Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05464


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Full Text
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^^
rw

Anno de 1848.
Sabbado 15
m
f) /7/^#//f>" i):'ilica-e todos os dia que no
. rem de gtiir.ia : prer.o d ui;n>ftur& he de
i.r.h rs.por qiiartel, pairo ataitadn,. O n-
r..,n-ios dos assijoantes lo inserid;.* i ras^ode
a rs porl.nh, r. en typo djirerflnie, e a
rr-t:^>" i>'! ne"j8- era*, i' end* publieacSo.
PI1ASES DALUA.NOMEZ.DE ABRIL.
I.ua ooi. .<* horas e I min. di Urde.
Crcente I. os O min. d urde.
Luaheia II. os min. da tarde.
Miugoote 38i os J uiin. di Urde.
PARTID\ DOS CORRElDS.
loianna e ParatUha s segundas e sextas faina
HW-firnnde-iln-Norte quinta !'eirasao"meio-dia
Oira, Srinli; n, Rio-Formos, Porlo-Calvoe
11..,-( i*.. nn l.*, a I e 21 de cada miz.
(iara.iliuui ftanito. a 8 e .
IIdi-V Victoria, ai quiitas-aiiae.
()ima, iodo os das.
PRF.AMAu DE HJE.
Primeara, ai J horas e minuto da tarde.
Segunda, al 1 horas e 10 minutos da Mantua
de Abril.
Ar.no XXV.
N. 87.
das da semana.
10 Segunda. S. Eiequiel. Aud. do J. dos orph.
ed J.do c. da y. e do .1. M. da I v,
11 Terca. 8. Le"o Magno. Aud. do', doci.
da l. T. edo J. de pat do 2 dist. de t.
l Cuarta. S. Vctor. Aud. do J. do ci. da
2 V.1 do J. de pat do 2 dist. de t.
11 O .inta. S. Hermenegildo. Aud. do J. de
rrph. e dn J. muuicipal da I. t.
14 Seita. S. Lamberto Aud. do /. do cit. da
. ., e do J. d- pai do i. diit. de l.
l.s Sabbado. S. Bisilisss. Aud. do J*.docir. da
I. v. e do > de pai do I. dist. de t.
16 Domingo. S. Engracia.
CAMBIOS NO DA H DE ABftI,L.
SAbre'Londres a 21/, e 7>/i por IJ rs.a I d.
Pars 160 rs. por franco.
, Mba JO por 10o Vi pflaalo.
Desc. de latir de boas Irma* a l||8 / f* m;
Oaro-Onca, ^Jr;^_,....Sf;80 a p
ros
ti: '0
IfMO
i#e
ll28
Moedasde'.OOelh. 18*200 a
a deSflOOnov tflIOOO a
d* J OM..... HiiOO
Prala Ptc*a.......... #
K Peso eolumnares... HIJO a
Dit>s mealcano*.... lfW a
Mi'.da............. 1/" .
Aceoe da mp.do Beberipa 4* ,l<"15 "*
i -finuo*
tH .,...Ir"
BUCO.
EXTERfOS.
PARLAME1NT0 PORTGUEZ.
SESSO DA CMARA DOS PARES, IM 8 DI PEVX -
REIRO DE 1M0.
O Sr. Fonitea Magalhei : Sr. presidente, he a pri-
ineira vez que lenho a honra de fallar na cmara dos pa-
res do reino, e he a primeira ves, porque aluda ha pou-
co lempo recebi de Sua Magestade mais este tcstemunho
da sua real benevolencia ; e, fallando luco nesla occa-
si.io *~lni"~'**' nao poaso occnllara V. Km i. e aca-
mara que o fajo coin grande repugnancia ; mas assen-
tei que tinha urna obrigacao forzosa de fazer aqu ou-
vir a ininha dbil rn*,e com a uicsma siueerldade coin
que na nutra cantara, onde, per inuito tempo, fui escu-
t.ida por benegnidade dos meus colleg*, nella presen-
tes as disoussdes. Sr. presidente, eu temo muilo que es-
ta nova cpoca.anniiiieiada do lito do llironu, e applaudi-
da pela iUustra co.nmissao da respoata ao discurso do
iiiesmo tfirono, esteja mais distante de neis do que ae
annuncia. Esta respoata _a* discurso da coroa, a qual
multo loar e'me gloriada de ter escripto, exprime
fin todas as suas pliraaes o peiuamento inals civi-
iisador, peniMiMto de' paz, de eoneiliacao, proprin
4o< eorpos legislaUivns de urna nacao llustiada, e, sobre-
tiicVo, da SOberanque prstale nos scus destinos. Mas he
iniiiU) de recriar que, agitadas aiuda as paiides e_ mui
aideitPs os odios, que, Mida mal, nao espero ver tifo cc-
d.i aoVarinecIdo, esse grande lini cunm|Hto a conse-
guir Porm eu, e seja-lne pe.rdoado fallar dsunim, sou
o luiijiein que sempre ftii. I)li-se-tlm que nenhuui
jasmido represento, que neohutt soldado ncm ehefes
me reconlieeem, que ninguem tenbo^uao sou partido,
nio sou nada. Eu Sou o noioeui da conci*U(So e da paz ;
e dir-'e-ha que o Doinem da pat nao tcm partido algutn
no paiz ? lAfoiadoi) Nao o creio ; poU porventura nao
existir ffn do das Gleiras d exclusivismo e da into-
lerancia aguein que dte livreinente ayos a favor da
patria, chamando esses lionieu enfurecido a escutar-se
e tole/ar-se muliiainejiu-? Queta bao sabe quanto en-
tre nos tein occorrldar e queiii har que ffucit a ver
durar ainda inai as desventuras do leu paiz? De certo
qite de uenliuiii dos lados da cmara, neui daqui para
lora, porque nenhum lioineiii hooesto e bom patriota o
pode desejar. I)ir-sc-h que todos se louvaiu de verda-
deros amigos do, bein publico : assim ser ; poi eu tam-
bera crelo que (tbssus asa qualidade, -e talvcz boje o
possa ptovar. Sr. presidente-, paclflcaco entre os par-
tida* lito ha de vir senao executando-se o ru-eccito
Odia retlringmda favor* ampliandi.
Sr. presideote, o throrto deu uina amnlslia, urna am-
nista sem excepces : nste acto se encerra o maior elo-
gio que se pcide fazer augusta soberanaaue reina so-
bre us : nao lie necessario mais. 0 que epois disto era
iudispeuiavel e consequente, era que esse acto tivesse
toda a validade, c auiplissima validade, e par! todos
(npoiados). A primeira excep9.n0 que se flzer a este acto,
Le mu atroz quebaniaiuentu ; e aps elle auem sabe
quantos virao Quantas excepedes se teriio fetto j I (A-
puiadoi.)
Sr. presidente, eu achel justo, necessario e digno, que
um digno par que se asienta uesta cmara e tein oceu-
padd altos lugares no paiz, nlevantasse a sua voz em ju.s-
tilic*vdasaoeusa96e8que-se lhe flzeram ; e digo que
at lia mal tempo elle o devia ter tollo. Mas a genero-
sidade? Mas agrndela d'alma? Fez-e casa defesa ;
mas-deu-se o exeniplo de ir revolvers cotisas do pana-
do, drsse passado que dev^a estar cen anuos distante
de mis, e que anda se acha a menos de doze : ellcdavla
ser-rfespHudo por todos os lados dsta careara. Oxaj
qu odiis nd* dessemos as nios e convlcsscmos cm nao
tocar nelle Todos temos culpas, a comecar por mlni:
quantos erroi nao tenlio eu cominettido na direc;ao dos
negotios pblicos 1 So posso dizer, Sr. presidente, que
os dirig honestamente, e aempre com sincero intuito
no licm deste paiz, onde nasci,e que me tem elevado a
urna tituajao, nao direi brilbante, mas que dista muito
do met humilde nascimento.
lie yomiudo faci, que os erros etn poltica sao sem-
pre avaiiadoscotno crimes : isto he injusto ; mas he as-
siin.Ju, nao faco oprocessoa ninguem : quando eu con-
tar oSfaclos como os vi ; quando eu os contar com a si ti-
ce r 1 dade de que me przo, e da qual me n.io afastarei ;
poderi vii-los mal, oulros os vero melhor ; ms nin-
guem me excede na candura com que vou faziMo. Mui-
to eiubora me chaiuem fatalista ; mas qucui poder ne-
gar que umitas ven s a frfa das rousas.he maior que
todas as previsis humanas, e que os acontecimentos
parece que dominara, zombaudo dos nieios que Se op-
poejji ao seu progresso ?
Sr. presidente, ah est esse aconteciinento, que eu
nao allribuo a ninguem, que fui julgado mal na Europa,
e nao tdmira que o julgassem 11..1I os que estavatn dis-
rlle, porque lambcui ojulgaraiu mal os que es-
perto. E poderei eu seuteucia-lo melhor ? E dir-
Vs uue tanto censuris os que meter.un a
asado', para que ides entrar nesse abysmo ? Eu
m Oftender ninguem.
Perglnlou-te, Sr. presidente, qual o estado do palt
antes de malo de 1846, c disse-se : o nosso paiz eslava
rico e.prospero ; havia, alein de grandes esperabas,
grandes meios ; o governo tinha emprehendido as mc-
lliorcs obras ; liavia calculado os mclhorea syiteuias li-
ianceiros c administrativos ; os pagamentos audavam
regulares; o crdito acliava-seflorescente. Sunponhainos
por u 111 pouco que tudo isso assim toase dir alguem
que o paiz eslava satisfcito r Dir alguem que atransfoi -
inacao da companhia das estradas, e esses eslabelellinen-
tot monetarios ituham conseguido inspirar conlianca 110
povo ? Eu entendo qu nao, Sr. presidente, eu dlrel qne
vi apparecrrcom a creacao dessea estabeleciinenlo uina
precipitajao, un enihusiaspio dillicil de descrever. So-
nhavasu.com o paiz Del Dorado. (Apelados.) Os-captacs
das provincias aluiaiu aqu para enlr'ar nesaas compa-
nhia : todos perguntavam oude se vendiaui as auas ac-
ce ; as esperanzas de grande lucros sao cegaineuic
abracadas pelo publico, vido das encarecidas riquezas.
Quando se chega a*ata especie de delirio e precipicio a
perdico he'iuevitavel. He oque tein Acontecido e'm to-
da a parte ; appello para o testeuimiho de todos, e prin-
cipalmente do digno par conde do Toja!, que he muito
iustruido tiestas materias, S. Exc. o-sabe melhor do que
eu. Entretanto, havia unscertos receios napopulaco, e
nessa provincia a mais rica e industriosa de Portugal, a
de mais actividad.- e mala laboriosa,' e aquella onde, se-
|a-me licito dizer, ainda se eucomram mui tas virtudes
amiga : eisa provincia, a do tlinho, foi que appareceu
uiaia dispoata a causar receios e auciedade.
ISr. presidente, discutiram-se mal certas leis, e,
por assim dizer, enfeixavam-se urnas com outras,
I n militas dellas de grande interess. ( Apoiados.) A
leidasaude, a contribuitjao de reparticiio, a do sal,
e outras bom sabio o governo e todos nos membros
desta e da outra camauf que n3o eram bem rece-
bidas no paiz. A loi,ite saude foi mal executada, es-
pecialmente na provincia do Minho. J o digno par,
que eucetou esta discussilo declarou que a m exe-
ciiqSo da lei de sauda-era devida aos empregndos do
governo: he ventado isso, muitos eram mos em>
pregados, e sacrifica va m o governo, porque vexa-
vam os povos; porm o governo he pela m escolha que fez desss emprega.ios, tendo
som vista pagar servidos eloitoraes, e no ir pro-
curar o mcrecimento e a capucidade.
Sr. presidente, eu confesso que tambem poderei
ter recompensado alguma vez servidos eleiloraes
com empregos : isso he um -erro, he urna desgra-
na. (Apoiados.) Mas heforcoso eonfessar que cs-
tendeu demasiado esta couceusSo de empregos por
taes motivos, especialmente de empregos para fa-
zer executar leis (iscacs, que exigiam do povo pa-
gamento de tribuios novos. Entao se disso que as
mulhcres do Minho, receiosas de perder a suas
trancas ; que os liomens do Minlio, receiosos de fi-
carem sem a sua propriedade rural, aquellas se le-
vantarm, e inspiraram a estes o desejo ardento do
lomar as armas, e clles o fizeram para desaggravar as
trancas de suas mulheres. ( Riso.) lio preciso eon-
fessar, Sr. presidente, que o povo em certas cir-
cumstancias padece molestias do espirito como os
individuos adoecem do physico. Ncsto estado de
agitado mental extraordinaria occorrem imaai-
naco sonbos extravagantes, apparit;Aes de espec-
tros e phantasmas. belira-se; e acredulidade publi-
ca chega ao ultimo ponto de debilidade. Quem se nSo
lembra de 1808, quando este reino se sublevou con-
tra o dominio francez, dos contos o fbulas quo o
povo contara e cria? Eu ouvi clamar populacho
do Porto, que era chegado barra o rei de Ingla-
terra Jorge III, que vinba baptizar-so all. J o ti-
nham visto j desenibarcava j havia preparos
para a festa; e algurn perigo corr eu por ousar des-
mentir esta importante noticia. (Riso prolongado. )
Km taes lempos he necessario distinguir o quo per-
lence ao bom senso, s vozes admiravel do povo, e
o que he proprio da sua simplicidade e ignorancia.
