Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05457


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Full Text
Anno de 1848
O D14RI0 pntilie*te todos as dias jjc uo
frern rle.gar pnoo rs.por qiurtel, fagot ttditntadat. Os ia-
aunciot dos asjignantes sito inseridos i rasad de
:ii rt. porlioh, i rf.em lypo diUei-ente, ai
repeti^es pe motad*. <-'* que n.o forsirt asu-
nenles pagara SO rt. por linha, a IBA ein typo
di8crente, por sad* publicarlo.
PHASES' DALIUMOMEZDE ABRIL.
I.ii oova, 3, 8 horas c H min. d Urde.
-Creicente n I", os O min. d larde.
La chela a I?, aos t min. da tarde.
M.atoante a 2O, os 3 min. da tarde.
Sexta-fera 7
PARTIDA DOS CORREIOS.
roi.in e Paradina isegundas escitas feirai
(tio-traade-dn-Nortequintafeiresao meio-dia
Cabo, Serinliicm, llin-Eormosd, Poito-Calv -
_ Macelo, no l.*, a M til de cada mea.
'iar.i.'ilium e Bonito, a 8 e 21.
Ooa-Vi.-tae Flores, alie S.
Victoria, s quintas-letras.
linda, todos os dios.
PREAMAil DE HOJE.
Primeir, as 7 doras e 42 minutos da maoUa.
Segunda, t 8 horas e miamos de Urde.
Abril.
Anno XXV.
tf.80.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Ricardo. Aud. do 1. dos orph.
cdo J.doc. d J t. do i. M. dal v.
4 Torca. 9. Jzidoro. Aud. do J. do civ. da
i. t. edo J. de pat do 2 disi. de t.
& Qnarta. S. Vicente Kerrer. Aud. do J. do
ci da 2 *. e do J. de pai do 2 disl. de l.
6 Quinta. S.Marceliino. Aud. do J. de orph.i
e do J. municipal da l. r.
7 Sexta. S.Epifanio. Aud. do J. do civ. da !.
v., da J. de pas do I. dlst. de t.
8 Sab'nado. S. Anuncio. \ud. do J. do cir. da
I. T. edo I. de paz do i. dist. de t.
9 Domingo. S. Demetrio.
CAMBIOS NO DA 6 Dg ABR1I.
Sobre Londres a 27'/, e 27'/ d. por l| n.r d.
Pars 160 rs, por Tranco.
Lisboa 100 pnr 100 de premio.
Desc. de lettras de l>oas urinas a I S|B '/a m-
CuroOncas hespaiibolas.... 58*600 a 29/0OO
Modasda6fl03 velh. loflOO a ItflOO
* de6s00 nov.. ISfOOO a ISflO
a de 4/000..... 9/10O a JinO
l'rata Palacies.......... I#S0 a l|6
a Pesos columnares... i|(30 a !#*
Ditos mexicanos.... 1/800 a IJIS20
Uiuda..............I50 a 1/84
Acces da comp.do llcberibe de 50/000 rs. ao pea
Mj_m^3a
MAMBUCO.
,awaM3r.i
OFFICIAL.
GOVIflNO DA PROVINCIA'.
C0NCLDSAO DO EXPEDIENTE DO DA *
PAUSADO.
DO
rnelos Ao F.sm. presidente das Alagos, necusan-
do recepciio da guia c f d'offieio do alteres Jos Barbo-
za e de um soldado do stimo balalhflo de cacadores
viudos no vapor frdense; assim como do interrogato-
rio, acerca da deserco de Jop Martina de Moraes, so|j
dado da companhla de cavallaria.
Dito Ao commandante das armas, recoinmendando
faca pfle a dixposicao do commandante geral do corno
de polica seis soldados da companhla de cavallaria, pa-
ra acompanharem-no aleo termo do Bonito, c ah de-
ii(irarem-se emquanto se nao determinar o contrario
i- Partlcipou-se ao commandante gcral do corno de no-
Ji iia. '
Dilo Ao dlreclor do curso jurdico fle Olin'da, exi-
giado nova Infen-inacSo acerca da necessidade do lugar
e guarda da bibliotheca do meiuio curso, requerido
par Joao Baptista de Soma e Oliveira. ~
EXTERfOR.
"". -. i" m
PARLAMENTO PORTUGUEZ.
sessAo Da o amaba dos PARES, EK 1 Di riTl-
REIHO Bit 1MC. [*]
. ?*" CSmie ie fnflawr i Sr. presidente, a ininha po-
sico he hoje maisdifficil doquehonlcm j porque tenho
de continuar a fallar sobre urna materia, que, simpos-
io meigolavel, pode, por no ser ova. txMf fatigado a
cmara. Frca he no entanto que cu cofliiie o mcu
discurso, e para que mais fcilmente se possam ligar o*
pontos, de que vou ncc*jpar-mr, coin o que eu hontem
dlsie, pareee-mc conveniente apresentar una rasao de
ordem, das materias queja trate!.
Havlacuditoque o mcu discursoj seria um resumo
dos Actos acontecidos na poca que passou, parecc-me
ter nesta parte desempenhado o mcu proposito. A ca.-
inara se recordar de que, resuuiindo eu rases factos,
quis traze-loa i disussao, para que ellcs sejam rectifl-
cados, e para que mo contluiicm a correr como ale ago-
ra, lateiramcute adulterados.
Tambem havia dito que, apresen laudo os pretexto* de
que se tinhain sen-jdo os conspiradores para sublval-
os povo, asstm como os embustes Inventados para o
uiesmo flm, Itavia igualmente desenvolver c demonstrar
as causa* reaes dessa sublevacSo. Havia dito que exami-
nana parte da correspondencia diplomtica cstrangeira
para mostrar que, se algumas vezes a inesma correspon-
dneia se ressentia de um grande espirito de parciali-
dae, nifo dcixava oulras vezes deas)r influida por ntotU
vos pssoaes e particulares.
Creio ter desempenhado, cumprndo-me agora tratar
de um objeelo da maior importancia, porqne terci de
eiaininar os actos praticados pelo iiiDistcrio que suc-
cedu a admiiistraciio de que tive a honra de fazer par*
te, e uue inui indevldamenle se arrogou o titulo de mi-
nisterio conalitucionat, de ministerio de legalidade e de
iiiiiiUlcrio da uniao da familia portuguesa ; c porque te-
re! Igualmente de os comparar com os actos dos scus
antecessores para que seja bem avaliada ajustica com
que uns fdraiK tachados de constitucionaes, moderados
e tolerantes, e cutios de inconsltucionaes, intolerantes
c violentos.
Antes, poim, de entrar nesta materia, peco licenca
cmara para fazer algumas considcraccs sobre dille-
re,nus objectos, que, ou fram tratados ..ni parlamen-
tos estrangeiros, ou leein sido objecto de accusaccs por
parte da inprensa peridica, que me tcm bjpresentado
como um novo Vasconcellos para vender Porlueal
Hespanba.
Na iiiinliaopinio todo o homem tcm olarigacao de
explicar conveulenteinente nesle lugar os factos que o
possam de alguuia manelra desaulorlsar romo liomein
publico.
OSr, Conde ie Ltvradio: Peco" a palavra.
O Sr. Conde de Tnomar : Houve umu poca ein que o
governo de Portugal, ou para inelhor dizer a admlnls-
tracao a que tive a honra de pertencer, recehla cumpri-
mcutus da mior parte dos governns e de um grande
numero de diplmalas pelo bom andamento dos nego-
cios pblicos, e pela prosperdade e irauquillidadc que
e gozava oeste paiz. Eirl pro\-o deste facto podera ad-
duzir inuitos documentos que existrin na secretaria do
negocios'estrangeiros. Este juizo tao vanlajoso aquella
aduiinlslravo variou, e deve ter necesariamente havi-
do alguina causa muito extraordinaria para dar um sc-
iiMIiante resultado.
Nao tratare! de Indagar se he veidade o que se tcm
dito, de qae, havendo as rclaccs entre os.govrnos de
Inglaterra, Fraoc c llfspauliasplliido algumesfriameli-
to ein consequencia do importante aconlecimcm.i que
teve lugar no pan viziiho, isto he, o casamento da rai-
nlia e infanta de Hespauha, o prlineiro daquelles go-
vernosjulgou a proposito e para seus lius conservar
i orgugiil no estado de grande agiutito. Nao me cansa-
'e ein pi-cacriulnar se he exacto o faci, de que, Jubran-
do o ministerio ingles que tlnha pouco srguro aplo
do parlamento, para o conseguir lizera um aecrdo com
os radicaes, prometiendo estes da sua parl o seus vo-
tos, e conipropicltendo-se aquelle a dar mi osmpeasa-
Jiio uth decidido opoio juma do Porlo. FacaosSo estes
cuja veracidadocu nao possoaasegurar, invito einbora
sejam assevera4os por pessoas beio informadas ; irci,
purtantu, procurar a causa do proArimeiita do governo
iiielrz contra o partido carlista a9Jusas'c pouco verda-
delras iiiforina;&rs que recebeu de alguns dos scus
agiotes diplomticos, infonnacoes em virlude das quaes
Ki resuliou a i-erscguifo de um homem ou de urna
iamUia, mas n de um partido intclrq, chegaudo mes.no
a pArne em risco um tbrono (Seneocao, apoUdo,.)
de baver cu nos das majs'calamitosos da r.
exislem seinprc esses planos : he sabido que delles mul-
las vezes se servem os informadores do governo britan-
" k? Va assim "le renderem servieos ; mas tambem he
sabido que esses planos nao passam de simples recelos,
causados nicamente pelo ciume que ten a Inglaterra
de que Portugal se una com outra qualquer nacao ; e he
sabido finalmente que nenhum Portuguez, que deseje
0 bem da sua patria, se oecupa de taes planos, porque
se delles podia resultar mal .i Inglaterra, ueiihum bem
resultarla a Portugal. E nao se admirar a cmara se
eudlsserque anda agora haqucm, exercendo um- alto
lugar diplomtico, pretende fazer acreditar a existencia
de taes planos.
A que proposito dar conhecimento ao governo inglez
que a mudauca da administraran ,.m Portugal foi em
parte levada a effelto por conselhos de Madrid, e que o
niaieehal Saldanha eslava sen) o saber servindo de ins-
irumcnto pira por em pratica os planos do conde de
1 homar e do Sr. G
on/alez Bravo ? A que proposito dar co
mo causa principal desses planos urna influencia hespa
nhola c urna uniao intima dos governos de Madrid c Lis-
boa para o futuro ? A que proposito fallar de medidas
de reacv3o violenta que o governc arbitrarlo de Costa
t.ahral seria obrigado a tomar contra a opposi;o, que
por toda a parle se falla presenca de tropas despatill-
las em Portugal ? Nesta parte ao menos nao fol prophe-
ta, porque em toda a parto as tropaajicspanholas fram
recebldas como Iropas que vinham segurar o Himno
da i.linha e restituir a paz ao paiz. A que proposito,
com referencia existencia de taes planos, dar como
certa a retuesta secreta de sessenta mil libras esterli-
nas pata fins polticos entre Lisboa e Madrid ? Eu passo
a fazer leitura cmara do cilicio de M. Sonlhern, de 22
i de ouiubio. no qual se ennicem todas estas tao inexactas
|como falsas Informacdes (leu). (Sentacao geral.)
Veo-me por eslo motivo obrigado a esclarecer es-
to ponto; tlesejo alm disto ser (lovi.lamento ava-
llado, c quoro se ronhe? por urna voz qual a minha
maneira de pensar sobre a poltica quo nos convem
ter e seguir a res'peilo das iiarAcs estrangeiras, e
designadaincnto a respeito ta Inglaterra. Mas, an-
tes de chegnr a sle poni, a cmara me pcrmlltir
fazer una pequea narrac.no ilo que se passou desde
o momento da minha entrada na legaefio despalill-
la, al que fui frcado a abandonar as agoas do Tejo.
Acetei nsylo na legacio despalillla, porque o re-
presentante de S. M. catliolica foi o nico ministro
estrangoiro quo naquelles calamitosos dias me offe-
receu proteceo, o fdrrja deconfessar que desdo case
momento estuve a casa da legarlo ein gran le risco
porque por mais de urna ez leve aquello diplmala
a certeza de nuo.a referida casa la ser atacada pelos
revolucionarios, para o fim de cxlorquir-me dclln, e
ser sacrificado como victima revoluciio, expresso fa-
vorita do corla pcrsoiiiigcin.
Sobre esto particular, isto lio, sobre o projectado
ataque le que fallei, lilo do existir documentos na
secretaria dos negocios estrangeiros. Devo, porctn,
declarar que csse ataque no so verilicou, ilcm seria
fcil que se vorificasse, porque as vizinliancas da
legacilo de S. M. calhulica eslava o leflo quo ruga,
ii.lo o lefln hespanhol, mas o lolo do Carnio. [ ^poa-
doi i/eran : vallando lodos o$ U. pares at sitas viilae pu
ra o Sr. D. Carlos de Uascartnhas. ] All commandava
ainda o homem, a quem o paiz, e principalmente a
capital, deve os maiores e mais ominemos servieos
[ apoiados ].
