-
da desde o lempo tle Francisco I, fr constrangda
ou ara ear,ada no movimento progressivo que ella vai
rcalisando, para foilificar a uniflo dos governos de-
mocrticos quo a compem; so os estados indepen-
dentes da Italia frem invadidos; seaiguem pro-
tender embargar as trahsformaces internas que
nelles se estflo effectuando ; se alguem ousar con-
testar-lhes frca de armas o direto incontrastavel
de se unrem entre s, para reforcarem a naciona-
lidade italiana, a repblica franceza sori plenamen-
te juslifleada, se empenhar as armas para proteger
esses cslirgos legtimos quo estes estados lizercm
para firmarem o,seu progresso e nacionalidade.
A repblica j transpoz
da dictadur
, a liberdade....
inflo a Igumt se intcrponl.-
da sua liberdade e os olhos das naces ; prodama a
allianca intellectual e cordia de todos os direitoa,
de todos oj progressos, de lodos osdesenvoIv.men-
tos legitimes das ihstituicoes dos povos que pre-
tenderen, viversb os principios que a govem.
nao emprehenderproganda secrete ou incendiar a
entre o calados viainhoa. A repblica tem consci-
enciadequo as nicas liberdadesduradras sflo as
Sue nsaceram no solo nacional; mas pretende ex-
erccraelaluzdas suas ideias, peo espectecu lo da
ordem e da paz, o nico proselytistno que olla re-
puta honroso, o proselylismo da estima e das sym-
pa hias. Isto nfio he guerra, he a naturaza nflo
he aitacao da Europa,-he a vida Seraelhante
comportaniento n3o he conflagrar o mundo he
coltocar-sco horizonte das lMJW ff-jt
plaudecer e ao mesmo lempo servir-lhes de van
guarda o de guia.
Desojamos, no interesse da humanidade, que a
p. Zaeja mentida, o esperamos que os nossos dse
[os serao cu.nprldos. Um caso de guerra apparecau
uUmamentc eli.tre a FranCa o a Inglaterra ; mas Ao
foi a Franca republicana que occas.onou esln.dif-
f. enea, -- foi a dvnastia. A dynast.a cllocou a
Kjamperigoo guerra para farlar a sua am-
bicao pessoal, pelas alliancas de familia* na, Hes-
P nha Esta poltica domestica, que, por espaco de
7 anuos, abandonara a nossa honra nacional, fo.
ao mesmo lempo um obstculo para as nossas al-
ZZl\ ber.es e um perigo para a paz do mundo,
em consequencia das slias P^VranShlic.-n8o
drid. A repblica nfio tem ambicao, a republ es, nao
tem netos a acommodar, nem iao pouco lienlou
pr^ten Oes de famiUa ; governe-se a Hespai 1.a
nmnria-seia a Hospanha independenle e liyre. a
F a ca g'a d ara mais com a consolidado desta all -
I, nafiSe conforme com os seus principios, do
.un eum as herancas da casa de Borbflo.
q il he o espirito que anima os ministros da repu-
blier uhefsenhor.o inv.riaveltaracter da, pu-
n ; firmo'o moderada poltica que deve.s repre-
sentar.
,ft nascer. o no meio da cxctacSo do uma lula
naoorovSa pelo povo. a repblica proclaraoii
tres oalavras que revelaram a sua ossonc.a, e que
recaman sobre seu berco as beneflos de Dos e do
hoincm-I-berdade-Igualdade Fraten.ida-
de No'dia s^guinte, pela abolieflo da pena de mor-
U era materia politica.dcu ella o vordade.ro com-
monurlo doslas^lres palavr.s no que so refero po-
ltica .terrta ; tambera lhos deu o verdade.ro com-
ente o na poltica exterior. A sign.licacflo destes
res vocabulos. applicada s nossas relaces exter-
nas tai aeRUinte- -Emancipar a Franca da alge-
masueagnlhoam os seus principios e digmdade;
rreq.lufr-lhe oiugar que .he f"""^
grande potencias da Europa; emfim'. "^*[*
indas as naces al tanga e amizade. Se.a Franca u
ter cosc^encia do papel que deve de representar na
libera Tcivisadra" misflo do nosso seculo ..0-
nhfima desta tres palava aigiiiflca guerra. e a
Europa ffprutleute o juste nflo ha uma s destes
tres palavras que nflo signifique paz. |lil|incU
jiecebei. senhor, os protestos da mulita dislincta
consKao.-Hiorlii, membro do governo.pro-
PARIS, DE MARC-0 DE18.
Hoje. pela dua hora, da tarde. rMo*}\l,H'e'*,'
Villi os membro. do governo provlsor.o, foi 'ntroaui-
do nasaladoconcelho o Sr. Richard Ru.b, 'tialaador
dos EsUdos-Unidos. Acompanbavain-uo o r. Mari n,
primeiro secreurlo da embaUadai c omejor Pousaln.
Tlmelro secreiariu u cmii. j-- -~, -
que por longo tempo residir na repblica da America
do norte. ,,
OSr. Rush pronunclott o seguinte discurso :
Aos membros dogovtrno p>w u Representante dos Estados-Unidos, incumbido de
curar, na Franca, nSos dos Interesse e direitos do
iiu-iis concldadaos, ah residentes, como dos do tneu
pai. e mui distante dclle para poder esperar por ins-
trueces, prevalcco-me da primeira occasiao para leiici-
tar-vos, persuadido de que nmeu govrrno sancclonar*
semclhautc passo. Nao posso dlspensar-ine de opiervar-
vo que anda est inulto viva entre nos a recordaco da
allianca s da amiga amizade, que hao ligado a rranca
<: os Estados-Unidos. Tenho f, que, no met palz, al-
car-se-ba um grito universal e poderoso em prdapro-
terldade. fellclade e gloria da Franca, sb o dominio .
as nstituiedes que ella acaba de inaugurar, a menos
.i. vnntade nacional as nao ratifique, lodo oa Ame-
ricano concebero a firme e.peranca de que., gracasa
sabedoria da Franca, sciuellwnles intitui{as trarao
ao genero humano os fclUc resultados, cujo penhor
seguro he a magnnima conducta da nacao, nesee UN
timos eventos. He sb o imperio de Intulces IguaC,
que, ha ses.enta annos, os Estados-Unidos fruem cons-
tante pr'osperldadc, e um governo uniformemente eta-
vel o se a nlao ha consUntemeute deixado aos outro
paite a escolha da forma de governo, eem que de ina-
nelra algoma intervenha nUo, be mu natural que se
glorifique de ver esta grande nacao prosperar mediante
as mesma iuslituicoes que Ihe teem awegurado o be-
neficios da ordem social eda liberdade publica.
.. r>"""">; S-nhores. nue nesta conjunctura eu me
sirva das palavra que, em oulra Idntica, empregm10
grande c eximio Washington, unniortal fundidor da
Hossa ropublica, c que termine aminhafeI.citaSao, ac-
crstando que anhelo que a amliade das dnas 1 epu-
nllca dure tanto quanto ellas
O Sr. Aiago respondeu que. aem sorpreza, ma coru
grande prazer, ouvlam os inembM do governo a man,-
festacao dosenthnentos exprinndos pelo Sr. emOalxa-
doi dos Estados-Unidos: a Franca nao eaperava menqs
de umalliado de quem boje Unto se approx.mapela^pro-
repblica. O governo provisorio", dUse o
11 adecovos os votoa que faiels pela grande-
dad da. Franca: cumnraaie de teaetlr
'HM s as.ttSi9BS
ejnbaixador, dwse 1 .v -...eBure-vos que d po-
:obffa^Tn..%m-u\m^rnfrdo ^ ^h
de" aY"Ta'r,pVblad> Estados-Unido., a
(SiMe.)
Nflo ha em toda a Franca ura cmauuo quo, seja quai v" '-----"-r-. _i:.,n0
?f Bh^e1niao politice, nfie aateja prompto .de- has, e o genio da cM\p?W
PARLAMENTO PORTUGUEZ.
uaaio a camaba nos ***, rnx.
uno m **M-
(Continuacao do numero 87.J
clamacde, contra o QMa^MLW< ge0|ltentM|ell.
ti. ""duvida esta .ndispo.lc.o, e.a ^
"Ss'SS^SSSsi o f-ro : .l da natura bu-
^ sel se o governo ^^^VS&.
detrs do que se pawava. ^"JX eslava perfeitamen-
vel continuar,, res.sUr a ^"^'nte'cineeava a ma-
de.eng.no era '".po^Wel o re.ned^ Cu.ln .- J-
diu-lo: eu que nao perlencia ue 1 a i,,nen.o
tbago, recebia ntnuada%Pa",ST9 Povoac6es. Mo
deslos.o que lavrava ...wuX- 5" "u"'
direi agora no.nes de muluapess", fc ve,e. la-
ulee. me ouvem, MPe'|,eufj acreditar o estado
mentei que o governo nao n"i"" quie.w! examl-
em que eslava o riz; nem ao>en^osq a(9r_
narl' faci he que^a adImIn.slJ J^ indi,p,icio
tado attrlbuir essa '""l"''?^ ""."ino, s intriga da
contra elle mafeawU J^^X 'poueo iepo.o
.sociacao el">r*1 ''""., na outra, a queeu nio
Sr. conde de Tlwmerae.uc.sa, n. owr 1 tio
Uve honra de peruacer. aa \omo ?, espe-
Esia as.oci.cao eleiioral Prcsen<0 R de faMr reTolu-
cle de ><, um le, titc-urna ^ wiaedl.-
c6c.. He esta urna daquellaa a..er? ^q ^
pensam prova, ou demDvV. d zP,e logo ; he -
gu.n desgo.to u'uma P">*'"'' 'e_ dBa.se um outro
SocUS.; eleltoral IJ" n^ove g ^^
acontecimento de agrad.^el em ct P ^^^
me'dmcaM" c eu .ntendo que era melhor exam.-
corttir&o.-U***, memoro uo guvo.... ^ ,5S>5^SjggU?gg^
visorio d repubhca e ministro dos negocios ~\^fiEL^ ^M?L$
Irangeros. *___ auerido
l^tAnr^TXc^-^^ -*-
MUTILADO

ivJi i'r


i^B

nao, enhor : assoclacao e Ir toral era o que diz o seu
nome, era o que sao todas a* associacoes eleitoraes, que
iino tratain lmenle de clelcoes dienhu.na lia de un, la-
dojien, do oulro que isso se limite : ellas tratan, tam-
WBSS
7TT>
De .de faaer partido paraos seus principios, para a sua
poltica ; he isto o aue haviam de fa?.er essea sennores
que a coinnoem, se lie que algunsdelles aqu esto, por-
que eu declaro ingenuamente une os nao conheco (rito);
mas torno a duer : os associados fiserain o que cerla-
iiientc costumain fazer os que pel.ncen, a Ues asaocia-
es do qualquer partido. E pergunto eu : essa as-
soclacao era acaso tenebrosa, clandestina, misterio-
sa f... Rao, senhor ; teve at a frauquea- de derramar os
seus prograinmas para coiislarcm ; c o teor delles fol
bem condecido por todos ora dlga-se: poder-se-ha eom
rasao chamar conspirado a isso ? Conspiracao que se
Tlescobre e publica-nos seui actos lie, no meu entender
pouco lemivel. E mo haviaoutrns assoelaedes que tra-
balhasse.n ein sentido contrario ? l)e certo existiam,
ueiu sabem quenaotignoro lasa. P..| bem, ers assacia-
PERNAMBUCO.