Entilo, como de outras vezos, ao mesmo tempo se via
r instinto pasmoso sobro o perigo em que a nacflo
ochava, deenvolta com invences miseraveis da
gente rustica. Dizer quo o povo nSo. tinha oulros
motivos de manifestar a sua inquietacSo senilo esses
dos boatos que entre elle corrlani, he pensar no es-
cusado.
Sr. presidente, a lei da contribuiflo de repartigito
he, sem duvida, quem o pode negar ? a primeira,
talvez hoje mesmo, a mais necessaria para a crga-
nisaeflo tas linancas ( apiailos ), e para eptabeleccr
o regular e igual imposto que o povodeve pagar ao
governo, qo o defende e protege. Eu convenho nis-
to foi asim que sempre pensei, sem jamis mu-
dar de opiniSo ; mas rcconheo que ha outras em
contrario que muito cmpre attencr c comparar.
0 que me pareco he que este systema de contri-
buyos, o da repailigito se deve praticar, ou antes
ensaiarcom prudoncia e cautela, explicado nilo s
pelo governo, mas amplamcnte discutido e exami-
nado pelos representantes da nacao as duas casas
do parlamento ; e depois disto, havendo boa f o
lealdade, o systema ser bom receido ( apoiadqi),
sobre tudo se hduver clareza o simplicidade na ex-
posigflo o execugtlo, o que faltou em 18t6. Estou
iersua,dido de que a confusflo, a complica?ao c dif-
iculdades quasi mysteriosas de tal systema, fdram
causa da maior desconGanca e descontentamento.
0 povo entenda s quo devia pagar, mas nSo a jus-
tica com que o pagamento lhe era pedido e na"o
s o povo analptiabeto, mas povo quo sabo 1er : cu
declaro que difficilmente entend, e at me cons-
tan: que o proprio Sr. conde do Tojal, entilo minis-
tro da fazenda, commettra om engao, ou t-
vera dfliculdade de entender um papel que devia
assignar. ( 0 Sr. conde do Tojal 0 Sr. Roma foi o
autor disso, e mandei fazer a sua declaracHo por
errata. ) Sr. presidente, sto nio he crme, erramos
todos: ha no que acabo de dizer urna certa juslfi-
cacffo da resistencia que o povo mostrou le da
conlrbucilo de repartidlo. O governo deu a rasao
da preferencia della da cojjranca por lanamcnlo ;
porm ninguem ojegou esta preferencia : o que eu
digo he* que n3o tornemos a culpa ao povo, que
tuuias vezestom rasilo nosseus propros erros. Sr.
dente, o apolo, a forja do governo representativo eli
na publica opinijo ; ma eta muiu veze nao be re-
preentada pela raaiorias parlamentare. Bem o sabia
o grande legislador da carta ; (apoiodoi) pelo que deu ao
poder moderador a attribuijo de dinolver a cmara po-
pular; c para que* para consultar a verdadeira opiuiao
publica por meto da urna, livreinente Interrogada, e nao
como o foi em 1845. Mas, drixemos este incidente; tal-
vez eu deva tornar a oceupar-ine delle.
Hecerloeindubitavel que, alera de outras causas, a
lei das estradas, a do Imposto sobre o sal, a da saude, e
outras in lis lizeram crccrr esse desgosto, esse dissabor
que se via e observava era toda a parte. Aqui se dise
mas a lei das estradas, que uasccu da oppusico, como
pode ella ser mal recebida pelo povo de quem toda a op-
poslfo seqticr dar como representante? O sentido
foi este; talvez nao sejam exactas as palavras ; e quando
rae dirigir a V. Ex paro o Sr. ronde de Tlmmar) que ra
dizer se sou correcto, porque eu nfio desejo contrariar
inexactaracnlc. {OSr. C. de Thomar- Eu disse que, sa-
hindo aquella lei da opposicao, lora esta depois quem a
combatera.....) Folgo de otivir o par a opposicao
nao coinbateu a sua propria lei, pori|Uc j nao era a sua,
era outra. (-poiaiioi.j A primeira linlia sido transforma-
da; porque na cantara dos Sr. deputado e estabelcceu
unta proviso, para inspirar conlianca ao povo sobre a
boa aiqdirai.io deste imposte. A lei, Sr. presidente, co-
mo jase disse, teve origera no pcnsaiiiento de um s
lioniciii, o incu amigo barao da Folgosa. Quando voltou
da suaviagem de Italia foi a mira que elle eomuiunicou
rsse peus.iment ; e depois ao Sr. C. deLavradio, aos
Srs. Mousluho de Albuquerque, Jo Mara de Souza, ba-
rao de Cbaucelleiros, c outrot.
Occorieu ento um caso singular de que o digno par
ha de ter ainda memoria. Esleve inminente urna crisc
ministerial, porque c levou a mal que eu fosse a una
scssaUcm que se Iralava do objecto das estradas, por se
julgar menos leal a miiiha ida a tal sociedade; mas feliz
mente a minha explicaco sallsfez osduvldosos.
Ora, o ponto mais importante dessa lei, que|toi discu-
tida na cmara do Srs. depuiados, era a proviso pela
qual se murara conimisses de eleicao popular, deposi-
taras do producto do imposto. Esta garnlla de lideli-
dade foi, en tendo cu, a que produzio a docilidade com
que as populaccs se tubjeitaram aonnus; c at inani-
lestaram una certa alacridade em concorrer para urna
obra to necessaria ao nosso paiz. Esta lei altcrou-se
pouco depois, talvez para inelbnr, nao o afrmarci, neto
negare; mas desconleutou-se o povo com elaaltcraco,
e iulindio-se-ilir deiconlianja.
Estatuio-se que o producto do imposto fosse recebtdo
por ulna cbinpauhia, crcio que a das obras publicas; e
desde enlfio eram con a notar-se a rcistencia do povo,
e successlvamente os clamores, e ascaiHijo do eruzodo,
e outras demonstracoe* da violencia com que ac obede-
ca. Mo estou fazendo Juizo obre o que se passou en-
to, estes foram os factos. Sempre me pareceu Systema que e adoplou na primeira le offeredda pela
couimissao externa, e apresentada na cmara dosdepu-
jados era preferivel ao da segunda le: iramos inils de
vagar na Icitura das estradas; mas de certo cora muito
mais seguraiica. Demos um documento de menos boa
f, locando no producto daquclla imposicrio sacratissi-
un quanto suaapplicaco, para abertura das coramu
nicafcs internas do reino, que tao uecestarias o, e
sem as quaes ncm ha civilisajo, nem agricultura, ncm
comincicio, nem liiialmenle prosperldade em nenhum
ramo (OSr. V. de Ponte-Arcada era admlnistraco.)
Ouvi dizer ao digno par o Sr. (jomes de Castro, que era
necessario proseguir tiestas obra ainda u custa M sa-
crificios. Sim.Senhor, convenho, e espero que lodos nos
cummiciemos quanto nos frpo'ssivel; ma seja para
proveito de todos. Eu nao diao que aos emprendedo-
res se nao di ajusta relribuicao e interesse do eu di-
nheiro e trabalbo; ma nao deveinos fazer contratos mal
calculados para que depois nos venhatn pedir soturnas
enormes a titulo de liideinnisacocs,comoJ teein do pe-
didas a iiiiin como iiiinialro, e a oulros, por faltas altri-
buldas ao governo no cumprlraeiilo de contratos, preci-
pitadamente feitos. Aoraeuos do erros passado, que a
naco paga, aprendamos para a nao fazer pagar por no-
vo erros para o futuro.
(Con<*nuor-ie-Aa.)
Os operarios sem trabalbo arrombanm as porta-
das loias dos armeros, e proromperam era fiwwa
joven repblica Tranceza, e furas a propria rainha
da CrHa-Bretanha. Leu-so o rof acl, 6 a tropa por
varas vezes fez fogo sobre as turmas, que se dn-
persaram, som opporcm grande resistencia Annun-
cra-se um meeltng monstro, que devia lor lugar
as vizinhanr-as de Londres, cm Kcnniugton
Connon;no qual se deviam muir, a 13 do marco,
mais de 200,000 carlistas, e reeeava-se quo dtil re-
sullassnin grandes desordens. ...
O governo dra as' mais enrgicas providencias
para que o socego publico nlofosso perturbado.
Kas vizinhaiiijas de Kennington, postaram-se
iOOOhomensde tropa do lnlu. Camberwcll, Slo-
ckwell, Vaux-liall o Wertmnster fram guarneci-
dns com grandes reservas ; e requisitaram-se 90.WO
anecia/ constables pnr.i mnnterem a ordem publica.
Ordenou-se a lodos armeros de Londres que ttrai-
som os feches das armas de fogo quo tinharn om seu
poder; e que seommandantos das Iropas as con-
servassem sOb as armas, nos scus respectivos quar-
teis, aopasso que se removeratn as rumas de n-
dras quo se acha va m as estradas, nos arredores de
Kennington, e se reforcaram as guardas do banc
de Inglaterra, do pa$o da lluckjngliam e das outns
roparlices publicas. .
Alm destas disposiOes coercitivas, a polica de-
clarou quo nlo pretenda oppr-se de maneira al-
guma a que os carlistas tisassem de um direitoqti
Ibes he outhorgado pelas leis do reino unido,
mal, e'nao foi preciso mandar commssaros nfun-
dir-lho temores : ninguem tem medo por se lhe di-
zer tenha medo, nem deixa do o ter por lhe manda-
rcinqucscja valente. Ha dentro em nos um scnso
intimo a que se nlo resiste ; mclta cada um a inflo
na conscencia )... O povo nao acredtava na bon-
dado de nenhuma lei. e menos as do imposto, e
menos nesta, que pareca improvisada: era neces-
sario desengana-lo, mas nflo por tal meio, o menos
proprio para o tranquillisar.
A lei da contribuirn, pois,. vUivelmcnle foi rejeilada
pela opinio publica era geral, ainda que tiuha sido vo-
tada cm auiba as casa do parlamento; eaqui permita-
me a cmara qun observe, quao grande cautela deve lia-
ver elu nao confundir o que he a opinlao publica nacio-
uaiconi a tuaioria parlamentar. Quasi sempre nos enga-
llamos eu ouvi muitas vezes dizer aos membros daqucl-
la adminitracoo. e a un dosmeu malsant.go amigos:
o governo esl seguro ; lera urna grande inaiona Eira-
da c funesta prevenefio! Quanto governos constttucio-
naes teein tido raaiorias que he necessario destruir, por-
que nao representara a oplntao da nacao/. Sr. pieai-
NT1CIAS DIVEI\SAS.
No momento cm quo l.uz Philippe deixava as
Tulheras, Guizot, llobert e Duchatel se achavaui nos
pacos do ministerio do interior e, ao. receberem a
nolcia da fgida do el-re, e da prxima chegada
do povo, saltaram pelas janellas, e tralaram do se
evadir: Guizot disfarcou-se om criado e atravessou
as ras, do Paria com um embrullio debaixo do
braco ; Hebert lnha posto bjgodes suppostos, e l)u-
chalcl amarrou um lenco no roslo: todos ellos se
acham boje etn Inglaterra, com sau collega da ma-
rrana, o duque de Monte-Bello, o ja fizeram vanas
vi/itas ao ox-rc, que, segundo se diz, tomara o
titulo docondode.Neully.
A familia real da Giila-ltretaiiha e varias persona-
gen da mais alta aristocracia vistaram o ex-mo-
narclia, e o povo das vizii.hancasdo Glaromont Irata-
o-com muiliiaoaUneiito; mas ludas sgazetas in-
gloLas, posto que so mostrem recelosas polas esn-
setiquicias que ha de acarretar a proclaniacao da
repiollca em Franca aflo utiauines em declarar
que l.uz Philippe merecer tudo quanlt iiiOacu-
leceu; e l.nil Palmorston ordenou a lord Jlorniam-
by queacentificassea Lamartine, que a estada do
ex-rei cm Inglaterra nflo iinplcava inlenao hostil
alguma da parle do gabinete de S -Jaimes, o que a
hospilaldade prestada a Luiz Plilippo mo passava
desse generoso acolhmoiito que a Inglaterra nunca
recusara aus soberanos dcslhronados.