Era do meu dever, tendo conhecimento desle fac-
to, nlo expor a casa da legaefto de S. M. catliolica a
um insulto da populaga rlescnfreoda, nem ser a causa
de desinlelligcncias gruyes quo dalii podiam resul-
tar entre o nosso e aquelle governo ; muito emlmra
oSr. Gonzlez Bravo, a quem mo compraz nosle lu-
gar dar os maiores agradecimontos, mo declarasse
por mais deumavezquo os-revolucionarios, anles
de chegarem a mim, tJoviam passarprimeiro por ci-
ma do scu corpo. En mo son como aquelles que so
alegram com a noticia de que o governo inglez vai
aprcsenlar rculamactlcs para quo paguemos de
prompto todos as nossas dividas ; cu nlo sou (|tiellesquo, para causar difficuld.nles aos seus con-
trarios polticos, desejam e promoveai males para a
sua patria [apoiados repelidos].
Peili, portanto, ao representante de S. 51. catlioli-
ca, que douvcsse do procurar-mo asylo a bordo dn
um navio do guerra, fram ncccs.;ai ios os "maiores
esforcos para decidir o Sr. Gonzlez liravo a annuir a
esta minha rogativa, mas alinal consegui-o, o mais
tarde tive a certeza do que soria recebido a bordo do
briguede guerra francez Le Cygne, oin virlu.le do mn
accArdo lomado entre o represenlanto dS. U. ca-
tliolica e o encarregaiio dos negocios do Franca, at
que fundeasse no Tejo algom navio de guerra hes-
panhol.
Verficou-so o mcu embarque, e teoste momento
devo declarar que son devedor das maiores coiwide-
ragOcs a Mr. ftouen.
escolhcr a praia estrangeira, em que desejava ser
lanzado.
.N|o cansarei a cmara com o relatorio do Iti.lo
quanlo se passou at ao momento ein quo, tomado
em contemplaclo o protesto, cuja leituro vou fazer,
ininisifo.de ll>)spanliae oencarregadu drfs negocios
de Ftiaqn su accidaram, alinal, para a mio-saliida
do driguo.
lllm. o Exui. Sr O commandante do briguo de
guerra franco/ e Cygne acaba do participar-mo de
oi'ilcui de V. Ex. queS. M. a ra tilia fidolissima Ido
Oxera saber qw. tomara, como um grande sereico feito
a memna augusta sinhora, o ser eu conjindamente com
meu irmilo, Jos Bernardo da Silva Cabral, inmedia-
tamente removidos do solo portuguez para tena estran-
geira. llevo acredila-ls assim pela nica raso do
quo este Tacto lie asseverado pelo cucarregado do
negocios da Franca, desta ncelo briosa, que jamis
podoria praliear um acto pouco humano. Nao est
as minltas l'aculi lados o poder resistir asrdeos de
V. Ex., mas n.lo posso dcixar de ponderar que lo-
marei como perfeila violencia ludo o quo a tal res-
peito so lzer som o accdrdu do ministro do S. M. C.
o F.xm. Sr. l.uizGonztiloz Bravo. N.lo ignora V. Ex.
<|ue eu o meu irmSo pedimos a proleccHo da lega-
(,-ao hespanliola, o que esta nos foi accordada da ma-
noira mais humana e cavaldcira. Que tifio pensava-
mos em pedir protec?Ho a outra alguma uaglo, o
quo foi em virlude do um accArdo tomado entro V.
Kx. o o ministro de S. M. C, que eu e meu irm.lo
largamos a casa da legago de llaspauha, viudo pos-
teriormente para o brigue Le Cygne: a circumslancia
de sormosacompaiihados e escollados por V. Ex. o
peloSr. Conzalez Bravo at ao ponto do embarque,
vein em apoio de ludo quanio acabo de oxpAr. Nes-
tes termos, eu nSo pusso voluntariamente acceder a
alguma mudanga, som que o ministro de S M. G.jme
fuga saber por cscripto ou pessoalmentu as suas ul-
timas resolugos,
De lodo o exposto cumpre-mo dar conhecimento
a V. Ex. para decidir o quo julgor mais a proposito.
Aprovcilo esta occasio para assogurar a V. Ex. da
minha alta eslima e considerago. De V. Ex mui-
lo venerador o obrigado [ Asignado ] Conde de Tha-
inar.
" A bordo do brigue Cggne, 2\ de maio de 1846.
A S. Ex. o cucarregado de negocios de Franga.
Sr. presidente, flz a leitura doste documonlo para
contestar um facto deque a imprensa seoecupou,
dcscrevenilo-o com bem pouca exaclido. lie necos-
sario, poren, que a cmara saiba quo da niesma cir-
cumslancia lio meu embarque no referido briguo se
tirou tambem motivo para fazei-ci'cra existencia do
j mencionado plano de hlrrari). Entretanto, a c-
mara acaba do ouvir ludo o quo so passou. Tal pla-
no no existe.
bepois do que se havia passado, estando ou no bri-
gue Le Cygne, eulendi quo uo devia conservar-mo
all por mais lempo, e doci.li-me a sabir no paquete
do sul quo se esporava, echegou eircctiv.imoiito no
da seguinte. Aproveitarei esta occasi.lo para igual-
mente declarar quo sou devedor das maiores consi-
derages Ao commandante do brigue Le Cygne.
I) mi por acabado osle incidente.
Sr. presidente, sou chegado a unidos pontos que
cu tlesejo muito esclarecer nesta cmara, porque en-
tendo quo todos os homons quo serviram o son paiz,
ou sudeslinam a scrvi-lodevein em certas questos
ser muito explcitos, francos e leacs. Este ponto lie
a poltica que, segundo a minha opiniflo, devo se-
guir-so pela qossh parte com relago a todas as po-
tencias estrangeiras, e designa.lamente a respeito
da luglaterra; o nolc-se bem que eu vou nicamen-
te expender a minha opioiRo ; eu nao fallo agora om
nomo do oulras pessoas, ou ein nomo do A iniiiba poltica a tal respeito lie bem clara o
gas rclac.c; com Portugal, c o modo porque,durante as
variadas dilAculdades c perigos deste pas, Portugal ha
sido nosso adiado. Desde o comeco do ultimo seculo
crcio que nao leeui liivi.ln menos de quatro guerras,em
quasi todas as quaes a Hespauha se ligou .-om a Franca,
enlo em guerra comnosco, conservando Portugal a sua
alliauca coin a Gra-llreranha. No flm da guerra dos sete
anuos a Ilespauha enlrou na confederacao contra a In-
glaterra i mas Portugal conscrvou-ie nosso alliado. No
lint da guerra da America a Hespanba unio-se com a
Franja contra nos, easesqaadra* combinadas de Frauc.i
c Hespanba dominaran! triuinphaiilemcnte no Canal.
Oepois, durante a guerra da revoluyao francesa, posto
que nada parecesse menos natural do que a harmona
dos 1,humos de Hespauha com repblica franceza,
com ludo dentro em pouco llzcram alliaiica, c entrar un
naguerra geral contra a Graa-llrelaiilia; mas aalliaiit.i
de Portugal, a sua all'cico a esle paiz no soffreu abalo.
Conservou-se liel Inglaterra em toda cssa longa c pe-
ligosa guerra, e tiramos grande vanlagem delta allianca.
(Oufam).
l.m uth discurso de um dcpulado daopposicao, (e nii-
te-sc bem que ueste ponto silo accordes todos os parti-
dos em Inglaterra) se leemsc seguintes phrases. Nao
euirava emdavida que pelo espa;o de cinco seculos
Portugal iinlia sido o nosso liel alliado, c durante a ul-
lim.i guerra foi a UMCA nacao. que defendis os direl-
los da !';i,ia-lreijii!i i. Dessa allanca colheram-sc os
bons i e.ult i.los da ultima guerra. Assim se cfplicou
Mr. Borthwick.
A inda poderei I.', cmara urna passagem do discurso
de .Mr. Mae mi.ij (pagador-gcral do exercitoj que expri-
me bem quantoa Inglaterra interessa com aalllanja de
Portugal. Durante lodo o lempo do nosso tyrocinio
Portugal foi seiiiprc nosso amigo. Km todo o periodo
dos sete anuos, .piando a Franca c a Hespauha uairam
as suas forcas contra nos, Portugal recusou essa liga.
Quando a capital de Portugal se achava as hijos dos
nossos inimigos, quando o rcl linha apenas um canto
do scu reino, amule podesse repousar a cabera, at ao
ultimo momento nunca abrandou a musa alliauca. Na
ultima guerra o chefe da casa de llraganca nao quiz pac-
tuar com o uosso iuimigo e preferio alravessar o Atln-
tico para irdeiii.ind.il-outro lieinisphero.dc qoe violar aa
obi igacucs c.niialudas para com este pait. Foi Portu-
gal o nosso ponto de ap.no donde durante a ultima guer-
ra pnzemos em moviuiento toda a Europa (Hueam, oit-
cvm). Foi em Portugal onde nos pelejmoa as lides das
nossas libcrdadcs, froni, bem, bem, htverdade). Nada he
mais verdadeiio do que o que disse o nosso grande ca-
pilao em um desses meinoraveis papis, o qual talve
mais do que as suas batalhas bao de levar cora gloria, o
seu nome posteridade. A quesillo (disse elle) que se
vai decidir he entre a defesa de Portugal eainvaa.io da
Inglaterra. Portugal foi a victima que nessa occasio
sol i cu por nos votet, he ver dude /batos a victima !
Emquanto aquelle pait era prexa da devastacao, e de to-
dos os horrores daguerra, nos, desfructando as heneaos
da paz, con ti ii na vamos a fabricar com toda a seguranca
os nossos anclados com que forneciamos o inundo iu-
leiro, (lensacdo profundo) e quauto s lindas de Torrcs-
Vedras acredito que ellas serviram de proteccao o es-
polio c saque de una capital mais populosa, mal rica,
e mais soberba do que Lisboa. (O orador conlinuemio).
A cmara ve por certo qual he essa mal* populosa, mais
rica eiuais soberba capital, a que as linha* de Torra-
le.Ir... serviram de proteccao, para evilar-lbeo espolio
e o saque, -j- Vosee, lim. sim Londree, Londres.
(Continuar-se-ha.)
contl-ado asylo na legacOo, de a. M. catliolica par
i a perseguiao dos perturbadores da ordem, "
.leu Uaar inniivn pira ser
revcluco en-
ra evitar
. se preleu-
apreseutado como autor de
planos-de ederacuo contra o governo Ingci, iculcau-
do-me assim como um dos seus prlmelros inlrnteo. na
Pennsula. He sabWo que ua cabeca de c lo, i,^^
(*) Vide Diario n. 7-4.
Achava-mc n bordo do moncionado briguo, conten-
tando-mcem recebe/- smenlo do tempqsa lempos
notician de minha^usa, esposa e filhos, eslranlio in-
teiamente poltica, lamentava os acoqtccimentos
que se esiavam passando na capital o em tod#<
reino, e nutria a esporanca deque, passados os |iri
meiros impetos revolucionarios, cu podoria desem-
barcar e tratar dos mous -negocios Mas o meu per^j
seguidor pilo dorma, e dcclarava a Mr. Itouen quo o
maior servigo que a Franga poda fazer a roinlia de
bem deliqida. Dcsejo que a minha patria esteja em
az o na melbor harmona com todas as inertes es-
Irangeiras.--Subsermencia a) nenhiim.i, -a nenhuma,
a nenhuma, porque onlendo que assim como nenliii-
madollas morro ,de amotes por nos, mo podemos-
usmorrer de amores por ellas. Gada um o seu no
gocio.
Fallando agora mais particularmente da Inglaterra.
leudo si.lo aureseniado como o iiiiniigo capital do go-
verno r da uff.ao ingle/a, e no entanto alm de serum
admirador c respeitador deesa grande, generosa cjus-
ticeira nacao (o que nem scnlpre se pode applicar aal-
guns dos ministerios que all lecm goveruado) nao le-
udo duvida em declarar que prefiro a ludas a sua alliau-
ca comiiiercial pela simples rasao de que de esla a que
mais uos convem para os nossos inleresses, e que nao me
opponho antes desejo a 6ua alliauca poltica, porque cs-
tou convencido de que ella nos tcm sido, e pode ser mil
para sustentar a nossa existencia como nacao; mas cn-
lenda-se que, fallando assim, nao aduiillo por forma al-
KUuia a subservlencia dogoverno portuguez ao governo
ingle, e rejeito completamente toda a sua ingerencia
la .idniinisiracao interna da nossa pama. Elilcnda-se
utais que exijo urna rigorosa reciprocidade da parle de
Inglaterra : senos tiramos vaiilagens da sua alliauca, a
Inglaterra as lem tirado da nossa. Nao aponlarei um ou
' utro facto solado ; nao Irei buscar o tcslemunbo dos
Portugueses, bel de provar a minha assercao com acon-
lissao dos hoineus mais notavris de Inglaterra Eis-aqui
PERNAMBUCO.