Cmara municipal do Recife.
3." SESSAO ORDINARIA KM 6 DE ABRIL PE 1848.
. MESIDBNCIA DO SEKII0R RBOO AXBUQUEaQDB.
Presente os Srs. Barros, l)r. Nery, r. AnuinoJ
jio contra associaedes. Pelo resultado que seattribuc
cliamada eleiioral pode conclulr-se que a oplnio pu-
blica-cra a sea favor porquanto, se a associa^ao oppo-
iclonlsu pode fazer levantar a seu favor as populares
do reino, apesar dos seus adversarlos, seguc-se que a
opima., abracara as suas ideias e principios, e repellia
os das assocacOes contrarias. Mas nao lie isso o que eu
XA ?* Vrda-- tl" 1ue "a,U '" a asso'ciaco
eleitoral de quinto se rhe attribue. A revolucao compre-
l.endeu o paiz intelro ; cis o facto publico* c facto de
tal inagultude nao pode attiibulr-sc as suggesles de
un poucos de homens, fossemeiles quem foscin.
Uizsequensdesordensdeque tratamos nao ftrovlc-
ni das medidas do governo : assim serA >m< n m..
ram
--^-......- .... mas o que o
igno par, nem liomein algum podera citar, be o tem-
pla de mu povo intelro que se insurja quando se d por
contento ; un povo revoltado contra a sua proprla feli-
t-idade Pon se elle se considera ditoso se floresce en,
todos os ramos deiuduslria c agricultura; se a sua
prospendade augmenta ecorreen, progrosso cipantoso,
como, por que arte cid toda a parte .cage contra essa
di'i-.int ni., prosperidade ?
Una resolucSo tal niio pode deixar de atlribuir-se a
inultos motivos graves, de que ella he
qnencia.
Eu,
grave coqse-
. presidente, n.o venho aqu justificar a revol-
la, nem dnei que nunca entre) ciu ncnhuuu : como lia
poucoobservei, ollie cada um de nos para o seu passa-
dociminudeca..... Pio vcuho, pois, nem podia, nesta
Jilade, nesta posicao, fase, elogios a revolucSo algiima
nem militar nem nSo uillitar, parcial ou geral. Todas as
reruluedes, como a lava do ,Vcsnvio, destroclos paites
nondcchegain : de lodos os males, com que a Uivlna
I rovidencia nos prtdn castigar, as rcvnlnrrtp n ...,u
lunesto. (Apoiadot.) Se por mcio Uc revo'lucdcs, um ou
ontrn liomein se tein cngradccldo c Iriumphado ; se
Iiouve Syllas, Marios e Cezares; niio he menos certo que
ollas teeiu causado a destruicao dos imperios, e levado
aos poyos o exterminio e a miseria, (potados.) Se anu,
segundo o meu modo de entender, exponuo a causa da
r,cS?0' -qUf tcve '"gai' "a bella P'ovincia do Minlio
cm 1846, nao he para Ihc fazer elogio, lie para que peca
ino a Divina Providencia, que se niio deem causas a ou-'
ira ; mas que pausadamente examinemos qaes as ne-
i ossidades dos povos, e que os governos se bao euga-
nem quando cuten den, que se devem oppr a opinlao
publica, como se faz quando se quer obstar irca da
huneiimqn corre'1'? do w.u re.
Levantuu-se a provincia do Minlio, e este levantamen-
to teve mi, carcter tcrrivcl ; anonymo era o facto, ao
menos nao se lae citava autor, nem o novia, porque o
eran, todos, todos pegaran, em armas, pas e fllhos
vcllios c mofos, e ainda dos mais distantes e recnditos
lugares, homens e iiiulheres correram a ajudar a revo-
lucao : muflieres se disse a coinecarain, donde velo essa
magiiiariaherona Uariada Fonlt; e ja que una mu-
lher nao jide figurar na parte histrica deste aconteci-
meiito, ligurou ao menos na paite fabulosa delle.
Sr. presidente, eu sel que est presente e me escuta
pessoaque presenciou inultos daquelles successos, e
quedeoutros tcve conheclinento, e por noticias multo
tuli'ikigKM, nvciaa f Uve,,,,.,
rrenel que se apoderar,
(iaudinoo Mamede, ahrio-se a sessilo, sendo lida e
approvada a acta da antecedente.
O'secretario leu os seguinles ofilcios :
Um do fiscal da, freguezia de San-Jos, participando
sera Importancia das multas dos mezes de Janeiro, feve-
reiro c marro ltimos de 142/900 res, e pedindo se man-
dae nar ao clrurgljo Jo3o Dou.iuaue. da Silva, a
quantia de o/iOO res de .fuas corridas de laude que fez
naquelle lempo. Inteirad, e que se nasiatse man-
dado.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, participando terem im-
portado as multas do mez demarco ultimo em rs.SWiOO
Inteirad. > *
Outro do inesino fiscal, participando ter sido chamado
para o scrvlco activo da guarda nocional, apezar de se
julgar incluido na lista dos da reserva, por falta degista
de um olho, e pedindo desse a caiunra as providencias
nccessarlas, para que fosse dispensado do mesmo tervl-
co, cm raso de seus afazeret. Qu sesolicitasse do
Exin. presidente da provincia, a bem do. intereaies inu-
nicipaes, a dispensa Outro do engenheiro cordeador, tubmetlendo ap-
provacno a.planta daSoledadc con, um projecto de ar-
ruanienlo por elle organisado, para o terreno compre-
hendido entre as mas da Soledade, Trempc\ Colovello,
Mondgo, Manguinho e Joao-Fernandes-Vieira, afian-
cando ser dito projecto de fcil execuco. Quefossem
remettdos i commisso de edificaco, para elnlttlr seu
parecer a respeilo. \
Sendo lida a informa;ao do fiscal da freguezia do Poco,
relativamente a casa que se edificu na Casa-Forte ; de-
pois de alguma dlscussao, resolveu a cmara foise mul-
ta do o mesmo fiscal na quautia de30JfOOO ris,'por ter
deixado edificar a referida casa contra as regras estabe-
lecldas as posturas, e que se Ihe cslranhasse a iwanelra
pouco respeitosa porque havia respondido.
Deca raides .-
O arsenal de guerra compra 30 arrobas de la-
UIo om lonccs, 60 quintaes de chumbo em barros,
50 reamas de papel.ca tuxinho e 400 meios dd sola :'
quem taes gneros tiverdn molhor qualidado, e os
qln'zorfornecer, comparega na directora do mesmo
arsenal com a amostra e sua proposta, ao moio-dia
do da 28 do correrile, com os seus ltimos prcos.
Arsenal de guerra, 17 de abril de 1848.
Oescripturario,
Francitco Strafico de Attit Carwilho.
A mola, fino tem de conduzir o brigue-escuna
Veloz, para o Rio-de-Janeiro, fecha-se hoie (18) as
3 horas da tarde.
= O escrivo da primeira secc.o fas publico, de or-
dem do Illm. Sr. administrador do consulado provincial,
que, no dia 82 do correte urna hora da tarde, se bao
de arrematar em praca, noria desta reparlicfio. una
sacca com 5 arrobas de cate de segunda sorte, avallada
em 11/000 rls, e apprehendida pelo fiel da inspeceo do
assucar, Jos Mar i a de Amorim, em urna barcaja, a ser
exportada sein despacho provincial; e bem assim dous
rolos com 4 arrobas de fumo de boa qualldade, no valor
de 20/800 rs-, apprehendidos pelo fiel da Inspecco do al-
godao.Amaro Jos Ferreira : sendo a arrcpiatacSo livre
de despeza ao arrematante.
Mesa do consulado provincial, 17 de abril de 1848.
Joo Ignacio do Reg.
NoengenlioGigui^ha um sitio de lavr.j
eom terreno para 300 piles de assucar e mais
niJ
Avisos mar trinos.
para animaese Ierras para capim e roca 6fc?ajt,l
no lugar do Borgi, por^hirdello o lavrador J,,"1,
seacha. .,ue
OfTercco-se urna mulher para anu de lej^
Ira para ama secca de urna Casa : atrs da rnai'i.;,0
Boa-Vista, loja n. 24. ln*
Aluga-sea casa terrea da (rav'essa da'p0u
6, propria para urna venda.: a tratar na rua da k"!
nesta cidade, n. 42. '
FIGURAS PARA PROCSSA(V.
As pessoasquo teem encommendado figuras I
senturiOes, profetas., etc., no theatro queiram .I
ratificar suas encommendas dcixando sismi-i J"\
A___II___... r-l.__..A _..__.- -;__ "I"1! ili||
fmpreterivei-l
procu
bre
A oainara aforou a Delfino dos AnjosTelxeira, como
ocurador de Joao Antunes Gulmarei, o terre'mo do
eco das Miudinjias do bairro do Recife, que fasifrente
para a ruado Apollo, a rasao de 200 ris por pal uto ; da
inesma manpira, e na mesma C2nfcrmid~u0 f ---- a
Melquades Anlunes de Aineida inetad'e'do tcrrerip"do
mesmo becco.que faz frente para a rua da Senzall a-No-
va, o a mitra melado a Faustino Jos Correa, ficanldo os
aforantes subjeilos a dar esgotamento s agoas niue se
juntain no referido becco.peloPorlodas-Canoas i| expe-
dindo-se ordem ao engenheiro cordeador para qi/ie mc-
disse os palmos que conteem as frentes do supradilo bec-
co, aflu de se podreiu lavrar os respectivos tenJios Ido
aforamenlo.
l)espacharam-se as petiedes de Adrianno Jos" Uorges,
de Francisco Mainede de Almeida, de Flix da'Cunha
Teixeira, e levantou-sea sesso. Eu, Joao Jpt Fer-
reira de Aguiar, secretario, a subscrevi. ~ Sr. Nem
da Fomeca, pro-presidente. Mmale. llanos. --
A. de llarros. -Aquino.
Para o Cear sale em poucos dias a sumaca
Carlota, mestre Jos Goncalves Simas, por lar a car-
ga quasi prompta : para o restante o passageiros,
(rata-so na rua da Cruz,-n.26, com Luiz Jos daS
Araujo.
Para o Rio-de-Janeiro segu, na presente sema-
na, o brigue nacional Detpique : quem no mesmo
qulzor ir do passagem ou embarcar escravos trate
com Machado
37.
& Pinhciro na rua da Gadcia,.n.
deselhes no faltar, at quarta-Ceira
mente.
-- Jos Joaquim Alfonso rclira-se para o toM.
o deixa por seus bastantes procuradores Jo^^B
lista de Macedo, Antonio Ferreira e Jos
Marinho.
Jos Joaquini da Silva Maya retira-se par ton
do imperio, a tratar de sua sade.
Preoisa-se do 400,000 rs. a juros, com hypoih,
ca em urna casa terrea sita no Goelho, ou'em
cravos : quem quizer dar annuncie. '
-- Roga-se a pessoa que tiver achado umacarlei
ra com um recibo de dinlieiro de fazends e ntti
papeis.de nenhuma utilidade a quem achou ,
hajade levara ruado Rangel, n, 10, primeiro
dar, que ser gratificada.
Salvador Correia deSe Benaviilcs decan ou,
que nTo tem negocios a tratar na rua Nova n. 46
~ A pessoaque, por ongano, tirou urna carta4
corren), vinda do su! no vapor Ptrnambucana ,
Joaquim Francisco dos Santos e Sijva qucreml
entregara seu verdadeiro dono, dirija-so a pna
da Independencia, loja n. 3.