Assim quo e aesoalhoti. por entro as clas'ses o-
perarias da Grfla-Bretanlia, a noticia da revolusflo
do Pars, c soube-soque o vcrno proyiaoi to i a
repblica franceza reconhecera o DlnhlTO AO niA-
BAI.HO, os carlistas so comesaram a agitar ; nume-
rosos mcetmgstivoram lugar as cidades manufac-
tttreiras, e nos das 6 o 7 de margo, appareccram
sci ios disturbios cm Glasciw Manchesler, Kdin-
burcoc na propria cidado de Londres cm Cha-
rjny-Cross e TrafalgarSquare.
flue.no interesse da tranquillldado publica, ella nflo
consentira que o meelng so prolongasse alem do
por lo sol, nom tao pouco que os membros da
rcuniflo percorressem as ras de Londres, em gran-
des grupos; e todas as autoridades pnltciaes recebo-
ram ordens nestu sentido
Gomo j dissemos.-o mcellng devia ter lugar no
da 13 de marc,o; mas infelizmente so recebemos
gazetas at aquella data.
0 Mom'evr /I/serien de 5 demarco contni a se-
grala ordem do dia, enderecada aos habitantes da
Algeria peto ex-duquo de Aumate :
riel aos meus deveres, como cidad.lo e como
soldado, ucrmaneci no meu posto, emquanto jut-
guei que a minha prerenca entre v era til ao
meu paiz. ,
Esta oblgacSo j n.io existe. 0 genorat Livat-
gnac foi nomoado governador geral do Algeria. 0 ge-
neral Gliangaiiiier prCnchcrd interinamente as
funcefles de governador geral at que o geueral
Gavaignacchegue em Algeria.
Obedecendo a vontado nacional, como ne do
meu dever, deixo esta torra; mas, l do meu exilio,
todos os meus voto serlo pela vossa prospendade, o
pela glora da Franca, a quem desojara servir por
mais tempo.
a Algeria, 3 do marco
H. rOrlttms.
No mosmo da, o ex-principe enderecou ao sar-
dio a segu nte proclamacflo:
Quartel-generat eui Algeria, 3 lie marco de 184.
i 0 general Cliangarnier exercer interinamente
as funccOes de governador geral do Algeria, alea
chogada do general Gavaignac, que foi nomosdo
para oceupar esto cargo.
a No momento de apartar-me de um eiercito
modelo do honra e de valor, em cujas filairas passe o
mais grato periodo da minha vida, s posso desejar-
Ihe novos triumphos. Talvez que, em breve.nova car-
reir se abra vossa coragem, e tenho Te queha-
ves do preenche-la gloriosamente.
a Olhciaes, inferiores e soldados, bom desejara eu
pelcjar com vosco em pro da nossa patria com-
mum. lista honra me be recusada : mas, la do roen
exilio, o meu coracSo vos seguir por todaaa* pa-
ragons em que vos chamar a vontade nacional, e ex-
ultar com os vossos triumphos. Os meus votos
mais ardontcs sorflo sempre em pro da gloria e
felcdade da Franca.
//. DOrUanB.'
te
O lUoniteurdc G de marco contin o decreto soguin-
Bepublica Franceza. .
Lbcrdade, Igualdade, Fraternidade.
Desejando o governo provisorio da repblica
resignar, o mais cedo que fr possvel, as mitos do
governo definitivo, os poderes que ora exerce no
uteresse c segundo a vontode do povo, decreta:
Art. i.' Asassemblas eleiloraes sSo convoca-
das, cm cada dislricto, para o da 9 de abril, afita de
elegerem os representantes do povo a.assemblea na-
cional, quo deve organisar a nova constituicflo.
Art/. A eleicao'-ra por base a populacao.
Art 3 O numero total dos representantes do
povo sera novecentos, inclusive os da Algeria e das
colonias francezas. ,
Art 4 O numero dos depulados que deven
ser nomeados para cada poreflo do territorio fran-
cez, ser iiidoado pela tabella annoxa ao prosete
derArt. 5." Osuffragio ser directo e universal-
Art. 6.' Todo o Francez quo fr maior de 21 an-
nos e livor seis mezes de residencia no distrctoem
que' habitar, sera^eleitor, a menos que tenha sido
privado ou suspenso do excrcicio dos seus direitos
civis
Art. 7. Todo o Francez, maior de 25 airaos, a
no gozo de seus diritos cvis, ser elegivel.
Art. 8. Oescrutinio ser secreto.
Art. 9.* Todos os elcitores deverSo votar na ca-
becaos respectivos dstrictos. Cada cdala come-

I
-
I
X
('/
\


^^



ra tantos nomos quantos frem os do representantes
o.ue dovem d residir o votante.
Nmguem poder ser representante do povosem
quetenha obtido, pelo menos, dous mil votos.
Art. 10. Cada representante do novo receber
um indemnidade de 25 francos por dia, emquanto
durara sessflo.
Art. ll.* Urna instrucc&o do governo proviso.-
rio regular a execucflo do presente decreto.
Art 13. A abertura da .sessflo da assembla na-
cional constituinte tere lugar no dia 20 de abril.
Art. 13. O presente decreto ser immediata-
mente enviado a todos os departamentos, publicado
e aluzado em todos os districtos da repblica. >
Dado em Pars no concelho do-governo provi-
sorio, a 5 de marco de 1818. Os membros do gover-
no provisorio. Arm. Marras!. Lamartine. Gar-
nierPags. Crtnieu. Arago. Dupont (de l'Eu-
re). Albert. Louis Blanc. Mane. Ltdrv Rol-
Un. Flocon.
O governo provisorio da repblica franceza rece-
bcu, a 5 de margo, a grande deputacSo, enviada pe-
lo commiM central dos carlistas de Londres, aflm de
cntregar-lhe urna mensagem, volada a 9 de margo,
n'tiin mecling carlista mid leve lugar nessa capital.
Deparamos nesla mensagem os trechos seguidles :
Se os reis, ou outros opprcssores^ deslembrados
dasligcs do pnssado, ousarem unir-se paraataca-
em a Fninga e deelararom guerra s vossas liberda-
des, sede certos, cidadflos, que os povos nfio marcha-
rlo sb as bnndeiras dos seus tyramios. Vos sois
a guardo avangadn da |>lialange da lihcrdade ; e po-
demos assevorar-vos que o povo inglez mo se pres-
tara a urna guerra impa contra os seus irmflos de
Franga.
Garnir Pags respondeu deputagfo nos termos
seguales:
Recebemos com summo prazer os protestos do
sympatbia que nos enviaram ns carlistas inglezes.
He urna prova nao equivocado que a Inglaterra cn-
balmenlo coniprehendcu o pensamentoda nossa glo-
riosa revolueflo, e a alta misfSo do gve no proviso-
rio. F.sla missflo ser completada pacificamente pelo
movimentodas ideas ; o estamos convencidos que,
se o governo da Grfla-Bretanha pretendesse decla-
rar-nos guerra, seria inmediatamente embargado
pelo povo ingle/. Dizei aoscarlistas inglezes queen-
conlrastes no governo provisorio a mais decidida
.sympathia para todos aquellos que soffrem ; dzei-
Jliesque a rcvolugSo foi feita pelo povo, o em pro
do povo, e quoo governo provisorio, acclamado pa-
lo povo, se esforca para melliorar a situagflo do po-
vo. Vedo os son lmenlos que ani mam os republica-
nos : nenhuin grito de vnganga se ouvio aps da
victoria A ordem foi restablecida immediatamen-
te/
A deputagio relirou-so dando vivas a repblica.
Qusndo se soube, em Londres, do completo triuni-
pho ulcangado polo povo do Paris, o principo Luiz
Napoleflo [fillio doex-rei da llollanda] parti para
Franga e offerece os seus servigos ao governo pro-
visorio, o qual, com a prudencia que ha caracterisa-
do todos os seus actos, respondeu-lhe que presente-
mente mo poda aulorisa-lo a permanecer em Fran-
ga, ondo o scu nomo poda servir de alimento s fac-
ges. Accrescenou o governo provisorio, que inais
para diante, quando houvesse um governo definiti-
vo, as perlas do Franga se abriran* nao so aos mem-
bros du familia de Napoleo, como tambem para as
familias de Carlos e Luiz Philippe.
1HABI0 ME PmtHliiiO,
Alirmunios, sb palavra de
honra, que a carta publicada
em o nosso numero 85,; acerca
dos negocios da freguezia da
Escada e da comarcado Santo-
ntio, foi escripia por pessa
mu respeitavel, residente na
cidade da Victoria. Nao sabe-
mos i'orjar documentos, para il-
laquear a boa f dos leitoi'es:
esto reamo-nos sobremodo por
inteira-Ios dos lacles occorri-
dos; mas nunca noslembrmos
de illudi'los. Quein qur que
nos faz a injuria de suppr-nos
capazos de engendrar contos,
tal vez se ja mais apto paraisso,
do que nos. A inda muito novos,
e,por conseguinie, nada ames
trados as f ra fica nefas dq mun-
do, observadores fiis das re
gras do 'fit&to c do honesto,
sefli que, nierc de eos, tenha-
lons a consciencia estragada e
corrompida, falta-nos disposi-
y&o para vender yalo por lebre.
. COMMERCIO,
Alfandega.
REDIMENTO DO DA 14.......
Dtscarregam hoje, 15 de ubril.
CaleraStrapltina mercadura.
1:850,619
I
Barca -Commercio-do-Rlo barricas vasias e fumo.
Brigue-eru'fni mercaduras.
CONSULADO GERAL.
(REDIMENTO DO DIA 14.
eral.......................; 1:361,359
Diversas provincias............... 166,993
1:528,352
CONSULADO PROVINCIAL.
REDIMENTO DO DIA 1........... 7,255
Movmento do Porto.
Navios entrados no dia 14.
Rio-Grande-do-Sul; 18 dias, patacho brasileiro JV roy, de 154 toneladas, capitao Joaquim Soares |Mccie-
m, equlpagem 13, carga carne; aGaudino Agostinho
de Barros.
Rio-de-Janeiro; lidias, brigue brasileiro Despique, de
178 toneladas, capitao Joaquim Jos dos Santos, eqai-
pageinll, carga barricas valias elastro a Machado
Si Philielio.
Blcclaracoes
o paquete inglez Swifl que segu para Falmouth
fecha a mala hoje, quinze, ao meio-dia em pon-
to, no consulado britannico na ra do Trapiche-
Nova, n. 12, segundo andar.
A administracflo geni I dos estabeleci montos de
caridado manda fazer publico, que, no dia 17* do
corren!.:i,pelas 4 horas da larde,na sala das suas ses-
sOes, uo a praga as rendas da casa n. 68 do Atorro-
la Hi'ia-Vista, pelo lempo que iluCi'il do da da ar-
re na tacao n 30 do junlio di; 1851.
Admnstragflo geral dos estabelecimenlos de ca-
ridade, 10 de abril de 1848.
O escripturario,
/'. A. Cavbante Cousseiro.
, ** ** -** ^r**
BEBEBDBB
Os|Srs. accionistas que anda nflo realisaram a
prestacSo de 4 por cento queram faze-lo, quanto
antes; certos de quo a administracflo vai dar cum-
priment ao artigo 9 dos estatudos.
O secretario,
t. J. Fernandez Barros.
THFATRO PUBLICO.
ULTIMA RECITA DA QUARESMA.
Hoje, 15 de abril,
a beneficio do autor Antonio daCunha Soares GvimarSti,
so representa a famosa peca
O HOMEM DA SELVA NEGRA,
ou
A KdRQA DA INI RIGA.
Este escolente drama he dos melhores que p-
de.ni as presentes circunstancias subir scena, mo
s por sua moral e desenvolv ment,, como por ser
muito apropriado poca e frca da actual compa-
nhia.
O beneficiado, coadjuvado pelo director, seerrpe-
nha em que elle deixe satsfeto o respeitavel pu-
blico.
Grandecosmorama
Hoje estarfo expostas, das 6 horas da larde em
diante, no salo do Collegio, junto Congrega^flo,
as sogunles vislas:
1. Pernambuco, pelo lado da fortaleza do Hrum.
2.* Alaga do Rodrigues, no Ro-de-Janeiro.
3.a A columna do Alejandre om S.-Petersburgo.
4.* Os arcos das agoas-Iivres em Lisboa.
5.* O arsenal de guerra em Kremcl de Moscow, na
Russa.
6." O enterro d'O' Connell em Dublin, na Irlanda.
7.' A cidade de Colhumberg, naSuecia.
8.* A cidado de Thun polo lado do cemterio, r
Suissa.
9.* O interior da matriz de S.-Jos, que aqui se es-
t edificando.
10. O interior de urna casado banho o escola de
nadar, em Vienua.
11. Acidado de aples.
12. A praca d'El-Ppolo [do povo] em Roma.
13. Os tmulos de D. Pedro I o de I). Ignez de Cas-
tro, na igreja de S.-Vicentc-de-Fra, em Lisboa.
14. O naufragio da galera franceza Meduza, em 2
dejulhode 1816.
15. Urna cascata em Tyrol, na Austria.
Adverle-sequeos.blheles vendom-so na portada
entrada a 500 rs. geral mente, sendo gratis para es
meninos de 6 anuos para baixo.