Portugal era fazer sadr o drigueo conduzir-mo juil-l? f|UVe tonU,n "' discurso de lord J. Russcl(pTimeiro
la.nmfi.. n... ...o i-..,n l i ,"""*" '"iu" I ord do tlicsouro) .(Agora estamos no jusliiicados
tainouto com meu .rinio a remolas lenas. O com or h procedo dcsil.i.odo? Nao fatigare! a cama-
mandaiitc do brigue, a quem igualmente sou-deve-
dor das maiores consideiagOes, recebjiU ordem para
levantar ferro, o confesso que ns primciras manobras
no dcixa.raiii de me causar a maior sorpiczu, eu
nilo podia toncebr como, sem ser prevenido, e sem
quo o fosse tambem o ministro .le llaatpaulia, por co-
jo pedilo meacliava naqucllo brigue, podesso ser
obrigado a seguir viagem contra a minha vontade.
Foi'enir.o t|uc o referido commniidante me dcclaiou
que senta dar-ine a noticia do que em poucos mi-
mitos teriamos d sabir a barra, e que. en loria de
por baver procedido desle.anodoi Wao fatiga
ra citando numerosos trechos dos documentos, mas jul-
go que delles se colbe ser tal a desgraca de Portugal,
nosso antigo alliado, com o qual temos lldo as mais m-
iiaiiii retacn de commercio, e a mais cordial camaradagem
nut armas, quo nos justiiica por impor as condicoCS al-
liidi.la. aos parilos belligcruntes, depeudendo deltas a
ventura e liberdade de Portugal. Havia, porm outra
qucslo a atlcudcr, isto he, oj iafereiict da Inglaterra ues-
te caso. Dcviaiuos considerar como se resemii iaiu os
inleresses britannicos; seguindo o arbitrio adoptado, ou
tomando camiulio diverso. Encarando o assiiiplo de-
baixo deie aspecto, lecordarei cmara as nossas anti-
C.uara nunficipal do Recife,
SESSA EXTRAORDINARIA EM 29 DE MARCO
DE 1848.
raEStuEKCu no si-vnou riigo a ALauQuaaquK.
Presentes os Srs. Barros, l)r. Nery, liarais, Cau<
dio e Mame.le adrin-so a sesso, sondo lida o
approvada a acta la antecedente.
0 secrclario fez a leitura dos seguintes oflicios :
*Um do Exm. presidente da provincia, aecusando
reccliidos os ollicos desta cmara, actnnpandados da
copia da actanla apuragiio geral de votos para de-
pulados proviiciaes.--lntcirada.
Outro do nicsnio presidente, remetiendo tres cx-
omplares. do Auxiliador da industria nacional, per-
tcncentes aos mezes de outubro, novembro e dezem-
bro do anno passiulo.Inleiruda, e aecusou-so a re-
cepgflo.
Outro do secretarlo do mesmo presidente, remet-
iendo d'ordem dellc exemplares de ieis geraes.
Inteirada, e aecusou-sca rcccpgSo.
Outro do procurador Mello Pacheco, participando
ter-so linalisado o arrcndamcnlo das casas ns. 36,
38 e o da praga da Independencia, c pedindo que
a cmara ordeuasse a arromatagito deltas na forma
da lel.-Quose autorisasso ao mesmo procurador
contratar o arrendamento das mesmascasas, dando
parlo previa a cmara do que fizer.
Outro do (iscal da freguezia da Boa-Visla, parti-
cipando achar-se arruinado o calgamonto do Ater-
rc-da-Uoa-Vista, e a entrada do Manguind, e pe-
dindo providencias para screm melhorados ditos
lugares.Quo fosse autorisado o liscal a mandar fa-
zer os conccrlos necessarios em ditas estradas, ox-
pedindo-so ordem no procurador para Ide fornocer
odinheiro preciso para essa despoza.
Mandon-se allixar editacs pondo-se em arromata-
gito a quem mais dor pelos materiaes a demoligflo do
quarteirilo do lado do este da ciboira do peix da fre-
guezia de >i.-lose.
Mandou-se rcmetler oo Sr. vsre.lor Barata o
requerimeiilo de Manoel Fcrreira Kialho para e-
millir a sua pinino acerca da materia delle.
Despacduram-so as petigOes de Antonio JoSo lli-
bciro, de ChristovSo de Molanla de Mello Aflbnso,
le Francisco Xavier l'ardellia, .le Jos Antonio Pe-
roira Rodrigues, de Jos Lucio l.ins, de Joaquim Fer-
nandos de Azevedo, de Manoel Jos de Baslos Mello,
ILE6IVEL
*


-*
I
L
do Manoe! Correia de Araujo, de Manoel Francisco
da silvii, do MarcolinoGongalvesda Silva, de Pedro
Jos Carnero Monteiro, de Manoel Jos Pacheco, e
levantou-se a soss.lo. Eu JoSo Jos Ferrtira de A-
guiar, secretario, a subscrevi. ~ Rego'Albuquerque,
presidente.-- A. de Barros.Barro. -- Barata.-- Mo-
nede. Dr. Nery di Fon/teca.
COMMERCIO.
CNSUL A DI PROVINCIAL.
RECUDIMENTO DO DA 6........... 668,191
Movimento'tio Porto,
CONSULADO CE RAL.
BEND1MFNTO DO DA 6.
Geral .
Diversas
provincias
1:251,787
156,913
Alfandega.
RKNDIMENTO DOS DAS5 ES.........6:8?7,703
Detcarrega hojc, 7 de abril.
Burea Tejo mcrcadorlai.
IMPORTACAO'.
Tejo, barca portugueza', vinda de Lisboa, entrada
no corrento mez, consignada a Oliveira lrmaos&.,
manifestou oseguinte !
6 meias pipas vinagre-, a Luiz Jos de SA-l
raujo.
20 barricas sardinhas ; a Jos Francisco Colares. I
48 barricas sardinhas ; a Jos Antonio Pinhero. I
36barrisazcite-doce, 10ditos paios.10 ditos chou-
ricas, 3 caixas toucinho, 4 pedras de cantara, 1 ca-
xa tase retroz, 1 ditacandieiros de lalilo, 6 barr-
cas cera em grume; a Tliomaz de Aquino Fon-
soca, t
12caixas rap, 10 barris chouricas, 10 ditos paios,
10 caixas toucinlro; a Joao Jos do Carvalho Mu-
va es
15 barris azeite-ijoce, 1 caixa 2 fardos de panno;
a Gaudiiio Agostinho de Brrros.
r>5 pipas, 1 mcia dita e 65 barris vinho tinto, 9
pipas o 80 barris dito branco, 2caixolcs amandoas
cohortes, 7 barricas cevada, 1 caixote livros im-
presos, 6 caixas cera em velas; a Oliveira Irmos
&C.
1 caixoie nozes; a Victorino Jos Monteiro.
10 barricas fardos; a Jos Pereira da Cunta,
40 barricas sardinhas; a Antonio Ferreira Lima.
13 caixas toucinho, 2 ditas livros impressos, I sac-
co mJa de prata ; a Francisco Severiano Uabollo
ft Filtro.
100 ancoretas azeitonas, 50 barris vinho tinto ; a
Jos Ferreira de Mattos.
24 pipas o 55 barris vinho tinto, 6 ditas e 60 ditos
dito luanco, 10 pipas vinagre, 16 barris ago'arden-
te, 23 caixas toucinho, 4 barris carnes, 24 ditos a-
zeile doce, 40 barricas sardinhas, 25 ditas cevada,
20 canastras btalas, 30 barricas chouricas, 150 pa-
lacflcs brasiloiros, 50 molhos de ceblas ; a Silverio
Manoel dos Iteis.
4 caixas e 3 barris drogas, 1 cesto phosphoros ;
a Manoel Elias de Moura.
2 caixas vidros ; a V. Bravo & C.
1 caia 1 resplandor de prata ; a Francisco Au-
gusto da Costa Cuimaros.
50 barris cal, 1 caixote 1 braco de batanea, t di-
to amendoas cobertas; a Severiano Jos do Carva-
lho.
1 caixote conservas, 1 ancorla sardinhas, 1 dita
-azeitonas ; a Augusto Cezar de Abren.
10 barris cliouriQas, 5 ditos paios, 20 ditos touci-
nho ; a Francisco Lucio Coelho.
1 caixotinho sapalinhos; a Raytnundo Carlos l.oite.
6 caixas velas de cera; a Firniino Jos Flix da
Roza.
25 barris vinho branco; a Antonio Jos Carne i ro
Cu i marfles.
1 emhrulho pu taces brasiloiros; a Antonio da
Costa Ferreira.
4 pipas vinho linio, 30 barris dito branco, 1 sac-
ro pinhOeso pinliss ; a Manoel Caotauo Pereira Mon-
donga.
15 barris vinho branco; a Jos Antonio de Maga-
J hiles Basto,
3 caixotcs livros impressos usados, 1 fardo 1 li-
vro, 1 canudo estampas ; a Jos Antonio da Silva
Jnior.
15 caixas queijos, 10 barricas ccvadinha j or-
dem.
Cbairica3c 2 caixotes drogas ; a Vicente Jos de
Unto.
1 caixa 1 chapeo armado ; a Domingos Germano
Aflonso Rcgueira.
2 caixotes chapeos; a Manoel Paulino do .Nasci-
niento.
10 saceos farelos; a Antonio Maria de Miranda 0-
Jiveira.
20 saceos cevada, 5 pipas vinagre, 20 barris dito,
2 ditos vinho tinto ; a Paulo Jos Alvos da Silva.
1 barrica sardinhas. 1 barril toucinho, 1 dito pre-
sunto, paios e chourigas, 1 diloazeite doce, 1 dito
vinagre, 1 caixotinho livros impressos, 1 lata cha,
i pacote rap ; n Jos Marques da Costa^oares.
53 caixotcs velas du cera, 16 barris chouricas, 16
caixas toucinho, 6 barris presuntos ; a Francisco
Eduardo Alvcs Viamia.
1 caixote 3 mageiJS ; a Antonio Francisco do
Moura..
1 barrica castanhas piladas o amendoas, 2 barris
sardinhas; a Francisco Jos Tcixeir "Bastos.
1 caixa 2 diccionarios; a Gabriel Alfonso Rc-
#ueira.
1 pocote jornaes ; a l/.idoi o Luiz de Souza Mon-
teiro.
24 pipase 124 baris vinho tinto ; a IziJoru Ayres
deSousa.
1 sacco moda do prata ; a Jos Toixeira Bas-
tos.
1 sacco moda de prata ; a Jos Paulo da Fon-
seca.
140 barricas sardinhas, 50 canastras ceblas, 1
oratorio ; a l/eopoldo Jos da Costa Araujo.
1 bah panno do linho ; a Policarpo Jos Layn-
ne.
4 pipas e 10 barris vinho branco, 3 ditas e 5 ditos
dito titilo, 10 meias pipase 5 pipas vinagre, 10 bar-
ricas cevada, 15 barns chouricas, 10 ditos e 10
caixas toucinho, 10 ditos azeite doce ; a Antonio
Joaquina de Souza Ribeiro.
1 sacco moda de prata ; a Jordao Jos Fragoso,
l caixa meias do linho, 1 dita livros; a Manoel
Goncaivos da Silva.
.---------------
Navio entrado no di* 6.
Glbraltrar ; 28 dias, barca inglexa Lala-Kookh, de 150
toneladas, capitao Geovanoi Maciarovich, equipagem
10, carga sal c fruciai ; a Nascimcnto & Amorlm.
Navio tahido no mtiino dia.
Hio-de-Jatiriro brlgue Iirasilciro Comptlidor, capitao
Jos da Silva Nev, carga assucar, ago'ardente e mais
generes. Passageiros. Joaquim Francisco Lopes An-
joa, Auna Pinta dos5antof Brasileiros.
EDITA L.
1:408,700
Miguel Archanjo Monteiro de Anirade official da im-
perial ordem da Rota, cavalleiro da de Christo e ins-
pector da alfandega de Pernambuco, por S. M. o
Imperador, que Deot guarde, etc.
Faz saber que no dia 8 do correle mez, ao meio-
lia, na porta da mesina, se lulo de arremataras
morcadorias abaixo descriptas, existentes nosta' al-
fandega, alcm do tompo marcado pelo regulamen-
to, eque ja fram annnnciadas por edital de 7 de
fevereiro prximo (indo.