Joaquim Francisco dos Santos e Silva avisa
respeilavel publico, que por haver outro nome guill
ao seu de pra em diante se assignar Joan,,
Francisco dos Santos Maya.
No dia 13 do corrente, em Frn- nil'j n QQ nKan.nan n ...I...T J. .1?.
--Paro Liverpool sali impreterivelmente a gale- *5nd* "'92' (:heSndo o patr3o da dita venda,
COMMERCIO.
.,*
ue srnpr.dcr.ira daqntlles povos. 1'iiV"i".Imt
coronel fez grandes esforcos para conseguir domar a co-
lera do povo : fallo do honrado coronel Ferreira ; ou-
tros dignos offlciaes fizerain o mesmo as provincias -do
norte ; e alguushouveque declararam impossivel a re-
sistencia revolucao, nao havendo remedio seniio enca-
miulia-Ia ; porque de obstar-lhe fya s se consegui-
ra o derramamcnlo de minio sangueportuguez. Disse-
rasn bem, quando as revolucoes cliegam a lanianlio in-
cremento nao se Ihe oppdein dique, porque, como as
endientes das agoas, ou os destroein, ou Ihes passaiu
por cima,
Depois que se coinecou a encaininhar esta torrente,
e a tratar esta docnca popular, vio-se que o meio de Ihe
nao resistir directamente era o melhor de que se podia
laucar mao. Appareceram os homens que a opiuio pu-
blica procurara e de quem esperava acudissem aos pa-
d.-c i:iinitiis do povo. Este vio que j se nao ordenava s
bayonetas que se voltassem contra 6 seu peito; antes ao
ronurioachava nesses encarregados daseguranca pu-
blica benevolencia, generosidade, e ate desculpa aos
excessos a_t entao coinmetlidos. Foi, pois, socegando a
inquictaciio, e os nimos pouco a pouco se apasigua-
rain. Maspareccu-meque, quando esta revolucao pas-
sou ao sul do Domo,degoiioron da sua pureza csiuceri-
dade que houve quem cspeculasse com ella e talvez a
essa espceulacao se alludisse quando aqu se fez meucao
da famosa carta do Sr. V de Herliandos, na qual, usan-
do de franqueza provinciana, disse que eslava detrs
da cortina espreltando os utovimeuios populares ou-
tren, seria mais hypocrita; narrando islo elle foi mu
cero. ,
He esta a nica diflrenca que noto entre o seu pro-
cedimento e o de muitos, que tamben, se collocam por
detrs da cortina. Para que o navcuios de aecusar de
tor sido sincero? Detrs da cortina observara elle as
disposi(des do povo para um moviineiTto, que talvez ine-
recesse tamben,a sua ayinpathia; caqui s o que me
causa estranhezahe o quanto elle acreditava as frcas
do concelho do Suajo. Creio que aquello concelho nao
lie boje muito mais populoso c Ilustrado do que era no
lempo da invasao francea. ISessa poca, mu poucos iu-
divlduos all havia que soubessein 1er c escrever.
Fiis c bons Prluguezes crain ellcs. ConU-se que
nvoi.nn grande difflculdade em adiar quem en, seu no-
me escrevesse nina carta ou requerliucnlo ao general
Junot em que, pouco mais ou menos, se liam estas pa-
lavras Seuhur, livre-nos Vm. dos nossos ininiigos cas-
telhanos, que nos nos defenderemos dos francezes e
obdeceremos a Vm. c ao principe regente nosso '
Alfandega.
RF.MUMK.NT 00 DIA 17 .......
Itetcarregam hoje, isdeabJ
2:973,052
rks hii tnercaaonas.
BrigueAovo- Vencedor dem.
Hi igueDeifique pipas vasias.
Galera Seraphina taixas de ferro.
Kriguo I,ama barricas vasias.
Barca Commercio-do-Rio pipas vasiase
CONSULADO GKRAL.
RE.NDIMENTO DO DIA 17.
no.
ra ingleza 9uord-Fith, capitSu R.Grcen, al o dia 18
a 20 to corrente mez, oQrccendo para passageiros
ascuniecidas vaniagens de commodo e de superior
marcha da mesma ethbarca?IIo: os pretcndenles di-
rijam-so aos consignatarios, Me. Calmonl & G.
Para o Rjo-dc-Janciro salie, com a maior bre-
vidado possivel, por ter paTte do seu carregamento
engajada, a barca nacional Commercio-do-Rio ; quem
na mesma quizer carregar, embarcar escravos a fro-
to o ir do passagem, para o que tem asseiatlos com-
modos, dirija-so sus consignatarios, Novaes & Gom-
panhia, rua do Trapiche, n. 34.
Vende-se o hiate San-Joo, chegado ltima-
mente da Rabia : quem o pretender comprar, dirja-
se a ,oja oc cahws, u6 Gaiiu da Cusa iureira.
(>el
Avisos diversos.
-oral ,........
Diversas provincias
l:
1:1016,372
Jos Joaquim Alfonso, com vonda na cidade de
Olinda, faz ver ao respeitavel'publico que contrahio
sociedade na mesma venda com seu caixeiro Joflo
Raptista de Macedo, o por isso todas as suas tran-
saccOesserSofeitasdebaixo danrma de Alfonso d
Macedo, responsabilisando-se a nova.(Irma pelos
dbitos existentes contra a mesma casa.
-ttofc-visur-,ir.r.
Fommateau, culileiroe ar-
ineiro,
tem a honra de participar ao respeiUvel publico
que recebeu de Franca, pelo ultimo navio, um sorti-
meato de armas francezas, esBingardas, pistolas de
montana e do algibeira, superiores espoletas de
marca f.; todo quanto perleuce a cutilaria ; linas
navalhas, as quaes se garante; eslojos com todos os
seus pertences para homem ; brides, esporas, chi-
cotes, bengalas, bandejas, potes de banha prepara-
da para conservar o lustro do ac e prohibir que se
enferruje: tudoporpreco commodo.
fra, Ihe parlicipou o caixoiro que tinha rece 1
um barril.com toucinho, porque os negros Ihedis-l
SOiouiqUCo pairu iic quu iiiaiuiava ; e ComonJoB
seja delle, fazsciente, para que quem fr seu dono,K
dirija a mesma venda, que, dando os siguaes cerls. BK
0 pagando a despeza, se Ihe entregarj. 'M
- Manoel Luiz da Veiga o mais herdeiros do flnaiib
Monoel Luiz da Veiga protestan) opporem-sea posse
de qualquer pessoa que se lembrarem de pedir era
aforamenlo a marinha os terrenos alagados de sua
propriedade pois teem Justo* ttulos da mesma f-
zenda nacional. Este protesto j se entendo com
pretencSo do Sr. Antonio Jos de Almeida Pinto, qu
ja reconheceu o dominio dos ditos alagados na pes-
soa do fallecido Veiga sor.de como he wu oiupi-
lenla e bem rom isso.
V32.459 Rodrigo Jos de Abreu, subdito portuguez. re-
\-------l"a-se para fra do-imperio.
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIME.\T0 DO DIA 17..........., g^
3!ovimcnlo do Porto.
ugar,
sera recompen-
2G
nhnr. (Hilaridade.) NSo desejo com o que digo dar mo-
tivo a esta hilaridade que produz cm iiiin, una cena
. coulraccao, e, como se diz, acai.liamento. Vejo que se
fazeti, com grande desvntagcni para um ausente arirui-
jes sen,motivo sobre objectos que cu declaro..... nas
para que o bei declarar com a certeza de nao ser crido'
Kada; ha nota opinlao que se faz correr deque son ho-
incni malicio>o (rioj a ponto desedisfigurar a iitinha
forma humana, e de me representaren! na figusa do
animal que a fbula conla pelo mais astuto de todos
A nao temer este preconceito, cu faria.aqui una confis-
sao lao ingenua como Tez o digno par V. deBeniandos
o que elle disseque eslava fazendb todos jo tcein felto"
e o fazem ainda boje, c o farao seinpre. Quando um de-
feito he tao geral que quasi nlaguem se pode dar por
isouto delle, que o possucui todas as cores polilicas,
todos os individuos, em todos os lempos, injusto be fa-
r mencap delle. (Apoiadoi.) A proposito: vejo aqu um
apontaniento, que tuutei seguuido o discurso de un
digno par, mas nao me referirci a elle agora porque este
nao he o lugar preprio: fique para outra occasiao, aue
vira mais adame. He umr referencia parla do discur-
so do digno par o Sr. C. delhomar, ein que S. Ex res-
Navios entrados no dia 17.
Londres 42 dias, brigue lngIezYi/e-o/-IR9at, de 212
neladas, capitao George Uunford, equipagem 13
lastro ; a Le Bretn Schramin.
Ilha de Assenco II dias, barca Ingleza Tyrian, dci-
toneladas, capitao Tilomas Robn, equipagem 13, /ciu
lastro ; a Le lreton Schrannn. /
Aracaty pelo Ass ; 12 dias, hiate brasileiro Duvidoto de
4. toneladas, capitao Jos Joaquim Alves, equipagem
/, carga varios gneros a Jos Manoel Mariins^ Pas-
sageiros, Manoel Jos Fernandes. Sabino Jos d<: Vas-
concellos, Francisco Muniz de Almeida, Antonia Jos
ilo Medeiros, Jos Claudio da Sllveira, Antonio Jos do
Nascimento, Mara J. dos Anjos com umescrav'.
Rio-de-Janeiro;28dias, brigue brasileiro ',r.a'. cap-
lao Augusto Antonio de Couto, equipagem M torea
vanos gneros ; a Thomaz de Aquino Fonseca. Pai--
sageiro, Joao Henrique da Silva Jnior.
Auno talada no mesmo dia. '
Kanso ; brigue sueco wj.mo, capitSo J. O. Beons, car-
ga assucar e couros, '
ObtervacSo.
Fundcou no Lameirao, para acabar de carreear a
barca porlugueza Tejo, capitao Silverto Manoel dos Reis.
Perderam-se uns coraes de braco, encarnados,
encastoados em ouro, no lugar da ribeira do peue'
dizem que fot achado por um menino : quem o a-
cnou, sendo queira entregar, leve no mostno
ao tanque d'agoa. tis. 9ell, que
sado.
Precisa-se do um homem que csteja em cir-
cunstancias de poder sentar praca por. outra pessoa:
quem quizer comparega na rua do Collegio, n. II.
alim de tratar-se. '
Roga-se a um Sr. Portuguez que tem taberna
nesta cidade, que levou de urna casa, na travessa de
6an-Jos, um annolfio o mais de duas oitavas deouro
em peducos, para mandar fazer urna obra, o favor de
restituir, se nnoi obra, ao monos o ouro no estado
em que recebeu: do contrario, pasear pelo des-
goslo de ver o seu nome (que he bem eonhecido)
lublicado nesta folha.
Precisa-se de um moleque ou mesmo negro, das
5 Horas da manhtia as 9 do dia : na padaria da rua
Imperial, n. 37
---Quem quizer dar roupa para lavar e engommar.
dirija-so airas da matriz de Santo-Antonio, casa
terrea, n. 12.