O director do GRANDE COSHOIIAMA tondo
annunciado fazer as exposi^es das vistas em 6 se-
manas; agora, por pedido de muitas pessoas, se v
obrigado a dilatar por mais um mez, lindas as 6
semanas, e por sso modiflcou o preco da entrada
para quo o respeitavel publico fique do todo satsfe-
to ; assini como pela mesma ordm tem de irrepe-
tindo as vistas da primeira exposeflo, porquo mui-
to agradaram, e elle deseja que todos as vejam.
patricio Fr. Jos de Sania Rifa Duroje para dar-
mos urna idea da escollia qua o autor do resumo fe/
das estancias do poema, citaremos a seguinle, collo-
cada no lugar em que trata da mudanza donme de
trra da Vera-Crvi, dado pelo seu descubridor
Cabral--, para o do --Brasil.
Terra, porm, depoisebamou a gente,
Do Baasil nilo da Cruz, porque attrahida
D'oulro lenho as tintas encllente,
Se lembra menos do quo o foi da vida i
' Assim ama o mortal o bem presente,
Assim onome esquecequo o convida
Aos interosses da futura gloria,
Aos bens atiento s da transitoria.
Este resumo leva no (im quatro ndices chronolo-
gicos; um dos res de Portugal, desde D. Affonio
llcnriques, em 1139, at D. Jofio VI; oulro dos go-
vernadores geracs e vice-rois do Brasil; desde Tho-
m de Souza, em 1549, at D. Marros de Noronha e
Rrito, em 1808; oulro dos papas, desde Alexandre
VI, em 1499, ale o SS. padre Po IX, que aclual e fe-
lizmente reina; e oulro, finalmente, dos bisaos e ar-
cebispos do Brasil, com declararlo dos bispados a
3ue perlencem, as datas em que estes fram crea-
os, o aquelles Horneados, &c.
Alm disto, acham-se tambem dous mappas esti-
lsticos dos hachareis formados as duas academias
jurdicas de San-Paulo e de OInda,o ainala listado
lodas as pessas que se dignaran) contribuir para a
impresso do dito resumo, a qual prometi o autor
que sera a maislimpa possivel, om muito lioin pa-
pel c om formato de oitavo francez.
Assigna-se para esta obra as livraras dos Srs. F-
guera, na praga da Independencia, e Dr. Coutinho,
esquina defronto do Collegio; e em Olinda, ra de
Malhias-Ferreira, om casa do mesmo autor.
O preco de cada assignatura sera tres mil res, pa-
gos ao receber a obra.
Nos mesmos lugares cima annunciados, exislem
a venda as scguintes.obras, compostas pelo mesmo
professor:
1. Novas cartas para aprcsdir a ler, as quaesse
mostra que nflo he necessario o esludo das syllaDas
soladas dos nomes, como se ensina pelas a"tiga*
cartas : brox. 80 rs.
2. Compendio de grammatic* portuguesa, em molho-
do claro o fcil, conlendo a doutrina dos melhores
utores. Este compendio tem tido tanta acoilagflo e
he lito adoptado e seguido, nao s nesla como em
outras provincias, queja se tem reimpresso por cinco
vezes. Acha-se a venda a 6.*edig!o : meia ene. 640
ris.
3. Resumo das quatro operaesss de arilhmetica, se-
co ni modado ao uso das aulas do sexo feminino, eof-
ferocjdo s professoras publicas ; brox. 240 ris.
4. Calhecismo da doutrina christa, extrahido de
Montpellier e de Fleury. dividido em duas parles : a
primeira conten, em forma de dialogo, as precisas
explicares da mesma doutrina para o uso das au-
las; o a segunda contm as melhores orages para o
uso de lodo o christo, e entre ollas, as de Santo
Agostinho, de Santa Barbara, de Nossa Senliora das
Dores, de Santa Mara eterna virgem das virgen, o
ofllcio de Nossa Senhora do Carino, as oragoos pro-
prlas da confissSo, e o competente methodo de fater
o exame de consciencia para ella, *c.: meia ene.
800 rs. .
5. Resumo de arilhmetica, extrahido de S. F. La-
croi x, para o uso das aulas do sexo masculino, con-
tend) o que he exigido pela loi geral de 15 de oulu-
hro de 1827, e pela provincial de 10 de junho de
1837 : meia ene. 640 rs.
6. Epitome de geometra pratiea, com as suss com-
petentes figuras no (im em tres estampas, 2 edigflo :
meia ene. 640 rs.
Lcilao.
Contos da minhaIerra, os quatro irmos, bella tra-
ducgflo da provincia do Minho, pelo (itralo Pereira
da Cunba, 1 pequeo folheto.
Universo Pittoretco, jornal de instrucgflo erecreio,
com bellos e interessantes artigos, e ornado de ex-
cellentes eslampas.
Jornal das Bellas-Artes, archivo de pintura, littera-
lura, archeologia, &c, com multo boas estampas.
J Autopsia dos partidos polticos em Portugal, onsaios
sobre as continuas revoiugOes, 1 pequeo folheto.
Historia do Consulado do Imperio, por Thiers, vor-
silo porlugneza, os 4 volu mes publicados.
Revista Universal Lisbonnse, jornal dos iuteresses
Iliterarios, physicos e moraes, collaboradn pelos
Pnblicacdes Litterarias.
Acha-so sobre o prlo um resumo da bis loria do
Brasil, coosposlo pelo professor publico Salvador
Henrique de Albuquerque.
'Este resumo, alm do conter ornis interessante
da nossa historia, vai iulercnudiado por bellas estn-j
cas do poema Caramur-~, composigao do nosso I
Revista Universal Lisbonense.
Os Srs. assignantes queram mandar buscar os 12
primoiros nmeros do stimo volume.
Historia do Consulado e do Imperio.
Os Srs. assignantes fagam a merc mandar buscar
o quarto volume, na casa n. 1 da ra da Cruz.
Na mesma casa vendem-se por commodos prcr-os
as publicagOes seguintes :
fiagens na minha tetra, publicaco muito interes-
sante do bem conhecido Garrelt, 2 pequeos1 volu-
melhores
mes.
Iliteratos portuguezes, os 3.a o 4. volu-
Avisos inaritttnos.
Oleiao do mobilia etc., doSr. G. F. Fox, an-
nunciado para o da 13, fica transferido por causa
da cliuva, e lera lugar hoje, 15 do corronto, ts
10 horas da maulifla na Magdalena segunda casa a
esquerda, passahdo a pon le.
Avisos diversos.
O Srs. carregadores da barca portugueza Leal
sirvam-sc levar os seus conheclmentos casa do
scu consignatario, alim desepodrem iegalisar o*
manifesios da mesma barca.
Para pRio-de-Janero segu, no dia 17 do cor-
rente, o patacho Santa-Cruz, capilflo Joaquim Anto-
nio dos Santos : para passageiros e escravos, trata-se
ao lado do Corpo-Santo, n. 25.
Para Liverpool sabe i mpretervelmenlo a galo-
pa ingleza Sword-Fish, capitao R. Creen, at o dia 18
a 20 do crrante mez, oflerecendo para passageiros
as condecidas vautagens do oommodo e de superior
marcha da mesma embarcagao: os pretndanles di-
rijam-so aps consignatarios, Me. Calmont & C.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, coas a maior bre-
vidade possivol, por ter parte do sea carregamenlo
engajada, a barca nacional Commereio-do-Rio : qurm
na mesma quizercarregar, embarcar escravos a fro-
te o ir de passagem, para o que tem aseeados com-
modos, dirja-se sos consignalarios, NoVaes & Com-
pauliia, ra do Trapiche, n. 34.
il ttencao.
A pozar da resposla, dada em o Diario d* Pemanbuto
n. 84, pelo Sr. Jos Antonio Gomes Jnior, eos an-
nuncios que fiz circular por meo dosjornae m-
pressos nesla cidade, para que.ninguem faga sfgom
negocio sobro os bens do seu casal, e sobre os que a
elle v'ierem por qualquer titulo, torno a ractillcare
insistir em os mesmos annuncios,'como meio pre-
ventivo de qualquer engao que possa acontecer em
prejuizo de lerceiro. A resposla do Sr. Gomos Jnior
merece ser de atgum modo paraphraseada I Diz elle
ser credor e nflo devedor de seu pai, o Sr. Alexandre
Jos Gomes : se assim he, por que rasllo se tem oSr.
Gomes Jnior constantemente negado a liquidaras
conlas que Uvera feito com seu pai, por meio de
oxame sobre ellas feito por peritos negociantes, co-
mo Iho foi por muitas vezes proposlo ? Qual he o ne-
gociante que, tendo com outro iransacgOes por mais '
de vnte annos, se nflo presta a este passo aconselln-,
do pela prudencia, sinceridide e boa f? Como prefe-
rir antes, para esse lim, um procosso?! Soja como
fr, o certo he que tonho conlas assignadas pelo Sr.
Jos Antonio Gomes Jnior, em quo olio se confessa
devedor de seu pai, do avtiltada somma de contos de
rs., c ncnliuma lem o dito So Gomes Jnior do mos-
mo seu pai, em que elle se diga seu devedor : ellas
se acliain juntas ao libello que contra o mesmo en-
caminho pelo cartorio do esc ivflo, o Sr. I'. J. da Cu-
nta, ondo pdem ser vislas cexaminadas: asjusti-
gas do paiz decid rilo quom seja o devedor. O Sr.
Alexandro Jos Gomes cedeu o dreito de cobrar esta
divida porquo quiz : sendo credor reconhocido, nSo
poda recear reconvengao; e se o Sr. Gomes Jnior a
ella tom direitu, nSo est pela cessflo lolhido dells,
porquo o pode doduzr por argflo : a cscriptura da '
cessiio nao esta oceulta ; acha-se no cartorio do U-
belliflo Bezerra, e junta aos dilos autos de libello;
publique-a o Sr. Gomes Jnior, querondo : quanto i
porcontagern pela cobranza, nao pertenca aoSr..Go-
mes Jnior conhecer o disputar o dreito com que
foi feita, e nom sso o deve assustar e'noin servir da
argumento, porque, dizendo-se elleirodor e nao de-
vedor a seu pai, oSr. Alexandro Jos Gomes, ncnlm-
ma porcentagom haver, caso isso se verifique. A Cs-
criptura do Uo-de-Janeiro foi celebrada por quem
a poda fazer.
O Sr. Alexandre Jos Gomos, homem Jfonrado o
por tal reconhecdo psr todos os negociadles da
praga de LisbOa, e pelos dis outras prugas onde o*
mesmo negociou, nunca pralcou actos do bargaiuc-
ria ; nunca possOTo cousa alguma debaixo do nomo
alheio ; osomente o Sr. Sr. Jos Antonio Gomes J-
nior, lillio a quem ello beneficiou em prejuizo dos
outros, e que anda hoje lem om si o quo Iho perlen-
ce, he que leve a triste lomhranga de deprimir are-
putagflo de seu pai e bemfelor!!..0 juizocritieo so-
bre este proced ment, fica desde ja sb o dominio
do publico: pelo que me diz respeit, a nica respos-
ta que dou ao Sr. Jos Antonio Gomes Jnior, beque
entrego ao despiezo sous insultos, e quo, por cons'i-
deragflo e respoito a pessa de sua familia, nada mais
lile drei, uimbrando-lhe apenas que ncm son mo
lillio, e iiem tflo pouco pessimo pai, cumpro religio-
samente os meus em penlios, respeito as leis e as au-
toridades.
Feliciano Jos Gomes.
O abaixo assgnado, vendo no Diario d Pernambu-
co de 14 do corrente um annunco, que sem duvida
he de Manoel da Cunlia Guimarfies Ferreira, propie-
tario da casa mencionada no referido annunc.'o; de-
clara ao respeitavel publico quo aquello annunco
hefilho da nialdade c infamia quecaracterisam scu
autor: porquanto, morando o abaixo assgnado qua-
si ha dous annos em a referida casa, sompre pagou
qnando convinha ao proprietarfb receber, segundo
consta dos recibos que tem em seu poder, e como
quer quo esse Guimar3es se lenha persuadido do
que o abaixo assgnado concorre para ilescobrir-.su
suas malvorsagOes, agora mesqunhamente man dou
ublicar soinehante annunco, para p/ em duvida o
em firmado crdito do abaixo assgnado, o-quo
cortamente nfio conseguir, porque nflo he um ener-
gmeno da qualidade de Guimarfles Ferreira, que
desacredita a
Francisco da Sileeira Martins Leal.
A irmandade dos Martyrios, em virtude do annun-
co dos Srs. da companliia deBeberibe, publicado do
Diario Aoto de quarla fcira 12 do corrente abril, no
qual declaram pretenderein sentar na frente da Igreja o
cbafarii, faz ver aos mesmos Srs. que, aquclle pequeo
fiateo que tem a igreja serve desumidor aosussosdos
iillccdos irinos, e que a irmandade no praso dr 8 me-
tes sempre manda all cavar para depozitartdilos ol-
sos.bem como agora prximamente se enterrarameesli
uiuilo deseaos, ludo isio, pela dita igreja ser pequea e
nao ter grande commo'do; alm disso, a igreja est com
um oitau laxado, e a irmandade val entrar em concert,
como jaununciou no Diario, e s tem a quell pequeo
pateo para arrumaco dos inateriaes : a'visla doaspen-
dido, dignem-se Vv. Mine, recorrrcni a outro lugar.