Alfandega, 4 de abril de 1848.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
Armazem n. 4, dia 22, mez de julho, anno de 1845,
Columbut, barca ingleza; ao Dr. Arbuckb, L, som
numero, um embruilio coni urna duzia de ps de
ferro, valor 10,000 rs.
dem n. 6, dia 29, mez deoulubro, anno de 1845,
Chamoet, brigue nglez ; a Ofdnof G. Khar, FNB,
urna caixa coin smenles arruinadas, valor 1,000
ris.
dem n. 6, dia 6, mezdemaio, anno do 1847, /ntfe-
pendente, brigue brasileiro ; a Manoel Alves Guer-
ra, Acoin travessio, 18 rolos de fumo, valor 1,000
ris.
dem n'. 6, dia 6, mez do maio, anno de 1847, Inde-
pende/lie, brigue brasileiro; a Manoel Alves Guer-
ra, V com travesso, 2 rolos de fumo, valor 1,000
ris.
dem 9, dia 10, mez de novembro, anno de 1847,
Zilia, barca franecea ; abandonado por J. P. A-
doui & C, JPA&C, 308 libras do fumo picado,
arruinado, valor libra 100 rs.-
dem n. 9, dia 30, mez de agosto, anno de 1845, tto-
bim, brigue portuguez; a Antonio J. M. Guima-
rfles, diamanto G, sem numero, 20 caixas com
massas arruinada, valor urna 1,000 rs."
dem n. 9, da 10, mez de maio, anno de 1846, Fe-
lis-Uniao, brigue portuguez ; a Thomaz de Aqui-
uoFonseca, TC, 5 caixas com rap arruinado,
500 libras, valor libra 200 rs.
Avisos martimos.
Para a Baha abe com brevidade a sumaca Car-
lota, por ter a maior parte da carga prompta : para
o restante e passageiros, trala-so com o mestro, Jos
Goncalves Simas, ou com Luiz Jos de S Araujo, na
ra da Cruz, n. 26.
Para Lisboa sabe, com a maior brevidade pos-
sivel, a barca portugueza Teo, capitao Silverio Ma-
noel dos Reis, por ter seu carregamento promplo :
quem no mesmo quizer carregar ou ir de passa.-
gerh para o que tem excedentes commodos, diri-
ja-seao referido capitao, ou aos consignatarios ,
Oliveira Irmflos & Companhia na ra da Cruz, n. 9.
-- Para Liverpool saho impreterivelmente a gale-
ra ingleza Sword-Fih, capitao R. Creen, at o da 18
a 20 do corrente mez, offerocendo para passageiros
asconhecidas vanlagensde commodo o de superior
marcha da mesma embarcarlo: os pretendenles di-
rijam-se aos consignatarios, Me. Colmont &.
Avisos diversos.
llcclarncoes
A admini.v.i acao geral dos cslabelecimcnlos de
caridado manda fazer publico que, no dia 10 do cor-
rente, pelas 4 horas da larde, na sala das suas ses-
sOes, i i 1 o praca as remias da casa n. 68 do Atorro-
da Boa-Vista, pelo lempo que decorrer do dia da ar-
rematarlo a 30 dejunhode 1851.
AdministracSo geral dos cstabcleciii.culos de ca-
ndado, 3 de abril de 1848.
O escriplurario,
/'. A. Cavalcante Comseiro.
THL'ATHO PUBLICO.
DOMINGO, 9 DE ABRIL ,
a beneficio de madama Ideltrudcs, se representa o
iiiagesloso drama
Jos II,
imperador de Allemanha, visitando os carcera,
com toda a pompa e brilhantismo quo pede seu
autor.
Nolim dol. acto a senhora Emilia Matilde Va-
lonea cantai a brilhantearia Una vocepoco(a do
mestro Rociui.
[Principiar s horas do coslume.]
Grandecosinorama
MUDABAS DE VfaiAS.
Iloje estarHoexpostas, das 6 horas da larde cin
djante, no salao ito Collegio, junto Congrogaco,
as scguiiles vistas :
1.* Pernambuco, pelo lado da fortaleza do lirum.
2." Rota-Fogo, suburbios do llin-de-Janeiro.
3." O palacio dasTullicrias, um Par,
4.* A cicladrtrde'Coinibra.
5.a A cidade Hiliah, ruinas de Bobilonia
6.* A entrada da rainha Victoria em Gotta, cida-
de da Allemanha.
7." A $a d'O' Conucll, na capella de Marlboru, na
Inglaterra.
8.* Ojantar dos frade.s norofeitorio do convento,
na Blgica.
9 A cidade de Vera-Cruz, pelo lado do mar.
10. O Pico de Tenerife, pelo lado do mar.
11. A cidade do Lima, capital do Per.
12. A grande praca d'EI-Ppolo [do povo]
Roma.
13. A aurora boreal do polo rtico.
LOTERA
lio Hospital Pedro II.
Correin as rodas desta lote-
ra amanilla, s 0 lluras, no
consistorio da igreja de IV. S.
i\o Livramento, a onde o res-
peitavel publico encontrar
um commodo assento paraas-
sistr a suaextraeco.
-- Nojuizo do civel desta cidade, porexecucSo de
Manoel Joaquim Pinto Machado Guimaraes contra
seu devedor Francisco Xavier das Chagas Sicupira ,
se acha em praca publica a casa torrea, sila na ra
Imperial desta cidade, n. 114, e lindos os dias da le,
hade ser arrematada a quem maisder: quem nol-
la quizer laucar podo comparecer no dia,para se re-
ceber o seu lauco
Precisa-se de dous caixeiros para venda de 12
a 14 anuos : na ra da Cruz, n. 32.
Um rapaz que tem boa lettra e bastante prati-
ca de escripluracao, se ofTerece para escrever em
algum cscriptorio, desde as 3 horas al as 6 da lar-
de, medanlo urna paga relativa ao seu trabnlho:
quem de seu prestimo se quizer utilisar dirija-se a
ra do Rangel, sobrado n.9, que se dir quem he.
Alugam-se 2 escravos, um preto moco, cozi-
nlieiro, liel e muito limpo o outro com 14 annos,
muito esperto : na ra do Qucimado, n. -50, 1." an-
ar, por cima da venda.
O mcio bilhele n. 1,652 da lerceira quinta rarlo
da primeira lotera do hospital Pedro II pertence a
Joao Francisco Marques do Passo-de-Camaragibe ;
o o mcio bilhele n. 1651 a Antonio Jos Marques, do
masmo lugar, e a J. O. Campos.
Quem precisar do urna ama parda para o ser-
vico interno de nina casa de pouca familia, ou da
homcm solteiro, dirija-se ao boceo da Bomba, n. 3
Os herdeiros do coronel Francisco de Rredrode
Andrade fazem publico quo obtiveram no tri-
bunal supremo do Justina con'cess3o da revista que
interpozeram na causa em que a Snrn. D. Maria de
Pinho Rorges demandava a .rescisilo, por nullida-
ile c falsidade, da venda da metadedo engenho Ca-
lug, que a dita senhora lizera aquello pai e sogro
dos annnnciantcs; sendo os fundamentos da dita
concessao,--injuslica notoria e tiullidade,como cons-
ta da gazeta ollicial n. 11 de 15 de Janeiro do cor-
rente anno uonde vem transcripto assim : nPro-
cesso de revista civel entre partes, os herdeiros do
coronel Francisco de Brcdrodo Andrade e D. Maria
do Pinho Borges. Consedeu-se i revista por iiijus-
tCa notoria e pela nullidado de inlervir um juiz
incompetente, qual o desembargado!1 Poncodo Leao,
debaixo da presidencia do desomhargador Ramos,
que tlie he inferior em antiguidade. E assim,
previnem os annuncianlus que ninguem faca nego-
cio qualquer coma dita Snra. I). Maria de Pinho
Borges, ou com seus procuradores e anda mesmo
em praca judicial, sobre a dita parlo do referido en-
genho.
Luiz Antonio de Barros, Brasileiro adoptivo ,
retira-se para Portugal.
Precisa-so alugar urna preta, ou moloquovque
soja fiel e esperto, para vender na ra ; na ra D-
reiln, n. 78.
O linturciro que morou na ra de Agoas^Ver-
des mora na ra de S.-Tbereza, travessa do Poci-
ulio, n.70, tingo toda a quulitlade de fazenda tan-
to de I a a como do seda : tambein lingo los para pre-
to c chapeos de pallia.
Precisa-se saber quem he nesta praca o corres-
pondente do Sr. JoaoCllmaco Fernandes Cavalcan-
te : na ruadPraia, n. 37.
Precisa-se alugar um sitio com casa de sobra-
do, baixa para capim, arvoredos, estribara para a
ou 3 cavados o cocheira,. para tomar conta no fin,
corrento mez, as immediacos de Santo-Amaro
Mondego, Capunga ou Ponto-de-Ucha : trata-so ei
Fra-de-Portas, ra do Pilar, n. 63.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva que te-
nha bastante lelte : na ra da Mangueira, rronteira
aporta do recolhimento da Gloria, na Boa-Vista
casado Manoel Gregorio da Silva.
Casa de comruisso de es-
cravos.
Na'ra Direita, n. 3, sobrado de 3 andares, defron-
te dobceco de S.-Pedro, roecbom-so escravos de
ambos os sexos para so venderem de commisso',
n3o se levando por este trabalbo mais do que dou
por cento sem se levar cousa alguma de comedo-
ras e offerecendo-se para os ditos escravos toda a
seguranca precisa.
Dentista.
Alugain-se dous molecjues
de 15 a 16 nnnos .* no hecco do Abren, n. 1, casa de
pasto de JaQinlho Silvestre Vicente. Na mesma casa
vciidc-se un proto novo.
. Precisa-se engajar mensalmeute urna pessoa :
na ra Nova, n. 18. a mesma casa compra-so um
quarlo embora esleja magro, ou no sitio do Pi-
na, em (.'linda onde se vendo capim, a 200 rs. ti
nrrolia.
Anda est para alugar-so o primeiro andar do
sobrado atrs da matriz da Boa-Vista, u. 26: a tra-
tar na laja do mesmo sobrad.
Existo urna pessoa quo tom livres'es tardes o<
que ptlc-se empregarein qualquer servico
D.W. Raynon, cirurgiflodentista do#Estados-Unidos
da America do Norte, recentemente ehegado a esta
cidade, participa ao respeitavel publico a. aos seus
amigos quo lenciona seguir desta cidade para os
por(os sul cm breve lempo : assim, roga as
pessoasque se quizerem utilisar do seu presumo,
dirijam-se a ra da Cruz, n. 40, segundo andar.
-- Troca-se urna imagem do Sr. Crucificado, sen-
do bem perfeita : na ra Augusta n. 94, ou annun-
cie.
C\SA de *odasfran.
CEZAS.
J. M1LLOCHA,
no Alerro-da Boa-Vista, n. 1,
primeiro andar,
com a entrada pelo portno do oilHo, acaba de rece-
ber, pelo ultimo navio brindo de Franca, um rico
soi ti ment dp modas e do objectos para a Qu*resma,
a saber : lindse escolhidos chapeos de senhora,
de todas as cores e do ullimo gosto : sedas pretas
achamalotadas, para vestidos e manteletas; grs dn
aple preto e encorpado, para os ditos ; trancas o
franjas pretas, muito ricafc, para enfeites de ves-
tidos e manteletas ; ricos bareges pretos, sem mis-
tura de algodSo o com listras assotinadas; mantas
e mantilhas para a caboca do rico bico preto, para
senhora o meninas ; veos ; bicos pretos verdadeiros,
de muito lindos desenlio* e de todas as larguras;
filos do bico preto; dito de linho preto, muito lar-
go ; luvas pretas com dedos aem elles compridas
e curtas, usase bordadas, de todas as qualidades ;
leucinhos de garca para gravalinhas de senhora ;
ditos do rede de retroz; ricas fitas pretas largas o
estreitas; um lindo sortiment de camisinhas, col-
larinhos e bordados; camuraia do linho; lencos de
mao etc. Fazem-so sempre na mesma casa vesti-
dos paca casamentos o para a Quaresma, mantele-
tas, chapeos, toucas, e, ort geral, tudo o mais do
toilette das senhoras : tudo por prego muito em
conta o com promptidao.
H CH A PISOS DE SOJL J|
Ra do Passeio- Publico, n. S.
Joao Loubct participa ao respeitavel publico, que
recebou, por estes ^Itimosnavios francezes, um com-
pleto sortimento do chapeos do sol.de seda, amis
rica e superior qualidade; furta-cres e outris mul-
tas conheeldas, tanto para homens, como para Sras
e meninos. Nomosmoestabelecimonto ha um sorti-
mento de chapeos do sol de paninho, dos mais mo-
dernos; ditos muito granUos, proprios para liomens
decampo : 'tambera-tem chapeos de sol de paninho
para meninos o meninas, por serem muito finos: po-
dem-se chamar chapeos de economa. Na mesma loja
ha soi lmenlo de bengalas, bengalinhaa e chicotes
muito modernos; cobre-se qualquer aru.iac3o de cha-
peos de sol, com sedas de todas as cores equalida-
desi N mesma casa ha um grande sortimento de
paiininhos trancados e lisos, imitando seda, para I
cobrir os mesmos: desta fazenda se vende aretalho.