Osabaiso assignados faaem sciente quo sepa-
raran! amigavelmente a sociedade qno tiveram na
fp, soba lirina de Mosquita & Umts, llcai.do o dJt
br. LstJias desonexedff^e todas as dividas activase
passiva, por t> recebido o quo Ihe perteucou de
ucros e fundos com que entrou para dito estabeleci-
mciiio; o para constar azemos o presente annun-
ClOa '
ATTENCA0 !
Previne-se, para que iiinguem faca negocio
gum por venda ou hypolheca sobre os escravos:
Joao, cnoulo; Francisco, da Costa ; Antonio, An-
gola; Bertoleza, crioula, com os filhos Luiz e Mara;
Manoel e Gatbanna ; os quaes exstom oui poder e
Joao Xavier da Mata: visto que estes escravos frsm
cedidos as filnas do fallecido Thomaz Gardner pelos,
entao seus credores, era 1843, JonhnstonPaler& C,
Slwart Brothers, Patn &C.. D. I.asserre& C. u-
u A"bortt' e.out|,. tnto, desta praca como
aruVcuVnhros.',yPOlheCarMCraVOS^Perte^
-Al^ga-so um cscravo boro para tratar do estal-
lo,^ oolro serv.co ma.s : na rua de Santo-Amaro,
mr?-9 abaixo ?s8'8nado lem-se resolvido. pin
dade10,i.Veon'e'":,a daS familias Prncipaes destaPci
om i?J ,.^LUn'aSf P0UC" d0 C,SHS Prlioular
?m L." re,lral08'!1 e foga as pessoas que quize-
rem apiovcitar-se dos seUs servicos desta maner
que venham o mais breve possivel para faZ com
oe:nr,?St1 r08pe'}0' eS,an,, d'a ".arcadoca,
que ci e tem de seguir viagom para a Babia.
daatndJS,nt0e:knt0n0' "> 26> "0S lomil.gOS 0
d.as-sanlos, das 9 horas da manhSa at as 3 da lar-
da'taXqU qUr outrodia' das J1 d manhas*
Carlos D. Fteiericlu,
Professor do daguerreotypo. I
virTnU,eni.qUZe-alugarumbom neKro P *r-
n holu i0"86'".'' """a buscare seu jantar
pTJ ,;e e,ll*?r disposto ve"der m"mo
escravo se ello agradar para o dito servieo, dirja-
se a esta typographia, que se dir quem precisa
nnTa|sU/h'^Um.m0leqUe paraMrvir ow-casa,
SrMd.?!iCOl,n-wr:-que,no l'^tender dirija-sca
praca da Independencia, n. 3.
Precisa-se de uma ama de ieile,
sendo forra : na rua Direita, n. a8. se-
gundo andar.
r17^^.efiSa"SOdou,n, m* ,,e moS id"Je, P'efe-
Nndo-se preta, para o servco do una casa iTumm*
< da Independencia n. 3.
i ,7 Prec]s*-sc l|e preta que vendara p3o, pagan-.
do-se vendagem : na ruado Burgos, (Forle-d>Sat- l
lo) padaria que foi do All0m3o. Jy^
.J','ec,8a"8^ d? uma mu"r zelos> trtfBsaiba bem
coz.nhar e administrar Uffta-ySuT na rua Nova,
to reeouhcco.
(CWnKir-#Ji)
NOTICIA MARTIMA.
O vapor .S'an-.S'rorni7o ebegou ao MaranhSo no dia
2* do mez passado, com uma viagom regular, e sein
nenhuma novidade, o seguo para o seu deslino do
Para, no da 35, segundo informa pessoa do bri-
gue-escuna Laura, chegado a este porto om o dia 15
do corrente, e sabido do Maranhao em 27. He, pois
menos exacta.a noticia, que nos aerara acerca desl
vapor, e que Iraiisuiitliinos aos ieitoros no iario de
hontem.
rancheo Antonio lletquila.
Antonio Joaquim Lamas.
- Na rua do Burgos, padaria n. 31, precisa-se de
um pequeo de la a 14 anuos de idade, para caiseiro
Uil 11)6811)3,
-Precisa-se de um feitor que saiba tratar de bor-
la eg encherlar, ,,a Magdalena, estrada da ponte,
san^^r;56 dia .sta-fe*'-a. Je abril, em
Sanla-Therwa, quando so acabou o sermflo, urna
caixa do tartaruga e dous lencos de tabaco : a pes-
soa que tiver achado, quercado rertituir a seu dono,
dmja-se a rua Imperial, padaria n. 37, que sera
recompensada. H
- (uem precisar de um pharmaceutico com bas-
tante pratica, e queja fpi caixeiro dos Srs. Barlho-
lomeu & Hamos, dlrlja-sea Olida, nos Quatro-Can-
- Precisa-se de um criado que seja menor de 1
annos : a trotar com o director do collegio S.-Auto-
nio, ou com o seu ii mao, era Olinda, junto ao thoa-
tro, ou annuncie.
(tos, botica n. 3, ouanuuncio por eta folha.
- Francisco Carneiro da Silva nftudou a ts
dencia para o paleo d" Tanr. n n
D&leo dt- Tata
sua reai-
:- Irecisa-se de um homem nacional, ou estran-
geiro de boa conducta e quo seja bora tirador de
ene, paraseempiegar nesle servieo, o em plan-
lar verduras, ou em oulro qualquer servieo, con-
lorme se convoncionar : quera pretender dirija-se
ao primeiro andar do sobrado n. 2, da rua da Ca-
dea deS.-Anlonio.ou ira estrada nova,casa terrea
qye Oca om frepto da Jiropredade da Torro.
Ag pessoas que recentcmente quizeram com-
prara venda defronte da matriz da Boa-Vista, n.
88,bom como ouli-os pretendentes pedam tari'"
a appaiecer na mesma, para tratarom qualquer ne-
gocio que convenlia : aclvorlindo-se que se vendo
con. os fundos que o comprador quizer, pois so
&..0.U.fflraloqi,a a "tuilos pretendentes so
disae eslava elTeciuadc : esta lio a rasSo por *iue se
tomaina convidar. *
- O abaixo assignado, professor provisionado lie
P""10'1'" ,8U".cpntlni.ii a ensina-las na rua ca-
ire m do Hoiario, n. 30; e proraette todo o desvelo o
cuidado no mesmo enaino.
Bento Ittis da Cama t Htlio.
MUTILADO \


I^f
Altecao.
=3
Apozar da resposta, ilada em o Mario di l'emambvco
n. 84, pelo Sr. Jos Antonio Comes Jnior, aos an-
nuncios que fiz circular por meio dos jornaes im-
pressos nostn ciiade, para que ninguem fa$a algura
negocio sobro os bens do seu casal, o sobre os que a
ello vierein -por quaiquer titulo, tomo a ractificar e
insistir em os me:;mos annuneios, comomeio pre-
vontivo da qualquor engao que possa acontecer em
prejuizo de tererho. A resposta do Sr. Gomes Jnior
merece ser do al^um modo paraphrascada Diz ello
sercreilor ano devedor de sou pai, o Sr. Alejandre
. J os Gomes : so assim he, por que rasSo se tem o Sr.
Gomes Jnior constantemente negado a liquidaras
contad'que tivera com snu pai, "por meio de ata.
me sobre ellas feito por peritos negociantes, co-
mo Ibc foi per muitas vezes proposto? Qual he o ne-
* gocianteque, tendocom-outro trunsaeces por mais
de vnlo anuos, so niio presta a oslo p.asso aconseja-
do pela prudencia, sinceridad o boa f? Como prefe-
rir antes, pira esto rim, un processo?! Seja como
Mr, o certo lio que teuho conlas assiguadas polo Sr.
Jos Antonio Gomes Jnior, em que ello se confessa
devedor de sen pai, do avultada tomini de conlos de
rs., o nenhuma tem o dito Sr.flomes Jnior do mos-
mo seu pai, ni que elle se diga seu devedor: ellas
se acliam juntas ao libello que contra o mesmo en-
ea ininbo pelo cartorio do escrivllo, o Sr. P. J. da Cu-
nta, ondepdem ser vistas" e examinadas: asjufti-
tas do paiz dceidirSo quem seja o devedor, O Sr
Alexandre Jos Comes cedeu o dircito de cobrar esta
divida porque qdiz :-sendo credor rceonhecido, tifio
poda recear reconvncelo ; e se o Sr. Gomes Jnior a
ella tem direito, nflo est pela cessflo toHiido dello,
porque* O podo dcduzir por ae<;"o : a cscriptur.i de
cessflo nflo est occulla ; acha-se no cartorio do ta,-
bellilo Bezerra, e junta aos ditos autos do libello;
pubique-a o Sr. Gomes Jnior, quorendo : quanlo a
porconlagem pela cnbranQ, no pertence aoSr. Go-
mes Jnior conhecer o disputar o direito com que
fui feita, o nem isso o deve assustar e nein servir de
argumento, porque, drzondn-se elle credor o no llo-
vedor a seu pai, o Sr. Alejandro Jos Gomes, nenhu-
ma porceiilagcm llavera, caso isso se verifique. A es-
Ofiptura do Rio-de-Janeiro foi celebrada por quem
a pedia azor.
O Sr. Alexandre Jas Comes, hoinem honrado o
por tal rceonhecido por todos os negociantes da
, praca de Lisboa, e pelos-dasoutras pravas onde, o
mesmo negociou, nunca praticou actos de bargan-
leria ; nunca negou o aue deva; nunca possuio
cousa algunia debaixo do nome alheio; exrnen-
te o Senhor Jos Antonio Gomes Jnior,"lilho a
quem elle beneficiou em prejuizo dosoutros, e
que ainda neje tem em si o que Ihe pertence, ho
que tevo a triste lemhranca de deprimir a reputa-
dlo de seupai e bomfeitor.'.....O juizo critico so-
re Cota prcediinenlo, fioa desde j sii o dominio
do publico : pelo que me diz respeito, a nica res-
posta quedou aoSr. Jos Antonio Gomes Jnior, be
que entrego ao desprezo seus insultos, eque, por
consfderacflo e respeito a pessoa do sua familia, na-
da mais Ibe dirci, lombrando-lhe apenas que nem
sou mao lilho, e nem' t.To pouco pessimo pai, cum-
pro religiosamente os incusempenhos, respeito as
lela es autoridados..
'' Feliciano Joti Gome*. *
A parda Emilia que foi escrava da Snra. rsu-
la Apotlinaria dos Itcis declara que est no goso de
sua liberdade, titulada por carta que Ihe passou sua
dita senhora : eja lansada em nota sendo quo, por
isso, no pode sor despojada do goso e garantas quo
por direito Ihe competom som ser houvida o con-
vencida : e o presento annuncio faz, para que cho-
guo ao conhecimento das autoridades, o do Sr. An-
tonio Joaquim do Almeida Gu'edes, quo dizem a
pretende escravisar.
Oflcrecc-se un rapaz brasileiro, quo tem boa
lettra.e pratica do commercio para caiiciro do ul-
gumescriotorio-, ou cobrauca o qual d fiador
sua conducta : quem de seu preslimo se quizer uti-
lisar dirija-se a ruado Cabug n. '>. loja de miu-
dezas, ou annuncie.
I'recisarso de um Portuguez, que seja bom tr-
balhador de nxada, dando-se-lho bom ordenado e
comida : as Cinco-I'ontas, n. 70.
-r Preclsa-se de um feitor para sitio que entenda
de horla e plantajes : na ra do l.ivramento, so-
brado n 35.