Loureneo Nunet da Coila, escriv da IrniMuidade.
Prccisa-se do um feitor para sillo, que |rntenili
do horla e plantagOes : na ra do l.vramento, so-
bra do n 35.
--OsSrs. doutores Jos Lourengode VnsconcellOJ
Moura Manoel Fortunato de Pai va Joas Vertu-
liano Corsinode Maccdoe Tiburcio da Rocha Lina
tcem cartas, no Recife em mflo de Joaquim Pnhei-
xo Jacome.
Precisa-se de um perito amassador: as Cin-
co-l'ontas, n. 30.
Quem aniiuncioii ter urna cranga do 2 mozos
para dar a criar drija-se ao pateo de N. S. do Tef-
go ii. 30, que se dir quem pretende encarregar-
se da cracSo.
Offereco-se um rapaz porluguez quo srfbe lef>
escrever e contar para caixeiro de qualqer estabe-
lecimento, qursja nacional, qur soja eslrangei-
io anda mesmo que seja para casa particular p>-
r* o que dar fiador a sua conducta f quem de seu
prestimo se quzerutilisar drija-se a ru larga do
Itozario, n. 45 venda doSr. Vallenga.
ATTENCAO'.
Perdeu-se, nodiaii do corrente, um annel d
ouro : julga-so ter sido as ras do Cabug, Cadois,
ou no largo do Corpo-Santo. Roga-se a quem o
achou que baja de fazer o obsequio, de restituir i
seu dono na ra do Torres .junto a Corpo-Santo,
que recbela o duplo do seu valor e so-llie uro 0!
signaos do dito annel.


m


.
=ss
Precisa-so de um Portuguez para feitor de en-
genho : no largo do F.ivta ment, n. 20.
Precisa-so do Um Portuguez, que seja bom tra-
halhador de enxada dando-se-IIio bom ordenado e
comida : as Cinco-Ponas, n.'70.
Precisa-se de um caixeiro : na ra Nova, co-
cheira n. 5*.
No paleo do Paraizo, n. 4, precisa-se de um co-
zinheiro prefer udo-se escravo.
QufnTecolheii, por humanidade, no da 13 do
corrente um co bstanle grande queira restitui-
lo a Antonio Jos Comes do Correio, a quem per-
lence.
Pf rmuta-se um pequeo sitio de arvoredos ,
com casa, perto do rio Capibaribe, no lugar do Ber-
balho por urna casa na Casa-Forte, ou na cidade
je Olinda : a Ualar no Aterro-da-Boa-Vista loja n.
14. .\a mesma casa vende-se urna rica tipoia com
Indos os seus pertences.
Agencia de passaportes.
Narua do Collegio, n. 10, o no Aierro-da-Boa-
Vista, n. 48, continuam-se a tirar passaportes tan-
to para dentro, como para Tora do imperio; assira
como despachan)-se escrayos: tudo com brevidade.
w A mesa regedora da ir-,
mandade doSenhor Bom Jess das Chagas tem de
expr vista do respeitavel publico a solemne pro-
eisslodo mesmo Senlior, na tardo de domingo de
Ramos, 16 do corrente, pelas ras seguintos: travessa
doOuvidor, ruadas Cruzes ra de San-Francisco;
Ilecife, ra da Madre-do-Dcos, ra da Moda, ra do
Vigarioe l.ingoeta, rua da Cadeia do Recito, ruado
Cdlegio, Livramento, rfla Direita, beccodo Marisco,
ruado Horlns, pateo do Carino, Camboa do dito,
ra da Flores, ra Nova, Trincheiras, estreita do
Hozarlo, ru do Queimado c Cruzes, a recolher-se.
ivde-se aos reverendos Srs. sacerdotes que quize-
.jjs-wi acorpanhar, virem paramentados de roquete,
T>s moradores das ditas ras, de s lerem limpas
para poder transitar a mesma proeisslo.
Joo Pedro Paulino,
Escrivfio.
Os abaixo assignados fazem pun ico que ioem
constituido novo procurador para tratar dos seus
negocios judieiaes, e em consequoncia caca do. os
poderes que para tal lim haviam dado ao Sr. Manoel
Pereira MagalliB>s.--C/f Tantos.
_Alugam-se as seguintes casas-: um sobrado de
um andar com slito e lujas na ra do Sebo, n. 50],
por 300,000 rs. annuacs; urna casa terrea com quin-
tal-, cacimba e commodos para familia na ra da
'Unflo.n. 3, pr|14,000 rs. monsaes; duas ditas
com iguaes commodos na Trempe ra da Sole-
dad e, ns. 33 c 35, por 10,000 rs. mensaes ; duas
ditas pequeas, na ra do Sebo, ns. 52 e 51, por 7/
rs. monsaes ; urna dita pequea na ra da llniao ,
n. 1, por 10,000 rs. mensaes: a tratar no escriptorio
dcF. A do Oliveira na ra da Aurora, n. 26.
* Semana santa na fgreja do
Corpo-Santo.
A mesa regedora da irmandadedo San-
tissimo, Sacramento, de San-Frei-Pcdro-
Goncalves do llecife lem rcsolvidosolem-
nisar, na sua matriz, os sagrados myste-
rios que a sonta igreja prop5e venera-
co dos fiis, nos das da semana santa,
os quaes tero tornero impreteiiivelmente
s lioras abaixo declarad?, o que deve
servir de bom governo, nao s aos reve-
rendos' senhores sacerdotes, prgadores e
msicos que lecm de ser em pregados em
taes actos, como tambem aos irm3os de-
votos, a qem se tem rogado aesmola de
figuras, a que vulgarmente chamam an-
jos, para as respectivas procissSes: do-
mingo de ramos, s nove horas da ma-
nh; procissao dos enfermos, s seis da
manbSa ; quarta-leira, as cinco da tarde ;
quitila-feira, os nove damanhja e as qna-
tro da larde ','sexta-feira, as oito da ma-
nilla e as quatro da tarde; e prociss5o de
enterro, s 6 da tarde ; sabbado de alle-
luia, s seis da manhSa ; e domingo de
pascua, missa s tres e meia da manliaa,
e em seguida, os Cinco e meia, a procis.-So
da resurreicSo
A imsin i mesa regedora roga aos seus
roaos'que teer capa em casa, perten-
centes a irmandade, hajam de as restituir
ao sed thesoureiro, muito principalmen-
te aquellas com que ficaram por occasiao
'los acompanbamentes de dous ltimos
enterres que houvcratn, de FcVa-de-Por-
tas para a igrep.
O abaixo assignado, professor substituto de phi-
losophif e geometria no collegio das artes d'Olinda,
e ahi residente, na casa em que morou o capilSo Pas-
sos, recohe anda aboletadossb sua directo ; para
0 que pde-se tratar eom elle em Olinda, e com scu
irniSt, Miguel Archanja da Silva osla, no Recire,
collegio Sanlo-Anlonio. ,
> Jolio Vanle da Silva Cosa.
A mesa regedora da irmandade do Senhor dos
l'assosda freguezia de San-Frei-Pcdro-Goncalves ro-
ga encarec llmenlos todos o irmflos, para que se
ilinem de comparecer s 2 horas da Urde do da
sexla-feira, Itdo corrente mez du abril, afim do ac-
companhareni a procissao de triumplio, que tem de
sabir da ordem 3 do Carmo ; esperando da rcligio-
sidiido dosmesmos ii nulos a sua prompla coadjuva-
c2o, para maior esplendor deste acto venerando.
ltgam-se 2sitios : um na campia da Casa-
Forte, propri para grandcsplaiilacO.es, com casa
nova, cacimba, ele, o oulro na ra da Casa-Forte;
bem como diversas casas pequeas nessa povoa-
cSo ; o arniazem do sobrado amarcllo da ra Au-
gusta, proprio para cstabclgcimenlo, e outro igual
na ruado Anioriin, n. 15. em cojo sobrado >>o traa.
Prccisa-sesalera existo nesta provincia Luz
l'edro, natural dos Poizos, no distncto d Leiria
fviua! ju!ga-sS ser negociable
i *U, n. 36.
LOTERA
Do Hospital Pedro II.
Os bilhetes da quarla quinta parte dosta lotera
acham-se a venda nos lugares j annunciados, e
brovemonle se marcar o dia impreterivcl em que
ttevem correr as rodas.
Perdou-seum relogio, patente su i s so, com caU
xa de ouro, urna corrente tambem de ouro ; consta
tor urna preta o.adiado. Roga-se a quem o achou,
e o queira restituir, que o leve a ra Direita, padaria
n. 69, que se Ihe dardo os signaes, e ser recompen-
sado.
Aluga-so aiinualmento urna propriedade de po-
dra e cal, no lugar da Casa-Forte, junto a do Sr. ma-
jor Villela : a tratar na dita propriedade, ou na fun-
dico ingleza, ra do Brum ns. 6 e 8, com o caixeiro
da mesma.
Luiz Antonio de Barros, com venda na roa Au-
gusta, n. 1, participa ao publico que, vondo um an-
jiuncio no Diario n. 80, de que se retirava para Por-
tugal, declara que mo so entonde com elle, o de bo-
je em diante so assignar por Luiz Antonio da Cu-
nda Barros.
Precisa-se lugar urna casa do sobrado, primei-
ro andar, as seguintes ras: Direita, Hortas, es-
treita do Rozario, Cruzes, Cadeia. com preferencia de
um s andar: quem tiver dirija-so a praca da Inde-
pendencia, livraria ns. o 8, que se indicar o pre-
tndeme.
Existo urna possa que tem livros as tardes c
que pode-so empregar em qualquer servico, depois
das duas horas at a noite : quem de scu prest rea
se quizer iKilisar annnncio.
Anda esta por alugar-so o primeiro andar do
Sobrado, atrs da matriz da Bd-Vista, n. 26 : a tra-
tar na loja do mesmo.
Os Srs. doiitorcs Miguel
Archanjn da Silva Costa e Joflo Viente da Silva Cos-
ta queiram dirigir-se a ra do Crespo, n. 9.
-- O abaixo assignado, professor provisionado de
primeiras ledras, contina a ensina-las na ra es-
irrita do Rozario, n. 30; e promette todo o desvelo e
cuidado no mesmo ensino.
Beno /.m; da Gama e Mello.
O abaixo assignado participa a todos
os seus tlevedores, que tem constituido
|.por seu bastante procurador ao Sr Joa-
qun) Candido da Cruz Siqueira, para co-
brar suas dividas nesta praca, e lora del-
ta. Recife,_3i de marco de i848.
Francisco Joaquim Duart.
Quem precisar tumprar um scxlanto nevs, nun-
ca servido, dirija-se a Fra-de-Portas, na ra dos
Guararapes, a fallir com Bernardino Rodrigues IM-
nheiro, ou falle com o caixeiro doSr. J. J. Monteiro,
no Recife.
Quem annunciou querer alugarum sitio diri-
ja-se a praca da Independencia, n 12.
O abaixo assignado partici-
pa ao respeitavel publico, aos
seus freguezes e amigos, que ha
mudado
o seu estabelecimento.da ra do Queimado, n. II A,
para o grande nrmazem da esquina da mesma ra n.
|h |M aonde se enconlrarSo, nao s as fazendas
^B / j anuunciadas, como um grande sorti-
* *nicntq chegado pelos ltimos navios ,
para vender por atacado o a retalho, o mus barato
possivel. Neste novo armaznm encontrarSo os con-
curtcntes molhor commodo para as suas compras,
nflo s pelo espagoso armazem, como pelos precos
baratissimos e completo sortimento.
Ilaymundfl Cortos Ltite.
Aluga-so urna casa com sotto e com quintal
grande, com bastante plantacSo, na ra da Soleda-
de, n. 42, por 200,000 rs. annuaes : a tratar na ra do
Queimado, n. 80. .
Pede-so aoa Srs. acadmicos Arcbias Pedro de
Menozes, Carlos do Cerquoira Pinto, Carlos Fcrreira
Franca, Gasp.irino Moreira Castro, Jofio Vctor de
Carvalho, Jos Joaquim Ferreira Valle e Salvador
Curreia S e Benevides tenhama bondade de ap-
parocer na ra Nova, n. 46, primeiro andar, das
6ns 9 horas da manliUa, e das duas as 4 da larde, que
selhes deseja fallar a nogocio que Ihes diz res-
pailo : e como se nfio sabe aonde os ditos Srs. as-
sistem nesta cidade, por isso so Ihos pede este
favor.
Precisa-ae do um criado que seja menor de 16
annos: a trotar com o director do collegio S.-Anto-
nio, ou com o seu rmito, em Olinda, junto ao Ihea-
tro, ou annuncie.