Concorla-se todo qualquer chapeo de sol, por liaver
um completo sortimento de lodosos petences para
os mesmos, com toda a perfeic3o e brevidade.
Vao comecar no collegio de Santo-Antonio os
cursos de philosophia o geometra ; e o rospecti'o
professor, o Sr. Antonio Pedro doFigueiredo, com-
promette-se a esforcar-se, para que os seus^alum-
nosaproveilem-no o mais possivel: Ss que quizo-
rem esludar oslas disciplinas, ipressem-se, quanto
antes, para nao perderem as primeiras licOes.
Aluga-so urna preta, ou parda, de idado que
queira servir em urna casa de portas fra o ensi-
boar e coser alguma roupa grossa de escravos: quem
esliver neslas circunstancias, dirja-se a Fra-de-
Portas, n. 145.
~ . ,---------------^..... 1
K ^-v II r *.v> II- ^--- rff (r, V- i?;
- V lili II 1 - ''S
* -~>V i --?^-~Jl <^\ fj/. vjV g
das duas horas at a noile : quem de seu pi estimo
se quizer utilisar annuncie, '
-- Precisa-se alugar din preto, ou um moloque ,
p%na o servico de urna casa de hornem solteiro mas
quo seja liel: no pateo do Terco, venda n. 7.
Joaquim Jos Goncalves deixou do ser caixeiro
M. S. Mawson, dentista, recentemente ehegado da
depois' Europa, acha-so residino no Recfe, roa'do Ta-
: Acidadc deHamburgoTe Aliona, pela janellV de Antonio Francisco de Mor.es, desde o dia 6 do
torre da igreja Oltensen.
da i:.. Urna cascata cmTyrol, n'Austria.
Adverte-se que os bilheles vendem-sc na porta da
entrada a 1,000 rs. para hornem e a 500 rs. para
as senhoras c meninos.
O director do GRANDE COSMORAMA faz soi-
enteao respeitavel publico que a presente expsi-
Ct(p de vistas lindara domingo, principiando do ae-
gunda-feira, 10 do corrente, por toda a semana no-
vas e magnificas vista*, como ser annuuciado.
corrente abril.
Ricardo Jos de Frailas Ribeiro faz scienle, prin-
cipalmente as pessoas que teem contas na sua luja
da ra do Crospo, n. 4, que o seu caixeiro Jos Vic-
torino de Paiva fui boje despedido c que, portadlo,
nSo tem mais gerencia na dita loja ; assinveomo
igualmente previne a quen convier que o seu cai-
xeiro de cobrancas Jos da Silva Campos foi igual-
mente despe Afl)essoaquo precisar de alugar urna sala
grande com alcova e 2 quartos, na ra do Rozario,
pode dirigr-se a ra do Queimodo, n.16, que ahi
se dir quen aluga.
- Manool Jos deModeiro retira-se para iltn de
S-Miguai.
piche-Novo, n. 8, segundo andar, apnde continua a
pordentes miiicracs, Picando incorruptiveis, e ap-
parecendo inteiramenle como naturaos": tainuem
lira a pedra, a qual, nao sendo extrahida, om pou-
co lempo tanto arruina os denles ; chumba com ou-
ro ou prata, para privar de augmentar-a corrupcilo;
tambem tira, lima e faz todas as operares denticaes
coma maior delicadeza possivel. Elle espera quo
os elogios, e o muito patrocinio que tem recobldo
pelos beneficios que tem produzdo na sua pratics,
durante 7 annos de residencia nesta oblada, scrio
garantas sufficienles para as pessoas que, precisan-
do do seu preslimo, nao O deixem de procurar.
Offerece-so uma parda para ama de alguma
casa de pouca familia, para fazer todo o servico que
perlonce a urna rasa, qual sabe cozinhar, ongom-
mar o tomar Conta de una casaV quem a preteuder,
dirija-se ao \terro-da-Boa-Vista, n. 44.
-OsSis. doutores Miguel Ar-
chanjo da Si Iva Costa eJoflo Vicente da Silva Coala
' queiraui dirigir-se a ra do Crespo, p. 9. '-
_ % i


wm
^
3
os
O abaixo assignado participa a lodos
seus devedores, que tem constituido
por seu bastante procurador ao Sr. Joa-
quimGandido da Cruz Siqueira, para co-
'brar suas dividas nesta praca e fra del-
la. Recife, 31 de marco de i848.
francisco Joaquim Duarle.
abaixo assignado, professor substituto de phi-
losophia n goomelria no collegio das artes d'Olinda, e
ah residente, na casi em que morou o capitflo Pas-
aos, recebe anda aboletadossb sua drecgo ; para
o que pde-se tratar com elle era Olinda, e-com seu
irmao, Miguel Archanjo da Silva Costa, no Recife,
collegio Santo Antonio.
Jado fcente da Silva Cotia
Hetralos do (laguerreotypo.
O abaixo assignado avisa aspessoas que oncom-
mendaram medalhas, que acaba de receber um bel-
lo sortimonto das mesma; e como tenciona demo-
rar-se por uns -poucos de das mais nesta cidado,
si'ientilica a aquellas que anda precisaren) dos seus
servicos, d aproveitarem o lempo com toda a brevi-
dade possivel.
Carlos D. Fredricks.
Furia rain de Fra-de-Portas, do
lado d mar pequea, junto da Ifundico
do Sr. Me. Caluin & ompanhia, dous
pranchoes de louro de largura de dous
palmos a do# e meio, com a marca 1 U
e (i por baixo do M Hoga-se aos Srs.'do-
nos de errara on mestres de eslalei-
i os, ou outra qualquer pes'soa a quem
-;-rein offerecidos que os apprehertdnm,
e participen) a Joaquim Lopes de Almei-
da, que gratificarn quem descobrir, tan-
to o ladraocomo os praiiches e guar-
dar segredo.
Alugam-se dous pretos para armazem de assu-
car, ou para o servgo de podroiro por terem bas-
tante pralica : na ra do Collegio, n. 3, segundo
andar:
Trbca-seum sitio na eslrada do Arraial, com
rasa de lijlo toda envidracada, com duas salas ,
um gabinete, duas alcovas, dous quartos atrs, co-
zinha fra quarto para Jcitor dito pira pretos, es-
tribara pira tres cavallos recreio na frente lodo
corrido de assentos muitos arvoredos do fructo de
diversas qualidades, ni ti i la abundancia de coquoi-
ras, baixa para capim, cercado para vaccas, capuel-
is de tirar lenha muila trra para plantages de
rogs, por outro mais.pequeno ou por predios nesta
praga : tambem se vende, ou arrenda-so : a tratar
qualquer des negocios, no Atcrro-da-Boa-Vista ,
loja n. 78.
Precisa-se de um destilador perito cm sua ar-
te: na ra do Collegio, vendan. 17.
Itouard August, subdito franco/ ebegado ha
po;ico nta cidudo segu para o MaranhSo.
Rogo-se ao Sr. Alineida Cuedes, que foi thesou-
rciro da primeira parte da primeira loleria a favor
da Igreja matriz de S. Pedro de Olinda que haja de
declarar aonde pJe ser procurado, para se llio apre-
star o hilh'ote n. 1,620 do anuo do 1842, que se
acha premiado.
- O abaixo assignado
parlici
a uo respeitavel publico aos
seus freguezes e amigos, que
ba
mudado'
oseu esluliclecimentoda ra doQuoihiado, n. 11 A,
para grande armazem da esquina da mesma ra, u.
\ L aonde se enconlrarflo,uifo s as azendas
XEi\m j" annunciatlas, como um grande sorti-
^ m % mciiio cliegado pelos ltimos navios ,
par;i vender por atacado c a retalbo, o mais barato
possivel. Neste novo armazem encontrado os con-
rurrcntcsinelhor commod para as suas compras ,
nto s polo espacosoarinazem, como pelos pregos
baratissimos,"e Completo sortimento.
Raymundi Carlos Leile.
FURTO.
D'entre as ftjf endas que o Sr. Jos Brando J-
nior levou destacidade, para armar a igreja deS.-
Antffo na cidade da Victoria furtaram urna grande
por$5o de setim de varias ores, em varas do ga-
liloamarello duzenlos e tantos covados de volante,
cera varas de mndapolflo.uma pequea porg&o de da-
masco verde. Roga-so a quem frcm offerecldos laes
objectos, <|uo os apprehonda e leve-osa ra do
Encantamento estabelccimento de armaeflo, n. 4.
-Precisa se alugar um sobrado de um andar,
(ara urna peqnena familia, as ras Direita, Cadea,
Horlas, Collegio e.cstreita do Rozano : nesta typo-
grphia se dir quem precisa.
- Thomaz de Aquino Carvalho previne ao respe-
lavel publico, ou a quem convier, que nao contra-
to m nem facam-negocio algum com Mana dos Res
da ConcoigSo, sobre casa o. 68 da ruada matriz
da Boa-Vista poisso ada liypolbccailn ao annuii-
cianlo como consta da escriptura publica : e para
que aodepois nflo reclamem ignorancia fazo pr-
senle, para evitarconlendas.
"Alugam-se tres escravas mogas que saboni fa-
zcr todo o servigo do urna casa de familia, sendo, po-
i ni, Juas mais mogas s para o sci vico de casa, por-
que pela sua idado flodevem servir na rus, e silo
mui propras para coser cm algiima loja cstrangei-
ra : quem precisar dirija-se a praca da Ba-Vista, n
32, segundo andar.
= UmaSfa. que lia "mullos annos ensma meni-
nas particularmente a lr, escrever, contare gram
matara portugueza, coser elido, fazer lavarwuos,
boroar, marcar, e bem assim dores artificiaes, ludo
rom perteieao o mellido, declara aos Srs, pas de
iajnilias que quizorem mandar ensinar as suas filhas,
que ella se nena prompta a receber em sua aula mais
algumas meninas, e, promclle empregar o mesmo
zelo e aclivjdode qie at boje tein empregado, para
que ollas presentera adiantamcuto em pouco lem-
po: a tratar na ra de Santa-Rita, n. 70, a qualquer
bora.
Quem perdeu um chapeo de sol, de panno de al-
godlo, ha quatro mezes, proeuro na alfandega o
porleiro da mesma, que, dando os signaos cortos, lho
era entregue.
se-lhes vendagem : no Forte-do-Maltos, ra do Bur-
gos padaria que foi do AlIemSo: -
Precisa-se alugar um sobrado de um andar, ou
i.' andar para pequea familia, as ras larga do
Rozarlo, Queimado, Collegio, Cadeia, Cabug, Nova
e Livramento : quem livor dirija-se a praga da In-
dependencia, livraria ns. 6 o 8, que se indicar o
pretendenle.
Delflno Gongalves l'ereira Lima declara que seu
sobrinho menor, Jos Gongalves l'ereira Lima, reti-
ra-se para Londres.
No da II docorronte mez, vai praga, por ven-
da, a parte de um sitio com casa earvoredos de fruc-
to, silo na ra do Mondego, cuja arretnatagSo ter
lucarna sala das audiencias, e he pelo juzodo ci-
ve, as horas do costume.
Aluga-so uina casa com sotSo, e com quintal
grande, com bastante plantagSo, na ra da Soleda-
ae, n. 42, por 200,000 rs. aunuaos: a tralar na ra do
Queimado, n. 20.
Quem precisar 'uma ama parda, fojra, que
tem muito bom leite, dirija-se casa da. esquina
do becco do Peixoto.
Fugo do engenho Novo do Cabo, no l.9 do cor-
rente, o nulato Monoel, que serva de pagem do a-
baixoassignado, ecujossignaessitoos seguintes: mu-
lato claro, de estatura mediana, algum tanto grosso
do corpo, cabellos bem pretos eannellados, suissas
circulando o que.ixo, pouca barba; foi montado em
um cavallo russo capado, sellado e enrfeiado. Quem
o pegar e o levar ao dito engenho, ou no Atlerro-da-
Boa-Vista cm casa do abaixo assignado, ser muito
bem recompensado.
Francisco Jos da Costa.
Allenpao.
Ensina-se a arte de tacbigraphia, em 20 ligues, e
recebem-se em graiilicagflo, pelo ensino, 25,000 rs.,
pagos andiantadamente.
As ligOes comegam no da iodo corrento mez, e
flndam no da 6 do futuro mez de maio; e terilo lu-
gar todos os dias nflo santificados, s 9 horas d.i ma-
nliaa. As pessoasquequizerem aprender arte, hilo
de inscrover-so dosde o dia de hoje (*) at ao da 8 in-
clusive, na ra Formosa n. 2, aonde tambem lerao
fugar as ligOes.
N. B. Se houvcr maior numero do que o de seis
alummos, que na cidado de Olinda queiram apren-
der a mencionada arte, nao se duvda ir all enslla-
la, ao mesmo tempo ; porm cm horas differentos.
Precisa-se de m caixeiro para venda que soja
capaz do a lomar por balango dando dador a sua
conduela : quem esliver neslas circumslancias a:i-
nuucie.