OsSrs. doutores Jos l.ourenco de Vasconcellos
Moura Manoel Fortunato de Paiva, Joas Vertu-
liano Corsinode Macedo o Tiburcio da Itocha Lilis
tcem cartas, no fiedle em mao do Joaquim l'inhei-
ro Jacome.
Precisa-se de um perito amassador: na Cin-
co-Pon tas, n. 80.
Gfferece-se um rapaz portuguez que sabe 1er,
escrevere contar, para caixeiro de qualqer eslabe-
leeimentt, qurseja nacional, qur seja eslrangei-
ro ainda mesmo que seja para casa particular pa-
ra e que dar fiador a sua eonduota : quem de seu
preslimo se quizer utilisardrija-se a ra larga do
Rozario, n. 45 venfla doSr. Valloiica.
LOTERA
Do llospita! lkedro II,
Os bilhelesda quera quinta parto dasta lotera
acnam-se a venda nos lugares j annunciados, c
brevemente se marcar o dia imprcterivel em quej
devem corrers rodas. *
Permuta-se um pequeo sitio de arvoaldos,
com casa, perto do rio Capibaribe, no lugar do Bar-
balho, por urna casa na Casa-Forte, q na cidado
da Olinda : a tratar no Aterro-da-Boa-Vista loja n.
14. Na mesma casa vende-se uma rica tipoia ,_xoin
J^udos os seus pertences. W
Y~ 0 abaixo assignado, proiessor substituto de phi-
losoplua e geometra no collegio das arted'Olinda,
alii residente, na casa em quo morou'o capillo Pas-
sos, recebe ainda aboletadossb su drecc,fld para
o que pde-se tratar com elle em Olinda, e com seu
irniflo, Miguel Archanj da Silva Costa, no llecife,
collegio Santo-Antonio.
Jolio Vicente da Silva Cosa.
-- No pateo do Paraizo, n. 4, precisa-se do um co-
zinheiro, preferindo-seescravo.
-- ProciSa-so do um Portuguez para feitor do en-
genho : no largo do l.ivramento, n. 20.
Alugam-se as seguintescasas: um sobrado de
um andar com sotflo o lojas, na ra do Sebo, n. 50",
por 300,000 rs. annuaes ; nina casa terrea com quin-
tal, cacimba oammodos para familia jja ra da
Unino.n. 3, porJ14,000 rs. monsees; duas ditas
comiguaescommodos na Trempe ra da Sole-
dado.ns. 33 e 35, por 10,000 rs. mensaes; duas
ditas pequeas, na ra do Sebo, ns. 52 c 54, por 7/
rs. mensaes ; urna dita pequea na ra da niilo ,
n. i, por tO.OOOrs. mensaes: a tratar no cscriptorio
deF. A do Oliveira na ra da Aurora, n. 26.
Existo urna pesada que temlivres is tardes o
que pode-s emprogar em qualquer sorvicp, depois
da duas horas al anoite: quem de seu prestiroo
se quizer utilisar aunnncia.
-- Ainda est por alugar-s o primeiro andar do
sobrado, atrs da matriz da Ba-Vista, n. 96 : a tra-
tar na loja do mesmo.
O abaixo assignado partici-
pa ao respeitovel publico, aos
seus freguezes e amigos, que ha
mudado
o seu estabelecimontoda ra doQueimado, n. 11 A,
para o grande armazem da esquina da mesma ra n.
O rW onde se encontrando, nflo s as fazendas
Jm / Ja nuiuinciadas, como um grande sorti-
renlo chegado pelos ltimos navios,
para vender porjmtacado e a relalho, o mais barato
possivel. Ncste novo armazem encontrarfio os con-
curtentes melhor com modo para as suas compras,
nflo s pelo espagoso armazem, como pelos.pregos
baratissimos o completo sortimento.
Itai/mundo Carlos Leite.
CHAPEOS l>B SOL ^
Rwn do rmseto-PubUco, n.
n:
Cu ti la lia.
Jos Pradmes, cutileiro'francez, morador na ra
larga do Itosario, n. 14, participa aorcspcitavcl pu-
blico, que all acacha sempre prompto a executar
qualquor obra, por difilcil que seja, pertcncente ao
sen oiicio, com a maior pcrfeiQilo, c por preco com
iiuwIm ) rnesmo contina amolar, por "fiar
qualquer inslrumento, as tercias, quintas e sati-
nados.
Jos Monleiro do Almeida, capitn do brigue
Victoria faz publico quo o cscravo Patricio, fgi-
do a 31 do passado foi capturado em Olinda c aca-
ba de ser-lho entregue pelo lllm. Sr. subdelegado
Joilo Paula Ferroira por lor sido reconliecido o
proprio, no obstante teralli o dito escravo incul-
cado-ae por Jos figurado andar fgido ha dous
annos o pertencer a Domingos llenriques de Olivei-
ra do Rio-Grande-do-Norte como dos anuuncios)
'atados a 6 do correte da (lita subdelegara : por
verdade faz a presente declararlo.
Furlaram, na noitedeli do correte, do sitio
da passagem dos Arrombados da cacimba do mes-
mo sitio, urna bomba de cobre. Roga-so aos mos-
tres do officinas, que, sendo-lhes offerecida ,
bajam de a tomar'j assim como oulra qualquer pes-
soa particular ano da dita bomba souber, ou Ibc
for oflorecida, Je a tomar e participar ao proprieta-
rio do mesmo sitio que promolte, sendo preciso,
guardar segredo do malfeilor que a furlo ; assim
como gratificar a pessoa que a dcscobrir no mes-
mo sitio, ou na ra do Rozario esquina do becco
do Pcixe-Frito.
Alugam-se Ssitios : um na campia da. Casa-
Forle, proprio para grandes plantaces, coi casa
nova, cacimba, ele, o outro na ra da Casa-Forte;
bem como diversas casas pequeas nessa povoa-
53o; o armazem do sobrado amarello da ra Au-
gusta, proprio para estabolecimento, e outro iguirl
na ra do Amorim, n. 15, em cujo sobrado se traa.
Precisa-so saber s" existe uesla provincia'Luiz
Pedro, natural dos Poizos, no districlo do l.eiria,
oqual jnlga-se ser negociante : no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 36.
~ Perdeu-se um relogio, patente suisso, com cai-
xa do ouro, urna corrento tambem de ouro consta
ter urna prota echado. Roga-se a quem o achou,
e o queira restituir, que o leve a ra rnreita, padaria
n 69, que so Ihe darflo os signaes, e ser recompen-
sado.
Em resposta ao annuncio publicado no Diario
de Pernambuco n. 75, do 1. do abril do corrento au-
no do 1848, por Feliciano Jos Gomes, o abaixo as-
signado te.in a dizor que, em resultado das trssnc-
ces commerciaes. hvidas entre elle o seu pai, o
Sr. Alexandre Jos Gomes, Ihe lio este devedor de
Joilo Loiibct participa ao rcspcitavel publico, que
rocobeu, por estes ltimos navios francezes, um com-
piti sortimento de chapeos deso, de seda, a mais
rica o superior qualidado; furta-cres e outras mui-
tas conhecidas, tanto para homens, como para Sras.
o meninos. No mesmo estabolecimento ha um sorli-
uiento de chapeos de sol do panninho, dos mais mo-
dernos; ditos milito grandos, proprios para homens
le campo : tambem lem chapos de sol de panninho
para meninos o meninas, porserem muito linos: po-
dem-se chamar chapos de economa. Na mesma loja
basurlimonto de bengalas, bengalinhas e chicotes
muito modernos; eobre-se qiiAlnuer armafjfo dccha
peo de sol, com sedas de 'tedas as cores e quali-
lades. Na mesma casa ha um grande sortimento do
panninhos trancados e liso.t, imitando seda, para
cobrir os mesmos desla fazeuda se vende a retalho.
Concerta-se ludo qualquer chapeo de sol, por haver
,um completo sortimento do todos os pertcncos para
os inesmbs, com teda a perfeicSo e brevidade.
Compras.
-- Compra-ao urna canoa em bom estado, que car
rc;;ue mil lijlos de alvenaria i na ra do Hospicio
n. 5.
- Compram-seduas rotulas de louro, ou do ama-
relio > que estejam em bom estado o que tenham
de 4 a 5 palmos de largura o 9 a 10 de altura : no
Aterro-ila-Boa-Vista, n. 22.
Compra-so urna escrava que seja de bonita fi-
gura, sem vicios : na ra Nova, n. 8.
ompram-se ps de larangeirasselectas de 6
palmos : no Aterro-da-Boa-Vista, n, 21.
Compra-so um casal de cachorros alravessados,
pequeos, paft seciiarem equesejam de- boa ni-
ca : no'Atcrro-da-Boa-Vista, n. 21.
Cnmpra-sc uina mulalinha clara o de bonita
figura /que tenha de idado 13 a 16 annos, que seja
rccolhida, e sailia cozer e engommar: adverle-se
que hipara esta cidade, para dar-se a urna noiva :
quem a tiver e quizer vender annuncie.'ou dirija-
se a ra da Cudria do llecife, n. 32, que se dir quem
a pretende.
Compra-se urna pequea estante com portas de
viil rara : na ra do Raugel, n. 59, segundo andar.
-'- Compra-so um diccionario iuglez ; Tompson ;
Vicario ; Historia de Roma : todos em bom estado :
atrs do theatro velho, armazem ns. 16 e 18.
Conipia-se um sellim, nflo sendo grande, e com
pOuco uso : na ra Uo Colovell*, venda n. 31.
Collegio, venda do Jos Gomes do Sobral; na ra da*
Cruzas, yenda de Domingos da Silva Campos ; na
travessa da Madre-de-Deos, n. 13: o prego, em qual-
quer destas partes, he 320 rS. a libra : a sua quali-
dado e bom gqsto na mosma bolachinha se encon-
tr e pde-sc* fazer uso della sem rece i o Unto no
eslrdode sadecomo de molestias, pois n3ocon-
ten mistura alguma que seja nociva e sempro se
far todo o possivel de conservara fama quo em to
pouco espaoo de lempo teom adquirido.
Vendem-so os mais ricos manteletes e capott-
nhos, de seda nobreza odobloud, proprios prate-
los de igreja bailes ou passeios, ra cabeca : na ra do Queimado, n. 39, loja de Gus-
mfto Jnior &lrm8o.
Vendc-se urna linda escrava, crioula, de 22 an-
nos, com principi. de engommado e de cozinha,
piopria para todo o servico eque he do boa conduela:
na ra estreita do Rozario, 1. andar, n, 31.
FAHELO NOVO,
i 4,7500 rs.
Sacras grandes de 3 arrobas com farelos: no arma-
zem de J. J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3$.