Precisa-se deum homem nacional, ou estran-
fieiro de boa conducta e que seja bom tirador de
cito, para se empregar neste servico, e em plan-
lar verduras, *ou em oulro qualquer servico, con-
formo se convencionar : quem pretender dirija-se
ao primeiro andar do sobrado n. 2, da ra da Ca-
deia de s.-Antonio ou na estrada nova, casa terrea
que (lea em frente da propriedade da Torro.
OSr.Joilo Augusto de Mesquita tem urna car-
ta viuda de Lisboa na ra Nova, n. 30.
-John William Crablreo retira-se para Ingla-
terra.
The liaron Von Koldvitbout of Crogswig is
heieliy adinonislied lo disist l'rom bis attempls to
seduce away olhiir personsservauts by anysuch li-
beral offorsasanadvanco of 80 rs. a day, as sucb
eomluct niay ultimatcly bring bis F.xcrllency inlo
lioublc.
Quem quizer alugar um bom negro para ser-
vir a um eslrangeiro, que manda buscar o scu jantar
na hospedara, etiver disposto a vender o mesmo
escravo ,so elle agradar para o dlo servico, dirija-
se a esta typographia, que se dir quem precisa.
Aluga-seum moleque para servir a urna casa,
o qual sabe cozinhar quem o [pretender dirija-so a
praca da Independencia, u. 3.
Preciso, sn i\e.
gundo
Precisa-so de urna
rlml
urna ama
ra Direita, n
de leite
a8,
>
se-
inio forra : na
andar.
ama de meia idado, prefo-
o-se preta para o servico do urna casa : i.a pra-
ca da Independencia n. 3.
-- Quom annunciou ter urna enanca do dous me-
zes para criar fra, dirija-so a ra Direita, n. 30,
terceiro andar, a fallar com una mulher que tom
disto bstanlo pratica pois que tem criado bastan-
tes com todo zelo e cuidado.
-- Antonio Al ves da Silva llalboni, subdito por-
luguez, retira-so para Tora da provincia.
OSr. Francisco da Silveira Marlins queira man-
dar pagar os tuguis que est devendo, do pri-
meiro andar do sobrado que oceupa na ra da*
iVrtia, n. 43, assim como despejar o mesmo andar,
pois quo se precisa delle.
O Sr. Antonio Jos Ribciro e Flix de Canta-
lina lenhain a boudado de dirigir-so a ra de Nor-
ias, loja de tartarugueiro, das 3 as 6 horas da tarde,
que so Ihe deseja fallar a negocio de seu intc-
resse.
O abaixo assignado tcm-sc resolvido, para
maor conveniencia das familias principaes desta ci-
dade, a ir em urnas puncas de casas particulares
para tirar retratos; e roga as pessas que quize-
" aproveitar-se dos seus servicos desta maneira,
Dentista.
no"Aterro-da-Uoa-
D. W. Ilaynon, cirurgiSo dentista dos Estados-Uni-
dos da America do Norte, recenlemenlo chegado a es-
ta cidade, participa ao respeitavel publico e aos seus
amigos, que tenciona seguir desta cidade para os
portos do su 1 em breve lempo : ossim roga as pes-
sas que sequizerem ulilisar do seu preslimo, diri-
jam-so a ra da Cruz, n. 40, segundo andar.
[3KXfgg))K)
Vende-se um moleque de doze annos,
muito lindo e esperto, sm vicios nem
achaques ; una negra Mozambique ,
muito moca, sem vicios que cozinba-
perfeilamente, engomma sodrivel, co-
se, lio perfeita lavadeira, o vende na
na ; urna crioula muito moca, com al-
guma ha bulado : na ra do Vigario, n.
24, se dir quem vende.
Quem tiver urna cadeira de arruar, da forma das
queso usam na Baha, e a queira vender, dirija-so a
casa de Jos Francisco llelm, no Forle-do-Mattos,
que fara negocio
Preciaa-se de um caixeiro de vinle e tantos an-
nos, para tomar cunta de urna vend por halanco e
que d flador a sua conducta : paga-sc-lho bom or-
denado ; quem esliver neslas circunstancias dirija-
se ao pateo do Carino a Narciso Jos da Costa que
dir quem precisa.
Aluga-so urna padaria prompta para o traba-
Ibo na oa-Vista, ra da Alegra : a tratar na ra
da Gloria n. 38.
Manoel Joaqun) da Silva, subdito portuguez ,
retira-so para as illias.
Aspcssoaa que rcconlemenle quizeram com-
prara venda defronle da matriz da Boa-Vista, n.
88, be ni como oulros pretenden tes pdmn tornar
a apparecer na mesma para Iralaroni qualquer ne-
gocio que cunvenlia : auvertiudo-ae que se vendo
coui os fundos que o comprador quizer, pois se
desinancbou o trato que a mullos pretndanles se
disseeslava effecluado esta boa rasSo por que se
loma ni a convidar.
Precisa-ae de preta que vendam pao pagan-
do-se vendagem : na ra do Burgos, (Forte-do-'Mat-
lo) padaria que foi do Allemflo.
Precisa-se de urna mulher zelosa, que saiba bem
cozinhar e administrar urna casa : na ra Nova ,
n. 13.
rem
quo venliam o mais breve possivel para fallar com
elle sobreest respeito, estando o da marcado em
que ello lem do seguir viagem para a Baha.
Contina a tirar retratos na sua casa, ra da
Cadeia do Santo-Antonio, n. 26, nos domingos e
dias-suntos, das 9 horas da manliSa al as 2 da tar-
de, e em qualquor outro dia, das 11 da inanha s 4
da tarde.
Carlos D. Fredericks,
Professor do daguerreotypo.
Alugam-so dous prctos, proprios para armazem
de assucar, pu servico de pedreiro : na ra do Colle-
gio, n. 3, segundo andar.
Compras.
Compram-se ps de larangoirasselectas, de 6
palmos : no Aterro-da-Boa-Vista, n, 21.
--'Compra-so um casal de cachorros alravessados,
pequeos, para se criaren! equesejam de boa ra-
qa : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 21.
Compra-se urna escrava moga, quo saiba per
fcitainenle coser e engommar : no largo do Corpo-
Santo armazem n. 4.
Compram-sc, para una cncommenda,2prelasdc
14 a 18annos,e2moleques: no pateoda matriz de
S.-Antonio sobrado n. 4.
Compram-se, para urna encommenda, escravos
de ambos os sexos, de 10 a 40 annos : agradando,
pagau-se bem : na ra estreita do Rozario, n. 31,
primeiro andar.
historia da dpminacfo da praia, que igualmente*
achaa venda pelo mesrao preco na referida loja ae
oncadernaeflo; reunidos, formam aem duvida um
livro nteresaanto para momoria dos feito do par-
tido dominante. .
Vende-se lenha em toros da Parahiba : a -
nhoiro. ou a troco de lijlos de alvenaria grossa : na
ra da Praia, outr'ora S.-Rita, n. 7.
Estanlio en* verguinhas.
Vende-se estando em verguinhas por pro?o mqi-
10 commodo : em casa do James Ryder & Compa-
nhia na ra da Cadeia,* n. 48.
Vende-se urna oscrava do nae^o, moca, boa
engommadeira, e que coznha o diario do urna ca-
sr o cose chfio : na ra do Queimado, iojs n. !-, aa
dir o motivo da*venda.
Yendem-se bichas pretas, muito
superiores, asmis pequeas a 5,ooo rs.
o cento, aliinca-se ellas pegarem no an-
tigo deposito de Joaquim Antonio Caf-
ueiro na rua da Ouz, no Recife, n. 43-
Vendem-se barricas vaslas, por preco commodo:
no caes da Alfandega, armazem do F. Ferreira.
Vende-se urna casa terrea em Fra-da-Portaa ,
quasi no lim da rua, de porta e janella, aasoalhada,
com tres quartos, cozinnn fra, com quintal e por-
13o para a rua dos Guararapes ; assim como urna
c asmlia no fundo da mesma casa com frente para a
dita rua dos Guararapes a fallar com o escrivSo
Alcanforado, ou com o caixeiro do Sr. J. J. Montei-
ro, no Recife.
-- JNo Fasseio-Fublico, lu^a de una
s porta, parede e meia u fabrica de cha-
peos de sol vende-se urna porco de
ehapos de sol, de seda de armacSo de
aro os mais finos e mais modernos que
leem viudo de Paris, pelo diminuto pre-
co de 5,5oo rs. cada um Na mesma rua ,
n. 19, tambem vendem-se os mesmos
chapeos de sol pelo mesmo preco. Es-
pera-s a concurrencia dos fregueses ,
pela boa qnalidade dos chapeos.
Vende-se urna casa terria cita na rua de Hortas,
n.112: a tratar na mesma.
Na
6, Je
rua Nova loja n.
Maya Ramos & G.,
ha una porcilo de luvis do pellica para homem, a
1,000 rs. o par.
Historia universal,
publicado nova do Rio-de-Janeiro 5 v. ,tom mul-
taj estampas finas: vendo-se na livraria da esquina
9 ollegio.
Participase
aos freguezes do bom e barato, que se n.lem cha-
les delialzurina, a 2,000 ra. setim preto maco. a
2,200 rs.; cambraias de eoda, a 10,000 rs.; chapeos
de sol, de soda, a 5,500 ; cortes de cambraia aber-
la, a 4,500 rs.; pe^as do bretanha de Frange, a 3.500
rs.; chales de seda, a 10,000 rs.; ditos de 13a e.seda,
a 5,000 rs.;" meias de seda preta, para senhora, a
1,800 rs.; luvas de dita, a 600 rs.; loncos bordado,
para senhora, a 320 rs.; mantas de seda, a 8,500 M.;
casimira preta elstica, a 3,000 rs. o covado; los pre-
tos, a 3,400 rs.; fazonda de caiga, a 240 rs. o cova-
do ; chitas de cubera, a 200 rs. o covado, e a1 peci1 a
7,000 rs., e de coros lxas; camnraias do corea fi-
xas e psdres modernos, a 640 rs. a vara; sarja
hespanhola, a 2,400 rs.; lencos de seda de peso, a
2,000 rs.; camisas de meia, das .-nelhore que appa-
recem no mercado, a 1,400 rs.; hrim branco, de pu-
ro linho, a 1,400 rs. a vara; dito trancado pardo, do
linho, a 640 rs. a vara; bicosdelodaa as qualida-
des ; merino; esguiflo fino; cambraia; cassas;*
outras muitas fazendas, por precos mdicos, e.aen
defeitos : rranqueiam-se amostras aoscompradoroi:
na rua do Queimado, 11. 46, loja do MagalhSeselr-
m3o. .,j _
Vendem-se os seguintes livros: historia de Por-
tugal, 16,000 rs.; Novo systema do traduccflo.l.OO
rs.; obra de Camcs, 6,000 rs.; gazetas de Lisboa do
IS06, 1,600 rs; vida do D. JoOO de Castro, 1,600 r.;
Parnaso Juvenil, 480rs.; obras poticas de Belisa,
2,000 rs.; reatimo degeograpbia, 1,000 r. ; gratn-
m tica tranceza, 4,000 rs., e 1 caixa contendo todo
os perlonces para impressao, tendo tambem tinta e
bstanle typo, 6,000 rs. na rua da Cadeia do Re-
cife, loja, n. 31.
do Recite,
ta Cruz
, loja nova
de bar-
-Compra-se urna porcHo de laboas de piaba- nj...- -.s-
j tenham servido porm que estejam em bom a?""' ,' '." V0 {al
idO : na rua da Senzalla-Velha, n.48, ou annun- ^Xra'do dia ou
queja
estad
cic.
~ Compra-se urna carteiracom algum uso, pro-
pra para escriplurmilo : na rua Nova, venda n. 50,
ou annuncie por esta folha.
Compra-se nina mulatinha clara e de bonita
figura, que lenha de idade 13 a 16 annos, que seja
recolliida, e saiba cozer e engommar: adverte-se
que he para esta cidade, para dar-se a urna noiva :
quem a livor e quizer vender annuncie, ou dirija-
se a rua da Cadeia do Recifo, n. 32, que se dir quem
a pretende.
Compra-se urna pequea estante com portas de
vidraca : na rua do Rangel, n. 59, segundo andar.
Vendas.
Segunda-feira, 17 do corrento achar-se-ha a
vonda, na loja de cncadernaefio na praca da Inde-
pendencia o na mlode Santos Torres, impressor
e distribuidor do I.idador urna excellente brochu-
rode 190 paginas em formato igual ao do fblheto
historia da dominc3o da praia ; traa essa
brochura da eleicflo de senadores por esta provin-
cia em o auno passado o vende-se pelo diminuto
preco de 1,000 rs. aliro de facilitara todos a lei-
luradeoma to ialeressanto cxposico dos tactos
oocorridos naquella poca, e provados com docu-
mentos iuconlestavcis. O prego, alenlo o formato e
volume d brochura, importa o mesmo como se ella
esse oerocid gralit. Este i mpresso reunido ao da
Na rua
n. 55
beiro,
vendem-se e alugam-se as verddeiraa bichas harn-
eo mais barato do que em outra
lambem se vito appliear qual-
quer hora uo 01a ou da noite, para commodidad
dos pretendentes.