Deseja-se fallar com o Sr. Francisco Antonio
de Souza eAzevedoa negocio de seu interesse : na
ra da Cruz, n. 9 casa de Oliveirn IrmSos & Com-
panhia.
Precisa-se de um l'ortugucz que entenda do
tratamento do flores e arvores, para um engenho
distante daqui 8 legoas : apresontando attestado
de sua boa conduta, poder so dirigir ao silio da
cscala, na Soledado.
Precisa-so alujar urna casa de um. andar que
soja fresca, com quintal, no bairro de Santo-Anto-
nio, ou no de Ita-Vista : trata-se com o Burgos,
no sitio da cscala, ou participa-so as lojas dos
Srs. Vicente Cardozo Ayres, ra da Cadeia do Re-
cife, c Gabriel Gongalves Lomba, na esquina da
ra do Livramento.
Alejandro Jos Gomos, negociante da cidade
de Lisboa, tenrto lUlo conlas provenientes de transac-
ges de commorcio com seu fi I lio Jos Anlqnio Go-
mes Jnior, negociable em Pernambueo, rosullou
d'ellas ficar este a dever qnelle, pouco mais ou me-
nos, desdo o auno do 1822 at Janeiro do correte
anuo, a quantia do clncocnta conloa de ris em mo.-
da do Brasil; o nflo tcnilo podido aquello credor
concluir ainignvclmcnlc o ajuslvmento de suas cun-
tas por meio do peritos, porque a ludo so negou o
dito Gomes Jnior, Tez cessflo desse crdito ao a-
b.iixo assignado, parn cumprir obrigagOes, pelo cre-
dor conlrahidas ;o por isso tem o mesmo demanda-
do ao sobredito devedor, para pagar n referida quan-
tia : e porquantn consta que se est prpeedendo a
inventario, tanto dos bensdo fallecido sogro do dito
Gomes Jnior, como dos bens desle,por fallecimento
de sua mulher D. Mara Casimira do Sanl'Anna, e
possa acontecer qne algucm ignorando compre bens
do casal do rofordo Jos Antonio Gomes Jnior, em
prejuizo do crdito cima referido, o d'outro credita
mais na importancia de seis conlos de ris, de conta
do abaixo assignado, e a que est responsavel o mes-
mo casal ; desde j so previpe a todos aquellos a
quem rnteressar possa, que iiinguem faga algum
contrato com o referido devedor acerca dos bens
do seu casal, ou que a elle viorem por titulo de lie-
ranga ou outro qualquer, porque os-mesmos esto
subjeitos ao pagamento dos referidos dbitos.
Feliciano Jos Gomes.
O abaixo assignado, professor provisionario do
primeiras lettras contina a ensina-las na ra es-
treita do Rozario n. 30 ; e prometle todo o des-
velo e cuidado no mesmo ensino- Dent Im* da
Gama e titilo.
Vende-se urna marque/a, duas banquinhas de
meio de sala de angico, em bom estado por pre-
go coinmodo : na ra da.Praia, outr'ora do Fagun-
des, n. 50.
Vonde-se bom vinho do Porto, 3o Sette. a 1,200
rs. a caada o a garrafa a 160 rs.: dofronlb da ma-
triz da Boa-Vista n. 88, juntla bolica.
*la?*I010 10 la7 Vende-se um bonito moleque de 12 a 13 an-
nos sem vicios nem achaques; duas pretas
muito mocas com algumas habilidades: na
na ra do Vigario, n. 2*, se dir quem vendo.
Compras
COmpra-so unin espada de roca, do metal do
principe : na ra da Paz, destacidade, n. 30.
--Compra-sc una historia romana em nglez : na
ra das Cruzes, n. 35.
-Comprain-so, para urna encommenda,2 pelas de
14 a 18 annos o2 uioieques : no pateo do matriz de
S.-Antonio, sobrado n, 4.
Vendas.
~ PrecIwT-W de pretas que vendam po, pagando-'delicia, livraria ns. 6 e 8.
Vendem-se diversos escravos, sen-
do : pretos, pardos, prelas e pardas, to-
dos mocos e de boas figuras, entie osJ
quaes urna parda boa padeira ; outra en-
gommadeira, cozmheira e lavadeira ; um
pardo com ofTicio deallaiate, proprio pa-
ra pagem ; urna prcta com unia cria de
poucos dias, propria para criar em qmil-
quer casa de familia : na ra do Crespo,
loja n. a A, se dir quem vende.
DREITO PUBLICO CONSTITUCIONAL.
Vondem-se ligOes dedireilo publico constitucio-
nal, por Ramn Sales, traduzido era portugus e
nr-adernado porl,600rs.: lia praga da Indepen-
OT0l 01* a*I a." a** 0* &1* 0\*0'MQ
Vende-se urna rica tipoia com todos os seus
pertences : no Aterro-da.Boa-Visla, n. 14, so dir
quem vende.
Participa-se
aos freguezes do bom e barato, quo se vendem cha-
les de nalzurina, a 2,000 rs.; setim preto maco, a
2,200 rs.; carabraias de seda, a 10,000 rs.; chapeos
de sol, de seda, a 5,500 rs.; cortes de cambraia abor-
ta, b 4,500 rs.; pegas de bretanha de Franga, a 3,500
rs.; chales de seda, a 10,000 rs ; ditos de.la o soda,
a 5,000 rs.; meias de seda preta, para senhora, a
1,800 rs.; luvas de dita, a 600 rs.; lengos bordados,
para senhora, a 320 rs ; mantas de seda, a 8,500 rs.;
casimira preta olaslica, a 3,000 rs. o covado; los pro-
tos, a 2,400 rs.; fazenda de caiga, a 240 rs. o cova-
do; chitas do coberta, a 200ts. o covado, o a pega a
7,000 rs., e do cores fixas; carabraias de cores li-
xas c padres modernos, a 640 rs. a vara ; sarja
hespanhola, a 2,400 rs.; lengos do seda de peso, a
2,000 rs.; camisas do meia, das melhores quo appa-
recem no mercado, a 1,400 rs ; briin branco, de pu-
ro linho, a 1,400 rs. a vara; dito trancado pardo de
lnlio, a 640 rs. a vara ; bicos de todas as qualida-
dos; merino; esguiilo lino; cambraias ; cassas ; e
oulras militas fazendas, por pregos mdicos, e sem
defeilos : franqueiam-seamostras aos compradores :
na ra do Queimado, n. 4a, loja de Magalliosflc Ir-
mflo.
Vende-se um cannap o 6 cadeiras do palhl-
nba, de Jacaranda, em bom uso limpas e enverni-
zadas : na ruaeslreila do Rozario n. 10, terceiro
andar.
OBRAS DE ECONOMA POLTICA.
Na praga da Independencia, livraria ns. 6 e8, ven-
dem-se as seguimos obras, por prego milo com-
mod : Ricardo economa poltica 2 v.; Maltbus,
economa poltica, 2 v.; Schmalz, economa poli-
tice, 2 v.; Sinith Recherches sur la nature el les
causes de la richosse; Dutens, philosophie de l'eco-
nomio polilque, 2 v.; Ferreira Borgos, economa
poltica.
Ao bom lomJH Parisiense
Vendem-se os mais modernos e superiores cha-
pos francezes, do mais apurado goslo de Pars ,o
clicgadcs ltimamente no brgue francez Y
na ra do Queimado loja de chapos, n. 38.
Ht Attenco aos chapeos ba- ^
ralos.
Na nova fabrica de chapeos do Atcrro-da-Boa-Vis
la, confronte calunga ha chocado um sortimen-
to do chapeos francezes para hornera o pora meni-
nos; assim como brancos sem pello, que serSo ven-
didos de 1,000 a 4,000 rs., bem comoum grande sor-
'tmenlo delles leilos na dita fabrica.
Cliai-ulos fama va de S-Fe-
lix.
No deposilo de charutos da ra larga dj Rozario,
n. 32, ncha-se um sorlimento de charutos da Babia
de diversas qualidades, Como sejam os verdadeiros
San-Felix. forma Havana, soberanos da Havana, a-
visla-faz-f, Irabuquilhos, os apreciaveis ; sigarros
do la Havana ; ditos de la fama e os afamados marca
de fogo: toilas estas qualidades de charutos silo fabri-
cadas du meJhor fumo; so vendem por menos do que
em outra qualquer parle, e so responsabilisa por
olios. .
Vende-so muito bom capim pelo diminuto
prego de 240 rs o regular de um prclo carregar .
tambem so vende boa verdura : ao entrar da l'as-
sagem para a Torre, primero sitio perlencento as
Ierras da mesma, do lado direlo, com casa na boi-
ra da estrada, com quatro pilares na frente.
Vendem-se pipas abatidas, por pre-
go muito conynodo : na ru \ do Crespo ,
loja n. j a.
Vendem-se 520 meios de sola a 1,400 : na ra
dos Tanoeiros, n. 5.
PARA ESCK vVOS.
Cobertores de algodao ameri-
can >, -i 7*20rs;
pegas d*zuartc da India, com 21 coVados n 4,800
rs.; dita de algodHo IranoaJo azul, do chadrez, com
40covados, a 7,000 rs. {^litado ganga azul rom 13
covados a 960 rs ; ilgodaozinlKM'om um pequeo
loque a 100 rs. a vara : na roa do Crespo loja n.
10. do antigo barateiro, Jos*Joaqm do Freitas
Guimaiiles.
Travs.
Vendem-se Iraves de boas qualidades ,
de 3o, 35 e 4 palmos de comprimento :
na ruada Praia, seiraria de Silva Car-
dial.
-Vende-se urna escrava do nagfio da Cosa de
30 annos pouco mais ou menos, que engomma mui-
to bem e faz o mais servgo do una casa com urna
c ra de 8 anuos : na ra Nova, n. 8.
Cheguem as novas pecbin
chas.
Na ra do Livramento, n. 14, vendem-so chitas de
coberta a 160 rs. o covado, e a pega a 5,400 rs.; di-
tas para vestido rxas e de cores, a 160 rs.; mada-
polo fino, a 4,000 rs. a pega ; casimira prela supe-
rior ; sarja hespanhola, a 2,500 rs. o covado; len-
gos brancos, a 240 rs ;e oulras muilasfazendas ba-
ratas.
, Vende-se a venda do Becco-I.argo, n. 1, por
sen dono tor de rclirar-se para fra : a
mesma venda.
-. Vende-se assticar refinado, etn pe
de 10 a ii libras, de superior quahdade :
na ra do Trapiche-Novo, n. aa, arma-
zem de Hebrard ck C
-Vende-se urna preta denagao, de 20 a 2* an-
uos de bonita figura boa vcadedeira de ra, o qu
he propria para todo o servgo de urna casa no pa
teo da mal iz de S.-Antono, n. 2.
Sarja hespanhola
de superior qualidade; los pretos de todos os Uma-
nhos; chales e inanias do soda para sonhora ; uo.res
muito lindas para caboga e chapos de sennora,
borzeguins e sapatos do lustro para ditas ; lengos a
seda para m8o-; ditos do setim preto para Br*vata.;
luvas de pellica c de seda para sonhora; ditas uo
eda preta para hornera; creps de todas as cores;
chapeos deso de seda para hornera e seohora; al-
tos de niassa, francezes, de superior qualidade o ul-
timo gosto de Pars; ditos do soda para cabega do
senhora, e oulras mis fazendas que so vendorSo na
loja nova de Domingos Antonio de Oliveira, na ra
Nova, ii. 30.
AO BELLO SliXO.
Vendem-se lengos de cambraia
de linho bordados com ricos bi-
cos roda, a melhor fazenda que
tem apparecido, e o mais barato
'que pode haver: na loja nova de
Domingos Antonio de Oliveira, na
ra Nova, n. 30.
Vende-se um preto bom carroiro; 1 pardo de
20 anuos proprio para pagom ; una parda de bo-
uila figura; 2 pretas com habilidades; 1 dita boa
doceira no pateo da matriz de S.-Antonio, sobra- .
do n. 4. ,.
- Vendem-se este-iras de palha de carnauba na
porgfio e a retalho ; sebo om barrica ; banlva do por-
co a 320 rs. ii libra ; caslanhas de caj sr 2,000 rs.
o ulqueire : na ra do Rangol, n. 46.
Vende-se capim de planta, muito novo, aunual-
nicnte, ou mensalmento mandando-se cortar om
um sitio perto desta praga, pelo prego o mais rasoa-
vel possivel a tratar no pateo do Terco n. 13.
IVovos riscados
monstros.
Na loja confronte ao arco de S.-Antonio, n. 5,
chegou ura novo sortimento de riscados monstros,
decores fizas e lindos padrOes com urna vara de
largura, pelo barato prego de 320 rs. cada um co-
vado.
... Vendem-se ancorlas de
diversos tamaitos, com vinlio da
Madeira, tinto e branco, de supe-
rior qualidade: no escriplorio de
Oliveira limaos & C, na ra da
Cruz, n. 9.