I'articipa-se
aos freguezes do bom e barato, quo se venden) cha-
les de balzurina, a 2,000 rs.; selim preto maco. a
2,200 rs.; cambraias de soda, a* 10,000 rs.; chapeos
de sol, de seda, a 5,500 ; cortes de cambraia abor-
ta, a 4,500 rs.; pegas do bretanha de Franca, a 3.500
rs.; chales de seda, a 10,000 rs.; ditos de 1.1a e seda,
a 5,000 rs.; meias do seda preta, para senhora. a
1,800 rs ; luvas de dita, a 600 rs ; longos bordados,
para senhora, a 320 rs.; maulas de seda, a 8,500 rs.:
casimira preta elstica, a 3,000 rs. o covado; h'n pe-
los, a 2,400 rs.; fazonJa de caiga, a 240 rs. o cava-
do ; chitas de coberta, a 200 rs. o covado, e a peca a
7,000 rs., e de cores fixas; camiiraias de cores fi-
zas e padrrJes modernos, a 640 rs. a vara; sarja
hespanhola, a 2,400 rs; longos de seda de peso, a
2,000 rs.; camisas de meia, das .-nelhores quo appa-
reccm no mercado, a 1,400 n.; Urim branco, de pu-
ro linho, a 1,400 rs. a vara; dilo trangado pardo, do
linlio, 8 6*0 rs. a vara; bicos de todas as qualida-
des ; merino ; esguiflo fino; cambraias; cassas ; o
outras muitas fazendas, por procos mdicos, e sem
dofeitos : franqueiam-se amostras aos compradores :
na ra do Queimado, n. 46, loja de MagalnUcs e Ir-
mSo.
Pfa rua da Cruz
n. 55 loja nova
beiro,
vendom-so e alugam-se asverdadeiras bichas ham-
burguezas, por prego mais barato do que em outra
qualquer parte, o tambem se vilo applicar qual-
quer hora do dia ou da noilc, para commodidada
dos pi demientes.
Chegucmanlesque se acabem.
Vendem-se ptimos e bellos longos do cambraia
de verdadeiro linho circulados de hico, proprios
para osados da semana-santa, a 4,000 e5,000 rs. :
na loja de miudezas do Joaquim Henriques da Sil-
va ao p do arco de S.-Antonio.
Na rua do Trapiche,Iu 34, armazem.de M. Ber-
nel, vendem-so quoijos londrinos, presuntos in-
glczcs conservas em vinagre, mostarda em p ,
conservas de fructas Jam) : ludo chegado recente-
mente na galera Swnrd-Fish.
Cliegiieml
do Recite,
de bar-
Vendas.
-- Vende-so o engenho Timb, distante desta prago
4 legoas.corrcnte c moenle com agoa, do boa e regu-
lar produego, com a safra de 2,500 pues pouco mais
ou" menos ou som ella. Este engenho he de consi-
deravcl importancia, nfo s no presente como no
21:112,541 rs., liquido ate 30 de junlio do 1846, co- tfut por conler mais de 4 legoas de terreno co-
mo consta das contas que o mesmo abaixo assigna- ncrl0 (Io maUas virgens e com c?paci,|ade de se |0-
ATTENgAO'.
Perdeu-se, no dia 11 do correnle, um annel do
ouro : julga-se ter sido us ras do Cabug, Cadoia.
ou no largo do Corpo-Sanlo. Roga-so a quem a
achou que baja de fazer o obsequio do restituir o
seu dono na rua do Torres junto o Corpo-Santo,
que recebei o duplo do seu valor e so ihe darilo os
sgnacs do dito annel.
O secretario da irmandade de San Jos de Ago-
na, erecta no convento do Carino, por autorisago
da mesa regedora, convida aos minos da dita ir-
mandade; al I m ile comparecercm nos actos da sema-
na santa que pretenden fazer os religiosos, cuja as-
sistencla dever ter principio da quinta-feira at o
domingo da procissiio da resurreigilo, sendo este ul-
timo arlo frito s esponsas dos irmilos que assim se
prestaram.
Antonio Ferroira Lima embaica para fra da
provincia o seu escravo crioulo do nome Pedro.
Fi mino Jos Flix da llosa tem para vender
barriscom breu de marca grande ; bem como sal
do Lisboa, em pequeas e grandes partidas: o
l'ielendenlesdirijam-se ao mesuio ou no suu cs-
criptorio da rua do Trapiche jf. 44.
Precisa-se lugar nina casa de sobrado, primei-
ro .andar, as seguintes ras : Direila, Hurtas, es-
treita do-Itozario, Cruzcs, Cadeia, com |ireferenca de
nm s andar: quem livor dirija-se a pregada Inde-
pendencia, linaria ns. 6 o 8, que se indicar o pre-
tndeme.
Wanool da Cunha Guimarfles Ferreira mudou
sua residencia paraobairro du Recite : quem (ver
negocios com elle, procure-o na prega do Commer-
cio, todos us das.
Aluga-se,para amado leiteturna parda capti-
va, parida ha pouco : na rua Direila, n. 3G, primeiro
andar.
do entregou em lempo competente : alm disso, ha
ainda outras transacgOes por liquidar em favor do
abaixo assignado, como ludo demonstrar opportu-
namonte em juizo competente. Antes disso, porm,
incumbe interrogar ao Sr. Feliciano Jos Gomos,
qual o motivo por que seu sogro, o Sr. Alexandre Jo-
s Gomes, fez urna cessSo, o nao olTereceu o libello
em seu nonio? N.lo seria por temer a rcconvengilo
e ficar em resultado condemndo a pagar os contos
de rs. que deve ao abaixo assignado? O Sr. Feliciano
Jos Comes que aprsenle a escriplura da re.sso
que diz no Diario cima referido. Faga publico o
ajuste particular, na mesma mencionado. Explique
quaes sao esses por ceios da demanda. Publique
outra escriplura do cessio do valor de 32:255,153 rs.,
fcita no Riorde-Janeiro, pelo cartorio .de Castro, em
19 de outubro do 1847, na qual houvo quem cedesso
aquillo que nflo era seu. Publique qual he o objecto
que, pnrtenccndo a seu dilo sogro, coteja desoinba-
ragado, ou que nflo esteja em nome dello Feliciano,
e depois de ludo explicado cun verdade, se conbe-
cer quem he o menino bonito e cheiroso. A res-
peito a divida que diz de 6:000,000 rs., propria e nflo
cedida ao Sr. Feliciano, o abaixo assignado s dir
que, do inventario do seu casal, pelo juizo de or-
phflos, corista a verdade, e que o Sr. Feliciano uso
dos meios ordinarios, vara convencer a quem con-
testa-la, o quando estivor liquidada, ser paga na
forma da Jei. Pode o Sr. Feliciano Jos Comes con-
tinuar com os seus anuuncios, aos quaes o abaixo
assignado s tornar a responder se ello apresentar
os documentos e explicagOes exigidas, e na falta se-
r lido, peante o publico, como devo ser.
Josi Antonio Gomes unior.
Dentista.
D. W. Bsynon, cirurgiSo dentista dos Eslados-Uni-
dos da America do Norlc, recentemente chegado a es-
la cidado, participa ao respeitavel publico e eos seus
amigos, que tenciona seguir desta cidade para,os
portes do sul em breve lempo : assim, roga I" pes-
arlas que sequizerem utilisar do seu preslimo, dlri-
jam-so rua da Cruz, u. 40, segundo andar.
vanlarcni engenlios d'agoa e de bostas. A tratar no
mesmo engenho, ou no sobrado aolado da ca Jeia,
l. 23.
Mais barato no he possivel.
Vendem-se chitas de ramagem a 5,400 rs. a pega,
e a 160 rs. o covado ditas de coros fixas e de bom
panno a 160 rs. o covado ; cortes de cassa preta ,
com 10 varas, a 4,000 rs. ; chales pretos ; cortes de
vestido de barra ; sarja hespanhola ..superior a
,100 rs. o covado ; casimira piola; merino de su-
perior qualidade, a 2,600 rs. o covado; o outras
muitas fazendas baratas: na rua do l.ivramento,
n. 14.
Vendc-se um moleque de 12 annos, bastante
sadio e robusto, proprio para qualquer servigo, che-
gado do Aracaty: na pracinha do Livramento
n. 45.
-- Vendem-se 8 escravos, sendo: 2 pretos pro-
prios para todo o servigo, mogos; 3 prelas sendo
duas boas quitaddeiras e a outra de 18" annos de
aagflo, e de bonita figura ; duas pardas, urna de 28
annos e a outra do 22, com algumas habilidades;
Urna mulalinha ue6a 7annos: todos sem dofeitos
nem achaques : no pateo da S.-Cruz, n. 14, so dir
quem vende.
Bonetes da ultima moda.
Vendcm-se ifiui lindos bonetes do palhinjia, para
meninos1, da ultima moda do Pars, chegados na
barca Zilia ; bem como chapos francezes do mais
apurado gosto : na rua do Queimado, loja de cha-
peos, n, 38.
Vendem-se duas escravas, sendo urna parda ,
de 15 annos, de muito linda figura com algumas
habilidades; e una do Angola, de 20 annos, que
cozinha bem coso e engomma : no becco do Sara-
patel, sobrado n. 12.
Bolachinha regala,
Os riquissimos chapelinhos com enfeites muito
ricos, para meninos, proprios para os dias santos
da Pascoa : na rua do Queimado, loja de miudezas,
n. 24.
Vendcm-se Iros lindos moleques de Ka 20 an-
nos ; tres pretos, sendo um ptimo sapateiro, e os
ou tros proprios para todo o servigo ; dous pardos
de 16 a 24 annos, sendo um dellos bom cerreiro ;
urna mulalinha e urna negrinha de 13 annos; urna
negrinha de 10 annos, com principios de habilida-
des ; 3 pretas de 20 a 25 annos entre as quaes al-
gumas com habilidades; urna preta de idade, por
.180,000 rs. : na rua do Collegio, n. 3, segundo an-
par, se dir quem vonde.
-.Yendem-se bichas prelas, muito
superiores, as mais pequeas a 5,ooo rs.
ocento, sfiijnra-.se ellas pegarem : no ari-
llo deposito de Joaquim Antonio Car-
ueiro na rua da Cruz, no llecife, n. 43.
Vende-se lenha em toros da Parahiba : a d-
nheiro. ou a troco de lijlos de alvenaria grossa : na
rua da Praia, outr'ora S.-Rita, n, 7.
Estanto em verguinhas.
Vende-so estanho em verguinhas, por prego mui-
to oommodo : em casa do James Ryder & Compa-
nhia na rua da Cadeia, n. K9.
--No Fasseio-Fublico, luja de uma
s porta, parede e meia a fabrica de cha?
pos de sol vende-se urna poraco do
ehapos de sol, de seda de armacao de
ac os mais finos e mais modernos que
teem viudo de Paris, pelo diminuto pre-
co de 5,5oo rs. cada um. Na mesma rui ,
n. ig tambem vendem-se os mesmos
chapeos de sol pelo mesmo preco. Es-
pera-se a concurrencia dos freguezes,
pela boa qualidade dos chapeos.
Vende-se um moleque de 18 annos, de bonita
figura e muito bom copelro ; uma negra de elegan-
te figura, com habilidades; um preto de 20 a 25 an-
nos o de todo o servico : no pateo da matriz da
Santo-Antonio, sobrad, n. 4.
Ka rua Nova, loja n. 6, Jo
Maya Ramos & C ,
ha urna porcSo de luvas de pellica para liomem, a
1,000 rs. o per.
Vondem-se seccas de farinba, ditas de arroz pi-
lado, ditas de milho ditas de feijio .- na ruada
Vende-so
S.-Cruz,
, na
aon
Cadeia do Rccife, n. 8.
JJende-se semenle de coentro de toceira, muito
a paderia de urna porta na praca da I nova a 240 rs. a garrafa ou a retalho : no IMfM
ide ho fabricada; ua esquina da rua do' ulio, estrada da Capuuga, n. 35.
. '- -


V^endei
-^ Vendem-se 3 corddes grossos de ou-
TOj com o peso de $6 a 3o oitavas cada
um scm feitio ; um par de casticaes de
jirata, novos : na ra do (tange!, i). 46.