Phosphoro. a 20^ rs. a libra ,
em porcao e a retalho : na rua larga do
Rozario, ns. 6 e 8
Vondem-se saccas com arroz de casca, a 3,900
rs.; ditas de milho, a 3,400 rs.; muito boro doce d
goiaba em caixes de 10libras, a 1,440 r.: narua
da Cadeia de Santo-Antonio, n. 21.
FARELONOVO,
a 4,?30 rs.
Saccas grandes de 3 arrobas com fardos: no arffla-
zora de J. J. Tasso Jnior, na rua do Amonto, n. S.
Cliegucm antes que seacabem.
Vendem-se ptimos e bellos lencos de cambraia
de verdadeiro linho circulados de hico, proprios
para os actos da semana-santa, a 4,000 e 5,000 rs. :
na loja de miudezasde Joaquim delinques da Sil-
va ao p do arco de S.-Anlonio.
Vendem-se dous carneiros capados, muito gor-
dos, grandes e mansos: na rua da Concordia, pas-
sando a ponlezinha, quarla easa a direita.
Vij.Bde-se um moleque de 18 annos, de bonita
figura e muito bom copclro; urna negra de elegan-
te figura, com habilidades; um preto de 20 a 25 an-
uos o de todo o .servico : no pateo da matriz da
[Santo-Anloaio, sobrado, a. 4.
______ -
- ^ -
Mi


J.
Vende-3e um diccionario de ingle para por-
tuguez, proprio para apronder a lingoa ingloza ; um
Jilo de franca para portuguez: tndo por barato
prego: na ra da Cadeiado Jtecifo/loja de JoSo Jo-
sde CarvalhoMoraes.
Vende-se, ou nluga-se um escravo de nac.lo :
na ra da Cdeia de S.-Antonio, o. 31.
--Vende-seo vinhogenuino da companhia geral
da agricultura das vinhas do Alto-Douro, muito
Sroprio para mesa em pipas, meias ditas e barris
e quarlo : a tratar no armazem de Joiio Tavares
Conleiro, ou com Antonio Francisco de Moraes,
agente da roesma companhia.
Vendem-se ps de larangeiras selectas de 5 a 6
palmos : no pateo do Carino, loja de tartaruguei-
r, ou no sitto do Cajueiro junto a Francisco R-
Vende-ae, na ra do Crespo, n. 11, grammati-
cadeSevene, mcia encadernagao, por 5,000 rs.
um terceiro tomo de breviario romano; Ofllcio da
emana-santa em bom estado; e outros mu tos f ti
vros por prego muito commouo.
Estajos com duas na valhas in-
glesas, para barba,
fabricadas pelo melhor autor, cliegadas no ultimo
navio de Inglaterra, por 2,000 rs. cada estojo. Es-
tes navalnassilo garantidas, porque nossetro-
cam as que porventura nilo saiam boas, como tam-
6em so restilue o seu importo, quando o compra-
dor por acaso se nito agrade de nenhuma deltas,
dopois de experimenta-las, isto estando sem forru-
gem e bem tratadas : vendem-se na ra larga do
Hozarlo, loja de miudezas doLody, n. 35.
Novos gamhrcoes.
Vendem-se cortes de caigas da escolente e supe-
rior lazenda denominada gamhreflo, pelo barato
proco de 1,800 rs. o corto : '.esta lazenda tanto em
gosto como em qualidade, rivalisa com as meldo-
res casimiras na ra do Collegio, nova loja da es-
trella, n. 1.
Vendem-se diversos escravos, pre-
tos. prelas, pardos e pardas, iodo? mn-
$os e de boas figuras entre osquaes urna
parda fcoa padrira e outra engom ma-
deira, cozinheira e iavadeira ; um pardo
com oficio de alfaiate, e qtie he proprio
para pagem ; urna preta com urna cris
de poneos das, e que tem muito bom
leite, propria para criar em qualquer casa
de familia : na ra do Crespo, loja n
3 A, oc u quem vende.
Cheguem,freguezes, antes que
se acabem aspechinchas do
baraleiro Uanoel Joaqun.
Pascoal liamos, no Passeio-
Publico, n. 19.
Vendem-se chitas muito finas, a 120,140 ,160,
SOO, 240 e 300 rs. o covado, e a peca a 4,500, 5,500,
6,000, 7,000, 8,000 e 10,500 rs. ; cassa-chita, a 1,920
rs.; ditas finas, a 2,500 rs. ; lencos de seda a 1/
rs. ; ditos para grvala, a 400 rs.; esguiflo, a 2,000
rs. ; panno fino, a 4,500, 5,000 e 5,500 rs.; dito
azul, a 4,000 rs. ; madapoln de todas as qualidades,
a 3,000, 3,200, 3,500, 4,000, 4,300 e 5,000 rs. ; algo-
dSo, a 2,000 rs. a pega ; sarja hespanhola, a 2,000,
3,300 e 2,500 rs.; ricos riscadosfrancezes, a 200 rs.;
cortes de lita para caigas, a 2,500 rs.; ditos de ca-
simira a 6,000 rs.; chales de lila linos, a 2,400
rs.; ditos de tarlatana a 500 e 800 rs.; ditos de
metini, a 1,000, 1,200 e 1,280 rs. ; pello do diabo a
200 rs. ; grvalas de cassa a 200 fs.; chapeos de
sol, de seda do melhor gosto que tom a parecido,
a 5,500 rs.
HH Vendem-se chapeos de superior
a^a^ castor, broncos e pretos, por preco
mirlo barato : na ra do Crespo, n. n,
i lojde Jos Joaquim da Silva Maya.
lirios trancados de (istias c
cf ua dios.
Vendem-so superiores cortes de brim trancado de
listras e quadros para raigas, de lindos gosios
ilo'ioa qualidado pelo preg de 2,000 rs. o corte
na .ua do Collegio, loja nova da estrella n. 1.
Casimira elstica, a 720 rs. <
covado.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
io n, 5, vende-se casimira elstica de 18a e algo-
So de lindos padrees c muito encorpada pelo
barato prego de 730 rs. o covado, e que se torna
reeommendavel para a estagno presente.
tincta companhia de Pernaijibuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
Iiveira lrmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
Vende-se urna preta de 18 annos de elegante
figura, que cozinha o diario de urna casa, lava e en-
gomma liso: na ruado Amorim, n. 13, segundo
and-r.
-- Vendem-se pegas de chitas limpas escuras e
muito encorpadas, a 4,800 rs., e a seis vinions o
covado ; ditas cor de rosa, muito bonitas e do bons
pannos, a 5,500 rs., e a meia pataca n- retalho : na
ra estrella do Rozario n. 10, terceiro andar.
Sarja hespanhola
No novo armazem de fazendas, de Raymundo Car-
los Leite, ua ra do Queimado, n. 27, ha chegado
um ptimo sorlimento da verdadeira sarja hespa-
nhola, a 3,200 rs. o covado ; tamfoem ha do 2,200,
2,500, 2,800 e 3,000 rs.; panno fino1, prova de li-
inSo, a 3,800, 5,000, 7,000,8,000, 9,000 e 10,000 rs. ;
chapeos francozes unos, do ultimo gosto de Pars ,
com aba maior, conformo a nova moda, a 7,000 e
8,000 rs. Noste armazem tsmbem so vendem l'azon-'
das por atacado ,' o mais barato possivel.
Sarja mais barata nao he
possivel.
--Vende-se superior sarja preta hespanhola, po-
lo barato proco do 2,000 rs. o covado a sua quali-
dade lio sufficiento para chamar os compradores:
na ra do Collegio, loja nova da estrella, n. 1.
Yovo bramante,
de 11 palmos de largura.
Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio n. 5, vende-se o novo bramante de puro lindo,
com U palmos do largura, pelo barato prego de
2,800 r. var.
mm Vendem-se elegantes chapeos de castor
|I branco ; ditos sem pello, do ultimo tom ;
-"i*' di los pardos ; ditos de massa, do mais apu-
rado gosto do excedente qualidade e chegados re-
contemenio iIq Havre ; ditos de nutras muitas quali-
dades.e de varios gostos; ditos do palha Gna italiana,
de copa alta e balsa para homens o meninos; ditos
do Chili dos mais superiores que ha presentemen-
te neste mercado de oulras qualidades, e de va-
rios pregos ; bouetes de panno para homem e me-
ninos ; ditos de montara do senhora : alcm disto ,
ha um explcndido sortimento nufacturar chapeos : tudo por prego commodo : na
praga da Independencia, ns. 24, 26 e 28.
e muitas fruteiras de boas qualidades todas novas
e ja dando fruto, com um grande viveiro no lun''o :
ua ra Direlta, n. 135, loja da cera onde se fari
qualquer los negocios, por seu dono tef de retirar-
se por molestia.
Vende-se um preto bom carreiro; 1 pardo de
20 annos, proirio para nagem ; urna parda do bo-
nita figura; 2 prctas com h-Mlidades; 1 dita boa
docoira : no patela matriz de S.-Antonio, sobra-
do n. 4. *
Vende-se um cannap o 6 cadoiras de Jacaranda,
em muito bom uso: na ra cstreita do Rozario, n.
10, tereciro andar.
VELAS DE CERA.
Venderse, na ra da Ca.
deiado Reeife, n. 37, cera @
em velas, de superior qua- m
lidade, fabricada em Lis- (fi
'0 bae no Rio-de-Janeiro, (j
em caixas pequease sor- M
0 tidas ao gosto do compra- |g
ft dor : tambem se vendem Q
M barandoes, por preco mais @>
ffi barato do que cm outra (
C qualquer parte. ||
%
Poleissa e
Vende-se muito
nAiipne
cal virgem.
superior potassa, \
;."- i s~;****^ "f n A ii'i i i I I lo__
I.., .--.*.^ >1 '"' UVOLIIIIIUI VRUUi w vS \4\j jua*.>
boa : no armazem de Baltar & Uliveira,
na ra da Cadeia no Kecife, n. a.
Attencao a pichincha.
Vendem-se ealugam-so bichas, por todo o prego:
tambom se vendem a 8,000 rs. o cento, por se que-
rer liquidar esta fazenda : na ra do Trapiche, loja
de barbeiro n. 28.
do Rozario, n. 34, continuam-s a vender snwm
rea bichas de Hamburgo, as maiores, a 300 r
mediatas, a 200 rs.; e pequeas, a 100 r,; um ni'
paglil^ bom tallador; e cinco barris servidos de '
nho por piego muito commodo,
LOTERA DO RJO-DE-MNE1RO.
Vendem-: ilhc' j meios ditos da 14." lotera >
beneficio do Monte-Hio: na ra da Cadeia, loia rt'
cambio, n. 38, de Monocl Gomes da Cunh,e Silva
Vendem-se caixas, meias ditas c quartos cm
passasde superior qualidade: no armazem do Sr
Das Ferreira ,defronle do guindaste da alfandega'
Vende-se salitre refinado, do muito boa q,,,"
lidade: no escriptorio do Claudio Dubeut, 'ha ru
das Larangeiras, n. 18.
~ Vendem-se duas negrinhas, um# de 14 annot
e a outra de 9: ambas cosem, e a primeira cozinha '
na ra largado Rosario, n. 46, 1.(andar.
Vendem-se postillas da analyse do constituic?o
para o segundo auno da academia.de Olinda ; diln
de direito publico para o primeiro anno : na ra da
Madre-dc-eos, loja n. 36.
-- A bolachinha annunciada com o tituloReg,
lia-- soso vendo na padaria de urna porta, na mea
da Santa-Cruz, na esquina da ruado Collegio, van-
da do Jos Gomes Sobral, o travessa da Madre-de-
Deos, p. 13 : o sep prego he de 390 rs. a libra. Na
roesma parlara ba para vender alguna-nrergulhos
do parreiras, com muito lindos caixos de uvas mos-
cate^asniim.
Vondem-se cortea de chitas finas com 13,
covados pelo bnralisiimo prego.de 2,240
rs.; cassas de cores flxas o do bonito*.pa-
f drOes, a 210 rs. o covado ; cortes de cal. (ffii
. gas de mela-casimira padroes escura *
P proprios para o invern a 3,000 rs. cada "
corte; e oulras muitas fazendas muito em
V conta : na loja de Jos Morefra I.
i Companhia, na ra do Queimado.
'cantos, casa ara'arella, n. 29.
J
' Vende-se vinho de Lisboa; muito auperior cha
hysson vindo de Usboe, a 3,520 ra. a libra ; latas
coro amenas brancas e prelas ; ditas com peras;
ditas com figos; ditas com sardiulias; ditas coa
uervilbas presuntos inglezea para, fiambre ; con-
servas, etc.: na ra Nova, n. 3, venda de Antonio
Korre ira.Lima.