Vendem-se sophs de Jacaranda ; ditos de an-
gico ; bancas de Jacaranda ; dilns de mel de sala ;
dilas ile angico ; inarquozaa doangico; ditas de oleo;
camas do angico para solleiro com palbinha ; ca-
deiras de Jacaranda o de angico ; ditas para meni-
nas; contras muiliis obras : ludo do melhor gosto,
e por prego mais commodo do que era outra qual-
quer parte : ua Cambo-do-Carnio, n. 8, casa de
marcenoiro.
Vondem-se saceos de farinha, ditos de millio a
arroz de casca : na ra da Cadoia do Recife, n. 8.
Vendtin-se corles do chitas finas com 13 W^
covados pelo baralissiino prego de 2,240 B&
rs.; cassas do cOres lixas e de bonitos pa- ^^
drOcs, a 240 rs, o covado; cortes de cal- fm)
gas de meia-casimira, padrOos oscuros, /a
proprios para o invern a 3,000 rs. cada (ral
corle ;]e oulras uiuitas fazendas muito em &y
conla:'na loja de Jos Morclra Lopes & xl>
6. ompanhia, na ra do Queimado, quatro- fOgf
^cantos, casa amarella, n. 29. ^^
V
X# 'M &&
No Aterro-da-Haa-Vista, loja 24,
vondem-se ricos cortes de cassa, a 3,000 rs.; fusto
branco muito fino, a 500 rs. o covado; los brancos de
puro linho, a 2,000 rs. ; atoalhados, a 400 rs. o co-
vado; lengos de seda para mo, a 1,440 rs.; panno
preto muito lino, a 7,000 rs.; dito mais ordinario, a
6,000 rs. Assini como muilas mais pechinchas que
se ostiTo torrando por mui diminuto prego, e que
vista do con piador se far.lo patentes.
leceberam-se ordens para
conta, 10
das
em
se vender, muito
escravos que existem na ra
Larangeiras, n. 14, 2. andar, a
saber i um mulalinho de 13 annos, com um peque-
no principio do frialdade; um dito muito esperto
sadio de 10 annos; um dito de8 anuos, muito lin-
do ; um moleque muito forte esadio, de bonita fi-
gura, de 8annos; um pardo de 28 innos, de pti-
ma conducta ; um dito de 22annos, muito forto a
sadio e que he proprio para o campo : um dito do
35 anuos com urna pequea molestia que he mul-
to fcil de curar-so por 290,000 rs. ; duas preta
de 20 annos ; una dita de 19 annos, de bonita figu:
ra que cosmha e engomma com pereigao esta so
se vende para fra du provincia.
Lotera do lllo-de-Janeiro.
Aos 10:000^000 de rs.
Vende-so na ra da Cadeia do Recife, loja de cam-
bio da Viuva Vicira &Filhos, bilheles e meios dito
.. da 5." loleria extraordinaria a beneficio do tbeatro
tralar na Ida imperial cidade de Nitheroy : aollesque a lista
I vera no primero vapor.


'**4
^
M

- vende-se estanto cm verguinha.por preco com-
modo : em casa de Jamos Rvder & Companhia na
ra da Cadeia, n. 48.
..-Vendo-seo sobrado de dous andaros o sot3o ,
sito na ra da Senzalla-Nova. n. 1* o qual rende
mensulmento 39,000 rs.: a tratar na ra do Viga-
no n. 19, com Thomaz do Aquino Fonscca Jnior,
que se cha competentemente autorisado para efei-
tuara dita venda.
-- Vende-so urna carteira de amarello, de duas
faces, com dous mochos de palhinha, da mesma ma-
aeira, andaquasi nova, com (echaduras todas de
broca taitas rio paiz ; uma caixa de ferro ; dous
cantoiros muito fortes, e que arrumam 4- pipas a
vontade : na ra larga do hozarlo, venda D. 46.

Veiiilom-se cortes de vestidos de seda
prela lavrada ; verdadira sarja de se-
da hespanhola; los do linho prelo, bor-
dados de seda ; cortos do coiletes do
velludo lavrado, pretos o brancos do
ricos gosto; superior setim preto do
Macu, para vestido ; chamalote do
listrns e ondeado ; moiin preto mullo
fino a 3,500 rs. o covailo ; chapos de
massa francezes os mais modernos ;
superiori-s chales o mantas de seda ;
muas do seda do peso, brancas o pro-
tas ; lencos do seda pura grvala, do
bom gosto; riscades franeczes pa-
drees novos o muilo finos para vesti-
dos; pannos de cores o pretos, do todas
as qualidades ; o oulras militas fazon-
das ilc gosto por monos proco do que
cm oulra qualquer parlo: na ra do
Queimado, loja do Jos Morcira Lo-
pesi Com pan lila quatro-cantos, ca-
sa amarella, n. 29.
I*auios finos.
Vondem-so superiores pannos finos prova deli-
mito, preto o azul, a 3,000 rs. o covado; dito fino
azul o preto o 4,500 rs.; dito preto de superior qua-
lidade o j bem conhecido pola sa baralcza.a 5,000,
5,500, 6,500 e 7,000 rs.; casimira preta limiste da
melbor qualidade, largusa de panno muito fina a
11,000 o 12,000 rs. o corto de calca : na ra do Col-
legio, loja nova da estrella, n. 1.
Bonetes de marroquim.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78, vendem-se
bonetes de muito bom gosto o duracilo, para ho-
mom a 3,500 rs. cada um.
Sapa toes.
No Atcrro-ila-Boa-Visla, loja n. 78, vendem-so sa-
patOos pelo baixo pieco do 1,300 rs. o par.
Sarja licspanhola.
No novo armazcm de fazendas, de Ray mundo Car-
los Lcite, na ra do Queimado, n. 27, ha ebegado
um ptimo sortimonto da verdadoira sarja hespa-
nhola, a 3,200 rs. o covndo ; tambem ha do 2,200,
2,500, 2,800 e 3,000 rs. ; panno fino, prova do li-
mito, a 3,800, 5,000, 7,000, 8,000, 9,000 e 10,000 rs. ;
chapeos rrancezes linos, do ultimo gosto de Paris ,
com aba maior, conformo a nova moda, a 7,000 e
8,000 rs. Neslo armazcm tambem so vendeni fazen-
as por atacado; o mais barato possivel.
iVovo bramante,
de \ palmos ele largura.
de lita de todas as cores; luvas de torca!, proprlas
para a Quaresma, ao ultimo gosto de Paris, pretas o
brancas com dedos esem ellcs, a 1,600 rs. o par;
alpaca do linho, a'640o 800 rs. o covado : na ra do
Queimado, n. 27, novo armazem do fazoudas, do
Kaymundo Carlos l.eite.
Ao desengao do bom e
barato.
Vende-se superior sarja preta hespanhola, pelo
barato preco de 2,000 rs, o covado : a sua qualida-
de he tflo oxcellente que nilo precisa de elogio al-
gum : narua doCotlegio, na nova loja da estrella,
n. i.
Pannos para Iences.
* Vendo-se superior bretanha do Irlanda, de puro
linho, com duas varas e melade largura fazenda
de milita utilidade pura Iences, a 3,000 rs. a vara ;
zuarteazulde varada kargnW a 240rs. o covado;
cambraias lisas, a 040, 800 o 1,000 rs. a vara ; len-
cos do seda dos mais modernos o muito fiuos, do
melbor gosto a 2,500 rs.; rolos de bretanha, a
1,800 e 2,000 rs. ; dita de linho muito fina a 720
o800 rs. ;cassa para babados, a 2,600 e 2,800 rs. a
peca ; chales do lila, grandes c do muito bom gosto ,
a 2,000 o 2,500 rs. ; riscados trancados, de muito
boa qualidade para escravos, por sorom escurse
de multa duracilo a 200 e 220 rs. o covado ; o ou-
Iras muitas fazendas por proco muito commodo : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, n,1.
(hilas pretas asselinadas.
Vendem-se as j bom acreditadas o superiores
chitas pretas asselinadas do ultimo gosto a 240
rs. o covado : na na do Collegio, loja nova n. 1.
*- Vendem-se aeges da ex-
mela companhia de Pernambuco
e Parali iba: no escriptorio d 0-
liveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
Pan no-Couro.
Vondeni-s superiores cortes de calcas da fazenda
panno-couro par ser do duracilo extraordinaria e
de padrOes oscuros proprios para o trafico, pelo
diminuto preco de 1,600 rs. o corte : na ra do Col-
legio, loja nova da estrella, n. 1.
Casimiras finas e elsticas.
Vendem-se superiores casimiras finase clirstioas,
a 1,000 rs. o covado; cortes de ditas de cores, muito
linas, a 6,000 rs.; superiores casimiras pretas da
melbor qualidade a 6 o 9,000 rs. o corte : na ra do
Collegio,loja nova n. 1.
Jfit Venilem-se chapeos de superior
^Bi^c.i.slr, Ijiancose pretos, por preco
muito barato : na ra do Crespo, n. la,
lojade Jos Joaquim da Silva Maya.
Bonetes para meninos.
No Alerro-da-Boa-Vista, loja n. 78, vendem-se bo-
netes do velludo o do panno, a 800 rs. ; ditos de
iiiorin obra muito delicada a 4,000rs. cada um.
servar o cabello, pela sua frescura e bom aroma,
em polos de duas libras, pelo diminuto preco de
1,600 rs.: vende-so na ra larga do Rozario, n. 24.
Na ra do Trapiche, n. 17, con-
tina a haver deposito da verdadira cal
virgem de Lisboa, chegada prximamen-
te ; advertindo-se aos compradores des-
le genero que o deposito he j muito pe-
queo, e que da nova nao ha mais era
parte alguma.
Vende-se a venda da ra da Cruz, n. 66, a di-
nheiro ou a prazo ; a tratar na mesma venda.
No Aten oda-Boa-Vista, de-
fronte da catanga,
do, pelo ultimo navio francez, um comple-
nto de calcado do todas ns qualidados ,
a lioinein como para senhoia, meninos e
que se vender por preco mais com mo-
do do que em outra qualqner parte.
Attenco.
Na loja n. 50, na ra da Cadeia, de Cunta & Amo-
rim, ha um completo sortimento do fazendas pro-
priasparn a Quaresma, como sejam: boas sarjas
prelas o veos ditos; luvas ; casimiras pfetas ; solins
pretos ; pannos pretos finos e de superior qualida-
de : tudo so vende por commodo preco e por me-
nos do quo om outra qualquer loja : outro sim, tam-
bem ha bonse baratos merinos; bom panno preto
para 3,000 e 3,500 rs. ao covado ; dito verde cor do
garrafa, superior, a 3,500 rs. Diio-so as amostras.
Vendem-so duas cscravas, sendo uma ;crioula,
de 21 anuos, de bonita figura, quoengomma, coso
ehio^cozinha elevado sabilo,o a oulra da Costa ,
de24'annos, que he ptima quilandeira : na ra
das Cruzes, n. 22, segundo andar.
Vende-so um pardo de 16 anuos, de muito boa
figura, que he bm cozinheire: na Soledade, sitio
na Cscala.
Vende-se urna preta de 1 anuos* de elegante
figura, que cozinha o diario de urna ca, lava eea-
gomma liso : na ruado Amorim, n. 13, segundo
andar.
escrava de 20 annos quo cozinha e lava bem n
400,000 rs. por
Vende-se umcabriolet de muito bom gosto
pintado de r.ovo o com bons arreios: na ra r
Collegio, n. 14, primeiro andar. ao
Vende-se, por commodo preco, uma srmacSn
toda envidracada propria para loja de miudezas1
na praca da Independencia, n. 17.
Ordenacde&do reino,
nova odicode 1847, muito bem impressas em bom
papel, por proco baixo : na livraria da esquina do
Collegio : aonde tambem se vende Ahrqns, ctireiio
natural.
Vendem-se ricas colchas
de seda por conunodu preco:
na na do Queimado-, loja
n. 17.
Attenco.
Vendom-so corles de cambraia com 6 varis de
milito bom gosto, pelo baralo prego de 2,240 rs
cada corto : na ra Direila, junto a refinacSo, n. lo'
*--Vendem-se "presuntos, bldese linas proprias
para lavar roupa 1 vassoura para varrer salas e t.
potes : ludo ullimamcnto chogado dos Esladqs-iJai.
dos : na ra da Cruz, 11. 7, armazem do Davis & f.
Vende-se, ou perinuta-se uma oasa lorrea, si-
ta na ra do Bom-Sucesso em Olinda toda recti-
ficada de novo, com um* sitio em chaos proprios
por barato proco : na praca da Boa-Vista, n. 6, ou ni
ra de S.-Francisco casa da esquina quo volla par
a ra da Florentina.
w Vendem-sc meios bilhetcs da lote-
do hospital Pedro 11 : na ra do Cabug;'i,
loja junto a botica.
Vende-se a obra d direito natural, porFelico
4 v. ; e a de economa poltica do J. li. Say, 6 v. ,\ J
'preco commodo : em Olinda loja da esquina dt
ra do Bom-Sucesso sobrado de dous andares.