CALCADO.
;m-se borzeguins milito finos ,
para senbora ; sapatos de lustro ; ditos
de marroquim e dgraqne, par senhora ;
ditos de marroquim, d.iraquee de lustro,
para meninas ; um completo sortimento
de sapa l i ii los de colche tes, de lustro e
de marroquim, para meninos : tudo obe-
lado uestes ltimos navios : na ra da
Cadeia do Recite, n. 35.
Vendem-so postillas da analyse de constituigllo
Sara o segundo anno 4a academia de Olinda ; ditas
o direito publico para o urimeiro ahno : na ra da
Matlrc-de-Ueos, toja n. 36.
Vnde-se um diccionario d inglee para por-
tuguez, proprio para apronder a lingoa ingleza; um
dito do francez para porluguez : tudo por barato
l"'i.' : na ra da Cadeia do Recite, loja de JoSo Jo-
s de Carvollio Moraes.
Vendc-se ou aluga-sa um escravo de nagfio :
na run da Cadeia de Sl-Anlonio, n. 31.
Vende-se o vinbo genuino da companhia geral
J agricultura daa vinhas do Alto-lrauro, multo
proprio pora mesa empipas, meias ditas o barris
di.' (piarlo : a tratar no armazem de Joilo Tayares
Cordeiro, ou com Antonio Francisco de Moraes,
agente da mesina companhia.
JSa loja lc Haya llamos ft ,
na rna Nova, n 6.
veml.eni-so ricos veos de seda preU dos mais mo-
denos (jue presentemente lia por prego muito ra-
soavel ; i,cas de soda para senhora, bastante els-
ticas o de boa qualidade; luvas do seda pela c
de foros, para seuhora ; ditas de pellica, para senliu-
rii, curtasecompridas eslasenfeitadaso cada par
"ni sim f.i\mlia polo mdico piego de 3,000 rs ;
longos do setim preto para grvala ; ditos de cores ;
bicos prelos de.seda que imitam aos do blonde ;
ditos hrancos da mesma qualidade ; guarniges do
flores para vestido de noivas ; lindas'capellas com
osseus competentes ramos para o peito; chapos do
pitilla da Italia para senhora os mais finos que ha
ueste geneto; lanternas com ps de vidro, casquinha
e bronzeados, por muito baixo prego; jarros com
flores arlificiaes, para ornamentos de salas; chapeos
deso para senhora ; ditos para homem prelos e
furta-cres j ohapos do pallia para meninos; di-
tos de massa francoza, para homem; candieiros paru
meio de sala com globos, ingleza ; sapatos de
lustro para senhora ; horzeguins pura senhora j sa-
patos do setim branco ; ditos de damasco, branco
e de cOrcs; silhOes com asseuto de couro de porco,
eamurgaode velludo bordado; luvas do pellica,
muito novas, para homem, a 1,000 rs. o par.
FREGUfiZU.
(3T No paleo do Terco, venda n. 7,
vende-se farinna de aramia, muito su-
perior ,' propriapara bolacbinba a ?oo
rs. a libra,
Vende-se um bonito pardo muito
humilde forte e sadio, e que he pti-
mo marinbeiro um dito de a3 anuos, de
Lonita figura scm vicios nem achaques ,
e que he ptimo para pngem dous mu-
lalinhos, um de 12 annos e o outro de
10 bons p.ud aprenderem alguin ollicio ;
im moleque de 8 annrs urna linda mo-
l.ca de 15 annos ; urna bonita escrava de
20 annos, <\ue engotnma, rosee cozinba:
um pardo muito barato, por estar moles
to; um picto bom trabalhador da enxa-
da ; urna preta de meia idade, que se
vende por todo o preco, por estar emper-
rada : na ruadas Larangeiras, n. l4> se-
gundo andar.
Vende-se, na 1 ua do Crespo, n. 11, grammati-
cadeSevane, meia encademaguo por 5.000 rs.;
um terceiro tomo de breviario romano ; Ofljcio da
semana-santa ,-cm bom estado;e outros muitos ,li-
vros por prego muito commouo.
Eslojos com (las navalhasin-
; le zas, para barba,
fabricadas pelo melbor autor, chegadas no ultimo
navio de Inglaterra por 2,000 rs. cada estojo. Es-
tas navnlhas sflo garantidas porque nio s se tro-
cam as queporventura no saiau) boas, como tam-
hem se restitueo seu importe, quundo o compra-
dor pbraeaso so nfo agrade de nenhuma dolas,
depois de experimenta-las, isto estando sem ferru-
gem e bem tratadas : vendem-se na ra larga do
Hozarlo, loja de'miudezas doLody, n. 35.
^ovos garobrees.
Vendem-se cortes de calcas da excedente e supe-
rior fazenda depominada gambreSo, pelo barato
proco de 1,800'rs. o corte : {esta fazenda tanto eni
gusto" como em quairdade, rivalisa com as moldu-
res casimiras : na ra do Collegio, nova loja da es-
trella, n. 1.
V.endem-se acedes da ex-
mela companhia de Pernambuco
e Paraliiba: no escriptorio de O-
liveira J romos &.C., ra da Cruz,
n. 9.
Vende-se urna preta de 18 annos, do elegante
figura, que cozinha o diario de urna casa, lava e en-
gmala liso: na ruado Amorim, n. 13, segundo
awU.ni
Vende-se, ou arrenda-so um grande sitio na ra
lmpcrial.com duas moradas de casas, urna para
grande lamilla, na frente, da ra e nutra mais (pe-
quea dentro do mesmo silio, com bons parreiraes
e muilas fruteiras de boas qualidades, todas novas
e j dando fruto, com um grande viveiro no lundo :
na ra Ilcita, n. 135, loja de coro onde se tara
qualquer dos negocios, por sou donoler de retirar-'
so por molestia.
KV Vondom-so chapeos ltimamente ebegados
i de Franca para meninos do melbor gostO(
"^^^^que lera apparecido no mercado pela ga*
fanteria com que estro enfeitados ; chapeos de cas-
tor branco com pello e sem elle de 2,500 a 5,000
rs.; ditos de massa prelos e de todas as qualida-
des de 2,400 rs. para cima : na ra do Queimado ,
n. 22, fabrica de chapos.dc Domingos Erancisco Ita-
malho. Na mesma fabrica so recebenr encommendas
para qualquor obra pertencento a chapetono.
Cheguem,freguezes, antes que
se acabein aspecliinchas do
baratelro lanoe^ Joaquim
Pascoal Hamos, no Passeo-
Publico, 11. 19.
Vendem-se chitas muito finas, a 120, 140 ,160,
200, 2t0 e 300 rs. o covado. e a peca a 4,500, 5,500,
6,000, 7,000, 8,000 o 10,500 rs. ; cassa-chita, a 1,920
rs.; ditas finas, a 2,5no rs. ; lencos de seda a \
rs. ; ditos para grvata a 400 rs. ; esguiflo, a 2,000
rs. ; panno fino, a 4,500. 5,005 e 5,500 rs.; dito
azul, a 4,000 rs. ; madapolllo do todas as qualidades,
a 3,000, 3,200,- 3,500, 4,000, 4,500 e 5,003 rs. ; algo-
d!o, a 2,000 r%, a peca ; sarja hespanhola, a 9,000,
3,300 o 2,500 rs.; ricos riscudosfrancezos, a 200 rs.;
corles de 13a para calcas a 2,500 rs.; ditos de ca-
simira a 6,000 rs.; chales' de 13a linos, a 2,400
rs.; ditos de larlatana a 500 e 800 rs.; ditos do
metim a 1,000,1,200 e 1,280 rs. ; rblle do diabo a
200 rs. ; grvalas de cassa, a 200 rs.; chapeos de
sol, de seda do melhorgoslo quo lem apparecido,
a 5,500 rg.
tt Vendem-se chapeos de superior
^8R fuslor, blancos e pie tos, por prec
mu lo barato : na ra do Crespo, n. \i
loj de Jos Joaquim da Silva Maya.
Iftrin* traillados de listrase
q uad ros.
Vendem-so superiores cortes de brim trancado de
listras e quadros, para caigas, de lindos gostos e
de/ioa qualidade pelo preco de 2,000 rs. o corto
na /un do f.ollegio, loja nova da estrella n. 1.
Casimira elstica, a 71O rs. o
covado-
Na loja da esquina qucvolta para a ra do.CoIle-
gio n. 5, vende-se casimira clstica de Ifla e algo-
do de luidos padrOcs e muito enco'rpada pelo
barato preco de 720 rs. o covado, e que se torna
recommendavel para a estac3o presento.
Ricos tapetes
para ornar salas, mesas, candieiros, Janteruas, cas-
tictes o'campainhas, redondos, quadrados to trian-
gulares bordadose de oleado, com lindas, franjas
de Ifla do todas as cores ; luvas de torca I, nroprias
para a Quaresma, ao ultimo gosto do Paris, jprelas e
brancas com, dedos e sem ellos, a 1,600 is..o par ;
alpaca de linho, a 640 e 800 rs. o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazem do fazendas, de
Hay mundo Carlos Leite.
A 1#600 rs. o covado.
Vende-se merino preto de 7 palmos de largura,
pelo barato proco de 1,600 rs. o covado : na lojati da
esquina quo volta para a ra do Collcgio, n. 51 de
Guimarfles & Companhia.
Casimiras elsticas, a 640
rs. o covado
Vondcm-se casimiras elsticas do Ifla o algodSo ,
pelo diminuto preco de 640 rs. o covado : esta fazen-
da torna-se muito recommendavel para o estacfto
presente, por ser muito encorpada e os seu&pa-
drOes o melhor possivel: na ra do Collegio, loja
nova da estrella, n. I. //
Vendem-so pegas do chitas limpas .escuras e
muitoencorpadastB 4,800 rs. e a seis vintens o
covado ; ditas cor de rosa muito bonitas e de bons
pannos a 5,500 rs., e a meia pataca a retalho : na
ra estreita do llozario n. 10, terceiro andar
Sarja hespanhola
No novo armazem de fazendas, de Rayiuundo Car-
los Leite, na ra do Queimado, n. 27, ha cliegadb
um ptimo sortimento da verdadeira sarja hespa-
nhola, a 3,200 rs. o covado ; tanibem ha do 2,200,
2,500, 2,8(J0 e 3,000 rs.; panno fino, prova de 1-
m5o, a 3,800, 5,000, 7,000, 8,000, 9,000 e 10,000 rs.;
chapeos ffa'ncezcs linos, do ullimo gosto de Paris ,
com aba maior, conformo a nova moda, a 7,000 e
8,000 rs. Neste armazem tambem se vendem fazen-
das por atacado o mais barato possivel.
Sarja mais barata nao he
possivel.
Vende-se superior sarja preta hespanhola pe-
lo barato prego do 2,000 rs. o covado : a sua quali-
diide he suQicionto para chamar, os compradores:
na ra do Collegio, loja nova da estrella, n. 1.
l\ovo bramante,
de 11 palmos de largura.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio n. 5, vonde-se o novo bramante do puro linho ,
com 11 palmos de largura, pelo barato preco de
2,800 rs a vara.
Vendem-se presuntos, baldes e linas proprias
para lavar roupa; vassoura para varrer salas e la-
peles : ludo ltimamentechegado dos Estados-Uni-
dos": na ra da Cruz, n. 7, armazem do Davls & C.
Novo panno para lences.