Vendem-se cortes de colletes de casimira pe-
lo barato prego do 2,560 rs. ditos de velludo, su-
Hicos tapetes
' para ornar salas, mesas, candieiros, lanteruas, eas-
tigaesccampainhas, redondos, quadrados o trian-
gulares bordados e de oleado, com lindas franjas
lie hta de todas as cores; luvns de torgal, proprias
' rara a Quaresma. ao ultimo gosto de Pars, prctas e
' brancas, com dedos e sem ellos, a 1,600 ts. o par ;
alpaca do linho, a 640e 800 rs. o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazem do fazendas, de
Raymundo Carlos Leite.
flilho.
Vende-se milito, a 2,000 rs. a sacca : no caes da
Alfandcga, armazem de Antonio Annea.
Cambraia para cortinados e
mosquiteros.
Vendem-se superiores cambraia do ranugens o
mais fino e de sublime gosto que teem apparecido ,
para cortinados e mosquiteiros, pelo barato prego
de 1,000e 1,200rs. a vara : na ruado Collegio, loja
nova da estrelfa, n. 1.
- Vendem-se ancorctas de
diversos tamanhos, com vinho da
Madeira, tinto e branco, de supe-
rior qualidade: no escriptorio de
Oliveira lrmos 8c C, na ra da
Cruz, n. 9.
Vendem-se presuntos, bldese tinas proprias
para lavar roupa; vassoura para varrer salas e ta-
petes : ludo ltimamente chegado dos Estados-Uni-
dos : na ra da Cruz, n. 7, armazem do Davis & C.
Vondem-senaldeiras de cobre; caixoes forra-
dos de chumbo com torneiras de bronze em bai- Pr,or ES4* e r,C08 P4"5.". pnlo diminuto pro-
siio S *'0 : o Quoimado, loja nova
xo, proprios para qualquer liquido; um deposi..
de ferro que leva duas pipas tambem com tornei-
ra ; urna porcffo de formas de ferro para queimar
carvflo animal; 30 pipas vasias arqueadas de ferro;
eoutrosobjectospertoiicentos a fabrica de refiha-
cSo do finado .Navarro : no escriptorio de Claudio
Dubcux na ra das Larangeiras, n. 18.
Vende-se, por 10,000 rs., cada urna das obras
de Oergier; diccionario do Ideologa; e de Fritot,
seienca do publicista : na praca da Independencia ,
livrarians. 6 e8.
Fugio, no dia 18 do Janeiro, um cabra, de nome
Joaquim, alto, reforgado, de idade, coma barba
branca cabellos corridos c bem protos ; lerou um
!\ovo panno para lences.
Vende-se superior panno para Hnges,",com 2 J
varas de largura pelo barato prego de 3,000 ra. a
vara : osla fazenda he melhor do que a bretanba de
irlanda, da mesma largura.quo ltimamente se ven-
ded ncsla mesma loja por ser de puro linho : na
ra do Collegio, loja nova da ostrella, n. l.
A 400 rs. o par.
Na loja de CuimarSes & Companhia confronte ao
arco de S.-Antonio n. 5, vendem-se meias de seda
preta curtas, pelo barato prego de 400 rs. o par.
Pannos finos.
Vendem-se superiores pannos finos, prova de li-
mio azul, a 3,000 rs. o covado ; ditos pretos, ja
A t^COO rs. qcovado.
J3Vende-se merino preto de 7 palmos de largura
lelo barato prego de 1,600 rs. o covado : na loia d
'esquina que volta para a ra do Collegio, n. 5, de
CuimarSes & Companhia.
T Casimiras elsticas, a 640 -
. .. rs. o covado.
" VonJem-se casimiras elsticas do 13a e algodSo
pelo diminuto prego de 640 rs. o covado : esta^aion-
da lofM-se muito reeommendavel para a estagno
prsenle, por ser mu lo encorpada e os seus pa-
rOW ji'mellor pbcslvel : na ra do Collejilb, loja
na d*cslrella, n. 1. w^' J
Yeiidem-se acco.es da ex-
bem conhecidos pela sua barateza e qualidade, a
4,500, 5,000,6,000,6,500 e 7,000 rs.' o, covado; casi-
mira preta de boa qualidade, a 6,000 rs. o corte-
dita limisle, de largura de panno, de superior qua-
lidade, o mais fino que ha a 11,000 l*,000 rs. o
corle : na ra do Collegio loja nova do estrella .
n.1.
Vendc-se sal de Lisboa, fino o alvo, a 1,600 rs.,
dcquarla para cima : na ra da Sonzalla-Velha ,
venda n. 48.
-Vende-se,ou permuta-s por casas ou escra-
vos um grande silfo pcrlo da praga com boa casa,
muitas Iructas com mais de 500 ps de niaugabei-
ras, coqueiros e urna malta do den de/en os, urna
grande planta de capim e grandes baixas para con-
tinuagSo da mesma planta um cercado que sus-
tenta 30 vaccas de leite na maior loica do vero,
urna boa malta com boas madeiras para creas e
boas lenbas para padarias e otarias, trras para
planlages do mandioca, que regulam 102 alqueires
o meio de farinha : a tratar com o propietario da
padaria do Manguind.
Kiscados monstros.
Vendem-se riscados franceses a 320 rs. o cova-
do de vara de largura e os seus padrOes e qur.li-
da dea Co os melliores que ae pdem desejar: na
ra do Collegio, loja uova dajeatrclla, n 1.
Vende-se, ou rrenda-se um grande sitio na ra
imperial, com duas moradas de casas uinu para
grande lamilia, na frente da ra e (outra inaia pe-
um mula'finlio dela 11 annos; um escravo bom
cozinheiro ; dous ditos de todo o servigo ; 3 mula-
tnhasdo 14 anuos; urna negrinha de 12 annos; 4
escravas mogas, com habilidades: na ra Direita,
n. 3.
- Vende-se, por muito commodo prego, urna ca-
noa de conduzir agoa que denois de aherta servir
para aterros : urna balanga grande, com drago e pe-
sos; urna masseira de amarello f com alguna per-
tencesdo padaria ; um relogio de parode com cai-
xa de madeira : na ra Nova, loja n. 83.
II ns ({u i na.
Esta ffzenda he muito propria para so fazer cal.
gado, principalmente para as pessoas que silo doidas
dos calos, e toma-se reeommendavel pela sua mur-
ta duragilo ,e pelo seu brilhanlu verniz : vende-se
nicamente na loja de calcado de J. P- Arantes, na
praga da Independencia hs. 13 15. Na mesma lo-
ja ncaba-se de recetor,'pela barca ;francpza Y., mui-
to Immi calgado, tanto para homem1 como para se-
nhora e criangas ; bem romo muito boas perfuma-
rias, ealgumas malasde|couro paravigem.
Escravos Fgidos.
Sarja hespanhola
de superior qualidade; los pretos de todos os tama-
nhos ; chales e mantas de seda para senhora ; flores
muito lindas, para cabega e chapeos de senhora;
borzegunse sapatode lustro, para senhora ; lon-
gos de seda para mil o; ditos de setiin preto para
grvala ; luvas de pellica e de seda para senhora ;
ditas de seda preta para homem ; crep de todas as
cores ; chapeos de sol, de 'seda, para homem e se-
nhora ; dilos de massa ; fraiicezes, de superior qua-
lidade e do ultimo gosto de Pars ; dilos de seda ,
fiara cabega de senhora; e oulras mais fazendas que
se vndenlo na luja nova de Domingos Antonio de
Uliveira*, na ra Nova, n. 30.
Vende-se, por prego muito commodo, urna
bomba de ferro ; uiuito bem feila e com diferen-
tes utensilios de sobresaliente: na ra Nova, lo-
ja n. 33.
-- Vende-se Cosa e S. ou
Manoal do Souza : diccionario francez e porluguez ;
o Recreio, jornal das ramillas ; Rui, o escudeiro ; o I
terceiro lomo d Virgilio; ArtepOelica; o sexto to-
mo de Pascoal; Itepertrio dramtico ; Crainmatica
francez de Hamoniere; ExposigBo da doulrina cliris-
ta ; Fbulas de Florian ; Vida de I). Joao de Castro;
Noticias recnditas do padre Antonio Vieira sobre
o modo de proceder inquisigao de Portugal, por
preco commodo : no Alerro-da-Uoa-Visla, n. 84.
Vende-se cimento de muito boa qualidade ,
por prego commodo : no armazem do Braguez, ao
pedo arco da Conceigo.
Vende-se urna venda com poucos fundos sita
aa lioa-Vista em ptimo local: vende-se a prazo
eon: lettras a contento : a tratar na ra do Queima-
do, loja n. 38.
Vende-se urna Historia sagrada do velho e no-
vo testamento por Itoyaumonl em muito bom es-
tado : na ra esireita do Rozario loja de relojoeiro
n. 14.
Cabellos pretos.
Continuase a-vender agoa do tingir o cabello e as
suissas : na ra doQtieimado/n. 31. O mctliodo de ,
. ajipltear-se diu agd* cmpanha os vidros. .
quena denlio do mesmosit, om bona parMww 1 ?'_', botiquim da CBVa-^-r*^ ;%a"rua larga faTH.
tem os tornozellosdosps um tanto inchados. Es-
to escravo j fi preso em S.-Lourengo-da-Matta ,e
lornou a fuglr junto aos Remedios do poder de
urna pessoa que o conduzia para esta cidade ; vcio
do Miiranho e diz ser de Caxias : quem o pegar le-
ve-o a ua d Vigario, n. 24, que ser rocohipcn-
sado.
Fugio, no dia 11 do corrente, pola madrugada,
o pardo Jos, de estatura regular, olhos vormelhos,
rom tret pintas azues junto aos olhos, e no braco
um signal tambem azul, foitoa mSo como umeo-
ragO; foi encontrado no Atierro-Jos-Afogados, com
um sacco com roupa sapatos e na mo urna pis-
tola caigas arregagadas : quem o pegar leve-n a
ra do Hospicio, n. 4, ou na alfandega a entregar
a seu seuhor, rcenlo Fortunato da Silva.
Fug'o, no dia iodo crrente pelas 5 horas da
larde, o escravo Bernardo alto; tem um lubinlio
abaixo do congote .marcado pelas costas de chic-
lo ; levou caigas de brim trangado dd listras, cami-
sa de madapoliio, chapeo da palha o urna quarla
velha com 6 garrafas vasias. Roga-se ni autoridades
policiaes e capiWes de campo, que o apprehendam e
levem-no a ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 21.
Desappareceu, no dia 12 do corrente, da casa
de Jos Antonio Correia Jnior, o escravo Joaquim,
de estatura regular ; representa triuta e lanos an- '
nps ; tem os calcanharcs gretados de bichos quo
parece principios de'arestins ; foi escravo do padro
Tboin da Silva Gui manes, que morou no pateo de
S.-Pedro ; de bem conhecido por ter traba I hado co-
mo servente de pedreiro com difieren tes mestres
nesta cidade ; levou Caicas de estopa escura, cami-
sa de algodilo azul chapeo de palha e um lencul
de algod.tozinho .- quem o pegar leve a ra da Con
concordia, passanda a pontezinha eaquerda,
quarta casa, que sera recompensado.
Fugio, no dia 8 do corren le, pela* 4 horas fli
tarde do sobrado n. 33, da ra larga do lio/ario,
a preta Isabel, do 50 annos; coxeia do um quarlo,
levou com sigo urna bandeja um sacco com diver-
sas coasas, e o corpo um vestido de rnmagens com
babados : quem a pegar leve-a ao dito sobrado,
que ser recompensado.
Uesappareceu, no dia 13 do_ corronis, indo ven-
der pao em um balaio redondo, a preta Joaquina,
Cassange que parececroul.i de 18 anQS de es-
tatura regular, cor bastante preta rosto redondo ,
de bonila figura, secca do corpo m.los e ps regu-
lares ; tem na cabega urna (alta ,de cabellos, a se-
mellianga do urna coroa, proveniente da rodillia ;
he mnito conhecida por vender p3es a 6 por quatru
vintcns; tom bastante couhecimenlo pelas partes
do Barro ; levo vestido do edita j usado panno ila
Costa azul. Roga-se as autoridades policiaes, cap-
tesdecanipoo mais pessoas partcjilares qu0 a
appreboodam e leveui-na na ra Velha, asa do pa-
dre firaz, o na ra do Cabug u. 9, terceiro an-
dar que serio gratificados.
Fugio., Iiu 15 dia.a, o pelo Constancio d" '
g,1o*lnhmdane [ Mogainhique ] de 18 o 20 annos,
bastante reforgado ; tem fulla de um denljrnfren'
le, falla muito claro, altura regular; Ip'voU ton0
no poscoco o p. Kste escravo' perfence a VicenW
Thoraaz dos Sanios, morador na ra Imperial, n.
67, priineiio andar onde snii recompensado que"'
o pegar.
iw. r
C(
ni
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lili
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MUTILADO


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