-- Vende-se doce do solaba e do arac muilo li-
Chapeos de sol.
VELAS DE CERA.
Vende-se, na ra da Ca.
deado Recife, n.3T, cera
em velas, de superior qua-
lidade, Falii cada em Lis-
boa e no Eode-Janeiro,
cm caixas pequease sor-
tidas ao gosto do compra-
dor : tambem se vendem
barandes, por prego mais
barato do que em outra
jualquer parle;
no, qdi porco e a retalho : 110 paleo do Terco, ven-
da n. 139.
Vende-se uma escrava croula, de 16 annos',
de bonita figura sem vicios por preco cominodo.
na ra Direila confronte aooillo da igrej do l.i-
vramento, vondan. 4.
Vende-se um relogio muito bom regulador ,
patente inglez, e todo de ouro, por preco commo-
do : na ra Direila, n. 78.
Na loja da esquina que volla para a ra do Co
gio n. 5, vcmlc-se o novo bramante de puro linho,
com II palmos do largura, pelo barato preco de
2,800 rs. a vara. /
--Vende-se um sitio na estrada de S.-A"maro para
Belo.ii, passando a ponte, o primeiro do lado direito,
com muilos urvoredos de fruto, pasto para. 8 vaccas
de leile, 3 vveiros baixa para capim o terreno pa-
ra plantar ; lambem se vendo outro mais poqueno
na mesma estrada : a Iralarno mesmo silio cima,
ou na ra Direita, n. 4.
Vendem-se 3 lindos moloques de 16 a 18 anuos;
3 pretos, sendo um dclles ollicial de sapateiro de to-
lla obra um carreiro e outro para lodo O sorvico ,
lo 25 annos; 3 pardos do 16 a 24 anuos, sendo um
bom carreiro o os outros proprios para todo o ser-
vico ; urna mulatinha o urna ncgriiUia de 13 anuos ;
uma dita de 10 anns com principios do hahilida-
<1c.;3 pretas, enlreasquaes algumas com habili-
dades, de 20 a 25 annos ; uinn preta por 180,000 rs.
na ra do Collegio, n. 3, se dir quem vendo.
GALAO' DF OURO,
a 720 rs. a oilava.
Na praca da Independencia, n. 19, loja do Olivoira
llamos, vendo-so galflo de ouro, de todas as largu-
ras ; bemcomocanutflodo ouro, de todos os n-
meros, a 720 rs. a oilava.
No Alcrro-da-Boa-Vista, loja 11. 78, vendem-sc,
chapeos do sol, de soda, para senliora, a 4,000 rs. ; g
ditos de panninbo que imitam seda, para homem
por mais barato preco do quo em outra qualquer
parto.
Vendcm-se, na ra do Queimado, loja de miu-
dezas n. 24, luvas de pellica, para senliora e homem;
ditas do seda couipridas pelas o do cotes; los de
seda preta muilo linos ; couro do lustro .muito bom
.je baralo; marroquim de cores; loncos de setim
prolo ; dilos de cores, de ricos padrOes ; chapos de
pul ha fina de rllele de gorgurOo do seda ; bengalas finas; co-
Ihores do casquinlia ; caixas de massa do tartaruga ;
meiasde seda preta para senliora : tudo por proco
mais barato do quo em outra qualquer parle.
1 Na loja de Jos Manocl
gj ionteiro Braga, na rua
do Crespo, 11. 16, esqui-
na que wra para a
rua das Cruzes,
vendem-se ricos cortes de vestidos de soda
e ehamalolc, prelos, brancos o de cores, o
I
1
1
1
&
i
I
I-,.....-..............................B
|M mais moderno c lindo gosto que he possivel; M
rHl sarja preta de seda, larga o de todas as quali- rr
Kicos tapetes
para ornar sals, rtiosas, candieiros, lanleruas, cas-
ticaes e campalnbas, redondos, quadrados o ti an-
gulares bordados o de oleado, com lidas franjas
ilbo.
Vende-se milito, a 2,000 rs a saoca : no caes da
Alfandega, armazem do Antonio Annes.
Sapa los para senliora,
NoAti:ri-itu-Bpa-^U, loja 78, vendem-so
sapatos para senliora fazenda nova de 11. 27 a 39.
*w v
Na nova loja da ruada i'adeia
do Recife, n. 3, de Claudi?
110 Sal ador Pcreira Braga.
vende-se caiiiipi|a encarnada fina e RiifusJ^da, para
a 2,000 rs. o
W*
?*
capas dosTPHR^ 4#SS. Sacranienlo ,
covado.
No Alcrro-da-pw-Visla Joja n. 78, ,vendem-se
frocos de todm as cures o grossuras por preco que
nlo desagradar a qliein queira comprar.
Bonetes de riscados.
No Atcrro-da-Boa-Vista loja n. 78, vendem-se'
bonetes para meninos os quaes so estilo acabando,
por custar cada um 320 rs.; bom como bengalinhas,
proprias para passeio pelo niesmo proco.
- Vendem-se sapa toes de
couro de lustro a ,400 rs. u
par ; ditos de bezerro, a 1/2QO
rs.; ditos superio: es, \ 1,600
rs. RiAo pode baver nada mais
barato a el les 'reguozes : na
a Independencia loja
Vende-se uma negrinha de 12 annos, muito bo-
nita e que he propria para prender a coser e en-
gommar; um molecoto de 18annos, de muilo bo-
nita Uguia e robuslo ; una prela de 25 annos qu
vende muilo bem na rua por ter pratica o cozi-
nha com perfcicSo ; um pardo de 30 annos, perito
oflicinl de sapateiro : na rua de S.-RIla, n. 44.
Vendem-se 8 escravos sendo : 1 pardo proprio
para pagem ; 2 pretos para lodo o servico ; 3 pretas,
nina boa quilandeira cozinha soffrivel e lava bem
do sabio o varrclla a outra boa engommadeira e
coslurcira muito moca da qual se afianca a con-
ducta e a oulra de nacflo, de 18 annos, de muito
bonita figura; 2 pardas mocas.quecozinhun o diario
de uma casa e lavara: no pateo da S.-Cruz, n. 14,
se dir quem vende.
Vende-se una escrava de .nacflo que cozinha ,
cose eengomma : na rua do Queimado, n. 6.
Na rua da Cadeia-Velha loja n. 31,
ainda-existe venda urna pequea
pin cao de msicas sendo : a es-
trella da noilo valsa* para piano;
a piuisiense polka para dito; a
mariposa, modint.a com acompa-
nhaniento do dito; tudo por preco commodo.
Cortes, a 5#000 rs.
Quem Veixar de andar de vestido de cambraia,
de padrOes modernos e ptima fazenda pelo bara-
tissino prreo de 3,000 rs. o corle? A ellos,froguezas,
antes que se aeabem. Na rua rua da Cadeia do lleci-
fe confronto a rua da Madrc-de-Doos n. 50, loja
do liarateiro.
Vendc-se a venda defronlo da matriz da Boa-
Vista n. 88. As pessoas que lecm oslado em nego-
cio com ella, dirijam-sea mesma, que se far qual-
quer trato que melbor Ibes convenha; bom co-
mo outra qualquer pesaoa quo a queira comprar.
Escravos Fgidos.
praca
n. a,
Vende-se urna negrinha do 14 ainos, que cose
o cozinha : na rua delt-Jos, n. 21 : a vista do com-
pradnr so dir u motivo porque se vende.
- Anda ba a sublime j*nba franceza para cou-
Farclos
em barricas, chegads ltimamente : no [armazem
de J. J. Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. 35.
Vendo-se um sitio na Torre, co.m 600 palmos
de frente o 1,200 dilos de fundo pouco mais ou mo-
nos, na margem do Capibaribc, com alguns pos du
toque i ros alm dos ditos, ha uma grande baixa
para capim, ou viveiros : na rua da Cadeia de S.
Antonio, armazem n. 17.
Na roa de ^goa-Verdes n. 46,
vendo-se una,bonita escrava de naco, de, 18 anuos,
do boa conducta e melhurehabilidades ; uma dilc
.'' oioja idade, boa cozinheira, lavadetra, o que
engomma ptimamente roupa do homem por 250/
rs,; dua ditas para lodo o servico-; um bom esera-
vocarioiro; utu bonito inoloquelie 12annos; urna
100,000 rs. de gralificacao
a quem levar casa da rua da Aurora, n. 26, ou ao
engenho Queluz da freguezia do Jgojuca o prtlo
Antonio, de nacflo Benguela, escravo de Miguel Au-
gusto de Oliveira, que o comprou a Manuel do Al-
enla Lopes, dosla praca ; fgido do dito engenliu
nodia 17 desetembro do anuo prximo passado,
com ossignaes seguintcs : estatura alta e bom cor-
po olhos grandes e um tanto avormelhados ; ja tem
alguns cabellos brancos; levou camisa de chila azul,
de quadrinbos, ceroulas de algodlozinlio briinco ,
ou hamburgo, o mais alguma roupa cm uma Irou-
xa e umaenxada cncavada.J^steescraro comprou-o
oSr. Manocl de Almeida Lopes a Ignacio A Ivs
Coulo, da villa do Crnto na Barra-Grande.
Fugio, no dia 18 do Janeiro, um cabra, de nome
Joaquina, alto, reforcado, do dado, coma barba
branca cabellos corridos c bom pretos; levou um
sinrflo de pello de carneiro, chapeo do bati usa-
do, calcas de algodflo de 1 istias rotas no OBSCntO;
tem ostornozellos dosps um tanto inchdos. Es-
te escravo j Coi preso em S.-l.ourcrico-da-Matta ,e
tornou a fuglr junto aos Ki-mcdios, do poder de
uma pessoa que o conduzia para esta cidade; vcio
do Maranhfio e diz ser de Caxias : quem o pegar le-
vc-o a rua do Vigario, n. 24, que ser recompen-
sado..
Fugio do bordo do brigue Victoria, na noite de
31 de marco o escravo marinheiro ,_ do nome Pa-
tricio, crioulo e natural da Parahih cor preta,
sem barba, de estatura regular, cleio do corpo;
reprsenla 28 annos pouco mais ou menos ; levou
calcas c camisa branca chapeo de palli com uma
corrente de ferro no p direito'aj recommonda-se
acaplura do niesmo, e quom o levar a bordo do di-
to brigue, ou a casa de Amorim Irmflos, na rua di
Cadeia n. 45, que dar boa gralificacrio.
. Fugio,do engenho S.-Anna, no dl sabbado',
primeiro do corrento o molecoto Bfrazio, de ni-
eflo Mocamhiquo de marca pequea bonito cos-
tuma, as vezos, fumar charutos, anda um pouco em-
pinado ps pequeos ; tem em cada uma das ca-
ndas feriilas pequeas: quem o pegar leve-o ao
dito ongenho, ou ao Coetho, olaria de Miguel Car-
neiro a Snra. D. Maria deCarvalho l'aes do Andra-
de.quo recom|iensar.
Fugio, no dia 3 do corrente, um molecote criou-
lo, de 16a 17annos alto.secco do "corpo, ps eper-
oas grandes, bem preto ; levou calcas de ganga azul,
camisa de ciscado azul: quem o pegar leve a rua
Nova n. 3, venda do A. F. Lima.
- Fugio, lo dia 10 de agosto do anno passado ,
e parda Maria, escrava do madama Khenoth a qual
he bem condecida por ter sido escrava da viuvado
Bastos ; consta andar de timflo o lrajada como for-
ra ; de de estatura regular, corpo descarnado, bra-
cos nervudos bastante alva, olhos agalados, rosto
comprido o magros cabellos cacheados quaiulo m
traz despelucados o quando os trata ti.rnain-sc mu
lisos ; tem urna marca de verruga ntreos olhos so-
bro o nariz e marcas de feridas as pamas : quem a
pegar levo-a ao pateo da l'onha, sobrado do um as-
ilar n. 6, qu ser recompeusado com 100,000 rs.
Fugio, no dia 6docorrenlo,lo sitio doabaiw
asignado na l'onte-de-Ucha o sou escravo, d
nome Pedro, por alcuuha l'hil; he de naco, de esta-
tura baixa, cheio do corpo ; representa ter 84 anuos;
levou camisue calcas do riscado, e chapeo preto'
quem o pegar leve-o no referido silio ou a ruado
Trapicho, no seu* escriptorio, n. 16, que ser bem
recompensado. '-
Kuglo orna parda acaboclada, do c6r averme'
Miada > cabellos acaracolados, beicos grossos es-
tatura baixa, chela do corpo, do 24 anuos pouco
mais; levou vestido ja usado ," de assenlo cor de
rosa com flores nmarellas brincos o volta de conlas
azucs chale azul e sapatos : quem a pegar leve-a a
rua du Cadeia do Itecile n. 53, segundoaudar, qbe
ser recompensado.
Ptiuv.
KA TYP. DE M.
F. DEFAMA. 1&A
MUTILADO


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