Vende-se suj-erior panno para Iengcs, com 2 \
ras de largura pelo barato prego de 3,000 rs. a
vara : esta fazenda he melbor do quo a brclanha de
Irlanda, da mesma largura,quo ltimamente se ven-
deu nesta mesma loja por ser de puro linho : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, n. 1.
A 400 rs. o par.
Na loja de Guimars & Companhia confronte no
arco de S.-Antonio", n. 5, vendem-se meias de seda
preta curtas pelo barato preco de 400 rs. o par.
Hilho.
Vende-se milho, a 2,000 rs a sacoa : -do caes da
Allaadega, armazem de Antonio Annes.
Cambraia para cortinados e
mosquiteiros.
Vendem-se superiores cambraias de ramagens, o
mais fino e de sublime gosto que teem apparecido ,
dar cortinados e mosquiteiros, pele barato prego
pe 1,000 e 1,200 rs. a vara : na ra do Collegio, loja
nova da estrella, n. 1.
* Vendem-se ancorlas de
diversos tamaitos, coin vinho da
Vladeira, tiuto e branco, de supe-
rior qualidade : no escriptorio de
Olivelra Irmos & C, na ra da
Cruz, n. 9.
Vende-se, por muilo commodo prego, uina ca-
noa de condtizir agoa que depois de aberta sorvir
para atorros: nina balanga grande, com braco e pe-
sos; urna massnira de amarello, com alguns per-
tencesde padaria ; um relogio de parede com cai-
xa de madeira : na ra Nova, loja n. 33.
Lotera do Ro-de-
servente do pedreiro ou para olaria, e mesmo para
pastorar animaos : na ru estreita do llozario, venda
0,1,
-- Vende-se um moleque nunto esperto o bonito
de 10 annos; urna negrion de 10 annos, muito lii
da, propria para se educar, por ser muito esperta
naruadeS.-Rita, 44.
Vendem-se bichas de muito boa qualidade,
e muito em conta: tambem se vendem olnos de re-
polho, a mil rs. cada rento proprios para se plan-
rarem : na ra da Lingoeta, venda n. 8, de llanoel
Gongakes Pereira.
Vende-se, ou troca-se urna burra de ferio, pe-
quea propria para qualquer repartigao, ou ir-
mandade, por tr tres chave : na praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8, se dir quem troca, ou vende.
a
Janeiro.
Vende-se um reslo de bilbetes o meios ditos da
14.* loteria a beneficio do monte-pio, sendo os bi-
lhetesa22,0(M rs. e o meios a 11,000 rs. : na ra da
Cadeia, loja de cambio n. 38, dc.Vanool Gomos.
Sarja hespanhola
de superior qualidade; los prelos de todos o* tama-
nhos; chales e mantas de seda para senhora ; flores
muito lindas, para cabega e chapeos de senhora;
horzeguins e sapatos do lustro, para senhora ; lon-
gos de seda para riifio; ditos de setim preto para
grvala ; luvas de pellica e de seda para senhora ;
ditas de seda preta para homem; cropo de todas as
cOres ; chapeos do sol, do seda, para homem e se-
nhora ; ditos de massa ; francezes, de superior qua-
lidade e do ullimo gosto de Paris; ditos de seda,
para cabcgfl de senhora; o outras mais fazendas que
se vendero na loja nova de Domingos Antonio do
Olivfira na ra Nova, n. 30.
-Vende-se, por prego muito commodo, uina
bomba de ferro; ruuito bem feita e com diferen-
tes utensilios de sobressallente: na ra Nova, lo-
ja n. 33.
Cabellos pretos.
Continua se a vender agoa de Ungir o cabello e as
suissas : na ra do Queimado, n. 31. O methodo de
applicnr-se dita agoa acompanha os vidrus.
II seados monstros.
Vendem-so riscados francezes a 320 rs. o cova-
do de vara de largura o os seus padrOes e quali-
dades silo os melliores .que se pdem desejar: na
ra do Collegio, loja nova da'cstreila, n. 1.
Pannos unos.
Vendem-se superiores pannos finos, prova de li-
mflo azul, a 3,00i) rs. o covado; diloS pretos, j
bem couhecidos pela sua barateza o qualidade, a
4,500, 5,000, 6,000, 6,500 e 7,000 rs. o covado; casi-
mira pret de boa qualidade, a 6,000 rs. o corto;
dita limisle, de largura de panno, de superior qua-
lidade o mais fino que ha a 11,000 e 12,000 rs. o
corle : na ru do Collegio loja nova do estrella ,
n 1.
mt
Potassa e cal vfrgem.
Vende-se muito 'superior poUssa,
poucos das desembarcada, e cal de Lis-
boa : no armazem de Baltar & Oliveira,
na ra da Cadeia no Recite, n. la.
Vendem-se, na loja de
Francisco Joaquim Duarte,
na ra do Cahtig, n. i C, lencos de gar-
ca, de lindos padr5es, a 1,000 rs. ; ditos
de seda para grava tas preto* e de cores;
lavas de seda, curtas e compridss, para
senhora.; ditas de pellica, bordadas, e li-
sas : bengalinhas finas, a 3ao rs. *, e ou-
tras militas mindezas de bom gosto, por
muito barato preco.
Vende-se, para fra da provincia, um escravo
pardo de 80 annos pouco mais ou menos, sadio, do
boa figura, bom carreiro o cargueiro, e que lio h-
bil para todo o servico de engenho e mesmo para
pagom : na ra do Collegio, n. 93, a fallar com Jos
Antonio de Souza Machado.
Vende-se urna escrava de 95 annos, propria
para todo o servigo : na ra da,Moda, n. II.
-Vende-se a bem condecida venda de gazapa ,
das Calcadas-Altas, com poucos fundos : a tratar na
mesma venda, das 0 as 9 horas da raanhla-
Vende-se urna cama de casal, feita em Lisboa,
com colchOes, ou sem elles : defronte do quartel de
polioia n. 11.
Vende-se um grande c bonito cavallo mellado,
ardigo e bom andador sobre as redeas de passo a cs-
quipar de redea sola : na ra do Quoimado, n. 80,
Vende-se um guarda-livros de amarello, com
commoda em muilo bom estado por baralo pre-
go : no pateo do Carmo, n. 17.
- Vendem-se chapeos pre.
tos francezes; veos pretos; horzeguins para senho-
ra ; luvas de seda e de pellica para homem e se-
nhora ; leques guarnecidos com pennas dojnarab;
e outros muitos objectos proprios para, a Quaresma:
tudo de supenor qualidade e a pregos rasoaveis: na
ra do Cabuga, toja francoza, junto a botica, de Ma-
nuel l'iuheiro do Mendonca.
w
varas
VELAS DE CERA.
Vende-se na ra da Ca
deiado Kecie, n.37, cera
em velas, de superior qua-
lidade, fabricada em Lis-
boa e no Kio-de-Janeiro,
em caixas pequeas e sor-
lidas ao gosto do compra-
dor : tan>bem se vendem
barandes, por preco mais
barato do que em outra
qualquer parte.
'ft'f
IM
m
Vende-se, ou permuta-se por casas ou escra-
vos, um grande sillo porto da praga com boa casa,
muilas Iruclas com mais de 500 ps de niangabei-
ras, coquelros e urna malta de dendezeiros urna
grande planta de capim e grandes baixas para con-
tinuagflo da mesma planta um cercado que sus-
tenta 30 vaccas de leite na maior Torga do verflo,
urna boa malta conwfcoas madeiras para cercas e
boas lenhas para padarias e otarias, trras para
plantagOes de mandioca, que rogulam lOSalqueires
o meio de farinha : a tratar com o proprielario da
padaria do Manguind.
Vende-se um molequede 13 annos, por 200,000
rs por ser.'alguma cousa mudo, porm faz ludo
quanto se Ide manda fazer e que he ptimo para
Escravos Futidos.
Fugio, no dia 18 de Janeiro, um cabra, de nome
Joaquim alto, reforcado, d idade com a barba
branca cabellos corridos o bom pretos ; leVou um
surro de pello de carneiro chapeo de bata usa-
do, caigas tem os tornozellos dos ps um tanto inchados. Es-
te escravo j fot preso em S.-Lourengo-da-Malta e
tornou a fuglr junto aos Remedios, do poder de
urna pessoa que o r.onduzia para esta cidade ; veio
do Maranbflo e diz ser de Caxis : quem o pegar le-
ve-oaruado Vigarlo, n. 94, que Ser recompen-
sado.
Fugio, no dia 11 do corrente, pela madrugada,
o pardo Jos, de estatura regular, olhos vermelhos,
com tres pintas azues junto aos olhos, e no brago
um signnl tambem azul, folio a mfio como um co-
ragflo; foi encontrado no Atterro-dos-Afogadds, com
um sacco rom roura sapatos e na mS urna pis-
tola caigas arregagadas: quem o pegar leve-o a
ra do Hospicio, n. 4, ou na alfandcga a entregar
a seu senhor, rcenlo Fortunato da Silva.'
Desappareceu, no dia 13 do corrente, indo ven-
der pilo em limbalaio redondo, a preta Joaquinaf,
Cassange que parece crioula de tS annos de es-
tatura regular, cor bastante preta rosto redondo ,
de bonita figura, secca dovorpo mflose pe regu-
lares ; tem na cabega urna falta |de cbenos,, **"
melhanga de urna cora proveniente da rodilha;
he muito condecida por vender pfiea a 6 por quatro
vintens; tem bastante coiidecimenlo pelas parles
do Barro ; levou vestido de cdfta j usado panno di
Costa azul. Roga-se as autoridades policiacs, capi-
Ifles de campo e mas pessoas particulares, que i
apprehendam c Icvem-iia na ra Velda, casa do pa-
dre Braz ou na rna do Cabug n. 9, terceiro an-
dar que serflo gratilicados.
Fugio, ha 15 dias, o preto Constancio de n-
gflo Inhambnne [ Mozambique] de 18 a 20 annos,
bastante refrgado ; tem falla de um dente na fren-
te falla muilo claro altura regular; levou ferro
no pescoco o p. Este escravo pertence a Vicente
Thomaz dos Santos,' morador na ra Imperial, n.
67, primeiro andar, onde ser recompensado quem
o pegar.
Fugio, na noile de 16 do. corrente urna pret
de meia idade, donagflo, de nome Rosa.:levou ves-
tido de chita preta panno tambem preto, saia de
lila, e por baixodesla una boleos de couro:alm disto
levou um lengo preto na cabega, com o qdal anda
constantemente para oceultar os muitos cabellos
brancos que tom. SuppOe-seque esta preta tomara
camindo da Boa-Viagein onde tem muitos conde-
cimentos, por tersido escrava do fallecido .Jerni-
mo Ferreira de Moraes Portella, que ahi residir.
Quem a pegar leve-a a ra da Cruz, n. 57, que ser
gralilicado.
Desappareceu, no dia 9 do correte o escravo
Alberto, quo Se intilula por Mariool, dojuagilo C-
buml, baixo, secco, com pouc'ou nenhuma barba,
rosto descarnado e com algumas marcs de beXig9
falra mal portuguez ; levou caigas de brim lraC-
doescuro, camisade madapolllo', collete de jeln
rxo bordado aiudanovo: quem o pegar leve-o
roa do Rosario da Boa-Vista, n. 48.
PER\, i'Sk TYP. DE 11. F. DE PABIA. IO^C
MUTILADO
i


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